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Câmara de Campinas absolve por maioria o vereador Vini Oliveira, que segue com o mandato parlamentar. Em requerimento, vereadora Fernanda Solto pede informações à prefeitura sobre a construção de unidades do Cras em Campinas. E o Giro Ambiental aborda o programa Aterro Zero, que promove aproveitamento de materiais, gerando renda e emprego. [Música] Olá, boa tarde. Meiodia, mais 1 minuto desta quarta-feira, 2 julho de 2025, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas em região, pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela. É o 97829377. ou você tem a opção de enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para este Qcode. A CERASA, órgão de proteção ao crédito com um banco de dados sobre o histórico de crédito dos consumidores brasileiros, está com o programa Desbanca. é um mutirão de renegociação de dívidas com instituições financeiras com descontos que podem chegar a 97%. Olha que oportunidade, hein? Então, para nós entendermos quem pode participar até quando vai este programa, eu aciono a repórter Alexandra Dias, que tem as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Alê. Muito boa tarde, Gabriel. Muito boa tarde a você de casa. É isso mesmo. A gente vai falar do mutirão de esbanca do Serasa que intermedia aí as dívidas entre os credores e as pessoas que precisam negociar suas dívidas e deixar o seu nome limpo. E quem vai explicar pra gente como tá funcionando é o Thiago Ramos, que é um especialista em educação financeira. Muito obrigada por receber a gente e dividir essas informações tão importantes, né? Como é que tá funcionando, Thago? Todos os canais oficiais da Serasa, o site aplicativo e as agências dos Correios estão participando dessa campanha liderada pela Serasa com 40 instituições financeiras de todo o país. Essa ação vem para conter a alta da inadimplência, que é o momento do Brasil e São Paulo e Campinas também sentem essa tendência justamente para ajudar as famílias brasileiras com dívidas em bancos e instituições financeiras a encontrar um acordo que cabe no bolso nesse meio de ano e ficarem com o nome limpo. São 77 milhões de brasileiros nadimplentes em todo o país. São Paulo entrou na lista de estados com mais da metade da população adulta inadimplente e Campinas possui mais de 400.000 moradores inadimplentes. O Disbanca é uma ação que visa é que tem foco na negociação de dívidas de bancos. Até o momento já foram R milhões deais em descontos aqui em Campinas e essa ação vai até o dia 11 de julho e pode chegar até 97% de desconto, né? Como é que funciona? As pessoas entram no site e elas fazem a própria proposta a partir das suas condições financeiras. Quem tem acesso, quem tem facilidade com celular ou computador, acessa o cerasa.com.br ou baixa o aplicativo Serasa. faz um cadastro rápido de até 3 minutos e lá terá acesso a todas as dívidas. O consumidor escolhe a dívida que quer quitar e também aceita as condições de pagamento que estão sendo oferecidas para pagamento à vista ou parcelado. Ele pode, por exemplo, escolher a quantidade de parcelas, se o pagamento é por boleto ou por Pix e já fecha o acordo por lá mesmo, saindo com o código de barras ou a chave do Pix para pagarem um canal de preferência. Quem não tem essa facilidade com celular ou computador, pode ir a qualquer agência dos Correios de Campinas ou de todo o estado de São Paulo, porque elas também realizam essa negociação de dívidas com o mesmo desconto do site ou aplicativo. É importante que o consumidor organize as contas antes para saber quanto sobra mesmo no orçamento ao final do mês para que ele pague a dívida e fique com o nome limpo. e não que ele comprometa o orçamento e de repente volte a ficar inadimplente lá na frente porque atrasou a conta e teve quebrar o acordo. Thago, quando a pessoa ela aceita uma negociação, o nome dela fica limpo imediatamente, como é que é? E se ela não conseguir honrar o acordo, o que que acontece, né? Quando o consumidor realiza a negociação e faz o pagamento, se é no Pix, em até 24 horas, o nome dele fica limpo, daquela dívida. Se for no boleto, até 7 dias para ocorrer a compensação e a negativação em nossos sistemas. E aí ele também fica com o nome limpo. Isso serve tanto para o pagamento à vista quanto parcelado. Ao pagar a primeira parcela de um acordo de 10 vezes, por exemplo, o nome já fica limpo também dessa dívida. Porém, é importante a organização financeira pro consumidor honrar o pagamento até o final, porque se o acordo é quebrado no meio, ele perde tudo o que já pagou e a dívida volta a negativar o nome dele. Inclusive, ele pode perder o desconto que foi concedido em uma futura negociação. Para esses casos, Thago, você como educador financeiro, você recomendaria de