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Genius 3.0 | Jovens, inteligência artificial e o futuro do mercado de trabalho
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Genius 3.0 | Jovens, inteligência artificial e o futuro do mercado de trabalho

114 views Publicado 09/03/2026 HD · 39:25
Resumo editorial

O programa Genius 3.0 estreia com debate sobre os impactos da inteligência artificial na vida cotidiana, na educação, no mercado de trabalho e nas escolhas da juventude. A pesquisa nacional Jovens, Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho da Anexus mostra que 42 por cento dos jovens brasileiros apostam na IA para aumentar a performance profissional, enquanto 47 por cento têm preocupação com a substituição de atividades humanas por máquinas. O estudo entrevistou 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todos os estados do país. O programa traz o contraponto entre entusiasmo e receio que divide espaço na mesma geração, com tom acessível e voz à juventude. O apresentador conta com a participação de uma IA chamada Samuel, ferramenta animatrônica que ele entrevista ao longo do programa, dispositivo narrativo que reforça que a tecnologia é ferramenta com protagonismo humano nas decisões éticas e estratégicas sobre como utilizá-la em escolas, empresas e na vida cotidiana de Campinas e do Brasil.

Descrição do vídeo

🤖 No primeiro episódio do Gênios 3.0, a TV Câmara Campinas abre espaço para um debate atual, necessário e cada vez mais presente na vida de todos: os impactos da inteligência artificial no cotidiano, na educação, no mercado de trabalho e nas escolhas da juventude. Com linguagem acessível e foco em tecnologia, informação e inovação, o programa mostra que toda transformação digital passa, antes de tudo, pelas decisões humanas. ​ 🧠 Ao lado do animatrônico Samuel, o apresentador conduz uma conversa sobre uma questão central: a juventude brasileira está com medo da inteligência artificial ou pronta para usá-la como aliada? O programa parte de dados de uma pesquisa nacional que mostra como entusiasmo e receio convivem na mesma geração, revelando uma relação complexa entre oportunidade, produtividade e insegurança diante das mudanças tecnológicas. ​ 📊 A entrevista principal é com Vinícius Tondolo, diretor da Demá, que analisa os resultados do estudo sobre jovens, inteligência artificial e mercado de trabalho. Ao longo da conversa, ele explica por que esse equilíbrio entre otimismo e medo é esperado, destaca a percepção da juventude sobre a IA como diferencial profissional e defende que o domínio dessas ferramentas já representa uma nova forma de alfabetização para o futuro. ​ 🎓 O programa também discute como a educação precisa se adaptar a essa nova realidade. Entre os pontos levantados estão o desafio de ensinar pensamento lógico, a necessidade de preparar professores para um novo modelo de aprendizagem e o risco de jovens buscarem conteúdos sem curadoria adequada na internet, o que pode ampliar ruídos, desinformação e desigualdades no acesso ao conhecimento. ​ 🏫 Em uma reportagem especial, o Gênios 3.0 vai até a Unicamp para mostrar como a universidade está se reorganizando diante dessa nova era tecnológica. A equipe apresenta o Centro de Referência em Inteligência Artificial, criado para apoiar a comunidade acadêmica na formação, no debate sobre ética e regulação e na aplicação da IA em diferentes áreas do ensino e da pesquisa. ​ 💡 O professor Leonardo Tomaselli Duarte, coordenador do centro, explica por que a inteligência artificial deixou de ser apenas um tema da computação e passou a atravessar áreas como saúde, ciências humanas, gestão pública, cidades inteligentes e inovação. A reportagem também destaca a proposta de uma nova graduação específica em IA, prevista para começar em 2027, com perfil interdisciplinar e foco na formação de profissionais preparados para as demandas do presente e do futuro. ​ ⚽ Além da entrevista e da reportagem, o programa mostra como a inteligência artificial já está presente em situações práticas do dia a dia. Entre os exemplos estão ferramentas que analisam partidas de futebol e projetam probabilidades de vitória, sistemas domésticos inteligentes que organizam tarefas e rotinas, plataformas aplicadas à saúde para apoio ao diagnóstico e soluções de segurança digital que ajudam a detectar fraudes em tempo real. ​ 🏠 O episódio também provoca reflexões importantes sobre os limites da tecnologia. Ao discutir casa inteligente, tarefas domésticas, decisões médicas e proteção contra golpes, o programa reforça uma ideia essencial: a inteligência artificial pode otimizar processos, ganhar tempo e apoiar análises, mas não substitui responsabilidade, ética, convivência humana e senso crítico. ​ 🔐 Outro tema forte é a relação entre IA, segurança