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NOTÍCIAS DA METRÓPOLE

46 views Publicado 18/04/2024 HD · 23:24

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[Música] [Música] e a gente abre a edição de hoje com o grupo de acolhimento a mães em lutadas Essa é a proposta do projeto prosseguir que por meio de encontros presenciais auxilia mulheres a ressignificarem as dores prosseguindo por novos caminhos depois da morte de um filho a iniciativa começou em Campinas e é realizada também em cidades da região como hambra e americana como a morte ainda é um tabu para a sociedade falar sobre este tema é mais do que essencial no processo do luto só uma mãe entende a dor de outra mãe é nessa roda de conversa que mães enlutadas trocam sentimentos emoções dúvidas não há lugar para julgamentos e cobranças apenas acolhimento eu senti muita dificuldade de ter apoio da família e dos amigos amigos porque ninguém tinha sentido a falta de perder filho filho eu acho que só entende quem perdeu o filho o projeto começou em 2019 e hoje já ajuda 20 mães aqui de campinas que se encontram quinzenalmente aqui no espaço Gaia para compartilhar experiências a iniciativa também se expandiu para a região em hambra 15 mães fazem parte do grupo enquanto em Americana São 10 tudo começou a partir de uma necessidade observada na ONG Fraternidade sem fronteiras com rere Dias atual vice-presidente da Fraternidade sem fronteiras onde eu sou voluntária dessa ONG com uma demanda muito grande que ele começou a encontrar muitas mães né em sofrimento colocou esse assunto para duas psicólogas voluntárias né Na época e na hora a gente abraçou a ideia acolher as mães enlutadas acolher significa o quê dar que elas consigam dar novos significados né para essas dores para esses momentos e conseguirem prosseguir com a vida demanda de suicídio acidentes doenças né Não importa eh como foi a morte mas eh nós não temos religião classe social somos um grupo voluntários né então assim Os encontros acontecem aqui voluntariamente sem custo e elas sabendo do nosso grupo elas entram em contato principalmente no Instagram e a gente já colhe para estruturar e coordenar melhor o projeto em Campinas a psicóloga fez especialização em tanatologia é importante a gente realmente conhecer muito bem o processo né apesar de ser muito individual tanto para entender também essa individualidade né então eu fiz a pós-graduação em tanatologia que estuda morte e o morrer por que não falar de morte né se a única certeza que a gente tem Desde o dia que a gente nasceu e não falar de morte dificulta muito o processo de luta meu filho Faleceu faz um ano e meio e quando completou uns 10 meses que ele faleceu eu comecei a frequentar o o projeto da Mônica do que que ele faleceu você poderia contar pra gente ele não morava no Brasil morava no Texas e ele veio para Brasil ficou um tempo comigo do meses depois teve morte súbita e isso foi difícil porque eu tive que ir lá buscar o corpo dele tudo por isso que é bem difícil isso né o luto não é uma condição patológica é um período de recolhimento uma experiência emocional profunda e individual e é fundamental Não reprimir a dor é um processo e que não são fases como muitas pessoas falam né eles são altos e baixos né aquela montanha russa uma hora eu tô bem Pode passar do anos eu tô lá embaixo ainda subo um pouquinho quatro C anos não tem tempo então aqui eu tenho mães Eu acho que a mais recente 3 meses tem de 8 anos tem uma com 22 anos perderam e elas se encontram e são os mesmos Sofrimentos a mesma demanda você tem essas outras mães que sabe exatamente pelo que você tá passando pela dor que é né de você sentir um sufocamento aqui e de querer chorar de vez em quando e sabe que isso é normal é ninguém supera ninguém se conforma com a perda de um filho nós não falamos em superação nem superação nem se inconformar com uma perda mas é ressignificação ressignificar É o quê É você trazer uma se adaptar a essa nova realidade e sem tempo não existe tempo a perdeu o filho de 24 anos em um acidente de moto há 3 anos ela chegou até o projeto por indicação de uma amiga não é para falar de morte de luto e sim para cada um mostrar sua dor que é única né