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45 views Publicado 21/07/2025 HD · 1:18:19

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Campanha em Praças Esportivas de Campinas conscientiza a população sobre o câncer de bexiga. Feque está com as inscrições abertas para a segunda turma da Academia Social. Frente Parlamentar da Escola Cívico-Militar em Campinas apresenta balanço das ações do primeiro semestre. Olá, [Música] boa tarde. Semana começando. Segunda-feira, 21 de julho de 2025. Inicia agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia mais 7 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. e participe. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela, 97829377. Ou você pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você queira assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode, porque aí já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas, você aperta e pode mandar a sua mensagem. Olha só, no primeiro semestre de 2025, Campinas registrou um crescimento de mais de 17% na abertura de microempreendedores individuais, o MEI aqui na cidade. Então, sobre este crescimento, quem pode ser MEI, as obrigações, os impostos? Eu aciono a repórter Ana Paula Meneguete, que tem as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Ana. Olá, Gabriel. Uma boa tarde para você, uma boa tarde para todos que acompanham o Câmara Notícia. É isso mesmo, viu, Gabriel? Foram registrados quase 15.000 novos MIS, que são os microempreendedores individuais aqui na cidade de Campinas. Quem vai falar mais sobre esse assunto é o Aldo Batista. Ele é consultor de negócios aqui do Sebrai, São Paulo. Aldo, muito obrigada pela sua participação aqui no nosso jornal. Primeiro ponto que a gente quer entender, né, Aldo, por que que houve esse aumento significativo aqui na cidade? Uma boa tarde. Boa tarde. Eh, acho que é o primeiro motivo é que Campinas já tem uma veia empreendedora, né? Então, a gente já tem um ecossistema empreendedor na cidade. E os outros motivos são as facilidades, né? O, a, o MEI é um um tipo de empresarial que é fácil de ser aberto. Eh, as pessoas estão procurando uma flexibilidade de trabalho, o e-commerce cresceu muito, né? Então, a gente tem quase 90% de de pessoas comprando diariamente no e-commerce. Então, todo esse conjunto facilitou para esse aumento. E Aldo, explica um pouquinho pro pessoal de casa o que que é um MEI e o que que ele faz. Exatamente. É o microempreendedor individual conhecido como MEI, ele na verdade é um tipo empresarialonde a pessoa ela abre de uma forma muito fácil e ela consegue ter essa empresa dentro da casa dela, da residência dela com uma facilidade de fechamento, alteração, abertura. Eu falo que é um é um é um é um teste do que ele deseja, né? Então você tem medo de abrir aquilo lá, não sabe se vai dar certo, abre o mês. Se não der certo você altera o objeto e se der errado, você fecha. Exatamente, né, Aldo? E quais são as obrigações do MEI? Ele precisa pagar algum tipo de imposto? Como que isso funciona? É, ele paga, na verdade, de imposto mesmo, ele vai pagar R$ 5 G SS, que é o imposto sobre serviço, e R$ 1 de ICMS. A grande parcela do da contribuição do MEI do do no DAS, né, na na do comoo de arrecadação do Simples, é do 5% do salário mínimo de INSS, que não é considerado como um imposto, mas sim como a providência dele. E ele precisa também pagar o imposto de renda. O imposto de renda da pessoa física, ele vai precisar ser apurado como todo o imposto de renda de pessoa física, né, com as regras próprias, etc. Do microempreendedor individual, ele é isento. E Aldo, quem que pode ser um MEI, né, para quem que tá para quem tá querendo, desejando aí, né, sair da CLT e ir para esse para essa área empreendedora? Quem que pode fazer isso? É, ele não pode ter sócio, ele não pode ter o seu nome em outra empresa, ele tem que tá dentro daquelas atividades que que a a legislação permite, que são quase 500. Então, existe um um uma gama de possibilidades, mas tem que cumprir essas regras, né? Tem que ter, não pode ter faturamento superior a R$ 81.000. E Aldo, para abrir um mê fácil esses esse passo a passo? O pessoal consegue fazer isso pela internet ou precisa vir em algum posto do Sebrai? Você pode abrir pela internet, deve abrir pela internet, inclusive é o único local, mas os postos do Sebrai e o Sebrai aqui de Campinas, ele faz essa abertura através do portal para aquelas pessoas que têm alguma dificuldade. Quando a pessoa vier até aqui o Sebrai, precisa trazer algum tipo de documentação, de documento específico? Precisa trazer o comprovante de residência, né, pra gente ter a aonde ele quer abrir a empresa e os documentos pessoais, RG, CPF. E o eh microempreendedor, ele consegue se formalizar sozinho? É importante essa