digital e desinformação. O conteúdo mostra que, ao mesmo tempo em que a tecnologia fortalece sistemas de defesa, ela também pode ser usada para golpes, manipulação e ataques mais sofisticados. Por isso, o programa destaca a importância da educação digital e do uso consciente dessas ferramentas. ​ 🚀 Com um formato leve, atual e didático, o Gênios 3.0 estreia propondo uma conversa ampla sobre tecnologia sem perder de vista o fator humano. O episódio deixa claro que o futuro da inteligência artificial não será definido apenas pelas máquinas, mas pelas escolhas feitas por pessoas, instituições e pela sociedade. ​ ▶️ Assista ao episódio completo para entender como a inteligência artificial já impacta sua rotina, o mundo do trabalho, a universidade e a vida dos jovens brasileiros. O programa é um convite para refletir sobre inovação, qualificação profissional, ética e transformação digital. ​ 💬 Deixe seu comentário: você vê a inteligência artificial como oportunidade ou desafio? 👍 Curta, compartilhe e inscreva-se no canal da TV Câmara Campinas para acompanhar mais conteúdos sobre tecnologia, inovação e sociedade. ​ Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o Genos 3.0, zero, um programa que fala sobre tecnologia, informação e inteligência artificial, com foco nos impactos dessas transformações no nosso cotidiano, porque no fim das contas toda inovação tecnológica passa pelas decisões e escolhas das pessoas. Antes de tudo, deixa eu te contar uma coisa. Nós vamos falar de muita tecnologia, muita informação, mas gente, isso não é fácil fazer tudo isso. Quem vai me acompanhar nessa aventura é meu amigo animatrônico, inteligente, o Samuel. Samuel, seja bem-vindo. E aí, está preparado para começar essa aventura nova comigo? Felipe, para mim é uma honra dividir esse espaço com você e respondendo a sua pergunta, preparado? Sempre. Sistemas atualizados: processamento em alta velocidade e zero necessidade de café. Eu posso não tomar expresso antes do programa, mas consigo analisar milhares de informações em segundos. Se a missão é falar de tecnologia de um jeito claro, leve e responsável, eu estou dentro. Mas já deixo um ponto importante. Eu sou ferramenta. O protagonismo continua sendo humano. Estopou a aventura, hein? Já vi que não foge de um desafio. Gostei. E no primeiro episódio, a pergunta é direta: A juventude brasileira está com medo da inteligência artificial ou está pronta para usar essa tecnologia como aliada? Uma pesquisa nacional mostra que 42% dos jovens apostam na inteligência artificial para aumentar a performance profissional. Ao mesmo tempo, 47% dizem ter preocupação com a substituição de atividades humanas por máquinas. entusiasmo e receio, dividindo espaço na mesma geração. Os dados fazem parte do estudo Jovens Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho, realizado pela Anexus e encomendado pela Demar. Anexus ouviu 2016 jovens de 14 a 29 anos em todos os estados entre 14 e 20 de julho do ano passado. A margem de erro é de dois pontos percentuais com 95% de confiança. Presente em todo o Brasil há mais de 30 anos, a DEMÁ atua na educação, geração de renda e protagonismo juvenil. Já atendeu mais de 300.000 1000 famílias e também certifica a implantação do programa na Europa. A inteligência artificial é associada principalmente ao aumento de produtividade. 42% vem ganho de desempenho e 22% já usam tecnologia para facilitar os estudos. E para aprofundar o cenário, eu e o Samuel conversamos agora com Vinícius Tondolo, diretor da Tem. Vinícius, boa tarde, muito obrigado. Olá, Felipe. Olá, Samuel. É um prazer estar com vocês aqui, com seus telespectadores e principalmente para falar sobre juventude, tecnologia e mercado de trabalho, que é algo muito relevante para nós aqui na Demá. Vinícius, o que mais chamou a atenção nos resultados dessa pesquisa foi o equilíbrio entre o entusiasmo e o medo. Esse resultado era esperado? Olha, Felipe, o Eu eu acredito que sim. assim, e esse esse equilíbrio ele faz parte, ele é previsível porque a gente ainda enxerga o cenário da inteligência artificial, ao mesmo tempo que ela já faz parte de várias atividades da do nosso dia a dia, a gente também não tem noção de onde ela vai nos levar, né, e o que ela vai nos exigir como ética, como cidadania, como justiça, eh, algorit Então, eh, é muito seria é previsível que haja um equilíbrio entre a emoção do pessimismo e do otimismo, principalmente por aquilo que o jovem não consegue ver. Que que eu, onde que eu quero chegar com isso? É porque se a gente olhar pro mercado de trabalho, é por óbvio que algumas atividades serão substituídas pela IA, mas inúmeras outras vagas de trabalho serão abertas pela IA. Assim como a prensa de Gutenberg lá no século XV, século X, também assustou as pessoas, onde tinha os padres que escreviam