de cada um cada mãezinha que tá aqui perdeu de uma certa maneira de um certo modo e Isso me conforta bastante conto no dedo para chegar esse dia para estar aqui com elas sinto que eu levo essa ajuda pro meu lar meu marido meu outro filho essas trocas são muito enriquecedoras porque geralmente dentro do núcleo familiar mesmo e amigos familiares né O entorno então nem se fala mas elas não encontram espaço né para chorar né Não não pode chorar não não sei o qu não porque você tá depressão então assim aqui elas vão trocando as suas experiências e vão ver Nossa eu não tô ficando louca é normal então aqui elas encontram permissão para sofrerem para explorarem né os seus sentimentos os seus vazios a Sueli também perdeu uma filha de 24 anos em 2021 ela tratava uma leucemia e havia acabado de passar pelo transplante de medula óssea quando contraiu a covid na época o irmão da jovem foi O doador compatível eu conheci foi na missa de sétimo dia né da minha filha que tinha a mãe de uma amiga dela que trabalha né com esse projeto e indicou para mim e isso foi muito importante porque até hoje me ajuda né porque é uma coisa que nunca vai passar né E aqui então é um espaço que você encontra mais força para conseguir tocar sua vida né isso isso sem dúvida nenhuma porque eu acho que sozinha seria muito mais difícil muito mais difícil mesmo [Música] que projeto importante e espaço necessário para entrar em contato conhecer mais sobre o projeto você pode acessar a página no Instagram é @ prosseguir pmes enlutadas e olha só a nossa equipe acompanhou Duas Pessoas com Transtorno do espectro autista que estão inseridas no mercado de trabalho há mais de 5 anos acompanhe só a inclusão de um autista no mercado de trabalho é garantida pela mesma lei que determina a participação mínima para pessoas com qualquer deficiência é a lei 12.764 de 2012 também conhecida como lei Berenice Piana em Campinas uma clínica escola terapêutica transdisciplinar atua no desenvolvimento humano e na socialização de pessoas principalmente com Transtorno do espectro do autismo com ênfase na inserção acessibilidade e inclusão no mercado de trabalho A Terapeuta ocupacional Cristiane gesuino explica que o aluno autista passa por um período de preparação onde suas melhores habilidades são identificadas e treinadas para o preenchimento de uma possível vaga a gente trabalha principalmente com os adolescentes e adultos a gente trabalha na em oficina né numa parte mais de atendimento grupal pensando que quando ele for inserido pelo mercado de trabalho o ambiente de trabalho é em grupo né ele tem que viver né com os outros né na sociedade né então a gente já faz esse trabalho de convívio mesmo com eles e aí a gente dá toda uma gama de habilidades né então ó são habilidades manuais a gente trabalha muito com regras né O que pode o que não pode mesmo que eh aqui a gente não tem tanta uma regra de um de um trabalho mas a gente tem tem regras né a gente vive no mundo com regras né E aí a gente trabalha também toda essa parte de organização né que a gente tem que ter eh asseio pessoal então o cuidado né com o seu corpo com o seu cabelo com a sua unha então a gente faz todo esse trabalho né que a gente fala que são as atividades de vida diária também tem a parte de alimentação então saber usar um garf ou uma faca então a gente faz todo esse trabalho mesmo né bem amplo que é realmente pensando mesmo né numa inserção do mercado de trabalho para que quando a empresa chega pra gente a gente consegue cruzar né a informação que a empresa tem dessa vaga então com com aquele educando que tá mais eh apto para exercer essa essa função que a empresa tá buscando A Terapeuta conta que o ambiente precisa ser adequado ter respeito e acolhimento e por esse motivo é necessário uma análise sensorial na empresa contratante e a gente também vai até empresa a gente verifica mesmo né qual é a função que sendo né o cargo né ali a função que tá sendo eh ofertado para ver se a gente precisa também de uma adaptação se tem muito ruído porque às vezes ele tem essa sensibilidade auditiva então assim se ele precisa deum outro tipo de adaptação Porque tem toda uma questão sensorial que para eles é muito importante