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14 views Publicado 31/03/2025 HD · 1:09:06

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[Música] Olá, Boa tarde, meio e39 começa agora o Câmara Notícia, edição desta segunda-feira, 31 de março de 2025. Participe com a gente, mande a sua sugestão ou a sua opinião no WhatsApp da TV Câmara Campinas 1997829377. Confira agora os destaques desta edição. Câmara cedir audiência pública, solenidade e debates públicos. Moção apela pela aprovação urgente de projeto que trata dos direitos das mulheres com endometriose. Hoje tem de olho na educação e saúde agora, que trata da fase de introdução alimentar. E mais, Parlamento Metropolitano da RMC discute o cenário da saúde pública na [Música] região. E a gente abre o Câmara Notícia de hoje falando das notícias da Metrópole com duas notícias importantes. Primeiro, olha, a Prefeitura de Campinas vai disponibilizar para consulta pública o edital para licitação da concessão do transporte público coletivo convencional. A minuta será publicada no site da Secretaria de Transportes na próxima quarta-feira, dia 2 de abril. O endereço é o campinas.sp.gov.br/secretariatransportesconsultapública da licitação do transporte 2025. A minuta também vai poder ser acessada diretamente no site da INDEC, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, no endereço endec.com.br/novotransporte.Ec.com.br/novotransporte. E para você que procura emprego, hoje são 811 vagas no CEPAT Campinas. Para saber quais são essas vagas, você vai direto lá no site do CPAT, cepate.ccampinas.s sp.gov.br e você confere lá todas as oportunidades que estão ali por ordem alfabética, inclusive qual é o número de vagas, qual é a escolaridade, qual é o salário e também onde fica a empresa. Cepat.campinas.sp.gov.br. br, das notícias da Metrópole para as notícias do legislativo, tudo que acontece aqui na Câmara Municipal de Campinas, que olha, a gente teve uma atividade fora aqui do legislativo, porque a Câmara de Hortolândia sediou a segunda reunião ordinária do Parlamento da RMC, região metropolitana de Campinas, recebendo os presidentes das câmaras municipais dos 20 municípios integrantes, vereadores e também demais autoridades. Durante o evento realizado na manhã da última sexta-feira e aberto ao público, os parlamentares puderam acompanhar uma palestra sobre o cenário da saúde na região e ainda debateram outras demandas comuns às cidades. Veja na reportagem. O segundo encontro de 2025 do Parlamento Metropolitano, presidido pelo vereador Luiz Rossini, também presidente da Câmara de Campinas, foi realizado na sede do Poder Legislativo de Hortolândia. A palestra sobre o panorama da saúde na RMC, a região metropolitana de Campinas marcou a abertura da reunião que ainda foi acompanhada pelo vereador Carmo Luiz, entre outros parlamentares. No Parlamento Metropolitano, a saúde tem sido tratada com prioridade, como é em todas as cidades. E como nós temos problemas comuns na oferta de leitos, né, principalmente de alta complexidade e depende de uma participação, uma ação maior do governo do estado, esse assunto tem sido debatido praticamente todas as reuniões do parlamento. E uma resposta que a gente aguarda com ansiedade é como é que tá a perspectiva da implantação do hospital metropolitano, que o próprio governador quando esteve em Campinas anunciou que iria fazer, atender a essa demanda da região. O tema foi apresentado pelo médico cirurgião e coordenador da DRS7, que é a Diretoria Regional de Saúde. O especialista lembrou que a RMC é a segunda maior região metropolitana do estado de São Paulo em população. Ao todo, a área concentra 20 municípios, somando mais de 3 milhões de habitantes. é impossível a DRS, no caso a Secretaria de Estado, ou as prefeituras isoladamente fazerem isso, se é necessário realmente um coletivo, um conjunto muito bem ajustado pra gente responder, eu diria até essa questão espetacular que é a assistência através do SUS. Não adianta só a gente identificar que existe superlotação, carências, filas. Nós precisamos saber como otimizar, resolver isso de forma eh preservar o patrimônio público, né? eh utilizar bem esse financiamento de forma a assistir com qualidade realmente a saúde e a expectativa da população. Hoje a estrutura de saúde de Campinas, na verdade ela foi pensada para atender a população de Campinas, mas em alguns momentos, principalmente na rede de urgência emergência e nos hospitais, 25, 30% são pessoas de outros municípios. A universalização do SUS, obviamente obriga e a gente acha que é justo que essas pessoas tenham acesso também à rede hospitalar, mas sobrecarrega demais Campinas, né? Não só do ponto de vista do investimento que tem que ser feito, também às vezes dificulta o atendimento da nossa população. Então, um hospital como esse vai sim a ajudar a melhorar o atendimento do cidadão de Campinas na rede própria, né, da Secretaria Municipal e da Rede Mariugate de Campinas. Isso mostra um pouco a força do parlamento quando a gente unidos por diversas vezes, mas estivemos lá no governo do estado com o secretário estadual de saúde, levando a visão das câmaras da importância e necessidade de que a região tenha mais leitos, né, públicos, eh, para atender a nossa população. Então, isso tá surtindo efeito, demonstra que a gente tá no caminho certo. É na reunião do parlamento que vereadores e presidentes das câmaras municipais da região metropolitana debatem e articulam políticas públicas para atender os interesses da região. Anfitrião do encontro, o presidente da Câmara de Hortolândia destacou a importância do tema da palestra e da união de forças entre os parlamentares. Eu vim da área da saúde, sou servidor público desde 2003 no município de Hortolândia e quando eu soube que o Dr. Jorge viria para palestrar e falar sobre as dificuldades da nossa região, eu fiquei muito feliz porque é um tema delicado. A saúde sempre é é o calcanhar de aqueles de todo o governo. O presidente da Câmara de Araras, que está à frente do Parlamento Metropolitano de Piracicaba, esteve no evento e comentou sobre a aproximação com a RMC. E nós queremos sim aproximar Piracicaba, nossa região são 24 municípios, para que a gente possa acrescentar e melhorar. Os problemas das cidades praticamente são quais praticamente iguais, vamos se dizer assim. E a gente tá tentando buscar uma solução no coletivo para que a gente melhore essa região junto ao governo do estado. Eu acho que essa junção das câmaras traz um network e acima disso também uma responsabilidade para que a gente possa trabalhar. Então Rossine é um exemplo e a gente vem buscar as ideias aqui de Campinas. demonstra que o nosso parlamento tem sido assim referência, né, nessa ação de organização, de discussão eh dos presidentes de Câmara e fortalecimento do poder legislativo. Então essa troca, inclusive, ela é fundamental porque a sociedade muitas vezes não tem noção qual é o