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Campinas lança programa de treinamento e qualificação em Telesaúde. CPFL lança a terceira fase do programa CPFL nos hospitais. Vereadora protocola projeto de lei que visa combater cyberpedofilia e adultização. Na 46ª reunião ordinária, Câmara aprova duas moções dos vereadores Roberto Alves e Aítlon da farmácia. Olá, [Música] boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 20 de agosto de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais 5 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp que já aparece aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto pelo 97829377 ou você tem a opção de enviar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio e uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A Prefeitura de Campinas lançou o programa de treinamento e qualificação em Telesaúde, que vai capacitar estudantes residentes para ampliar a assistência remota aos pacientes do SUS. Em maio de 2023, Campinas foi pioneira ao lançar o serviço de telemedicina dentro do projeto Saúde Digital SUS. O atendimento começou com 100 teleconsultas semanais em 16 unidades básicas de saúde. Hoje já está disponível em todos os centros de saúde do município com mais de 49.000 teleconsultas realizadas desde o início do programa. Com os resultados positivos da telemedicina, a prefeitura agora aposta na telesaúde. O decreto que formaliza o programa de treinamento e qualificação em telesaúde foi assinado pelo prefeito Dário Saad. Ele ressalta que a capacitação dos estudantes é fundamental para garantir profissionais preparados e comprometidos com a qualidade do atendimento. Então, nós vamos ampliar a possibilidade eh das faculdades em convênio com a prefeitura, eh, disponibilizar atendimento online multiprofissional eh em várias áreas, nutrição, eh odontologia, eh fisioterapia, psicologia e outras, eh claro, com supervisão de professores, com supervisão da mesma forma que é feita fisicamente, presencialmente nas unidades também digitalmente. Então isso vai propiciar uma ampliação eh dessas parcerias e sem dúvida a ampliação do atendimento a população como eh com esse programa. A Câmara de Vereadores foi representada pelo vereador Paulo Hadad, que destaca a importância de qualificar ainda mais os profissionais e ampliar a oferta de serviços na área da saúde. Eu vejo com muito bons olhos, né, Campinas mais uma vez na vanguarda, trazendo aí uma ferramenta eh que vai dar qualidade, agilidade e também possibilitar que profissionais graduandos e pós-graduandos sejam formados eh dentro de uma expertise da telesaúde e depois possam nos ajudar a um atendimento da nossa população. Então, ganha Campinas, ganha o cidadão e ganha a saúde da nossa cidade. Através de parcerias com universidades da região metropolitana, o programa tem o intuito de orientar e preparar alunos para trabalhar com a telemedicina no dia a dia, no exercício da profissão. O conteúdo totaliza 40 horas teóricas e práticas online, que devem ser cumpridas em até 90 dias a partir da inscrição na plataforma de ensino. Marcele, diretora do Departamento de Ensino e Pesquisa da Saúde Digital, explica que a ideia é qualificar profissionais e garantir que os atendimentos à distância sejam cada vez mais seguros e resolutivos. A ideia é bem essa, a gente investiu bastante tempo nos nossos profissionais, né? Daí expandimos para a região metropolitana e agora chamamos para junto as universidades pra gente formar pessoas que tenham interesse, que saibam fazer um atendimento digital. E não é o simples fato de você atender pessoalmente e à distância, né? tem toda uma questão do posicionamento da câmera, como você vai tá olhando, isso humaniza também, dá mais acesso. Então a nossa ideia é isso, chamar as instituições pra gente poder aumentar o acesso. Então agora vai começar com a capacitação. Como que vai ser a capacitação? As instituições vão fazer as inscrições tanto dos graduandos como pós-graduados deles. E a gente vai começar em setembro, outubro, são 100 vagas por mês. Vamos fazer essa formação e depois a parte prática. que são é o encontro presencial. Isso pode ser um piloto para todo o Brasil? Sim, um piloto. A ideia é para abrir para todo o Brasil. Podem participar do programa os estudantes de graduação de qualquer período ou pós dos cursos de assistência social, fonoaudiologia, educação física, farmácia, terapia ocupacional, enfermagem, nutrição, fisioterapia, medicina, odontologia e psicologia. O programa CPFL nos Hospitais investe em energia solar e atualização estrutural, promovendo uma economia em gastos com energia, equivalente ao tratamento de 130.000 pacientes e deixando de emitir uma quantidade de dióxido de