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[Música] [Música] A Prefeitura de Campinas lançou o programa de treinamento e qualificação em Telesaúde, que vai capacitar estudantes residentes para ampliar a assistência remota aos pacientes do SUS. Em maio de 2023, Campinas foi pioneira ao lançar o serviço de telemedicina dentro do projeto Saúde Digital SUS. O atendimento começou com 100 teleconsultas semanais em 16 unidades básicas de saúde. Hoje já está disponível em todos os centros de saúde do município com mais de 49.000 teleconsultas realizadas desde o início do programa. Com os resultados positivos da telemedicina, a prefeitura agora aposta na Telesaúde. O decreto que formaliza o programa de treinamento e qualificação em Telesaúde foi assinado pelo prefeito Dário Saad. Ele ressalta que a capacitação dos estudantes é fundamental para garantir profissionais preparados e comprometidos com a qualidade do atendimento. Então, nós vamos ampliar a possibilidade eh das faculdades em convênio com a prefeitura, eh, disponibilizar atendimento online multiprofissional eh em várias áreas, nutrição, eh odontologia, eh fisioterapia, psicologia e outras, eh, claro, com supervisão de professores, com supervisão da mesma forma que é feita fisicamente, presencialmente nas unidades, também digitalmente. Então isso vai propiciar uma ampliação eh dessas parcerias e sem dúvida a ampliação do atendimento a população como eh com esse programa. A Câmara de Vereadores foi representada pelo vereador Paulo Hadad, que destaca a importância de qualificar ainda mais os profissionais e ampliar a oferta de serviços na área da saúde. Eu vejo com muito bons olhos, né, Campinas mais uma vez na vanguarda, trazendo aí uma ferramenta eh que vai dar qualidade, agilidade e também possibilitar que profissionais graduandos e pós-graduandos sejam formados eh dentro de uma expertise da telesaúde e depois possam nos ajudar a um atendimento da nossa população. Então, ganha Campinas, ganha o cidadão e ganha a saúde da nossa cidade. Através de parcerias com universidades da região metropolitana, o programa tem o intuito de orientar e preparar alunos para trabalhar com a telemedicina no dia a dia, no exercício da profissão. O conteúdo totaliza 40 horas teóricas e práticas online que devem ser cumpridas em até 90 dias a partir da inscrição na plataforma de ensino. Marcele, diretora do Departamento de Ensino e Pesquisa da Saúde Digital, explica que a ideia é qualificar profissionais e garantir que os atendimentos à distância sejam cada vez mais seguros e resolutivos. A ideia é bem essa, a gente investiu bastante tempo nos nossos profissionais, né? Daí expandimos para a região metropolitana e agora chamamos para junto as universidades pra gente formar pessoas que tenham interesse, que saibam fazer um atendimento digital. E não é o simples fato de você atender pessoalmente e à distância, né? tem toda uma questão do posicionamento da câmera, como você vai tá olhando, isso humaniza também, dá mais acesso. Então a nossa ideia é isso, chamar as instituições pra gente poder aumentar o acesso. Então agora vai começar com a capacitação. Como que vai ser a capacitação? As instituições vão fazer as inscrições tanto dos graduandos como pós-graduados deles. E a gente vai começar em setembro, outubro, são 100 vagas por mês. Vamos fazer essa formação e depois a parte prática. que são é o encontro presencial. Isso pode ser um piloto para todo o Brasil? Sim, um piloto. A ideia é é para abrir para todo o Brasil. Podem participar do programa os estudantes de graduação de qualquer período ou pós dos cursos de assistência social, fonoaudiologia, educação física, farmácia, terapia ocupacional, enfermagem, nutrição, fisioterapia, medicina, odontologia e psicologia. O programa CPFL nos hospitais investe em energia solar e atualização estrutural, promovendo uma economia em gastos com energia, equivalente ao tratamento de 130.000 pacientes e deixando de emitir uma quantidade de dióxido de carbono que precisaria de 40.000 1 árvores para ser compensado. Ontem, na sala onde acontece o café filosófico na CPFL, foi lançada a terceira fase do programa, que vai contemplar a Santa Casa de Campinas por indicação do presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini. O cenário do café filosófico da CPFL em Campinas promoveu o lançamento na manhã de ontem da terceira etapa do programa CPFL nos hospitais. Autoridades do executivo federal, estadual e municipal, do setor da saúde e da imprensa puderam receber as informações atualizadas do programa e o impacto dele na prestação de serviços de saúde. Olha, é o impacto considerável, principalmente eh porque os municípios vêm pagando, 70, no caso de Campinas, 75% da conta da saúde há 20 anos atrás. 