papel do vereador, qual a importância da Câmara e a importância do poder legislativo do município. Então, essas ações ajudam também a fortalecer o poder legislativo. Reúnir dois parlamentos assim mostra que a gente também tá ganhando força e visibilidade no cenário político estadual. E a gente lembra que o parlamento da região metropolitana aqui na nossa região é presidido pelo presidente da Câmara de Campinas, o vereador Luiz Rossini, e trata aí justamente de levar as demandas dos 20 municípios que pertencem a este parlamento para as questões estaduais e também até em âmbito federal. Agora a gente vai falar de uma moção. Olha, moção são documentos que são protocolados por parlamentares e quando aprovados no legislativo durante as reuniões ordinárias representam a opinião da Câmara Municipal de Campinas. E a vereadora Paola Miguel protocolou uma moção em que apela ao Congresso Nacional pela aprovação do projeto de lei 1069 de 2023 que institui diretrizes básicas. para a melhora da saúde das mulheres com endometriose. A moção da vereadora Paula Miguel apela ao Congresso Nacional pela aprovação do PL 1069 de 2023, que institui diretrizes básicas para a melhoria da saúde das mulheres com endometriose e a inclui com manifestação incapacitante no rol de doenças que independe de carência para concessão de auxílio doença e de aposentadoria. por invalidez. A gente sabe que hoje endometriose ele tem afastado, né, muitas mulheres eh e pessoas no modo geral que possuem a doença eh do do trabalho, do lazer, do convívio. E muitas vezes essa doença ela não é reconhecida, né, seja no mercado de trabalho ou até mesmo dentro do ambiente familiar. E muitas mulheres relatam, né, que elas não conseguem no dia, né, que tem as dores, não conseguem sair de casa, elas têm dificuldade de buscar emprego, permanência no emprego e por ser muitas vezes uma dor aguda que as pessoas não entendem, né, porque trata apenas abre aspas como sendo uma cólica, que e na verdade é um grande impeditivo. Muitas mulheres relatam eh vômitos e fortes, impossibilitando inclusive de saírem da cama. Endometriose é uma doença crônica que se caracteriza pelo crescimento do tecido endometrial fora do útero. Esse tecido pode se encontrar nos ovários, ligamentos, intestino, bexiga e outros órgãos. Ainda, segundo a parlamentar, o projeto trata de direitos para pacientes acometidas por uma doença dolorosa. Tem muitas queixas, cada vez mais a gente vê pessoas estão sendo diagnosticada com endometriose, pessoas que passam por dores fortíssimas mensalmente, chegam no médico, são mandadas para casa, já tem até caso de hemorragia, né, no local de trabalho, porque elas não foram liberadas quando elas falaram, né, a dor, porque as pessoas, né, como eu disse inicialmente, tratam, abre aspas como sendo sendo uma sendo uma simples cólica e a gente sabe que não é isso. Então esse reconhecimento pode transformar a vida de milhares de pessoas pelo Brasil que muitas vezes t vergonha de falar que tem a endometriose pelo fato, pela falta de reconhecimento como sendo uma patologia séria, gravíssima, que afasta do tanto do trabalho também do convívio familiar. Agora a gente vai falar do trabalho das comissões permanentes aqui da Câmara de Campinas, porque a Comissão de Legalidade analisou e votou o parecer sobre projeto que prevê o atendimento prioritário a pacientes com câncer. A Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara Municipal de Campinas, presidida pelo vereador Otto Alejandro, votou pareceres sobre seis projetos de lei. Os seis projetos aprovados e é dessa forma a gente vai agora, apreciação vai ser encaminhado para outras comissões para depois voltar aqui pro plenário paraa votação. Também compuseram a mesa os vereadores Eduardo Magoga, Felipe Marquezi, Igor Diego e Wagner Romão. Item cinco, discussão e votação do parecer sugerido pelo Sr. Roberto Alves, favorável ao PLC 37/2024, processo 240962, de autoria do Senr. Zé Carlos, que altera a Lei 11.175 175 de 11 de abril de 2002, que dispõe sobre a proteção especial prevista na Lei Orgânica do Município de Campinas, que assegura aos idosos portadores de deficiência e gestantes acesso adequado aos serviços públicos para aprimorar a segurança de mulheres na utilização do transporte público no período noturno. Vereador Eduardo Magoga, como vota, senhor presidente, o voto é favorável. Favorável. Meu voto favorável. Vereador Felipe Marquezi. Acompanhe o relator. Senhor presidente. Vereador Wagner Romão. Favorável também. Favorável. Então, o item cinco tá aprovado. Um dos projetos analisados prevê atendimento prioritário para pacientes em tratamento oncológico em serviços públicos da cidade. De autoria do vereador Otto Alejandro, acrescenta dispositivos a lei número 14.789 789 de 4 de abril de 2014, que dispõe sobre atendimento prioritário em Campinas. O projeto amplia a prioridade de atendimento para pacientes em tratamento de câncer, aquele atendimento prioritário para aquelas pessoas que estão fazendo o tratamento do câncer, né? A gente sabe quanto é que castiga as pessoas, né? Aquela quimioterapia, radioterapia. Então, é o atendimento prioritário nas filas de bancos, supermercados e aonde tiverem filas vai ter agora a opção eh de dar essa preferência para aquelas pessoas que fazem o tratamento. Outro projeto entre os seis que estavam em pauta, onde a autoria do prefeito que cria o Conselho Municipal das Comunidades de Raízes e Culturas Estrangeiras em Campinas, também foi votado e aprovado. E como o vereador Wagner também já disse, que vai criar uma comissão também para eh cuidar especificamente desse desse assunto. Então nós vamos estar acompanhando aqui na casa essa comissão também. A gente lembra inclusive que esse projeto que vai revogar uma lei anterior do conselho, eh, que foi aí aprovado pela comissão, ele está na pauta desta noite. Logo mais a gente fala sobre isso. Vamos comentar agora sobre o que aconteceu nas audiências públicas que podem ser propostas por comissões, pela presidência ou mesmo pelos vereadores. A defesa da preservação do patrimônio histórico e científico do Instituto Agronômico de Campinas foi tema de audiência pública promovida pelo vereador Gustavo Peta. Foi realizada na Câmara Municipal de Campinas, por iniciativa do vereador Gustavo Peta e a presença do parlamentar Wagner Romão, uma audiência pública para debater sobre o tombamento da fazenda Santa Elisa. em Campinas, em especial IAC, tem também um, vamos dizer assim, um currículo e uma trajetória de muitas pesquisas importantes na área da agricultura, em especial na área do café, né? Eh, talvez a vocação, talvez não, o que explica inclusive a vocação científica de Campinas, o papel que Campinas tem no cenário da ciência e tecnologia nacional foi exatamente a criação do IAC lá no no império, né? Eh, a criação do IAC, a primeira cidade não capital a receber um instituto na época federal, eh foi o que iniciou essa