repente escolher uma das dívidas e deixar outra pro 13º? Tem alguma dica quente nesse sentido? Sim, Alexandra, a prioridade são as dívidas com menos de 5 anos, aquelas chamadas dívidas ativas e que estão com um bom desconto ou até que tem uma taxa de juros maior para evitar que se torne uma bola de neve. É preferível que o consumidor pague uma dívida por vez do que faça um grande acordo que não consiga cumprir até o final. um grande acordo com mais de uma dívida no meio, eu digo. Então, nós recomendamos que ele ponha na ponta do lápis tudo que recebe, tudo que ganha ao longo do mês. Separe o dinheiro das contas indispensáveis, água, luz, aluguel, supermercado. Também eh entenda quais são as parcelas do cartão de crédito dele e quantos meses ele ainda tem de pagamento para não fazer uma dívida que lá na frente vai se juntar com outras parcelas. ele não vai conseguir pagar também. E aí o que sobrar do mês, ele use ou para fazer o pagamento ou para guardar esse dinheiro. Se ele realizar o pagamento e conseguir guardar, é melhor ainda, porque é esse dinheiro guardado que vai impedir que o primeiro imprevisto leve ao atraso de uma conta ou a quebra do acordo e aí volte com o nome dele na inadimplência. Perfeito. Então, Thago, muito obrigada pelos esclarecimentos, né? o site do Serasa. Então, o consumidor pode pesquisar e tirar alguma eventual dúvida? Sim, e eu recomendo, reforço que o consumidor procure os canais oficiais da Serasa. Todas as instituições financeiras participantes estão nos nossos canais, o serasa.com.br, o aplicativo Serasa ou as agências dos Correios. Nesse momento, nós recebemos relatos de consumidores que foram abordados por telefone ou por WhatsApp por pessoas se passando pela Serasa. oferecendo um Pix para aumentar o score, algo que não existe, não há como aumentar o score pagando, ou um boleto para limpar o nome. Eh, nós pedimos que o consumidor se certifique que ele está conversando com um canal oficial da Serasa. Serasa tem WhatsApp sim, mas precisa ser apenas o número oficial, porque uma vez que o consumidor cai no golpe é difícil ele reaver o dinheiro. Muito obrigada. Então, Thago, trazendo aí muitas informações relevantes para que o consumidor se veja livre aí das dívidas e consiga retomar o rumo da prosperidade. É isso. Então, Gabriel, com você no estúdio relevantes, importantíssimas. Muito obrigado, Alexandra Dias, e também ao Thiago Ramos, que é especialista em educação financeira da Serasa por todas essas informações. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Alunos do projeto Primeira Nota, deram um show de talento aqui em Campinas. Eles se apresentaram em dois pontos da cidade, mostrando tudo que aprenderam nas aulas de música oferecidas gratuitamente pelo poder executivo. No espaço, pequenos músicos mostram o seu talento. [Música] Com idades entre 6 e 10 anos, eles integram o projeto Primeira Nota, desenvolvido pela Prefeitura de Campinas, em parceria com a Unicamp. É, na verdade, é a oportunidade de aprender música numa escola pública, né? Essa eh esse é o maior ganho. Antes do projeto Primeira Nota, existiam algumas entidades, existem ainda, né, que fazem, mas uma escola pública municipal que atenda prioritariamente os alunos da rede municipal é o projeto Primeira Nota, é a Escola Pública de Música que é o Semaneco, Centro Escolar de Música Manuel José Gomes, que foi o pai de Carlos Gomes. As apresentações fazem parte do nono festival de inverno do projeto, com encontros em diferentes teatros da cidade. No Centro Escolar Municipal de Música Manuel José Gomes, na Vila Marieta, a plateia se emocionou com os alunos de musicalização. Para essa idade, que são os alunos de 6 e 7 anos, a gente tenta fazer um processo um pouco mais orgânico, no sentido de que a gente já não vem com as coisas prontas que serão apresentadas no fim do semestre. Então, a gente trabalha diversas atividades que, né, focam em diferentes aspectos da preparação musical. E aí a gente vai fazendo jogos, brincadeiras, repertório de canto, percussão corporal, dança. Eles fazem muito movimento, muita dança relacionada à música. E aí durante o semestre a gente vai coletando aquilo que foi vai ficando mais interessante, que a gente acha que tem um potencial de ser apresentado e vamos construindo durante o semestre. É um pouco diferente do pessoal mais velho, inclusive do noturno, né, em que o que vai acontecer na apresentação já tá decidido no início do semestre. com a cidade, não. Eh, as coisas vão sendo construídas com mais tranquilidade, mais orgânico, para que eh a gente não atropele um pouco o processo deles também, que é um pouco mais lento, é um pouco mais individual ainda. Então, a gente tenta respeitar essas características. Nos anos passados e nesse ano, eu toco estilofone. Você toca