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23 views Publicado 10/06/2025 HD · 46:46

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Durante a 35ª reunião ordinária, vereadores aprovam em turno único de discussão e votação projeto de lei que autoriza a Câmara Municipal de Campinas a contratar estagiários de nível superior. Comissão Especial de Estudos realiza a segunda reunião para debater questões da reforma tributária. Vereador requer informações da prefeitura sobre agendamento e atendimento na farmácia do centro de saúde do Jardim Bassoli. [Música] Olá, boa tarde. Terça-feira, 10 de junho de 2025, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 5 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela. Só deitar lá. 978293776 ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. E a gente abre a edição de hoje com a nossa série especial pelos 50 anos do Miss. Hoje é o dia do segundo capítulo e nós vamos contar sobre os fundadores, a importância do cinema na criação e na própria estrutura do Museu de Imagem e Som. [Música] [Música] No segundo episódio da série especial dos 50 anos do Museu da Imagem e do Som de Campinas, é hora de voltar. no tempo e conhecer como tudo começou. Henrique de Oliveira Júnior e Daí Peixoto Fonseca, ambos funcionários da Prefeitura Municipal de Campinas se uniram e formaram a pedra fundamental do Museu da Imagem e do Som, a exemplos do Miss São Paulo e do Miss do Rio de Janeiro. Essa fotografia eu acho que sugere muito eh a alma do que vai ser depois o mês, porque eh o seu Henrique se sentiu muito inspirado nos no cinema de arte, na realização do do cinema, né, do filme e que ele voltou inclusive a a fazer filmes e foi várias vezes premiado com os novos filmes dele, né? aquele filme dos pés, ele recebeu um prêmio no Rio de Janeiro, né, do festival, eu acho que do festival Mesblé. A própria Daí, depois de ser lotada da educação pra cultura, para trabalhar aqui no MIS, encabeçou uma pesquisa sobre o cinema campineiro a partir de uma reportagem que ela tinha feito pro Diário do Povo em 1964. Esse painel mostra uma mistura de da de épocas de do cinema campineiro, né? Tem desde as épocas a desde a época antiga, né? Dos anos eh 20, 50, né? Até esse é dos anos 50. O ele é autor do filme Fernão Dias, né? É o Dr. Alfredo Roberto Alves. Eh, essa moça se chama Bet Godóy e ela fez o papel, um papel, um dos jingles do filme 10 jingles para Os Andrade. Bet fez a propaganda do livro do Osvaldo Andrade numa cozinha entre panelas e e é uma cena muito interessante, muito muito boa. Esse Ro de Luna Fonseca é meu marido. Daqui é meu meu sobrenome Fonseca. Eh, seu Henrique de Oliveira Júnior, né, que é o nosso nosso mito, né, vamos dizer assim. Esse pessoal eu eu conheço também desde o começo, que é o Wilson Wall, né, e o Maurício, né, aqui essa essa Santíssima Trindade, eh, eu, né, tão jovem, eh, que bonita, né, toda, toda jovem, linda, mas a o Luiz Carlos Ribeiro Borges e o seu Henrique que fazendo a montagem ou a sonorização. Eu acho que foi a sonorização do filme Um Pedreiro. Quem construiu Tebas a de 100 portas. Nos livros ficam os nomes dos reis. Os reis arrastaram os blocos de pedra. Babilônia muitas vezes destruída. Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas de Lima aure radiosa moravam os obreiros? Para onde foram os pedreiros? Na noite em que ficou pronta a muralha da China. Esse filme e muitos outros produzidos em Campinas você encontra aqui no Miss mediante agendamento de pesquisa no acervo de audiovisual. E amanhã a gente volta com mais história do Museu de Imagem e Somos. [Música] [Música] Amanhã, no terceiro capítulo, nós vamos falar sobre a importância do acervo imagético aqui da cidade. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da 35ª reunião ordinária. Os vereadores se reuniram para discutir e votar seis projetos. O repórter André Aranha acompanhou tudo e traz agora as informações. Então, seja bem-vindo e boa tarde, André. Bom, é isso aí. Boa tarde para você, boa tarde para todo mundo, Gabriel, que está acompanhando o Câmara Notícia. Pois é, ontem foi realizada a reunião ordinária de número 35 aqui no plenário José Maria Matozinho. Havia seis projetos em pauta, todos foram aprovados. Um deles, inclusive em turno único de discussão e votação, de autoria da mesa da Câmara, que altera o artigo 2º da resolução número 990, que autoriza a contratação de estagiários de nível superior pela Câmara Municipal de Campinas. Bom, lembrando que na próxima quinta-feira, às 2 horas da tarde será realizada uma audiência pública aqui na Câmara Municipal de Campinas, que vai tratar aí do projeto de lei ordinária, vai discutir esse projeto de lei ordinária que trata da LDO, que é a lei de diretrizes orçamentárias para o exercício de 2026. O debate será conduzido pela Comissão de Constituição e Legalidade aqui da Câmara Municipal de Campinas. Bom, caso vocês queiram acompanhar na íntegra 35ª reunião ordinária, podem acessar o YouTube da TV Câmara Campinas. É, lembrando que amanhã aqui mesmo no plenário José Maria Matozinho Gabriel vai ser realizada a reunião ordinária de número 36. Eu volto com você, tá certo? Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. O presidente da Câmara de Campinas, o vereador Luís Rossini, decretou luto de três dias no poder legislativo em sinal de pesar pelo falecimento da servidora de carreira, a Cristiane Laurito da Silva, ocorrido na última sexta-feira. A medida tem como base o ato da presidência de número 109, publicado ontem em edição extraordinária do Diário Oficial do Legislativo. Servidoras e servidores organizaram um ato simbólico e marcante em homenagem a Cristiane. O ato simbólico em homenagem a Cristiane Laurito da Silva reuniu quase 150 funcionários no plenário da casa de leis. O presidente da Câmara Municipal, o vereador Luís Rossini, servidoras e servidores se concentraram por 20 minutos no espaço para um momento de reflexão e emoção também. Cristiane tinha 37 anos e era servidora pública concursada da Câmara de Campinas desde setembro de 2014 no cargo de analista contadora. Atualmente ocupava o cargo de coordenadora de execução orçamentária e financeira. Na última sexta-feira, ela foi vítima de uma tragédia familiar em Limeira, onde morava com o marido e o filho Té, de 2 meses. Em sinal de respeito, a Câmara decretou luta oficial de três dias a partir de segunda-feira e a bandeira da cidade de Campinas foi colocada a meio mastro. Para pedir paz e energia positiva, a maioria das servidoras vestia branco, inclusive as vereadoras Débora Palermo, Paola Miguel, Mariana Conte e Guida Calisto. Hoje a gente sente como uma violência doméstica que eh cometeu, gerou, né, um um feminicídio, gerou uma uma grande tragédia familiar, afeta também na saúde mental dos colegas de trabalho da Câmara Municipal. Então esse ato ele vem muito no sentido da gente conseguir entender que o a dor do luto é uma dor coletiva. Cristiane e Té não podem virar apenas uma estatística. A gente precisa viver essa dor, esse luto e mais paraa frente discutir como que a gente faz que essa crescente de feminicídios elas se interrompam e não tirem mais pessoas que nós amamos. Esse é um momento muito sensível, é um momento de luto eh dos colegas, dos amigos, das pessoas que conviveram com a Cris. Foi importante esse momento com uma memória, como uma elaboração do luto. A o luto, elaboração coletiva do luto é importante e também vai exigir da gente fazer reflexões sobre essa situação. Eh, o feminicídio é uma realidade, é um momento e o que nós sempre discutimos é que o feminicídio tá muito mais perto. A violência contra a mulher tá muito mais perto do que a gente imagina. Os homens, infelizmente, são ensinados a de que eles têm o direito de decidir sobre a vida e a morte das mulheres da sua família. Então, eu acho que a gente precisa dar uma resposta política enquanto sociedade e precisamos também de um olhar atento, um acolhimento pra gente identificar quando a mulher está sofrendo a violência doméstica. Esse ato é extremamente importante para chamar atenção dessa cidade, dos parlamentares, de nós autoridades eh políticas, né, legislativas, do próprio poder público, para que a gente possa eh atender, atentar a essa questão, a essa questão e a gente poder estabelecer aqui projeto, programa que possa apoiar essas mulheres, as nossas mulheres, nós que trabalhamos aqui, a poder se a poder se defender, a poder ser acolhida, que ela possa ter um espaço saudável de denúncia e que ela possa ser acolhida com sigilo. Eh, isso coloca para nós esse esse desafio, inclusive também