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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, sextou 28 de agosto de 2020, começa agora o Câmara Total ao vivo, 11 horas e 8 minutos, E você participa, hein? Através do nosso WhatsApp. Número na tela, 978293776. Olha aqui embaixo, 978293776. Mande uma pergunta, uma dúvida, sugestão, foto ou vídeo assistindo ao programa ou alguma receita. Estou aguardando aqui, hein? E o que você vai assistir hoje? Guarani, hein? Entra em campo logo mais no Estádio Brinco de Ouro, precisando da reabilitação. É o primeiro time fora da zona de rebaixamento, em caro náutico. E amanhã é dia da Ponte Preta entrar em campo. A gente vai falar bastante sobre o Campeonato Brasileiro da Série B. No quadro Saúde é Vida, nós vamos repercutir as doenças respiratórias, sinusite, rinite. E tem uma reportagem também muito interessante sobre a alta da venda de medicamento relacionada ao Covid-19. Tem que tomar cuidado com a automedicação, hein? Tem ainda a previsão do tempo para este fim de semana, qual vereador será que está em pauta? Tem ainda o Rubens Morelli no Cultura Total, culinária com Michel Morim, mas eu começo com a Mina Abreu com as notícias da Metrópole. Vai aparecer aqui na minha tela a Mina, já está preparada. Bom dia, Mina. Nós exibimos aqui na TV Câmara Campinas a entrevista coletiva do prefeito Jonas Donizete. Quero repercutir com você, mas a principal notícia, infelizmente, é a marca que a cidade de Campinas chegou dos mil óbitos. Gabriel, bom dia. Bom dia a você que nos assiste. Infelizmente, a gente abre hoje não com uma boa notícia, mas com essa marca superada. Na verdade, são 1.004 óbitos. nós tivemos 14 óbitos a mais que o dia de ontem, que nós tínhamos 990 óbitos, e com isso o prefeito falou dessa questão e decretou, inclusive vai ser publicado no Diário Oficial de amanhã, um luto de três dias na cidade de Campinas. Notícia mais triste aí que eu tenha que passar para a população, mas faz parte do meu grau de competência, de responsabilidade, de ser a pessoa que comunica coisas boas e coisas ruins. E nós chegamos, nós temos 14 óbitos a mais, nós chegamos a 1.004 pessoas que perderam a vida. Eu estou decretando luto oficial de três dias, vou assinar agora, já que sai publicado no diário oficial amanhã, é uma prerrogativa do prefeito, é uma maneira que a gente prestar uma singela homenagem e solidariedade. O prefeito do município de Campinas, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo artigo 75, inciso 8º da lei orgânica do município, declara, decreta, fica declarado luto oficial no município de Campinas pelo período de três dias em razão das 1.004 mortes decorrentes de Covid-19, registradas no município de Campinas na data de hoje. Passamentos que causam profunda consternação e tristeza à população E o prefeito ainda falou do perfil dessas últimas mortes E também de um todo que aconteceu nesses últimos meses aqui na cidade de Campinas Cinco são mulheres, nove homens Comorbidades, todos tinham outras doenças Onze tinham mais de 60 e 3 tinham entre 50 e 59 anos. Dos 1.004 óbitos dessas vítimas, veja só, eu pedi aqui algo que eu acho que é importante a gente falar e não tira de forma alguma o peso da gravidade de um número como esse, mas do total de 1.004 vítimas, 883 tinham outras doenças. 88%, e 121, um número também considerável, 121 pessoas morreram, elas não tinham qualquer outro problema de saúde, 12%. E com relação à faixa de idade, 821 tinham mais de 60 anos, portanto, 82% das pessoas que perderam a vida com mais de 60 anos. E 183 tinham menos de 60. Aí nós temos 101 pessoas na faixa de idade entre 50 e 59, 45 entre 40 e 49, 28 entre 30 e 39 e 7 entre 20 e 29. E duas entre 5 e 19 anos. Então, essas são menos de cinco anos, nós não tivemos nenhum óbito. Doutor Cármeno, números que nos entristecem, o senhor tem uma fala que cada vida vale, e hoje, é sempre os números, mas é um número que tem uma representatividade forte. Olha, a gente observa, é importante salientar que o prefeito disse que dessas 1.004 mortes, 883 pessoas tinham outras doenças e outras comorbidades. Então fica aqui também o nosso pesar e a nossa homenagem às famílias dessas 1.004 pessoas aqui que faleceram na cidade de Campinas devido à Covid-19, Gabriel. É, toda a nossa solidariedade, não é um momento fácil, mais de mil famílias enlutadas, é um momento difícil, que a gente infelizmente estava prevendo que chegaria com o avanço dos números todos os dias, noticiando aqui a entrevista coletiva com o prefeito Jonas Donizete, as pessoas internadas, então, infelizmente, a gente bate a marca dos mil mortos. Mina, eu peço licença para você, eu tenho mais alguns números aqui da Covid-19, então, eu jogo aqui na tela, em Campinas, então, nós temos essa marca, né, dos mil e quatro óbitos, até agora, deixa eu só voltar aqui, gente, e aí, agora sim. Os casos confirmados, nós temos 27.330 casos na cidade de Campinas, são muitos casos confirmados. Nós temos 608 em investigação, então tem muita gente aguardando para saber o resultado, se é positivo e se é negativo. Um número que pelo menos anima, 51.492 casos descartados de pessoas que não estão com a Covid-19. Estes são os números, Mina Abreu, que preocupa, mas nos casos descartados a gente tem pelo menos um certo alívio, né? Isso, um certo alívio e lembrando que Campinas está na fase amarela e também a gente pode pensar o seguinte, nós temos aí 25.558 pessoas recuperadas da doença, ontem eram 25.345. E como essa questão da fase, de mudar de fase, também depende do número de leitos ocupados, olha só, uma boa notícia dentre tanta coisa que está acontecendo hoje, olha, nós temos 336 pessoas internadas com a Covid, 34 a menos, ontem eram 370, e as pessoas em isolamento domiciliar são 432, 11 a menos também, Ou seja, apesar de a gente ter avançado no número de mortes, quando a gente começa a falar da taxa de internação e da taxa de transmissão, esses números começam a apresentar uma queda. E é nesse cenário que, desde a última semana, bares e restaurantes passaram a funcionar oito horas por dia. A gente está, aos poucos, avançando nessa flexibilização das atividades aqui na nossa cidade. E houve toda uma expectativa da volta, muita confiança, que inclusive esse foi um dos setores mais afetados, além dos setores de eventos e cultura aqui na nossa cidade. E nessas oito horas, cada bar pode dividir o período que quer trabalhar, ou ele trabalha as oito horas inteiras, ou um pouco no almoço, um pouco no jantar. E isso trouxe um alento para a categoria. Nós vamos ouvir agora o que o presidente da Abrazel, aqui na RMC, falou sobre essa primeira semana de 8 horas de atuação. Na semana tivemos abertura com horário estendido até as 10 horas da noite, com 8 horas diárias. Foi muito positivo, porque tínhamos bastante empresários, em torno de 25% a 30% de empresários que estavam decidindo não abrir, porque precisavam do período noturno e aí com essa abertura das 10 horas que começou na semana passada, esses empresários decidiram abrir porque aí sim eles começaram a ter uma retomada dos seus negócios. O momento é muito importante, a gente tem um movimento muito cauteloso a ser tomado ainda com equalização das suas contas, com recontratação de funcionário, porém a gente entende que esse momento é um momento crucial para que a gente volte a olhar para o futuro, volte lá para frente e fala, conseguimos voltar a trabalhar, reabrir nossas casas, contratar pessoas e manter os empregos. Então é muito positivo, graças a Deus estamos voltando e com certeza a gente vai ver histórias boas de retomada e de reabertura de casas e de pessoas sendo contratadas. E olha, a gente falou agora há pouco do número de pessoas internadas, de casos descartados, que esse número positivo também está evoluindo aqui na cidade, nós que já tivemos pico da Covid-19 em mais de 3%, hoje nós estamos numa média de 1,4%, 1,1% e pouquinho, e o estudo do Observatório da PUC Campinas aponta que na 34ª semana da Covid-19, que foi entre 16 e 22 de agosto, nós tivemos quedas de casos aqui na nossa região, inclusive em Campinas, e com novas notificações, esses números vêm crescendo muito, na verdade, decrescendo, desculpe, muito. É 37% menor comparando-se à semana retrasada. E assim, nós vamos seguindo. Com essa perspectiva, já que a gente falou aí da Brasel, também existe uma perspectiva de retomada da economia, e o observatório da PUC traz aí um geral sobre esse estudo. E aí percebemos que saímos, né? do final de julho para uma média de 1.079 casos por dia na região, para as estatísticas mais atuais de 643 casos em média por dia, usando o indicador de média móvel para fazer essa comparação. Então, uma queda de 31% no número de novos casos, olhando a região metropolitana de Campinas como um todo. É muito importante ressaltar que esse não é o momento de relaxamento dos protocolos, por mais que a gente tenha progredido nas fases do Plano São Paulo e essa flexibilização mais recente não tenha dado sinais de que avançaríamos também para a piora da pandemia, é importante ressaltar que não é o momento de relaxar completamente nos cuidados, na utilização dos protocolos que têm se mostrado efetivos até o momento, como o uso de máscara, higiene pessoal e a manutenção de um distanciamento mínimo, inclusive nas atividades que estão funcionando. é importante colocar que qualquer sustentabilidade desse quadro depende desses protocolos. Nos estudos de prevalência que foram feitos mais recentemente, o município de Campinas, por exemplo, identificou que cerca de 3,6% da população teria tido contato com o vírus ou tem imunidade por algum outro fator a Covid-19. 3,6% é uma parcela muito pequena da população. A gente tem algumas regiões no Nordeste que chegaram a 20%, para o mesmo indicador. São Paulo, o município de São Paulo, tem 10%. E quanto mais pessoas com anticorpos, mais dificuldade o vírus tem de circular. Quando esse número é baixo, como é o caso de Campinas e possivelmente das cidades ao entorno, nas cidades menores, a gente fica sempre sob a iminência de um novo surto de Covid-19. A recuperação econômica vai depender de outros fatores. Nesse momento, temos uma economia bastante fragilizada, que já vinha em crise desde 2014, e foi pega por uma pandemia desta proporção, o que nos trouxe, certamente, a pior crise econômica da história recente. Essa crise é pior do que a crise de 2008 e ela é pior do que a crise econômica e política de 2014 no Brasil, que vem arrastando efeitos deletérios da crise financeira e econômica de 2008. Hoje, temos uma população bastante empobrecida pelos efeitos impactos resultantes da crise da pandemia, Com alguns números, uma taxa de desemprego em torno de 14% no estado de São Paulo, com mais de 35% dos domicílios paulistas recebendo auxílio emergencial, mais de um terço, o que deixa, evidencia bastante a situação, o poder de consumo das famílias nesse momento de retomada. e num contexto onde a política econômica é bastante avessa à expansão dos gastos do Estado, do investimento público, a retomada depende bastante, vai depender essencialmente, da retomada do investimento privado e do consumo das famílias. Olha, então como a gente pode observar aí, nós tínhamos aí uma média de 1.079 casos na nossa região, agora são 643, o que não significa relaxamento, é continuação de uso de máscara, inclusive lembrando que Campinas continua multando quem está nas ruas sem máscara, gente, multa de 100 reais ou então uma cesta básica que deve ser paga em até 5 dias. E como a gente já mostrou aqui no começo da semana, no Notícias da Metrópole, essa expectativa é justamente isso daí, olha, o consumo das famílias reduziu, mas há ainda uma perspectiva de que a gente possa ter um crescimento, mesmo que pequeno, na economia da nossa região. O estudo completo está no site observatório.puc-campinas.edu.br-covid-19. Aí tem todos os detalhes desses números apresentados aí pelo economista da Universidade. Gabriel, eu fico por aqui com essas notícias. E ainda de acordo com o Departamento Regional de Campinas, a cidade, junto com outras 40 aqui da região, estão ainda na segunda colocação. O número de casos e óbitos no estado de São Paulo só perde para a Grande São Paulo. A gente tem um longo caminho ainda em relação à Covid-19. Mina, muito obrigado pelas informações repercutindo tudo o que aconteceu hoje com a entrevista coletiva do prefeito Jonas Donizete com os números da Covid-19. e você volta daqui a pouco ao vivo com as notícias aqui da Câmara do Legislativo, tá certo? Certo, combinado, até mais. Tá certo, então, muito obrigado, Amina Abreu, com as informações do Legislativo. Vamos falar agora sobre Campeonato Brasileiro da Série B, porque o Guarani, ele enfrenta o Náutico hoje, às 9h30 da noite, no Estádio Brinco de Ouro. Lembrando, gente, que é com os portões fechados aos torcedores. O Bugri é o primeiro time fora da zona de rebaixamento e precisa urgentemente da vitória. A equipe pernambucana tem apenas um ponto a mais e está com quatro no confronto. A gente tem a arte aqui da tabelinha, deixa eu ver se eu consigo colocar aqui na tela para a gente poder ver. Hoje Guarani e Náutico e amanhã às 21h tem Sampaio Correia e Ponte Preta aqui na tela. já é a vez da Macaca entrar em campo lá em São Luís do Maranhão, lembrando que a ponte vem de classificação na Copa do Brasil e se vencer ela pode entrar no G4 da Série B. E o Sampaio Correia é o lanterna da competição, com nenhum ponto ganho, são três jogos e três derrotas. Não atuou na última rodada, porque muitos atletas postaram positivo para a Covid-19. Recentemente quatro jogadores do Sampaio Correia também testaram positivo para a Covid-19 Então, é uma situação que preocupa bastante. Então, Guarani, hoje, 9h30 da noite, contra o Náutico, aqui no Brinco de Ouro. E amanhã, no sabadão, às 9h da noite, tem Sampaio, Correia e Ponte Preta, lá no Maranhão. Campeonato Brasileiro da Série B. E claro que na segunda-feira, a gente repercute aqui as duas partidas do time de Campinas e fala sobre a classificação. Se o Guarani conseguiu sair da zona de rebaixamento, já que está pertinho, e se a Ponte conseguiu entrar no G4 da competição. Você aí de casa já ouviu falar em empatia por telefone? A Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, aqui de Campinas, criou esta ação voltada aos idosos que, em isolamento, estão sofrendo bastante. Olha só. Alô? Dona Dair? Oi, Dona Dair. Tudo bem? E a Bete? Ai, que bom que a gente está bem, graças a Deus. Bom, a Beth é uma das voluntárias do Empatia por Telefone. É uma ação muito legal, bem bacana, porque muitos idosos se sentem sozinhos, principalmente agora, em tempos do coronavírus. Então, uma palavra amiga, uma boa conversa, tudo isso pode fazer muita diferença na vida das pessoas. Principalmente o idoso, ele se sente muito sozinho nesse momento Porque o idoso é acostumado a sair, a ter as suas amigas, conversar Conversar bastante, o idoso gosta muito de conversar E essa conversa é muito boa Porque eles acabam desabafando, contando a situação deles Se aconteceu alguma coisa durante a semana, eles contam pra gente, né, aquilo que eles estão sentindo. E tem cada história legal. Semana passada eu liguei pra uma, né, e ela estava mal, ela estava sentindo muita dor de cabeça. Aí eu falei pra ela assim, a dona Naira, a senhora, então a senhora descansa. E eu ligo outro dia, né, pra senhora. E ela disse para mim assim, não, Bete, eu quero conversar, eu quero conversar. E a gente conversou muito. E olha, pode acreditar, é bom para os idosos, mas também é bem bacana para quem se dispõe a ajudar neste momento. Em meio a essa pandemia, sua neta conseguiu o serviço, que legal, nossa, feliz mesmo. A Bete que o diga, fala aí Bete. Para mim é muito gratificante, inclusive assim, eu estou aí conversando, depois que eu desligo aí, a minha filha está trabalhando em casa e ela disse assim, mãe, a gente vai conhecê-las depois que passar a pandemia, né? Porque é muito bom, é muito