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Acontece hoje até às 16 horas no portão 7 da Lagoa do Taquaral, aqui dentro do ginásio, o ferão de empregos do CEPART e do CIE. São 13 vagas para 17 empresas. No primeiro semestre de 2025, o programa Câmara Educa recebeu mais de 250 estudantes no legislativo campineiro. Olá, sexou 25 de julho de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 7 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela, 97829377. Ou você tem a opção de enviar esta mensagem pelo nosso QRCode. Está com seu celular aí perto? Pega o celular agora para você ver que dá certo. Você vai abrir a câmera e vai apontar para o Qcode. Já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. Atenção, você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou quer mudar de área, acontece hoje até às 4 horas da tarde o 15º feirão de emprego e oportunidades com mais de 100 vagas e tem para estágio também, viu? A repórter Alexandra Dias acompanhou durante toda esta manhã a movimentação e traz agora as informações. Então, seja bem-vinda. Boa tarde, Alê. diretamente do ginásio do Taquaral. Muito boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você de casa que nos assiste. É isso mesmo, 1300 vagas, 17 empresas. A oportunidade está aqui. Você tem que vir para cá. Se não veio ainda, ainda dá tempo. Quem vai falar pra gente como está acontecendo é a Camila Garrido, que é coordenadora do CEPAT. Muito obrigada por receber a gente aqui. Camila. Boa tarde a todos. Agradeço a oportunidade de levar a informação através aqui de vocês. Camila, como é que está acontecendo aqui? Como é que a pessoa pode concorrer a uma dessas 13 vagas? Bom, importante para você trabalhador que tá buscando oportunidade eh e trazer currículo atualizado, o documento com foto e a carteira de trabalho, seja ela física ou digital. Então, a partir desses documentos, os trabalhadores vão passar pelo atendimento do CEPAT, da Secretaria de Trabalho e Renda e vão ser direcionados depois para as empresas, essas 17 empresas que estão aqui para entrevista e seleção dos candidatos. Então, o currículo tem que ser trazido, atualizado, mas é feita uma nova triagem com as informações desse currículo, correto? Isso mesmo. Por quê? Porque o a Secretaria de Trabalho e Renda, ela trabalha com o sistema nacional de emprego. Então a carteira de trabalho e o documento com foto, ele serve para que esse trabalhador possa inserir todo o seu perfil. É como se fosse um um currículo online nesse sistema que tem todas as vagas e os requisitos dela. E ele é intuitivo, ele vai mostrar para nós qual que é o trabalhador que tem compatibilidade para passar por entrevista através do requisito da vaga. E aí, tendo então compatibilidade, o trabalhador vai pra empresa e aí sim ele vai com o currículo, porque as empresas gostam de analisar o currículo, além da compatibilidade, do encaminhamento, também gostam de analisar esse currículo e também tê-lo em mãos ali para posteriores. E as pessoas que estão vindo para cá, se eventualmente não conseguirem essa vaga, vale a pena já tá cadastrado nessa central nacional de empregos? Com toda certeza. Olha, o trabalhador estando cadastrado no sistema nacional, ele pode ser convocado. A gente chama de convocação, mas é um trabalho de eh ativo, né, de busca desses trabalhadores, que é um trabalho feito pela Secretaria de Trabalho e Renda. Então, cotidianamente, nós ligamos para os trabalhadores já cadastrados para que eles possam eh aceitar ou não, né, declinar aí ou não da da oportunidade, mas esse contato ativo é feito. Então, importante esse cadastro. Agora, se você não pôde vir ainda hoje, nós temos um calendário do feirão de emprego e oportunidades até o início de dezembro. Então tem terão muitas oportunidades além do feão, mas o Centro Público de Apoio ao Trabalhador trabalha cotidianamente intermediando os trabalhadores. Então você pode procurar os poços. A gente tem um poço central na Avenida Campo Sales 427 e também no Agiliza Campo Grande e Agiliza Ouro Verde. Perfeito. E para quem tem dúvida sobre que tipos de vaga tem? Tem para nível superior? tem para eh pessoas que não têm uma formação eh para pessoas que têm uma disponibilidade mais um autônomo, um prestador de serviço, tem um perfil fixo ou é para todo mundo? Não, é para todos. Olha, importante mesmo essa essa questão. Tem tem vagas que não exigem experiência, que a gente sabe que tem uma facilidade de encaminhamento. Tem vagas que buscam eh para estágio, por exemplo, quem está cursando superior, mas quem já tenha o superior completo, mas também a há vagas para ensino fundamental, ensino médio, como eu falei aqui, experiência ou não, qualificação técnica. Então, eh, há sim a oportunidade para todo o perfil, inclusive, tá? E aí já aproveito para falar das vagas de jovens aprendizes que tem aqui hoje. Nós temos duas empresas disponibilizando, mas o trabalhador pode eh seja ele eh que tenha a escolaridade de fundamental, médio ou superior, pode buscar essas oportunidades. E se você quiser visualizar essas vagas e os requisitos, pode agora entrar no site do CEPAT, visualizar e vir para cá se ainda estiver tempo. Então vamos ouvir um pouquinho o que que o pessoal tá achando dessa expectativa, né, Camila? Cheguei aqui às 7:30, fui um dos primeiros a chegar. Estou muito confiante que hoje eu saio daqui empregado. Qual que é sua, qual que é a sua área, Carlos? É área administrativa financeira. Toda empresa precisa de uma de um administrativo e financeiro, então as chances são grandes. Sim, eu espero que seja, apesar que eh a gente entra naqueles 60 mais, né? Mas mesmo assim a expectativa é muito grande sair daqui hoje empregado. Mas hoje em dia tem muita empresa já considerando essa questão da experiência, né, e levando em conta também eh a questão da seriedade, da rotina, do compromisso, né? Isso é muito bom. Isso faz com que a gente se cresça mais ainda dentro da expectativa, né? E você acha que o quem tem mais o 60 mais tem muito para ensinar também para quem é jovem, para quem tem para quem tá começando no mercado? Só vou falar isso se alguém me contratar, mas eu eu tenho certeza que sim, porque acho que a experiência que a gente adquiriu, a gente adquiriu de quem também tinha essa experiência. Então, nada mais certo do que a gente passar isso pra frente e não guardar. Estou confiante, quero tanto passar para conseguir fazer meus planos, cursos. Já tem um um plano aí de que curso você pretende fazer? Sim, mecânica de aeronáutica. E dá para ver que aqui no ginásio do Taquaral até azul é patrocinadora ali, ó, como estou vendo. Então já tem aí um um horizonte para firmar o seu plano, né? Sim. Por isso que vem cedo aqui para ter várias chances. Camila. Então, a gente viu que o pessoal vem cheio de esperança, de energia e muita gente já com plano traçado. Essa é uma dica para quem tem uma vontade de se recolocar novamente no mercado, colocar uma meta para ficar tudo mais fácil. Com certeza. Então, ter realmente a meta, o foco, mas a qualificação é muito importante. Então, busquem se qualificar. da secretaria também tem eh feirões online de qualificação, nós temos no município CPROCAMP e também outras entidades de formação. Então você que queira ou migrar, né, ou senão desenvolver, se desenvolver na empresa ou buscar novas remunerações, melhores remunerações e novas oportunidades, é preciso sim e ter um foco, um planejamento e também, como eu falei, qualificação para isso. O CEPAT tem algum tipo de curso gratuito para ajudar nessa trajetória? Sim, todos os meses a gente faz eh uma busca no município de vagas de qualificação eh que possam ser de todas as instituições que estão à disposição serem eh divulgadas através da secretaria de forma gratuita pra população. Então, todo mês nós lançamos o feirão online da qualificação, que inclusive está no site do CEPAT. você pode eh já visualizar lá e ver eh qual a qual a qualificação mais eh eh procurada aí por você, né, pelo seu perfil e também visualizar as que ainda estão disponíveis, que a gente lançou algum tempinho, eh então conforme o preenchimento delas, eh tem ali à disposição, mas no mês seguinte a gente já tem já um trabalho de busca dessas vagas e disponibilizando para a população através do site do CEPAT. Então é só ficar de olho porque tem a oportunidade tanto para qualificar quanto para se recolocar no mercado, né, Camila? Muito obrigada pelas informações. Imagina eu que agradeço. É isso mesmo. Obrigada. É isso. Então, Gabriel, para você que está em casa, ainda dá tempo, até o final da tarde, a gente vai estar por aqui. Isso, até às 16 horas. Até às 16 horas. Dá muito tempo. Dá tempo de atualizar o currículo e correr para cá. É com você, Gabriel. É isso. Acabando aqui o jornal Câmara Notícia. Dá tempo de ir até o ginásio do Taquaral para concorrer a uma das vagas. Entrando no site do CEPAT, você tem essa lista. Muito obrigado, Alexandra Dias, que volta daqui a pouco. Vou acionar novamente a nossa repórter lá do ginásio do Taquaral para falar sobre as vagas de estágio também. Agradeço a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pela Camila Garrido, que é a coordenadora do CEPAT. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole. E você já viu árvore que dá livros? O repórter Rafael Turat vai mostrar uma toda diferentona que fica no bairro Vila Lemos aqui em Campinas. Uma árvore que em vez de flores e frutos tem pendurados em seus galhos diversos livros. Essa árvore diferente fica localizada na Vila Lemos, na região sul de Campinas. A árvore literária é uma iniciativa fruto de um projeto da equipe do serviço de fortalecimento familiar da Aldeias Infantis SOS. Recebemos recentemente uma doação muito grande de livros, né? A gente acompanha 90 famílias. Então doamos esses livros para as famílias em acompanhamento e o restante a gente pensou por que não incentivar a leitura, né, na comunidade, considerando as férias escolares também. Então a gente tem uma árvore aqui em frente ao escritório que não dá frutos, né? Ela tá um pouco seca, então vamos florescer essa árvore com livros. Os livros ficam assim pendurados nos galhos como frutos, que você pode pegar e se deliciar, mas nesse caso aqui as pessoas vão poder desfrutar de uma boa leitura. A maioria dos livros que estão na árvore são infantis e desde que eles foram colocados no final de junho, cerca de 500 exemplares já foram distribuídos para toda a comunidade. Está sendo muito legal. Então, pra gente é importante esse esse movimento das crianças, adolescentes, jovens, as famílias virem aqui, pegarem os livros, tocarem a nossa campainha e perguntar: "Pode levar os livros?" "Não, pode levar. É importante isso. Esse momento é interessante porque a a gente tá recém-chegado nesse endereço e também uma forma da gente explicar um pouco do nosso trabalho, quem a gente é, se conectar com as pessoas também, né? E esse movimento parte desse princípio. E a gente entende que muitas vezes o livro acaba chegando em desuso, né? O acesso com esse aumento das tecnologias. Cada vez mais as pessoas estão deixando de fazer leituras, né? Então talvez a árvore traga esse incentivo à leitura, nossa galerinha, vamos estudar. Então, as nossas educadoras sociais, que são as responsáveis técnicas do projeto, já estão com essa pegada de, nossa, vamos fortalecer em outros espaços, vamos trazer frases de impacto também de incentivo à leitura. Essa ideia inovadora é uma forma charmosa e acessível de incentivar a leitura. Mais do que uma biblioteca, é um convite à imaginação. Esse é um projeto piloto, então o nosso trabalho é no território, então a gente vai até as famílias fazer visita domiciliares. Então o nosso objetivo não é essa árvore ficar aqui, é a gente fazer outras árvores no território, é nas regiões periféricas, como o Ziel, Campo Belo, que são as regiões onde a gente atende. É extremamente importante é a leitura que é tão desvalorizada, então eu acho que a leitura ela pode abrir portas. Então a gente quer deixar essas portas escancaradas nas árvores, nas ruas, para todo mundo. Para aqueles interessados em participar da árvore literária, a Joselane, uma das educadoras sociais, detalha as formas de contribuição. Para poder contribuir com o nosso projeto, é só estar vindo aqui na nossa sede, né? pode estar tocando a campainha e a gente vai estar explicando um pouco do projeto, do que a gente faz, do nosso trabalho e através das redes sociais também, através do telefone e geralmente a gente tá aceitando mais eh livros de infantil, né, livros de criança, porém a gente pode pode estar aceitando qualquer doação. Inclusive esse livro florescendo para outras pessoas é muito importante. Iniciativa muito bacana. Quem passar pelo local então pode retirar o seu livro aí para ler e se deliciar. Olha só, a Comissão Permanente para os vestibulares da Unicamp, a Convest divulgou a lista de estudantes contemplados com a isenção do pagamento da taxa de inscrição para o vestibular Unicamp 2026, que vai valer também para a modalidade Enem Unicamp 2026. No total, 10.605 candidatos solicitaram o benefício e 9.404 4 candidatos foram contemplados após a análise da documentação comprobatória. Para conferir a lista para acessar o site é só você digitar lá convest.unicamp.br. br. O site completo você confere aqui na sua tela aparecendo neste momento. O calendário do vestibular Unicamp 2026 já foi divulgado e as inscrições vão ser realizadas entre os dias 1eo de agosto até 1eo de setembro deste ano pela internet. Já as inscrições para a modalidade Enem Unicamp vão ser realizadas no mês de novembro. Olha só, o prefeito de Campinas, Dário Saad recebeu o título de prefeito inovador 2025 durante o evento da Rede Cidade Digital Inteligentes. Olha, participar do Fórum Cidades Inteligentes aqui em Sumaré, para mim, além de ser importante para toda a região metropolitana de Campinas, também é uma honra. tá sendo um fórum muito rico, eh muito interessante, com bastante experiências, bastante eh sistemas de inovação, cidades inteligentes. Então, pra cidade de Campinas poder participar, sem dúvida, foi muito importante e fiquei muito feliz também de ganhar e um prêmio como prefeito inovador, que é uma honra, não para mim pessoalmente, mas é uma honra pra cidade de Campinas. Parabéns à Prefeitura de Sumaré, a prefeita Henrique, a todos os organizadores parceiros desse evento que sem dúvida tá sendo fantástico. Meiodia, mais 23 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira e vamos com as notícias do legislativo. O Hospital Veterinário Público de Campinas está mais próximo de se tornar realidade. A Frente Parlamentar, presidida pelo vereador Permío Monteiro, acompanha de perto o andamento do projeto. A Frente Parlamentar pela implantação do Hospital Veterinário em Campinas fez um balanço das ações no primeiro semestre de 2025, presidida pelo vereador Permínio Monteiro, que acompanha de perto todas as etapas do projeto desde 2023, com a assinatura de um acordo entre a Prefeitura e a PUC Campinas para a criação do hospital. Agora, a frente fiscaliza se os prazos estão sendo cumpridos, se os recursos estão sendo garantidos e se a estrutura será suficiente para atender a população. é muito importante aqui na Câmara Municipal de Campinas, até porque a gente tá de pleitear esse hospital público veterinário já há um bom tempo e sabemos que é a importância de ter esse atendimento para ajudar os animais com raio X, com exame de sangue, hemograma e outras coisas é de extrema importância, inclusive cirurgia que não tem ainda no consultório veterinário móvel que faz aí um atendimento muito muito muito importante ter o hospital veterinário público. Já passou da hora, já passou da hora de Campinas ter um hospital veterinário púo gratuito que possa atender toda a população, principalmente aquelas que mais precisam. O foco da frente é garantir que o hospital realmente saia do papel, acompanhando o cumprimento dos prazos, a adaptação da infraestrutura e a aplicação dos recursos previstos, com atenção especial às famílias em situação de vulnerabilidade social que não tem acesso a serviços veterinários. E a gente sabe da quantidade de animais que tem em Campinas, principalmente com famílias carentes que precisam cuidar deles. E esse hospital com certeza aí vai vir no momento oportuno. Eu acho que eh essa fiscalização que a gente tá fazendo, os requerimentos de informação, o acompanhamento aí com o poder executivo para que isso aconteça, eu acho que em breve a gente terá boas notícias. Estamos esperando o convênio que vai ser assinado da Prefeitura de Campinas com a PUC. com hospital veterinário da públ hospital eh veterinário universitário, mas que é muito importante a implantação de um hospital público da Prefeitura Municipal de Campinas. Segundo o presidente, a rede de proteção animal da cidade já conta com ONGs e campanhas de castração, mas a demanda por atendimentos clínicos, cirurgias e exames ainda é alta. O hospital será mais uma ferramenta para garantir cuidado e dignidade aos animais e seus tutores, com expectativa de atender casos de urgência, rotina e até emergências. Embora nós temos em Campinas duas unidades do consultório veterinário móvel gratuito que atende de segunda a sexta-feira, mas agora está atendendo aos sábados também, aonde eu sou o autor deste projeto de lei que hoje é lei na cidade. A gente já teve mais de 40.000 atendimentos feito através de consulta, vermifugação, microchipagem e também a vacina V10 ou V8, que é contra doenças e mais que prejudiquem a vida do animal. Mas dizer que é importante essa duas unidades que existe consultório veterinário móvel, que ele percorre a cidade de Campinas. Então ele vai aonde a pessoa não tem condições de se locomover para socorrer o pet e a unidade vai até o bairro para fazer esse tipo de atendimento e é de extrema importância porque agora atende aos sábados também. Mas um hospital veterinário público gratuito, ele tem mais condições de atender outras tipo de doença, tipo cirurgia, eh uma ortopedia, um raio X, um exame mais sofisticado. O vereador Carlinhos Camelô, presidente da Frente Parlamentar do Micro Empreendedor, Micro e Pequena Empresa, Microcrédito e Economia Solidária de Campinas, visitou no primeiro semestre a feira Campinas Innovation Week. A iniciativa da Frente Parlamentar do Microempreendedor, Micro e Pequena Empresa Microcrédito e Economia Solidária de Campinas, que tem como presidente o vereador Carlinhos Camelô, é dar continuidade a um trabalho iniciado pelo parlamentar na legislatura passada. comissão que veio lá de trás e como é do meu segmento do microempreendedorismo, eu também coloquei essa frente parlamentar paraa gente estar discutindo e acompanhando essas questão do microempreendedorismo. Uma das atividades realizadas no