de dialogar com os homens dessa casa. Deixo aqui a nossa solidariedade aos familiares e amigos. Durante o ato, Luiz Rossini pediu um minuto de silêncio. O momento foi encerrado com aplausos. Uma última homenagem em reconhecimento à trajetória de vida de Cristiane como profissional, amiga, filha e mãe. Meiodia mais 18 minutos. Vamos seguir aqui com as notícias do legislativo. Presidida pelo vereador Luiz Ibico, a Comissão Especial de Estudos sobre a reforma tributária realizou a segunda reunião do ano para debater os impactos da reforma na receita municipal. O encontro abordou as perspectivas das mudanças tributárias, já com a ideia de preparar a cidade para os efeitos negativos e positivos que vão surgir com a implementação do IBS, o imposto sobre bens e serviços. representantes da área de finanças da prefeitura, de sindicatos e associações de auditores fiscais e também especialistas em direito tributário participaram da reunião. ISSQN, ICMS, alterações e repasses do IBS. Foi o tema da segunda reunião da comissão especial de estudos sobre a reforma tributária presidida pelo vereador Luiz Abico. Cabe a Câmara Municipal levar esse tema a ao povo campineiro, porque é um tema muito complicado e vai afetar a vida de todo mundo, né? Porque vai mudar a forma de se tributar. Isso mudando muda a forma de arrecadar e mudando a forma de arrecadar pode afetar no orçamento do município. Isso vai acontecer. Então o município tem que debater para encontrar formas de não perder muito. E a Câmara Municipal de Campinas está levando essa preocupação a secretária de finanças, ao corpo fiscal, para que melhore o corpo fiscal, para que não tenha tanta perda assim. O debate realizado no plenário da Câmara Municipal também contou com a presença de representantes da área fiscal e financeira do poder executivo, de sindicatos e associações de auditores fiscais e especialistas, inclusive de outros estados do Brasil, que discutiram as perspectivas das mudanças tributárias e seus efeitos no município. A proposta da reforma tributária é juntar em um só imposto cinco tributos sobre o consumo de bens e serviços que hoje são cobrados pelo governo federal, estados e municípios. Ou seja, é a transição do ISSQN, o imposto sobre serviços de qualquer natureza para o IBS, o imposto sobre bens e serviços. alertar para essa essa perda de autonomia, né, eh, e alguma perda de receita, né, os grandes municípios vão perder, sim, uma parcela da receita do IBS, comparativamente à receita do ISS, quase todos os auditores fiscais de de todos os estados e e dos grandes municípios envolvidos eh direta ou indiretamente nessa na estruturação do comitê gestor ou da estrutura que vai funcionar o IBS. E a gente tem eh muita eh esperança, né? Não vou dizer certeza, mas muita esperança de que isso a gente vai cumprir todos os prazos e vai chegar a contento em 201 2027, quando o imposto entra efetivamente em vigor. Na reforma tributária, quando você ouve essa expressão, você fala: "Ah, vai fala envolver tributo". Óbvio, né? A reforma é tributária, ela vai envolver tributo, mas se você parar para pensar, tributo é apenas a ponta do iceberg. A reforma tributária, ela vai afetar também diversas e diversos setores, tanto da prefeitura, quanto dos estados, quanto do união. A sociedade inteira vai ser afetada. Se segundo IABICO, a reforma será uma das maiores transformações no sistema tributário brasileiro das últimas décadas. É uma reforma muito complexa, um tema complexo que durará alguns anos para isso acontecer, mas se você não começar o debate, eh, isso vai ficar muito mais difícil de se combater. Outras câmaras municipais estão seguindo o nosso exemplo também trazendo o tema junto aos vereadores, aos prefeitos, aos munícipes para já se acostumando com novo nova forma de cobrança. Não vai acontecer amanhã, nem depois, mas da nos próximos anos isso vai acontecer e o município tem que estar preparado. Por isso, a Comissão Especial de Estudos sobre a reforma tributária, proposta pelo vereador Iabico e instituída pela Câmara tem como objetivo avaliar e debater os efeitos da emenda constitucional 132 e da Lei Complementar número 214 na receita municipal e na estrutura da Secretaria de Finanças. Ao longo do ano, serão realizadas mais seis reuniões temáticas, abordando diferentes