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CÂMARA TOTAL

32 views Publicado 24/07/2020 HD · 3:19:13

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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Olá, sextou o 24 de julho de 2020, começa agora o programa Câmara Total ao vivo, 11 horas e 19 minutos. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. A sua participação é fundamental. Está assistindo ao programa? Mande uma foto, então, um vídeo para o nosso WhatsApp. 978293776. Coloca o seu nome e bairro. E fique à vontade também para dar uma sugestão do que você quer assistir aqui. Um elogio, uma crítica, estou te esperando, o WhatsApp está aqui na sua tela, hein? O que nós teremos hoje? Trânsito ao vivo pelas lentes da SimCamp, hein? A central integrada de monitoramento da cidade de Campinas. Quem será que está em pauta? Daqui a pouco a mina vai aparecer aqui com mais notícias do Legislativo. No quadro Mãos Solidárias tem griotes, os contadores de histórias. Ele voltou, Rubens Morelli no quadro de cultura Toda sexta-feira ele que já leu poema, já cantou música O que será que vai ter nessa sexta-feira de cultura aqui em Campinas, hein? Amanhã é dia do motorista, profissão fundamental para a nossa sociedade Tem homenagem aqui no programa e o repórter André Aranha vai ao vivo contar mais sobre esta profissão Ainda tem giro ambiental e, claro, culinária com Michel Amorim, além dos erros na cozinha. Então vamos começar com a Viviane Novaes, com as notícias da cidade de Campinas. Bom dia, Vivi. A gente vai começar com campanha de vacinação, né? Oi, Gabriel. Bom dia a todos. É isso mesmo. A gente começa falando de vacinação aí contra a gripe. Sabe por quê? Lá em Americana ainda tem dose disponível da vacina. No total, ainda tem 6 mil doses. A Secretaria de Saúde informou que até o momento, 84 mil pessoas foram vacinadas. Todas aí do grupo de risco que deveriam se vacinar, sobrou vacina. Outras pessoas também se vacinaram. Qualquer pessoa agora, então, pode se vacinar porque está sobrando vacina. E a vacina, essa vacinação, vai até hoje, até as 4 horas da tarde. Então, o pessoal de Americana que ainda não tomou a vacina contra a gripe, tem até hoje, até as 4 horas da tarde, 6 mil doses estão disponíveis, então é só procurar o posto de saúde mais perto da sua casa e se prevenir, né? Nesse tempo aí seco, mais frio, de coronavírus, nada melhor que tomar a vacina, se prevenir, lembrando que a vacina da gripe não previne o coronavírus, mas já é algo aqui que se acontecer alguma coisa, já sabe que contra a gripe já está prevenido, não é mesmo, Gabriel? Exatamente, prevenção contra o vírus influenza, então é importante essa vacinação contra a gripe. E você citou aí coronavírus, a cidade de Campinas recebeu uma doação importante, que são os oxímetros, aquele aparelho que mede a quantidade de oxigênio que a gente tem no nosso corpo. E a gente sabe que se tiver menor que 98%, a chance de ter a doença é muito grande, né? Exatamente, Gabriel. Essa semana, a prefeitura aqui de Campinas recebeu 275 oxímetros, que vão ajudar aí no combate ao novo coronavírus. A prefeitura já tinha adquirido 606 aparelhos, agora vai juntar aí com essa doação e vai ser distribuído, todos os aparelhos serão distribuídos para a rede de saúde aqui de Campinas, que é uma grande ferramenta para ajudar no combate ao coronavírus, a detecção. E olha, não é só essa boa notícia que a gente tem não, viu? O presidente da rede Marugate, o Marcos Pimenta, fez um anúncio que vai ajudar a região toda, porque a área oncológica da rede Marugate vai ser ampliada. Hoje a área tem de 42 municípios e vai ser ampliada para atender ainda mais. Vamos ver o que ele falou. Aqui é uma fotografia do segundo andar, que estamos já na fase de fechamento das paredes. Ele basicamente dobrou, né? Nós estamos dobrando o tamanho da área de Oncologia. Lembrando que a área de Oncologia do Hospital Mário Garty, ela é uma Unacom. Unacom é uma unidade de alta complexidade de Oncologia. Nós somos cadastrados como tal junto no Ministério da Saúde. Então, nós temos aí um atendimento para 42 municípios da nossa região, prefeito. Então, nós somos referência como Unacom para fazer toda a parte de quimioterapia e de radioterapia. Uma boa notícia, né? A gente fica aí aguardando essa ampliação que vai beneficiar tanta gente, não só aqui de Campinas, mas também de toda a região. E a gente sai um pouquinho agora de Campinas para ir lá para Jaguariúna, porque esse final de semana o Centro de Referência do Autismo vai ganhar novas cores. Como assim novas cores? É porque o estúdio Lustra Soul vai pintar duas fachadas lá do Instituto, que vai ser inaugurado agora em agosto. E o melhor de tudo é que toda essa pintura, todo esse trabalho, vai ser transmitido ao vivo pela internet amanhã pelas redes sociais, no Instagram, arroba kaj, underline jaguariuna. E aí vocês de casa vão poder acompanhar todo esse trabalho de pintura da fachada. Essa vai ser uma forma de homenagear, de deixar o ambiente mais alegre para os pacientes e também para os acompanhantes. Vai ser um trabalho muito legal, mas além de acompanhar toda a pintura, você de casa também pode fazer as doações. Lá vai ter um link disponível que pode ajudar o Instituto que atende milhares de pessoas, viu? E não só de Aguariúna, lá é um local também que atende pessoas de outras cidades. Então, Gabriel, não tem o que fazer nesse final de semana, nesse sábado às 10 horas da manhã? Entra lá no Instagram do Caj e acompanha esse trabalho que é bem diferente e bonito. Ah, esse apoio é importante, né? Então, C-A-J-U-N-D-E-R-L-I-N-E, Jaguari Una, entra no Instagram e dá esse apoio, que é muito importante, que com certeza vai levantar a autoestima de todos que estão por lá. Vivi, eu lembro que semana passada, no aniversário de Campinas, nós falamos aqui dos chefes Campinas, que eram os chefes na praça, né? Ia todo mundo lá para a praça Carlos Gomes para poder comer muito bem com os principais restaurantes aqui da cidade de Campinas. Pandemia, ano diferente, aconteceu chefes Campinas, mas por meio virtual. E tem um balanço por aí, né? De como foram as vendas. Exatamente, Gabriel O evento aconteceu no último final de semana E acabou surpreendendo todo mundo Isso porque não dá para ir na praça devido à pandemia Mas a gente se adaptou, né? A prefeitura também se adaptou para realizar esse evento Foi tudo por meio de delivery, drive-thru Aí surpreendeu o resultado Porque tudo foi vendido Uma forma também de dar aquele ânimo, aquele gás às bares, aos restaurantes que têm sido muito ofegados aí neste período de pandemia. A secretária Alexandra Caprioli fez um balanço do evento. Vamos ver. Nós tivemos a adesão de 28 estabelecimentos e a gente ficou feliz porque todos que estiveram participando tiveram um bom retorno. A gente criou um portal junto ao Convento Xambirô e esse portal onde tinham os cardápios, que é o Visite Campinas, ele teve mais de 12 mil acessos que eram pessoas especificamente para consumir o produto. Então, foi muito legal. Vários restaurantes me mandaram recados agradecendo, pedindo para que a gente repita outros eventos gastronômicos virtuais. E a gente está pensando, sim, como é que a gente pode replicar outras iniciativas para ajudar a fomentar os negócios. E a gente, claro, fica acompanhando aí uma próxima edição Ou um evento parecido com esse, já que foi uma delícia e fez o maior sucesso Só que, Gabriel, vamos mudar de assunto agora? Porque teve futebol ontem, né? Guarani entrou em campo Exatamente, retorno do Campeonato Paulista Depois de quatro meses, a bola voltou a rolar Na quarta-feira, a Ponte Preta venceu a equipe do Novo Horizontino por 2x0 E ontem foi a vez do Guarani entrar em campo e a gente tem as imagens dos gols aí, que a gente vai acompanhar a derrota do Guarani, uma derrota inesperada, até porque o Botafogo entrou em campo como o último colocado e mesmo assim o Guarani foi sucumbido sobre a equipe de Ribeirão Preto. Lembrando que o Botafogo está, a cidade de Ribeirão Preto está na fase vermelha Então a partida não aconteceu em Ribeirão Preto Era um mando em São Bernardo do Campo E mesmo assim o Botafogo venceu a equipe do Guarani por 2x0 A gente tem as imagens dos gols? Legenda por Sônia Ruberti Bom, nós acompanhamos aí, Vivi. O Wellington Tanque de cabeça marcou o primeiro gol e depois o Matheus Anjos fechou a conta já nos acréscimos. 2x0, Botafogo de Ribeirão Preto para cima do Guarani. Situação complicada agora, Vivi, porque é o seguinte. O Guarani segundo colocado e pega na última rodada o São Paulo. E atrás do Guarani está o Corinthians. Se o Corinthians vencer a equipe do Oeste e o Guarani perder para o São Paulo, o Guarani está eliminado do Campeonato Paulista. E do outro lado, a Ponte Preta está na zona de rebaixamento, mas se vencer a equipe do Mirasol e o Oeste perder para o Corinthians e o Água Santa perder para o Palmeiras, a Ponte Preta está classificada. Então esse domingo vai ser de emoção para todo mundo, para a torcida do Corinthians, para a torcida do São Paulo, para a torcida da Ponte Preta, para a do Guarani, quem gosta de futebol aqui no estado de São Paulo, domingo 4 horas da tarde, vai estar com a TV ligada, com o radinho ligado, acompanhando na internet, no jornal, é todo mundo sabendo os resultados da rodada e claro que na segunda-feira a gente vai trazer aqui como ficou, quem classificou, quem rebaixou, como é que vai ser as quartas de final, emoção não vai faltar nesse final de semana. semana, viu Vivi? Pelo jeito sim, viu? Pra quem gosta de futebol, o final de semana promete, né? Como você disse, segunda-feira a gente traz tudo aqui, ao vivo, todos esses resultados. Gabriel, eu volto daqui um pouquinho pra falar sobre a coletiva do Jonas, do prefeito Jonas Donizete, que acabou agora mesmo. Quem acompanhou a programação da TV Câmara viu que a gente transmitiu ao vivo toda a coletiva do prefeito. Ele falou aí por quase uma hora e dez, uma hora e vinte, e fez aquele grande anúncio que todo mundo queria saber. Campinas passou de fase, saímos da fase vermelha e vamos agora para a fase laranja. Isso significa que comércio volta a funcionar a partir de segunda-feira, só que esses detalhes eu trago daqui a pouquinho. Combinado, então, Viviane Novaes, daqui poucos minutos você volta com as informações sobre a reabertura do comércio aqui na cidade de Campinas, passando de fase da vermelha para a laranja, tem entrevista também do governador que nós estamos acompanhando, começa daqui a pouco, meio de 45, então todas as informações aqui no Câmara Total, eu te espero então com mais informações. 11 horas e 32 minutos, como é que será que está o trânsito de Campinas neste momento, hein? Chegando a hora do almoço, vamos conferir agora então, pelas lentes da SimCamp, a central integrada de monitoramento da cidade, a gente já está acompanhando algumas imagens aí do finalzinho da Aquidabã, né? Se você for reto aqui, se você for embora, caminho para quem quer ir para São Paulo, para quem quer pegar aeroporto de Viracopos, a gente está vendo completamente livre o trânsito neste momento, em 11 horas e 32 minutos, então é uma boa notícia para você da cidade de Campinas. E agora a gente está vendo a Orozimbo Maia, então Orozimbo Maia também, o trânsito fluindo melhor do que na quarta-feira que nós acompanhamos aqui, tem menos tráfego neste momento na Orozimbo Maia, também uma via importante da cidade de Campinas, Para quem quer ir para o Taquarau, para quem quer ir sentido centro, indo reto nesse sentido aqui, você sai na Avenida Norte Sul, no outro sentido também é importante. Então o trânsito de Campinas é notícia importante, que a gente sempre gosta de falar que não há trânsito neste momento. Liques da Cunha, ali próximo também da rodoviária de Campinas, o trânsito fluindo também, sempre uma boa notícia. Vamos fazer o seguinte agora, vamos voltar a falar de saúde, porque os procedimentos estéticos aumentaram agora no inverno. Por isso, a repórter Andréia Marques vai ter uma entrevista bem bacana sobre este assunto. Vamos acompanhar. Olá, saúde e a vida está no ar. Que bom que você me esperou para a gente bater um papo gostoso sobre o seu corpo e sua mente para você manter a sua saúde sempre dia. E aí, você gosta do frio? Você sabe que nessa época do ano, no inverno, a procura por procedimentos estéticos aumenta bastante. Você está precisando fazer alguma coisa? Está planejando? Manda um WhatsApp para mim, esse número que aparece aí na sua tela Porque eu estou curiosa e eu quero saber, hein? Agora eu vou conversar com o doutor Leandro. Tudo bem, doutor? Tudo ótimo. Doutor, por que no inverno que as pessoas querem fazer procedimentos estéticos, hein? Andrea, eu acho que principalmente por conta da temperatura mesmo, né? No verão, as altas temperaturas dificultam um pouco o processo de pós-operatório, a recuperação. E torna essa recuperação, depois da cirurgia, um pouco mais desconfortável, né? Porque a paciente tem que usar malhas, compressivas, meias elásticas. Estando uma temperatura mais fria, um pouquinho, isso aí fica facilitado. Agora, quem procura mais nessa época do ano? Os homens ou as mulheres? Ou os dois aí? Eu acho que a procura não varia conforme a época do ano nessa questão de homens e mulheres Eu vejo que na minha prática basicamente 80% das pacientes são mulheres E mais ou menos 20% é de pacientes homens, tanto no inverno quanto no verão Agora, o que esse pessoal quer tanto fazer? Qual é a procura maior? Que tipo de procedimento? Vamos falar dos top 3 da cirurgia plástica. Primeiro lugar, mamoplastia de aumento, a famosa prótese de silicone. Segundo lugar, lipoaspiração. E terceiro lugar, a abdominoplastia, que é aquela cirurgia para deixar o abdômen tanquinho. Agora, o senhor mencionou essas duas cirurgias por últimos, né? Qual a diferença entre a lipo e a abdominoplastia? Olha, são várias, vamos lá. A lipoaspiração, a intenção principal é tirar gordura. Então, idealmente, gorduras localizadas em qualquer área do corpo. Então, a gente pode fazer lipoaspiração na papada, pode fazer lipoaspiração nas costas, no braço, para diminuir o tamanho do braço. pode fazer lipoaspiração nas coxas, culotes. E a gente pode, inclusive, usar essa gordura da lipoaspiração para preencher outras áreas. Então, eu posso tirar uma gordurinha do abdômen e colocar no bumbum, por exemplo. Aí a gente está falando da lipoescultura. A abdominoplastia, primeiro que ela é um procedimento focado no abdômen. E o principal objetivo dela é retirar a pele do abdômen. Então a gente vê muitos abdômenes que sobra aquela pele debaixo do umbigo Que fica a chamada pochete debaixo do umbigo Terrível para muita gente Ninguém gosta de pochete Não, não gosta nem os cirurgiões também Porque a gente quer ver aquilo ali liso, sem pele nenhuma E a abdominoplastia é para isso É para retirar o excesso de pele na barriga e a lipo é para retirar o excesso de gordura. São objetivos diferentes. Agora, quando a gente fala dessa cirurgia, a gente logo pensa em vaidade, mas tem muito a ver com a autoestima também, é importante, né? Com certeza. Eu acho que a autoestima, a gente entra em questões que não são físicas, mas eu digo sempre que é psíquicas, né? Então, às vezes, aquele problema estético gera um sofrimento psíquico para a pessoa, aquilo incomoda ela, aquilo impede dela ir para a praia, ficar tranquila, usar um biquíni, se divertir, se soltar. Então, alguns probleminhas estéticos acabam gerando esse desconforto mental mesmo nas pessoas. E hoje em dia a gente valoriza muito mais esses problemas psíquicos do que antigamente se dizia, não, isso é besteira, não liga pra isso não, né? Não é realmente uma doença, mas é uma coisa que incomoda. Então, se incomoda, por que não ser feliz, né? Mas tem que ter atenção, né, doutor? Porque quando a gente fala de autoestima, pode causar um certo isolamento e até uma depressão. A pessoa não quer aquilo, aquele corpo, né? Pode causar uma depressão. O senhor tem casos de pacientes que tiveram até uma depressão? Tenho, tenho sim, sem dúvida E o curioso é que às vezes Por conta desse pensamento comum De que é só estética, é besteira Eu vejo pacientes que passam anos Em depressão, em desconforto Até realmente se libertar e procurar Um cirurgião plástico para resolver Isso causa mesmo depressão, ansiedade Isolamento, a pessoa não quer ir para a praia ela vai para a praia, não pode pôr o biquíni, às vezes ela nem vai, então gera problemas pessoais, sociais para a pessoa, sem dúvida. E depois disso a pessoa se redescobre também, quando olha no espelho e vê que ela consegue se enxergar, é uma nova descoberta. André, você sabe que o que eu mais ouço no consultório é assim, por que eu não fiz isso antes? Porque justamente a pessoa sente uma sensação de liberdade Nossa, aquilo que me incomodava há tanto tempo De repente agora não me incomoda mais Puxa vida, eu tinha tanto medo Eu tinha tanto receio As pessoas falavam que eu não precisava disso Não precisava daquilo E quando faz é isso mesmo Tem uma sensação de liberdade E olha para frente Fala, nossa, agora eu vou tocar minha vida Vou fazer isso, vou fazer aquilo começa a ter planos então é muito legal esse aspecto psicológico dentro da cirurgia plástica Doutor, a medicina nessa área dessa área mais estética avançou muito? avançou bastante vamos dizer aí nos últimos 30, 40 anos que a cirurgia plástica pra você ter uma ideia a primeira prótese mamária ela foi colocada no final da década de 60 E era uma prótese muito ruim, era praticamente um plástico E a lipoaspiração, a primeira lipo foi feita ali no finalzinho da década de 70 Então, vamos dizer que a lipo é 10 anos mais velha do que a prótese E de lá para cá, olha, mudou, os materiais mudaram muito As tecnologias mudaram, a segurança dos procedimentos, isso mudou demais Talvez tenha sido o que mais mudou É a questão da segurança. Então, antigamente a gente tinha muito mais complicações do que tem hoje. As próteses hoje em dia não precisam mais ser trocadas, elas dificilmente rompem. Os aparelhos de lipoaspiração hoje em dia a gente tem laser, tem cânula ultrassônica, tem radiofrequência, então mudou muito. Agora, o tempo de recuperação com essa tecnologia, com esse avanço da medicina, também é menor, né? Também é menor. Praticamente todas as mudanças que a gente viu e todos os procedimentos caminharam nesse sentido. Primeiro, caminhou no sentido de trazer mais segurança para o paciente. Segundo, caminhou no sentido de ser menos invasivo, ser menos agressivo, de ter menos roxo, menos hematoma. E terceiro, o caminho no sentido de devolver a pessoa para as suas atividades o mais cedo possível. Então, antes, quando ficava 20 dias, 30 dias de repouso, hoje em dia, dependendo da cirurgia, você trabalha no dia seguinte. Agora, doutor, tem alguns procedimentos que têm a cicatriz, a recuperação da cicatrização, aliás, perdão, a cicatrização, no inverno isso funciona melhor ou não? Eu acho que funciona melhor porque a paciente está mais confortável para se cuidar Então algumas cirurgias têm cicatrizes maiores mesmo Como a abdominoplastia ou a cirurgia para levantar as mamas E a temperatura mais amena facilita esses cuidados E deixa a paciente mais consciente de se cuidar Eu acho que facilita sim a cicatriz Doutor, eu fiz um