gostoso, é por telefone, não é nem pelo WhatsApp, é direto pelo telefone mesmo, que é uma coisa que já é meio antigo, vamos falar assim, mas parece que a gente já se conhece há muito tempo. A voluntária e a idosa, que está do outro lado da linha, parece que ficam íntimas. A dona Nair, eu sempre estou incentivando ela a fazer algo, inclusive às vezes até eu lanço uns desafios para ela na semana, né? Eu falo, olha dona Nair, a senhora faz crochê? Olha, faz muito tempo que eu não faço. Então a senhora faz crochê essa semana? A senhora assistiu a missa? Bom, Empatia por Telefone completa dois meses com mais de 100 ligações para idosos. Atualmente, olha só, são 60 contadores de histórias inscritos via a plataforma Transforma Campinas. E desde o início foram feitas mais de 140 ligações para cerca de 20 idosos inscritos. A Sueli se inscreveu. E olha, gostou bastante. Essa pandemia, a gente ficar sozinha, em casa, num apartamento, é muito difícil, a solidão machuca. Então, esse telefonema me ajudava bastante Eu ficava aguardando ela me ligar toda quinta-feira E a gente trocava as ideias, batia muito papo E era muito gostoso É uma amizade que eu fiz, não a conheço pessoalmente Mas um dia, quem sabe, vou conhecê-la Ah, que programa bacana, né? Solidariedade em momento de pandemia Empatia por telefone E é o que mostrou a reportagem, né? Todo mundo ganha. O idoso que está recebendo a ligação e você que está fazendo, que está ajudando alguém, está ajudando o idoso e também se ajudando, né? Nesse momento de pandemia que não é fácil para ninguém. Então, muito bacana essa iniciativa. Parabéns aí à Prefeitura da cidade de Campinas. Vamos fazer o seguinte? Sexta-feira, 11 horas e 31 minutos. Como será que está o trânsito da cidade? Será que está com congestionamento? Será que está fluindo? O centro da cidade neste momento, Moraes Salles com a José Paulino, trânsito fluindo. Então, boa notícia para você motorista que precisa ir ao centro da cidade. A gente está vendo as duas vias da Moraes Salles, tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, o trânsito está fluindo. Lembrando ao motorista que precisa respeitar a faixa exclusiva de ônibus, a gente está vendo aqui do lado esquerdo é a faixa direita e do lado direito é a faixa esquerda exclusiva para os ônibus. Mais uma via importante da cidade de Campinas, em Andrade Neves, no cruzamento com a Benjamin Constant. Também um motorista que precisa ir até a rodoviária de Campinas, uma área que tem muitos consultórios médicos, que leva ao Castelo também, uma área de grande movimento, trânsito fluindo, não há trânsito. Orozimbo Maia, hein? Hoje tá melhor o trânsito. Geralmente a gente fala aqui da grande circulação de veículos e hoje é um pouquinho mais tranquilo. A gente está vendo aí toda a avenida da Orozimbo Maia, pertinho ali da Avenida Brasil, semáforo fechado, mesmo assim, há uma pequena quantidade de veículos, então, boa notícia também na Orozimbo Maia. E agora, acompanhando, né, a 13 de maio, pertinho ali da Senador Saraiva, dá para a gente ver o trânsito de veículos fluindo e também as pessoas respeitando, hein? tem que utilizar máscara, senão é multa ou a doação de cesta básica. Comércio já em funcionamento, então a gente está vendo também a circulação de pessoas tranquilo neste momento no centro de Campinas. Primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta nós vamos falar sobre doenças respiratórias e o aumento da venda de medicamentos nesta pandemia. Cuidado com a automedicação, não saia daí. Câmara Total ao vivo, 11 horas e 36 minutos, participe do programa em 978293776, estou aguardando a sua participação. Com certeza você já ouviu falar em asma, bronquite, sinusite, rinite e muitos outros ites. Todas são doenças respiratórias, algumas das principais causas de mortes em todo o mundo. Por isso é importante se cuidar e prevenir. E para saber como, acompanhe agora Saúde é Vida. Olá, tudo bem? Olha, agora é hora de falar de saúde. Como é que você está, hein? Como anda a sua saúde e da sua família? Vem bater um papo gostoso comigo? Olha, se você tiver dúvidas, é só mandar nesse WhatsApp que aparece na sua tela. Olha, a gente sabe que a gente está no inverno, tempinho de frio, é bastante polêmico. Tem gente que gosta, tem gente que detesta. Mas uma coisa é certa, esse tempinho faz bastante mal para quem tem doenças respiratórias. As famosas ites. Eu tenho duas, bronquite e também asma. Mas calma que a gente vai falar aqui com o doutor Fernando. Tudo bem, doutor, que já está aqui comigo na tela? Tudo bem? Tudo bem, e você? Muito obrigada por o senhor estar aqui com a gente no Saúde é Vida. Doutor, eu comecei falando das ites, né? Bronquite, sinusite, renite. É isso mesmo? Agora o inverno meio que atrapalha quem tem essa doença, né? Essas doenças respiratórias. Sim, essa época do ano é uma época na qual a gente vê um aumento dessas doenças respiratórias A gente vê esse aumento, essa exacerbação de casos Tanto na parte clínica, aqui no nosso consultório Quanto também no nosso hospital A gente vê um aumento grande de pacientes internados e é a procura por atendimento médico, principalmente nessa época do ano. O que o frio faz com o nosso corpo que desencadeia as crises? Na verdade, o que a gente vê de maneira mais constante no inverno é o fato do inverno ter uma mudança térmica. O inverno no Brasil é um pouco diferente de outros países. É tão rigoroso assim, né? É, a gente vê um inverno aqui menos rigoroso, geralmente a gente vê essa instabilidade do tempo, ou seja, tem dias que a gente acorda de manhã calor, ao longo da tarde esfria, a noite está bem frio, então essa mudança térmica é bastante ruim, porque muitas vezes a gente sai despreparado, a gente sai de casa sem levar um casaco, alguma coisa, e a noite esfria, Então, a gente vai ter esse choque térmico, essa mudança que não é legal para o organismo. Então, isso pode propiciar alguns tipos de alterações, seja a nível pulmonar, seja a nível nasal. E também um outro elemento importante é o ar seco. Nós somos aqui da região de Gambia, do interior paulista, e realmente já é uma região tradicionalmente seca. Inclusive a gente enfrentou uma chiagem brava, foram quase 31 dias, cerca de 30 dias sem chover, foi uma chiagem bastante prolongada, né doutor? Com certeza, o índice de umidade relativa do ar estava em 18, agora nessa última semana, o que é terrível, é uma unidade próxima de lugares desérticos. Hoje, por sinal, está uma chuvinha gostosa aqui, o tempo virou, e isso é bom para quem tem problemas alérgicos, respiratórios, porque quando a gente tem esse ar muito seco, a gente vai ter muito mais poeira em suspensão, a gente vê aquela poeira, mesmo em casa, às vezes a gente vai ver resíduo de poeira em casa, em alguns lugares mais para o interior, infelizmente ainda existe o problema das queimadas, de polígene, Então, o paciente alérgico acaba tendo contato com isso, que é muito ruim. A chuva é muito boa, porque ela ajuda a sedimentar essas partículas que estão no ar e melhorar a parte respiratória, é um fator muito importante. Então, a gente sempre convive, usualmente nas épocas de inverno, com essa secura toda, que é mais um elemento associado às baixas temperaturas, que também acabam por prejudicar a parte respiratória. Agora, doutor, a chuva trouxe esse alívio, esse alívio bom para a gente, né? A gente está respirando melhor, mas em casa, nessas épocas mais secas mesmo, o que a gente pode fazer? Olha, para os meus pacientes, eu recomendo bastante, principalmente quando a gente vê esse auge da secura. No dia a dia, eu vejo muitos pacientes com queixa relacionada a um nariz muito seco, às vezes sangramento, isso a gente vê muito na garotada, nas crianças, essa sensação de secura também na garganta. Então, a gente sempre orienta os pacientes muito em relação à hidratação, está tomando bastante água, é uma época do ano que a gente deve tomar mais água do que o habitual. E para as pessoas que estão apresentando esse tipo de queixa, uma coisa legal é providenciar elementos que provoquem, melhorem a umidade em casa. Por exemplo, o uso de um umidificador no quarto para dormir à noite. Isso é muito legal. Ou quem não tem um umidificador, algumas medidas simples, como colocar um balde com água, uma toalha úmida, uma porta de um banheiro aberto. mas são atitudes que aliviam bastante pelo fato de aumentar essa questão da umidade. Isso ajuda bastante. E no inverno a gente costuma ficar mais fechadinho também, né? É bom deixar a casa mais arejada. É, na verdade, uma coisa que é sempre falada, isso já de longa data, é o cuidado em relação à poeira doméstica, presença de ácaro, principalmente nas casas das pessoas mais alérgicas. Então, antigamente se falava muito isso, olha, pessoa que é muito alérgica tem que tomar cuidado com carpete, tem que tomar cuidado com cortina, às vezes vai tirar um cobertor que está guardado há muito tempo, ele está, às vezes, com umidade, aquele cheiro de mofo, alguma coisa, Isso pode ser um gatilho alérgico perigoso. Então é sempre interessante, antes de você utilizar alguma coisa que está guardada há muito tempo, abrir, deixar arejar, se possível deixar um pouco no sol. E em casa, obviamente, ter esses cuidados de higiene, principalmente para quem tem uma alergia mais exacerbada. Esse cuidado, como eu falei, em relação ao carpete, passar pano, deixar limpo, em relação à cortina. Evitar bichinho de pelúcia também, né, doutor? Às vezes, quem tem neném em casa, quem tem criança em casa, evitar bichinho de pelúcia, porque é uma poeira, né? Bichinho de pelúcia é um... É um vilão. É um mâncio, é um mâncio. Pra quem quer ter poeira, é ótimo, sem dúvida. Agora, doutor, é assim, eu tenho bronquite e tenho asma, né? Mas, assim, eu não sei a diferença das duas, porque, assim, eu sinto muito que eu perco aquele fôlego, a respiração, quando eu sei que a pessoa, ou eu mesmo, estou com bronquite, com um ataque de bronquite, uma crise ou a asma, tem uma diferença entre as duas? Olha, na verdade, o diagnóstico dessa patologia, é um diagnóstico, claro, que deve ser visto de maneira muito individualizada, então é super importante que o paciente que tem algum tipo de suspeita, olha, eu tenho bronquite, tenho asma, bronquite asmática, como é chamada, muito importante que essa pessoa passe um médico, faça um diagnóstico correto para ter uma certeza em relação à patologia. Agora, em linhas gerais, a pessoa que tem algum tipo de problema respiratório, ela vai se cursar, em geral, com o quadro principal de falta de ar. Então é aquela pessoa que começa a ter uma falta de ar, sentindo o pulmão um certo chiado, como se parecesse um gatinho, um chiadinho, uma dificuldade respiratória. E isso muitas vezes está associado a um gatilho. E esse gatilho, como foi falado, pode ser aqueção da poeira, pode ser uma mudança brusca de temperatura. Aqueles conselhos que a gente ouvia falar da época dos nossos avós, cuidado com o cabelo molhado, a corrente de ar, exatamente, evitar pisar no chão gelado, porque essas coisas podem ser gatilhos de mudança térmica que façam com que o nosso pulmão tenha uma redução do fluxo de ar, tenha uma constrição, ele feche e, portanto, desencadeia esse quadro, que é um quadro, muitas vezes, super angustiante, é um quadro bastante perigoso. Então, o que eu sempre falo para todo mundo é, se você desencadear um quadro desse, começar a ter uma dificuldade respiratória, sentir que está fazendo algum tipo de chiado, algum barulhinho para respirar, procure um médico. Super importante passar por uma avaliação clínica, se necessário, realizar alguns exames complementares em relação a isso e, quando necessário, fazer um tratamento correto. O que eu gosto sempre de informar as pessoas, que eu acho muito importante, é separar falta de ar de obstrução nasal. Isso é uma coisa que as pessoas muitas vezes misturam um pouco. Não sabem muito dessa diferença. Exatamente. Isso a gente pega muito aqui na nossa clínica. Ou seja, as pessoas, olha doutora, eu estou com falta de ar. Mas aí você conversa um pouco e você percebe que o paciente, na realidade, ele tem obstrução nasal e não a falta de ar. Então a diferença básica é que quando a gente tem uma obstrução nasal, a gente vai abrir a boca e vai respirar normalmente. A gente não sente nada de barulho, de dificuldade respiratória. Respira pela boca, né? A pessoa respira pela boca e vai perceber que o problema é nasal, ou seja, é um problema mais alto. Diferente do paciente que está com uma crise pulmonar. Esse paciente, não importa se ele abrir a boca, se ele usar algum tipo de medicação nasal, ele vai continuar tendo esse tipo de dificuldade. Então, a gente deve sempre ficar atento nisso. Olha, está difícil para respirar. Essa dificuldade, ela tem a ver com a parte pulmonar respiratória ou é o nariz? Isso diferencia muito, porque as patologias nasais, as quais, inclusive, são aqui a minha especialidade, é o que eu mais vejo aqui no dia a dia, são muito exacerbadas agora também nessa parte de inverno. Então, a gente vê um aumento muito grande dos problemas tanto alérgicos, que no caso é a rinite, a famosa rinite alérgica, a gente vê uma exacerbação grande dela nessa época do ano, e também de doenças infecciosas da parte nasal e de centro da face, que no caso são as sinusites, as sinusites agudas, as sinusites fecundas. A sinusite geralmente ela dá dor de cabeça, né, doutor, também, é também essa dificuldade de respirar, O paciente acaba respirando pela boca, né? Tem uns sintomas bem diferentes das outras. Sim. É importante a gente lembrar que a sinusite, ela é um quadro de infecção. Diferentemente da rinite, que é um quadro mais alérgico. Então, a gente vai ver a rinite um quadro mais brando, um quadro que vai evoluir geralmente com a obstrução nasal, a coriza, que é aquela doenha que sai do nariz, um catarro mais acoso, espirros, a coceira, a gente pode ter uma vermelhidão nessa área. São pessoas, às vezes, que coçam, mexem muito no nariz. Coçam o nariz e o olho também, né? Pode coçar o olho, pode ter uma coceira, inclusive, na garganta, pode ter uma coceira na orelha também, né? É importante que toda essa área que tem o mesmo epitélio pode ser acometida no caso da alergia, da rinite. Diferentemente do quadro de sinusite O quadro de sinusite, ele já é um quadro geralmente com sintomas mais pesados Então o paciente que nos procura com sinusite Ele é um paciente que geralmente ele está com tosse Ele está com uma obstrução nasal Mas em vez de sair aquela secreção mais aquosa Ele vai assolar o nariz e vai sair uma secreção mais pesada Amarelada, às vezes até esverdeada uma secreção mais densa, a gente vai ter aquela sensação de descer um catarro por trás do nariz, ou seja, quando a gente respira e puxa, a gente sente que desce por trás do nariz e para a garganta, uma secreção posterior, a dor de cabeça, que em geral é uma dor mais na região frontal, podendo ser também embaixo dos olhos, mas é um quadro que já envolve uma prostração maior, Ou seja, a pessoa já está mais cansada, ela quer ficar em casa, ela quer ficar deitada. Afeta mais a condição. É muito mais impactante, sem dúvida. E o tratamento se difere bastante também, porque a rinite são quadros que geralmente a gente vai trabalhar em relação à alergia do paciente, descongestionar, melhorar questões ambientais em casa, né, claro. Por outro lado, a sinusite já demanda, muitas vezes, um tratamento um pouco mais agressivo. Às vezes, a gente entra com antibiótico, com antiinflamatório, então isso se difere um pouco também. O senhor falou desses tratamentos, o que pode ser feito. São doenças controláveis, doutor? Que, assim, na fase da vida desse paciente, pode até vir a sumir ou não? São doenças controláveis. Essa é uma excelente pergunta sua, porque a gente sempre recebe perguntas aqui de pacientes sobre a rinite. Olha, doutora, a rinite tem cura, tem tratamento, e o que a gente fala é que a rinite tem um controle. Não existe até então, até esse momento, uma cura