aspectos da reforma. O nosso objetivo é formar um relatório final indicando algumas ações para que a Secretaria de Finanças e a Prefeitura não perca tanto, criando algumas medidas de de oportunidade de atração de empresas ou incentivos fiscais ou algo assim dentro da legalidade. Nós temos que debater para encontrar um um caminho comum. O vereador Herbert Ganém apresentou um projeto de lei para proibir o plantil e o cultivo de espécies vegetais tóxicas aqui em Campinas. A iniciativa estabelece um rol exemplificativo de espécies conhecidas por oferecer risco à saúde de pessoas e animais. O projeto nosso para causa animal. A gente sabe que tem muitas plantas tóxicas que se os animais ingerirem podem aí levar a óbitos sofrerem mal súbito. Herbert Ganen explica que a ideia também foi motivada por uma ocasião real, onde um animal ingeriu uma planta tóxica localizada em uma área pública. Isso. Um cachorroco acabou ingerindo uma planta tóxica, né? São várias plantas que existem que a gente nem sabe, né, direito, né? Mas existe essas plantas. Comigo ninguém pode, né? é uma planta muito tóxica. Se o animal ingerir, ele pode vir a óbito ali se não for socorrido com o tempo. Diante dos casos, o parlamentar vistoriou alguns espaços e identificou locais de riscos. Eu estive andando em alguns lugares, praças, lugares que t acesso fácil, né, para animais, crianças. E a gente detectou esse problema. Já teve um caso muito parecido que aconteceu, então a gente resolveu colocar pro de lei aqui na nossa cidade. Vereador Guilherme Teixeira cobra a transparência da prefeitura sobre agendamento de consultas e funcionamento da farmácia do Centro de Saúde do Jardim Bassoli. Motivado por relatos de moradores que enfrentam dificuldades para conseguir atendimento, o vereador Guilherme Teixeira protocolou um requerimento solicitando esclarecimentos à prefeitura sobre o funcionamento do centro de saúde do Jardim Bassoli. Na verdade, foi uma munícipe que me procurou, eh, relatando as dificuldades de marcação de consulta, porque é só de terça e quinta-feira, no período matutino e ela queria ver uma situação para facilitar. a gente sabe que tem o assistente virtual e eu testei o assistente virtual da da consulta e ele acaba direcionando você pro posto de saúde, acaba recorrendo no mesmo processo. Então a ideia é entender melhor para poder ajudar, para poder fazer com que o fluxo de marcação de consultas possa ser mais dinâmico pra sociedade, tendo em vista que todo mundo tem sua ocupação durante o dia, tem seus afazeres e não dá para ficar se deslocando todos os dias em busca desse tipo de serviço. também tem um 60 que as pessoas podem buscar também, agendar por telefone também, mas é só para poder entender esse mecanismo e poder ajudar melhor a população de Campinas. Entre os questionamentos, o parlamentar quer saber sobre os agendamentos se existem restrições de dias e horários, como terças e quintas pela manhã, e se houve mudanças no funcionamento da farmácia do centro de saúde. Guilherme Teixeira também destaca a possibilidade de uma readequação no sistema de agendamentos. Hoje a tecnologia já tem avançado bastante. Nós temos vários mecanismos hoje, como a inteligência artificial, que pode ser usado de uma maneira até mais dinâmica e melhor para que a população possa ter o acesso mais rápido e seja mais prontamente respondida ali no ato da sua demanda. Hoje é terça-feira, dia de conferirmos as atividades, os desafios daquele ou daquela que trabalha para promover o bem-estar e os direitos de indivíduos, grupos e comunidades, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade ou exclusão social. Assistente social no Se liga na profissão. [Música] [Aplausos] [Música] Olá, minha gente. Começamos com mais um Se Liga na profissão e desta vez a gente vai falar sobre uma profissão que é primordial na vida do ser humano, dos grupos, da comunidade. E quem vai explicar pra gente um pouco dessa profissão que tem crescido cada vez mais é a professora D. Janete Lia Martins de Sá. Professora, essa é uma profissão que, graças a Deus não para nunca, né? Não, não para nunca. Revendo alguns documentos históricos, eu encontrei um folheto dizendo serviço social, profissão do futuro. Isso há alguns anos atrás. Eu diria serviço social, uma profissão do passado, do