primeiro semestre foi a feira Campinas Innovation Week, que teve a presença do vereador Carlinhos Camelô. Inclusive nesse Innovation week que esteve, Barço França esteve lá, inclusive ele colocou uma questão que eu tô cobrando do prefeito que as cidades aí tudo tá aderindo ao cartão, o cartão do microempreendedor, o cartão do microempreendedor, aonde a prefeitura adquire esse esse cartão que é através do governo federal que abre até R$ 12.500 Ras pessoas que tiverem serviço aqui, seja na prefeitura, nos postos de saúde, onde for, que sem licitação e vai ser chamado quem tiver cadastrado na prefeitura vai ser chamado essas pessoas. Não precisa abrir licitação, nada. E aí também vai fomentar a a economia na nossa cidade através disso. O presidente da Frente reforça que o mercado do microempreendedor vem crescendo e é preciso fomentar o empreendedorismo. Inclusive também nós discutimos sobre uma linha de crédito pra gente fazer o shopping popular dos camelôos lá e a gente abriu uma linha de crédito específica para isso, para que as pessoas coloquem o seu dinheiro ali, pague a a empresa e também consigam pagar esse espaço lá e tenham um dinheiro para poder trabalhar e girar. Ainda de acordo com o presidente da Frente Parlamentar, a ideia para o segundo semestre é trazer microempreendedores para debates na Câmara. Nós já estamos prevendo aí que agosto nós traga, faça uma reunião ampliada aqui dos microempreendedores, dos mês também e passa aí todos essas linhas de crédito que tem, conforme vai ser e também que às vezes não são divulgadas, tem ali no site, mas as pessoas às vezes não estão sabendo. Então a gente vai passar tudo isso aqui e discutir também aqui com os microempreendedores. A Frente Parlamentar criada para acompanhar a implantação do trem intercidades em Campinas apresentou o balanço dos trabalhos realizados no primeiro semestre. Com foco nos impactos urbanos da obra, os debates se concentraram principalmente nas transformações previstas para o bairro Vila Industrial. A Frente Parlamentar de acompanhamento à implantação do trem intercidades, presidida pelo vereador Nick Schneider, foi criada com o objetivo de fiscalizar de perto o andamento do contrato da obra, especialmente no trecho conhecido como eixo norte, que vai ligar Campinas à capital paulista por linha férrea. No primeiro semestre, o grupo se reuniu para criar um cronograma de reuniões e debater o impacto da implantação do trem em áreas estratégicas da cidade. O projeto do Trem Intercidades é um projeto muito importante pro estado de São Paulo, pro nosso país e principalmente paraa cidade de Campinas, porque parte daqui é um trem que vai sair de Campinas indo até São Paulo, um trem de média velocidade que vai ser muito importante pro desenvolvimento do estado de São Paulo. Quantos e quantos carros saem sentido a São Paulo que passarão a parar em Campinas e pegar esse trem e vai impactar diretamente Campinas. Por quê? Porque a estação de embarque vai ser ali onde é a estação ferroviária, na vila industrial. Então o objetivo da nossa frente parlamentar, a frente parlamentar que nós propusemos é exatamente acompanhar esse processo, principalmente voltado pra cidade de Campinas. Nós temos aé, temos muita esperança que a implantação desse projeto mobilize, ajude no desenvolvimento daquela região da Vila industrial, que é o primeiro bairro de Campinas, um bairro histórico, um bairro em que as pessoas, o campineiro, tem muito carinho e que tem essa oportunidade de se desenvolver a partir da implantação do trem intercidades. Um dos temas principais das discussões foi o projeto da PUC Campinas em parceria com a prefeitura, que prevê a requalificação do complexo ferroviário da Vila Industrial. Nós montamos, fizemos uma grande reunião, uma reunião muito boa, em que a PUC veio apresentar o projeto que cedeu à prefeitura. A PUC fez um projeto maravilhoso ali para aquele espaço chamado hub de inovação e a PUC cedeu pra prefeitura, gratuitamente deu pra prefeitura o curso de arquitetura da PUC que fez o projeto paraa ocupação de parte da estação ferroviária. Então ali está previsto lojas, estão previstas escritórios, um acesso direto à rodoviária, um acesso que é a rodoviária logo ali atrás um acesso de pedestre interligando a estação de trem com a rodoviária. projeto maravilhoso que nós tivemos a oportunidade de apresentar numa das reuniões que fizemos da frente parlamentar, frente parlamentar do trem tercidades. O Câmara educa de visita ao ambiente legislativo que oportuniza a circulação pelos espaços institucionais, experiência de passar por atividades lúdicas, bate-papo com parlamentares, palestras e vídeos informativos. recebeu mais de 250 estudantes no primeiro semestre deste ano. Conduzido pela Coordenadoria de Relações Públicas e Cerimonial da Câmara, com o apoio da Elecamp Escola do Legislativo de Campinas, o Câmara Educa, ao longo do primeiro semestre de 2025 realizou 10 visitas de seis diferentes instituições de ensino, atendendo um total de 257 estudantes dos ensinos infantil. fundamental e médio, além de faculdades e universidades. A gente conseguiu um número bom de escolas e a gente conseguiu uma variedade também de idades, faixas etárias, né? Eh, turmas entre escolas particulares e escolas públicas. Então, a gente teve desde turmas do do início do fundamental até universitários de cursos de direito. Então essa experiência para nós também como servidores é muito legal porque a gente tem aí a capacidade de usar todos os programas que o que o Câmara Educa tem e também ter essa diversidade, né, de conteúdo sendo passado adiante depois, porque a gente entende também que o aluno que vem aqui, ele é um cascateador depois de informação. Então ele sai aqui da Câmara com o material físico em mãos, né? Ele sai com o gib são os pequenininhos e a gente mostra o site da Câmara, fala de todos os canais de comunicação, fala da TV. Então a ideia é que ele chega em casa depois e conte pros pais, pros amigos, né, pros outros colegas de escola como é que foi a experiência. E a gente vai disseminando um pouco isso também entre os outros alunos. O programa de visitação de caráter educativo busca aproximar a Câmara de Campinas da sociedade civil, levando aos alunos informações sobre política e assuntos relacionados ao legislativo municipal, ter contato com a Câmara, entender um pouco como funciona o poder legislativo, entender o papel dos vereadores, né? Conhecer por lado de dentro a organização e a estrutura da Câmara. E é muito legal porque eles aguça neles essa curiosidade e certamente vai começando a desenvolver esse senso, esse senso crítico, né? E esse espírito de cidadania. Eu acho que é muito importante ensinando um pouquinho, né? eh o que é o poder legislativo, a importância da Câmara, dos vereadores, o que é uma lei, na verdade assim, ajuda eles entenderem o que é ser cidadão. As atividades desenvolvidas variam de acordo com o perfil de cada grupo e incluem, além das visitas monitoradas pela Câmara, encontros com vereadores, contação de histórias e orientações lúdicas sobre o funcionamento da casa de leis. A Elecamp contribuiu nessa parte, né, de um olhar mais pedagógico para as faixas etárias e como eh entregar esse conhecimento de uma forma numa linguagem que qualquer pessoa pudesse entender. Então, desde quatro aninhos de idade, que são as crianças da educação infantil, a gente passa informações de como funciona a política na cidade, do que é governo, o que que é cidadania, o que que é democracia, numa linguagem lúdica, através de uma contação de história, através de um palitoche. Então, a gente vai brincando, conversando, contando história, sentando em roda e eles vão entendendo questões políticas importantes. As visitas do programa têm duração de aproximadamente 2 horas. O Câmara Educa oferece materiais pedagógicos variados, incluindo vídeos, gibis, além de conteúdos complementares do legislativo campineiro. É importante porque eh faz parte da educação cidadã, né? Então, para além do ambiente da Câmara, as instituições que chegam aqui t a oportunidade de trabalhar isso dentro da unidade escolar, né, como um tema transversal. Então, as crianças que vêm aqui, elas não vão entender só o que faz um vereador, elas vão eh discutir aqui com a gente, brincando o conceito de cidadania, de democracia, e isso fortalece as relações, né, melhora as relações entre eles. Eh, a gente tá falando aqui de garantia de direitos, né, de ser cidadão, de olhar pro bem comum, né, de de não olhar só pros meus interesses. Isso começa desde a infância, né? Então, a educação política não tem idade, quanto antes, melhor. Nesses primeiros meses, o Câmara Educa recebeu avaliação positiva das instituições participantes do programa. Há mais de um ano a gente implantou um formulário pós-vita. Então, sempre que a gente recebe uma turma, a gente envia depois aos responsáveis, ao professor que veio acompanhando uma avaliação. Ela é bem rapidinha, mas a gente consegue mensurar então o que que eles acharam dessa visita. E a gente teve assim 80% de avaliação como muito bom, tanto as explanações, né, dos servidores, quanto os materiais audiovisuais, as dinâmicas, né, contação de histórias quando são pequenininhos. Então a gente vê que realmente tem sido um retorno muito positivo das escolas e dos educadores. Agora para o próximo semestre, a proposta é ampliar o número de visitas na Casa