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63 views Publicado 02/04/2025 HD · 1:15:25

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[Música] ز dos pets dentro dos condomínios. Durante o Abril Azul, Campinas promove ações de conscientização e respeito às pessoas com autismo. A Câmara Municipal de Campinas retoma projeto e passa a contar com estagiários que vão integrar os diversos setores do legislativo campineiro. E o quadro Giro Ambiental mostra a agroecologia, modo de produção que une a cultura de alimentos sem defensivos químicos e a economia solidária para a propriedade de pequeno e médio porte. [Música] Estes são os destaques de hoje. Boa tarde para você que está acompanhando. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quarta-feira, 2 de abril de 2025. Meio-dia mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, 97829377, ou você tem a opção de enviar esta mensagem pelo nosso QRcode. Tô apontando aqui para ele, com a câmera do seu celular também apontada, já aparece uma mensagem na sua tela. O WhatsApp da TV Câmara Campinas, você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. E sem perder tempo, vamos acionar a nossa equipe que está na rua, porque hoje é o dia mundial de conscientização sobre o autismo. Aqui na cidade de Campinas, durante todo o mês, diversas ações vão ser realizadas e a repórter Ana Paula Meneguete está na Praça José Bonifácio, no Largo da Catedral, com mais informações, com convidada. Então, seja bem-vinda e boa tarde, Ana. Olá, Gabriel. Uma boa tarde para você, uma boa tarde para todos que acompanham a programação da TV Câmara Campinas. Exatamente isso, Gabriel. Serão diversos eventos ao longo deste mês voltado aí pras famílias dos autistas e também pros autistas aqui de Campinas. Para falar mais sobre esse assunto, eu converso com a secretária de desenvolvimento e assistência social aqui de Campinas, Vandecleia Moro. Vandecleia, uma boa tarde para você. Obrigada pela sua participação aqui conosco no Câmara Notícia. Vamos começar então contando um pouquinho, né, pro pessoal de casa eh esse evento, né, todo esse evento foi aberto com essa caminhada aqui na 13 de maio. É isso. Olá, boa tarde a você, boa tarde a todos. Esse é um mês em que nós temos várias ações que buscam conscientizar sobre o autismo. Então, concomitante a essa caminhada que nós temos aqui realizada por uma das entidades cofinanciadas pelo município, que é a da Camp, nós estamos tendo também uma ação lá no Parque das Águas e assim será durante o mês todo. Parceria entre as famílias, entre a sociedade civil organizada, entre o poder público, reunindo o a sociedade para que a gente escuta isso, para que a gente leve mais informações. E tendo informação, a gente gera empatia. Gerando empatia a gente gera respeito. Essa é o slogan da campanha. Então, aqueles que desejam acompanhar, ah, quero saber o que que vai ter mais, como que eu posso me envolver. No site da prefeitura tem toda a programação, mas especial. A gente chama a todos para estar no dia 6 lá no Parque do Taquaral, que a gente vai ter a caminhada das famílias, onde todos estaremos reunidos, chamando atenção para esse momento tão importante. E secretária, qual que é a importância, né, do município tá envolvido nessa data, nesse mês, né, o abril azul, qual que é a importância dessas ações? Essa é a importância principal é dar visibilidade ao tema e também falar de políticas públicas que já existem e que a gente pode divulgar. Então nós temos na gestão do nosso prefeito Dário o Centro de Referência da Pessoa com Deficiência que faz o atendimento, temos o cordão do autismo, temos ainda outros parceiros, além de vagas para pessoas com deficiência nas entidades cofinanciadas. Então a gente tem 210 vagas de atendimento onde a pessoa e a família é acolhida. Para além disso, é dialogar sobre a importância da rede de apoio, o quanto é importante que nós possamos fortalecer as famílias, fortalecer as redes de apoio. Isso só é feito com união de esforços. Então nós estamos promovendo junto, e isso é importante dizer, é a família junto com a sociedade organizada, junto com o poder público. Essas ações, secretária, eh, secretária, são, serão muito assim importantes, né, para essas pessoas, para essas famílias, até pela questão do acolhimento. Eh, o nosso objetivo principal de cada ação, seja ação realizada pela sociedade civil, pela família ou pelo poder público, é dar protagonismo às pessoas com autista e aos seus familiares para que a gente possa de fato incluí-los e a gente ter uma sociedade justa, inclusiva, com conhecimento. Sem informação não é possível que a gente consiga ter o respeito. Então, levar informação, conviver junto e que a gente possa ter uma cidade cada vez mais inclusiva. Exatamente isso. E lembrando que é uma data mundial, né? Tamanha a importância desse tema. É, esse tema ele é tão importante que ele nasceu com o dia mundial do autismo, já conscientização sobre o autismo dia dois, mas é o mês inteiro que se torna azul, é o mês inteiro que a gente tá falando sobre esse tema. Secretária, muito obrigada pela sua participação. Eu que agradeço e vem com a gente no dia 6 lá no Parque Taquaral. Gente, nós estivemos aqui também um pouquinho mais cedo e eu conversei com a coordenadora da ADACAMP, que é a Associação Pro Desenvolvimento dos Autistas em Campinas. Vamos conferir, Daniele, qual que é a importância dessa ação, especialmente hoje, que é o dia, né, de conscientização mundial, eh, sobre o autismo. É conscientizar mesmo as pessoas, né, de que existe, né, esse público teia, que eles precisam de ser ouvidos, precisam de ser respeitados, porque como eles não têm a característica física, muitas vezes eles sofrem muito preconceito. Então, hoje é um dia que nós estamos tirando a mais, né, porque o nosso trabalho dia a dia é de inclusão e realmente de levar a informação. E que esse dia fique marcado que as pessoas possam realmente entender que existe público teia e que eles possam entender. E quem quiser mais informação é só entrar na nossa página da ADACAMP, né, no Instagram, Aadacamp.campinas e conhecer um pouco mais o nosso trabalho. Só reforçando então, Gabriel, que qualquer informação sobre essas ações, esses eventos que se estendem aí ao longo do mês de abril, a população pode acessar o site da Prefeitura de Campinas. Eu volto com você aí no estúdio. Ação muito importante realizada aqui na cidade de Campinas na manhã desta quarta-feira. Quero agradecer a nossa repórter Ana Paula Meneguete e também a disponibilidade do tempo da Vandleia Amoro, né, secretária municipal de desenvolvimento e assistência social pelas informações. E ao longo de todo este mês, aqui na nossa programação da TV Câmara Campinas, nós vamos falar sobre autismo. E olha só, a notícia importante sobre o transporte da cidade, viu? que a Prefeitura de Campinas disponibilizou agora a pouco a minuta do edital para a licitação da concessão do transporte público coletivo convencional. A partir de agora são contados 92 dias de consulta pública que vai ouvir a população, você que está nos acompanhando, além das manifestações pelos sites, a INDEC vai disponibilizar urnas para o recebimento de sugestões nos terminais urbanos Campo Grande, Central, Barão Geraldo, Ouro Verde. E após este período de 92 dias, o edital vai ser consolidado com as sugestões pertinentes e publicado. Então serão 45 dias úteis para que as empresas ou consórcios interessados na licitação elaborem as propostas. Terminado este prazo, os envelopes vão ser abertos com o ganhador da licitação. A gente segue acompanhando também esta notícia. Bom, vamos seguir aqui com as notícias da Metrópole. Você que está nos acompanhando, sabia que neste período que nós estamos de declaração do imposto de renda é possível destinar até 6% para entidades assistenciais de Campinas? A partir de agora é o Câmara [Música] Serviço até o dia 30 de maio, quem fizer a declaração do imposto de renda no modelo completo pode destinar uma doação para os fundos municipais dos direitos da criança e do adolescente e da pessoa idosa. Com o slogan Que tal fazer um investimento que rende sorrisos? A campanha do Leão Solidário tem o objetivo de que até 6% do imposto de renda da pessoa física que será pago seja utilizado em Campinas em projetos sociais. Os valores destinados são descontados do imposto devido e ao fazer a destinação, o contribuinte escolhe manter os recursos na própria cidade. Ela não vai somente estar pagando o imposto, ela pode estar investindo em projetos sociais que geram sorrisos, né? Então esse é o momento em que durante a declaração completa você pode estar destinando parte do seu imposto até 6%, tanto pro fundo da criança e do adolescente como para fundo municipal do idoso. 