carbono que precisaria de 40.000 1 árvores para ser compensado. Ontem, na sala onde acontece o café filosófico na CPFL, foi lançada a terceira fase do programa, que vai contemplar a Santa Casa de Campinas por indicação do presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossil. O cenário do café filosófico da CPFL em Campinas promoveu o lançamento na manhã de ontem da terceira etapa do programa CPFL nos hospitais. Autoridades do executivo federal, estadual e municipal, do setor da saúde e da imprensa puderam receber as informações atualizadas do programa e o impacto dele na prestação de serviços de saúde. Olha, é o impacto considerável, principalmente eh porque os municípios vêm pagando, 70, no caso de Campinas, 75% da conta da saúde há 20 anos atrás. 70% eh dos recursos que o município investia na saúde eram recursos do Ministério da Saúde Federal e Estadual. Em 2024, essa inverteu, 75% é recurso do município, do PTU e do ISS. Então, quando um programa desse eh da CPFL vem eh para ajudar na redução de custos, no caso, com energia, é um programa extremamente importante. As primeiras fases do projeto nos hospitais públicos da cidade mostram um benefício econômico com a economia energética. conseguimos avaliar. Eh, temos depois um levantamento para para passar. Eh, nós vamos fazer uma um levantamento total, porque hoje ele tá no Mario Gate, no Ouro Verde. Eh, isso já tá batendo a conta de energia dessas duas unidades. Isso tem representado uma economia considerável. O programa CPFL nos hospitais é uma iniciativa baseado no programa incentivado da ANEL, na qual a gente consegue fazer investimentos em hospitais públicos e filantrópicos. A terceira, nós já realizamos a fase um, na qual nós investimos da ordem de 155 milhões, na fase dois da ordem de 140 milhões. Estamos agora para lançar a fase três, que até o final de 2028 nossa expectativa é investir da ordem de R0 milhões deais em hospitais. Todos foram mais de 540 hospitais com obras já concluídas, na qual a gente conseguiu alcançar 78 GW de economia por ano. O programa contribui com a descarbonização, com a ecoeficiência e com o fortalecimento da infraestrutura hospitalar, não somente com eh usinas fotovoltaicas que são instaladas nos telhados dos hospitais, mas também com eficientização dos mais variados equipamentos, desde ar condicionado, sistemas de iluminação, sistemas de climatização, entre outros equipamentos, como motores e outras frentes. O programa vai além de uma única ação e promove uma nova relação da entidade com a questão energética. A gente faz toda uma avaliação do que existe no hospital enquanto equipamento ineficiente e faz essa essa proposta que a gente chama de retrofit, ou seja, é uma atualização tecnológica desses equipamentos por equipamentos que teoricamente consomem menos energia elétrica. O legislativo está atento para o programa e participou indiretamente desta terceira etapa. Quando eu tomei conhecimento desse programa CPFL nos hospitais, eh, que visa a modernização, levar eficiência energética nos hospitais filantrópicos, né, eh, o para estimular o uso racional da energia, obviamente economizar na conta de energia, beneficiando os hospitais filantrópicos. Eu sugeri incluir a Santa Casa e a Santa Casa foi contemplada, inclusive além da racionalização no prédio, vai ser instalada uma usina solar numa outra cidade lá em São Carlos para abastecer a CPFL, né, gerando ainda mais economia. Temos que agradecer ao poder legislativo, principalmente ao presidente da Câmara atual, o nosso grande amigo Rossini. Através dele conseguimos fazer esse grande projeto que vai estar executado em meados de 2026, fevereiro. A expectativa para o Hospital Filantrópico com a doação da usina flutuante que ficará na cidade de São Carlos é de fôlego no orçamento. Ela vai gerar energia. É a primeira Santa Casa no estado de São Paulo que vai ter esse projeto, começa aqui. Com certeza o Brasil também vai ter proveito, até porque nós somos no Brasil mais de 1970 santas casas e atendemos 57% do SUS de todo o Brasil. com esse projeto, com essa iniciativa da CPFR, com a ajuda do nosso e sempre amigo vereador, hoje também faz parte da nossa gestão, ele está na mesa administrativa com a gente, foi possível fazer essa parceria com o programa. A Santa Casa sai da condição de devedora e ainda pode revender o excedente produzido. Com isso, o que é que a Santa Casa vai ganhar? uma nova estrutura revolucionária dentro do hospital, que vai diminuir o nosso custo energético e essa usina vai produzir energia suficiente para tocar todo o hospital e o excedente a CPFL vai vender no mercado e vai diminuir o nosso custo, o nosso prejuízo que a gente tem uma dívida muito grande com a CPFR. A