convite para quem está em casa Para mandar a pergunta para a gente O senhor topa responder? Vamos lá, o que precisar Olha, a primeira pergunta é da Débora Lá do bairro Cambuia, aqui de Campinas Ela pergunta No inverno a sensação é de mais fome Como não estragar o que foi feito, hein doutor? Pois é, isso é uma coisa muito delicada A dica maior que a gente pode dar é controlar essa vontade, né? Não comer demais. Mas é isso mesmo, porque a gente acaba ficando mais dentro de casa. Eu acho que a ansiedade também ajuda a gente a comer mais. Então, eu diria para ela controlar, tentar controlar a ansiedade, né? E tentar valorizar o que foi feito. assim, olha, foi um procedimento, foi uma cirurgia, então segura um pouquinho aí, que logo, logo, passa o inverno, você sai de casa e vai treinar, vai fazer academia, e vai dar tudo certo, e a sua cirurgia vai ficar ótima. Porque não adianta também fazer um procedimento como a lipospiração, e aí afina a cintura, e a pessoa acha que já pode comer tudo, porque acaba voltando ou acaba estragando mesmo, colocando tudo por água abaixo? Olha, estraga, sem dúvida nenhuma A lipoaspiração, especificamente Tem uma lenda comum aí Que muitas mulheres vão saber do que eu estou falando Que não se engorda depois da lipo Nas áreas que são lipadas Isso eu ouço muito no consultório E rebato firmemente essa crença Que eu também não sei bem de onde surgiu Mas a verdade é que sim Se você faz uma lipoaspiração e você se descontrola na alimentação, você volta a engordar. As áreas que são aspiradas, talvez volte um pouco menos. Então, por exemplo, você faz uma lipoaspiração no abdômen e aí você depois começa a comer e engordou 10 quilos. Você vai ver aqueles quilos a mais, muito mais no pescoço, no quadril, nas pernas, do que no abdômen, onde você aspirou. entendeu? Mas aí se você engordar em vez de 10, engordar 20 vai ter gordura em tudo quanto é lugar O ideal já é também, né, doutor, caminhar pra uma vida mais saudável, né, já que investiu também tempo, também investiu uma certa quantidade de dinheiro então já caminhar pra uma vida saudável Eu acho eu acho que, inclusive usar a cirurgia plástica como uma motivação mesmo, né a cirurgia é uma coisa bastante definitiva e assim tem a capacidade de mudar não só o corpo da paciente, mas a motivação mesmo. Então, agora eu fiz a cirurgia, vou dar 15 dias, vou marcar com o nutricionista, vou dar um mês, vou marcar com o preparador físico, depois vou passar com o endocrinologista, e aí vai. São os melhores resultados que eu tenho, são de pacientes que mudaram o estilo de vida. Ah, o senhor tocou no assunto importante, atividade física é importante? Para quem pensa em fazer algum procedimento? É fundamental antes e depois, por vários motivos. Se a gente está falando de cirurgia estética, primeiro, antes. A paciente que chega para a cirurgia, está acima do peso, muitas vezes até com obesidade mesmo, a gente sabe que na cirurgia a gente tem risco aumentado. Então, uma paciente obesa tem maior risco de trombose, tem maior risco de abrir ponto, de ter infecção. Então, fazer uma atividade física antes para atingir o peso ideal diminui os riscos durante a cirurgia. Fora que ajuda a trabalhar a ansiedade também, né? Porque você gosta de imaginar que o dia anterior à cirurgia Todas as pacientes ficam ansiosas Isso é absolutamente natural Então se ela está vindo em uma rotina de treino Eu vejo que as pacientes ficam menos ansiosas, controlam mais E aí no pós-operatório, fundamental também para a questão da ansiedade E para não voltar a ganhar os quilos que a gente foi lá e transformou entendeu? Esporte não tem contraindicação, né, doutor? Não tem contraindicação, exceto nos primeiros dias, né? Então, dependendo da cirurgia, é claro, tem cirurgias maiores, como abdominoplastia, às vezes um mês sem peso, sem exercícios com carga, né? Se a gente fizer uma lipo, uma lipo laser localizada, de repente 10, 15 dias você já pode voltar a fazer o exercício. Mas assim, passou de um, dois meses, com certeza é fundamental praticar exercício físico. Débora, respondido, zíper na boca, hein? Olha só, tem mais uma pergunta agora, doutora, é da Antonella, lá do bairro do Jardim Guanabara. Ela falou que no inverno a pele resseca mais um pouco. Isso pode ser um obstáculo na recuperação de quem passou por uma cirurgia plástica? Depende, ela resseca mais sim, o frio acaba fazendo isso Mas é questão da gente observar isso acontecer e passar um creme hidratante, por exemplo Isso é um problema de solução muito fácil Então se está percebendo que a cicatriz está um pouco seca, que está descamando Então passa um creme hidratante, uma pomadinha cicatrizante que resolve, não é um impeditivo não Agora, muita gente quer ficar em dia com a beleza, acaba cometendo loucuras, né, doutor? Como é que a gente escolhe um médico de confiança para não colocar a nossa própria vida em risco, hein? Vamos dizer três fatores. Primeiro, a sociedade brasileira de cirurgia plástica, ela exige que todo cirurgião plástico seja membro da sociedade. E para você ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, você tem que ter estudado pelo menos cinco anos depois que saiu da faculdade de medicina, que já são seis, né? Ou seja, são seis anos de faculdade de medicina e mais cinco anos de formação em cirurgia plástica para você daí fazer uma prova e ser aceito ou não na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Então, o primeiro ponto é esse, é procurar um cirurgião que seja membro associado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Se o cara chegou até ali, no mínimo, ele sabe o que ele vai fazer. Segunda coisa, tem que se informar bastante, de preferência conhecendo outras pacientes que operaram com aquele médico, né? E a terceira coisa é a confiança, é você se sentir bem, sentir a empatia com o médico que você foi e muito cuidado com o marketing, as redes sociais hoje, não sou contra, eu faço bastante rede social, acho importante as pessoas mostrarem o seu trabalho, mas às vezes o marketing acaba tendenciando as pessoas a alguma coisa. Então, não se deixem levar pelas redes sociais, porque esses três passos aí são muito mais importantes do que a quantidade de seguidores que um cirurgião possa ter. Tem que tomar cuidado com as curtidas, né, doutor? Não é por aí, né? Não é por aí, né? Eu acho que tem coisas muito mais sérias e consistentes do que uma simples curtida em rede social. O assunto é sério mesmo, viu gente? Porque há tempos atrás a gente até viu na imprensa casos de pessoas que morreram ou ficaram deformadas por procedimentos mal feitos, por não médicos, né doutor? Alguns procedimentos só o médico mesmo pode fazer e tem que ser feito em hospital. Sem dúvida O médico tem essa capacitação E a gente vê casos que realmente não são médicos São procedimentos invasivos Em cirurgia plástica Você precisa saber bem o que está acontecendo E mais, se acontece qualquer evento inesperado Então, um em 10 mil, um em um milhão Pode acontecer uma alergia uma reação a um medicamento, e aí mesmo que o médico tem que saber como se virar, né? Porque qualquer evento inesperado que aconteça, é o médico que vai ter que resolver, e é o médico que sabe resolver. Então, a gente vê complicações acontecendo aí na mão de quem não sabe resolver, aí a coisa só piora, né? Agora, o senhor me disse que 80% das suas pacientes são mulheres, mas os homens procuram fazer o quê? Duas coisas principais Primeiro, a lipoaspiração O homem tá vaidoso, doutor? Tá Bastante vaidoso E já não liga pra amigo Comentando, sabe aquele amigo Que tá no churrasco, fala Ah, você vai fazer uma lipoaspiração Não esconde mais, a humanada tá em dia Com a beleza Tá em dia Se o amigo resolve fazer piada Ele fala, eu vou fazer lipo mesmo você vai ficar com essa barriga, eu vou ficar sem. Está tudo certo. Isso mesmo. Então, eles gostam mais de fazer a lipo. Tem uma coisa que fazem na perna também, né? Na batata da perna, não sei o nome do procedimento. Dá para fazer, às vezes até dá para colocar prótese na panturrilha para dar um aspecto mais atlético, né? A lipo em homem é um pouquinho diferente justamente por isso. A gente tenta deixar os contornos mais definidos, né? dá um porte mais atlético, né, e ele para em áreas diferentes. Mulheres têm mais acúmulo no bumbum, no quadril, na cintura, o homem já não, o homem acumula mais aqui no peito, no tórax e no abdômen, então a gente define mais para deixar o homem mais atlético, né. Se ele não quiser contar, é só falar que malhou bastante, se dedicou na academia, treinou muito. Isso, que teve, se dedicou bastante, né. O doutor, o Brasil se tornou referência em cirurgia plástica, né? Vem muitas pessoas de fora, atrás aqui, dos médicos brasileiros, isso é positivo? André, a cirurgia plástica brasileira talvez seja a número um no mundo Não só em quantidade de procedimentos Nós, a partir do ano passado, passamos os Estados Unidos Em quantidade de cirurgias Estamos falando aí de mais de 2 milhões de cirurgias por ano E também nas tecnologias Eu fiz um período da minha formação fora nos Estados Unidos e me chamou a atenção que, quando eu estava lá, eu já tinha ido outras vezes, na época, quando eu era aluno, em outras áreas. E sempre em outras áreas da medicina, o Brasil nunca era muita referência para alguma coisa. E, quando eu me tornei cirurgião plástica, eu fui também para fora e foi a primeira vez que um cirurgião plástico americano veio conversar comigo querendo fazer um estágio no Brasil. Olha! com cirurgião plástico brasileiro, quer dizer, inverteu, né? Então, aquilo me chamou muita atenção e me abriu o olho para justamente o que você está falando, que o Brasil realmente é referência mundial em cirurgia plástica. Agora, o doutor, o senhor está lançando um canal também no YouTube, que também o senhor dá algumas explicações, consegue orientar os pacientes que querem aí fazer uma cirurgia plástica. Qual que é o nome do canal do senhor, doutor? Bom, André, se você for no Google, o canal é Dr. Leandro Faustino, cirurgia plástica. Então, você já joga isso no Google, você já vai encontrar o canal. E, justamente, a gente está começando esse canal, que a minha ideia é responder as perguntas que eu tenho no consultório. Porque, justamente, eu sempre digo que as pacientes têm que se informar, têm que buscar informação. Então, um belo dia eu pensei, ué, mas então deixa eu dar informações também. disponibilizar essas informações na internet, então a ideia do canal é ter mais conteúdo mesmo eu faço o Instagram também, lá no Instagram eu tenho a minha rotina de trabalho eu falo das cirurgias que eu faço alguns conceitos mas eu vou deixando o conteúdo mesmo para quem tem mais interesse no canal Doutor, muito obrigada pelas explicações obrigado você também que participou aqui comigo, se você tiver dúvida Manda pra gente e também entre lá no canal do doutor que ele tá explicando tudinho e vai responder, viu? Gostou do programa? Manda o WhatsApp pra mim que eu quero saber, tô curiosa, hein? Você respondeu pra mim o que você vai fazer aí pra ficar em forma no verão e eu também logo tô planejando, viu doutor? O senhor tá quase me convencendo aí com as suas explicações, quem sabe antes do ano que vem. E você, claro, continua com Câmara Total até nosso próximo encontro, beleza? Beleza? Tchau, saúde! Beleza, Andréia Marques. Na segunda-feira você volta com mais informações no quadro Saúde é Vida. E obrigado também ao doutor Leandro pelas informações aí das cirurgias estéticas. Agora no inverno, a gente viu aí, homem também faz, viu? É 20%, mas nós estamos inseridos também neste contexto. Olha aqui na minha tela já, notícias da Metrópole. Viviane Novaes já está de volta, como o prometido. E a gente estava falando, né, Vivi? Acabou a entrevista coletiva do Jonas Donizete, já começou o nosso programa. E agora a gente vai repercutir, eu acho que a principal informação, que é a cidade de Campinas saindo da zona vermelha, indo para a zona laranja. Ou seja, teremos uma reabertura do comércio aqui na cidade. Bom dia mais uma vez a você, Vivi. Oi, Gabriel. Bom dia a todos mais uma vez. É isso mesmo. A coletiva aí durou mais ou menos uma hora e 15, uma hora e 20. E o prefeito Jonas Donizete fez o anúncio que todo mundo queria ouvir. Campinas está saindo da fase vermelha, o decreto já sai amanhã E a partir de segunda-feira estamos na fase laranja Mas quem deu todos os detalhes dessa mudança, o que pode ou não abrir A partir de segunda-feira foi o secretário de assuntos jurídicos Vamos conferir Amanhã sai publicado no Diário Oficial, uma edição extraordinária Um decreto, ele é relativamente curto, mas muito importante Ele restaura os efeitos do decreto 20.901, que é aquele decreto em que nós implementamos a fase laranja. Quando nós regredimos para a fase vermelha, esse decreto foi suspenso. Então, amanhã, o decreto 20.901 está restaurado todos os efeitos. Então, aquelas atividades que estavam autorizadas, se o professor me permite, Eu acho que é importante aqui realçar, então, na fase laranja, os horários permanecem os meses de funcionamento, então, voltam a ser permitidos para atendimento ao público, os escritórios em geral, tais como advocacia, contabilidade, imobiliárias, engenharia, arquitetura e turismo. Os shopping centers, das 16h às 20h, ficando vedada a realização de atividades e eventos culturais e de lazer Funcionamento de praça de alimentação, bem como aqueles serviços de vale, que leva e traz o veículo Os comércios e serviços, inclusive galerias e estabelecimentos congêneres Podem funcionar das 12h às 16h, segunda à sexta e de 9h às 13h, nos finais de semana Aí, prefeito, temos uma novidade também que o senhor autorizou Por provocação da secretária Capriola, ela vai explicar Mas no decreto de amanhã também fica autorizada a realização dos eventos denominados drive-in Que são aqueles eventos que o participante não sai do veículo Nós estamos fazendo a menção no decreto que há necessidade de obtenção de um alvará aqui na prefeitura e de obediência às regras sanitárias para este evento. Então, como disse o secretário, a partir de segunda-feira o comércio volta a funcionar nesse horário aí reduzido. Atenção, bares, restaurantes e academias, foi informado também na coletiva que só podem funcionar quando a cidade estiver na fase amarela. O prefeito já está se reunindo com esses setores para ver como vai ser essa volta. Então, a gente espera também que essa fase amarela chegue o mais rápido possível. E olha, o prefeito também disse na mesma coletiva que sobre a aplicação de multa em dinheiro para quem for pego transitando nas ruas da cidade sem máscara, não vai ser aplicado, pelo menos por enquanto. mas sim aquela multa moral que já vai sendo aplicada há algum tempo, desde o início, na verdade, da pandemia. Só que o prefeito também solicitou, pediu, assim como o secretário de Saúde e todos os outros que estavam presentes ali na coletiva, para que não ocorra aglomeração. Lembra, Gabriel, quando o comércio abriu, teve aquela aglomeração na 13 de maio, muita gente ali, tanto que a CIC, a Associação do Comércio e Indústria, disse que, pelo tanto de gente, não tinha aquele tanto de venda. Então, foi mais aglomeração mesmo, gente querendo sair de casa. Então, calma, o comércio vai abrir, mas não precisa ir todo mundo no mesmo dia. Você não precisa ir lá na segunda-feira. Dá para esperar mais um pouquinho? Então, evita frequentar e ir shopping e comércio. Só quem realmente precisa, porque assim a gente vai conseguir manter a cidade tranquila, sem aglomeração e sempre utilizando máscara. Por enquanto, não vai ter multa em dinheiro, mas sim a multa moral. E a gente pede também, né? Saiu de casa, usa máscara, walk-in gel, um cuidando do outro aí. E na mesma coletiva, o prefeito atualizou o número de casos do coronavírus em Tampinas. Vou abrir aqui o site da prefeitura. Olha só, a cidade, até o momento, segundo a última atualização feita na coletiva, às 10 horas da manhã, Campinas tem 15.629 casos confirmados, 618 óbitos, 707 casos estão em investigação e uma boa notícia, se for ver por esse lado, mais de 25 mil casos foram descartados. E logo depois de fazer o anúncio aí do número de casos na cidade, O prefeito Jonas Donizete falou um pouquinho aí das vítimas fatais, as características de cada uma. Vamos ver. Doze eram homens, três mulheres. Todos eles tinham comorbidades, todos tinham outras doenças pré-existentes. Isso aqui é importante, gente, porque poucas pessoas, poucas prefeituras, poucos governos dão no relatório. Isso acaba com aquele questionamento da população. Ah, ele tinha Covid, mas também tinha tal doença. Sim, a gente fala isso. Tanto que hoje, todas as vítimas faleceram com Covid, mas tinham doenças pré-existentes. Aí, cada uma com o seu tipo de doença. A faixa de idade das 15, 12 tinham mais de 60 e 3 delas entre 50 e 59 anos, ou seja, as 15 pessoas que faleceram com mais de 50 anos. Aí depois tem o dado, a data, lembrando sempre que nós não nos reportamos, embora o anúncio seja feito, hoje, não quer dizer que as mortes são recentes. Por exemplo, o boletim de hoje tem uma morte, me parece, de maio, que ficou aí, que está sendo divulgada hoje por algum problema que ocorreu. Bom, então, estes foram os principais anúncios feitos na coletiva de imprensa do prefeito Jonas Donizete, que você, de casa, acompanhou ao vivo aqui pela TV Câmara, e também pode rever essa coletiva também nas nossas redes sociais. A gente continua acompanhando toda essa mudança de fase, da vermelha para a laranja, lembrando então que amanhã sai o decreto com os horários específicos do comércio e o que pode abrir ou não. Segunda-feira, então, a gente mostra como vai ser todo esse movimento e as principais notícias do final de semana, Gabriel. E a qualquer momento você pode voltar, Viviane Novaes, com mais informações da cidade de Campinas. Ótimo fim de semana. Lembrando então, gente, 469 pessoas continuam internadas com coronavírus, 957 em isolamento social e já estamos chegando ao número de 16 mil pessoas infectadas. Então, se cuidem, hein? Primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta tem entrevista aqui no estúdio. Quem será que está em pauta, hein? Câmara Total de Volta e o Em Pauta de hoje é com o líder de governo aqui na Câmara, Luiz Rossini, formado em Administração, com especialização em Orçamento e Contabilidade Pública. É mestrando em Planejamento Energético e Meio Ambiente e preside aqui na Câmara a Comissão Permanente de Meio Ambiente. Está no quinto mandato, o segundo consecutivo, autor de dezenas de leis e uma que eu vou abordar daqui a pouco é a lei do pancadão, que limita o ruído nos bairros da cidade e em época de isolamento social, a lei mais do que nunca deveria ser respeitada, já que está proibido as festas com aglomerações. Primeiro, Rocine, muito obrigado por ter aceito o convite para participar aqui do Em Pauta dentro do Câmara Total. E a primeira pergunta que eu estou fazendo para os vereadores, como tem sido, no meio desta pandemia, as reuniões extraordinárias de forma remota, cada parlamentar na sua casa. Obrigado novamente por ter aceito o convite. Eu que agradeço, Gabriel, uma alegria e um dever vir aqui e prestar contas. Para ser sincero, tem sido um aprendizado novo para todos nós. Saber que o uso da tecnologia