presente e do futuro. Extremamente necessária, mesmo que surjam outras profissões, ela continua sendo importante, porque o assistente social atua diretamente com a população em situação de vulnerabilidade, de injustiça social, de violência. E é o que a sociedade apresenta nos dias de hoje, sempre está apresentando. Ele é exprissional extremamente necessário para os dias atuais. Professora, quais são as principais características desse profissional? Qual perfil o aluno deve ter para ele ingressar nesse curso, exercer a profissão? Bom, uma identidade com a área de humanas, eh, sensibilidade em relação às expressões da questão social, não é, que são muitas. E você vai também eh requerer desse aluno uma leitura crítica da realidade, uma capacidade de relacionamento com as pessoas, de intervenção nas políticas públicas, de operacionalização dessas políticas públicas. Também eh se pede desse profissional que ele saiba trabalhar em equipe, né, interdisciplinar, enfim. Eh, é preciso alguém que tenha resiliência e uma identidade cada vez maior com o sujeito de direitos. Por quê? Ele vai atuar exatamente na operacionalização das políticas públicas que atendem aos direitos de cidadania, seja na área da saúde, da educação, da habitação, eh do transporte, do lazer, na área sociojurídica, que é uma área que tem crescido muito. Então você vai encontrar profissionais atuando no Ministério Público, no Tribunal de Justiça, no sistema penitenciário, em medidas socioeducativas. Também se pede do profissional que ele saiba redigir um parecer, um laudo. Isso é muito importante, não é? eh que ele participe de pesquisas, que ele seja um pesquisador, esteja sempre atento a às mudanças que ocorrem na sociedade, enfim, que ele também tenha uma capacidade de trabalhar em rede, mobilizando a, claro, atuando na rede socioassistencial, mas mobilizando a rede da saúde, rede da educação, rede da habitação. Isso é muito importante. A gente escuta muito as pessoas comentarem: "Olha, o assistente social da prefeitura de Cidade X, do hospital Y, não é apenas nesses locais que o assistente social vai trabalhar, né? O espaço de trabalho também é bastante abrangente, é muito amplo, há um leque de possibilidades. A área da saúde é que mais emprega assistentes sociais. E diga-se de passagem, nós temos hoje cerca de 250.000 1 profissionais nativa. O Brasil só perde em número de assistentes sociais para os Estados Unidos e aproximadamente 190.000 estudantes. Então você vê que é um contingente imenso e há espaço, não é, para de trabalho eh para todos, não é? Então você vê que não é só na área socioassistencial da saúde, nós temos assistentes sociais dando consultoria nas forças armadas, não é, na Marinha, na ABIM. Então você vê aí uma possibilidade imensa, não é? E prefeituras, as prefeituras de municípios pequenos, porque com suas, não é? Nós temos aí os CR, Creias na área da saúde, CAPS. Então você vê um uma abertura imensa aí de atuação para o profissional na área da educação básica agora, um concurso inclusive recente aqui em Campinas, eh, para psicólogos e assistentes sociais atuarem juntos, não é, nas escolas. Então, veja você que o leque é muito aberto, é muito grande. Tem uma curiosidade também, as pessoas já perguntaram o seguinte: para ser assistente social, precisa ser mulher ou homem também pode entrar? Porque é uma área que a maioria das eh a maioria dos profissionais são mulheres, né? Perfeito, perfeito. 90% mulheres, mas temos homens também e excelentes profissionais. um campo aí aberto para os homens, não é? Mas historicamente é uma profissão eh eh que se identifica com o feminino, não é? Com as mulheres. Sim, exatamente. Eu acho que tem muito a ver assim a a questão do cuidar, né, de dar essa atenção e isso envolve muito o lado feminino, né? Exato. Se bem que mudamos muito, não é? Esse cuidado que antigamente era visto como um assistencialismo, isso caiu por terra. Hoje você vê eh a pessoa ou usuário como um sujeito de direitos, que deve ter acesso às políticas públicas para que ele possa, né, eh, se empoderar até politicamente e ele tem que ser visto como um sujeito com dignidade, um cidadão, né? Uma pessoa que precisa crescer, caminhar com suas próprias pernas. Então, há todo um trabalho no sentido também da emancipação desse sujeito