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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, chegamos ao meio da semana, quarta-feira, dia 19 de agosto de 2020, Começa o Câmara Total ao vivo, 11 horas da manhã. Eu estou aguardando a sua participação através do nosso WhatsApp. 978293776. O telefone está aqui embaixo da sua tela. 978293776. Mande uma sugestão do que você quer assistir aqui. Um elogio, uma foto ou vídeo cozinhando. Você faz parte do programa. E o que vai ter hoje, nesta quarta-feira? Trânsito de Campinas, ao vivo em tempo real pelas lentes da Simcamp A central integrada de monitoramento de Campinas As notícias da metrópole de Campinas e também do Legislativo com a Mirna Abreu Daqui a pouco vai estar aqui no estúdio contando todas as informações Tem ainda os gols da vitória da Ponte Preta e da derrota do Guarani No Mais Esportes de hoje vamos falar sobre futsal ao vivo e qual vereador será que está em pauta. Tem ainda saúde, culinária, previsão do tempo, mas nós vamos começar falando sobre o mês Agosto Verde Claro. Instituída pela Organização Mundial da Saúde, a campanha foca na conscientização e no combate aos linfomas. No Brasil, este ano, a previsão é de 12 mil novos casos. Repórter André Aranha vai aparecer aqui na minha tela, ele que está no Centro de Oncologia de Campinas, e onde está acontecendo diversas ações por aí. Bom dia, André. Pois é, bom dia para você, Gabriel Castro. Bom dia para todo mundo acompanhando o Câmara Total. Realmente são várias ações, palestras online, também com cientização através das redes sociais. Agora, claro, quem vai falar muito mais a respeito disso, dessas ações, é o doutor Fernando Medina, que está conosco, ao vivo, aqui no Câmara Total, para falar justamente a respeito disso. Bom dia para o senhor. Bom dia, um grande prazer estar com você aqui, André, no Centro de Oncologia Campinas. Bom, gostaria que o senhor falasse um pouco mais a respeito dessas ações que estão sendo realizadas no mês de agosto verde claro, por favor. Sim, o linfoma é uma doença que é bastante frequente no nosso meio. São 12 mil novos casos de linfoma no Hodgkin e 2 mil casos de linfoma de Hodgkin. Então, é muito frequente. E o Centro de Oncologia Campinas tem uma tradição de fazer campanhas de prevenção e educação comunitária. E nós, nesse agosto, nós nos dedicamos então à prevenção ao linfoma, porque o diagnóstico precoce dessa doença leva à cura de mais de 90% dos pacientes. Bom, e nesse período de pandemia, evidentemente, as pessoas têm feito menos diagnóstico precoce ou não, doutor? Sim, infelizmente desde março o número de pacientes biopsiados e que são tratados aqui no nosso centro diminuiu bastante, em torno de 50% mais ou menos de casos novos houve essa diminuição e principalmente os casos que tem vindo se tratar aqui vem sem biópsia e sem cirurgia. Infelizmente, com a pandemia, houve uma diminuição das cirurgias e o oncologista, a radioterapia e a oncologia clínica só é feito depois de diagnóstico cirúrgico. Não havendo cirurgia, o diagnóstico cai. Você tem uma ideia? Em maio, nós tivemos 898 menos procedimentos oncológicos do que tivemos no ano passado. Então caiu consideravelmente, né doutor? Caiu muito, mais de 50% do atendimento de pacientes que vem em consulta e tratamento. Bom, imagino que consequentemente diminui as chances de cura, né? Sem dúvida, a maioria dos pacientes vem com a doença avançada, nos estágios 3 e 4 e muitas vezes não tem mais a chance de cura com o tratamento atual. Qual é o procedimento do combate ao linfoma? Sim, o linfoma é uma doença que se divide em linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin O linfoma de Hodgkin é uma doença que é mais regular Ela acomete principalmente jovens na faixa etária entre 20 e 35 anos E também um pico depois dos 50 anos, depois dos 60 anos Então, esses pacientes têm que ter a condição de saber que há sintomas e sinais, principalmente aparecimento de nódulos, linfonodos aumentados na região cervical, axilar ou inguinal. Muitas vezes é interno e o diagnóstico é feito através de exame radiológico. Bom, é o oitavo tipo mais comum no Brasil, é isso? Sim, é o oitavo tipo mais comum no Brasil e isso reproduz aqui no Centro de Oncologia. Aqui no nosso centro, ele corresponde a mais ou menos o oitavo câncer mais frequentemente diagnosticado. Doutor Fernando Medina, o senhor falou há pouco a respeito dos tipos de linfoma. Gostaria que o senhor explicasse um pouco mais para a gente quais esses dois tipos, qual é o mais agressivo, o menos agressivo, por favor, doutor. Sim, só por um ponto de vista biológico, o linfoma é só extremamente diferente entre eles. O linfoma de Hodgkin, ele é mais regular, ele tem um padrão de disseminação muito regular. Então, é fácil você fazer o diagnóstico e o tratamento, muitas vezes, pode ser só radioterapia localizada, algumas vezes quimioterapia. O índice de cura no estágio 1 e 2 é praticamente 90, 95%. O outro tipo de linfoma, que é o linfoma non-Hodgkin, é uma doença muito heterogênea. Ele acomete pessoas em todas as faixas etárias, mais frequente depois de 60 anos de idade e é uma doença que, muitas vezes, não tem cura. Por exemplo, os linfomas de baixo grau de malignidade, hoje, mesmo com todo o tratamento, com a evolução do tratamento, a cura é bastante difícil. Acomete pessoas depois dos 60 anos de idade, muitas vezes já ao quebrada e com o estado físico deteriorado, muitas vezes a doença evolui para o óbito, mas o índice de cura com novas drogas, novos tratamentos, tem melhorado significativamente, mesmo nesses linfomas não Hodgkin. Com relação ainda aos sintomas, a perda de peso, também o suor excessivo durante a noite, tudo isso são sintomas? Sim, isso é extremamente importante e muitas vezes é o primeiro sintoma, que é a sudorese noturna, aquela pessoa que à noite tem uma sudorese intensa, sua muita noite, molha a roupa, molha o pijama, molha a camisola. Então, esse é um sintoma importante. Outro sintoma é a perda de peso, o emagrecimento. Aquele emagrecimento que o sujeito não sabe por que está emagrecendo. e a despeito de estar alimentando bem, etc. Febre e perda de peso é fundamental. A outra é prurido, coceira no corpo. Isso também é frequente em linfoma, principalmente nos casos mais graves. Quando tem sintoma, obviamente, tem uma evolução pior ou necessita de tratamento mais urgente. Eu já vou passar para o Gabriel Castro que está no estúdio da TV Câmara Campinas. Antes doutor, para o pessoal que está em casa e que muita gente não conhece muito a respeito, então tem origem no sistema linfático, né? Eu gostaria que o senhor explicasse um pouco mais para a gente sobre isso. O linfoma, ele é uma doença do sistema linfático. No nosso organismo, nós temos três sistemas de circulação. Um é o arterial, o venoso e o linfático. Ele, além dos vasos, eles têm os nódulos, que é onde ficam depositadas as células do sistema de defesa. As células T, que hoje está em moda por causa da pandemia, e as células B. O linfoma, num determinado momento, ninguém sabe por que, uma célula mutada começa a multiplicar indefinidamente, perde a capacidade de morrer. Por quê? Toda célula no nosso organismo, ela nasce, ela faz o serviço dela, produz aquilo que ela tem que produzir e morre. Na célula do câncer é diferente, ela não consegue morrer, ela começa a dividir, dividir, dividir, formando o que nós chamamos de tumor. E no linfoma, normalmente isso fica nos gânglios linfáticos, o que aparece clinicamente aumentado de tamanho e isso é palpável pelo médico. Perfeito. Então está conosco aqui o doutor Fernando Medina, à sua disposição, Gabriel Castro. Agradeço a presença do oncologista. Você aí de casa que tem alguma dúvida, pode participar. Estamos no mês agosto verde, claro. Combate aos linfomas. Tem alguma dúvida sobre o assunto, 978293776. Mande a sua pergunta que nós estamos entrevistando um especialista. André, a minha questão é a seguinte. Caso apareça um caroço pelo corpo, não sei nem se eu posso utilizar esse termo, gostaria que você até perguntasse. Mas caso apareça, eu devo procurar um médico imediatamente, eu devo esperar 30 dias porque ele pode sumir, eu preciso estar atento se ele dói, a cor que ele apresenta? Bom, o Gabriel está perguntando o seguinte, caso apareça um caroço no corpo, Ele deve procurar um médico imediatamente, por exemplo, a pessoa deve procurar um médico imediatamente ou deve esperar aproximadamente 30 dias, doutor? E também se muda de cor, enfim, e o termo certo é caroço mesmo ou não? Não, é linfonodo megalia, o termo médico, ou gânglio aumentado, etc. O gânglio do linfoma é bastante característico, ele é macio, ele às vezes tem uma continuidade aqui na região do pescoço e fossa supraclavicular e axila. E esse gânglio normalmente é indolor, ele é macio, ele é elástico, diferente do linfonodo com metástase de tumor sólido, que é duro, muitas vezes fixo. Então, o gânglio do linfoma, ele é bastante característico e o médico que tem experiência, obviamente, vai examinar e vai ver. A pele, 99% não tem nenhuma modificação Então, não é esse o problema Bom, fale um pouquinho, doutor, a respeito aqui do Centro de Oncologia de Campinas, o COC Sim, o Centro de Oncologia de Campinas é uma clínica que tem 42 anos na cidade de Campinas Ela trata com radioquimioterapia, faz cirurgia, faz uma série de procedimentos dentro da área do câncer É exclusivamente o tratamento do câncer. E nós tratamos mais ou menos 680 casos novos todo ano. E a maioria deles é câncer de próstata, câncer de mama, são os dois tumores mais frequentes aqui na nossa região. Isso tem, ao longo desses 42 anos, tem se repetido entre 600 a 1.000 casos novos por ano. Tá certo. Mais alguma coisa que o senhor queira colocar nesse mês importante de conscientização, mês verde claro, né, Augusto, verde claro? Sim, o linfoma, então, é uma doença que deve ser feito o diagnóstico precoce para aumentar o número de cura. É uma doença que está em franco ascensão de incidência, ou seja, tem crescido a incidência de uma maneira vertiginosa. Nós não sabemos por quê, mas isso tem acontecido. E o Centro de Oncologia é sensível a esse problema de saúde pública. Esse mês está fazendo, então, uma chamada para a população sobre o linfoma. E os nossos colaboradores aqui, usando camiseta do programa, têm tido conferências a respeito. presença dos nossos pacientes, dos colaboradores, dos pacientes, todos irmanados para poder batalhar contra essa doença. Doutor, para finalizar, o que o senhor pode falar para o pessoal de casa que está um pouco preocupado e deve estar mesmo, por conta justamente da pandemia do coronavírus, com relação a essa situação de diagnóstico precoce? É muito importante que não fique guardando a doença, porque o câncer não melhora, ela vai piorar gradativamente. Diferente de uma infecção viral, que você tem a infecção e depois você cura a infecção, às vezes até sem tratamento, como essa infecção do coronavírus. No câncer não, ela é seguida, ela vai progredindo. Então o diagnóstico precoce é a coisa mais importante para se curar essa doença É fundamental É fundamental E muitos, a gente tem percebido, que tem ficado em casa com medo de vir passar por uma cirurgia Porque os hospitais estão cheios, etc Mas é muito importante, câncer é urgência e deve ser tratado como um tal Então tá bom, muito obrigado pela entrevista certamente muito importante, bastante esclarecedora aqui na TV Câmara Campinas. Muito obrigado, André e a TV Câmara, pela oportunidade de estar conversando a respeito de câncer. Ok, muito obrigado então ao doutor Fernando Medina, que participou do Câmara Total nesta quarta-feira, ao vivo, eu volto com você, Gabriel Castro. Muito obrigado, André, e também pode estender aí o agradecimento ao doutor Fernando Medina, oncologista, é uma doença que preocupa bastante e como o doutor falou é uma doença que não melhora com o tempo então é importante todos se consultarem claro que o perigo iminente agora é o coronavírus só que as outras doenças elas não escolhem a hora de aparecer então é importante também essa prevenção chegamos a quarta-feira, meio da semana, como será que está o trânsito da cidade, hein? Choveu em algumas regiões durante a madrugada, será que isso tem algum impacto? Agora eu já estou vendo aqui na nossa tela o sol aparecendo, tempo aberto na cidade de Campinas, onze horas e dezessete minutos, a gente vai dando um giro pelas lentes da Sincamp, a central integrada de monitoramento, estamos vendo o centro da cidade, Moraes Salles ali pertinho da Glicério, condições excelentes ao motorista que precisa ir então ao centro da cidade e neste momento não há trânsito no centro da cidade. Um outro ponto nós estávamos vendo da Glicério e agora ali pertinho da Aquidabã, do Largo do Pará. Também trânsito bastante tranquilo no meio da semana, né? Estamos na quarta-feira, o tempo aberto na cidade de Campinas, então não há congestionamento, não há acidente na via, o que é sempre uma grande notícia. Outro ponto importante da nossa cidade, né, Orozimbomaia, junto ali com a Avenida Brasil. Ponto importante que leva para o centro, para a Avenida Norte Sul, também sentido Taquarau, diversos bairros que tem por aí, Guanabara. E também, trânsito tranquilo na cidade de Campinas, então você motorista que precisa pegar essa avenida, você sabe que pode contar com a Orozimbomaia e também com a Avenida Brasil, que não há trânsito. ele segue fluindo normalmente nesta quarta-feira. E por último, nós estamos acompanhando a Lix da Cunha, também importantíssimo, né? Você que precisa ir até a rodoviária de Campinas, ou até cidades vizinhas, como Hortolândia e demais municípios, você pode contar também com a Lix da Cunha, que neste momento está sem trânsito, que é sempre uma boa notícia. Primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta tem as notícias da metrópole de Campinas, reabertura das academias, os gols da vitória da Ponte Preta fora de casa, derrota do Guarani em pleno brinco de ouro e os casos de violência infantil. Uma entrevista ao vivo com uma especialista que alerta para alguns sinais de quando algo está errado. Não saia daí. 11 horas e 22 minutos, nós estamos ao vivo, continue participando, em 978293776, você faz parte aqui do nosso Câmara Total. E já está aqui no estúdio a Mina Abreu com as informações da Metrópole, bom dia Mina, e você vai começar atualizando os casos da Covid-19 aqui na cidade, né? Bom dia, Gabriel. Bom dia a você que nos assiste. Isso mesmo, a Prefeitura já, hoje cedo, divulgou os dados atualizados da Covid-19 aqui no município de Campinas. Até o momento, são confirmados 24.770 casos. E nós temos aí, em investigação, 642.411 casos descartados. Nós temos 22.930 pessoas recuperadas, 11 óbitos em investigação, temos 412 pessoas internadas com a Covid-19. Ontem, Gabriel, para você ter uma ideia, eram 417, 8,5 leitos a menos ocupados na cidade. Estamos com 515 pessoas em isolamento domiciliar e aí vem os óbitos, que os nossos números até ontem eram 901 mortes, Hoje nós temos 913, 12 vítimas a mais. Lembrando que dentre as vítimas nós temos 5 mulheres e 7 homens. Uma vítima não tinha outras doenças e 11 tinham comorbidades. 