permite você manter a atividade da Câmara, Inclusive as reuniões à distância Isso é algo inédito É a primeira vez que a Câmara de Campinas E as câmaras em geral Porque essa prática está se reproduzindo em todas as câmaras Inclusive no Senado, na Câmara Federal Tem sido uma experiência nova Mas, assim, para ser honesto Falta aquele contato, o embate, o presencial Eu acho que para essas reuniões da Câmara dá mais qualidade até, intensidade, calor. Eu sinto saudades do plenário. Esperamos que em breve possa diminuir a taxa de contágio, principalmente aqui na cidade de Campinas, ainda na Zona Vermelha, que daí possa voltar essa reunião. Em mês de julho, geralmente em recesso parlamentar, esse ano atípico, vocês estão trabalhando. Claro, eu acho que é o mínimo que a Câmara podia fazer no sentido de continuar a sua atuação nesse momento de pandemia, porque a cidade não para, os problemas não cessam e a demanda da população é contínua. Então, foi uma decisão acertada da Câmara de suspender o recesso e está aí no dia a dia da cidade atuando e cumprindo o seu papel. Sobre estas demandas que o senhor falou, no mês de maio você propôs a criação da comissão intersetorial com diretrizes para abertura gradual das atividades econômicas. Ela é composta por quais representantes, quais atitudes são tomadas? A ideia é que a decisão de como Campinas vai retomar a sua normalidade, já que hoje já tem um termo que é o novo normal, porque a normalidade de Campinas não será a mesma quando a gente iniciou a pandemia. As organizações, empresas, as pessoas, os próprios órgãos públicos vão ter que rever muitos dos procedimentos. Vão ter que se readequar. Se readequar. Mas, particularmente, a ideia é chamar os setores da sociedade, os setores empresariais todos, que têm demandas específicas e que estão vivendo essa realidade da pandemia de formas diferentes, para que eles possam indicar representantes, para que quando Campinas for retomar o processo de abertura, a gente possa fazer direcionando as ações com as características que são peculiares de cada setor. Setor empresarial, setor educacional, no educacional as escolas particulares, por exemplo, de educação infantil, que tem uma realidade, uma característica diferenciada, é o setor do comércio, bar e restaurante, o setor de transporte, as universidades, enfim, a ideia, as igrejas, é que a gente tenha representantes desses segmentos para pensar como é que vai ser Campinas pós pandemia, como cada setor pode se adequar e contribuir para a gente continuar a nossa vida, fazendo, cumprindo todo mundo a sua missão, mas incorporando algumas práticas que esse isolamento social nos ensinou. O distanciamento, a higienização de mãos, o controle de acesso, frequência nos ambientes. Então, a ideia é juntar todo mundo e de todos os setores para pensar isso. E é importante essa ajuda de todos, essa conversa, essa discussão, para que no futuro não se deturpe as coisas. porque essa luta não é saúde versus economia. Acho que é importante se alentar isso, né? Ah, sim. Exatamente. E a ideia, se você faz e toma as decisões, vamos chamar assim, num grande conselho, todo mundo que participar e os segmentos ali representados vão ser corresponsáveis com aquilo que for decidido. E vão saber também entender, compreender, por que algumas medidas são adotadas. Obviamente, nesse conselho terá também representantes do atual comitê de monitoramento da Covid, para até ouvir dos técnicos da área de saúde, epidemiologistas, sanitaristas, quais são as preocupações que a saúde coloca nesse momento. Porque o objetivo é retomar a normalidade, mas acima de tudo, protegendo a saúde e a vida das pessoas. O senhor citou na resposta anterior sobre o ensino das escolas fundamentais, ensino infantil, e é um assunto que preocupa bastante, porque as escolas estão fechadas, municipais e particulares, somente com aulas via internet, e você chegou a se reunir com os donos das redes para ajudar em um protocolo e saber quais foram as demandas, foi isso a reunião? Sim. Na verdade, esse segmento foi um dos primeiros impactados, porque o primeiro setor a fechar as atividades, encerrar atividades, foi de educação. Inclusive da educação infantil, que tem uma característica muito peculiar. As donas, diretoras de escolas se organizaram, existe um movimento que não é só no município, mas no estado e no Brasil desse segmento. E essas pessoas, profissionais da educação, elaboraram um protocolo, dizendo como é que essas unidades, essas escolas, podem voltar gradativamente a receber crianças com todos os cuidados necessários, a proteção das crianças, dos trabalhadores e das famílias. Nós fizemos uma reunião com o prefeito, eles encaminharam esse protocolo, Ele foi muito bem avaliado por esse comitê de monitoramento, por quê? Além da volta, porque essas escolas são empresas e são geradoras de emprego, elas têm folha de pagamento. E como as crianças não estão ficando lá, os pais, muitos estão suspendendo os contratos ou deixando de pagar as mensalidades. Então, houve um impacto financeiro real, significativo nesse segmento. Mandar funcionário embora é uma das piores coisas. Eles têm procurado evitar isso. Mas muitas talvez não aguentem, não suportem. E se fechar, sabe o que vai acontecer? Na hora que você voltar à normalidade, essas crianças vão ter que ser abrigadas pelo poder público. E a rede pública municipal hoje de educação infantil, ela é insuficiente para atender a toda demanda. Então esse olhar, essa preocupação a gente tem que ter. Por isso, eu apresentei uma moção, além da reunião que a gente fez com o município, endereçada tanto ao governador do estado quanto ao presidente da república, que possam pensar soluções de natureza fiscal e o governo federal até de apoio financeiro a essas entidades, para que esse segmento não paralise as atividades. E muitos dos trabalhadores que continuam trabalhando, que não tiveram suspensão, serviços essenciais e outros, têm filhos, têm crianças nessa idade e não tem onde deixar. Estão deixando com avô, com vizinho, às vezes contratando babá e ainda não é a coisa mais adequada. Então, a ideia foi tentar encontrar uma solução o mais rápido possível para esse segmento. Com essa crise financeira das escolas, muitas entrando com pedido de falência, o senhor teme que no retorno, no segundo semestre, mas no final, mês de setembro, outubro, a qualidade do ensino tende a cair? Qualidade não. Na verdade, porque, principalmente a educação infantil, é uma outra medição, monitoramento, mas a qualidade do serviço hoje dessas escolas é elogiável. Então, não temo com relação à qualidade, não. O problema é que essas escolas vão passar por dificuldades, já estão passando financeiras seríssimas. Então, precisava pensar uma forma de ajudar essas escolas a ultrapassar essa crise. Ainda sobre o impacto da pandemia, todas as áreas foram afetadas pelo coronavírus, mas financeiramente muitas pessoas estão prejudicadas. Logo no início da pandemia, o senhor fez uma indicação ao prefeito Jonas Donizete para a suspensão do refis do pagamento das parcelas sem multas e juros. É que surgiram outras despesas e aí o senhor entendeu que essa suspensão seria uma forma de ajudar as pessoas. Sim, e na verdade o prefeito até mandou um projeto para a Câmara que a gente aprovou, no sentido que aquelas pessoas que já fizeram o contrato de refinanciamento das suas dívidas e por alguma razão não conseguem cumprir aquilo que foi acordado por conta da crise econômica derivada da crise do coronavírus, não fossem duplamente penalizadas. Porque o contrato que eles assinaram, se ele não pagar três prestações consecutivas, cancela o acordo e aquela dívida retoma com juros, correção monetária. Então seria uma dupla penalidade. E o prefeito mandou, atendeu, acolheu a nossa solicitação, mandou um projeto de lei para a Câmara, nós aprovamos para dar um tratamento diferenciado para esse contribuinte que quer estar regular junto à Prefeitura, que já tinha feito um acordo, mas que também está sentindo os impactos aí da pandemia e às vezes não consegue honrá-lo. Na área da saúde, no último mês, em junho, nós tivemos muitas reclamações sobre a falta do remédio somatropina na farmácia de alto custo, que fica aqui perto da Câmara, no bairro da Ponte Preta, para as pessoas com déficit de hormônio de crescimento, que é um medicamento que não pode parar de tomar. Quando você recebe essa demanda, qual é o trabalho do parlamentar? O que você pode fazer para essas pessoas? Primeiro entender e compreender o que é o medicamento, a quem se destina e o que significa de repente a pessoa não ter acesso a esse medicamento. Feito isso, nós temos que usar os instrumentos que o mandato dispõe, que a Câmara oferece. Nesse caso, nós fizemos uma moção apelando ao governador do estado e ao secretário estadual de saúde que tomassem as providências necessárias para agilizar a compra, distribuição e reposição nas farmácias de alto custo, não só da região de Campinas, da somatropina, que, como você falou, é um medicamento importante, principalmente para crianças e adolescentes que têm déficit desse hormônio do crescimento, mas que também atendem mulheres que possuem uma determinada síndrome e que não pode ficar sem o medicamento. Isso compromete muito a qualidade de vida e a saúde dessas pessoas. Então, como a gente recebeu a demanda, nós temos que bater na porta de quem é o responsável. No caso, é o governador do estado e a gente fez isso buscando acelerar. É uma forma de você usar um instrumento político para alertar, cobrar e pressionar o governo estadual para tomar as providências necessárias. É, na região noroeste aqui de Campinas, bastante populosa, está em fase final a construção do Centro de Saúde do Bassole, que pode atender cerca de 10 mil pessoas. O senhor tem acompanhado as obras, existe previsão de entrega, ainda mais neste momento o CS é muito bem-vindo, né? Nossa, aliás, a conquista do Centro de Saúde do Bassole é uma das coisas que eu me orgulho de ter participado da luta, Porque era algo que não estava no radar da Secretaria de Saúde E aí com a pressão da comunidade fizemos várias reuniões Agradeço a sensibilidade do secretário Cármenos, do próprio prefeito Jonas Que entendeu que aquela população do Bassole já vem sendo penalizada Desde que receberam os seus apartamentos lá No programa Minha Casa Vinha Vida e que são pessoas de todas as cidades, que nem se conheciam, de várias áreas, várias situações, foram levadas para lá para realizar o sonho da casa própria. E o sonho da casa própria se tornou um pesadelo, porque lá não foi preparado o ambiente com comércio, transporte, creche, escola... Tinha habitação, mas não tinha estrutura. E atendimento de saúde. Então, aos poucos, o poder público tem tentado levar essas condições para lá. E a saúde é fundamental. Hoje, os moradores do Baçole tinham que ir no centro de saúde do Parque da Floresta, sobrecarregando a demanda lá e concorrendo com os moradores do Parque da Floresta, Parque São Bento, às vezes Itajaí. E aí, conseguiu incluir no programa Saúde em Ação. A obra já está pronta. A chave já foi passada para a coordenadora do centro de saúde. Ele já está em fase final de colocação dos equipamentos. Em breve, ele vai estar atendendo a população do Baçole, que merece essa atenção, porque saúde, talvez seja o nosso maior patrimônio, os moradores de lá merecem ser tratados também com dignidade. Há uma conquista e tanto, né, para toda a região. Lei do Pancadão, mais do que nunca agora tem sido falada, porque aglomeração, festa no meio da pandemia não pode, e esse assunto está à tona quase todas as semanas. Como é que você vê na prática a lei do pancadão dentro da pandemia? Primeiro, dizer que a lei do pancadão resolveu um problema que era terrível em Campinas. Essa lei é de minha autoria, mas eu tive também a colaboração do vereador Zé Carlos e do então vereador Tiago Ferrari, que subscreveram a lei. Mas ela veio para enfrentar um fenômeno que estava crescendo, que era esse fenômeno chamado pancadão. Algumas pessoas equipam seus veículos com som potente e se encontram em praças, esquinas, postos de gasolina, e aí vara a madrugada com aquele som infernizando as pessoas no entorno, interferindo no direito sagrado do sossego, do descanso, muitas vezes comprometendo a saúde, porque muitas famílias com pessoas idosas, crianças, não conseguiam dormir. Além do ruído, o comportamento que se vê nos pancadões é algo também condenável. Então o pancadão por si só já era um problema, um mal e a lei veio para resolver. Com a crise, esse problema é agravado por aquilo que você comentou no início, porque os pancadões atraem os jovens e há uma aglomeração de pessoas e aí se expondo ao risco, tanto de contrair o vírus, o coronavírus, quanto de transmitir o vírus. Então, nesse momento de isolamento social, isso é um crime contra a saúde pública. Aí, recebendo, por ser autor da lei, eu recebi dezenas de reclamações e denúncias de várias regiões de Campinas. Encaminhamos uma solicitação, fizemos reunião com o prefeito e foi retomada com a Guarda Municipal, em esquemas, em parceria com a Polícia Militar, em DEC, as ações de enfrentamento, combate do pancadão. que inclusive é uma medida de proteção às pessoas. Ninguém quer interferir no lazer de ninguém, mas o seu lazer não pode sobrepor ao meu direito ao sossego e nem o seu lazer pode me colocar em risco a minha saúde. Então, é uma medida de proteção à vida. E eu reforço aqui essa conscientização, né? A população de Campinas, estamos na zona vermelha aí dentro do plano São Paulo, os números continuam crescendo na cidade, Então, conscientização de todo mundo utilizando máscara, distanciamento e sem os famosos pancadões. Na última semana, o senhor fez uma indicação ao Executivo para que a Indec faça a implementação de uma lombada ou algum mecanismo para que o veículo reduza a velocidade em uma rua no distrito de Barão Geraldo. Esse é um pedido dos moradores. Como chegou essa demanda até você? Na verdade, a gente tinha uma solicitação, existe a rua Antônio Marascal, que liga o Jardim do Sol ao Solar de Campinas, em Barão Geraldo, e ela precisava de uma manutenção, estava com o pavimento muito ruim, um trecho até sem pavimento, e a gente conseguiu que a Prefeitura fizesse a pavimentação de toda a extensão da avenida, da rua. Só que na hora que você asfalta, que eles transformam um tapete, aí aumenta a preocupação da população, que a primeira providência que eles pediram é a instalação de sinalização de solo, obviamente, e de lombada. Então, nós formulamos uma indicação à INDEC, que a INDEC faça o estudo técnico adequado, porque adote as medidas de proteção de segurança do trânsito, que seja mais adequada para aquela via pública. Mas aquilo primeiro, assim, há mais de 40 anos as pessoas reclamavam e reivindicavam a pavimentação daquele trecho. Aí o pavimento ficou ótimo, as pessoas aproveitaram e excederam. E aí surge outro problema. Não só ali, por exemplo, no Jardim Ieda, Santa Lúcia, Vila Palácios, a prefeitura executou lá a canalização do córrego de Santa Lúcia e pavimentou as duas avenidas no entorno. Ficou um lugar maravilhoso. As pessoas caminham, andam de bicicleta, mas se tornou também local de racha, de moto e tal. E aí a população lá também está pedindo lombada. A gente fez essa indicação também. Mas normalmente essas demandas chegam por moradores, pela população, que constatam o problema, a necessidade, encaminham o vereador e a gente usa os instrumentos que a gente tem, que é a indicação para solicitar as providências do executivo. Falta de iluminação na Avenida Andrade Neves, próxima ao Balão do Castelo. O senhor também pediu providências ao executivo nessa área. Na verdade, eu tenho também uma atuação nessa região do Castelo, Guanabara, Chapadão, e hoje é uma região que já está dotada de toda a infraestrutura necessária. E ali você percebe que uma das principais queixas de parte da população era a questão da falta de iluminação, pela sensação de insegurança que ela gera e até pela possibilidade de algumas ocorrências. Então, como a prefeitura tem um programa de buscar iluminar toda a cidade, eu coloquei para buscar priorizar também essa via com esse reforço de iluminação, que é para garantir a segurança, o bem-estar, o conforto da população que por ali passa ou mora no entorno. Vereador, para encerrar da minha parte, o que você espera do segundo turno, do segundo semestre agora do Legislativo? É, primeiro vai ser um semestre atípico, até porque nós vamos estar com eleições aí que se avizinham, né? Mas nós vamos estar ainda finalizando esse momento de crise, né? A gente espera, vamos estar retomando as atividades e a gente não consegue ainda, com certeza, prever o que vai acontecer e como é que vai se dar esse novo normal. Mas eu prevejo, primeiro, muito trabalho para a Câmara e para os vereadores. Como eu disse, a cidade é dinâmica, a vida continua, os problemas vão se avolumando. Nós vamos ter muitos trabalhos e desafios. Por exemplo, nós precisamos ainda, do ponto de vista ambiental, ver se consegue finalizar o projeto de PPP para cuidar do resíduo sólido, do lixo da cidade. Nós estamos também discutindo na Câmara a proposta de PPP. A gente já falou em iluminação pública, com a possibilidade de reformular todo o parque de iluminação pública da cidade com a perspectiva, inclusive, de instalar lâmpadas a LED, que conseguem dar a mesma luminosidade, são mais eficientes, com menor consumo de energia elétrica. Isso vai economizar recursos do município para investir em outros setores. Nós devemos entrar em operação a última estação de tratamento de esgoto, que hoje é chamada Epar, estação de produção de água de reuso. Ela trata o esgoto e devolve para o rio e produz uma água que pode ser utilizada utilizada para diversas áreas, exceto para o consumo humano, e ela está finalizada, segundo o CBS também deve entrar em operação, e isso vai dotar Campinas de capacidade para tratar 100% do esgoto. E aí, Gabriel, quero dizer que eu, pessoalmente, fico orgulhoso e feliz com essa obra, porque talvez você nem fosse nascido ainda, Mas em 1989, eu já era vereador e fui vereador constituinte. Eu participei da Câmara que elaborou a lei orgânica do município, que é a nossa Constituição Municipal. E eu coloquei na lei orgânica um artigo onde obriga o município a tratar 100% do seu esgoto, num prazo que a gente colocou na lei. E esse artigo fez com que o Ministério Público entrasse com uma ação lá em 1999 contra a Prefeitura Elaborou um termo de ajuste de conduta, apresentou um plano de saneamento E está se concretizando hoje Eu fico feliz por ter contribuído com isso E muitas pessoas talvez não consigam entender a importância do tratamento de esgoto, do saneamento Porque isso é qualidade de vida Muitas pessoas adoecem a muitas doenças associadas ao esgoto que corre em sal aberto E nós deveríamos no segundo semestre ter essa obra operando nessa estação E eu fico feliz de lá atrás ter pensado algo que se tornou realizar quase 30 anos depois Eu nasci em 1991, então eu agradeço esse artigo porque eu já nasci torcendo para ter 100% do tratamento do esgoto Muito obrigado pela sua participação, Luiz Rossini, e até uma próxima oportunidade. Eu é que agradeço, é sempre uma alegria estar aqui e um dever a gente poder conversar