bem estilofone? Mais ou menos com a mão esquerda, mas eu toco bem com a mão direita. Eu tenho vergonha também, porque eu apresentei com 500 pessoas. O primeira nota atende de crianças e adolescentes das redes pública e particular. A participação é gratuita para diferentes cursos como musicalização, coral, teoria prática de conjunto e instrumentos. O caminho para conseguir, né, uma vaga no primeira nota é sempre pelo site da prefeitura. Eh, então entra no site da prefeitura, entra na Secretaria Municipal de Educação, lá na Secretaria tem a bandeira do primeiro nota, clica lá, vai abrir um um formulário, preenche o formulário, né, e aguarda ser chamado. A gente faz todo toda a chamada, todas as matrículas e por e-mail, né? Então é só aguardar. [Música] escola. Todos eram escola. Ligue li escola. Hora das notícias do legislativo. Porque ontem, durante 6 horas os vereadores se reuniram para a sessão legislativa de julgamento do vereador Vini Oliveira. Confira como foi. Foram mais de 6 horas de sessão legislativa de julgamento que definiu o arquivamento do processo. A sessão que teve o comando do presidente do legislativo, vereador Luís Rossini, começou com a leitura de todo o processo. denunciante, a médica Daane Copercini, com a sua peça acusatória e também o parecer final da CP do relator Nelson Ostre, que foi lida pelo segundo secretário, vereador Rodrigo da Farmadique, que a própria denunciante já ingressou com medidas judiciais, criminais e cíveis contra denunciado, conforme relatado no seu depoimento para esta comissão processante na data de 12 de junho de 2025 no plenarinho da Câmara Municipal de Campinas. Outro sim, a atuação do parlamentar, embora inapropriada em alguns aspectos, não pode ser vista como motivo suficiente para justificar a violenta cassação de um mandato popular popular legítimo. Importa salientar que a cassação de um mandato representa uma agressiva ruptura democrática, ao passo que o denunciado foi eleito pelo voto direto da população e deve ser uma medida excepcional como última razão, reservada caso a casos de condutas gravíssimas ilícitas ou que comprometam a moralidade administrativa de forma inequívoca. Também o voto discordante de Mariana Conte, além da defesa de Vine Oliveira. A decisão dos vereadores referenda o relatório final da comissão processante para apurar eventual prática de infrações político-administrativas durante uma visita de fiscalização do vereador Vini Oliveira ao Hospital Mário Gate. Mas hoje eu agradeço a comissão processante que por dois votos a um reconheceu o óbvio. A verdade estava comigo. Fui inocentado porque nunca houve culpa. O que houve foi coragem. Coragem de fazer o que muitos evitam. Entrar onde ninguém quer entrar, olhar nos olhos da dor e dizer: "Eu estou aqui por vocês". Houve noites em que não conseguir dormir nesses últimos meses de comissão processante. Houve dias em quem que pensei em desistir. Porque ser acusado por algo que você não fez e ainda por estar tentando fazer o certo, é uma dor que consome, uma dor silenciosa que machuca a alma e correr por dentro, qualquer um. No fim da sessão, o presidente Rossini confirmou que a Câmara decidiu pela absolvição e consequente manutenção do mandato parlamentar do vereador Vini Oliveira. Declaro encerrada a votação e peço que o primeiro secretário informe o resultado da mesma. Senhor presidente, tivemos seis votos favoráveis, 22 votos contrários e uma abstenção. Com 20, com seis votos favoráveis e 22 votos contrários, a denúncia é improcedente. Portanto, proclama o resultado final, é, portanto, proclamo o resultado final pela improcedência da denúncia. Determino que se comunique o resultado à justiça eleitoral. Meio-dia mais 16 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a Comissão de Política Social e Saúde se reuniu pela quinta vez no ano e deu o parecer a nove projetos de lei. Com a presença do presidente da Comissão de Política Social e Saúde Paulo Hadad, dos vereadores Igor Diego, Nick Schneider e Fernanda Solto, foram analisados nove projetos de lei. O item oito sobre a criação do programa Farmácia Solidária para doação de medicamentos no município de Campinas, de autoria do vereador Eduardo Magoga, teve o pedido de vistas solicitado pelo vereador Igor Diego. Os outros oito projetos foram aprovados, entre eles o de autoria do vereador Carlinhos Camelô, que assegura a distribuição gratuita de dispositivo de monitoramento contínuo da glicose para crianças de até 12 anos com diabetes melitos tipo 1. Esse projeto que trata sobre a distribuição gratuita, né, dispositivo de monitoramento de glicose para as crianças até 12 anos. Eu acompanho o voto, o parecer do relator, voto favorável. Obrigado, vereadora. Vereador Nick Schneider, como vota, senhor presidente, acompanha o