de Leis Campineira. A gente já tem algumas escolas agendadas, pelo pelo menos quatro, cinco visitas já agendadas e mais umas 15 datas disponíveis. Então, quem quiser trazer a escola, temos umas datinhas reservadas e a nossa expectativa é aumentar um pouco o número em relação ao primeiro semestre, né? Porque o primeiro semestre a gente começa ali em fevereiro, março, então ter um número um pouco maior e continuar mantendo essa diversidade, né? Tanto os pequenininhos, mas também trazer bastante universitário, que tem um conteúdo rico para eles também. Fim de semana em que as duas equipes da cidade entram em campo. É a 14ª rodada da Série C. Amanhã no Sabadão, 5 horas da tarde, o Guarani recebe o Náutico no estádio Brinco de Ouro. Você vê o confronto aí na sua tela. O Bugre vem de três jogos sem vitória, empate com Londrina, empate com o Itu ano em casa e derrota para o Anápolis. Está na 12ª colocação com 16 pontos e o Náutico é o sexto colocado com 20. Técnico Marcelo Fernandes aguarda o departamento médico liberar o zagueiro Alan Santos, que saiu no intervalo da última rodada. E com isso ele pode desfazer o esquema com três zagueiros que não deu certo, né? e colocar mais um atleta no meio-campo. Jogo difícil e claro que na segunda-feira a gente conta a história de Guarani Náutico aqui no Brinco de Ouro. E no domingo, 4:30 da tarde, é a vez da Ponte Preta entrar em campo. Enfrenta o líder Caxias fora de casa. Você também vê o confronto aí na sua tela. O técnico Alberto Valentin tem problema porque o goleiro Diogo Silva está suspenso e aí o Pedro Rocha vai ser o titular. Por outro lado, o lateral direito Maguinho retorna de suspensão e assume a vaga do João Gabriel. Ao longo da semana, o treinador fez alguns testes. Uma provável Ponte Preta tem Pedro Rocha no gol, o Maguinho na lateral direita, Vanderson e Danley a dupla de zaga com o Artur na lateral esquerda. Léo Oliveira pode ganhar uma posição no meio-coampo ao lado do Emerson, também do Luís Felipe. Pode começar a partida entre os titulares e fica uma dúvida entre o Elvis ou o Jean Dias e na frente Everton Brito e Gé. Um ponto separam as equipes na tabela de classificação. É duelo pela liderança da Série C. E claro que na segunda-feira a gente também conta a história de Caxias e Ponte Preta. Lembrando, hein? Última rodada antes do derby, porque no sábado, dia 2 de agosto, tem Ponte Preta e Guarani no Majestoso. Então, a próxima semana a gente fala bastante sobre o duelo que para a cidade. Bom, o que não para a cidade são as atividades culturais aqui pela cidade de Campinas. Fim de semana recheado de atrações e a gente acompanha tudo a partir de agora na nossa agenda cultural. Olá, minha gente. Se estou por aqui e, é claro, a gente traz a Agenda Cultural com as melhores dicas para você programar o seu final de semana. Então, fica de olho e já se prepara porque tem estreias incríveis nas telonas. Quarteto fantástico, primeiros passos. Na Nova York dos anos 60, quatro amigos embarcam em uma perigosa jornada espacial que os transformam no Quarteto Fantástico. Com poderes extraordinários, eles agora enfrentam o desafio de defender a terra do temível Gálatos. Lições de liberdade. Nos anos 70, o professor britânico Tom, trabalhando na Argentina, resgata um pinguim de um derramamento de óleo. Após soltá-lo no mar, o animal retorna, adotando o tom e dando início a uma inesperada amizade. Essa história emocionante explora os laços de lealdade e gratidão que surge entre homem e o seu companheiro emplumado. Yes. Um lobo entre os cisneies. Thiago Soares, um garoto pobre do subúrbio carioca, encontra sua paixão no hip hop e aos 15 migra para o balé. Com o apoio do seu mentor Dino Carreira, ele acende a uma carreira internacional, tornando-se o primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres. Atualmente, aos 40 anos, Thago é diretor artístico do balé de Montei, no México. Uma jornada inspiradora de superação e arte. Você não merece me quando eu subi naquele palco, meu corpo era maior que eu. Você tinha que ter me contado. Dito de saber. Cada vez que você volar um palco, eu volarei. Festival Brasadell que será nesta sexta-feira às 8 da noite no Tetris Clube em Campinas com bandas como Ozi, Palhaços da Cidade, Maremoto e por fim um tributo ao NX0. É que ela fala em códigos e eu que não entendi. Será que deixou óbvio? Só eu que não vi. Pelo a gente se encontrar. Tenho certeza uma bem melhor. Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas apresenta a série Carlos Gomes, também nesta sexta-feira no Teatro Castro Mendes em Campinas. Tiaguinho se apresenta sábado às 2 da tarde no Parque de Eventos CCA, o Clube dos Cavaleiros de Americana, o mesmo lugar onde acontece o rodeio. Cíntia Luz se apresenta neste sábado, a partir das 3 da tarde no espaço Naga Cable Park em Jaguariúa. Na companhia teremos DJ Pedra, Big T, Tidas e Dedão. Me desliguei do mundo para mim ficar contigo. Eu joguei na rua. Meu coração é bandido. Guilherme Benuto também faz apresentação neste fim de semana. A dupla estará no sábado a partir das 5 da tarde na Praça das Bandeiras em Sumaré. Comigo vai ser pra vida. Meu amor não traumatiza. Quero ter seu sobrenome. Alexandre Pires está pela região com a sua nova turnê. Sábado, a partir das 9 da noite ele faz uma apresentação na Red Eventos em Jaguariuna. Eu nem pisquei de onde eu tava. Eu vi como que era dar no meu lugar. Festival Teresa de Benguela acontece no domingo a partir do meiodia na Estação Cultura de Campinas. O local vai receber diversas atrações, como xên a França. Eu queria ver no escuro do mundo, onde está tudo que você quer, nega Duda, quer me ajude. Zudou. Chegou MC Manu só ideal e muito mais para você curtir o seu domingo. Então anota aí a partir do meiodia Estação Cultura em Campinas. Você enganar eu marquei com sua amiga, você viu no celular? No celular. E Campinas recebe o primeiro CIA Fest, um festival de teatro musical promovido pela Companhia S. Aqui ao nosso lado está a Gabriela Nogueira, que é diretora teatral, né, Gabi, conta pra gente porque assim é um espetáculo e tanto, né, são musicais da Broadway, né? Não é qualquer brincadeira não. Conta pra gente. A gente tá produzindo um grande espetáculo com fragmentos de vários musicais. Esses musicais são eh são pedaços de musicais que nós já montamos e musicais que nós ainda queremos montar, que nós montaremos futuramente. Então a gente tá chamando de festival por ser uma grande celebração, né, e por ser basicamente uma amostra de de tudo que a companhia já montou até hoje. Então é uma experiência bem eh envolvente pra plateia e de muita expressão, porque são músicas muito muito movimentadas, muito agitadas, muito alegres. Pros alunos participarem também tá sendo um grande desafio, porque é uma música atrás da outra, então eles cantam, dançam, atuam, tem troca de figurino, trocas rápidas de figurino. Então é um grande espetáculo, realmente assim bem bonito. Vai ser bem bonito. Que legal. E são quantas músicas ao todo? Vão ser aproximadamente 18 músicas no total. É, vai ser 1 hora e meia de espetáculo, uma música atrás da outra. 18 músicas. A gente pode entender que também são 18 trocas de roupas, 18 encenações. Sim, alguns musicais eh tem mais de uma música no repertório, então musicais mais recentes, né, como Mamamia, que são musicais e que a plateia geralmente gosta mais. São quatro músicas só de mamamia. Wicked são três músicas, mas ali no bloco de Wicked são duas trocas de roupa. Então a galera vai pro teatro com mala de viagem e é tudo figurino lá dentro da mala. Então vai ser bem gostoso. Vai ter troca de peruca, vai ser uma loucura, mas vai ficar muito bonito. Que bacana. Bom, e para acontecer todo esse festival, todo esse espetáculo, é importante ter um preparo vocal, né? Porque afinal de contas eles vão cantar. E aí essa parte a gente vai conversar com o professor de canto e descobrir, né, quais são as técnicas. Será que tem algum segredo? Bom, a gente vai entender então com o professor de canto, Davi Guilherme, como é que funciona, né, Davi, a escolha do repertório, por porque Broadway tem muita coisa boa, né? Tem muita coisa mágica quando a gente fala de espetáculo. Então, acho que é até difícil, né? Porque não dá para colocar tudo e tem algumas que a gente não pode tirar. Como é que foi feita essa escolha? Bom, o grande desafio é encontrar ali em diversas vozes diferentes, aonde cada uma se destaca melhor, né? Entender o timbre e a individualidade de cada voz e designar personagens que combinam melhor com aquela voz, com aquela estrutura, com aquele registro. Isso facilita muito o processo aqui e a gente acaba extraindo o melhor de cada um, né? Então fica mais fácil. Porém, um detalhe, você falou sobre o repertório, né? A gente vai fazer uma abertura com coral e aí o repertório um pouco mais variado. Então a gente vai abrir com músicas brasileiras, né? Vai cantar Elis Regina, vai cantar Tom Jobim, essas coisas no começo. Isso vai mostrar além do do trabalho com musicais, o trabalho vocal, né, dentro do limite ali deles, trabalhar o máximo que eles podem fazer vocalmente. Então vai ser uma exibição mesmo de muita musicalidade, de muita vocalidade, bem bacana. Até porque não tem como a gente falar de música sem mencionar os nossos artistas brasileiros que são incríveis, né, e merecem ser homenageados sempre, né? Com certeza. E para além da escola de teatro, nós