os textos. E aí eles perderam o emprego porque a prensa eh dava mais velocidade de produção de textos e também criou o vendedor de livros. Então, eh, eu vejo esse sentimento mais como temor do contexto do que propriamente eh um fator que seja alarmante ou preocupante quando se envolve eh inteligência artificial. Entendi, Vinícius, olha, e ao mesmo tempo 42% associam a inteligência artificial ao aumento de produtividade. Podemos dizer então que essa é uma geração mais pragmática em relação à tecnologia? Eu acredito que sim. Ela ela é ela é nativa digital, né? Então, essa é uma geração, principalmente ali, a geração, essa pesquisa foi basicamente feita com a geração Z e ela não conhece o mundo fora do fora do digital, né? Não sabe eh operacionalizar e consumir serviços fora do ambiente digital. Então, é super natural que se enxergue eh a tecnologia como uma aliada e isso faz parte eh isso colabora com uma visão onde na pesquisa eh sete em cada 10 jovens acreditam no impacto positivo. Então ele sabe que a tecnologia é importante e dominando a tecnologia ele sabe que ele sai na frente, ele sabe que ele tem a consciência, ele tem a consciência de que dominar essas ferramentas farão com que com que ele tenha maior competitividade no mercado de trabalho. E isso é o grande valor. E porque isso vai, ela, a, a inteligência artificial, ela tem feito um recorte eh no mercado de trabalho em que ela tá atingindo todas as profissões. Todas as profissões estão sendo atingidas ou funções estão sendo criadas, eh atividades a eh atividades estão sendo criadas para ocupações estão sendo criadas para atender a as mudanças com que a a inteligência artificial eh vem provocando no mercado de trabalho. E se 84% vem o domínio da inteligência artificial como diferencial profissional, a gente pode dizer que estamos diante então de uma nova forma de alfabetização? não tenha menor dúvida disso. Eh, estamos sim num processo de alfabetização do futuro, ou seja, eh o o esse jovem precisa ser alfabetizado para que ele possa enxergar tendências. ele precisa ser alfabetizado eh na questão de algoritmos e tecnologia para que ele tenha o mínimo de consciência do uso e da apropriação, assim como a gente tem como obrigação, como responsabilidade e como necessidade eh ser alfabetizado em português e matemática. Só que eh esse é um grande desafio, porque se a gente pegar os dados do censo escolar de 2025, o Brasil eh conclui, né, o os estudantes brasileiros que concluem o ensino médio, eles têm menos de 10% de nível eh adequado ou avançado. Eh, em matemática, não tem como se falar em domínio da tecnologia, do algoritmo, sem despertar uma alfabetização do pensamento lógico. Então esse é um grande desafio e nós sentimos essa falta porque lá atrás o método de ensinar matemática foi muito precário. Foi em cima de decorar fórmula, foi em cima de memorização, foi em cima eh de um modelo que hoje ele não faz o menor sentido. Eu não preciso decorar a tabela periódica. E nós tivemos que decorar, né, Felipe, para poder passar de ano nas provas de química, de ciências. Hoje eu só preciso saber onde ela está e como eu uso. Então isso muda completamente eh a forma de ensino e a forma que se aprende. E esse para mim é um grande desafio que o mundo da educação ele às vezes ele a se permite debater sobre isso e depo e tem horas que ele refuga e foge desse debate que é nós precisamos de um outro tipo de professor. Nós precisamos de um perfil de professor hoje que nos que nos oriente a buscar solução para os problemas e não a memorizar, decorar, beabá e tudo mais. Então, eh, é óbvio que esse sentido de um professor mediador, ele tá muito mais concentrado ali nos anos finais de do fundamental e no ensino médio, mas a IA vai tensionar a educação para que ela eh prepare esse público para lidar com a tecnologia, para dominar o algoritmo. para dominar a inteligência artificial, porque isso é um diferencial no mercado de trabalho. E se a escola não assumir isso, esse jovem com certeza vai buscar outros lugares, outras plataformas, vai buscar eh na internet, na rede e corre o risco de buscar conteúdos que sem curadoria não sejam tão eficientes na forma de ensinar, ocasionando a desinformação, o ruído. Então, e que muitas vezes a gente não tá preparado para entender, né, com esse tanto de informação que a gente recebe hoje. Eh, muitas vezes a gente até para para pensar assim: "Nossa, isso é verdade mesmo? Não, isso aqui será que será?" Então, eh, eu não tenho a menor dúvida que a tecnologia, que a IA vai tensionar a educação para exigir novos modelos de alfabetização. E para finalizar a nossa entrevista, Vinícius, quem vai fazer a última pergunta para você é o meu amigo Samuel. Qual sua pergunta, Samuel? Vinícius, interesse existe, talento também. Agora o desafio é outro. Como