State Grid Corporation of China é a empresa controladora da CPFL Energias desde 2017. como acionista majoritária e fez a fala de abertura do evento, que contou com tradução simultânea, ressaltando o papel do investimento em pessoas e, portanto, em saúde, assim como os hospitais filantrópicos. A CPFL nos hospitais também patrocina o médico dos sorrisos, que marcou presença no evento, mostrando que alegria também promove saúde. O bem maior do ser humano chama-se saúde. Ela tá cooperando com isso. O ambiente tem que tá muito equilibrado e o ser humano tem que estar muito com boa saúde. Vamos com as notícias do legislativo, porque ontem em audiência pública a comissão de constituição e legalidade debateu alterações no plano de cargos e organização administrativa da Fundação José Pedro de Oliveira. A 4ª Audiência pública da Câmara Municipal de Campinas foi realizada pela Comissão de Constituição e Legalidade e presidida pelo vereador Oto Alejandro. O encontro debateu o projeto de lei complementar de autoria do executivo que propõe alterações na lei número 13929 de 2010 e na lei complementar número 118 de 2015, que tratam respectivamente da reestruturação do plano de cargos, carreiras e vencimentos e da organização administrativa da Fundação José Pedro de Oliveira, que é responsável pela conservação e gestão da Mata de Santa Genebra. O intuito desse projeto de lei é valorizar principalmente os servidores, né, eh, lá da da nossa mata Santa Genebra, né, uma joia rara dentro da cidade de Campinas. O sentido do senhor prefeito ao enviar esse projeto de lei a esta Câmara Legislativa é valorizar áreas essenciais da Fundação José Pedro de Oliveira, como a Brigada de Incêndo, como o setor de compras e licitações, fortalecendo os departamentos da fundação de forma a contribuir ainda mais para a preservação e a recuperação desse bem ambiental. mediante a adequação de regime remuneratório de servidores efetivos à realidade institucional da fundação, especialmente no que tange o pagamento de adicional de insalubridade, periculosidade, que é um direito desses servidores previsto na legislação em vigor. A mata de Santa Genebra é a segunda maior floresta urbana do Brasil, perde apenas para a floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. A reserva possui uma área de 251,7 ha, o equivalente a 300 campos de futebol. É o maior fragmento florestal da região metropolitana de Campinas. Além do presidente da Fundação, Rogério Menezes, também participaram da audiência o diretor financeiro e o procurador jurídico da instituição. É um passo enorme para para essa classe que são os servidores efetivos da Fundação José Pedro de Oliveira. Eh, o intuito propósito primordial desse projeto é adequar a lei atual 13929, que é de 2010. Então, portanto, são mais de são quase 15 anos. E para aquela época ela podia ter seu sentido, ela existia para pras condições que foram que foi criada. No entanto, passados esse esse período, é importante que haja uma adaptação à realidade e da demanda da fundação, porque a fundação ela foi eh agregando mais serviços, mais demandas e mais protagonismo no âmbito municipal. E com isso foi necessário a adaptação legal. Eh, esse projeto ele busca eh contemplar o alguns benefícios destinados ao servidor de carreira. Hoje nós temos uma fundação que precisa responder, como responde a prefeitura, todas as suas ações devem ser reportadas ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e nós temos a necessidade de estar com as contas da fundação prestadas em tempo real e hoje a gente não tem condição de fazer isso. Por exemplo, quando a nossa contadora usufrui do seu direito de férias, do seu direito de qualquer coisa que acontecer com a nossa contadora, a gente fica a descoberto aí para prestar contas a Tribunal de Contas. Então, nós estamos falando de reforçar a fundação, estamos falando de corrigir alguns algumas deficiências que, embora previstas em legislação federal e municipal, ainda não tinham chegado aos servidores da FJPO. Nós temos um quadro técnico e temos apenas um motorista para levar o pessoal para campo, para trazer o pessoal para a prefeitura, para outros eventos. Não temos mais ninguém que possa dirigir as viaturas da fundação. Então, a necessidade perente de esse auxílio para quem dirige estar autorizado a fazê-lo. A fundação ela preza pela educação ambiental e pelo serviço prestado à população de Campinas. Nós hoje temos por volta de 2000 visitações mês dentro da fundação. Então escusado será dizer, não vou alongar mais, de que essa necessidade realmente é premente e a fundação para seguir dentro dos parâmetros normais e técnicos necessita desse aumento desse quadro. Então esse reajuste aí é para valorizar todos