somos um centro cultural, também somos uma escola de música, inclusive o nome é esse, né? Centro cultural, escola de música. Então, acho que esse começo, essa abertura, para mostrar que nós somos uma escola de música, ensinamos todo tipo de música além do dos musicais, né? Para além dos musicais. Serão quantos alunos no palco? Olha, o coral tá com quase 30 vozes. Caramba. É, então mais ou menos umas 30 pessoas ali cantando só voz e piano. Vai ser a coisa mais linda. Vocês não podem perder, gente. Vamos lá. Bom, então é isso. Corra pro Teatro Castro Mendes e garanta seu ingresso, não é isso? Isso mesmo. Dia 26 de julho às 19:30 no Teatro Castro Mendes. Espero vocês lá. O espetáculo A luta, em quais lutas mais podemos somar, se apresenta neste domingo, a partir das 3 da tarde na Bacia Cultural em Campinas. Oficina de desenhos Cidades de Faz de Conta tem apresentação no sábado às 4 da tarde na Biblioteca Integrada do SESI Campinas. Tem também Rock Chronicles, uma viagem musical fazendo apresentação no sábado a partir das 5 horas da tarde no Teatro do Sésia Moreiras em Campinas. Meio Mundo Naia também faz apresentação no Sesi. Será no domingo a partir das 4 da tarde na Biblioteca Integrada. Olá, amigos de Campinas e região. Aqui é Thiago Gonçalves, jornalista cultural e escritor de literatura para infâncias. Gostaria de convidá-los para o lançamento do meu livro Ted Tent, que vai acontecer no próximo sábado, a partir das 4 horas da tarde, na livraria Candieiro em Campinas. O livro ilustrado pela Ana Cardia traz uma bela e sensível reflexão sobre a importância de pensarmos sobre o bem-estar psicoemocional das crianças. Vai ter contação de histórias, vai ter bate-papo e, claro, sessão de autógrafos. Convidem os pequenos e grandes leitores da sua casa e venham. Fala, Campinas e região, tudo beleza aí? Tô passando para fazer um convite muito especial para vocês. Dias 26 e 27 de julho rola mais uma edição do evento Covers. Dessa vez lá no Campinas Shopping, um evento sensacional, comida boa, cerveja gelada e muitas bandas de rock. E a Alcohólica Metálica Cover não ia ficar de fora dessa. A gente vai tocar dia 27, domingão, a partir das 4 horas da tarde, tá? Logo em seguida, nossos camaradas da Osmos e OS Cover para celebrar a vida e obra de OS e Osborne. Então, a gente conta com todos vocês dias 26 e 27 no Campinas Shopping para curtir todos os maiores clássicos do rock and roll, em especial Metálica Yose. No domingo, dia 27. A gente se vê lá. Instalação Fernando Sardo, sons recicláveis. É isso mesmo. Instalação sonora interativa. O músico, artista plástico e educador Fernando Sardo compartilha seu criativo trabalho em que executa concertos a partir de instrumentos inusitados. Nesta sexta-feira às 7 da noite, sábado e domingo às 3 da tarde no Espaço Arena do Sesc. Construindo carimbos com Maira Pinto, educadora de tecnologia e artes. A oficina Gambiarra em Família acontece no Espaço de Tecnologia e Artes do Sesc no sábado e no domingo a partir das 14 horas, na sala 10. E ainda tem show crianças da Terra com os grupos Folias e Foguedos e também o grupo Inimar dos Reis. As manifestações de cultura espontânea, músicas, danças e brincadeiras estão presentes na infância. Então, neste domingo, a apresentação é a partir das 4 da tarde no espaço multiuso do Sesc. o cão fugia, o gato fazia coró cocó, a galinha cantava au au galo ciscava numa perna só. E por fim, a festa de Santana acontece neste final de semana, sexta, sábado e domingo, a partir do meiodia, na Praça Beira Rio em Souzas. Aproveite. Bom fim de semana. Meiodia, mais 58 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo. Vamos fazer o seguinte, rápido intervalo porque na volta tem entrevista ao vivo com um escritor, meu colega jornalista também, Israel Moreira, que é autor do livro Entre Ruas e Sonhos. A gente vai falar sobre periferia da cidade de Campinas, vamos retornar aos anos 90. Então, um bate-papo muito bacana sobre o lançamento deste livro depois do intervalo. 1 hora mais 7 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira, hora de entrevista aqui no jornal Câmara Notícia com o Israel Moreira, brilhante jornalista, nosso colega da RFTV Campinas, assina a coluna Ruas Periféricas no Jornal Diário Campineiro, é comentarista esportivo na Rádio Central e que também é escritor, acaba de lançar o livro Entre Ruas e Sonhos, um romance publicado pela editora Letramento sobre a juventude. periférica dos anos 90 aqui em Campinas. Israel, nos conte mais sobre esta temática, um pouco da história para quem está nos acompanhando. Seja bem-vindo e boa tarde, meu amigo. Boa tarde, Gabriel. Um abraço a você. Muito obrigado pelo convite, hein? Satisfação falar com você, aos amigos da TV Câmara. É o romance, eh, esse é o meu primeiro livro de ficção, né? Eu tive um outro livro publicado sobre a Associação Atlética Ponte Preta o ano passado e esse ano nós acabamos se aventurando aí, estamos se aventurando na no na questão da ficção, na literatura de ficção. os anos 90, eu hoje com 45 anos, né, Gabriel, então e vivi algumas coisas, alguns momentos importantes nos anos 90 e me dei ali o direito de criar uma narrativa do período, ah, muito de uma juventude no qual eu vivi também, eh, mas de muitos amigos que me cercavam à época, de muitos colegas, eh, de muitas amigas que me cercaram à época estão presentes no livro entre numa década de uma geração que foi muito importante, tenho certeza que não foi só para mim, mas eh para todos aqueles que viveram a década de 90, principalmente na periferia de Campinas. Eh, e o livro conta um pouco dessa história. Ele começa, se passa ali na na no início, no final da Copa de 94, eh, os personagens, o Marquinhos, Marcos Arlindo, eh, Pereira, né, o Marquinhos Poeta, que é o a o personagem principal da obra. Ele é um garoto que nasceu na comunidade da Nova Luz, onde ele é eh uma comunidade no na periferia de Campinas. E entre a o futebol, a seleção brasileira, a própria Ponte Preta, ah, e os amigos que ali o cercam, ele acaba tendo essa juventude e vivendo o paralelo entre a possibilidade de entrar no crime e os livros. E aí, para saber o final, claro, né, as pessoas vão ter que comprar o livro, mas é esse esse o caminho muito que ele se baseia, que a história se baseia e que o personagem vai trinchando a o caminho, né? vai trilhando o caminho. Tanto ele quanto os outros personagens são envolvidos eh nessa narrativa, nessa construção de um período importante, né, pra sociedade em Campinas também, eh, e principalmente para essa juventude, né, muitos, eh, e tanto no livro quanto na vida real, no qual eu vivi, eh, se perderam nesse caminho, né? E os livros, a época, a militância política que se aflorava no final dos anos 90, eh, se tá estão muito presentes na no livro, além, é claro, da trilha sonora que praticamente conduziu a década de 90 nas periferias de São Paulo, que foi o a explosão, a ascensão do pagode dos anos 90 e também do rap, né, do hip hop, que eram foram movimentos importantes que ali construíram muita da personalidade de muitos outros. hoje adultos, né, pais, tem muita gente até avós, avós já, mas que viveram aquela juventude intensamente. Então ele vai nesse período da da Copa de 94 até 2001 com o assassinato do então prefeito Antônio da Costa Santos. Tá. Ô Israel, como que surgiu a ideia de lançar um livro com esta temática, né, sobre a juventude na periferia de Campinas dos anos 90? Gabriel, olha, eh, claro, isso, essa é uma pergunta que muitos me fazem, né, por até me perguntam se é uma obra autobiográfica. Não, não é. Na verdade, eu sempre eu digo que eu gostaria muito que a minha juventude tivesse sido um pouco do que foi a do personagem principal, né, do Marquinhos Poeta. gostaria muito que a minha também tivesse, mas eu vivi, claro, eh algumas algumas coisas importantes naquele período dos anos 90 que estão presentes eh na obra, claro, numa narrativa ficcional, né, com construção de personagens eh imaginários e tal, mas a a minha vivência, tudo aquilo que a juventude dos anos dos anos 90 ah, viveu com a a as músicas, né, as a questão da do trabalho na periferia de Campinas nos anos 90, poucas oportunidades de trabalho. Você tinha eh algumas específicas aquele momento na juventude, né? Por exemplo, com as privatizações das empresas estatais em São Paulo, as empresas multinacionais que adentram no Brasil no período contratam muita mão de obra da juventude na época. Então o livro também conta um pouco disso, né? Daquelas empresas que abriam oportunidades paraos jovens e jovens mesmo, né? Até eh com idade inferior a 16 anos. E essas empresas vão construindo também, vão moldando a personalidade dessas pessoas, desses jovens no período. E os anos 90 foi uma dificuldade muito grande também, Gabriel, né? A questão eh financeira. Claro que após o Plano Real, as questões eh eh foram aos poucos eh melhorando, as condições foram melhorando, né? E porque eu lembro porque nos anos 80 onde eu era criança, eu lembro da das dificuldades para minha mãe, para minha avó sobreviverem na Vila Rosimbia, onde eu nasci, aqui na região sul da cidade. Eh, então eu lembro muito das dificuldades financeiras depois o plano color, o impeachment, tudo aquilo, a a questão das aposentador, da das poupanças que ficaram presas no banco por determinação do governo, tal. Eu lembro que a família passou um pouco disso. Claro que não tinha uma poupança