9 tinham mais de 60 anos, dentre eles 2 maiores de 80 anos, 4 maiores de 70 e 3 entre 60 e 69. Três vítimas tinham menos de 60 anos, duas entre 50 e 59 e uma vítima entre 30 e 39 anos aqui da nossa cidade. São muitos casos, né, Mena? 913 pessoas já faleceram na nossa cidade, 515 pessoas continuam internadas. Então, a gente pede o cuidado, né? A cidade de Campinas, ela está reabrindo, está na fase amarela. Nós estamos conseguindo avançar dentro do plano São Paulo, mas não dá para descuidar nesse momento. É, não dá para descuidar mesmo, como você disse, 515 em casa e 412 internados, e aí os números vão crescendo, mediante isso nós tivemos uma medida na última semana, inclusive foi publicado no Diário Oficial de ontem e passa a valer a partir de hoje. Ninguém pode andar na rua sem máscara. Quem for pego flagrado sem essa máscara, que hoje é um acessório essencial para a nossa vida, pode ser multado em R$ 100,00 ou até em uma multa peculiar de uma cesta básica. E o prefeito falou na última segunda-feira por que tomou essa decisão. Se você não convence, você é convencido. E eu estou convencido aqui pelas autoridades sanitárias que realmente a gente tem que aplicar uma multa para quem acha que pode sair andando sem máscara. Então, eu vou instituir por decreto, que será publicado amanhã, a multa de 100 reais para quem foi pego sem máscara nas ruas ou a opção de doar uma cesta básica. Já foi mais do que divulgado o uso da máscara e muita distribuição gratuita por parte da prefeitura. Então, aquelas pessoas que não estão usando, não podem alegar-se desavisadas. Elas estão realmente cometendo uma desobediência civil. Segundo, a proteção da vida, né? Da própria pessoa e das outras pessoas com quem ela vai ter contato durante o dia. E a terceira, isso que eu mencionei aqui hoje, é a notícia que uma determinada região do estado que está numa cor amarela igual a nossa, já está praticamente com 100% dos seus leitos de UTIs lotados, podendo regredir não para a fase laranja, mas voltar para a fase vermelha. E eu não quero que isso aconteça também aqui em Campinas. É uma situação bastante complicada na região metropolitana de Campinas. Infelizmente, essa medida precisou ser tomada. Nós vemos as ruas, muitas pessoas ainda saindo sem a máscara, sem essa responsabilidade. Nós vivemos em sociedade, então nós precisamos nos cuidar e também cuidar do outro. E tem os canais para fazer denúncia também, né, Mirna? Tem sim. A gente pode usar o canal 153 da Guarda Municipal, além do telefone também da prefeitura, já que essa multa é aplicada pelos agentes da prefeitura. E o prefeito, inclusive, fez um alerta para que as pessoas que veem outras sem a máscara não tirarem uma satisfação, não tentarem ser aquele fiscal, olha, você tem que andar de máscara porque isso pode gerar problemas. Vamos acompanhar. Não é recomendável você repreender a pessoa que está tendo uma atitude errada Porque você não sabe qual é a reação que essa pessoa vai ter Então, às vezes, uma coisa vira uma situação aí complicada para você Agora, pode, se tiver, por exemplo, um carro da viatura de uma guarda Pode falar, olha, a pessoa está sem máscara Ou nos nossos canais, no nosso site, no telefone da guarda Então, os telefones 153 e 156 e nós temos então também essa multa de 100 reais ou a cesta básica. Isso, essas pessoas abordadas, inclusive, que são multadas, elas deverão pagar, porque daí tem até aquela pergunta, ah, é multa de 100 reais, é uma cesta básica, vou deixar para lá, é pouco, né? Tem pessoas que consideram esse valor pouco, mas não, o prefeito disse que haverá uma lista de devedores aí do município caso a multa não seja paga. Ela terá problemas com o nome, porque a multa vai ficar atrelada, foi dito aí, vai ficar atrelada aos dados pessoais, tudo isso vai sair no decreto especificado amanhã no diário oficial, então ela terá problemas, vai ficar com pendência com o nome dela. A questão da máscara é quando há essa convivência social, onde a gente não tem certeza de se alguém contaminado passou pelo local ou está passando pelo local ou está ao nosso lado numa distância menor. Então, eu acho que o uso da máscara trouxe uma proteção importante, eu acho que hoje não há mais dúvidas sobre isso e ela tem que ser usada sempre que houver dúvida é melhor usar. E algo que a gente vem batendo aqui no Câmara Total desde o início, há mais de um mês, a importância da máscara, de utilizar o álcool em gel, do distanciamento social que nós estamos fazendo aqui, evitar aglomeração e as pessoas não respeitaram. Nós vimos, muitas vezes, o centro da cidade completamente lotado a 13 de maio. Até a entrevista que a gente fez com a Adriana Flores, aqui da CIC, falou se precisar sair de casa, seja para fazer uma compra, não venha passear, evite aglomeração. E agora, então, essa multa de 100 reais para quem desrespeitar e não utilizar máscara. Lembrando, Gabriel, que já há algumas semanas o governo do estado tinha falado numa multa de 500 reais e que, naquele momento, o prefeito de Campinas, ele falou Não, vamos tentar primeiro dar aquela multa moral, educativa, conversar com as pessoas. Mas, infelizmente, não resolveu. Vamos falar de cultura agora, Mina, sobre esse auxílio emergencial também aos artistas da nossa cidade. Avançou aí no processo da Lei Aldir Blanc aqui na cidade. É sim, o avanço agora é o registro, na verdade, o cadastro dos agentes culturais, empresas, trabalhadores e todos os espaços artísticos que possam receber esse auxílio emergencial, já que, de acordo com as prospecções, esse será o último setor que deve voltar ao normal, ao novo normal aqui na nossa cidade. Então, a Prefeitura de Campinas está fazendo o cadastro desses profissionais para que, quando essa verba do governo federal já esteja disponibilizada, saiba aí como será a distribuição. E aí também tem valores repassados que vão, se for empresa, esse valor vai ser aí passado para pessoas que trabalham nessa empresa. Tem uma série aí de regulamentações a respeito dessa ajuda. Então, para quem quiser saber, inclusive, como se inscreve, entra no mapacultural.campinas.sp.gov.br. É o mapa cultural, ele é da prefeitura aqui da nossa cidade e aí para você postar, tem lá o link para onde fazer também a inscrição. E aqui na nossa cidade vizinha, Sumaré, também está fazendo a inscrição, lembrando que todos os municípios são responsáveis por essa distribuição dessas verbas que vem do governo federal. Então, em Sumaré, nós já temos 642 artistas cadastrados, sendo 33 grupos culturais. E lá na cidade, as informações podem ser feitas através de um e-mail chamado mapadaculturadesumaré, arroba, sumaré sem acento, tá, gente? Arroba gmail.com e também pode entrar no site da Prefeitura de Sumaré para saber como se cadastrar. Eu entrei aqui no site, Mirna, vamos ver se a gente tem a possibilidade de jogar aqui para a nossa tela, mapacultural.campinas.sp.gov.br, já está aqui o site então, para você que é artista, então a gente tem todas as informações. Olha lá em cima um pouquinho, tem projetos, se a pessoa é agente, se é espaço, que queira se cadastrar, eventos e aí a pessoa na verdade vai ter que criar um login entrar e lembrando que a Câmara de Campinas está acompanhando todo esse trabalho que nós temos uma comissão de representação a respeito da distribuição das verbas da lei Aldeblanc, desculpe é a cidade de Campinas, então você entra, faz o seu cadastro aqui e aí você vai ter direito aí a receber mais esse auxílio que a gente sabe que é um órgão e as pessoas estão precisando nessa fase de pandemia, já que os bares ainda não estão liberados para as músicas, já que os artistas não podem ter a famosa aglomeração, né, que eles precisam desse público, então é um auxílio bastante importante para a cidade de Campinas. Perfeito, então, Gabriel, volto daqui a pouco com notícias do Legislativo, tá bem? Eu te aguardo então, Mina, daqui a pouquinho você volta com mais informações. Olha só, gente, a cidade de Campinas ela está na fase amarela do Plano São Paulo e com isso as academias puderam reabrir, mas cheias de protocolos. O novo normal chegou, pelo menos para as academias. E as diferenças já estão logo na entrada, com reconhecimento facial em vez da digital para o acesso. Também tem medição de temperatura e até um quadro indicando o fluxo de pessoas lá dentro. Para a volta da prática de atividades físicas é preciso se adaptar, mas ninguém reclama disso. Eu estava caminhando no condomínio duas horas todo dia. Não tem comparação, aqui você faz musculação, faz aeróbico, não tem comparação, é muito melhor aqui. O distanciamento social também faz parte do protocolo. As marcas no chão delimitam o espaço dos equipamentos. E onde não é possível separar, placas informam que aquele aparelho não pode ser utilizado. A maior diferença visível está aqui dentro da sala mesmo, porque a cada uso do equipamento, vem a moça da limpeza para fazer a higienização. É a nova regra dessa metodologia, desse novo protocolo para as academias. E outro detalhe tem a ver com a própria pessoa que está utilizando os equipamentos, já que é preciso fazer os exercícios de máscara. A gente estava tão esperançoso em voltar, que a gente vem feliz para a academia. Treinar de máscara não é fácil, é um desafio a mais que a gente tem pela frente, mas eu acho que com o treino, voltando aos poucos, todo mundo vai conseguir. O diretor operacional dessa rede de academias diz que as empresas se mobilizaram para atender todas as regras e garantir a retomada segura. A higienização de todas as academias estão sendo muito mais intensas, não só preocupada com o suor da pessoa, mas sim com tudo aquilo que está depositado nas superfícies, tanto dos equipamentos grandes quanto dos acessórios que são aqueles que rodam mais de mão em mão. O ambiente controlado é outro fator apontado por ele para a volta das atividades nas academias. Quando você pensa em ambiente controlado, shopping centers, academias de ginástica, ela acaba sendo um ambiente de um controle muito rígido. Isso não acontece quando você vai ao ar livre na rua. As pessoas acabam se aglomerando, não existe um certo controle. Então, quando você quer praticar atividade física segura, pode ir para a academia que você vai encontrar um ambiente totalmente diferenciado. Assim como as academias tiveram de se adaptar à nova realidade provocada pela pandemia, os alunos também precisam estar atentos às recomendações médicas, ainda mais depois de um tempo parados. O ideal é que essas pessoas retomem as atividades, mas antes uma pré-avaliação, porque a sua condição física de cinco meses atrás é muito pouco provável você estar com a mesma condição física. Então uma segunda coisa que a gente explica aí é tentar com que a sua volta seja gradativa Que você não tente voltar na mesma performance que você tinha antes Então tentar pelo menos 50% do que você fazia e gradativamente ir aumentando Em uma semana 10%, depois mais 10% Até tentar a retomada das suas atividades como era habitualmente O médico diz que a pessoa que foi contaminada pelo novo coronavírus também pode voltar às atividades físicas, mas deve ter cuidados redobrados e acompanhamento médico integral. Ela pode sim, viu? A gente tem observado esses pacientes que tiveram a Covid, eles ficaram com uma sequela importante, o que a gente chama de uma síndrome da fadiga crônica. Então, a parte muscular deles foi muito perdida. Então, a retomada deles vai ser muito mais lenta do que qualquer outra pessoa saudável ou que tenha alguma outra patologia envolvida. Então essa volta tem que ser quase fisioterápica. Primeiro um reforço muscular, depois um ganho de massa, e aí sim passar para uma atividade mais aeróbica, com maior intensidade. E sobre o uso de máscaras nas academias? Definitivamente a máscara não faz mal. A gente deve usar sim, mas devemos tomar alguns cuidados. O primeiro é que como a gente está fazendo um exercício, a gente transpira mais, umidifica essa máscara e acaba perdendo a barreira da máscara. Então, teoricamente, nós teríamos que trocar essa máscara com maior frequência. Então, se está pensando em voltar às atividades físicas, pode ficar tranquilo. Está tudo pronto para você. Está tudo muito limpinho e eles estão muito bem preparados. É fundamental manter a saúde em boa forma, mas utilize máscara, principalmente se você for até uma academia, se for fazer exercício físico ao ar livre, porque se você transpirar e ela ficar umidificada, você precisa trocar. Vamos balançar as redes, ontem foi dia de Campeonato Brasileiro da Série B, quarta rodada, e a Ponte Preta se deu bem, viu? A Macaca foi até o Carindé, nós estamos acompanhando aí. O começo tomou esse susto, né? O Calil de cabeça abriu o placar, mas logo em seguida, ainda no primeiro tempo, Muito amigo, hein? Éder Ciola marcou contra, depois João Paulo, meio campista, mas como um autêntico atacante, marcou o segundo da Macaca e depois numa cobrança de pênalti, mais uma vez João Paulo envolvido, Camilo bateu forte no canto, 3x1 Ponte Preta, a primeira vitória no Campeonato Brasileiro da Série B, para afastar qualquer possibilidade de crise, né? A Macaca, que vinha de dois empates e a derrota na estreia, conseguiu essa primeira vitória na competição e volta a campo agora na próxima sexta-feira, 9h30 da noite, contra o CSA no Moisés Lucarelli. Mas aí no Câmara Total a gente fala depois mais sobre este assunto. E o Guarani, no brinco de ouro, decepcionou, hein? O Bugri que começou bem logo aos 27 minutos, chutaço do Bruno Sávio, marcou um belo gol, era melhor na partida o Guarani. só que daí no segundo tempo o Bruno Gomes entrou na área de carrinho, empatou a partida e no segundo tempo, mais uma vez, falha do Jefferson Paulino, goleiro do Guarani, não vive uma grande fase, falhou contra o Cruzeiro e mais uma vez agora, falhou diante do Paraná, derrota do Guarani no Campeonato Brasileiro da Série B, Uma derrota que os bugrinos não contavam, porque é um jogo em casa, no Brinco de Ouro, que precisava conquistar os três pontos para começar bem a Série B e já decepciona. Então o clima não está nada bom pelos lados do Brinco de Ouro, só volta a campo na segunda-feira contra a Chapecoense fora de casa. Vamos falar sobre violência doméstica infantil agora. De acordo com o último Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou o recorde da violência sexual no ano de 2018. 