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CÂMARA TOTAL

35 views Publicado 21/09/2020 HD · 2:33:19

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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, sextou 18 de setembro de 2020, começa agora o Câmara total ao vivo, 11 horas e 20 minutos, e eu quero a sua participação, hein? Através do nosso WhatsApp. Número na tela 97829 3776. Eu repito pra dar tempo de você anotar aí. 97829 3776. Envie a sua pergunta, um elogio, crítica, foto ou vídeo cozinhando. Você é muito bem-vindo aqui. E o que teremos nesta sexta-feira? Se você ainda não viu, os Os gols do empate da Ponte Preta pela Copa do Brasil no meio de semana diante do América Mineiro. 2x2, Macaca sofreu gol nos dois acréscimos do primeiro tempo e do segundo tempo. Tem a partida de volta agora da Copa do Brasil. E não tem tempo para ficar lamentando esse empate não, porque a Ponte entra em campo amanhã pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Mas hoje é sexta-feira, é dia de bugre. O Guarani entra em campo nesta noite contra o Confiança. As duas equipes têm a mesma pontuação, então é um duelo importantíssimo. E você aí de casa, sabe o que é o Auxílio Doença Parental? Tem reportagem sobre este assunto. Entrevista aqui no estúdio, ao vivo, sobre a alta nos preços dos alimentos. Tem ainda o quadro Mãos Solidárias, Cultura com o Rubens Morelli. São muitos assuntos e eu começo com a Mina Abreu, com as notícias da Metrópole de Campinas, que já está aqui nos nossos estúdios. Então, bom dia, Minas. Seja muito bem-vinda. E a gente está falando bastante aí sobre o retorno das aulas, né? Aqui em Campinas, o prefeito Jonas Donizete já falou que vai acontecer de forma facultativa para quinto ano e também para o nono ano. Ontem a gente falou sobre a cidade de Indaiatuba, que vai continuar de forma virtual. Continuando aqui pela nossa região e Sumaré. Bom dia. Bom dia, bom dia a você aí de casa. é o seguinte, Sumaré é uma das cidades aqui da nossa região que também decidiu, assim como em Dayatuba, continuar pelo sistema remoto, com as aulas online. Na cidade de Sumaré foi feita uma pesquisa com a comunidade escolar, pais e alunos, e olha, de 12.636 respostas obtidas, 87% disseram que não retornariam às aulas presenciais. Com isso, então, a Prefeitura decidiu manter as aulas online e aí, no caso das instituições privadas, elas podem oferecer atividades presenciais com atendimento ao protocolo do Plano São Paulo e também eles aguardam a retomada das escolas estaduais. A gente também está aguardando aí o anúncio de como vai ser essa retomada das escolas estaduais, mas na rede municipal de ensino de Sumaré ainda não tem aula presencial. Continuando aqui na região metropolitana de Campinas, em Americana, as inscrições para pré-escola, aquelas crianças que nasceram entre 2016 e 2017, já estão abertas para o ano que vem. É isso mesmo, a gente tem aí alguns critérios, olha só, até o dia 25 de setembro, então as pessoas podem fazer as inscrições, são duas datas de nascimento. A primeira etapa da pré-escola, que é o nível 1, são para os nascidos entre 1º de abril de 2016 a 31 de março de 2017, ou seja, ela vai completar 4 anos até março de 2021. E a segunda etapa são para os nascidos em 1º de abril de 2015 a 31 de março de 2016 e ela vai completar 5 anos até 2021. Então, as crianças residentes em Americana que completem 4 anos entre abril, maio ou junho de 2021 e que já estejam matriculadas atualmente no maternal 2, nas escolas particulares ou em outros municípios, poderão também fazer essa inscrição, viu? Então, atenção, você que está mudando para a americana ou então estuda em escola particular e agora quer passar para a rede municipal de ensino, também tem essa oportunidade. E aí também vão, as inscrições também são para as creches conveniadas, né? Do programa Cresce para Todos. A inscrição está aí no nosso link, ó, demanda.seduqpma.com.br barra preescola tudo junto. Se você aí de americana não tem acesso, então, às redes sociais ou à internet, pode ir direto na escola mais perto da sua casa de segunda, quarta e sexta, das oito da manhã a uma da tarde. Continuando o nosso giro aqui pela região metropolitana de Campinas, na cidade vizinha em Hortolândia, os serviços estão reabrindo. Isso, a gente já tinha falado do comércio e de outras atividades. Esta semana, então, foram reabertas academias e centros de ginástica, postos de combustíveis com horário estendido, prestadores de serviços e também os serviços funerários. E diante disso nós temos aí algumas regras, olha só, a gente fala de condutas sanitárias, as academias, por exemplo, agora podem liberar a utilização de chuveiros e vestiários para os alunos e os proprietários devem ter ali o álcool gel e todo o protocolo que deve ser feito no local. E já os postos de combustíveis poderão adotar o horário de funcionamento do alvará que eles têm inicial. Antigamente a gente estava aí com o horário restrito até 7 horas da noite, agora não. Você tem o alvará 24 horas, abre a 24 horas. Tem até 10 da noite, então cada um segue aí o seu horário do alvará. E aí, no caso dos velórios, a gente tem aí um tempo máximo de 4 horas lá na cidade de Hortolândia, que está na fase 3 da modulação da fase amarela. Romina, você traz agora uma informação importante que é sobre a testagem que foi realizada em uma pesquisa no Hospital da PUC Campinas e através desta testagem de Covid-19, reduziu o número de contaminados. Isso mesmo. O Hospital da PUC Campinas, que é uma das referências em atendimento da Covid-19 aqui em Campinas, se realizou uma testagem com cerca de 2.500 profissionais, entre eles médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e até o pessoal da administração. Porque o hospital percebeu que antes da Covid-19, tem aí uma relação com a questão de afastamento, uma série de coisas, e antes da doença isso acontecia bem pouco. E depois eles chegaram ao pico de até 800 afastamentos, O que isso, com certeza, vai direto na questão do atendimento. E aí, com a testagem, olha só, a pesquisa fez o teste por PCR, que é aquele que é feito com cotonete, e GGM, que é aquele sanguíneo, identificou os funcionários com a Covid-19 e assim eles imediatamente foram afastados antes de ter a possibilidade de transmitir a doença para colegas de trabalho. Então, isso foi importante, olha, para se ter uma ideia, antes eles tinham cerca de 10 colaboradores afastados ao dia e 280 ao mês. Entre março e abril, logo no começo da pandemia, esse número chegou a 800, porque as pessoas já tinham um sintoma, não sabiam se era Covid ou não, mas então já era afastado. Com a testagem, nós tivemos aí uma queda importante entre maio e junho e também julho e agosto, para que as pessoas continuassem trabalhando ou não e assim o controle e melhor atendimento. Exatamente. Hemocentro, né, está com baixo estoque de sangue, então tem um pedido especial. É verdade. Nós falamos aqui no início da semana do Hemocentro de Americana e agora o Hemocentro, também ligado à Unicamp, está com baixa devido à pandemia e pede aí que as pessoas se sensibilizem e vão até um dos postos de coleta para fazer a doação. Lembrando que só não pode doar quem teve febre ou sintomas gripais nos últimos 14 dias. E, Gabriel, vou pedir para você abrir aí o site do Hemocentro para a gente ver como funciona diariamente, gente. eles atualizam uma tabelinha que mostra aí qual é o sangue que está precisando. Olha, então vamos... Hemocentro.unicamp.br é o site. Isso, e a gente mostra aí nessa tabelinha, olha aqui, ó, O positivo está em alerta, olha o coraçãozinho lá, tem uns que já estão até mais crítico, B negativo. O AB é o único que está estável, então se você é dos outros tipos sanguíneos, O positivo, A positivo, B positivo, O negativo e esses outros aqui, procure um dos postos de coleta, aqui em Campinas a gente tem o Hemocentro da Unicamp, que fica lá no campus de Campinas, na Zeferino Vaz. Atendimento de segunda a sábado, das 7h30 às 3h da tarde, no Hospital Mário Gatti, inclusive nos feriados, que fica aqui na Avenida Prefeito Faria Lima, no Hospital Estadual de Sumaré, que é conveniado da Unicamp também, Só que lá o atendimento, gente, é das 7h30 ao meio-dia. E em Piracicaba, que nós temos o Hemonúcleo da Unicamp, o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 da manhã a 1h da tarde. Fora isso, a Unicamp, ela tem aí o Hemocentro, as pessoas de Campinas geralmente veem um ônibus no centro da cidade, em alguns lugares, esse daí é o lugar de doação móvel. E olha só, a gente tem uma agenda aqui já para outubro, inclusive em Campinas, olha, nós teremos no dia 31 do 10 em Dayatuba, 29 do 10 em Campinas, lá no supermercado Enxuto e dia 29 do 10 em Amparo. E aí, se você quiser saber onde é esse lugar, se fica mais próximo ou não, abre aí, o Gabriel já abriu e tem aí o endereço e é o horário neste dia 29 de outubro, será das 8h30 da manhã ao meio-dia. faça a sua parte e procure o posto de coleta mais perto da sua casa. E falando em Unicamp, tem uma notícia, Gabriel. Exatamente, que é o retorno das atividades, né? A Unicamp fez uma entrevista coletiva e divulgou aí o retorno das aulas. É, ela tinha divulgado um calendário inicial, mas nesta quinta-feira, o reitor da universidade detalhou esse calendário, os pontos e por quê, quais são os critérios dessa medida para a volta gradual, lembrando que é uma volta gradual, das atividades da universidade. Acompanhe. Gradual, muito gradual e parcial também. Não são todas as atividades que vão voltar, não... Ou seja, essa é a principal dúvida das pessoas, né? Eu vou voltar, eu vou ter que voltar. Não são todas as atividades que vão voltar. Então, a gente está privilegiando algumas atividades que precisam voltar e tudo que puder continuar sendo feito de forma remota, continuará sendo feito de forma remota. Uma parte fundamental do plano é que cada unidade diferente, cada órgão da universidade vai ter autonomia para tomar essa decisão do que é prioritário, do que não é, de que maneira vão voltar, se vão voltar. todos têm absoluta autonomia para resolver isso. O que estava acontecendo, eu acho que essa é uma situação que deve ser considerada e é importante, é que nós estamos praticamente há sete meses, vamos fazer sete meses de interrupção das atividades presenciais, e isso começa a ter um prejuízo muito grande em vários aspectos. Primeiro, dos estudantes que vão se formar e precisam se formar tanto do primeiro semestre quanto do segundo semestre, que eventualmente precisam de alguma atividade prática, algumas horas, algum laboratório, algum estágio, alguma atividade prática que precisa ser realizada de qualquer maneira. Então, isso é uma questão, porque o prejuízo social e pessoal de não permitir essa formatura é imenso, e a gente precisa naturalmente preparar as condições para a próxima geração de estudantes que vão prestar o vestibular no final do ano, no início do ano que vem, que possam ingressar na universidade. Por outro lado, também as pesquisas, que estão paradas, tem muitos grupos de pesquisa parados, e tem ali estudantes de pós-graduação, pós-doutores, grupos de pesquisa que estão aí com um tempo muito grande sem realizar atividades, principalmente aqueles que dependem de atividades experimentais, e por isso a gente tem que considerar esta possibilidade naturalmente privilegiando a saúde e o bem-estar das pessoas. Nós temos um grande contingente de pessoas que estão trabalhando como nunca na universidade. Todo o pessoal da área de saúde, o pessoal que está dando retaguarda, que faz todo o setor de compras, o setor de recursos humanos, estão trabalhando normalmente nessa pandemia em muitos setores. e a gente vai ampliar naturalmente esse plano a todos os servidores da universidade. A gente precisa ir encontrando uma solução, uma maneira de ir retomando aos poucos e possibilitando, então, cumprir o nosso papel social como universidade pública. Olha, Gabriel, inclusive, essa coletiva está disponível no YouTube da TV Unicamp, da RTV, então as pessoas que quiserem maiores informações tem ali. Mas a gente separou uma tabelinha para ser bem prático, vamos lá. Então, de acordo com esse planejamento, dia 19 de outubro, a gente tem o período 1, volta de até 20% dos servidores, depois dia 2 de novembro, 40% dos servidores, até 40%. E cada setor, como o reitor disse aí, que vai decidir a quantidade. Depois, dia 16 de novembro, 60% dos servidores, até 25% dos alunos de graduação, pós-graduação e extensão e até 25% de crianças atendidas pelo CECIDEDIC. O CECIDEDIC é a creche, o departamento que cuida das crianças dos funcionários da Unicamp, tá ok? Dia 30 do 11, aí aumento para 80% dos servidores, 50% dos alunos e 50% das crianças, 14 de dezembro até 100% dos servidores, 75% dos alunos e 75% das crianças, depois nós temos o recesso de fim de ano da Unicamp, que é de 23 de dezembro a 3 de janeiro, E aí, no dia 4 de janeiro, a ideia é que se tudo correr bem, nós teremos aí até 100% dos servidores da Unicamp trabalhando, lembrando que, como disse o reitor, a área da saúde não parou em nenhum momento. A gente espera, né? Ficou bem explicado, então, o plano gradual da Unicamp para o retorno das aulas e que tudo ocorra dentro do planejado, que seria uma boa notícia. É, até porque a gente tem o vestibular da Unicamp já marcado e depois o início das aulas da próxima turma e dos anos que virão aí. Mina Abreu, muito obrigado pelas notícias da Metrópole parcialmente, porque daqui a pouco você volta repercutindo a coletiva do prefeito Jonas Donizete, que aconteceu agora cedo, coladinho aqui com o Câmara Total e com as notícias do Legislativo, combinado? Combinado, mas eu já adianto. O prefeito disse que os bufês infantis voltam a funcionar aqui em Campinas. Já tem uma notícia aí, o retorno de bufê infantil na cidade de Campinas. Já, já todas as informações. Hora então da gente balançar as redes aqui no Câmara Total, porque no meio de semana, Jogo da Copa do Brasil entre Ponte Preta e América Mineira. Vamos balançar as redes então. Lá no Moisés Lucarelli, olha aí, cedinho em 5 minutos. Cruzamento do Bruno Rodrigues e golaço do Moisés de cabeça. 1 a 0 no final do primeiro tempo. Lazzaroni escorregou, veio o cruzamento e o Marcelo Toscano empatou. 1 a 1. A ponte voltou a batalhar. Cruzamento e olha aí, Matheus Peixoto no meio da área de cabeça. Colocou de novo a macaca à frente. 