para prestar contas das ações do mandato. Um abraço. Vamos fazer o seguinte, então agora, rápido intervalo e na volta tem muitos assuntos, não saia daí. Meio dia e 35 nós estamos ao vivo, continue participando em 978293776 está aqui na sua tela, mande sua mensagem, um comentário, um elogio, fez alguma coisa na cozinha, alguma receita que deu certo, deu errado, mande aí o vídeo no 978293776 que a gente mostra aqui no final do programa. E amanhã é dia do motorista, parabéns a todos que levam crianças em vans, passageiros nos ônibus, alimentos nos caminhões, produtos em carros, todas as categorias que possuem uma rotina de trabalho desgastante, lidando com o trânsito caótico, barulho excessivo, lidam também com a violência, né? Mesmo assim, eles tomam todos os cuidados e estão circulando para cá e para lá. Já vou acionar o meu parceiro André Aranha. Onde e com quem você está? Boa tarde, André. Eu estou no Terminal Central aqui em Campinas, boa tarde para você Gabriel Castro, boa tarde também a todos que acompanham o Câmara Total aqui na tela da TV Câmara Campinas. Eu estou com o Moacir respondendo a sua pergunta, ele que é motorista de ônibus. Como você disse Gabriel, amanhã então é comemorado o dia do motorista de ônibus e o detalhe é que essa comemoração acontece porque é o dia de São Cristóvão. Então o dia é comemorado no dia 25 de julho Bom, a gente vai conversar bastante com o Moacir Falar um pouquinho da rotina dele Falar também quais os cuidados que ele está tomando Principalmente nesta época de pandemia As orientações que ele procura passar para os passageiros Porque tem que orientar, usar máscara, é claro Tudo bem, Moacir? Boa tarde, prazer em tê-lo conosco Boa tarde, tudo bem Bom, conta pra gente um pouquinho a respeito da sua rotina todos os dias, lidando com as pessoas, fazendo essa função muito legal. Por favor, Moacir. Então, o meu dia começa lá para as 10h30 e já inicio aqui no Terminal Central às 14h. O nosso dia é assim. Nessa época de pandemia, como é uma época muito complicada, antes da pandemia já era difícil, sempre difícil para executar o nosso serviço, porque é uma função de muita responsabilidade. Mas devido às orientações pela empresa que tem orientado e pela OMS também Nós estamos aí seguindo as orientações que eles passaram para nós Que é sempre lavando as mãos, mantendo a distância que é o mais importante E usando sempre álcool em gel Bom, e você estava me contando antes o início da nossa participação ao vivo aqui no Câmara Total Que antes mesmo de você nascer, né Moacir, o seu pai já achava que você seria motorista Então conta pra gente o porquê dessa história, por favor Então, esse fato é interessante que quando meu pai mudou de cidade O transporte que foi feito pelo motorista de caminhão tinha o meu nome Então eu já estava assim, já dentro do vento da minha mãe Porque minha mãe já estava grávida na época, mesmo na época do transporte E ele resolveu colocar o meu nome assim que eu nasci Acho que ele não pensou duas vezes para colocar o meu nome Porque ele gostou, disse que era um bom motorista E por isso acabou colocando o nome dele e eu que tinha acabado de nascer Bom, então conta para a gente, nesta época de pandemia Logicamente os cuidados precisam ser tomados tanto da sua parte como também da parte dos passageiros. Eu gostaria que o senhor falasse, Moacir, a respeito disso. O senhor tem orientado o pessoal a usar máscara nos ônibus, tem encontrado uma certa dificuldade ou o pessoal está assimilando bem? Então, o dia a dia nós sempre estamos orientando os usuários que sempre coloquem máscara. O distanciamento, às vezes, não é possível porque, dependendo da situação da lotação, o distanciamento fica um pouco difícil. Mas, da nossa parte, nós sempre estamos orientando todos os usuários para que eles coloquem máscara. Muitas das vezes, encontramos algumas pessoas que, às vezes, recusem a colocar máscara. E, às vezes, muitos colocam máscara só na hora de entrar no ônibus e vão lá para o fundo do ônibus e tiram a máscara. Então, isso aí não estão contribuindo. E assim contribuindo mais para esse vírus contagiar mais. O senhor também, logicamente, toma todos os cuidados, álcool em gel, sempre quando entra no ônibus, durante a viagem, né? Porque o senhor fica aproximadamente, por dia, 10 horas dentro do ônibus, é isso? É verdade, nós ficamos de 10 horas até 11 horas, às vezes, dependendo da jornada, de cada horário, de cada linha. E os cuidados que nós temos que ter a cada vez que nós fazemos as rendições Nós temos que limpar todos os itens que nós usamos ali Que é chave de portas, volante E os balaúces que estão ali próximo de nós Nós sempre estamos desinfetando com álcool E é isso, é só isso por enquanto que nós estamos fazendo E a máscara é indispensável. Nós estamos fazendo a troca de máscara a cada três em três horas. Bom, eu vou ver se no estúdio da TV Câmara Campinas, o Gabriel Castro, nosso apresentador, certamente tem alguma pergunta aqui para o Moacir que está com a gente ao vivo. Gabriel? Com certeza, André Aranha. Quero agradecer a presença do Moacir aqui. E André, eu quero que você pergunte ao Moacir o que mais curioso já aconteceu em uma viagem. Eu gosto das histórias, dos causos. Então, o que já aconteceu em uma viagem que ele pode contar para a gente? Bom, o Gabriel Castro está perguntando O que de mais curioso aconteceu Em uma viagem que você fez Circulando com os ônibus e tudo mais Você lembra de alguma história curiosa Alguma coisa, Moacir? Olha, é muitas histórias que acontecem Mas no momento assim Não tem uma grande história para acontecer De repente algum passageiro que te contou alguma história, que se abriu com o senhor, alguma coisa nesse sentido? Ah, sempre tem. Não lembro, assim, agora, no momento, assim, de alguma história, assim, específica, legal pra contar. É tantas histórias que, às vezes, a gente não consegue lembrar. Ninguém nunca entrou no ônibus, por exemplo, se almoçou e entrou triste, aí conversou rapidamente com o senhor e saiu feliz? Já aconteceu sim, já aconteceu de algumas vezes de pessoas entrarem, às vezes nervosas, com problemas, né, que eu acho que ele deveria estar tendo naqueles momentos, e às vezes sentar ali e começar a conversar, sim. E muitas das vezes eu já fiquei até 30 minutos, às vezes no horário de janta, até perder o horário de janta para conversar com essas pessoas. Isso já aconteceu já algumas vezes E eu fiquei muito contente por isso, por poder ajudar essas pessoas que estavam com essas dificuldades É uma história certamente muito legal Exatamente, daqui a pouco então o pessoal me avisa aqui no ponto eletrônico Que o Gabriel tem mais uma pergunta Agora, deve também ter alguns passageiros que incomodam, esse tipo de coisa, né Moacir? É, sempre acontece, né, que tem muitas pessoas que às vezes acabam incomodando A viagem, incomodando o motorista, dificultando o nosso trabalho. Mas a gente tem que ter paciência, ter sabedoria para lidar com todas as divergências que nós estamos aí enfrentando dia a dia. É isso aí, continua com a gente ao vivo o Moacir, que é motorista de ônibus, está participando conosco aqui do Câmara Total. Gabriel, mais alguma pergunta? Tenho sim, André, vamos lá. Quero saber do Moacir, então, o que ele faz para não se estressar com o trânsito, com os maus motoristas que acontecem também. O que ele faz para não ficar estressado? O Moacir, o Gabriel está perguntando se o senhor tem que ter muita paciência, né? O que o senhor faz para não se estressar às vezes? Porque não é fácil né Gabriel, 10 horas todos os dias no trânsito E passa o pessoal buzinando, e passa o pessoal xingando Então quer dizer, não deve ser fácil, muitas vezes as pessoas não respeitam os motoristas de ônibus né Então o que o senhor faz para não se estressar Moacir? Olha, isso aí eu acho que isso aí já vem da própria natureza de cada ser humano Então, como eu disse lá no começo da história né Meu pai colocou o meu nome de um motorista que disse que ele tinha muita paciência. E por incrível que pareça, eu acho que deve ser por Deus mesmo. E essa paciência eu sempre tive. Eu sempre tive muito controle de ter cuidado no que a gente vai expressar, porque se a gente não tiver cuidado, a gente pode acabar se complicando. Então a gente tem que ter muita paciência e ter muita sabedoria, como eu já disse, para lidar com todas as situações. Mas isso eu acho que é de cada um mesmo. Eu acho que isso aí já vem de berço mesmo, eu acho que já vem isso aí de, por Deus mesmo, que já nasce com isso. Mas tem algum preparo, Moacir? Algum preparo psicológico? Sim, a empresa sempre dá curso de treinamento para nós lidar com todas as situações. Sempre nós estamos fazendo curso de reciclagem, então isso aí nós estamos sempre tendo curso e sempre preparado pela empresa. Tá bom, Moacir, a gente agradece demais a sua participação. Eu vou chamar agora uma reportagem e daqui a pouco eu volto ao vivo aqui do terminal para conversar com o Paulo, que é um outro entrevistado, ele é diretor de comunicação da Sete Camp e vai falar para a gente a respeito de algumas situações importantes. Então, claro, eu não poderia deixar de parabenizá-lo amanhã, o dia do motorista, parabéns, essa profissão super digna e como disse o Gabriel Castro, tem que ter uma paciência enorme, principalmente porque você lida com pessoas o tempo todo, com pessoas nervosas no trânsito também, então parabéns, essa é uma homenagem do Câmara Total aqui para vocês, tá bom? Obrigado André, pelos votos aí, pelos parabéns Eu também queria parabenizar todos os motoristas e as motoristas, né, que são os colegas nossos de trabalho Que exercem o seu ofício com responsabilidade e consciência e disciplina e respeito E um feliz dia do motorista Então tá bom, valeu, simpático, Moacir, conversando conosco ao vivo aqui no Câmara Total amanhã, confirmando então, é o dia do motorista, dia 25 de julho. Bom, e por isso, eu e a nossa equipe, o Alexandre, o Cristiano, nós fizemos uma reportagem especial, também para ouvir os passageiros, um outro motorista, a gente teve a oportunidade também de circular, fazer uma viagem com o ônibus, vamos acompanhar então essa reportagem, olha só. O Dia do Motorista é comemorado no dia 25 de julho Uma justa homenagem aos profissionais que transportam mercadorias ou pessoas Por diversos lugares desse Brasilzão afora Bom, e a gente vai bater um papo agora com o Leilson, que é motorista de ônibus há quase quatro anos, para falar a respeito dessa profissão tão importante, Leilson. Vai ser comemorado o dia do motorista, gostaria que você falasse um pouco mais sobre sua profissão. Eles me deram a oportunidade de fazer, fizeram treinamento, treinar manobra, e trabalhei certinho, logo eles confiaram no meu trabalho, Mandaram para trabalhar na rua, nas linhas E estou aí todo dia, no dia a dia com a galera e o pessoal Agradeço muito a empresa, a todos os colegas Isso aí Então, estou aqui para conscientizar a todos Parabenizar a todos os motoristas de Campinas, região e do Brasil inteiro Essa data é muito importante para a gente aí, que transportamos vida Não é para qualquer um, não é como carregar objeto, entendeu? Mercadoria Então, estamos passando por uma pandemia que é muito grave Devemos tomar muito cuidado, porque não é fácil Usar máscara, higienizar as mãos sempre e ficar observando os passageiros também, porque muitos não acabam levando sério, acho que é brincadeira e a gente deve conscientizar eles um pouquinho para usar máscara, porque é muito perigoso. O que você fala para os passageiros que não estão com máscara, como funciona isso? Pede por gentileza, usa máscara aí, que não pode andar sem máscara, que é muito perigoso Todos aceitam numa boa, às vezes você tem algum problema? Até hoje nunca tive nenhum problema Qual o maior desafio de ser motorista de ônibus, Leilson? Responsabilidade, muita responsabilidade, a gente está lidando com ser humanos, né, ouvidas Então temos que ter muita atenção Entre os passageiros são só elogios para os motoristas Na minha opinião, o motorista de ônibus está fazendo um excelente trabalho aqui no terminal central Para a gente é muito importante, principalmente no nosso bairro Onde eles tratam os passageiros muito bem com relação ao transporte público E nessa época de pandemia é importante que o motorista também conscientize as pessoas, né? Isso, exatamente Eles sempre orientam as pessoas, quando vão entrar, que não estão usando a máscara Ele pede para usar a máscara com educação e trata a gente muito bem A parte mais importante do motorista é que a gente depende dele Se não for ele para encaminhar a gente para uma empresa, para sair Como a gente não tem automóvel para sair de casa, a gente depende muito de ônibus Então, porém, o motorista nessa parte, não só nessa parte por ser... Eles estão na linha de frente também da Covid-19 também, né? Eles ajudam muita gente nessa parte, né? Então a gente depende muito deles, né? Isso é muito importante pra gente aí, né? Na região, né? E sem eles a gente não vai em nenhum lugar trabalhar essas coisas, né? Depende muito do motorista, né? Tem que ter muita confiança no motorista, né? Muita confiança, né? Eles são super, tipo assim, simpáticos também, né? Mas, tipo assim, eles têm os trabalhos deles, usam máscara também, tem um monte de coisa, né? Mesmo assim, eles têm as famílias deles aí em casa com o Covid-19, né? É muito perigoso também, né? A gente precisa trabalhar e os caras estão arriscando a própria saúde, a própria vida, a vida dos familiares, pra locomover a gente até a empresa, no caso, né? A partir do momento que ele arrisca a própria saúde pra transportar a gente, o cara já merece um respeito além do comum. Já merece sim. A gente manda os parabéns aí pra todos os motoristas. Tá certo. A todos os motoristas aí que arriscam a própria saúde e saúde da família aí para locomover a gente, o nosso serviço e, enfim, em diversos lugares, meu parabéns aí. Se cuida, hein? Se proteja. Bom, então a gente acompanhou essa reportagem e teve a oportunidade de ouvir os passageiros falando a respeito do dia do motorista, também ouvir mais um motorista. Agora eu estou aqui com o Paulo Bardal, ele é diretor de comunicação da Sete Camp e vai falar bastante coisa para a gente, vai esclarecer algumas dúvidas. Ô Paulo, boa tarde, prazer em tê-lo conosco aqui no Câmara Total. Alguma homenagem especial nesse ano atípico que vocês estão preparando para os motoristas? Oi André, boa tarde, boa tarde a todos os telespectadores da TV Câmara. André, sim, a gente está preparando um vídeo especial em homenagem aos motoristas. Nos anos anteriores, nós fazíamos em todas as garagens das concessionárias da região metropolitana de Campinas e também do transporte urbano de Campinas, nós fazíamos um café especial para os motoristas e demais funcionários do transporte público. Mas este ano, devido a pandemia, nós não faremos esse café e a gente resolveu fazer um vídeo agradecendo e falando sobre a importância do motorista para a nossa sociedade como um todo. Bom, onde vocês estão operando com metade da frota, é isso? Por conta do coronavírus? Exatamente, a gente segue as determinações do órgão gestor Aqui em Campinas, que é na INDEC No caso é a INDEC E na região metropolitana, onde nós temos o transporte metropolitano E também o transporte urbano nas várias cidades Também o transporte intermunicipal Nós seguimos a determinação dos órgãos gestores municipais Da EMTU, no caso da RMC e também da Artesp, que é outro órgão gerenciador, que é do governo do estado de São Paulo. Hoje operamos com uma frota de 50% da capacidade que nós tínhamos anteriormente à pandemia da Covid. Entretanto, o número de passageiros, a demanda de passageiros caiu muito nesse período. Em alguns lugares a gente opera com 25%, 30% da capacidade anterior. E essa queda em abril, quando foi o auge da queda na demanda de passageiros, chegou a 80% na nossa região. Exatamente. Bom, e os motoristas com mais de 60 anos foram afastados por conta da pandemia, grupo de risco? Exatamente André, os motoristas, todos os motoristas e demais funcionários que trabalham no transporte Uma das primeiras medidas que a gente tomou seguindo a recomendação do Ministério da Saúde E demais autoridades sanitárias e de saúde Nós afastamos todos aqueles profissionais com mais de 60 anos E também aqueles que por acaso estavam no grupo de risco Esses profissionais desde o início da pandemia ou estão trabalhando em home office no caso Ou então eles estão trabalhando em escala de 15 dias nos casos daqueles motoristas que ainda continuam trabalhando Porque os que foram afastados esses não estão trabalhando durante esse período Como é feita a higienização nos ônibus? Bem, já fazíamos a higienização antes da pandemia. E agora, como houve esse problema da Covid-19, nós intensificamos e aumentamos a quantidade de vezes que os ônibus passam por uma higienização. Os ônibus, ao serem recolhidos para as garagens, eles são limpos por dentro e também por fora. com produtos que são aprovados pela Anvisa, produtos como germicidas, bactericidas, água e sabão, álcool em gel. Tudo isso nós aplicamos nos ônibus, nos balaustres, nos bancos, nos encostos de cabeça, no encosto de apoio de braço. Então, esses cuidados a gente está tendo, porque além de aumentar a quantidade de vezes, nós aumentamos também a concentração dos produtos químicos que nós estamos usando nesse processo de higienização. Essa foi uma das medidas que nós tomamos juntamente com o afastamento, mas o setor também tomou outras medidas. Isso em toda a região de Campinas, no transporte urbano daqui também. Colocamos cartazes informativos nos ônibus, nas redes sociais, nos sites. E além disso, nós distribuímos a todos os funcionários, distribuímos máscaras, máscaras reutilizáveis. Também foram distribuídos álcool em gel. E hoje uma coisa interessante que é feita também é que todo profissional do setor de transporte, antes de iniciar a sua jornada de trabalho, ele tem a temperatura corporal medida. Isso logo na entrada. Então, se o profissional tiver uma temperatura registrada acima de 37,7 ou igual a 37,7 graus, a gente imediatamente encaminha esse profissional para a unidade de saúde mais próxima. Paulo, com relação a reabertura do comércio na próxima segunda-feira com restrições que foi anunciada pelo prefeito de Campinas, Jonas Donizete o senhor tem alguma orientação para os donos de estabelecimentos comerciais principalmente no que diz respeito a essa questão de escala para evitar que haja aglomerações nos ônibus? Bom, a pergunta é muito boa, porque o que a gente percebeu durante essa época de pandemia, nesses quatro meses que a gente está vivendo esse cenário, não só em Campinas, mas em todo o Brasil? A demanda de passageiros caiu muito em relação à atual oferta, ou seja, A quantidade de bancos ofertados é suficiente para atender a atual população usuária. Evidentemente que com a reabertura do comércio, nós vamos fazer um reforço na frota. Estamos aguardando inclusive as determinações do órgão gestor de Campinas, no caso a Indec, para que a oferta seja redimensionada. Mas nós notamos o seguinte, que embora estejam funcionando apenas os serviços essenciais na nossa cidade, os trabalhadores continuam todos entrando no mesmo horário. Então, uma sugestão que nós