para que ele não fique eh eternamente na dependência de um de um trabalho assistencial ou programas assistenciais, não é? Mas para que ele cresça e eh tenha inclusão, né? Então, há essa eh possibilidade, essa perspectiva de incluir o cidadão no contexto, na sociedade e de maneira emancipatória. Professora, falando um pouquinho mais do curso, ele é um curso de quanto tempo de duração? O curso dura 4 anos. É um curso que tem estágio supervisionado desde o terceiro período. Eh, praticamente todos os estágios são remunerados, pouquíssimos não, não é? E esses estágios permitem um contato direto com a população, uma relação estreita entre teoria e prática, uma relação com a a comunidade, com a população. Nós temos eh eh os projetos também de curricularização da extensão, em que o aluno também presta serviços paraa comunidade, monitoria, iniciação científica. é um curso muito dinâmico, traz uma formação eh muito ampla além da da especificidade da profissão também um aspecto cultural muito amplo, porque o aluno vai ter acesso a à sociologia, economia, políticas política social, né? Eh, teoria do estado, eh direito, são disciplinas subsidiárias básicas, não é? para que ele tenha essa leitura de realidade, possa intervir de uma maneira eficiente, eficaz, efetiva. Professora, para quem se interessa em cursar, em se tornar um assistente social, quais são as principais dicas? Bom, nós temos aí, tem um dado também, corre pela Câmara dos Deputados um projeto de lei para o piso salarial, não é, que tá por volta de 5.500, esse é o básico. Temos também uma grande conquista de 30 horas semanais, uma grande conquista. Então, eu acho que se eh o telespectador se identificou com esse curso, deve realmente procurar, né, se inscrever no próximo vestibular. A PUC eh é considerada uma das melhores universidades aqui do país e o nosso curso recebeu nota cinco no ENAD, considerado, vamos colocar entre os oito melhores do Brasil. Então, vale a pena fazer serviço social, que é uma profissão que realiza muitíssimo, né, eh, as pessoas. Muito bem, professor, eu agradeço. Bom, agora a gente vai procurar entender na prática como é que funciona o dia a dia do profissional assistente social. [Música] Bom, então agora nós vamos entender como funciona o dia a dia do assistente social. Ao meu lado está a assistente social da PUC, a Aline Barreto. Aline, conta pra gente qual é o dia a dia do seu trabalho, como funciona, como é sua rotina. O assistente social hospitalar, ele tem um papel muito importante na assistência ao paciente. Ele tá integrado junto à equipe multi, faz avaliação ali do paciente e ele integra o plano terapêutico, né? O médico desenvolve e define um plano terapêutico e o assistente social como membro da equipe multi também vai desenvolver e desenhar assim o projeto terapêutico dele frente aos cuidados com o paciente. Eh, tem um papel muito importante em olhar o paciente em sua totalidade, né? Então, frente ao diagnóstico que o paciente estiver enfrentando, a gente vai olhar pra dor social dele. O que que a gente pode contribuir tecnicamente na no tratamento do paciente para que ele possa viver esse momento com mais qualidade de vida? O paciente hospitalizado, ele tá num momento de muita fragilidade, né? Eh, é importante citar que o assistente social tem um papel na vida das pessoas, não só voltada pra questão socioeconômica. Esse é uma das situações, mas toda pessoa tem direito e o nosso acesso ao cidadão é voltado para garantia de acesso ao direito, especificamente pro paciente hospitalizado, ele tá num momento de fragilidade, um momento delicado, no sentido de que durante a internação ele perde um pouco direito a dignidade dele. Em que sentido? Ele tá despido de roupa, despido dos seus horários. Não é ele que define a rotina, não é ele que define o horário que ele vai tomar medicação, o horário que ele vai comer, o horário que ele vai tomar banho, porque isso ele entra na rotina hospitalar, isso tudo fragiliza ele. E uma coisa que fragiliza ainda mais é o contexto lá fora. A maioria dos pacientes que estão internado, maioria não, todos eles têm uma história de vida lá fora. Então, o papel do assistente social é fazer essa avaliação, olhar pro todo, pro contexto familiar, pro contexto, pra história de vida deste paciente e encontrar aí