2 a 1. Só que aos 46 do segundo tempo, não sei até agora o que o Ivan foi fazer ali na linha de fundo, veio o cruzamento e o Felipe Azevedo, na lei do ex, porque já atuou pela Ponte Preta no ano retrasado, entrou no segundo tempo, estreia com a camisa do América Mineiro e marcou este gol que você viu aí. Então, Ponte Preta 2, América Mineiro também 2, jogo de ida da Copa do Brasil, na próxima terça-feira, 9h30 da noite, acontece o jogo da volta. Não existe aquele gol fora de casa qualificado, então, por exemplo, se for 0x0, 1x1 lá em Belo Horizonte, a disputa vai pelos pênaltis e, obviamente, quem vencer avança de fase e vai às oitavas de final da Copa do Brasil. Vamos mudar um pouquinho agora de assunto, falamos da Ponte Preta, agora a gente fala do Guarani, porque o Bugri entra em campo também. Já vou puxar aqui a tela do nosso Bugri, já está aqui, olha só. Hoje é dia de Bugri, hein? Sexta-feira, 7h15 da noite, daqui a pouquinho, hein? Lá no estádio Batistão, lá em Sergipe, tem Confiança e Guarani. É um duelo direto, as duas equipes estão próximas da zona de rebaixamento. O Guarani e Confiança estão com oito pontos. O primeiro time da zona tem seis pontos. Então o Bugri precisa da vitória. Não pode perder um empate fora de casa, até pode ser considerado um bom resultado, mas o Guarani não pode perder nesta noite. Claro que amanhã a gente fala mais sobre esse duelo na segunda-feira entre Guarani e Sergipe. E tem também o duelo da Ponte Preta, né? Porque hoje é dia do Guarani e amanhã é dia da Macaca, a ponte que jogou no meio de semana pela Copa do Brasil. E amanhã tem duelo pela Série B contra o Operário, 7 horas da noite, no estádio Moisés Lucarelli. Lembrando, é com os portões fechados, então nada dos torcedores se aglomerarem na frente do estádio. Ponte Preta e Operário, a Macaca em busca aí da liderança da Série B. A Ponte que caiu para a terceira colocação com a vitória do Cuiabá, ultrapassou a Macaca, o Paranaclube também venceu. Então, a ponte precisa dessa vitória se quiser permanecer aí no G4 da competição. Seguinte, hein? A união de moradores da Vila Campos Salles está transformando a realidade de um antigo campinho de futebol degradado em uma praça de esportes com infraestrutura adequada para o bom convívio da comunidade. O vestiário já está quase pronto. A instalação do alambrado também. Quem passa hoje pelo antigo campinho de futebol na Vila Campos Salles, nota a diferença de longe. Ela estava numa situação de, vamos dizer assim, de abandono, porque era mato, entulho e até usuários de entorpecentes acabavam utilizando da praça, né? E isso já incomodava um bom tempo a região, os moradores aqui, eu sou morador aqui há muitos anos, né? E isso acabava incomodando. Aí, os moradores da região resolveram unir forças para garantir uma sobrevida ao campinho. A comunidade acabou se unindo, vendo que existia potencial da área ter um aproveitamento melhor do que estava sendo utilizado. Então, a população se uniu e foi atrás do poder público para de que alguma maneira houvesse aqui uma atenção especial, né? Porque, como vocês podem perceber, é uma localização entre bairros, né? E que é utilizada pela região toda, não apenas por um bairro específico. A trave é um dos antigos resquícios do que havia nessa praça aqui na Vila Campos Salles. É que todo esse espaço está sendo revitalizado para se tornar uma grande praça de esportes e também de cultura, incluindo aí artistas renomados para dar um novo colorido a essa região. A arte ela anda caminhando lado a lado mesmo com o esporte Porque as duas servem como ferramentas de transformação na vida das pessoas Tanto no intuito de você tirar as crianças da rua Tanto o futebol quanto outros esportes Quanto o grafite, quanto pintura de tela E tantos outros tipos de arte Eles andam junto lado a lado mesmo Porque eu entendo que o conceito dos dois é a transformação é você dar oportunidade, é você desenvolver o conhecimento das pessoas. A praça ganhou um painel com obras de grafiteiros e artistas locais e outros já consagrados, como o próprio Maicongo e ainda Gustavo Nenão, que mesmo morando na Europa, fez questão de participar do projeto na sua cidade natal. Essa experiência para mim é sempre muito enriquecedora, a gente poder compartilhar sonhos, motivar pessoas, ter muito engajado esse projeto de revitalização de espaços públicos. Porque o que eu acredito muito é que traga muita energia, vida aos espaços. E você poder incentivar também o esporte e principalmente novos artistas a seguir o meu caminho, de repente almejar e alcançar uma trajetória internacional, grandes clientes, contratos, enfim. Acho que isso é muito importante. Além do visual renovado, a praça ganhou reforço na segurança com a instalação dos gradis. O vestiário e uma área de descanso também já estão construídos. Em breve, um playground e uma academia ao ar livre farão parte da revitalização. Tudo para dar apoio a um projeto social que será ativado na praça. Uma das ideias da população aqui foi que fosse aproveitado para um projeto de esporte. Vai ser uma participação escolar e esportes, para que essas crianças possam, no período extraescolar, que está fora, para não ficarem ociosas, elas estarem participando de um projeto, onde vai ser desenvolvido diversos temas, entre eles cidadania, entre outras coisas. Isso foi uma, a gente considera uma grande vitória para a gente. A arte, dentro desse projeto, desse mural que nós desenvolvemos, ele tem esse impacto. Assim como o futebol, as pessoas do bairro, as crianças, os adultos que verem, se sentirem curiosos para saber como que isso funciona. Também terem essa curiosidade de saber por que está junto com o esporte. E é isso que a gente tem feito. A gente tem desenvolvido esse projeto de arte para que possa ser uma ferramenta de transformação, tanto social quanto cultural aqui na cidade de Campinas. Unir a arte e o esporte com gol de placa, para que nada, nem ninguém, se perca pelo caminho. Motivar muito pelo exemplo, acho que essa é a grande mensagem que se deixa através do trabalho, é que se você realmente acredita e quer, você pode, você consegue. Exatamente, precisamos ocupar aí todas as áreas da cidade de Campinas, reurbanizar, então, através da arte, do esporte. Linda reportagem de Rubens Morelli. Olha só, a pesquisa realizada pela Fundação FEAC revela que as populações que vivem em territórios de vulnerabilidade social são as mais impactadas pela pandemia, seja pelo alto índice de desemprego ou pelo agravamento de situações de violações de direitos já existentes devido ao isolamento social. A Associação FEAC tem um histórico de atuação com as organizações da Sociedade Civil de Campinas e essa pesquisa sobre os impactos da pandemia nessas organizações nos subsidiou, vai nos subsidiar para ações de médio e longo prazo da própria FEAC, informar a sociedade sobre a atual situação e quem sabe subsidiar inclusive o poder público também nas suas ações frente a essas organizações. A pesquisa trouxe dados bastante preocupantes, principalmente com relação à sustentabilidade econômica das organizações, com a diminuição do número de captação de recurso, de doações e de voluntários e com o aumento da demanda, né, o aumento reflete, esse aumento de demanda reflete diretamente na atuação das organizações e também trouxe para a gente dados pós pandemia, né, algumas organizações nos apontaram a possibilidade de fechamento das organizações e essas entidades em alguns bairros é a única forma de atendimento que tem naquela região, então Então, um possível fechamento dessas organizações é bastante preocupante para toda a sociedade. E falando ainda sobre os impactos da pandemia do coronavírus, muitos trabalhadores estão em vulnerabilidade social, seja pela doença ou por terem perdido o emprego. Então, já se discute o auxílio doença parental. Entenda esta proposta. Esse auxílio é devido para aquele indivíduo, para aquele trabalhador que precisa se ausentar das suas atividades normais Para cuidar de um parente que encontra-se enfermo Esse auxílio está garantido tanto para o servidor público federal, no artigo 83 da lei 8.112 Como para o servidor público estadual, ele também é garantido no artigo 181 Infelizmente ele não está garantido para o trabalhador do regime geral Então aquele trabalhador que depende do INSS, a legislação ainda não garante a ele esse benefício Porém algumas decisões judiciais já tem trazido e concedendo esse benefício Para aquele trabalhador que precisa se ausentar ou para cuidar do pai, para cuidar do filho aquela mãe que precisa acompanhar o seu filho em algum tratamento médico, que é muito importante, porque a gente também utiliza, e o judiciário está começando a reconhecer, que vai muito além da legislação, né? Então, a gente utiliza muito a Constituição Federal, porque no artigo 5º da Constituição e o artigo 6º, que fala sobre os direitos sociais, ele vem e garante esse benefício, ainda que não esteja especificando na lei. Para o servidor público, como eu disse, quando ele é negado na via administrativa, a gente garante, a gente precisa garantir esse direito e tentar uma alternativa no judiciário. E estão sendo concedidos perante a justiça. A gente continua então acompanhando esta proposta. pela inclusão que oferece, tendo Libras em toda a programação. Então, muito obrigado, Vera Lúcia de Campina Grande. E tem mensagem dela aqui, é isso? Ela gravou um vídeo e enviou pelo 978-293-776. Vamos escutar, então, a Vera Lúcia. Olá, pessoal, tudo bem com vocês? Então, eu gostaria de dizer o quê? que eu tô assistindo, né, o novo programa da TV Câmara Total e eu tô achando, assim, muito importante, né, pra cultura surda e então eu gostaria de agradecer vocês, viu, pela atenção para com os surdos e mais os surdos ainda agradece vocês, ok? Tá muito bom, tá ótimo a programação e é isso aí que eu gostaria de falar pra vocês, né, Que eu tenho um filho surdo, né? E eu acho que a atenção que a TV Câmara Campinas está dando a eles, a cultura surda, isso está sendo muito bom, maravilhoso. Então, eu gostaria de agradecer vocês com essas pequenas palavras que não tem como agradecer na atenção. Surdos precisam estar a par de todos os noticiários, ok? Então, é isso que eu gostaria de falar para vocês, ok? Deus abençoe a todos. E agora é uma mensagem do Luiz Henrique, do Parque Prado. Ele também agradece, então vamos ouvi-lo. Então, Luiz Henrique participando aqui do Câmara Total. Muito bom, né? Bom estar assistindo TV Câmara, aprender mais. Muito importante. Obrigado, de hoje. Aí então a participação do Luiz Henrique assistindo aqui a TV Câmara Campinas. Naquele momento, a gente estava acompanhando as notícias da Unicamp, aqui nas notícias da Metrópole com a Mina Abreu. Então, muito obrigado pela sua companhia. O Jason está assistindo o programa? Manda uma foto, faz um vídeo. 97829-3776 é o nosso número de WhatsApp. Tem alguma reclamação, elogio, uma crítica? Pode enviar que a gente mostra ao vivo aqui no programa. Vamos fazer o seguinte? 11 horas e 51 minutos, primeiro intervalo. E na volta nós vamos falar sobre a alta nos preços dos alimentos, arroz, feijão, frutas, leite, óleo de cozinha. Quais os motivos? O que será que está acontecendo? 97829-3776 é o número do nosso WhatsApp para você participar. Câmara Total de volta, estamos ao vivo nesta sexta-feira, 11 horas e 55 minutos E vamos entender agora por que os alimentos estão subindo tanto de preço nos supermercados Com certeza, você aí de casa já sentiu no bolso que a compra de alimentos considerados básicos, como arroz, feijão, óleo de cozinha, leite, estão no mínimo 20% mais caros em relação ao início do ano. Por que eles aumentaram tanto? Eu vou conversar agora com o professor Paulo Oliveira, ele que é economista do Observatório da PUC Campinas. Muito obrigado, Paulo, por ter aceito o convite para participar aqui do Câmara Total. E quem viveu na década de 90 sabe que a inflação chegou a 80%. Era uma loucura, né? De manhã um preço, à tarde era outro. E agora, nesse ano, a inflação no mês de julho, por exemplo, ficou em 0,36%. No acumulado de 12 meses, nós temos 2,44%. Então, não é só essa taxa que influencia no preço dos produtos, né, Paulo? Boa tarde, seja bem-vindo. Obrigado pelo convite, Gabriel. Boa tarde a quem nos assiste. Exatamente, foi importante você destacar essa questão do IPCA, o índice que você citou, os números de alta da inflação, que parecem aumentos pequenos, e são aumentos pequenos, face ao aumento do preço dos alimentos. Até esse conceito de inflação que a gente utiliza é um conceito que compreende a alta generalizada dos preços. Então, se um preço aumenta e o outro preço não acompanha, a gente tem até redução, como é o caso agora no preço dos serviços, isso faz com que a inflação fique ali abaixo, inclusive da meta que o governo coloca, E, ao mesmo tempo, a gente pode enxergar alguns aumentos isolados de preços, que é o que tem acontecido com os alimentos. Paulo, o dólar alto faz com que muitos produtores prefiram exportar esses produtos, porque ganhando em dólar, ele vai receber mais do que vender aqui para o mercado interno. Menos oferta de alimentos, eles sobem de preço? Essa é uma regra também? É exatamente isso, Gabriel. É importante a gente colocar as razões técnicas para o aumento. Vamos pegar o arroz como exemplo, do preço do arroz, para que isso de alguma forma limite um pouco esse debate político em cima da questão do arroz. Quais são as razões técnicas mais prováveis e de consenso dos economistas sobre a alta do arroz nesse momento e de alguns alimentos? é um fenômeno de economia internacional, é um fenômeno de dólar alto, com demanda se reaquecendo em mercados internacionais, o que eleva o preço do arroz. E aí a lógica é muito simples. A gente tem um problema, e essa inflação é tipicamente uma inflação de oferta, é um problema de oferta e não de demanda. A gente pode colocar o problema como um descasamento, você tem uma demanda que está superior à oferta, mas foi a oferta que se reduziu nesse período, com redução da área plantada no Brasil, e com o dólar nesse patamar, o produtor que vai vender o arroz, quando ele vai ao mercado, ele vai acabar optando por vender esse arroz no mercado internacional, porque ali a gente tem um preço melhor. E o comprador externo olha para o arroz brasileiro nesse momento como um arroz barato, e isso é um efeito do dólar, É uma mudança nos preços relativos. Quem tem dólar na mão compra arroz brasileiro barato. Agora, se tem alguma oferta de arroz no mercado interno, aí a gente precisa pagar mais caro. Então, é isso que eleva o preço do arroz nesse momento. Tem-se falado do auxílio emergencial, do aumento de demanda, mas há sinais claríssimos de que esse aumento não é um aumento ocasionado por um excesso de demanda. Tem que se colocar essas coisas, tecnicamente não há sinais de que estamos vivendo uma inflação de demanda. Na inflação estamos vivendo, há um sinal de pressão em alguns preços, não só do arroz, dos alimentos, mas do minério de ferro, de algumas matérias-primas, e esse aumento é claramente um fenômeno de oferta, é um problema de oferta reduzida desses produtos nesse momento. Paulo, o aumento da moeda injetada na economia pelo Banco Central influencia os preços também? A chegada da nota de 200 trouxe este impacto ou uma coincidência? Não é uma coincidência, certamente. Alguns economistas vão enfatizar um possível efeito do aumento da base monetária, da quantidade de moeda nos preços da economia, mas não é o caso. Nesse caso, o que a gente tem é claramente um problema de oferta. Só para deixar claro então, porque essa é uma questão que eu li, acho que muita gente em casa leu também, que com o isolamento social, mais pessoas ficaram em casa, diminuíram o consumo em restaurantes, passaram a comer mais em casa e aí a comprar e consumir mais itens básicos. Então, essa explicação, ela não é válida? Ela não é o principal motivo. Você pode ter um efeito marginal ligado a alguma mudança no padrão de consumo da pandemia. sim, você pode ter, mas qual é a principal