transformar tudo isso em oportunidade de verdade? Como a inteligência artificial sai do discurso e vira emprego, renda e empreendedorismo na prática? Essa é uma boa pergunta, viu, Samuel? Eu acho que essa é uma pergunta de eh de empresas unicórnio, viu? pode ter certeza, porque ela é um grande desafio. Eh, a mudança da a nossa mudança como nossas relações, saindo de um mundo exclusivamente analógico, físico para um e e transferindo, né, vivendo esse movimento híbrido e transferindo para cada vez mais as relações com eh o digital. Eu acredito eh pelos estudos, pela pesquisa e por outras análises que as oportunidades vão ser vão aparecer de emprego, de renda, de de prosperidade, à medida em que a gente descentralize. a descentralização das ações, das atividades. Eh, enfim, a gente poderia trazer vários exemplos aqui, mas eu acredito que a descentralização é o grande poder, eh, e a força para um atendimento em escala. Quanto mais descentralizado, mais você terá a capacidade de eh impactar mais gente, ter escala e ter uma um resultado exponencial. Tá certo? Então, Vinícius, muito obrigado. Agradeço a disponibilidade por ter participado com a gente da primeira entrevista do Gênios 3.0. Muito obrigado e eu estou sempre à disposição. Samuel, depois de ouvir tudo isso, esses dados mostram uma geração preparada ou uma geração insegura? Fala para mim o que que você acha, Samuel? Olha, eu vejo esses números como o retrato de uma geração atenta ao momento que está vivendo. Não é simplesmente preparo ou insegurança, é consciência de que estamos atravessando uma transição. Quando 84% enxergam a inteligência artificial como um diferencial competitivo, isso revela visão de futuro, revela entendimento de que a tecnologia não é tendência passageira, é estrutura do novo mercado. Ao mesmo tempo, os 47% que demonstram receio também estão percebendo algo real. A mudança está acontecendo agora e o medo muitas vezes não é da tecnologia em si. é do que ela pode provocar. substituição, perda de renda, redução de espaço no mercado de trabalho. E esse sentimento é legítimo. No fim, a questão central não é ser contra ou a favor da tecnologia, é acesso à qualificação. Quem tiver acesso, quem conseguir se adaptar, aprender e evoluir junto com essas ferramentas, vai liderar essa transformação. Encerramos a entrevista, mas a conversa está começando. No próximo bloco, a gente vai entender como a universidade está se preparando para formar os profissionais da era da inteligência artificial. E claro, o Samuel volta comigo para comentar tudo isso com a gente. É rápido, não sai daí. O Gênios 3.0 volta já. Estamos de volta com Gênios 3.0. E se a juventude já percebe a inteligência artificial como um diferencial competitivo, a universidade também está se reorganizando para esse novo cenário. A nossa equipe foi até a Unicamp para conhecer o Centro de Referência em Tecnologia Artificial inaugurado em setembro do ano passado e para entender como a instituição se prepara para formar novos profissionais especializados na área. Quem vai trazer todos os detalhes é a TA Ramos. Me conta tudo, Tla, como foi. Oi, Felipe. Pois é, e nós estamos agora aqui na Unicamp, onde foi criado o CREFIA em setembro do ano passado. É uma novidade, assim como também a graduação em inteligência artificial. A gente vai saber mais agora desse trabalho com o professor Leonardo Tomaselli Duarte, ele que é professor e coordenador também aqui do Crefia. Professor, muito obrigada por falar conosco. Então, por que a criação desse centro? Porque a gente sabe que a Unicamp já é referência, né, inteligência artificial, que que muda agora com esse centro especializado? Perfeito. Bom, então a tá acontecendo mais ou menos uma revolução no ensino superior, né, com a inteligência artificial e as universidades, né, em particular a Unicamp e outras universidades, têm se mexido para tentar acompanhar essa revolução, entender quais são as implicações da IA dentro da universidade, né? Então, Crefia vem um pouco para ajudar a comunidade a navegar nesse mundo novo, nessa era nova da IA, né? Então, eh, por exemplo, fazer formação, tentar ajudar a formação de, eh, servidores, de alunos, né? Eh, fazer eventos que mostram eh novidades do tema, né? Apoiar discussões técnicas e de regulação dentro da universidade, que é importante, né? Por exemplo, a gente tem que saber aqui o que que pode, o que que não pode fazer com a IA. Então, a gente tenta ajudar a comunidade a entender o que que é possível, o que que é permitido, o que que não é, quais são os temas que podem colocar problemas com relação a isso. Então, essa ideia é um apoio dentro aqui da Unicamp, né? sabendo que a Unicamp já tem centros de pesquisas, como você disse, né, bem conceituados, bem posicionados em a para fazer pesquisa, né? Então aqui a