trajetória da cidade. Então, depois do IAC, lógico, vieram os institutos de pesquisa, as universidades, hoje o Cepen, acelerador de partículas e Campinas hoje representa boa parte da produção científica eh nacional, que eu penso que nós temos que transformar essa luta e acho que Gustavo tem liderado esse processo, né, aqui pela pela Câmara de Vereadores, eh, como uma defesa do IAC, né, não é apenas a ser estar contra a venda da de parte da Fazenda Santa Elisa, mas é uma defesa defesa do Instituto Agronômico de Campinas, que é uma instituição central na história da cidade de Campinas, né? E e cobrado das autoridades essa defesa do IAC. Pautada pelo governador estadual para ser vendida dentro de um plano de privatização do governo Tarcísio de Freitas, a Fazenda Santa Elisa é um espaço do Instituto Agronômico de Campinas, onde são realizadas pesquisas fundamentais sobre o café e outros grãos. A área localizada em um ponto nobre da cidade desperta o interesse da especulação imobiliária, o que preocupa pesquisadores. O que estão mexendo em Campinas é com a qualidade de vida, é com a qualidade de vida da população e a nível não só do município, mas a nível nacional, porque o que acontecer aqui vai expandir pro resto. Esse é o cuidado. Esse é o cuidado. Nós somos assim o piloto e falar que 1% não é nada, realmente 700.000 tira 70 e aí a gente tem 1%. E 1% que que é 1% não vai fazer falta. Faz. Se abrir 1% abre o resto. É só uma experiência. Como pesquisadora, a gente sabe como é que faz teste. Então não vamos arriscar. Eu acho que não não precisamos arriscar. e sim defender e ajudar a a o gestor municipal a entender a importância. Acho que ele entende, mas reforçar e ao governador reforçar também que ele tá protegendo algo para todo mundo e inclusive para ele, porque é impossível ele levar essa essa pauta tão negativa no seu governo. Existe um conselho eh que é a instância máxima que vai ser onde se vai se definir pelo tombamento ou não tombamento. Então, como que funciona esse processo de tombamento? Quando a gente recebe um pedido de tombamento, a primeira coisa que a gente faz é receber, eh, entender, abrir esse processo e começar um estudo de tombamento. Isso se começa pela superintendência, seja em São Paulo, seja no Paraná, seja em Minas Gerais, enfim. Eh, esse estúdio do tombamento, ele ele vai acontecer a partir do técnico responsável por aquele eh, bem, né, eh bem ou por aquele processo de estudo. E esse estudo de tombamento, ele vai até um determinado local que até um determinado lugar que vai paraa Brasília na sequência, dependendo se for imaterial vai pro DPI, que é o departamento de patrimônio imaterial. Se for material vai pro DEPAN, que é o departamento de patrimônio material. E de lá vai para um conselho, aí sim vai pro conselho, que é o conselho consultivo. O conselho consultivo do IFAN é formado pela diretoria colegiada do IFAN, né? O diretor do DEPAN, do DPI, do CNL, do CNA, enfim, mas representantes da sociedade civil como presidente do IAB, presidente do CAL, presidente do CREIA, presidente do AMPU, presidente da Associação de Antropologia. E tem quatro reuniões por ano, quatro encontros. teve um, está tendo um agora em Brasília, são quatro encontros do Conselho Consultivo por ano, que recebe os estudos de tombamento e define pelo tombamento ou não tombamento de um patrimônio, um bem. Eu trago aqui para vocês um compromisso eh da gestão eh dessa gestão do IFAN, principalmente no estado de São Paulo. E quando eu assumo há dois anos atrás, um dos grandes eh eh objetivos que a gente busca é a rota do café no estado de São Paulo. Para impedir mudanças estruturais e garantir a preservação da fazenda, o Instituto Fazendas Paulistas entrou no ano passado com um pedido de tombamento da área no IFAN. Segundo o vereador, a mobilização segue com novos debates e ações para garantir que a Fazenda Santa Elisa continue sendo um espaço de pesquisa e inovação. O próximo passo é a gente, a gente vai criar, propor a criação de uma frente parlamentar aqui na casa para que esse debate continue de forma perene. Nós eh recebemos a informação aqui do IFAN da abertura do processo do tombamento, que é muito importante. Então, mesmo que o governo continue com o objetivo de vender parte da fazenda Santa Elisa, qualquer comprador vai ter a informação de que há um estudo muito bem feito de tombamento da área e isso com certeza inibe eh a vontade de empreendimentos imobiliários e de e de construção de algo que desrespeite aquilo que tem que ser preservado de acordo com o IFAN. Então, foi uma reunião muito boa. Nós vamos continuar essa luta para garantir que a Fazenda Santa Elisa continue sendo um patrimônio do Instituto Agronômico de Campinas, do nosso estado e do nosso país. Em audiência pública, vereadores discutem a criação da farmácia Solidária em Campinas. O projeto já foi aprovado em primeira discussão e agora passa pela análise do mérito. O projeto de lei foi protocolado pelo vereador Rodrigo da Farmadique, que presidiu a audiência e também pelos vereadores Débora Palermo, Eduardo Magoga e Igor Diego. Já aprovada em primeira votação, momento em que se discute a legalidade da proposta. Também marcaram presença na sétima audiência pública os legisladores Dr. Ianco e Nick Schneider. Eu declaro aberta a sétima audiência pública da Câmara Municipal de Campinas, eh, para tratar do tema farmácia solidária, com intuito de debater e ampliar o acesso aos medicamentos e a melhoria dos serviços públicos à população. Igor Diego, vereador e co-autor do projeto, comenta sobre opiniões contrárias e a importância da audiência para esclarecimentos. Temos na cidade de Campinas alguns entendimentos contrários sobre o projeto. Esse projeto ele não tinha necessidade nenhuma da gente convocar uma audiência pública dentro do rito obrigatório, mas assim o fizemos para que os demais vereadores também dessa casa, como também alguns órgãos da Prefeitura de Campinas, eles pudessem ter um entendimento. Ainda existe muitas dúvidas, né, e existem alguns talvez preconceitos que precisam ser sanados e melhor discutidos. Eu acho que a audiência pública ela tem eh esse objetivo. A co-autora Débora Palermo ressalta a importância deste projeto representado em toda a região de Campinas, que é muito importante essa tarde essa audiência pública para discutir e colocar a publicamente um projeto de extrema importância, de extrema relevância pra população de Campinas. Tanto é importante que quatro vereadores assinam esse projeto. Eu, vereador Rodrigo Farmadique, vereador Eduardo Magoga e vereador Igor do Campo Grande. Não, eh, estranhamente cada um de uma região de Campinas. Eu mais da região leste, ele da região norte, o o Rodrigo da Farmadic do Ouro Verde e o Igor do Campo Grande. Então, Campinas toda, representantes de Campinas inteira falam que da importância desse projeto. Em Mogi Iguaçu, o projeto de autoria do vereador Natalino Tony foi