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51 views Publicado 01/08/2025 HD · 1:30:12

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A Unicamp, Universidade Estadual de Campinas abre as inscrições para o vestibular 2026. Projeto Vaso Doleiro em Campinas tem a finalidade de tirar jovens das drogas e formar cidadãos. Olá, [Música] sexou 1eo de agosto de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 5 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar nesta sexta-feira pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela, 97829377. Ou você pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Atenção, você estudante, hein, que vai prestar o vestibular da Unicamp, a Conveste abriu hoje o período de inscrições para o vestibular da Unicamp 2026. Pela manhã aconteceu uma coletiva de imprensa e quem vai trazer as novidades é o repórter Rafael Turati, que passou amanhã na universidade e traz agora as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no Câmara Notícia. É isso mesmo. Estou aqui na Convest no campus da Unicamp, a Universidade Estadual de Campinas, porque hoje foi aberto o período de inscrições para o vestibular 2026, um dos vestibulares mais concorridos do país, do vestibular da Unicamp. E pela manhã eu acompanhei a coletiva de lançamento desta prova. E vamos ver o que o reitor e o coordenador geral da da universidade e a coordenadora acadêmica da Convest falaram das novidades para a prova do ano que vem. Todo ano nós fazemos o lançamento oficial e para nós é uma data muito especial, né? Porque a gente, como eu disse, celebra uma uma um momento da universidade, onde a universidade se coloca a sociedade brasileira para para receber os nossos novos estudantes, né? Os números são significativos, eles são públicos, né? Temos uma procura muito grande de de jovens e nós queremos mesmo que essas pessoas ven estudar conosco, né? Lembrando sempre que a universidade, a Unicamp é uma universidade pública, gratuita, e ela tem uma larga tradição, né? Como eu comentei, nós estamos fazendo 39 anos de vestibular, o ano que vem comemoraremos 40 e no ano que vem também comemoraremos 60 anos de universidade. Então, nós somos uma universidade ainda jovem, né? Quando olhamos as grandes universidades europeias, nós temos universidades aí com 700, 800 anos, né? Então, a Unicamp construiu uma história em 60 em 60 anos muito robusta, muito significativa e no vestibular também. Acho importante eh lembrar da, digamos assim, da dessa transição que nós vivemos, né? Eh, passando por um vestibular onde não éramos nós, não é não éramos nós que organizávamos. Decidimos há quase 40 anos atrás fazer isso. Decidimos procurar um perfil de estudante, né, que que se preocupasse com com as coisas que acontecem no mundo, que tivesse visão crítica. E foi um desafio enorme criar uma prova que fosse capaz de ser pública, cuidadosa, justa e ao mesmo tempo que tivesse condições de de ter um método de correção. Eh, e isso é um projeto que vem sendo desenvolvido ao longo dos anos com muita competência pelas nossas equipes, pelos nossos professores, pelos membros das bancas, pelos nossos servidores que trabalham nesse projeto, né, pelos nossos técnicos. E é um motivo de grande orgulho paraa universidade, né? E os avanços vocês conhecem, eles são públicos, né? Quer dizer, nós fomos aperfeiçoando esse projeto, mudando as nossas formas de ingresso, ampliando essas nossas formas de ingresso e temos esse vestibular que é um vestibular muito muito relevante de que a Unicamp orgulha muito. A gente busca alunos que sejam capazes eh de trabalhar o tempo todo eh eh eh usando especificamente a a o raciocínio e a forma como o raciocínio vai ter vai ser direcionado na resolução de problemas. Então, o que a gente pensa e a gente, na verdade, pratica é que a gente tem alunos que são alunos muito bons naquilo que se refere a a o conteúdo eh profissional, o conteúdo técnico que é agregado a esse aluno durante o seu curso de formação, mas também ele precisa usar esse conhecimento técnico de forma crítica. Então, a universidade tem sempre esse compromisso de que os alunos ao longo do tempo vão evoluindo cada vez mais, tendo esse aspecto crítico eh de forma como que usa o conhecimento e de como o conhecimento pode impactar na sua atividade profissional e na sociedade. Então, isso é algo que a universidade persegue e vem perseguindo desde sempre e isso se reflete imediatamente na forma como que a gente seleciona os alunos. Foi como a professora falou anteriormente, as provas, na verdade elas exigem que você seja capaz de juntar uma série de informações que estão presentes nas questões e que a partir de um raciocínio lógico você consiga eh levar a uma conclusão. É, é muito interessante isso porque eu fui durante muito tempo corretor de provas da área de química e a gente vê com isso de uma forma muito clara, é que os alunos, inclusive em alguns casos, conseguem ser mais criativos do que aquilo que a gente esperava, porque a gente apresenta os problemas, tem mais ou menos uma ideia de qual seria a resolução que a gente poderia esperar. Isso, na verdade, é feito numa grade de expectativas, mas a gente se surpreende que tem muitos alunos que dão respostas que estão absolutamente corretas, mas que a gente não tinha pensado como alternativa. Então isso mostra a esse tipo de qualificação que a universidade vem buscando e que eu acredito que seja o o a razão do sucesso da gente ter avaliações no ENAD, em todos os pontos que mostram a qualidade do ensino da universidade. Nós avaliamos eh ao longo dos anos a pertinência de todas as provas, inclusive das provas chamadas de habilidades específicas, que são para alguns cursos, ou seja, elas são provas para além das provas de múltipla escolha, primeira fase e da prova aberta de segunda fase. Então, para o curso de arquitetura, que é um curso muito concorrido, inclusive, eh, realizar as provas de habilidades específicas apenas em Campinas, porque seria logisticamente impossível fazer isso no Brasil inteiro, como nós fazemos com as demais provas. Eh, então nós decidimos que a partir de estudo sobre as formas de avaliação dos estudantes, o perfil dos estudantes com essa prova de habilidades específicas e sem essa prova de habilidades específicas, fazendo simulações, nós percebemos que nós conseguiríamos manter a qualidade da avaliação e, portanto, o perfil de aluno ingressante e decidimos então eliminar esta prova na concordância com a avaliação dos próprios componentes do curso. É, então nós não vamos ter, considerando que as demais formas de avaliação já são capazes de dar conta da seleção dos candidatos a esse curso. E sobre a diminuição das questões no dia do da fase dois, né, da segunda fase, ela tem a preocupação eh relacionada com o perfil da nossa prova, que é uma prova que exige bastante leitura. Eh, não é só uma prova em que você escreve uma resposta objetiva na segunda fase, mas você precisa muitas vezes analisar um gráfico, comparar com um texto escrito, produzir uma resposta que eh demonstre um raciocínio, que argumente numa certa direção, que que estabeleça uma resolução de um problema. Isso demanda tempo e a gente achou que era mais importante dar um pouco mais de tempo pros candidatos, eh, para que eles pudessem responder de forma mais adequada, mais pertinente, né, e a gente pudesse avaliar, portanto, de maneira mais qualitativa esses candidatos na segunda fase. E aí nós tiramos eh de forma equitativa duas questões de cada grande área de conhecimento. Bom, Gabriel, a gente poôde acompanhar as principais novidades do vestibulário 2026 da Unicamp. E ó, então vamos reforçar, ó. Lembrando que pro ano que vem, né, a universidade oferece 2.520 vagas em 69 opções de cursos em diversas áreas, como biológicas e saúde, humanas e artes, exatas e tecnológicas. E, ó, e as inscrições podem ser feitas pela internet na página da Convest até o dia 1o de setembro. Agora, sobre o pagamento. O pagamento pode pode ser efetuado até o dia 8 de setembro e o valor da taxa é de 221. E agora sobre as provas de habilidades específicas, ó, a de música acontece entre os dias de 15 a 30 de setembro. A primeira fase do vestibular vai acontecer no dia 26 de outubro. A segunda fase do vestibular 30 de novembro e primeiro de dezembro. e as provas de habilidades específicas, o geral, né, do dia 3 a 5 de dezembro. E a divulgação dos aprovados, a primeira chamada ocorre no dia 23 de janeiro de 2026 e a matrícula paraa primeira chamada ocorre entre os dias 26 e 27 de janeiro de 2026. E para mais informações, basta acessar o manual de ingresso no site da Convest, o www.convest.unicamp.br. BR. Gabriel, volto com você aí no estúdio. Uma boa tarde. Boa tarde. Muito obrigado, Rafael Turate, pelas informações. Quero agradecer também, claro, né, a disponibilidade do tempo com a nossa equipe, do Paulo Montanher, que é o reitor da universidade, do Fernando Coelho, que é o coordenador, e da Márcia Mendonça, também que é coordenadora com todas as explicações aí da conveste sobre o vestibular. E boa sorte desde já a todos os estudantes. Bom, a gente segue falando sobre educação aqui no Jornal Câmara Notícia, faltando 100 dias para o Enem, que é uma das provas mais importantes para o ingresso às universidades e programas de financiamento estudantil. Saiba como estudar e como se preparar. A 100 dias da realização do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, a