para a rinite alérgica. O que existe é um controle, uma estabilização. Então, a gente consegue tanto fazer um tratamento ativo, ou seja, quando o paciente está na crise, a gente consegue usar medicações que estabilizem esse quadro e melhorem, quanto também tratamentos preventivos, que isso é muito legal, tá? Para quem tem alergia, buscar tratamentos que vão prevenir esse gatilho alérgico, isso é muito importante. No caso da sinusite, aí já é um pouco diferente, porque a sinusite, a gente, em linhas gerais, vai diferenciar as sinusites agudas das sinusites crônicas ou recorrentes. Então, as sinusites agudas, elas podem vir até mesmo de uma quinite mal curada, de um resfriado. Então ela pode vir de um quadro desse, no qual o paciente iniciou o quadro com alergia, aquilo não melhorou, não evoluiu, houve uma contaminação bacteriana por uma baixa resistência, uma baixa imunidade, e isso levou a sinusite. Essa sinusite chamada de aguda, ela é tratada, ela é curada, ela é melhorada e curada, a gente pode usar esse termo. No caso das sinusites recorrentes ou crônicas, aí a gente já vai ver um envolvimento de alterações estruturais da face da pessoa, um desvio do septo, um aumento das conchas nasais, que são apelidadas por aí de cara esponjosa, algum bloqueio de algum dos canais da face que a gente tem, ou seja, a sinusite crônica, ela está associada a alterações estruturais, faciais, e as quais, em alguns casos, é importante ser avaliado, obviamente, e quando necessário, existem cirurgias para corrigir. Então, a sinusite crônica, ela pode sim ser tratada e curada, mas em alguns casos, é necessário que seja feito algum tipo de intervenção cirúrgica para corrigir alguma alteração estrutural que leve a essa sinusite de caráter recorrente. E é importante também a gente frisar, né, doutor, que é sempre procurar ajuda médica, procurar um especialista, não se auto-medicar, porque isso pode acirrar uma doença, né? Por exemplo, uma gripe mal curada, né, doutor, às vezes pode desencadear uma pneumonia, então o paciente tem que ter essa noção que ele não pode ter aquela farmacinha não em casa e ir tomando qualquer coisa. Olha, isso é uma coisa que a gente tem visto muito agora, né, a gente está vivendo uma fase chata, né, de pandemia, qual eu acho que todos nós temos nos adaptado um pouco mais agora, né, já... Esse desafio da quarentena, né? É um desafio terrível, mas o que a gente tem visto nessa fase é realmente bem dentro do que você falou. As pessoas têm medo de procurar os médicos, de procurar hospitais, então elas acabam muitas vezes partindo para tratamentos por conta própria e muitas vezes tratamentos errados. Eu tenho visto muito paciente utilizando medicações inadequadas por conselho de amigos, algum parente, alguma coisa, ela ficou com medo de procurar ajuda e começa a se automedicar e muitas vezes isso pode trazer prejuízos futuros. Então, realmente, como você mesmo disse, tomar muito cuidado com a automedicação, na dúvida procurar um médico, procurar um otorrino que possa auxiliá-lo, isso é super importante mesmo. Doutor, vamos falar da importância da vacina também, já que a gente está no inverno, tem a vacina contra a gripe também, é bastante importante. Sim, a vacina da influenza, ela realmente é muito importante e é essa época, então realmente a gente sempre reforça que deve ser feito, ajuda bastante. e eu acho que principalmente hoje em dia, relacionado ao período de pandemia, é algo ainda mais importante a ser relembrado. Eu gostaria também só de comentar aqui uma coisa que eu tenho visto muito no dia a dia em relação ao uso de máscara, porque a máscara é um elemento fundamental hoje em dia. A gente sabe da proteção que a máscara traz Não só para a pessoa que usa a máscara Mas que também para as outras pessoas que estão perto delas Para toda a comunidade Para toda a comunidade Eu gostaria de dar um reforço para todos os telespectadores Que estiverem nos vendo Para não esquecer do uso de máscara Toda vez que sair Eu acho que a máscara é legal porque a gente está nos protegendo E protegendo as outras pessoas Então é um ato de carinho também pelos outros, eu acho que a máscara ela é muito importante e dentro da nossa especialidade a máscara ela é muito boa, mas também ela pode trazer outras sensações, né? É, ela por um lado ela é muito boa como eu falei, ela é um ato de carinho, ela é um ato de proteção, mas por outro lado pra quem tem alergia ela também pode piorar um pouco a questão alérgica. Porque tanto bem aqui o nariz a boca, né? Assim, eu às vezes me sinto sufocada, mas não tem como. Não tem como, a máscara ela dá isso, ela também tem uma questão de dificultar para algumas pessoas um pouco a respiração, ela pode soltar algum pelinho, que para quem é alérgico pode dar uma coceira, pode dar espirro, ela fluidifica, ela aquece um pouco essa área, então muitas vezes a secreção ela fica um pouco mais fluida, então a gente pode ter uma percepção de quando está com a máscara, sai um pouco mais de secreção, de catarro, mas infelizmente é o mal necessário. Então, mesmo a gente tendo esses sintomas, que infelizmente todo mundo vai ter, para quem tem rinite, usar máscara é pior ainda, acaba sendo um pouco mais chato, mas lembrar sempre do momento que a gente vive, da importância da máscara, para realmente, mesmo assim, fazer um pouquinho de esforço e utilizar. Eu acho que é fundamental. Não pode abrir mão, né, doutor? Não pode abrir mão, vamos ter essa consciência de controle da pandemia com o uso de máscara. Eu acho que é um ato de coletividade, de você pensar em si e no próximo, né, doutor? Então, vale a pena o sacrifício, a gente sabe aí que é uma doença bastante perigosa, que é esse novo coronavírus, então cada um tem que fazer a sua parte, sim, Não importa se você tem ou não doenças respiratórias, eu também tenho. Muita gente aí que está em casa também tem algum tipo de IT, mas não pode deixar de usar máscara. Não é isso, doutor? Exato, correto. Eu tenho visto as pessoas muito conscientes, eu fico feliz por isso. Eu vejo no nosso trabalho, no hospital, aqui na nossa clínica, todo mundo usando máscara. Não só os profissionais de saúde, obviamente, mas eu vejo uma boa conscientização dos pacientes. É difícil conversar com algum paciente que não queira usar máscara, que seja contra. Pelo contrário, eu acho que a população está extremamente engajada nisso. As pessoas fazendo máscaras em casa, personalizando. Eu acho legal, muito bacana essa atitude. E a gente fica contente de ver isso e também de ver a nossa região aqui. o Brasil como um todo, obviamente, mas a nossa região conseguindo reverter esse quadro de pico de pandemia, a gente já sente uma melhora boa aí a nível de população, de pacientes, e, obviamente, muito devido ao uso de máscara, sem dúvida nenhuma. Doutor, infelizmente, nosso tempinho acabou, mas eu queria aproveitar e fazer mais um convite para o senhor, posso? Claro! Volte sempre que quiser para falar desse assunto ou de outros. O quadro Saúde é Vida é do senhor também. Eu queria agradecer muito a sua participação aqui comigo. Obrigado você, obrigado pela oportunidade e que precisaram de estar à disposição por aqui. Logo o senhor está de volta, hein? Obrigado a você também que ficou comigo até agora. Muito obrigada pela sua participação, pela sua audiência. E olha, como o doutor disse, eu vou reforçar. Use máscara e fique bem. E até nosso próximo encontro. Tchau. Só lembrando que nós tivemos um período chuvoso na semana passada, né? Nesta semana, tempo seco novamente, a umidade relativa do ar ficou muito baixa, chegou a casa dos 17% e já já eu falo sobre a previsão do tempo para este fim de semana. Preste atenção agora nesta notícia, viu? Medicamentos associados ao tratamento da Covid-19 tiveram uma alta de 1.590% nas vendas online durante a quarentena. Cuidado, hein? Desde março, o movimento da farmácia não é mais o mesmo Bem corrido, prestando serviço, esclarecendo algumas dúvidas Pessoalmente, via telefone, via WhatsApp Não parava? Não, trabalhamos bastante É que a pandemia do novo coronavírus impulsionou a venda de medicamentos relacionados à Covid-19 Apesar de ainda não haver comprovação Foram três fases, né? Primeiro procuraram a vitamina C para se prevenir, depois a hidroxicloroquina e por último a ivermectina. As vendas pela internet não ficaram de fora. Foi uma alta de 1.590% só no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os remédios mais procurados estão para os tratamentos de ansiedade, insônia e depressão, que tiveram aumento de 20% nas vendas. Em todo o mundo, as pessoas estão muito preocupadas com o desdobramento da Covid-19. E com isso, eles buscam soluções que sejam capazes de eliminar a doença. E o resultado disso é que mesmo com a falta de comprovação científica em relação a alguns medicamentos, muitos consumidores querem apostar nesses medicamentos. Eles estão apostando nesses medicamentos porque eles acreditam que de alguma forma eles podem estar seguros, protegidos e estejam até mesmo se prevenindo da doença. Se por um lado isso foi bom para o varejo, porque impulsionou as vendas, os lojistas venderam mais, tem o outro lado dos consumidores que são os pacientes crônicos, quem de fato precisa fazer a utilização da medicação. Esses pacientes sentiram falta desse medicamento na prateleira. Esse é um comportamento bastante perigoso. Por quê? Porque a gente consegue entender o quanto a população está fragilizada de informação, o quanto essas informações em relação à doença geram incertezas. Nesta farmácia, a procura foi tanta que até hoje tem remédio que está difícil de achar. A hidroxicloroquina, a gente não consegue comprar. E eu reforço aqui, né gente? Vai utilizar algum medicamento, consulte um médico antes, pegue uma receita, tá certo? Delegacia Seccional de Campinas cria setor de intervenção estratégica para atuar no combate aos crimes de maus tratos contra os animais e danos ao meio ambiente. Os animais de Campinas não estão mais desamparados Depois de muitos pedidos de protetores e das organizações não governamentais da causa animal A primeira delegacia seccional da cidade criou um setor de intervenção estratégica Que vai cuidar especificamente das denúncias relacionadas aos crimes de maus tratos contra animais E também aos danos ao meio ambiente O que nós vislumbramos aqui, verificamos, é que a questão animal, a questão da proteção animal estava suspensa, estava abandonada, digamos aqui. E havia uma reivindicação de protetores, cuidadores, de ONGs e de alguns representantes populares aqui, no sentido de que esse serviço fosse resgatado, fosse restaurado. Por quê? Porque hoje é uma temática popular, uma temática atual, que é o meio ambiente. Não só a preservação do meio ambiente, mas também os cuidados com os animais. O setor de intervenção passa a funcionar dentro da seccional, com sala e equipe próprias para o trabalho. Embora não seja uma delegacia de fato, os protetores e defensores da causa animal em Campinas consideram que o setor vai cumprir esse papel na prática, o que na opinião deles estava faltando. Muda completamente a partir de agora, porque a partir de hoje nós temos onde levar os casos de maus tratos aos animais que até agora a gente não tinha. Nós tivemos no passado uma delegacia de proteção animal, que foi fechada por uma série de motivos, e a reabertura dela significa que a gente vai ter a possibilidade de punição para quem comete crime contra os animais. E quando você pune alguém por cometer um crime contra os animais, por exemplo, outras pessoas não cometerão. Em 2014, quando o antigo CEPRAMA foi suspenso, o crime de maus-tratos contra os animais ocupava o terceiro lugar no ranking da violência de Campinas, atrás do tráfico e dos roubos. Agora, com a criação do Setor de Intervenção Estratégica, aqui pela Delegacia Seccional de Campinas, Ele vai dar o suporte necessário para os distritos policiais da cidade combaterem esse tipo de crime. E nós temos, porque somos seres racionais, o dever jurídico de protegê-los. O direito brasileiro não enxerga mais os animais como coisas, como objetos, mas como seres que têm sentimentos, seres sencientes, que precisam da ação humana. E a polícia, na sua atuação de proteção e de investigação criminal, tem que dar uma resposta. Os animais precisam de proteção agora. Meio dia e sete, vamos fazer o seguinte. Rápido intervalo, o nosso WhatsApp dá tempo de você participar. 978-29-3776, o telefone está aqui na sua tela. ela vai ficar para dar tempo de você anotar. 978293776. A gente vai fazer um rápido intervalo e, na volta, eu vou conversar ao vivo com o repórter André Aranha sobre o dia de combate ao tabagismo. Já está aqui, já está preparado, já está com o nosso entrevistado. Então, daqui a pouco, em dia nacional de combate ao tabagismo. E tem ainda também no próximo bloco, mãos solidárias e a previsão do tempo para este fim de semana. Não saia daí, hein? Amanhã é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 8 milhões de pessoas morrem por ano devido ao tabagismo. Você tem esse péssimo hábito? Conhece alguém que fuma? Então preste atenção, porque nós vamos mostrar muitos motivos para você deixar o cigarro de lado para sempre. Às vezes falta um bom motivo, né? Por exemplo, o tabagismo tem papel de destaque no agravamento da Covid-19, no desenvolvimento de formas mais graves. Ou quando um filho aparece na vida de um pai. Não é mesmo, André Aranha? Boa tarde! Com certeza, Gabriel. Boa tarde para você, boa tarde para todo mundo. Na verdade, não há um estímulo, uma empolgação maior para parar de fumar quando um filho nasce. Então, o pessoal que teve filho agora tem que parar de fumar urgente. Bom, eu vou conversar aqui com a doutora Meire, Gabriel, que vai falar muito a respeito disso, muito a respeito dessa situação. Como você disse, são 8 milhões de pessoas que morrem todos os anos, não é? No mundo inteiro, de acordo com dados da OMS, por conta justamente do cigarro. Doutora, tudo bem? Boa tarde, prazer em tê-la conosco aqui na TV Câmara Campinas. Boa tarde, André. E parabéns pelo filho. Muito obrigado. Bom, como que funciona a educação para uma vida sem cigarro, doutora? Eu acho que começa exatamente com a criança. A partir do momento que você começa a orientá-los sobre todos os malefícios do cigarro Você consegue uma melhor adesão e com isso você vai fazer adultos não fumantes Todas as outras campanhas, todas as outras formas que já se tentam no mundo De conscientizar as pessoas para parar de fumar O melhor resultado foi você começar com a criança e com o adolescente Explicando a eles os malefícios, fazendo com que eles entendam, orientem os pais em casa, principalmente. Então, acho que a melhor forma da gente fazer é com eles, certo? Bom, não deixa de ser certamente a melhor alternativa, né, doutora? Porque se conscientizar criança, jovem, desde cedo, evidentemente que o resultado será muito melhor, não é isso? Sim, você vai fazer, vai transformar um adulto consciente, né? E o que a gente descobriu, que você orientando as crianças e o adolescente, eles levam essa informação para casa, cobram dos pais um melhor posicionamento a respeito e conseguem, na maioria das vezes, fazer com que os pais parem de fumar. O que reduz muito o tabagismo, né? Até porque tem a questão do exemplo também. A criança quando vê o pai ou a mãe fumando em casa, ela fala, eles podem porque eu não posso. Exato. Exatamente por isso que a gente viu que funciona muito bem com as crianças. Todas as outras campanhas que a gente tentou ser feita no mundo com o adulto, você tem uma adesão inicial muito alta, mas depois você tem uma desistência também muito grande ao longo do treinamento, entendeu? Pois é, e tem também a questão do fumante passivo, né? Você está em casa, tem a criança, enfim, tem a mulher, o marido. É, você vê, no Brasil, a gente tem, em média por ano, 18 mil óbitos de pessoas que nunca fumaram, mas que têm as consequências da doença, ou por DPOC, ou por tumores