implantado há 3 anos. agora está sob a responsabilidade da farmacêutica Roseline Cruz. Todo o trabalho que a gente faz para a população de Mogiguaçu, realmente é é um trabalho árduo, mas no final a gente sente assim um alívio de dever cumprido. Eh, eu não posso deixar de agradecer os meus parceiros farmacêuticos. Nós temos vários grupos eh de farmacêuticos da região, de outros estados. Eh, nós nós nos unimos para ajudar o próximo. Hoje faz 3 anos que tá funcionando. Hoje nós já eh já passou pela farmácia de todos eh mais ou menos mais de 160.000 pessoas. Hoje mais de 20 milhões de medicamentos distribuídos gratuitamente. E também eh a gente tá atendendo hoje eh o Rodrigo teve a satisfação de ver as pessoas lá na fila. Hoje tá de 600 a 800 pessoas por dia que nós temos uma cidade de 160.000 habitantes. Então para vocês ver quantas pessoas que passam por lá. A sétima audiência pública contou com uma breve palestra do delegado do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, trazendo esclarecimentos em relação à validade e a procedência dos medicamentos. Nós não estamos falando de produto ruim, né? Quando você pega um projeto como esse, a primeira coisa que vai passar na cabeça é: "Poxa, será que vai vir algum produto pós-o? Será que vai vir descarte de medicamento?" Nós não estamos falando de descarte, nós não estamos falando de inservíveis, nós não estamos falando de produtos que iriam para o lixo, mas sim estamos falando de um produto que a indústria não pode comercializar devido ao ciclo de vida que o produto tem no varejo. Eduardo Magoga, também coautor, comenta sobre a visita feita à farmácia de todos em Mogi Iguaçu e os compromissos com Campinas. entrar num corredor com mais de 200 pessoas para pegar o remédio gratuitamente. Eu assustei, achei que isso seria um desafio e eu achei, vereadora Débora e vereador Ianco, que seria um desafio montar uma farmácia dessa aqui na nossa cidade. Mas depois do exemplo que nós vimos do vereador Natalino, eu sei que agora se torna mais do que importante um compromisso nosso, porque se ele fez lá em Mogiuaçu, nós temos que o fazer aqui na cidade de Campinas. Após audiência pública, fica agora a expectativa para o próximo passo. Próximo passo agora é trazer pro plenário. Se não foi, se não passou ainda em todas as comissões, nós faremos um requerimento de urgência desse projeto para trazer paraa votação no plenário e aí se ele for aprovado e em segunda votação, depois vai pro prefeito para ser sancionado e depois nós teremos as condições eh jurídicas favoráveis para que esse projeto seja implantado em Campinas. Agora a gente vai falar de solenidade, que são aqueles eventos em que há entrega de títulos, diplomas ou medalhas. E em solenidade realizada na Câmara, o vereador Luiz Cirilo entrega o título de cidadão campineiro para Ernesto Dimas Paulela. A honraria foi entrega na quinta reunião solene realizada no legislativo campineiro. Uma iniciativa do vereador Luiz Cirilo que homenageou o secretário municipal de serviços públicos Ernesto Paulela, com o diploma de título de cidadão campineiro. São 12 anos ininterruptos de secretário de serviço público. [Aplausos] secretaria, uma secretaria extremamente complexa, com inúmeras demandas, com inúmeras atividades, chuvas torrenciais, ventos fortes e uma cidade crescendo e e o governo tentando fazer com que ela cresça de forma organizada, faz com que a demanda do secretário acabe tendo sempre que se desdobrar para que tudo saia a contento. Então, eh, em razão dessas atividades ininterruptas, com exceção de um período que ele achou por bem ficar na vida acadêmica, a história do Ernesto Paulela é muito dedicada à cidade de Campinas. Eu acho que sem demérito nenhum, sem querer fazer qualquer tipo de comparação, mas o secretário Paulela, ele é um homem conhecedor do serviço público na nossa idade, da prestação, da boa prestação do serviço público. Em seu discurso, Paulela agradeceu e fez um breve histórico da sua trajetória à frente da secretaria. É com imensa gratidão que recebo nesta data esta homenagem, uma das mais importantes desta casa. E gostaria de dizer que sinto-me extremamente honrado com o recebimento deste título de cidadão campineiro que gentilmente foi proposto por Vossa Excelência. A minha trajetória por esta cidade de Campinas tem início lá em 1976, quando ingressei no Departamento de Partes e Jardins da Prefeitura de Campinas, onde inicialmente participei da elaboração e construção da implantação de obras de paisagismo urbanístico como centro de convivência cultural, aquele jardim que tá lá. teve a minha mão e o convívio da rua 3 de maio. Foram duas grandes inovações à época. O prefeito Dário Saad esteve presente na solenidade e ressaltou a eficiência e o amor do secretário pela cidade. Esse amor se mostra no trabalho intenso, no comprometimento que ele tem com a cidade de Campinas. E foi muito eh importante, vereador Cirilo, porque a Câmara Municipal ela tem as atribuições que a que a Constituição define, é para aprovar os projetos da prefeitura, para fiscalizar o executivo, para votar os projetos, propor projetos de lei, votar os projetos de lei, projetos de lei da prefeitura. Mas ela tem também eh a função de, em nome da população de Campinas fazer o reconhecimento eh para aquelas pessoas que não nasceram aqui, mas que vieram para Campinas e ajudam, ajudaram e continuam ajudando a construir uma das cidades mais importantes desse país. Nesse ato, a cidade fala para você muito obrigado e reconhece e na sua vontade, na sua amor que tem pela cidade as suas obras, a o seu empenho, o seu trabalho, que sem dúvida dá uma qualidade pra cidade de Campiras. Foi um privilégio tê-lo aqui compondo a mesa da qualidade agora de cidadão campineiro. É, é para nós uma honraria extremamente importante, realmente, como bem disse o prefeito, pois é a nossa a nossa certidão de nascimento acaba de alguma maneira para nós campineiros eh tê-lo como orgulho. Fique fique aqui registrado que quando você aceitou também é algo diferente, muito embora a gente tem experiência, mas você é uma pessoa diferenciada também na administração. E quando eu ve aceito da sua parte é um sinal também que que o nosso mandato caminha junto à sinalização que a sociedade faz na rua, que nós estamos no caminho correto. Agora a gente vai falar sobre projetos que serão analisados nesta noite, porque na 16ª reunião ordinária que acontece hoje, a Câmara vota em primeira discussão o projeto de lei complementar de autoria do executivo que destina áreas do loteamento Vilagem Campinas para a construção de unidades educacionais e de saúde. O projeto trata da desafetação dessas áreas, atualmente classificadas como bens públicos de uso comum, para uma afetação de uso especial destinada exclusivamente a essas construções. De acordo com o executivo, a proposição é necessária para regularizar uma área destinada à unidade educacional já prevista em uma