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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, sexto em 23 de outubro de 2020, começa agora o Câmara total ao vivo, 11 horas e 4 minutos. E nós vamos juntos até as 2 horas da tarde. E claro, com a sua participação, através do número do nosso WhatsApp, que já está aqui na sua tela. Olha aí, 19 é o DDD, 978293776. Vou repetir, 978293776. Mande um elogio, uma crítica, sugestão de tema, o que você quer assistir aqui. uma foto ou vídeo assistindo ao programa que a gente mostra ao vivo. E o que teremos nesta sexta-feira? Tem a nossa série de reportagens sobre as eleições municipais. Hoje nós vamos falar sobre as mulheres, que são maioria, hein? E daqui a pouco também, a Amina Abreu chega aos nossos estúdios com as notícias do Legislativo, já que ontem nós tivemos as reuniões extraordinárias e também as notícias da metrópole de Campinas, informando tudo de mais importante que aconteceu na nossa cidade e repercutindo a coletiva do prefeito Jonas Donizete. Nós vamos balançar as redes também do Campeonato Brasileiro da Série B, o empate importante do Guarani lá em Salvador, diante do Vitória da Bahia, empate por um a um que tira o Guarani da zona de rebaixamento. Ainda tem giro ambiental, tem o Cultura Total com o Rubens Morelli. São muitos assuntos e olha agora que iniciativa importante da Unicamp. Por conta da pandemia da Covid-19, a universidade criou uma campanha para arrecadação de recursos para aquisição e distribuição de cestas básicas para a população com vulnerabilidade social aqui na cidade de Campinas. Por isso que eu vou acionar agora o nosso repórter, o André Aranha, que está lá na universidade e vai nos contar mais sobre esta iniciativa. Bom dia, André, seja bem-vindo. Pois é, bom dia para você, Gabriel, bom dia para todo mundo, muito obrigado. Olha, é o seguinte, é uma iniciativa da Unicamp solidária, como você frisou É justamente por conta da Covid-19 Até porque a área de saúde aqui da Unicamp, Gabriel, foi a primeira a ser impactada Então o pessoal sentiu na pele, viu bem o que estava acontecendo E por isso tomou essa iniciativa O Marco Aurélio, que é o coordenador da campanha, vai conversar com a gente ao vivo É isso mesmo, né? Obrigado por atender a nossa reportagem Bom dia pro senhor Bom dia, é um prazer. Gostaria antes de chamar a atenção que a Unicamp é uma universidade, estamos aqui com o nosso primeiro reitor na imagem, que nasceu para conversar com a sociedade. Em particular, a Unicamp nasceu para ter uma conversa direta com a indústria, criar tecnologia e tudo mais. Então, e na área de saúde, como você chamou a atenção, a Unicamp tem quatro hospitais, ela trabalha de maneira muito intensa, Ela atende um público em volta da Unicamp muito forte. E como fomos impactados imediatamente pela pandemia, na área de saúde, como você bem colocou, veio em seguida uma pergunta, que mais nós, Unicamp, poderíamos fazer? A diretoria que eu estou, que é a Diretoria Executiva de Planejamento Integrado, ela tem como missão conversar melhor com a cidade, com o governo do estado e com a sociedade paulista. Então o reitor pediu efetivamente como que nós poderíamos fazer isso. E nós estudamos, vimos que a Secretaria de Assistência Social de Campinas, ela faz um trabalho muito bom, muito intenso, porque ela cadastra todas as famílias, ela sabe onde estão as famílias com maior vulnerabilidade social e nutricional. E nós achamos que a melhor estratégia para a Unicamp seria apoiar a infraestrutura já existente. Então nós criamos, aí conversamos com a Funcamp, a Fundação para o Desenvolvimento da Unicamp e a Funcamp colocou o seu pessoal de TI para construir um site, para fazer a estratégia operacional e nós passamos então a arrecadar recursos através do site, que poderia ser feito como depósito direto, por cartão de crédito e tudo mais. E esse dinheiro nós transformamos em cestas básicas, inclusive o conteúdo dessa cesta é uma definição da Secretaria de Assistência Social. Aí nós fizemos nossos procedimentos de compra, de licitação para garantir bom preço e tudo mais. E a partir disso nós entregamos essas cestas para o Banco de Alimentos e o Banco de Alimentos faria então chegar às famílias necessitadas. E qual a logística da entrega das cestas? Isso é importante você chamar a atenção, porque nós temos um programa dentro da Unicamp, associado a essa diretoria chamada DEP, de georreferenciamento, que é literalmente uma estratégia de saber pôr a Unicamp no mapa. Onde estão os nossos prédios, onde estão os nossos alunos, onde está o dinheiro FAPESP, CNPq e tudo mais. Então nós achamos por bem oferecer para a secretaria essa estratégia para ajudá-los a, por exemplo, colocar no mapa todas as famílias necessitadas, obviamente assegurando a privacidade das pessoas, colocar os locais onde as cestas poderiam ser retiradas e ajudar a prefeitura a traçar a menor distância entre a família necessitada e o local de retirada. Então, essa estratégia foi feita, nós criamos vários mapas para a prefeitura, para ajudá-los nesse assunto. E um dos nossos parceiros, além da Funcamp, um dos nossos parceiros, que é um centro de tecnologia bem avançado em Campinas, chamado Rombral, eles criaram um aplicativo chamado Viva a Vida, também de apoio à prefeitura, com o espírito de auxiliar em busca de doadores, para colocar esse aplicativo na mão das famílias necessitadas, para que elas pudessem localizar o melhor lugar de retirada. E eles tiveram um papel super importante nesse assunto, porque nós tivemos mais de 8 mil acessos à nossa página criada pela Funcamp e vinda pelo aplicativo. Além dessas, ainda tivemos a iFood colaborando, ainda tivemos a Comemos. A Comemos é uma empresa interessante porque é uma empresa que trabalha com a minimização de desperdício de alimentos. Eles criaram uma lógica de entrega de refeição para a classe média, mas eles orientaram o lucro para a nossa campanha. Então eles fizeram chegar na nossa campanha 30 mil reais, que foram muito bem vindos. Lembra que nós arrecadamos 1 milhão 440 mil, sendo que 1 milhão e 200 veio do Itaú Social. Então, o social ficou bastante sensível à estratégia, à necessidade de Campinas de atender essas famílias e fizeram uma doação bastante expressiva também. Então, é mais ou menos assim a logística. Bom, o senhor falou aí mais de 1 milhão e 426 mil reais em doações, não é? Com isso, já foram compradas mais de 27 mil cestas e já tiveram mais de mil doadores. Isso durante todo o período da pandemia. Agora o pessoal parece que tirou um pouco o pezinho do acelerador, caiu um pouquinho, esses números caíram um pouquinho. Gostaria que o senhor falasse um pouquinho a respeito disso, até para a gente mostrar a importância das doações continuarem. Sem dúvida nenhuma, exatamente como você descreveu, nós fizemos inclusive um gráfico e percebemos que começou num ritmo, aumentou, teve um pico mais ou menos em junho, esse pico. Aí em seguida começou a cair as doações e nós temos inclusive uma mensagem da Secretaria de Assistência Social sobre o assunto, dizendo que o assunto ainda é urgente. O assunto é urgente, embora a gente esteja retornando às atividades normais, muitas famílias foram impactadas. O número de famílias novas necessitando apoio subiu muito, normalmente Campinas tem um número de família substancial que ano a ano precisa desse tipo de apoio, mas na pandemia esse número aumentou expressivamente e ainda não voltamos à normalidade, então a campanha precisa ainda de mais doações. A Unicamp vai continuar com o seu site no ar, e aliás, até agradeço a TV Câmara nesse tipo de apoio, porque nós precisamos continuar isso, nós precisamos chegar num público para entender que o problema não acabou, o problema está necessitando ainda desse tipo de coisa. Com certeza. O Gabriel Castro tem alguma pergunta, Gabriel, para o Marco Aurélio, que é o coordenador da campanha, está ao vivo conosco aqui no Câmara Total, pois não? Tenho, sim. Primeiramente, quero agradecer a presença do Marco Aurélio Lima aqui no Câmara Total. Você que está nos acompanhando em casa, tem a possibilidade também de enviar uma pergunta através do número do nosso WhatsApp, 978293776. Uma ótima notícia, né? 27 mil cestas básicas já foram doadas. E, Marco Aurélio, a minha pergunta é a seguinte. Existe um prazo para o término desta campanha? Vocês imaginam até o final do ano, até o final da pandemia, se durar até ano que vem? E que lição que fica para vocês da solidariedade que vocês estão assistindo em um momento tão difícil que o país vive? Olha, não tem prazo. Nós temos conversado sistematicamente com a Eliane Joselene, que é a secretária de assistência social, e avisamos que nós vamos manter a campanha no ar enquanto for necessário. Nós entendemos que nós temos grandes desafios, essa pandemia é coisa muito séria, a gente tem que fazer o próprio retorno da Unicamp, que está sendo feito com muito cuidado, porque a gente entende a dificuldade disso. Nós estamos assistindo outros países tendo novas ondas, então não tem nenhuma razão para a gente desarmar esse assunto agora, muito pelo contrário, acho que a gente tem que intensificar para garantir que a população mais precisa receba esse tipo de apoio. E o que nós temos percebido é que a campanha chama a solidariedade porque ela realmente atrai a atenção das pessoas, as pessoas nesse momento vestem a camisa do assunto, da importância desse assunto. Então, eu diria que nós estamos satisfeitos, embora, como já mostramos, inclusive, nos gráficos, que ela teve um pico de doação, está diminuindo, mas a gente espera restabelecer as doações o mais breve possível, porque elas ainda são bastante necessárias. Para o pessoal entender, vocês viram evidentemente que a população mais carente da cidade, né Marco Aurélio, devido ao afastamento social que começou a provocar a perda de empregos, estava sendo o grupo mais afetado, por isso também... Sem dúvida nenhuma. A nossa decisão é que, como nós estamos chegando no problema, nós achamos por bem não entrar no cadastramento dessas famílias. Nós deveríamos efetivamente pedir socorro para a prefeitura, fazer uma colaboração com a prefeitura para que ela nos apontasse qual o destino daquelas cestas. E foi essa toda a lógica da campanha e não tenha dúvida nenhuma que isso que você acabou de descrever é verdade. Quem mais sente num momento como esse é aquele que perde o emprego, que imediatamente entra numa fila como essa, é aquele que já não tinha emprego ou aquele que agora não pode nem procurar emprego e tem. Então, é exatamente como você descreveu. Bom, tudo isso teve início em março, é isso? Tudo isso teve início logo no início da campanha, em março, e aí obviamente foi crescente. Nós tivemos, como eu disse, um parceiro que foi Itaú Social, que teve a sensibilidade de perceber a importância do problema dentro da cidade de Campinas e fez uma grande doação. Então, eu acho que... e a campanha continua. Vamos em frente. Agora nós vamos entrar numa época de alta solidariedade, que é a época natalina, e que talvez a gente consiga reativar as razões para ajudar. É um período que o pessoal fica com o coração mais mole. É, e que é muito importante, e todo mundo tem em volta dele, todas as pessoas têm em volta de si algum problema que sabe que exige esse tipo de solidariedade. Bom, deixa eu ver se tem alguma pergunta de telespectador aqui da TV Câmara Campinas, Gabriel Castro. Nós recebemos através do 978293776, que é o número do nosso WhatsApp, é o Carlos Alberto do bairro Dixês, muito obrigado pela sua mensagem. Ele pergunta, como funciona a campanha de doação de cestas básicas? E aí eu acrescento, caso a pessoa queira doar uma cesta básica, ela pode, para quem que ela procura, tem que ser em dinheiro. E caso o Carlos Alberto esteja interessado em receber esta cesta básica, existe essa possibilidade também? Através da doação de recursos financeiros, uma conta ou via cartão de crédito, e aí a gente compra as cestas e envia as cestas para o Banco de Alimentos da cidade. Mas nós divulgamos no nosso site também formas de entrega de cestas, ou pedaços de cestas, de conteúdo de uma cesta. Então isso também é possível acontecer, só que aí a Unicamp indica qual é o local dessa doação. Nós não estamos, nós mandamos diretamente para o Banco de Alimentos. É o site oficial da Unicamp, é isso? É o site, é no site da campanha, que se encontra pelo site oficial também, a gente encontra quais são os locais onde as pessoas podem fazer a doação. Em relação a receber acesso, é como eu já disse, o cadastramento é via a Secretaria de Assistência Social do Banco de Alimentos. Então, basta a pessoa se cadastrar lá, apontar que precisa, ela entra naquela lista, A priorização é da Secretaria de Assistência Social, quem prioriza essas cestas é isso. Então a Unicamp, mesmo nós termos alunos necessitados, mas nós mandamos os nossos alunos se credenciarem na Secretaria para ter certeza que a gente está na mesma lógica para todo mundo. Entendi. Bom, eu acho que é isso. Inclusive a TV Câmara Campinas tem feito esse papel, Marco Aurélio. Eu, recentemente, estive lá na CEASA, no Banco de Alimentos, a gente fez uma participação ao vivo também, falando a respeito das doações que, infelizmente, caíram um pouco também. Eu estive na FEAC no dia da filantropia, a mesma situação, hoje aqui na Unicamp também. Então, é importante, claro, que as pessoas continuem conscientizadas desse momento e que há necessidade de continuar ajudando, ajudando, porque a pandemia não acabou e tem muita, mas muita gente que tá precisando, né? Sem dúvida nenhuma, acho que é exatamente isso, eu teria até uma mensagem se você permitir que eu leia hoje, um pouquinho antes de vir pra cá eu conversei com a Eliane que é a nossa secretária de assistência social de Campinas, e eu pedi que ela me desse uma mensagem pra quem estivesse nos ouvindo e ela disse o seguinte, que as doações continuam sendo necessárias e a ajuda de todos pode beneficiar várias famílias em situação de vulnerabilidade social e nutricional. Exatamente no espírito de Jocelyne. Exatamente. Então tá bom, muito obrigado pela entrevista ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. Foi um grande prazer, obrigado a vocês. Ok, eu volto com você, Gabriel Castro. Muito obrigado, então, André Aranha, e também a disponibilidade do Marco Aurélio Pinheiro Lima com o Câmara Total, dando todas as informações para você aí de casa que quiser fazer a doação em dinheiro, procurar aí uma entidade para poder fazer a doação de uma cesta básica, que é muito importante também, e você que estiver precisando, então, você pode entrar no site da Prefeitura, fazer o cadastro e tirar todas as suas dúvidas. As mulheres são maioria entre os eleitores campineiros e no que depender da vontade delas, a cidade só tem a crescer. É o que mostra agora o repórter Rubens Morelli na nossa série de reportagens diárias sobre o perfil do eleitor campineiro. A horta comunitária às margens da rodovia Santos Dumont não deixa dúvidas. A união das moradoras da comunidade Menino Chorão, no Jardim Colúmbia, rende uma colheita farta. E não é de hoje. Aqui a comunidade foi erguida por mulheres. Ela foi aberta por mulheres. As ruas, o campo que você está vendo, a horta aqui, são tudo mulheres. Então a gente se uniu na realidade aqui para ter menos violência contra a mulher e cuidar um pouco das nossas crianças para não ficar para a rua. A Patrícia é uma das líderes do grupo denominado Mulheres Unidas. Pelo esforço delas, a comunidade já teve muitos avanços, mas ainda dá para melhorar. A mulher tem o poder de fazer o que ela quiser. Ela pode, ela tem só simplesmente que colocar em si que ela pode. Ela pode e ela quer. Então ela vai em frente. E se elas têm o poder da mudança, os candidatos das eleições municipais de Campinas têm de estar atentos às suas necessidades. Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral mostrou que as mulheres são maioria entre os eleitores de Campinas aptos a votar. Pouco mais de 450 mil, ou 53,4% do eleitorado campineiro. E para o cientista político Paulo de Tarso da Silva Santos, a mulher ganhou um papel ainda mais importante nessas eleições por causa do cenário de pandemia. Principalmente as mulheres de baixa renda, as mulheres de perfil socioeconômico mais frágil, mais suscetíveis à crise, à pobreza, essas mulheres participarão de forma mais ativa na política esse ano. O especialista diz que a mulher tem desempenhado um papel fundamental dentro das famílias e isso deve se refletir nas eleições. Ela influencia diretamente o voto, sim. Porque o perfil dela mudou na história e na sociedade. Ela não é mais aquela que vai ajudar no orçamento, é ela que vai garantir o orçamento. Ela que está bancando a casa, ela que está bancando o giro da casa, entendeu? É ela que tem que ver o problema dos filhos, é ela que tem que ver a escola, é ela que vai na reunião. Ela está à frente de tudo, principalmente nessas famílias de baixa renda. A Patrícia sabe bem o que quer para ela e para as amigas. A mulher quer liberdade, a mulher quer direitos, ela quer ter o seu direito igual. Ela não quer mais ser aquela dona de casa que sofre lá dentro calada. Ela quer ter o direito de falar também. E assim como a horta, que depende das sementinhas para crescer, a cidade também precisa do voto de seus eleitores para garantir a colheita no futuro. E se depender da vontade delas, Campinas estará em boas mãos. Chegou a hora. Se já que somos maioria, vamos olhar para as mulheres de Campinas. Vamos dar as mãos para elas, vamos ver o que elas podem fazer. Porque aqui na comunidade onde a gente mora Você pode ter certeza que aqui a gente faz Olha, na quarta-feira nós recebemos inúmeras mensagens Através do 978-2937-7000 Que é o número do nosso WhatsApp Eu não consegui ler todas Então, hoje, eu separei esta daqui, da Adriana, e ela nos enviou. Então, abre aspas, ela perguntou assim, por que nas UBSs o atendimento de consultas eletivas estão suspensos? Agora, parece que a Covid-19 virou desculpa para não haver estes atendimentos, porque mesmo que não seja de urgência, ainda assim são necessários. No mais, se comércios de todos os tipos, locais públicos, os parques estão abertos, por que os centros de saúde policlínicas da rede municipal não retomam suas atividades? Claro, com todos os cuidados, fecha aspas. Bom, nós entramos em contato com a Prefeitura de Campinas, que nos enviou esta nota, que eu vou ler agora, então abre aspas. A Secretaria de Saúde informa que a marcação de consultas está sendo retomada aos poucos e está acontecendo em parte das unidades. Importante ressaltar que os casos mais complexos estão sendo priorizados. Em breve, toda a rede estará com os agendamentos abertos. Fecha aspas. Então, esta é a informação oficial sobre as consultas eletivas aqui na cidade de Campinas. E você aí de casa, participe do Câmara Total, hein? 978-293-776. Olha aqui o número do WhatsApp na sua tela. Mande uma foto ou vídeo assistindo ao programa. Está cozinhando? Então envia para a gente, porque daqui a pouco o Michel Amorim chega com mais uma receita, tá certo? E aí a gente mostra coladinho aí com o Cozinha Fácil. 11 horas e 26 minutos, primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta a Mina Abreu, que já está aqui nos nossos estúdios, chega com as notícias do Legislativo, já que ontem nós tivemos as reuniões extraordinárias. Vem também com as notícias da metrópole de Campinas e você aí de casa vai conhecer o trabalho do Lar dos Velhinhos que é realizado aqui em Campinas. Câmara Total de volta nesta sexta-feira muito obrigado pela sua companhia e a audiência 978293776 muito obrigado por todas as mensagens que nós estamos recebendo a gente fica de olho também no Facebook com transmissão ao vivo, pelo YouTube também. Muito obrigado pela companhia e audiência. 11 horas e 31 minutos, como combinado. A Mina Abreu já está nos nossos estúdios. Seja bem-vinda, bom dia. E hoje a gente vai começar falando da campanha de multivacinação. Você trouxe os números aqui. Campinas está ficando para trás. Apenas 20% das crianças foram vacinadas, mas ainda tem tempo, né, Mina? Tem tempo até o dia 30 de outubro. Bom dia a você aí de casa. A campanha nacional continua e olha só, a gente trouxe um alerta, a nossa equipe conversou com a responsável pelos centros de saúde e pela vacinação aqui na nossa cidade e fica aí um alerta para todos nós que precisamos atualizar o calendário vacinal. A campanha nacional de vacinação contra a poliomielite já começou e vai até o dia 30 de outubro. A expectativa é imunizar 11 milhões de crianças em todo o Brasil. Aqui em Campinas, essa meta de vacinação deve atingir cerca de 58 mil e 800 crianças, para a gente conversar a respeito dessa campanha. Aqui na cidade, eu converso agora com a Ana Cecília Zuccolotti, ela que é coordenadora do programa de imunização de Campinas. Ana, o que a Secretaria Municipal de Saúde está preocupada nesse momento com a polio aqui em Campinas? É uma grande campanha nacional de imunização contra a poliomielite, a meta é imunizar 95% do nosso público-alvo e os pais ou responsáveis devem procurar o centro de saúde mais próximo da residência. Toda criança de 1 a 5 anos de idade deve receber a gotinha Com a vacinação da criança, outras pessoas, outras crianças também serão protegidas Aquelas que não podem tomar vacina, né? Então serão protegidas também Essa gotinha é aquela sem gosto, que todo mundo sempre tomou, né? Isso, é a gotinha de sempre contra a poliomielite Importante que todos os pais levem as crianças Por que é tão importante a vacinação contra a poliomielite no Brasil? A polio é uma doença que está erradicada no Brasil, mas nós ainda temos circulação em alguns países do mundo. Então, as pessoas, quanto mais gente imunizada, menor o risco de reintrodução da doença. Durante essa campanha, então, os pais devem procurar os 66 centros de saúde de Campinas para fazer essa imunização e também atualizar a carteira de vacinação. Exatamente. Procurar um dos centros de saúde que seja mais próximo da residência para criança de 1 a 5 anos recebe a gotinha e crianças de 0 a 15 anos de idade vão ter a atualização da carteira de vacinação. Tá certo. Muito obrigado pelas informações. Mas é isso, você que tem filhos em idade da vacinação, procure um centro de saúde mais próximo, leve sempre a carteira de vacinação para manter atualizada. Rubens Morelli para a TV Câmara Campinas. Olha só, em todo o país, então, a campanha vai até o próximo dia 30, ou seja, sexta-feira que vem. Veja aí no seu município onde é a vacinação, o centro de saúde mais próximo da sua casa. A gente tem um exemplo de Sumaré, que a vacinação é de segunda a sexta, das 8 da manhã às 5 da tarde. E aqui em Campinas, cada posto tem um horário de atendimento que está disponível no site saúde.campinas.sp.gov.br Já está aberto aqui na nossa tela, para quem quiser conferir, então, saúde.campinas.sp.gov.br Clicou, Amina, nessa campanha nacional de poliemelite, de multivacinação em crianças e adolescentes E aí, onde que a pessoa pode encontrar os horários, então? Vai subindo a tela que logo lá embaixo, depois de todas as descrições e do mapa, tem aí, olha, em cada região o centro de saúde e o funcionamento, o horário de funcionamento dele. Tudo isso atualizado sempre, alguns até 6 horas, outros até 6 e meia. Nós temos alguns que em alguns dias funcionam até 4 e meia, outros dias até mais tarde. Então, veja aí o horário do funcionamento do posto de saúde mais próximo da sua residência, porque como a coordenadora disse, o objetivo é vacinar 95% dessas crianças e nós temos ainda uma média de 20%. Então, a gente tem que correr para conseguir imunizar grande parte das nossas crianças. E está separado por região, né? Isso, esse primeiro da região norte, depois a gente tem a região leste, olha só, que envolve o distrito de Sousas, Joaquim Egídio e toda a região também ali do Campo Belo. Na região do noroeste, nós temos ali o distrito do Campo Grande, partindo ali já da John Boyden Lope, é o centro de saúde e integração que é na Vila Castelo Branco. Então, ali na altura do Jardim Londres, que engloba Jardim Garcia e toda aquela região. Depois, nós temos a região sul, agora sim, Campo Belo, olha, o Centro Carvalho de Moura, o Jardim Fernanda, Osiel, Paranapanema. Temos ali também a Vila Brandina, São Bernardo, então toda essa região. E a região sudoeste, que aí nós temos ali a região dos diques, a região do Campos Elísios, Jardim Aeroporto, Santa Lúcia. Então, ali, gente, encontra, então, quer dizer, dá para ir no posto de saúde. Tem logo lá no início da tela todas as medidas de segurança relacionadas ao coronavírus, que também esses profissionais estão preparados lá naquela salinha de vacinação do posto de saúde mais perto da sua casa. Falando um pouquinho agora sobre educação, aquelas pessoas atrasadas que ainda não fizeram a rematrícula na rede estadual, dá tempo? Dá tempo, a gente tinha no início da semana um pouco mais de 60% das rematrículas confirmadas, por isso o governo do estado decidiu ampliar esse prazo e agora a gente conta tudo passo a passo e que você que quer entrar na rede estadual de educação ou mesmo que já estuda na rede, mas precisa confirmar essa rematrícula para confirmar a vaga e garantir a vaga em 2021. A rematrícula na rede de ensino estadual já começou, por isso a gente vai conversar agora com a Rosanilda para entender um pouco mais como funciona. Rosanilda, por que é tão importante que os pais responsáveis façam a rematrícula? Então, esse momento da rematrícula é quando a família tem a intenção de permanecer na rede estadual. Então ela tem que fazer essa opção da permanência para os alunos que estão hoje matriculados. Mas fora isso, nós também temos a matrícula dos alunos que estão fora da escola e querem retornar para o ano de 2021. Então quem não estudou esse ano também precisa fazer, neste caso, a matrícula. Isso, nós falamos que são alunos fora da rede. Então eles podem fazer a matrícula. Ou eles vieram de outro estado, ou eles estão em outro sistema, então eles querem estudar na rede estadual, a hora é agora. Agora, e tem uma data, limite para que isso possa ser feito? Tem sim. A data foi prorrogada até 30 de outubro para que ninguém fique fora deste período de fazer a rematrícula. E como é que faz então? Como é que os pais ou responsáveis devem fazer? Nós temos a plataforma São Paulo Escola, onde a criança, o pai, pode baixar esse aplicativo e fazer a matrícula, que é na nossa Secretaria Escolar Digital. Tem todo o passo a passo, mas o que nós orientamos, se alguma família tiver dificuldade, contate a escola, que a escola está aberta para auxiliar e ajudar todos fazerem a sua rematrícula. Agora, esse procedimento também é importante para dar um norte também para a direção de ensino, investir na escola, comprar merenda, ver o que pode ser feito no ano letivo, né? Perfeito. É através dessa demanda que nós sabemos quantos alunos nós teremos matriculado na rede estadual e em cima dessa demanda pensarmos já para o planejamento 2021. Recursos pedagógicos, financeiros, merenda, transporte, infraestrutura É um momento crucial já para pensarmos na educação de qualidade para 2021 Tá certo, muito obrigada pelas informações de participar aqui com a gente Andréia Marques para a TV Câmara Miane, para a gente poder encerrar aí a sua primeira participação aqui das notícias da Metrópole, informações sobre o trânsito da cidade neste fim de semana. É, acaba de chegar uma nota da Prefeitura, da INDEC, precisamente, dizendo que sábado e domingo nós teremos bloqueios aqui na cidade. Rua Barreto Leme será bloqueada sábado e domingo no trecho entre as vias Maria Monteiro e Dr. Emílio Ribas, 8h da manhã às 5h da tarde. E após as 5h da tarde do sábado, o trânsito vai ser liberado ali naquela região do Cambuí à noite, mas no domingo, 8h da manhã, fechado novamente, porque vai ter ali uma operação de montagem de grua. Já no bairro São Bernardo, nós teremos aí um fechamento das 8 da manhã às 4 da tarde, no cruzamento entre as avenidas Porfírio Cardoso de Novais e Amoreiras, ali naquela região, para uma obra da Sanasa. Tá certo, então. Primeira participação da Mina Abreu com as notícias da Metrópole. Você volta daqui a pouco falando sobre a coletiva do prefeito Jonas Donizete e outras notícias da cidade. Combinado? Combinado. Tá certo então. Olha só gente, o Lar dos Velhinhos aqui de Campinas atende idosos de ambos os sexos em situação de vulnerabilidade social e sem a possibilidade de autocusteio. Então conheça mais sobre este projeto agora no Mão Solidárias. Olá, tudo bem? Estou na área para falar de notícia boa, solidariedade, a semente do bem. Olha, em falar disso, hoje a gente vai falar de um lugar bastante especial para quem está na melhor idade. É o Lar dos Velhinhos de Campinas. Vamos direto para lá com a Natália, que está aqui comigo, né, Natália? Tudo bem com você? Tudo bem, e você, André? Como vai? Ótimo, né? A gente enfrentando toda essa pandemia. Eu queria saber de vocês aí, eu já estive, viu, gente, no Lar dos Velhinhos, é um trabalho bastante sério. Como é que está sendo essa questão aí com o pessoal que mora aí no lar, Natália? Desde que a pandemia chegou, na verdade, um pouquinho antes de Campinas decretar aí a quarentena, a instituição já meio que acompanhando o que estava acontecendo nos outros países, A gente fechou a instituição, não estamos mais recebendo visitantes, seja de familiares, até mesmo os voluntários. Tudo isso para cuidar e zelar pela saúde deles. Então a gente está com todo um aparato de saúde, de higienização dos espaços, tendo que readaptar a rotina, ampliando inclusive algumas atividades para áreas distintas, para que entre eles também a gente não faça nenhum tipo de aglomeração. Eles estão tristinhos de não poder rever os familiares, de estar perto daquelas pessoas que fazem o coração deles ficarem quentinho, mas o que a gente fica aqui de positividade nessa questão é que está todo mundo saudável, graças a Deus. É protegido, né, Natália? Porque a gente sabe que os idosos fazem parte do grupo de risco, né? Então, essa atenção realmente tem que ser redobrada. Você falou que algumas atividades aí estão sendo feitas no lar, até para espantar a solidão, né? O que vocês têm feito aí para ajudar os idosos? Dentre as atividades cotidianas que antigamente aconteciam, por exemplo, dentro de uma sala, numa sala de academia, da terapia ocupacional, a gente está diversificando e levando essas atividades para áreas abertas, onde tem uma grande circulação de ar e um espaço onde seja maior em que eles possam ali cumprir com o distanciamento que os órgãos competentes da área da saúde fazem a indicação. Então, tudo que era atividade fechada foi para o ambiente aberto. Tudo que tinha que trocar de material, agora a gente está unificando, fazendo ali a manutenção da higienização das mãos, Quem consegue limpar sozinho, a gente só aplica ali o álcool em gel e eles fazem a higienização. Quem não consegue, a gente vai lá e ajuda, faz todo aquele auxílio, para que realmente, assim, além