3% paraa criança, 3% pro idoso, porque esse momento é só é 3 + 3. Quem fez em dezembro e ainda não chegou ao total de 6% pode estar nesse momento complementando. Quem já fez e atingiu o total de 6%, não tem como complementar mais. Desde que a campanha Leão Solidário começou em 2015, a arrecadação do fundo municipal do Idoso e da Criança e Adolescente tem crescido a cada ano. O Fundo Municipal do Idoso, que começou com pouco mais de R$ 698.000, fechou R 2024 em R 1.317.000. Já o Fundo Municipal da Criança e Adolescente, que iniciou lá em 2015 com 5.360.000, fechou o ano passado com 8.430.000. A expectativa é que os números continuem aumentando nos próximos anos. Os fundos municipais são os responsáveis por repassar os recursos para as organizações da sociedade civil de Campinas, que fazem a aplicação desses valores, conforme projetos, conforme destinações previstas pelo colegiado. Toda destinação tem que ir para o fundo municipal da da criança e do adolescente e o fundo municipal do idoso. Nesse momento, a campanha segue até o fim de maio e busca mobilizar não apenas os contribuintes, mas também contadores e profissionais da área tributária que podem orientar os seus clientes sobre a destinação e a população pode acompanhar para onde vai o montante arrecadado. Os sites de ambos os fundos, eles têm o o a parte de transparência, né? Então, o fundo municipal do idoso, o FMPIC, o fundo municipal da criança e do Adolescente, o FMDCA. Eles têm a página deles dentro do site campinas.sp.gov.br e lá você vai ter as prestações de conta mês a mês apresentado pelos fundos. [Música] [Aplausos] Mais uma notícia da nossa cidade, porque Campinas aderiu ao novo PAC, o programa de aceleração do crescimento do governo federal e cadastrou oito projetos. As ações somam mais de R$ 307 milhõesais e incluem sistema integrado de controle de cheias na bacia hidrográfica do rio Anumas, que constitui a segunda etapa de intervenções para as obras anti-inchentes, construção de policlínicas, CAPs, unidades básicas de saúde e um espaço esportivo comunitário, além de equipamentos para a saúde. Lembrando que o município aderiu às ações que não requerem contrapartida e nem financiamento. Nós vamos acompanhar também se a cidade vai ser contemplada com os recursos para a realização dessas obras. Meio-dia mais 16. Hora das notícias do legislativo. Mesa diretora altera a resolução e autoriza a contratação de estagiários de nível superior. Com a nova resolução, foram abertas vagas de estágio para órgãos de estrutura organizacional do legislativo municipal. Nós eh fizemos um levantamento junto aos setores da casa para verificar quem teria interesse em acompanhar o estagiário, tendo em vista a finalidade social do programa. E alguns setores se manifestaram e a maioria deles foi contemplada. A Câmara Municipal de Campinas retoma projeto e passa a contar com estagiários que vão integrar os diversos setores do legislativo campineiro. Câmara Municipal de Campinas com a retomada desse projeto de estagiários aqui na casa, é busca uma aproximação maior com a sociedade, né? Então, vamos trazer jovens aqui para dentro, como foram os recebidos hoje. Com certeza estão entusiasmados aí para iniciar os trabalhos e nós entusiasmados para recebê-los aqui e começar uma nova etapa, uma nova fase. A Câmara fazia cerca de 10 anos que não recebia estagiários aqui na casa. Então, foi feito todo um processo para recebê-los, um processo seletivo onde houve prova, classificação. E agora a gente começa essa nova instrução com os estagiários para que essa aproximação com a sociedade seja crescente e cada vez mais aí apresentar o poder legislativo pra população campineira. Um total de 10 vagas foram distribuídas entre os setores de assuntos legislativos, comunicação institucional, TI, gestão documental, infraestrutura e serviço, materiais e patrimônio e escola do legislativo. A gente espera assim, o estágio ele seja uma parte bem mais prática, porque tudo é muito teórico, então a gente já começa a ficar procurando como que vai ser assim mais na prática o estágio. justamente essa experiência, né, que a gente passa o curso inteiro esperando, principalmente para quem começa mais tarde também. Então agora é aprender mais toda essa parte prática, como que funciona mesmo, colocar mal na massa, né? É uma experiência maravilhosa assim, uns novos ares, adquirir experiência e vai ser incrível. Acho que vai ser uma experiência bem agradável e vai agregar tanto como ser humano quanto minha carreira profissional. E mesmo sendo uma vaga de estágio, há quem veja como uma oportunidade para um futuro mais promissor. Expectativa é muito boa, principalmente que meu coordenador já vi que é uma pessoa muito boa, já tem muita experiência no na área e muitos anos de casa e então vou aprender muito com ele para futuramente vir desenvolvendo e fazer concursos na área para que eu possa e integrar o corpo da da Câmara de ou da Câmara ou da Prefeitura de Campinas. A segunda reunião da Comissão Permanente da Mulher apreciou e votou dois projetos de lei e também promoveu um debate sobre ocupação feminina. A violência esteve no centro do debate, que foi presidido pela vereadora Mariana Conte e contou com a participação das vereadoras Fernanda Solto, Débora Palermo e Paola Miguel. A Comissão Permanente da Mulher da Câmara Municipal de Campinas esteve reunida pela segunda vez neste ano para a discussão de dois projetos de lei e um debate sobre ocupação feminina. A vereadora e presidente da comissão, Mariana Conte, conduziu os trabalhos que tiveram a participação das vereadoras Débora Palermo, Fernanda Solto e Paola Miguel. a questão da violência, que é um tema urgente na nossa cidade. Eh, nós sabemos que a violência de gênero, a violência contra as mulheres, ela pode ser prevenida, combatida. O feminicídio é o ápice de um ciclo de violência e que nós podemos interferir e é responsabilidade do Estado interferir. O item um da pauta foi discutido e colocado em votação sobre o parecer favorável do projeto que prevê a criação da Procuradoria Especial da Mulher no âmbito da Câmara Municipal de Campinas, de autoria das vereadoras Guida Calisto e Paola Miguel. A procuradoria também vem para fortalecer esse debate que a gente faz sobre a segurança das mulheres dentro dos espaços eh do do da Câmara Municipal e dentro dos espaços de representação. Eu voto favorável também nesse entendimento de que um grande ganho sobre as políticas públicas para as mulheres é a política especializada, né? Quando a gente tá falando da violência de gênero, da violência contra a mulher, da violência política de gênero, nós estamos falando de uma uma violência e agressões e negação de direitos muito específicas e por, portanto, é necessário que tenha políticas especializadas e a procuradoria da mulher também tá dentro desse conjunto, desse rol de políticas especializadas. Então, também o voto