teríamos a dar ao comércio, aos prestadores de serviço, É que como nós temos que enfrentar essa doença e essa doença, em alguns casos, a gente teria que adotar até, entre aspas, estratégias de guerra, seria escalonar a entrada dos funcionários e também escalonar tanto a entrada quanto a saída. Porque, por exemplo, se uma empresa tem 30 funcionários, poderia uma parte entrar por volta de 8 horas, uma outra parte 8 e meia, uma parte 9 horas. E, posteriormente, o pessoal também sair com esse gap de tempo. Então, é uma das sugestões, porque da forma como está, mesmo a oferta de serviços estando maior que a demanda, E como não foi feito nada nesse sentido, há algumas aglomerações pontuais em determinados horários do dia. Pela manhã e à tarde, durante o resto do dia, no entrepico, como é chamado esse fenômeno de deslocamento, no entrepico os ônibus circulam praticamente vazios. Está certo. Então, não há um equilíbrio. Esses horários de pico, para que o transporte consiga funcionar de uma maneira boa, satisfatória, teria que haver também algum movimento nesse sentido, de forma que equalizasse tanto a oferta que nós colocamos nas ruas, quanto a demanda e que isso também permitisse um equilíbrio econômico e financeiro. Então tá bom, muito obrigado pela entrevista conosco aqui no Câmara Total. Paulo? Eu que agradeço a oportunidade, gostaria de parabenizar todos os motoristas da nossa região, do transporte urbano de Campinas e também aqueles motoristas que trabalham com caminhões, caminhões transportando cargas líquidas, cargas secas, todos os motoristas de uma maneira em geral. Parabéns a todos. Então tá bom, muito obrigado ao Paulo ao vivo com a gente. Uma última informação, Gabriel, o Tubando está realizando hoje, desde as 10 horas da manhã, uma ação especial para caminhoneiros em comemoração ao dia do motorista. Os motoristas de transporte terão temperatura, pressão, peso, altura, enfim, avaliados pelos profissionais de saúde. A ação está acontecendo no quilômetro 56 da rodovia dos Bandeirantes, sentido capital. Eu volto com você, Gabriel Castro. Ação bastante interessante da Autobahn, tem que cuidar mesmo da saúde dos motoristas. Muito obrigado André Aranha, Paulo Bardal e também ao Moacir, dia do motorista. Parabéns aí, porque é uma profissão que não é fácil, tem que ter muita paciência e como o Moacir mesmo falou, lida com vidas, com passageiros o tempo inteiro. Então, cuidado redobrado. Continue participando do Câmara Total aqui em 978-293-776. Nós estamos ao vivo, em uma hora e três minutos. Mande aí uma sugestão de tema que você quer ver aqui no programa, uma receita que você fez e deu certo ou deu errado. A gente mostra no fim do programa e a gente continua aqui no ao vivo, porque agora é hora de continuar com os assuntos do Legislativo. Eu já entrevistei o vereador Luiz Rossini e aqui na minha tela está aqui já notícias do Legislativo e a Mina Abreu já aparece. Boa tarde, Mina. Nós estamos informando durante toda a semana a situação da saúde do vereador Cidão Santos, que está com o coronavírus. Então, você tem mais informações. Queria que você passasse para a gente. Boa tarde, novamente. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde aos nossos telespectadores. é, Gabriel, o vereador Cidão Santos, ele está se recuperando bem no Hospital Beneficência Portuguesa, se alimentando já sem sonda, e os médicos estão prevendo que com essa melhora do estado de saúde do vereador Cidão Santos, ele poderá ter alta médica já neste final de semana. Lembrando que essas informações são de ontem, da última visita médica online feita ontem entre os familiares e a conversa com os médicos que respondem, responsáveis pela saúde do vereador. Agora a gente vai falar um pouquinho sobre as reuniões extraordinárias que aconteceram ontem na Câmara Municipal. Nós tínhamos aí agendada 14 reuniões extraordinárias, tivemos a votação, a aprovação do projeto da PPP da Iluminação Pública, em primeira e segunda discussão, tivemos também a aprovação da nova lei do SUS, Ou seja, a gente vai ter agora em Campinas um sistema único do SUS, mas por falta de quórum, nós tivemos aí a queda das reuniões, ou seja, as reuniões pararam de acontecer no meio da programação, por isso que neste sábado, amanhã, a partir das nove e meia da manhã, nós teremos novas reuniões extraordinárias para votar justamente esses projetos que ficaram faltando na reunião desta quinta-feira, então amanhã, a partir das nove e meia da manhã. E o vereador Carmo Luiz apresentou um projeto de lei justamente que prorroga por mais um ano a data de vencimento de documentos relativos aos serviços de táxi aqui na cidade, por conta de que nós temos Detran fechado e uma série de outros serviços que eles precisariam usar neste período para renovar a permissão. Vamos ouvir a justificativa do vereador? Em situações como essa em que estamos vivendo, nesta pandemia, o poder público deve ter a sensibilidade e buscar entender e também facilitar a vida das pessoas impedidas de trabalhar. Ou daquelas que, mesmo trabalhando, ainda enfrentam muitas dificuldades para alcançar o equilíbrio financeiro. Por esta razão, apresentei dois projetos de lei junto à Câmara Municipal de Campinas, prorrogando por um ano o prazo de renovação das licenças de funcionamento para os taxistas e os condutores de vans escolares Os taxistas, embora autorizados para operar, tiveram uma queda brusca no faturamento e encontram muitas dificuldades para assumirem mais gastos E um dos gastos que devem ser assumidos agora é o pagamento de taxas E também muito importante, pedimos que a compra de veículos novos, no caso daqueles que precisariam ser trocados até o final do ano, também seja adiado. Com a suspensão das aulas, os condutores de veículos escolares também estão impossibilitados de trabalhar. Muitos deles, para manter suas casas, precisaram, estão precisando recorrer ao auxílio emergencial. e também não dispõe de recursos financeiros para arcar com os custos de renovação das licenças, essas de funcionamento. E essas duas categorias de trabalhadores ainda irão precisar de tempo a fim de reorganizar as suas finanças quando esta pandemia acabar e que forem revogadas as medidas de isolamento social. É importante ressaltar que o poder público pode e deve contribuir e a proposta é que seja adiada as necessidades de renovação das licenças por pelo menos um ano e que entendemos que é uma luta justa e necessária para o momento em que vivemos. A proposta ainda vai tramitar na Câmara, passando pela Comissão de Constituição e Legalidade, para depois entrar na pauta. Hoje a gente mostra de novo Câmara nas ruas, onde as indicações e requerimentos dos parlamentares e elevam melhoria para bairros e comunidades. Agora, a gente vai mostrar como as indicações do vereador Felipe Marques estão mudando uma praça até então abandonada no Jardim Nova Mercedes, em Campinas. A reportagem é do André Aranha. O vereador Felipe Marqueses solicita a instalação de academia para terceira idade na Praça Leontina Marques Segantine, no Jardim Nova Mercedes Estão sendo feitas, nos próximos dias, academia ao ar livre Tem a solicitação em dois locais desta praça de academia ao ar livre Já foi concretado ao lado da creche um local que será instalado em breve E também em frente aos prédios Santos Dumont Então já tem a solicitação ali de academia, de playground Neste local também fizemos três solicitações Um minicampo que já existe mais outro minicampo onde vocês podem ver a máquina trabalhando, ali também será um minicampo de areia e também ao lado do centro de saúde nós estamos solicitando um campo oficial. Veja só quantas coisas boas que estarão acontecendo, tudo isso é de grande importância para a população trazer o esporte, saúde, solicitação também, André, como pista de caminhada, o calçamento de todo o local. Vocês podem ver ao lado ali o pessoal trabalhando também, o muro da escola Salvador Bove, que estava o barranco, derrubou o muro, foi feito todo um trabalho de terraplanagem, hoje o muro está sendo feito. Essas fotos enviadas pelo gabinete do vereador mostram reuniões que foram realizadas em 2018, que tinham justamente a finalidade de resolver este problema. Nestas outras imagens, é possível ver como era o local antes do início das obras. O presidente da Associação do Bairro destaca que essas melhorias serão importantes para a região. Nós não tínhamos uma área de lazer, e aqui se mostra com grande potencial para essa área, que vai ser um marco para a nossa região e também uma grande valorização para o bairro. Por exemplo, a academia? Sim, nós temos aqui uma área muito boa para ser feita a academia, área de ciclismo pode ser feita, área de piquenique, enfim, a gente vê grandes possibilidades aqui com essa abertura desse espaço. O vereador falou também sobre a revitalização da praça. Como vocês podem ver atrás, nós temos a revitalização desta praça Leontina Marques, é a continuação dela, uma área muito grande. Atrás, este lago está sendo revitalizado, foram recuperadas também as minas, que estavam todas praticamente extintas, então tem a recuperação das minas. Lembrando também que foram concluídas, nós encaminhamos e solicitamos a presença da Sanasa e também parte da prefeitura, para que resolvesse todo o esgoto que estava sendo jogado neste local. Então não temos mais esgoto neste lugar. O seu Antônio é o jardineiro da praça, que leva o nome da esposa dele. Por isso, ele está feliz da vida com as mudanças que deverão acontecer. Eu cortava bastante cobrinha, essas urutocinho, esses cascavel e outras coisas, né? Como era mata, é lógico que tem, né? E aí a gente foi fazendo e eles foram saindo, talvez a gente matou, não matou muito pouco, né? Porque também não ia atrás para matar, para estragar, certo? E aí fomos trabalhando e aí quando chegou uns sete meses mais ou menos, o marco saiu. Aí eu fiquei cuidando, porque eu plantava um pé de milho, um pé de mandioca, um pé de coisa E fui cuidando, fui cuidando, aí eu montei essas árvores, vocês podem ver É meu orgulho, e essa praça, quando foi em 2003, minha esposa morreu Aí puseram essa praça no nome dela E nós temos também em Campinas, desde 2017, o Estatuto de Proteção dos Animais Só que agora ele ganhou um texto que cria aqui na nossa cidade O Banco de Sangue de Animal Público A iniciativa é do presidente da Câmara, o vereador Marcos Bernardelli, e agora é lei. Campinas poderá ter o banco de sangue animal. A Lei 15.915, de 21 de julho de 2020, de autoria do presidente da Câmara, Marcos Bernardelli, inclui inciso na Lei de 2017, que criou o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos no município de Campinas. O Banco de Sangue Animal Municipal será responsável pela coleta, armazenamento e destinação de sangue e hemoderivados de animais domésticos. De acordo com o autor, é de suma importância que a cidade tenha esse serviço público. Todos aqueles que não tenham condições de suportar, quando de uma intervenção, que há necessidade do sangue ao seu animal doméstico, poderá socorrer junto ao poder público. É de suma importância. O Departamento de Bem-Estar e Proteção Animal ficará responsável para instituir isso dentro da própria Secretaria. Bernardelli lembra de outras iniciativas de sua autoria que envolvem a proteção e direito dos animais em Campinas Eu não tenho um envolvimento pessoal com a causa, mas eu tenho grandes amigos que militam a causa animal E eles trouxeram no decorrer desses dois mandatos, principalmente neste mandato que se finda Algumas situações de proposituras de legislação Assim foi com o cão de assistência, o cão terapeuta O reconhecimento de utilidade pública da HAA Que é uma ONG também de proteção e de acolhimento dos animais abandonados E agora por último, a legalização no município do banco de sangue animal Mais um avanço aí para a causa animal, hein, Gabriel? E agora, olha, eu volto só segunda-feira com novas notícias do Legislativo, lembrando que amanhã, a partir das nove e meia da manhã, tem reuniões extraordinárias na Câmara Municipal, com transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara. Combinado, já está tudo anotado aqui. Nove e meia da manhã, reunião extraordinária. Você volta na segunda-feira com mais notícias do Legislativo E daqui a pouco você volta também com as notícias do meio ambiente no Giro Ambiental Então fica ligadinho aí, você aí de casa também, hein? Não saia daí, a gente vai fazer um rápido intervalo E ainda tem previsão do tempo para o fim de semana Será que vai chover? O frio vai voltar? Ou será que vai permanecer sol e calor? Ainda tem quadro de Mãos Solidárias, tem culinária, tem muitos assuntos Não saia daí Transcrição e Legendas Pedro Ribeiro Carvalho do dia, tem a presença de algumas nuvens, mas não chove. A temperatura, ela segue com aquele friozinho no início da manhã e depois o dia esquenta. Vamos então às temperaturas, aqui já na minha tela, sábado, amanhã, dia 25 de julho, mínima de 15 graus e a máxima pode chegar aos 29 graus, e no domingo a mínima é de 16, um pouquinho maior, mas a máxima diminui, não deve passar dos 26 graus. Lembrando que a umidade relativa do ar, ela continua em torno dos 30%, muito baixa, então beba bastante água, se mantenha hidratado. Olha só, a Associação Griotes, os contadores de história, é uma instituição sem fins lucrativos que desenvolve um intenso trabalho de contação de histórias em hospitais na região metropolitana de Campinas desde 2003. Mas e agora, na pandemia, como será que os contadores de histórias estão realizando este trabalho tão importante e que não pode parar? Vamos acompanhar no quadro Mãos Solidárias. Histórias. Desde pequeno, a gente aprende a ouvir e a gostar muito delas, principalmente quando terminam em final feliz. E a gente vai conversar agora com uma turma que espalha fantasia por Campinas para as crianças e para idosos. São os Griotes. Aqui comigo está a Sueli. Oi, Sueli, tudo bem? Tudo bem! Eu queria saber de você como é que nasceu esse projeto, GRIOTES, de contar histórias. Sim, nós somos a Associação GRIOTES, os contadores de histórias, e nós somos uma entidade de voluntários. Nós contamos histórias nos hospitais e lares de idosos aqui de Campinas e região. Então, já desde 2003, está completando 17 anos de ONG e é um trabalho muito bonito que a gente tem feito. Sueli, como é que é? Vocês vão até hospitais, né? Muitos das crianças estão acamadas. Como é que é isso para vocês? Então, a gente faz a visita Toda semana, todos os dias Sempre tem um voluntário lá no hospital Ou no lar dos idosos E a hora que a gente chega A hora que você olha nos olhos das crianças Dos idosos, até dos funcionários O nosso coração fica cheio Fica mais cheio de alegria e de amor E a gente acaba saindo de lá melhor do que a hora que chegou. Então, a gente sai de lá e não pode reclamar de nada, de nada. Porque quem sai ganhando somos nós. E trabalhar com a fantasia, com o lúdico, é bastante importante, né? Em tempos tão difíceis como o nosso, né? É, o que a gente tá vivendo hoje, né? Eu acho que a arte, a alegria, tudo, é o que nos dá mais força, né, pra continuar e a gente não pode deixar de lado, não. Nós ficamos aí, ó, na hora que começou a pandemia, nossa, a gente ficou assim, se comunicando, falando, o que a gente pode fazer pra dar continuidade nessa nossa missão, né? Você até tocou num... Lulamos num negócio bem legal. É isso que eu queria saber. Você tocou no assunto bastante importante. O trabalho de vocês não parou por conta da pandemia. Como é que vocês se reinventaram para não deixar de contar a história? Então, aí ficou uma ligando para a outra, daí a gente ficava no telefone, no vídeo. Aí nós bolamos o quê? Fazer vídeos para mandar para os hospitais e para os lares, né? idosos, contando histórias, então com isso nossa foi assim, ó uma loucura aí a gente já está hoje com mais de 70 vídeos gravados, desde o começo da quarentena desde o começo da quarentena e nós pensamos, pensamos daí começamos a fazer, a editar os vídeos está tudo editado está lá no canal do Youtube no Instagram, na nossa página do Facebook e olha, a gente ficou tão feliz com o resultado, você nem imagina o retorno que a gente tem eu imagino sim e os nossos vídeos assim, no Brasil inteiro já foi compartilhado e agora já foi pra fora do Brasil também que conquista, que importante muito lindo do nosso trabalho. Eu fico até emocionada de falar. Eu imagino, porque é muito delicado, né? É uma dedicação que vocês fazem, né? E o mais importante disso é que a gente tentou passar para os pacientes, né? Para a família, né? Para os pacientes, tudo. E a gente está ali, ó. Nós não paramos, que a gente continua ali juntinho, sabe? Levando alegria, levando uma palavra, né? De carinho, de conforto E é isso Agora, a arte transforma Perdão, pode falar A gente Permanecer unidos O grupo, sabe? Sim A gente já fez A nossa primeira live, sabe? A gente já tá fazendo Fizemos um encontro De troca de histórias Então isso mantém o grupo mais unido ainda. E em falar em arte, né? A arte é transformadora mesmo? Oi? A arte transforma? Ah, transforma, viu? Você percebe a hora que você começa a contar uma história ou mesmo você, tem gente que às vezes ah, eu não quero ouvir história agora. Mas você conversar, começa a conversar com a pessoa E, de repente, você começa a fazer uma brincadeira, ou você tira uma flor, ou você tira um bichinho, ou você faz uma mágica. Aí você já percebe o olhar da pessoa, sabe? Ela fica sorrindo com os olhos. E hoje em dia é muito importante os olhos, né? O olhar. Tem criança que, às vezes, tá chorando porque tá com dor, né? Acabou de fazer um procedimento e tudo. Aí você chega, começa a cantar, você pode cantar uma música antes de começar a contar a história. A criança fica calma. Outro dia eu nem consegui contar a história, porque eu comecei a cantar antes e a criança dormiu. Ela calmou mesmo? É, eu sempre conto. Então ela ficou tão calma que ela nem esperou a história começar. Ela dormiu na hora que eu estava cantando a música antes da história. E tem diferença entre contar a história para idoso ou para criança? Tem uma diferença entre os dois públicos ou não? Os dois mergulham aí na fantasia. Olha, eu falo assim, os idosos, não só os idosos, os adultos, né? Em geral, eles parecem mais crianças do que as crianças. O material que eu uso para contar histórias, os livros, né? eu falo que é de zero a cem anos, até mais se quiser, tá bom? E depende assim do momento depende do ambiente depende da de como está aquela pessoa aquela hora, então você dá um contexto diferente na história, entendeu? É pra todas as idades Ô Sueli eu separei um vídeo do Griotes vamos dar uma assistida pra pessoal de casa entender que sabor é esse da fantasia Põe aí pra rodar Oiê, tudo bem? Eu sou a tia Dedé Muito prazer, o meu nome é Carol Olha a nossa aqui de novo Eu faço parte da família Briotes Os contadores de história Eu vou pedir pra você segurar o seu pó de pirimpimpim Bem forte na sua mão Você tá segurando o seu pó de pirimpimpim? Se não tem ainda, então coloca a mão no bolso E tira um pouquinho de pó de pirimpimpim Estamos aqui pra contar uma história Pra você da nossa casa Pra sua casa Esperem que vocês gostem. Sueli, vocês têm noção de quantas pessoas vocês já conseguiram atender aí desde 2003, quando nasceu esse projeto? Ai, desde 