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O projeto de lei protocolado na Câmara de Campinas pelo vereador Guilherme Teixeira garante prioridade no atendimento psicoocal e segurança às mães de filhos com o transtorno do espectro autista em Campinas. Durante a nossa campanha eleitoral, eu tive oportunidade de encontrar uma mãezinha que ela estava aflita porque ela tinha um filho com e ela tinha medo da morte porque ela não sabia quem iria cuidar do filho dela. Ainda, segundo a proposição, é possível fazer acompanhamento remoto por videoconferência, principalmente nos casos em que a mãe enfrenta dificuldades para se deslocar por causa do grau de autismo da criança. Hoje já tem na cidade de Campinas a telemedicina colocada. Eu acho que pode ser um gancho para isso também, colocar um atendimento de um psicólogo ou um psiquiatra que a mãe precisa e não necessariamente ela ter que se deslocar até um posto de saúde ou até uma unidade de saúde de referência para para essa causa, mas ela poder fazer o conforto do lar dela para poder continuar cuidando da criança. Então, para vocês verem como que é difícil a vida delas. Elas não podem às vezes deixar filho para fazer um tratamento. Então a gente precisa dar todas as condições delas terem acesso a esse tipo de acompanhamento. O parlamentar reforça que para ter acesso ao atendimento remoto, as mães deverão realizar uma solicitação diretamente nas unidades básicas de saúde. As mães atípicas, elas desenvolvem várias tarefas e tem que cuidar do lar e às vezes as as crianças eh vão para duas entidades específicas. Por exemplo, às vezes elas estão eh na Tiquira, por exemplo, que é uma entidade de autismo, e depois elas têm que fazer um contraturno, por exemplo, na da Camp. E aí a família tem que deslocar ou ela tem que pagar um transporte ou ela tem que levar. Geralmente as mães optam por levar porque as crianças demoram a se adaptar nos ambientes. Então a intenção é dar um olhar mais cuidadoso para essas mães atípicas que precisam desse cuidado psíquico, mas também social.