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A doença celíaca é uma condição autoimune desencadeada pela intolerância ao glúten. De acordo com a Fena Céelbra, Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil, estima-se que cerca de 2 milhões de brasileiros convivam com a doença. O número de diagnósticos em crianças tem aumentado nos últimos anos, o que indica maior conscientização e detecção precoce da condição. Pensando nisso, a vereadora Débora Palermo apresentou um projeto de lei que autoriza estudantes a levarem o próprio alimento para as instituições de ensino em Campinas. Uma em cada 200 pessoas é um doente celiego. As crianças têm o problema da alimentação em escolas que não fornecem o cardápio adaptado para para pessoas celíacas. Então elas têm que ter o direito de poder levar essa alimentação da de casa para não sofrer nenhum tipo de problema de saúde também no na questão da do aproveitamento, porque causa muitos problemas se ela não se alimentar estritamente por aquilo que é indicado para o paciente celíaco. Então foi por isso que a gente apresentou esse projeto. A proposta contempla tanto escolas públicas quanto particulares. Para ter direito ao benefício, o estudante precisa apresentar laudo médico confirmando o diagnóstico. Existem já muitas escolas que já t esse cardápio adaptado, que a nutricionista já faz cardápio adaptado, não somente para crianças com que são pacientes celícos, mas também diabéticos e outras outros problemas de saúde, mas nós precisamos que todas as escolas tenham esse diferencial, né? tratar igualmente os iguais e de forma desiguais os desiguais.