relator. Vereador Igor Diego, acompanhe o relator. Presidente, eu também acompanho o relator. Com o voto do relator e mais quatro votos nesse plenário. Com cinco votos, então o projeto está aprovado, a matéria está aprovada. Os vereadores também aprovaram o projeto de lei de autoria da vereadora Mariana Conte sobre a oferta de métodos contraceptivos para a população em idade reprodutiva e sobre a ampliação do acesso dos cidadãos às informações sobre as opções de métodos contraceptivos na rede pública municipal de saúde. Acompanho o relator, voto favorável e queria ressaltar a importância desse projeto. Semicamp, que é um centro, né, de pesquisa e prestação de serviços aqui, eh, na cidade, que realiza um trabalho com relação tanto a à oferta do do de métodos contraceptivos, quanto também pesquisa nessa área, mostrou recentemente divulgar um um dado que quase mais de 60% das gestações são gestações não planejadas e tem um impacto muito importante na vida das famílias, especialmente das mulheres. Igor Diego, acompanha o relator. Presidente, vereador Nick Schneider, acompanho o relator. Senhor presidente, eu também voto favorável, acompanhando o voto do relator. Então, com cinco votos favoráveis, a matéria está aprovada. A comissão também deu parecer favorável ao substitutivo total, o projeto de lei de autoria do presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, em que diz: "Fica proibido em Campinas o uso de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar ou de qualquer outro produto similar em todas as formas, gerações e marcas. Assim como fiz na sessão, eu acompanho o parecer do relator, voto favorável. A gente tem, infelizmente, visto muitas complicações, especialmente jovens, adolescentes, com uso desses cigarros eletrônicos que são proibidos no Brasil, né? A venda, a distribuição não são permitidas, mas infelizmente a gente sabe que acaba tendo, eh, brechas que e e as pessoas conseguem usar esses dispositivos e tem trazido impactos muito importantes na na saúde dos nossos jovens e adolescentes. Então, com certeza, voto favorável. Obrigado, vereadora. Vereador Igor Diego, acompanha o relator. Presidente, vereador Nick Schneider, favorável, senhor presidente. Eu também voto favorável. Com cinco votos favoráveis, está aprovada a matéria. Requerimento protocolado pela vereadora Fernanda Solto pede informações à prefeitura sobre a construção de unidades do CRAS aqui em Campinas. Entre alguns questionamentos, a parlamentar quer saber se o orçamento aprovado no ano passado prevê essas construções, inclusive para o bairro Jardim Campo Florido. Atualmente, a cidade conta com 13 unidades que oferecem um serviço de assistência social. A vereadora Fernanda Solto solicita ao poder executivo, por meio de um requerimento, informações sobre a construção de unidades do Cras. O Centro de Referência de Assistência Social em Campinas. O Cras é a principal porta de entrada para os serviços da redeoassistencial. Atualmente, Campinas conta com 13 CRA localizados em áreas de maior vulnerabilidade social e que atendem diversos bairros. São unidades muito importantes para fazer eh essa ligação entre as pessoas e os sistemas de acesso aos direitos sociais. Nós consideramos que numa cidade do tamanho de Campinas, que tem mais de 1 milhão de habitantes, que é uma cidade extremamente espalhada, nós temos seis grandes regiões aqui, eh, né, neste nesta cidade, apenas 13 centros de referência de assistência social é muito pouco para conseguir dar conta de toda a demanda e é o que nós temos visto na prática. As famílias estão tendo dificuldade de ter acesso, falta profissionais. No documento, a vereadora questiona se existe na lei orçamentária aprovada em 2024 a previsão da construção de unidades do Craso. As famílias estão tendo dificuldade de ter acesso, falta profissionais. Então, esse requerimento surgiu a partir de questionamentos de eh algumas comunidades de lideranças, de associações de moradores sobre a implantação de novas unidades na cidade. Ainda segunda parlamentar, moradores informaram que existe uma promessa do poder público para a construção de um Cras no Jardim Campo Florido. Por isso que nós estamos perguntando, porque eh o que os moradores nos trouxeram foi que foi feito uma promessa e por isso que nós estamos questionando, porque nós não identificamos a reserva de recursos para construção dessa unidade, mas, né, nós queremos que a prefeitura esclareça exatamente o que que foi conversado com a comunidade, o que que o que que de fato tem previsto para esse ano de 2025. A vereadora também quer saber quantas unidades estão previstas e quais são os bairros ou regiões da cidade que receberão as construções se a resposta da prefeitura for positiva, ou seja, confirmando a previsão das obras para o