deles terem um contato físico, tato mesmo, que a gente gosta brasileiro, sente saudade. A gente gosta de abraçar, né, gente? A gente gosta de tocar, abraçar, tá pertinho, mas nesse momento é necessário que cada um fique no seu quadrado aí, né? Exato. Então, a gente aproveita esses momentos que são de cuidados e da atividade terapêutica, para poder ficar pertinho e de alguma forma levar um pouco de cuidado e carinho, que a gente sabe que eles sentem falta e estão morrendo de saudade, né? Então a gente vai aí diversificando e trabalhando com o pouquinho que a gente tem, a gente tem que fazer muita. Agora, Natália, algo que me chama atenção e me preocupa também são as arrecadações, né? Que vocês precisam também dessa ajuda. Antes da pandemia eu sei que vocês tinham alguns trabalhos, alguns eventos. Como é que está essa situação hoje? Todos os eventos que a gente tinha de grandes proporções que poderiam ter uma renda revertida para a instituição, eles foram cancelados e a gente acha que vai ser o último dos setores que vai retomar, então a gente tem tido um trabalho dobrado para fazer toda a captação. tendo em vista que conforme a pandemia chegou, muita gente perdeu seu emprego, cargas horárias foram, né, de carga de trabalho foi reduzida, a remuneração também. Então, a doação que já era muito dificultosa, a pandemia trouxe uma dificuldade ainda maior. Apertou mais ainda o caixa, né, do lar. Apertou, apertou. E as necessidades, André, na contramão, elas aumentaram. porque, por exemplo, são itens básicos de cuidado, a luva descartável, o avental descartável, a máscara descartável, que antigamente tinha em abundância no mercado, por conta da pandemia a procura aumentou, esse produto ficou escasso nas farmácias, nas distribuidoras, e caro. A gente sabe que no começo ficou muito caro, né? Isso, o preço aumentou bastante. Então, o custo da instituição aumentou, toda a questão de compra, mercado, alimentação, remédio, tudo teve um custo maior e a nossa arrecadação, infelizmente, teve uma queda bem significativa. Então, a gente tem tentado buscar novos doadores, novos meios, de chegar a novas pessoas, porque as pessoas que estavam ajudando a gente de forma recorrente, um número bem significativo deixou de ajudar. É porque a crise, como você disse no começo, acabou atingindo todo mundo, né, de uma certa forma ou de outra, o orçamento acabou apertando, então quem estava até acostumado a ajudar, acabou deixando ou diminuindo, mas é importante a gente até reforçar, né, Natália, que quem puder ajudar, faça isso, porque é importante aí para a sobrevivência desses idosos e também do lar. A gente fala muito de doação em dinheiro, mas materiais também são importantes, por exemplo, materiais de higiene, de limpeza? A gente tem aqui na instituição, para quem não conhece, é um espaço muito amplo A instituição tem 105 idosos atualmente e está em uma área de 72 mil metros quadrados A manutenção mensal da instituição é muito alta, mas existem diversas maneiras de ajudar A doação financeira é onde a gente acaba pedindo, fazendo a nossa captação mais bruta Porque aí a gente consegue realocar para onde está a necessidade nesse momento Mas doações de insumos, doações, sejam alimentícios, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza, roupas, roupa de cama, mesa, banho, todos esses itens são importantes para a gente, porque de repente seria um custo que a gente teria que fazer e como chega de doação, a gente redirige essa verba para uma outra questão que a gente esteja precisando. Então, assim, todo tipo de doação é muito importante. A doação física também tem um valor assim inestimável, que eu não consigo nem mensurar, no momento a gente não pode receber visita, mas quando puder, quando abrirem essas possibilidades, já deixo aqui de antemão o convite para que venha conhecer os idosos e venha doar um pouquinho de afeto para eles, porque se eles estão precisando agora, na hora que abrir as visitas, eu tenho certeza que eles vão estar. E aí, eu conversei com alguns voluntários, com alguns idosos também, vamos ouvir um pouquinho o que eles têm para dizer, o que eles falaram para a gente na época que eu pude visitar o lar. Vamos lá. Eu sempre penso no dia a dia deles aqui, essa adaptação que muitos que estão chegando agora têm muitas dificuldades, né? Então eu penso sempre num tema pra ajudar essa transição, pra que fique, seja assim, de uma maneira mais tranquila, né? E tem ajudado muito. Então esse retorno que a gente tem, essa ajuda que a gente consegue com eles, é um retorno que a gente tem que é fantástico. Então o encontro chama-se encontro compartilhar E é um compartilhamento mesmo de experiências Porque o retorno que a gente tem deles é fantástico Faz muito bem, é ótimo É maravilhoso, eu nunca tive lá fora o que eu estou tendo aqui dentro Olha que bacana os depoimentos, é muito importante então Porque às vezes a pessoa tem um tempo e quer fazer a diferença Então o trabalho do voluntário aí para vocês é muito precioso Muito, muito A gente sabia que eles eram importantes Sempre foram imprescindíveis Para o trabalho que a gente realiza Esse afastamento só fez com que a gente Valorizasse ainda mais a presença deles De entender que eles são Parte importante De todo o funcionamento Às vezes o voluntário Ele vem e fala assim, Natália, eu só posso ir A cada 15 dias para bater um papo É relevante? É muito relevante porque é um roxinho novo, alguém com quem esse idoso pode criar um laço, um laço afetivo, de memória, então é importante para a gente e tem um valor que é inenarrável a importância. Só deles poderem conversar com pessoas diferentes também, é a valorização deles também como um todo, e faz bem para quem doa também seu tempo. Eu acho que é uma troca, você ajudar acaba sendo ajudado também, porque eu ouço muitos relatos aí do lar, Que as pessoas saem com novos amigos, né, Natália? É verdade. A gente tem, costuma dizer aqui, que tem essa questão da valorização deles, que faz tão bem, faz bem para a autoestima deles se sentirem queridos, deles se sentirem lembrados. Às vezes, vem uma vez aqui, fazer uma visita simples, e aí lembra que na conversa que teve, o idoso comentou, por exemplo, que gosta de comer pera. E aí esse visitante volta, traz uma fruta, que pra gente é uma coisinha pequena, singela, mas que pra eles torna um dia diferente, que eles, quando receber visita de um familiar, de alguém próximo, vai comentar, vai falar, você não sabe, eu conheci, tem um amigo novo, e esse amigo me trouxe uma lembrança. Então, cada historinha aqui, ela vale muito a pena, e a gente faz questão de compartilhar. Então, quando tiver a oportunidade de abrir as visitas, eu deixo para você, Andréia, toda a equipe da TV Câmara e para todo mundo que estiver assistindo a gente, que venha nos fazer uma visita. Olha, eu vou com certeza, porque eu sou apaixonada pelo trabalho de vocês e pelo pessoal como um todo também. Sabe o que eu lembrei também, que é muito importante? Aquele projeto de enviar cartas para os idosos também. É importante também eles receberem uma correspondência, né? A gente sabe que muitos deles aí ainda não estão acostumados com a tecnologia. Aquela cartinha de antigamente tem um sabor especial, ainda mais agora que eles não podem receber visitas, né, Natália? Isso, a gente tem, é um projeto que a gente vem desenvolvendo já há alguns anos, chamado de Afeto Selado, carinhosamente aí chamado de Afeto Selado. É um projeto que consegue aproximar as pessoas, né, fazendo resgate de como era no tempo deles. A gente tem hoje toda a facilidade dos aplicativos que acaba conectando, mas eles não são todos que tem a destreza ali de mexer com os aplicativos, o conhecimento tecnológico, então a cartinha é um resgate da memória de como eles correspondiam antigamente, eles saberem ali de repente respeitar o tempo, o tempo de escrever, o tempo de enviar pelos correios, o tempo de resposta e retorno dessa carta. Causa até uma expectativa, né? Será que a minha cartinha chegou? Será que vai chegar? Parece que tem cartas até de fora do Brasil, né? Tem, tem gente de outros países e aí eles trocam fotos, desenhos. Às vezes a carta não tem nada escrito, mas vem um cartãozinho postal dizendo, tipo, lembrei de você, manda um beijo e esse idoso vai sair mostrando para todo mundo que esse correspondente amigo dele foi em algum lugar e que lembrou dele. Então é um projeto que a gente tem um carinho gigantesco por ele na instituição, quem encabeça esse projeto são as psicólogas, então dentro também dessa simples troca de carta, elas podem fazer uma análise de como é que está o idoso, se elas precisam trabalhar de uma forma mais individualizada, com alguma questão. Então, é muito comum do idoso, com a chegada da idade, ele querer se isolar um pouquinho, desenvolver qualquer tipo de, algum tipo de depressão. Então, as meninas, elas conseguem trabalhar com a individualidade dos idosos também através do projeto. Isso devolve também mais qualidade de vida para eles, né? Que eles se sentem parte da sociedade de fato, né? Isso, isso A gente tem um dos nossos pilares de trabalho É oferecer pra ele tudo que rege ali o estatuto do idoso E a dignidade tá ali dentro disso Só que como é cultural nosso, brasileiro, vamos dizer assim A gente ter... A pessoa enquanto tá em vida ativa A gente tá valorizando, a gente tá se aproximando Chega numa determinada idade em que ele não é tão produtivo É como acabar deixando de cantilho E não, aqui não Aqui a gente põe o idoso como protagonista, eles são mestres da vida deles, eles têm que saber o que lhes faz bem, o que faz o coração vibrar, porque não é porque chegou na terceira idade que a vida acabou, a dignidade deles é foco pra gente aqui, é foco do nosso trabalho. E da outra vez eu falei, eu vou repetir, aí é o endereço da melhor idade, né, Natália? Porque eles são acolhidos, eles são atendidos. Gente, tem tratamento com psicoterapeutas, né, Natália? Psicólogos, cuidam da saúde, tem academia, fazem atividades. A gente sabe que a pandemia mudou um pouquinho, mas eles estão em plena atividade. Então, é um espaço bastante importante para tratar o idoso como ele merece de fato, Natália. Assim, ninguém fica triste, ninguém fica parado, né? Porque eles são atendidos de forma plena. Você citou o Estatuto do Idoso, então é o que preconiza mesmo, né? É um direito esse atendimento. Exato. A gente tem, aqui dentro da instituição, a gente tem uma equipe multidisciplinar que ela trabalha como formiguinha ali em cada necessidade. Então, ali, além da educadora física, da terapia ocupacional, tem a dupla psicossocial, tem a nutricionista, tem uma equipe de cuidadores, de enfermaria, de auxiliares de enfermaria. Então, a gente tem uma equipe muito grande para que, no que ele tiver necessidade, no que for uma demanda do idoso, a fisioterapia também, eu estava me esquecendo aqui de mencionar. Então, ele tem alguma mobilidade não tá muito boa, ele tá com algum problema de dicção, como é que a gente vai tratar? Porque a gente quer realmente que ele tenha, daqui até o último dia da vida dele, qualidade. Que ele possa viver bem, que ele possa compartilhar bons momentos, que a dor, né, que é comum, a gente vai acumulando os anos, a dorzinha, tem sempre uma dorzinha aqui com ele, que a dor não seja uma realidade diária, sabe? o que a gente pode fazer para amenizar, o que a gente pode fazer para melhorar. Está precisando alongar? Vai ter gente para fazer isso. Está precisando trabalhar a parte cognitiva, da memória? Tem gente para trabalhar isso. Tem a parte da socialização? Estamos aqui o tempo inteiro trabalhando isso. Porque a gente, eu acho que é cultural mesmo. É muito cultural. A gente acaba trazendo esse estereótipo, Que o idoso é uma pessoa quieta, que é uma pessoa... Não é, não é. Não é, não. Ô, Natália, eu quero te agradecer e dar parabéns pelo trabalho de vocês e aproveitar e fazer um convite para você que nos está assistindo, por quê? Eu vou deixar aqui, ó, marcadinho para você o endereço e o telefone do Lar dos Velhinhos para vocês viram ou viram que é um trabalho sério e precioso. Então, você que pode ajudar, seja com o seu tempinho, entre em contato com o Lar dos Velhinhos ou uma doação, que vai fazer muita diferença, não é mesmo, Natália? Com certeza, gente. Todo tipo de doação e atenção é muito bem-vinda por aqui. Queria até aproveitar a oportunidade e dizer que nós estamos presentes nas redes sociais também. Então, se de repente você quer conhecer um pouco do nosso trabalho, quer ver um pouquinho dos rostinhos de todos os idosos que estão aqui com a gente, é Instagram e Facebook Lar dos Velhinhos de Campinas. Vou deixar tudo marcado para vocês, Natália. Muito obrigada. um beijo, assim que passar tudo isso a gente vai estar aí presente com vocês tá bom? Obrigada, obrigada Andréia, muito obrigada pela oportunidade de falar com vocês novamente e de verdade, a gente já está aqui de braços abertos aguardando a visita de todos vocês e obrigado você também que me acompanhou até agora aqui no Mãos Solidárias até nosso próximo encontro tchau Meio dia em ponto, então segundo intervalo aqui no Câmara Total e na volta vamos falar sobre as leis e os órgãos que amparam os idosos. Tem ainda o Rubens Morelli com o Cultura Total, a gente vai falar sobre o bem-estar dos funcionários nas empresas, a Mina Abreu vai trazer as notícias da Metrópole. São muitos assuntos e o intervalo é rapidinho. Meio dia e quatro, muito obrigado pela sua companhia e audiência. E neste mês de outubro é comemorado o Dia do Idoso. Infelizmente, muitas pessoas deste grupo não têm acesso à informação, não possuem conhecimento de todos os direitos que possuem. Alguém aí de casa sabe os artigos do Estatuto do Idoso? Sabe o que é a Lei Orgânica da Assistência Social? E a alienação parental inversa? Bom, são muitos assuntos, eu vou conversar agora com o Paulo Akiyama, ele que é advogado atuante na área de família empresarial. Muito obrigado, Paulo, por ter aceito o convite para participar do Câmara Total. E para a gente começar, os direitos dos idosos são para pessoas acima dos 60 anos? Boa tarde e seja bem-vindo. Boa tarde, Gabriel, boa tarde a todos que estão nos assistindo. É um prazer estar presente para poder tentar esclarecer alguns pontos que nós sabemos que são muito obscuros ainda a muitas pessoas. Na verdade, nós temos o Estatuto do Idoso hoje com 118 artigos que protegem o idoso, protegem os direitos desse idoso. O idoso desconhece, pelo Estatuto do Idoso, aquele que tem 60 anos ou mais, e em alguns casos 65, mas pouquíssimos casos, como o transporte público, por exemplo, aqui na Municipalidade de São Paulo. Mas esses artigos, eles preveem o quê? Principalmente a dignidade humana, principalmente que o idoso seja tratado de forma humanitária, garantindo a ele, idoso, por exemplo, uma assistência médica através do SUS com prioridade. no caso daquele idoso que como você citou no seu ingresso da lei orgânica da assistência social isso é um benefício como se fosse uma aposentadoria dada ao idoso que não tenha condições de sobrevivência e alimentos o atendimento a isso tem que ser prioritário também pelo Instituto Nacional de Serviço Social quando o idoso comparecer num posto do INSS, ele tem que ter uma prioridade com relação a isso. Entre outras obrigações que existem dos filhos com os pais. E ao longo dessa entrevista a gente vai falar bastante, então, sobre o estatuto do idoso e vai falar também sobre essa responsabilidade que tem os pais e os familiares. Eu falei na minha abertura sobre esse