lei de 2022 e também da construção de onde será o centro de saúde Vilage. Uma obra contemplada no programa Novo PAC Saúde. A reunião ordinária começa às 6 horas da tarde no plenário do legislativo com entrada pela Avenida da Saudade 1004 no bairro Ponte Preta. E quem não puder participar pode acompanhar aqui a transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas. E o detalhe de cada um dos sete projetos você acessa no site campinas.sp.lege.br. E agora a gente vai falar do nosso quadro semanal. Olha só, hoje é dia do de Olho na educação, que nesta semana mostra os possíveis temas da redação do Enem de 2025 para a Unicamp. Você já tá preparado? Já tá estudando? Já tá lendo alguma coisa? Olha, a gente tem ainda que dá tempo para treinar pra prova que vai ser em novembro. E o André Aranha conversou com um especialista no assunto que traz dicas importantes para você que tá nesse preparo para o [Música] vestibular. Bom, é isso aí, pessoal. Quadro de Olho na Educação. E olha só, hoje um assunto super importante que inclusive tira o sono de muitos estudantes, porque nós vamos falar sobre possíveis temas de redação para o Enem 2025. A redação, como a matemática, por exemplo, é sempre uma matéria que que deixa as pessoas bastante preocupadas, com o professor André, professor de redação, para falar justamente sobre isso. Tudo bem, xará? Tudo bem, meu Char? Como é que vai? Tudo bem? Grande alegria falar com você aqui. Prazer é todo nosso. Obado. Bom, esse é um tema de fato que preocupa muita gente, né, professor? Claro, claro, claro. Por, né? A redação em essência, falando do Enem ou de outras provas, mas do Enem particular, é aquele enfrentamento de uma folha em branco. Então, nós temos uma banca elaboradora que oferece ao aluno, dá ao aluno, atribui ao aluno eh um determinado tema e um conjunto de pequenos textos que nós conhecemos como coletânea. E a partir dali, diante de uma folha em branco, o aluno tem que manifestar a sua opinião, o seu ponto de vista. E é claro que ali nós estamos diante de uma tarefa árdua, né? Quer dizer, como que eu pego um assunto da realidade e a partir dali eu tiro um ponto de vista e sustento esse ponto de vista através de argumentos prováveis. Então, sem dúvida, nós estamos diante da tarefa mais difícil dos vestibulares. Bom, vamos lá, galera certamente já muito curiosa. Quais são aí os possíveis temas pro Enem 2025? Essa pergunta, já adianto, que é uma pergunta bastante ingrata, né? é muito difícil responder porque isso nos dá o nos coloca diante de um dilema que é cravar um tema possível. Mas é claro que a gente trabalha com uma série de possibilidades. Se a gente pegar ao longo do tempo, né, que tipo de coisa que o Enem vem cobrando em relação aos seus temas, a gente fica sempre diante de uma gama que envolve questões e socioeconômicas ou questões culturais ou questões de saúde ou questões de política como um todo. Quer dizer, não são questões filosóficas abstratas, abertas, eh questões que não são palpáveis, muito pelo contrário, são questões aí de caráter social, econômico, enfim. A gente pensa, por exemplo, eh, no enfrentamento de divulgação de fake news, chamadas informações falsas. Como que a gente pega esse tema? Quer dizer, de onde que a gente extrai esse tema? Da realidade, dos grandes portais de notícia, da grande imprensa, daquilo que é debatido de maneira constante nas redes sociais. Então esse é um tema que a gente coloca aí como dentro de uma das possibilidades mais palpáveis dessa prova. Acho interessante a gente abordar num primeiro ponto isso. Então o aluno tem que ficar atento a a essa questão, não apenas para fazer uma redação, mas mesmo para resolver questões de atualidades, de geografia humana, de história contemporânea. Então é uma uma boa dica que a gente pode colocar pra nossa audiência esse enfrentamento da divulgação de fake news. Vale a pena o estudante abordar. Bom, também redução dos impactos ambientais sobre populações socialmente vulneráveis no Brasil. Aí é interessante falar sobre o que que nós entendemos sobre populações socialmente vulneráveis, né? Quando se fala em vulnerabilidade, está se falando de uma falta, está se falando de uma ausência, seja ela de dinheiro, seja ela de perspectivas sociais e seja mesmo em relação a uma invisibilidade social. Essas populações seriam basicamente as mais pobres, aquelas mais desassistidas pelo poder público. E nós estamos ligando a isso a questão do impacto ambiental. Grandes enchentes. Recentemente, é coisa de um ano atrás, nós tivemos aí as grandes enchentes no Rio Grande do Sul, por exemplo. Um tema como esse não cairia diretamente, mas cairia de maneira mais ampla. Como que nós reduziríamos esses impactos? Quer dizer, como que a gente enfrentaria esse desafio quanto à vida das pessoas e das populações e comunidades mais vulneráveis como um todo. Outra coisa que é interessante observar também, eh, não importa qual tema caia, o Enem sempre coloca o tema sobre uma estrutura de desafio a ser e eh vencido ou uma situação a ser evitada ou alcançada. Então o aluno tem que ficar esperto, tem que ficar ligado aí para uma situação, problema que ele tem que abordar e paraa qual ele deve apresentar aí determinadas soluções ou como o próprio Enem gosta de dizer, determinadas intervenções. Pois é. Bom, tem outros temas aqui, professor, impactos dos influenciadores digitais no comportamento dos jovens brasileiros também aqui para completar saúde mental na na vida como um todo, a persistência do trabalho análogo à escravidão na atualidade. É isso aí, André. O que você colocou aí é uma coletânea de temas. São palpites, né? São palpites. Nada mais. É bom que a nossa audiência tenha de que se trata de palpites. Claro, mas é bom as pessoas ficarem ligadas aí nas dicas do professor porque de fato de repente vai que cai um desses temas aí, né, professor? O pessoal sai na frente, né? Examente. É isso aí. Bom, quais são o os critérios que são avaliados numa redação? As pessoas normalmente falam: "Ah, redação tem que ter começo, meio, fim". Isso eu acho que todo mundo sabe. Por outro lado, também tem outras situações, questão, obviamente, se é desnecessário falar, mas eh vamos reforçar que é do num português, é de um bom português, a língua portuguesa tem que tá em dia, enfim, tem que ser um texto eh eh fácil de quem tá lendo entender, passar o recado, enfim. Por favor, professor, quais são os critérios que são avaliados aí? Eh, quando se fala numa redação do Enem, o estudante tem que estar atento ao fato de que se trata de uma dissertação argumentativa. Então, de nenhum modo, ele vai escrever um outro tipo e um outro gênero textual. Isso aí já tá claro, é definido, é é um ponto consensual, né? Então, trata-se de uma dissertação argumentativa. Então, o aluno deve apresentar o seu ponto de vista ali num texto de cerca de 30 linhas, né? Sugere-se que ele escreva esse texto numa estrutura de quatro parágrafos em