eh dessas consideráveis, mas eu lembro que era um um recurso que a minha avó fazia muit tinha muito disso. Eh, e depois as dificuldades foram surgindo, né? Até que você sonha muito, né? sonhava em ser jogador de futebol, sonhava em muitas coisas e as coisas acabaram acontecendo de outros caminhos, foram aparecendo oportunidades. Ah, talvez uma das coisas que eh eu tenha de mim, Israel dos anos 90, pro personagem principal do Entre Ruas e Sonhos, talvez seja fuga pelos livros, né? A vontade, a leitura, isso é uma coisa que me que me eh move há muitos anos, né? a leitura, eh, não só as as leituras obrigatórias nas na na no ensino fundamental e médio, mas também a literatura que você vai adquirindo nas ruas. E tem uma uma e é claro que pro personagem também ele tem essa mesma ou parte muito disso de ter essa eh essa dúvida do que fazer nos anos 90 até que ele encontra eh se depara com uma uma revista da Caros Amigos numa banca de revistas e lá tem uma ah um artigo sobre um livro do Capão Pecado do Ferr e dali ele a a trajetória do livro e do personagem são se transforma num outro caminho, né? percorre um outro caminho a partir desse encontro com uma revista na banca e um artigo escrito por um escritor, o Ferrz, o Capão Pecado, que depois virou um livro eh mega de sucesso nos anos 2000, mas ali vai mudando muita coisa. Então, e eh a o porquê de escrever uma uma obra dentro do da base do ambiente dos anos 90, claro que tem muito do que eu vivi, mas muito do que as pessoas que estavam ao meu lado, que foram construindo também a minha juventude, viveram muito bacana, com ótimas referências. Israel, a história ela se passa nos anos 90, 30 anos depois, já que nós estamos em 2025. Quem mora hoje em regiões afastadas do centro vai se enxergar em algumas situações, vai se identificar ou a situação de hoje é bem diferente? Você pensou nisso? Pensei, Gabriel. Eh, eu acho que vão se identificar. Eu gostaria que não eh que muita gente, Claro que quando você escreve eh você tem essa essa vontade de que as suas a sua história chegue cheguem chegue às pessoas. Eh, eh, você acredita sempre que um público específico talvez possa eh eh se interessar na leitura. E claro que o foco do livro eh foi paraa periferia, principalmente, claro, com certeza, a periferia de Campinas. Eh, os os jovens que estão no ensino fundamental, no ensino médio. Eu acho que é muito importante porque as passagens e as os capítulos do livro tem muito dessa relação ainda e eu acho que é muito próximo que é vivido hoje em 2025. Eh, eu estudei numa escola municipal na época no na no presidente Floriano Peixoto na Vila Rosingo Maia. Depois fiz o ensino médio no Cecília Pereira, no Jardim São Fernando. E hoje, pouco tempo atrás, minhas filhas estudaram nas mesmas escolas e as dificuldades, as problemáticas, o contexto não mudou muito, infelizmente. Não, não se mudou muito, né? Continuou os mesmos problemas. Eh, eu acho que, claro, a educação hoje, né, a questão aluno, professor é bem diferente do que era nos anos 90, né? você tinha naquela época eh talvez um respeito ou eh uma situação diferente na relação aluno, professor. Hoje, infelizmente, você tem, claro, muitos casos, mas eh poucos casos que acontecem de confrontos, agressividades, violências, acabam tendo mais repercussão do que a a questão afetiva aí de relacionamento educacional que um professor tem com os alunos. Isso também está presente no livro. Mas a eh eh o 2025 ele tem também eh o jovem que fizera a leitura eh do Entre Ruas e Sonho hoje em 25, eu tenho certeza, Gabriel, te respondendo diretamente, que ele vai se identificar com muitas passagens dos anos 90, porque a periferia, claro que naquela época era um pouco mais escassos, talvez os recursos. Hoje você tem a internet, naquela época não tinha, você tem o celular, naquela época também não tinha, né? Lembro que no final dos anos 90 estavam chegando ainda aqueles eh tijorolas, né, que nós falávamos que eram os celulares os grandes, tal, mas aí só quem tinha muita grana podia ter. A gente ainda dependia muito do telefone fixo, né, então das empresas de de telefonia, mas aí no final dos anos 90 há essa abertura, né, esse novo acesso a essa tecnologia que também está um pouco presente lá no livro, mas eh eu tenho certeza que as pessoas que lerem hoje vão se identificar com as passagens, com as histórias que estão lá. Porque a periferia, infelizmente, Gabriel, ela ainda carrega muita, carrega muito dessas histórias dos anos 90. E passaram 30 anos, mas algumas dificuldades, o crime continua, a leitura também, o acesso, as coisas, claro que melhoraram, né? O acesso melhorou bastante, mas eh eu tenho certeza que eles vão se identificar e bastante com o que está lá. Ô Israel, qual foi o tipo de linguagem que você decidiu empregar nos personagens? a linguagem eh muito do que a linguagem eu tentei, eu tentei, manter a linguagem dos anos 90, inclusive com algumas gírias eh eh alguns dialetos, podemos dizer assim, das periferias da época. Ah, isso também é muito presente porque há uma linguagem eh do hip hop muito presente no livro, porque há citações de músicas. Então, a cada capítulo, eh, a cada trecho do livro, há sempre uma citação que o personagem está envolvido com aquilo, um relacionamento com a a alguma garota sempre remete a a um pagode daquela daquele período. Ah, uma conturbada ação policial na comunidade da Nova Luz sempre remete a um letra de rap que tanto o Marquinhos quanto os outros amigos eh viviam no momento. Então é uma linguagem muito, claro que não tem hoje, por que também é o que fará com que as pessoas hoje se identifiquem com aquilo que está lendo de 30 anos atrás, porque a linguagem, a as gírias elas podem ter mudado um pouco, mas os o sentido das gírias eles permanecem. Então, eh isso é muito perceptível. E claro que o recurso da linguagem da das letras de música, o uso desses trechos musicais durante os capítulos, eu acredito que vai facilitar mais ainda a leitura e para que o as pessoas que lerem se viajam, né, possam viajar um pouco a a a ao período e vivenciar aquilo que foi eh uma década eh talvez a última década do grande período, mas também a primeira década década para mudança eh tecnológica, né? Ela foi a última década do saudosismo, eh, de uma vida totalmente diferente, mas também a primeira a pensar no no ter um um passo tecnológico, um passo a à modernidade, a globalização que veio depois com os anos 2000. Ô Israel, eu tava pensando aqui na sua última resposta quando você disse das pequenas mudanças, né, da década de 90 para hoje. E existe um preconceito no nosso país que associa sempre as favelas, as comunidades com violência, com insegurança, local em que os bandidos moram. No seu processo de criação do livro Entre Ruas e Sonhos, em algum momento esse dilema aconteceu? Você ficou com um receio de comprovar algumas ideias que são vinculadas ou você decidiu retratar de fato uma realidade que existe e construiu a sua história? É isso, Gabriel. Sua segunda resposta, a sua segunda pergunta é a resposta. Eu tentei manter aquilo que foi fato nos anos 90, o que é fato, a violência sempre muito presente também. Eh, mais uma das coisas que, infelizmente, 30 anos depois ainda a periferia carrega esse estigma e eh as poucas oportunidades ou saídas que nós tínhamos nos anos 90 eh hoje são muito algumas mais, né, em determinadas regiões, eh, situações, contextos, né, famílias, questões familiares, financeiras, você tem social, principalmente, você tem, eh, caminhos que possam ser trilhados diferentes nos anos anos 90 na periferia, o acesso à universidade praticamente não existia. Você eh o pobre para estudar era muito difícil de conseguir chegar ao nível superior. A escola básica não, ela era uma boa escola mas ela também não te preparava para aquilo, não que hoje também tenha, né? Outra coisa que a gente também pode discutir, né? Como a escola pública, a escola básica pública e eh principalmente prepara esse jovem eh paraas ruas, né? pro mercado, paraa questão cultural, pra questão social, pra questão da sociedade em si. Nos anos 90 você tinha, você não tinha, que talvez seja o principal, eh eh eh a a acesso à internet ou à informação. Nós dependíamos na época isso aí também uma característica eh de da leitura, de gostar sempre de ler. Então eu gostava muito de ler jornais e tal, eh ouvindo rádio. Até hoje nós fazemos isso, né? Gostamos muito de rádio e de jornal, de jornal também. Então, são foram essas eram essas as nossas ferramentas de acesso à informação. Hoje você tem muito mais rápido, muito mais prático, mas não tem como naquele eh construir uma história dos anos 90 em Campinas e ele se passa, né, de 94 a 2001. e Campinas, nesse período, ele viveu talvez o seu grande, o seu grande momento, o seu ápice da violência na cidade com a morte do prefeito, a questões do sequestro Campinas chegou a ser a cidade mais perigosa do estado de São Paulo com a o os inúmeros sequestros, assaltos, né? Foi e você não tinha internet, mas você tinha televisão aberta cobrindo absurdamente aquele aquilo tudo que acontecia. E isso está muito presente no livro, essa relação eh das ações policiais, do crime ainda não organizado na periferia como é hoje, porque nós não tínhamos conhecimento naquela época do crime organizado em si, apesar dele já existir, mas não se falava muito sobre isso, sobre nomenclaturas, sobre siglas, mas você tinha