66 mil vítimas de estupro, dentre as quais 53,8% foram meninas de até 13 anos. Deixando muito claro, gente, sexo com menores de 14 anos no Brasil é estupro de vulnerável. Eu converso agora com a Fabiana Belintani, que é psicóloga do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância, uma entidade que há 35 anos atua na cidade de Campinas no enfrentamento da violência doméstica contra crianças e adolescentes. Atualmente, são mais de 180 famílias atendidas na cidade. Fabiana, muito obrigado, viu, por ter aceito o convite para participar aqui do Câmara Total. E a gente sempre acha que é um assunto que está distante da gente, mas infelizmente os números são assustadores, né? Sim, bom dia. Nós é que agradecemos a oportunidade de poder falar desse tema que para a gente é tão precioso e tão importante ainda na nossa sociedade. Os números realmente impressionam, são números altos. E nós ainda falamos, quem trabalha na rede de atendimento a vítimas de violência trabalha com o termo subnotificação. Nós sabemos que desses dados, são ainda os dados que são subnotificados. Muitas crianças e adolescentes são vítimas e não são nem notificados. Esse assunto, claro que ele é muito delicado, mas ele é um tabu ainda para as famílias? Os pais, eles não conversam sobre esse assunto com as crianças? Qual que é a importância de fazer uma abordagem? Sim, você está correto. A palavra tabu, ela se aplica muito bem nas questões do trato da violência, no trato da sexualidade e no trato do que a gente entende que é uma família, né? Uma família perfeita, uma família que se dá bem e não consegue daí olhar para a família como uma instituição também com as suas questões para serem resolvidas, seja de violência, seja de outras questões que fazem parte das relações humanas. Então, poder falar de sexualidade, poder falar de violência dentro de uma casa, facilita e é uma das formas de prevenção que nós temos para atuar com crianças e adolescentes vítimas. Ô Fabiana, aqui na cidade de Campinas, como é a atuação do CRAM em situação de violência doméstica e violência sexual contra crianças e adolescentes? Como chega até vocês um caso e quais são as ações seguintes que são realizadas? Como você disse, nós temos 35 anos de existência. Alguns materiais literários dizem que somos o primeiro na América Latina no trato da violência de crianças e adolescentes. Hoje, o CRAM faz parte de uma rede de atendimento, ou seja, ele não é o único. Ele faz parte de uma rede de atendimento dentro da política da assistência social. Então nós somos um elo dentro de outros serviços que também compõem essa proteção de crianças e adolescentes. Os casos de crianças e adolescentes são notificados no Conselho Tutelar e a partir dessa notificação existe uma rede de vagas onde os casos são distribuídos para as instituições que fazem esse serviço. Nós somos um desses serviços, atendemos a região leste de Campinas e toda a região noroeste também de Campinas. Temos 200 famílias hoje em atendimento. Fabiana, é claro que a criança violentada tem medo, tem vergonha, só que ela dá alguns sinais de que algo está errado? Sim, é muito importante essa pergunta que você faz, porque a violência sexual tem como uma das características a questão do segredo, do sigilo, desse conluio. isso não pode ser dito, isso não pode ser divulgado, por questões do tabu, como você mesmo já mencionou, a sexualidade é algo íntimo de uma pessoa e de uma família, então também existe essa dificuldade de você expor essa situação, então a tendência disso ficar dentro de uma casa sem uma ajuda profissional é muito grande, mas a criança e o adolescente, ele dá sinais, O que a gente fala é que uma família que consegue perceber aquele indivíduo, aquele sujeito, aquela criança dentro da casa, do jeito que ele é, quando ele muda aquele comportamento, o adulto pode ficar atento. Então, se uma criança é muito faladeira, ela conversa, ela brinca, ela é expansiva, e de repente ela começa a ficar mais quieta, é um sinal de que algo está errado. Não precisa necessariamente ser uma beleza sexual, mas a criança está comunicando que algo está errado. Assim como uma criança que é mais quietinha, sempre foi na dela, tímida, começa a ficar agressiva, começa a ficar mais violenta, começa a gritar, fazer outras questões, ela mudou o comportamento, então você também deve ficar atento, né? Além de sinais que a gente entende que são clássicos, quando a gente trabalha no trato da violência sexual, a sexualidade começa a ficar mais exacerbada dentro da faixa etária. Então, usar palavras sexualizadas, o toque sexualizado no próprio corpo ou no corpo de outra pessoa, medo de algumas pessoas, sem uma explicação muito clara da criança. Esses são sinais que os adultos devem ficar atentos. E aí você só consegue descobrir ou até dialogar se isso é uma possível violência sexual se você, se esse adulto está aberto a dialogar sobre esse tema, sexualidade, violência e relações familiares. Você tem que estar disposto a isso, porque aí você consegue com a criança perguntar o que está acontecendo, o que foi, que ela pode contar, que ela vai ser protegida e vão acreditar nela. E se essa violência pode acontecer no âmbito familiar, vizinhos, amigos, eles também precisam estar atentos a estes sinais? Maravilha, é isso mesmo, porque ainda mais agora, com a questão do isolamento social, em que o trânsito das crianças e dos adolescentes são restritos, eles ficam mais dentro de casa. E se o autor da violência, as estatísticas dizem, estão dentro de casa também, as pessoas mais próximas, um vizinho, um tio, uma videochamada que é feita, de você poder dialogar com a sua criança e perceber esse comportamento e essa fala. Então, é muito importante a sociedade participar dessa proteção, né, a rede de atendimento, mesmo nesse tempo de pandemia, nós não paramos de atender, estamos atendendo online, estamos fazendo videochamada, em casos urgentes, estamos fazendo as visitas domiciliares com todo o aparato de proteção, como você mesmo diz, né, máscara, indispensável e tudo mais, mas a ideia é que a gente possa chegar a essas famílias, a essas crianças, fazer essa escuta especializada e propor intervenções de proteção. A escola sempre foi um importante ambiente denunciador das violações de direitos das crianças e adolescentes através da observação de professores e outros profissionais do ambiente escolar. Só que com a pandemia esse canal se fechou e as denúncias diminuíram. Como nós, enquanto sociedade, podemos ficar atentos a esses sinais e quais são os canais de denúncia? Bom, os canais de denúncia. Vou começar pelos canais de denúncia. Todo município tem o Conselho Tutelar. O Conselho Tutelar é um órgão especializado para receber qualquer notificação de suspeita de violência. você não precisa ter certeza da violência, a suspeita pela lei, o estatuto da criança e do adolescente diz, a suspeita deve ser notificada, então você pode procurar o conselho tutelar nos telefones e dialogar e perguntar que você está percebendo alguma coisa no vizinho, no parente, enfim, é possível esse diálogo, você tem o DISC-100, que é um número nacional, ele também é anônimo, então às vezes a gente precisa fazer uma notificação que a gente não pode se identificar, existem situações assim, e essas notificações elas chegam até o órgão de proteção do município, então é muito importante e toda a sociedade, o vizinho, o parente, um amiguinho distante é ficar atento ao comportamento da criança, é deixar esse diálogo aberto sobre como que está a rotina dela, o que ela está fazendo, o que está legal, o que não está legal, enfim, é propor esse diálogo onde a criança conta do seu dia a dia e das suas ações e assim ela pode em algum momento, Se tiver algum tipo de situação acontecendo com ela, ela terá a chance de poder se expressar, de falar que ela não gostou de um toque, que ela não gostou de uma situação, e aí você pode propor uma proteção. Estar aberto ao diálogo, dialogar com as crianças, escutarem as crianças. 978293776 é o nosso WhatsApp, você aí de casa pode participar, eu recebo a pergunta aqui da Raíssa do Jardim Paraíso, E ela pergunta, Fabiana, qual a importância da educação sexual no combate à violência? Olha, para nós que trabalhamos na área de atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, a participação da educação é muito importante. Aqui hoje, eu acredito que a gente não vai debater como que esses conteúdos são passados, enfim, isso é uma questão bastante emblemática para ser trabalhada, mas o que nós queremos dizer é que a sexualidade, dentro da psicologia principalmente, eu sou psicóloga, ela faz parte do desenvolvimento humano, todos nós temos uma sexualidade, e poder entender como isso se expressa na sociedade de uma maneira sadia, responsável, é muito importante, então tem a família que pode fazer essa contribuição com os valores que a família passa, E tem a escola, que é uma instituição que a criança e o adolescente passam muitos anos da vida e que também pode colaborar com isso. Então, a educação sexual dentro de um ambiente educacional é muito importante. As redes sócio-educativas, que são as atividades alternadas às escolas no nosso município, fazem trabalhos com educadores sociais muito importantes, de trabalhar essas questões com crianças e adolescentes. Fabiana, é importante também falar sobre a violência doméstica que ela não é apenas sexual, ela é também física, psicológica tem outros jeitos também de você agredir essa criança Sim, a literatura usa essa divisão até para a gente poder estudar de uma maneira mais adequada, é uma questão pedagógica mas nós temos a violência física, que é você empurrar, que é você bater desde um tapa até o espancamento, é bom lembrar Nós temos a violência psicológica, que é você gritar com uma criança, você humilhá-la na frente de outras pessoas, você ameaçar, isso também é violência. Você tem a negligência, que é quando você deixa de ofertar os cuidados, você podendo ofertar, não oferta, é diferente de você não conseguir ofertar, mas você pode ofertar aquele cuidado e não faz, você está sendo negligente, isso também é considerado violência. E a violência sexual, que também não é só o ato sexual, mas você expor a criança a situações de pornografia, palavras sexualizadas, a criança ter acesso a algum tipo de situação sexual que está fora da faixa etária dela, isso pode ser entendido como violência sexual também. Existe um trabalho para tentar coibir esses criminosos? Olha, os trabalhos no Brasil, a gente tem trabalhos muito pontuais em relação aos autores de violência sexual existem alguns trabalhos sendo feitos, a maioria deles, eles funcionam quando já tem uma sentença quando já entra numa questão criminal, essa pessoa, esse sujeito, ele é inscrito como um violador de direito e aí uma das alternativas, além de pagar pena, todas essas questões, ele também faz parte de um projeto, enfim, de um grupo, de um tratamento, mas são trabalhos pontuais. Quando essas violências sexuais, elas ainda não estão no âmbito jurídico, e são naquela fase onde a criança conta, aí isso vai para o boletim de ocorrência, o boletim de ocorrência, às vezes, não entendeu muito bem o que aconteceu, o próprio autor, o suspeito, nega que cometeu algum ato, isso a gente trabalha no âmbito psicossocial, que a gente fala, dentro da política da assistência, da política da saúde e da política dessas prevenções possíveis, no trato dessas questões. Fabiana, para a gente poder encerrar, tem algum recado, alguma informação importante que você queira passar? Eu tenho um recado muito importante Para passar para vocês Nós como uma organização da sociedade civil Fazendo esse trabalho Nessa semana, como a gente tem falado Dos casos de violência Por conta da situação daquela criança De 10 anos Nos remete a importância do nosso trabalho O CRAME também trabalhando nessa área Nós temos uma Nós arrecadamos, enfim, todo ano a gente faz eventos Para poder nos manter Pagar os nossos profissionais E esse ano, no dia 29 agora, vai ter uma feijoada, gente, eu convido todos vocês a participar, é uma feijoada drive-thru, enfim, é o que tem sido, né, é o novo normal, essa feijoada era feita no tênis clube, esse ano vai ser feita a drive-thru, as pessoas passam no crame, quem entrar no site do crame, né, cramecampinas.org.br, vão ter todas as informações, recebe lá o kit da feijoada para comer para duas pessoas e tem a live de dois violeiros ainda, vai ser bem bacana. no sábado, dia 29, para a gente vai ser um prazer poder dividir com vocês. Isso é cidadania, isso é ajudar também as pessoas, ajudar as crianças que sofrem violência, para a gente vai ser bem legal. E o telefone está na tela, viu? 999-523-103-FEJOADA, Amigos do Crame, dia 29, das 10 horas da manhã às 2 horas da tarde. Fabiana Belintani, psicóloga do Centro Regional de Atenção aos Maus-Tratos na Infância, muito obrigado e parabéns pelo seu trabalho Obrigada, nós é que agradecemos, um abraço Mais um intervalo aqui no Câmara Total e na volta mais uma entrevista ao vivo, só que agora vamos falar de esportes quem será o convidado de hoje e a gente ainda vai falar de previsão do tempo e sobre menopausa então não saia daí 11 horas e 59 minutos, nós estamos ao vivo aqui no Câmara Total, continue participando em 978293776, faça que nem a Raíssa, manda a sua pergunta que a gente fala ao vivo aqui no programa. Vou pedir por gentileza para o Sávio Monteiro Mingão me acompanhar aqui, vou pegar aqui esta cadeira, porque é hora de entrevista aqui no programa. Já apareceu aqui na tela o Jefferson Pereira Novaes, o Jefo, que é presidente da Liga Paulista de Futsal e também do Pulo do Gato aqui da cidade de Campinas. E no dia 31 de março, portanto, no início da pandemia, eu li uma carta enviada por você, Jefo, suspendendo a Liga Paulista por conta desta pandemia. Cinco meses depois, o cenário ainda é o mesmo? Boa tarde e muito obrigado por ter aceito o convite para participar aqui do Mais Esportes dentro do Câmara Total. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos os telespectadores aí do Câmara Total. O honro é todo nosso, sempre falar para vocês e para todos os telespectadores da TV Câmara. Olha, Gabriel, o cenário não é o mesmo, é claro, existem avanços, mas ainda é muito preocupante ao que diz respeito a atletas, entidades, comissão técnica e profissionais. Onde eu quero chegar com isso? Eu quero chegar com isso, que realmente, assim, como eu posso dizer, não se há uma ação real do que possa vir a estar acontecendo com a modalidade, porque a modalidade em si, ela tem sido deixada para o último plano. Então, isso é muito perigoso, porque nós sabemos que o futsal, em que pese não façam questão de divulgar isso no sentido dos outros esportes, é a modalidade mais praticada do país, é a modalidade que tem a maior liga do país, não existe uma liga no país que tenha um campeonato que tenha 21 equipes, a Liga Nacional de Futsal tem 21 clubes, nem voleibol, nem basquete, nada. Então, assim, a Liga Paulista é outra potência e nós estamos aqui com a esperança que a gente comece o campeonato no meio de setembro. Para tal, nós sonhamos com o tão sonhado protocolo do governo do Estado, que deve ter novidade essa semana, para que a gente possa executar. As entidades são muito responsáveis, Gabriel. Então, hoje nós conseguimos voltar a treinar, atendendo todo o protocolo, a gente começou duas semanas por espaço aberto, já estamos em espaço fechado, entretanto, ainda por mais duas semanas com grupos de cinco atletas. Então, assim, é muita responsabilidade. Então, assim, se a gente achar que a gente não é capaz de desenvolver uma partida de futsal ou um treinamento com todas essas responsabilidades, assim, a gente incorre no risco sério das nossas contas. E estou falando diretamente, nem estou falando indiretamente. somado tudo de colocar duas mil pessoas desempregadas, entendeu? Então, a gente precisa tomar cuidado com a responsabilidade, porque eu acho que já se passou cinco meses. E olha, com todo respeito, Gabriel, eu não concordo com esse tratamento diferente com o futebol. Ah, o futebol é praticado em céu aberto. Para mim, muda muito pouco, o contato é próximo. A contaminação é por partículas. Então, você vai ter a todo momento um contato direto de atleta com atleta. Então, ele pode contaminar da mesma forma. E isso está provado em que, pese ninguém vai ter um protocolo como o do futebol, que deixe isso claro, e até por uma questão econômica, estrutural, de fazer uma testagem de padrão ouro, que é testagem PCR a todo jogo, nenhuma modalidade vai ter isso, fora futebol, e se for imposto isso, o esporte no Brasil não tem condição de se desenvolver, isso eu te afirmo com toda certeza, você entendeu? Em que pese isso, aí você viu esses dias um jogo ser cancelado com três horas antes do jogo então quer dizer, é uma doença que ninguém tem conhecimento específico sobre