estatuto do idoso. Ele é como se fosse o código do direito do consumidor neste estatuto. Tem 118 artigos, como o senhor disse, e eles garantem os direitos que muitas vezes não são colocados em prática, Paulo? Exatamente. Como tem o Estatuto da Criança e do Adolescente, que também é uma lei, como se fosse um código que rege como deve ser tratada a criança e o adolescente, existe o Estatuto do Idoso. como se fosse um código, porque é uma lei federal, ela tem que ser aplicada em todo o território nacional. Os direitos que são mais conhecidos são de atendimento preferencial nos estabelecimentos, de assento preferencial no transporte público, prioridade no recebimento da restituição do imposto de renda. O que mais o senhor pode citar que talvez as pessoas nem tenham ideia, mas que é um direito da pessoa idosa? Os principais é com relação à proteção contra a violência contra o idoso, todos os tipos de maus tratos que esse idoso venha a sofrer, a negligência por parte de seus filhos, ou parentes, ou familiares, com relação ao seu tratamento, com relação à sua saúde, com relação aos seus alimentos. Casos de roubo ou abandono por parte de familiares, nós dizemos roubo, que todos possam entender, mas seja, por exemplo, aquele familiar que auxilia o idoso no recebimento da aposentadoria, o Alba ou o Loas, ou seja lá qual for, e se apropria desses recursos, não transferindo ao idoso. E certamente isso acontece em razão do quê? De que esse familiar se aproveita da senilidade do idoso. Muitas vezes o idoso não tem nem compreensão de muita coisa, ainda mais com a idade avançada, tecnologia atual, não acompanhamento dessa tecnologia, ele é um alvo fácil, o idoso é um alvo fácil, como uma criança é um alvo fácil, para que haja atos maléficos ao bom andamento da vida desse idoso. O Paulo, infelizmente é comum nós assistirmos cenas de maus tratos, de violência, seja ela física, verbal, moral, diante dos idosos Ainda mais na sociedade atual bastante hostil, que a gente tem acompanhado O que o idoso agredido tem que fazer? A partir do momento que ele foi agredido, qual a atitude que ele tem que tomar? Tanto o idoso quanto qualquer pessoa que tenha conhecimento De que um idoso tenha sofrido maus-tratos, uma agressão ou algo parecido Ele tem o direito de comparecer a uma delegacia de polícia Prestar uma queixa-crime contra a pessoa que o fez Com base inclusive na proteção do idoso, do estatuto do idoso Ou mesmo comparecer ao Ministério Público e fazer uma denúncia no Ministério Público para que seja apurado tudo isso. O idoso tem todo o direito de proteção, o Estado tem que dar proteção ao idoso. Existem delegacias de polícia especializadas em crime contra os idosos? Em comarcas grandes, quando a gente fala comarcas, são cidades grandes, como São Paulo, Campinas e outros, existem realmente a delegacia do idoso. Como tem a delegacia da mulher nos casos de violência doméstica, temos a delegacia do idoso nos casos de violência ao idoso. Então, procurando essa delegacia, certamente o atendimento será muito mais rápido e muito mais salutar a esse idoso. Agora, Paulo, vamos imaginar que a pessoa idosa não tem condições de ir até uma delegacia, Ou porque ela mora com esse agressor, então ela tem medo, ou por alguma condição física, motora, e ela não consegue sair de casa sozinha. Tem algum outro caminho, um telefone, alguma coisa que dentro de casa ela consiga acionar alguém ou contar para alguém da família? O que ela deve fazer se ela não conseguir, e tem uma idade avançada, se ela não conseguir ir até uma delegacia? Primeiramente, nós temos um 190, chama a polícia militar no caso de uma agressão. Isso é muito importante, porque isso já preserva esse idoso de um eventual problema futuro. Segundo, ele pode falar com outro familiar, e esse outro familiar, sim, comparecer à delegacia, como eu disse anteriormente, está tomando conhecimento de que esse idoso sofreu agressão, sofreu maus-tratos. Ou mesmo ir ao, esse terceiro, ir ao Ministério Público e prestar essa denúncia. Não fica restrito ao agredido fazê-lo Até porque, como eu disse no início, é como se fosse uma criança Não estamos dizendo que a idade infantiliza a pessoa Vamos deixar bem claro isso Mas ele é frágil, como se fosse Então a pessoa frágil tem que ter essa assistência Ela tem que ter o reconhecimento das necessidades e sua proteção Agora, na prática, por que é tão difícil implementar essas políticas públicas, colocar em prática Estes 118 artigos que tem aí os direitos do idoso Falta o que? Uma fiscalização maior, uma punição, uma conscientização de nós enquanto sociedade É um problema de educação Olha, qualquer órgão público, ou seja, uma delegacia de polícia, o Ministério Público ou mesmo o magistrado, eles dependem do quê? De serem movimentados, de que haja uma denúncia, de que haja a notícia de que há algo errado E assim se estabelece, dentro do Estatuto do Idoso, as penalidades necessárias, as sanções necessárias. Agora, de ofício, é muito difícil isso ocorrer, extremamente difícil, porque não há um queixoso. Então, como eu disse, não é que é difícil aplicar a legislação. As pessoas desconhecem os direitos que elas têm, como também seus familiares que gostam desse idoso, desconhecem também o direito que esse idoso tem e não fazem a movimentação com relação aos órgãos públicos. Sobre a lei orgânica da assistência social agora, para o idoso que não tem condições de se sustentar e por diversos motivos não tem o apoio da família. Ele tem direito a um salário? Sim. Vamos dizer, aquele idoso que não tem uma aposentadoria, porque talvez nunca tenha contribuído com isso, não tem o apoio da família com relação ao seu sustento, ao ele pleitear o benefício do Luas, o mínimo que lhe é garantido é um salário mínimo. Ele vai receber um salário mínimo para o auxílio do seu sustento. Esse LOAS não se volta somente à alimentação do idoso, volta também para a cobertura de necessidades desse idoso. Entre eles, um cuidador poderia utilizar esse recurso do LOAS para pagamento de um cuidador. E ele não precisa ter contribuído para o INSS para receber esse valor? Não, não, por isso que é uma lei especial E como é que ele comprova essa necessidade? Isso é algo anual? Precisa ir alguém de uma prefeitura, de alguém comprovar essa situação? Não necessariamente, começa direto com o INSS Ele vai ao posto do INSS e faz a solicitação lá do benefício O INSS vai analisar o caso dele e concede ou não esse benefício O senhor citou há pouco que muitas pessoas não conhecem os direitos que têm os próprios idosos, mas também os familiares, que estão muitas vezes bem intencionados e não sabem os direitos dos idosos. O senhor acha que, como em muitos casos, eles têm dificuldades com a tecnologia e aí está se criando um abismo entre essas pessoas e a informação, os direitos. E como que a gente corrige essa situação, já que o iPad que eu estou utilizando aqui no programa, o celular, é algo que veio para ficar. Como é que corrige esse abismo entre um idoso que não tem, às vezes, acesso à informação e à tecnologia? Exatamente como pessoas como eu, que escrevem artigos para serem publicados em jornais, que o idoso tem por hábito ler jornal. O idoso ainda está na era analógica, ele quer o jornal na mão, ele quer ler. E demais pessoas que possam auxiliá-los em termos de esclarecimento disso aí. Infelizmente, a tecnologia, ela veio e esqueceu de alguns. Esses alguns são quem? Aqueles que não conheceram a tecnologia. Só que durante a pandemia, nós conseguimos verificar também A dificuldade de muitas famílias em ter acesso a uma aula virtual, por exemplo. Então, não é só o idoso que tem dificuldade ou tem carência da tecnologia. Isso é meio geral na população mais necessitada. Eu citei também na minha abertura sobre alienação parental inversa, inversa, que é quando os pais estão lutando pela guarda do filho. E a inversa, como que ela funciona? Exatamente. A lei da alienação parental, que é a lei 12.318 do ano de 2010, ela veio para garantir a qualidade das crianças e dos adolescentes com relação àquele genitor ou parente próximo que aliene o outro genitor, ou seja, fale mal do outro genitor para essa criança, criando falsas memórias e como resultado disso, cria um afastamento dessa criança com aquele genitor. A partir de 2016, 2017 mais ou menos, começou um estudo com relação à alienação parental inversa, porque começaram a surgir casos de alienação parental. de idoso. O que é isso? Vamos dizer que o idoso ele tenha condições financeiras, ou tenha patrimônio, ou tenha qualquer outra coisa que beneficie algum dos seus filhos, por exemplo. Então, um desses filhos se aproxima desse idoso, na busca de querer se aproveitar, porque 99% é relativa à parte financeira. Querer se aproveitar desses benefícios, afastando os demais irmãos e parentes desse idoso, ele retirando o convívio desse idoso. Agora, nós temos que se alientar muito aqui, é o seguinte, a alienação parental com relação à criança e adolescente, uma criança e um adolescente, em tese, eles têm uma vida inteira pela frente, vão sofrer dos males daquilo que sofre, com relação aos atos de alienação, mas eles têm condições de se tratarem e superarem esse trauma. Agora, e o idoso? O idoso está no fim da vida. O idoso vai se amargurando com tudo aquilo, porque ele tinha, sei lá, quatro filhos, no fim dos quatro filhos, dois estão do lado dele, fazendo a cabeça dele contra os outros dois filhos. Por quê? Porque dois estão se beneficiando de algo Normalmente dinheiro E os outros dois filhos afastados O que acontece? Esses dois começam a falar Poxa, mas meus filhos me abandonaram Daí começam a ficar com raiva desses filhos E aqueles que estão próximos falando mal Olha, João é perigoso João não pode chegar aqui não, que vai querer tomar seu dinheiro Vai querer tirar você da sua casa E assim sucessivamente. Contamina. Exatamente. Então, dentro desse panorama, os juristas e os doutrinadores, já na sua maioria, entendem a aplicação da lei da alienação parental através da analogia com relação ao idoso. Então, isso seria uma coisa bastante importante E tem que ter uma prioridade muito grande Porque o idoso não tem tempo para perder O tempo dele é para viver, ele precisa viver Em 2017, foi apresentado um projeto de lei Se eu não me engano, a 9446 Propondo a alteração de alguns artigos Um do Estatuto do Idoso e outro da Lei da Alienação Parental. Entre eles, no caso do Estatuto do Idoso, eles acrescentariam o quê? Que aquele que alienar o idoso, aquele que prejudicar o idoso da convivência familiar está sujeito à responsabilização civil com relação a isso. E na lei da alienação parental, incluir que seriam atos contra crianças, adolescentes e idosos. E aí se ampliaria a lei da alienação parental. E isso traria o que? O maior conforto para os próprios magistrados julgarem isso. E isso está em andamento ou essa discussão não está acontecendo agora? Não, até 2018 esse projeto de lei andou na Câmara, mas ele deu uma parada E nós devemos todos cutucar para que esse projeto de lei ande Porque nós temos que tratar, nós não podemos esquecer Por exemplo, eu tive meus pais, meu pai hoje tem 90 anos de idade Eu vou abandonar meu pai? Ele me criou, ele me deu educação, ele me alimentou, ele me vestiu, ele me cuidou de mim quando eu fiquei doente. E eu vou abandonar meu pai? Não. Está até no estatuto do idoso, é obrigação do filho cuidar do pai. Não só no estatuto, como na própria Constituição. Então, os direitos que o pai tem com os filhos, a equivalência é dos filhos com os pais. Então, ou seja, os filhos têm a obrigação de cuidar dos seus pais, dos idosos. Durante esta pandemia, com aumento de desemprego, de outras doenças, além da Covid-19, Essa situação piorou de agressão, do idoso se sentir sozinho, abandonado? Olha, vamos falar o seguinte. A violência doméstica aumentou muito com relação à pandemia. A alienação parental com relação do genitor com o filho aumentou muito também durante a pandemia. Aqueles alienadores utilizaram-se do problema da quarentena ou algo parecido, afastando que o outro genitor convivesse com os filhos. Da mesma forma tem ocorrido com os idosos. Os idosos não são isentos disso. Realmente sofrendo mais agressões, realmente estão sofrendo mais com alienações. E aí, o que o alienador fala? ah, não, mas papai ou mamãe é idosa, não pode conviver, não pode ter contato, pode pegar Covid e assim sucessivamente. Só que essas desculpas, essas alternativas, exatamente é o que? A alienação parental desse idoso, a alienação parental inversa, que nós chamamos. Ô Paulo, e para a gente poder encerrar, como é que a gente muda essa situação? Como é que a gente busca ter mais acesso ao estatuto do idoso? A gente sabe que a leitura aqui no Brasil é complicada, né? Eu dei até uma estatística, o brasileiro lê dois livros inteiros durante todo o ano, quanto mais lê o Estatuto do Idoso, com 118 artigos. Como é que a gente muda na prática? É conversando, é apresentando em televisão, é a imprensa falando mais sobre esse assunto? Como é que a gente fala para o público sobre o assunto? Exatamente isso. A imprensa tem um papel muito importante na sociedade. Eu sempre defendi muito a imprensa. Um dos papéis que a imprensa tem é a informação ao idoso dos seus direitos. Porque o idoso, ele assiste o programa televisivo, ele ouve rádio, principalmente o rádio, ele é muito acostumado com o rádio. E é a forma dele saber quais são os seus direitos. É a forma dele saber que ele é uma pessoa protegida. Então nós pedimos sempre a colaboração da imprensa com relação a divulgarmos esses direitos. Paula Quiama, advogado atuante na área da família e empresarial, muito obrigado por todas as suas explicações e informações sobre o Estatuto do Idoso, que é algo muito importante e que você continue fazendo esse trabalho e a gente volta a conversar sobre este assunto. Gabriel, muito obrigado. Obrigado a todos os telespectadores. Eu agradeço a participação no seu programa para trazer esse tema e gostaria que mais adiante outros colegas meus também que possam participar para trazer esse tema à tona e poder esclarecer a nossa população idosa. Muito obrigado por tudo. Nós é que agradecemos então, falamos aqui sobre o estatuto do idoso e sobre a violência que infelizmente muitas vezes é cometida, mas que a denúncia tem que ser realizada. Meio dia e 27, eu vou fazer o seguinte, vou pedir para a Mina Abreu se aproximar aqui, ela que já está nos nossos estúdios, já fez uma primeira entrada com as notícias da metrópole de Campinas e agora você retorna dando mais informações, até porque nós tivemos a coletiva do prefeito Jonas Donizete acontecendo hoje. Então, boa tarde, Mina. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você aí de casa. Antes da gente falar aí sobre essa coletiva especificamente, nós vamos atualizar os dados da Covid-19. Olha só, nós temos no Brasil 5.323.630 casos da doença, sendo que nós temos aí 155.900 óbitos. No estado de São Paulo, 1.076.934 casos confirmados, sendo 38.482 óbitos. Agora a gente vai falar um pouquinho da nossa região, que compreende 20 cidades, já com os números atualizados de Campinas nesta sexta-feira. 