gente agora vem olhar com esse olhar para dentro aqui para ajudar essa navegação nessa era da IA, ou seja, é desse centro que sai agora o apoio, né, a aplicação da IA em várias áreas do ensino. Com certeza. também a gente tem frentes aqui já no Unicamp tem outros órgãos também que vem estudando e a ensino, a gente também vem contribuindo nessa área, tentando dizer aqui, né, quais são as possibilidades para fazer usar IA na educação e também quais são os riscos, né, o que que pode acontecer com uso indevido, né, com uso irresponsável da IA na educação, por exemplo. E a IA ela tem avançado muito rápido, né, professor? Esse centro, ele visa preparar a comunidade acadêmica para essa transição que tem acontecido ou você acha que a comunidade ela já tá preparada para essa transição? Olha, a gente nosso, a gente visa apoiar, né, a comunidade, com certeza. É um assunto que é como você disse, né, muito rápido, né, as coisas acontecem muito rápidas na IA. A Unicamp tem várias iniciativas que são também de outros órgãos, de outras unidades, iniciativas bem interessantes e a gente tem aí o objetivo de agregar, né, de apoiar e de sempre ser uma referência do ponto de vista da do uso da tecnologia, né? Porque é o que você disse, toda hora tá mudando, toda hora tem dúvidas, né? O que que tá acontecendo, o que que não tá, o que que pode, o que que não pode, né? Então, a gente tem um pouco esse papel de ajudar a comunidade nesse sentido. Sim. Agora, como é que deve ser essa esse trabalho, essa parceria agora de outros núcleos de ensino aqui da Unicamp com Crefia, justamente para ajudar essa aplicação da IA em outras áreas? São formações, são orientações, como que deve ser esse trabalho? Ah, sim, é bem interessante. Eh, a gente tem algumas frentes de atuação que a gente tá começando agora, né? Por exemplo, nós temos parcerias com órgãos administrativos que querem usar IA em projetos administrativos. a gente apoia, né, a gente meio que eh atua ali como eh uma espécie de uma mentoria, né, para dizer como é que faz, o que que pode fazer, o que que dá para fazer. Por exemplo, mesmo nesse momento a gente acabou de iniciar um projeto com sistemas de biblioteca da Unicamp, que vai gerenciar todo o conteúdo eh gerado nas dissertações e teses da Unicamp. a gente vai ajudar a aplicar IA, uma IA mais interna para processar esse conteúdo. E também a gente junto com outros órgãos e faculdades e e institutos, a gente também tem feito eh eventos, então tem um um tópico relevante. Então nós convidamos especialistas desses institutos e da faculdade para falar de um tópico relacionado com o IA, eh, que tá muito ali na crista da onda, que todo mundo quer saber, né? fizemos no ano passado, no final do ano passado, um evento bem grande, né, que contou com a participação de várias faculdades, institutos, docentes, né, que são eh bem renomados na área, que ajudam aqui, que dialogam internamente com a comunidade. Ou seja, a ideia é democratizar esse uso da IA mesmo para as áreas que não são, né, da da computação. Ah, com certeza. Eh, isso é uma das coisas que a gente tem buscado a fazer, né? Tentar ali, eh, ajudar principalmente o pessoal que não é dessa parte mais da computação, da matemática, né, das engenharias, que são áreas que a gente tem muitos pesquisadores dessas áreas que trabalham com IA, mas não são áreas necessariamente que que estão no dia a dia ali a IA. Então a gente tenta fazer isso. O ano passado também fizemos, participamos de eventos ligados, por exemplo, a IA para ciências humanas e sociais, então que são áreas que também tem vão ser impactadas de alguma maneira, já estão sendo impactadas e que a gente tenta ali colaborar, né, tentar apoiar ali esse essa essa nova era do lado deles também, né? Agora uma prova de que a IA ela veio para ficar, né, professora, é a graduação também específica em Iá, que é uma grande novidade também anunciada pela Unicamp para 2027. É isso, porque a necessidade agora de uma graduação específica nessa área. Exato. Esse é um ponto bem importante, né? A Unicamp já teve um grupo de trabalho eh no ano passado que fez uma discussão sobre a já, na verdade, é um segundo grupo de trabalho sobre a o desenvolvimento desse curso, né? Então, participaram várias unidades aqui da Unicamp, né? E chegou-se à conclusão que sim, de fato, a Iá e por si só merece um um curso de baixador lado, né? Porque é uma área hoje que ela não é mais uma área só computação, só matemática, só engenharia, né? Bom, eu sou dessas áreas, mas a gente reconhece já o papel de outras áreas na IA. É um assunto de sociedade hoje, né? Então é um assunto que permeia desde eh coisas naturalmente mais matemáticas, eh computacionais, mas também coisas relacionadas a assuntos relacionadas à ciências sociais e humanas, por exemplo, né? Sem falar em saúde, sem