2003? Agora você me pegou, hein? É muita gente, né? É muito, muita gente, porque não só nos hospitais. A gente ficou tão assim, principalmente agora, sabe, com essa quarentena aí, nós ficamos bem conhecidos, bem mais conhecidos. Então, é muita gente, é muita gente. Agora, Sueli, vocês se preparam para ter esse contato com o público, para contar a história? Tem um treinamento, uma preparação prévia? Sim, nós temos um treinamento de dois meses, dois meses e meio, com palestras, com oficinas e depois nós temos um treinamento de oito semanas, de oito a dez semanas nos hospitais e o voluntário novo sempre acompanhado de um voluntário mais antigo da ONG. Agora, então, se a pessoa quiser fazer parte desse time, então o primeiro passo é que ela procure vocês para passar por um treinamento, né? Sim, aí nós temos, a gente faz uma reciclagem, né? A pessoa se inscreve, tem um número de contato que no final eu posso passar e aí a gente tem uma psicóloga no grupo que faz as entrevistas. Então a gente sempre quando abre um treinamento, a gente faz uma reciclagem, porque tem tanta, a gente abre para, vamos supor, umas 40 voluntários novos e sempre tem uma psicóloga para fazer entrevista e depois começa o treinamento. E no final de tudo De todo o treinamento Nós fazemos uma formatura Onde recebe esse jaleco Amarelinho É a beca É, a hora que você coloca Esse jaleco, você se transforma Você também se traveste Mas a hora que você veste o jaleco Vira uma outra pessoa Ninguém ninguém consegue ficar quietinho. E vocês vão todos coloridos, eu tô vendo que você tá com florzinha na cabeça, o jaleco também já chama bastante atenção, né, gente? Vocês vão bastante coloridos, assim? Sim. Cada um se transforma do jeito que quer, né? Então, sempre um adereço no cabelo, no jaleco também, a gente coloca, sabe, uns vestidinhos, Tem bichinhos, tem bonequinhos, tem macaquinhos, sapo. Eles ajudam muito a gente a contar histórias também. E é muito legal, cada um se transforma como quiser. Agora eu vi que atrás de você está cheinho de livros, né? Como que vocês selecionam as histórias que vão contar? As histórias? Olha, eu sempre ministro palestras de comparação de histórias, você tem que escolher no livro a história que você gosta, e se a história, não pode ser muito longa, porque ninguém aguenta, né, histórias muito longas, ninguém. Então, se a história for legal, você gostou, mas se a história é tão linda, tão bonita e ela for muito longa, você tem que enxugar, você tem que dar uma resumida legal para poder contar essa história. Essa história você pode ler, ser lida, com o livro, mostrar o livro. Você pode decorar e você pode contar da maneira que você quiser. E existem infinitas maneiras de você contar uma história Tem que usar a criatividade e mergulhar na fantasia, né? Sim, deixa dar asas à tua imaginação e vai fora Sueli, eu conversei com a Ana Paula E quem sabe o que vai acontecer, né? É isso mesmo, e fluindo a história vai se recriando, né? Eu conversei com a Ana Paula, que coloca os vídeos dos griotes Para assistir, vamos dar uma olhadinha O que ela achou, o que a família sentiu aí com essa novidade do Griotes. Vou ir pra rodar. Oi, pessoal, boa tarde. Meu nome é Ana Paula, eu sou mãe da Isadora e da Giovana. Nós estamos aqui hoje pra contar pra vocês como é que a gente conheceu os Griotes. Quem nos apresentou o Griotes foi uma pessoa muito querida, que faz parte da nossa família e faz parte da equipe dos Griotes. Essa moça aqui, ó, ela é super talentosa, ela é uma ótima contadora. Desde que ela nos apresentou o Griotes, a gente vem acompanhando as histórias. E eu, como mãe, eu fico muito confortável em saber que as minhas filhas têm acesso a um canal que tem conteúdo pensado para elas. Eu não preciso ficar o tempo todo voltando para ver se tem coisas inadequadas, se está passando coisas que elas não deveriam estar vendo. A contação de histórias é muito legal, tem nos ajudado nesse período de pandemia, tem me ajudado enquanto mãe, porque tem horas que a gente já não tem mais tempo. E aí sempre tem alguém bacana aqui, contando uma história divertida, nos fazendo pensar e me fazendo voltar no tempo. Porque a contação de história é atemporal e diverte todo mundo. Aqui em casa todo mundo gosta, até o fumaça. Não é não, meninas? Sim. A gente vai deixar um beijo aqui para o pessoal dos griotes e um beijo especial para a tia. Claro. Beijo, griotes. Beijo, griotes. Beijo, galera. Tchau, tchau. O Sueli, com essa mudança, você sentiu muita diferença de estar um pouquinho afastada das crianças e também dos idosos? Você sente saudade de ir até o local? Sim, não é como a gente estar assim pertinho mesmo, né? Por isso, a gente sente muita saudade, muita vontade de estar juntinho lá no hospital, nos lares. Porque o contato, a presença mesmo faz muita falta Eu acho que é isso que está pegando mais nessa pandemia toda Não só para essas ONGs, para nós, os contadores de histórias Mas eu acredito que para todo mundo O contato físico mesmo com as pessoas queridas E o nosso trabalho, que é assim, olho a olho, a gente está sentindo muita falta. Agora o pessoal de casa está perguntando o que significa griotes. É uma palavra estrangeira. Griotes eram contadores, são contadores, ainda tem, até hoje ainda existem alguns griotes. Na África, eles eram contadores de histórias e eles eram até poupados da guerra, porque eles eram contadores de histórias. Olha a importância. E eles não sabiam ler e nem escrever os griotes. Griot, na verdade, mas como a gente está aqui no Brasil, deram o nome ao grupo de griotes, com um T bodinho no final e um S. Faça o telefone do GRIOTES para a gente 3252-1018 Estamos repetindo certinho 3252-1018 E o site? O site é www.griotes.org.br Beli, eu quero te agradecer Que você tenha muitas páginas Para escrever uma nova história do GRIOTES para contar muitas histórias e para levar fantasia para a gente. Muito obrigada pela sua participação. Obrigada a vocês pela oportunidade e espero que você também vire uma voluntária dos griotes, tá bom? Combinado, certeza. E se você também quiser... Um beijinho para todo mundo, tá? Um beijo. E se você também quiser virar um voluntário, o Griotes deixou o telefone, eu vou repetir aqui embaixo, é só entrar em contato com a Sueli e viajar aí pela fantasia. Tchau. Muito obrigado, Andréia, pelas informações. Muito legal o trabalho da Associação Griotes aqui na cidade de Campinas. e precisa acontecer mesmo em época de pandemia. Vamos fazer o seguinte agora, vai aparecer aqui na minha tela a Célia Leão, já está aqui, ela que é secretária agora dos Direitos da Pessoa com Deficiência e tem como base política a luta pelos direitos das pessoas com deficiência, área onde atua há mais de 35 anos, além da defesa da mulher, dos idosos, da criança e do adolescente. E Célia, hoje completa 29 anos da Lei 8.213, que é de 1991, conhecida como a Lei de Cotas para as Pessoas com Deficiência. Quase três décadas depois, avançamos o quanto a senhora gostaria, boa tarde e obrigado por abrir um tempinho aí da sua agenda, eu sei que você está no Palácio dos Bandeirantes, mas para poder conversar com a gente. Obrigada, Gabriel Castro Boa tarde a você A todos os nossos telespectadores Da TV Câmara Uma TV que leva informação ao vivo Na hora Informações importantíssimas Não só para a cidade de Campinas Mas para toda a região metropolitana Região administrativa Onde chegue o sinal da TV Câmara Primeiro eu quero agradecer A direção do programa TV Câmara Total Por nos dar essa oportunidade de abrir os microfones, abrir a tela, para falarmos de um trabalho muito importante. Você já começou falando com muita propriedade de que hoje completa exatamente 29 anos da Lei de Cotas, ano que vem, três décadas da Lei de Cotas, e uma lei que acabou tendo esse nome de forma muito carinhosa e que veio para fazer uma mudança no comportamento da sociedade, principalmente na questão da empregabilidade, junto com empresas, indústrias, enfim, com todos aqueles que querem ver o seu negócio crescer, precisam do apoio e do trabalho das pessoas, e quando falamos em pessoas, falamos de todas as pessoas, inclusive e sobretudo de pessoas com deficiência. Então, hoje, essa lei de cotas significa que nós temos 800 mil pessoas para serem empregadas, nós temos mais ou menos 50% já nas vagas, que são reservadas por lei, que essa lei de cotas é 50% dos 800 mil, quase 400 mil pessoas, lembrando que quase 160 mil dessas pessoas são do Estado de São Paulo, e todo o restante de vagas também é importante no nosso país, mas é preciso continuar esse esforço, esse trabalho, essa luta, para garantir às pessoas com deficiência, seja a deficiência que for, auditiva, visual, intelectual, múltipla, surdo, cegueira, enfim, todas, autista, doenças raras, que também muitas das doenças raras levam as pessoas a ter algum tipo de deficiência, garantir a essas pessoas também oportunidades iguais e, sobretudo, autonomia, e autonomia financeira, autonomia de vida, com a capacidade de decidir as coisas que as pessoas querem fazer na vida, pode ter ajuda, pode ter apoio, mas a decisão é delas, é desse grupo de pessoas com deficiência, e, de forma muito especial e de forma muito importante, eu arrisco dizer, mais do que importante e imprescindível, é as pessoas com deficiência também terem espaço no mercado de trabalho. Então, como hoje está completando 29 anos, eu fico muito agradecida a vocês, de forma muito especial, Gabriel Castro, a você que abre essa tela e participa conosco. É uma pequena travadinha no sinal que nós temos com a secretária, que por muitos anos foi deputada estadual, lembrando da lei de cotas para as pessoas com deficiência, completando 29 anos, e por isso que a gente está conversando com a Célia Leão, que hoje é secretária do governo do Estado de São Paulo. A gente vai tentar retomar este contato, para a gente poder continuar essa entrevista, porque são quase três décadas de avanço para as pessoas que querem e precisam entrar no mercado de trabalho. Está ok já o contato com a Célia? Tá, a gente teve um pequeno problema, então vamos fazer o seguinte, para a gente restabelecer o contato com a Célia Leão e continuar conversando, já que tem muitos assuntos que eu quero abordar com ela, a gente vai fazer um rápido intervalo, dois minutinhos, a gente está de volta com a entrevista com a Célia Leão, secretária agora do governo do estado de São Paulo, e ainda tem os outros quadros aqui, a gente ainda vai conversar sobre cultura, tem culinária, tem notícias do meio ambiente. Então não sai daí, fique coladinho aqui na TV Câmara Campinas. Uma hora e 45 minutos, nós estamos ao vivo aqui no programa Câmara Total, na TV Câmara Campinas. vai participando, mande o WhatsApp para a gente no 978293776, o que você quer ver aqui no nosso programa. Mande uma sugestão de tema, mande um comentário, alguma coisa, uma receita, o que você quer ver aqui no nosso programa, que a gente vai mostrar aqui no nosso programa. O contato com a Célia Leão, a gente ainda está tentando restabelecer? Tá, então vamos fazer o seguinte, no quadro giro ambiental, Olha essa notícia que legal. A gente vai mostrar agora, vai começar com a notícia do dia em que formigas enganaram o sistema meteorológico no Reino Unido. Essa eu quero ver. Chega mais, Mirna Abreu. Olá, Gabriel. Estou de volta com as notícias do meio ambiente. No último dia 17, uma nuvem de formigas voadoras enganou o sistema de alerta meteorológico do Reino Unido. Os radares do Meet Office, Serviço Nacional de Meteorologia, identificaram uma massa parecida com a formação de chuva em duas cidades na Inglaterra. Inicialmente, eles pensaram que a imagem formada no radar mostrava parte do território coberto por nuvens de chuva que se moviam, o que não é incomum para o clima britânico mesmo agora no verão. Mas logo, perceberam que a mancha azul dos radares era, na verdade, um enxame de insetos voando pelo céu do Reino Unido. Segundo a agência Reuters, moradores de diversas localidades do país relataram avistar formigas voadoras em diversos pontos da ilha, mas nem todos foram captados pelo sistema. Não foi relatado nenhum dano provocado também pelo exército de formigas voadoras. E a nuvem de gafanhotos que desde junho circula pela área do território argentino, próxima à fronteira do Rio Grande do Sul, teria chegado nesta quarta-feira, dia 22, a 17 quilômetros da fronteira com o Uruguai. São três nuvens identificadas no continente. Argentinos sofrem com a presença de duas ondas de insetos, sendo que uma delas está a pouco mais de 110 quilômetros do Rio Grande do Sul. Outra nuvem está no Paraguai. Segundo o SENASA, Serviço Nacional de Sanidade Argentino, e também que vê aí a qualidade agroalimentar, essa segunda nuvem teria cerca de 20 quilômetros quadrados. No Brasil, no fim do mês passado, o Ministério da Agricultura declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e também em Santa Catarina. Estados que podem ser atingidos pelos insetos. Essa medida, que tem duração de um ano, permite a contratação de pessoal por tempo determinado e autoriza a importação temporariamente de defensivos agrícolas para combater os gafanhotos. O plano de combate aos insetos pode até contar, caso necessário, com cerca de 400 aviões para aplicar o agrotóxico contra a nuvem. Mas a medida preocupa especialistas que afirmam que as pessoas e o meio ambiente podem sofrer sérios danos. Os gafanhotos não afetam a saúde humana ou dos animais, pois se alimentam somente de material vegetal e não são vetores de nenhum tipo de doença. Na área rural, eles podem afetar intensamente a atividade agrícola e indiretamente a pecuária, porque se alimentam dos recursos usados nesta atividade. Eles também causam danos à vegetação nativa. E falando em insetos, existem 5 a 10 milhões de espécies. E a barata é um dos habitantes mais antigos do planeta Terra. Segundo especialistas, teria surgido há 400 milhões de anos, mas não evoluiu porque vive escondida. Hoje nós vamos lembrar o quanto ela pode atuar como vetor na propagação de patógenos e também como as questões ambientais podem afetar a relação com o homem, que na maioria das vezes não é nada agradável, mas pode ser utilizada na educação ambiental. Elas parecem feias ou nojentas devido às suas formas ou cores. Muitas vezes estão associadas com a propagação de doenças e infecções. Tem até aí um termo que se usa, que é a entomofobia, que é o medo de inseto. É uma coisa psicológica que muitas pessoas têm e não sabem nem explicar por que têm. Agora, a barata de todos os insetos talvez seja a que mais cause esse sentimento de repulsa. Mas por que? Isso tem uma explicação. A grande maioria das baratas tem um papel importante na natureza e não prejudicial ao ser humano. Na verdade, elas são muito úteis. Existem cerca de 3.500 espécies de baratas no mundo e menos de 1% dessas são aquelas que a gente chama de sinantrópicas, ou seja, as baratas que acabam convivendo com o ser humano nas habitações, nas edificações humanas, naquilo que o ser humano constrói e altera no ambiente. Então esse 1% ou menos, que dá aí no máximo umas 30 espécies de baratas no mundo, é que causa problema. Nós dizemos que as baratas são vetores mecânicos, significa que ela é como se fosse um meio de transporte mecânico. Então vírus, bactérias, protozoários e até ovos de vermes podem ficar aderidos no corpo da barata. A barata tem um corpo, ela tem um exoesqueleto, um esqueleto externo. Ela tem três pares de patas, seis patas, dois pares de antenas, asas. Ela tem uma série de estruturas que possuem o que os entomologistas chamam de cerdas, como se fossem pelos. Então são centenas, milhares de pequenos pelos que ela tem no corpo. E cada uma dessas estruturas pode aderir esses agentes de doenças e ela vai carregar isso mecanicamente. Se você pensar que as baratas de importância para a saúde são essas sinantrópicas, que vivem nas habitações humanas, que vivem na rede de esgoto, que vivem em locais onde tem a presença de lixo, entulho e toda sorte de materiais acumulados, Essas baratas estão em contato direto, por exemplo, com o esgoto. E aí, todo esse tipo de micro-organismo que vai fazer parte desse esgoto, desse resíduo, vai aderir no corpo dessa barata. Essa barata, essas espécies de baratas, elas frequentam os ambientes. Por exemplo, restaurantes, hospitais, ou mesmo a nossa casa. Então, mecanicamente, ela carrega isso. Então, uma série de doenças já foram detectadas. Por exemplo, toxoplasmose, a giardíase ou giardiose, o vírus da poliomielite, da paralisia infantil, alguns tipos de herpes vírus, a bactéria que causa cólera. Cólera, em especial, é uma doença cuja bactéria está presente nas fezes humanas. Então, se há uma epidemia ou um surto de cólera, aquelas fezes vão contaminar, por exemplo, a rede de esgoto. Então, essas bactérias podem ficar aderidas no corpo da barata e serem transmitidas. O ser humano, por sua vez, deu as condições para que elas se reproduzissem num ambiente urbano. Com milhares de anos de convivência com o homem, as baratas e também outros animais, A gente pode pensar em roedores, em pombos, em uma série de animais que acabam convivendo com o homem porque o homem dá condições para ele. Isso é a sinantropia. Então o homem oferece abrigo, o homem oferece alimento, o homem oferece água e quanto mais o homem altera esse ambiente com as suas construções, depois isso vai ficando com problemas de manutenção. Então nós temos prédios velhos, casas abandonadas, o esgoto a céu aberto, os bueiros que não recebem atenção, as frestas, as rachaduras, etc. Tudo isso vai ajudando, principalmente as baratas, que são animais rasteiros, embora elas voem, são animais rasteiros e que aproveitam qualquer tipo de fresta. Mas há quem admira as baratas e as utilizam para a alimentação de outros animais e para a educação ambiental e até mesmo para a terapia. Eu sempre tive animais não convencionais e alguns desses animais se alimentam de inseto, às vezes exclusivamente, às vezes de forma parcial. Mas foi para alimentar esses animais que eu tinha e logo depois eu comecei a trabalhar com esses bichos no intuito de educação ambiental e terapia assistida por animais. Tenho um projeto nas rapazes da região e também eu vou até as escolas. Então, nas escolas é educativo, mostrar para as crianças a importância que aquele bicho tem no meio ambiente, Que não é de todo mal e sempre bem conscientizado A criança não vai aprender a pegar uma barata na mão e fazer carinho Mas respeitar o bicho e entender que ele tem sua importância Essas aqui são criadas em cativeiro para esse fim As espécies que eu tenho aqui, as duas são exóticas E elas são criadas para isso Por quê? São espécies com uma proteína considerável Então é interessante para a alimentação O manejo também, porque por exemplo a barata americana Que a gente vê por aí, que está no lixo, está no esgoto Ela escala tudo, ela voa tudo Então já pensou o manejo de eu abrir O bicho fugir e tal Essas daqui elas não escalam, por exemplo Não voam, então é bem tranquilo Aqui eu tenho a headhunter Que a tradução é Uma corredora vermelha, porque ela corre muito E é vermelhinha Esse bicho é bem proteico Essa daqui tá tranquila Essa é a blaberos Quando adulta ela tem asa Quando ela é filhote ela não tem asa Mas essa asa ela não consegue voar, ela só usa pra