razão? O que explicaria um aumento, a estimativa de alguns órgãos oficiais, é que em 12 meses o aumento do preço do arroz foi de 120%. O que pode explicar esse aumento? Esse aumento só pode ser explicado por um problema de oferta, ele não pode ser explicado por esse aumento marginal da demanda de arroz interna, causada por essa mudança no padrão de consumo. Um outro fator aqui, muitíssimo importante, é que alguns países asiáticos, alguns grandes produtores asiáticos, barraram a exportação de arroz durante a pandemia, por uma questão de segurança alimentar. E quando você tem essa barreira, você tem uma redução da oferta nos mercados internacionais. Novamente, uma pressão de preços, compra quem paga mais. Uma outra razão importantíssima, que não está sendo discutida, principalmente pelos economistas do governo, é que você teve uma redução considerável dos estoques reguladores do preço desses alimentos. É comum países fazerem estoques de produtos básicos de alimentação, isso é comum nas economias modernas. Você não fica dependendo... Um arroz, que é um alimento que o brasileiro come todos os dias, basicamente, sobretudo as pessoas de renda mais baixa e que é nutricionalmente importante, a composição desse prato, não é um produto que você pode deixar à mercê da lei da oferta e da demanda nos mercados. A maior parte dos países desenvolvidos não fazem isso, eles têm estoques reguladores. Num momento como esse, a Conab é a instituição brasileira responsável por fazer esses estoques. Se a Conab nesse momento tivesse estoques de arroz, ela poderia entrar como vendedora de arroz no mercado e poderia segurar o preço. Não tem. Chegamos numa crise desse patamar com um estoque muito pequeno de 21 mil toneladas de arroz. Isso não é consumo de dias para o Brasil. E aí a gente não tem como fazer uma política de controle de preços que é comum, é feito e está, é lei, está regulado. Isso poderia ter sido feito nesse momento. Já, já, então, eu vou abordar sobre o governo, sobre mais ações. Só para eu finalizar a parte do isolamento social, o nosso consumo em geral, ficando mais em casa, a gente consome mais frutas, mais verduras. Esses alimentos, eles também subiram de preço? Você tem aumento em alguns alimentos, mas não é generalizado. A batata, por exemplo, é um alimento que teve queda no preço. até assim, nesse contexto é um pouco até grosseiro a gente dizer para o consumidor coma menos arroz, coma mais outros alimentos mas é uma possibilidade talvez seja a única saída que sobra para o consumidor final nesse momento para ajustar o orçamento que a gente sabe que é um valor altíssimo para as famílias de renda mais baixa agora comportar o consumo de arroz para uma família média de quatro pessoas, isso já começa a comer, né? Já começa, com perdão, trocadilho usar o verbo comer nesse sentido, mas já começa a tomar parte do orçamento das famílias que é considerado. Infelizmente, né? A realidade que nós estamos vivendo. As pessoas estão mais em casa por conta da pandemia e aí elas deixam de comprar, por exemplo, roupas, calçados e compram mais alimentos. Acabando a pandemia, nós voltaremos a frequentar shopping, comprar objetos, acessórios, e aí esses itens vão subir de preço? É assim que funciona ou não? Olha, a gente tem um problema, foi bom que você tocou nesse ponto, tem uma questão técnica que é o seguinte, uma coisa é o índice de preço ao produtor. Esse índice de preço ao produtor, que é o custo das matérias-primas, tem subido de forma consistente, de forma significativa nos últimos 12 meses. Tem alguns dados aqui, GPM subiu 14,47% até agosto, só em 2020. Então, é uma alta muito alta. É um outro índice que controla, na verdade, o preço das matérias-primas ou preços mais ligados ao produtor. O IPP, que é o Índice de Preço ao Produtor, teve alta de 7,28% esse ano. Por que a gente não enxerga esse aumento no preço dos produtos finais, no preço do consumidor? Por que o IPCA, esse conjunto de preços da cifra de consumo, são 400 produtos para os consumidores, não sofreu um aumento significativo? Você citou no início 0,30 alguma coisa no IPCA, agora em agosto. Por que essa transmissão não está ocorrendo? Não é natural que o produtor, em algum momento, repasse esse preço ao consumidor? É, desde que você tenha uma demanda aquecida. E aí vem um argumento bastante forte de que, nesse momento, a demanda está tão fraca, está tão baixa, que a gente não pode justificar o aumento de preços isolados pelo aumento da demanda. Isso não faz sentido nenhum nesse momento. E, como você colocou, em algum momento, com a demanda nacional reaquecida, sim, aí a gente tem, pelo menos, os componentes básicos para enxergar um processo inflacionário onde o IPCA pode responder, finalmente, ao aumento de preço dos custos de produção. E aqui eu coloco um exemplo para você. A indústria brasileira é extremamente dependente da importação de insumos. Então, quando a gente vai produzir um celular aqui, quando a gente vai produzir um computador, vai produzir um carro, a gente importa uma série de componentes que não são produzidos aqui. Com o dólar nesse patamar, claramente as empresas incorporaram um aumento de custo considerável nesse momento, com o dólar nesse patamar. O dólar subiu 40% esse ano, exatamente, 40% esse ano. Então, você supõe, essas empresas estão agora com esses custos represados, elas não estão passando ao consumidor, porque a demanda está fraca, está reduzida, mas, num segundo momento, se a demanda nacional começar a retomar, ter um movimento de alta, aí você tem o cenário perfeito para que esses custos sejam repassados. E aí a gente enxerga a influência do custo de produção sobre o índice de preço dos consumidores. Então isso é um risco, é um risco que as autoridades econômicas nesse momento vão ter que considerar. A Secretaria Nacional do Consumidor, que é ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, pediu explicações no começo deste mês, agora de setembro, às entidades ligadas aos supermercados sobre esta alta nos preços dos alimentos. O presidente da República, o Jair Bolsonaro, ele pediu que os donos de supermercados sejam patriotas e que não subam o valor. Área econômica do governo, eu li que não gostou nada desta atitude. Isso aí pode ser considerado uma interferência no mercado? O governo, por exemplo, pode determinar um congelamento nos preços? Olha, não é o mecanismo mais eficiente você tabelar preços. Hoje o governo teria outras ferramentas. Inclusive, zerou a tarifa de importação de arroz até o final do ano para 400 mil toneladas, o que é muito pouco, isso vai ter um impacto muito pequeno. 400 mil toneladas é menos do que o consumo de um mês. A tabulação de preços sempre assusta, porque ela está associada a um período hiperinflacionário, como você citou, as pessoas que assistem e lembram da hiperinflação até a década de 80, 90, vão lembrar que os fiscais do Sarney, a questão de colocar as pessoas na rua controlando preços que estavam tabelados pelo governo. Isso tudo, economicamente, tem se mostrado muito ineficiente. Você tem, hoje, medidas mais eficientes para lidar com uma crise dessa proporção. Uma das possibilidades que não se discutiu, por exemplo, seria a restrição às exportações. É também um tema tabu, mas poderia ser discutido. E aí você garantiria uma oferta interna, que só pode ser interna, não pode ser exportada. Isso poderia ter um efeito mais rápido, numa situação emergencial, já que não temos os estoques reguladores, que seria o melhor dos mundos ter a Conab vendendo arroz nesse momento. Dito isso, a sua pergunta sobre tabuação de preços também tem um outro ponto. Não é o supermercado que é responsável pela alta do preço do arroz. Essa alta ocorreu lá na fazenda, essa alta está no repasse do produtor para a indústria que vai processar esse arroz. Então, é claro que, nesse momento, alguma consciência para que os supermercados não excedam as suas margens, se aproveitando de uma situação crítica, pode ser relevante, mas não é ali, o problema não está ali, o problema está na produção. São coisas, são níveis diferentes de problema, o preço está subindo lá no produto. Paulo, já que você citou a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento, o Procon está notificando alguns supermercados e fazendo abaixarem os preços. Como é que fica a história de livre mercado, de concorrência entre empresas? A Conab entra também nessa história? Olha, a Conab, a questão de livre mercado, a gente já entra numa questão mais política. a visão de política econômica do governo hoje se diz completamente liberal. Então, por que eu não tenho a Conab? Porque ter estoques reguladores é uma interferência no mercado. Há questionamentos. Por que países ditos capitalistas, democracias livres, usam desse mecanismo? Boa parte dos mercados europeus que não produzem alimentos certamente tem estoques reguladores em proporções muito grandes. Então, isso não é coisa de intervencionista ter estoques reguladores, inclusive, é o tipo de intervenção mais leve que a gente poderia pensar nesse momento. É muito mais tranquilo do que uma tabulação de preços. Agora, como não tem, a gente fica recorrendo a esses pedidos esdrúxulos, estranhos, de bom senso, de alguns agentes que estão enfrentando os preços. Paulo, para a gente poder encerrar, nós vivemos em um mundo globalizado, onde tudo está conectado, algo que acontece do outro lado do mundo tem impacto aqui. Para mim, que sou leigo neste assunto, mostra uma fragilidade muito grande do país, porque, por exemplo, Estados Unidos e China, como se eles estivessem em uma guerra fria, já se cria um terrorismo, Reino Unido deixa a União Europeia, tem impacto aqui também, Espanha e Itália em crise, sobem os preços, a impressão que eu tenho é que qualquer coisa que acontece em grande escala no mundo, isso pode ser distante, pode ser aqui perto, os preços sobem e nós consumidores a gente acaba perdendo, é mais ou menos por aí, é uma fragilidade no mundo ou eu que sou leigo e não é assim que acontece? Não, são alguns efeitos adversos à globalização. Você tem... As cadeias produtivas estão todas fragmentadas. A gente tem uma fragmentação, de forma que os processos produtivos não ocorrem só dentro de um país. Então, o arroz que é feito aqui pode ser enviado para outro país, processado lá, e a gente reimporta o mesmo arroz que a gente exportou. Então, esses movimentos podem acontecer. Nesse caso específico da alta do arroz, por exemplo, A própria China tem um papel importantíssimo na alta dos preços. A economia chinesa está reaquecendo, a China importa arroz do Brasil e a China está reconstruindo seus estoques reguladores, que nós aqui nos recusamos a fazer. E, nesse sentido, ela está absorvendo arroz em quantidades altíssimas, tanto para fazer o estoque quanto para suplir a demanda interna que está reaquecendo. Então você tem razão, esses movimentos no mundo globalizado, por isso que eu comecei a entrevista dizendo que a alta do preço é um fenômeno estritamente de economia internacional nesse momento, porque está muito claro, é muito evidente, não adianta colocar outros fatores, é dólar alto e demanda internacional aquecida, os fatores são secundários. Paulo Oliveira, economista do Observatório da PUC Campinas muito obrigado pelas suas explicações não é um tema fácil, é algo complexo mas acho que você conseguiu esclarecer muitas das nossas dúvidas agradeço imensamente a disponibilidade do seu tempo aqui com a TV Câmara Campinas obrigado pela sua participação aqui no Câmara Total até uma próxima oportunidade até mais, obrigado pelo convite e muito boa tarde para vocês Então, Paulo Oliveira, ele que é economista, explicando aí a alta nos preços aqui no nosso país de alimentos que são considerados básicos, como arroz, feijão, então ficou, acho que, bem explicadinho aí. Meio dia e 14, vamos fazer o seguinte? Amanhã é o dia mundial do doador de medula óssea. Em todo o mundo, são 35 milhões de pessoas. Esse tecido que fica no interior dos nossos ossos ajuda no desenvolvimento de células sanguíneas, dos leucócitos, hemácias, plaquetas, que nos ajudam a nos defender de infecções, na expiração, na coagulação do sangue. Então eu vou acionar o nosso repórter, o André Aranha, que vai nos trazer informações sobre esse dia tão importante para quem ainda não é doador, não é verdade, André? Boa tarde. Com certeza, boa tarde pra você Gabriel Castro, boa tarde pra todo mundo acompanhando o Câmara Total é um ato de amor ao próximo, ser doador por isso, esse dia é certamente tão importante, esse dia de conscientização mundial, agora claro, quem vai falar mais sobre isso é o doutor Fabrício, médico que já está conosco ao vivo aqui na TV Câmara Campinas pra falar, doutor, a respeito claro, da importância desse dia, boa tarde pro senhor Boa tarde. Esse dia mundial sobre conscientização, sobre a importância do doador de medula óssea, ele surge justamente por um motivo. A gente precisa de um volume muito grande, um número muito grande de doadores cadastrados para poder encontrar um doador compatível. Quem tem um irmão, a chance desse irmão ser compatível para ser um doador de medula é em torno de 25%. Muitas vezes você não acha um doador na própria família, então você tem que lançar a mão desse grande banco de dados que é o cadastro de medula óssea do Redome. No mundo são cerca de 35 milhões de pessoas cadastradas e só no Brasil, o Brasil é o terceiro maior banco de medula do planeta. A gente tem 5 milhões e 200 pessoas cadastradas como potenciais candidatos a doadores de medula. Então é muito importante que as pessoas se conscientizem para ajudar a salvar vidas de quem precisa. Doutor, quais os mitos e as verdades sobre doação? Porque tem muita gente que tem dúvida a respeito disso. Isso, a adoação de medula tem alguns mitos, as pessoas confundem muito a medula óssea com a medula espinhal, são coisas diferentes. A medula espinhal é aquela que quando tem um acidente, não tem nada a ver com essa medula. A medula óssea é o que a gente poderia chamar de uma forma mais simples, o tutano do osso, é aquele, a medula fica dentro dos ossos, ela é a fábrica do sangue. É lá que é fabricado o seu leucócito, que é o glóbulo branco, lá que é fabricado a sua hemácia, que é o glóbulo vermelho, lá que são fabricadas as plaquetas, que são fundamentais para manter o nosso organismo. Bom, e a pergunta mais importante, acredito, né? Como se tornar um doador de medula óssea? O que é preciso? O que é necessário? Na verdade, é muito fácil. Primeiro basta você se solidarizar, ter boa vontade e comparecer um dos nossos postos de coleta e cadastro. Aqui a gente está no Hemocentro da Unicamp, é um dos postos de coleta e cadastro. Também temos o posto de coleta do Mário Gatti, também temos o posto de coleta do Hospital Estadual de Sumaré, também temos o Hemonúcleo de Piracicaba. Qualquer um desses locais você pode se cadastrar como um doador voluntário de medula. Comparecendo a um local, você tem que trazer um documento oficial com foto, você vai passar por um cadastro, vai pegar seus dados, endereço, telefone de contato, é muito importante você sempre manter esse endereço, esse contato atualizado, porque se encontrar alguém compatível, tem que ser possível