mesmo, que acabam falecendo. Então, esse número é um número bastante alto quando a gente compara com todos os óbitos causados pelo tabaco, que é em torno de 150 mil. Então, a estatística diz que DPOC leva um número grande de óbitos, AVC, câncer mesmo, mas você ter um número tão alto de pacientes que nunca fumaram falecendo em função do tabagismo, eu acho que é um dado que é preocupante e por isso que é necessário fazer todas as campanhas de prevenção. Bom, é isso que eu ia perguntar para a senhora com relação às campanhas e ações que estão sendo realizadas aqui no COC anti-tabagismo. Gostaria que a senhora falasse a respeito disso, porque esse, na verdade, é um ano atípico, né? Então tem a questão do programa que normalmente era feito aqui, hoje são mais ações internas que estão sendo realizadas? Exato. Hoje a gente tenta conscientizar os nossos colaboradores sobre os problemas com o tabagismo. E a nossa rotina era fazer campanhas nas escolas, com palestras e com um programa em que, depois da palestra, a gente solicitava que os alunos fizessem propagandas mesmo sobre como evitar o tabaco. E daí era feita uma avaliação interna de quais eram as melhores histórias, ou mesmo os desenhos, ou mesmo a propaganda, e esses meninos vinham para cá, a gente condecorava, tinha uma festa, normalmente fazia uma comemoração para mostrar para todos os outros o que foi selecionado. E daí saíram muitas ideias interessantes E conversando com os pais, durante o período que é feita a campanha Os pais comentam que eles são pressionados pelos filhos a pararem de fumar E que eles comentam em casa todos os malefícios Então você vê que tem um retorno daquilo que foi falado E que consegue cativar o adulto a parar de fumar É, nessa situação os pais ficam até constrangidos na frente dos filhos, né, doutora Meire? Exatamente, porque o exemplo é fundamental. E a gente sabe que o pai que fuma acaba levando a um filho que fala, uai, se pode fumar, eu também posso, né? Claro. Então, e se a gente prestar atenção ao longo do tempo, como é que o tabaco vem funcionando, né? Você vê que você tinha crianças que começavam a fumar muito cedo, com seis, sete anos, E hoje você tem uma idade mais elevada, mas ainda tem muita criança fumando. Bom, eu vou perguntar para o Gabriel Castro se tem alguma pergunta aqui para a doutora Meire, que está ao vivo conosco. Gabriel, aqui no Câmara Total, por favor. Tenho sim, quero agradecer a presença da dona Meire aqui no Câmara Total. Você que está em casa também pode participar através do nosso WhatsApp do 978293776. Faça a sua pergunta que a gente repassa aqui a oncologista. A minha pergunta para a doutora Meire é a seguinte, é muito comum as tentativas para largar o cigarro, né? Só que a ansiedade e o estresse, a gente sabe que jogam contra. Nesta época de pandemia, quais são as alternativas? É meditação? É floral? É medicamento? É apoio dos amigos? Aí no Centro de Oncologia, vocês também fazem esta orientação ou um encaminhamento para o paciente? Como funciona? Sim, a gente conta com um serviço de psicologia que nos dá um apoio quando necessário. E encaminhamos para os programas que tem o próprio governo federal, o Ministério da Saúde, tem um programa para quem necessita parar de fumar. E também, se é necessário prescrever algum ansiolítico para ajudar, a gente também faz isso. Mas é, realmente é preciso ter um apoio muito grande, tanto de psicólogos como do pneumologista e da família, né, para nos suportar enquanto estamos ficando sem o cigarro. Ô doutor, em 2020 os malefícios do cigarro ganharam ainda mais, ganharam mais um agravante, na verdade, né, que é justamente o coronavírus, né? Exato. Em todas as estatísticas ou nos hospitais mesmo, você vê que o paciente que é um fumante e um fumante relativamente pesado, ele evolui pior do que aquele paciente que não fuma, né? Você agrava mais a condição clínica dele por ser fumante, principalmente a nível pulmonar, onde a gente sabe que o coronavírus atua mais. Então, com isso, a gente tem uma preocupação muito grande com as pessoas que fumam e tenta explicar exatamente qual é o risco que ela corre com relação ao Covid. Bom, doutora, o cigarro atinge, na verdade, vários órgãos, né? Esôfago, pulmão, bexiga, laringe, faringe, boca, útero, praticamente o corpo inteiro, né? É, ele tem, ele realmente, os efeitos dele ao nível do corpo são intensos, até porque a nicotina, que é um dos subprodutos, ela é viciante. Então, com isso, ela acaba fazendo com que você, o seu organismo precise cada vez mais, por isso que cada vez a pessoa acaba fumando mais, E atua nos órgãos todos, principalmente os da cavidade oral, do trato gastro digestivo, a nível de bexiga, que a gente nunca imagina, porque a bexiga está tão longe da boca, vamos pensar assim, do pulmão, mas você tem uma atuação muito grande nesses órgãos. Doutora, o pessoal está pedindo para você repetir, falar um pouco mais a respeito das ações que estão sendo realizadas aqui no COC este ano, como forma de prevenção ao cigarro. Bom, a gente tem conversado com todos os colaboradores que fumam a nível interno e com todos os nossos clientes que fumam, a gente tem orientado para participar de programas de combate ao tabagismo. Beleza, mais alguma coisa que a senhora Queira colocar referente As ações, referentes a campanha Referente a essa situação De parar De fumar, dos sintomas Esse tipo de coisa Eu acho que a primeira coisa, uma das coisas mais importantes É você querer parar de fumar A partir do momento que você deseja parar de fumar Você começa a procurar Isso é fundamental O segundo é que a questão é Você tem que ter um incentivo pessoal, para que você comece a procurar os programas, se aderir a um programa e tentar fazê-lo durante todo o período, sem abandonar no meio, que eu acho que isso também é uma coisa que a gente não pode esquecer, que muitas vezes há um churrasco de final de semana, uma cervejinha, acaba te incentivando a fumar E todo mundo fala que depois que começou a fumar, você não para, você acaba fumando ali muito. E tem aqueles que alegam que só fumam no final de semana, quando estão tomando cerveja. Esse eu acho que é o mais tranquilo para a gente conseguir fazer parar de fumar, porque se é só por isso, se ele está ali com todos os amigos, ele não precisa fumar. Ele tem o incentivo dos amigos exatamente, o apoio para que não fume. Então, acho que a gente tem que pensar sobre como incentivar as pessoas a parar de fumar. Elogiar todas as vezes que você diminui a quantidade que você está fumando. E procurar todos os programas, que tem diversos programas, tanto no serviço público quanto no privado, para a gente parar de fumar. Quem quer parar, né, doutora? Eu acho que sim. Eu acho que é um bolema, quem quer para Então tá bom, muito obrigado pela sua participação aqui no Câmara Total Um assunto certamente muito importante, né? Foi extremamente importante a sua participação aqui Falando a respeito dos malefícios do cigarro, também das ações que estão sendo realizadas Então a gente agradece a sua participação aqui na TV Câmara Campinas Muito obrigado, doutora Nós é que agradecemos poder participar com vocês e colocar para as pessoas o quanto é importante parar de fumar. Eu acho que isso é a coisa mais importante. Então tá bom, muito obrigado, doutora, que participou conosco ao vivo. O jeito é mesmo todo mundo parar de fumar, não é isso, Gabriel Castro? Exatamente, muito obrigado, André Aranha e também a doutora Meire da Silva Tereza por todas as informações. É um péssimo hábito, então quem aí de casa tenta, e vários motivos, né? Desde a presença de um filho, até agora a pandemia do coronavírus, as doenças cardiorrespiratórias. Então, motivos não faltam para você deixar o tabagismo de lado para sempre. A gente está falando que amanhã é o Dia Nacional de Combate ao Fumo, mas hoje é o Dia Nacional do Voluntariado. Então, parabéns e também um muito obrigado a você que doa o seu tempo para realizar trabalhos sem fins lucrativos, que sempre participa de ações de interesse social e também comunitária, comunitário. Por exemplo, Cruz Vermelha, Médicos Sem Fronteiras, eles sobrevivem graças ao trabalho voluntário. E por falar nisso, nós vamos conhecer agora o trabalho da ONG Mãe Maria Rosa, no Mão Solidárias. Oi gente, tudo bem? Chegou a hora de falar de coisa boa, solidariedade. Uma palavra tão importante nos dias de hoje. A gente sabe que ela é cumprida e por isso que ela faz muito bem. Em falarem bem, eu vou até lá o movimento assistencial espírita Maria Rosa com a Vera. Tudo bem, Vera? Tudo bem com vocês, é um prazer recebê-los aqui novamente Muito obrigada Vera, e seja sempre bem-vinda aqui no Mãos Solidárias Vera, eu já estive aí na Mãe, a gente até chama de Mãe, Movimento Assistencial Espírita Mas eu ouvi muita gente chamando de Mãe, porque realmente abraça muita gente É igual um coração de mãe, cabem idosos, cabem adolescentes, crianças Mas conta para a gente o que faz aí a entidade, Vera. O Mãe Maria Rosa, que é o Movimento Assistencial Espírita, por isso é que forma essa sigla, Maita, é uma história curiosa do nome antes de eu falar sobre as ações da entidade hoje. Esse nome foi dado pelo Chico Xavier, a Vandir, que é a fundadora da instituição, ia dar o nome de Entidade Assistencial Espírita. Aí, consultando o Chico Xavier, ele falou, por que você não coloca movimento assistencial? Porque o movimento é aquela coisa que não para. E está sempre em circulação. Está sempre agindo, está sempre circulando. E aí, ela achou boa a ideia. Depois que ela percebeu que, ao você formar a sigla do movimento assistencial espírita, formaria a palavra mãe. Então, mãe, aquela que acolhe, aquela que recebe, aquela que atende as necessidades das pessoas por ela assistidas. Então, a nossa entidade, ela começou como Casa da Sopa. Foi a primeira Casa da Sopa em Campinas e funcionava no alto do Itacoarau. No entanto, na década de 70, quando o Parque Itacoarau foi urbanizado, foi construída a Lagoa do Itacoarau, As famílias que moravam ali em favelas foram retiradas daquele local e levadas para as margens da rodovia Dom Pedro I, ali para a região dos Amarais. Só que essas famílias continuavam indo a pé pela Dom Pedro, lá dos Amarais, até o alto do Taquarau, para tomar um prato de sopa por volta das 4, 5 horas da tarde. Olha a necessidade dessas pessoas, né? Era a fome, a fome era muito grande. E aí eles conseguiram um terreno ali no Jardim Campineiro e construíram uma nova sede. Nós funcionamos como Casa da Sopa até mais ou menos uns 15 anos atrás. Com o tempo, a fome deixou de ser a grande necessidade daquela população que a gente assistia. Então, nós transformamos as nossas ações em projetos socioeducativos. E hoje, nós atendemos pessoas de todas as idades. Nós temos mais de 200 idosos, cerca de 250 idosos, que são atendidos no programa de centro de convivência. Nós oferecemos balé, ginástica, várias atividades. Eu vi o povo dançando, gente. Lá não tem esse negócio de ser novo, de ser velho. tem atividade para todo mundo, né Vera? Eu vi, põe aí a imagem do que eu estou falando, né? A felicidade dos idosos dançando, se movimentando, né Vera? Nós procuramos dar qualidade de vida, retirá-los do isolamento social e mostrar que ainda eles são capazes. Então nós oferecemos também cursos para essas pessoas, eles têm uma série de atividades para mantê-los... Ativos mesmo, né? Ativos e integrantes da comunidade. Nós atendemos também 140 crianças, que vai dos 6 anos até os 14, em programas sócio-educativos, e adolescentes também. Essas crianças e adolescentes, eles frequentam a instituição no período extra classe, ou seja, os que estudam de manhã, vão à escola de manhã, vêm para a entidade, almoçam na entidade e depois fazem atividades à tarde. Nós temos música, dança, teatro, uma série de atividades para tirar essas crianças da rua. E os adolescentes também fazem hip hop, tem percussão, tem projeto de artesanato em telha. Nós temos muitas atividades mesmo. Então, é uma forma que nós encontramos de tirar essas crianças e adolescentes da rua. E para os jovens também que passam dos 18 anos, nós temos cursos de gastronomia. É aos sábados, é uma profissionalização. Então, é bem bacana porque nós atendemos a família de uma maneira geral. Também temos programas com as gestantes, também fazemos enxovais para bebês. Então, para você ver que o nosso trabalho é realmente muito amplo mesmo. Aí vem aquela ideia do Chico Xavier, de movimentar, porque vocês acabam movimentando toda a estrutura. Começa lá embaixo com as crianças, sobe para os adolescentes e chega na melhor idade. Inclusive, Vera, eu tenho depoimento de que eu colhi na época que eu fui lá na instituição, vamos ouvir de uma idosa que falou que até se curou da saúde, dos problemas de saúde. Vamos ouvir. Eu perdi movimento do lado direito e eu precisava de exercício, né? E aí eu vim pra cá. Daí, ando pra todo lado, não caí, graças a Deus, nenhuma vez mais que eu caía e me machucava. Não caí, ando para todo lado, pego ônibus Então aqui foi uma parte do meu remédio Olha, bastante interessante o depoimento dessa senhora, né Vera? Agora, vocês percebem que vocês têm transformado, vocês falaram que movimentam Mas que vocês também trazem transformação social de alguma forma? Com certeza, porque a partir do momento que nós realizamos esses projetos onde a gente resgata a autoestima, a dignidade, sabe, que a gente empodera essas pessoas, a gente mostra que elas são capazes de continuar realizando as coisas, e as crianças também, que a gente mostra que elas são capazes de realizar os seus sonhos, nós conseguimos fazer com que essas pessoas sejam melhor incluídas na sociedade, que elas sejam mais aceitas na sociedade, que elas não se sintam à margem da sociedade. Por isso que esses programas são de extrema importância. Agora, ele também é localizado ali, numa região bastante carente, então o bairro também vai se transformando, só da instituição está ali no meio, porque dá um novo futuro para as crianças, por exemplo, você falou do curso de gastronomia, o adolescente já sai com uma profissão, com um projeto de vida, É por aí mesmo? É bem assim. E sabe o que é bacana naquela região, Andréia? É porque tem sete entidades assistenciais localizadas nessa região dos Amarais. E nós fazemos uma integração, sendo que cada uma delas, não existe competição, A gente faz uma integração para que cada uma seja focada em algum tipo de assistência necessária. Então, por exemplo, você tem ali o Grupo Primavera, por exemplo, que ele foca mais as meninas. Eu já fui lá também. Nós também passamos atendimento às meninas, a gente trabalha mais os rapazes. E aí existe um evento anual naquela região que se chama abraço, esse abraço é um dia de atividade que cada ano acontece numa dessas sete entidades ali dessa região, onde cada uma mostra para outra o que está fazendo. E cada ano é realizado na sede de uma instituição. Essa organização entre as próprias entidades assistenciais naquela região permite com que nós consigamos fazer um atendimento melhor às necessidades e às demandas daquelas famílias. Olha, é uma evolução, uma união pelo bem, né? Agora, apesar desse trabalho tão importante, vocês também foram afetados com a pandemia do novo coronavírus. Como é que está sendo, Vera? Olha, fomos afetados e muito, porque nós tivemos que suspender as nossas atividades. E mais do que suspender as atividades, muitas dessas pessoas dependem, as crianças almoçavam na entidade, os idosos que frequentavam ali, E muita gente está desempregada e hoje está necessitando de alimentos. Então, nós ficamos como uma espécie de sede naquela região para poder ajudar as famílias com gêneros alimentícios e com produtos de limpeza. Para você ter uma ideia, nós atendíamos cerca de 390 famílias. Hoje nós estamos atendendo praticamente 600 famílias com gêneros alimentícios e com produtos de limpeza. Praticamente dobrou, né? Praticamente dobrou e nós estamos fazendo um atendimento emergencial. Nós abrimos