também é favorável. Então, por maioria, a Comissão da Mulher aprova esse projeto. O item dois da pauta discutiu e votou o parecer favorável da vereadora Paula Miguel ao projeto de autoria da vereadora Débora Palermo, que institui o programa de procedimentos e defesa pessoal no âmbito da cidade de Campinas. mais um projeto que tem o intuito de preparar a mulher para se defender de possíveis violências, não só como defesa pessoal, mas desde a organização do ambiente, né, como ela organiza a sua casa, um cômodo seguro, preparação de rotas de fuga, telefones e emergência. Nós temos o hoje o botão do pânico que ela pode eh fazer a ligação e a Guarda Municipal ter uma uma ação urgente, né? o programa eh Guarda Amigo da Mulher, eh grupos de apoio e aulas defesa pessoal para as mulheres que desejarem, né, eh a participar e ter mais esse instrumento de defesa eh contra a violência. Mais uma vez as vereadoras tiveram consenso na apreciação do mérito. Eu sugeri o parecer favorável a esse projeto, porque eu acho que é uma iniciativa importantíssima pra gente conseguir ter e implementar na cidade de Campinas enquanto política pública e não só atividades pontuais. Quatro votos favoráveis. o projeto está aprovado. Eh, uma coisa que eu acabei de me lembrar que na ocasião quando eu apresentei o projeto Débora, eh, eu apresentei inclusive para sendo contraturno escolar e aí eu acho que foi exatamente esse ponto que sofreu resistência. Então, é uma coisa se pensar, né? Criado programa de fazer articulação com as escolas, né? a gente começar a criar uma cultura eh para que as mães criem seus filhos dizendo que ele que a mulher não é uma, não é um produto deles, né? não é numa propriedade deles e que as mulheres também saibam se portar dessa forma para para que não ocorra tanta violência, tanto feminicídio, eh quando há uma separação aí os homens eh infelizmente não aceitam e acabam por ã cometerem os o crimes aí contra as suas parceiras. Após as votações, a reunião debateu as ocupações das mulheres na cidade de Campinas. Porque eu tenho certeza absoluta que muitas dessas mulheres que foram mortas ou fortemente espancada, se tivesse uma noção, pelo menos rota de fuga, como diz a Débora, né, uma noção de como é que pode se defender, elas talvez não estariam, né, perdido a vida. Então penso que são um instrumento também que pode fortalecer muito, né, a vida das mulheres, que eu acho que esse é o nosso grande eixo. Queria agradecer assim em primeiro lugar o apoio durante esses dois anos de ocupação das vereadoras, principalmente a Mariana, Paola, a Guida e eu sei que a Fernanda também já vem nos apoiando assim agora, Débora. Eh, e como é importante, inclusive a gente de fato fazer essa disputa eh de dentro, né, do sistema. E é isso, assim, nem as vereadoras estão imune à violência de gênero, porque eh a gente sabe que eh essa é uma sociedade que de fato foi fundada a partir disso. Presidida pelo vereador Permínio Monteiro, a Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais realizou a segunda reunião deste ano. O direito e defesa dos animais dentro dos condomínios foi o tema central do encontro que reuniu especialistas. A Comissão Permanente de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais debateu durante a segunda reunião ordinária o tema direito condominial, defesa e bem-estar animal. O presidente da comissão, o vereador Permínio Monteiro, recebeu no plenário da Casa de Leis a advogada Alessandra Bravo, especialista e referência nacional em direito condominial e defesa animal. É importante trazer essas pessoas que têm esse conhecimento jurídico da legislação da causa animal e também da legislação de condomínios. Hoje o convívio dos animais do condomínio são constantes. Muitas pessoas vivem em apartamentos, condomínio fechado e tem os seus pets. E é importante saber dos direitos e deveres. Condomínios mais antigos sempre tem a questão de a proibição de animais. E como que a gente vai proibir animais de estimação, sendo que os animais fazem parte do convívio familiar e hoje o judiciário já aceita a questão da família muito espécie, que é formada por pessoas com filhos humanos e não humanos ou somente não humanos. E tanto que hoje, né, numa num divórcio, numa dissolução deão estável, nós temos a questão até de alimentos, guarda e visitação dos animais. E quando eles estão nos condomínios, eles são também proprietários daquele imóvel, juntamente com o seu tutor ou inquilinos, né? Eh, e eles residem e tem que ter seus direitos preservados e garantidos, o que nós não vemos na prática. Outros convidados ligados à causa animal também participaram do debate como presidente da Associação Amigos dos Animais de Campinas. A ONG, que iniciou suas atividades na década de 80, mantém mais de 2.000 animais de diversas espécies. A gente sempre tem problema eh dessa natureza de das pessoas, dos condomínios tratarem os animais como se fossem invasores, como se eles fossem problema. Eles não são problema, fazem parte da família multispécie. Eu já deixo aqui uma sugestão até pro pro vereador fazer o eh colocar uma lei, um projeto de lei. São dois, que dê o direito das pessoas alimentares, animais comunitários em áreas públicas, praças e também áreas comuns dos condomínios, desde que entre eh ali conversando e coloque comedouros. Em 2016, minha mãe caiu do da arquibancada do Concórdio no jogo Brasil Japão de basquete. Ela caiu e faleceu. E após disso, fiquei 3 anos com depressão de pânico. Após adotar minha cachorrinha Julinha, comecei a frequentar Largo sombidin todos os dias. Aí eu percebi que a minha depressão e o meu símbolo de pânico tava espaçando, tava diminuindo até que sumiu de vez. E aí comecei a dedicar a causa animal a partir daí. Aí pedi o parcão, pedi iluminação, pedi benfitoria na Praça Largo São Benedito. O vereador destacou sobre o progresso na defesa e direitos dos animais e ainda fez um alerta com relação à preservação das espécies silvestres. A causa animal teve avançou muito, né, as políticas públicas e hoje é uma realidade que Campinas é referência para o Brasil. Então você que está nos assistindo, se chegar algum saruê na sua casa ou no seu condomínio, não matem. Podem ligar pra gente no nosso gabinete, pode nos procurar através das redes social que nós vamos dar um jeito de resgatar, vamos preservar a vida desses bichinhos que é importante para o controle da natureza. Animais não são coisas. Animais são seres sencientes, dotados de razão e emoção, eh comprovados cientificamente, tá? Desde 2012, eh, de forma mundial. E que agora, finalmente, no código vai tá sendo introduzido um artigo específico colocando que os animais serão ser são seres seis cientes dotados de razão, personalidade e direitos. Permínio ainda reforçou sobre a importância da instalação dos parcões em praças e parques públicos da cidade. É importante levar a os parcões para os bairros, principalmente depois da pandemia, onde as pessoas não saíam de casa, ficava recluso. E hoje as pessoas estão convivendo mais, voltando à normalidade, graças a Deus. E é interessante, Flávio Lamas, Dra. Alessandra Bra, que quando a gente vai no parcão é muito, é muita alegria porque a gente vê senhoras, vê crianças, né? Vê os animais, tudo interagindo. Quantos eh parcões você já viu eh deteriorado ou que as pessoas destruíram? Nenhum. Nenhum. Então, para a prefeitura é manter a grampa, a grama aparada. aquilo ali, a limpeza, as próprias pessoas vão deixar limpa porque ela não quer deixar estragado ali para os seus animais, né? Então isso é muito importante. Nós temos na verdade essa esses 20 parcões, nós temos 20 recuperação recuperações de áreas que estavam degradadas. Eu fico muito feliz de ter essas pessoas participando e isso daí contribui e traz um ganho muito grande paraa causa animal na cidade de Campinas. A segunda edição