lá e na Mata Santa Genebra. Comissão Permanente de Educação e Esporte realiza a sexta reunião do ano e dá parecer a 17 projetos de lei. Confira como foi. Na sexta reunião ordinária da Comissão de Educação e Esporte da Câmara, presidida pelo vereador Benelima, os parlamentares analisaram 17 projetos entre denominação de logradouros, datas comemorativas e declaração de utilidade pública para entes da sociedade civil. Discussão e votação do parecer sugerido pelo senhr Ben Lima, favorável ao PLO 213/2025, processo 243769, de autoria do senhr Felipe Marquezi, que denomina campo de futebol José Aparecido dos Santos, Arena Sidão Santos, uma área pública do município. Como relator eh tem o parecer favorável, como vota o vereador Roberto Alves? Eu voto favorável. E eu acho que o Felipe Marquêes pode votar. Pode, pode, pode. Como vota o Felipe Marquez? Favorável, senhor presidente. Aprovado o item 10. O vereador Felipe Marquezi, que é autor deste projeto que recebeu parecer favorável, falou da importância da denominação de uma praça e o quanto isso tem valor para a comunidade quando há uma homenagem como essa. O vereador Roberto Alves, membro da comissão, acompanhou a relatoria dos projetos com pareceres favoráveis e cumprimentou a comissão pelo trabalho realizado. cumprimentá-los por esta sessão e agradecer a todos que nos acompanham. Muito obrigado, vereador Felipe Marquezi. Cumprimentar, presidente, senhor que está à frente dessa comissão tão importante no nosso município, tem feito um excelente trabalho na nossa cidade. Cumprimentar também o nosso vereador pastor Roberto Alves, que tem feito também um trabalho grande à frente aí de várias comissões aqui da Câmara Municipal de Campinas. E esses projetos, com certeza, né, que são feitos pelos vereadores. Aqui, eu vi que tinha um projeto que a gente denominou uma praça na região do Nova Mercedes. E não é só a questão da denominação, mas a gente pode ver que era um local ali, vereadores, totalmente degradado, um local de entúhos, local de mato alto que passou a ter valor. foi construída ali uma praça, uma área de lazer esportiva e agora colocando aí o nome do Sidão, que foi um morador que inaugurou com a gente lá esse campo, com certeza eh vai ao encontro ali do anseio daquele time de futebol que existe há anos naquela região e que será agora honrado com essa lembrança especial, que era algo que ele sempre fazia, que era jogar bola e estar nos campos de futebol. da nossa cidade. Meiodia, mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira. Site da Câmara Aberto é o campinas.sp.lege. Porque hoje é dia de reunião ordinária, a 47ª do ano. A partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar seis projetos. Entre eles está em análise final a proposta da vereadora Guida Calisto, que prevê o diagnóstico precoce, o tratamento multiprofissional interdisciplinar, além de garantia de acesso a serviços de saúde especializados. Esse projeto de lei cria e a lei de atenção à gagueira e a pessoa que gagueja. O projeto também determina que a administração pública promova campanhas periódicas de esclarecimento sobre a gagueira, capacite servidores para o atendimento adequado, realize ações de combate ao preconceito e estigmatização. Para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar no site da Câmara, digita lá campinas.sp.lege.br. lege.br. Você confere todos os projetos que vão ser discutidos e votados no dia de hoje, mas todas as notícias do legislativo para você ficar muito bem informado. Bom, a gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a vereadora Mariana Conte protocola projeto de lei para a criação da política municipal de combate a cyberpedofilia e adultização, chamada de lei felca para estabelecer mecanismos de responsabilização. O projeto de lei surge da urgência de uma ação coordenada e robusta do município de Campinas, com a proposta de que não basta apenas reagir, é preciso prevenir, educar e amparar. Aqui em Campinas, nós criamos então esse programa que é um programa de combate à cyberpedofilia com base principalmente em dois elementos, na questão da investigação e responsabilização das redes sociais, das empresas. A gente tá falando de meta, estamos falando de Openii, nós estamos falando de das bigtech, são grandes empresas de tecnologia e também na letramento, porque nós precisamos que as escolas se responsabilizem pelo letramento digital, sobre o funcionamento dessas redes e para isso a gente precisa ter formação dos profissionais. Isso tem uma repercussão de longo prazo e a educação sexual e de gênero. A vereadora ainda levantou uma questão que se refere à escola. Mariana Conte ressalta que a conscientização é tão importante quanto o bloqueio da