todos os dias na parte da manhã para entrega, organização e entrega dessas cestas de alimentos e de produtos de limpeza para todas as famílias. Todas elas são cadastradas e elas têm uma periodicidade para receber esses alimentos De acordo com o levantamento que foi feito de cada família Tem aquelas famílias que são mais numerosas e que precisam de mais E as famílias que são, de acordo com a necessidade de cada família Vocês fazem uma espécie de avaliação, de um raio-x, para ver qual família está mais carente, mais vulnerável, qual precisa ser atendida com uma maior quantidade de alimento ou produto de limpeza, de uma forma mais rápida, né? Vocês fazem uma avaliação socioeconômica. Isso, exatamente. E, além disso, nós também conseguimos fazer uma campanha de cobertores, e quando começou o frio, também era uma outra necessidade. E toda a nossa arrecadação, Andréia, é feita por meio de voluntários. São amigos que ajudam, ou depositando dinheiro na conta da entidade para que nós possamos comprar o que aquelas famílias necessitam para atendimento das suas necessidades, ou doando os produtos de limpeza. Então, elas têm várias formas de ajudar a instituição. E graças a Deus, nós pensamos que essa pandemia fosse durar menos tempo, mas nós já estamos aí no quarto mês. Desde março a gente está sofrendo com essa quarentena, com essa pandemia. Graças a Deus, até agora não faltou. Ótimo. E nós continuamos pedindo ajuda, contando com ajuda, porque se cada um der um pouquinho, a gente consegue atender em quantidade. E isso é muito importante. Acho que um gesto, ele acaba se multiplicando, né Vera? A pessoa que doa, consegue doar, o pouco que consegue, ela já consegue ajudar muita gente, né? O poder público também tem nos ajudado, a prefeitura por meio do Fundo Social de Solidariedade, porque nós também passamos a atender o pessoal das comunidades que não eram atendidos por nós, que eram atendidos pela municipalidade, mas nós centralizamos essa entrega. Então, aquelas famílias daquelas comunidades próximas que eram atendidas pela assistência social, também nós estamos fazendo esse atendimento. E também a municipalidade nos tem ajudado com as nossas necessidades. As campanhas que estão sendo realizadas por empresas, pela mídia, também tem nos ajudado muito para que não falte nem o alimento e nem os produtos de limpeza. E quem quiser ajudar, quem está em casa, está nos assistindo nesse momento e quiser ajudar a instituição, como é que faz? Olha, basta entrar em contato com a gente, que a gente, as pessoas podem levar os alimentos diretamente lá na entidade, que funciona na rua Vicente Palombo, número 34, no Jardim Campineiro. Você passando, indo pela estrada dos Amarais, passando sobre a ponte da rodovia Dom Pedro, ou se estiver na Dom Pedro, entrar ali para o São Marcos, você pega a segunda à direita. Já é no final dessa rua. Então, é muito facinho chegar lá. Entendeu, gente? O endereço é facinho. É rua Vicente Palombo, número 34. Vou deixar aqui, ó, para você poder anotar, para você poder ajudar, é uma ajuda bastante preciosa, né, que você sabe que ela vai brotando, o que você tiver em casa e poder ajudar, é só levar nesse endereço que aparece na sua tela, né, e são muitos os desafios, né, Vera, que o novo coronavírus trouxe, né? Ah, demais, e a gente tem muita preocupação principalmente com a orientação dessas pessoas então nós também tivemos a ajuda de amigos como o ateliê da Edna Onaga que nos confeccionou mais de 250 máscaras e outras entidades também que nos deram máscaras para a gente distribuir para essas famílias E aquelas pessoas, André, que não puderem sair de casa, que não puderem levar, basta ligar também para o WhatsApp, que eu vou passar para você, que é o 997716735, ou nós retiramos, ou então nós temos convênios com algumas empresas que fazem cestas básicas, as pessoas podem comprar direto dessas empresas que eles se encarregam de levar até a entidade, porque às vezes quando é pouca coisa a gente também não tem voluntários em número suficiente para poder ir arrecadar esses alimentos. Então nós temos várias formas, basta a pessoa entrar em contato com a gente que a gente dá um jeito de pegar essa doação. Então Vera, eu vou repetir o telefone, é esse que aparece na sua tela, é o telefone de contato, com a instituição, Mãe Maria Rosa, tem várias formas de ajudar. O que não pode fazer é deixar de ajudar, hein, gente? Então, está aqui o telefone, anota, manda uma mensagem, vê o que a instituição precisa e a forma que você pode ajudar. Um pouquinho é um carinho, né? É aquela coisa de mãe mesmo, né? Que vai acolhendo, né, Vera? É uma necessidade de atendimento. Eu acho que todo mundo precisa olhar, não só agora nessa pandemia, mas em qualquer situação, para as pessoas que vivem ao seu redor, sabe? Às vezes a ajuda não é só financeira, sabe? Ou com produtos. Tem muitas vezes que tem pessoas que estão ao nosso lado que precisam de uma palavra amiga, que precisam às vezes simplesmente ser ouvidas. A forma da gente ajudar é muito vasta. Nós temos muitas oportunidades. É olhar para o outro. A gente tem que sair, sabe, desse casulo que a gente vive e começar a olhar um pouco para as pessoas que estão ao nosso redor, sentindo as necessidades que elas têm. E ajuda... Oi? Eu tenho um depoimento de um adolescente que faz parte aí, dos adolescentes assistidos. Eu queria compartilhar com o pessoal que está em casa, vamos ouvir, para ver como a ajuda do bem transforma vidas. Vamos lá. A gente não aprende só a ler e escrever, a gente também tem esporte, tem arte, tem grafite, tem várias coisas diferentes. A gente vê bastante essa felicidade das crianças, né? Então eu quero até a gente estar chegando ao fimzinho do nosso programa, infelizmente. Então eu quero que você deixe o seu recado aí para quem está nos assistindo. A gente sempre fala que a gente deve fazer o bem sem olhar a quem. Na verdade, eu falo que a gente tem que fazer o bem olhando para quem a gente está fazendo. Porque quando a gente olha para essas pessoas, a gente vê como elas são muito mais importantes para a gente do que nós para eles. Eles nos ensinam muitas coisas, eles nos ajudam a ver o mundo de outra forma. E a gente se torna pessoas muito mais agradecidas nessa vida por estar tendo a oportunidade de ajudar e não de receber. Então, eu acho que a gente recebe deles um ensinamento muito grande nesse sentido, para a gente ser eternamente agradecida por tudo aquilo que a vida nos dá. Vera, muito obrigada. Boa sorte aí que você receba muitas ajudas para poder espalhar essa semente do bem e continuar transformando vidas. E nosso programa está sempre de portas abertas para você, viu? Olha, nós agradecemos muito em nome do Mãe Maria Rosa. Eu agradeço muito, sabe, esse carinho da TV Câmara, de vocês, de toda a equipe do jornalismo para com a gente. E vamos esperar que tudo isso passe logo, que a gente possa retomar as nossas atividades, que eu gostaria muito de mostrar para vocês como é a evolução dessas pessoas, pessoas, a inclusão delas na sociedade e como esses projetos fazem a diferença na vida delas Amém, obrigada Vera e obrigada você que esteve comigo até agora e olha só, fica o recado faça o bem, semeie o bem e olhe o próximo, até nosso próximo encontro, fique bem, tchau Nesta semana foi de sol e tempo firme e para este fim de semana o tempo seco permanece. Você que quer sol e calor, a notícia é boa, viu? No início da semana estava bem frio, mas agora a mínima está alta para o inverno. Vamos acompanhar então para este fim de semana, para este sábado e domingo. Olha só, amanhã, sabadão, dia 29 de agosto, mínima de 15 graus e máxima de 29. E no domingo faz calor, hein? vai lembrar o verão, mínima de 17 e a máxima pode chegar aos 31 graus. E segundo a Defesa Civil, a cidade de Campinas está em estado de alerta por conta da baixa umidade relativa do ar. Essa semana, por exemplo, chegou aos 17%. Portanto, evite exercício físico entre as 10 horas da manhã e as 4 horas da tarde. Beba muita água e se tiver em casa, utilize o soro fisiológico no nariz. Vamos fazer um intervalo rapidinho, o tempo para você tomar essa água e na volta, qual vereador será que está em pauta? Câmara Total de volta, continue participando em 978293776. E agora quem está em pauta é o vereador pastor Elias Azevedo, que está na segunda legislatura consecutiva. É o atual segundo vice-presidente da Câmara de Campinas. Olha, eu acho que é o vereador que está mais presente nas comissões aqui do Legislativo. Preste atenção. Presidente da Comissão para Assuntos da Região Metropolitana de Campinas. E membro das comissões de Constituição e Legalidade, Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, de economia e defesa dos direitos do consumidor, finanças de orçamento, mobilidade urbana e planejamento viário. Além de políticas de prevenção às drogas, mandato bastante ativo, não é mesmo, vereador? Muito obrigado por ter aceito o convite para participar aqui do programa Câmara Total no Em Pauta. Celso, muito obrigado pelo convite, me sinto honrado em participar com vocês mais uma vez dessa atividade que tem por objetivo levar informações para a população de Campinas e região. De fato, este segundo mandato meu teve bastante trabalho. E independente de estarmos vivendo esse período de pandemia ou não, desde o início da nossa legislatura, dessa legislatura, Os trabalhos foram bastante intensos, seja nas comissões ou nos plenários mesmo, com as votações das ordens do dia. Vereador, como tem sido participar das reuniões de forma extraordinária, de uma forma virtual? O senhor tem se adaptado? É, eu consegui me adaptar bem Aliás, eu penso que todo mundo precisou se adaptar Nós vivemos uma nova realidade E a internet que até o final do ano passado, o início do ano passado Ela não era vista, ou pelo menos usada Para as reuniões virtuais, para as reuniões à distância ela acabou sendo uma verdade para nós, principalmente o Legislativo Campineiro. Nós precisamos, então, nos reinventar. O vereador, ele precisou se reinventar aí nessa pandemia e nós tivemos mais de 200 sessões extraordinárias. Olha que é um número significativo. A Câmara de Vereadores de Campinas está cumprindo o seu papel de fiscalização, de dar condições para que a cidade caminhe. Então, nós precisamos mesmo nos reinventar nesse momento de pandemia que a gente está vivendo. No primeiro momento, não foi uma coisa muito fácil, porque para vocês da TV Câmara, é uma coisa mais do dia a dia. Eu, particularmente, não sou uma pessoa muito dada aos vídeos, eu prefiro mais o rádio, o áudio. E falando para uma câmera não é um negócio muito fácil, mas eu acho que a gente está se saindo bem. Hora que acende aquela luzinha, né? Fica complicado, né? Na hora da fala. É muito melhor o pessoalmente, mas nós vamos nos adaptando, né? Vocês parlamentares aí de casa e nós com todos os protocolos de segurança aqui no estúdio. E por isso que a gente realiza essa entrevista de forma virtual, para preservar a integridade física de todos nós. Então, nesses cinco meses, 200 reuniões extraordinárias, a gente pode concluir que as discussões e votações têm acontecido normalmente, né? A cidade de Campinas inserida neste contexto de pandemia e os senhores votando todas as propostas, todos os projetos para auxiliar todos os cidadãos. As propostas que vão para a pauta, elas precisam necessariamente passar pelas comissões, seja ela de legalidade, que é a primeira que passa, né? E depois nas comissões de mérito. Quando nós vamos para o plenário, estas votações nas comissões, uma boa parte já foram realizadas e nós realizamos isso também à distância. Agora não pelo Zoom, mas a gente consegue fazer isso pelo próprio WhatsApp ou outra plataforma. Legal. Vereador, é de sua autoria o projeto de lei que autoriza a Indec, a empresa que administra o trânsito aqui na cidade, a realizar o parcelamento de multas de trânsito por meio de cartão de crédito e também de débito. Como é que o senhor vê na prática a eficiência dessa lei? Nós tivemos uma demanda da própria população, né? Porque quando o cidadão tem o seu cargo apreendido, normalmente não é apenas, e entendo essa minha colocação aqui, de um documento vencido. É porque a situação financeira dele está muito prejudicada, é delicada. E aí não é só o documento, às vezes tem uma multa, além da multa que é aplicada no momento do carro ser recolhido, mas o tempo que ele passa no pátio, porque às vezes a pessoa não tem condições de resolver o problema toque de caixa. E por conta disso, às vezes um carro que foi recolhido ao pátio para ser resolvido o problema, meu amigo, é muito caro. E vale a pena a gente dizer aqui que não é porque o cidadão quer, é porque a situação financeira que fez com que a pessoa atrasasse alguns tributos. E aí nós apresentamos então esse projeto, tivemos o parecer favorável das comissões, ele foi para a pauta, os vereadores então aprovaram. E o legal desse projeto é que a pessoa pode parcelar em quantas vezes ela achar necessário, desde que no máximo o que foi estabelecido. Ela não consegue pagar de uma vez, mas ela pode passar em duas, três, quatro, cinco vezes e aí ela resolve o problema do seu veículo, do seu automóvel e aí ela vai com o passar dos meses, ela vai devolvendo ou pagando esse valor para a operadora de crédito. Nós tivemos um período para que a lei fosse ajustada lá na Indec, porque precisou fazer contato com bancos, enfim, aquela coisa toda. De sistema, né? De sistema, mas agora ela já está em plena vigência e eu tenho recebido inclusive comentários de pessoas que se manifestam favoráveis a esta lei que veio para beneficiar o cidadão. É bem verdade, seria muito melhor que essa lei não existisse, que não tivesse a necessidade da criação da lei, mas infelizmente as leis são muitas vezes criadas justamente por conta da demanda de um problema que precisa ser resolvido E aí o parlamentar, provocado ou de iniciativa por iniciativa própria, apresenta a lei sempre com o objetivo de beneficiar a população. Mas é interessante porque o senhor detectou esse problema que existia, né? Porque não era fácil você pagar uma conta com a Indec do carro apreendido, da questão da multa, e o cartão ele facilita muito as coisas. E hoje essa lei não encontra problemas na cidade. Não encontra problema, ela está em plena vigência É bem verdade que, só uma observação, a Indec tem um departamento, uma sala exclusiva para isso Quando a pessoa vai na Indec para resolver esse tipo de problema Ela já encontra ali uma recepção, um departamento preparado para fazer o parcelamento de todos os tributos que ela tem Veja, não é só a questão do documento, às vezes a pessoa teve o seu carro apreendido porque o pneu estava já, como diz aí no popular, careca. E aí foi colocado tudo no pacote, o guincho, o tempo que o carro ficou no pátio Ela consegue resolver o problema do pneu comprando no mercado em 10 vezes Mas ela não conseguia resolver o problema dos tributos na questão de parcelamento Então uma vez, ouvindo a população e percebendo que era possível porque nós temos as demandas e a gente precisa saber também se isso é possível, e nós conseguimos a aprovação, aliás, quero aqui mais de uma vez publicamente agradecer os vereadores que à época apoiaram essa iniciativa, aprovaram, a partir do momento que nós apresentamos o projeto, ele se torna um projeto da Câmara de Vereadores, Ele leva a assinatura digital do vereador que é o autor, mas isso aí acaba sendo um benefício para a população partindo sempre da Câmara de Vereadores. Outra lei que eu quero discutir, que é de sua autoria, é aquela que obriga restaurantes, lanchonetes, bares, casas de shows e similares aí por toda a nossa cidade, que são obrigados a fornecer gratuitamente a água filtrada para os clientes. Também, como é que o senhor vê na prática esta proposta? Eu recebi, a questão de uns 10 dias, uma foto de uma lanchonete conhecida, uma rede conhecida no país todo, da nossa cidade, uma foto que alguém me encaminhou, dizendo que lá eles atendem, obedecem, respeitam esta lei. Então, da mesma forma que eu tenho recebido informações, comunicado de pessoas que foram beneficiadas com a lei do parcelamento, Nós também temos recebido nessa daí da água e isso foi um negócio bem interessante, porque eu vou falar com muita humildade, é só para servir como referência o que vou dizer e longe de mim qualquer prepotência. Eu fiz uma viagem para o exterior, para os ídolos de 2010, se eu não estiver enganado, 2011. Eu visitei um lugar onde não tem água, onde a água não tem abundância como nós temos aqui. Quando eu cheguei lá, eu fui a um restaurante, porque fazia parte do pacote, na caravana e tal, e eles colocaram uma jarra de água em cima da mesa e eu não sabia o que era para eu fazer. Eu não sabia se podia tomar e se aquilo ia custar um... Um dinheirão. Como se costuma dizer, os olhos da cara. Eu disse, meu Deus, e agora? Eu tomo ou não tomo? E aí, você veja, num lugar onde a água não tem abundância. Agora, na nossa cidade, o nosso país, de um modo geral, o problema não é a falta de água. Os bares, restaurantes e similares, é claro, eles dependem da venda dos seus produtos. Mas uma garrafinha de água chega a custar 4, 5, 6 reais, pelo menos era esse o valor da época. Agora, a pessoa ia ao centro da cidade trabalhando ali, um funcionário de uma daquelas lojas, daquelas empresas, na hora do almoço ele tinha aquele valor contado para poder fazer a sua refeição, o chamado prato feito. 