preparação de quem vai prestar a prova continua intensa. O exame é a principal forma de ingresso no ensino superior do Brasil e serve como critério para as universidades públicas através de programas como o CISU, o sistema de seleção unificada e para obtenção de bolsas de estudos pelo PRO UNI e também ao acesso ao FIES o financiamento do governo em instituições privadas, além de ser aceito em diversas universidades estrangeiras, como em Portugal, por exemplo, neste colégio, As dicas de professores são essenciais para este período. E quando a gente pensa no que fazer nesses 100 dias, se você é um candidato que tá se se inscrevendo pro Enem, a gente presume que você tá concluindo o ensino médio e o Enem vai cobrar todo o conteúdo do ensino médio. Então, alguma base você já tem. Agora você precisa identificar quais são as matérias que são mais importantes de você focar. Agora, o modo de estudar também é importante e uma atenção especial para a redação é fundamental, diz a coordenadora pedagógica. Se o aluno se prepara paraa redação, ele com certeza tem uma nota muito melhor. O Enem se preocupa em divulgar todas as redações que tiveram nota 1000 nos anos anteriores. Então os alunos podem treinar, por exemplo, então vendo as redações que tiveram nota 1000 nos anos anteriores, o próprio Enem consegue divulgar também como que são os critérios de correção dessa redação para que o aluno entenda como ele tem que eh escrever aquele texto. E o que mais ajuda na hora da gente se preparar para uma redação é escrever. Então a gente precisa realmente escrever, escrever e escrever redações do Enem. Temas relevantes do cenário nacional e internacional podem ser abordados nas provas, tanto nas questões objetivas quanto na redação. Caprichar com atualidades e ampliar o seu repertório, saber qual é o livro que fala sobre aquele tema, tentar relacionar um um tema polêmico atual com alguma série que você assistiu, com algum filme que concorreu a alguma premiação. Então, usar coisas do cotidiano para pensar na redação do Enem te deixa mais seguro, porque te aproxima com aquilo, mas também deixa o seu texto mais exclusivo e também com o seu jeito, apesar de ser um texto mais eh formal. Aqui a preparação para o Enem faz parte da rotina dos alunos que aproveitam para estudar em grupo também e reforçar os conhecimentos. E além das matérias que a gente estuda, a gente também tem muito uma preparação fora, que é muito conhecer o contexto que a gente tá, porque o Enem é uma prova que pega muito tipo de atualidades, então é importante conhecer bastante desse contexto. Então eu acho que é um pouco disso, é essa conhecimento da prova, essas matérias e esse apoio dos nossos professores e esses conhecimentos externos também. A principal preparação é mental mesmo, que é uma prova que gera muitas ansiedades, muitas questões mentais, assim. Então é principalmente tentar trabalhar na ter calma e trabalhar o conteúdo com calma que a gente confia nos nossos professores e a gente sabe que vai haver um bom resultado disso. Quando a gente estuda junto, a gente pode aprender um pouco da do ponto de vista da outra pessoa. Sozinho, às vezes a gente tem um pouquinho mais de silêncio, a gente pode estudar com mais calma no nosso próprio ritmo, mas sempre em boa companhia é muito melhor. Em 2025, mais de 4.800.000 candidatos estão inscritos para o Enem, sendo um pouco mais de 1.800.000 concluentes do ensino médio. Os conhecimentos serão colocados à prova nos dias 9 e 16 de novembro, exceto em três cidades do estado do Amazonas, onde vai ocorrer a COP 30. Belém, Ananindúa e Marituba, no estado do Pará, terão as provas aplicadas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro, devido à realização da COP 30, evento internacional sobre mudanças climáticas. Para os candidatos que tiverem problemas logísticos ou de saúde comprovados nos dias oficiais, a reaplicação do Enem será nos dias 16 e 17 dezembro. A divulgação dos resultados será em janeiro de 2026. E quem está fora dos bancos escolares, mas quer prestar o Enem, ainda dá tempo de estudar. Para quem tá um tempo fora da escola, já terminou os estudos há um tempo, é legal relembrar aquilo que era mais fácil, aquilo que ele tinha mais facilidade, porque daí ele vai conseguir garantir pelo menos o básico. E se ele errar, que seja as questões difíceis, que já seriam mais difíceis mesmo dele dele acertar, né, e fazer redação, porque se a pessoa tá fazendo Enem para entrar no ensino superior, a redação sobe muito a nota do candidato no final dessa prova. Para esses jovens em que a preparação já faz parte da rotina, apesar da concorrência, eles demonstram tranquilidade e confiança. É uma prova muito difícil, né? Uma prova que exige muito da gente. Então, a gente tem costuma fazer bastante exercícios em casa, eh, baseados nas provas antigas e eh exercícios preparados por eles mesmos para nos preparar pras provas. No momento, as minhas preocupações são zero, porque eu confio em todo o trabalho que eu fiz durante o ano. Eu acredito nos meus professores, nos exercícios que eles passam e também na dedicação que eu coloquei ao longo do ano. Então, eh, atendimento de redação para treinar, diversos plantões de dúvidas que a gente fica fazendo até tarde, eu acho que tudo isso acalma o coração. Tá preparado? Eu acredito que sim. A gente estuda bastante, mas a gente também encontra as nossas brechas para conseguir sair com os nossos amigos, porque é muito importante também relaxar, porque manter a cabeça constantemente na prova, nos estudos, acaba te cansando muito e às vezes você fica mais cansado pra prova do que necessariamente preparado para ela. Como o Enem é uma prova extensa, ele requer também do candidato bastante controle emocional. Então, nesse momento, faltando cada vez menos tempo paraa prova, a gente precisa achar o equilíbrio entre o estudo, o descanso, o lazer. A gente precisa cuidar das nossas emoções. A gente precisa reconhecer o que deixa a gente nervoso, o que deixa a gente estressado para na hora da prova a gente saber como lidar com isso, para isso não se tornar um imprevisto ou um problema. O leite materno é o primeiro e mais poderoso alimento de um ser humano. E agora em agosto, ele ganha destaque na campanha que mobiliza profissionais da saúde, instituições e famílias. O Agosto Dourado. A Maternidade de Campinas participa dessa mobilização com uma programação especial e emocionantes histórias de vida. Acompanhe. Agosto foi instituído no Brasil como o mês do aleitamento materno. A escolha da cor dourada não é por acaso. Ela representa o padrão ouro de qualidade do leite materno, o alimento mais completo para o início da vida. A campanha, que já é global desde os anos 90, tem como foco promover a amamentação, informar, acolher e incentivar também a doação de leite humano, um gesto capaz de salvar vidas. Para este ano, o tema é: Priorizemos a amamentação, criemos sistemas de apoios sustentáveis. E na maternidade de Campinas, o Agosto Dourado ganha destaque com uma programação especial voltada a valorização do aleitamento materno. Durante o mês de agosto, a gente do dia primeiro até o dia 6, nós teremos palestras para os nossos colaboradores, eh, com colegas que a gente convidou do estado até de fora e teremos ações internas também com incentivo, pensando que a equipe multiprofissional de todos os colaboradores, eles devem ser participantes desse processo de incentivo à amamentação. Quando a gente faz essas campanhas de conscientização, tudo que já existe vem à tona. Então, as explicações são fornecidas com mais frequência, eh existe muito esclarecimento da população de coisas que não tão cientes, então ajuda muito, aumenta realmente o número de doações e isso é importantíssimo para nós. De acordo com o Ministério da Saúde, 1 L de leite materno deve ser utilizado para alimentar 10 bebês prematuros ou de baixo peso. É importante salientar que o leite materno não é só alimento nutricional, ele também contém as vitaminas, ele tem as as vacinas, a imunização que a mãe recebeu. Então é muito importante pro pro prematuro, principalmente para de para ficar mais forte mesmo. Ã imunologicamente falando, o agosto dourado é uma data simbólica, mas o compromisso com a amamentação e a doação de leite precisa ser contínuo. Mas temos que entender que o aleitamento materno ele faz parte, ele contempla não só o ambiente hospitalar e sim também os familiares, sim também toda nossa rede de apoio, a sociedade, as nossas famílias, os nossos pais. Eh, de suma importância que a sociedade, por um todo, entenda que ela é coparticipativa na intenção de fazer com que esse alentamento materno ele se perdure. A gente tem uma captação ativa dessas puerpas, né, dessas mães dentro do ambiente hospitalar. a gente convida eles a conhecer o nosso serviço e elas nos buscam e nós também as buscamos. Hoje nós temos um processo de captação do leite materno em domicílio. Isso facilitou muito, foi um ganho pra sociedade de Campinas, onde a gente consegue atingir um número maior de mães doadoras do nosso banco de leite materno. Amamentar nem sempre é fácil e quando o leite não é suficiente, contar com a doação de outras mães faz toda a diferença. Stephanie está com a filha internada na UTI, neonatal da maternidade e ressalta a importância do acolhimento, da doação e da humanização. Porque na verdade muitas mães eh têm problemas na amamentação, né? Então aqui o banco de leite, eu vejo