município. E se de alguma maneira existe uma demanda que não tá contemplada, nós que a gente possa organizar aqui na Câmara junto da comunidade uma luta para que essas demandas elas também entrem nas prioridades. Meiodia, mais 23 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue com as notícias do legislativo. Site da Câmara Aberto é o campinas.sp.lege. lege.br. E olha só aqui a notícia do dia. O vereador Aíton da farmácia tomou posse aqui na cidade de Campinas, na Câmara Municipal. Ele que era o primeiro suplente do PSB, ele assinou o termo da posse como vereador nesta manhã. O novo parlamentar, ele assume a vaga do Zé Carlos, que renunciou ao mandato na última segunda-feira. Lembrando que o Aílton da farmácia obteve 4.374 votos na última eleição. Essa assinatura do termo de posse ocorreu na sala do presidente, na sala da presidência do legislativo municipal. O Aílton da farmácia já foi vereador entre 2017 e 2020. E no campinas.sp.leg.br você confere todo o histórico do parlamentar. o trabalho que já foi realizado aqui na Câmara Municipal de Campinas e claro também outras notícias aqui do legislativo campineiro. Bom, e olha só, a partir de hoje o jornal Câmara Notícia vai exibir um balanço do trabalho realizado pelas comissões permanentes, as especiais de estudo, as frentes parlamentares, com o presidente de cada uma delas. A gente começa com o trabalho realizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento às Violências relacionadas ao trabalho. Confira como foi. Presidida pela vereadora Mariana Conte, a Frente Parlamentar de Enfrentamento às Violências Relacionadas ao Trabalho, realizou uma reunião no primeiro semestre de 2025. No único encontro, o tema debatido pelo grupo de trabalho foi defender quem trabalha o assédio como método de gestão e adoecimento. A frente parlamentar, nós temos chegado a uma conclusão de que as violências relacionadas ao trabalho não é apenas uma questão de relação interpessoal, mas diz respeito à organização. É uma, é um método, é a violência como método de gestão. Isso principalmente para dar conta dessa normativa que a gente tem cada vez mais, que é a redução do quadro de funcionários para fazer trabalhos cada vez mais diversos, cada vez mais complexos, cada vez com uma multiplicidade. Então, hoje as pessoas exercem diferentes trabalhos, diferentes formas e com um quadro de funcionários cada vez menor. E a gente vê que mesma forma os métodos de desse assédio, ele vai se diversificando. Hoje é muito comum, por exemplo, que o trabalhador esteja o tempo todo respondendo WhatsApp, né? Então é quase como uma situação em que você tá sempre trabalhando, que o trabalho nunca acessa e nunca para. E isso tem levado ao processo de adoecimento. Por isso que nós temos discutido o assédio como um método de gestão e isso tem a ver com as mudanças no mundo do trabalho, com aumento a sobrecarga, com o aumento da jornada de trabalho. Então, a Frente Parlamentar, nós temos participado das mobilizações, das lutas e das e das das discussões sobre o fim da escala 6 por1, o que é fundamental, porque essa a escala 6 por1 é uma escala adoecedora e que o adoecimento, na verdade, leva muitas vezes a pessoa que tá sobrecarregado, estressado, adoecido, ela tende a despejar nas outras pessoas também, né? Então, na verdade, é um é um problema que vai alimentando o outro. Para complementar os trabalhos da Frente Parlamentar, a vereadora também realizou uma audiência pública. Nós realizamos uma audiência no Sindicato dos Metalúrgicos com a presença do professor Jorge Luiz Solto Maior, que é desembargador aposentado de justiça, professor da USP. Nós falamos sobre isso. Teve a presença do Ministério Público, teve a presença do movimento do pelo fim da escala 6 e também da Letícia Chagas que é do movimento das pretas que é o mandato estadual coletivo. Nós fizemos a discussão, vamos participar dos eventos do plebiscito da escala 6x1 e vamos realizar oficinas agora com os sindicatos, com os conselhos para formar as pessoas estão elaborando estratégias de como enfrentar esse método organizacional, que na minha opinião é a única forma de enfrentar isso é a gente ficou dando ferramentas de compreensão pros trabalhadores. Os trabalhadores têm que ter ferramentas de compreensão para que eles possam resistir e organizar coletivamente contra esse método violento, adoecedor de gestão no trabalho. A Comissão Permanente de Cultura aqui da Câmara de Campinas encerrou o primeiro semestre com uma agenda intensa de debates e votações importantes para o setor cultural da cidade. Instalada para analisar e propor políticas voltadas à arte, cultura e patrimônio na cidade de Campinas, a Comissão de Cultura do Legislativo Campineiro contou com cinco reuniões entre fevereiro e junho deste ano. O grupo tem