né então a gente também tem que fazer essa análise de função na empresa pra gente realmente ver mesmo Qual educando né está apto para exercer aquela função Rafael Tomazelli é autista tem 32 anos está no mercado de Trabalho há mais de 10 anos e desde os 9 anos de idade frequenta a escola terapêutica estudante e o que que você estuda natação masquete essas coisas você faz natação Sim e como que é fazer natação gostoso ainda um pouco tímido ele faz questão de salientar que fez muitos amigos durante a sua jornada tranquilo você faz o quê perde caros perde caros motor motor cois vendo o empenho do filho Suel Regina destaca que Tomaz é um menino de sorte e que mesmo acreditando sempre em Rafael ela não imaginava que ele pudesse ir tão longe não não é é assim foi na verdade com 9 anos que a gente descobriu a síndrome dele é o x fragio que tem a características de au né Então a partir daí é que veio assim o caminho a seguir né Então aí ele nós trouxemos ele aqui no Instituto ser foi foi onde desenvolveu o Rafael preparar o Rafael pro mercado de trabalho com 18 anos ele começou a trabalhar numa empresa ficou lá 6 anos e depois foi PR outra empresa que tá 8 anos lá então na verdade Hoje ele tem 32 14 anos de trabalho é uma maravilha ele ama de paixão o trabalho dele ele eh tem fez muitos amigos nas duas empresas eu acho que deveria todas as empresas entrar nesse nessa questão de dar oportunidades para eles né porque o Rafael assim foi o sortudo mais um exemplo de disciplina e dedicação Esse é o Rafael é o Peixoto ou o Fael como ele gosta de ser chamado Fael estuda pela manhã e à tarde trabalha em uma empresa de fast food há 10 anos e já passou por quase todos os setores 10 anos 10 anos fha 10 anos 10 anos 10 J começou copa copa ver lanche faz lanche fazer coca suco uva laranja popo popo em mamãe papai e favil Neném P cebola cebola cebola empolgado Fael Conta que com economia e planejamento realizou o sonho de conhecer vários países entre eles a Espanha mas tinha foi achar pud foi no ti foi achar p n ti no você foi foi achar foi achar Fátima pia Pia e depois pia e outro país não outro PA com capí come capí come e tudo com dinheiro que sa lá e vai tudo sa lá e vai tudo sa lá se por um lado a pessoa com tea pode ter algumas limitações por outro ela pode ser surpreendentemente brilhante e olha o Fael aí no suco no refrigerante e interagindo com os colegas de trabalho [Música] Jeferson Graciano Ramalho é consultor da empresa onde Fael trabalha e destaca a força de vontade do colaborador muito maior do que a maioria das pessoas muito maior eles acabam fazendo muito mais foi amor de pessoa todo mundo gosta dele ele ajuda todo mundo meu não tenho o que falar é 1000% melhor que muitos outros funcionários agora olha tamanho dessa empresa aqui é um centro de distribuição de autopeças e quem está lá o Rafael Tomazelli em plena [Música] atividade separa cadastra confere interage com a equipe equipe essa que vem de longa data isso porque o Tomazelli foi indicado pelo Rafael mota para trabalhar na empresa uma amizade que já ultrapassa 15 anos então o Rafa eu conheci ele em 2007 né através de uma outra empresa que a gente trabalhou junto e na época a gente fica meio assim na dúvida né porque o Rafa era uma pessoa na época muito fechada e aí a gente foi aos poucos ganhando o carinho a atenção e a confiança dele né e e quando eu vim pra Cácia a gente abriu esse esse projeto né e eu não pensei duas vezes em trazer ele para cá o Rafa está com a gente aqui há 9 anos e provando pra gente que foi a decisão mais certa que a gente Tomou com esse tema né que não é só especial para quem é o quem tem o transtorno do espectro do autismo mas para todas as pessoas que não TM também pela Consciência em saber que a empresa incentiva e que busca o abrir mais espaço no mercado de trabalho para eles auxiliar de logística Gisele Cristina também divide o ambiente de trabalho com Rafael Tomazelli Olha é uma experiência muito nova né para mim principalmente é uma experiência nova mas é muito bom ele é muito querido aqui dentro eh ele trabalha muito bem né e ele é uma pessoa excelente o gerente da empresa Edson Luiz de Almeida admira a organização o detalhamento