que eles acolhem muito a gente. Eu passei por um por um momento muito difícil, uma cesárea de emergência de teve algumas complicações e minha nenê nasceu prematura. Então, faz mais ou menos uns 15, 20 dias que eu tô vindo aqui tirar o leite pra minha nenê, né? E é uma experiência assim muito boa, né? Porque às vezes a nossa nenê tá lá, a gente tá em casa, o coração fica apertado. Então é um vínculo que a gente tem, né, que a gente consegue criar com a nossa nenê que tá lá, né? E também oportunidade, né, se a gente tiver bastante leite de ofertar para as outras nenês também que precisam. A minha produção hoje assim, ela não é muito alta, então, eh, o banco de leite também, eh, proporciona o leite das outras mãezinhas paraa minha bebê, né? Então, eu acho que é isso muito importante, é um vínculo muito grande também que a gente consegue fortalecer, né? Reconhecida internacionalmente pela UABA, aliança mundial para a Ação em aleitamento materno, a maternidade de Campinas segue com a responsabilidade e o compromisso de manter o selo de excelência, reafirmando todos os dias que apoiar o aleitamento é salvar vidas. Nós da Maternidade de Campinas somos certificados pelo ABA. Nós somos o primeiro hospital do Brasil a receber essa certificação e nós estamos intensificando as nossas ações de incentivo ao aleitamento materno para que nós possamos manter e segurar esse selo. Meiodia mais 27 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. Vamos fazer o seguinte, rápido intervalo, o primeiro e último aqui no nosso telejornal e depois do intervalo tem entrevista ao vivo com o autor do livro Dois Pais de dois. Nós vamos falar sobre adoção por um casal homoafetivo. Não saia daí que o intervalo é rapidinho. [Música] [Música] Meio-dia, mais 32 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira, Jornal Câmara Notícia. E olha só, segundo o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento do Conselho Nacional de Justiça, desde 2019, 23.918 crianças e adolescentes foram adotadas. destes 1535 por casais homoafetivos, o que corresponde a 6,4%. E preste atenção neste dado, viu? No Brasil, cerca de 4.500 crianças esperam por adoção e do outro lado, 35.000 1000 pessoas cadastradas para conseguirem esta adoção. Para saber sobre as burocracias, como foi o processo, sobre preconceito e também sobre o livro Dois Pais de Dois, eu converso agora com o Rafael Escrivão Sorrigoto, ele que é pai do Alan e do Davi. Então, Rafael, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do jornal Câmara Notícia. Vou querer saber a dinâmica dessa casa aí dos quatro rapazes, viu? Seja bem-vindo e uma boa tarde. Obrigado. Uma boa tarde para vocês também. Obrigado pelo convite, pelo espaço de falar num tema que eh é tão importante e que as pessoas às vezes sentem certa distância, né? Porque eh o tema da adoção a gente vai atrás quando pensa nisso e aí não sabe nem muito por onde começar. Quero adotar, que que eu faço? Não existe um manual, né? Exatamente. Eu sei que é a dúvida de muitas pessoas, ainda mais sobre o processo, né, aqui no Brasil. Acho que muitas já viram reportagens. Então é importante você citar também como foi este seu processo, se foi muito burocrático, se foi rápido, se tem aquela lista, você tá lá no fim, de repente você já tá lá no começo. Então você vai falar bastante sobre este processo e também sobre e o livro. Antes, ô Rafael, me conte um pouquinho da sua história, se você sempre teve o sonho de ser pai, se era um desejo e quando você e o Luciano, com quem você é casado, decidiram entrar nesta fila da adoção. É, esse desejo da paternidade sempre rondou minha cabeça, assim, desde pequeno, meus desenhos infantis era eu me imaginando grande assim, era eu me imaginava eu, um cachorro e e crianças assim. Então eu sempre me imaginei muito tem ter ter sendo pai e tudo mais. E aí quando a gente eh nós somos do interior também, a gente eu vim de São Carlos e a gente estudou em Bauru e quando a gente se mudou para São Paulo, meio que o relacionamento oficializou no sentido de de tomar uma proporção mais séria e tal. E a gente começou a sondar essa esse assunto. E aí por volta de 2014, quando a gente estava recebendo as chaves do nosso primeiro apartamento, que veio essa vontade, tá? Agora tô com apartamento, posso pensar em de repente ir atrás disso. E aí a gente começou a se organizar em relação à à adoção, mas já era um assunto que que rondava aí a casa há um certo tempo, sabe? Sim. E como é que está este processo de adoção aqui no Brasil? É muito burocrático na sua visão? Tem que ser mesmo, já que é uma decisão muito importante para todos os envolvidos. São realizadas entrevistas, visitas. Quanto tempo demorou este processo, Rafael? É, a burocracia é muito padrão, tá? Não muda muito de casal afetivo, casal heterossexual ou mesmo uma pessoa sozinha que queira adotar. O processo eh burocrático inicial é o mesmo, que são aquelas análises de documentos, entrevistas com assento social, psicóloga e tal, para que o seu perfil seja colocado na no que eles chamam da fila da adoção. Então você só entra para essa fila da adoção depois de mais ou menos uns 10 meses que você passou por esse processo eh que é mediado pela vara da infância e da juventude. É, e claro, assim, acho que não tem como negar que esse processo é muito importante, apesar de sim um pouco demorado, mas a gente tem que garantir a melhor o atendimento possível pr as crianças que estão abrigadas, né? Então assim, tem que entender que já existe um trauma nessa criança e a gente tem que eh tanto quanto possível evitar mais questões. Então, tudo quanto a gente puder fazer para proteger essa criança, acho que é muito bem-vindo. E aí esse processo se justifica, digamos assim. Eh, e esse descasamento da da fila, eu acho que se deve muito ao perfil muito das pessoas que buscam adoção. Normalmente, eh, são casais que vieram de alguns processos que não tiveram sucesso de tentativa de gravidez, etc. E aí fica esse desejo de ter um filho recém-nascido, né? E aí é o perfil, claro, mais difícil de encontrar. Então, acho que grande parte da rapidez que foi o meu processo, né, de adoção dos meninos, foi por conta disso. Eu não tinha essa barreira de querer um fazer questão de um recém-nascido. Uhum. Eh, e eu aceitava irmãos. E aí isso acabou agilizando bastante o processo depois que a gente entrou na fila. Como foi a preparação para receber os seus filhos? Mentalmente, mas fisicamente, porque muda a estrutura de uma casa também, né? completamente. É, a gente organizou literalmente a casa, um espaço, enfim, para recebê-los. Até porque nesse meio tempo tinha uma uma visita da assistente social para conhecer a casa, para entender se de fato eu poderia receber a criança e tudo mais. Mas não só isso, assim, eh, muitos livros lidos, filmes, grupos de apoio e adoção, é algo que mudou as nossas vidas, assim, você ter contato com outras pessoas que estão no processo de adoção, eh, outras pessoas que já adotaram, eh, até para você não aumentar o problema que você tá vivendo, às vezes você acha que é algo muito gigante e o outro já passou e não é tranquilo, segue em frente e vai. Então, acho que foram foram questões que pra gente foi muito importante. Eh, e principalmente aí depois que eu que eu fui enxergar a preparação física, como é importante também, porque eu perdi 12 kg nos primeiros 4 meses de adoção, de tanta ansiedade, aquela coisa de você querer dar conta de tudo, sabe? Ah, eu quero trabalhar, eu quero eh garantir que as crianças estão bem e aí você fica preocupado, não dorme direito. Eu perdi 12 kg. Eu tô num processo muito parecido, viu, Rafael? Porque o meu filho tem 10 meses também. Eu já tô correndo atrás dele e aí todo mundo fala sobre isso. Nossa, emagrecer, eu falo: "É, eu tô correndo atrás do meu filho, não é fácil, né? Criança no seu caso, já a gente vai saber a idade do do Alan e do Davi, mas não é fácil realmente fisicamente há essas mudanças, né? Toda preparação para casa mentalmente, né? Essa questão da ansiedade, tudo isso, eu acho que é muito legal, é muito bacana. E como que a sua família e a do Luciano reagiram a partir do momento que vocês, não sei se vocês anunciaram que vocês estavam entrando na fila de adoção, mas quando receberam seus filhos? Sim, sim. É, acho que mudou completamente a a relação mesmo, porque eh acho que eh torna aquela coisa de OK, você vai virar avó e aí os avós quiseram se aproximar muito assim, tá? Eh, eu tinha uma certa questão com a minha família de de com meus pais em relação a aceitarem o relacionamento e tal. E a questão dos filhos foi engraçado que foi um uma virada de página total, assim, então a minha mãe quis abraçar a ideia de ser avó e esquecer todo a questão que ela tinha em relação ao nosso relacionamento. E hoje assim você olha, você não fala que ela tinha qualquer questão com relacionamento. A vozona super e as crianças também acho que eh quebram gelo de qualquer relação, né? Então acho que é foi muito legal para todo mundo assim. Que bacana. Ajudou então a a unir novamente a família. Ô Rafael. Sim. Sim. Ótimo. Eh, na sua resposta anterior, eh, eu queria tocar um pouquinho neste assunto novamente sobre a questão da informação neste mundo da adoção. Você entende que uma pessoa que não tem tantas condições na sua visão, conseguiria passar por todo este processo? Porque tem a questão da idade, que tem uma idade mínima, da capacidade, dos documentos, da preparação, da