do Caminhando Juntos contra a discriminação reuniu praticantes de religiões de matrizes africanas pela valorização da cultura e homenagem de personalidades. A vereadora Paola Miguel foi a autora do evento que contou com a apresentação de canções e contação de histórias. A Câmara dos Vereadores de Campinas, por iniciativa da vereadora Paola Miguel, promoveu a segunda edição do evento Caminhando Juntos. Caminhando Junto, ele vem eh depois que a lei, uma lei aprovada no governo federal, né, de reconhecimento do dia 21 de março, né, como sendo o dia das eh religiões de tradições de matriz africana e contiscriminação, que já era uma data reconhecida pela ONU, né? eh e Nações do Candomblé. É uma grande honra representar a Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas e estar ao lado de todos vocês nessa celebração tão significativa. O trabalho que vem sendo realizado neste evento é fundamental para valorizar as casas de tradições de candomblé. A forma a forma como conseguimos unir a forças e lutar contra a discriminação é um exemplo do que podemos conquistar juntos. A respeito da discriminação, é absurdamente ridículo tudo isso que acontece a respeito de não respeitarem nossas casas de candomblé ou casas de ifá. É um absurdo. Por quê? A palavra candomblé significa culto aos orixás através das energias da natureza. Água, fogo, terra, ar. Então, a partir do momento que isso ocorre, estão desrespeitando as leis da natureza que eles mesmos utilizam. O evento é uma oportunidade de reconhecer toda a dedicação e o impacto positivo que as personalidades têm na vida dos filhos e irmãos de fé. E contou também com a presença de autoridades políticas, como o deputado federal Alfredinho e o vereador Josa Queiroz de Diadema. a gente homenageia, né, zeladores, pais, mães, babalorixás do canomblé no dia de hoje, entendendo que muitos deles abriram caminhos para que a gente tivesse aqui, seja dentro do movimento negro, seja dentro das próprias casas e como ainda nós precisamos ter resistência. Muitas casas relataram inclusive os ataques, relataram o acolhimento, relataram o amor. E quando a gente pensa no candomblé, nas religiões mfricanas, no modo geral, é tudo isso que a gente sabe que acontece. Eu bati na porta dele para pedir 1 L de leite, ele me deu uma caixa, eu tô só abreviando, eh, e muitas outras coisas. Eu não tive nem calcinha para colocar e ele me deu, tá? Então ele não é o meu zelador. Ele primeiro é o meu amigo, a pessoa que me acolheu, sem saber ao menos nem quem eu era. Depois ele foi o meu pai, ele é o meu zelador e ele é o meu abalaú. O direito à manifestação religiosa no Brasil está previsto na Constituição e no caso das religiões de matrizes africanas está diretamente ligado à cultura ancestral e à luta do movimento negro. O sangue negro corre, né, na nas terras, nas construções de todo o Brasil, mas principalmente na cidade de Campinas, que foi a última cidade do mundo a libertar o povo escravizado. Então, diariamente a gente precisa reconhecer os espaços onde a população negra foi excluído e agora luta tanto para poder ocupar novamente como é a Câmara Municipal de Campinas. Para a vereadora, o evento é uma forma de compartilhar a cultura do povo ancestral. Com a cultura a gente consegue eh fazer crítica, fazer eh acolhimento, a gente consegue mostrar história, trazer tradição, né, sem ter que fazer o embate. Mas se for necessário a gente também faz o embate, né, porque a gente sabe que, infelizmente, ainda tem muita intolerância e muito racismo religioso. Isso é o aché, isso é a macumba. É festa, é a cultura do povo que formou esse chão. É a união dos povos originários dessa terra, dos povos indígenas e do povo preto, escravizado, que hoje, depois de anos de luta, tem um respiro para ser feliz. Atravessei o tronco. Árvore de memórias. Meio-dia mais 35 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira e a gente segue aqui com as notícias do legislativo porque a vereadora Fernanda Solto apresentou um projeto de lei que prevê a climatização das escolas públicas municipais. O projeto de lei de autoria da vereadora Fernanda Solto, que institui o plano emergencial de adaptação climática na rede de ensino municipal precisa ser aprovado em plenário em duas votações e sancionado pelo prefeito. Entre as adaptações previstas para as unidades de ensino infantil, fundamental um e dois e também para aquelas do ensino de jovens e adultos, está a implantação de ar condicionado nas salas de aula, mesmo naquelas já equipadas com ventiladores. No projeto a gente coloca essa questão do ar condicionado, porque muitas vezes se justifica existe a climatização adequada pelo uso de ventiladores. a gente sabe que isso não é mais suficiente dada as condições de temperatura que nós estamos vivendo na cidade. A gente tem professores e estudantes que mandam pra gente medições de temperatura dentro da sala de aula que chega a 42º. Muitas escolas têm janelas que não abrem totalmente, então o ar não circula. Então, mesmo tendo um ventilador dentro da sala de aula, não circula o ar, não tem renovação desse ar dentro da sala de aula e a temperatura, ele tem um impacto muito pequeno para garantir o controle térmico, o conforto térmico. Então, a os ventiladores eles são uma ferramenta importante, mas para a instituição do plano a gente defende a instalação do do aparelho de ar condicionado nas unidades, porque é isso que vai garantir uma regulação térmica verdadeiramente adequada. A vereadora salienta que as crianças e os adolescentes vivem grandes períodos do dia nas unidades escolares. Por isso, a medida deve ser emergencial. Estamos vivendo altas temperaturas, uma onda de calor importante em Campinas. A gente sabe que na nossa cidade as consequências do aquecimento global elas estão sendo sentidas literalmente na pele da nossa população. E nós temos uma situação muito crítica, especialmente nas escolas, nas unidades de saúde. Nós temos recebido muitas reclamações de trabalhadores da educação, da de gestão das escolas e de famílias, porque as escolas nesse período do ano, com essas altas temperaturas, elas estão se tornando ambientes insalubres. Então, nós fizemos visitas às algumas escolas até o momento já para verificar essa situação e a gente viu que não se trata de uma questão pontual, infelizmente é uma questão estrutural. De acordo com a proposta, o município também deve incluir a readequação estrutural de prédios nas instituições de ensino público. E, infelizmente, isso tem um impacto muito grande no aprendizado e também no trabalho. A gente tá vendo que tanto os estudantes estão sofrendo quanto os trabalhadores estão com dificuldade de ministrar as aulas, os outros trabalhadores de eh concluir as suas atividades nas escolas. E por isso nós apresentamos esse plano. É um plano que prevê que a prefeitura deve garantir a climatização adequada nas unidade de ensino do município. Então, todas as escolas que estão sobre a administração do do município de Campinas, da prefeitura, devem ser eh deve ser garantido uma climatização adequada com a instalação de aparelhos de ar condicionado nas salas de aula, nas secretarias, nas sala dos professores, todos os ambientes necessários. Mas para isso também é necessário garantir uma reforma em muitas escolas que não têm hoje uma rede elétrica que consiga comportar a instalação desses aparelhos. A matéria prevê ainda a implantação de sistemas e técnicas de reuso da água para reduzir os gastos hídricos nas escolas municipais, conjuntos de uniformes compatíveis com verão ou com período de altas temperaturas, entre outras medidas. Distribuição de protetor solar nesse momento é importante. Garantia de água refrigerada. São medidas que são urgentes e necessárias para garantir um conforto e possibilidade de ensino e de aprendizado nas escolas. Segundo os