aterrissar Plainar um pouquinho Deixa eu pegar um jovem Aqui um jovem O jovem ainda não tem asa Então eu uso tanto na alimentação animal Quanto para fins terapeutas Eu não quero que as pessoas achem as baratas fofinhas E que, ah, legal, tem uma barata na minha casa É um convívio que não é interessante As baratas que a gente tem silvestres As que a gente tem soltas por aí O que eu quero é mostrar na educação ambiental O porquê que elas chegaram lá Então o lixo que eu produzo, o lixo que eu descarto no lugar inadequado Vai ser alimento para esses bichos, vai atrair esses bichos Que servem de comida para outros E aí vai ter escorpião na minha casa porque tem barato Então é esse lado educativo Quer saber mais sobre os insetos e a relação com o meio ambiente e a educação ambiental? Confira o programa completo que está disponível no canal da TV Câmara Campinas no YouTube Na playlist do programa Meu Ambiente Hoje eu fico por aqui e semana que vem tem mais Giro Ambiental. Você viu aí no Giro Ambiental o poder do inseto. Ele consegue enganar o sistema meteorológico do Reino Unido e está dando uma dor de cabeça danada aí, né? Os grilos se aproximando aí já do Brasil, do Rio Grande do Sul. A Mina Abreu volta na próxima sexta-feira com o quadro Giro Ambiental. Vamos ver agora se nós conseguimos restabelecer contato. A secretária Célia Leão, mais uma vez, já está aqui na minha tela. Acho que a resposta da primeira pergunta foi completa. Nós aqui agradecemos, Célia, a sua disponibilidade por conversar com a gente. Voltamos, então, ao assunto da lei de cotas específico para as pessoas com deficiência, porque ela determina a contratação de um percentual de pessoas com deficiências e reabilitados da Previdência Social nas empresas, de acordo com o número de 100 ou mais funcionários. O que mais a gente pode destacar? Boa tarde mais uma vez, Célia. Boa tarde, meu querido Gabriel Castro Uma alegria poder estar novamente Dando continuidade à nossa conversa À nossa entrevista na TV Câmara Especialmente na TV Câmara Total E falando de um assunto tão importante Que completa hoje 29 anos Que é a lei de cotas E de importante para falar Depois de 29 anos, aonde nós chegamos Nós chegamos em 400 mil pessoas empregadas Lembrando que 92% das pessoas empregadas dos trabalhadores que estão no mercado de trabalho, todos esses 92% foi por causa e através da lei de cotas. Então, a lei de cotas tem um papel fundamental. Lembrando também que aqui no Estado de São Paulo, no governo do governador João Doria, nós fizemos, no ano passado, um programa amplo que se chama Meu Emprego no Trabalho Inclusivo, onde se busca colocação para as pessoas, entre aspas, comuns, normais, para o mercado de trabalho, Haja visto não só a pandemia neste momento, mas já havia um desemprego muito importante no Brasil e também respingava em São Paulo. E aí foi criado esse programa e também pensando as pessoas com deficiência. O nosso papel, junto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, é uma busca ativa de pessoas com deficiência. Depois, essas pessoas que se têm qualificação ou não, nós temos 40 cursos no Centro Paulo Açouza, um curso que a pessoa escolher, que tiveram afinidade para o seu dia a dia, para o seu trabalho, e com isso, depois de qualificada, nós também entramos em contato com as empresas do Estado de São Paulo, dependendo da região de onde é a pessoa que fez o curso, para ter uma vaga, seja a pessoa com deficiência auditiva, intelectual, visual, física, autista, não importa, uma vaga que ela tenha na empresa ou na indústria, ou seja, onde for, para ela exercer a sua atividade. E mais do que isso, Gabriel, nós temos o emprego apoiado, significa dizer que esta pessoa que entra como um trabalho, no seu novo trabalho, ela vai ter seis meses a dois anos, mais ou menos, um tempo para se adaptar na empresa e nós acompanhamos esse trabalho. Significa dizer que vamos ver com as pessoas com deficiência já empregadas, se elas estão bem recebidas, se elas estão adequadas, se tem a possibilidade no setor que ela está, e também, em contrapartida, a empresa que contratou, se ela está contente com o trabalho da pessoa contratada, se está afinada com o que a empresa esperava, enfim, é a parceria de trabalho, né, sempre uma via de mão dupla, uma que vai, uma que vem, e nós participamos deste momento. Hoje nós temos quatro P's, que são os polos de empregabilidade inclusiva no Estado de São Paulo, nós temos um na Imigrantes, que já funciona e atende, um na Boa Vista, no centro de São Paulo, junto com o Pátio, que é o posto de atendimento ao trabalhador, nós temos no Maitá, que é uma unidade do Simontoro na Lapa, que também atende, vamos ter um P em Campinas, um P em Registro, e depois levar os P's para o interior também da cidade, do Estado de São Paulo e para o litoral. Paramos agora, obviamente, como tudo parou por causa da pandemia, mas já está aprovado pelo governador João Doria, já está no nosso trabalho, no nosso papel, e vamos levar essa questão da empregabilidade para todo o estado de São Paulo. Ah, e também no metrô, eu quero deixar isso muito claro, no CPDM, que é um local que passam 500 mil pessoas por dia, que é na Barra Funda, também um espaço, e esse ainda não está lá fisicamente por causa da pandemia, onde as pessoas com deficiência ou alguém por elas pode deixar também o seu currículo, além de poder mandar pelo nosso site e também na nossa secretaria. Secretária, é importante a gente deixar claro que inclusão não é privilégio, o trabalho da senhora é garantir o direito a essas pessoas. Gabriel Castro, que bom que você que está usando desse tempo nosso, importante, que eu agradeço mais uma vez, para falar essa frase. Eu queria que o planeta pudesse estar te assistindo, te ouvindo. Eu sei que parte do planeta está conosco aqui agora, mas eu queria que o planeta todo, porque a inclusão não é você depositar uma pessoa num local, não é você colocar no espaço e ficar ali quietinho. Inclusão é a absorção total da vida dessa pessoa na vida da sociedade, de uma forma muito natural e muito possível. Todo mundo, as pessoas que têm algum tipo de deficiência, elas não têm que ser normalizadas. Tem uma deficiência, tem uma limitação, então nós não queremos normalizar pessoas com deficiência, mas nós queremos garantir os seus direitos e oportunidades iguais. A todos, sejam homens, mulheres, qualquer gênero, é alto, baixo, gordo, magro, não importa, branco, negro, pessoas que estejam numa condição de normalidade, como preconiza a ciência e a medicina, ou pessoas que têm algum tipo de deficiência. É exatamente isso que nós queremos garantir através da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que é a nossa pasta, que trabalha o Estado de São Paulo como um todo, e que, além de obrigação, fazemos isso com muita responsabilidade, muito compromisso, muito respeito, porque sabemos de perto o que significa o preconceito, a discriminação para uma pessoa com deficiência. O talento da pessoa não é a sua deficiência por todo, A pessoa é pessoa em primeiro lugar, sujeito de direito, e depois vem a deficiência como uma característica. Isso tem que ser respeitado e a deficiência não é o todo da pessoa. A deficiência é um pedaço da pessoa, um pedaço da vida da pessoa. Ela tem qualidades, ela tem defeitos, ela tem, enfim, ela tem que ter oportunidades para mostrar o seu talento. E todos têm. Não importa, é lógico, dentro do limite da deficiência, mas todos têm, podem e devem. Aliás, Gabriel, eu penso que a pessoa com deficiência tem que deixar de ser bônus para a família para ser bônus para o país. Todo mundo, de alguma forma, tem como colaborar. E pode ter certeza que nós faremos a divulgação necessária aqui na TV Câmara Campinas, no programa Câmara Total, para que essa mensagem chegue ao maior número de pessoas. E, secretária, pelo seu trabalho, você vê dificuldade ainda dos empregadores? eles enxergam a pessoa com deficiência como algo oneroso, porque precisam investir em acessibilidade, você ainda encontra essa dificuldade? Certamente não com todos e não com tudo, mas ainda encontramos. Eu queria poder responder para você, Gabriel, de forma diferente, mas ainda a sociedade, ou parte dela, não quero generalizar, seria cometer um grande equívoco e uma grande injustiça, mas parte dela ainda vê a pessoa com deficiência como uma limitação total, ou seja, a competência de uma pessoa está na sua normalidade, na sua forma física, ainda isso chama muito a atenção, isso não é uma verdade, pelo contrário, empresas e indústrias que já fizeram seus departamentos de pessoas com deficiência, de diversidade, departamentos de inclusão, Então, a própria empresa, e nós temos testemunho disso vivo em várias delas, cresceram e esse segmento da sociedade ajudou a crescer a empresa. Então, as pessoas com deficiência ou diversidade, elas têm que ter o seu espaço e com isso elas mostram a sua capacidade de competência e com isso elas ajudam também os nossos empresários, que não é crime nenhum ser empresário, não é crime nenhum ter lucro, o crime é não entender que a sociedade é para todos. e que pessoas com deficiência podem, devem e conseguem colaborar, é só ter a oportunidade. Exatamente. Neste período de pandemia do novo coronavírus, se instalou uma crise econômica no país, contribuiu para aumentar a taxa de desemprego, até fechamento de algumas empresas, o desafio é maior para as pessoas com deficiência ou a senhora encara como uma oportunidade de conseguir com que essas pessoas entrem no mercado de trabalho? É, Gabriel, na verdade, a pandemia é um problema para todo o planeta, não é? A pandemia veio e nos assolou, tirou sossego, tirou alegria, é um novo momento, um momento difícil, mas por isso nós estamos recriando a vida, recriando os relacionamentos, recriando os contatos, recriando reuniões e o trabalho. E nós somos capazes disso, né? O ser humano é muito adaptável e em momentos difíceis como esse, nós conseguimos achar um novo modelo. Agora, não tenha dúvida também que para a pessoa com deficiência é difícil, como é para todas as outras pessoas, mas é muito pior. Pior em que sentido? É claro que na hora de um desemprego, acaba acontecendo primeiro com a pessoa com deficiência, embora saiu um decreto agora recentemente, que no meio da pandemia, na época da pandemia, não podem ser demitidas pessoas que têm algum tipo de deficiência, a não ser que seja por justa causa. Isso é um decreto recente que saiu agora. Eu acho isso muito prudente, porque, se não, as primeiras pessoas que saem do mercado de trabalho são aquelas que acabam sendo, entre aspas, as mais vulneráveis no momento de pandemia. Numa outra situação, deficiência não é doença, deficiência é uma condição que a pessoa tem e vive. Também pode ficar doente Isso não está imune de ficar doente Mas tem que separar Não é só a saúde que cuida da pessoa com deficiência A pessoa com deficiência Com coronavírus Obviamente que tem casos e casos Como tem para pessoas comuns ou normais Casos e casos Mas acaba trazendo-se uma vulnerabilidade maior Na questão pulmonar Uma vez que a doença Ela atinge de forma direta o pulmão Uma doença respiratória Então todos os cuidados têm que ser para todo mundo e para a pessoa com deficiência com muito maior atenção. Até porque equipamentos que são usados, como cadeiras de rodas, muletas, enfim, aparelhos auditivos, etc., elas têm que cuidar também com a higiene. E não é só a pessoa com deficiência, Gabriel, que tem que ter esse cuidado, é a sua família, são os cuidadores, são quem convive com a pessoa com deficiência, porque se a pessoa com deficiência faz o isolamento ideal de ficar em casa e está corretíssimo, precisa fazer isso, isolamento social, talvez alguém da família vá para um supermercado, para uma farmácia, eu não estou aqui criticando, pelo contrário, deve ser necessário em algum momento que essa pessoa da família vá, mas ela tem que tomar os cuidados, porque na volta, ela não traga esse vírus para a pessoa que está em casa se cuidando. Então, o cuidado é redobrado. Isso é uma verdade, como você perguntou, em tempos de pandemia. É, a secretária Célia Leão falou da lei que foi recente e aprovada, é que proíbe demissão de trabalhadores com deficiência sem justa causa, que é assegurada pela lei 14.020, aprovada no último dia 7 de julho no Congresso Nacional. Então, para encerrar da minha parte, secretária, você viu essa lei como algo positivo? Sim, eu vejo como positivo, porque já dizia Rui Barbosa, Gabriel Castro, que tratar igualmente os desiguais é tratá-los desigualmente. Então, nós temos que ter políticas públicas diferenciadas para tratar pessoas, cuidar de pessoas e garantir os direitos para pessoas que têm alguma diferença. E pessoas com deficiência têm alguma diferença, é o que eu falei agora há pouco, não é normalizar a pessoa com deficiência, mas é entender que ela tem uma limitação ou uma diferença. Quando vem esse decreto, e esse decreto mostra claramente que não podemos demitir pessoas com deficiência, é porque as pessoas com deficiência, com certeza, seriam as primeiras da fila para sair no momento de pandemia, e é quando diz que já não tem recurso, quando não tem orçamento, quando tem que enxugar a empresa, quando tem que, enfim. Então, é uma medida diferenciada, como você disse, não é privilégio, para atender e garantir o direito ou os direitos da pessoa com deficiência. Simplesmente isso. Então, não é privilégio. Tem um decreto, uma lei que garante que pessoas com deficiência não podem ser demitidas. Nossa, por que esse grupo? Porque esse grupo passa por um momento diferente, como a sociedade passa, além de tudo ter uma deficiência, e isso tem que ser cuidado com muita atenção, respeito e responsabilidade. Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, muito obrigado por ter disponibilizado o seu tempo aqui com a TV Câmara Campinas e até uma próxima oportunidade. Gabriel Castro, nós é que agradecemos, um forte abraço a vocês, estamos aqui em São Paulo, com o governo de São Paulo aberto, as portas da nossa secretaria e o governador João Doria trabalhando por região de Campinas, por Campinas e por todo o estado de São Paulo. Muito obrigada pela oportunidade e vamos lembrar sempre, 29 anos da lei de cotas, que mudou muito a sociedade para melhor, incluindo pessoas com deficiência no mercado de trabalho, autonomia financeira e autonomia de vida. Muito obrigada. Com certeza, nós aqui agradecemos Célia Leão, hoje dentro do governo do estado de São Paulo, conversando ao vivo aqui no Câmara Total, uma data importante, 29 anos da lei de cotas para as pessoas com deficiência é uma inclusão no mercado de trabalho, na sociedade e não é um privilégio como a gente viu aí. A Célia está lá no Palácio dos Bandeirantes, lá em São Paulo, e eu quero já fazer um link com este assunto. Nosso repórter Rubens Morelli, ao vivo, já está aqui na minha tela. Rubens, você acompanhou agora há pouco a coletiva do governador João Dória e teve o anúncio da cidade de Campinas passando da zona vermelha para a zona laranja com uma reabertura parcial do comércio de Campinas. Você tem mais informações? Boa tarde a você, Rubens. Boa tarde, Gabriel Castro. Boa tarde a todos que nos acompanham. É isso mesmo, a principal informação dessa entrevista coletiva do governador João Doria e toda a sua equipe, que acabou agora há pouco lá diretamente do Palácio dos Bandeirantes, é que as cidades do interior, em especial a região de Campinas, voltou para a fase laranja do Plano São Paulo de retomada gradual das atividades. Nesta nova fase da quarentena, já é a oitava requalificação feita pelo Estado de São Paulo, é importante destacar que nenhuma região regrediu de fase. Todas ou avançaram para a próxima fase ou, pelo menos, permaneceram nas fases em que estavam. E o destaque para Campinas, já que é uma das principais regiões do Estado de São Paulo, voltando para a fase laranja, o que permite que, a partir da próxima segunda-feira, dentre outras coisas, o comércio, por exemplo, reabra novamente para a população e, assim, retome as atividades econômicas da melhor forma possível, claro, gradualmente e, claro, respeitando as condições de higiene, as pessoas não devem todas, de uma vez, programar melhor a ida às lojas, manter sempre a higiene, utilizar as máscaras de proteção, isso tudo facilita para que Campinas possa continuar na fase laranja e no futuro ir para a fase amarela desse plano de retomada gradual, o plano São Paulo. Para a gente entender por que é importante mostrar que Campinas está já indo de volta para a fase laranja, O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vignoli, mostrou que a capacidade hospitalar da região de Campinas melhorou durante os últimos meses. Se antes tinha 11 leitos por 100 mil habitantes, agora a região de Campinas tem 22 leitos de Covid por 100 mil habitantes. Dobrou praticamente essa possibilidade de enfrentamento ao novo coronavírus. E isso refletiu nos últimos dias na taxa de ocupação dos leitos de UTI da Covid, Campinas tem 78,3% de ocupação no momento, portanto abaixo de 80%, que era uma das regras para que Campinas voltasse para a fase laranja. Para a gente ter uma ideia, a comparação, o estado todo de São Paulo tem ocupação de 66,1% nos leitos de UTI para a Covid-19. Só para a gente ressaltar, praticamente todo o estado, todo o interior do estado de São Paulo está na fase laranja, com a exceção aí da região de Araraquara e também de Registro, que estão na fase amarela. E as três regiões ainda na fase vermelha são Piracicaba, Franca e também Ribeirão Preto. Essas três regiões permanecem na fase vermelha. Campinas e praticamente todo o interior na fase laranja. São Paulo, Grande São Paulo e Litoral Sul já na fase amarela, dando indícios de que a fase mais aguda do novo coronavírus já está ficando para trás aqui no estado de São Paulo. Gabriel Castro. É uma situação que preocupa ainda a todos nós, mas é uma notícia que dá um alento aí, né? Então, Campinas passando da cor vermelha para a cor laranja, de acordo com o Estado de São Paulo e com a Prefeitura de Campinas, aumento no número de leitos e uma diminuição da taxa de ocupação. Por isso que Campinas passa da cor vermelha para laranja, a gente quer amarela para chegar logo na verde e ter o comércio liberado. Obrigado Rubens Morelli pelas informações, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta o Rubens está de volta, eu estou curioso, o que será que ele vai aprontar nesta sexta-feira no quadro dele de cultura? E em seguida tem culinária com Michel Amorim e claro, chefes na quarentena, não saia daí, continua ligadinho aqui na TV Câmara Campinas. 