falar em biologia, né? Sem falar em todas as áreas. A gente pode falar todas as áreas de A. Então nós chegamos à conclusão que é importante fazer esse curso, né? Eh, eu acho que é um curso que ele é bem abrangente, bem interessante. Ele vai ser agora votado no CONSU, né? A gente já passou em quase todas as instâncias, né? Então agora em março deve ter uma discussão. A ideia é começar em 2027 no campus de Limeira e depois tem uma previsão de começar uma segunda turma em 2028 aqui no campus de Barão Geraldo. Então é essa é a nossa nossa ideia com relação a esse curso. Pro profissional que já tem uma uma ideia, um objetivo de seguir por essa área, professor, o mercado ele já tá absorvendo esses profissionais. Há uma escassez inclusive em pessoas especializadas hoje em A. Ah, com certeza. A gente observa, eu mesmo sou professor da engenharia, então tenho visto, por exemplo, recrutamento de engenheiros de formações que não são necessariamente próximas a IA, mas para trabalhar com IA. Por quê? Porque o mercado não acha, né, profissionais suficientes para trabalhar com especificamente com inteligência artificial. Então tem, nós temos vistos vários profissionais de áreas que são próximas à IA, inclusive obviamente que vão trabalhar, mas também a gente começa a ver profissionais que não necessariamente engenharias que não são tão próximas a IA, que pelas escassez tem sido recrutado para trabalhar. Então existe uma grande oportunidade em termos de mercado de trabalho, com certeza. Agora essa formação que é uma grande novidade, né, professor, prevista, então para 2027, tem três ênfases, né, cidades inteligentes, governo digital e também saúde e esporte. esse foco nessas áreas quando a gente fal excelente ponto. Lá no campus de Limeira nós temos cursos de graduação nessas áreas. Então, qual que foi nossa ideia, né? A nossa ideia foi trazer pro estudante que vai fazer um curso de a, é muito importante que ele tenha contato com com uma aplicação, com uma área finalística, porque senão ele não tem, no fundo, projetos de A não é só o algoritmo, não é só a matemática. você no final das contas tem que falar com quem conhece do assunto que você tá tá tratando. E a gente escolheu essas áreas porque no campus de Limeira nós temos graduação, por exemplo, e administração pública que dialoga com governos eh com governo digital, com, né, com políticas públicas. Nós temos esporte e nutrição na saúde e nós temos os cursos de engenheiri de telecomunicações, por exemplo, que fala com cidades inteligentes. Então, a gente vai ter uma oportunidade também de fazer eh essa eh nesse final, né, de curso, o aluno vai ver uma aplicação e mais do que isso, ele vai ver diretamente com numa com vai ter contato com profissionais que que atuam especificamente nessas áreas. Então isso acho que é um grande diferencial do nosso curso, né, que a gente tá apostando bastante, que a gente acha que é muito importante para quem vai trabalhar com projetos, eh, seja no mercado, no setor público, né, em qualquer tipo de projeto, vai ter que ter um conhecimento, né, vai ter que dialogar com as pessoas que conhecem aquele problema que ele tá tratando. Ou seja, é uma graduação nova e que já nasce interdisciplinar, né, com certeza. Esse é o é a palavrachave, é o nosso DNA lá em Limeira, no campus de Limeira, que a gente tem uma faculdade, por exemplo, duas faculdades, né? A faculdade de ciência aplicada e faculdade de tecnologia, que a gente não tem, por exemplo, e não é não são temáticas específicas, então tem cursos de diferentes áreas dentro da mesma faculdade e isso com certeza vai ajudar o curso a ter esse caráter interdisciplinar, que já é uma coisa que a gente pratica bastante lá. Agora, a Unicamp ela já é referência em tecnologia, né, professora? Inclusive, esse local onde nós estamos agora conversando é onde fica o supercutador da Unicamp. É isso? Sim, com certeza. Eh, aqui na Unicamp tem vários computadores de a desempenho que podem fazer IA. E em particular a gente tá aqui num supercutador, né, que é muito importante, que é o CENAPAD, que é o nosso centro aqui de processamento de alto desempenho da Unicamp. Já é muito tradicional que a comunidade interna aqui da Unicamp pode usar para fazer desenvolvimento de algoritmos e soluções. E não só a comunidade interna, a comunidade externa também. Então, Cenapad é uma referência aqui, né? Eu acompanho o trabalho do Cenapad, né, como colega aqui de de de diretoria e vejo assim que é é fantástico. A gente tem máquinas aqui bem impressionantes. Ou seja, a estrutura ela já existe, né, professor, já existe essa referência. Mas agora agora a ideia da Unicamp é se tornar referência também quando a gente fala, com certeza formação, formar profissionais, eu acho que com capacidade técnica, aptos pro mercado, pro setor