estudos da plataforma Ubiverde citados no projeto, Campinas é uma das cidades mais vulneráveis do interior de São Paulo aos efeitos das ondas de calor. A tecnologia permite observar a quantidade de cobertura vegetal, temperatura, distribuição de praças e a vulnerabilidade ambiental nas cidades. No estado, a metrópole ocupa a quarta posição entre as cidades mais vulneráveis. Diante disso, Fernanda Solto defende que o projeto seja discutido com a comunidade e votado com urgência na Câmara. Dada a questão do período que nós estamos vivendo, é necessário que seja feita uma eh uma tramitação em urgência. Nós estamos conversando, apresentando o projeto para os vereadores, debatendo também com a comunidade, porque a intenção não é só deixar esse projeto aqui dentro da Câmara. Nós queremos mobilizar a comunidade escolar, as famílias em torno dessa defesa. Também é um projeto para isso, para repercutir essa luta da comunidade escolar e do das famílias. Vereadora Mariana Conte, através de um projeto de lei complementar, pede a criação da política de climatização ecológica e arborização urbana para as escolas públicas de Campinas. A vereadora Mariana Conte protocolou o projeto de lei complementar número 28 de 2025, que institui a política de climatização ecológica e a arborização urbana para as escolas públicas do município de Campinas. É do conhecimento geral da população que nós vivemos uma emergência climática, as pessoas têm sentido isso na pele, no cotidiano, ondas de calor, enchentes, clima seco, ou é o é são os extremos climáticos, ou são tempestades ou clima seco e muito calor. E isso tá afetando particularmente as escolas. A gente tem visitado muito as as escolas e a gente tem visto o quanto tá quente, condições assim, os alunos, professores, profissionais, os a escola em geral tá numa situação assim que não de quase eh não não é possível você ter uma prática educacional nessa condição insalubre. A proposta do projeto visa criar um ambiente escolar mais saudável, sustentável e adaptado às mudanças climáticas extremas, protegendo a comunidade escolar contra os impactos ambientais negativos. Nós estamos, apresentamos esse projeto. É um projeto que se soma a um conjunto de projetos que defende a arborização, a adaptação climática, porque muitas escolas estão com prédios inadaptados, não tem climatização. Agora, é preciso dizer que nós queremos discutir a climatização das escolas. é necessário atribuir emenda parlamentar para climatizar algumas escolas que não vai ser dá para fazer todas, mas temos trabalhado nisso, mas queremos também isso com segurança. Isso é importante porque nós temos assim, a gente sabe que as escolas precisam de adaptação da da parte elétrica. Nós não queremos, inclusive estaremos fiscalizando a prefeitura para que não tenha nada inseguro, né? Eh, isso é uma coisa, é uma responsabilidade que precisa ter ser feito. A vereadora acredita que a arborização escolar e a adoção de soluções ecológicas, como telhados verdes e sistemas de captação de água da chuva não apenas beneficiam a qualidade de vida dos alunos, professores e funcionários, mas também incorporam a educação ambiental no cotidiano escolar. paraa climatização, ela não resolve problema também, porque nós precisamos, na verdade, da arborização. A arborização da escola e da cidade como um todo é uma política necessária para a cidade de Campinas, para que a gente tenha o equilíbrio climático. Mei-dia, mais 43 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Nós estamos ao vivo nesta quarta-feira. E se hoje é quarta-feira, é dia de reunião ordinária, a 17ª do ano. Site aberto aqui, ó, no campinas.sp.lege. Porque hoje os vereadores vão se reunir para discutir e votar seis projetos. Entre eles tem uma proposta, um projeto de lei em primeira análise, de autoria do vereador Eduardo Magoga, que obriga a criação de salas sensoriais nas unidades de saúde do município para atender pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista. De acordo com este projeto, os espaços deverão ser equipados com materiais que auxiliem no controle dos estímulos sensoriais, como luzes ajustáveis, sons suaves, texturas variadas, almofadas de pressão. O objetivo é proporcionar um ambiente mais acolhedor para os pacientes, minimizando os efeitos da superestimulação sensorial e prevenindo crises. Quer ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar lá campinas.sp.lege.br. Já na capa, na página inicial principal, você já tem acesso à pauta da 17ª reunião ordinária e já aproveita, já fica muito bem informado e já confere as outras notícias aqui do legislativo campineiro. Meio-dia mais 45 minutos. A gente segue com o jornal Câmara Notícia. falando agora sobre agroecologia, um modo de produção que une a cultura de alimentos sem defensivos químicos e a economia solidária para a propriedade de pequeno e médio porte. um caráter ambiental e social. E essa é a essência da Rede Livres aqui de Campinas, que conseguiu tornar os orgânicos acessíveis a um grande número de pessoas e valorizar a economia solidária. Confira este assunto a partir de agora no nosso quadro O Giro Ambiental. [Música] [Aplausos] [Música] E no giro ambiental de hoje, a gente vai falar sobre uma prática que é um movimento social e aqui em Campinas um caso concreto de economia solidária. A gente vai falar sobre agroecologia e o nosso convidado Arlei Medeiros é um dos coordenadores do Livres Agroecologia, já está aqui com a gente. Muito obrigada, Arlei, por participar aqui com a gente do Giro. Eu que agradeço. Muito obrigado a vocês aí da TV Câmera, você. E é uma honra estar aqui, né, primeiro para falar desse tema, um tema tão atual e um tema tão importante que é a agroecologia, porque nesses tempos de crise climática, a agroecologia é uma solução, né? E aí parece tão complexo, tão distante da gente a agroecologia. Mas eu vou explicar porque é tão próximo ao mesmo tempo. E a gente de alguma forma todo mundo já praticou um pouco de agroecologia e os nossos avós praticavam mais ainda, né? E eu vou explicar isso. Então, como é que surge a rede livres de agroecologia? Eu faço parte do dos químicos unificados, sindicato dos químicos unificados. E este sindicato nos anos 2000, junto com os trabalhadores da antiga planta da Shell, eh, descobriram que estavam sendo contaminados pela produção de agrotóxico. E começou uma luta nos anos 2000, que foi até 2013, foi um caso muito vitorioso, muito bem-sucedido, de luta dos trabalhadores. E nesses 13 anos de luta, a gente aprendeu que não tem mediação com agrotóxico. Ele faz mal para quem produz, faz mal para quem aplica e principalmente pro consumidor que come esse produto. Então nós conversamos muito, os trabalhadores e os sindicatos e falou: "Como que a gente pode contribuir com isso?" Aí nós pensamos: "Ah, vamos construir e fortalecer a rede de agroecologia, que na nada mais é do que produzir alimentos como os nossos avós produziam antes dos anos 60 e 70. da dita revolução verde que entrou os agrotóxicos, os insumos químicos, os adubos, fertilizantes, os pesticidas, né, na nossa agricultura. Então, a agroecologia nada mais é do que você aproveitar próprio conhecimento das florestas da natureza a serviço de produção de alimentos sem precisar de química ou de agrotóx ou de venenos. E o caso do CH foi muito importante, nós estamos falando pros campineiros porque ele trouxe 200 milhões de danos morais coletivos pra nossa região. Vocês ter uma ideia, o Hospital do Amor em Campinas foi um projeto de 35 milhões destes 200 milhões de dano moral coletivo. O hospital aqui de Otorrino, na Unicamper Pescoço da Face também aproximadamente 40 milhões. o boldrini e mais 30 milhões, ou seja, só em Campinas ficou aproximadamente 100 milhões, além do barco escola na Amazônia, além do Hospital de Barretos. Então, foi uma luta muito