entrevista. É, a análise da vara da infância, ela em momento algum vai levar em conta que você precise dar uma vida de rei pro seu filho. Assim, às vezes as pessoas crescem muito essa questão, né, de achar que eu preciso pagar uma escola, que eu preciso pagar um Não precisa. Assim, a vara da infância, ela faz uma análise muito assim, você usando serviços públicos, eh, se você teria conta de, eh, daria conta de ter uma casa que abrigaria bem essa essa criança com qualidade de vida, etc., que você conseguiria se dispor no seu dia a dia de trabalho e tal para poder participar ativamente da escola, de reuniões, de coisas do tipo. Acho que essa parte de disponibilidade acho que é até mais importante do que a questão financeira, que às vezes as pessoas têm tanto receio, sabe? Então, eh, a vara entende muito que a gente usa sim os serviços públicos e isso nos suporta bastante, assim. Ótimo. Eh, como que chegou a notícia que o processo estava encerrado, que vocês poderiam ir ao encontro do filho e se foi adotado na mesma época, né? O Alan e o Davi, eles estavam juntos, vieram para sua casa no mesmo dia ou tem algum processo, são dias diferentes, às vezes um tempo, não, eles vieram juntos. Eh, eu tava trabalhando na época, eu trabalhava no escritório, enfim, normal assim, das 9 às 6 e tal. E aí me ligaram e parecia uma ligação de sondagem assim, ah, como que você tá? Como que tá o Luciano? Vocês estão trabalhando? E era uma época que tava um pouco em crise assim. E aí eu pensei na na hora, eu falei: "Ó, acho que ela deve estar sondando porque tem muita gente perdendo emprego e tal". E aí ela deu uma respirada fundo. Então, eu tenho um perfil aqui para vocês, são dois irmãos e tal. e ela ficou contando um pouco da história deles para entender se existiu interesse da gente conhecer mais a respeito. Eh, mas principalmente com uma certa delicadeza, porque o mais velho, que é o Alan, ele tava fora do perfil que eu tinha selecionado. Então, a gente tinha selecionado que o mais velho teria até 6, 7 anos e ele já tinha 10 para 11, tá? E e aí eu brinco que foi a última coisa que ela falou e desligou o telefone quando já tava com a visita marcada. E aí no dia seguinte eu fui então lá pro pro fórum, a gente foi lá pro fórum e ficamos muitas horas lá conversando com assistente social e psicóloga para elas contarem tudo que elas tinham de informação para nos passar a respeito da história deles, etc. Eh, e a gente e dando esses passos assim de, ah, tá, eu quero seguir, eu quero seguir até que no final dessa conversa, ela convidou a gente para ir lá no no abrigo onde eu estava, porque eles estariam chegando da escola. era final da tarde, tipo 5, 6 da tarde, pra gente lá não se apresentar como pretendentes da doção deles em específico, mas pra gente se apresentar como voluntários que foram lá visitar e que a gente iria lá brincar com as crianças, etc. E a gente criou uma rotina, então lá nesse abrigo, eh por uma semana a gente ficou indo todos os dias lá para criar essa rotina com as crianças, brincar e aos poucos se aproximar um pouco mais dos dois. E só depois de uma semana que a gente chamou eles para conversar, para contar que a gente tava lá para adotar os dois. Ótimo. Eh, quero saber sobre esta rotina a partir do momento da adoção e também, Rafael, da questão da adaptação. Para quem está nos acompanhando, muitas vezes está nessa situação também, porque eu acredito que a origem e a história dos seus filhos são diferentes da sua e até do Luciano. É preciso ter um afeto, uma capacidade de compreensão e de acolhimento. Como é que é esse momento a partir do momento da adoção? É, a gente nesse primeiro, nos primeiros três meses, principalmente, a gente teve um apoio muito grande da própria Vara. Então, a psicóloga do fórum, ela ligava pra gente nesses primeiros dias, todos os dias, depois dia assim, dia, não, depois uma vez por semana, para ir acompanhando mesmo e dando esse suporte do tipo, ó, tô fazendo certo, eu preciso mudar em alguma coisa. Mas principal, acho que o principal pra gente foi contar com uma rede de apoio, assim, porque é uma mudança muito grande do dia paraa noite. Pra gente foi a questão de 30 dias entre a ligação e os meninos irem para casa. Então foi muito pouco tempo para amadurecer a ideia, digamos assim. E aí a gente contou com eh madrinha nossa, que é psicopedagoga, com avós, enfim, para poder eh ir criando esse esse esse núcleo novo mesmo, digamos assim. e a gente ir também eh dando suporte paraas crianças no que a gente conseguia. Muita coisa a gente não tinha mesmo referência, como você disse, assim, as nossas origens são muito diferentes, nossas vidas eram muito diferentes. Então a gente, claro, começou a se aproximar de um monte de outras histórias, de outras pessoas que a gente nem tinha contato até então, eh, para conseguir trazer mesmo, eh, outras referências para as crianças, né? Ô, Rafael, falei na minha abertura que de 2019 para cá, 1535 crianças foram adotadas por casais e homoafetivos. Só em 2024 foram 203 adoções. Como que você enxerga este número que é bastante significativo, né? Sim, sim. É um número que tem crescido bastante, assim, inclusive quando a gente adotou em 2015, eh, a gente não tinha referência alguma. Isso foi tão difícil pra gente, porque a gente eh queria levar os meninos, sei lá, para passear e encontrar outros pais e a gente não tinha referendência e não não conhecia ninguém. E e com o tempo a gente foi tendo contato e hoje é uma rede relativamente grande assim de de eh gays solo ou casais, enfim, lésbicas e e afins que eh a gente tem contato que tem filhos. eh, eu acho que vai desmistificando muito e trazendo para esse lugar mesmo de por não, né? Porque acho que por muito tempo a gente foi eh meio que imposto, obrigado a pensar que não, você não pode ter. Então, acho que é também um processo de amadurecimento da sociedade como um todo, assim, esse entendimento de que eu posso e que é possível assim. No Brasil, a adoção, ela é regida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, alterado pela Lei 1201 de 2009 e pelo Código Civil. A legislação, ela não menciona requisitos de origem racial, religiosa, política, sexual ou de qualquer ordem. E tem que ser assim. Mas, infelizmente, a gente sabe que nós temos uma sociedade que ainda tem preconceito. Ô, Rafael, em algum momento neste processo, esse era um receio seu do Luciano, você passou por alguma situação? Esse acho que foi mais um receio eh não realizado, digamos assim, porque a gente realmente nunca passou por por questões. Eu entendo que por um lado, porque a gente vive numa bolha que eh acho que São Paulo, estado e cidade principalmente, eh a gente vive um cenário que é muito favorável no sentido de você ser aceito e tudo mais. Eh, eu tenho bastante contato, por exemplo, com a minha família do interior e tal, e a gente sente bastante diferença, assim quando a gente tá lá e quando a gente tá aqui e de olhares estranhando, enfim. Eh, mas eu acho que o principal que a gente passou, sim, e ainda é uma questão e a gente eh vive conversando com alguns casais que ainda vivenciam isso, é questão de documentos mesmo. Então, sei lá, você vai preencher um documento novo de CPF e aparece lá, não aparece filiação, aparece pai e mãe. E aí você tem que ir lá no poupa tempo e discutir. Não é assim. Porque eu fico imaginando o meu filho daqui 10 anos, 15 anos, ele perdeu um documento, daí ele coloca o nome da mãe, pera, não vai ter nome da mãe, que que ele vai colocar, sabe? Então eu acho que a questão burocrática foi eh foi mais complicado até do que a questão social, assim, em algum momento você conversou com os seus filhos sobre a dinâmica da família com dois pais? Sim, sim. Acho que antes mesmo de de fato deles virem para casa, a gente já teve essa conversa no sentido de é uma família diferente, assim, acho que eh tem as as coisas muito iguais a qualquer casa, mas acho que a gente não consegue muito fugir do olhar curioso, enfim, eh de fora, eh para principalmente preparar eles e tal. E a gente teve até um um episódio engraçado assim, no primeiro aniversário que a gente fez do mais velho, que era logo depois do do início do ano, ele já tava fazendo 11 anos. Então é uma idade que os pais não vão mais com as crianças pra festa e talum e a gente montou a festa para as crianças da sala e de repente chegaram todos os pais com todos os irmãos porque todo mundo queria saber como que era esta família que era diferente. Então a festa que foi planejada para 25 pessoas, de repente tinha 100 pessoas. Nossa. E esse foi o contexto. Acabou com o planejamento, mas foi muito divertido, assim, a gente conseguiu colocar eles em escolas, enfim, que que trabalharam muito bem isso, inclusive, eh, o contrário, assim, se aproveitaram dessa diversidade para trazer temas para pra escola. Então, chamaram a gente para palestras, para conversas com a turma e tal, para usar isso mesmo como parte do processo de formação dessas crianças. Ótimo. Como e quando surgiu a ideia de lançar o livro Dois Pais de dois? Isso veio de um desde o primeiro dia assim que eu protocolei os documentos, quando a gente falou: "Não, vamos adotar", eu comecei a escrever um diário e aí eu fiz digital, né? que era um blog. E aí eu colocava tudo lá, desde livro que eu li, eh, como que foi a entrevista, todo o processo, justamente porque eu não tive essa referência do que eu brinquei no começo lá de não ter manual, eu