que ele demonstra as seguintes competências. né? São cinco como um todo. Fala-se, é claro, da demonstração de domínio eh da da modalidade escrita, culta, formal da língua portuguesa, como aliás qualquer prova de redação que se preze deva cobrar da compreensão da proposta. Agora entrando no segundo critério, o aluno tem que compreender do a fuga tema inclusive acarreta a anulação da da prova, né? Uma fuga total. Quer dizer, existem níveis de fuga ao tema. uma fuga parcial vai ser penalizada aí com alguns descontos, mas uma fuga total leva a uma penalização total. Então esse segundo critério é a compreensão do tema e a articulação com informações de diversas outras áreas do conhecimento para construção da sua própria argumentação. O terceiro seria a seleção, relação e organização para interpretar informações, fatos e opiniões em defesa de um ponto de vista, quando a tese do estudante esteja bem clara. Depois a demonstração de conhecimento dos mecanismos linguísticos paraa construção da argumentação são chamados elementos coesivos, principalmente preposições, conjunções, pronomes relativos. Quer dizer, esse critério quatro tá ligado ao primeiro critério, que é a demonstração de domínio da norma culta. Mas eu quero falar, André, de maneira mais específica e pouco mais cuidadosa, do quinto e último critério. Isso aí realmente é é o que pode acarretar o maior número de anulações, o maior número de penalizações, que é a elaboração de uma proposta de intervenção pro problema abordado. Você vai se lembrar que nós falamos agora, os temas eles são dados numa forma de problema, são dados numa forma de desafio. Para todo desafio, nós temos que elaborar uma intervenção. Quer dizer, como que a sociedade civil, como que o poder público, enfim, como que nós, como um todo, devemos agir para abordar esse problema. E essa, eu evito falar em solução, né, melhor dizer, uma intervenção. Essa intervenção, porque solução é uma coisa muito simplória. Se já houvesse essa solução, eh, não haveria necessidade de elaborar uma redação a respeito disso. Isso deve ser colocado de uma tal maneira que articule o texto como um todo e sirva de encerramento a não só a proposta, mas a ao próprio texto dissertativo como um todo. Então, recomenda-se, né, eh, costumamos dizer que esse seja o último parágrafo do texto, né, uma espécie assim de um gran finale, uma conclusão. Então, o aluno deve colocar essa proposta de intervenção aí com seus determinados agentes, modo, meio, efeito e detalhamento para que se encerre o texto de maneira adequada e coerente. Bom, e nunca na primeira pessoa, né, professor? Nunca na primeira pessoa, né? Eh, compreende-se que um texto dissertativo, argumentativo, ele tem que dar uma opinião em caráter geral. Pois é, é claro que se trata da opinião individual do candidato, do aluno, do vestibulando, mas essa opinião tem que ser colocada em terceira pessoa no sentido de dar uma maior universalização a esse ponto de vista. Eu tô dando uma olhadinha aqui, professor André Meo Xará, por que em 2024 pouquíssimas nota 1000 no Enem? Essa resposta ela envolve diversos fatores, né? E e nós teremos que ser aí eh eh infiltrados entre os elaboradores da prova, né? Infiltrados no INEP, que é um instituto que que elabora a prova. Mas brincadeiras à parte, é claro que dá pra gente fazer algumas conjecturas a respeito. Se você analisar de alguns anos para cá, eh, o Enem tem sofrido na na boca da opinião pública como uma prova supostamente desorganizada, muito vulnerável a vazamentos, né? e e também muito amarrada numa certa estrutura. Onde que eu quero chegar com essa reflexão? Eh, seria muito fácil teoricamente atingir uma nota boa ou até uma nota máxima se a gente seguisse então uma certa receita de bolo em relação a essa estrutura. Então, de certo modo, o que que nós observamos? Uma rigidez maior na correção. É isso mesmo, um aperto maior em relação à à banca corretora e as propostas que os candidatos enviam. Então não tá tão fácil assim tirar uma nota boa. Não tô nem falando de nota 1000, mas uma nota excelente, acima de 900, 950 ali, tá cada vez mais difícil atingir essa nota altíssima e não só no Enem, mas em outras provas também, justamente por conta de um aumento dessa rigidez, como se os elaboradores da prova quisessem se tornar mais levados a sério, digamos assim. Boa. Bom, pra gente concluir aqui, professor André, quais as dicas pra galera aqui tá acompanhando a gente, assistindo ao quadro de Olho na Educação, tá querendo saber, não é? As últimas dicas, é treinar bastante, redação, quanto mais fizer, melhor. Bom, é um clichê a gente dizer que o hábito leva à perfeição, mas em matéria de redação é uma verdade que que se comprova ano a ano, né? escrever melhor que claro. Quer dizer, se você não faz redações, não vai ser no Enem oficial para valer. Você vai fazer uma redação boa milagrosamente. Então, o treino, o hábito, o estudo diário, a participação nas aulas de redação e uma dica muito valiosa aqui, o conhecimento dos temas e das estruturas anteriormente cobradas no Enem. Aliás, não só pra redação, vale aí pro estudo de todas as disciplinas, de todas as áreas do conhecimento, mas pra redação, principalmente aí dado o seu valor tão especial, né, e dada a sua particularidade em relação às outras áreas da prova. Bom, também lê bastante, né, assistir, tá, tá bem por dentro aí dos temas atuais. A, isso aí valoriza um conhecimento pra vida, na verdade, né? De modo que o Enem e os vestibulares são apenas aí, digamos, mais dois desses acessórios ou mais duas dessas circunstâncias, é claro, uma um aluno eh observando, por exemplo, uma biblioteca como essa que nós temos atrás de nós aqui, né? Vai que o tema seja esse, né, professor? Pois é, pois é, pois é. O estudo de literatura, vai que o tema seja bibliotecas no Brasil, né? Bibliotecas ou algo ligado à educação especificamente. Quer dizer, a gente abordou aqui uma meia dúzia de temas palpites, né? dentro de uma gama de possibilidades muito maior, mas o conhecimento de livros e leitura de artigos de opinião, artigos e divulgação científica, o conhecimento de textos noticiosos, só tem ajudar o aluno. Valeu, professor. Então é isso, muito obrigado. Valeu. Bom, pessoal, eu sou André Aranha e você, claro que já sabe, né? Tô sempre, ó, de olho na educação. [Música] Tchau. Ficaram aí essas dicas importantes que você pode seguir aí para preparar-se para o vestibular de 2025. e da educação. Nós vamos falar agora sobre saúde, porque a fase de introdução alimentar é vital para o desenvolvimento do paladar da criança e o início de um hábito alimentar diversificado. No quadro de hoje, um pediatra e nutrólogo vai explicar como os pais devem fazer essa introdução, quais os alimentos recomendados e como saber se o bebê também está preparado para esta nova fase. Confira no Saúde agora. [Música] Olá, pessoal. Mais um saúde agora começando aqui na programação da TV Câmara Campinas. E