de te localizar. E você vai coletar uma pequena amostra, um pequeno tubinho de sangue, que vai ser feito um exame que a gente chama de HLA, que é o que dá para ver a compatibilidade de você com o potencial receptor de medula. Se encontrar o receptor de medula compatível com você, aí sim que você vai ser convocado para fazer a doação de uma forma mais efetiva. Precisa estar bem de saúde, não ter nenhuma doença prévia e ter entre 18 e 54 anos. A idade é diferente da doação de sangue, a doação de sangue vai até 69 anos, a de medula só até 54. Doutor Fabrício, quais os horários de funcionamento aqui? O Hemocentro aqui da Unicamp funciona das 7h30 às 15h, de segunda a sábado. É o mesmo horário do posto de coleta do Mário Gatti. O Hospital Estadual de Sumaré funciona das 7h30 às 13h, de segunda a sábado também. E o Hemonúcleo de Piracicaba funciona das 7h30 ao meio-dia, de segunda a sexta. Bom, eu estava dando uma estudada sobre o assunto. Esse transplante pode beneficiar o tratamento de até 80 doenças em diferentes estágios, é isso? Isso. Na verdade, tem vários estágios das doenças. A gente acaba falando, a doação de medula para transplante de medula para quem tem leucemia. A leucemia é um dos principais beneficiários, quem necessita o transplante, mas existem inúmeras outras doenças que podem se beneficiar desse transplante de medula. Tá certo. Deixa eu passar para o Gabriel Castro, que certamente tem alguma pergunta para o doutor Fabrício, que está conosco ao vivo. Gabriel. Tenho sim, e quem está nos acompanhando também pode fazer uma pergunta, pode questionar sobre esse assunto O número do nosso WhatsApp está na tela, 978293776 Então você que está acompanhando aqui o Câmara Total, tem alguma dúvida sobre medula óssea, sobre alguma forma de doação Envie para o nosso número de WhatsApp, 978293776 Que o doutor Fabrício está à nossa disposição neste momento agradeço desde já então aqui a presença do Fabrício e a minha pergunta é quantas vezes pode fazer a doação de medula óssea em relação aos custos se o doador ele tem que pagar alguma coisa boa pergunta isso a medula óssea já é difícil você conseguir ser compatível com uma pessoa mas nada impediria que fosse mais vezes doador. Você se cadastra uma única vez nesse redome, que é o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. A chance de encontrar um receptor compatível, um doador compatível, é em torno de 1 para 80 mil, 1 para 100 mil. Então é muito difícil, a maioria das pessoas que acabam se cadastrando não vão conseguir efetivamente ser doadoras. Isso é chamado para fazer a coleta da medula, por isso que é importante ter um número muito grande. Mas a maioria das pessoas vai ser doador uma única vez, quando for necessário Eventualmente, se esse paciente precisar de um segundo transplante Ela pode ser convocada novamente para receber, para ser doador novamente Os custos, a gente falou, o doador não precisa pagar nada para ser doador de medula Todo esse sistema é financiado pelo SUS, pelo governo que banca todos esses custos O doutor, tira uma dúvida aqui por favor Os leucócitos são os agentes mais importantes para a defesa das infecções? O que seria isso? Os glóbulos brancos são os leucócitos, eles são fabricados na medula óssea E eles são nossas forças armadas, digamos assim Os vários tipos de leucócitos, linfócito B, linfócito B, NK Eles são nossa linha de frente Quando a gente tem contato com algum vírus, bactéria, fungo Eles que vão eliminar esses fungos, bactérias, vírus e vão induzir a produção de anticorpos também. Então quem tem alguma doença que comprometa a produção desses leucócitos, geralmente vai estar muito suscetível a diversas infecções. Bom, deixa eu voltar para o estúdio da TV Câmara Campinas com o Gabriel Castro. Tem mais alguma pergunta para o doutor Fabrício, que gentilmente atende a nossa reportagem ao vivo, Gabriel? Pelo 978293776, nós estamos recebendo muitas participações, duas perguntas chegaram. A primeira, a Vitória do Cambuí pergunta, por que às vezes o doador é encontrado fora das famílias e não entre os parentes próximos? Bom, encontrar um doador de medula depende do que a gente chama de compatibilidade Não é uma compatibilidade sanguínea somente É uma compatibilidade do sistema que a gente chama de HLA Que são os antígenos de histocompatibilidade Que são presentes nos leucócitos, nos glóbulos brancos Você tem 25% de chance só de ser compatível com seu irmão Então, se você tiver um irmão, você vai ter só 25% de chance Quando você não encontra um doador na sua família, nos seus irmãos geralmente Você tem que buscar na base populacional A nossa população, apesar de ter bastante variação Alguns antígenos têm uma frequência maior Então, por isso que você, não achando na sua família que é 25% a chance de encontrar entre irmãos você vai ter que buscar na população, que a chance de encontrar é 1 para 80 mil, 1 para 100 mil. É difícil, mas é possível se você tiver um número grande de doadores cadastrados. André, a gente tem uma segunda pergunta que também chegou pelo 978293776, o número do nosso WhatsApp, essa pessoa não se identificou, mas ela diz, Fabrício, que ela costuma doar sangue e se ela também pode ser doadora de medula óssea e se ela tem que esperar o tempo. Ela fez a doação de sangue, tem que esperar quanto tempo para ser doadora de medula? Você pode ser um doador de medula e de sangue. A gente conhece várias pessoas que fazem isso, isso é um ato cidadão. Quando você é doador de sangue, mulher doa a cada três meses e homem pode doar a cada dois meses, e nada impede que você colete a amostra para se tornar um doador de medula no momento que você vai fazer a sua doação de sangue. Quando você for encontrado um doador compatível, aí sim você vai ser convocado para fazer essa doação de medula. Se você fizer doação de medula, você geralmente vai ter que esperar o mesmo período que você esperaria para fazer uma nova doação de sangue. Então, nada impede que você seja cadastrado no Redome e continue sendo um doador de sangue. A gente até estimula que as pessoas, já que vêm aqui no Hemocentro, façam as duas coisas, é muito importante. É importantíssimo, é como eu disse no início da nossa entrevista, né doutor, é um ato certamente de amor ao próximo, tanta gente precisando e às vezes a pessoa não sabe, mas pode, é compatível, pode doar, né? Sim, o que a gente fala, quem está doente tem pressa, então é muito importante que quando você tem uma doença dessas mais grave, principalmente a leucemia, que quando você já não encontrou na família, que você vá buscar nesse banco de dados que a gente tem, que é o Redome, de cadastro de medula óssea, você já encontra prontamente. Se você precisar e já tiver alguém compatível com você nesse banco de dados, é muito rápido o transplante. E a doença não espera, ela tem pressa. Então, quanto mais pessoas cadastradas, melhor para quem precisa. Bom, confirmando que só aqui no Brasil são 5 milhões de doadores e no mundo inteiro 35 milhões. Isso, são números grandes, parece que é muita gente, mas a gente precisa não só que as pessoas se cadastrem, mas que elas mantenham atualizado o seu endereço, porque tem gente que se cadastrou há 3, 4, 5 anos atrás e às vezes você vai procurar, tem muita dificuldade de achar a pessoa. Então, além de se cadastrar quem já é cadastrado, entra lá no site do Redome e atualiza o endereço, se tiver mudado o seu telefone ou endereço, é muito importante que a gente consiga encontrar as pessoas de uma forma rápida. Doutor, vocês certamente têm dados, vocês sabem se nos últimos anos mais pessoas estão doando, o número de pessoas que estão fazendo esse tipo de doação tem aumentado ou não? Ou estagnou? Nos últimos dois anos a gente tem encontrado uma, não uma estagnação, mas uma constância nesse cadastro, a gente chegou a um nível muito bom. Tem mantido na média. Uma média, isso. Esse ano a gente não tem o dado consolidado ainda, a gente não sabe qual vai ser o impacto da pandemia nesse consolidado. A gente tem notícias de que alguns serviços teve uma redução, sim, no número de cadastro por conta da pandemia. Aqui na Unicamp, a gente, com muito esforço, conversando, fazendo campanha junto aos doadores, a gente está conseguindo manter o mesmo número de cadastro equivalente ao ano passado. Então é importante que as pessoas Se vierem doar sangue e não são cadastrados ainda no redome Você vai encontrar material didático Você vai ser convidado Você vai ser perguntado se você quer ser um doador de medula também Leia o material E se você se sentir tocado por isso É muito importante que você se manifeste E a gente vai fazer esse cadastro E você vai estar podendo salvar vidas É muito importante que as pessoas sempre pensem isso Tem gente que depende desse gesto Tá bom, a gente já vai encerrar a entrevista Porque esse assunto é certamente muito importante Então gostaria que o senhor confirmasse rapidamente o que é necessário Repetisse, por favor, o que é necessário para a pessoa ser uma doadora de medula A pessoa tem que primeiro ter boa vontade e desejar ajudar o próximo Tendo isso, você tem que estar bem de saúde, não ter nenhum problema crônico de saúde Ter entre 18 e 54 anos, comparecer munido de um documento oficial com foto Num dos nossos postos de coleta É muito simples, é rápido, você vai coletar uma amostra e já vai receber Pensa a carteirinha e você vai ser inserido nesse banco de dados que é o Redome. É um banco nacional que tem parceria com os bancos internacionais. Então, um paciente que esteja na Alemanha, nos Estados Unidos, ele pode ser buscado doador aqui no Brasil também, assim como um brasileiro também pode acessar esse banco de dados e buscar doador fora do Brasil também. Perfeito, doutor. Muito obrigado pela sua entrevista ao vivo aqui na TV Câmara Campina, certamente esclarecendo muitas dúvidas. Confirma os horários, por favor, para a gente. Repetindo, o Hemocentro da Unicamp funciona das 7h30 às 15h. O posto de coleta do Mário Gás também funciona das 7h30 às 15h, de segunda a sábado. O posto de coleta do Hospital Estadual Moticício Maré funciona das 7h30 ao meio-dia, de segunda a sábado. E o posto de coleta do Hemonúcleo de Piracicaba funciona também das 7h30 às 13h, de segunda a sexta. Obrigado pela entrevista. Obrigado a você e pedimos para a população compareçam, façam o bem. É isso aí, eu volto com você, Gabriel. Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. A disponibilidade também do doutor Fabrício aqui com a TV Câmara Campinas, o Hemocentro de Campinas, na Unicamp, rua Carlos Chagas, número 480, na cidade universitária. Então a gente pede aqui que quem tiver essa disponibilidade faça então essa doação de sangue e também de medula óssea aqui na cidade de Campinas. 978-293-776 é o número do nosso WhatsApp, meio dia e meia. Então já retorna aqui aos nossos estúdios a Mina Abreu. Seja bem-vinda novamente, Mina. Boa tarde. E agora com as informações da Metrópole, porque acabou a coletiva do prefeito Jonas Donizete, já começou o nosso programa, então agora a gente repercute as principais informações da nossa cidade que foram ditas. Boa tarde. Boa tarde, é isso mesmo. A gente vai falar um pouquinho dos dados, lembrando que na região metropolitana de Campinas já temos números atualizados, 74.784 casos da Covid-19, temos aí também 2.449 mortes confirmadas. Mas vamos falar um pouquinho aqui da nossa cidade? Nós temos aí, olha, 31.390 casos confirmados, 213 a mais. A gente tem os principais dados no site covid-19.campinas.sp.gov.br. Aqui a gente está falando da região, nessa tela, olha, a gente tem 31.390 casos confirmados, na sequência de Campinas temos Indaiatuba com 6.553, depois nós temos Sumaré, vamos para a próxima tela, 5.686 casos, terceiro lugar. Voltamos então aí com a americana 5.156, Santa Bárbara do Oeste na próxima tela também 5.191, quer dizer, muito casos e confirmando aquela tendência das cinco cidades que tem aí o maior número de casos e na sequência também o maior número de vítimas. infelizmente aí a gente também tem quando a gente fala do número de mortes 2.461 mortes confirmadas na região metropolitana sendo que a maior parte em Campinas 1.175 confirmadas nesta manhã e daqui a pouco eu vou fazer um comentário sobre isso seguida na sequência de Sumaré com 208 casos Aí depois temos Indaiatuba, que vem com 191 mortes. E temos ainda Americana e Santa Bárbara do Oeste. Nesse caso, Santa Bárbara do Oeste tem 159 mortes, Americana tem 144. Então, são as cidades que com maior número aí, tanto de casos quanto de vítimas fatais da Covid-19. A gente teve a coletiva hoje de manhã e quando a gente mostra aí agora os dados de Campinas, que tem o site, olha, até ontem nós tínhamos 31.177 casos confirmados e aí hoje, quando a gente se depara, 31.390 casos, 213 a mais. E no número de mortes, nós tínhamos até ontem 1.175, hoje até ontem 1.163, são 12 a mais. Gabriel, só que o secretário fez um adendo que 5 dessas mortes, dessas 12 confirmadas de ontem para hoje, são mortes anteriores. Porque nós falamos no começo do mês que foram refeitos aí os critérios para avaliar as mortes durante todo o período da pandemia. Então, essas cinco a mais, elas entram nos critérios que antes nós não tínhamos aí o número relacionado, não tinha. Então, essas cinco não são atuais, oito são atuais. E quando a gente fala desses números, nós temos 61.572 casos descartados, 20 óbitos em investigação, 29.541 pessoas recuperadas, Temos 304 pessoas internadas, 13 a menos que os números de ontem e temos 370 pessoas em isolamento domiciliar, que são 79 a mais que ontem. E infelizmente eu já estou vendo um impacto aí, Mena Abreu, daquele feriado que nós tivemos, né? Já faz mais de uma semana e os casos estão subindo bastante, tanto em isolamento social quanto no número de confirmados na cidade. Esse é um número que preocupa. E justamente foi sobre isso que nesta manhã o prefeito Jonas Donizete e o secretário Cármino de Souza falou sobre esses frutos do feriadão. Já estamos colhendo alguns frutos do que foi o descuido do feriado de 7 de setembro. Não de forma descontrolada, não teve nenhuma, não é motivo de alarme de nenhuma coisa assim que extrapolou, mas eu vou pedir para ele mostrar aqui uma curva e um gráfico e falar um pouco sobre essa situação. Esse feriado do 7 de setembro, nós já comentamos aqui, houve uma aglomeração enorme, isso começou no dia 5, que era sábado, o 7 foi na segunda-feira, e nessa semana nós tivemos dois alertas, um do sistema de regulação, mostrando que houve, na verdade, três alertas, um do sistema de atenção primária, porque essa curva vinha caindo e ela estabilizou essa semana, ela não subiu, mas ela parou de cair. E tivemos da regulação dizendo, olha, aumentou um pouquinho, nós tivemos que aumentar o número de leitos para, não leitos de UTI, mas leitos de retaguarda, através da regulação. Tivemos até um ou dois dias com uma certa pressão sobre leitos de retaguarda, mas tudo absolutamente administrado. e da rede Mário Gatti, as portas com o maior número de sintomas gripais. Curiosamente, prefeito, e importante que seja dito isso, enorme predomínio de jovens. Olha, o secretário de saúde comparou ainda a curva de atendimento das síndromes de doenças