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[música] [música] E a gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque aqui em Campinas o valor da cesta básica voltou a subir e acumula a segunda maior alta do país no ano, registrando uma alta de 0,44%. Os dados são do levantamento mensal do observatório da PUC Campinas. Fazer a compra do mês está cada vez mais difícil. Isso porque depois de 5 meses de queda, o preço médio da cesta básica voltou a registrar aumento em Campinas. A conclusão é do Observatório PUC Campinas, que mapeia a variação dos valores dos itens que compõe a cesta monitorada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioconômicos. No mês de outubro, né, no comparativo aí com setembro, ele teve um aumento de 0,44%, tá? A sexta foi pro valor de R$ 777. Foi uma alta, né? Foi uma alta pequena, mas ela interrompe uma sequência de cinco quedas da sexta básica. Então a gente desde maio a gente vem experimentando quedas na sexta e e essa foi a primeira alta depois disso. A pesquisa analisou 13 itens da cesta básica. Seis tiveram alta nos preços, mas o destaque vai para dois produtos que dispararam. A batata teve um aumento de mais de 25% e o tomate subiu 10%. Esses dois itens, eh, acho que é importante dizer, eles, eh, são itens que apresentam muita oscilação às vezes no mesmo mês, né? Então, são itens que é importante o consumidor às vezes esperar uma semana, se puder, claro, né? porque isso pode representar uma economia de preço. Eh, a batata teve uma alta grande, mas no acumulado do ano ela tem uma queda. Então, em relação ao início do ano, a gente pode dizer que a batata está mais barata. Já o tomate ele ele está mais caro do que no início do ano. A Ana Rosa sentiu o salgado no bolso quando viu o preço da batata. Tá pior que o bacalhão, minha senhora. E olha, e também a qualidade, né? Porque tem dessas grandes assim, mas não compensa levar da grande, porque olha, levar dessas aqui já deu mais de 1 kg. Então a gente tem que ver, né, uma média para poder levar de quantidade, porque quantidade a gente quer, mas o preço não tá ajudando nem um pouco. Aí coloca essas miudinhas também, né, que a gente já tem que fazer toda porque senão perde. Tá difícil, tá difícil, tá puxado. Batata não dá, não dá. Aliás, não é só batata, né? Mas como a batata é mais, né, a que a gente usa mais no dia a dia, então vai a batata mesmo com o preço que tá, mas leva menos quantidade. Mesmo em dia de varejão, não dá para encher o carrinho. Eles têm aumentado bastante, né? E por isso que eu procuro ver em dias que tem promoção, porque aí a gente consegue um preço, digamos que a gente entende um pouco mais justo. Hoje, por exemplo, tá R$ 4,99, né? Quase R$ 5. Também não é barato, mas perto do preço normal que ultrapassa R$ 8 fica em conta. De uma forma geral, a parte de varejão tem aumentado bastante, né? Uma hora é porque chove, uma hora é porque não chove. Então, realmente fica assim bem difícil pra gente manter o mesmo gasto todo mês. Apesar do aumento, a projeção do economista é que os preços dos alimentos se acomodem nos últimos meses do ano e que a variação anual da sexta não ultrapasse o 5% alinhado com a inflação oficial. a gente chama de cesta base, que existem as cesta base, as cestas básicas vendidas como um pacote, mas não é exatamente essa. É um conjunto de produtos que são 13 itens de alimentação. Os bem básicos estão arroz, feijão, farinha, carne. Então, a gente avalia cada produto individualmente para compor esse valor. Eh, em relação à percepção do consumidor, né? Eh, eu acho que o consumidor, claro que ele percebe esses aumentos, né? Nem sempre a percepção do consumidor é a mesma que a gente está mostrando, porque muitas vezes aquele mercado onde o consumidor compra pode ter tido um aumento um pouco menor, um pouco maior do que o que a gente tá observando. E também porque a gente tá acompanhando mês a mês. Às vezes a percepção do consumidor tá ligada a um preço que ele tem como referência de dois meses atrás ou três meses atrás. Então, muitas vezes é normal a gente aqui mostrar um preço que cai, mas que da perspectiva do consumidor continua caro. Isso realmente pode acontecer. Por outro lado, alguns produtos apresentaram queda. Entre as quedas, a gente teve aí a queda do pão francês, tivemos a queda do leite também. Arroz que vem caindo também devagar, mas vem caindo, né? O consumidor talvez tenha percebido a gente eh principalmente durante o ano de 23 e ano e o ano de 24, a gente teve uma alta no preço do arroz. Até