hoje nós vamos falar sobre a introdução alimentar do bebê. A introdução alimentar é o momento em que o bebê começa a comer alimentos sólidos, além do leite materno ou fórmula infantil. E é uma etapa importante do desenvolvimento da criança e que influencia os hábitos alimentares futuros. Para falar sobre esse tema, eu converso com o pediatra e nutrólogo Rubens Feferbo também membro do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Dr. Rubens, muito obrigada pela sua participação aqui no nosso quadro. Eu que agradeço, Ana Paula. Obrigado pelo convite. Eh, doutor, vamos começar, então, eh, quando que a gente deve iniciar aí a introdução alimentar do bebê? Então, Ana Paula, a introdução alimentar, ela é motivo já de muitos estudos e o que a gente tem são as guias da Organização Mundial da Saúde, o guia alimentar da criança até 2 anos de vida do nosso Ministério da Saúde. E todos eles concordam que a melhor oportunidade de introdução da alimentação complementar é em torno do sexto mês de vida. Essa introdução, ela pode começar antes dos seis meses ou até depois, dependendo aí do desenvolvimento da criança, ou seja, cada criança vai ter o seu tempo. Essa é uma pergunta importante, Ana Paula. Como eu disse, normalmente a guia ela é sexto mês de vida. Introduções posteriores a esse período, elas não são recomendadas. em função de que a oportunidade de você entrar em contato com os alimentos sólidos, carne, verduras, legumes, frutas, faz com que a criança tenha também uma melhor interação com o desenvolvimento do seu destino. O que você podendo introduzir posteriormente, você tem problemas até de maior frequência de manifestações alérgicas. Além do que aquelas crianças que estão recebendo leite materno, elas necessitam uma complementação alimentar de proteínas, de carboidratos, energética e de micronutrientes que a alimentação complementar dá. A questão de ser um pouco antes ou não é uma questão que também é estudada. Há uma oportunidade de introdução já a partir do quarto mês de vida, dependendo das condições da criança, dependendo das necessidades dela, isto precisa ser avaliado pelo médico ou nutricionista. Como eu disse, não é a recomendação principal, mas em determinadas situações isto pode ocorrer. E, por exemplo, a essa é uma questão que até a Sociedade Europeia de Gastroenterologia e Nutrição, ela tem discutido, mas na verdade o ponto de corte é o sexto mês de vida. É. E, doutor, como saber se a criança já tá preparada para essa introdução alimentar, né? Essa nova etapa que se que vai se iniciar tanto pros pais quanto pra criança também? Essa é uma questão também importante. Então, nós temos alguns sinais já de prontidão desta criança. Então, há uma necessidade de verificar todo o desenvolvimento neuropsicomotor dela, testar anteriormente a introdução alimentar, ela é feita gradativamente através, hoje já não é uma questão de introduzir alimentos licfeitos, mas de alimentos em papa ou esmagados que tenham uma consistência que a criança possa ter mastigação. Então essa prontidão ela é importante verificar como é que tá ous muscular dessa criança, verificar como é a aceitação dela, verificar a mastigação, enfim, verificar todos essas todas essas condições. Normalmente aqueles recém-nascidos de termo que nascem já prontos 40 semanas de gestação, eles na sua grande maioria eles já têm essa prontidão já feita. O que precisa tomar um certo cuidado são às vezes crianças que foram muito prematuras, nasceram com um tempo de idade gestacional baixo, com baixo peso e que precisam muitas vezes recuperar. Essas crianças precisam ter um certo cuidado na introdução alimentar, mas normalmente a introdução gradativa dos alimentos com a consistência que a criança possa aceitar é aquilo que está recomendado. Eh, Dr. Rubens, eh, falando um pouquinho sobre as mudanças de geração. No passado a gente batia aquela papinha, né, dava suco. Agora, a recomendação é dar todos os tipos de alimento, como carne, frango, peixe, legumes e verduras. Então, a Paula, essa é uma pergunta também importante, porque como eu disse anteriormente, a introdução deve levar em conta primeiro a qualidade, a quantidade e a variedade dos alimentos. Então, o que nós oferecemos paraa criança são os grupos alimentares de frutas, verduras, legumes, carnes. E essas carnes que anteriormente, isso daqui a gente de uma forma generalizada, não só a carne de boi, não é, mas também carne de frango, a carne de peixe, por exemplo, o peixe ele era postergado devido a uma preocupação de que poderia ocasionar alergia. Gema de ovo, por exemplo, também que a gente postergava até alguns outros meses depois do sexto mês. Hoje também se verifica e pode ser dada já na introdução alimentar. Como eu disse, essa introdução ela é gradativa, ela é feita através de grupos alimentares. Então, por exemplo, é utilizada um tubérculo, uma mandioquinha, é utilizada uma batata, pode ser utilizada um legume cozido, outros legumes, uma verdura cozida e gradativamente e rapidamente vai se introduzindo as carnes. Então essa introdução ela não pode ser muito postergada devido justamente à questão de tolerâncias alimentares, que quando a o alimento ele é introduzido no tempo certo, diminui muito as possibilidades de alergia e sobretudo a aceitação da alimentação da criança, que é também um dos aspectos importantíssimos Quando vai se iniciar a alimentação complementar? É, o doutor comentou, né? Carne é frango, carne vermelha, peixe. A carne de porco, ela deveria ser aí a última então nessa introdução. É, não é muito da nossa, não é muito da nossa cultura, não é a carne de porco, mas a carne de porco também é uma carne proteica. E claro que você tem cortes que não estão com muita gordura, como da mesma forma na carne de boi, não é? e que também dependendo da cultura local é algo que pode ser utilizado. Então é algo que assim, eh, o que é importante também dizer, Ana Paula, é que muito da alimentação de todos esses grupos, né, de verduras, legumes, eh cereais, frutas, isto também precisa obedecer muito a cultura local. Então, num país continental como no Brasil, não é, você tem às vezes eh às vezes grupos alimentares que são mais fáceis de ser obtidos ou que são da cultura, não é, agronômica local. Então isso daqui também precisa ser levado em consideração, mas na verdade nós temos o tempo de introdução, nós temos a qualidade que é dada para essa criança e o o a qualidade e aquilo que eh faz parte de uma cultura local para que a criança tenha uma variedade de alimentos e que ela possa entrar em contato, inclusive até para desenvolver ver o sabor, não é? E a aceitação melhor para depois chegar em torno de 8 meses, um ano, dependendo das condições, já considerar a alimentação local da casa, alimentação domiciliar. Quando a gente tá falando são alimentos em natura. Então, hoje se fala muito, não é, em alimentos processados, alimentos industrializados, mas aquela alimentação caseira, como