a pontualidade e a alegria do Tomazelli então ele é muito legal ele traz muita alegria M dinamismo pro time aqui todos ao redor aqui contagiam com ele enfim é uma alegria ter o Rafa aqui junto com a gente na nossa [Música] operação reportagem muito bacana parabéns pelo trabalho da nossa equipe dos familiares das empresas também né que acolhem e dão oportunidade para essas pessoas poder trabalhar meio dia mais 20 minutos Muito obrigado pela sua companhia pela sua audiência pelo YouTube aqui da TV Câmara Campinas no chat as pessoas assistindo ao nosso telejornal quero agradecer a Anne Cardoso mandou aqui a meio o programa desenvolvido pela Fraternidade seguimento da psicóloga maravilhosa Mônica Que ótimo coração ajudam muitos enlutados aquela primeira reportagem que nós eh mostramos aqui sobre o trabalho que é realizado em Campinas e também em cidades da nossa região o Marcos Cardoso também Belo trabalho de voluntários que dedicam o tempo conhecimento a pessoas que precisam de auxílio neste momento difícil Manda também o seu comentário tá assistindo a nossa reportagem manda pra gente ou pelo chat do YouTube ou pelo nosso WhatsApp pode mandar 19 é o nosso DDD 978 29 3776 o número do nosso WhatsApp está aqui embaixo da sua tela que a gente conversa ao vivo eu falo seu nome seu bairro e também a sua mensagem e olha só a 18ª campanha do agasalho transur foi lançada e você pode colaborar doando roupas calçados nos postos de coletas Todo o material É triado e direcionado às entidades beneficentes da cidade a campanha do agasalho da Transurc 2024 já está com os postos de coleta disponíveis para receber as doações de roupas e calçados Essa é a sua 18ª edição olha essa campanha ela começou em 2005 e hoje nós estamos na 18ª edição o único período que nós não conseguimos realizar essa campanha foi durante a pandemia que naquela época as pessoas ficavam em casa o cenário econômico Tava um pouco complicado enfim n nós ficamos eh durante esse período sem poder colocar o o ônibus na rua as caixas nos terminais a expectativa é de que seja mais um ano de grande arrecadação e Distribuição de roupas para pessoas em situação de vulnerabilidade social a expectativa da gente sempre é a melhor possível porque a gente conta né com a solidariedade das pessoas e durante esse anos todos a campanha vem num crescente no ano passado por exemplo nós conseguimos arrecadar 46.000 peças entre agasalhos e calçados E essas E essas peças elas foram distribuídas para 41 entidades assistenciais de Campinas então neste ano a gente sempre quer né atender o máximo possível de pessoas então a gente espera né com a ajuda das pessoas dos doadores conseguir expandir essa campanha ainda mais as entidades beneficiadas assistem de crianças a idosos essas entidades eh Muitas delas trabalham com crianças outras com idosos também tem aquelas que trabalham com adolescentes então a gente trabalha todas as a toda a Gama ív de público São pessoas necessitadas e que geralmente não t um sapato para colocar no pé na época mais fria e nem uma roupa mais quentinha também para usar durante o período de inverno a primeira triagem deve ser feita em casa separando os itens em boas condições de uso e higiene daí é só trazer para um dos pontos de arrecadação e os voluntários da transur fazem a segunda triagem encaminham esses itens roupas e calçados para as entidades assistenciais da cidade antes mesmo do inverno chegar para quem quer doar os pontos de arrecadação são um deles é esse aqui o ônibus que é colocado no Largo do Rosário além desse nós temos caixas em todos os terminais Urbanos de Campinas e também no terminal metropolitano de Campinas de Ortolândia e de Americana os nossos colaboradores internos nossos funcionários também participam dessa campanha e participam ativamente que nós colocamos caixas de coleta em todas as garagens das concessionárias de Campinas e de algumas empresas da região metropolitana o ônibus ele vai ficar aqui no largo do Rosário até o dia 15 de julho que é o período que a campanha toda estará arrecadando e ele vai de segunda a sexta das 8 às 17 e aos sábados das 8 ao meio dia [Música] [Música]
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