determinadas organizações ali, núcleos pequenos e que o jovem daquela da periferia nos bairros da cidade em sua maioria tradicional, você tem isso muito presente. E os anos 90 também, nessa questão da violência que você mencionou, talvez seja a última grande década da grande migração na cidade, de a cidade tem um volume de pessoas chegando dessa migração do do país todo para Campinas no final dos anos 90. Isso também muda a cidade de Campinas e muda consequentemente as periferias, eh, porque são nelas que esses migrantes, em sua maioria chegam. Então ali muda, chegam outros costumes, outras culturas e aquilo vai moldando ainda se e preparando esse jovem garoto dos anos 90 paraa vida adulta nos anos 2000. Então essa relação, eu pensei muito em manter a o fato, o que era fato, aquilo que existiu. Tanto é que o livro navega sobre questões reais também locais, principalmente, e a questão fictícia da história. Demorou quanto tempo para escrever o livro e como foi o seu processo criativo? Porque na minha abertura eu falei que você trabalha em diversas empresas, né? Às vezes tá lá na sua mesa, surge uma ideia ou uma conversa com o colega ou você precisa de silêncio, calma, começa a escrever, tem um caderninho ali próximo da cama, às vezes acorda de madrugada, escreve alguma coisa. Como é que foi esse processo criativo? Olha, Gabriel, eh, isso é uma questão interessante. Eh, a pandemia eu acho que foi talvez o grande momento, o momento mais triste da de muitas eh famílias brasileiras recentemente, né, pela perda de tantas vidas, mas ela me trouxe eh se alguma algo de positivo para mim foi essa possibilidade de voltar a escrever. Eu não fui um grande aluno na minha infância, adolescência. não foi um exíio, não fui o número um da sala de aula, mas eu gostava muito de redação, sempre gostei muito de história, geografia, né? E foram essas, principalmente essas disciplinas que sempre me cativaram mais. E na pandemia já eh com 40 anos de idade, eu sou venho de uma de uma eh questão profissional de uma outra área, né, de uma uma ligação profissional eh trabalhando em indústria por muito tempo da minha vida, até que na pandemia eh acaba eu acabo fazendo uma transição de carreira e isso me fez voltar a escrever, eh, voltar a me dedicar. E foi na pandemia que eu começo a licçar eh não só a o Entre Ruas e Sonhos que vai sair agora, que tá saindo agora, como também os defensores, né? Eh, que aproveitei o momento que não defensores, a história dos grandes zagueiros da da Associação Atlética Ponte Preda, que foi o primeiro livro de crônicas lançado o ano passado, também produzido, iniciado na pandemia. Então, eram, foram os momentos em que não tinham jogos para construção desse livro, então a gente acabava pesquisando e do Ruas e Sonhos foi um momento que eu eh tentei me encontrar com aquilo que eu vivi há muito tempo. Vi um processo que eu vi minhas filhas crescendo também, né? um processo eh muitas vidas perdidas, o que era muito triste. E isso foi me fazendo dar mais valor à aquilo que eu já tinha vivido, que eu já tinha passado e que eu poderia construir uma história numa periferia de Campinas que eh, aliás, a cidade de Campinas, no cenário da literatura nacional, ela é pouco trabalhada, pouco divulgada, pouco escrita, infelizmente, né? Eu queria muito que muitos outros autores, principalmente da periferia de Campinas, surgissem e a partir de então, porque você tem muita, é maravilhoso também quando você retrata todos os cantos do país, cada um com a sua característica, característica. E eu vejo a cidade de Campinas até hoje pouco eh numa literatura muito escassa, não da cidade, principalmente então e da questão da periferia. Então acho que esse foi o momento, foi aquele estalo e eu tenho, viu, Gabi, tudo que você disse aí, caderninho, eu tenho, eh, o celular, eu uso o gravador, o gravador do celular, tudo que você vai imaginando, dormindo. Às vezes eu sonho que eu tenho, que eu tenho ideias, eu acordo, infelizmente eu esqueço, viu, Gabriel? Mas eu tento porque aí agora que falei: "Meu Deus, eu sonhei um negócio legal e acabei esquecendo." Mas essa construção eh veio sim da pandemia e eu fui pouco a pouco ali mantendo porque não é fácil, viu? Às vezes as pessoas podem achar que escrever é fácil, mas né, não é uma coisa tão fácil, mas é uma coisa que você faz com paixão, né? escrever sempre é uma coisa muito legal e eu tomara espero de verdade que as pessoas que possam, que tenham interesse na leitura, que gostam da leitura, seja um tema que atrai principalmente essa molecada que tá no ensino médio hoje, essa garotada que está no ensino fundamental, saindo do fundamental para ir ao ensino médio. momento da vida de cada um, muito importante, das indecisões, dúvidas, o que eu vou ser, o que eu vou fazer, eu não quero fazer nada que também faz parte da construção, mas que possam aí, quem sabe levar um pouco dessa literatura, um pouco dessa história para que essas pessoas possam, quem sabe algum deles, né, atingir algum deles e faça eles escreverem também a história deles, a história dos amigos, a história da família, porque eu acho que é isso, é muito importante. Ô Israel, eu acho o livro fantástico, porque você coloca em palavras, contos, histórias, temáticas e quem está lendo, de acordo com a vivência de cada um, vai receber este conteúdo de uma maneira. Você como autor imagina que quem mora na periferia e quem mora em áreas mais valorizadas de alto poder aquisitivo, vai ler e ter percepções diferentes da história? Eu acho que sim, principalmente eh, porque no período você tinha uma hoje com mais uma vez, né, recorrendo ao acesso à internet, você tem talvez uma aproximação, mesmo que virtual entre várias classes. No período dos anos 90 era muito difícil você transitar eh em Campinas, principalmente, e você transitar em áreas onde você não tinha, não era muito habituado a transitar. Então, eu lembro que eu aqui na Vila Rosimbo Maia, onde eu onde eu morava, eh, para eu andar, por exemplo, transitar pelo Nova pela Nova Campinas, eh, pelo Parque Taquaral, não eram coisas, não eram costumeiras. Você não tinha costume de frequentar esses bairros, porque eu não tinha familiares que moravam lá, eu não tinha amigos que moravam lá. Eh, então foi uma adolescência em que eu fiquei na Vila Rio Maia, no São Fernando, nessa região nossa. Claro, eu tinha aí eu tinha parentes eh no Parque Brasília, parentes no antigo Furazóio, né, que é o Flambo ali na região do Boa Esperança. Então eu transitava em outras periferias, eu não tinha o não tinha essa vivência de outros lugares. aquelas, eu acredito também que as pessoas que viviam nos anos 90, 80, 90, viviam em outras regiões da cidade de Campinas também não iriam eh ou não vivenciaram muitas coisas eh da periferia dos anos 90. Então, talvez essa essa troca seja fundamental. O livro pode pode oferecer isso a quem eh não viveu a questão do da periferia dos anos 90 em Campinas e possa ter essa troca eh de conhecer aquilo que às vezes estava até muito perto. Uhum. mas não tinha, não teve acesso ou interesse, conhecimento ou oportunidade de entrar nesse mundo da periferia dos anos 90. E de novo, Gabriel, a a periferia dos anos 90, ela tem essa grande esse essas duas grandes, é que des pode ser uma só, a gente colocar em uma só, que é o movimento hip hop e o pagode dos anos 90, que pegou essa molecada da periferia e colocou na mídia, né? você tem uma explosão nos anos 90 em Campinas, inclusive com inúmeros grupos eh que se organizaram eh de hip hop e também do Pagode 90 e que chegaram aí a nível nacional eh com sua música, com seu trabalho, com a sua arte. E hoje, claro, você tem internet com acesso muito fácil, mas naquele período era muito mais difícil. Então ali também precisa ter eh eu acho que o livro também eh faz eh faz essa ponte de mostrar que o hip hop, o samba, o pagode dos anos 90, o samba, eh fizeram com que ela com que aquela juventude tivessem voz, né? E aquilo em Campinas muito, mas muito aconteceu nas periferias com os pagodes e os raps que aconteciam nos fins de semana, principalmente. Israel Moreira, pra gente poder encerrar, que eu já ultrapassei o tempo que foi combinado, peço até desculpas, já agora, 1:32. Eh, antes de comprar um livro, eu sempre dou uma folhada para saber se tem ilustrações, porque quando eu tô lendo um livro, na minha cabeça, eu sempre vou montando os personagens, imaginando, vou criando. Neste livro, você optou por ilustrar alguma coisa ou tem só texto e vai imaginação de cada um? Boa pergunta, Gabi. Tem só texto, eh, diferentemente das ilustrações, é um livro de ficção que vai realmente provocar o leitor a viajar nos anos 90 naquilo que ele está lendo. Eh, não há não há ilustração, até foi um pedido para que diferentemente de de outros textos eh que você pode construir a sua história com fotos e imagens, ilustrações, mas nesse nesse nessa narrativa ficcional será texto e a o leitor vai poder viajar aos anos 90, aqueles que não puderam vivenciar e imaginando como era a entre ruas e sonhos, como era a vida do personagem. entre um caminho e outro e ele tendo que fazer as escolhas com o final, Gabi, não, eu posso até falar para você que com o final eh talvez um pouco surpreendente a maioria das pessoas que que farão a leitura, porque ele tem dois caminhos e aí ele vai, a história vai contando o que o que vai ser feito. Mas eu tenho muita eu vou ler e depois eu vou