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Com tantas informações disponíveis na palma da mão, os hábitos de leitura também estão mudando, das histórias ao conhecimento. Mas para muita gente o contato com o livro impresso continua sendo uma experiência insubstituível. Nossa equipe esteve na biblioteca pública municipal professor Ernesto Manuel Zin. Tem um escritor, já é falecido, chama Jorge Luiz Borges. Ele fala que não existe invenção melhor que o livro. inventaram a roda, inventaram a colher e inventaram o livro. Não existe objeto [música] cultural mais sensacional do que esse. Ele do que esse, né? Ele é local que guarda a nossa memória, que instiga a nossa capacidade de fabular. Ele é único, por isso [música] que ele continua tão presente na nossa vida. Em um mundo cada vez mais conectado, as bibliotecas continuam sendo importantes espaços de encontro com a leitura e o conhecimento. Aqui na Zink a gente tem, a gente teve nesse mês aqui uma feira literária a feliz. A gente tem clubes de leitura, a gente tem ações que fazem sempre leitor e usuários chegarem ao livro, né? Isso é uma coisa importante. As pessoas entendem que nesse mundo digital, com grande presença do digital, o livro fosse desaparecer. Não, você vê frequentemente aqui pais trazendo os filhos para conhecerem esse universo, né? Essa aproximação depende também da família. O livro continua sendo um objeto cultural fundamental na nossa história, objeto de memória, objeto de informação e objeto de conhecimento. Para acompanhar as transformações da sociedade, as bibliotecas públicas também estão se modernizando, incorporando novas tecnologias. As questões tecnológicas, é claro, elas estão presentes. As pessoas entendem que a inteligência artificial, ela deixa de lado várias ações. O que falta esclarecer [música] é como que as pessoas podem usar melhor essas tecnologias. Aí elas devem se aproximar mais das bibliotecas, né? Você, a gente continua [música] recebendo escola, ONGs, e a gente tem conversado muito sobre isso, né? É sobre o uso do digital, a o fato das pessoas cada vez mais ficarem, porque não tem leitura, né? As pessoas só circulam a tela e não leem efetivamente. Então, vira até a biblioteca ou qualquer biblioteca pública, comunitária, universitária, significa você dar um salto na sua forma de pensar o mundo, né? O livro tem essa essa possibilidade, ele impacta na maneira como a gente pensa. O Dia Nacional do Livro, comemorado hoje, dia 29 de outubro, é um convite para redescobrir o prazer da leitura e valorizar os espaços públicos dedicados à cultura. É fundamental a gente pensar essa nessa [música] data políticas de aproximação, eh conversar com os políticos que estão sendo eleitos, que vão ser eleitos, que eles olhem paraa cultura e que olhem por políticas de acesso [música] ao livro, à literatura, a formação de leitores, de ter maior um maior número de profissionais aqui em toda a instituição que seja biblioteca, né? Nós temos até uma lei sobre biblioteca escolar, que toda escola deveria ter uma biblioteca e um bibliotecário. Essa legislação precisa ser cumprida. E fortalecimento da instituição [música] biblioteca pública. É uma data pra gente pensar muita coisa, mas para quem quiser é só vir na Zinc para conhecer um acervo que é maravilhoso. Tem mais de 70.000 itens aqui. É incrível para conhecer porque a gente dá várias possibilidades. A gente tem um acervo em Braile, a gente tem literatura infantil, temos histórias em quadrinhos. É só vir conhecer mesmo. M. [música] M.