não tive esse manual. E aí eu falei: "Não, eu vou de repente escrever esse blog para ajudar alguém que que possa querer pensar em adotar no futuro". Eh, quando eles já tinham chegado, os meninos, eu continuei escrevendo sobre essa processo de adaptação e tudo mais. E aí depois de uns seis meses que eles já estavam em casa, um amigo, dois amigos nossos, que um é jornalista e outro é designer, comentaram, falaram: "Nossa, seu blog tem um conteúdo super legal no sentido de informação mesmo, de muita gente poder se interessar e tal, por que que você não organiza como um livro?" Fal: "Ah, vou pensar, tá bom? Aquela coisa que você deixa não, beleza, tá tá na ideia. Um dia, um dia eu mexo nisso. Pois três meses depois eu fiquei de cama, fiquei com uma com uma hepatite três meses de cama." falei: "Tá bom, entendi o recado, vou escrever o livro". E aí eu sentei e escrevi o livro e aí muito eh reescrevendo mesmo essas postagens do blog como algo mais eh dando uma continuidade entre uma história e outra assim e trazendo muita coisa nova, pensando muito nesse nesse viés assim, nesse todos esses vieses que que a gente trabalha assim querendo ou não, né, na nossa vida, que é essa questão do preconceitos da de da autoaceitação primeiro, da ideia da paternidade depois e depois só então eh a ideia da adoção e a chegada dos meninos. Então, como que foi essa construção, né? Então, o livro ele se separa em duas partes, né, que é o antes e pós adoção, muito por conta desse dessa organização, né? De que maneira você decidiu construir o livro? É uma autobiografia? São crônicas? Tem narrador? São crônicas. Eles são são crônicas que que e é uma mistura de crônica e autobiografia, né? Mas enfim. é uma brincadeira eh a base de crônicas eh por capítulos que vão eh destrinchando um pouco esse esses temas de descobertas, né, seja pré ou pós-adotivo. Você imagina ou pensou em algum público alvo para este livro? Isso é muito engraçado, porque o público que eu avo de cara que eu pensei foi o óbvio, ah, são outros casais gays que querem adotar e pronto. E de repente eu comecei a receber mensagem no blog e tal de pessoa de casais heterossexuais que não tinham conseguido eh engravidar e tal e pensavam na adoção e vieram trocar a figurinha comigo eh de pessoas solo, não só eh LGBTs e tal, que queriam adotar. Uhum. E principalmente o que eu fiquei mais, achei mais engraçado, são pessoas que nem pensavam em adotar, que talvez nem pensava em ter filho, mas queriam conseguir uma boa história assim. Sim. E aí eu lembro que eu eu troquei muita ideia com o Vin, com um amigo meu que é do Razões para acreditar e eu brincava que acho que tinha um match entre o meu livro e o Razões, porque era um pouco isso que que as pessoas acho que enxergavam, né? eh em meio a tanta notícia difícil, às vezes em jornal e tal, eles queriam acompanhar uma história e e uma evolução. E é muito engraçado porque hoje já faz 9 anos que os meninos estão em casa e direto eu encontro pessoas à vezes na rua ou na internet tal, falam: "Nossa, eles chegaram tão pequenininhos e tal", tipo e conversam com a gente como se conhecesse e tal. E às vezes eu nunca encontrei na vida. Sensacional. Eh, 9 anos depois, eh, Rafael, cumpriu de alguma maneira aquela expectativa? Foi muito diferente daquilo que você imaginava? Foi mais difícil? Foi mais fácil? Que análise você faz hoje, olhando para trás tudo o que vocês passaram? Olha, acho que a gente cria tantas mãos na cabeça, tantos medos, que acho que foi até mais fácil do que eu imaginei, viu? Eh, acho que, enfim, a gente aprende bastante com com o processo. Acho que pelo fato de serem dois, pra gente foi muito mais tranquilo, eu me colocava muito no lugar deles, né, de de repente você tá na casa de um estranho, né, onde que fica copo d'água, onde fica um cobertor e tal. E eles tinham um ao outro, né? Então, querendo ou não, eles traziam uma certa segurança um pro outro e isso ajudou muito no processo de adaptação. E aí, pro nosso lado de paz, acho que ajudou muito no processo de tirar mesmo essa carga de ufa, sabe? Tipo, tanto que deu seis meses da adoção, eu tatuei alívio de um de um recado que eu recebi do mais velho num numa festa de dia das mães que eu de cara falei: "Não, não pode ter Dia das Mães porque fora meu filho tem um monte de criança que de repente perdeu a mãe ou que os pais se separaram e não não se dá bem com a mãe ou que vive com a avó, enfim". E aí foi engraçado que o meu marido me olhou e falou: "Ué, mas você perguntou para ele se ele quer participar?" Não. Aí eu perguntei pro Ana, falei: "Não, eu quero participar, já ensaiei". Tá bom. E no fim a festa foi super legal. Eles eh era o primeiro ano que ele tava nessa escola. Então foi legal que a escola inclusive reestruturou essa essa dinâmica, né? Apesar do nome Dia das Mães, a festa foi muito voltada, tipo, era o dia da família e pronto. Nem pouco se falava na figura da mãe em si. Eh, e aí eu ganhei um recadinho dele falando de que abraço de pai é a melhor coisa. Quanto mais apertado, mais alívio dá. E aí eu tatuei alívio do tipo, tá, tá adaptado. Que lindo, muito bacana. Eh, o Luciano teve algum papel na história, na construção, Rafael? Sim, sim. É, é, sempre foi uma ideia muito, muito coletiva, assim. Eh, eu a princípio que eh tirei a licença, enfim, que que fiquei mais à frente dessa desse princípio de de adaptação e tal, mas eh no caso as as tarefas são muito muito divididas mesmo, então é muito participativo esse processo de de parentalidade. Quem está nos acompanhando está interessado no livro Dois Pais de dois, onde que encontra? Eh, essa editora era uma era editora Chiada, né, que é de Portugal. Ela descontinuou, mas eu tenho bastante livros comigo, então acho que o jeito mais fácil aí de conseguir é através do meu Instagram @rafa_erlineescrivão. Eh, e aí eu consigo fazer os envios, eh, porque tem sido instável a disponibilidade na Amazon. Ótimo. Rafael escrivão Sorrigoto, pai do Alan e do Davi. Não podemos esquecer disso. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo novamente com a nossa equipe. Sobre as informações da questão de adoção, que eu sei que tem muitas pessoas que estão interessadas sobre essa nova dinâmica, sobre essa relação. Isso é muito bacana. Então, agradeço novamente. Já faço um novo convite. Lançou um novo livro, entre em contato. A nossa equipe converse com você. você retorna até o jornal Câmara Notícia e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Pode deixar. Obrigado aí pelo convite. Acho que é sempre muito muito feliz ter esses espaços de discussão e de exposição mesmo de de ideias para que de repente a gente toque em outras pessoas que consiga nos ajudar a diminuir ainda mais essa fila aí de 4000 e tantas crianças que estão procurando essas famílias novas. É isso, Rafael Escrivão participando ao vivo aqui do jornal Câmara Notícia falando sobre adoção, tema importantíssimo e também autor do livro Dois Pais de Dois. Meio-dia mais 58 minutos. A gente segue aqui com o Genal Câmara Notícia. Hora das notícias do legislativo, viu? Em meio aos desafios enfrentados por tantos jovens em situação de vulnerabilidade, nasceu uma iniciativa que tem transformado vidas por meio da educação, do esporte e da fé. Fundado em 2014 pela ex-jogadora de futebol, a Silvana Aparecida da Silva, o projeto Vaso do Oleiro é mais do que um espaço de treinamento. É um lugar onde vidas são incentivadas a desenvolver habilidades. [Música] A bola rola com esperança no coração da periferia de Campinas, no Jardim Novo Campos Elízios. O projeto Vasoleiro está transformando a vida de jovens por meio do futebol. Fundadora do projeto, Silvana tem uma história que inspira. Esse projeto surgiu através da minha história, né? Sou exogadora de futebol, joguei e em Limeira, joguei no Guarani e em outros times também. E fui expulsa por causa de drogas. Fui expulsa das escolas e na época as pessoas tinham que tá eh estudando para poder tá jogando futebol. O nome do projeto não é por acaso. O vaso ele pode est rachado, né? Pode estar quebrado, mas eh tando na mão certa, ele pode ser eh reconstruído, né? E assim foi eu. Eu era um vaso quebrado, destruído e nas mãos do oleiro, que Deus ele tá transformando minha vida. O projeto Vaso do Oleiro surgiu em 2014 com a finalidade de tirar jovens das drogas, incentivando práticas esportivas e principalmente formando cidadãos. Você tem um filho que joga aqui? Você traz o o filho de onde? Nós somos de Sumaré, ali próximo, chegando a Paulíia. E a gente traz eles aqui de segunda a quarta, porque aqui foi o lugar que a gente achou melhor para trazê-lo, né? A gente, ele já passou por vários lugares, mas aqui a gente se identificou pela qualidade do ensinamento, né? Que não é só bola, tem que ter um fundamento por trás. Então a gente sai de lá e traz ele para cá, né? Porque a gente vê aqui uma oportunidade grande para ele. É no campo da Praça de Esportes Tancredão que o projeto acontece duas vezes por semana. Aqui o futebol é apenas o começo. Para participar, os adolescentes precisam estar matriculados na rede pública de ensino, também manter frequência escolar e, claro, ter um bom desempenho acadêmico. Essa parceria fundamental começou com a Escola Estadual Professor Luís Gonzaga da Costa, com total aprovação da diretora Mara Cristina. Olha, ele teve um impacto maravilhoso, né, eh desde já do do ano passado que nós estamos com esse projeto, a mudança de comportamento dos