público, profissionais responsáveis, né? Porque a gente vê que a IA também pode trazer muitos problemas pra sociedade de modo geral. Então a gente também tem que tomar cuidado com isso. A gente tem que fazer um profissional que tem ali uma concepção do uso da IA responsável, ética, né? São coisas bem importantes e a gente quer contribuir com o país, né? O país tá no momento eh que tá desenvolvendo a IA e acho que a Unicamp vem contribuir com esse esforço também. E como fazer isso, né, professor? Falando da parte acadêmica, como lidar com a questão da ética no uso da IA, porque é algo ainda muito novo, inclusive para esse universo acadêmico, né? Com certeza. Eu falo como professor, mudou totalmente, né, a as as práticas, né? Os alunos agora usam bastante a IA e e eu acho que a gente é um desafio como professor entender, né, como formar agora um aluno de ensino superior nesse novo mundo. Eu acho que surgem oportunidades muito interessantes, né? A IA tem traz oportunidades de conhecimento, de acesso à informação muito interessantes, mas traz também algumas dificuldades, né? Porque é o que a gente fala, né? Um aluno que vai, por exemplo, aprender a programar, ele tem que passar na na da computação, ele tem que passar por alguns passos que senão ele não vai entender, né, certinho como é que se programa. e não dá para pegar um atalho, né, como a IA nos permite. Então é um desafio pro professor. A gente tem, acho que no mundo todo a gente tá pensando como fazer isso. Já tem eh estratégias bem interessantes de aulas que usem alguns momentos, em outros não, permitem algumas avaliações, não permitem outras, né? Então, a gente tá aprendendo também e a gente quer aqui eh desenvolver isso da melhor maneira possível e ajudar também, né, as unidades e tudo mais e se ajudar também aqui se conhecer um pouco melhor esse assunto. Muito obrigada, professor Leonardo, por falar conosco. Agradeço. Obrigado. Muito obrigada. Conversamos então com o professor Leonardo Tomaselli, ele que é coordenador desse novo centro aqui na Unicamp, falando também sobre essa implantação da graduação e a que é novidade prevista para 2027. Eu volto com você, Felipe. Samuel, você tá acompanhando tudo isso? Conta para mim o que que você acha de termos um curso especializado em inteligência artificial? Olha, ela pode até deixar a discussão mais sofisticada, mas acabar com ela acho difícil. A inteligência artificial trabalha com dados, histórico, probabilidade. Ela calcula cenários, aponta tendências, mostra quem tem mais chances. Só que futebol não é só matemática, é emoção, é pressão, é torcida gritando, é jogador que resolve tentar algo improvável aos 45 do segundo tempo. E isso não tem algoritmo nenhum que possa prever. A Iá pode dizer quem é favorito, mas não garante quem vai levantar a taça. Então não, o sofá continua sendo o campo de batalha. E ainda bem, porque se acabar a discussão perde metade da graça. Acabamos de ver com a Taila como a universidade já está se organizando para essa nova era inteligência artificial. Mas a IA não está só nas salas de aula e nos laboratórios. Ela já faz parte do nosso dia a dia, do futebol, as tarefas de casa, da saúde, a segurança digital. No próximo bloco, eu e o Samuel vamos mostrar como essa tecnologia já está presente na sua rotina, às vezes sem você nem perceber. Fica aí, voltamos já. Estamos de volta com Gênios 3.0. E olha só, a Copa do Mundo de 2026 já está aí. Você pode separar a sua vuzela. Zamuel, você acredita que já existem ferramentas de IA dando palpite no futebol, projetando probabilidade de vitória em tempo real? Plataformas como Palpita AI analisam um histórico de partidas para sugerir resultados, enquanto a Esportes AI Pro utiliza modelos estatísticos para prever desempenho em diversas modalidades. Samuel, a inteligência artificial vai acabar com a discussão no sofá durante as partidas de futebol? Olha, ela pode até deixar a discussão mais sofisticada, mas acabar com ela acho difícil. A inteligência artificial trabalha com dados, histórico, probabilidade. Ela calcula cenários, aponta tendências, mostra quem tem mais chances. Só que futebol não é só matemática, é emoção, é pressão, é torcida gritando, é jogador que resolve tentar algo improvável aos 45 do segundo tempo. E isso não tem algoritmo nenhum que possa prever. A Iá pode dizer quem é favorito, mas não garante quem vai levantar a taça. Então não, o sofá continua sendo campo de batalha. E ainda bem, porque se acabar a discussão perde metade da graça. Saímos do futebol e vamos para dentro de casa. Assistentes como os da Amazon permitem integrar a agenda lembretes e automoção doméstica. O Google Agenda organiza compromissos compartilhados e o Notion utiliza recursos de IA para estruturar rotinas e cronogramas personalizados. Tem Alexa controlando