monetização. Por isso é tão importante que além da gente fazer o processo de conscientização de desmonte das redes de pedofilia, é preciso bloquear esse processo de monetização, porque as redes sociais elas são sobretudo um lugar de venda, infelizmente, elas são sobretudo um lugar de venda. E o que a gente tá falando aqui é vender a imagem de crianças adolescentes com forte impacto, com impacto sobre a psiquas crianças, desses adolescentes, que deveriam estar brincando, que deveriam estar aprendendo e que estão muitas vezes colocados em situações não apenas da erotização, mas também, mas também você tem, por exemplo, crianças, adolescentes cumprindo papéis de como se fosse gente grande, eh, mini empresários, mini empreendedores, falando de carreira, falando de competitividade no mercado, ou seja, preocupações precoces que não faz parte a infância. A gente sabe, a infância é algo que é tão fundamental, é um tempo, sabe aquela ideia do que um tempo que não volta mais. Essas crianças deveriam estar aproveitando, brincando. Câmara de Campinas realiza mais um debate sobre a realização de feiras agropecuárias, provas, equestres, exposições, leilões e rodeios na cidade. O debate foi conduzido pelo vereador Arnaldo Salvete. Desde 2003, uma legislação municipal proíbe a realização de rodeios em Campinas. No entanto, o ano passado, em 2024, o parlamentar protocolou um projeto de lei que propõe alterar a legislação. Segundo Salvete, a proposta busca garantir o que ele chama de rodeio consciente, com responsabilidade, respeito às normas e compromisso com o bem-estar animal. O projeto tá andando pela casa, né? tem a parte administrativa que eles estão analisando, já passou pelo relator, deve voltar para ele. E aí nós vamos pedir, né, a comissão de vereadores que hoje hoje tomou um corpo, pedir ao presidente da casa que coloque para votação, né, para poder o ano que vem a gente ter a nossa festa, ter o local de evento para não só o rodeio, mas para ter grandes eventos em Campinas. Durante a reunião, foram exibidos vídeos com a participação de veterinários que explicaram os cuidados com os animais utilizados nas provas. O parlamentar pontua que além da tradição cultural, o rodeio pode representar uma oportunidade econômica para o município. Acho que isso é o impacto é positivo, né? você vai mexer com a economia, você vai trazer emprego, vai trazer o turismo e o mais importante, tem a questão social também, né, que nós vamos destinar no rodeio uma porcentagem para algumas situações sociais para poder ajudar inclusive o governo, ajudar a saúde. Salvete avaliou que o debate foi proveitoso e contribuiu para esclarecer diferentes pontos de vista sobre o tema. Nós abrimos o debate inclusive para as pessoas que são contra, mas não apareceu ninguém. Como sempre, eles são contra, mas não vem debater. Então depois não vai reclamar a hora que aprovar a lei, né? A gente tá abrindo espaço para fazer o debate e aprovar uma lei que seja de consenso e união de todos. Se eles não vieram, paciência. Foi maravilhoso, foi esclarecedor para muita gente e por isso que nós estamos tomando corpo com os vereadores que vão aprovar a lei. Eu tenho certeza que hoje nós vamos conseguir aprovar a lei do rodeio. Camarada de Campinas aprova moções dos vereadores Roberto Alves e Aíton da farmácia na 46ª reunião ordinária. Na 46ª reunião ordinária da Câmara Municipal de Campinas, foram aprovadas pelos vereadores 12 moções. Uma delas é de autoria do Roberto Alves, que apoia o youtuber e humorista, o Senr. Felipe Bressanim Pereira, mais conhecido como Felca, pela relevante atuação cidadã e corajosa denúncia contra as práticas criminosas, envolvendo exploração de crianças e adolescentes em conteúdos na internet. Eu vejo que criança é criança. Nós não podemos fazer algo que a criança possa assumir ou ver todos os conteúdos da internet ou ela se passar por uma um adulto. Não pode. Então eu essa moção é de aplauso a ele pelo que ele fez, a denúncia que ele fez. E nós temos que que a população brasileira tem que entender os pais, principalmente. Eu defendo a criança a todo tempo, todos os meus mandatos que eu tive, sempre defendi a criança quanto abuso exploração sexual. Criança é criança. Criança tem que ser tratado como criança e não como adulto. Internet é uma porta aberta, assim como a internet e nós usamos para o bem, só que tem muitas pessoas que usam também a internet para o mal. E nós temos que combater esse crime e nós temos que assumir esse papel que ele fez. Nós temos que ser corajosos também de denunciar. Nós não podemos ter medo que depois que uma criança ela é abusada sexualmente principalmente, é irreversível. Ela vai crescer carregando essa marca. A moção é uma ferramenta