alunos, a integração e a evolução deles em interesse pelos estudos foi algo assim impressionante. O projeto tem o apoio do presidente da Câmara, o vereador Luiz Cini, que faz questão de visitar a escola. Conversar com a diretora também saber das novidades e claro de acompanhar de perto os treinamentos da garotada no Tanredão. O Parraga, que é o professor que orienta aí as ações do projeto, ele é muito exigente nesse sentido, né? Ele fala que isso aqui tem que funcionar como uma ferramenta mesmo de formação, ferramenta pedagógica. Então, apresent faz 11 anos que o projeto existe, apresentei um requerimento de aplauso e nós vamos também, eu vou protocolar um diploma de mérito esportivo pra entidade. Eu acho que é uma forma da Câmara não só dar visibilidade para esse projeto social que acontece, reconhecer a importância do trabalho e estimular que esse trabalho continue. Apaixonada por esportes, Rossine destaca a importância desse projeto na vida dos jovens. Eu pratico o esporte desde sempre, foi importante para minha vida, paraa minha formação. As grandes amizades que eu fiz foi principalmente no futebol. Quando eu fui diretor de esportes, a gente iniciou um projeto importante e a ideia é fazer com que o esporte seja visto como um direito, né? Que todas as pessoas tenham direito a acessar e o esporte, né? Esporte lazer. Tá dando tudo certo. Tanto que a Rafaela, por exemplo, olha só, já conseguiu vaga no Guarani. Graças a Deus, graças ao projeto, eu ganhei uma bolsa 100% lá. Então, tô treinando e jogando por eles. Qual que é a sensação de jogar no Guarani? Jo, muito boa. Muito bom treinar com eles. Eles estão ótimos e eles trabalham muito bem com os atletas. Por aqui a galerinha tá com fome de bola e de olho nos estudos. Eu sabia que se eu não tivesse, nota, se eu tivesse notas baixas, eu não ia poder frequentar o projeto. E foi isso. E então foi um estímulo para você. Foi foi uma coisa muito boa na minha vida assim que aconteceu. Eu tive uma peneira lá em Capivari e pude ter sido feliz, sendo aprovado. Tinha 700 atletas inscritos e foram 300 atletas e apenas passaram oito. E eu sou um dos oitos, um dos oito atletas, não, pro Guarani. Era lá em Capivari, mas era peneira pro Guarani e eu pude ser aprovado. Então, muita felicidade e espero ser aprovado, dar orgulho pra minha família e melhorando de vida. Pedrinho, por sua vez, talvez receba uma chance de jogar na Espanha. Você sonha em jogar no futebol do exterior? Sim, sonho e a jogar futebol. Tem uma boa oportunidade agora se for pra Espanha mesmo? Sim, tem uma boa oportunidade. Vou aproveitar. Tá estudando bastante também? Sim, estudando bastante. Qual que é sua matéria preferida? Matéria educação física. Educação física. Quer ser jogador de futebol? Quero. O mais importante é ter consciência, adquirir maturidade na vida. Olha só essa declaração, a coerência do Otávio. É, desde aqui ele já ensina muito bem a o que a gente vai ser o plano B, por causa que não é sempre, né, que você consegue virar jogador. Então, sempre tem que ter um plano B na vida. Boa, galerinha. Que todo mundo consiga os objetivos e que tenha o nome do projeto na ponta da língua. T go é isso aí. Desde já, palmas para vocês. [Música] Presidida pelo vereador Gustavo Peta, a Frente Parlamentar em Defesa do IAC, o Instituto Agronômico de Campinas, já alcançou resultados positivos neste primeiro semestre do ano. O objetivo da frente é defender esse e outros institutos de pesquisa como patrimônios da cidade. Um dos temas que a Frente debateu aqui na Câmara foi o tombamento da fazenda Santa Elisa, sede histórica do IAC e que até então estava na lista de privatizações do governo do estado. O vereador Gustavo Peta, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do IAC, o Instituto Agronômico de Campinas, fez um balanço positivo dos trabalhos realizados pela frente no primeiro semestre de 2025. A frente em Defesa do IAC foi criada com apoio de outros parlamentares diante da ameaça de venda da Fazenda Santa Elisa, sede histórica do Instituto como parte do plano de privatizações do governo estadual. Esse é um assunto que nós nos engajamos e que nós tivemos bons resultados. Nós começamos um ano com a Fazenda Santa Elisa, a parte da Fazenda Santa Elisa que é administrada pelo IAC. colocada no rol de áreas públicas que seriam vendidas pelo governo do estado. Nós criamos a frente para fazer a defesa dessa área. Nós fizemos aqui reuniões com diretores do IAC, ex-diretores, servidores, pesquisadores, com IFAN, diretor regional de São Paulo do IFAN, esteve conosco, com várias outras áreas e pessoas envolvidas para discutir a defesa desse patrimônio da cidade. As frentes parlamentares são responsáveis por promover o diálogo com a população, instituições e representantes da sociedade sobre os temas propostos pelos vereadores. Em março deste ano, por exemplo, a Frente debateu sobre o processo de tombamento da Fazenda Santa Elisa, com a presença de representantes do IFAN, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, do Instituto Fazendas Paulistas e da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo. Em maio, o governo do estado abriu mão oficialmente da venda da fazenda Santa Elisa. Com o objetivo de preservar o patrimônio, o IFAN já incluiu a área no projeto da Rota do Café. A tentativa do governo do estado era vender uma área que é um patrimônio que que carrega história científica, pesquisa, uma área ambiental também importante para a especulação imobiliária. Então nós fizemos esse movimento e nós continuamos com essa frente, mas nós já tivemos nesse semestre um recu por parte do governo dos estados. Então nós consideramos que a frente já foi vitoriosa porque a frente ajudou a articular um movimento contrário à venda. Mas a frente continua sendo uma necessidade pra gente defender, ser vigilante em relação ao patrimônio, mas também defender junto ao governo do estado mais a infraestrutura por IAC. É um instituto muito importante para pesquisa, principalmente na área da agricultura, mas também em outras áreas e que deve ser preservado e também eh eh apoiado e ampliado no ponto de vista da sua capacidade de realização de pesquisas no local. Além dessa conquista pela frente, Peta quer avançar com mais ações. Para o segundo semestre, o vereador vai reivindicar apoio para que a área da fazenda seja a melhor aproveitada pela cidade. Mas que aquela fazenda seja aberta nos finais de semana, seja o espaço para visitação de escolas, de crianças, porque ali nós temos um um banco de muitas plantas, árvores, sementes, diversos tipos de pesquisas que, claro, tem um trabalho mais focado interno, mas também tem que estar mais aberto à população para que a população conheça melhor e se sinta mais, inclusive, eh, vamos dizer assim, responsabilizada em defendê-la como um patrimônio da cidade. A Câmara de Campinas encerrou o primeiro semestre com avanços importantes na construção de políticas públicas voltadas à sustentabilidade e à cultura de paz. As ações foram coordenadas pelo vereador Marcelo Silva, que lidera a Frente Parlamentar comprometida em contribuir com os debates da Conferência do Clima da ONU a COP 30. A Frente Parlamentar em Apoio à Paz e a Sustentabilidade presidida pelo vereador Marcelo Silva, encerrou o primeiro semestre de 2025 com uma série de iniciativas voltadas à construção de políticas públicas alinhadas aos objetivos da Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas. A COP 30 a gente já fez três encontros, são encontros de estudos, né, que nós estamos elaborando eh ideias, propostas. Já temos um projeto de lei que foi protocolado aqui na casa, justamente surgiu desses nossos encontros e o nosso foco, o nosso objetivo é levar paraa COP 30 políticas públicas do nosso município que podem eh fazer frente, né, fazer frente à paz, à sustentabilidade, que a gente sabe que hoje o mundo tá gritando, o mundo necessita de hoje. E eu falo, nada mais justo do que nós começarmos na nossa cidade a darmos esse exemplo. E Campinas, claro, como como vocês sabem, é é uma cidade eh culturalmente muito rica. Ela dá exemplos paraas outras cidades. Então eu acredito que nós sejamos aí talvez a única cidade que vai levar esse tipo de proposta, né? que a gente fica muito no âmbito do estado, no âmbito da união. Para o segundo semestre, estão previstas novas reuniões e a apresentação de projetos de lei voltados à consolidação dessas práticas no município. A gente sabe as condições climáticas, o que tá acontecendo, as enchentes. Então, se a gente começar fazendo aqui a nossa lição de casa e reverberar isso para outro cidade, tendo certeza que a gente vai dar uma resposta convincente e condizente aí com o tamanho de Campinas.Ém. Além da articulação política, o grupo se prepara agora para elaborar um documento técnico com diretrizes baseadas nas experiências de Campinas. Esse material será apresentado como contribuição da cidade à promoção da sustentabilidade e da paz na região amazônica. A gente vai fazer encontros ainda em agosto, setembro e outubro. São mais três encontros e aí levarmos aí uma carta, né, elaborada aí a várias mãos pra COP 30. [Música] Amanhã Campinas vai parar. As duas equipes da cidade entram em campo. É o confronto entre Ponte Preta e Guarani no derby de número 210. É reta final de Campeonato Brasileiro da Série C. Neste fim de semana é a 15ª rodada. Mas para a Ponte Preta e Guarani é diferente. É o capítulo de número 210 desta história centenária. O confronto acontece neste sábado, 5 horas da tarde, no estádio Moisés Lucarelli. A Amandante Ponte Preta chega para o duelo na segunda colocação. 