respiratórias graves com os atendimentos da Covid-19. Tudo que está acima dessa linha vermelha é transmissão acima de 1, quer dizer, é transmissão alta Tudo que está abaixo da linha vermelha é transmissão abaixo de 1, desejável portanto Quer dizer, a gente contaminando cada vez menos gente O que a gente vê é que a gente passou um período realmente com uma transmissão muito grande de síndrome respiratória E a partir de julho isso veio caindo e nós permanecemos um longo período, inclusive até hoje, até setembro, abaixo do 1 e com um intervalo de confiança abaixo de 1. Então, a síndrome respiratória aguda grave por todos os vírus, ela está baixa. A gente vê que a transmissão ficou um longo período acima de 1 até junho, aí ficou oscilando em torno de 1, caiu, mas olha onde nós estamos hoje. Exatamente em um Com intervalo de confiança Que é abaixo de um, acima de um Isso não é bom, quer dizer, a gente não sabe Se a gente está transmitindo mais ou menos E isso é uma linha Ligeiramente ascendente Então, qual é O alerta que eu tenho Que dar à população Vamos tomar cuidado Porque nós estamos no limite Não temos nenhum tipo de retrocesso Pelo contrário Poderíamos até ter um avanço para a cor verde, mas de acordo com os novos critérios, provavelmente isso acontecerá por volta de meados do mês de outubro, talvez até um pouquinho mais adiante. Então, como a gente viu aí, estamos bem no geral, quando a gente fala de fase amarela, com essa possibilidade até de avançar cada vez mais, tanto que o prefeito fez um novo anúncio, mas como foi apresentado aí pelo secretário, no primeiro quadro são as síndromes respiratórias em geral, que estão em queda. Mas quando a gente olha para o quadro da Covid-19, ela deu uma estabilizada nos últimos dias de setembro, não aumentou, mas foi o que ele disse, o sistema de saúde está em alerta, então a gente já tem essas sentinelas, quer dizer, as pessoas já começaram a dar mais entrada nos centros de saúde, nas unidades básicas, com sintomas da Covid-19, Gabriel. A pandemia, ela permanece, né, na cidade de Campinas, em toda a região, no país como geral, então os cuidados, eles precisam permanecer, utilizar máscara, lavar bem as mãos, álcool em gel, distanciamento social, apesar dessa reabertura, que a gente sabe que precisa acontecer, mas os números estão crescendo na cidade de Campinas, então todo mundo precisa permanecer em alerta. Importante lembrar que o secretário disse que esse predomínio dos últimos atendimentos na rede pública de saúde são de jovens, gente. Então esses jovens podem transmitir para os mais velhos, que é uma população que aí está um pouco mais vulnerável a essa questão dos sintomas e até do agravamento da Covid-19. É uma doença que não escolhe sexo, ela dá em homens e dá em mulheres e não escolhe idade. Ela vai desde criança até a pessoa mais idosa, então os cuidados precisam continuar. É, e desse anúncio que eu falei sobre a flexibilização, nós temos aí até o dia, desde o dia 5 de setembro, nós temos autorização para os bufês adultos funcionarem. Agora, a autorização é para que, a partir de outubro, os bufês infantis também retomem as atividades. Os bufês infantis estarão autorizados a voltar a funcionar a partir do dia 7 de outubro, dentro da fase amarela do Plano São Paulo. Os estabelecimentos poderão funcionar por 8 horas diárias e devem respeitar a ocupação máxima de 40%. E os estabelecimentos poderão escolher como distribuir essas oito horas, se seguidas ou fracionadas. Os bufês infantis entram como serviço autorizado a retomar as atividades na categoria de eventos, segundo o artigo 3ºC do decreto municipal 20.901. Para isso, deverão emitir o certificado de estabelecimento responsável. Então, você entra no site da prefeitura, rapidamente você preenche lá um formulário, o pessoal do bufê infantil estava aguardando há muito tempo isso e eu peço a corresponsabilidade de vocês. É, como a gente ouviu aí, muita responsabilidade, o prefeito lembrou que o buffet infantil é um setor aí que emprega 6 mil pessoas, então por isso essa autorização, mas com toda a responsabilidade e cumprindo todos os critérios. Segue acompanhando então mais esta reabertura que vem acontecendo de forma gradual aqui na cidade de Campinas. Agora a gente tem um serviço público que volta a funcionar a partir de segunda-feira. É a coleta seletiva em Campinas, que estava suspensa desde o início da pandemia. Então, a partir de segunda-feira, você que tem o costume de separar o seu lixo, pode voltar a fazer isso. E nos dias que antes eram ainda, ou no mesmo dia aí no seu bairro, a coleta seletiva volta a funcionar. E se as pessoas tiverem dúvida, tem ali, olha, o site cidadão, cidadão sem o acento, .campinas.sp.gov.br e lá você sabe qual é o dia que a coleta seletiva passa no seu endereço. Gabriel, lembrando que as cooperativas de reciclagem também estão voltando com esse trabalho, cumprindo todas as normas, inclusive, de acordo com a nota da Prefeitura, foram entregues EPIs e todo o material de segurança para que elas trabalhem com esses lixos. Então, a partir de segunda-feira, volte a separar o seu resíduo orgânico do reciclável. Finalizamos, então, as informações da metrópole de Campinas, nas suas duas entradas, e agora a gente passa para as notícias do Legislativo aqui da cidade de Campinas, com informações do que acontece aqui na Câmara, Mirna. Isso mesmo, e ontem nós tivemos as oito reuniões extraordinárias com aprovação do projeto que cria aqui em Campinas o programa Comércio do Bem. É o projeto que trata aí de autorização das entidades assistenciais para que possam comercializar os seus produtos, inclusive em espaços próprios do município, em espaços públicos. aí essa autorização. Também foram aprovados os três projetos do Executivo que tratam da cultura em Campinas, o que inclui o Conselho Municipal de Política Cultural, o Sistema Municipal de Cultura de Campinas e o Plano Municipal de Cultura de Campinas. Hoje cedo, inclusive, nessa coletiva, o secretário Ney Carrasco falou um pouquinho sobre isso, sobre a Lei Aldir Blanc, e isso você vai conferir nos nossos boletins durante a programação. Então, nós tivemos aí uma pauta bem cheia e o resultado de toda a votação está no site campinas.sp.leg.br. Domina, durante estes seis meses de pandemia, de isolamento social, a Câmara de Campinas passou das reuniões ordinárias, aquelas que aconteciam às segundas e quartas-feiras, para toda quinta-feira. E essa estrutura da Câmara modelo foi bastante elogiada, tanto é que a Câmara de Campinas vai participar de um evento online. Ela já está participando nesta sexta-feira, nós temos um representante que é o secretário-geral da Câmara de Campinas, o Antônio Pedro Rodrigues, participa deste evento que se chama Legistec pela Democracia, unindo legislativos e ideias inovadoras, justamente porque a Câmara faz parte dessa rede que continuou tendo os trabalhos durante todo o período de pandemia, no nosso caso, as reuniões extraordinárias, as reuniões extraordinárias de comissões, debates públicos e tudo com muita transparência, inclusive com a participação popular através do WhatsApp, através também de perguntas pelo site da Câmara, uma forma do Legislativo continuar prestando o seu serviço independente da pandemia. E hoje há uma troca de experiências de outras câmaras, Gabriel, inclusive o nosso secretário vai passar a experiência de Campinas para que seja aí modelo para outras câmaras municipais. De parabéns, então, à Câmara de Campinas. Ô, Mina, semana que vem nós teremos um evento da Elecamp, vai ter um debate sobre reforma tributária. É isso mesmo, será no dia 24 de setembro, na quinta-feira, a partir das 4 horas da tarde, um tema muito importante e a gente sabe que está tendo aí muitas mudanças e por isso a Escola do Legislativo de Campinas promove esse evento que vai ter o palestrante Alberto Macedo, que é Auditor Fiscal e Assessor Especial da Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo, que vai falar sobre o tema e ele também vai mediar com outros especialistas de outros tribunais para que as prefeituras e outros legislativos saibam quais são as principais mudanças e o que deve ser feito no que diz respeito a prestação de contas, a cobrança de tributos e uma série de coisas que envolvem todo o serviço público no que diz respeito à área tributária. Então, será na próxima quinta-feira, a partir das quatro da tarde, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas. E ontem nós tivemos um debate aqui na Câmara de Campinas que reuniu alguns ambientalistas, né? Isso mesmo. Ontem nós tivemos, e essa reunião está disponível no youtube.com.br TV Câmara Campinas e também no Facebook da TV Câmara, Um debate público falando aí quais são as consequências da construção de uma barragem no Rio Atibaia para a população de Sousas. A gente sabe que o Rio Atibaia passa ali por Sousas, então a população de Joaquim Egídio e de Sousas, que são dois distritos aqui da nossa cidade, eles serão imediatamente impactados por essa construção e por isso houve esse debate público e você acompanha tudo isso no site também, nós temos aí o resultado dessa reunião para que as pessoas saibam o que está acontecendo, apesar de não estar pronto ainda, estar ainda em construção, a comunidade local ela já se, como se diz, ela já se movimenta para entender quais são essas consequências e de que forma vai poder beneficiar ou prejudicar o movimento e todo aquele pessoal que mora nos dois distritos. Tá certo, Mina Abreu. Muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas e também aqui do Legislativo da Câmara de Campinas. Ótimo fim de semana. Você volta na segunda-feira? Isso mesmo, combinado. Até segunda-feira. Um bom fim de semana a todos vocês. 978293776 é o número do nosso WhatsApp. E olha que bacana, nós estamos recebendo mais imagens, você que está assistindo ao programa, manda pra gente aqui, através do 978293776, eu estou com a imagem aqui da Hermelinda Batista, assistindo ao Câmara Total, olha só, e essa foto foi tirada há pouco tempo, nós estávamos falando sobre medula óssea aqui no programa, então a fotografia da dona Hermelinda assistindo ao Câmara Total. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. Mande também a sua participação através do número do nosso WhatsApp. Chega a mensagem aqui também do João Aranha. Muito obrigado pela sua participação. Vamos fazer o seguinte? Já são meio-dia e 48, eu vou fazer um rápido intervalo e na volta eu vou falar sobre o quadro Mãos Solidárias, sobre o Instituto Popular Humberto de Campos, que atende aí mais de 250 crianças E tem Cultura Total com Rubens Morelli, dando muitas informações sobre lives, sobre séries, sobre filmes. O intervalo é rapidinho e tem mais informações aqui no Câmara Total. Meio dia e 52, muito obrigado pela sua companhia e audiência E o Instituto Popular Humberto de Campos Atende diariamente cerca de 250 crianças De idade entre 3 e 10 anos aqui em Campinas promovendo ações socioeducativas que estimulem talentos e habilidades. Conheça mais agora sobre este projeto no Mão Solidárias. Olá, seja bem-vindo à Solidariedade. Olha, em falar em solidariedade, a gente vai falar de um lugar onde a solidariedade e a semente do bem brotam. É o Instituto Popular Humberto de Campos. Olha, já são mais de 80 anos de história. Vamos até lá? Olha quem está aqui comigo na tela, o seu Arlisson. Tudo bem, seu Arlisson? Oi, Andréa. Tudo bem e você? Saudade. Saudade. Inclusive, eu já estive aí, mas por conta dessa quarentena, né, seu Arlisson? A gente tem que ficar aqui um pouquinho distante, né? Como é que estão as coisas aí no Instituto nessa época aí de pandemia, de coronavírus? Então, André, primeiro eu quero agradecer a oportunidade de mais uma vez estar aqui com você nesse encontro, nessa conversa. O Instituto, ele está operando, mas ele está dentro do esquema que a legislação, as regras permitem. Nós fechamos as portas, assim, não totalmente, no mês de março, meados de março, 23 de março, se não estou enganado. E de lá para cá, nós temos operado, porque a operação não para, as contas chegam, o salário do pessoal tem que ser pago. Então a gente precisa de uma certa atividade interna, administrativa E mesmo com as crianças fora, são 230 crianças que frequentam o nosso instituto Mesmo com elas em casa, o pessoal técnico está trabalhando com elas As escolas, tem duas escolas Porque aí dentro tem escolas, né, seu Arlisson, tem escolas e esse trabalho está sendo feito remoto, online? Isso, então, são duas escolas, você deve lembrar, né, são 90 crianças na idade da educação infantil, de 4 a 6, e 140 crianças na idade de 6 a 10 anos. Uma escola municipal, uma escola particular que é do Instituto Mas ela tem um convênio com a Prefeitura de Campinas Para a escola de educação infantil E a outra é uma escola estadual que funciona dentro do Instituto E o Instituto tem uma parceria fazendo o acolhimento das crianças No contraturno da escola Então, elas ficam, quando elas não estão na escola, estão conosco na nossa creche. É uma operação integrada. Só que no momento, aliás, desde março, infelizmente, nós não temos aquele ruído gostoso. Ah, aquela correria de criança. Inclusive, vou mostrar para o pessoal de casa. Só, Amonitinho, olha, põe as imagens aí das crianças. Que delícia que é ver esse pessoal aí dentro do Instituto. Como nós estamos na região central de Campinas, a gente acaba atendendo crianças de Campinas todo. Então, traz aquelas crianças da periferia mesmo para tentar mostrar para elas algumas outras realidades, né? Mostrar para elas que elas podem também ter um diferencial aí lá na frente, mudando um pouquinho essa visão. É muito legal porque a gente brinca, a gente faz várias coisas aqui Não fica parado? Não Olha, bem bacana mesmo, né, Sérgio? Olha, pude percorrer aí os corredores de institutos É bem grande do instituto, né? Eu vi as salas de aula, as atividades. Isso é importante também, Sônia, porque são crianças carentes, que não tem isso no próprio bairro, perto dela, dessas atividades, com especialistas com tanta qualidade, né? Sim, sim, André, você tem razão. Mas além das crianças, a gente tem uma série de atividades que não foram interrompidas, porque são necessidades básicas, né? São serviços essenciais. Nós temos o atendimento da farmácia, que fornece gratuitamente medicação. Só para você ter uma ideia, de janeiro a julho, foram 11 mil medicamentos que a gente forneceu gratuitamente para a população carente que nos procura com receita médica. Mesmo com as portas fechadas, existe um aviso na porta e elas telefonam ou batem forte na porta e alguém vai lá, avisa a farmacêutica e ela cuida do atendimento dos medicamentos. Isso não parou. Não parou e é um atendimento muito importante, né? Eu até queria ouvir aí quem pega esses remédios, vamos ouvir um pouquinho dessas histórias, que é bastante importante, que dá a noção para a gente como é que funciona a farmácia da solidariedade. Eu não tenho condições de comprar todos os remédios que eu uso, mas é minha esposa, entendeu? Eu sou aposentado, mas salário mínimo, entendeu? E aí eu passei um dia com o doutor Ney, e o doutor Ney falou, vai lá na Mancardec, lá e dá remédio. O doutor Ney que me indicou aqui. O senhor