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[Música] [Música] E olha só, a gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque o evento Descolonizando o conhecimento, Museu e a universidade pública, realizado em parceria pela Unicamp com o núcleo de estudos afro-brasileiros, realizou várias atividades e o André Aranha foi lá conferir. Quem foi adorou a ideia. Unicamp realizou uma série de ações voltadas para estudantes negros, com o intuito de aproximá-los de saberes e práticas culturais que celebram a arte e história negra. Tá sendo muito divertido, muito legal. Tá tendo diversas oficinas, diversos âmbitos diferentes assim da história negra. O pessoal do Museu Afro tá aqui, então tá trazendo muita história, muita, muita cultura pra gente aqui da Unicamp. Mais, né? É, o que mais te chamou atenção aqui? Eu acho que a diversidade de oficinas, tá tendo oficinas desde do Atelier Transmoras que tá acontecendo no segundo andar do PB e também tá acontecendo a oficina aqui atrás de mim, que é a oficina de capoeira. Entre as atividades, o evento Descolonizando Conhecimento, Museu e a Universidade Pública se destacou, promovendo um espaço de reflexão sobre a importância de descolonizar o saber acadêmico e a educação pública com a participação ativa dos estudantes. Hoje são cinco oficinas que estão acontecendo. Essa daqui atrás, por exemplo, é de capoeira. A outra é de assemblagens, conexões com imagens coloniais ou não. Outra oficina de oficina de escrita e história. A outra de confecções de mapa e por último tá tendo a oficina de da do atelier Transmoras aqui da universidade. O pessoal do museu veio e trouxe muitas coisas nossos ancestrais. Então tá sendo muito gostoso visitar um pouco da minha ancestralidade do evento e poder ajudar também um pouquinho com essa com essa nova presença na Unicamp. O Museu Afro-Brasil dedicado à preservação da cultura negra foi uma das grandes referências durante o evento aqui na Unicamp. Além de ser uma grande referência, ele também é o terceiro ano de articulação entre o Museu AFO Brasil e a Universidade Estadual de Campinas a partir da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, a ProEC, né? Este ano também a gente contou com a parceria do NEAB, núcleo de estudos afrobrasileiros da universidade. Com acervo rico em história, arte e cultura, o museu oferece um olhar profundo sobre o universo cultural do negro no Brasil, promovendo o reconhecimento e a valorização dessa herança. O museu, ele hoje é um dos principais eh acervos referentes à história afro-brasileira, mas também a história brasileira, né? Ele vai contar a partir do seu do seu acervo quem negro foi e quem negro é paraa construção de uma autoestima, né? Paraa construção de uma identidade nacional sempre a partir do negro e desde o negro. [Música] เฮ