88.013 casos na região metropolitana de Campinas, sendo que desses nós temos 36.798 casos na nossa cidade. Indaiatuba aparece sempre em segundo lugar e continua com 7.679, Sumaré 6.463, Americana com 6.042 casos, Santa Bárbara do Oeste com 6.092, seguida de Hortolândia, Paulínia, Valinhos, Vinhedo, na sequência aparece Itatiba, Cosmópolis, Montemor, Artur Nogueira, Jaguariúna e aí as cidades que têm abaixo de mil casos. Nova Odessa, Engenheiro Coelho, Santo Antônio de Posse, Pedreira, Olambra e Morungaba, com 175 casos da Covid-19. Agora, quando a gente fala nos óbitos da região metropolitana de Campinas, foram registradas, até esta sexta-feira, 2.818 mortes. Nós vamos agora detalhar, então, as cidades. Em Campinas, 1.305 óbitos, seguida de Sumaré com 250, Indaiatuba 222, Santa Bárbara do Oeste com 191 mortes, Americana 165, Hortolândia 156, Valinhos também tem os mesmos números, 156 óbitos, Paulínia 82, Nova Odessa 45, seguida aí de outras cidades, Cosmópolis, Montemor, Vinhedo, Itatiba, Jaguariúna, Engenheiro, Coelho, Arthur Nogueira e as cidades que têm menos de 20 óbitos, Pedreira com 9, Santo Antônio de Poce 7, Morungaba 4 e Olambra 7 óbitos. É, chamou atenção aqui para os números da cidade de Campinas, né, que nós tivemos a atualização nesta manhã, 211 casos a mais, então é uma doença que continua circulando e assustando toda a cidade de Campinas, então os cuidados, eles precisam continuar, tivemos dois óbitos a mais também na cidade de Campinas, então números atualizados provando que a doença continua circulando na cidade. E aí a gente vai falar também das pessoas internadas, olha só, nós temos aqui 226 pessoas internadas, 200, ontem eram 221, e temos pessoas em isolamento domiciliar, Gabriel, 192, eram 153, ou seja, nós temos aí as pessoas, gente, aumentou o número, 53 a mais, mas não os leitos por conta da questão da gravidade. Então, aumentou a transmissão lá em cima e aí a gente tem aí essas pessoas que estão sendo observadas com a, se for no sistema público, o teleatendimento ou se for no sistema privado aí acompanhado pelos seus respectivos médicos. Mas olha só, nessa manhã, durante a coletiva, inclusive discutiu-se justamente por conta desses números, a questão aí da transmissão ou não da doença. E o secretário municipal de saúde disse que é preciso continuar em alerta. Nós estamos em pandemia, nós estamos ainda em calamidade pública, nós não vencemos essa epidemia ainda. Nós precisamos que todos continuem nos ajudando. Acho que a gente tem trabalhado para manter essa situação, nós temos uma situação nesse momento mais confortável, mas veja, todo dia nós temos casos, infelizmente continuamos tendo óbitos, apesar de muito menos do que antes, e o senhor agora colocou a situação do hemisfério norte, quer dizer, explodindo nos Estados Unidos, os Estados Unidos nem chegou a diminuir, como foi na Europa, e na Europa, hoje a Espanha declarou toque de recolher, eu ontem conversei com amigos italianos muito preocupados, a situação realmente voltou com uma característica diferente, muitos jovens, o número de casos muito superior ao número de casos inicial, curiosamente, com uma mortalidade menor, com menor número de casos em idosos. E olha só, sobre as vacinas, a gente tem tido essa semana em âmbito nacional e aqui no estado de São Paulo também uma polêmica em torno das vacinas e o prefeito se posicionou e disse que a cidade, aqui, ela é a favor da vacina, mas não será obrigatória. Nós somos contra a obrigatoriedade, obrigar as pessoas a tomar a vacina Então eu quero que as pessoas entendam Somos a favor da vacina, desde que ela é apresentada cientificamente Achamos que as pessoas, vamos recomendar para que as pessoas tomem a vacina Mas não cabe a obrigação Então, em Campinas, nós, dentro da nossa esfera de autoridade, a nossa visão é essa. A questão da obrigatoriedade é sempre muito difícil, porque ela esbarra nesse direito individual, da autonomia individual. E mais do que isso, com toda a experiência que a gente tem no Sistema Nacional de Imunizações, nenhuma vacina é obrigatória. Nós estamos num mês de vacinação, estamos lutando para que as pessoas venham até os centros de saúde, façam a vacinação, temos que convencer as pessoas. Acho que ninguém no mundo hoje deixa de ter a consciência de que a vacina é fundamental no enfrentamento do coronavírus, é muito importante. Agora, nós não teremos vacina para todo mundo num primeiro momento, nós vamos provavelmente imunizar grupos de maior vulnerabilidade num primeiro momento, quer dizer, a perspectiva mundial é que se tudo caminhar bem, nós teremos um bom espectro de imunização em 2022. Então, pelo que o senhor está dizendo, essa discussão é até extemporânea, porque vamos imaginar que fosse obrigado, não teria vacina para todo mundo, é isso? Não, certamente, prefeito, é claro que é extemporânea, nós nem temos a vacina ainda. Olha só, e ainda no enfrentamento à Covid-19, a Prefeitura lançou uma plataforma que vai usar a tecnologia na investigação, na investigação não, na fiscalização de que se os estabelecimentos estão cumprindo as normas É muito importante estar criando um banco de dados com todas as informações, multa, atuação, motivo da infração, caso de reincidência. Então, basta colocar o número do CNPJ e a tecnologia ajuda lá a trazer a modernidade, a transparência. Foi desenvolvido pela IMA e pela Coordenadoria de Informação e Informática em Secretaria de Saúde. Na tarde de ontem, nós tivemos uma força-tarefa, usou pela primeira vez o novo sistema e na fiscalização, três estabelecimentos, dentre eles, dois supermercados e uma loja de produtos domésticos, foram autuados. E olha só, a gente está falando de flexibilização, de fiscalização e uma das áreas que são as últimas, né? É aí a área cultural, mas na próxima segunda-feira começa gradativamente a abertura também dos espaços públicos culturais aqui na nossa cidade. A Estação Cultura vai funcionar de segunda a sábado, das 8 da manhã às 10 da noite. As salas ficam abertas para os ensaios dos coletivos artísticos e também reabrem nesta segunda-feira os nossos centros de arte esportiva unificados. Nós temos um no Florence, Florence 2, que foi inaugurado no meu governo, e também no Vila Esperança, que foi inaugurado também no meu governo. Os dois funcionam com atividades esportivas e ações sociais. É uma abertura gradativa, né? Todos eles estão abrindo, ampliando suas atividades, né? E cada um por sua característica. Então, a estação, que recebe muitos ensaios, reuniões, palestras, essa parte toda já volta a funcionar, claro que refazendo a agenda a partir de agora, tem algumas atividades que são mais permanentes lá que vão já serem retomadas imediatamente, como, por exemplo, o pessoal da Casa do Hip Hop, que é uma casa de cultura que sempre faz ações ali, sempre fez ações aos sábados. Esses vão retomar já no ritmo que tinham antes, mas seguindo todos os protocolos da saúde. E o CELS também, o CELS tem muitas atividades comunitárias, são caminhadas, tem atividades ali para a comunidade. Lembrando que as bibliotecas públicas já foram reabertas e aí a gente tem a previsão também da reabertura dos museus públicos municipais. E ainda falando de cultura, nós temos acompanhado o anúncio dos editais da lei Aldir Blanc, para que o setor cultural possa ser guarnecido de alguma forma e hoje foram publicados dois editais que dizem respeito das normas de como deve ser para o recebimento desse montante que chegou a Campinas. Esses projetos poderão ser para toda ação cultural E olha só gente, varia de 25 a 50 mil reais Então é um belo apoio, um bom apoio para essa área cultural Ney, fala um pouquinho desse primeiro edital, o edital de fomento que foi publicado hoje O que engloba, dá alguns exemplos e o que as pessoas têm que fazer Muito bem. Esclarecendo, só que todos esses editais, dois hoje mais um na segunda-feira, são recursos da Lei Aldir Blanc. É importante dizer isso, são os recursos federais que nós recebemos. E o edital de fomento é um edital parecido com o nosso modelo de FIC aqui. O agente cultural apresenta um projeto na área cultural e ele recebe os recursos para executar esse projeto. Então, ele vai receber para executar o ano que vem, é isso? Não, ele começa a executar já a partir do recebimento. Ele vai apresentar os resultados no ano que vem e prestar contas no ano que vem só. Previa a lei, né, na sua publicação, que parte dos recursos deveriam ser aplicados para atender aqueles equipamentos que tiveram suas atividades interrompidas ou prejudicadas pela pandemia. Então, ele é para salvar os equipamentos culturais. Pequenos teatros, bibliotecas comunitárias. Nada público, tudo privado. Nada público, só atividades da sociedade civil. uma escola de capoeira, uma escola de dança, que ficou em dívida, por exemplo. Então, esses recursos vão servir para que eles não deixem de existir. Sendo, então, que esses dois editais foram publicados hoje, na segunda-feira existe a previsão também da publicação de um novo edital chamado de Trajetória, que, na verdade, é uma premiação para quem se dedicou à cultura aqui na cidade de Campinas. E ainda falando sobre a Lei Aldir Blanc, nós temos aqui na cidade ao lado, em Hortolândia, um prazo maior até 4 de novembro para o setor cultural de Hortolândia entrar ali e fazer a inscrição também para conseguir receber benefícios dessa legislação, dessa lei nacional, mas que cada município tem aí autonomia para administrar e gestar o dinheiro recurso público que vem do governo federal. E a gente vai falar agora um pouquinho sobre ação social, porque durante essa coletiva o prefeito anunciou também que o cartão Nutrir ele vai continuar até o mês de dezembro. O custo será de aproximadamente 3 milhões e 600 mil reais. A Prefeitura de Campinas está prorrogando, então, por mais dois meses esse cartão. As famílias poderão contar com o benefício também nos meses de novembro e dezembro, que está dentro da minha competência. Esta é a segunda prorrogação do benefício que a gente faz para suprir as necessidades das famílias durante a pandemia do coronavírus, ao todo são 26 mil famílias, ou seja, cerca de 100 mil pessoas, se a gente colocar aí um número baixo ou médio de quatro pessoas por família. E os cartões começaram a ser distribuídos no mês de abril e vão até o final do ano. A Câmara Municipal de Campinas deve fazer aí a doação, um repasse de 10 milhões de reais para que então possa ser investido no cartão Nutrir, para essa extensão do prazo e mais outras demandas do Executivo e a gente vai confirmar o valor na próxima semana porque ainda está sendo fechado o balanço aí das contas da Câmara Municipal de Campinas. Ô Mina, voltando um pouquinho no assunto de cultura, começa hoje, é o maior festival da cultura negra do mundo, cidade está inserida nisso, lógico que de uma forma diferente, mas já tem 15 anos de existência. É, é verdade, a gente comemora aí com o maior festival chamado Afropunk, com a curadoria de dois artistas brasileiros, Larissa Luz e Bruno Zambelli, lá da Bahia, que reúne a comunidade negra do mundo com uma programação de shows e talks. Olha só, e devido à pandemia, é claro, ele acontece em Nova Iorque, Atlanta, Paris, Londres e Joanesburgo, com esse novo formato também, tudo pela internet. Então, a gente tem o tema desse ano, Planeta Afropunk, o negro é o passado, o presente e o futuro. Só que as pessoas, para poder participar, tem que ir ali e preencher um formulário no site www.planetafropunk.com E ali você pode participar de todas essas atividades que acontecem nesse ano de maneira virtual, assim como tem acontecido tantos outros eventos. E é legal que é no mundo inteiro, né? Então, cidade de Nova Iorque, em Paris, você aqui em Campinas também pode participar. Vou repetir o site oficial, então, www.planetafropunk.com, está aqui embaixo da sua tela, você pode acessar, fazer o cadastro e participar, então, do maior festival da cultura negra neste fim de semana até o dia 25 de outubro. Mina Abreu, peço que você permaneça aqui nos nossos estúdios, porque agora nós vamos falar das notícias do Legislativo, aqui da Câmara de Campinas, já mudou aqui a nossa tela, porque ontem nós tivemos as reuniões extraordinárias, então você vai nos contar aí as discussões e votações que aconteceram ontem. É, ontem a Câmara de Campinas aprovou aquele projeto relacionado às questões ambientais, olha só, nós tivemos o primeiro projeto que trata justamente da questão de que a gente tem aí a APA, a questão da APA na nossa cidade, E os outros projetos, nós tivemos algumas mudanças aí em relação a projetos que inclusive a liderança de governo pediu a retirada de muitos desses projetos para que eles sejam analisados e voltem à pauta. A gente tinha também na pauta o projeto que trata aí da divisão e do parcelamento da dívida da Prefeitura de Campinas com o Campreve. Esse projeto, ele foi pedido pela presidência retirada de pauta para que o texto seja refeito e a matéria seja também reavaliada. Lembrando que hoje de manhã o prefeito inclusive falou sobre isso, que na verdade essa matéria tem um respaldo de uma lei federal que permite aos municípios e estados que renegociem e suspendam nesse momento de pandemia os pagamentos desses valores devidos aos institutos de previdência de cada município. Lembrando que essas matérias podem ou não voltar à pauta na próxima segunda-feira e isso a gente aguarda a publicação da pauta na terça-feira e que ela sempre é publicada no Diário Oficial do Município para saber exatamente quais projetos serão votados. E o resultado de como foi nesta quinta-feira, você confere no site da Câmara Municipal de Campinas, que é o campinas.sp.leg.br e ainda como foi toda a discussão de cada projeto no youtube.com.br tv Câmara Campinas. E a gente estava falando bastante sobre cultura, tinha aquela proposta do nome do Benito na concha acústica e é um assunto muito importante também que foi abordado e aí quem conferir no YouTube da TV Câmara Campinas pode assistir todas as discussões e votações. Certo, Mina Abreu? Certo, tudo certinho e aí na segunda-feira a gente conta com a agenda da próxima semana, lembrando que semana que vem, inclusive, também já foi anunciado pelo prefeito, dia 28 é o dia do servidor público e de acordo com o calendário aqui do município de Campinas, esse dia será comemorado pelos servidores públicos municipais na sexta-feira, dia 30. Certo, então, Mina Abreu, muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas e também do Legislativo. Ótimo fim de semana, você volta na segunda-feira. Isso mesmo, combinado. Até segunda-feira, um bom fim de semana, um bom fim de semana para você em casa. Hora de balançar as redes pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Era um duelo complicadíssimo para o Guarani, mas o Bugri pelo menos conseguiu sair com um ponto da cidade de Salvador. Nós temos as imagens da partida que foi realizada ontem. No primeiro tempo, olha o Didi, o zagueiro bugrino atropelou e aí o Léo Ceará marcou o gol do Vitória, abrindo o marcador, goleiro para um lado, bola para o outro, 1x0 Vitória. Só que o Bugri chegou ao gol de empate após esse bate-rebate, ouviu o toque no meio da área. E aí é presença de artilheiro, né? Impressionante. Rafael Costa, que saiu do banco de reservas, teve o faro do gol. Estava no momento certo na pequena área, conseguiu dar o toque e na etapa final conseguiu chegar ao gol de empate. Então, vitória a um Guarani e também um ponto importante para o Bulgari, que deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro da Série B. E por falar em Guarani, não tem tempo para comemorar esse um ponto não, viu? Porque olha só, já neste domingo o Guarani já volta a campo. Então jogou ontem lá em Salvador e neste fim de semana, já no domingo, recebe a equipe do Havaí no estádio Brinco de Ouro. Olha o horário da partida, é diferente. Então atenção, torcida bugrina, você que sempre assiste pela televisão, ouve pelo rádio, é um horário diferente. 