70% eh dos recursos que o município investia na saúde eram recursos do Ministério da Saúde Federal e Estadual. Em 2024, essa inverteu, 75% é recurso do município, do PTU e do ISS. Então, quando um programa desse eh da CPFL vem eh para ajudar na redução de custos, no caso com energia, é um programa extremamente importante. As primeiras fases do projeto nos hospitais públicos da cidade mostram um benefício econômico com a economia energética. conseguimos avaliar. Eh, temos depois um levantamento para para passar. Eh, nós vamos fazer uma um levantamento total porque hoje ele tá no Mario Gate, no Ouro Verde. Eh, isso já tá batendo a conta de energia dessas duas unidades. Isso tem representado uma economia considerável. O programa CPF nos hospitais é uma iniciativa baseado no programa incentivado da ANEL, na qual a gente consegue fazer investimentos em hospitais públicos e filantrópicos. A terceira, nós já realizamos a fase um, na qual nós investimos da ordem de 155 milhões, na fase dois da ordem de 140 milhões. Estamos agora para lançar a fase três, que até o final de 2028 nossa expectativa é investir da ordem de R0 milhões deais em hospitais. Todos foram mais de 540 hospitais com obras já concluídas, na qual a gente conseguiu alcançar 78 GW de economia por ano. O programa contribui com a descarbonização, com a ecoeficiência e com o fortalecimento da infraestrutura hospitalar, não somente com eh usinas fotovoltaicas que são instaladas nos telhados dos hospitais, mas também com eficientização dos mais variados equipamentos, desde ar condicionado, sistemas de iluminação, sistemas de climatização, entre outros equipamentos, como motores e outras frentes. O programa vai além de uma única ação e promove uma nova relação da entidade com a questão energética. A gente faz toda uma avaliação do que existe no hospital enquanto equipamento ineficiente e faz essa essa proposta que a gente chama de retrofit, ou seja, é uma atualização tecnológica desses equipamentos por equipamentos que teoricamente consomem menos energia elétrica. O legislativo está atento para o programa e participou indiretamente desta terceira etapa. Quando eu tomei conhecimento desse programa CPFL nos hospitais, eh, que visa a modernização, levar eficiência energética nos hospitais filantrópicos, né? Eh, o para estimular o uso racional da energia, obviamente economizar na conta de energia, beneficiando os hospitais filantrópicos. Eu sugeri incluir a Santa Casa e a Santa Casa foi contemplada, inclusive além da racionalização no prédio, vai ser instalada uma usina solar numa outra cidade lá em São Carlos para abastecer a CPFL, né, gerando ainda mais economia. Temos que agradecer ao poder legislativo, principalmente ao presidente da Câmara atual, o nosso grande amigo Rossini. Através dele conseguimos fazer esse grande projeto que vai estar executado em meados de 2026, fevereiro. A expectativa para o Hospital Filantrópico com a doação da usina flutuante que ficará na cidade de São Carlos é de fôlego no orçamento. Ela vai gerar energia. É a primeira Santa Casa no estado de São Paulo que vai ter esse projeto, começa aqui. Com certeza o Brasil também vai ter proveito, até porque nós somos no Brasil mais de 1970 santas casas e atendemos 57% do SUS de todo o Brasil. com esse projeto, com essa iniciativa da CPFR, com a ajuda do nosso e sempre amigo vereador, hoje também faz parte da nossa gestão, ele está na mesa administrativa com a gente, foi possível fazer essa parceria. Com o programa, a Santa Casa sai da condição de devedora e ainda pode revender o excedente produzido. Com isso, o que é que a Santa Casa vai ganhar? uma nova estrutura revolucionária dentro do hospital, que vai diminuir o nosso custo energético e essa usina vai produzir energia suficiente para tocar todo o hospital e o excedente a CPFL vai vender no mercado e vai diminuir o nosso custo, o nosso prejuízo, que a gente tem uma dívida muito grande com a CPFR. A State Grid Corporation of China é a empresa controladora da CPFL Energias desde 2017. como acionista majoritária e fez a fala de abertura do evento que contou com tradução simultânea ressaltando o papel do investimento em pessoas e, portanto, em saúde, assim como os hospitais filantrópicos. A CPFL nos hospitais também patrocina o médico dos sorrisos, que marcou presença no evento, mostrando que alegria também promove saúde. O bem maior do ser humano chama-se saúde. Ela tá cooperando com isso. O ambiente tem que estar muito equilibrado e o ser humano tem que estar muito com boa saúde. [Música]