legislativa que permite à Câmara expressar publicamente seu posicionamento sobre diversos temas, podendo ser de apoio, repúdio ou solidariedade. Outra moção aprovada na reunião é do vereador Aíton da Farmácia, que apela ao Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo para que construa uma passarela de pedestres na rodovia Francisco Vonzuben, aproximadamente no quilm 92 no sentido Campinas Valinhos. Ali onde tem supermercado Carrefur, lojas Avan, ali é um lugar de muito movimento. As pessoas passam ali, cruzam, passam aquele cruzamento até eu comentei, tem um radar ali, a pessoa diminui para 60 e logo em seguida a pessoa já tá 80, 90, 100. E ali, como eu digo, passa o pedesco, aquela sacola de compra ou das lojas do mercado ali. É uma demanda muito antiga dessa população. Somente esse ano foram 13 acidentes naquela rodovia no pessoal atropelado, porque na passagem da rodovia não tem a passarela. E as pessoas fazem o seguinte, para passar por debaixo da ponte é inviável. Então tem que fazer uma passarela UDR, tem que fazer esse estudo antes que aconteça mais acidente até morte, como já aconteceu naquela rodovia. A saúde das pessoas, a vida das pessoas é importante e é isso que o tem que fazer. fez a rodovia uma velocidade maior, que faça passarela pra pessoa poder ter acesso com segurança. A Lei 985 de 2000 instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, que reúne um conjunto de normas que possibilitam as esferas governamentais, estaduais e municipais a manterem áreas verdes de proteção integral ou parcial em todo o território brasileiro. E esse é o tema que nós vamos conferir a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. [Música] [Aplausos] [Música] E no giro ambiental de hoje, vamos falar das unidades de conservação no Brasil, que são fundamentais paraa conservação da biodiversidade e dos ecossistemas. E a iniciativa de criar essas áreas com essa finalidade não é nova e remonta de 1870. E para falar mais sobre o tema, o que são as diferentes utilizações possíveis e muito mais, nosso convidado de hoje é o engenheiro agrônomo Luís Fernando Vogel da Coordenadoria Setorial do Verde aqui de Campinas. Muito obrigada por aceitar o nosso convite, Luiz. Obrigado vocês pelo convite e tô à disposição aí pra gente bater esse papo. É um assunto que me agrada bastante. É um assunto muito importante, né, Luiz? Essas unidades de conservação que preservam aí a biodiversidade, o ecossistema, o funcionamento equilibrado desses sistemas que se dep que dependem um uns dos outros, né? Eu queria que você começasse falando pra gente o que são as unidades de conservação. Bom, vamos lá, né? Eu já vou falar rapidamente de Campinas também. Nós temos nove unidades de conservação, né? E elas são eh instrumentos essenciais para a proteção da biodiversidade, dos recursos hídricos e paraa melhoria da qualidade de vida das pessoas, né? Eh, elas são eh eh geridas com base no SNU, que é o Sistema Nacional de Unidade de Conservação, que é a Lei 9985 de 2000, né? É uma legislação federal. E aí o SNU ele separa a unidade de conservação em dois grandes grupos, né? A gente tem as unidades de proteção integral e as unidades de uso sustentável, né? As unidades de proteção integral. ela admite apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, né, para pesquisa, para eh estudos, para ações de de educação, né? Então, não permite o uso direto desses dos recursos naturais, né? E aí elas têm algumas classificações, são as estações ecológicas, as reservas biológicas, os parques naturais, os refúgios da vida silvestre e temos também as unidades de uso sustentável, né? eh essas essas outras unidades, ela ela tenta alinhar eh compatibilizar, né, eh o uso sustentável dos recursos naturais e eh com projetos de energia renovável, com eh projetos sustentáveis dentro dessas dessas unidades, né? E aí a gente tem os exemplos das APAs, né? eh as áreas de relevante interesses ecológicos, as florestas estadual e e nacional, a reserva extrativista, reserva de fauna. Então, basicamente são essas duas divisões aí, né, esses dois grandes grupos e depois as subdivisões e unidades de conservação, tá? E Campinas, então nós temos nove, no Brasil são muitas, né? Eu tava vendo aqui, são 2.446 e nós aqui no nosso território temos nove. Quais seriam essas unidades e quais as naturezas delas? Tá, vamos lá. Eh, nós temos eh três de uso sustentável, né? Eh, é a APA de Campinas, a APA do Campo Grande e a APA Piracicaba Juquerimirim. A APA de Campinas e Apa do Campo Grande gestão, a esfera municipal, foi criada pelo município, né? Então, só para você ter uma ideia, APA de Campinas ela ocupa 22.000 haar, é 27% do território do município. A APA do Campo Grande, ela ocupa 