enquanto política pública, enquanto legislação, o que que ele tem de acesso neste momento que possa facilitar e ele possa estar mais doado para o tratamento, ter a atenção necessária para o tratamento e não ficar aqui hospitalizado enquanto ele vivencia um problema de saúde, preocupado com as situações que ele precisa resolver lá fora. Esse atendimento do assistente social hospitalar, ele vai durar enquanto o paciente está internado. Quando ele recebe alta, recebe alta também da assistência social ou não? Ele dura enquanto o paciente está internado. O assistente social tem um papel muito importante na alta. Por quê? a gente avalia o paciente a partir do momento que ele entra no hospital, faz essa avaliação do contexto de tudo aquilo que a gente vai poder orientar enquanto direito para ele, né, viver esse momento de tratamento. E no momento da alta, o profissional assistente social tem um papel na organização deste processo. Aqui nós falamos de um serviço de alta complexidade, então eh são doenças graves. É um paciente da rede terciária. É, esse paciente normalmente ele sai demandando cuidado. Esse cuidado é organizado pelo serviço social em conjunto com a equipe multiprofissional, mas quem faz a transição pra rede, quem avalia a rede de apoio familiar, eh, é tudo profissional da assistente social. A gente tem muitas situações que o paciente idoso, interna no nosso serviço, ele não tem uma rede de apoio ativa pela história de vida que ele tem aí no decorrer, às vezes perdeu o vínculo. Então a gente vai identificar quem são essas pessoas, qual as possibilidades pra gente tá aí restabelecendo esse vínculo. Tem situações que não é possível restabelecer por causa da história, que esse vínculo já se perdeu há muito tempo. Então, a gente vai precisar construir aí uma rede comunitária, seja com serviços disponíveis na rede, lá no território de quem vai ofertar esse cuidado, ou seja, com a comunidade, amigos, quem esse paciente tiver. Então, na deshospitalização do paciente não tem um segmento do assistente social posterior. O que tem é a transição para outro serviço que o faça. Sobre o dia a dia do profissional, nós estamos aqui falando de um profissional que atua dentro de um hospital. Em outras instituições é parecido o trabalho. O trabalho do assistente social, ele sempre vai ser voltado pra garantia do acesso aos direitos, independente de onde ele estiver. Eh, avaliação social é um instrumental técnico e a gente usa independente do local que esteja e aí muda de acordo com o perfil de cada local. Ou seja, é uma área bastante ampla, né? Agora, a gente pode considerar que eh é uma área promissora, pensando pelo lado financeiro, né? As pessoas sempre que buscam uma profissão, elas querem saber do retorno financeiro. O que você diz sobre isso? é uma área que tem possibilidade sim de crescimento profissional, uma área promissora. A gente precisa estudar, precisa se especializar, né, para ter essas oportunidades. E eu gosto de falar muito que acima de tudo, a tecnologia tá aí, a inteligência artificial, né? Mas eu falo que o serviço social, a atuação do assistente social não vai poder ser substituída por essa tecnologia porque é um atendimento de humano para humano e isso é insubstituível. Então, acredito que seja promissora sim também uma promissão do uma profissão do futuro, pensando que a gente olha para o ser humano e precisa tocá-lo enquanto o outro ser humano. A inteligência artificial não vai ser capaz de fazer isso. Ou seja, eu acho que é uma área, é uma função, além de ser super importante para a população, é gratificante para o profissional. Sim, sim. A gente aprende todos os dias com a nossa atuação. A gente atua muito em situações paciente em cuidado paliativo, paciente, situações que acompanha com a gente um tempo, evolui a óbito, a gente precisa acolher essa família, dar os devidos direcionamentos e a gente lida com pacientes com doenças muito graves, enfrentando isso no dia no seu dia a dia. Então a gente poder fazer a diferença na vida desses pacientes nos ensina todos os dias. Melhor a gente enquanto pessoa também, tá? Ótimo, Aline, muito obrigada. Espero que você tenha gostado também deste Se liga na profissão falando sobre o profissional assistente social e continue com a gente para acompanhar outras