como membros os vereadores Benelima, Rebert Ganém, Paula Miguel e Permínio Monteiro. E é presidido pelo vereador Igor Diego. a comissão, né, a maioria tem por finalidade analisar os pareceres, discutir os pareceres temáticos em relação à cultura, mas também a gente não ficou só nessa função. Nós aproveitamos as reuniões da comissão de cultura para trazer aqui pra casa legislativa tanto a sociedade civil organizada através do presidente, né, do Conselho de Cultura, discutimos o plano eh municipal e anual da cultura e trazemos também o poder executivo, eh na sua maioria a secretária Alexandra Caprioli ou um diretor da secretaria esteve presente para fazer essa discussão. Então, foi um semestre bastante eh agitado aqui na casa em relação à comissão de cultura. O carnaval foi o primeiro tema em pauta. No primeiro semestre deste ano, a comissão também discutiu o alinhamento de diretrizes para o calendário cultural de 2025 e avançou em temas estruturais. Debateu os impactos da reforma tributária no setor cultural. aprovou a revogação de uma lei de 2004 sobre comunidades de raízes estrangeiras. Analisou duas propostas importantes, uma que regulamenta o esporte eletrônico em Campinas e outra que estabelece diretrizes para a política municipal da comunidade hip hop. A política nacional Aldir Blanc de fomento à cultura também esteve em pauta. Nós buscamos é a democratização, né, dos eventos culturais, que nós possamos contemplar a cidade como um todo. Nós estamos em uma cidade, né, grande, com mais de 1 milhão de habitantes. É importante usar esses espaços para ter a democratização tanto do recurso quanto entender as características culturais de cada região, distrito e poder, através dessas escutas, a gente fazer um trabalho mais assertivo, conforme a necessidade de cada região aqui, pensando nas novas centralidades do município e na cultura local. Meio-dia, mais 31 minutos. A gente segue aqui com Jornal Câmara Notícia ao vivo, porque no Giro Ambiental de hoje nós vamos falar sobre o programa Aterro Zero, que ao ser adotado pelas empresas promove um aproveitamento de materiais em toda a cadeia produtiva, gerando renda, emprego e evitando que seja desperdiçado nos ATOS. [Música] [Aplausos] [Música] E no Giro Ambiental de hoje, vamos falar sobre o programa Aterro Zero, aderido por empresas que têm o objetivo de zerar a destinação de resíduos para aterros sanitários. E a nossa convidada para falar sobre esse assunto é a Sabrina Costa Carvalho, que é engenheira ambiental da Formitex, grupo da qual a MD Papéis faz parte. E graças ao programa, a empresa conseguiu evitar o envio de cerca de 5.800 toneladas para o aterro municipal. Muito obrigada por aceitar o nosso convite, Sabrina. Eu eu que agradeço pelo convite, Sabrina. Para quem tá assistindo, queria que você começasse explicando o conceito do aterro zero. Perfeito. Eh, o aterro zero, ele é uma estratégia de gestão de resíduos que tem como objetivo evitar ao máximo o envio de resíduos sólidos gerados na operação para os aterros municipais. Eh, essa prática, ela tá muito alinhada com a política nacional de resíduos sólidos, que traz a hierarquia de destinação, né? Então isso preconiza que deva ser priorizado a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem, o tratamento e depois de esgotado todas as possibilidades de destinação para esse material, aí sim deverá ser enviados aos aterros, né, que seria a destinação final. Então, quando a gente adota uma abordagem de aterro zero, quer dizer que a gente vai eh usar, usufruir o máximo valor econômico daquele material. Então, na MD, esse programa ele existe desde 2020, né, onde a gente observou algumas oportunidades com os materiais gerados lá dentro que eram antigamente enviados pro aterro municipal e conseguimos pensar em outras estratégias para valorar esse material e evitar esse envio, né, paraa destinação final. a própria sigla em inglês que originou fala do desperdício zero, né? Entendendo que todo material ele tem uma utilidade, pode ser reaproveitado, né? Exatamente. Eh, eu tenho um professor na faculdade que ele fala muito sobre a diferença do lixo e do resíduo, né? O resíduo é aquele material que ele tem o valor econômico agregado, ele tem uma possibilidade de tratamento. E aquilo que a gente chama de lixo, né, que seria o rejeito, é quando não há nenhuma viabilidade técnica ou econômica para esse material. Então, deveria deveria ser idealmente uma pequeníssima fração de todo o resíduo que é gerado e é que é enviado ao AT, né? É maravilhoso. É uma outra perspectiva, né? A gente entender o lixo como uma matériapra. E para compreender todo esse processo, é importante essa questão de análise do ciclo de vida, né? Pensar o produto desde a sua produção e todo o seu caminho até chegar à sua destinação