importante que a gente aprendeu muita coisa e a partir daí surgiu a rede livros de agroecologia, de uma dor, né, que infelizmente a contaminação ela ela tem as consequências e nem sempre é remediável, não é a lei. Então, nasceu o redes e como é que na prática funciona isso? A gente já viu então que a gente volta pro modo de produção pré-industrial original, onde a própria natureza se arranja ali, né? Os defensivos, as próprias plantas fazem a defens o a defesa do do ecossistema ali da horta, né? E como é que vocês operacionalizam isso na prática? Tem parcerias de cooperativas dos pequenos produtores? Como é que é? Então você disse muito bem, a natureza ela já sabe, ela se arranja, ela se organiza e ela tem todos os mecanismo ali dado. Aí o ser humano vem, né, eh, não ser humano, enfim, interesses de negócios que a maioria desses produtos da do dos agrotóx foram desenvolvidos na Segunda Guerra Mundial. Aí eles percebem que esses produtos podem eh ser comercializados e podem, em tese, potencializar a agricultura. Isso é altamente discutível. A gente pode discutir num outro programa se você quiser nos convidar, mostrando que a agroecologia é tão eficiente, tão produtiva como qualquer agricultura convencional. E a gente explica isso tintim por tintim. Aí nós começamos montando uma primeira loja que foi inclusive no estacionamento do sindicato ali no fundo da Barão de Tapura, né, próximo eh a a à escola Liceu ali, próximo à Imaculada. E a gente avaliava que o problema era pontos de vendas. Então, se a gente tivesse uma loja na cidade e pudesse trazer os produtos da agricultura familiar, do campo, da agroecologia e orgânico pra cidade, a gente ajudaria. E aí a gente constatou que o problema é muito maior, porque o capitalismo não tem uma interesse em ter essa cadeia de agroecologia e de orgânicos ainda estruturada. Ela existe, mas por boa vontade de algumas pessoas que fazem isso, né? E hoje tá crescendo, né? O próprio sistema capitalista tá vendo como um grande negócio e tá começando a entrar. Por quê? Porque muita gente já descobriu que que não precisa se contaminar para se alimentar e tá buscando alimentos saudáveis, sem veneno, sem agrotóxico. Então a gente montou a loja, mas percebeu que só a loja não bastava. Nós tínhamos problema de produção no campo, problema de logística, problema de financiamento e problema técnicos. Então, por isso que a gente transformou numa rede. Hoje nós temos a Crressol, que é nosso braço financeiro. Nós temos a assistência técnica que vai até o campo apoiar o agricultor. Nós temos uma redistribuição. Então, hoje, para vocês terem uma ideia, nós temos quatro lojas em Campinas e um centro de distribuição no SEASA, que foi uma parceria com a prefeitura de Campinas, muito bem sucedida, foi inaugurada em junho, né, registra aí o bom apoio do pessoal do SEASA. junto com com a administração que teve a boa vontade de ceder o espaço no mercado das flores. Vocês podem ir lá qualquer dia da semana no mesmo horário de funcionamento do mercado das flores, vai ter todos os produtos que você precisa na sua mesa, desde um suco, desde um vinho, desde um queijo, um arroz, um feijão, um mel, tem tudo, tudo. Aí as pessoas acham assim que orgânico, inacessível é caro, não. Uma das tarefas da Rede Livres é tornar acessível aos trabalhadores. Por quê? Ela nasceu de um sindicato de trabalhadores, sindicatos químicos. Então isso não pode ser só, não é só a classe A e B que tem direito a ter acesso ao produto de qualidade sem veneno, né? É todos os trabalhadores. Então um dos projetos da rede livre é tornar acessível preço justo, né? Porque por que preço justo? Porque também o agricultor tem que ganhar, sustentar sua família e a pessoa da cidade também. Qual é a mágica da da rede livres? Ela tira o atravessador. Então, ela não é um atravessador. Ela pega o produto direto do campo, coloca na loja com o preço do produtor, coloca uma margem em cima de aproximadamente 35%. e que é o custo operacional da rede e é muito transparente e não é e não visa lucro, é um projeto social, tudo que entra no projeto é reinvestido. Então nós temos uma loja eh na José de Campos Novais no Guanabara, nós temos uma loja do Livres em parceria com a Taué em Souzas, do lado da Ricopan. Nós temos uma loja em Barão Geraldo, que é o espaço agroecológico. É uma parceria inclusive com o MST do lado da Praça do Coco, em Barão Geraldo. E nós temos a central de alimentos orgânicos no SEASA. E esse ano nós estamos vamos inaugurar o nosso CD nos Amarais. O que que é um CD? é um centro de distribuição que nós vamos processar os alimentos e se tudo der certo a partir de julho vai tá na mesa das crianças de Campinas nas creches, nas escolas que nós estamos fazendo uma parceria com a prefeitura de Campinas a partir do Pinai, onde 30% dos alimentos têm que ser da agricultura familiar e sem veneno, sem agrotóxico. Então também a molecada de Campinas vai ter acesso a esses alimentos de qualidade, assim como tem a classe A e a classe B. Maravilhoso, Arlei. A gente ouvindo você falar assim, parece até que foi num minutinho, mas eu imagino que isso deve deve ter assim seguido passos e passos e passos para chegar até aqui, né? E a internet ajudou vocês nesse caminho? Sim, a gente começou em 2018, né, a primeira lojinha. Aí nós f percebendo essas necessidades, né? Uma necessidade vai puxando a outra, né? Como eu te falei, a gente percebeu que precisava ter um centro de distribuição no Ceasa, porque lá a gente pode vender no varejo e no atacado. Que que é atacado? Pros feirantes, pros donos de loja, para quem faz cesta, para escolas, para restaurante. E antes não tinha um ponto de atacado em Campinas. Quem quisesse comprar esses alimentos tinha que ir no Ceagespe em São Paulo. Eh, o Seasa Campinas foi pioneiro em ter a primeira loja de orgânicos e agroecológicos, né? É importante falar a diferença de agroecológico. Todo produto agroecológico, ele tem que ser orgânico, mesmo que ele não tenha um certificado. Por quê? Porque o agroecológico ele vai além. Eu posso ter um produto orgânico feito por uma empresa que não tem uma relação de trabalho decente, que explode os seus trabalhadores. Na agroecologia isso não pode acontecer. Então tem que ser a cadeia inteira, inclusive de produção local, familiar. Então, a agroecologia é um passo adiante do orgânico e os nossos produtos também são certificados pela NC, Associação da Agricultura Natural de Campinas, que inclusive é Adriana, que cuida da loja lá do Seasa. Então, nós estamos construindo uma grande rede de economia solidária e tudo que é ganho nessa rede, todos os recursos que entram nessa rede fica com os agricultores, ficam com as famílias, ninguém acumula esse recurso. Então, tudo que entra sai para aqueles que geraram. é uma outra relação, é uma outra economia, é um mundo solidário que a gente quer construir, desde o alimento até a renda da pessoa, até a sobrevivência. Então eu convido a todos que ainda não conhece a Rede Lives, vai lá, vai almoçar lá em Souzas, né? Vai almoçar em Barão Geral, tem uma comidinha diferente, uma comidinha orgânica, sempre tem um prato convencional e um vegano, tem uma musiquinha, tem uma cultura. Então é um ambiente muito legal, então não é só a comida, é um modo de vida. Então convido você a fazer parte desse modo de vida, viu Alexandre? Você em especial fazer uma visita pra gente. Com certeza irei. Arlei, passa pra gente os os contatos, o Instagram, o telefone, se tiver um site também para que a gente possa chegar até vocês. Então é Rede Livres, né? Eh, pweueeeco.br. Também tem a redelivres.cop.br, tem a redelivres.org.br. BR. Só botou ali Rede Lives, você vai cair em uma das nossas redes, em uma das nossas lojas. Escolha a loja mais perto de você. Compre a nossa cesta orgânica. Você vê a nossa cesta orgânica, nós temos uma alta de