sempre vem? Todo mês. Olha, bem bacana mesmo, né, senhor Arliss? Então o senhor falou que esse atendimento da farmácia, ele não parou. As pessoas podem ir até aí, agendar ou telefonar para saber se tem a medicação? Exatamente, as informações estão na porta, mas são os números, se ligar para o 251-487-75, que é o número da nossa secretaria, elas vão ser atendidas e vão abrir a porta e atender a pessoa. Com todo o protocolo de Covid necessário, com máscara, com álcool gel, com toda a temperatura para ver se está tudo em ordem antes da pessoa ser atendida. Mas elas são atendidas só em julho, nós fornecemos 2 mil medicamentos. Nossa, é muita ajuda, né? É muita ajuda. Agora tem atendimento com dentista também, né? Infelizmente os ambulatórios a gente não tem condições de deixar aberto nesse período Teve que fechar Esse atendimento nós não conseguimos manter por enquanto, eles estão suspensos Mas nós estamos conversando de novo com os profissionais Porque agora com essa abertura gradual que está ocorrendo é possível que a gente faça um planejamento de voltar a fazer esses atendimentos. Por enquanto, estão suspensos. Estão suspensos por causa dessa doença, dessa pandemia. Agora, esses profissionais, só para a gente saber, são profissionais voluntários, né, doutor? Ou, seu Ardson, são pessoas que vão, dentistas, que vão voluntariamente até o Instituto. Explica para mim como funciona esse trabalho tão importante para a comunidade. Sim, então, o ambulatório médico é um consultório médico E o consultório odontológico, ele não é assim para todo tipo de intervenção Mas aquelas mais simples, as primeiras providências no dentista Eles fazem, mas se tiver que fazer um canal, se tiver que fazer um implante Uma coisa mais invasiva, aí a gente encaminha E isso não dá para fazer no nosso consultório, porque ele é simplesinho. Mas com muito valor para quem precisa desse tipo de ajuda, né? Agora, fala para mim como é que essa história de mais de 80 anos começou. Conta um pouquinho para mim dessa história. Então, o Instituto foi fundado, inclusive, antes do Centro Espírita Allan Kardec. O Instituto é um núcleo, um departamento do Centro Espírita Allan Kardec de Campinas. mas a atividade que começou foi a do Instituto, Assistência Social e Educação. Depois de alguns meses só que começou o Kardec, o Centro Espírita, e aí ele se incorporou à organização do Centro Espírita. E desde lá, aquele espírito do seu Gustavo, do seu Servilho Marrone, que foram os fundadores, a gente procura manter e honrar, inclusive, Porque foram duas pessoas especiais, muito especiais, com uma visão assim de assistência, de dar dignidade, principalmente às crianças, né? Eles sempre tiveram esse ideal e a nossa responsabilidade é mantê-lo. E cada dia está mais difícil, né? É isso que eu queria saber, né? Com essa pandemia, com essa reviravolta, desde o ano passado também vocês vêm lutando aí para não interromper serviço, não deixar de ajudar ninguém, né? Como é que vocês estão fazendo para conseguir um orçamento para tudo isso? Então, é complicado mesmo, mas a gente não desiste, né? A gente sabe que a obra há 80 anos, como você disse, na realidade são mais de 82 anos, ela resiste e não é à toa, porque a gente com certeza também tem muito amparo daqueles que foram fundadores daqui e de toda a comunidade da cidade. Quando acontecem coisas assim mais graves, a gente sempre recebe ajuda da cidade, das pessoas, graças a Deus essas coisas acontecem. A gente tem usado os recursos legais, aquela medida provisória que virou uma lei, que a gente pode reduzir jornada das pessoas e o governo complementa com a parte dele lá. Isso ajuda a nossa folha, a nossa despesa reduz, mas a nossa receita também reduz. As lojas não puderam abrir, nós fazemos a campanha Tudo Serve para coletar doações de roupas e produtos. E essa atividade foi bastante impactada, porque não podia se abrir o comércio até pouco tempo atrás. Graças a Deus também já estamos reabrindo, mas a previsão é de uma redução significativa na receita anual. Isso é um impacto muito grande, né? Porque são muitas pessoas que vocês ajudam, aí também precisa de uma equipe de várias funções, professores, psicólogos, né? E aí acaba mexendo um pouquinho, né? Sim, sim, nós temos funcionários, temos uma, na ordem de uns 50 funcionários, um pouquinho mais, vários voluntários, muitos voluntários que nos ajudam, mas a parte, vamos dizer, as exigências trabalhistas, folha de pagamento, tudo acontece, tem que ser mantido. A nota fiscal paulista, que também é uma fonte de receita boa para nós, ela está caindo a receita porque o comércio fechando, não tem as vendas, não tem o ICMS, não tem a... Foi um impacto muito grande aí. A arrecadação caiu também na nota fiscal paulista. A prefeitura, com muita firmeza, tem mantido o convênio, ou seja, o pessoal relacionado à educação infantil está sendo remunerado normalmente graças à verba do convênio que a prefeitura tem honrado todos os meses. Temos tido a ajuda da CEASA também, que a gente forneceu, só para dar uma ideia a você, quase 700 cestas básicas nesse período agora. É porque as pessoas, assim, muitas crianças almoçam aí, almoçavam aí, as famílias estão com necessidades, aumentaram, aumentou o número de desempregados, então as necessidades vão aumentando também. Então, vocês tiveram essa questão aí com a cesta básica, conseguiu distribuir para 700 famílias, foi isso, seu Ars? Quase 700, foram 600 e muita, quase 700 famílias e só no mês de julho foram 340. Olha que importante. Foi metade, no mês de julho. A FEAC fez uma campanha interessante nos primeiros meses, abril, maio, acho que com mais incidência em maio. Eu fiz até uma colinha aqui para lembrar o nome. Pode ir nessa, colinha boa a gente gosta, a gente deixa. Temos assim, o Mobiliza Campinas, eu estava querendo lembrar o nome e agora eu achei aqui. Mobiliza Campinas foi uma campanha da FEAC e a gente fornecia cartões que eram vale alimentação para que as famílias fossem fazer a coleta e isso foi renovado para mais um mês. De 200 reais, se eu não estiver enganada, né? É, valor de 200 reais. A gente fez parte das instituições que cooperaram na distribuição disso aí e de todo o critério de seleção das famílias, tudo acompanhado pela FEAC, também foi um trabalho que envolveu bastante a nossa equipe de assistência social e também de educação, porque as crianças menores também precisaram do atendimento. Agora, quem estiver nos assistindo e quiser ajudar, como é que faz? Que tipo de ajuda vocês estão recebendo neste momento, tão difícil para todo mundo? Nós estamos recebendo todo tipo de ajuda, é bem-vinda. As nossas lojas estão reabrindo, então, se puderem visitar o bazar, nós temos um brechó na Irmã Serafina, 707, temos uma loja que vende produtos usados na Ferreira Penteado, 1040. As pessoas podem fazer doações na nossa conta bancária também, é no Santander depois eu vou deixar tudo escrito aqui pra vocês tudo discriminadinho mas assim, não pode deixar de ajudar o Instituto né, seu Arlisson? pois é, a gente agradece muito, sim a necessidade da população é grande a gente vê isso todos os dias então e o que eu vejo no olhar do senhor que apesar das dificuldades o senhor ainda encontra fôlego não se cansa de ajudar, de arrumar meios, de onde vem tanta motivação? Não sou eu, somos todos, é uma família grande, né? Eu estenderia isso até a cidade, porque a cidade também reage a isso, né? Mas a equipe do Instituto, do Centro Espírita, tem bastante força, sim. Eu acho que o que move mais a gente é sentir que algumas pessoas, muitas pessoas estão necessitadas, foi todo mundo pego de surpresa por essa situação e a gente tem que, nesse momento, é que é importante uma instituição beneficente se desdobrar para fazer as coisas acontecerem. Atuar mais ainda. É, a gente tem a experiência, o conhecimento para fazer, então não podemos nos negar a fazer isso de maneira nenhuma. Agora é hora de dar as mãos e ajudar o próximo de verdade com o coração. Seu Alisson, infelizmente o nosso tempinho acabou e agora começa ainda mais a minha saudade aí sua e do pessoal do Instituto. Eu quero agradecer a sua participação aqui no Mãos Solidárias mais uma vez. E é claro que o senhor já sabe que as portas aqui sempre estão abertas para o senhor e para o pessoal do Instituto. Eu que agradeço, Andréa. Muito obrigado. Vocês são dez. Obrigada. Eu espero que a gente se encontre logo, logo, né? Que isso tudo passe. Se Deus quiser. Eu estou devendo para você aquele almoço que você quer comer. Ah, promessa é dívida? Eu não quero saber. Olha, gente, o almoço ali é delicioso. Eu senti o cheirinho quando eu fui visitar. promessa é dívida e eu vou cobrar você lembra que a menininha falou pra você a nossa aluna lá que ele temperado com amor aliás, vamos colocar o depoimento dela pra encerrar, vamos me despedir do senhor fica com Deus, muito obrigada força pra aguentar esse tranco que a gente vai superar com muita ajuda, com muito amor e com muita fé muito obrigada, pra terminar coloca aí o depoimento dessa linda assistida aí que falou da comida. Eu vou ficando por aqui juntinho com o seu Alisson. Até nosso próximo encontro, hein? Tchau! Por que ela tem um temperinho especial? Que tempero é esse? Eu não sei, mas ele é muito especial. Porque fica com um gostinho mais bom. O que você acha da comida? É... Ela é boa. É mais boa do que da minha mãe. Uma hora e 11 minutos. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. E o giro ambiental de hoje, infelizmente, não poderia começar falando de outro assunto, né? Pantanal. 15% da área foi devastada pelas queimadas, segundo dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais. Olha só. É, Gabriel, agora eu volto no Giro Ambiental, mas começo com uma má notícia. Olha só, em 16 dias o Pantanal tem o maior número de queimadas de setembro desde 2007. São 5.603 focos até o dia 16 de setembro. E o recorde lá naquele ano tinha sido de 5.498 focos de incêndio. De acordo com o INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que faz esse monitoramento em comparação ao ano passado, em que foram detectados 2.887 focos, já há aí um crescimento de 94%. A média do mês de setembro é de 1.944 focos, ou seja, já até o dia 16, 188% acima dessa média. O fogo já destruiu 85% do Parque Estadual Encontro das Águas, que é um refúgio das onças pintadas. E também, olha, conhecida internacionalmente como Refúgio das Araras Azuis, a fazenda São Francisco do Perigara, localizada em Barão de Melgaço, também já teve 92% dos seus quase 25 mil hectares queimados pelos incêndios da região. Barão de Melgaço, inclusive, é o município mais atingido pelas queimadas do Pantanal. E antes de terminar 2020, já superou o recorde anual anterior das queimadas em 26%. E uma outra notícia também vem aqui da uma parceria da ANA. a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e da Universidade Federal do Tocantins para monitorar em tempo real os volumes de água captados pelos usuários no rio Javaés, que banha Goiás e Tocantins, permitindo uma gestão mais eficiente dos recursos nesta bacia hidrográfica. Lá, foi instalado uma estação telemétrica para o monitoramento remoto dessa captação. E a gente tem no sábado aí uma live a respeito do tema água. É o projeto Ciência e Cultura que traz esse tema no canal WASH do YouTube. O objetivo é descobrir os motivos que fazem da água um produto tão essencial para a sobrevivência do ser humano. A gente destaca ainda os oceanos e a vida marinha que vão ser abordados aí nessa aula online. E nesta semana, nesse canal, vai ter a participação de estudantes de Prado Ferreira, no Paraná. Então, para assistir, acesse a página do programa WASH no Facebook ou diretamente no canal deles no YouTube. E agora a gente vai falar um pouquinho sobre uma medida publicada no dia 9 de setembro para ampliar a atividade aí de compostagem até 500 quilos e diminuir a destinação de resíduos orgânicos para os aterros sanitários. A gente até conversou com o Projeto Guaraipu a respeito deles que trabalham com essa compostagem, mas agora nós vamos conversar com a diretora-presidente da CETESB, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, que de acordo com essa resolução, ela vai dispensar o licenciamento dessas atividades em até 500 quilos por dia de resíduos orgânicos. Patrícia, seja bem-vinda. Eu já vou começar com uma primeira pergunta. O que essa nova resolução muda na prática dessas pessoas que trabalham com esses materiais, com esse resíduo? Olá, é um prazer participar do Giro Ambiental e nessa oportunidade com um tema positivo. Nós que estamos aí acompanhando a sua fala, alguns temas muito negativos nessa área. O fato é que o Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, com o trabalho técnico da CETESB, publicou recentemente esta nova resolução para compostagem. Antes, o nosso regramento permitia que a manipulação e, portanto, a destinação via compostagem se desse apenas até 100 kg por dia de resíduos. E isso para os pequenos geradores acabava sendo muito pouco. Então foi feito um trabalho técnico para ampliar essa possibilidade até os 500 quilos. É claro que dentro de toda a segurança, mas de uma forma em que esses resíduos que são orgânicos possam, na verdade, ao invés de ir para um aterro, ter uma destinação melhor, que é no caso a compostagem. E nesse caso quais são os benefícios então para esses pequenos empreendedores que trabalham com resíduo orgânico? Nós entendemos que eles não vão precisar do licenciamento, se elimina uma questão que envolve tempo, envolve na verdade o emprego de um projeto para o licenciamento e também facilita não só para quem trabalha com os resíduos, Mas nós pensamos muito na questão das residências, dos condomínios, das escolas, porque a compostagem também é uma forma educativa, a possibilidade de usar até aqueles minhocários, onde efetivamente esses resíduos depois podem virar um composto e ser utilizado inclusive pela própria escola, usando o exemplo da escola. Então, em termos práticos, isso gera também uma educação ambiental, uma mudança de comportamento, que é muito comum em outros países, na Europa, as pessoas praticarem a compostagem, inclusive em casa. Isso diminui a quantidade de resíduos que o município vai ter que fazer a gestão depois. Patrícia, você acredita que essa é uma tendência, a gente incentivar, no caso do governo, no caso da sociedade civil, para que as pessoas comecem a reaproveitar os seus resíduos orgânicos na compostagem e, assim, proteger ainda mais o meio ambiente e evitar que esses resíduos vão direto para os aterros? Sim, com certeza, é uma iniciativa fundamental, como eu disse, já ocorre em outros países, e não tem justificativa para não ocorrer aqui. O nosso resíduo, o nosso lixo é muito rico em orgânicos. Ele tem mais ou menos entre 50% e 60% de orgânicos. Então, se uma compostagem pode ser feita e bem feita na residência ou no próprio condomínio, você imagina a quantidade de redução do volume de resíduos que vai para o aterro. Lembrando que os nossos aterros também têm uma vida útil, eles chegam ao final e com isso nós acabamos tendo que buscar a outras áreas e áreas que talvez pudessem ser utilizadas e melhor utilizadas para outra finalidade, acabam