final. Exatamente. Eh, esse veio muito alinhado com o princípio de economia circular, né? Então, quando a gente olha paraa natureza, a gente nota que não existe resíduo, né? Todo final de um processo, ele serve pro início de um outro. E a economia circular vem justamente para trazer essa ideia também para paraas nossas operações, né? Então a gente começou a olhar os nossos resíduos como uma matériapra, como um combustível para um outro processo. Eh, lá na MD Papéis é uma fábrica de papel cartão que nossa grande porção de matériapra vem de material reciclado, né? Os papéis reciclados. Então quer dizer que o resíduo de um outro processo é a nossa matéria-pra. Então a gente olhou com esse mesmo olhar pros nossos próprios resíduos, né? Então essa grande porção de resíduos que antes a gente enviava pro aterro sanitário, passamos a enviar para o coprocessamento, né, que ele é utilizado dentro dos fornos de cimento como combustível. Então, ao invés de usar os condutivas à base de petróleo, se usa muito o esses blendes, né, formados de resíduos industriais com poder calorífico. É, é até meio filosófico, né? Eu gostei de você comparando aí com a natureza e assim como a natureza precisa de uma parceria, né? No caso da MD Papéis, quais foram os parceiros que vocês precisaram para destrinchar esse material e reaproveitar? Você já falou de um, né, da queima? Quais mais materiais vocês conseguem? É uma grande porção dos nossos materiais a gente consegue vender, né? Então assim, muitos resíduos metálicos eles têm um valor econômico agregado, então a gente encontra parceiros de cooperativas que conseguem comprar esse material e reutilizá-lo. Eh, palet também eles têm um valor agregado, a gente também consegue eh inserir aí na reciclagem. E aí nós temos eh o que a gente chama do de um um rejeito do nosso processo, né? Então, como a gente recebe a paras eh de papel, né, que são os resíduos de papel, geralmente eles vêm contaminado. Então, a gente faz um processo de depuração interno que gera bastante resíduo plástico desse papel que vem contaminado. Então, é um grande volume, né, que a gente conseguiu um parceiro ali próximo da região para ele formar esses blends, né? Então, a gente também tem os o lodo da nossa estação de tratamento, eh, de esgoto, a gente tem as cinzas das nossas caldeiras, que a gente conseguiu aí junto com um parceiro próximo ali da cidade de Limeira formar esse blende, né? Eles misturam com outros produtos também recebidos de outras indústrias e formam eh esse blend que é vendido paraas indústrias de cimento. Essa e o interessante desse processo de coprocessamento é que no final dele não se gera resíduo, né? Então, como ele é utilizado para queima, o pó que se se resta, né, ele é incorporado ao produto, né, do do cimento, que acho que é o clinker, se não me engano. Então ele acaba ali um ciclo fechado e aí o aterro fica muito mais aliviado, com certeza, né? E eu queria saber como é que vocês motivam dentro da empresa todas setores a ter esse olhar e a participar desse processo. Eh, justamente em 2020, quando a gente começou a a estudar os nossos impactos ambientais, a gente percebeu que sem colaboração do time não daria certo, né? Então, a gente vem trazendo campanhas e treinamentos de conscientização para toda a nossa equipe. Eh, até porque o resíduo ele precisa ser segregado de alguma forma ali dentro da empresa, né, principalmente aqueles gerados em grandes volumes. Eh, então, anualmente nós fazemos campanhas. Eh, esse ano a gente teve uma campanha agora em maio que foi voltado paraa reciclagem. Eh, a gente ficou o mês inteiro arrecadando lacres de tampinha e tampas plásticas lá na unidade que a gente destinou para uma ONG aqui de São Paulo. Então, periodicamente, nós trazemos algumas campanhas de conscientização para aproximar o nosso público interno dessas temáticas, o que é um fator importantíssimo para pro sucesso dos nossos projetos. Todo mundo ali vestindo a camisa, né? E um conceito que surgiu em 1970, você acha que ele ainda precisa crescer muito, tanto na área da governança quanto da própria sociedade para que exista uma multiplicação mais rápida, até porque a gente tá vivendo essas emergências climáticas já? Com certeza. É, é como você falou, é um assunto que ele tá em pauta há bastante tempo, mas nós ainda temos muito chão pela frente, né? Eh, o Brasil ele enfrenta muitos desafios com a sua gestão de resíduos. Nós ainda temos problemas com lixões, né? Por mais que eles sejam proibidos por leis, nós sabemos que muitos municípios têm dificuldade no na destinação final do seu material. Até mesmo os aterros municipais que eles são licenciados, eles têm um processo de tratamento, né, do do chorume e dos gases gerados, eles geram impacto sim na vizinhança, né? Então, por isso que