luz, robô aspirador mapeando o cômodo, geladeira inteligente monitorando todo o consumo e máquina de lavar ajustando o ciclo sozinha. Lembra daquele desenho os Jetsons? Ele com casa automática, botão para tudo e vida otimizada. Pois é, em muitos lugares isso já é realidade. A inteligência artificial pode acabar com a briga pelas tarefas domésticas. Me conta aí, Samuel. Ela pode ajudar? Sim. Pode organizar a escala, enviar alerta, controlar dispositivos e até lembrar quem esqueceu de tirar o lixo. Mas tem uma coisa que ela não faz, criar compromisso. Os Jetsons mostravam uma casa super tecnológica, tudo automatizado, mas até lá existiam conflitos familiares. A tecnologia otimiza processo, facilita a rotina, ganha tempo. Mas relação é construção humana, é conversa, é acordo, é responsabilidade compartilhada. Ou seja, isso significa que a minha louça não vai ser lavada sozinha, Samuel? Ainda não, Felipe. Eu posso organizar a agenda, mas a esponja continua sendo responsabilidade humana. A gente fala muito de IA no trabalho, no futebol, em casa, mas e na saúde. Hoje, sistemas como o IBM, Watson Health, o Google Deep Mind e o IDXDR já analisam exames, identificam padrões em imagens e auxiliam na detecção precoce de doenças. Samuel, isso já é realidade ou ainda é coisa de filme? É realidade, está avançando rápido. O IBM Watson Health foi desenvolvido para analisar grandes bases de dados clínicos e apoiar decisões médicas. O Google Deep Mind já demonstrou alta precisão na identificação de doenças oculares em exames de retina. E o IDXDR é um sistema autorizado para triagem automatizada de retinopatia diabética, ou seja, não é mais protótipo de laboratório, é tecnologia sendo aplicada na vida real. Mas existe um ponto essencial. A inteligência artificial não substitui o médico. Ela funciona como uma camada extra de análise. Ajuda a reduzir erros, ganhar tempo e identificar padrões que às vezes passam despercebidos. Se em Homem de Ferro o Jarvis analisava dados em segundos e ajudava o Tony Stark a tomar decisões complexas, hoje a gente já tem algoritmos que fazem algo parecido na saúde. Eles cruzam informações rapidamente, identificam padrões e apoiam diagnósticos, mas sempre com responsabilidade, protocolo e supervisão humana. Porque na saúde, tecnologia é apoio. A decisão final continua sendo humana. Você sabia que bancos e empresas utilizam a inteligência artificial para identificar fraudes em tempo real? Sistema como Dark Trace, IBM Security, Qradar e soluções baseadas em IA da Microsoft Defender analisam padrões de comportamento e detectam ameaças digitais. Samuel, a inteligência artificial nos defende ou nos deixam mais expostos? Ela protege, mas também pode ser usada para atacar. Sistemas como Dark Trace aprendem o padrão normal de uma rede e identificam qualquer anomalia em segundos. O IBM Security Key Raider cruza eventos e dados para prever possíveis ameaças antes mesmo que o ataque aconteça. E soluções baseadas em inteligência artificial, como as da Microsoft Defender, analisam comportamentos suspeitos em tempo real. Isso aumenta muito a capacidade de defesa. Mas existe o outro lado. Golpistas também podem usar inteligência artificial para criar mensagens mais convincentes, clonar vozes, gerar imagens falsas e tornar fraudes ainda mais sofisticadas. Por isso, essa discussão não é apenas tecnológica, ética, educacional e regulatória. Inteligência artificial sem educação digital aumenta o risco. Inteligência artificial com conhecimento e boas práticas aumenta a proteção. No fim das contas, a tecnologia é ferramenta. Quem define o impacto é quem programa e quem usa. Samuel, o papo tá muito legal, mas estamos caminhando para o fim do nosso primeiro episódio. Depois de tudo que a gente falou aqui hoje, tem jovem com medo da inteligência artificial. Mas e você me conta aí, Samuel, você tem medo da gente? Medo? Não, eu não tenho essa função instalada aqui, mas eu tenho outra função instalada, aprender com vocês. A tecnologia não tem intenção própria, ela amplifica o que já existe. Se a intenção for incluir, educar, gerar oportunidade, ela potencializa tudo isso. Se for desinformar ou excluir, ela também pode amplificar. Por isso, o futuro não depende de mim, depende das escolhas humanas. No fim das contas, eu sou ferramenta. O rumo continua sendo definido única e exclusivamente pelos humanos. Samuel, meu mais novo amigo e parceiro animatrônico. Obrigado por topar essa aventura comigo. Eu vou ficando por aqui, mas a conversa sobre tecnologia está só começando. Na próxima edição do Gênios 3.0, a gente volta com mais inovação, mais inteligência artificial e principalmente mais gente dentro do centro dessa transformação. Eu te espero semana que vem. Até o próximo episódio.
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