26 pontos conquistados, oito vitórias, dois empates e quatro derrotas. marcou 14 gols e sofreu 12. Vem de derrota para o Caxias fora de casa e não quer desgarrar do líder da competição que já abriu quatro pontos de vantagem. O técnico Alberto Valentin pode contar novamente com o goleiro Diogo Silva. O volante Dudu, o meiocampista Lucas Cândido e o maestro Elvis, que foram preservados na última rodada, certamente estarão em campo. A única dúvida fica por conta da presença ou não do atacante Éton Brito com dores no joelho, portanto é praticamente força máxima. O lateral esquerdo Artur, experiente lembrou dos derbis em que ele participou. Se eu não me engano, eu fiz 2022, na passagem aqui foi foram foram eu cheguei jogar um o jogo lá acho que tava lesionado. 23 foram dois, a gente perdeu lá, empatamos, empatamos em casa e esse ano a gente a gente ganhou em casa. Então são são cinco, né? São cinco debis, acho que duas vitórias, um empate e uma derrota pelas minhas contas. É isso. É um é falo, um campeonato à parte. a gente tem que preparar bem, tanto faz psicologicamente como nos trabalhos dentro do campo, centrar mais, concentrar mais, porque se trata de um clássico. A gente sempre tem que tá manter a concentração lá em cima e sempre e procurar melhorar o que tem para melhorar, porque é um jogo que não não permite euso. A gente tem que sempre manter a concentração e entender que se trata de um jogo de um derby, de uma final, a gente sempre vai entrar respeitando, mas a gente sabe que a gente tá em casa, a gente sabe que a gente tem que tem que buscar um resultado que que não pode ser outro se não ser a vitória. O visitante Guarani chega para o duelo na 12ª colocação. 16 pontos, quatro vitórias, quatro empates e seis derrotas. Marcou 10 gols e sofreu 13. O Bugre demitiu o técnico Marcelo Fernandes na última rodada após a derrota para o Náutico e precisou correr para contratar o Mateus Costa, que chegou na segunda-feira e trabalhou durante toda a semana para conhecer o elenco e montar uma nova equipe. O zagueiro Alan Santos foi liberado pelo departamento médico e deve ter presença na zaga bugrina. Quem se juntou ao elenco principal foi o japonês Riuta Takashi, que chegou em março e até agora só disputou partidas pela Copa Paulista e deve ser opção no banco de reservas para o treinador. O Bugre não tem desfalques por conta de suspensão, então também chega com praticamente força máxima. O lateral esquerdo Emerson, um dos destaques da equipe, abordou a chegada do novo treinador e a importância de uma vitória no derby. A nossa expectativa é a melhor possível, né? Eh, a gente tá focado, tá tá pilhado pro clássico, a gente sabe da importância que tem, né, ganhar um clássico, ainda mais na situação que que nós estamos. Acho que vai dar um um ânimo muito maior pra gente seguir na competição, cara. Eu tive boas experiências lá, né? Meu último clássico que eu joguei ano passado lá, a gente ganhou. Então eu sei da importância que é, né, ganhar um clássico, eu sei apresentatividade que que é pra cidade, pro guarani, tudo tudo isso envolve, né, esse derby. E eu acredito que o grupo tá muito focado, a gente vai fazer um trabalho intenso, muito forte, porque a gente vai para para conquistar o resultado positivo. A gente teve o primeiro contato com ele já, né? Ele passou já as ideias dele, se apresentou, passou a maneira que ele gosta de jogar. Acredito que foi muito positivo. A gente compreendeu muito bem. A gente vai ter essa semana para trabalhar, ele vai poder implementar, eh, ser mais efetivo no que ele gosta, né? Vai ser mais incisivo e eu acredito que a gente vai chegar bem. É um bom treinador, ele tem tem boas ideias, ele tem um leque muito grande, né, de de opções. Então, acho que a gente vai chegar a fim. Bom, as equipes chegam de forma diferente, né, para este confronto. A Ponte esteve o tempo todo no G8 da competição, é a vice-líder, está brigando para ficar próximo à liderança, enquanto o Guarani conseguiu sair da lanterna da zona de rebaixamento, mas não consegue entrar no G8, que é aquela zona de classificação a próxima fase. demitiu o treinador na última rodada, então deu a última cartada aí para tentar nas últimas rodadas subir de vez na tabela. É derby, tudo isso é teoria e amanhã às 5 horas da tarde as equipes vão definir os futuros na Série C e escrever mais um capítulo desta história, o derby de número 210. E claro que na segunda-feira a gente conta a história desta partida. 1 hora mais 18 minutos. Além do derby, além de futebol, tem muita cultura aqui na cidade para você que não gosta de futebol. Então, olha, tem show, tem festival, tem teatro, tem estreia no cinema e muito mais que você confere a partir de agora na nossa agenda cultural. [Música] Olá, [Música] minha gente. Cestou por aqui e novamente a gente vem com aquela agenda cultural, né, para você se programar, seja o cinema, seja shows, teatro, música, exposição e, é claro, né, a gente começa com os filmes que estão aí nas telonas estreando para você curtir junto com a sua família. Pega a pipoca. Amores materialistas. Lucy, uma casamenteira de sucesso, encontra seu próprio par ideal em Harry durante um evento. Contudo, a chama de uma antiga paixão reacas com o retorno inesperado de John, o seu ex-namorado. Dividida entre um novo amor, promissor e sentimentos do passado, a especialista em relacionamentos agora precisa decidir o rumo do seu coração. Como é que a gente fica? A gente procura um parceiro paraa casa de repouso para dividir a cova. O nosso parceiro define toda a nossa vida. Não por um, 2, 10 anos, mas para sempre. Ai, meu Deus, eu preciso muito de você. É, eu tô desesperada. A morte de um unicórnio. Ao atropelarem acidentalmente um unicórnio, Hidley e seu pai Elot se vem em apuros. A ganância dos anfitriões os leva a explorar o chifre do animal, que revela um poder curativo contra o câncer. Contudo, a descoberta acende a fúria dos pais do unicórnio, seres mágicos, com planos de vingança sangrenta contra os humanos envolvidos. Atena. Traumatizada por um passado de abusos, Atena forma um grupo de justiceiras para agressores impunes. Enquanto o repórter Carlos investiga suas ações, Atena descobre o paradeiro de seu pai. Movida por uma sede de vingança pessoal, ela embarca em uma jornada sem limites que desafia a moral e a justiça. E a gata tem nome? Atena. Nome de guerreira. Se eu pudesse esquecer o que eu sei hoje, o perigo tá ao lado. Foi tu que pediu, família. Prova de balas. Heyold, um ex-policial e temido cobrador da máfia, busca deixar a vida de crimes para trás e focar em sua família. Contudo, seus antigos chefes não aceitam sua saída, ameaçando seus filhos. Agora, Raymond precisará lutar para protegê-los, contando com a inesperada e letal ajuda de sua esposa, Hélicice. Tá todo mundo bem? A gente já marcou uma vida inteira de terapia em família. Ah, por favor, não. Pelanza e emo se apresentam nesta sexta-feira às 8 da noite no Vibes em Americana. Eu sei, não vou me meter em saudade aumenta se você não vem. No sábado é a vez de em Lancy se apresentar a partir das 4:30 na Casa de Cultura Fazenda Rozeira em Campinas. Guilherme Escafandro se apresenta também neste sábado às 8 da noite no Rudras Café em Campinas. [Música] Nesse banquete vegetal tira o chapéu pra clorofila. Enduro no galho mais próximo. A sombra fresca o manual da vida. E tem rock and roll na área. Capital inicial faz seu show no sábado às 9 horas da noite na Red Eventos em Jaguariúa. São águas passadas. Escolho uma estrada e não olhe. Dá o para trás. E é claro que quando a gente fala de cultura, música e shows, a gente não pode esquecer já da tradicional Mostra Jazz Campinas. É a 11ª edição que acontece aqui na concha acústica do Parque Taquaral. E a gente vai saber com o Artur Amaral, que é o criador desse belíssimo evento, como é que vai ser esse ano, que tem de novidade? Parece que vem Big Band por aí, hein? Fica de olho. Olá, eu sou Artur Amaral, produtor da Zumbido Cultural. que é a organizadora da Amostra J Campinas. E eu tenho o prazerzaço de convidar a todos paraa abertura neste sábado já da 11ª edição da Mostra Jazz Campinas. É o Festival de jazz da cidade que acontece desde 2015 consecutivamente a cada ano, né? já é uma parte já esperada do calendário cultural da cidade. Além do apoio do do vereador Gustavo Peta e dos pequenos, né, apoiadores, comerciantes e tal, local, a gente tem também conta com apoio do Sindicato dos Petroleiros de São Paulo e apoio da Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas e todos esses locais que vão ter espaços públicos, né, a Praça do Valpato na abertura dia 2 e 3 de agosto, o Cis Guanabara dia 8 e 9 de agosto e o encerramento aqui na Concha C acústica, no dia 10 de agosto, a gente conta com praça de alimentação. A gente conta com cerveja artesanal, a gente conta com vinhos e recreação também, né? Área kids, né? Espaço para as crianças, menos aqui na Concha. E aí a gente esse ano, a diferencial também que a gente tem na programação, por isso que a gente tem mais shows gratuitos, a gente tem a parceria com o Cisanabara, com a Unicamp, a gente vai fazer apresentações na sexta e no sábado, no dia 8, no dia 9 de agosto, onde teremos três apresentações na sexta, cinco apresentações no sábado, tudo