6h15 da tarde, lembrando que com os portões fechados aos torcedores, Então, os torcedores bulgarinos não se aglomerem na frente do estádio, acompanha só pela televisão e pelo rádio. Um duelo interessante também, Guarani e Havaí. Havaí no meio da tabela, o Guarani tentando subir na classificação, já que deixou a zona de rebaixamento. E é um duelo muito interessante, Felipe Conceição vem fazendo um bom trabalho e tirando o Guarani da zona de rebaixamento. Havaí com o experiente Geninho, então vai ser um duelo interessante que acontece no Brinco de Ouro. E amanhã, então, neste sabadão, é a vez da Macaca entrar em campo. Então, olha só, 18ª rodada, tem CRB e Ponte Preta, o duelo que acontece em Maceió, lá em Alagoas, estádio Rei Pelé. A Macaca se mantendo aí no G4, é a quarta colocada, enfrenta o CRB, que está no meio da tabela, naquele bolo lá de equipes que estão próximas dos 23 pontos, a ponte com 27, então é praticamente um duelo direto aí, se o CRB vencer ele cola na Macaca, cola no G4, a ponte tentando essa manutenção, juntando os cacos né, já que a Macaca vem de derrota por 5 a 0 diante da Chapecoense em pleno Moisés Lucarelli, então vamos ver como é que a equipe assimilou essa A derrota que foi a pior deste século, jogando no estádio Moisés Lucarelli, jogando em casa. Então, amanhã já tem duelo e tem diversos reforços, viu? O Apodi ficou de fora, então é um desfalque. Mas o Léo Pereira, que veio do 13 da Paraíba. O Barreto, volante, pode estrear com a camisa da Macaca. Tem a volta do Lazzaroni, do Juan Renato, zagueiro também, que veio do Botafogo do Rio de Janeiro. Então, a ponte tem pelo menos sete atletas que estavam ou no departamento médico ou que foram contratados recentemente para reforçar a equipe do técnico Marcelo Oliveira. E claro que na segunda-feira a gente balança as redes, mostra os gols da partida entre CRB Ponte Preta e os gols da partida entre Guarani e Havaí, que acontece no Brinco de Jouro. Meio dia e cinquenta, a gente vai fazer o seguinte, rápido intervalo, não saia daí que tem muitas informações aqui no Câmara Total. Meio dia e 54, muito obrigado pela sua companhia e audiência nesta sexta-feira, Câmara Total ao vivo, continue participando em 978293776, é o número do nosso WhatsApp, mande a sua mensagem, o seu questionamento, tem alguma dúvida, tem uma sugestão de tema, o que você quer assistir aqui no programa 978293776, pode mandar a sua mensagem que a gente conversa ao vivo aqui. Em condições adequadas, as pessoas passam a maior parte do dia no ambiente de trabalho, Só que com o ritmo intenso das atividades, pressão, 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho sofrem alguma sequela causada pelo estresse, segundo uma pesquisa. Então é importante os escritórios priorizarem a satisfação dos colaboradores. Ambientes funcionais e harmoniosos, eles contribuem para o bem-estar dos colaboradores E esse bem-estar, ele se relaciona à redução de estresse e à melhoria das qualidades de vida e saúde Copas com mais cara de cozinha, salas de reuniões menos sérias Alguns sofás, puffs dispostos no ambiente Isso tudo, ele traz mais conforto, ele traz essa relação mais harmoniosa do funcionário no seu local de trabalho. Espaços colaborativos também são extremamente importantes, pois são nesses espaços em que as pessoas se encontram, trocam ideias, em que o convívio social acontece. O nosso desafio como arquitetos é justamente a gente conseguir congregar a funcionalidade, o conforto, para promover esse espaço num espaço realmente relevante em termos de saúde do trabalhador. E para você que está retornando ao trabalho presencial ou pretende em breve, nos próximos dias ou meses, saiba que a psicologia está ao nosso lado, atenta à segurança e à saúde física. Você sabia que nesse momento de retomada das atividades presenciais e até mesmo no modelo híbrido É muito importante que as organizações estejam atentas ao bem-estar dos seus funcionários? Durante a pandemia tivemos a rotina totalmente modificada drasticamente Isso afetou uma série de sentimentos, seja ele angústia, depressão, ansiedades que afetam no dia a dia de trabalho diretamente. Para apoiar de forma assertiva os funcionários, é importante que as organizações desenvolvam estratégias de acolhimento, comunicação bastante transparente e algumas formas também de apoio com profissionais especializados. É importante também que as organizações analisem caso a caso. Cada profissional tem sua realidade e essa humanização no processo é muito importante. No paralelo, você também tem que fazer a sua parte. Desenvolva suas habilidades de inteligência emocional e autoconhecimento. Se conhecendo, você vai, sem dúvida, ter mais habilidades e condições para lidar com esse novo cenário da forma mais assertiva possível. A psicologia é fundamental para a nossa saúde mental. Meio dia 57, a gente vai fazer o seguinte. A gente vai fazer um intervalo aqui no Câmara Total. Em seguida, você aí de casa fica com o horário eleitoral gratuito e a 1h10, assim que acabar o horário eleitoral gratuito, o Câmara Total continua e ainda tem Cultura Total com o Rubens Morelli. O que será que ele aprontou hoje, né? Ainda tem as notícias do meio ambiente com a Mirna Abreu e cozinha com o Michel Amorim. Qual será a receita de hoje? Então não sai daí. Intervalo, horário eleitoral gratuito e depois retoma o Câmara Total. Uma hora e onze minutos, como combinado, o Câmara Total está de volta ao vivo. O fim de semana está chegando, você já sabe o que fazer? O nosso repórter Rubens Morelli está chegando para trazer todas as dicas de programação e ainda tem uma entrevista com uma cantora aqui de Campinas que vai fazer uma live beneficente neste sábado. Chegando agora, Cultura Total. Oi, oi, oi, boa tarde, ou bom dia para você que acordou agora, né? Também uma boa noite, boa madrugada, você que está aí nas madrugadas. Está começando mais um Cultura Total, com todas as informações relacionadas à cultura da nossa cidade e da nossa região, também do Brasil, né? Aqui você se mantém bem informado e ainda pode se programar para curtir o fim de semana numa boa. Aproveita que está aí à toa, manda uma mensagem para a gente no nosso WhatsApp, o número é 978293776. Então, vamos trabalhar, né? Roda a vinheta! E a gente começa pelas notícias, hein? Olha só, a série Cinema em Casa com SESC, que há mais de quatro meses tem disponibilizado gratuitamente diversos filmes para moçada dentro da plataforma SESC Digital, está oferecendo, nesta semana, a programação da 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Bacana, né? Tem filmes de Portugal, da Alemanha, do Irã, da Finlândia, da Suíça, tem de tudo quanto é país. E tem no Brasil também, claro. Basta você acessar o site sesc.org.br barra 44 mostra e escolher o que mais te apetece. Vale a pena, hein? E você tá com saudade dos drive-ins? Pois é, essa foi uma alternativa encontrada durante a pandemia pela galera que curte uma telona, né? E nesse fim de semana vai ter de novo, dessa vez lá na Pedreira do Chapadão, dentro da programação do Cine Autorama, que é um projeto cultural muito bacana porque é gratuito. As exibições acontecem nesta sexta e neste sábado, às 8 da noite. Nesta sexta tem Minha Mãe é uma Peça 3 e no sábado é a vez do filme Mulher Maravilha. Corre lá para ver se ainda tem ingresso disponível, né? Ou, pelo menos, para juntar uma galera e pedir novas exibições. O site para mais informações é o cineautorama.com.br. E a pandemia do novo coronavírus ainda está afetando muita gente e, como consequência, muitas programações culturais também, né? Agora, a organização da Festa do Figo e da Expo Goiaba decidiu suspender a programação para o ano de 2021. São festas bastante tradicionais que ocorrem em Valinhos, cidade vizinha aqui de Campinas, sempre a partir da segunda quinzena de janeiro, com muitas atrações, né? Além das frutas, muitas atrações e manifestações culturais. Mas dessa vez, infelizmente, não vai ter. É a primeira vez em 71 anos de história da Festa do Figo que não vai acontecer, foi adiada para 2022. E hoje, dia 23 de outubro, é o dia da aviação, então parabéns a todos os aviadores do Brasil. Foi nesse dia, em 23 de outubro de 1906, que o brasileiro Alberto Santos Dumont realizou o primeiro voo da história lá no Campo Bagatelli, na França. Fica aqui a nossa homenagem a todos os aviadores. Eu sempre quis ser piloto de avião, mas tenho dificuldades para levantar voo, inclusive aqui de avião de papel. Chega de brincadeira, agora o assunto é muito sério. É hora das lives do fim de semana. E nesta sexta-feira tem a live do KLB. Pois é, os irmãos Kiko, Leandro e Bruno se apresentam a partir das nove e meia da noite no YouTube pra relembrar os sucessos da carreira do trio. Agora, se você tá numa outra vibe da vida, né, então tem a live de Os Barões da Pisadinha. É um pouco mais cedo, hein, às nove horas da noite. E essa live terá a participação do Xande Avião. Será que é pra comemorar o dia da aviação, hein? No sábado acontece o festival Tenho Mais Discos Que Amigos, com programação variada de artistas nacionais e internacionais. Vai rolar Titãs, Plutão Já Foi Planeta, Black Pumas, enfim, a lista é extensa e vale a pena conferir no sábado a partir das três da tarde no YouTube. Mais tarde, também no sábado, tem Fundo de Quintal, trazendo o melhor do samba, hein? Os grandes sucessos, também algumas novidades. Então fica ligadinho, sábado, seis e meia da tarde no YouTube. Eu tô sentindo que vai clarear, eu tô feliz, vou cantar. Muito bem, agora chegou a nossa hora do bate-papo de toda semana, né? A gente tava falando das lives desse fim de semana. Quem não falha nunca nas lives, toda sexta e sábado, religiosamente, tá lá cantando as suas músicas, as músicas que ela gosta de cantar pra todo mundo ver. É a Joy Welch que tá aqui comigo. Tudo bem, Joy? Muito obrigado por mais uma vez estarmos juntos aqui, dessa vez via internet, né? Pois, como tudo, né? Ultimamente. Ai, Rubens, eu fico muito feliz, agradeço o convite novamente nós dois, né? Juntos aí, nesse bate-papo delicioso e quero agradecer imensamente e dar aí um oi pra galera que tá assistindo a gente. E realmente é Desde março a gente fazendo live De sexta e sábado, sempre a partir das 20h30 Com o famoso flashback De 70 a 2000 Tudo que tocou na pista de dança A gente reproduz pra vocês aqui Bonitinho, só com a voz ao vivo E nesse fim de semana Tem uma live especial Porque neste sábado Você vai fazer uma live Que é beneficente Por uma causa muito importante Queria que você começasse já falando a respeito disso Claro Você viu só, é muito legal Todo ano Do dia 24 de outubro é celebrado O dia do combate mundial Contra a poliomielite E esse ano Nós fomos convidados A fazer Essa live Em prol dessa campanha O pessoal do Rotary Club Do Brasil Que nos convidou que me convidou, né, pra fazer isso, já que o Rotary uma vez mundial, que engajou toda essa campanha contra o poliomielite no mundo, né, e super aceitei esse convite, tá sendo uma honra, e a gente vai fazer um especialzão, anos 70 e 80, só as famosas zonas, a partir das 20 e 30, a gente fala a partir das 20 e 30, porque às vezes tem, como é tudo via online, né, live pela internet e tal, às vezes acontece alguma coisa de cair, dar uma atrasadinha, Então, a partir das 20h30, a gente vai estar aí bombando com 70 e 80, pra quem quiser, chega aí, chega junto. Nosso canal do YouTube ao vivo. E os anos 70 e 80... Joy Welsh Oficial. Repete porque eu falei em cima, Joy Welsh Oficial, é isso? Joy Welsh Oficial, isso, através do YouTube. E a gente também tá através do Twitch, que é uma plataforma nova, né? Twitch.tv barra Joy Welsh Music. Porque, obviamente, a gente não sabe que o pessoal, a grande maioria do pessoal não conhece o Twitch. Então, a gente tá divulgando mais o YouTube por conta disso, que é o mais popularzão, né? Mas é isso aí. Então, a gente junto com o pessoal do Rotary Club, que é o Alto da Lapa, né? Que, na verdade, nos convidou pra fazer essa live especial, né? Vamos tá lá, bombando. E, ó, eu preciso dizer o seguinte, que toda renda arrecadada nessa live, né, vai ser revertida pra conta de vacina. Olha que legal. Muito legal, é uma causa nobre. Pra gente terminar de erradicar, com certeza, pra gente terminar de erradicar essa doença. Deus quiser, a gente chega lá. Uma causa nobre e que vale a pena, né, e os anos 70 e 80, as músicas são a sua especialidade, né, Você tá aí há tantos anos na estrada fazendo os shows que não deixa ninguém parado o tempo todo. Você manda muito bem nesse gênero, né? Do flashback. É um segmento que quem não gosta, né? Fala sério. Quem não consegue, mesmo sentado, às vezes você dá uma balançadinha na cadeira mesmo, mas é gostoso, né? A minha especialidade é o que eu vivi, na verdade, anos 90, que é aquela coisa do Flash House, do Eurodance, né, todo mundo lembra muito do W, aquela época, mas como a gente fala de flashback, então eu escolhi ano 70 e 80, né, que também eu faço, nossa, bastante, pra gente poder celebrar isso, porque eu acho que são as mais famosas zonas, assim, né, as que estouraram, assim, bah, pra todo mundo, então vamos fazer 70 e 80 esse dia. Ah, já, antecipa alguma coisa aí, faz um... Uma falinha, capela, a gente não combinou nada, vai, quero ver se arrebenta mesmo. Vamos lá, uma que ninguém conhece, mas ninguém conhece. At first I was afraid, I was petrified, kept thinking I could never live without you by my side. But then I spent so many nights just thinking how you'd do me wrong, and I was strong. And now I've learned to get it on and saw your back, from not as great as... Isso aí, isso aí Já tô querendo, já tô aqui com a música na minha cabeça A Will Survive, a gente tem It's Rainy Man It's Rainy Man Hallelujah It's Rainy Man Amen Por aí vai, tem um monte de coisa bacana Só chegar, só chegar Muito bom, a partir das 20h30 E antes da gente voltar Com esse bate-papo Aqui com a Joy Welsh Você vai ficar com um trechinho De uma das lives anteriores dela e daqui a pouco a gente volta com esse bate-papo aqui. E aí E a gente tá aqui conversando com a Joy Welch, que tá o tempo todo, durante essa pandemia, fazendo as lives pela internet. Foi o que sobrou pra gente conseguir, né? E eu lembro que no começo da pandemia, você tava numa pegada mais, vamos dizer assim, de mais fé, de mais esperança. Ter uma música um pouco mais tradicional, porque afinal de contas, você também tem esse lado espiritual com a sua voz. Você empresta a sua voz pra esse lado, né, Diogo? É, eu cantei na igreja, no santuário católico aqui em Campinas durante muitos anos, né Então, eu sou muito conhecida pela voz da Ave Maria em Campinas, né Então, como a pandemia começou assim, assustadoramente Foi um negócio assim que a gente imaginou que fosse virar meio que um Alquided, sabe, aquela coisa e por conta desse temor, né, eu comecei fazendo as lives cantando músicas de igreja, né, pra realmente a gente juntar aquela coisa da espiritualidade fazer uma energia positiva, papapá só que daí começou a dar super certo, assim, foi através, começou através do Facebook, começou, né, bombar tal, e aí os fãs do Flashback falaram, Joy, pelo amor de Deus, a gente não tem como sair, a gente não tem como se divertir a gente não tem como dançar começa a cantar, por favor, as músicas As nossas músicas do flashback Foi aí que começou Nós começamos em março E não paramos até hoje É mole? Toda sexta e sábado Muito bom, e toda sexta e sábado Eu já assisti várias, eu sei E posso dizer com certeza Que é uma diversão É uma alegria você ver a Joey Welsh