alimento gigantesco. Sabe quantos anos ela tá? R$ 45 há 3 anos. Nossa. Então, na agroecologia que não tem especulação de mercado, não tem essa inflação. A gente senta com os agricultores, discute, tira a nossa margem de lucro, passa paraos agricultores e agora olha que engraçado, os clientes pediram pra gente aumentar a nossa cesta que tava muito barato. Então, a partir do mês que vem, já aviso de antemão, vai aumentar de 45 para 50 a nossa sexta, mas tá há 3 anos a R$ 45. Então, se você quiser receber uma cesta na sua casa, procure as nossas redes, uma nossas lojas e compre uma cesta com uns itens muito barato. Eu duvido você comprar uma cesta igual essa, mesmo nos produtos convencionais, eh, a este preço, mas os nossos são orgânicos da agricultura familiar. Maravilhoso, Ailei, muito obrigada pela sua participação aqui com a gente. Eu que agradeço. E é com espaços assim que a gente constrói um mundo novo, um mundo justo, um mundo equilibrado, que todas as pessoas possam ser feliz numa relação saudável, que nos faça bem. Muito obrigado. Com certeza. E para você que nos assiste, continue com a gente, porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. Compreender a linguagem dos gatos, especificamente seus miados, tem sido um desafio para os donos de animais de estimação. Enquanto alguns miados são facilmente interpretados como um pedido de comida, outros permanecem um mistério. Cientistas da computação desenvolveram um aplicativo chamado ME Talk para ajudar a decifrar essas vocalizações felinas. O Mel Talk grava os meados dos gatos e os traduz em frases como estou com fome ou estou irritado os usuários podem avaliar a precisão dessas traduções, ajudando a aprimorar o modelo de aprendizado de máquina do aplicativo. Com mais de 20 milhões de downloads e bilhões de meados analisados, o Meal Talk se tornou uma ferramenta popular para donos de gatos que buscam entender melhor seus amigos felinos. [Música] Os fervedouros do Jalapão no serrado brasileiro, são nascentes cársticas, com aparência única, diferentes de outras fontes semelhantes no mundo. A água de rios subterrâneos brota do solo, criando uma espuma de areia fina e rosa, proporcionando uma sensação de flutuação semelhante a nadar em champanhe. Apesar do nome, a água dos fervedouros é fria e não termal. O Parque estadual do Jalapão, criado em 2001, é uma área remota e pouco conhecida do Brasil, com cerca de 162.000 haar. Localizado no norte do serrado, a maior savana da América do Sul, o Jalapão separa a Amazônia da Mata Atlântica e oferece paisagens únicas, como os fervedouros, que atraem turistas em busca de experiências naturais. autênticas. [Música] [Aplausos] [Música] 1 hora mais 1 minuto. Se hoje é quarta-feira, é dia de conferirmos o trabalho daquele ou daquela profissional que é especializado em preparar e servir bebidas à base de café. barista do Se liga na [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] profissão. Olá, minha gente. Olha o se liga na profissão de hoje. tem um aroma diferente, muito saboroso, muito característico e que tem caído no gosto da população, não só brasileira, mas mundial. Ao meu lado está o barista Márcio Linade, que vai contar pra gente sobre o dia a dia de um barista, né, que é a profissão de hoje. Tudo bem, Márcio? Tudo bom, Márcio? Conta pra gente, essa profissão tem ganhado cada vez mais espaço, né? O cafezinho, né? ou o pretinho, como popularmente ficou conhecido no Brasil, já não é mais só aquele cafezinho coado, né? Ele tem um um espaço mais gourmê agora, né? Sim. É, o universo do café ele se expandiu bastante. Eh, temos novas opções, novas opções de produtos, novas opções de casas e o barista acabou ganhando aí um protagonismo um pouquinho maior desses últimos anos aqui no Brasil. Foi na década de 90 que o profissional barista começou a ser reconhecido, ou seja, quando surgiu a terceira onda do café e as cafeterias especializadas. A gente ouve muito falar sobre o bartender, né? O bartender é o cara que prepara drinks, por exemplo, numa balada, numa festa. O barista, a especialidade dele, o foco dele é o café. Sim, totalmente o café. são não só o café em si, como os grãos, os tipos de grãos, notas, etc., mas como as técnicas de extração também. São várias técnicas, cada café vai oferecer uma técnica diferente. Aqui, por exemplo, a gente tem o café expresso, nós temos o V60, a prensa francesa, que é um método brasileiro. Então, é o barista, ele se especializa nesse ness nesse tipo de de função. E aí, assim, esses formatos de fazer café, você comentou, né, que tem uma prensa francesa. Isso. Como que é esse café? Sim. Bom, a prensa francesa é um método que ele, na verdade, é italiano, não é nem francês, mas ele é um método que que a gente coloca o café em infusão e a gente trabalha com pressão. Então, a gente empurra o êmbolo e o empurra o pó do café para baixo e o líquido do café sobe. É só uma das técnicas de extração do café. Quais são as outras técnicas e qual você sente que é mais procurada aqui no seu estabelecimento? Bom, existem n técnicas de extração do café, existem algumas mais populares. Por exemplo, no Brasil se popularizou muito uma técnica que chama V60. É uma técnica de de coar o café. Ele usa um filtro de papel e é um café e um método que acaba entregando o café um pouquinho mais equilibrado entre as suas notas. nada se sobressai muito. É um café que realmente traz uma um equilíbrio um pouco maior pro cliente. Então, uma técnica que se popularizou mais, principalmente desse mercado de café especial. Quando você fala, né, que entrega as suas notas, essas notas a gente pode considerar como outros aromas ou outros frutos que foram adicionados no café, seja na plantação, na hora da colheita. Como que é essa parte? Bom, a saborização do café é uma técnica diferente do que se consegue, por exemplo, com as notas e no trato do café em si. Não existe nada assim e oficial ou algo que possa falar hoje, eh, definir hoje como que se saboriza um café, mas a preferência, principalmente aqui no Brasil, são por sabores e aromas que são conseguidos tanto na colheita, quanto na seleção do grão, quanto na secagem ou até numa uma eventual fermentação do café. Então, essas notas são conseguidas no processo, desde a colheita, da escolha do do da do tipo do da planta até a secagem, a torra e a moagem do café também. O café ele tem também algo parecido, por exemplo, com com as bebidas, né? Vamos pensar na cerveja artesanal. Tem aquele café que ele tem um um sabor mais leve, né? Um paladar mais leve. Tem uns que parecem ser mais concentrados. Eh, tem essa essa variedade também. Sim, eu acredito que o barista ele tem até essa função de de assim de mostrar pro cliente que a variedade é muito grande de aromas e sabores. Eh, esse, que nem eu falei, esses aromas são conseguidos eh na escolha do grão, na escolha do método de de extração do café. Então existe um universo muito grande hoje de sabores e aromas que são conseguidos dentro de determinados tipos de grão e tipos de processo de extração. Somente no ano de 2010 a profissão barista foi regulamentada e desde então tem conquistado os paladares e atraído novos clientes. Eu acho que a leitura do cliente é muito importante. É, quando o cliente entra na nossa cafeteria, a gente tem uma filosofia aqui que é, na verdade, de ser uma porta de entrada para quem tá experimentando o café especial. Então, eu acredito que a função do Boristo é até mais importante. Quando o cliente chega, a gente tenta fazer uma leitura rápida sobre o que ele pode eventualmente gostar e aí sim oferecer para ele uma bebida que esteja dentro do gosto dele. Legal. Agora, pensando na prática, né, no dia a dia do seu trabalho, consiste só em fazer café? Como é que é o seu dia de trabalho, Márcio? Bom, não, não é só o café. A gente tem toda a preparação da do