10 reais, 12 reais, 15 reais e ainda assim você colocar o equivalente a 30% em uma garrafa de água e ainda de 500 ml, eu penso que é uma coisa que a gente pode tirar das costas do cidadão. Então nós apresentamos esse projeto, tivemos no primeiro momento uma certa dificuldade porque alguns comerciantes acharam que era desnecessário, mas faz parte, a lei nem sempre agrada a todos, mas conseguimos aprovar também e é uma lei que está em plena vigência e muitos comerciantes fazem questão de colocar em um lugar reservado do seu estabelecimento que lhe cumpre com essa lei que dispõe sobre o fornecimento de água filtrada. Não precisa ser água mineral, não precisa ser água gelada. É claro, se o comerciante puder fazer um agrado e colocar umas pedrinhas de gelo, certamente será muito bem-vindo. Afinal de contas, o cidadão escolheu aquele lugar para fazer as suas refeições Eu acho que nada mais justo do que o próprio comerciante aliviar um pouco as despesas do cidadão no dia a dia E essa é uma lei que beneficiou muitos clientes e os comerciantes também podem sair ganhando nessa Porque junto com o copo d'água, o cliente pode comprar alguma coisa ali na banca, no estabelecimento que ele está pedindo E nessa lei também, a água para fazer gelo também tem que ser filtrada, né? É, nós colocamos no pacote que veio no bojo da lei, essa observação também, que a água para fazer o gelo também precisa ser filtrada. Para algumas pessoas, talvez isso seja chover no molhado, como diz o ditado popular, mas não é. É que, às vezes, a pessoa pode pegá-la direto da torneira, só que o reservatório de água que ela tem não está em condições, porque você sabe, isso precisa ser feito uma manutenção de tempos em tempos. Então, a nossa orientação na lei, o projeto que nós apresentamos, é que tanto a água ser oferecida, ela deveria e deve ser filtrada, como também a água usada para a fabricação do gelo. Então, também precisa ser filtrada, até para poder garantir mais o cuidado com a saúde do cidadão campineiro. E lembra a você que está nos assistindo que a função do PROCON é fiscalizar se esses estabelecimentos estão cumprindo com a lei. É uma responsabilidade do PROCON. Uma vez que a lei é apresentada principalmente nesse sentido de defesa do consumidor, de direito do consumidor, Agora nós temos a fiscalização do PROCON, que tem esse papel, essa responsabilidade de, em visitas aos estabelecimentos comerciais, avaliar, averiguar se as leis, que não é só essa, E as leis estão sendo aplicadas na forma como elas foram estabelecidas, construídas na Câmara de Vereadores. Vereador, o senhor é um dos autores da lei que exige a divulgação por meio de cartazes em ônibus de que atos de importunação sexual são crime e podem ser denunciados por telefone. 190 e 153. Infelizmente, a gente tem visto muitos casos de importunação sexual. Então, essa divulgação é cada vez mais necessária, né? Não resta dúvida. Nós, quando apresentamos esse projeto também, inclusive, levou a assinatura do vereador Permínio Monteiro e do então vereador, hoje deputado, Rafa Zimbaldi. Nós apresentamos esse projeto e é um projeto aparentemente simples, mas que tem toda uma tramitação, teve uma tramitação para ser aprovada, porque quando se trata de transporte público tem um regramento em apartado, É uma coisa bem criteriosa, porque você imagina aí projetos de leis ou leis sendo elaboradas para ser colocado dentro dos ônibus. Aí a gente não vai ter espaço para absolutamente nada. Então, nós conseguimos aprovar esse projeto que tem o único objetivo que é dar tranquilidade para a mulher que foi importunada, para que ela fale, ela grite, ela se manifeste. Porque veja, a pessoa que entrar num ônibus circular na cidade de Campinas, são mais de 600 mil usuários dia, se a pessoa entrar neste ônibus com essa intenção, com essa má intenção, ele olhando e vendo aí esse cartaz, lembrando ele que o que ele tem intenção de fazer é um crime, Ele agora já vai pensar duas vezes ou mais, né? Exatamente. Vereador, quero agradecer muito a sua participação aqui no Em Pauta dentro do Câmara Total e até uma próxima oportunidade. Eu que agradeço, é um prazer participar com vocês. Quero cumprimentar todos os funcionários da TV Câmara que têm feito um trabalho brilhante, aos repórteres, cinegrafistas, ao pessoal que fica escondido ali, que poucos são vistos, e o pessoal do áudio. Quero agradecer a oportunidade e agradecer também e parabenizar o nosso presidente, vereador Marcos Bernardelli, que tem feito um brilhante trabalho no comando da Câmara de Vereadores de Campinas, inclusive através da sua liderança, da sua presidência, agora devolvendo para a cidade de Campinas mais de 30 milhões de reais para ajudar no combate à Covid-19. Quero agradecer e parabenizar a todos. Muito obrigado. Nós é que agradecemos e as portas da TV Câmara Campinas, claro, sempre aberto ao trabalho dos parlamentares. Pastor Elias Azevedo aqui no Em Pauta. Vamos fazer o seguinte, rápido intervalo, não saia daí, tem muitos assuntos e siga participando no 978293776. Uma hora e 15 minutos. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. Após a entrevista com o vereador pastor Elias Azevedo, nós continuamos com os assuntos do Legislativo. Agora com ela que sabe tudo sobre a Câmara. Seja bem-vinda de volta, Mina Abreu. Agora, boa tarde. A gente começa no bom dia, agora para o boa tarde. E ontem nós tivemos as reuniões extraordinárias, como foram aí as discussões e votações dos projetos. Olá, agora boa tarde. A gente fala do Legislativo, já mencionando a aprovação do projeto da mesa da Câmara, que trata aí de exigências nas contratações e licitações por parte do Legislativo, de critérios socioambientais que devem ser levados em conta no ato e nos editais dessas contratações e das licitações. Nós também tivemos a aprovação em primeira discussão, você estava falando com o pastor Elisa Azevedo, de um outro projeto dele que trata aí do disque serol. A proposta pretende ter em Campinas um disque serol para denúncias de comercialização e também do uso do serol em pipas, uma vez que a gente sabe que o uso do cerol é crime, e essa proposta ainda vai passar por uma segunda discussão. Passando pela segunda discussão e sendo aprovada, quando virar lei, o número em Campinas para ser utilizado é um 153 da Guarda Municipal, no caso aí do uso do cerol. E nós também tivemos a votação do projeto do vereador Zé Carlos, o projeto que estende aí o prazo, para que as construções clandestinas possam ser legalizadas. Esse projeto foi aprovado em primeira discussão nesta quinta-feira e na próxima segunda-feira ele passa por audiência pública. Vamos ouvir o que o vereador tem a dizer. Infelizmente, todos nós sabemos, a Prefeitura não dispõe de todos os funcionários nesse momento de pandemia. Então, muitas pessoas que querem fazer essa regularização, Então, cadastrar para que ele possa regularizar seu imóvel, ele não está conseguindo, visto que a prefeitura só está atendendo através de agendamento, vamos dizer assim. Isso ficou prejudicado a todos os munícipes que têm essa necessidade de regularização. E considerando ainda que estamos sob regime de quarentena prorrogado com isolamento social, onde muitas pessoas já perderam seu emprego, além do encolhimento da economia no país, cuja crise econômica federal, mercado, trabalho e os indicadores sociais, posso dizer que estamos diante da pior crise social da década. Onde eu solicitei, senhor presidente, que o vereador Jorge Schneider, da Comissão de Política Urbana, seja o presidente dessa audiência pública, para que eu possa defender o meu projeto de lei, que tenho certeza muito contribuirá para a população da nossa cidade. Lembrando então que esse projeto como é de autoria do vereador Zé Carlos e ele é o presidente da comissão de política urbana ele vai solicitar então que o vereador Jorge Schneider que é membro da mesma comissão que ele presida a audiência pública da próxima segunda-feira para que então o vereador do PSB, o vereador Zé Carlos possa defender a sua proposta que estende esse prazo para que os imóveis clandestinos sejam legalizados aqui na cidade de Campinas. A gente teve ainda a votação de um substitutivo total que cria em Campinas a parceria público-privada para a construção ou gerenciamento de um hospital veterinário público aqui em Campinas. Inicialmente, essa proposta era do ex-vereador Tiago Ferrari, em 2013. E o vereador Fernando Mendes fez um outro projeto. O que nós tivemos ontem? Olha só, a proposta inicial foi rejeitada e com isso foi votado o substitutivo total e o vereador Fernando Mendes até comentou sobre essa questão da tramitação legal de projetos como este aqui no Legislativo. Se aprovássemos o do Tiago, os demais estariam prejudicados, inclusive o original. Como não foi aprovado, agora nós vamos fazer a votação do substituído vereador Fernando Mendes. Eu fiz o projeto. Só que existe um caminho que o projeto percorre, que ele vai para a coordenadoria de apoio a quem faz o projeto. uma coordenadoria de apoio. E eu fui orientado a fazer o substitutivo, porque já tinha um projeto que tratava do mesmo tema, embora o meu é totalmente diferenciado, por conta de tirar do município uma série de pesos. E até bom que isso aconteça, esse tipo de situação, para que o regimento tenha ação, que quando você faz um projeto que na sua redação inclui outros temas parecidos, vem uma avalanche de projetos que não tem nada a ver com a sua ideia, que não tem nada a ver com a sua redação e cria todo esse transtorno. Nesse meu substitutivo, com parceria público-privado, que abre um espaço muito grande para as parcerias com as universidades, que aqui tem várias, como a Anhanguera, a Jaguariúna, a Unip, a PUC, para que os seus acadêmicos, os seus estagiários possam estar... Enfim, tem uma abertura muito grande para esse trabalho. Então, como a gente pode ver, no caso, para que, então, o substitutivo total, nesse caso, ele foi aprovado e segue tramitando normalmente, mas é preciso, sempre quando matérias correlatas acontecem aqui, que elas são protocoladas no legislativo, ela sempre é apensada a primeira. Por isso que na pauta consta o nome do projeto do vereador Tiago Ferrari, mas o que foi aprovado foi o substitutivo do vereador Fernando Mendes. E o resultado completo você pode encontrar no campinas.sp.leg.br. Lembrando que nós tínhamos a reunião até a número de 255, ela terminou de número 250 pela falta de quórum. Então esses projetos eles passam automaticamente para a reunião seguinte. E olha só, a gente já falou aqui no link sobre o dia aí de combate ao tabagismo e o vereador professor Alberto lembrou na reunião extraordinária de ontem esse importante dia e também trouxe uma importante reflexão. É importante que nós tenhamos uma postura bastante firme para prevenir as próximas gerações. O Brasil, infelizmente, na década de 50, foi um desastre. O número de fumantes era um absurdo. Depois, com campanhas muito bem sucedidas, estratégias muito bem feitas, O país conseguiu reverter essa situação catastrófica e hoje nós temos, sim, bons resultados de combate ao tabagismo, mas também é uma política que tem que ser contínua, tem que estar sempre trabalhando, porque as próximas gerações não se iludam e venham, infelizmente, a sofrer desse mau hábito. E assim eu encerro lembrando então que na segunda-feira a partir das 10 horas da manhã Nós temos a 16ª audiência pública com transmissão ao vivo da TV Câmara Campinas No novo canal digital, você que assiste a TV Câmara Campinas em canal aberto A partir já deste sábado, reprograme a sua televisão em 11.3 E na segunda-feira acompanhe a nossa audiência pública e na sequência o Câmara Total Gabriel, um bom fim de semana. Ótimo fim de semana para você também, Mirna Abreu. Boa lembrança, hein? 11.3, você que assiste a TV Câmara Campinas na TV aberta, a partir de amanhã, faça a busca de canais aí, que ela vai sair do 39.3 e você vai passar a assistir a TV Câmara Campinas no 11.3 e aí você consegue assistir a programação no fim de semana e a partir de segunda-feira a audiência pública e logo em seguida o Câmara Total. Olha só, agora é a hora do Cultura Total dessa semana, porque ele vai lembrar dos anos 80, já que o nosso repórter, o Rubens Morelli, entrevistou a autora de um livro cuja história se passa nessa década tão gloriosa pra tanta gente. Além disso, tem as dicas de lives da semana, dicas de filmes e séries e também algumas surpresas. Cultura Total pra você. E aí, moçada, bom dia, boa tarde, boa noite para você também, boa madrugada, você que está sempre aí nas madrugadas procurando o que assistir, encontrou, está começando o Cultura Total, mais uma vez aqui contando com a sua presença e as suas mensagens, envia a sua mensagem para a gente, o nosso WhatsApp está aí na tela, é o 978293776, Manda tudo o que você quer ver aqui no Cultura Total, o seu programa que traz tudo o que diz respeito à cultura de Campinas e região. Tem dicas de lives, tem dicas de filmes, dicas de séries, tem dicas de leitura, tem de tudo aqui. Só não tem muita lógica esse programa que você sabe aqui começando mais uma vez. Então, vamos ver. Roda a vinheta aí. Vai. Não tá funcionando por quê? E para a gente começar o nosso programa direitinho, eu trago para você as principais informações do que está acontecendo em Campinas e região e também no mundo, né? Porque não, afinal de contas está todo mundo conectado no mundo pela internet, é o que dá para a gente fazer nessa pandemia, né? Então, para a gente começar, quem não aguenta mais ficar em casa e quer fazer um programa diferente, tem uma opção do Drive-In, que tem muitos Drive-Ins rolando neste fim de semana aqui em Campinas. No Cine Drive Campinas, que está montado lá no estacionamento do Shopping Galeria, tem de tudo lá, viu? Tem shows, tem música, tem cinema também, se você quiser. Mas neste fim de semana tem o show de comédia stand-up com o Emerson Ceará, a partir das 8 horas da noite. No sábado e no domingo tem o show da dupla de palhaços Patati e Patatá, eles que fazem a alegria da criançada a partir das quatro e meia da tarde. Os ingressos, tanto para o Emerson Ceará como para o Patati e Patatá, estão à venda lá no site ingressodigital.com.br. Aproveita e veja toda a programação por lá. É, e a criançada está bem servida mesmo neste fim de semana, porque tem o show da turma do Beatles para Crianças no Drive-In Experience, montado lá no estacionamento do Via Ápia, no limite entre Campinas e Valinhos. O show rola a partir das 6 da tarde