Animando a festa Que eu e meu filho geralmente Que a gente assiste, a gente fica sempre se divertindo Com as lives da Joey Welsh. É muito legal. E a gente também já reservou temas especiais, vamos supor, época de bailinho. Você lembra de bailinho? Lembro, lembro. Você lembra da época do bailinho, de dançar com a vassoura? Minha esposa não tá aqui perto, eu lembro. Eu lembrava muito, muito bom. Mas na época que eu era criança. Você dançava com a vassoura também ou não? Na época que eu era criança. A vassoura também, sobrou. Dancei bastante com a vassoura. Pois é, a gente já fez várias, por várias vezes, já usou esse tema também, só fazendo música de bailinho, ou um dia só de anos 70, um dia só de anos 90, um dia só de música de anos 80. Nossa, é muito legal. E geralmente a gente mescla, né? De 70 a 2000 a gente vai mesclando. De sexta-feira mais 70, 80 e de sábado mais 90 e 2000, mas a gente sempre vai mesclando, é muito legal. Vai se divertir mesmo. Eu tô vendo que a sua estrutura também foi melhorando aí ao longo da pandemia, né? Você tá aí já praticamente num estúdio montado com tudo que tem direito, tem caixa de som tem os instrumentos tem os bonecos que fizeram sucesso naquela época eu estou de olho ali no Darth Vader mas eu queria que você falasse a respeito do Júnior que ajuda você nesse trabalho marido multiuso queria que você falasse a respeito desse trabalho é um verdadeiro bombril meu marido, porque assim, quando tudo começou essa estrutura que a gente tem de caixa de som, de mesa de som, tudo aqui que é a estrutura que a gente leva pra show que a gente trabalha, e como que a gente vai trabalhar na pandemia e toda aquela história shows e eventos caíram a gente não consegue trabalhar então vamos usar, vamos melhorar a qualidade disso nas lives e ele, ele é engenheiro de som, ele profissionalmente, ele é DJ produtor, mexe com áudio, vídeo então ele falou, não, vamos dar um gás nisso aí Vamos usar o que a gente já tem, não vamos deixar parado, vamos utilizar isso para melhorar essa qualidade. E aí fica durante a live, eu fazendo show, cantando, eu faço repertório, tal, tal, tal, e ele fica. Ele solta as bases, ele faz toda a parte de programação de áudio, de vídeo, vai controlando a mesa de som. E, acima de tudo, segura o bebê, que eu tenho um bebê de quase dois aninhos aqui, o Liam. E ele fica junto com a gente aqui, fica no colo do Junior, fica quietinho, curtindo. é muito legal. Muito bom. Família toda. Família toda reunida pra alegrar as famílias todas de Campinas e de região e do mundo também, né? Porque a internet hoje em dia vai pro mundo inteiro. Tem fã na Índia, tem fã no Japão, tem fã... Ixi, é muito legal. É muito legal. O pessoal é... Participa muito mesmo. Muito legal. Então, pra reforçar esse convite, toda sexta e sábado tem a sua live normalmente, mas em especial a deste sábado, dia 24, numa causa totalmente beneficente contra a poliomielite e você vai, gostaria que você fizesse aí o convite para o pessoal assistir. Com certeza. Olha só, nesse sábado, dia 24 de outubro, nós estaremos fazendo essa live mega especial, ajudando na causa, né, para a gente poder erradicar a poliomielite de uma vez, né. Falta só mais um pouquinho para a gente poder dar um The End, um finalmente, um basta nessa doença. A gente está fazendo essa live dos anos 70 e 80, a partir das 20 horas e 30 minutos. Compareça, entra no meu canal do YouTube, Joy Welsh Oficial, ou no Twitch, twitch.tv barra Joy Welsh Music. E toda a renda revertida nesse dia vai ser revertida para a compra das vacinas, para a gente terminar de vez com essa doença e para a gente poder vacinar as crianças que ainda precisam dessa vacina. Está todo mundo convidado, só chegar. Muito legal, fica aí o convite então para todo mundo poder acompanhar mais essa live da Joy Welsh. Muito obrigado por essa entrevista, Joy. Eu que agradeço, um abração a todos vocês, um beijo no coração de todo mundo. Rubens, valeu, brigadão, você sabe que a gente é parceiraço e mais uma vez obrigada por esse convite, viu? Fico muito feliz, beijão! Legal, valeu, um beijo para você e para você aí de casa, o convite está feito, não vai perder, né? E tem mais coisas para você fazer nesse fim de semana, então olha só! Ah, é hora de saber o que tem de novidade nas plataformas de streaming! E a gente começa pelas séries, né? Nesta sexta-feira estreia O Gambito da Rainha, que conta a história de uma jovem prodígio do xadrez que saiu de um orfanato para a glória no esporte. Mas toda genialidade tem o seu preço e a série retrata bem isso. Ela está lá disponível na Netflix. No Amazon Prime Video estreia a primeira temporada de Penny Dreadful, City of Angels Série de terror que faz bastante sucesso entre os fãs do gênero Agora disponível no catálogo do Prime Video É, e não é exatamente uma novidade, mas vale a menção honrosa para a estreia de Bastardos Inglórios na Netflix O filme de Quentin Tarantino ganhou a crítica especializada e também o público, com uma história que se passa na Segunda Guerra Mundial. Eu não sei vocês, mas eu já adicionei lá na minha listinha para assistir de novo. E por falar em sucesso de bilheteria, a Netflix está disponibilizando a partir desta sexta-feira toda a saga de Rocky Balboa, o personagem marcante de Sylvester Stallone. São cinco filmes da franquia Rocky, mais dois do Creed. Pois é, e ao som da Joey Welch a gente se despede, mas não precisa ficar triste. Aliás, tem um monte de gente que feliz, né? Porque já tá acabando. Eu tô vendo, hein? Envia sua mensagem pra gente no WhatsApp, o 978293776. Diga lá para o meu chefe se você gostou. Esse aí é o WhatsApp dele, 978293776. A gente volta a se encontrar na próxima semana, quem sabe, né? Até lá, tchau! Rubens Morelli, todo o seu gingado no Cultura Total. Neste fim de semana, aqui em Campinas, acontece a virada sustentável e, claro, que é adaptada, já que estamos vivendo a pandemia. Este e outros assuntos, agora, no Giro Ambiental. Olá, Gabriel, e eu estou de volta na última participação desta sexta-feira com o Giro Ambiental. Olha só, o isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus não tirou de Campinas as ações anuais da virada sustentável. Neste final de semana, sábado e domingo, a cidade recebe quatro intervenções artísticas gratuitas que, embora tenham sido pensadas e adaptadas para evitar aglomerações, servirão também para lembrar a população sobre a importância da agenda global para o desenvolvimento sustentável, inspirando pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo. A programação completa está disponível no site www.viradasustentável.org.br E ainda, olha só, com o tema O Lixo Zero Inspira a Minha Cidade, a hora é essa, acontece entre 23 de outubro e 1º de novembro, por conta da pandemia, muitos eventos virtuais, com palestras, painéis, rodas de conversa, apresentação de cases, exibição de filmes, mas também haverá alguns encontros presenciais neste evento, seguindo todos os protocolos de segurança. E a programação vai gerar em torno de eixos temáticos, como logística reversa, consumo consciente e o novo normal, combate ao desperdício de alimentos, compostagem urbana, objetivos de desenvolvimento sustentável, mudanças climáticas e resíduos, inovações em resíduos e um evento de encerramento do evento estadual. A realização é do Instituto Lixo Zero Brasil, da Associação Brasileira de Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, com a coordenação da Casa Causa. Mais informações no link que aparece aí no seu vídeo. E agora a gente vai fazer uma entrevista muito importante, mas antes eu vou falar da onça. Gente, lembra a onça-pintada que foi resgatada com ferimentos graves dos incêndios lá no Pantanal há um pouco mais de um mês? Ela foi solta nesta terça-feira na região de Porto Jofre, em Poconé, no Mato Grosso, mesmo local onde ela foi socorrida em setembro. Batizado de ousado, o animal foi tratado com terapia de ozônio e laser, o que permitiu a recuperação. E agora, na segunda-feira, recebeu ainda um colar GPS satélite para monitoramento. Vamos comemorar, né? Agora sim, olha só, o pesquisador brasileiro de juiz de fora, Felipe Vargas Ferreira, doutorando em Engenharia Química pela Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas, é um dos vencedores do Green Talent 2020, promovido na Alemanha. Desde o lançamento da iniciativa em 2009, 20 brasileiros já venceram a competição que busca jovens talentos na pesquisa da área da sustentabilidade em todo o mundo. E é com o Felipe que o Giro Ambiental conversa agora. Felipe, seja bem-vindo. Conta para mim primeiramente qual é essa sensação de ser um dos vencedores aí desse prêmio tão importante criado aí na Alemanha. Obrigado, é um prazer estar aqui com vocês E é uma sensação muito boa Não só porque é o reconhecimento do nosso trabalho De quatro anos de pesquisa durante o doutorado Mas principalmente porque é o reconhecimento De uma pesquisa de ponta brasileira Desenvolvida em uma universidade pública brasileira Com investimento do Brasil E está sendo reconhecida no mundo inteiro Eu acho que isso é o mais importante, é a nossa pesquisa sendo conhecida e reconhecida em todo o mundo. Conte mais para a gente sobre a pesquisa. Então, a pesquisa se insere numa área que é os materiais sustentáveis, especificamente materiais poliméricos. Os materiais poliméricos, o que a gente chama popularmente de polímeros, Tem sido utilizado no nosso dia a dia, desde utensílios domésticos até peças de aeronave, implantes biomédicos. E devido a esse amplo uso e a natureza resistente desses materiais, eles são considerados um dos principais problemas ambientais atualmente. E uma forma de minimizar esse problema é a substituição dos polímeros não biodegradáveis por polímeros biodegradáveis. E essa substituição não é tão simples, porque as propriedades dos polímeros não biodegradáveis normalmente são superiores às propriedades dos polímeros biodegradáveis. Então, é uma necessidade urgente desenvolver materiais poliméricos biodegradáveis de alto desempenho. E é isso que a gente fez na nossa pesquisa. E quando a gente fala justamente nos impactos disso para a população, Felipe, Quem está em casa assistindo pensa, poxa, está falando lá da Unicamp, é um pesquisador, o que isso pode influenciar no dia a dia de cada um de nós? O problema dos plásticos no meio ambiente é um problema de todo mundo. Acho que é só olhar pela janela, vai olhar no rio, as garrafas PET, que é um plástico, boiando as tartarugas, comendo sacola plástica, então é um problema. Então, desenvolver esse tipo de material é pensar no futuro, que dizem as pesquisas, que no futuro a gente não vai ter mais aterro sanitário, não vamos conseguir mais reciclar os nossos polímeros, os nossos plásticos. Então, é uma necessidade desenvolver esse tipo de material e afeta todo mundo. Nesse momento, você está na Alemanha, como que é a sua participação no fórum? Vai ter alguma apresentação, mesmo que seja virtual por conta da pandemia? Conta um pouquinho. Então, todos os anos, no fórum, os ganhadores são convidados a participar desse evento. Mas, nesse ano, o fórum é online, então eu estou no Brasil e nós estamos tendo esse fórum essa semana via online. E é bem interessante porque é um contato com pesquisadores de todo o mundo, gente que pensa diferente da gente ou pesquisa algo diferente da gente. Então, é uma forma de estabelecermos contato e levarmos a nossa pesquisa para o mundo inteiro. E essa premiação, ela abre que tipo de portas quando a gente fala da pesquisa brasileira e principalmente quando se fala na questão da sustentabilidade? É, abre portas, porque nessa pesquisa, nessa participação do evento, nós vamos encontrar pesquisadores do mundo inteiro que estão também focados nesse desenvolvimento sustentável. Então, eles vão olhar nossa pesquisa, podem se interessar e estabelecer contatos para outros alunos também irem lá para a Alemanha ou para outros lugares do mundo desenvolver pesquisa nessa área. e com isso a gente cresce também, quando a gente desenvolve pesquisas em colaboração com pesquisadores de outros lugares do mundo, a pesquisa interna também cresce e isso é muito bom para o Brasil. Você falou que trabalha nessa pesquisa há quatro anos e a gente está num momento em que a ciência, principalmente no último ano, teve um investimento, teve um, na verdade, um retrocesso no que diz respeito a investimento E nesse instante você aparece como aí um modelo de pesquisador que tem uma, com essa premiação, ganha aí uma notoriedade. O que a gente pode tirar de você e de tantos outros pesquisadores que levam o nome do nosso país, apesar de toda essa retração nos investimentos na área da ciência? Eu acho que é importante olharmos para essa premiação, para esse reconhecimento e percebermos quão importante é investir na pesquisa. Eu acho que de um tempo para cá a gente tem diminuído os investimentos, talvez por descrença na pesquisa e esses reconhecimentos que o Brasil vem ganhando, que não só esse reconhecimento, o Brasil vem ganhando outros reconhecimentos em outras áreas, mostra que a gente faz pesquisa séria, pesquisa de qualidade e que o mundo reconhece. Então, eu acho que nós brasileiros também temos que dar valor e acreditar na nossa pesquisa. Próximos passos, a pesquisa acaba aí, tem uma nova fase, dá para adiantar alguma coisa para a gente, Felipe? Tá, a pesquisa não acaba, esse foi um início, a gente desenvolveu alguns materiais, um deles é um implante biomédico e a gente fez um ensaio em vivo em ratos que mostrou resultados promissores. Então, nós patenteamos o nosso material e para o futuro a gente pensa em ampliar a escala, sair do laboratório e no futuro próximo esse material chegar na mão da população. Mas para isso a gente precisa de investimento, precisa de estudar mais o material, ampliar a escala, ampliar o animal que a gente usa e até chegar nos ensaios clínicos e quem sabe um dia esse material deixe de ser um material e se torne um produto. Isso que eu ia perguntar, essa questão de que ponto vocês, pesquisadores, ainda mais agora essa contribuição para a área ambiental, pensa que essa pesquisa e o trabalho que é isso para fazer com que o resultado da pesquisa vire um produto disponível para toda a sociedade? É muito difícil, porque no meu caso, por exemplo, eu sou um doutorando. A minha pesquisa acaba quando eu termino o meu doutorado e eu preciso de novos investimentos. Esses investimentos podem vir do governo ou podem vir de iniciativas privadas. E no Brasil, de forma geral, não é muito comum as empresas comprarem as patentes e desenvolverem os produtos. Isso no mundo é mais comum. Então, o que a gente espera é que haja esse desenvolvimento interno, desenvolvimento, essa vontade das empresas de comprarem os materiais desenvolvidos nas universidades para que um dia eles, de fato, cheguem na população e a gente acaba retribuindo para a sociedade esse investimento que a gente recebe todos esses anos. Quando você fala de investimento, também tem a questão da patente. No caso da sua pesquisa e desse produto que vocês já desenvolveram, você em algum momento foi até a agência de inovação da Unicamp ou não? Sim, a nossa patente, quem cuida é a Innova Unicamp, que é essa agência de inovação. Então a gente depositou a patente com eles e eles que cuidam desse nosso material. Então, as empresas interessadas entram em contato com a Innova e a Innova negocia essa possibilidade deles usarem o nosso produto ou a nossa descoberta. Tá certo, então. Olha, eu novamente te parabenizo e espero que essa experiência