café para abertura. Então, a, eu chego aqui geralmente umas duas ou três horas antes da abertura do café, a gente prepara o salão, prepara a cozinha, prepara ingredientes, trabalha na parte da da de doces, de salgados. Eh, a gente trabalha com a máquina, deixa ela faz a limpeza, a higienização dela. Eh, então tem todo um processo por trás dessa da abertura do café e também do fechamento do café. Então, é muito mais do que só fazer café. Você acha que é um mercado interessante para quem gosta de café? Quem tá se interessando pelo curso de barista? Dá para arriscar, por exemplo, em restaurantes, hotéis? Você acha que é um mercado que tem procura de profissionais? Sim, tem procura de profissionais. Como eu falei, aqui no Brasil é um mercado que ainda é um pouco novo, embora a gente seja o maior produtor de café mundial, esses cafés especiais são produzidos aqui no Brasil. Eh, a gente tem ainda poucos profissionais especializados que possam entregar um trabalho realmente qualificado. Bom, então, saúde, viva o café. E para você que quer saber mais sobre essa profissão, vamos agora conversar com o professor de barista. [Música] Tá. Agora eu estou aqui com a professora Gisela Ferrara, que ela vai contar pra gente como é que funciona o curso, né? O que se aprende no curso de barista. Tô vendo que você já tá com a mão na massa. E eu acho que esse é um detalhe importante, né? Saber pesar o café, a quantidade, o peso é muito importante, né? Quantidade de grãos. Sim. Se é moído também tem que ter um um peso, né? Uma pesagem para equilibrar o sabor, a questão de se se vai ser forte ou fraco. Como é que é isso? Então, o café nós temos a proporcionalidade da quantidade de água e da quantidade de pó. Por indicação, eu falo pras pessoas pegar o café em grão, porque ele ressalta, ele mantém as características sensoriais daquele café, né? Porque o café oxida se a gente deixa ele em pó, né, ou aberto por muito tempo. Legal, Gisela. Agora acho que é uma dúvida que o pessoal de casa tem, principalmente quando escutam falar, né? Poxa, mas eu vou fazer um curso de barista, vou fazer um curso para servir café. Isso não é a mesma coisa que um garçom, né? Mas não é exatamente assim, né? Eu quero que você conte pra gente um pouco mais do curso de barista, né? Como é que vocês promovem aqui na academia esse curso, eh, carga horária, o que se aprende no dia a dia, tá certo? Olha, aqui no curso nós temos um intensivão, que eu chamo de 8 horas de curso, né? Nós damos até cursos de barista e métodos de preparo, barista pra área do café expresso e para outros métodos filtrados de fazer o café. Eh, nós temos diversas turmas aí, nós aprendemos desde lá a planta, a colheita, até o processo de extração e as práticas durante esse processo, né? Em relação ao plantil, à colheita, o que é ensinado? Eu começo falando pros meus alunos que o café é um fruto. Muitas pessoas não sabem que o café é um fruto. Eu explico as diferenças de espécies do café. Nós temos duas, o robusta e o Arábica. 90% aí da nossa produção brasileira tá no Arábica. Por conta das questões de manejo e tudo mais. Aí eu explico a questão da qualidade e os tipos de café. explico o mercado financeiro, né, de compra e venda de cafés, principalmente focando nos cafés especiais de qualidade também. Você tocou num ponto muito importante para todo mundo que quer construir uma nova carreira, seja mudando de profissão ou escolhendo a primeira profissão, que é a parte financeira, né? Todo mundo que vai trabalhar, que vai pro mercado de trabalho, quer saber se é um mercado promissor. O café depois que virou commodity, ele tem eh crescido cada vez mais. E uma coisa que vale a gente lembrar é que assim, antigamente eu me lembro, por exemplo, acho que quando eu tinha sua idade mais ou menos, café era coisa de velho. Ah, quem bebe café é velho. Hoje não. Não. Hoje quem bebe café é uma coisa chique. É fino beber café, principalmente se você sabe qual café está bebendo. Isso torna a profissão barista uma profissão promissora? Sim, com certeza. principalmente pros comerciantes, se o comerciante tem uma rede de padarias, cafeterias, o professor barista, né, ou até mesmo contratar um barista paraa sua cafeteria, pra sua padaria, vai fazer total diferença, por ele vai saber exatamente aquilo que o consumidor procura, aumentando inclusive o índice de venda, se você tem cafés na sua padaria para vender, ele vai saber indicar E como que eu posso dizer, consolidar ali o consumidor mesmo do da questão de procura. Muitas pessoas não sabem aonde procurar um café para comprar. Agora nós temos em mercados, mas os principais cafés de qualidades estão em cafeterias. Que legal. E aqui nós temos, né, um café. Você já colocou aqui um grão. Eu gostaria que você mostrasse o que acaba sendo aí uma parte das suas aulas, né? Tá certo? Aqui vocês podem ver, nós temos um café 100% arábica, um café gourmet. Esse café tem mais de 80 pontos, ou seja, ele também se classifica com uma bebida de qualidade. Ele é um torram média, o que intensifica a questão de doçura, a questão de acidez, de corpo, de presença de um café bem prazeroso. Então eu vou mostrar pra vocês como moer o seu café, qual o eu mostro pros meus alunos como que eles podem mexer nessa questão de granulometria, proporção de água, pó, que faz diferença na bebida. É porque também tem pessoas, Gisela, que preferem um café mais fraco. Outras pessoas já preferem um café mais forte, né? Em termos de de paladar mesmo. Isso dá para controlar quando móe, quando vai passar o café, né, filtrar? Como como é esse controle? Ou tem os grãos já, grão forte, que é para um café mais forte, mais encorpado, grão para café mais leve. Então, nós baristas eh temos um outro termo. Nós falamos de um café mais concentrado e menos concentrado. A questão de ser forte ou fraco entra também nessa proporcionalidade e também na questão da torra. Tem torras claras que intensificam um café mais suave, mais leve, mais ácido adocicado. E cafés que tem mais presença é de comprar uma torre escura, né, para começar a acostumar o paladar com café de qualidade. As pessoas têm uma visão, né? Ah, o barista ele vai sempre ou ele monta uma cafeteria ou ele vai trabalhar em uma cafeteria. Mas não, né? A gente tem visto que tem muitos restaurantes, hotéis, principalmente de alto padrão, que tem valorizado esse profissional. Sim, com certeza. Inclusive, dentro dos campeonatos nacionais e até internacionais valorizam o mercado do barista, que ainda está em muita ascensão, né? Nós temos eh dificuldade também de mão de obra e também de procura de bons profissionais. E disso eu atesto com toda a certeza. Os profissionais que eu dou o curso, eles sempre dão feedbacks muito bons quando atuam já no mercado de trabalho. Tá aí. Esse foi mais um Se liga na profissão, profissão barista. E agora eu vou tomar o meu cafezinho. Saúde. [Música] Semana de tempo instável. Então, amanhã, quinta-feira, o sol aparece, mas a nebulosidade segue alta aqui na região, vai aumentando ao longo do dia e tem previsão de chuva para tarde, podendo ser em grande intensidade e com fortes ventos. Então, muita atenção aquelas regiões que costumam alagar aqui na nossa cidade. Sobre as temperaturas, elas já estão aqui na minha tela. O calor continua neste outono com mínima de 21, já é uma mínima elevada. Ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 31º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje, quarta-feira, nós temos a reunião ordinária a partir das 6 horas da tarde, mas é uma tarde de muitas reuniões, tem a primeira parte a partir a partir das 5 horas da tarde. Agora também reuniões, então fique aqui na TV Câmara Campinas e o jornal Câmara Notícia retorna amanhã ao meio-dia. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música]
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