ela então é uma testagem também ilusória porque eu testo alguém e o cara mora se a gente fizesse como a NBA tá fazendo Gabriel, ok, ele confinou todo mundo dentro do espaço fazemos testagem, acho que é permitido o parente de primeiro grau que também é testado e tá todo mundo lá dentro do complexo da Disney ou da ESPN não me lembro, você entendeu? E aí, ok, mas aqui ele testa, né? Estão na Flórida, né? É, exatamente. Eles testam, ok, e você vai para a sua casa. Aí você fala com a sua esposa, com o seu primo, com o seu irmão, com o seu tio, seu filho, fala com o priminho dele, joga videogame. Então, qual é o lance da epidemia? O lance é o tal do inquérito epidemiológico. Esse é o dia a dia, é o que nós temos. A perição de temperatura, o questionário desenvolvido pelo nosso médico, com o doutor Lucas Nunes, em parceria com o doutor Roberto Nishimura, que é um dos nossos também apoiadores, que foi meu atleta. O Roberto Nishimura foi meu atleta por seis anos. Então, hoje, o doutor Lucas... Opa, foi o meu goleiro na medicina unicâmica. Opa, meu grande amigo particular. Então, assim, ele junto com o doutor Lucas. E agora, só o doutor Lucas é o nosso médico, que é o chefe da medicina esportiva da PUC. Então, um inquérito que fica de manhã, dois fisioterapeutas, oxímetro, aferição, tudo. Nós tivemos aqui dois testes positivos, antes de começar os trabalhos. Então, fizemos o isolamento, os atletas retornaram hoje, inclusive, quarta-feira, nós nem demos 14 dias, nós demos 21 dias, trabalhamos com uma segurança extrema. Já testado, então, hoje nós conseguimos, está muito bem agora. Nós não podemos parar o esporte, porque contaminação, o futebol também pode propiciar, porque está aí, ah, mas tem testagem, entrou esses dias, quanto o Guarani, 15 contaminados do CSA em campo, foram descobrir no dia seguinte. Não, é isso que eu tenho a dizer, o esporte sangra, o esporte amador, mas com responsabilidade, sem público, A gente colocou o protocolo na Liga Paulista, até a imprensa vai ter que dizer, ela não pode chegar lá com oito do cara, não. Olha, o câmera, o repórter, mais um. Quem vai fazer a transmissão do canal da Liga Paulista? Esse ano a gente vinha com sete, já colocamos a ideia de colocar só três. O próprio clube dispõe alguém para ajudar na parte ali estrutural. Então a gente está com muita responsabilidade e com esperança, porque ninguém aguenta mais e o esporte precisa voltar. É isso. O Jefo, você falou que estão deixando o futsal por último, quem está deixando? Nessa situação, infelizmente, o governo do estado. Em Campinas, a prefeitura foi, atualmente o Abraão, que é o secretário de esportes, foi muito participativo, muito solícito, o prefeito entendeu a responsabilidade e nós começamos em espaço aberto primeiro, local de 10 mil metros quadrados abertos, com um grupo de cinco, agora estamos na quadra com um grupo de cinco, a nossa academia com um grupo de três, seguida a risca, porque você como gestor de um projeto, ou Gabriel, o que você menos quer é problema. Então, eu não quero responsabilidade para mim nesse sentido, então eu não estou aqui para contaminar ninguém. Os meninos do nosso alojamento, nós temos um alojamento que é seis quartos, dorme dois em cada quarto, com um banheiro para cada dois, em um quarto grande eles não tem contato com os meninos da cidade nesse momento, nos treinos só terão na virada do mês, dependendo da taxa de contaminação do município você pode ir lá e acompanhar isso só que não estou contando história porque eu tenho responsabilidade eu tenho 27 anos de história no esporte eu tiro o garoto da casa dele eu tiro o pai de família da casa dele então tudo está sendo bonitinho eu acho que o esporte pode voltar Essa é a minha situação e como Liga Paulista também, que as outras entidades da Liga Paulista são muito sérias, mas muito sérias. Agora, a gente corre o riso já já e vai acabar o ano, o investidor vai querer sair fora, o cara vai falar, chega meu amigo, vou ficar aqui até quando? E aí nós vamos correr num problema socioeconômico terrível e eu acho que a gente está pronto. O governo do Estado, ele liberou, e isso é indignação à NBB, por quê? Quem joga basquete é imune? Ah, mas é que eles têm um protocolo. Ué, mas nós também temos. Qual é o protocolo que eles podem ter a mais? A testagem, talvez, todo jogo, porque é uma entidade muito estruturada, em que pese perder o seu patrocinador maior ano passado, que era um banco público? Ok. Mas o que tem? Liberou o NBB, o vôlei está liberado. Mas o vôlei não tem contato? Foi liberado, tem um comunicado oficial do secretário de Estado. O vôleibol não tem contato? Então eu sou analfabeto do esporte Colágico que tem contato O atleta vai junto fazer uma cobertura Bate rosto com rosto O atleta bloqueia, bate rosto com rosto Claro que tem contato E tem que voltar também, não estou aqui para nada contra Então já o futsal e o handball Estão pagando a conta Porque me parece que o handball está na mesma situação Até março Qual competição que estava sendo disputada E qual que é a expectativa para esse segundo semestre? É assim, a gente ia iniciar em março a Copa Paulista, que agora chama-se Copa LPF, que a Copa LPF, vai chamar Copa LPF, vai ficar esse nome. E no segundo semestre a Liga Paulista 2021. Parou, nós paramos, mandamos todo mundo embora, entendeu? E o que vai se fazer agora? Vai fazer a Liga Paulista 2021. Início entre 15 e 18 de setembro, encerramento 15 de dezembro. Um campeonato regionalizado, nós temos já 17 participantes garantidos, entendeu? Então, é um campeonato regionalizado, aqui na região de Campinas, a chave, por exemplo, é Pulo Futsal, Indaiatuba, Hortolândia, Brutos de Limeira e N10 de Jundiaí. Então, é regionalizado. Aí você vai no Vale do Paraíba, você coloca lá Mogi das Cruz, você coloca São José, você coloca Ioca Guaratinguetá e você coloca Taubatéu Futsal. Então vai ser na capital Coríntia, São Bernardo, entendeu? Então tudo para baratear, porque a gente quer realizar a competição, é isso. Você assumiu a presidência da Liga Paulista em fevereiro deste ano e logo de cara já enfrentando todos esses problemas, né? Qual que é o panorama que você encontrou por lá? Não, assim, ao que tange a Liga é muito bem administrada, né? Até porque a Liga tem voz todos. A Liga é gerida por todos os seus franqueados. Decisão é sempre do colegiado. Claro que tem o gestor. Então, o nosso antigo presidente, o Laércio Graça, que é um dos caras mais respeitados no mundo do futsal, hoje ele é o CEO da Liga. Nós contratamos eles como CEO. Por quê, Gabriel? Para não incorrer naquele erro que todo mundo tem. Olha, você é presidente, mas como você vive se você é presidente? Se você não ganha? Por isso que o esporte aconteceu muita coisa no Brasil. Ah, não, eu sou abnegado. Ah, você é abnegado? O que você faz da vida? Ah, não faço nada. E como você come? E acontecia, o que a gente sabe. Então, nós temos hoje... E outra, uma grande gestão tem que ter alguém presente. Como o Laércio é da capital, nós, como entidades, eu sou o presidente, eu sou a palavra final, etc. Mas o Laércio, com muita competência, é o nosso CEO. Então, assim, a gestão da Liga, ela é, assim, com todo respeito, ela é modelo. tanto que nós não cortamos salário de funcionários em nenhum momento, a Liga tem caixa para isso, é uma gestão muito bem curada. E eu sou nessa linha, eu sou muito conservador nesse sentido financeiro, sou muito responsável e a gente age com os princípios e valores do que se tem que se agir para se ter uma grande gestão. Ô, Jeff, eu entrevistei esse ano o José Roberto, ele é treinador de handball, e ele me disse uma frase que chamou muita atenção, que ele falou que um jogador de futebol paga o salário de uma equipe inteira do handball e faz com que ela seja uma das melhores do país. Então, com 80 mil reais, você monta um grande time no handball. No futsal, o cenário é esse também? Um jogador de futebol, ele paga uma equipe inteira? Não para ser campeão. Eu vou dizer aí, olha, dependendo da estrutura, briga sim. Claro que você vai ter aí, vamos falar da equipe de Sorocaba, creio eu que tem aí uns 130, 140 de folha, mas é o top dos top, né? Com 80 mil uma boa estrutura, realmente vai brigar. Isso nós estamos falando de jogador mediano no futebol, hein, Gabriel? Exato, série B, né? Nós conhecemos uns aí que ganham 200 mil, que é uma brincadeira, né? Mas é o futebol. Futebol é isso, e aí nós vemos clube devendo um bilhão, tendo um bilhão de déficit e contratando jogador pra ganhar 500, aí depois eles vão na justiça e querem ter dó, aí depois empenhoram, é o Brasil, cara o Brasil no esporte e no futebol falta muita responsabilidade, essa é a minha opinião, o Flamengo deu uma aula pra todo mundo com uma gestão que pagou um preço caro no começo com bandeira que foi criticado, ele não deu resultado no campo, só que ele entregou o clube da maneira que ele entregou, sobrando ao que diz respeito à questão financeira de elenco, etc, então assim a gestão às vezes tem que ser dura O remédio tem que ser amargo, você tem que cortar, às vezes você tem que ficar em último lugar, mas você não pode ficar enrolando os outros. Eu, no pulo, graças a Deus, em 27 anos, de 12 para cá, com essa gestão mais profissional no futsal, equipe de profissionais, nunca tive uma ação trabalhista, e sempre honrei com os nossos compromissos. É o famoso fair play financeiro, que todas as equipes deveriam fazer, essa responsabilidade no Flamengo está colhendo os frutos agora, mas o futebol é um mundo à parte mesmo. Ô, Jeffo, a entidade Pulo do Gato é sem fins lucrativos, o clube se sustenta hoje de que maneira? Não, hoje é só uma transição que a gente fez, uma estrutura de marketing, não tem problema, o Pulo do Gato jamais será apagado, sem problema, é esse link, mas é uma transição. Agora é Pulo Futebol Campinas, que a gente quer associar muito o nome da cidade. Hoje nós temos Os principais patrocinadores Shopping Guatemi Que assim Foi uma entidade que ficou fechada E olha Que entidade Que respeito que esses caras merecem Cara, eu nunca vi tanta seriedade e tanta organização Numa entidade só, meu Deus do céu E um dos que mais foram atingidos A Sanasa Que desenvolve esse trabalho com nós que atinjam a linha social, porque nós temos 120 atletas jovens, esse é um problema sério, porque as crianças, nós estamos sofrendo muito com a tristeza das crianças. Nós temos os parceiros, que é a CDE, que faz todos os exames para nós, o Fundo de Investimento Esportivo de Campinas, o FIEC, que é uma ferramenta fundamental para entidades de médio e pequeno porte. Nós temos a WKM, que é outra construtora. O esporte maduro é assim, você junta um monte para fazer um pouquinho e tocar. É assim. Sabe por quê, Gabriel? Eu quero cumprimentar. O esporte amador, ele não dá lucro. Deu pra entender? Sim. Então, o esporte amador é pra quem ama. Pra quem ama o esporte amador. É assim. Não adianta você falar outra coisa. O esporte amador é pra quem ama ele. Porque ele não te dá lucro. Não adianta, ele não vai te dar lucro. Agora, talvez, a FIFA vai reconhecer o futsal como formador. Se eu pudesse voltar atrás, todos os jogadores que passaram aqui, foram formados aqui, Vou dar um exemplo pra vocês. Você viu a transação do Carlos, lateral esquerdo, do Corinthians? Você ficou sabendo ontem ou de ontem? O pulo pegava naquela brincadeira ali, se eu não me engano, 3 milhões. Nossa. É, o Carlos jogou no pulo dos 9 aos 13 anos. E é a base importantíssima que muitos jogadores têm no futsal, né? E vocês teriam que ter esse reconhecimento. Não, mas vai ter agora. A FIFA tá caminhando bem pra ter. Então, só pra você ter um exemplo. Se o Carlos gosta ou não, não sei. Não, agora é menino bom tudo. Mas que ele jogou no pulo dos 9 aos 13 anos Então assim A primeira federada dele Vamos dizer assim Foi no futsal pelo pulo Então esse é o Brasil Você não tem lucro Quando você não tem lucro é difícil Ah, mas tem que vender camisa Esquece, só o futebol consegue isso Porque ele trabalha com massa Você vende aqui, quando eu vendo muito Que é um recorde Esse ano eu vou vender 500 camisas É um recorde, pra esporte amador é recorde É muito, é do mais que clubes grandes. Mas é muito pouco para você falar em sustentar uma equipe. 978-293-776 é o nosso contato, o nosso WhatsApp. Tem participação internacional aqui, viu, Jefo? Direto de Utah, nos Estados Unidos, Davi Januário. Manda um grande abraço a você. E também o Marcos Moreira, dizendo que você é fera demais participações aqui do nosso WhatsApp. Ô, Jeff, quantos atletas a equipe possui hoje? Quantas categorias, categorias de base até o profissional? Cara, hoje nós estamos desde os 10 anos até o profissional, tá? Então, assim, a gente tem todas as categorias de base, que é realmente quem está sofrendo muito, viu, Gabriel? Assim, está muito difícil. A gente está tentando uma volta do 17, que a gente entende que o 17 já está na linha do adulto. Então, a gente devagarzinho, talvez o 15. A gente está com muita dificuldade no 11 e no 13. Aí é uma questão opinativa de cada um. Eu vou ter uma reunião essa semana, vou marcar com os pais e quero ouvi-los. No 15 e no 17, foi 95% pedindo, pelo amor de Deus, para voltar. Porque o pai diz o seguinte, Gabriel, essa coisa que precisa acabar na pandemia, uma coisa é ter responsabilidade. Eu me cuidei demais, eu sou diabético agressivo. eu me cuidei demais estou me cuidando demais eu sou um cara de muito risco então o que tem que acabar? uma coisa é a responsabilidade eu digo pra você o seguinte, um pai falou pra mim olha Jefferson, o meu filho nós nos cuidamos muito dentro de casa até porque eu tenho meus pais que são avós aqui dentro mas meu filho foi jogar videogame com o primo foi jogar videogame com o vizinho então eu não posso acreditar que debaixo do olhar de vocês que eu conheço a sua responsabilidade o meu filho vai agravar o risco de contaminação, com o distanciamento, com tudo que vocês estão, com máscara, etc. Então, esse é o apoio agora. Se vamos conseguir, vamos aguardar. O que vai dizer é o número de contaminados e o número de óbitos. Se for diminuindo, diminuindo, acho que é até possível as crianças voltarem desse ano. Jeff, quero agradecer muito pela sua entrevista. Boa sorte neste novo desafio à frente da Liga Paulista de Futsal. mandato até 2024 e que a modalidade possa voltar a crescer, chegar à TV aberta, promover novos jogadores, no futuro, lotar os ginásios, que é a potência que o Brasil tem e precisa colocar em prática. Eu queria agradecer, Gabriel, dizer que o futebol na formação não seria nada sem o futsal. É só você buscar os jogadores que saíram do futsal. Agradecer à TV Câmara, agradecer a você, dizer que realmente nós estamos com muita esperança, que isso possa vir a acontecer e a gente poder ainda encerrar o ano, que a gente tem um lema na Liga, nós não podemos ser derrotados pela pandemia. Que seja dois quadrangulares, mas nós vamos fazer campeonato. Gabriel, forte abraço, Deus abençoe, obrigado a todos vocês aí. Abraço e até a próxima. O Jeff, ele que é presidente da Liga Paulista de Futsal e também do Pulo do Gato aqui de Campinas, tentando este retorno da modalidade no segundo semestre. Atenção você que gosta de frio e chuva, eu tenho uma ótima notícia para você. Uma frente fria que neste momento está no sul do país, deve chegar na sexta-feira aqui em Campinas e derrubar as temperaturas, viu? Amanhã o sol ainda chega a aparecer entre muitas nuvens e deve chover à noite. E na sexta-feira, chove e faz muito frio. Vamos às temperaturas para vocês poderem acompanhar. Amanhã, então, na quinta-feira, dia 20, mínima de 14 e máxima não passa dos 23 graus. A chuva aparecendo à noite. E na sexta-feira, dia 21 de agosto, mínima de 10 graus. E olha só, hein, gente? A máxima não passa dos 15 graus. Então é chuva e frio nessa sexta-feira. Você que gosta pode tirar o casaco do armário, o cobertor, porque tem frente fria chegando aqui na cidade de Campinas, viu? Vamos falar sobre saúde? Está aqui na minha tela porque saúde é vida. A menopausa, data em que ocorre a última menstruação, é um evento que pode acontecer nas mulheres entre os 40 e os 65 anos. Uma fase delicada na vida e que traz dúvidas quanto a fazer ou não a reposição hormonal. Sobre este assunto, para você tirar todas as dúvidas, acompanhe agora Saúde à Vida. Olá, tudo bem? Como é que você foi de fim de semana, hein? Obrigada por você estar aqui comigo. Olha, o assunto hoje é pra elas e pra eles também. Porque quando a mulher chega na menopausa, o corpo fica um pouquinho bagunçado. O peso aumenta, a fome também, o humor fica um pouco desregulado. Fora aquele calor terrível. Mas calma que tem jeito. A doutora Vanessa já tá aqui na tela comigo. Tudo bem, doutora? Oi, tudo bem, e você? Tudo bem, obrigada por a senhora estar aqui no nosso quadro Saúde é Vida Doutora, eu falei sobre essa bagunça, essa transformação que o corpo passa no processo de menopausa Por que isso acontece, doutora? Você falou muito bem, é um processo de transformação mesmo A mulher tem grandes transformações durante a vida, né? A adolescência, a gravidez e a menopausa. Eu costumo brincar com as minhas pacientes que é melhor envelhecer do que morrer jovem. Isso vai acontecer para todo mundo, né? A menopausa acontece porque é quando a mulher tem a sua última menstruação. O termo menopausa significa a última menstruação da mulher. É um período que corre grandes transformações de sintomas no humor, na pele, no cabelo. Transformações físicas e psicológicas. Porque a gente parou de produzir o nosso hormônio, que é o estradiol, que é o hormônio da mulher. Então, já que a gente parou de menstruar, a gente parou com essa produção desse hormônio no nosso ovário. E aí, Andréia, que vem todos esses sintomas que você falou. O que mais elas reclamam é do calor, né, doutora? Mas antes da gente chegar aí nesse calor terrível, qual que é a diferença de climatério para menopausa? Climatério é um período mais abrangente que vai dos anos que antecedem a menopausa, pode ser até cinco anos antes, até o período pós-menopausa, em torno de oito, dez anos pós-menopausa. Então, todo esse período, né, antes e depois da menopausa, que é a última menstruação, chama-se climatério. E ele tem também alguma transformação no corpo? Ele causa alguma coisa que a mulher já começa a sentir que entrou no climatério? Sim. Geralmente, depois dos 40 anos, principalmente depois dos 45, a mulher já nota que ela tem uma produção de hormônio menor. Como que a gente nota? A gente nota, às vezes, que a menstruação fica diferente, às vezes, ela fica com ciclos mais longos ou com ciclos mais curtos, a gente nota que a pele fica diferente, a gente envelhece um pouquinho, perde um pouco do colágeno, o cabelo, às vezes, alteração de humor, começa a ter mais instabilidade do humor, até as TPMs podem piorar. Algumas mulheres sentem até os calores mesmo antes de entrar na pós-menopausa Elas já começam a ter essas ondas de calor 80% das mulheres que entram nesse período pós-menopausa vão ter ondas de calor Algumas no fraquinho, outras muito intensas E às vezes começa até nesse período antes de acabar mesmo a menstruação A senhora falou aí da faixa etária de 40 anos Mas qual é a idade mesmo que acontece a menopausa, doutora? Geralmente as mulheres têm a última menstruação em torno de 48, 50 anos. Aqui na região de Campinas, a idade média é 48 anos. A partir de 40, a gente considera que pode acontecer e é normal, né? Uma mulher de 40, 42 anos é jovem, né? Pra já ter parado de menstruar. Mas é normal, não é considerado antes do tempo. Mas geralmente entre 48 e 50 e às vezes tem mulheres que vão até 55 anos menstruando. Agora doutora, a senhora falou desses sintomas da menopausa e também do climatério, eu falei do calor, a senhora falou aí do cabelo que vai mudando, a pele que produz menos colágeno, alguns sintomas aí. Tem alguns outros fatores também que a mulher já começa a ter aquele alerta e fala, nossa, entreina, além de cessar a menstruação, né? Outros alertas para ela saber que está no período da menopausa? Sim, olha, o principal sintoma, lógico, fora parar de menstruar O principal sintoma é a onda de calor, que a gente chama de fogacho Que é esse calor que sobe, a mulher fica com o rosto quente, às vezes fica até vermelha Não adianta abanar que não passa, dizem as mulheres que entraram nesse período, né? Isso, e essa é uma coisa súbita, vem de repente, em qualquer momento, em qualquer lugar, dura alguns minutos e depois melhora. Esse é o principal sintoma. Junto com isso, pode vir irritabilidade, ela fica mais irritada, às vezes mais emotiva, então tem hora que tá irritada, tem hora que tá chorando por tudo. O sono se altera, ela tem dificuldade de pegar no sono, ou às vezes acorda durante a noite e não consegue voltar a dormir. diminui a libido, o desejo sexual. Então, acontecem várias... Imagina com tudo isso, você acha que a qualidade de vida dessa mulher fica boa? De jeito nenhum. É uma sofrência essa menopausa, gente. Agora, doutora, eu falei brincando que é uma sofrência, mas a gente consegue também equilibrar tudo isso, né? O que pode fazer? Um tratamento? É, a menopausa, a gente primeiro precisa entender que é natural e que todo mundo que viver, que envelhecer, toda mulher que envelhecer vai passar por isso, mas a gente tem maneira de passar por isso com melhor qualidade de vida, então existem vários tratamentos para esse período, para quem precisa, a gente tem as terapias hormonais, existem os tratamentos de segunda linha com ansiolíticos, remédios antidepressivos, existem as terapias naturais, né, com derivados de planta, como a soja, existem os tratamentos, por exemplo, com meditação, acupuntura, né, então, de acordo com a intensidade dos sintomas, né, e como aquela mulher está, com a qualidade de vida dela, a gente senta e conversa qual é o melhor caminho para ela. Mas o padrão olho, o tratamento que mais melhora é a terapia hormonal. É isso que eu ia perguntar para a senhora, essa reposição hormonal, né? É indicado? Isso ajuda bastante? O hormônio, a gente usa, imagina, lembra que eu disse que a gente parou de produzir o estrogênio? Naturalmente, então a gente parou de menstruar, o ovário parou de produzir o estrogênio. Então a terapia hormonal é justamente repor esse estrogênio que a gente parou de produzir Numa dose bem baixinha, numa dose mínima que nos ajude a tirar esses sintomas que são às vezes muito intensos A gente também usa progesterona A gente usa progesterona, que é um outro hormônio, para proteger o útero da mulher Então a gente só usa naquelas que tem útero Se por algum motivo ela já tirou o útero, ela não vai precisar desse hormônio mais Então por isso que se usam dois hormônios a terapia combinada para as mulheres com útero. O estrogênio, que é o que ela precisa, e a progesterona para proteger o útero. A gente tem várias maneiras de usar esses hormônios, a gente tem comprimido oral, a gente tem gel, tem adesivo. Então, de acordo com a paciente, a gente indica um ou outro. Mas sabe, André, eu acho que o principal e importante é deixar claro que não é todo mundo que pode usar ou deve usar o hormônio. O hormônio não é tônico da juventude, é claro que a mulher com qualidade de vida, quando ela começa o tratamento, assim, 15 dias ela melhora tanto, é muito gratificante ver o quanto ela melhora a qualidade de vida com o tratamento quando necessário. Mas o hormônio só pode ser utilizado em mulheres que não têm contraindicação, depois a gente pode conversar um pouquinho disso, que estão sintomáticas, né, que ela tem onda de calor, piora do sono, tudo isso que a gente conversou. Ela tem que ter entrado na menopausa há menos de 10 anos e ela tem que ter menos de 60 anos. Então, ela tem que entrar nesses critérios para poder usar o hormônio com segurança. Então, tem que se fazer uma avaliação, né? Sim, tem que fazer uma avaliação, ela tem que fazer os seus exames rotineiros para a idade, né? Ela tem que estar tudo adequado para poder fazer esse tratamento quando necessário. Agora, a senhora falou, mencionou rapidamente sobre contraindicação desse tipo de terapia. Quais são? Então, a terapia hormonal, como a gente usa estrogênio, o estrogênio é um hormônio que ele pode aumentar o risco, Por exemplo, de trombose Já está associado com aumento do risco de câncer de mama Então é muito? Não Não é muito que ele aumenta o risco Mas ele existe, esse risco Então a gente precisa verificar nessa paciência Se ela já tem outros riscos associados Para a gente não dar mais um fator de risco, entende? Então a gente precisa controlar isso Mulheres que têm doenças no fígado não podem usar hormônio Mulheres que já tiveram câncer de mama não podem usar hormônio Algumas mulheres com doença cardiovascular que já tiveram infarto ou derrame, AVC, não podem usar hormônio Então a gente faz uma história muito minuciosa para avaliar todos os riscos E saber se ela tem indicação ou não de usar a terapia hormonal Agora doutora, produtos naturais como a senhora tinha mencionado também A gente ouve falar em chá de amora, a soja, podem ajudar também a diminuir os impactos da menopausa, né? Isso dos produtos naturais, sabe, é uma dualidade. Porque na literatura científica, a gente tem alguns trabalhos, algumas pesquisas que mostram que melhora um pouco e tem algumas pesquisas que mostram que não melhora. E não adianta nada. Então a gente sabe que a soja é o principal deles É o que tem mais pesquisa e o que tem mais evidência Então aí tem isso, alguns melhoram, outros não melhoram Parece que quando a mulher tem sintomas leves Parece que ela pode ter alguma melhora E talvez a grande chave do negócio é que a gente precisa ter uma enzima no intestino Que converta a soja para uma molécula que é ativa que é parecida com o nosso estrogênio, né? Só que nem todo mundo tem essa enzima, nem todo mundo consegue fazer esse metabolismo. Então, parece que a chave do negócio é esse. Por isso que parece que para algumas mulheres melhora, para outras não. É importante também a consulta, né, doutora? Ter essa rotina com o médico, principalmente nesse período de transformação do corpo, né? Fazer uma avaliação criteriosa, não sair copiando receitas de outras mulheres, né? Isso pode até ser um risco. Não, com certeza. É super importante. A avaliação é individual. Essa fase da menopausa é um marco, é uma transformação. E a mulher precisa se consultar e fazer todos os seus exames de rotina e fazer uma avaliação da qualidade de vida. E não tem fórmula única. Cada uma tem sua fórmula. É super individualizado. Não dá para usar o tratamento da amiga, principalmente quando se trata de hormônio ou de antidepressivos, né? Porque às vezes ela tem uma contraindicação que não pode usar aquele remédio, imagina, e pode causar muito mais malefício do que benefício. Então a gente tem que usar com segurança. Agora, doutora, durante a vida, no decorrer da vida dessa mulher, um estilo de vida saudável, uma alimentação saudável, pode interferir lá na frente? Pode. Tudo que a gente faz ao longo da nossa vida tem um preço Então a mulher que está no peso adequado Que pratica atividade física, não é sedentária Que tem uma alimentação correta Não ingere álcool em excesso Não fuma Tudo isso faz diferença Inclusive para a intensidade dos sintomas, sabe? E até a parte de como a mulher vê a vida Tudo isso interfere. Mulheres que têm um olhar mais positivo, no sentido que ela está entrando na menopausa, mas ela está envelhecendo e que legal que ela está vindo para cá. Ela está amadurecendo, de fato, né, doutora? Ela está amadurecendo, ela já tem, talvez, já tem uma vida sexual já definida, ela já tem mais liberdade, ela já tem, talvez, um trabalho, já conquistou o que ela deveria conquistar, os filhos já foram criados, Talvez estejam até saindo de casa E para elas, que bom, vou ter mais liberdade Então, esse olhar mais positivo Pode estar associado com menos sintomas E o olhar mais negativo, no sentido Puxa, estou envelhecendo, estou ficando velha A pele está caindo Lá vem a menopausa Vou perder meus filhos A casa vai ficar vazia Enfim, tudo isso, claro também traz uma uma conotação negativa psicologicamente e isso também pode piorar os sintomas da menopausa, então tudo que a gente faz ao longo da vida e como a gente vive a nossa vida também é importante mas veja só André, não é que assim, que a paciente que tem sintoma é porque ela é negativa e tá mal, não, tem pessoas que realmente a queda do hormônio tem um impacto impressionante no organismo e aí a gente pode utilizar maneiras de tentar melhorar a nossa qualidade de vida. Então, se a gente come melhor, se a gente faz atividade física, por exemplo, a gente já consegue ter hormônios endorfinas circulando no sangue que nos fazem sentir melhor, não é? Então, a atividade física, por exemplo, ela não diminui a onda de calor, esse fogacho terrível, mas ela aumenta esse hormônio de não estar, né? Além de melhorar a autoestima, melhorar a disposição, Então, isso já faz uma diferença para essa mulher chegar nessa fase e conseguir passar por isso de maneira mais adequada. Então, a gente tem que dar um outro olhar também, né, doutora? A gente chegou nessa fase mais madura da vida, né? É dar um outro olhar, é trabalhar a autoestima mesmo. A menopausa não pode ser encarada como algo terrível, né? Sim, o ideal é... Olha que você tá passando por isso e isso te traz sofrimento, procura ajuda, né, do seu ginecologista, do seu terapeuta, né, da amiga pra conseguir desabafar, mas procura ajuda, porque tem como melhorar, não precisa viver em sofrimento. Então, a primeira coisa é isso. E esse olhar positivo faz diferença sim, né? Que a gente tá amadurecendo, que agora a gente tem... Nossas escolhas ficam mais fáceis quando a gente é mais madura. A gente já passou por tanta coisa, né? Já aprendeu tanta coisa na vida. Para de bater menos a cabeça. É, isso. Então, às vezes, mesmo num casamento, né? Poxa, eu já tô casada há tantos anos. Mas, de repente, um casamento mais sólido, você já tem um companheiro que você pode confiar, você já descobriu as formas que um dá prazer pro outro, né? Então, existem vantagens, né? A gente não pode só ver o lado negativo. Agora, a senhora falou bastante, porque eu acho que é o do relacionamento, né? Com os amigos, com o parceiro, com os filhos. Em casos familiares também, quando a mulher chega nessa fase da menopausa, eles têm que estar presentes também, porque a senhora mesmo falou, o humor muda. Então, tem que ter um entendimento que a pessoa está se transformando também. Sim, sim. É uma compreensão que faz parte da vida, que isso está acontecendo e é inevitável. Doutora, olha só, a nossa roda se abriu, o nosso bate-papo se abriu e ganhou mais gente aqui. A conversa está bastante interessante, olha, a gente recebeu perguntas de você que está em casa, muito obrigada por participar aqui com a gente, seja muito bem-vindo. Se você tiver outras perguntas e sugestões, é só mandar aí para esse número que aparece na sua tela. A Maria de Lourdes, lá do bairro Chácara da Barra, ela quer saber, a alimentação saudável pode ajudar a diminuir os efeitos da menopausa? Foi o que a gente estava conversando até agora também, né doutora? É, então, não é que alimentação saudável vai diminuir ondas de calor Ela não é um tratamento para as ondas de calor Mas alimentação saudável, ela deixa um bem-estar geral Porque ela mantém o nosso intestino funcionando melhor Ela mantém as nossas vitaminas adequadas Ela deixa a gente mais disposto, a gente consegue manter melhor o peso Então, ela é fundamental, né, pra gente ter um bem-estar. E não é só na pós-menopausa, é a vida toda, isso faz diferença. É isso mesmo, e combate doenças também, né? Doutora, tem outra pergunta aqui, a senhora toma pra responder? Sim, opa! Vamos lá, então. Oi, Lúcia, tudo bem? Bem-vinda aqui com a gente. A Lúcia, lá do centro, ela quer saber o seguinte, tem como a mulher se preparar para encarar a menopausa? Tem um preparo? Acho que é mais o estilo de vida, né? É, tem. É isso que a gente está conversando, mudar o estilo de vida. Então, assim, quando você está ali depois dos 40 anos, se você não acordou para isso, é a hora. Mudar o estilo de vida. Então, atividade física, entrar como rotina na sua vida, melhorar a alimentação, tirar os hábitos ruins, fumar, beber em excesso. Tudo isso faz diferença. Procurar momentos de lazer, procurar ter momentos que te dêem prazer, não que dê atividade, que te dêem prazer. Que pode ser ler um livro, eu gosto de ler livro, gosto de bordar, eu gosto de pintar quadro, enfim, mas procurar atividades que te dêem prazer. Imagina só, no meio dessa pandemia que a gente está vivendo, essas mulheres passando por isso trancadas em casa quem tem filho com filho com marido, tendo que fazer tudo e mais a menopausa mais a menopausa né, então se você já tem um hábito de vida mais saudável, faz muita diferença então o preparo é esse porque a gente tem que torcer pra chegar lá pra ficar, pra envelhecer porque eu quero viver, não é André? é isso mesmo, eu quero envelhecer saudável, né, e é uma boa experiência da gente passar por esse processo, eu acredito, porque a gente acaba conhecendo de novo o nosso corpo, né? Porque principalmente a mulher passa por vários processos, né? Adolescência, né? Depois da fase adulta e chega já nesse envelhecimento. Então a gente tem que encarar isso com muita positividade, né? É o começo de mais um passo da nossa vida, mais um caminho a seguir, né doutora? Sim, é. Não é fácil, mas é possível, né? A gente procura ajuda. Quando as coisas ficam difíceis, procura ajuda. Doutora, eu queria agradecer aqui a sua participação. Muito obrigada. Foi bastante importante para a gente encarar esse momento aí na vida da mulher com mais leveza. E quero fazer um novo convite, que a senhora venha sempre que quiser aqui no nosso programa. Combinado? Combinado, né? Muito obrigada pelo convite. Estou à disposição. E obrigado você também que esteve comigo até agora. Seja muito feliz, se cuide, que dá certo. Fique bem, saúde, tchau. Hora de mais um intervalo curtinho e na volta, qual vereador está em pauta? Legenda por Sônia Ruberti Em pauta agora é o vereador Marcelo Silva, que está na primeira legislatura. É formado em Direito e pós-graduado em Direito Público pela Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo. Aqui na Câmara é o presidente da Comissão de Relações Internacionais e membro da Comissão de Constituição e Legalidade. Marcelo Silva, muito obrigado por ter aceito o convite para participar do Em Pauta aqui dentro do Câmara Total. E a primeira pergunta que eu sempre faço, como tem sido participar das reuniões extraordinárias assim, de forma virtual? Muito obrigado, Gabriel. É um prazer enorme participar do programa em pauta. Sabe que eu gosto muito, é o momento que a gente tem a oportunidade de contar um pouco do que a gente está fazendo aqui na Câmara. Eu estava conversando esses dias com a minha equipe. Eu falei assim, está sendo uma experiência muito boa e para a gente realmente repensar, repensar se realmente toda a estrutura que tem, tudo muito caro, você envolve muita gente, eu falo que a gente tem tido um aprendizado muito grande para agilidade de tempo, diminuir os gastos. Então, assim, tem sido as reuniões tranquilas, praticamente igual como se nós estivéssemos no plenário, muito mais ágil, com, por exemplo, um tempo muito maior, com fácil acesso, com custo muito baixo, então é algo que a gente tem que realmente pensar e ponderar num eventual retorno da vida normal, o que a gente pode fazer para realmente dar, eu falo que o nosso tempo está cada vez mais curto, justamente para ter agilidade, para reduzir os custos de tudo, de toda uma estrutura que a Câmara tem. Então, tem sido uma experiência muito positiva que a gente tem que levar isso adiante e ver realmente o que é importante estar presencial, o que vale a pena fazer virtual e é algo que vale a pena a gente pensar. Lembrando que todas as reuniões extraordinárias, elas acontecem nas quintas-feiras, agora a partir das 9 horas da manhã, sempre com transmissão aqui da TV Câmara Campinas. Ô vereador, no início do mês de abril, o senhor protocolou um projeto de lei que queria garantir que todas as licitações realizadas pelos poderes, órgãos e empresas públicas do município, que elas tivessem transmissão via internet. Por que essa proposta? Vamos lá. Isso obviamente partiu um pouco do que eu sempre venho combatendo, que é o combate forte à corrupção e à transparência. Vou dar um exemplo aqui na nossa cidade de Campinas, tenho liberdade para isso, Casouro Verde. Onde começou, vamos dizer, todo o arranjado, todo o esquema, foi justamente no processo de licitação. Então, todos os arranjos em várias organizações criminosas que a gente vê pelo Brasil, pelo Estado, isso eu falo com propriedade porque eu estudo bastante, acontecem no processo de licitação, no chamamento, onde se tem a amarração das empresas, quem vai ganhar, como vai ganhar, como vai perder. Então, pensando nisso e pensando nessa experiência, se você dá publicidade e se você dá transparência para tudo isso, você, obviamente, diminui muito o risco disso acontecer. Claro, você inibe o corruptor de tentar qualquer conchavo com as empresas. Então, pensando justamente na transparência, no combate à corrupção, e sabendo que tudo começa, todo o esquema, quando você quer participar de uma licitação, que você já tem, vamos dizer, o acordo entre o privado, entre a administração pública, pública, aqui não estou falando só de Campinas, estou falando de qualquer parte do Brasil, o arranjo começa na licitação, que aquela empresa tem que ganhar para cumprir os acordos e, enfim, para começar a ir à corrupção. Então, pensando em tudo isso que a gente propôs, esse projeto que, obviamente, impedir, a gente sabe que não. A gente tem que fazer leis para que reduzam ao máximo a possibilidade de existir um esquema de direcionamento no processo de licitação. O senhor tem receio que algo possa ser acordado e ninguém saiba como foi o processo, se não tiver essa transmissão? A gente sabe como é que funciona um processo de licitação, né, Gabriel? Mas você dando a publicidade que a gente quer, transmissão pela televisão, agora pela internet, eu acho que você vai inibir o que eu falei. E reduzir a zero é impossível, mas a gente tem que ter todos os mecanismos e as possibilidades para combater esse grande mal que assola o Brasil, que assola a cidade, que assola o Estado, que é a corrupção. Eu falo sempre que a corrupção mata, mata a gente, é um mal muito grande que gera pobreza, enfim, que só faz tais benefícios para aqueles grupos específicos e para quem quer se perpetuar no poder. A gente sabe que esta pandemia provocou impactos em praticamente todas as áreas, né? E no mês passado, lá em julho, o senhor também protocolou uma proposta para dar permissão aos motoristas de transporte escolar para que eles funcionassem como transporte público. Como é que seria essa ideia? Vamos lá, essa foi uma ideia, mais uma vez, com a pandemia a gente acabou recebendo, eu falei que eu trabalhei mais, já trabalho muito, mas trabalhei mais na pandemia do que nos nossos dias normais que já é puxado, mas pensando nisso eu recebi demandas de todo tipo que você possa imaginar, E uma delas foi a classe dos transportes escolares, que obviamente foram afetados diretamente com a pandemia, como tantos outros. E pensando também em que houve a redução drástica da frota de ônibus, mas também, por outro lado, as pessoas continuavam a se locomover, os ônibus continuavam lotados e as empresas de transportes insistiam em reduzir ao máximo porque dizem até hoje que estão com prejuízo muito grande, em razão da diminuição da falta de passageiros que precisam mais de subsídios. Então, juntando tudo isso e juntando a classe dos transportes escolares, dos motoristas escolares, nós chegamos a essa conclusão. Bom, desde que você siga uma regra, desde que esteja tudo certo com o seu veículo, você pode também fazer essa prática do transporte coletivo, que ajudaria duas vezes ou até mais. Vamos lá. Você ajudaria a renda desse pessoal e você também ajudaria a desafogar os ônibus, que a gente sabe que não adianta. Os ônibus estão lotados. Quem pega o ônibus todo dia sabe, eu recebo várias imagens, várias fotos, e a gente sabe que a proliferação do vírus se dá em ambientes fechados, em ambientes onde tem várias pessoas, e que a transmissão de uma pode ser para três, para quatro, para cinco. Então, vocês imaginem num ônibus lotado. Então, juntando todas essas ideias, e claro, dialogando sempre com a classe dos motoristas de transportes escolares, que nós chegamos a essa conclusão. Bom, lógico, tem que ter um regramento de como vai fazer o transporte, de quem vai fazer o transporte, de como está o veículo, mas, obviamente, se ele faz o transporte de crianças, eles têm várias exigências, né? Tanto da Indec, de taxas, de pneus, de regras que são aplicadas. Seria adaptar ao transporte coletivo. É, o profissional ele teria que ter o cadastro no município residir na cidade ele teria que manter um itinerário isso tudo teria uma fiscalização Perfeito, como já é quem faz o transporte escolar no município de Campinas já tem esse cadastro e aí você entraria com a com a ideia que hoje é tudo digitalizado e faria, ó, nós somos em 200, 300, vamos fazer essas regiões que são mais populosas. Isso, o presidente da INDEC tem essa informação. Ele sabe qual linha está atrasada, qual linha tem superlotação, aonde precisa mais de frota, isso é simples. Então, assim, seria um planejamento estratégico, mais uma vez, que estaria ajudando os transportes, estaria ajudando a população, estaria ajudando a vida das pessoas e também a reduzir os casos aqui da pandemia, da transmissão do vírus na cidade de Campinas. E lembrando que a gente ainda não tem o retorno confirmado da volta às aulas na escola particular, estadual e municipal. Essa é uma discussão que ainda acontece. Outra proposta... Exatamente. Oi, pode falar. Não, e a gente sabe que existe ainda uma pressão muito grande. A gente nem sabe se vai voltar esse ano, se voltar com 35% a partir de outubro, depois 50 em novembro e depois acabou o ano novamente. Então, é uma classe que está sofrendo bastante. E a gente segue acompanhando, então, toda essa demanda, porque é uma classe também grande na cidade de Campinas e também em toda a região. Outra proposta do senhor é a isenção do imposto sobre serviços de qualquer natureza aos profissionais e empresas que ficaram impedidos de prestar serviços durante a situação de emergência para o enfrentamento da Covid-19. Como a empresa justificaria esse impacto? Controle que o município teria, vereador? Muito simples. Mais uma vez surgiu da demanda que empresários, que donos de comércios me procuraram. Vou dar um exemplo clássico aqui, na academia de ginástica. da minha ginástica estava fechada, certo? Sem gerar renda nenhuma e tendo que pagar o ISS, tá? Então, o que a gente fez? A empresa comprovando que ela ficou simplesmente fechada, como tiveram várias empresas aqui, várias empresas que prestam serviço, né? Porque a gente está falando do imposto sobre serviço de qualquer natureza. Então, qualquer empresa, escritório, comprovar as escolas, as altas escolas aqui na cidade de Campinas. as CFCs também ficaram paradas, simplesmente comprovando que não tiveram movimento, você tem isenção do ISS, nada mais justo. E o que é legal, nós já tivemos a aprovação desse projeto na Câmara, foi para o prefeito sancionar ou vetar, infelizmente ele vetou, mas agora volta para a Câmara, para a Câmara eu acho que vai derrubar o veto, Porque o impacto financeiro na cidade de Campinas seria muito pequeno, mas o impacto na vida do empresário, na vida do pequeno comerciante vai ser gigantesco, a gente sabe disso. Foram quatro meses aí de movimento zero em vários setores da sociedade, da atividade, que eu falei de imposto sobre serviços de qualquer natureza. Seria uma forma então de auxiliar essas pessoas que foram penalizadas por conta da pandemia, a isenção do imposto Perfeito, e aqui eu não estou nem tocando, não é nenhum projeto que toca no IPTU Que aí realmente ter impacto financeiro na cidade de Campinas é muito alto E aí poderia ter uma justificativa de que isso vai implicar uma redução drástica de arrecadação para a cidade e vai gerar muito prejuízo, não vai ter dinheiro para aplicar na saúde, na educação, etc. Mas nesse caso específico, não. A gente sabe que o impacto vai ser muito baixo, inclusive a gente juntou no processo um estudo de impacto financeiro, até por isso que passou em primeira e segunda votação na Câmara. Vereador, nós vamos já para quase cinco meses nesta pandemia, desde que a Organização Mundial da Saúde diagnosticou e que a epidemia já tinha passado para todo mundo. Muitas pessoas procuraram o senhor pedindo auxílio, pedindo ajuda. Como é que foi o seu trabalho nestes cinco meses? Foi uma loucura, né? Porque as pessoas queriam que a gente resolvesse, que a gente auxiliasse em qualquer coisa, né? Acho que eu atendendo o telefone, eu respondendo um WhatsApp, eu me encontrando de forma virtual, tudo isso foi muito positivo, porque eu falo que o nosso trabalho, por exemplo, o trabalho do vereador, ele vai até um certo momento, a gente não tem um poder de decisão, principalmente nos assuntos relacionados a abrir, a fechar, a pandemia, fica muito a critério do Poder Executivo e do Governo de Estado. mas o que eu falo, o que eu pude fazer é estreitar o relacionamento com as pessoas, dar um pouco de atenção, dar ouvido e tentar solucionar, tentar ir atrás de várias campanhas de arrecadação de cestas básicas, apresentar projetos realmente que tentassem diminuir um pouco o impacto financeiro e na vida das pessoas, acolhê-las. Então, eu falo, foi um trabalho grande, mas de muita satisfação, porque eu falo que nós vereadores somos servidores públicos, nós temos que servir a população. E nesse momento, realmente, eu pude dizer que eu intensifiquei o servir mesmo a população, o servir as pessoas, eu sei o quão importante é. Vereadora, a maioria dos parlamentares votou favorável ao projeto de lei complementar que autoriza a transferência de bens, direitos e ativos do município para integrar o fundo previdenciário do CAMPREV E o senhor protocolou um requerimento ao prefeito solicitando o cancelamento do termo de parcelamento e confissão de débitos previdenciários O que o senhor não concorda? Bom, esse é um assunto bem delicado e que, de uma forma muito clara, a prefeitura passou a mão no superávit do Campreve, que justamente é aquela aposentadoria do servidor, de forma muito clara. Ok, fui contra, votei contra, mas o que eu quero? O que eu quero é que ele devolva, devolva esse dinheiro, já que ele pegou, A obrigação é devolver esse dinheiro até o final do seu mandato, que termina agora, tá certo? São mais de 40 milhões de reais, tem que ser corrigido, tem que ser atualizado. Então, ora, vamos lá, de uma forma muito simples e muito clara. O prefeito meteu a mão no superávit do CAMPREV, dos servidores, é o direito da aposentadoria dos servidores, a Câmara Municipal foi conivente. Não bastasse tudo isso, ainda pediu o parcelamento em 200, 200 vezes, é isso que eu estou falando. Ou seja, ele vai jogar essa bomba para as administrações posteriores, ele está simplesmente fugindo da sua responsabilidade, já que ele teve que pegar, em razão da sua desorganização financeira por parte da prefeitura, que ele devolva até o final desse ano. Isso é uma coisa justa, uma coisa clara. Ele não pode transferir essa dívida grande que só tende a crescer para as outras administrações, porque vai gerar uma insatisfação e vai gerar um sentimento de instabilidade entre os próprios servidores. Ah, se não devolver, o que vai acontecer? se ele jogou isso 200 vezes, sei lá quantos anos são, 10 anos, calcular rapidamente, menos, 8, enfim, quantos mandatos vão ser até que essa dívida seja quitada? Essa denúncia que o senhor está fazendo, o senhor pretende levar para frente nesse segundo semestre, é um assunto que o senhor vai continuar fiscalizando? Com certeza, é algo bem delicado, que eu já venho fiscalizando isso, de transporte, merenda, saúde, e é algo que atinge diretamente o servidor de Campinas e que deve ter sim, eu vou esperar essa resposta, vamos a fundo nessa questão, vamos obrigar sim, nem que a gente tenha que tomar medidas judiciais cabíveis, porque, mais uma vez, não é certo ele protelar o pagamento de algo que ele pegou na sua administração. Vereador Marcelo Silva, muito obrigado por ter participado aqui do Em Pauta dentro do Câmara Total e até uma próxima oportunidade Valeu, obrigado Gabriel, sempre um prazer enorme conversar com vocês Marcelo Silva aqui no Em Pauta, vamos fazer o seguinte, tem muitos assuntos ainda para abordar, um rápido intervalo, não saia daí, continue participando em 978293776 mande a sua mensagem que a gente mostra aqui no programa, intervalo é rapidinho Transcrição e Legendas Pedro Ribeiro Carvalho Marcelo Silva, vamos continuar com os assuntos do Legislativo, agora com ela que sabe tudo da Câmara, retorna aos nossos estúdios. Mina Abreu, boa tarde agora, primeiro bom dia, agora boa tarde. Ontem nós tivemos a reunião da Comissão de Educação e Esporte, como foram as discussões? Olá, Gabriel, boa tarde. Olá, você de casa, para quem já não me viu hoje aqui no Notícias da Metrópole, A gente vai falar agora de uma nova discussão que a comissão traz. Desta vez, ela debateu um projeto que tramita aqui na Câmara Municipal a respeito da regulamentação do trabalho dos monitores e agentes de educação infantil das escolas infantis aqui do município, as escolas municipais públicas. Vamos ver o que o vereador presidente da comissão, Gustavo Peta, falou. Olha, acho que foi um debate muito importante para que a população saiba, as agências, as monitoras de educação infantil, não são reconhecidas pelo trabalho pedagógico que elas realizam dentro das unidades de educação infantil. A sua grande maioria já são, inclusive, formadas em pedagogia, realizam um trabalho pedagógico, mas não são reconhecidas nesse direito. Então, a discussão é para que muitas cidades já realizaram, vamos dizer assim, essa recepção jurídica das agentes na carreira do magistério. Por que isso é importante? Porque isso é um reconhecimento do que realmente acontece. As monitoras realizam um trabalho de cuidado, de educação, junto com as crianças. E por que, alguém pode perguntar mais, por que isso não foi feito antes? Porque antigamente você tinha um olhar sobre a educação infantil, sobre o aspecto assistencial. A educação infantil era um lugar que você deixava as crianças para poder ir trabalhar. Essa visão foi superada. As unidades de educação infantil são unidades de educação e a educação é um direito da criança, muito além do que o direito dos pais terem algum lugar para deixar os seus filhos enquanto trabalham. Esse debate visa então trazer mais valorização a esses profissionais? Isso, procura valorizar, procura reconhecer um trabalho muito importante realizado pelas monitoras, pelas agentes, com crianças muito nos seus primeiros anos de vida, na primeira infância, que inclusive os estudos comprovam que essa educação nos primeiros anos é muito importante para o desenvolvimento da pessoa em todas as outras fases. Então trabalhar bem a criança com valores importantes, com pedagogia consistente Pode ajudar a desenvolver a pessoa para o resto da vida em qualquer outro tipo de vocação que ela possa desenvolver E o que ficou definido então nessa reunião? Quais serão os próximos passos? Olha, infelizmente nós não tivemos a presença da Secretaria de Educação Isso será inclusive objeto de um debate sobre convocação da Secretaria e os próximos passos é forçar que a Secretaria, intermediar, pressionar para que a Secretaria abra um canal de diálogo e de negociação com essa categoria. Esse canal está interrompido e a gente quer abrir porque é justo que haja um grupo de trabalho, um debate para uma possível solução no período a frente. E olha, esse pedido é antigo. Quando a gente teve aqui no município a discussão da lei básica, a lei municipal de educação, as monitoras naquela ocasião já reivindicavam justamente esse reconhecimento. Porque antigamente se falava creche, popularmente a gente até fala, Gabriel, mas a creche antes era o lugar em que a criança era deixada para ser olhada, digamos assim, durante o período em que os pais ou responsáveis estavam trabalhando. Agora não, ela tem essa função, já há algum tempo, em que essa monitora, ela também tem o papel de educar essa criança, por isso essa reivindicação. A parte educacional, né? Que ela é muito importante em todas as fases e principalmente nessa da infância. Tem projeto de lei do vereador Epemínio Monteiro no sentido do coronavírus, né? Sim, ele está preocupado com essa possibilidade de volta às aulas e pede, inclusive, aí que elas sejam garantidas apenas caso hajam mecanismos de proteção aos alunos e funcionários das escolas. Vamos conferir. Para que seja feita a separação das cadeiras na sala de aula, onde possa ter o acrílico, onde possa ter a prevenção nas escolas, na questão do termômetro, na questão do gel e também todos os funcionários de ensino público. Este projeto de lei vem para mostrar a necessidade do poder público fazer essa prevenção para as crianças. Mas que no meu ponto de vista, não é o momento ainda de ter a aula. Mas conto com o apoio de todos os meus colegas na Câmara Municipal para que seja aprovado este projeto de lei de grande importância para os pais e as crianças do nosso município. É uma preocupação de todos, dos pais, dos professores, dos familiares, dos professores e dos alunos, uma discussão que tem acontecido aqui na Câmara de Campinas também com a Comissão de Educação. Sim, tem acontecido bastante e ainda aí toda uma, apesar da preparação dos profissionais, ainda não há data definida para o retorno às aulas. Agora a gente vai falar um pouquinho de diversão, porque para se divertir também, a gente teve aí uma mudança, né, Gabriel? Os protocolos. Isso, com todos os protocolos, aquele cinema drive-in de antigamente está de volta. A gente já falou até aqui no Câmara Total, o Rubens falou ali no quadro de cultura, mas a comissão das pessoas com deficiência aqui da Câmara Municipal de Campinas organizou junto à Fazenda Santa Margarida também essa volta para as pessoas com deficiência auditiva. Então, nós teremos aí uma sessão inclusiva. Acompanhe. Assistir um filme dentro do carro, chamado drive-in, essa modalidade está de volta com o isolamento imposto pela pandemia do coronavírus. E a Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida da Câmara de Campinas, que atua na inclusão desse público, viabilizou com a Fazenda Santa Margarida uma sessão que terá a interpretação de Libras, a língua brasileira de sinais, para a acessibilidade da comunidade surda. Por isso, gostaria de convidá-los para que compareçam ao Cine Drive-In, inclusive, que será realizado no próximo sábado, 22 de 8, às 15h, na Fazenda Santa Margarida. Compareça e traga a sua família para esse momento de lazer e entretenimento. O filme relata a história do pequeno Augie Pullman, que vive seu maior desafio até então, frequentar a escola. Isso porque, com apenas 10 anos, ele já passou por 27 cirurgias decorrentes de uma deformidade que tem no rosto desde o nascimento. Com a ajuda da mãe superprotetora Isabel, do pai Nate e da irmã Via, ele tenta levar com leveza os desafios de um cenário que se mostra cruel em certos momentos. O Cine Drive Inclusivo será realizado nas dependências da Fazenda Santa Margarida no próximo sábado, dia 22, a partir das 3 horas da tarde. O valor por carro é de R$ 75,00 e os interessados devem reservar antecipadamente os convites na Açucamp por meio do telefone ou ir direto na sede da Apascamp, a Associação de Pais e Surdos de Campinas. Pode ainda adquirir o bilhete no site www.santamargarida.com.br Música Lembrando, então, que sábado, às 3 horas da tarde, tem o filme Extraordinário com tradução em libras, ou seja, a acessibilidade também chegando ao entretenimento. E amanhã tem reuniões extraordinárias, Gabriel. Quantas reuniões extraordinárias, qual o horário e as discussões que nós teremos, Mirna? Olha, nós temos amanhã 13 reuniões extraordinárias, lembrando que tivemos uma mudança, Então, a partir das nove, nós iniciamos as reuniões extraordinárias com comunicado de vereadores. São 30 minutos em que os parlamentares inscritos, cada um tendo até cinco minutos, podem discutir sobre um assunto, um tema livre, digamos assim. E a partir das nove e meia, nós começamos aí com a discussão e votação das pautas. Nós vamos destacar aqui o projeto de autoria do vereador Carmo Luiz, que cria o programa de monitoramento remoto para as pessoas diagnosticadas com a Covid-19 e também uma de autoria do vereador Luiz Cirilo. Essa, ele vai, na verdade, revogar uma lei de 1951. Se a gente for olhar, inclusive a gente tem aqui na Câmara uma comissão que trata das leis antigas, nós temos essa lei de 1951 que estipulava que a rua Boaventura do Amaral seria alargada entre a avenida. Dr. Moraes Salles e a rua Proença. Contudo, esse alargamento até hoje não ocorreu, mas consta nos documentos referentes às medidas dos imóveis, prejudicando, por exemplo, negociações para quem tem imóveis ali na Boa Ventura do Amaral. Por isso, a necessidade da gente revogar essa Lei de 51. E no site campinas.sp.leg.br, você confere exatamente essa informação que você estava falando, Mina. Na reunião extraordinária, de forma à distância, de forma virtual, a criação do programa de monitoramento remoto para diagnosticados com Covid-19. Esse projeto do Carmo Luiz, às 9 horas da manhã, começa então a nossa transmissão. E no site você tem a pauta completa também com todas essas informações. Isso, a pauta completa, inclusive com aquilo que a gente chama de tradução, interpretação da pauta. Porque às vezes tem um termo um pouco mais difícil, que a pessoa fala, nossa, exatamente o que é isso? Então ali a gente tem exatamente o que diz, quais, por exemplo, as ruas, quais as premiações, por exemplo, as concessões de honraria. Tem quem foi essa pessoa, por que ela vai receber a honraria e tantas outras moções e requerimentos também, Gabriel. Tá certo, então. E a gente segue acompanhando a partir das 9 horas da manhã as reuniões extraordinárias. Isso, só que hoje, gente, tem evento aqui na Câmara. Daqui a pouco, a partir das duas horas da tarde, nós temos aí um curso online, na verdade, é o primeiro de uma série de cinco módulos, falando o seguinte, impacto da violência nas famílias. Você falou mais cedo aí com a representante, a psicóloga do CRAME e então a escola de governo aqui do município e a Elecamp promovem esse debate hoje já com a participação de uma psicóloga falando aí desse conceito de violência durante esse período de pandemia a partir das duas da tarde, cinco horas, audiência pública de autoria do vereador Carlão do PT. essa iniciativa dele, vai discutir a inclusão no calendário oficial do município do evento Festa Cultural Destaques do Axé. Amanhã, 9 horas, nós temos as reuniões extraordinárias e a partir das 4 da tarde, a reunião da Política Social e Saúde, presidida pelo vereador Pedro Tourinho, que vai discutir aí o trabalho dos profissionais na rede pública de saúde durante a pandemia e também como está sendo o acesso da população à rede pública. E na sexta-feira, a partir das 10 da manhã, nós temos uma audiência pública que deve ser bastante debatida. Esse projeto já foi debatido pela Comissão de Política Social e Saúde, agora será debatido pela Comissão de Meio Ambiente. Dois projetos que dizem respeito a mudanças na lei da APA, que criou a APA Campinas, e também de uso e ocupação do solo daquela área. Essa informação é importante que a mina está passando, audiência pública na sexta-feira às 10 horas da manhã, então excepcionalmente nesta sexta-feira nós não teremos o programa Câmara Total, nós estaremos ao vivo cobrindo então essa audiência pública que deve ter uma duração aí de 3, 4 horas, nós vamos acompanhar essa audiência e ao longo da nossa programação da sexta-feira a gente vai trazer os resultados e tudo o que foi debatido. Perfeito, Gabriel. Assim eu volto na próxima semana. Então tá bom. Então ótima semana, já te desejo um ótimo fim de semana já e você volta na segunda-feira com as notícias da Metrópole e também do Legislativo. Tá certo, então. Até semana que vem. Agora, Mina, preste atenção porque eu acho que você conhece essa pessoa que eu vou conversar agora, viu? Ela é uma pessoa que fica atrás das câmeras, ela trabalha aqui na TV Câmara Campinas, que é a nossa produtora, a Débora Lys. além de marcar as entrevistas, pensar em temas aqui para o programa, fazer todas as planilhas. Ela é cantora também e neste domingo, dia 23, às 3 horas da tarde, pelo YouTube, vai acontecer uma live. Agora tá na moda, né? São as lives. Então, Débora, seja muito bem-vinda ao Câmara Total e me conte sobre esta jornada dupla. Quer dizer que pela manhã e à tarde é produtora aqui na TV e à noite ensaios de música? É isso mesmo, Gabriel. Tudo bem? Oi, Mirna, tudo bem? Tínhamos um artista aqui, hein? E não sabíamos. Bom, é corrido, vou confessar, é bem corrida essa rotina, Mas eu acho que quando a gente faz o que a gente gosta A gente arruma um tempinho, né? Pra conciliar as coisas Como eu amo fazer isso Eu amo produzir, eu amo cantar Então eu acho que fica fácil da gente arrumar um tempinho Ô Débora, eu vou confessar uma coisa a você aqui, viu? Eu morro de inveja de quem sabe cantar Quem tem afinação Quem lembra das letras das músicas porque eu sou totalmente o oposto. Então, quando que você começou a cantar e onde? Olha, vou te confessar que mesmo cantora há bastante tempo, às vezes a gente acaba esquecendo uma letra ou outra, viu? É normal, então. Não é difícil acontecer isso, não. Não é só para você. Bom, eu subi pela primeira vez no palco em 1995, Portanto, faz 25 anos que eu canto profissionalmente E foi com uma banda aqui em Campinas Era bem simples, mas a partir daí eu comecei a... Eu segui esse caminho e cantei em várias bandas já Cantei em várias cidades aqui de São Paulo, do sul de Minas Fiz rodeio, formatura, shows e eventos em geral assim, Réveillon, Carnaval, então durante todos esses anos a minha bagagem tem sido bem grande, assim, nesse sentido. Datas comemorativas não faltam aqui no nosso país, né? Então dá pra cantar, por exemplo, no Carnaval, dá pra cantar em festa junina, oportunidade não falta para os cantores. E quais são as suas referências? Olha, eu tenho muitas referências, mas eu posso dizer que eu gosto muito de ouvir eles, Regina, Marisa Monte É muito voltado para MPB, eu gosto de Tim Maia, Jorge Benjor, diversas, Alcione, muito samba também eu gosto E desde pequenininho meu pai sempre fez questão de colocar essa questão da música pra gente muito presente, né? Então eu ouvia desde música instrumental, música lírica, até sertanejo. Então a gente tem uma bagagem bem extensa em relação a ritmos musicais e tal. Tá bem de referência, hein? Porque esse Toy Elis Regina, Jorge Benjor, os cantores aí da nossa MPB. Qual que é o seu estilo musical? Você tem uma live, né, no próximo domingo. Qual que é o estilo musical que você canta? É MPB ou você faz uma variação aí, ao longo dos estilos que nós temos? Olha, eu prefiro, assim, o que eu mais gosto de cantar é MPB. E eu canto muito na live, quando eu canto em barzinho, é muito MPB, mais focado, né? Mas a gente faz também, eu faço com a banda, outros estilos. Eu passeio pelo pop, né? Pop nacional e internacional, que é um pouco do que as pessoas gostam de ouvir também. Eu acho que o propósito do artista é esse também, né? A gente se agradar e principalmente agradar o público. nós separamos até um trechinho vou pedir pra gente colocar então pra poder escutá-la então, acho que a primeira live que você realizou, essa é a segunda então se estiver no ponto pode soltar aí a Débora Lys dando o seu show Você rindo o meu sorriso Mas a verdade é que você E todo brasileiro tem sangue crioulo Tem cabelo duro Sarara crioulo Afinadíssima, sensacional, Débora. Eu não conhecia muito esse seu lado cantora, não, viu? Confesso a você, mas gostei bastante. Então, faça a propaganda aí da live, horário certinho, onde que pode... as pessoas podem acessar. Obrigada, Gabriel. Muito obrigada. Espero que você curta a live também, hein? Estarei lá. É nesse domingo, é nesse próximo domingo, dia 23, às 15 horas, pelo meu canal do YouTube, oficial, Débora Liz Oficial é o nome do canal, Pode procurar lá, curta, inscreva-se, ative o sininho para não perder o costume. Exatamente, serviço completo. Espero todo mundo lá, inclusive você, viu, Gabriel? Estarei lá, domingo, 3 horas da tarde, estarei acompanhando esta live. Agora não posso perder a oportunidade, né, Débora? A gente já mostrou um VT curtinho, né, de você cantando, Mas se eu tenho essa possibilidade de entrevistar ao vivo, claro que eu vou querer uma palhinha. Então, por gentileza, para a gente poder ir para o intervalo, então com Débora Lys. Vou até me retirar aqui, Débora Lys vai cantar e em seguida a gente vai fazer o último intervalo aqui no nosso Câmara Total. Opa! Agradecendo primeiramente pelo espaço, a TV Câmara Campinas. Eu vou fazer um trecho, a capela mesmo, de uma música que é autoral, né? Chama Desapareça, do meu amigo Tuto Marcondes. Não deixe que isso acabe Que o nosso amor desabe E a ponte que há entre nós Ceda, não quero mais mistério Me leve mais a sério Senão eu prefiro que vá Desapareça Uma hora e trinta e quatro minutos Depois do show de Débora Lys Deu uma palinha aqui pra gente No domingo tem a live E agora estou morrendo de fome Já aparece aqui na minha tela Cozinha Fácil com Michel Amorim Então da música a gente já vai para a culinária Michel, qual que é a receita de hoje? A gente vai fazer entrada, prato principal, sobremesa O que você preparou para a gente hoje? Boa tarde Boa tarde, Gabriel Boa tarde, pessoal de casa A receita de hoje é muito simples E ela serve como uma entradinha Ou até mesmo como um petisco Para o nosso final de semana para acompanhar a live da nossa produtora Débora neste domingão, 3 horas da tarde. Então, nós vamos preparar aí e ensinar como que se faz ovo empanado. Vamos ver? Vamos lá! Olá, eu sou Michel Amorim, vídeo novo aqui no canal Receita Nova E hoje eu trago uma novidade salgada Hoje nós vamos aprender como se faz um ovo empanado Eu vou pedir para vocês se inscreverem no canal, clicar no sininho Porque daí quando tem vídeo novo o YouTube avisa vocês Então vamos lá, vamos ver as quantidades da receita. A quantidade da porção vai depender de quantos vocês querem fazer. Aqui eu vou fazer três ovos, mas uma porção para duas pessoas pode chegar até sete ovos. Uma xícara de farinha de trigo, uma xícara de farinha de rosca e o tempero é a gosto. Eu estou colocando pimenta calabresa, pimenta do reino, páprica defumada e sal. E o modo de preparo é muito simples. A primeira coisa que você vai ter que fazer é separar os seus ingredientes nos pratos. Então coloque a farinha de rosca num prato, a farinha de trigo num outro e o ovo você vai bater ele ligeiramente. Para essa quantidade de três ovos eu vou usar um ovo batido. Os nossos temperos a gente vai colocar dentro do ovo batido Então coloque lá a pimenta do reino, o sal, o orégano, a pimenta calabresa, a páprica defumada E aí você vai bater ele A sequência aqui é, você vai colocar o ovo na farinha de trigo Passar no ovo batido e depois na farinha de rosca Mais uma vez, passe na farinha de trigo, no ovo E por último, na farinha de rosca E aí a gente vai fritar em óleo quente Cuidado pra não queimar, então você pode abaixar a temperatura quando o óleo já estiver quente Dourou o ovo? A casquinha tá bem douradinha? Tá pronto Aí você deixa ele secando num papel toalha E antes de finalizar o vídeo É claro que eu já estou com a receita pronta aqui Bem fritinho Vou experimentar Olha só, me deu uma ideia aqui O que vocês acham de eu fazer Receitas de molhos Para acompanhar os nossos petiscos Deixa aí nos comentários Deixa aí o que você achou também dessa receita Ou se quer que eu faça alguma outra aqui no canal Combinado? Já curtiu? Olha só, eu vou ficando por aqui E no próximo vídeo tem mais receita gostosa Tchau! Eu gostei dessa combinação, confesso que eu não pensaria nisso, viu, Michel Mourinho? Mas ovo é uma coisa muito delicada, não é? Precisa tomar cuidado nessa receita. Sim, tem que observar o tempo de cozimento do ovo para não ficar ali em molenga. Então a gente precisa que ele fique bem consistente, bem durinho, para a gente poder empanar ele, né? Então, ali o tempo de cozimento vai levar de uns 10 a 15 minutos. Agora, quem gosta de gema mole, porque tem essa história do ovo frito, né? Gema mole, gema dura. Nessa receita de ovo empanado, tem possibilidade de gema mole? Ah, não aconselho muito, não. É melhor fazer ele do olhinho, né? Que fica muito mais fácil para comer e, como eu disse, para poder empanar. Porque para você conseguir a gema mole, você tem que deixar menos tempo na água cozinhando. Então, com isso, a clara também vai ficar mole e vai ficar mais difícil de você conseguir empanar ele. Agora eu confesso a você, Michel Morim, que eu sou fã de programa de culinária. Eu assisto todos. Onde estiver passando, eu paro para assistir. E aí me veio a ideia de usar, por exemplo, ovo de codorna para ficar uma coisa mais delicada, para poder fazer de algum outro jeito. Tem essa possibilidade de fazer também ou não? Tem sim. O ovo de codorna vai dar mais trabalho, porque ele é menorzinho, então você vai ter que fazer uma quantidade maior, mas fica muito bom também. Pode fazer com ovo de codorna sem problemas. Então dá para reproduzir a receita do Michel Amorim, depois que já ficou craque, já aprendeu como fazer, aí dá para fazer com algum outro tipo, ovo de codorna, por exemplo. Michel Amorim, você tem uma entrevista especial que você preparou para o nosso programa hoje? Tem sim, Gabriel. Toda semana aqui a gente traz momentos divertidos com os chefes na quarentena. E como todo mundo sabe e quem não sabe, esse é um perfil do Instagram e nós vamos lá, fazemos essa parceria, a gente divulga o Instagram desse pessoal e mostra aqui para vocês situações divertidas e engraçadas, tudo que deu errado na cozinha. E aí eu fui conversar com uma das criadoras e olha só essa entrevista divertida também. Cozinhar não é uma tarefa tão fácil e aí surgem erros na cozinha. Erros esses que viram situações engraçadas. Melhor pego chão do Brasil. Vieram todo mundo assim, vai! Escorrega! Sim senhor, como não? Vem cá, sei, tumbatei. Um grupo de amigas resolveu compartilhar esses erros na internet. Mais pessoas descobriram esse perfil, se identificaram e começaram a colaborar. E aí, só cresceu. E agora eu vou conversar com a Aline, que é uma das criadoras do perfil Chefs na Quarentena. É isso aí, né, Aline? É isso aí. Conta pra gente, então, como é que surgiu a ideia da criação desse perfil? Bom, nós somos seis amigas, todas de São Paulo, apesar de que a Cláudia mora na Espanha. E a gente tem um grupo de WhatsApp, nem todas se conhecem pessoalmente. Por exemplo, eu não conheço a Cláudia pessoalmente. Mas enfim, nós somos amigas há alguns anos E assim, apesar de a gente não ter se visto A gente acabou ficando muito próxima A gente fala sobre tudo nesse grupo E quando começou a época da quarentena A gente começou a falar muito das coisas que a gente estava passando em casa Do que estava legal, do que não estava E aí a gente começou a trocar receitas E trocar as coisas que estavam acontecendo Nossas experiências incríveis que estavam acontecendo em casa E a gente começou a dar muita risada Porque, sei lá, todas até que cozinham Mas ninguém estava muito acostumado a cozinhar no dia a dia Todo mundo trabalha fora Então todas têm alguém para ajudar também em casa E aí a gente começou a cozinhar muito mal Então as primeiras receitas do perfil As primeiras receitas que deram errado E que foram compartilhadas São suas São, são nossas São obras incríveis nossas Eu posso encontrar alguma receita sua Que deu errado e você postou lá no perfil? Conta pra gente Várias Várias? Lá no começo Bom, é assim Meu marido é o cara que cozinha aqui E a gente começou a fazer carbonara A gente começou a tentar fazer carbonara E com as claras eu comecei a tentar fazer coisas Lá no começo tem um suspiro maravilhoso Que fui eu que fiz Ah, então é seu É meu Lá pelo meio também tem alguma coisa Que deveria ter sido um pudim de claras Que também fui eu que fiz Confeitaria de carbonara Confeitaria é difícil, não é? É muito difícil E agora entrega Eu quero que você entregue as suas amigas Dá seis Quem é a pior? Ah, não sei Difícil dizer Tá empatado Ah, eu acho que tá Tudo começou mesmo Por causa de uma lasanha da Marcela A lasanha dela ficou icônica Então, a Marcela foi muito importante Mas todas são E aí, como que foi surgindo O pessoal foi contribuindo Porque é um perfil colaborativo A gente começou a dar risada Das nossas coisas No grupo de WhatsApp E a gente falou, vamos fazer um livro disso Porque a gente vai dar muita risada E aí, em algum momento, a gente foi Imagina, que livro Olha o ano que a gente tá Vamos fazer um Instagram E aí a gente fez e compartilhou com a nossa família, com os outros amigos. E foi vindo gente, foi vindo gente. A gente estava todo mundo passando pelas mesmas coisas. E foi crescendo, crescendo de repente. Cresceu muito rápido. E hoje a maior parte vem de seguidor. Aline, e hoje o perfil, ele é bem grande, né? Tem muitos seguidores. E hoje vocês tratam ele como um negócio? Ou ainda é só diversão, só hobby? Ah, eu acho assim Hoje a gente já se organizou melhor A gente já pegou um pouco o jeito do Instagram também Porque o Instagram era o nosso hobby, né? Mas aí começaram a aparecer Começaram a aparecer empresas interessadas, agências E a gente começou a se organizar Então dá pra dizer que é um pouquinho de negócio já Mas é muito mais diversão a gente dá muito mais risada do que qualquer outra coisa e acho que isso é legal porque acaba deixando ele espontâneo mesmo a gente faz pra gente a gente ri muito ainda e aí, passou todo esse período de pandemia o perfil vai continuar vocês já estão se programando pensando no futuro? ah, eu acho que sempre vai ter gente cozinhando E eu acho que nesse período, apesar de ter sido um período muito difícil, eu acho que também teve um lado muito legal. Teve o lado das pessoas se unirem, o lado das pessoas estarem junto com a família. E eu acho que cozinhar foi uma coisa para muita gente, foi uma coisa que doeu um pouco, mas virou um hobby gostoso. Pelo menos aqui na minha casa e eu acho que na das meninas também, a gente aprendeu muita coisa. Então, acho que muita gente pegou gosto pela cozinha também, né? Então, acho que vai continuar ter gente cozinhando e a gente vai continuar se divertindo. Aline, o pessoal que não conhecia e o pessoal que já conhece, nunca é demais reforçar o arroba, né? É, arroba chefes na quarentena. Então, é isso, gente. Pessoal de casa que fez uma receita, deu errado, manda lá para o pessoal do chefes na quarentena. Manda mesmo Compartilha com a gente Pra gente dar risada juntos Olha, está de parabéns, Aline, por esta ideia em tempos tão difíceis, né? De pandemia, de isolamento social. E aí ela casou exatamente isso, né? A gente fica mais tempo em casa, se arrisca na cozinha. E acontece o que a gente vê aqui no programa Câmera Total, né, Michel Mori? E não com as suas receitas, mas com o pessoal de casa que se arrisca e muitas vezes não dá certo. É muito legal, né? É muito divertido porque as pessoas também se identificam, todo mundo cozinha, seja para fazer um doce, um salgado, e aí compartilham, né? Às vezes dá errado, às vezes dá certo. O importante é não desistir, tem que fazer, tem que ir para a cozinha, tem que se arriscar. E levar na brincadeira, né? Se der certo, você publica, se der errado, você publica também e reduz seu erro, porque faz parte da cozinha, né? Os grandes chefes erram, porque a gente que está começando aí também não podemos errar. Michel Morim, muito obrigado, gostei do ovo empanado, a receita que você ensinou hoje aqui. Sexta-feira não teremos programa, estaremos com audiência pública. Então você volta na segunda-feira com uma nova receita? Eu volto, sim, o pessoal ligadinho, então, segunda-feira, não vou dar spoiler, tem que assistir segunda-feira, acompanhar todo o Câmara Total. Eu ia perguntar se era salgado, se era entrada, então, sem spoiler hoje, Michel Amorim no Cozinha Fácil, sem spoiler, vai ter que assistir segunda-feira para saber qual que é a receita que ele vai ensinar, você sabe, né? São poucos ingredientes, são fáceis e sempre receitas gostosas que dão certo. Uma hora e cinquenta minutos, nós precisamos encerrar aqui o Câmara Total, continue na programação da TV Câmara Campinas, amanhã com as reuniões extraordinárias a partir das nove horas da manhã, na sexta-feira tem audiência pública às dez horas da manhã, tem muitos assuntos ainda pra gente abordar ao longo da nossa programação, com os boletins também sobre a Covid-19, então continue aqui ligadinho e até mais. Legenda Adriana Zanotto