é muito importante que a gente olhe para essa questão do aterro zero como sendo imprescindível, né? Daqui a pouco não vai ter mais espaço pra gente armazenar os nossos resíduos. Eles acabam tendo aí um impacto dessa ocupação territorial. Então, morar perto de um aterro é desagradável e cada vez mais que a gente precisar desses espaços, né, para jogar os nossos resíduos, eh, acaba multiplicando esses impactos. Então, é muito importante que a gente continue trabalhando para minimizar a geração de resíduos. que as empresas continuem eh trabalhando para pensar em alternativas de tratamento e de resíduos. Eh, e os municípios também, né, em pensar em estratégias de como reduzir a geração de resíduos urbanos, de como aproveitar melhor os resíduos urbanos, uma boa porção dos nossos materiais gerados em casa mesmo, poderiam sim ir paraa reciclagem. E a gente sabe que isso é um grandíssimo desafio ainda no Brasil, né? somente 3% de todo material passível de reciclagem, ele é de fato reciclado no Brasil. Então, a gente tem um potencial enorme para explorar, né? Enquanto a gente não conseguir avançar nesse tema, a gente tem que enxergar como se a gente tivesse enterrando dinheiro, né? Esses materiais, eles valem dinheiro, eles teriam como ser inseridos dentro de uma cadeia produtiva novamente. E, infelizmente, uma boa parte deles está sendo enterrados aí, lotando nossos aterros municipais. Você tocou num ponto importante que eu até ia perguntar desde que o programa foi implantado na empresa, qual foi eh o retorno econômico que vocês tiveram? Que até para destinar um resíduo às vezes é preciso pagar. A medida que você consegue vender esse resíduo e transformar isso numa cadeia produtiva, economicamente também houve um retorno pra empresa? Sem dúvida, né? Então, a sustentabilidade, quando a gente fala desse termo também olha o seu pilar econômico, né? Então, eh, nós fizemos várias contas para provar que quando a gente olha o resíduo com esse potencial econômico, a gente também tem ganhos financeiros, né? Então, o aterro municipal, ele é uma destinação cara, né? A gente precisa do transporte, a gente precisa do espaço, a gente, esse volume que a gente gera de material coprocessado, ele é muito grande, né? Então, quando a gente viu essa oportunidade, a gente conseguiu reduzir bastante o nosso custo com destinação. Então, ali fechou o seu ciclo da sustentabilidade, né? Então, a gente olhou-se pro eh olhar ambiental, eh olhou-se pra questão social, né, da geração de empregos e também olhou pra questão econômica, que ficou sim mais barato para nós eh a destinação desse material. Sabrina, quero agradecer demais a sua participação aqui no Giro. É uma inspiração pra gente ver isso funcionando efetivamente, porque parece uma meta ousada, né? Aterro zero, como é que a gente vai chegar em lixo zero? Parece muito ousado, mas aí a Formitex tá mostrando que é possível através da MD papéis. Muito obrigada por participar aqui com a gente. Eu que agradeço. Seguimos em frente, com certeza. E para você que nos assiste, continue com a gente, porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. [Música] O Beijaflor, responsável por captar o néctar das flores e polinizar as matas, tem encontrado grandes desafios. O biólogo e fotógrafo Marcelo Cullman adverte que o desmatamento e as mudanças climáticas são ameaças reais a essa interação natural e delicada. Após 10 anos de imersão e pesquisa no serrado, bioma conhecido como o berço das águas, Kman catalogou 45 espécies de beijaflores. Esse trabalho resultou no livro de 550 páginas, cerrado em cores, flores atrativas para beijaflores, uma celebração dos flagrantes capturados. Em seus estudos, Kuman enfatiza a necessidade de monitorar os impactos das mudanças climáticas sobre essas aves, pois a alteração no período de floração das plantas pode modificar seu comportamento. เฮ [Música] Frente fria em Campinas e região. E com isso a semana é de frio e temperaturas baixas, viu? Para amanhã, quinta-feira, nebulosidade aumenta, ventos moderados a fortes e possibilidade de chuvas leves, mas a qualquer momento do dia. Então fica nublado esta quinta-feira com o sol tentando aparecer. Se a chuva acontecer, deve ser em pequena quantidade, tá? Vamos às temperaturas porque o cobertor mais pesado continua fora do armário junto com aquele agasalho e com aquele casaco. Olha só, então as temperaturas já estão aqui na minha tela para amanhã, quinta-feira, 3 de julho, mínima de 12º. Então, faz frio nesta quinta-feira, principalmente na madrugada, no início da manhã, ao longo do dia, temperatura até tenta subir, mas não passa dos 18º aqui pra cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã ao meio-dia ao vivo, hein? Te espero até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música]