eu disse, não é onde você tem uma qualidade dos ingredientes naturais. A segunda questão também é que adicionar, por exemplo, açúcar na alimentação, isto realmente deve ser evitado da melhor maneira possível, porque realmente o açúcar ele vai não somente interferir no sabor dos alimentos, aí até a aceitação vai ser mais difícil, porque muitas vezes a criança pode derivar para alimentações com mais eh eh mais adocicadas. E também o sal, inicialmente ele é evitado, mas posteriormente pode ser utilizado em quantidades pequenas, pequenas, não só pelo sabor, mas sobretudo pela adição do iodo, que é um micronutriente muito importante e que deve ser oferecido na alimentação da criança. É, até ia entrar mesmo nessa nessa questão sobre o açúcar e o sal e outros eh e outros temperos, né, no geral, se era permitido ou não. É a verdade, eh não sei se é verdade ou não, né, o senhor que pode responder melhor, é se o açúcar é recomendado só a partir dos 2 anos e e ainda assim em pequenas quantidades. Então, na verdade, Ana Paula, a recomendação da adição de açúcar, ela não tem uma recomendação em qualquer idade de você adicionar açúcar. Você tem já o açúcar, né, entre aspas, dos próprios alimentos. Então, quando você tem uma fruta, você tem a sacarose, você tem a frutose. O açúcar do leite humano, ele chama lactose, é uma mistura de glicose e galactose. Claro que o açúcar tem também um aspecto importantíssimo, não só como uma fonte energética, mas, por exemplo, a lactose do leite, a galactose, a lactose tem efeitos muito importantes no na microbiota intestinal, por exemplo, a lactose, não é? que faz com que haja é o alimento também de bactérias benéficas pro organismo. Então, na verdade, hoje a gente vê muita coisa também, olha, não deve dar lactose, eh, questão das gorduras, claro que não deve ser dado as gorduras saturadas, não vai ser dado, vai fazer frituras depois quando a criança tem uma alimentação complementar. Mas, por exemplo, o próprio leite humano tem gorduras específicas, aquilo que a gente chama na na ciência mais os lipídios, não é? polissaturados, que são importantíssimos até para a captação do desenvolvimento do sistema nervoso central e da retina. Então, na verdade, eh, é uma coisa interessante nos últimos anos, até pela questão da internet, até pela questão de muitos que opinam, não é, em relação à alimentação e que pode dar essa interferência de entendimento. Então, açúcares, aquele açúcar próprio do alimento, as gorduras são as gorduras próprias dos alimentos. O que não pode são gorduras hidrogenadas, que são gorduras que estão aí nas margarinas, açúcar adicionado, muito sal, enfim, este que é o grande problema dos chamados alimentos ultraprocessados, não é? que colocam não somente esses elementos, mas também outros aditivos alimentares que não devem ser dados mesmo paraa criança até 2 anos ou mesmo após essa faixa etária. Agora você vai me falar depois de 2 anos, o o a família leva o pequenininho, a pequenininha, ah, tem um sorvetinho, tá na praia. É evidente, não vai ter problema nenhum isso daí. Problema basicamente é o excesso e é você derivar uma alimentação normal com esses elementos, não é, naturais de frutas, verduras, legumes, carnes para aqueles alimentos chamados processados e que têm um excesso de tudo isso aí, gordura, açúcar, aditivos alimentares. Então, claro que isso daqui deve ser evitado. E alimentação, como eu disse, alimentação complementar, você mesma comentou que é um momento muito importante, porque justamente é aquele que vai desenvolver o paladar da criança, as preferências alimentares e a alimentação, ela é extremamente importante. Eu quero frisar aqui que tudo é um contínuo. A gente não falou até da amamentação, que é extremamente importante e até antes disso, a alimentação da gestante que tenha esta variedade de alimentos. Hoje se estuda algumas coisas incríveis, que é o tal do flavor. O que que significa isso? Quanto mais a gestante tem uma alimentação adequada, variada, orientada nesse sentido, é interessante. Você sabe que até o feto de glúteo líquido amniótico e ele tem até depois preferências alimentares dependendo daquilo que a mãe e ingere normalmente e sobretudo durante a a gestação. É muito interessante isso. E depois o próprio aleitamento materno, com todas as suas características imunitárias, as necessidades proteicas dessas gorduras especiais que eu falei de micronutrientes, também ele tem um certo sabor dependendo daquilo que a mãe ingere. E esse é um preparo também de prontidão, como eu disse, não só da musculatura orofacial, da desenvolvimento psicomotor da criança, mas também para que aceite com mais facilidade a alimentação complementar. Eh, doutor, agora aquele chamado método BLW, ele é aconselhável? O que que ele pode agregar pra criança? Então, o método BLW, o que que significa isso? você tem o BLW e um outro método que é uma derivação desse método que é o Bliss. O método BLW seria dar os alimentos na sua conformação natural paraa criança. Então, por exemplo, já um legume pedaço, não é? uma cenoura mais cozida, um pedaço de maçã quando tá dando uma fruta para que a criança possa ter já uma mastigação e ter um sabor, vamos assim dizer, eh mais eh eh mais eh orientado pro tipo dos alimentos. É, esse método ele, na verdade, ele é muito discutido, então não é para todas as crianças, porque há uma preocupação de que pedaços maiores que a criança mastigue, que não tem todos os dentinhos, você vê que a partir do sexto mês de vida, é, que já inicia a dentição, é incrível, né, que é justamente também o momento de introdução do alimento complementar, a criança com esses alimentos mais pedaçudos, essa criança pode eventualmente ela ter algum engasgo, alguma coisa e isso pode gerar problemas, evidente, né, graves ou gerar uma ansiedade, né, muito grande. Eu gostaria de agradecer muito a sua participação aqui no nosso quadro. Eu que agradeço. Obrigada também pela sua companhia. Em casa você pode conferir todos os quadros da nossa programação no YouTube da TV Câmara Campinas. E não se esqueça também de nos acompanhar nas redes sociais. Até o próximo. Saúde agora. [Música] Hora de falar da previsão do tempo e parece que esta terça-feira o tempo será parecido com o de hoje, porque de acordo com o climatempo, a terça-feira será de sol e aumento de nuvens de manhã com pancadas de chuva à tarde e à noite. A temperatura, olha só, fica entre a mínima de 20 e a máxima de 30º. Ou seja, a gente teve neste domingo já aquele temporalzinho no final da tarde, hoje também tem essa perspectiva e terça permanece do mesmo jeito. E por aqui a gente continua na programação da TV Câmara Campinas deixando o convite para que você às 6 horas da tarde confira a 16ª reunião ordinária. Pode vir pessoalmente até a Câmara Municipal de Campinas ou assistir tudo ao vivo aqui pela TV Câmara. Uma boa tarde, [Música] [Música]
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