contar como é que eu eu formeio o Marquinhos Poeta, né, que é o principal. É, tá bom. Eu vou vou te cobrar, hein? Vou te cobrar. Pode cobrar. Pode cobrar, porque eu gosto de ler e depois fazer essa criatividade, essa imaginação que a gente coloca no livro. Fechou. Israel Moreira, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Tenho certeza que quem está nos acompanhando tá muito curioso. Quem quiser comprar está apenas em pré-venda. A partir de quando que acontece o lançamento e onde que ele encontra? É, hoje na pré-venda, Gabriel, ele pode ser adquirido no site da editora Letramento. Então é só digitar lá www.editoraletramento.com.br e o livro está lá para pré-venda e já ele já vende alguns dias. Ele começou no início desse mês de julho essa pré-venda virtual. alguns, né, graças a Deus, alguns alguns amigos principalmente já adquiriram a o livro virtualmente e deve tá chegando aí até o final do mês casas daqueles que compraram. O lançamento físico, a princípio, deve acontecer aqui em Campinas no dia 30 de agosto. O local ainda eh há uma uma decisão que precisa ser tomada pela editora também da questão do espaço, mas vai ser lançada no dia 30 de agosto, num sábado, eh para poder pegar ali a rapaziada que trabalha durante a semana e possa aí eh participar no no sábado. Eh, e eu fiz questão de ser na hora do almoço, viu, Gab? a pessoa sair de lá e já já aproveitar o sabadão com uma leitura interessante do livro, n? Então deve sair ali deve vai ser lançado fisicamente no dia 30 de agosto aí nas redes sociais. a minha, no caso, eh, eu até depois posso passar também paraa produção da TV Câmara no dia, próximo ao dia do lançamento, onde será com horário, tudo certinho, mas, eh, será lançado em Campinas no dia 30 de agosto. Pode passar pra produção que der aqui no jornal Câmara Notícia, a gente fala também o dia sobre o lançamento. Israel Moreira, muito obrigado e até uma próxima oportunidade, quem sabe com um terceiro livro lançado. Obrigado, Gabriel. Quero agradecer a você, a toda a produção, a Débora, ao Badan, a todos da TV Câmara, que é uma TV que eu acompanho, hein? Aliás, tá faltando o meu bairro na TV aqui na Vila Rosivo Maia. Vou fazer uma reclamação depois aqui, viu? Tá faltando a Vila Rosimbumia e a região do São Fernando aqui aí no meu bairro na TV. Muito obrigado, Gabriel. Te agradecer. Espero recebê-lo a você e toda a equipe da TV Câmara lá no lançamento. Faço questão de receber os amigos. Muito obrigado pela oportunidade. Nos vemos aí que o senhor sabe muito bem onde, né? Daqui a pouco, daqui alguns dias, nos vemos juntos aí. Muito obrigado, hein? Estaremos juntos. Quero agradecer novamente Israel Moreira participando ao vivo aqui do jornal Câmara Notícia. Já foi repassado aqui o recado, viu, pro Lucas Badã, que é o nosso produtor e André Aranha, que é o apresentador do meu bairro na TV para fazer na Vila Orozimbo Maia. Bom, temos um chamado, hein? Vamos acionar novamente a nossa repórter Alexandra Dias, que durante toda a manhã esteve no ginásio do Taquaral. Na primeira entrada, ela abordou o 15º Ferão de emprego e oportunidades e agora vai nos contar sobre as vagas de estágio. Seja bem-vinda novamente e boa tarde, Alê. Gabriel, a gente continua então aqui no Taquaral, no ginásio do Taquaral, com as vagas agora para estágio e menor aprendiz também. Quem vai contar pra gente como é que tá acontecendo essa triagem é o Rômulo Santana, que é o supervisor da unidade de Campinas do CE. Muito obrigada, Rômulo, por nos atender também. Passar essas informações tão importantes, né? Muito importante. Obrigada, Alexandra, pela oportunidade. Boa tarde a todos. O CE hoje está aqui presente no CPAT em todos os eventos e é uma ótima oportunidade, lembrando os jovens que nós estamos no período de voltas, voltas aulas, né, período de férias. Nós temos hoje na região de Metropolitana de Campinas mais de 800 vagas em aberto, tanto para estágio quanto paraa área de aprendizagem. Que que a pessoa que tá buscando por essa vaga precisa trazer? Tem que trazer o currículo, vocês ajudam a formular aqui. Como é que é? O importante é ela trazer a documentação dela aqui para nós, para que a gente valida os documentos dentro do portal. é através do endereço comprovante de endereço para saber se realmente o endereço dele tá correto, que é através dessas informações que a gente consegue criar a vaga mais perto pro pro menor ou pro estagiário se alocar até a empresa. O estagiário, no caso, é para para quem tá cursando só o nível superior ou para escolas técnicas também vale? Não, isso que é legal. Não é só escola técnica. Ele precisa estar estudando. A partir de 14 anos, ele está matriculado numa escola, frequentando, com frequência escolar, ele tem oportunidade tanto para área de aprendizagem quanto para estágio. Então a aprendizagem vai do 14 até 24 anos e e o estágio ele precisa estar cursando aí sim o ensino médio, a escola técnica e superior para ele ser alocado dentro dessa vaga. São quantas empresas hoje que estão disponibilizando essas vagas, Rômulo? Empresas são diversas. Hoje, parceiros do CE, só na região de Metropolitana de Campinas são mais de 1300 empresas eh parceiras do CE. Quem não teve a chance de vir assim, tem alguma outra forma de cadastrar o currículo? Sim, tem outra forma. Se ele cadastrar pelo meu CE, se ele colocar até procurar nas plataformas de pesquisa o CE, ele entra dentro do site, ele faz o cadastro dele e reforça sua atenção. Ser fidedign aos dados que estão sendo inseridos lá, porque são eles que fazem a triagem pra melhor vaga para pro aluno. Rômulo, e mais cedo a gente conversou aqui com um candidato que tá confiante que vai conseguir uma vaga de RH. Vamos ver, a gente já volta. Minha expectativa é grande, estou muito feliz. Eh, tenho acompanhado esse trabalho muito bem realizado por toda a equipe, bem divulgado, eh, um trabalho bastante sério e eu tenho certeza que hoje eu saio daqui com a minha vaga garantida. Você tá cursando, né, eh, psicologia, você tá buscando para uma vaga de RH? Na verdade, eu estou cursando gestão de recursos humanos e busco um estágio na área. É uma vaga que você tá entendendo que tem bastante disponibilidade pela questão das empresas, são muitas empresas, né, e provavelmente tá precisando de o que você tem para oferecer, né? Exatamente. A cada feirão que eu tenho acompanhado, vejo que muitas empresas estão oferecendo vagas. Foi exatamente esse o motivo que me trouxe aqui hoje. E com a bagagem que já tenho da vida, tenho certeza que tenho o melhor para oferecer. É o primeiro feirão. É o meu primeiro feirão. Já vai marcar um gol, né? vai sair daqui empregado. Tenho certeza que vai ser um golaço, vitória e com certeza digo a todos para que venham, porque além de tudo é muito bem organizado aqui. Então é isso, vocês estão aqui até às 16 horas também hoje. Isso, até às 16 horas. É uma ótima oportunidade pros jovens da nossa região metropolitana, não só para Campinas. É importante reforçar isso. São vagas em diversas cidades também em Campinas. Só para ter uma ideia, só em Campinas a gente passa de 300 vagas em aberto. Tem que acompanhar também ali no site do CIEE também para saber os próximos ferões e também para saber das vagas, né? Isso. Dentro do portal ele consegue pesquisar todas as vagas que estão em aberto. Se ele se cadastrar uma vaga, ele não precisa ficar monitorando, porque a própria empresa ou vai entrar em contato com ele para as entrevistas. Perfeito. Aí fica mais fácil, que é uma correria para todo mundo. O estudante a gente sabe que não é fácil também, né? Mas tem que ficar de olho, sempre acompanhando os ferões e o site que dá tudo certo, né? Dá tudo certo e eu, olha, eu garanto para você que oportunidade tem para todos os jovens. Maravilhoso. Muito obrigada, Rômulo. Então é isso, Gabriel. pros estudantes, aprendizes, que tem vontade também de ser estagiário, corre para cá ou entra no site do CE e acompanha as oportunidades e boa sorte para todo mundo, né? Com você, Gabriel. Ótima oportunidade mesmo. Até às 4 horas da tarde. Quero agradecer a nossa repórter Alexandra Dias a disponibilidade do tempo, as informações do Rômulo Santana, supervisor do CE. Então, pelas informações, 1 hora mais 42. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Para você que acompanhou ontem o jornal Câmara Notícia, tava muito bem informado, sabia dessa mudança no tempo, porque possibilidade de chuva aconteceu, caiu em muitas regiões aqui da cidade de Campinas, devido, né, à convergência de umidade que o avanço de uma área de baixa pressão proporciona, favorece o desenvolvimento de nuvens. As chuvas devem acontecer até o início desta tarde, tá? E para o fim de semana, para amanhã e também pro domingo, condição já volta de tempo estável, com o sol aparecendo durante todo o dia e as temperaturas vão subir, viu? É quase um verão no nosso inverno neste fim de semana não tem previsão de chuva nem para o sábado, nem para o domingo, então vai dar para aproveitar os dois dias. Vamos às temperaturas, elas já estão aqui na minha tela. Eh, no fim de semana nós temos eh mínima de 16º e máxima de 29. E no domingo nós temos mínima de 18 e a máxima pode chegar aos 30º no domingo. Então, olha só, hein? Máxima no sábado de 29 e no domingo máxima de 30º. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e nos vemos na segunda-feira ao meiodia, sempre ao vivo. Te espero até lá. Ciao. Ciao.