aquela enchente no Sul contribuiu para isso e o o os o saco de 5 kg de arroz passava dos R$ 30 facilmente. Hoje a gente já consegue encontrar novamente ele abaixo dos R$ 30. Então ele não tem aparecido na nossa pesquisa porque ele não se destaca, mas quando a gente pega num histórico de 6 meses, ele é um dos produtos que recuperou aquele preço que tinha 1 ano e meio, 2 anos atrás. A alta nos preços da cesta básica tem diversas causas. Uma delas são os fatores climáticos, como explica o economista. A oscilação de preços normalmente se deve a questões de oferta ou o custo do dos produtores, né, ou alguma restrição de algum insumo que é usado ou mesmo das questões climáticas. Para driblar o preço alto, pesquisar pode ser uma das alternativas. A carne, por exemplo, é um item que pesa muito na cesta. Então você economizar 10% no preço da carne é muito diferente de economizar, por exemplo, 10% no óleo de soja, porque a gente usa em quantidades diferentes. Então é importante o consumidor tá atento a isso. Eh eh de certa forma o consumidor tem o seu mercado da sua preferência, mas sempre vale a pena, sim pesquisar e acho que sempre vale a pena também eh estar atento justamente essas mudanças de preço, né? Acho que a gente pode ter uma atuação enquanto consumidor pesquisando, mas também enquanto cidadão de tá ligado sobre o que tá acontecendo com os preços e se for o caso, né, exigir alguma mudança, alguma providência. A regional do sindicato da habitação do estado de São Paulo, Secov, debateu a gestão condominial e veículos elétricos com as novas diretrizes nacionais de segurança para instalações de recarga. Eh, hoje não estamos mais falando de carregadores elétricos, estamos falando de veículos modernos, tá? Então essa essa consulta pública falou sobre veículos modernos, que são veículos mais inflamáveis do que eh os veículos antigos, vamos dizer assim, porque eles tm mais plástico, nessas coisas. E e foi também verificado que o carro elétrico ele é mais seguro que carro a combustão. E por isso começou-se a falar em veículos modernos e não em carros elétricos ou carregadores elétricos. Algumas eh eh diretrizes foram foram foram feitas pelo Corpo de Bombeiros, sempre em conjunto com a BVE, Secov, Cindoscom. e comra e uma e uma gama de outras empresas, outros setores também contribuíram com essa consulta pública e chegaram-se algumas conclusões onde se tornaram obrigatório, provavelmente se tornaram obrigatório a instalação de sprinker chuveiros automáticos e extração de fumaça mecânica, detecção de fumaça, instalações elétricas dentro das normas técnicas. Isso para prédios novos e para prédios existentes também esses itens, eh, menos a extração de fumaça, que tecnicamente ficaria muito complicado de ser executado em prédios existentes, mas o Sprinkler também, instalações elétricas também vão ser todas essas executadas. Isso ainda não é uma lei, não é uma norma, é uma diretriz. E cada estado da federação, cada estado do Brasil vai poder seguir essa diretriz e adaptá-las ou não seguir integralmente ou seguir partes ou não seguir nada essa diretriz. Mas a maioria dos estados eh devem seguir essa diretriz. Foi uma diretriz publicada nacionalmente pela Liga Bom, que é a Liga Nacional do Corpo de Bombeiros. E por exemplo, o Ceará já publicou a diretriz com a a legislação com a diretriz integralmente nessa legislação. São Paulo tá está publicando em partes, publicou agora uma uma instrução técnica aonde vai obriga os condomínios a seguir as as instalações elétricas corretamente e a partir do ano que vem deve publicar algumas outras instruções técnicas onde vai obrigar eh o condomínio a fazer os sprinklers, a fazer as detecções de fumaça e assim por diante. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole no jornal Câmara Notícia nesta terça-feira. E vamos falar sobre cultura agora, porque amanhã, quarta-feira, às 8 horas da noite acontece o show da cantora Cristina Guimarães no Pavão Cultural em Barão Geraldo. Confira este recado. Oi, pessoal. Cristina Guimarães falando, passando para convidá-los para assistirem o meu show Presente e Cotidiano. É uma homenagem ao cantor e compositor Luís Melodia, onde o repertório foi escolhido a dedo em canções assim menos divulgadas dele, porém lindíssimas, de uma poética maravilhosa. Então, é um convite a vocês entrarem nesse universo junto comigo. Será no dia 26/11 no Pavão Cultural às 20 horas. Espero você por lá, vocês todos e as informações de acesso de pro pra compra tão no Simpla. Beijos. [música] [música] เ