2450 ha. Já a APA Pirascaba Juquerimirim, ela é estadual e parte dela sobrepõe a APA de Campinas, né? Então, e não é uma gestão do município. Com relação à unidade de proteção integral, eh, a gente tem, a gente classifica ela como proteção integral eh até pelo seu plano de manejo que restringe o uso, tá? É a Mata Santa Genebra. Ela foi criada como uma unidade de uso sustentável, mas o seu plano de manejo restringe, ela se tornou uma unidade de proteção integral. Eh, ela é gerida, ela tem 250 ha aproximadamente, né? Ela gerida pela Fundação José Pedro de Oliveira, que é uma autarquia municipal, fica em Barão, Geraldo, né? A gente tem a Floresta Estadual Serra d'Água, ela é estadual também. Eh, aí nós temos gestão da Cimas, o refúgio da vida silvestre do Quilombo, os o Parque Natural Municipal do Jatobás, o Parque Natural Municipal do Campo Grande e o Parque Natural Municipal da Mata. Então, cada uma delas aí, o refúgio do quilômetro tem 107 ha, o PN do Jatobass tem 140, eh o PN do Campo Grande são 55 e o Parque Natural Municipal são 3 ha. Então são esses, né? E você já deu aí uma um adianto no assunto sobre a questão de que elas podem ser municipais, estaduais ou federais, né? Ou seja, existe um olhar que que é que contempla o território como um todo, né? Uma preocupação que vai além da das nossas fronteiras aqui do município. E eu queria também lembrar que o o Dom Pedro II já tinha esse olhar lá atrás, né? Ele fez todo aquele processo de reflorestamento da Tijuca, que é fundamental. E dessa forma, então, a gente pode dizer que Campinas tem um cinturão verde eh compatível com o seu tamanho, com a sua importância aqui na região? Sim, a gente pode afirmar sim. Eh, que você falou de a a unidade mais antiga, né, é a Mata Santa Genebra, ela é de 1985. Eh, depois a APA Piracicaba Juquerimirim, ela é de 87, né? Mas a municipal mais antiga é a APA de Campinas. Ela foi criada em 2001. Então, como eu tinha te falado, né, a gente a APA de Campinas ela é 27% do território do município. Então é uma área protegida, uma área que a gente eh incentiva programas de recuperação ambiental, programas de reflorestamento, né? E então, e aí quando a gente fala em programas, né, e a importância das unidades de conservação, eh, além de proteger essas áreas, a gente tem outros programas, como, por exemplo, o Banco de Áreas Verdes, que são áreas inscritas para o cumprimento de termos, para a recuperação ambiental, né? Então, 70% dos nossos plantios de reflorestamento dentro dos nossos projetos são na APA de Campinas, né, que é essa área protegida pra gente recuperar nascente, a beira dos rios, né, as apps. Então, eh, a gente com esse planejamento, com a criação dessas unidades, a gente direciona os esforços, recursos, o nosso trabalho na recuperação, na conservação e na manutenção dessas áreas, né? Eh, e Fernando, eh, a gente teria assim uma distribuição também equilibrada dentro do território, na sua opinião, ou a gente pode também pensar em levar essas unidades de conservação para outros territórios que hoje demandam demais área verde? É, o Plano do Verde, ele eh fez esse diagnóstico, né, das áreas, da distribuição das áreas verdes dentro do território do município, né, dentro do nosso município. E ali a gente marcou áreas que têm déficit de áreas verdes, tanto de função social quanto de função ecológica, né? E para reduzir esse déficit, a gente além das unidades de conservação, a gente tem outras eh digamos ferramentas, né, para para reduzir esse déficit. É, arborização urbana, implantação de praças. Aí nós temos dentro do Plano do Verde também eh e é um programa da Secretaria do Clima, os parques Lineares, né? Então, os parques lineares eles trazem tanto a recuperação ecológica com plantil na beira das nascentes, como a questão social com equipamentos de lazer, né, para trazer a população para essas áreas verdes. Então, eh, e também a gente pode sim ter esse olhar de criação de novas unidades de conservação dentro do município, né, para reduzir esse déficit, sim, mas isso já é um trabalho aí eh que tá dentro do plano do verde. programas, tanto Secretaria do Clima quanto as demais secretarias, planejamento, Secretaria de Serviços Públicos, trabalham com esse diagnóstico para reduzir, né, esse déficit de áreas verdes. Um programa aí que foi lançado esse ano, né, que tá todo vapor também é, por exemplo, as microflorestas, né? Então, a gente tem um plantil aí de de mais adensado nas cidades justamente para atacar esse déficit de áreas verdes, para atacar as áreas de maior eh eh com maior e eh que a gente com maior impacto da do dos das mudanças climáticas aí das áreas de calor, das ilhas de calor, né? Então a gente trabalha com várias ferramentas além