2 horas e 18 minutos e agora é a hora de falarmos de cultura. E depois do show da última sexta-feira, em que o nosso repórter Rubens Morelli dançou, leu poesia e, claro, deu muitas informações sobre as lives e filmes, o que será que ele vai nos apresentar hoje, hein? É agora e com vinheta nova. Alô, tá funcionando? Tá me ouvindo? Alô, muito bom dia, boa tarde, boa noite Boa madrugada pra você que tá aí no Japão Aí é sempre madrugada, né? Tá começando mais um... Ah, agora temos nome Temos nome, sobrenome RG, CPF, SIC, comprovante de renda Tem de tudo aqui, diz que tem até vinheta Tem vinheta mesmo? Tem? Não tem? Colocar? Alô? Aonde? Colocar? Tem vinheta? Põe uma vinheta aí então! Olha só onde a gente tá! Olha esse espaço novo! Tem um abajur agora! Ficou bonito, hein? Ficou bonito! O Cultura Total começando e a gente começa com notícias de cultura, né? Você aí está com saudades de uma exposição, de ir a uma galeria de arte, a um museu? Pois é, o Instituto Pavão Cultural, lá no Distrito de Barão Geral, está fechado, né? Por causa da pandemia, mas isso não impediu que abrisse o coração, principalmente, para as pessoas poderem visitar. está sendo possível fazer uma visita virtual lá no Instituto Pavão Cultural porque tem uma exposição bem bacana lá, a exposição Proximidades Desiguais as pessoas podem ir lá conhecer e até agendar uma visita virtual em grupos de seis pessoas, você pode ter, você está vendo as imagens aí, tem mais informações para entrar em contato com o pessoal lá do Pavão Cultural WhatsApp 19-996-334104 E o site de lá para você agendar essa visita é o pavãocultural.org Uma outra notícia relacionada aqui com Campinas É uma festa tradicional, a festa de Santana lá em Sousa Sempre tem muitos titutes, muitas gostosuras Tem música, só que mais uma vez nesse fim de semana Infelizmente não será possível sair de casa já que existe a recomendação do distanciamento social. E por causa disso, a festa de Santana vai funcionar por meio de delivery drive-thru. Pois é, pelo menos a gente pode comer em casa, sem panturrar, basta ir até lá ou fazer o seu pedido antecipado. Está aqui o endereço na tela para você descobrir como é que faz para chegar até lá e fazer o seu pedido. Tem ioque, tem polpeta, tem um monte de delícias para a gente ficar bem gordo nessa pandemia. E pra você que gosta de um bom samba, tem música nova nas paradas. O Mumuzinho tá lançando a música Guerra de Almofada. Guerra de Almofada. Oi, tudo bem, galera? Tá tudo bem com você? Hoje é dia de guerra, só que... Guerra de Almofada. Agora é na mamãe. É a música, não é agora É pra bater Não é guerra de almofada É só a música É a música do Mumuzinho Ele lançou o clipe essa semana Ele aproveitou uma das lives O Mumuzinho, que também é um dos personagens Dessa pandemia na questão das lives Então curta aí um pouco do som Da música Guerra de Almofada Mas não era pra fazer isso Você quer ver só essa guerra? E agora o papo são as lives do fim de semana Tem música pra todos os gostos e estilos E a gente começa com a live da Joelma, ela que está celebrando 25 anos de carreira E vai fazer uma live hoje, a partir das 9 horas da noite Tem gingado para todo lado, hein? E este sábado também tem muita música boa, começando às 4 horas da tarde, com o festival Juntos pela Vila Gilda. Essa Vila Gilda é lá de Santos e vai ter muita gente boa lá, hein? tem o Fernando Anitelli do Teatro Mágico, tem o Dinheiro Preto, tem o Kiko Zambianchi, tem o Evandro Mesquita, vai ser bem legal, procura lá no YouTube pra você conferir esse show. É, e já que a gente tá falando de live, não poderia ficar de fora a dupla Jorge e Matheus, eles que abraçaram a causa das lives desde o início, né, e amanhã tem mais um show deles, 5 da tarde, Jorge e Matheus cantando o seu repertório todo. E amanhã, às 7 horas da noite, tem o encontro de Bel Marques e Wesley Safadão. Eles fazem parte do projeto Portal Live, então vale a pena também conferir. E às 8 vai um pagodinho, né? O Sorriso Maroto está aí com tudo para trazer novas músicas, novos sucessos e também relembrar os antigos, por que não? Então confere lá na página do YouTube do Sorriso Maroto a partir das 8 horas da noite. E se você gosta de um sorriso maroto, pega esse aqui. E neste domingo também começa as 4 horas da tarde com novas lives. O Fernando e Sorocaba vem trazendo os principais sucessos da dupla. Confere lá no YouTube. É, outra coisa legal também que vai acontecer no domingo É o aniversário de Sumaré, cidade vizinha aqui de Campinas E vai ter show do Chico Amado e Xodó É, o Chico Amado e Xodó vão fazer uma live solidária Em prol do Fundo Social da cidade Então vale a pena ficar ligado também nessa live do Chico Amado e Xodó Eu gritei seu nome e você nem me ouviu E por aí sem medo foi-se aventurar Aô modão, é as 8 horas, hein? Não vai perder! Eu tenho um berrante aqui em casa, tem algum berrante aí? Tem? É vontade de fazer alguma coisa em casa, né? A gente que tá trancafiado por causa dessa pandemia não tem nada pra fazer fazer e a gente tem que se inventar tem que fazer qualquer coisa para se distrair né quem sabe a arte pode nos ajudar para isso eu vou entrevistar o Negrito ele que é ilustrador e designer vai dar umas dicas de pintura para gente será que dá certo espera esse bate-papo aí tudo bem Negrito como é que vai tudo bem e você tudo bem tudo bem graças a Deus a pessoa que não tem tanta experiência em Ela consegue brincar aí nessa atividade? Eu, por exemplo, minha última experiência de pintura, acho que era na escolinha. Como é que faz? Acho que tranquilo. O desenho, acho que todo mundo acaba nascendo com... pintando de alguma forma. Toda criança está sempre pintando. É que é igual a escrita, né? Você aprende e tem alguns que desenvolvem um pouco mais, Outro menos Mas eu acho que tranquilo Mesmo quem não tem experiência nenhuma Acho que dá para pintar, rabiscar um pouquinho Vai ser tranquilo Aliás, a pintura é uma Atividade que vem Desde os primórdios da humanidade Porque é uma das primeiras Linguagens que existiu No planeta Como é que foi essa evolução Com tantas técnicas A gente sabe de períodos Incríveis da história Mas o material também vai se desenvolvendo Começa com pedra Depois vai indo pra tinta E assim vai pra frente Como é que é tudo isso? Exatamente Ao meu ver, o ser humano Ele é muito visual Ele é muito pegado O que ele tá vendo Até a forma de se comunicar Então acho que é por isso que a primeira forma De comunicação que o homem teve Foi a assimilação do que ele tá vendo e tentar reproduzir aquilo de alguma forma. E aí, durante todo esse tempo, foi se evoluindo as pinturas rupestres, depois pintura em telas, em afrescos, e hoje em dia, já com essa loucura, tipo internet, tecnologia, 3D, então são variadas formas que as pessoas conseguem se manifestar artisticamente, vamos dizer assim. Qual é a principal dica para as pessoas que querem fazer uma pintura em casa? Ela precisa ter um equipamento próprio, ela pode começar com uma caneta, com lápis, ou ela precisa já buscar a tinta profissional? Qual é a sua sugestão? Não, eu acho que você tendo um lápis e um papel já é o suficiente para você começar a se expressar. E aí, é claro, conforme você vai desenvolvendo, pode comprar tintas mais básicas, Não precisa ser nada profissional E aí conforme com o desejo de cada um Você pode ir profissionalizando Porque claro, o material Acaba influenciando muito No resultado final E a qualidade do material Mas você tem um lápis e um papel Para começar a se expressar É bem tranquilo Se eu quisesse começar a fazer um desenho Eu trouxe aqui Um pouco de papel Eu também peguei emprestado Um estojo de giz de cera tem o giz de cera, tem canetinha tem lápis colorido vou tentar no giz de cera aqui qual é a dica que você me dá pra uma pintura de giz de cera? vamos tirar tudo aqui e lavar não tem mais fácil me dá uma dica aí ou não? bom, a gente pode fazer um exercício, que eu já participei de um exercício parecido que é você tem, vamos colocar, sei lá não sei se a gente tem tanto tempo assim mais 30 segundos, vou falar uma palavra e você desenha o que vem na sua cabeça. Beleza, combinado. Vamos ver. Estou aqui com o papel e com o... Pode falar a palavra. Vamos testar ao vivo. Esperança. Esperança. Desenhe o que vem na sua cabeça, sem se preocupar, vai desenhando. Consegui um negócio bem louco aqui. Vamos ver, é esperança. Deixa eu mostrar aqui para a turma, mostrar para você também. Será que dá para ver? Tem uma... Pensei no seguinte, estou com a imagem do coronavírus na cabeça, que é aquela bolinha cheia dos pontinhos. Agora eu fiz a bolinha vazia e os pontinhos para fora. Minha esperança de acabar logo essa pandemia. Ah, legal. Será que... Não tinha que ter explicado, né? Mas aí na cabeça foi isso. Não, mas eu acho que o desenho, a pintura, é justamente isso, você se expressar, não precisa ser necessariamente... Ah, porque muitas pessoas pensam, ah, eu vou desenhar, você tem que desenhar bonitinho, fazer a Mona Lisa. Não necessariamente, você está se expressando, a arte abstrata é justamente isso, ela se expressa através de gestos, cores, não precisa ter essa preocupação de sair um desenho fiel ao que as pessoas normalmente imaginam. Que nota você me daria, então, para esse desenho, para a gente encerrar? Vou te dar nove, vai. Porque sempre há o que melhorar. Exatamente. Muito legal, muito obrigado por esse papo, viu, Negrito? Obrigado a você. Valeu, um abraço. Abraço. É, chegou a hora de sentar no sofá e relaxar que vem aí a programação do streaming, o que vem por aí na TV já que não dá pra sair de casa mesmo, pelo menos a gente aproveita, relaxa senta no sofá, pega uma pipoquinha pra gente se divertir A gente começa pela Amazon Prime Video já está disponível O Escândalo No filme, Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman interpretam funcionários do canal Fox e se juntam para denunciar o assédio sexual cometido pelo alto escalão da empresa. A Barraca do Beijo 2. A produção original da Netflix foi tão bem sucedida que ganhou uma sequência. Essa comédia romântica adolescente tem seus momentos de diversão. Na próxima segunda-feira, estreia na Netflix o musical A Escolha Perfeita 3. As Barden Bellas se reúnem novamente para mostrar seus talentos no palco. Para a criançada tem a estreia de É o Bicho, em que biscoitos mágicos se transformam em animais. Entre as séries, o destaque é a estreia da terceira temporada da série Good Girls, em que três donas de casa resolvem entrar para o mundo do crime. Estreia no domingo, hein? Então já sabe, né? É só relaxar, pegar o controle remoto, o seu suquinho... Ah, agora fizeram uma pipoca. É, o nosso programa já está quase chegando ao fim, mas você sabe, né? Aqui sempre há tempo para poesia, a não ser que seja Os Lusíadas de Camões, porque daí precisaria de um dia inteiro de gravação. Mas eu separei uma especial para você que está com saudade do mar, uma poesia de Fernando Pessoa. Sempre bom, né? Vamos lá, então. Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal Por te cruzarmos, quantas mães choraram, quantos filhos em vão rezaram Quantas noivas ficaram por casar, para que fosses nosso, ó mar Valeu a pena? Tudo vale a pena, se a alma não é pequena Quem quer passar além do bojador, tem que passar além da dor Deus ao mar, o perigo e o abismo deu Mas nele é que espelhou o céu Fernando Pessoa, sempre atual Aí, chegou ao fim o nosso quadro Cultura Total Muito bom ter vocês aqui conosco Ainda bem que acabou, porque agora eu já posso me libertar disso daí Chega desse roteiro Tchau, até semana que vem Tchau, tchau Tchau. Acabou. Acabou? Vai embora. Agora foi? Vai embora. Acabou, Rubens Morelli, que figura, hein? Ele vai de Sorriso Maroto e Joelma a Camões, é um quadro de cultura completo E aí, na sexta-feira que vem, ele volta com mais informações Vamos fazer o seguinte, para quem já almoçou, é hora da sobremesa E para quem está com fome como eu, nós vamos anotar a receita e fazer depois, porque agora é hora do Cozinha Fácil. Já está aqui na minha tela, me chama, Amorim, o que você preparou para nós hoje. Boa tarde. Dicas do Rubens, eu separei um petisco, um aperitivo para você beliscar enquanto assiste um show, uma live, um filme. Eu vou ensinar na receita de hoje, eu vou ensinar amendoim crocante, praliné, também conhecido, é uma receita francesa, lá eles fazem com amêndoas, aqui no Brasil a gente a brasileirou e a gente faz com amendoim torrado. Vamos ver! Olá, eu sou Michel Amorim, vídeo novo, receita nova e hoje eu vou ensinar amendoim crocante e de chocolate Sabe aquele amendoim de festa junina, julina, que a gente gosta? Então, você sabia que é muito fácil de fazer? Não? Eu te ensino. E você não vai levar nem 10 minutos e não vai sujar nem tanta coisa na sua cozinha. Então vamos embora fazer esse amendoim? Anota aí os ingredientes. Você vai precisar de meia xícara de água, uma xícara mais um terço de amendoim torrado e sem pele, 3 quartos de xícara de chá de açúcar 1 colher de chá de fermento em pó E para finalizar, 1 colher de sopa de achocolatado Anotou tudo aí? Então olha só Agora eu vou passar para vocês, presta atenção, o modo de preparo Muito simples Joga tudo na panela, deixa ferver, engrossar Está pronto E se você achou que eu estava brincando, não estou não. Então nessa panela média, você vai colocar a sua xícara de água, o achocolatado, o amendoim, o fermento em pó. Mistura tudo e liga o fogo. Dá um medo, a gente acha que vai desandar, tá vendo aqui o meu? Dê uma espumada, mas calma, calma que isso daqui vai reduzir E vai chegar no ponto que a gente quer Aí você vai em fogo baixo Mexendo o seu amendoim Até que essa calda comece a reduzir e secar Toda a magia vai acontecer em aproximadamente de 10 a 15 minutos Essa calda aqui de líquida Ela passa para grossa, mais grossa E vai secando até ela açucarar Ela vai grudar no amendoim E aí você desliga o fogo. Desligou o fogo, está pronto. E a partir de agora é com você, porque está pronto. Está pronta a nossa receita. Não levou nem 15, 20 minutos para ficar pronta. Olha só aqui, olha que lindo como que ficou. Vou colocar aqui nesse potinho. E olha, crocante, fica bem bom Hum, gente, vou pedir pra vocês Uma coisa que não custa nada Se inscreva aqui no canal, curta esse vídeo, deixa aquele like Pra gente saber que você tá gostando do conteúdo, pra eu fazer mais Compartilha com aquela pessoa que você acha que tem que fazer pra você E ó, faça, e me marca no Instagram Eu volto com mais receita no próximo vídeo. Tchau! Eu vou seguir a sua sugestão, viu Michel Amorim? Vou assistir a live que o Rubens passou do Jorge Matheus amanhã às 5 horas da tarde e vou fazer esse amendoim com chocolate que eu adorei. Pode fazer, você não vai se arrepender. Eu tenho só algumas dúvidas, Michel, porque eu sou bastante curioso, né? Eu vi que você colocou aí fermento. Por que precisa de fermento nessa receita? É o seguinte, você viu que eu falei que ela é crocante? É exatamente o fermento que vai dar essa crocância. Ele é um ingrediente que não pode faltar na sua receita. Tá. Eu lembro que semana... Não, quarta-feira você fez a receita com pipoca. E aí fez a pipoca, tem que comer meio que na hora, porque senão depois ela vai murchar. Essa sua receita do amendoim, eu posso fazer em grande quantidade e depois guardar no potinho para ir comendo durante o fim de semana? Ou também tem que fazer e comer? Sim, apesar de ser parecida A calda que a gente faz Tem alguns elementos diferenciados Na da pipoca Não ia fermento Nesse vai, porque a gente busca Um pouco mais de crocância E dá sim, dá pra você fazer Em grande quantidade E reservar Eu até separei aqui pra você, tá vendo meu potinho? De vidro Já tá menos da metade Porque aqui em casa não dura Já foi. Mas aí, você guarda num pote, pode ser de plástico ou de vidro, mas com tampa. Pode fazer bastante, sim. Gabriel, aproveitando, vou ler aqui os comentários do vídeo, da receita. Vamos lá. A Vi, que sempre participa aqui com a gente, ela disse, desse jeito, Michel, vou engordar fazendo todas as receitas maravilhosas que você faz. Muito obrigado, Vi. Tem também aqui o comentário da Lauriceia Barbosa. Ela disse que é uma delícia, é um aperitivo para eu comer junto com o esposo enquanto assistimos TV. Está vendo aí a live que você vai assistir? Tem também a Aline Pereira. Ela disse que adora os vídeos de receita que a gente faz. E, Gabriel, se o pessoal de casa quiser participar, fez a receita, deu certo, pode mandar para a gente uma foto. E se não deu certo, não fica com vergonha. Pode mandar do mesmo jeito que a gente exibe aqui no Câmara Total, no Cozinha Fácil. Vou passar aqui o endereço do WhatsApp, o número do WhatsApp, para você aí de casa. 978293776. Perdeu algum item da nossa receita, pode ir lá no YouTube Michel Amorim, que você vai acompanhar os ingredientes na descrição. E a minha última dúvida, Michel, sobre essa sua receita, Quando você coloca o chocolate, você deixa no fogo baixo, médio ou alto? Porque eu tenho medo de queimar esse chocolate aí, deixar passar. Ó, não, tem que ser fogo de baixo pra médio. Se você colocar no fogo alto, a chance de você perder o ponto é muito grande. Já aconteceu comigo, eu já queimei essa receita. Então, de médio pra baixo, aí não tem problema. E como você viu aí, Michel Amorim, fácil, fácil, em 10 minutos você faz um amendoim com chocolate que fica uma delícia. E deu pra ver ali no potinho do Michel que tem bem pouquinho. Essa receita do Michel deu certo, mas tem as pessoas que vão até a cozinha e dão errado as receitas. Por isso que vai parar lá no Chefs na Quarentena e a gente acompanha aqui agora no Câmara Total. Eu sou o fogo que arde sua pele, eu sou o água que mata sua sede, o castelo... que é meu bolo? É o bolo da mamãe! Bolo lindo! Deu tudo certo! Deu tudo certo! Agora vamos virar? Tchibum! De novo? Mas de novo! Não, calma, que esse daqui tá bom. Esse tá bom. Não, mas de novo não dá! Não dá, mãe, eu ia de novo Pronto, arrumei Que dó, gente A filhinha esperando tanto, Michel Amorim Que a mãe acertasse a segunda receita E aí de novo, o bolo todo esfarelando Esse vídeo é um clássico, eu adoro Eu dou muita risada quando eu vejo, é muito bom, é um clássico. Agora, é perigoso a cozinha, hein, Michel? A gente viu um fogo ali, hein, rapaz? Ali é um extintor. Acho que nem um pano de prato por cima daria certo ali, hein? Ó, eu já entreguei aqui a minha mãe, eu já entreguei você, e hoje eu vou me entregar. Eu já explodi, pelo menos umas duas vezes, ovo cozido no micro-ondas. Ovo cozido? Você já explodiu? No micro-ondas, tem que tomar cuidado, tem que cortar. Olha, se bem que até cortado, ele explode. É perigoso, viu? A cozinha tem que tomar muito cuidado, prestar muita atenção. Eu vou me entregar aqui também, eu quase coloquei fogo em casa uma vez, confundi, porque eu estava com o aparelho diferente, e aí aquele rechôzinho estava menor, e o fogo começou na lateral da panela, a hora que vinha já estava lá no alto. A gente teve que usar, utilizar o extintor mesmo para apagar o fogo. Então, muito cuidado na cozinha. Se for cozinhar, mande o vídeo para a gente no 978293776. Michel Amorim, muito obrigado pelo amendoim com chocolate. Receita que eu vou fazer para acompanhar as lives aí que o Rubens Morelli deu há pouco. Tá certo? Você volta na segunda-feira. Ótimo fim de semana. Eu volto segunda-feira com uma receita deliciosa, nova, receita salgada. Você não pode perder. Ah, então isso aí é para a hora do almoço. Hoje foi a sobremesa também, 2 horas e 48 minutos e na segunda-feira, um pouquinho mais cedo, ele vem aí com uma comida salgada pra gente. Muito obrigado você que nos acompanhou até agora, desde as 11 horas da manhã aqui no programa Câmara Total. Ótimo fim de semana, amanhã, hein? Não se esqueça, 9 e meia da manhã, tem reunião extraordinária aqui na TV Câmara Campinas e na segunda-feira, às 11 horas da manhã, a gente volta. Até lá! Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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