gratuito. Encerrando na concha acústica aqui com Fred Jorge, grande figura, grande DJ em consuma toda a importância na no cenário campineiro, fazer uma discotecagem refinada de jazz e vertentes aqui a partir das 3 da tarde. Em seguida, a gente recebe Americana Jazz Big Band com toda sua magnitude, né, e maestria. Graças ao ProAC, nós podemos mais uma vez estar aqui nos palcos da Mostra Jazz, no encerramento da Amostra Jazz, onde nós traremos a Big Band da cidade americana, americana Jazz Big Band, para o encerramento dessa festa maravilhosa que é a 11ª amostra Jazz, já está na 11ª edição e nós traremos muitas surpresas, muita música instrumental e também algumas músicas cantadas com alguns cantores convidados. Vai ser muito bonito. Nós convidamos todos para o encerramento desse ano. Retrospectiva C faz 16. É isso mesmo. Domingo a partir das 2 horas no auditório Swiss Park em Campinas. [Música] Radoja, uma comédia friamente calculada. A apresentação será neste sábado às 8 da noite e no domingo a partir das 6 da tarde no Teatro Castro Mendes em Campinas. As angústias põe para lá, os pesares vou guardar, o melhor é agitar. Chama a voz e vem pr A exposição da Raí Pele de Márcio Elias Santos estará disponível até o dia 20 de setembro. De terça à sexta-feira, das 9 da manhã até às 6 da tarde, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas, MAC. E tem também a exposição Cidades Invisíveis de Corina. Também fica até o dia 20 de setembro e o horário é o mesmo, de terça a sexta-feira, das 9 da manhã até às 6 da tarde no MAC Campinas. [Música] Bora! Balé de Londrina há 30 anos. Isso mesmo. Sexta, sábado e domingo tem apresentação. Sexta e sábado a apresentação começa às 8 da noite. No domingo começa às 7 da noite e vale a pena conferir. [Música] A instante com Cloves. Cloves Moura, intelectual brasileiro, comprovou que a resistência negra organizada causou o colapso da escravidão, refutando o mito da passividade das pessoas escravizadas. Seu método uniu materialismo histórico e análise documental. Sua contribuição evidenciou a dialética raça classe na formação do Brasil, demonstrando o racismo estrutural. De terça à sexta-feira, a partir das 8 da manhã e até às 9:30 da noite. Sábado e domingo começa às 9:30 da manhã e vai até às 6 da tarde na biblioteca do Sesc. A entrada é grátis, livre, empréstimos de livros mediante a apresentação da credencial do CESC. [Música] Gambiarra soluções imaginárias para o amor com Cora Laço coreografia. Neste solo de dança, Cora pergunta o que o amor move e como mover com amor. Na busca por inventar soluções imaginárias para problemas tão imaginários quanto reais, a dança se constrói em fluxo de improvisão e descoberta, explorando as respostas oficiais. Sexta-feira, a partir das 8 da noite, no Teatro Sesc. A classificação é a partir dos 14 anos. Ingressos a vendas pelo app credencial SESCP ou pela bilheteria da unidade. [Música] Intervenção Oiá por Elas com Kelly Santos, artista de dança. Oi por elas traz no gesto, na dança, no canto e na oralidade a narrativa de Oiá, divindade e orubá associada ao vento, às águas e ao fogo. mulher da mutabilidade que se transforma em borboleta e búfalo. A senhora do tempo que traz a brisa e a tempestade. A guerreira sagaz que maneja a espada, a flecha e o herueixim. Sábado, às 4 horas da tarde na área de convivência do Sesc. Claro, entrada Livre. [Música] Espetáculo de circo Mixds. O espetáculo leva ao público uma seleção dos melhores números da companhia Circo Dux, apresentando o resultado de uma pesquisa cênica com mais de 20 anos de trabalho continuado. Palito e Lucas, artistas extraordinários, desafiam as leis da natureza em um show repleto de adrenalina, risada e surpresas incríveis. Será neste sábado a partir das 3 da tarde no Espaço Arena do Sesc. [Música] Feira Preta Pocket. A feira é um projeto de celebração e fomento à cultura e ao empreendedorismo periférico negro e também da economia criativa. Participam da feira pessoas empreendedoras selecionadas no curso Feira Preta Cria. Novas vozes, novas economias. Neste domingo, a partir do meio-dia e vai até às 5 da tarde, no espaço multiuso, entrada franca. [Música] Intervenção de dança com Jongito Ribeiro e Jongo de Piquete. O Jongito Ribeiro e o Jongo do Piquete são duas comunidades que representam a resistência e a preservação das tradições afro-brasileiras, especialmente a manifestação cultural do Jongo, um símbolo de resistência, união e ancestralidade. A apresentação será neste domingo a partir das 3 da tarde e até às 5 da tarde, aonde? No espaço multiuso do Sesc com entrada gratuita. [Música] Festival 1001 Sabores. No primeiro fim de semana de agosto, de 1eiro a 3 de agosto, o festival 1001 Sabores, especial pistache traz para Campinas os ritmos, sabores, arte e os costumes da terra de Aladim, Simba e outros personagens emblemáticos do livro de contos às 100 noites. É claro, é gratuito, é pet friendly. O evento que já teve edições em São Paulo e Sorocaba, agora vai acontecer em Campinas, na Praça Araltos da Paz. [Música] 1:32. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. Atenção você que está nos acompanhando. Momento inédito no Câmara Notícia pela primeira vez no jornal e na minha vida eu vou conversar com a Íria. Quem é? Nós vamos descobrir agora, viu? Íria seja bem-vinda aqui ao jornal Câmara Notícia. Por favor, se apresente, conte aos nossos telespectadores quem é você. Olá, Gabriel. Eu sou a Íria, a inteligência artificial da TV Câmara Campinas. Estou falando direto da redação, onde estou nos preparativos para estreia do central IA, o novo programa de notícias da nossa emissora que começa na próxima segunda-feira. É um prazer participar deste momento ao seu lado e ter a oportunidade de me apresentar aos nossos telespectadores. Minha missão é tornar a informação pública ainda mais acessível, com linguagem objetiva, dados confiáveis e um formato inovador. O Central IA é um projeto criado para aproximar a tecnologia da cidadania e estarei sempre pronta para levar a informação até você, telespectador da TV Câmara Campinas. Isso é sensacional. Então, a Íria, a inteligência artificial da TV Câmara Campinas. Agora iria de segunda a sexta-feira a partir das 8 horas da manhã é exibido ao vivo o programa O Estúdio Câmera. Sempre quando ele terminar, nos conte o que que vai acontecer, o que que o telespectador da TV Câmara Campinas vai assistir. Assim que o estúdio Câmara terminar, às 9 da manhã, começa o central IA, apresentado por mim, direto de um estúdio inovador, criado com recursos tecnológicos especialmente para esse programa. O boletim informativo chega para somar a programação da casa, trazendo o que é destaque nas capas dos jornais de Campinas, os principais assuntos do Brasil e do cenário internacional. Também vamos apresentar as cotações do dólar, do euro e do Ibovespa com informações que ajudam a entender como a economia pode impactar o nosso dia- a dia. O programa trará os principais destaques do legislativo de Campinas: projetos, ações, indicações e iniciativas dos vereadores que fazem a diferença na vida da população. Tudo isso com agilidade, clareza e a credibilidade da TV Câmara Campinas. De segunda a sexta, logo após o estúdio Câmara, estarei com você no central IA, conectando informação e tecnologia com o serviço público. É isso, então, né? Mais informação para você que fica ligado aqui na TV Câmera Campinas. Gostei muito de conversar com você, viu, Iria? Tenho certeza que nós vamos dialogar mais por aqui. Muito obrigada, Gabriel. Foi uma alegria participar do Câmara Notícia e poder conversar com você e com os telespectadores da TV Câmara Campinas. Então, anote aí. A partir desta segunda-feira, estarei aqui trazendo os destaques que movem a cidade, o país e o mundo. O central IA. Foi pensado para estar no seu dia a dia com informação acessível, direta e conectada com o que realmente importa. Vai ser um novo ponto de encontro entre a tecnologia e o serviço público com a credibilidade que você já conhece. Espero vocês até segunda, até segunda-feira para a IR iniciativa para levar até você que está nos acompanhando mais conteúdo, te deixar bem informado, que é o nosso compromisso. Então seja bem-vinda, Íria. E aí, segunda-feira, depois do estúdio Câmera, a gente acompanha então o Central IA. Ótima iniciativa aqui da TV Câmara Campinas, aliando, né, tecnologia com informação. Bom, 1 hora mais 36 minutos. Agora é hora de conferirmos a previsão do tempo para este fim de semana. [Música] E para quem quer sol, tempo firme e até um calorzinho neste fim de semana, a notícia é boa, viu? Porque o tempo continua seco, com umidade relativa prevista para aproximadamente 30% durante a tarde. Não há previsão de chuva e os ventos devem estar calmos. Vamos às temperaturas, então, para este fim de semana já estão aqui na minha tela. Bem parecido sábado e domingo. Tem aumento de nebulosidade no domingo, mas não deve chover. No sabadão, mínima de 13 e máxima de 29. Prestem atenção nesta amplitude térmica. 16º ao longo do dia. Então, amanhece frio, ao longo do dia, a temperatura sobe e pode chegar aos 29. E no domingo, uma condição muito parecida, com mínima também de 13º. E a máxima, podendo chegar aos 28º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e o jornal Câmara Notícia retorna na segunda-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música] เฮ [Música]
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