das unidades de conservação. Perfeito. Então, Fernando, Luiz Fernando, né? Eu agradeço demais a sua participação aqui com a gente para falar desse tema que é tão importante, né? E a gente ter essa consciência de que as unidades de conservação são fundamentais paraa manutenção do ecossistema e da nossa biodiversidade. Muito obrigada. Obrigado. Eu também queria trazer um um dado importante. A gente teve, a gente dia 19 nós vamos na Unicamp de novo, mais um pesquisador, o eh Henrique Simões, ele trouxe alguns dados da APA de Campinas e ele mostra que nos últimos anos aí há uma tendência no crescimento das áreas de reflorestamento, tá? E que as áreas verdes eh tão sendo recuperadas, né? Só no ano ali de 2000 de entre 2000 e 2015 foram 322 haar eh de aumento de áreas verdes na APA de Campinas, né? Então isso mostra que eh a unidade de conservação, todos esses programas e trabalho aí de recuperação dessas áreas, o cadastramento de áreas para recuperação como banco de áreas verdes, é mais claro eh que é fundamental o o entendimento do proprietário, né, dessas áreas, do produtor rural, que ele sabe que o meio ambiente precisa ser protegido, eh a gente tá colhendo os frutos hoje, né? Então, no dia eh no dia 19 nós vamos na Unicamp conversar mais com esse pesquisador, pegar mais informações aí sobre esses dados. Maravilha. E você traz aqui pra gente pra gente repercutir. Muito obrigada mais uma vez, Luiz Fernando. Obrigado pelo convite. Eu tô à disposição aí para outras outras entrevistas. Muito obrigada. E para você que nos acompanha, continua com a gente, porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. [Música] As arraias manta são verdadeiros colossos marinhos, destacando-se não apenas por seu tamanho impressionante, mas também por sua natureza dócil. Apesar de atingirem até 8 m de envergadura e pesar mais de 2 toneladas, não possuem ferrão ou espinho. Sua única defesa é a velocidade e o tamanho. São consideradas parte da megafauna carismática, encantando pesquisadores e amantes da vida marinha. Entre as curiosidades desta espécie estão a inteligência notável. As arraias manta possuem o maior cérebro entre todos os peixes do mundo, até mesmo em proporção ao tamanho de seus corpos, o que sugere uma complexidade cognitiva avançada. Elas também possuem identidade única, assim como as impressões digitais humanas, as manchas e pintas no ventre de cada raia manta são singulares. Essa característica permite que os pesquisadores as cataloguem e identifiquem individualmente através da fotoidentificação. Elas também são viajantes profundas, capazes de se deslocar por grandes distâncias nos oceanos, realizando mergulhos à profundidade superiores a 1000 m, onde as temperaturas da água podem chegar a cerca de 3ºC. Além de tudo isso, tem um ciclo de vida longo, com uma expectativa média de 20 anos, podendo viver até mais de 40 anos em condições ideais. O problema é que com todas essas características intrigantes, as arraias manta estão ameaçadas de extinção. Infelizmente elas constam na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza. Sua lenta capacidade reprodutiva, a pesca excessiva e as capturas acidentais em redes e espinhéis são as principais ameaças à sua sobrevivência. A maior árvore debibá rosa, cariniana legales, já catalogada no Brasil, foi descoberta em fevereiro na reserva biológica da Mata Escura, no Vale do Jequitinhonha, no estado mineiro. Encontrada pelo professor Fabiano Melo da Universidade Federal de Viçosa, a árvore impressiona com seus 65 m de altura e 5,5 m de circunferência. equivalente a um prédio de 22 andares. Estimada em cerca de 300 anos, essa descoberta foi possível graças ao uso de câmeras térmicas acopladas a drones. Essa tecnologia inovadora tem revolucionado o monitoramento da fauna e da flora, permitindo a identificação de elementos quentes, como animais camuflados nas copas das árvores, o que facilita o encontro de espécies e espécimes notáveis, como este Jequitiba Rosa. [Música] [Aplausos] [Música] O sistema de alta pressão e a massa de ar quente seguem em Campinas e região, criando um bloqueio atmosférico. E a consequência disso é temperaturas altas e baixa umidade do ar. Com isso, segue tempo seco, aberto, com sol durante todo o dia, não tem previsão de chuva. Sobre as temperaturas, vamos aqui porque elas já estão aqui na minha tela para amanhã, quinta-feira, 21 de agosto, mínima de 19. A mínima segue elevada para este inverno. Ao longo do dia, a temperatura sobe e pode chegar aos 32º aqui na cidade de Campinas. Tem verão no nosso inverno. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira ao meiodia ao vivo. A gente te espera até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música]