e é uma programação para a família inteira, né? Só que tem que ficar ligado porque é uma programação para a família inteira dentro do carro, hein? Tem que respeitar o distanciamento e a questão de toda a pandemia que a gente sabe como é. Mas vale a pena, os ingressos para lá estão à venda no site driveinxp.com. Confere lá também, tem outras atrações neste fim de semana. Ah, e se você ainda não viu, vale a pena conferir a exposição SP Art Viewing Room Um dos principais festivais de arte e design de São Paulo e da América Latina E neste ano, por causa da pandemia, essa exposição está aberta pela internet também Tem uma plataforma digital e o grande barato dessa possibilidade é que por ser online Você tem a condição de conversar diretamente com o seu artista preferido Por meio dessa plataforma Coisa que nem sempre é possível fazer Quanto são as galerias de modo físico, né? Às vezes os artistas não estão lá Mas por essa plataforma você consegue Pelo menos mandar uma mensagem que logo ele retorna para você A exposição fica aberta até domingo Você tem que acessar lá pelo site sp-arte.com Confere lá que está valendo a pena E por falar em acompanhar de casa Vale a pena conferir o novo vídeo da Orquestra Anelo Pois é, imagina só uma orquestra sem poder se reunir durante a pandemia Mas o pessoal do Instituto Anelo fez uma gravação Um vídeo bem bacana com a composição Cadê a Marreca Essa composição do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, que aliás, ele também participa, inclusive, dessa gravação lá no YouTube. Está disponível para todo mundo ver. Muito legal o trabalho do Instituto Anelo, um instituto bem interessante aqui de Campinas, que ajuda muita gente. Então, corre lá para conferir. É, se você tem algum talento escondido por aí Que nem eu, ó Eu sei tocar flauta Alô, Instituto Anelo Se quiser, ó, me chama Nem eu aguento Quem aí está se preparando para as lives do fim de semana, hein? Então é hora de pegar o papel e caneta na mão para anotar na agenda e curtir os melhores shows aí na sua casa. E a gente começa com a rainha Roberta Miranda, eterna rainha, né? Ela vai apresentar mais uma live com os principais sucessos dos seus mais de 30 anos de carreira. É nesta sexta-feira às 10h45, mais conhecido como 15h para as 11h da noite. No YouTube. Quando você olha, eu sinto que é paixão. No sábado tem uma live internacional com The Who. Com quem, você vai perguntar? Com The Who. Piadinha fraca essa, né? Tudo. Tudo. A banda The Who apresenta os seus maiores sucessos a partir das duas da tarde pelo YouTube. Então, fica ligado pra conferir mais esse show. Enquanto isso, aqui no Brasil, o Forrozão rola solto neste sábado. É, o Luan Estilizado, ele que gosta de falar, eita Forrozão, vai ter neste sábado, hein? 4 da tarde, lá no YouTube, Luan Estilizado. Sábado também é dia de mais uma mistura dessa turma que tá sempre ativa nas lives, né? Você fala de live, você pensa em Wesley Safadão, Bruno e Marrone. Então, esses caras estarão juntos numa live neste sábado. É a partir das oito da noite no YouTube. Wesley Safadão e Bruno e Marrone, hein? O que será que vem por aí nesse show? Tá deixando faltar amor Tá deixando chegar ao fim Vai me perder E quem prefere o rock não vai ficar desamparado, Porque tem live do Paralamas do Sucesso Pois é, o Paralamas do Sucesso Muitos pedidos pra eles fazerem Uma live vai acontecer Neste sábado E o Hebert Viana mandou um recado pra galera Olha ali Alô rapaziada, vocês estão com saudade? Nós Paralamas estamos com muita saudade de vocês E nesse dia 29 Às 8 da noite No nosso canal do Youtube Vai rolar a live, vamos lá? Pois é, Herbert Viana, Bi Ribeiro e João Barone fazem então a festa da galera. A partir das 8 horas não vai perder no YouTube, hein? É, e agora chegou a hora do nosso bate-papo e hoje nós temos a literatura, é o nosso destaque. Nós vamos entrevistar a Márcia Marques, que é autora do livro Diário de uma Garota Chocrível. Só que não é só um livro, é uma série completa desse diário chocrível Tudo bem, Marcia? Muito obrigado por me atender Como é que é essa série? Explica pra mim Tudo bem, Rumi? Obrigada pela oportunidade de estar aqui Divulgando essa nossa coleção chocrível de livros maravilhosos Você está aí em São Luís, né? É, em São Luís Então, a gente fez em 2018 esse livro aqui Que é para adolescentes a partir de 14 anos Que é o romance, eu, Diário de uma Garota Choclível Tem o Diário Choclível Que é para crianças de 8 a 12 E tem o Choclível Kids Que é para crianças até 7 anos de idade Podem brincar à vontade que tem um aplicativo de realidade ambientado em todos os livros. E essa série é ambientada nos anos 80. Por que os anos 80 é tão chamativo e tão saudoso, vamos dizer assim? Então, quando surgiu a ideia de escrever o livro, Minha filha, que lê muito até hoje, hoje ela tá com 16 anos Em 2016 ela pediu pra eu escrever um livro Só que eu achava que era um livro que não ia ser publicado Escrevi num caderno, passei o ano 2016 inteiro escrevendo num caderno e entreguei pra ela Ela disse, não mãe, eu quero um livro digitado E aí quando eu fui digitar com meu marido Ele gostou do livro A minha filha também leu um pouco Gostou E ela pediu pra escrever sobre os anos 80 Porque eu falava muito Das histórias dos anos 80 E ela se encantou Ela disse que mundo maravilhoso é esse É, anos 80 era outra pegada Era bem mais divertido Talvez, né Era aquela coisa de ficar na rua o tempo todo De ter a paquerinha da rua Da rua de baixo, da rua de cima ter as brincadeiras, o piracóptero era meu brinquedo favorito nos anos 80. E hoje não tem nada disso, né? Hoje tá todo mundo só no celular o tempo todo. É verdade, a gente viveu uma geração sem internet, mas se divertiu pra caramba com as brincadeiras de rua. Bom, me conta aí, como é que é o enredo desse livro? É a história da Maia? Isso, é a história da Maia de Oliver Que passa pelas todas as fases E passa pela fase das paqueras Tem duas amigas, que é a Vi e a Carol Que acompanham ela durante toda a história E vivenciam histórias em escola Nas brincadeiras de rua As conversas sobre a puberdade Então esse livro é o Diário de uma Garota Chocrível Tem muita coisa legal Que conta até do primeiro beijo De como era no primeiro beijo Nos anos 80 Era bem diferente também Ô Marcia, dá pra fazer um paralelo Entre a adolescência dos anos 80 E a adolescência atual? Porque, por exemplo, o diário Eu lembro O diário era uma coisa ultra secreta Você tinha que esconder Hoje em dia a turma adolescente Faz blog, faz vlog faz Instagram, é tudo ao mesmo tempo agora, pra todo mundo ver. Dá pra fazer um paralelo entre essas duas adolescências? Isso é verdade, mudou muito, né? Mudou completamente. Essa geração dos anos 80, realmente, eles tinham conversas secretas com os diários e com as amigas, as melhores amigas, e hoje em dia, realmente, A gente vê essa galera de hoje Postando tudo, mostrando tudo Contando tudo Mas eu ainda acho Que nem tudo eles Postam Então essa relação aí Com essa geração dos anos 80 Com essa geração atual Eu acho que tem muita Similaridade ainda Mesmo com a internet Porque tem muita coisa ainda Que eles se parecem Com essa geração dos anos 80 Que não contam tudo É, não dá pra contar tudo Eu lembro que no meu primeiro beijo Contar um segredo aqui É, que tava no meu diário, né Então, contar um segredo O meu primeiro beijo Foi escondido de todo mundo Eu fui no motor da piscina Que era embaixo, pra ninguém poder ver Quase que a menina desiste De tanta vergonha que eu tava, né Tinha isso nos anos 80 Não, isso já era mais, né? Eu sou da década de 80, mas meu primeiro beijo foi bem lá para os anos 90 e tantos. Com a idade certa, né? Muitos segredos revelados. Mas essa geração de hoje também tem os tímidos, tímidas, as tímidas também tem. Eu convivo assim no meio deles, os mais jovens, e eu observo assim, eu fico encantada de ver as coisas se repetindo, como na geração dos anos 80, quer dizer, passou muito tempo, mas as sensações, as curiosidades, a vontade de saber mais continua. Do mesmo jeitinho Pode passar o tempo que passar Mesmo com a internet Eles têm essa curiosidade de saber mais Eles querem saber mais E você me dizia que Você resolveu fazer o seu lançamento Dentro das escolas, né? Você foi levar o seu livro Para as escolas e aí aumentou muito mais Como é que foi isso? Pois é Quando eu levei para as escolas O Eu Diário de Uma Garota Chocrível Foi com a intenção de vender para os adolescentes do ensino médio De 14 até os 17, 17, 18 anos Mas quando eu cheguei nas escolas e montei o stand Com os brinquedos dos anos 80, a mola maluca, o cubo mágico, pião, ioiô Vários brinquedos daquela geração E que até hoje encantam as crianças dessa nova geração Então as crianças de 7 a 12 anos se aproximavam do estande Encantadas com tudo aquilo Como se fosse algo, uma novidade muito grande Então eu não queria deixá-los de fora E resolvi escrever os livros Kids Que justamente iria atingir todas as faixas etárias Para eles aproveitarem essa brincadeira com o Chocrível Muito bom E a música também era muito marcante daquela época E a música também faz parte do seu livro e da sua série? As crianças de hoje, os adolescentes de hoje Eles conseguem perceber essa diferença também? Eles conseguem perceber E eles curtem muito as bandas dos anos 80 Minha filha e meu filho gostam pra caramba De Legião Urbana Todos que a gente mostra pra eles Capital Inicial, Engenheiros do Havaí Até outro dia eu mostrei pra minha filha Dominó, Menudo Ela disse, mãe, que legal Ela gostou muito, né? Então, é realmente pra eles assim É diferente Mas é muito Eles curtem muito Eles gostam muito E quando a gente vê, eles já estão ouvindo essa música da geração dos anos 80. Grandes lembranças, dominó. Dancei bastante. Para falar, então, só para a gente completar, Você lança o livro, mas o livro também tem um monte de coisas para a realidade aumentada Porque tem um aplicativo e o leitor pode avançar a leitura com essa realidade aumentada Gostaria que você comentasse a respeito, da onde surgiu essa ideia? Então, quando eu decidi publicar o livro, o primeiro livro A empresa de design Ela me fez uma sugestão De colocar a realidade aumentada no livro Meu Deus do céu, será que isso vai dar certo? Vai sim Ele disse, se você topa, eu digo sim Você falou com a pessoa, que topa Vamos fazer esse livro ficar chocrível E aí a gente colocou Mas a gente Com a contratação da empresa Que fez o game Que fez a realidade aumentada Eles trabalham em parceria Que é a Ops Games Eles deram a ideia Contribuíram com a gente Muita coisa para incrementar O nosso projeto E uma coisa que eu achei bem legal Que foi a soma de ideias De todo mundo, da gente colocar Com que essas figurinhas Fizessem parte de um álbum de figurinhas virtual Que nos anos 80 A gente colecionava as figurinhas colando Agora todo mundo só quer saber Tudo virtual, né? Agora então na pandemia, tudo virtual Então Esse aplicativo de realidade aumentada Do livro, ele tem Um álbum de figurinhas virtual Que lá no álbum você vai Te dar um spoiler Onde essa figurinha está no livro E contar parte da história do livro É, muito legal Álbum de figurinhas também era legal Na época dos anos 80 Porque você batia O bafo lá Como a gente chamava aqui Para pegar a figurinha do outro e colar no álbum E tudo mais Márcia, para a gente encerrar Gostaria que você falasse Como que as pessoas podem comprar o livro Os dados da editora Enfim, e também o site Tem o site do Diário Chocri Tem, tem o site E O livro está à venda Na Amazon Pela Amazon E nas livrarias aqui de São Luís Pelo site, a gente está colocando o link da PagSeguro Para que a gente possa fazer essa venda E aí, a gente já conseguiu, através desses links, fazer a distribuição de livros Mas assim, por enquanto que está com a pandemia A gente ainda não fez a distribuição, digamos, para cultura Para outras livrarias, como a gente colocou na cultura Mas os livros acabaram antes da pandemia Então Eu tô dando um tempo aí Vendo como é que as coisas vão se comportar Pra que a gente possa realmente Voltar a vender Eu tô aqui com o livro aberto Eu queria, não sei se tu consegue ver Aqui o Dá pra ver? Dá pra ver Vai jogando Pelo celular com a figura do livro É, o celular Olha aqui o telefone dos anos 80 É, o meu era assim É a época, né? Pra tocar o telefone desse jeito Essa daí não perdia a chamada, né? De tanto escândalo que fazia Olha só Ah, eu tive uma dessa aí Eu botava na escada e ficava descendo E aí justamente A gente fez um livro para atrair bem a criançada E incentivar muito a leitura Que essa geração tem que incentivar bastante Porque a internet toma muito espaço É, mas nada melhor do que ler E ler um bom livro Como é o Diário de uma Garota Chocrível E também o Diário Chocrível e Chocrível Kids Os três da série Chocrível da Márcia Marques Márcia, muito obrigado por essa entrevista e sucesso pra você e um futuro chocrível pra todos nós. Obrigada, Rubens. Muito obrigada mesmo pela oportunidade. Beijão. Valeu. É, mas ainda não acabou não, hein? Fique conosco. E agora chegou a hora que eu gosto, né? De aproveitar tudo que tem de bom em casa de pijama porque a gente só vai ficar no sofá mesmo. Vamos pra agenda de streaming. E como a gente estava falando em anos 80, agora há pouco, quem nunca se emocionou com o Daniel Larusso em Karate Kid? Pois é, nesta sexta a Netflix vai lançar na sua plataforma a série Cobra Kai. Esta série, que é uma sequência da trilogia original do Karate Kid, em que o Daniel e o Johnny mantêm a rivalidade entre si, mesmo depois de muitos anos. Temporadas 1 e 2 disponíveis a partir desta sexta-feira na Netflix. Entre os filmes tem a estreia de Quase Uma Rockstar É a história de uma aluna do ensino médio com bastante talento para a música Mas que vive o conflito de se jogar nessa carreira Enquanto a família passa por dificuldades financeiras Um filme que vai emocionar todo mundo em casa, né? Vale a pena conferir lá na Netflix. Ah, e para os fãs de quadrinhos, nesta sexta-feira tem a estreia do filme espanhol Origens Secretas. É, nessa história um inspetor da polícia, ele precisa contar com a ajuda de um especialista em HQs. Vamos falar especialista para não dizer geek, né? Para desvendar os mistérios de um crime. Então, tem muita gente que eu acho que vai se identificar, origens secretas, a partir de hoje na Netflix. E a história real de uma fuga de presos no Chile é o destaque da Amazon Prime Video nesta sexta-feira. O filme Pacto de Fuga revela a história, relembra a história, de uma grande fuga de presidiários lá no Chile. Eles tiveram que construir um túnel por 18 meses para conseguir fazer essa fuga em massa, foi um caso que causou muita repercussão na época e esse filme Pacto de Fuga traz essa história para você no Prime Video. Para quem gosta de filmes de comédia nonsense, uma boa pedida é o filme Get Ducked, uma história de quatro jovens britânicos que precisam sobreviver num acampamento na montanha. É, tem umas ideias bem malucas nesse filme, mas vale a pena conferir. Estreia nesta sexta no Prime Video. É, e agora chegou a hora de um quadro novo aqui, da gente ler as mensagens que vocês enviaram pelo 978293776. E aqui muitas mensagens. Aqui, ó, parabéns, muito legal, muito orgulho de você, meu filho e mãe. Esse aqui é o WhatsApp da empresa Depois a gente conversa, tá? Bom, vamos ver outra mensagem aqui A Ariane, do Parque Brasília Tá dizendo que Ficou curiosa com a imagem Na cabeça de eu dançando dominó Na entrevista que a gente fez A gente falou do dominó E eu sempre dançava quando criança Bom, vamos dançar então pra atender a telespectadora Solta o som aí, DJ Acabou o programa? Já deu o horário? Precisa entregar? Bom, então, fica pra semana que vem Quem sabe eu volto a dançar Aqui no Cultura Total Um abraço, até lá, tchau Bom, dois comentários eu tenho a fazer O primeiro, conheço muito bem Essa camisa que o Rubens Morelli Estava gravando este quadro E o segundo, ainda bem que não deu tempo De ele dançar aqui na TV Uma hora