sendo usadas para aterros. Então, é muito importante que as pessoas reconheçam que isso não é só para quem desenvolve atividade do ponto de vista comercial, mas que nós, individualmente, nas nossas casas, possamos pensar nessa alternativa, que traz benefício para todos e para o meio ambiente, claro, de uma forma mais ampla ainda. Patrícia, eu vou aproveitar a sua presença aqui conosco, geralmente quando a gente pensa em CETESB, as pessoas pensam muito na questão da qualidade do ar e da água, fala um pouquinho para mim do trabalho da CETESB. Pois é, a CETESB é a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, ela tem 52 anos de existência, é considerada e reconhecida como a melhor no nosso país e na América Latina. Então, a CETESB trabalha, sim, com qualidade do ar, com qualidade das águas, mas também trabalha com licenciamento das atividades de uma forma geral, das indústrias, das empresas e a própria fiscalização. Esse trabalho é muito amplo, para vocês terem uma ideia, hoje a CETESB também é um centro regional da Conferência de Estocolmo, ou seja, é diretamente ligada à ONU no que diz respeito a temas até de gestão de resíduos sólidos, então são muitos trabalhos mesmo que todos eles têm um foco, manter uma boa qualidade de vida das pessoas que residem no estado de São Paulo, primar pela saúde das pessoas. Então, todos esses temas que são trabalhados internamente visam a esse objetivo maior. E a CETESB faz esse diálogo com os municípios? Faz o diálogo com os municípios, então até no tema de resíduos sólidos, que é a questão do lixo que nós estamos falando hoje, nós temos feito capacitações com os municípios, só entre o ano passado e esse foram mais de 300 municípios sendo capacitados para uma boa gestão de resíduos. Isso também conversando com uma regra que nós temos na legislação hoje, que é a logística reversa, em que os setores que colocam produtos no mercado e embalagens devem dar essa destinação. Então, nós temos orientado os municípios também a fazer esse trabalho no âmbito municipal. Na verdade, o meio ambiente é de todos nós, não vai ter essa divisão entre Estado, município e nível federal. E também não deixa de lado a atuação de cada uma das pessoas da sociedade, nós não podemos pensar que é só uma questão do governo, individualmente nós temos que fazer a diferença e ter uma preocupação com as questões voltadas a ter um meio ambiente que nos permita uma qualidade de vida boa e com saúde. Tá certo, então agradeço a sua participação e até uma próxima oportunidade. Muito obrigada, eu que agradeço e sempre à disposição para falar com vocês Tá certo então, e assim o Giro Ambiental fica por aqui Até a próxima sexta-feira Você aí de casa já percebeu uma mudança no tempo, né? A nebulosidade aumentou em algumas regiões aqui de Campinas, ontem à noite até chegou a chuviscar, viu? Então amanhã, no sábado, o calor ainda permanece, só que com a presença de muitas nuvens. Está chegando uma frente fria aqui para a região de Campinas. Vamos às temperaturas, então, para este sábado, porque nós temos mínima de 20 graus e máxima de 34. O sol continua aparecendo entre muitas nuvens e existe a possibilidade de chuva no fim da tarde e no domingo a grande mudança, porque a frente fria chega, olha só, trazendo chuva e derrubando as temperaturas. Então, neste domingão, a gente tem mínima de 16 e a máxima não passa dos 23 graus com a presença da chuva tão esperada, né? Já que a umidade relativa do ar é muito baixa, né? Essa semana chegou a 15%, então a chuva vai voltar a dar qualidade ao nosso ar. No quadro Cultura Total de hoje, você fica por dentro da programação para curtir este fim de semana. ainda mais com essa chuvinha, o friozinho, tem agenda de filmes. O Rubens Morelli traz séries, shows e ainda uma entrevista com o Grupo Sem Tempo. Então, chega mais Rubens Morelli no Cultura Total. E aí, moçada? Está começando mais um Cultura Total. E aqui você fica sabendo tudo o que acontece na cultura, no lazer, no entretenimento de Campinas e região. E também no mundo todo, né? Afinal de contas, essa aqui é a agenda cultural mais completa que você vai ver nesse momento. Então, roda a vinheta aí pra gente. A gente começa pelas notícias. O Museu de Arte Moderna de São Paulo está promovendo três novos roteiros virtuais de visitação, inspiradas nas exposições de Antônio Dias. As visitas ocorrem sempre às terças e quintas-feiras, a partir das 10h30 da manhã, e às quartas e sextas-feiras, a partir das 14h30 da tarde, por meio de videoconferência, mediante um agendamento prévio. Os encontros são destinados às escolas e é bacana juntar um grupinho de umas 10 pessoas ou mais para curtir essa visita. Os interessados no agendamento devem enviar um e-mail para o educativo.org.br. Já que ainda não é possível ir lá pessoalmente, vale a pena conferir essa exposição de maneira virtual. E olha, para você que é artista ou trabalhador da área da cultura, a Secretaria Municipal da Cultura de Campinas recebe até o dia 22 de setembro o credenciamento para a produção de projetos e ações artístico-culturais. Isso é válido para os artistas residentes aqui de Campinas e que tiveram prejuízos por causa da pandemia. É a segunda ação desse tipo aqui na cidade. O credenciamento vai contemplar 699 artistas que vão receber R$ 561,80 por projeto. Não é o melhor valor, mas já é alguma coisa, ainda mais para essa turma que perdeu tudo e toda a renda por causa da pandemia. Então, eu repito, as inscrições vão até o dia 22 pelo site portalcultura.campinas.sp.gov.br.editais. Agora uma notícia triste, né? O Papai Noel não vai chegar esse ano, pelo menos não no Natal de Olambra, cidade aqui da região de Campinas, que todos os anos promove uma grande festa de Natal e sempre atrai muitos turistas. Pois é, a comissão organizadora da Expo Flora, que também organiza o evento de Natal, cancelou a festa desse ano por causa da pandemia, assim como a própria Expo Flora, né? Que também foi adiada nesse ano, que aconteceria agora, entre os meses de agosto e setembro. Embora o cenário da pandemia esteja melhorando no estado de São Paulo, a organização achou melhor deixar para o ano que vem, para não correr o risco de perder o trabalho, que é feito com antecedência. A ideia é não concentrar muitas pessoas no mesmo local e, claro, preservar a saúde de todos e também a do bom velhinho, né? Coitado do Papai Noel estar no grupo de risco. Espera aí, se o Papai Noel está no grupo de risco, quem é que vai entregar meu presente? Eu ia pedir um videogame novo. Para quem gosta de acampar, vem aí mais uma edição da Virada Astronômica no Museu Aberto de Astronomia, que funciona no Parque Pico das Cabras, no distrito de Barão Geraldo. O evento acontece entre os dias 26 e 27 de setembro, é o próximo fim de semana, e são muitas atrações para a galera. E quem conhece o MAS e o Parque Pico das Cabras sabe que tem muita coisa para ver e curtir por lá, né? Na virada vai ter observação das estrelas com telescópios, palestras com astrônomos convidados, tem fogueiras, tem food truck, enfim, tudo com os cuidados necessários para virar a madrugada em segurança e respeitando os protocolos sanitários por causa da Covid. É importante isso, né? Mas é preciso garantir o seu lugar comprando os ingressos antecipadamente. Então, mais informações sobre o evento e sobre os ingressos estão no site museuabertodeastronomia.com.br. Eu volto a dizer, o evento rola no próximo fim de semana, dias 26 e 27 de setembro. Ah, a natureza é bonita, né? E olha só o que aconteceu num casamento nos Estados Unidos. O noivo estava fazendo uma declaração para a noiva, quando de repente... Oh! Um raio caiu do meio do nada. É, mas você não prestou atenção. Volta aí, volta, volta. Escuta o que ele está falando, ó. Vamos encarar 2020, não tem sido um dos melhores anos e... Gente, é maravilhoso, dando um treinado bonito. Não fale mal desse ano, por mais que tenha sido difícil, contemple sempre a natureza, né? E aí, já sabe o que vai assistir no fim de semana? Se ainda não sabe, eu separei umas dicas aqui das plataformas de streaming pra você conferir, olha só. Nesta sexta-feira estreia a série Rated, que conta a história de uma enfermeira de um hospital psiquiátrico e que desenvolve uma alma sombria. É uma história que se passa antes do clássico do cinema Um Estranho no Ninho para contar a origem da enfermeira Mildred Rated. Para a moçadinha tem uma série em animação do universo Jurassic World. O acampamento jurássico conta a história e os perrengues de seis jovens aventureiros na ilha Nublar. Estreia nesta sexta na Netflix. Eu não me sinto bem em estradas com vento. Na Amazon Prime Video tem o filme Jogos Vorazes. Há esperança ao final, né? Nesse longa, os distritos se unem para se rebelar contra o presidente Snow, interpretado por Donald Sutherland. A estreia é no domingo. Agora, o filme mais esperado da semana vai estrear na quarta-feira, dia 23. Enola Holmes com Millie Bobby Brown interpretando a irmã de Sherlock Holmes. Muita aventura e suspense na Netflix no dia 23. Muito bem, chegou a hora do nosso bate-papo e hoje que alegria que eu tenho porque eu estou com saudade de uma coisa que se chamava carnaval. Naquela época que existia carnaval no mundo, no Brasil, eu até já fui num show deles. É o Grupo Sem Tempo que está aqui comigo na plataforma. Zoom é assim que a gente tem que se encontrar hoje em dia, né? Tudo bem, pessoal? Estou aqui com o Renato, com o Guilherme e com o Leandro. Leandro, como é que está sendo isso daí? Vamos botar a ordem, vamos ter que perguntar nominalmente aqui. Tudo bem? Vamos para essa entrevista. Pô, a gente que agradece, né? primeiramente é bom sempre ter um espaço pra estar falando do nosso trabalho que anda meio parado em termos pro público que é o objetivo do nosso trabalho resultar no público a gente ter o contato, estar sempre junto fazendo o show ter aquele calor humano mas infelizmente por um motivo de força maior a gente não está tendo, mas a gente continua trabalhando produzindo gravando fazendo aí essas o que dá pra se fazer na mídia lives e tal e a gente agradece sempre quando aparece um espaço pra gente tá falando do nosso trabalho e pra galera tá sempre também se atualizando aí junto, né, sabendo aí o que a gente tá fazendo e tal, então a gente agradece aí Rubens, o convite, a lembrança e que bom que você foi no carnaval e que saudade do carnaval, viu cara, já tô antecipando a saudade já, mas vamos ser otimistas Quem sabe, ano que vem Quem sabe tem de novo Vamos embora O que sente mais falta nesse período Sem o contato humano Com o público, por favor Bacana, gente Primeiramente, boa noite Muito obrigado Muito feliz de estar participando aqui com os meus companheiros Meus amigos, essa entrevista maravilhosa E, pô, o que eu sinto falta Sinto falta de tudo, né, cara Que parece mesmo que foi generalizado Tudo que aconteceu, tudo que parou Porque eu acredito que fazer a música Além mesmo da gente estar levando o fogo da nossa alegria Da nossa energia para as pessoas É um bem que a gente faz primeiramente para a gente Então a gente não está conseguindo fazer Uma das coisas que a gente mais gosta de fazer já é muito frustrante É difícil, a gente entende todo momento Mas, poxa, está sendo muito complicado A falta mesmo de contato, a falta de afeto Até dos nossos familiares Que a gente não pode ficar muito perto Tem todas essas Mas também de muitos amigos Que daí automaticamente a gente não pode estar vendo De muitos lugares Que a gente costuma frequentar Eu uso até como exemplo Uma viagem que o Centeno faz todo ano Para a Ilha Grande Que é onde a gente lava a alma Aquele momento de nossa Agora vou fazer um som Vou ficar legal E aí não teve Então parece que faltou um braço sabe, é esquisito pensar isso aí mas assim, como o Leandro falou o otimismo é de graça, né, então a gente vai fortalecendo nisso aí que na melhor hora a gente possa voltar e se não for como era antes, que seja melhor, né isso mesmo, e o Renato também, pra gente puxar ele pra conversa o Renato, essa questão dessa distância dá pra manter o pessoal ensaiado? Porque tem que encontrar em algum momento pra fazer uma live, né Inclusive, vocês fizeram lives recentemente durante essa pandemia. Aproveita para falar aí a respeito dessa união de vocês, mesmo na pandemia, para manter o trabalho. Essa coisa da produção musical, a tecnologia favorece, nos favorece nesse ponto. Então a gente consegue, mesmo à distância, produzir algumas coisas. É claro que é inevitável a gente produzir a música sem estar junto. Então a gente fez a live Por sinal foi muito legal E pra fazer a live parece que não Mas a gente também ensaia Senão não tem live Então a gente conseguiu Fazer pelo menos um ensaio Pra nossa live E além da live, como o Lindo comentou A gente tem produzido Tem gravado A vantagem da gravação É que a gente consegue Respeitar Esse isolamento social Na verdade, distanciamento social Assim como na própria O que a gente faz afastado Na live a gente fez uma coisa também mais afastada As gravações a gente consegue Cada momento tá um no estúdio Grava a parte, grava a voz Grava o violão, grava a bateria, grava a perdição Então assim Só complementando um pouco Do Guilherme A falta De tá fazendo show Imagina só, o Centeno tem mais de 20 anos Então você tem 20 anos Que você tem todos os seus finais de semana Tomados por shows De repente você fica sem isso É uma crise de abstinência total Uma dependência química Que a gente tem disso Então a gente consegue De um jeito ou de outro com as lives Com essa produção musical Gravando Tentar compensar um pouquinho Essa falta E uma das músicas que vocês têm num repertório que é bastante vasto, tem tudo a ver com esse momento de pandemia, né? Que é o meu mundo parou. Como é que foi? Como é que é isso daí? O pessoal sempre pede essa música e de repente o mundo parou de verdade. Hein, Leandro? Pois é, cara. Essa música foi gravada em 2006, né? Nosso CD ao vivo e atual, né? Atual, sim. Acho que é a hora de estourar ela esse ano agora. Nosso mundo parou, né? E parou o mundo de todo mundo, né? Na verdade, né? Mas assim, a gente, nesse tempo, né? Desde 2006, a gente vem executando algumas músicas e tem música que não sai nunca do repertório, né? Que é essa aí. E a gente agora se identificando realmente com ela, né? Mas a gente quer que o nosso mundo volte o mais rápido possível andar e o mundo de todos, né? Que todo mundo possa aí escutar a música, mas juntos, abraçados, né? Curtindo, numa energia boa aí de novo, em breve, né? Tomara que esse mundo aí que esteja parado aí volte a andar rápido, rápido, rápido. É, isso mesmo. Mas a gente que continua seguindo com essa vida quer ouvir um pouco dessa música também A gente vai dar um pouco da saudade do grupo Centeno Confere aí Eu andei pensando seriamente No que tá pegando entre a gente E caiu a ficha e eu tô te perdendo Sua indiferença me maltrata Dói saber que já não faço falta E dói mais ainda ouvir você dizendo Que já não me ama como antigamente E que já não sente mais vontade de me ver Eu não sei o que eu fiz de errado A ser condenado a viver Sem você eu fiquei sem chão Meu mundo parou e o meu coração congelou Já que a gente tá falando de música, vamos