profissões. Ciao [Música] O quadro Adote um bichinho é uma oportunidade única para você conhecer os animais que estão saudáveis e prontos para a adoção. Neste espaço trazemos muitos gatinhos e cães, inclusive filhotes da Associação Anjos de Rua de Campinas e também do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal. Confira e ajude a transformar vidas. Adotar é um ato de amor. [Música] Vamos conhecer os bichinhos que estão para adoção nesta semana. A Associação Anjos de Rua de Campinas tem vários cães e gatos aguardando uma família. Esse lindo estopim é o Pipoca. Ele tem entre 7 e 11 meses e é de porte pequeno. É bem esperto, companheiro e gosta de ficar dentro de casa. Para mais detalhes sobre o doguinho, é só entrar em contato com a Carla Vieira. A Milu tem 4 anos, é de porte médio, já está castrada e com as vacinas em dia. É uma doguinha temperamental e muito esperta. Ela não gosta de gatos, mas se dá bem com outros cachorros. Se você se interessou pela Milu, é só falar com a Eline. A Bistec é uma cachorrinha simpática de aproximadamente um ano e porte médio. Foi resgatada, cuidada, castrada, vacinada e agora aguarda uma adoção para ter um lar de verdade. Ela é muito dócil e carinhosa com pessoas e com outros amigos caninos também. Para mais detalhes, entre em contato pelo telefone ou e-mail. que estão na tela. Essa linda gatinha é a Color. Ela é de porte médio e tem dois aninhos. Ela está saudável e pronta para começar uma nova história. Então, que tal ajudá-la? Para mais informações sobre a Color, é só entrar em contato com a Naane Teles. E esse gatão mais fofo é o Garfield. Ele é de porte pequeno e tem 4 anos. É dócil, gosta de beber água na torneira, mas ainda não está castrado. Vive muito bem em apartamentos e é bem tranquilo. Se você se interessou, entre em contato pelo telefone ou e-mail que estão na tela. Para saber mais sobre o trabalho e como ajudar a Associação Anjos de Rua, acesse o site que está na tela. O DPBE, Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, tem mais bichinhos aguardando um lar. O Ivinho é um filhotinho dócil que foi covardemente jogado em um caminhão de lixo. O SAMU animal foi acionado e fez seu resgate no bairro Jardim das Bandeiras. Já passou por exames, está vermifugado e saudável. Agora esse gatinho brincalhão e hiperativo pode ser adotado com muita responsabilidade. A Beck foi resgatada pelo DPBE no bairro Parque Industrial. Passou por exames e tratamento. Está castrada, vacinada e vermifugada. 100% saudável para começar uma nova história em um lar cheio de carinho e longe das ruas. A Helena parece uma raposinha, não é mesmo? Ela é bem dócil, mas um pouco assustada. Essa doguinha foi resgatada pelo SAMU animal no bairro Campo dos Amaris. Está saudável, castrada, vacinada e vermifugada, apenas aguardando um novo lar. Essa cachorrinha tricolor é a ISIS. Ela foi resgatada pelo SAMU Animal em um terminal no bairro Jardim Novo, Campos Elízios. Passou por exames e tratamento. Está castrada, vacinada e vermifugada, pronta para começar uma nova história. A gente encerra o quadro de hoje com o Mufasa, esse doguinho dócil e sorridente. Ele estava abandonado na rua quando sofreu um atropelamento. O SAMU animal foi acionado e fez seu resgate no bairro Parque Aeroporto Viracopos. passou por exames, tratamento e também está castrado e vacinado. Agora ele aguarda uma adoção responsável. Para quem quiser adotar qualquer animal do DPB, é só se conectar ao portal animal de Campinas, clicar no ícone adoção e acessar as fotos e informações sobre os bichinhos. [Música] Semana de tempo estável e de frio, já que a entrada de ar de origem polar deixa a temperatura baixa, principalmente nas primeiras horas da noite, de madrugada. Ada e bem cedinho. E aí, olha só, quem acordar cedinho vai se deparar com uma neblina. Amanhã o sol aparece entre nuvens e não tem previsão de chuva. Vamos às temperaturas. Elas já estão aqui na minha tela. Meio de semana chegando na quarta-feira, 11 de junho. Mínima de 10º. Então faz frio. Ao longo do dia. Até sobe um pouquinho, mas a temperatura não passa. dos 20º aqui paraa cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quarta-feira ao meio-dia. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música]
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