e 51 minutos, vamos de giro ambiental. Vai falar hoje sobre o aumento das queimadas na cidade de Campinas. A Secretaria do Verde disponibilizou o relatório de atividades do primeiro semestre e a temporada de reprodução das baleias no litoral brasileiro já está em vigor. Giro ambiental. Olá, Gabriel. Eu abro o Giro Ambiental de hoje com uma boa notícia. A temporada de reprodução das baleias no litoral brasileiro já começou. No projeto Baleia Jubarte, patrocinado pela Petrobras, já registrou o nascimento de 60 bebês baleia. Os 60 bebês baleias da espécie foram encontrados entre Salvador e o litoral norte da Bahia, no Banco dos Abrolhos e no litoral de Vitória, no Espírito Santo. No entorno de Ilha Bela, aqui no estado de São Paulo, os registros foram feitos pelos parceiros do projeto Baleia à Vista e Instituto Verde Azul. Olha só, e a Secretaria do Verde e Meio Ambiente aqui de Campinas disponibiliza para consulta pública um relatório de atividades do primeiro semestre de 2020. A apresentação do documento atende as diretrizes de transparência, publicidade e participação públicas adotadas pelo órgão desde 2013. Na página da Secretaria é possível abrir o documento em PDF e conferir todas as atividades que ocorreram neste primeiro semestre. E agora uma notícia nem tão boa assim, porque a Defesa Civil de Campinas divulgou os dados de controle de queimadas e de vistorias preventivas durante a reunião ordinária do Comitê Gestor da Operação Estiagem de 2020 neste ano. E olha só, confira os números. Os números mostram um aumento expressivo no período de maio até 24 de agosto de 2020, em comparação com os mesmos meses de 2019. O número de focos de queimadas registrados pelo INPE por imagens de satélite soma 157 de maio a 24 de agosto deste ano, mais que o dobro comparado ao 75 em maio de agosto do ano passado. Dos focos não captados pelo INF, mas que chegaram por denúncia à Defesa Civil de Campinas, já somam 47 em maio a 24 de agosto de 2020 contra 42 entre maio e agosto do ano passado. Lembrando que a estiagem e as queimadas estão sendo tratados como eixo estratégico pelo Comitê Municipal de Enfrentamento da Pandemia do Novo Coronavírus aqui de Campinas. Agora a gente vai falar do Fórum Mundial da Água, porque o consórcio PCJ, ele já começa as discussões em torno desse tema, uma vez que já está marcado no Senegal, na cidade de Dakar, que vai ser a capital do mundo da água entre 22 e 27 de março de 2021. Conduzido pelo jornalista Murilo Santana, o primeiro dia contou com vários eixos, inclusive com a participação do diretor-presidente da ADASA, Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal, e que discutiu também como deve ser a preparação do Brasil para a participação no evento. Quando se trata de água, de recursos hídricos e de saneamento, a gente sabe que a África é um lugar muito sofrido e tudo ali tem que ser com urgência. E por isso, a influência dessa urgência na programação que eu vou passar a apresentar aqui agora para vocês. O tema do nono fórum é segurança hídrica para a paz e para o desenvolvimento. E eu acho que esse tema é muito interessante e muito importante no mundo atual. A diretora-geral do Instituto das Águas de Minas Gerais, durante o debate, falou também sobre a questão do coronavírus, uma vez que amostras foram encontradas no esgoto da cidade de Belo Horizonte. Nós estamos monitorando desde o mês de maio, monitoramento é semanal, a gente tem publicado esses boletins e virou uma ferramenta de gestão muito importante para a Secretaria de Saúde do nosso estado e também para o município de Belo Horizonte uma vez que o monitoramento ele é um meio de testagem direta, para vocês terem uma perspectiva nós chegamos aí no pico aqui em Belo Horizonte, agora a gente está numa tendência de redução dos infectados até 20 vezes mais pelo nosso monitoramento do esgoto o número de infectados do que os números confirmados aqui. Porque o monitoramento do esgoto não pega só os sintomáticos, pega os assintomáticos e ele gera, ele traz para a gente uma ferramenta em função dessa limitação de testagem que nós temos aqui no Brasil. O tema marco regulatório do saneamento também foi abordado e considerado um dos principais eixos. A grande questão colocada e que a mídia trouxe também essa discussão muito forte é a possibilidade de abertura de investimento privado em saneamento no Brasil. Esse é o grande ponto que o fórum traz, que o marco traz na perspectiva de agilizar a universalização do saneamento no país. Bem, nessa perspectiva, se de fato ela se concretizar, espera-se que a gente tenha resultados mais rápidos. E por que isso tem relação com a segurança híbrida? Como eu mencionei, o conceito de segurança hídrica está relacionado a provimento de água e quantidade de qualidade para os diversos usos, incluídos ecossistemas, e a redução dos riscos associados a enchentes e a secas. O marco do saneamento aborda as quatro componentes do saneamento, água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos. Traz metas de universalização para água e esgoto. Então, para esgoto é fundamental para a segurança hídrica, porque como eu pude mostrar na minha abordagem, a poluição das águas no país ainda é preponderantemente pela falta de tratamento de esgoto. Os nossos dados de monitoramento, seja o da CETES, do Estado de São Paulo, seja o do IGAM aqui em Minas, e os que a Ana apresenta, estão todos muito claros que esse é o principal problema do Brasil em termos de qualidade de água bruta. É preciso que as agências reguladoras sejam valorizadas, sejam levadas em conta, mesmo durante a pandemia a gente percebe que o poder legislativo, às vezes o poder judiciário ou então outros órgãos do poder executivo, eles se antecipam com medidas, por exemplo, voltadas a abater débitos de empresas que tiveram contratos, digamos assim, acompanhados pelos reguladores. Mas na hora de fazer essas mudanças, os reguladores não são chamados. Então, realmente, é uma situação complicada. E o fato da ANA estabelecer diretrizes gerais, aí eu estou falando do meu ponto de vista, eu acho que vai ser muito bom, no sentido de a gente ter um patamar comum. O secretário-executivo do consórcio, PCJ, falou desse momento em que todos devem estar preparados para a discussão no ano que vem na África. Se nós não tomarmos providências, o que vai acontecer? E aí, já promover discussões que trarão à luz e muitas vezes soluções, Mesmo que esses temas não cheguem até o fórum Mas só de pensar e agir na grandiosidade do Fórum Mundial Que como Paulo Salles nos disse, ele tem o seu slogan, ele tem a sua meta, cada fórum tem a sua meta Nos enquadrarmos nisso, nos prepararmos para isso faz com que nos sintamos responsáveis, porque a água é de nossa responsabilidade e muitas vezes já equacionamos parte dos nossos problemas entre os nossos parceiros na nossa própria região. Os encontros continuam na próxima semana e podem ser conferidos na página do Consórcio PCJ e também nas redes sociais como Facebook e Youtube do Consórcio PCJ. O Giro Ambiental fica por aqui e volta na próxima sexta-feira. O Giro Ambiental então volta na próxima sexta-feira. Duas horas em ponto. Eu, toda a equipe, ainda não almoçamos, então vem em ótima hora. Cozinha Fácil com Michel Amorim. Rápido intervalo e na volta, mais uma receita. Qual será a de hoje? E tem ainda chefes na quarentena, não saia daí. Voltamos com o Câmara Total ao vivo, 2 horas e 3 minutos E é o momento mais aguardado neste momento por mim, por toda a equipe Cozinha Fácil com Michel Amorim e ele chega com uma receita Eu lembro que na quarta-feira você disse, Michel, uma receita que você vai gostar, porque tem o fim de semana chegando. Qual que é a receita de hoje? Boa tarde. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde, pessoal de casa. Eu falei que você ia gostar porque vamos dar uma pausa nos doces, né? Nós trouxemos aí a tapioca, leite condensado, crepe de creme de avelã. E agora eu vou trazer uma dica para você colocar ali no seu churrasco e acompanhar o seu churrasco. Tem o pãozinho. Eu vou ensinar como é que se faz a pasta de alho. Vamos ver? Vamos lá. Olá, eu sou Michel Amorim, vídeo novo aqui no canal Receita Nova E hoje é dia de receita salgada Eu vou ensinar como se faz pasta de alho E antes de seguir aqui com a receita Eu vou pedir pra vocês se inscreverem no canal porque daí o YouTube avisa quando tem receita nova, quando tem vídeo novo. E também não se esqueça de clicar no sininho. Essa é uma garantia sua e minha, que você vai ficar sabendo do meu conteúdo. Combinado? Clicou? Então vamos embora! E essa receita é muito prática, muito rápida, ótima para os churrascos ou até mesmo quando você quer fazer aquela entradinha e aí você pode assar ela no forno. Eu fiz aqui no forno, porque no apartamento não tem como fazer na churrasqueira, a não ser na churrasqueira elétrica, mas eu vou fazer no forno, que fica uma delícia também. E olha só a quantidade e os ingredientes que nós vamos usar. Você vai precisar de 150 gramas de margarina ou manteiga. E para temperar a sua pasta, você fica à vontade, é a gosto. Eu estou usando aqui alho frito, mas você pode usar o alho fresco. Também pimenta do reino, páprica picante, orégano, sal. E essa receita não tem segredo nenhum. É muito fácil. É só você colocar tudo numa tigela e misturar. Misturou tudo? Tudo misturadinho, aí você passa no pão. Eu estou passando aqui no pão francês, mas você pode escolher qualquer tipo de pão. Até pão de forma, pão integral, pão de leite, fica também uma delícia. Como eu disse, eu estou assando ele aqui no forno. Então eu vou colocar por uns 10 minutos no forno na temperatura 200 graus. E aí, dourou, está prontinho. Pãozinho pronto Olha só Deu pra escutar, né? A crocância Bom, só isso que vocês vão escutar Porque o sabor vai ficar por minha conta Hum Como eu disse, né? Eu estou usando aqui o alho frito Mas você pode usar o alho fresco E vai ficar uma delícia do mesmo jeito Eu vou pedir para vocês colocarem aí nos comentários O que acharam dessa receita Ou se querem alguma outra aqui no canal Que eu faça Combinado? E não se esqueça de compartilhar esse vídeo E eu volto no próximo vídeo com mais receita Tchau! Eu tô aprendendo bastante com esse programa, viu, Michel Morim? Porque amanhã à noite eu sei que eu vou assistir a live do Paralamas do Sucesso, que o Rubens falou no Cultura Total, e vou reproduzir a sua receita com essa pasta de alho no pão francês, que eu tenho certeza que vai ficar uma delícia. Agora, as minhas perguntas, as minhas dúvidas. Você falou aí no final da quantidade, né, de alho frito, alho fresco. A quantidade é a mesma para os dois ou aí tem uma variação? Não, Gabriel, não muda não. Nós usamos ali duas colheres de sobremesa de alho frito, aquele em grãozinho, né? Se você colocar o fresco, você só espreme ele, mas continua usando a mesma quantidade, tá? Que vai dar o mesmo efeito. Até melhor, né? Porque é fresco. Exatamente, né? Fica com aquele sabor bem gostoso. É uma outra dúvida. Eu gosto de inventar na cozinha, né? Essa pasta que a gente fez aí, que você fez com o pão francês, ele pode ser utilizado também como um tempero para uma carne, para o frango, colocar em cima ou aí é diferente? Eu sei que você mora em apartamento, então se não tiver aquela churrasqueira na varanda, Então você vai pegar aquela churrasqueira elétrica e dá sim. Quando eu fiz essa pasta de alho, eu temperei a picanha, eu mesmo fiz, tá? Temperei a picanha com essa pasta de alho e ficou muito bom, pode fazer, que dá certo. A única coisa ruim é que defuma todo o apartamento, né, Michel? A gente que mora, aquela churrasqueira, eu que não tenho varanda, utilizo a cozinha, é complicado. E minha última dúvida, rende essa pasta de alho que você fez? dá para guardar, dependendo da quantidade, ou fica em pequena quantidade só para utilizar ali no pão mesmo? Essa quantidade que eu passei, ela vai render de 5 até quase 10 pães, porque você vai cortar no meio, duas fatias, vai passar ali no pão, então ele rende até 10 fatias, 10 pães viram duas fatias. E rende sim, se você quiser dobrar, Você pode dobrar a quantidade para fazer para mais gente e conservado na geladeira, você pode ir utilizando durante a semana, no próximo churrasco, dá para guardar assim na geladeira. Delícia, então receita para toda a família aí, porque se rende em 10 pães, dá para comer bastante e ainda guardar. Esta receita do Michel Amorim deu muito certo, vou reproduzir na minha casa no fim de semana, Mas muitas pessoas se arriscam na cozinha, não dá nada certo Por isso que aparece no perfil lá no Instagram do Chefs na Quarentena E a gente reproduz aqui no nosso Câmara Total Eu não aguento mais lavar a panela Eu não aguento mais lavar a panela Eu não aguento mais lavar a panela Eu não aguento mais lavar a panela Todo dia a mesma coisa Os traços sujos na pia Café, tigela e cor E as panelas do outro dia Esta é a maior verdade, ó. Eu estou aplaudindo aqui, ó, essa música, porque lavar a louça, olha, a gente gosta de cozinhar, mexer a morinha, eu gosto de reproduzir essas receitas, já fiz aqui o doce de mamão verde, mas lavar a panela depois não é fácil. E é muita coisa. Me conta a verdade, lá na sua casa, no seu apartamento, né, quem é que lava as panelas, você ou a sua noiva? Eu confesso que eu não gosto de lavar louça, então a gente tem uma escala lá em casa. Segunda, quarta e sexta um lava, na terça, quinta e no sábado o outro lava. Porque você acha que gostar de lavar louça ninguém gosta, né? Então a gente faz uma escala e aí não tem nenhuma confusão, cada dia um lava, mas a quantidade é bastante mesmo de louça, viu? Ainda mais para quem cozinha assadeira, é a panela, é prato, todos os utensílios que você utiliza para cozinhar não é fácil. E quando você cozinha e tem um bolo ginasta, Michel Amorim, que você vai cortar, ele dá cambalhota? Bolo de caneca, né? Você viu só, né? Se ele não transborda, vira até ginasta. Mas olha, o que eu achei interessante também foi o segundo vídeo, onde o pessoal ali na casa, na cozinha, aproveitaram uma música, né? para se divertir e um estava enxugando a louça, o outro estava cozinhando, o outro estava só se divertindo, mas cozinha é isso, né, Gabriel? Tem que fazer com amor, tem que fazer com alegria, porque se você fizer com raiva ou fizer obrigado, coisa boa de lá não vai sair. E aí vem parar no chefes da quarentena. Exatamente. Se estiver irritado na cozinha, não dá certo mesmo e vai aparecer aqui no Câmara Total, no chefes na quarentena. Tem que fazer com amor e esse acho que é um hábito que esta pandemia trouxe. Todo mundo ficando mais em casa, as pessoas estão cozinhando muito mais, estão aprendendo a gostar. Muitas pessoas, a gente vê o relato de que não gostava, de que não cozinhava, foram forçadas e acabaram através de um pão, de algum aperitivo que acabou fazendo e gostou do hábito de cozinhar. Obrigado, Michel Amorim. Gostei da receita. Reproduzirei este fim de semana. Combinado, e aí tira a foto marca a gente, que a gente exibe aqui, né, no nosso quadro Combinado, ótimo, fim de semana volta na segunda-feira com mais uma receita Opa, segunda-feira eu tô de volta e aí só um gostinho só ali uma dica, é salgado tá? Continuamos na linha do salgado, então sem spoilers, só só um pequeno aperitivo do que vem por aí, muito obrigado então Michel Amoreno, Cozinha Fácil, aqui dentro do Cultura Total. Quero agradecer você que permaneceu desde as 10 horas da manhã com a coletiva do prefeito. Em seguida já veio o Câmara Total. Hoje mais de 3 horas de programa. Então, obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Você que enviou a mensagem pelo 978293776. Muito obrigado. Você que comentou pelo Facebook, pelo YouTube. Muito obrigado. A gente lê aqui todas as mensagens. Eu fico por aqui. Ótimo fim de semana. E na segunda-feira, às 10 horas da manhã, tem audiência pública. E coladinho, acabando a audiência pública, a gente vem com Câmara Total. Ótimo fim de semana. Até lá. Legenda Adriana Zanotto