fazer uma pausa aqui na entrevista Pra falar das lives desse fim de semana Na semana passada você viu aqui no Cultura Total uma entrevista com a banda campineira Francisco El Hombre. Se não viu, corre lá no YouTube da TV Câmara pra ver. Neste fim de semana, o Francisco El Hombre vai se apresentar no festival Mutio, que vai reunir diversos artistas da América Latina. Entre os confirmados estão o Sr. Flávio, dos fabulosos Cadilaques, da Argentina, Ellen Oléria, do Brasil, Daime Arocena, de Cuba, Santa Mala, da Bolívia, Vila Gran Bolanhos, do Paraguai, entre outros. Muita música boa e de graça pelo YouTube. O Festival Mútil acontece nesta sexta e neste sábado a partir das quatro da tarde. Confere lá. Também nesta sexta-feira tem live do Frank Aguiar. Muito forró pra você. A partir das seis da tarde pelo canal oficial do cantor no YouTube. No sábado tem mais uma live em parceria entre Bruno e Marrone e Wesley Safadão. A apresentação começa às oito da noite pelo YouTube. No domingo a dupla Fernando e Sorocaba promete agitar a sua tarde a partir das quatro e meia a apresentação vai rolar numa estação ferroviária, então pode se preparar aí pra várias surpresas e pra fechar o Domingão tem a live do Moacir Luz, o líder do grupo Samba do Trabalhador vai se apresentar sozinho num show voz e violão dentro da programação em casa com o Sesc É no domingo, às sete da noite, no canal do Sesc, no YouTube. E quem merece, é o patuado do meu portão. O sol quando amorece, a tempestade no sertão. Pra que a vida recomece. É, e a gente tá aqui conversando com o pessoal do Grupo Sem Tempo, que tá sempre fazendo sons, tá sempre sem tempo livre, né? E nessa pandemia teve que ter tempo livre. Teve tempo livre, mas vai voltar, né? Como é que vocês estão planejando aí os próximos passos do Grupo Sem Tempo? Essa coisa de sem tempo é uma piada que a gente ouviu a vida inteira, né? A gente sempre estava sem tempo e eu nunca imaginei como fosse... A gente falava, poxa, essa piadinha, todo mundo fazendo a piadinha do sem tempo e a gente reclamando, poxa, que saudade de estar sem tempo de novo. Ultimamente está sobrando tempo para fazer as coisas E não é tão bom quanto a gente imaginava Eu acho que a expectativa que existe A parte do entretenimento acho que vai ser a última coisa a voltar Infelizmente essa parte de... Porque é inevitável você fazer um show, uma apresentação sem aglomeração Mas o que a gente pensa hoje? A gente tem a expectativa aí de que isso, de fato, em algum momento vai voltar, que seja devagar, mas enfim. O que a gente está procurando fazer é gravar músicas inéditas, né? Isso é o nosso, até aqui de primeira mão, a gente falando sobre esse nosso novo trabalho, tem músicas inéditas aí, composições do nosso querido Guilherme. Então a gente está produzindo E eu acho que a volta do sem tempo Se a gente pode chamar assim É exatamente com essa surpresa Com essas coisas novas que a gente vai trazer Que a gente aproveitou essa pausa De shows Para trabalhar nisso Então eu já vou pedir para o Guilherme Dar uma palinha aí de alguma coisa Vai no Gogó mesmo Porque não dá para tocar junto Tem como fazer uma palinha daí? Cara Até tem, por que não? Sozinho, inclusive eu acho que tem até um violão Aqui, podia ter pego, né? Mas, vamos lá É Eu tive o prazer, né? Fui privilegiado também Com poder estar colocando Uma das minhas composições No repertório das músicas de trabalho do Sim Tempo Então Acho que desde que eu entrei na banda Acho que foi o segundo maior presente que eu ganhei O primeiro foi estar participando mesmo ativamente Junto com meus amigos, meus parceiros E o segundo é estar começando Essa nova etapa também Colocando um pouco de Um pouco de, sei lá Da energia, sei lá Não posso nem dizer mais moderna Por conta do que a gente está andando junto Há muito tempo Eu via eles tocando há muitos anos Aprendi todo o caminho da banda E muitos anos assim também É Olha aí, pô Alguns anos sim, vamos lá É de 20 anos aí que eu acompanhei uns 15 E deu pra acompanhar, legal, sabe Então Ter também uma música minha no repertório Ainda mais de trabalho É muito gratificante E aí tem a música Calma Lá Que foi a que entrou Que é a primeira inédita dessa primeira temporada Nossa Vou cantar um pedacinho do refrão que diz A gente se entende muito bem Meu bem, pra que mudar assim? Ninguém te entende como eu Desistir dessa ideia de querer o fim Pra gente poder ser feliz também Entenda bem melhor assim Acesse a chama da paixão Você é minha missão Não pare enquanto não tiver Você é pra mim Muito bom, muito bom, valeu mesmo. Muito obrigado pro pessoal do Sem Tempo Eu conversei com o Renato Com o Guilherme e também com o Leandro Ainda falta o Matheus E também o Alex Eles estão presentes Em nossos corações nesse momento De pandemia, não dá pra caber todo mundo no Zoom Senão eles estariam aqui junto, com certeza Pessoal, muito obrigado Por essa entrevista E esperamos que vocês Tenham muito tempo ainda Pra poder voltar aos palcos e animar as festas, como sempre fizeram. Muito obrigado. A gente te agradece, Rubens. Agradeço demais, Rubens. Obrigado a você, querido. Valeu, aí em breve, se Deus quiser, vamos estar juntos, fazendo entrevista aí, juntos. E você no carnaval com a gente de novo, hein? Oi, pai, isso sim, aí sim, falou minha língua. Mas vou demonstrar meu samba no pé de novo, tá louco. Ah, é? Ah, velho. Cara, essa eu quero ver, hein? A gente vai botar com o celular filmando, viu? É, isso mesmo. Muito legal, muito obrigado, pessoal. E a gente vai encerrando O nosso Cultura Total também daqui Ouvindo mais um pouco da música deles Até a próxima semana, obrigado Tchau Só não pensou que numa dessa eu podia sofrer Não vá, meu bem Só quem decide o rumo dessa história é você e eu E mais ninguém A gente se entende muito bem, meu bem Aí, grupo sem tempo aqui no Cultura Total E nem queira ver o samba de Rubens Morelli, viu? Porque algumas semanas ele demonstrou aqui Não foi nada legal O Fulião Rubens Morelli, que adora carnaval. Vamos fazer o seguinte? Uma hora e quarenta e seis minutos, mais um rápido intervalo e na volta vem Michel Amorim com o Cozinha Fácil. Qual será que é a receita de hoje para essa sexta-feira? Alguma coisa simples, gostosa, para esse calorzinho. O intervalo é rápido. A Câmara Total de Volta, 1h50min, nós estamos ao vivo, muito obrigado pela sua companhia e audiência, muitas participações através do 978293776 e ainda dá tempo de você mandar a sua mensagem, viu? está cozinhando, está almoçando, assistindo o nosso programa, tira aquela foto, grava um vídeo e pode enviar para o número do nosso WhatsApp. Faz que nem a Irmelinda, o João, a Vera participou hoje aqui do nosso programa também, enviando vídeo. Então, ainda dá tempo. E já que estamos na hora do almoço e fez calor a semana inteira, eu chamo o Michel Amorim com uma receita para refrescar, já que o calor passou dos 30 graus durante toda a semana. Não é mesmo, Michel? Gabriel, boa tarde, seja bem-vindo. Boa tarde, Gabriel. Exatamente. Hoje eu vou ensinar uma receita refrescante, que é um suco, uma limonada. Mas não é qualquer limonada. Você vai falar assim, poxa, o Michel vai ensinar uma limonada? É uma limonada suíça. E você sabe a história da limonada suíça, Gabriel? Sinceramente? Não. Qualquer. Mas eu te conto. Bom, a limonada que a gente conhece, ela deve ter surgido ali em meados do século XIV lá no Egito. E aí ela sofreu algumas evoluções, ela ficou melhorada. Dizem que um suíço pegou ali, dono de restaurante, pegou essa receita, criou e incluiu no cardápio dele. Outras pessoas falam que essa receita surgiu numa escola também de gastronomia lá na Suíça. Bom, não importa de onde ela surgiu, como ela surgiu, o importante é que ela é fácil de fazer, barata e vai refrescar a gente. Então a gente vai ver agora a receita da limonada suíça. Olá, eu sou Michel Amorim, vídeo novo aqui no canal Receita Nova e hoje eu vou ensinar uma bebida, eu vou ensinar um suco, limonada suíça. E se você é novo aqui no canal, você vai fazer o seguinte, você vai se inscrever, porque daí quando tiver vídeo novo, quando eu lançar receita nova, o YouTube te avisa. Combinado? Se inscreveu? Agora sim, vamos ver a receita. E como é de praxe aqui no canal, eu sempre ensino receitas simples de fazer, receitas não caras. Se você tá cansado de tomar aquele suco, limonada simples, vamos dar um tchan nessa limonada. E vamos transformá-la em uma limonada suíça, só colocando leite condensado. Então veja só os ingredientes. Pra essa limonada, a quantia que eu vou passar é pra uma pessoa. Então, se você quiser fazer mais, é só dobrar, triplicar. Então você vai precisar de um limão, 300 ml de água gelada, meia xícara de leite condensado e gelo. E assim como você está acostumado, o modo de preparo também é muito simples, olha aí. A primeira coisa que você vai fazer é cortar o seu limão em cubinhos. E aí, não se esqueça de tirar aquela parte branca do meio, porque essa parte pode amargar o seu suco, caso você não retire. Você vai bater o limão com a água gelada no liquidificador E depois coar Depois que você fizer isso, você vai voltar tudo para o liquidificador Acrescente o gelo, o leite condensado e bata Pronto! Pode servir. E se você gostou dessa receita, não se esqueça de compartilhar com aquela pessoa que você acha que tem que fazer pra você. Curta e também deixe nos comentários. E aí, tem alguma outra receita que você quer que eu traga aqui pro canal? Deixa aí nos comentários. Eu vou ficando por aqui e no próximo vídeo tem mais receita. Tchau! Limonada Suíça, então hoje aqui no Câmara Total, mais uma receita simples, fácil, refrescante. Então vamos às perguntas aí para saber se dá para fazer algumas adaptações ou não, Michel. Que tipo de limão que você utilizou na sua receita e pode ser com qualquer um, com o siciliano, quais são as opções? Olha, eu usei o limão taiti, que é esse que a gente tem de fácil acesso. Você pode até usar o siciliano, que é muito bom também, só que o preço dele é um pouquinho mais elevado do que o taiti, que é mais fácil de você encontrar também. Mas existe essa variação, então. Você pode escolher o limão e fazer... Sim. E dá certo. Sim. Pode usar qualquer um dos dois tipos, que vai ficar gostoso do mesmo jeito. Eu vi que você utilizou o leite condensado na sua receita. Se a pessoa aí de casa quiser reproduzir, não colocar o leite condensado, só bater com a casca, dá certo também ou não? A gente precisa de um açúcar, né? Pode ser o xarope de açúcar. Pode ser. O leite condensado vai dar todo esse diferencial, vai fazer aquela espuma, vai deixar com cara de bebida suíça, né? Mas se você não gostar ou achar que também não quer colocar açúcar, também você pode fazer essa troca, açúcar mascavo, o demerara, pode substituir aí pelo açúcar de sua preferência. Eu recomendo o leite condensado. E já que você citou aí o açúcar mascavo, aquelas variações, se colocar cubinho de gengibre, fazer aquelas gracinhas com os ingredientes, dá certo também nessa limonada? Toma cuidado com a quantidade de gengibre que você coloca, mas pode colocar, porque senão daí ele vai se sobressair. O gengibre, ele tem um sabor mais acentuado, então tem que tomar cuidado. Mas você pode acrescentar sim ali umas folhinhas de hortelã, se você quiser. E aí dá uma variada na sua limonada. Você não precisa tomar aquela limonada em que você espreme o limão, só isso, água e açúcar. Então você pode dar uma variação para essa sua bebida. E outra coisa, Gabriel, que vale destacar também, é tomar cuidado. você viu ali que eu tirei o miolo então é justamente esse miolo, a parte branca que amarga a sua limonada a sua limonada suíça então tem que tirar essa parte a gente deixa enfatizado aqui que nem você viu no vídeo ali no meio você corta e tira aquela parte branca, senão vai ficar muito amargo talvez ficar muito azedo a sua limonada suíça e vai estragar a receita que deu certo a do Michel Amorim, limonada suíça Essa receita você pode acompanhar também no canal pelo No YouTube. Só que tem muita gente que se arrisca na cozinha, não dá certo. E aí, o que acontece? Vai parar no perfil do Chefs na Quarentena no Instagram e a gente reproduz aqui no Câmara Total. Então, vamos acompanhar os chefes nesta quarentena. Bate aí um pouquinho. Vê se deu certo Tira agora Tcharam Não Ah, Michel Morim, por isso que eu nem me arrisco a fazer pudim, né? Até quando dá certo, ele aparece aqui no Chefs na Quarentena, né? Tadinho, a criança foi ajudar, desinformou, bateu, fez todas as técnicas e aí fechou de novo. Não, criança na cozinha é sensacional, né? Elas agem de uma maneira que a gente tem até que tomar cuidado, né? Porque tomar atenção, é super cuidado com criança na cozinha, né? Se não faz coisa errada, faz coisa engraçada, né? É, mas tava na diversão, faz parte, né? Você já tá educando a criança ali também, vai que ela toma gosto. Então é importante também você cozinhar junto com a criança pra ela tomar esse gosto. Mas eu achei engraçado ali na hora que fechou, praticamente quase estragou a receita aí. Mas foi legal, por isso que apareceu aqui no nosso Chefs na Quarentena. E a história da água ali pra desinformar, me chamou, nunca tinha visto essa técnica aí. Deu tudo errado, ficou preso, jogou água. Tá errado isso, né? Então, eu também desconheço essa técnica aí. Eu nunca vi, né? Desinformar usando água é bem diferente, bem estranho, né? Você já viu pudim ginasta, Michel Moren? Já tinha visto? Não, eu já tinha visto o preguiçoso, aquele que se esparrama. Agora, esse era novo, né? Esse era diferente. Esse é o formato que saiu esse, são as estripulias na cozinha, né? Mas gostei, isso aí, tem que se arriscar mesmo, tem que tentar fazer a receita, levar na diversão, filmar. E aí, qualquer coisa, você manda aqui também para o nosso WhatsApp. Tem o Chefs na Quarentena no Instagram e tem o número do nosso WhatsApp no 978293776. Certo, Michel Amorim? Certíssimo, semana que vem eu volto. Vamos virar a chavinha? Vamos fazer salgado semana que vem? Vamos, encerramos então a parte dos doces e a gente retorna então para os salgados. Tem spoiler do que vai ser esse salgado? Olha, eu posso dizer que nós temos um tipo de receita que eu nunca fiz, né? Vou jogar aqui, é um assado e também duas entradinhas. É uma receita inédita aqui no Câmara Total, dentro do Cozinha Fácil. Vamos ver o que o Michel Amorim vai fazer com este assado, então. Michel, ótimo fim de semana, então. É até segunda-feira. Um abraço, até segunda-feira. Tchau, tchau. Tá certo. Michel Amorim, então, com a limonada suíça nesta sexta-feira. Reproduz, hein? Perdeu algum passo dessa receita? Entra lá, tem o canal do Michel Amorim no YouTube, tem da TV Câmara Campinas também. Você não perde nada sobre a receita, aproveita já para curtir, comentar e compartilhar esta receita. O Câmara Total fica por aqui, muito obrigado pela sua companhia e audiência. Três horas de programa, você que acompanhou desde as 10 horas da manhã, com a entrevista coletiva do prefeito Jonas Donizete, com o nosso programa. Continue aqui na nossa programação, ótimo fim de semana e até segunda-feira, às 11 horas da manhã. Até lá! Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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