aí, mesmo que virtual, seja tão importante e relevante na sua carreira. Eu que agradeço, Mirna. Um abraço para vocês e obrigado pela oportunidade. Um abraço e assim a gente fica por aqui com o Giro Ambiental e volta na próxima sexta-feira. Até lá! Hoje, sexta-feira, de sol e calor, mas para o fim de semana, o tempo vai sofrer uma mudança. O vento vindo lá da Amazônia traz muita nebulosidade carregada, então a chuva aparece amanhã no sábado. No domingo, o dia também fica instável, mas melhora com o sol aparecendo mais. Vamos às temperaturas, então, porque elas ficam bem amenas diante dessas condições. Sábado, então, chuvoso, mínima de 18 e máxima de 25 graus. E no domingo, um pouquinho mais quente, mínima de 17, já que o sol aparece, e a máxima pode chegar aos 28 graus. Outubro Rosa, você já sabe, é um mês de conscientização e de ações de prevenção ao câncer de mama. Só que esta doença também afeta cães e gatos. Por isso, levar o seu animal de estimação ao veterinário é de suma importância. Olá, o mês de outubro faz um alerta importante sobre o combate e prevenção ao câncer de mama. Quem tem animal em casa também deve ficar atento, porque essa doença atinge cães e gatos. É por isso que a gente vai conversar com a doutora Michele. Doutora, quem tem gatos em casa e cadelas deve redobrar a atenção? Deve sim, porque é uma doença que também acomete cães e gatos. Então a gente aproveita esse outubro rosa para focarmos um pouco mais a atenção nas fêmeas, felinas e caninas. A gente consegue fazer uma prevenção porque o quanto antes nós conseguirmos perceber esse nódulo em mama, melhor o prognóstico em tratar esses pacientes. Então, o tutor que tiver uma cadela ou uma gatinha em casa, deve se atentar às mamas, tentar palpar essas mamas e sempre acompanhar, obviamente, com o médico veterinário, que é o especialista, é a pessoa que vai conseguir fazer o exame adequado. Mas essa primeira visão deve ser feita pelo tutor, sim. É bem importante. Existe uma idade que esses animais são mais atingidos pelo câncer de mama? Então, fêmeas que não são castradas, nós temos uma estatística que comprova que fêmeas que são castradas antes do primeiro CIL, elas praticamente ficam nulas da possibilidade de desenvolverem câncer de mama. Acontece que saíram trabalhos mais recentes Trazendo para a gente algumas informações que essas cadelas precisam ter pelo menos um primeiro cio Então assim, a dica é Se você tem uma fêmea, seja ela felina ou canina E você não tem interesse reprodutivo Você não quer que essa fêmea tenha filhotes Castre logo depois do primeiro cio E você vai diminuir grandemente a possibilidade de ela desenvolver o câncer de mama, além de outros problemas reprodutores que elas costumam ter. Agora a gente veio aqui até a casa da Ana Estela e da Bonnie, porque a Ana também se preocupou muito com o câncer de mama. Eu vou conversar com ela agora. Ana Estela, essa doença realmente te trouxe uma preocupação com a saúde da Bonnie? Trouxe, trouxe sim, bastante preocupação, porque aqueles que têm um cachorro, um pet, um gato, precisam estar sempre ligados na situação da saúde. E principalmente com o câncer de mama, que como nas pessoas, tem nos animais também. E por que você decidiu fazer a cirurgia, fazer a mastectomia? Porque foi indicado As pessoas precisam estar bem focadas junto ao seu veterinário Tem que ter um link muito bom E no caso foi uma indicação A minha filha percebeu que ela estava com os nódulos Que eu não tinha percebido E na visita nós tomamos conhecimento da situação Agora quando você vê a Boni brincando Já com carinho de mais saudável Como é que é para você? Olha, é um alívio Porque foi pego em tempo, tem chance dela ter uma qualidade de vida muito maior e agora são outros cuidados. Ela vai ter que comer menos, vai ter que se exercitar mais e ter mais qualidade de vida do que estava tendo. Certinho, muito obrigada, viu Ana Estrela, pelas suas informações. Andréia Marques para a TV Câmara. Último intervalo e na volta qual será a receita que o Michel Amorim preparou Uma sobremesa, uma entrada, um acompanhamento Não saia daí que daqui a pouco tem o Cozinha Fácil Câmara Total de volta 1h52min nós estamos ao vivo nesta sexta-feira a equipe toda está com fome ainda não almoçamos por isso que eu vou acionar agora o nosso repórter o Michel Amorim que sempre vem com uma receita, uma entrada, um acompanhamento, uma sobremesa. Então, Michel Amorim, você não quis dar spoiler na quarta-feira, então, qual a receita dessa sexta-feira? E eu já quero saber se vai dar para fazer no fim de semana. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde, pessoal de casa. Com certeza vai dar para fazer esse final de semana. E por que não já começar nesta sexta-feira com essa receita? porque hoje o pessoal começa ali a ficar mais tranquilo, mais relaxado, bebe um drink e para acompanhar eu vou ensinar essa receita que pode ser uma entradinha para uma refeição ou até mesmo quando você estiver batendo um papo com os amigos. E aí sabe quando você vai petiscando, Gabriel? Sei, só beliscando aquele assunto. Pode ser até conversa de forma virtual, liga todo mundo nesses aplicativos e você vai beliscando. Então vamos acompanhar esse acompanhamento, essa entrada que o Michel Amorim preparou para a gente. Vamos lá. Olá, eu sou Michel Amorim, vídeo novo aqui no canal Receita Nova. E hoje eu vou te ensinar como é que se faz um patê delicioso de ervilha. E antes da gente seguir com a receita, aquele recadinho. Você vai aproveitar agora pra já deixar aquele like, curtir o vídeo, para eu saber que vocês estão gostando do conteúdo e também se inscrever no canal, porque daí quando tiver vídeo novo o YouTube te avisa. Então vamos seguir porque eu sei que você está curioso como é que se faz esse patê. Eu já ensinei aqui outras variedades, que aliás você pode entrar na playlist aqui que tem no canal e conferir as outras receitas, sugestões que eu já ensinei, como pâté de azeitonas, pâté de atum e muito mais. Combinado? Vamos seguir com a nossa receita e aproveite agora para anotar tudo que vai nela. E nesse pâté nem vai tanta coisa assim. Você vai precisar de uma lata de ervilha, um dente de alho pequeno, sal e pimenta do reino, a gosto, um fio de azeite, três colheres de sopa de maionese e suco de meio limão. E agora vem a parte mais difícil que é o modo de preparo. Brincadeira, é super fácil. Você vai pegar todos os nossos ingredientes e colocar no liquidificador. Então coloque lá a ervilha, o alho, o tempero, que aqui estamos usando apenas sal e pimenta do reino, mas você pode usar o que você mais gostar. Coloque lá o azeite, a maionese e o suco do limão Bata tudo até virar uma pasta Prontinho! E aí você pode servir no pão, na torradinha e até em bolachinhas como essa que eu estou servindo Sabe o que é melhor do que ser uma receita barata, fácil de fazer e com poucos ingredientes? Que vai sujar apenas o liquidificador e mais nada. É isso aí, espero que vocês tenham gostado da minha dica de hoje. Então deixa nos comentários se você quer ver uma outra receita. Que receita que é essa? Deixa aí nos comentários. Outra coisa, aproveita agora para compartilhar a receita com aquela pessoa que você acha que tem que fazer para você. Eu vou ficando por aqui e no próximo vídeo eu trago outra receita fácil de fazer e gostosa. Até lá! Michel, você falou a minha língua e aí você ganhou essa receita Quando você diz que só precisa lavar o liquidificador, que não suja muitos aparelhos, não tem grandes... Aí você já me ganhou. Essa receita eu vou fazer só porque não tem que lavar muita louça, não utiliza muita assadeira, nada disso. E não é coisa maravilhosa você sujar apenas o liquidificador e conseguir uma receita saborosa? Não, é maravilhoso. Quanto menos ingredientes você utilizar, deixá-la simples, gostosa e não usar tantos utensílios domésticos, porque depois tem a parte da louça que a gente sabe que ela sempre aparece, melhor ainda. Estava acompanhando a sua receita e eu vi que você utilizou a ervilha enlatada, né? Existe a possibilidade de utilizar a ervilha fresca? Pode sim, Gabriel, não tem diferença nenhuma A diferença é claro que a ervilha fresca é fresca A enlatada tem aquele sabor de conservante Mas a diferença é bem pouca Então acho que está mais na questão do bolso e da facilidade Eu acho que uma ervilha em lata, todo mundo tem em casa Tem gente que prefere deixar congelada aquelas ervilhas frescas, mas então vai dar a questão do gosto. Mas ervilha é ervilha e não vai mudar muito a questão de sabor, não. Tá. Sobre a questão de rendimento, se quem estiver em casa, quem estiver nos acompanhando, utilizar exatamente como você fez com essas quantidades, o rendimento dela pra durar todo o fim de semana, cada um pega uma colherada e acabou o patê, como que é esse patê de ervilha que você preparou? Não, Gabriel, rende bem Você viu ali que eu fiz umas 3, 4 bolachinhas Só para mostrar para vocês aí na receita Mas rende um pote, né? A quantidade da lata ali tem 300 gramas, mais ou menos, né? Mais as coisas que você vai acrescentando Que você pode colocar ali como o dente de alho Para dar aquele sabor Então rende bem E para poder conservar, você deixa na geladeira Então, fez, comeu, pode guardar na geladeira. Exatamente. Tampa, guarda na geladeira e ali o tempo de mais ou menos uma semana, não mais do que isso. Tá certo, então. Patê de ervilha é a dica do Michel Amorim. Você que tá assistindo um filme, né? Tá chegando o fim de semana, aquele acompanhamento. Tá fazendo uma reunião com os amigos de forma virtual. Tá reunindo a família que mora com você aí na sua casa. Olha aí essa receita de patê de ervilha que o Michel Amorim preparou. Tenho certeza que ficou uma delícia. E você viu aí, né? Muito fácil. Michel, quanto tempo demora essa receita? 10, 15 minutos? Ah, vai. 5 minutos, 10 minutinhos e está pronto. No máximo em 10 minutos você faz essa receita de forma muito rápida, fácil e é muito simples. E como sempre, poucos ingredientes. Então, deu muito certo essa receita do Michel Amorim. Agora, tem muitas pessoas que se arriscam na cozinha, né? Vão tentar fazer alguma comida, viu na internet, não dá certo. Aí o que acontece? Aparece no Chefs na Quarentena no Instagram e a gente reproduz aqui no nosso programa para poder dar algumas risadas. Então acompanha aí os chefes nesta quarentena. Aplausos Ah, Michel Amorim, sempre criança aparecendo aqui no Chefs na Quarentena, né? Mas vamos por partes, então. Primeiro, fazer fritura já não é muito aconselhável, né, Michel Moreira? Mas tudo bem, vai uma vez ou outra, a gente permite uma batata frita. Agora, precisa tomar cuidado, porque espirra e a gente sabe que suja bastante o fogão. É, eu não tenho muita sorte com ovo, não sei você, né? Mas ovo, toda vez que eu vou fritar, parece ali uma luta, né? Espirra pra tudo quanto é lado. Uma pipoca, né? Agora eu tô aprendendo, agora eu tô aprendendo. Uma boa panela antiaderente e um fiozinho só de azeite, assim, não precisa de muita coisa, viu? E nem explode tanto. Não precisa de capacete, viseira, porque machuca, né? Dependendo, o óleo tá bastante quente, então pode ter algum acidente. Aí tem que tomar cuidado realmente com fritura. Mas foi engraçado o jeito que a pessoa ficou ali com o capacete, todo paramentado pra poder fritar ali alguma coisa. Se fritura não é muito recomendável, aquela quantidade de açúcar, Michel Amorim, para quem é diabético, um abraço, né? Não, já pode tomar a glicose em seguida, né? Ou acrescenta a glicose no suco. Nossa, mas que acidente, né? Em vez de virar, pegar uma colher, alguma coisa, aquela quantidade, e estragou a receita. Além de perder o ingrediente que você perdeu, o açúcar, acabou a receita. Não tem como salvar, né? Não tem como tirar aquele doce. Você sabe que eu tenho tirado o açúcar da minha alimentação, né? O açúcar refinado, que não é tão bom para o nosso organismo. E até te adiantar aqui, vou dar um spoiler, semana que vem eu vou trazer algumas receitas, né? Sem o açúcar. Então a gente vai consumir o açúcar da própria fruta, da própria receita ali, naturalmente. E olha só, eu fui servir o suco tanto para o meu irmão, essa receita para o meu irmão e para a minha mãe, e eles reclamaram, cadê o açúcar? Tem açúcar aí na receita, né? A gente não precisa, a gente tem que se acostumar com o açúcar natural das coisas, né? E isso você falou é importante, né? Se acostumar, e a gente se acostuma com os novos hábitos alimentares, se a gente começa a tomar muito refrigerante, muita coisa que tem açúcar, a gente acostuma, né? Porque, claro, é gostoso, o nosso cérebro gosta, só que a partir do momento que a gente vai tirando aos poucos, a gente vai percebendo o quanto era doce, né? Fica um tempo sem tomar refrigerante e vai tomar alguns meses, você vai ver a diferença e vai falar, nossa, como realmente é doce. Então, esse diálogo aí que você passou, ele é importantíssimo. Já fez, já derreteu o leite, Michel Amorim? Naquela leiteira aconteceu também de transbordar? Acontece muito, né? E acontece também até no micro-ondas. Quem nunca, né, Gabriel? Ah, quem nunca. Isso acontece. Aquela bobeirinha, aquele um minuto que você vai para a sala para ver alguma coisa, a cozinha, ela se aumenta. Você não pode deixar de lado. Melhor representação. Olhar ali no celular por um minuto, dez segundos, quando vai ver, já transbordou tudo. E 10 segundos também com uma criança na cozinha também é fatal, Michel Mourinho. Você viu ali, um vacilo, olhou para o lado, a criança já estava comendo, já estava brincando. É assim, é uma forma lúdica, mas se é uma receita que você está fazendo para a família, para o almoço, aí já é mais complicado. E aí, Gabriel, o que você vai fazer quando a sua sobrinha for para casa, quando você tiver o seu filho? Porque lá no começo você disse que era interessante sujar apenas um recipiente, só o liquidificador Mas aí quando a criança chegar, o que você vai fazer? Aí a história é diferente, Michel Amorim Aí é a brincadeira de forma lúdica Aí sabe o que a gente faz? A gente primeiro faz o bolo e depois faz com a criança Que se der errado, ela não vai ficar decepcionada Você fala, ó, deu certo e já mostra o bolo Finge que deu certo, porque senão ela vai ficar chateada A gente já viu algumas vezes aqui a criança até chorando porque deu alguma coisa errada. E ela não tem culpa alguma, ela está se divertindo, está brincando. Potência de liquidificador, quantidade dos objetos. Então, a gente cozinha primeiro, faz o bolo, faz alguma coisa e depois cozinha com ela para fazer essa introdução à cozinha. Se der certo, já ficam dois alimentos, ela pode levar para casa ou a gente come. Mas tem um de garantia porque cozinhar com criança não é fácil. Se saiu bem, hein? Tem que ser, tem que ser Tá certo então, Michel Mourinho Gostei, viu, dos chefes na quarentena Nesta sexta-feira Ótimo fim de semana Segunda-feira com saúde na colher E a gente volta a se falar na terça-feira Exato Terça-feira, então, como eu já adiantei É alguma receita ali Sem açúcar Tá certo então, todo mundo na expectativa Aí já tira o açúcar Eu sei que você já está preparado, você cozinha junto com o Michel Amorim, então já guarda o açúcar porque não vai nesta receita. Você aí de casa, muito obrigado pela sua companhia e audiência, você que nos acompanhou desde as 11 horas da manhã, mais de 3 horas de câmera total. Muito obrigado por todas as mensagens, ótimo fim de semana e a gente volta a se falar na segunda-feira, sempre às 11 horas da manhã. Até lá! Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto