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13 views Publicado 06/08/2025 HD · 49:22

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Durante a estiagem, a Fundação José Pedro de Oliveira intensifica o monitoramento da mata de Santa Genebra. Este ano, a campanha Agosto Dourado traz o mote priorizar a amamentação é cuidar de vidas e do planeta. Frente Parlamentar em Apoio [música] à paz e sustentabilidade ruma COP 30 realiza a segunda reunião na Câmara de Campinas. E Campinas é pioneira na formação de professores municipais e estaduais em mudanças climáticas. [música] Olá, [música] [música] boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 6 de agosto de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no 97829377 ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode, porque aí também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Porque você sabia que drones reforçam o monitoramento da mata de Santa Genebra durante o período de estiagem? Confira na reportagem de Rafael Torat. Durante o período de estiagem, a Fundação José Pedro Oliveira passou a usar drones para intensificar o monitoramento da área da mata de Santa Genebra, um dos principais locais de preservação ambiental de Campinas. A medida adotada faz parte das estratégias de prevenção para reduzir o risco de incêndios florestais. A utilização dos drones faz parte de um planejamento maior. Existe a brigada de combate e controle aos incêndios florestais aqui da Fundação José Pedro de Oliveira, que é a fundação que cuida há 44 anos da mata de Santa Genebra e um planejamento para esse período mais seco em que os incêndios têm um risco elevado. Então, além da da do utilização dos drones, nós revitalizamos o sistema de monitoramento por câmeras. São 21 câmeras, monitorando inclusive o presidente, todos os diretores e a equipe acompanham pelo celular imagens de cada uma dessas 21 câmeras, 24 horas por dia. Funcionários da própria fundação que integram a brigada de combate a incêndios agora realizam voos frequentes com drones sobre a área de preservação, reforçando a vigilância em locais mais vulneráveis. Nós temos servidores já foram treinados para utilizar o drone. Vamos até ampliar mais alguns servidores pra gente ter vários servidores treinados e a gente faz um voo uma vez por semana com certeza e a qualquer momento quando há necessidade. Então, alguma, alguma suspeita, alguma denúncia, alguma situação que a gente quer apurar ou mesmo a ocorrência de uma fumaça que ainda não tá identificada, o drone voa e vai trazer imagens melhores pra gente. Eh, porque às vezes uma das nossas câmeras, embora são bastante, elas podem não pegar a ocorrência. Então, aí o drone complementa a imagem das câmeras. A tecnologia permite detectar focos de fumaça e alterações na vegetação, além de facilitar o acesso a regiões de difícil alcance por terra. Antigamente a gente precisava fazer um deslocamento de um veículo com pessoal para chegar na área, para averiguar essa área. Nem sempre é um ponto facilmente acessível, né? E com o drone a gente tem velocidade, a gente tem o acesso, né? Então isso ajuda muito para que a gente possa organizar toda a equipe e partir para um combate mais efetivo e rápido. Período da estiagem onde a gente sofre o maior risco, né? a gente não tem tanta chuva, a vegetação tá mais seca, o fogo se propaga com muito mais facilidade. Então, uma resposta rápida é extremamente importante para que não se tenha uma propagação, um aumento, uma escalada desse incêndio, é uma proporção que a gente às vezes não consegue mais sozinho combater. Então, se a gente consegue um acesso rápido num foco que ainda tá em início e o drone, as câmeras de monitoramento são ferramentas essenciais para isso, a gente consegue muito mais rápido e debelar esse foco que poderia tomar um potencial maior antes dele escalar nessa proporção. Com uma área com mais de 351 haares, o equivalente a 300 campos de futebol. A mata de Santa Genebra é o maior fragmento florestal da RMC, a região metropolitana de Campinas. abriga mais de 600 espécies vegetais, são mais de 350 de fauna vertebrada, de fauna invertebrada, um número muito maior ainda, só de borboletas são 700, que no caso de um incêndio estariam sobo. Então, a ideia é que a gente possa detectar esses focos fora da unidade, que a 99,9% dos focos se iniciam fora da unidade, né, para evitar que ele chegue e possa comprometer esse ecossistema aqui, que é fundamental para essa fauna e flora. O presidente da fundação também pede o apoio da população, que pode colaborar denunciando focos de fumaça ou atitudes suspeitas próximas à reserva. A gente pede ajuda da população. Se avistar alguém colocando fogo aqui nessa redondeza, pode denunciar alguém soltando o balão. O balão é um risco muito grande, porque se ele cai em áreas pouco acessíveis no interior da mata, dificulta muito o combate ao incêndio que pode ser formado pelo pela queda do balão. Então a gente pede muita ajuda pra população para que denuncie, que não jogue entulho, que não jogue lixo no entorno, porque às vezes a pessoa coloca o fogo para ser livrar do lixo e acaba causando um incêndio. Isso serve paraa mata e serve para as outras áreas verdes da cidade. No ano passado foram registrados 30 focos de incêndio aqui na região do entorno da mata. Nenhum deles transformou em incêndio de maiores proporções, graças a esse trabalho que é feito pela Fundação José Pedro de Oliveira. Hora de solidariedade e cuidado com a vida. Conheça o trabalho do banco de leite humano da Maternidade de Campinas, que coleta e distribui leite materno para bebês internados e prematuros. Doar é simples, seguro e faz toda a diferença. [música] [música] O banco de leite humano da maternidade de Campinas é referência no cuidado com recém-nascidos que dependem da doação de leite materno para sobreviver e se desenvolver com saúde. e tem como missão promover, proteger e incentivar o aleitamento materno. O processo é simples e seguro. A equipe da maternidade orienta, acompanha e fornece o suporte necessário. Mas antes de tudo, é importante saber quem pode doar. Para ser doadora, você mamãe que amamente seu filho, é saudável, tem leite excedente, é só entrar em contato com o banco de leite. Nós fornecemos todas as orientações, desde armazenamento a forma de retirada. Mediante isso, nós agendamos um horário com a equipe médica e com o enfermeiro clínico, onde fará todas as orientações o passo a passo. Nós atendemos 100% a população, tanto SUS quanto convênio, porque nós entendemos que cada gota de leite vale ouro. As mães passam por uma orientação com a equipe da maternidade e aprendem como retirar o leite em casa, [música] sempre seguindo os protocolos de higiene e armazenamento. A mãe pode fazer essa retirada, né? Primeiramente, ela precisa passar por essa consulta, onde nós vamos fazer toda a triagem e as orientações. Em Campinas, nós retiramos esse leite [música] duas vezes por semana, de segunda e quarta-feira. Nas regiões, no momento, não temos essa disponibilidade, mas as mães podem vir até aqui e entregar esse leite. O frasco utilizado para a coleta é fornecido pela própria maternidade de forma gratuita. Por isso mesmo que a gente faz esse agendamento aqui no banco de leite. Nós fornecemos todos os materiais, porque o frasco precisa ser bem higienizado, um frasco de vidro com tampa de plástico. Então tão tem todas as orientações, até mesmo a identificação do frasco que a mãe precisa colocar, ela sai daqui com todo esse treinamento, com todas essas orientações. Ao chegar na maternidade, o leite passa por etapas de controle e qualidade, garantindo segurança para os bebês que vão receber. Tem vários processos, né? Tem o leite, igual nós citamos agora, quando a mãe tira, que é o leite cru, ela já oferece pro seu próprio bebê aqui na UTIEL, mediante toda a análise de exames que é feito com a médica. Tem temos também a pasteurização que acontece de terças e quintas-feiras, quando a mãe deixa esse leite para doação, é 100% pasteorizado, mesmo com todos os exames negativos, né? E tem a questão dos armazenamentos, né? Que ele tem o período de validade, as mães a gente faz todas essas orientações, como armazenar, onde armazenar, até mesmo na retirada, né? a gente fornece orientações qual ambiente fazer essa extração de leite em domicílio, quais são os cuidados com higiene, são várias informações que é só entrar em contato, a gente faz um agendamento por telefone e a mãe vem aqui no banco de leite para fazer o atendimento. De acordo com o Ministério da Saúde, 1 L de leite materno deve ser utilizado para alimentar 10 bebês prematuros ou de baixo peso. Quanto mais a criança mama, mais produz. A natureza é sábia, né? Então aquela mãe que o bebê suga bastante, ela vai produzir mais. Tem mães que produzem, que elas trazem pra gente na semana, dois frascos de 200 ml. [música] Tem mãe que consegue retirar 400 ml. Então vai muito mais assim da questão fisiológica do bebê, que o nosso organismo é sábio. O corpo entende o quê? A criança suga a quantidade que ela produz. Quer se tornar uma doadora ou saber mais? A equipe do banco de leite da maternidade de Campinas está pronta para te atender. É só entrar em contato pelo telefone 330639. É um telefone diretamente aqui no banco de leite. Temos uma auxiliar administrativa que ela vai fazer esse agendamento. Doação de leite materno. Um gesto simples que salva vidas. [música] [música] Vamos falar sobre emprego agora. É sempre bom, né? Para você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área, preste atenção, porque o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas está com mais de 600 vagas disponíveis para esta quarta-feira. Olha só, a vagas para ajudante de cozinha, ajudante de obras, ajudante de reparador, assistente de monitoramento, a assistente de vendas, a atendente de farmácia balconista, a atendente de lojas. Esta vaga é específica para pessoas com deficiência. Balconista de açogue, controlador de pragas. Eletricista de instalações, empacotador à mão, faturista, fiscal de caixa, instalador, reparador de linhas de comunicação de dados, motorista de caminhão, operador de roçadeira, peixeiro, servente de obras e técnico de manutenção de sistemas e instrumentos. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site cepat. campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadãos util.campinas.sp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã, às 4:30 da tarde. A unidade do ouro verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde, e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. [música] Hora das notícias do legislativo. Por iniciativa da vereadora Fernanda Solto, a Câmara de Campinas promoveu mais um debate público. Dessa vez, a parlamentar trouxe para discussão a questão da privatização do ensino municipal infantil. A reunião teve como objetivo dar visibilidade e endossar a luta de professores, educadores, pais e representantes de coletivos e movimentos que não estão de acordo com este formato de ensino. Não, a privatização da educação infantil em Campinas foi o tema do debate público proposto pela vereadora Fernanda Solto e realizado no plenário da Câmara Municipal. Nós somos surpreendidos em pleno recesso escolar com a notícia da entrega de diversas escolas da educação infantil do município de Campinas para entidades privadas. E é bem verdade que essa privatização da educação no nosso município, ela não se iniciou no governo Dário Saad. Isso é verdade. Porém, nós estamos enfrentando um aprofundamento e um desmonte acelerado das políticas públicas, em especial da saúde, educação e assistência neste governo que é uma continuidade. Qual é a justificativa de se entregar novamente escolas que já nos mostraram que a experiência sobre a gestão privada foi muito ruim? Professores e militantes da APOSP, que é o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, líderes de movimentos e coletivos ligados à educação participaram do evento. O professor e ex-vereador da Câmara de Campinas, Paulo Búfalo, e o vereador Wagner Romão, também marcaram presença no debate. é um modelo que tá, infelizmente, muito arraigado nessas últimas gestões aqui eh da prefeitura na cidade de Campinas. É um modelo que a gente tem que questionar a todo momento, né, nos momentos em que a gente faz o embate aqui na Câmara, mas também no dia a dia das escolas. E acho que isso é muito importante que a gente possa, né, também considerar que esse momento aqui seja um momento de organização das nossas lutas, mas que seja também um diálogo de um um momento de diálogo, de estabelecer um diálogo com as escolas, com a sociedade, com os pais, mães responsáveis, com os profissionais da educação, porque a gente sabe que essa disputa a gente precisa ganhar nessa nesse diálogo, né? a gente precisa reconquistar eh aquilo que eh eh eh ainda é um valor, me parece que ainda é um valor importante na nossa sociedade, que é o bom serviço público. A privatização que nós enfrentamos hoje é um processo que nós precisamos colocar na nossa pauta e não ter medo de mudança. Para a vereadora, é possível ampliar o investimento na educação, já que o orçamento total da prefeitura é estimado em R$ 8 bilhões deais por ano, com os recursos que já existem no caixa da prefeitura, dentro das receitas da prefeitura e que seria possível municipalizar todas as escolas que hoje estão sob gestão privada, todas as 50 escolas, ou seja, eh isso teria um impacto de R milhões deais Quando a gente olha para o que é transferido para o as a iniciativa privada, as duas maiores organizações ah que recebem recursos públicos hoje para fazer gestão de escolas, somadas elas recebem quase R milhões deais, metade do que seria necessário para municipalizar 50 escolas. Não existe justificativa para se privatizar a educação do município, nem do ponto de vista financeiro, porque não existe economia nenhuma nesse processo, não existe justificativa do ponto de vista da eficiência da gestão. Afinal de contas, nós temos hoje uma gestão extremamente qualificada, que é referência nacional, um dos poucos municípios em que nós temos uma gestão que é feita por servidores de carreira, muitos que estão há décadas na política educacional de Campinas produzindo, elaborando, pesquisando e não existe justificativa também do ponto de vista pedagógico. A professora Teresa Adrião, doutora da Faculdade de Educação pela Unicamp, ainda chamou a atenção para o fato de que privatização não é sinônimo de qualidade, além de ser uma forma de restringir a participação das pessoas no serviço prestado. Já o economista, especialista em finanças públicas, comentou sobre as consequências desse processo para a rede pública de ensino e o Campprev, que é o Instituto de Previdência Social do Município de Campinas. Como que o estado abre mão de R$ 200 milhões deais para realizar suas próprias contratações? Como que ele não define que vai fixar esse esse recurso na economia local? Como que ele não vai homogenizar o seu conjunto, a sua política pública? Como que ele transfere esse poder de fogo? É poder de fogo. R 200 milhões deais pulveriza em um conjunto de de de organizações que ele não controla para realizar essas contratações. E os problemas da heterogeneidade. Tem a escola que tem os servidores da prefeitura, que tem uma uma estrutura salarial melhor, né? como vamos dizer a verdade. E tem essas organizações que rebaixam principalmente a mão de obra de baixa qualificação. Vai colocar o servidor ali da higiene, da limpeza, eh, de uma forma muito precarizada. Isso tem impactos na educação. O que acontece quando você terceiriza, você transfere esse recurso para essas organizações, elas contratam de formas variadas, inclusive PJ, ou seja, ou seja, uma parcela desse recurso vai pro regime geral da previdência, que é o, né, o nosso, a nossa previdência social. E uma parte ele nem ele é inclusive é desviado do das garantias trabalhistas e previdenciárias dos trabalhadores brasileiros, principalmente as baixas qualificações. Ou seja, a gente esvazia o CPREV e esvazia o o fundo público da previdência brasileira. A estudante de pedagogia e presidente do Conselho das Escolas Municipais de Campinas ainda reforçou a importância da atuação do Conselho na discussão desses temas. Uma questão que o conselho defende é que a gente amplie essa discussão e que a gente traduza essa discussão. Ela é muito complexa. Ela tem nomes e palavras e siglas e números exorbitantes e difíceis. E é difícil a gente acessar a comunidade familiar com esse tema tão denso. Então, é muito importante que o conselho e os conselhos de escola traduzam e levem isso para as comunidades familiares, porque a gente só vai conseguir ganhar nessa luta se a gente tiver o apoio das comunidades familiares, da dos territórios e de toda a equipe escolar. Essa não é uma luta só dos servidores públicos, essa é uma luta de nós também, dos pais responsáveis, porque é importante a gente pensar quanto o futuro dos nossos filhos. Eh, o que tá em debate é a qualidade da educação dos nossos filhos. E essa educação que tá sendo construída hoje, ela tá fomentando, formando a geração futura. Então, foi o que eu falei no ato, assim, que tipo de geração futura que a gente quer, a gente tá construindo ela agora. Importante dizer isso. As famílias, os trabalhadores das comunidade, inclusive que moram e que trabalham ali nessas escolas são contrários. Tem um abaixo assinado que tá sendo divulgado pelo Conselho das Escolas Municipais, mostrando eh a participação popular. Hoje nós tivemos aqui participação de pais, responsáveis, professores dessas escolas, mostrando que a comunidade é contrária esse avanço da privatização. Então nós vamos aproveitar esse eh retomada das sessões na Câmara Municipal pra gente também ampliar a visibilidade sobre esse debate. Vereador Herbert Ganém protocola projeto de lei que assegura a toda pessoa o direito à proteção dos animais, inclusive para cães e gatos comunitários. O vereador Herbert Ganém protocolou um projeto de lei que assegura a qualquer cidadão o direito de oferecer água e alimentação aos animais que vivem nas ruas da cidade. Hoje, vários protetores, protetoras saem pelas ruas deixando um pouco de comida pros animais. Até pessoas em frente sua casa acaba colocando um potinho de água e de ração. E a nossa lei garante que ninguém pode retirar da via pública esse alimento, essa água pro animal. Com isso, o projeto tende a proteger também os protetores, de forma que essa ajuda não seja impedida por terceiros. A gente recebe muitas reclamações de pessoas que colocam ração, água ali na calçada ou numa praça e são ameaçadas por pessoas que moram ali perto, que não gostam de animais, eh, agridem, xingam, né? a gente recebeu muitos casos, então a gente decidiu entrar com esse projeto de lei para proteger os animais, para que eles possam ter acesso à comida e à água e as pessoas que fazem esse trabalho voluntariamente. De acordo com Ganém, a lei pretende legitimar uma prática comum entre protetores e cidadãos compassivos que se preocupam com o bem-estar animal. A gente vai alguns casos, as pessoas pisoteiam no pratinho, viram, então o animal, um gato que tá ali perto, passa para beber água. não tem mais. Ele é privado de comida, de água e as pessoas que fazem esse trabalho voluntariamente acabam sofrendo ameaças e ficam inibidas de ajudar animais de rua e o animal acaba morrendo de fome. É isso que a gente não quer que aconteça. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque ontem, presidida pelo vereador Marcelo Silva, a segunda reunião da Frente Parlamentar, em apoio à paz e sustentabilidade, rumo à COP 30, reuniu especialistas e representantes da Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade e debateu os objetivos de educação, Defesa Civil, Socorro Humanitário, as mudanças climáticas e em preparação para a conferência das Nações Unidas, que vai ser realizada em Belém, novembro deste ano. A Frente Parlamentar em apoio à paz e sustentabilidade rumo à COP 30, que a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas realizou a sua segunda reunião no plenário da Câmara Municipal. Presidida pelo vereador Marcelo Silva, a frente foi criada pelo parlamentar com o objetivo de promover políticas públicas voltadas para a paz e a sustentabilidade. As frentes parlamentares são responsáveis por promover o diálogo com a população, instituições e representantes da sociedade sobre os temas propostos pelos vereadores para que essa frente possa produzir material. Aí eu digo o material são projetos, são ideias eh de paz e de sustentabilidade que nós possamos aplicar aqui em âmbito municipal e aí poder também replicar no estado, replicar no Brasil. A reunião contou com a presença do professor Lino Azevedo, que lidera o movimento internacional por uma cultura de paz, da coordenadora da organização Brahama Comares, Nádia de Castro e representantes da Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente, Sustentabilidade, que trouxeram abordagens alinhadas com as diretrizes globais de educação, combate, Defesa Civil, e socorro humanitário, as mudanças climáticas e em preparação para a COP 30 que será realizada em Belém. A Copa 30 que será realizada no Brasil agora em 2025 não é apenas um evento internacional, ela é um chamado a ação concreta, especialmente para cidades como como Campinas, que tem a tradição e a inovação, a educação tecnológica e a participação social. Mas não haverá sustentabilidade ambiental sem paz social, sem justiça climática, sem justiça humana. Representamos setores diversos da sociedade, do poder público, do setor produtivo, movimentos sociais, cidadãos e juntos podemos fazer da frente um espaço de articulação real de políticas públicas, projetos e boas práticas. Nós passamos do limite do que a gente chama de emergências climáticas. né? Nós debatemos no último encontro a respeito disso com o professor Lino, mas é de suma importância relembrar que nós não temos mais tempo, que é necessário, sim, é se faz necessária essa frente parlamentar, não só como representatividade popular, mas também como uma representatividade de ações populares, o quanto quanto é importante cada um dos cidadãos campineiros cooperarem com o meio ambiente, com o clima e com a sustentabilidade. E isso é importante lembrar que não é papel apenas do vereador, apenas da Secretaria do Clima, mas também da população em geral. O presidente do COMPAS, o Conselho Municipal da Cultura da Paz, também participou do debate e falou sobre a missão do conselho na prevenção da violência, inclusão social e fortalecimento comunitário. O conselho é um espaço de diálogo tanto do poder público quanto da sociedade civil para que a gente consiga propor iniciativas práticas paraa solução dos problemas, como é feito, né, nessas eh na frente parlamentar agora, nessas construções que são de extrema importância para uma sociedade que busca a paz, que é uma busca contínua, né? Não é algo, não é um destino, é um processo de busca diário e de respeito, principalmente de espaços que respeitem as pessoas, que respeitem a diversidade humana. Toda reunião a gente sai com ações, com ideias concretas. Hoje foram propostas inúmeras e moções, né, tanto moções de repúdio como ideias de projetos eh de lei, de paz, de sustentabilidade, para que a comissão eh parlamentar ela faça ela faça essa análise e veja o que é cabível ou não propor em âmbito aqui municipal. E aí com isso, ao final elaborarmos um documento e que esse documento seja levado, né, ao COP 30, creio que seja eh uma das únicas câmaras municipais que esteja no Brasil produzindo esse tipo de de documento. Eu tenho certeza que vai contruir contribuir bastante aqui para para municípios, principalmente, porque a ideia é que a gente possa implementar políticas públicas que possam replicar em outros municípios. A gente segue aqui com o Janal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência nesta quarta-feira. E olha só, Campinas vai ter o primeiro curso de capacitação para professores da rede pública de ensino. A ideia é torná-los multiplicadores dos saberes como clima, tempo, desastres socioambientais, justiça climática e racismo ambiental. O projeto conta com a parceria do CPAGR da Unicamp e vai ser online. É o giro ambiental. [música] No Giro Ambiental de hoje, vamos falar sobre a iniciativa da Prefeitura Municipal de Campinas, juntamente com CPAGR da Unicamp, com a capacitação pioneira sobre mudanças climáticas para os professores da rede municipal e estadual de ensino. A ideia é multiplicar os saberes, promover a reflexão sobre os nossos desafios atuais. Quem vai explicar pra gente como nasceu a iniciativa, quais os próximos passos é o secretário de clima, meio ambiente e sustentabilidade, Brasa Dega Júnior e o professor Gustavo Melo. Muito obrigada por participar aqui com a gente no Giro Ambiental. Obrigado, Alexandra. Sempre uma satisfação muito grande a gente tá podendo participar e levar a informação para toda a nossa cidade de Campinas, né? esse projeto tão importante nesse momento que a gente vive aí as emergências climáticas, né? Então é fundamental que haja a capacitação aí do nosso corpo técnico da área de educação, para que possa levar para nossos alunos aí para toda a nossa cidade, não só da cidade de Campinas, mas do estado, eh, tanto da nossa rede municipal, rede estadual, como as próprias escolas particulares também, se assim os desejarem, todos essa parceria muito grande aí e importante nossa com a Unicamp. é muito importante nesse momento que vivemos. Gustavo, eh, queria que você falasse pra gente como é que nasceu essa iniciativa. Essa iniciativa nasceu hã em 2023, quando a gente iniciou o trabalho de escrita do plano local de ação climática e e a equipe técnica da prefeitura precisava de apoio para conceitualização de alguns eventos climáticos e buscamos no CEPAGRE essa parceria, né, na academia, na Unicamp, para nos referenciar. E a grata surpresa foi descobrir que dentro do CPAG existe um braço, vamos dizer assim, né? Um setor de educação climática que é o Labeduc. E com a equipe do Labeduc, a gente começou a eh pensar nessa possibilidade de uma formação eh voltada paraa educação climática, que além de tudo tá previsto dentro do próprio plano de ação eh local climática, como das suas metas, trabalhar a educação climática com formação de professores e multiplicação, né, dessa temática. E foi um trabalho construído aí em conjunto com a equipe do CEPAGN, com as diretorias de ensino do estado, leste, oeste, com a Secretaria Municipal de Educação, onde a gente foi formatando esse curso durante um ano, 2024, quase que inteiro e agora esse período do primeiro semestre de 2025. Eh, e o legal é que além de abordar temáticas muito, muito atuais, ã, e conectadas com a realidade do município e dos planos municipais, eh, acrescentou de forma absurda com a participação acadêmica. Muitos professores são referências dentro das suas áreas na Unicamp, até pro Brasil e fora do Brasil, vão estar participando como formadores desse curso. E estamos muito felizes com essa possibilidade, os resultados que a gente vem acolher. Maravilhoso. E secretário, a ideia então é formar multiplicadores desses saberes que vocês vão discutir para que sejam realmente passados para todos os níveis da sociedade. Sim. Eh, nesse primeiro momento, né, esse curso, como você mesmo disse que é pioneiro, eh nós estaremos aí abrindo aí 50 vagas aí para professores da nossa rede municipal, mais 60 vagas aí paraa rede estadual e e isso é muito importante, essa formação, essa conscientização é fundamental para que a gente possa levar esse conhecimento para toda a nossa população. E Gustavo, qual são as disciplinas que os professores vão ter dentro dessa desse curso de capacitação? E qual a carga horária? Como é que vai funcionar? É online, né? Isso, Alexandre é online. Só pegar um gancho que o secretário falou. O bacana também desse curso é que ao fim do curso, eh, todos os professores que participarem, eles vão ter que o trabalho de conclusão do curso TCC eh apresentação de um projeto para ser executado na escola que esse professor trabalha. Então, a gente vem com a parte teórica e o professor no final do curso já vai pra parte prática para aplicar na escola. E dentre os temas que a gente vai trabalhar, tem questões relacionadas relacionadas a às mudanças climáticas, justiça climática e racismo climático, que é um ponto hoje assim que tá ganhando muita força dentro das discussões eh na sociedade, que é vincular a questão da vulnerabilidade social e os efeitos, né, das mudanças climáticas, que para essas pessoas são mais sentidos. eh cidades resilientes, como trabalhar a pedagogia da educação climática, entre outros. E o curso ele é um curso de 34 horas, ã, que vão ser distribuídas aí em todas segundas-feiras a partir do dia 11 de agosto, no período da tarde. Eh, e vão aí durante mais ou menos um mês. E aí a gente fecha com o encontro presencial, aonde justamente vai ser o momento de apresentação dos trabalhos de cada professor que vai executar na sua escola, de troca de experiências, de troca de impressões sobre o curso. E esse e essa é a primeira edição. a gente pretende replicar esse curso nos próximos anos e crescer o público que participe dele pra gente, como o secretário muito bem disse, utilizar essa ferramenta poderosa que é a educação para falar de mudança climática com todas as pessoas de Campinas e até de fora. Muito legal. E as vagas que foram abertas já foram preenchidas? Vocês tiveram interesse máximo? Como é que foi? A as inscrições ainda estão abertas. H até o dia 28, no comecinho de segunda-feira, né? Ã, mas para quem tá acompanhando aqui, eu acho que vai faltar, vaga. Eh, o pessoal se interessou bastante, até porque, como o secretário também disse, é um é um curso, quando a gente fala de pioneiro, eh, não é só no sentido de que Campinas tá fazendo isso pela primeira vez. a gente tem muito orgulho e de contar com com com esse apoio que a que que a gestão tá dando pra gente, até porque eh não temos notícia de nenhuma outra cidade do país que tenha organizado um curso tão abrangente, né, com com setor acadêmico e principalmente eh aberto para todas as redes de ensino, que a maioria dos municípios desenvolvem ações paraas suas redes municipais e a gente conseguiu através dessa articulação eh também muita boa vontade na parceria por parte da da da das diretorias de ensino do estado, conseguiu soltar um curso desse tamanho para rede estadual, municipal e assim por diante com essa qualidade. Então é um curso inédito até no país com esse modelo e com essa temática. Incrível. A gente vai ser pioneiro, então vai entrar pra nossa conta de pioneiros, né? E secretário, quais são os desafios principais da cidade? Só pra gente ter uma ideia, né? É claro que cada cidade tem o seu perfil, seu desafio maior. Campinas, quais são para nós, quais são os principais desafios climáticos? Olha, Campinas é uma cidade muito grande, né? Nós somos 796 km². é uma cidade de uma extensão territorial muito grande. Então a gente tem às vezes durante o mesmo dia em vários pontos das cidades, eh temperaturas diferente, com diferenças até de às vezes de 4 graus aí de uma localidade para outra, dependendo da questão da arborização. Então, eh, nesse momento a gente vem preparando as nossas políticas eh de mitigação tanto do um projeto bacana, por exemplo, que a gente tem implantado na cidade é as micros florestas, né, que vem dentro desse encontro e estamos aplicando elas nos locais aonde a gente nos locais aonde a gente tem um uma intensidade de calor maior. Então, eh eh essa esse momento que a gente também tem de implantação do nosso PLA, que agora a gente sai da parte da filosofia do nosso plano eh de ação climática, estamos entrando em prática, né, [risadas] como esse curso, por exemplo, eh eh que é pioneiro, né? Então, é esse que são os grandes desafios, é tirar do papel todas as boas ideias que foram escritas até agora e colocar na prática que as pessoas sintam no seu dia a dia. é esse o nosso papel e tenho certeza que a gente vai conseguir aí eh com a ajuda de todos, a colaboração de todos, porque quando a gente fala de emergência climática, de ação climática, né, então tem que haver eh a colaboração de todos e é isso que a gente tá fazendo através dessa colaboração aí, dessa capacitação do nosso corpo decente. É, e nada docente. É, é. E nada melhor do que para pra gente sensibilizar as pessoas do que chegar na escola, né? E Gustavo, eh, a gente sabe que assim as emergências climáticas elas são muito parecidas para todo o mundo, praticamente, pontuais desafios para cada região. Esse currículo desse curso, ele pode mudar paraas próximas edições, vocês fazem sempre ele atualizado? Como é que vocês têm pensado nisso? Eh, a gente tem essa possibilidade sim de de flexibilidade na na questão da da ementa que a gente chama, né, que é a grade com as disciplinas que a gente vai abordar. Eh, porque a ideia, como eu disse, é se repetir, é terem várias edições. E a cada edição eu acho que é muito válido a gente aprender com coisas que deram certo, que não deram e rever para uma próxima edição do curso. Mas eu vou pegar o Gidu agora, Alexandre, e vou tocar num assunto aqui bem legal, que é uma novidade. Eu tava até comentando com o secretário aqui um pouquinho antes da gente, né, entrar no ar paraa entrevista, que é o seguinte, essa capacitação que a gente tá fazendo em parceria com Cepagner, ela já gerou uma outra ação que a gente vai ampliar pra cidade durante o ano que vem, que é o trabalho de formação junto às comunidades mais vulneráveis do território de Campinas. Durante o Plac, a construção do plano local de ação climática, foi feito um levantamento das áreas mais vulneráveis, inclusive com as características regionais, de quais eram os riscos mais eh eminentes em cada região, se, por exemplo, uma região tá mais sujeita à enchente, se uma região tá mais sujeita a uma onda de calor por por falta de vegetação. Então, esses riscos foram mapeados no PLA e hoje a gente tem um panorama de quais regiões são mais vulneráveis socialmente, climaticamente e que podem precisar de um apoio maior do poder público. E aí a gente já tá com o piloto lá na região do Bassoli, aonde o pessoal da do Cepagre, junto com a gente aqui da secretaria, vai até o local, conversa com os atores daquela comunidade e junto com eles pensa nos problemas e nas emergências climáticas que podem ou estão já acontecendo ali paraa população ter protagonismo nessa participação e dizer qual é o papel dela e na contramão também pedir né, eh, levar ao poder público as demandas que são necessárias para aquela região, para que o poder público possa também ter material para intervir. Então, esse é um segundo momento, um desmembramento dessa formação que pro ano que vem a gente deve estar levando aí para toda a cidade. Hoje temos um piloto lá na região do Bassoli. Muito legal. Eu queria já parabenizar por essa iniciativa. É sempre bom ser pioneiro e com certeza virão outras turmas aí pra gente ampliar esses saberes, né? e queria saber um contato pra gente acompanhar esse projeto, essas aulas, os trabalhos de conclusão de curso. Existe algum canal para isso? Bom, a gente pretende estar dando visibilidade durante todo o curso através do portal da prefeitura mesmo, né, com as matérias. Então, durante o curso, conforme forem tendo novidades e coisas mais interessantes, a gente vai colocando no portal. E o fechamento do curso já tava até combinado com o pessoal da comunicação da prefeitura e até por uma questão de transparência, né, a gente vai apresentar sim os dados, os projetos, as escolas atingidas. Ã, tudo isso, primeiramente através do portal, né, que é uma fonte mais rápida de informação. Ã, e espero que os resultados sejam melhores até do que a expectativa que a gente tem. Muito bom. Então, muito, muito obrigada mais uma vez pela participação de vocês aqui com a gente. Eu que agradeço, eh, Alexandra, estamos sempre à disposição e eu fiz questão que o professor Gustavo Merl estivesse presente aqui, que é o coordenador desse projeto aqui na Clinas. Então, já que nós vamos capacitar os nossos professores, nada mais justo do que eu ter um professor aqui, eh, coordenando esse projeto. Muito obrigado e com certeza será um grande projeto paraa nossa cidade, toda a região. Muito obrigada então, professor Gustavo, também sucesso em nossas atividades. Muito obrigado. E para você que nos acompanha, continue com a gente porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. Conheça as espécies da fauna invasora que dominaram o Brasil. Em 1839, as abelhas europeias chegaram ao Brasil importadas de Portugal. [música] Embora a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a FAL, as considere a espécie de abelha mais presente no Brasil e a mais reconhecida mundialmente, sua introdução trouxe desafios. Essa espécie invasora compete com a cerca de 250 espécies de abelhas nativas brasileiras que, ao contrário das europeias, não possuem ferrão. Originário do Oriente Médio, o Pardal Doméstico foi introduzido no Brasil no início do século XX para controle de insetos. Contudo, sua dieta variada permitiu-lhe adaptar-se plenamente às áreas urbanas em todo o país. Pesquisas mostram que a espécie se beneficia da presença humana, alimentando-se de restos e sementes. Além disso, destaca-se pela alta taxa de reprodução, com até quatro ninhadas de quatro a cinco ovos por temporada. Não se engane pelo tamanho. O camundongo é uma ameaça séria. Ele não só espalha doenças como antavirose, leptospirose, mas também prejudica plantações e a vida selvagem nativa. O maior estrago, porém, acontece nas ilhas. Chegando de carona em navios, esses roedores invadiram até santuários como Fernando de Noronha e o atol das rocas, representando um perigo ainda maior para as aves nativas. Muitos a vem como uma aliada no combate aos mosquitos em casa, mas a lagartixa doméstica é, na verdade, uma espécie invasora. Ela se beneficia da vida dos seres humanos, mas isso não diminui sua ameaça biodiversidade nativa. Acredita-se que essa lagartixa chegou no Brasil de carona em navios com o primeiro registro em solo brasileiro datando de 1945. Desde então, [música] sua invasão se espalhou por todos os biomas do país. O pombo comum originário da Europa e do Mediterrâneo é um mestre em colonizar novos ambientes do asfalto aos edifícios. [música] Ele se adaptou perfeitamente às cidades brasileiras, onde há comida em abundância. Estima-se que chegou ao Brasil no século X, trazido pelos portugueses. Contudo, essa ave é um grande reservatório de patógenos, representando um risco de transmissão de doenças, como salmonela, criptococose e toxoplasmose para humanos e outros animais. [música] [música] [música] Hoje tempo estável e segue esta tendência para amanhã, quinta-feira, com o sol aparecendo entre alguma nebulosidade e Não deve chover. Já adianto que na sexta-feira tem uma mudança no tempo e aí tem possibilidade de chuva, mas por enquanto é tempo firme. Vamos às temperaturas para esta quinta-feira porque elas sobem em relação a hoje, viu? Mínima de 15º já é uma mínima elevada para este inverno. Ao longo do dia, a temperatura sobe e pode chegar aos 27º aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela [música] sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] เ
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