formalização? Ele consegue, ele consegue fazer pelo site, mas é importante que ele tenha o conhecimento do que que ele tá abrindo, né? E aí fora do da do conhecimento do que é a abertura da empresa também a gestão do negócio, controle de fluxo de caixa, etc. que o Sebrai pode ajudar nisso. Aldo, um outro ponto, né, que a gente pesquisou vendo esse assunto é que além dos microempreendedores estarem crescendo, as as novas empresas também estão aumentando. Por que que esse cenário também tá acontecendo além dos meios? É um boom, na verdade, né? Tanto os meios como as empresas fora, ME, PP, estão crescendo por causa do do boom empresarial que o Brasil tá vivendo, né? A gente teve um aumento aí, a gente teve e aumento do PIB em 1.4 motivado pelo agronegócio, então a gente tá vivendo um boom de crescimento e aí todo mundo experimenta esse esse bom, né? É importante porque as pessoas têm mais uma opção, né? Para quem quer arriscar e ou não sair imediatamente da CLT. É um é um bom momento para experimentar uma nova área. Sim, é um bom momento. As pessoas, principalmente as gerações mais novas, elas tendem a a ser meio arredias com empresas, com CLT, etc. Então para elas isso aí é sensacional, né? E até para aquela pessoa que, ah, eu quero, eu tenho um filho, eu quero ter uma empresa, eu quero ter o meu controle de horário, eu quero vender pra internet, eu quero ter uma liberdade de fazer o meu horário. Então isso aí é genial, é o momento adequado. Com certeza. E Aldo, o que que acontece para quem se torna MEI e deixa de pagar a DAS, por exemplo, deixa de pagar essa guia, a pessoa fica com o MEI bloqueado? explica pra gente. É, ele só será bloqueado depois do pag de deixar de pagar 24 parcelas ou dois e fazer dois anos de declaração, mas ele fica, ele vai sair inscrito na dívida atívia, ele não vai ter os benefícios da previdência. Então, se, por exemplo, uma moça ela ficar grávida, ela não vai ter acesso à licença maternidade em virtude do atraso do pagamento. E a pessoa, inclusive, tem acesso eh quando faz esse pagamento correto, né, da forma correta, ela tem a garantia também da aposentadoria. Isso, isso. 180 contribuições, ela tem aposentadoria para idade. Isso é importante tá em dia com a MEI, né? Sim, é importantíssimo. E outro ponto também, Aldo, você, né, como consultor do Sebrai, você acha que esse boom, né, esse crescimento dos meios das novas empresas é importante pra economia de Campinas e também da região? Acho que do Brasil inteiro, né? Porque a pessoa começa como MEI, mas ela depois de alguns anos ela vira um ME, né? né? Então ela cresce, vira EPP, toda empresa grande começou com pequena. Se a gente pegar o histórico, ela foi uma empresa pequena no começo. Então a gente tem que incentivar o pequeno abrir para que ele se torneo. Uma outra dúvida é qual a diferença entre esses microempreendedores e microempresas? É, o microempreendedor ele é que é aquele que fatura até R$ 81.000. A microempresa é que fatura até R$ 360.000 no ano. Então tem uma diferença aí de tributação e de faturamento. A tributação é por percentual. Aldo, para quem quiser então acessar esse passo a passo, tem algum site, algum alguma forma, né, mais simples, mais dinâmica pro pessoal que tá em casa poder acessar? Tem o próprio portal do empreendedor que é do governo federal e o site do Sebrai. Bem simples, bem simples. Bem simples. É fácil. E as unidades do Sebrai também, tá joia? Essa unidade, por exemplo, tá localizada aqui na abolição. É isso. Abolição 881, Campinas. horário de funcionamento aqui dessa sede, 9 às 17 horas, segunda a sexta, tá joia? Então, Aldo, eu agradeço as suas informações. Muito obrigada pela participação aqui no Câmara Notícias. E eu que agradeço. Lembrando então, Gabriel, para quem quiser qualquer informação, né, sobre os mês e os passo a passos também para abrir, né, um mês, ser um ou até mesmo ser um microempreendedor, abrir uma microempresa, é só você acessar a página do Sebrai ou o portal do microempreendedor, que é o portal do governo federal. Eu volto com você aí no estúdio. Muito obrigado, Ana Paula Meneguete e também ao Aldo Batista, né, consultor de negócios do Sebrai, pela disponibilidade do tempo com a nossa equipe e pelas informações. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Vermelho é um alerta. Este é o slogan da campanha que conscientiza a população sobre o câncer de bexiga aqui na cidade de Campinas. O mês de julho reforça um aviso importante, a conscientização sobre o câncer de bexiga. E em resposta a essa urgência, Campinas recebe a campanha Vermelho é um alerta, fruto de uma parceria entre o grupo Soncologia e Hematologia e a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. A iniciativa visa orientar as pessoas sobre os riscos e sintomas da doença. Ao longo de todo o mês, cartazes informativos estão estrategicamente posicionados nos banheiros das praças esportivas da cidade e também da Câmara Municipal de Campinas. Esses materiais oferecem orientações claras sobre os principais sintomas e fatores de risco do câncer de bexiga. O nosso objetivo é levar uma informação eh simples de visualmente eh que chame atenção visual, né, pra questão do do sangramento urinário, né, em locais em que muitas vezes a gente eh acaba estando no banheiro para realizar as necessidades e que a gente se se abstende informações, mas que a gente vai e olha e tem um cartaz ali. atenção, o sangramento na urina é um sinal de alerta, é um é um alerta vermelho, né? Para isso justamente chamar atenção no no ato da da mixão do do homem, da mulher, enfim, para que eles se conscientizem de ser um sintoma importante para esse tipo de câncer que é o câncer de bexiga. Para Eduardo Morais, secretário municipal de esporte e lazer em exercício, a campanha representa um passo fundamental na conscientização e educação de toda a comunidade. O papel é importante, importantíssimo, né? Porque muitas vezes as pessoas passam despercebido com relação ao câncer e ele ele parece, né, quando menos você menos espera, ele chega. Então acho que a conscientização é muito importante para as pessoas. Quanto mais informação melhor. Isso nos dá uma uma isso amplifica uma informação de qualidade, né? Nos nos traz uma possibilidade de de de atingir mais pessoas, né? quando a gente depende exclusivamente de autorizações de alguma unidade privada, enfim, muitas vezes isso acaba sendo um pouco mais burocrático e ter esse esse apoio da própria secretaria, né, eh mostra não somente uma preocupação do município da gestão com a saúde do do dos munícipes, né, das pessoas, mas também uma abertura para nós do do grupo de oncologia, do grupo Sonha, poder levar informação de qualidade, de com e conscientizar esses indivíduos da importância desse cuidado da saúde urinária. De acordo com o Inca, o Instituto Nacional de Câncer no Brasil, o câncer de bexiga é o segundo tumor urológico mais frequente no homem, perdendo apenas para o câncer de próstata. E ainda com base nos dados do Inca, para cada ano do triênio 20232025 são esperados mais de 11.000 novos casos da doença no país. O oncologista do grupo Son reforça a importância da iniciativa para a conscientização da população sobre os sintomas desse tipo de câncer. ele tá intimamente relacionado com a história ou o uso atual de cigarro, né, o tabagismo. Eh, e ele acaba sendo uma doença silenciosa, mas que eh eh eu diria que a doença em si tem um um ela se entrega com a presença de sangue na urina. Então, é justamente isso. O sangue na urina é um sinal de que a gente pode ter uma bexiga doente. Claro, não é todo o sangramento na urina que eh significa um câncer de bexiga. A gente pode ter pedra no rim, pode ter outros problemas relacionados à saúde urinária que gerem a que venham a trazer a a presença de sangue na hora da mixção. Mas a a o alerta, essa campanha justamente visa trazer essa esse esse link entre sangue na urina, procurar o médico, porque se isso for um câncer de bexiga, muitas vezes a gente diagnostica no seu início. E a doença inicial restrita às camadas mais internas da bexiga, ela é potencialmente tratável, potencialmente curável. A Academia Social, o projeto da Fundação FEAC, em parceria com a PUC Campinas e o JEPS, está recebendo as inscrições para uma nova turma do curso que é gratuito de práticas em educação social. O objetivo da iniciativa é capacitar pessoas que atuam ou pretendem trabalhar no setor social, fortalecendo a atuação das organizações sociais para ajudar as milhares de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social. Confira na reportagem que nós preparamos para você como se inscrever e participar desta oportunidade. [Música] Estão abertas até o dia 31 de julho as inscrições para a segunda turma do curso Práticas em Educação Social e SUAS. Desenvolvimento e Implementação da Academia Social. A iniciativa pioneira é da Fundação FEAC, em parceria com a PUC Campinas e o GEPS, o grupo de estudos e práticas permanentes em educação social. As inscrições estão abertas para todos os públicos interessados, né, nessa temática, em como olhar pra questão do dos projetos ligados à assistência social. E é um um curso voltado principalmente, né, para profissionais que já atuam no setor social, né, principalmente coordenadores de projetos nas organizações, mas também, né, estudantes da área de assistência social ou outras disciplinas que têm uma área de atuação no campo social ou até mesmo profissionais que estejam aí em processo de migração e querem conhecer melhor o que é esse campo social, como desenvolver projetos ligados à política do SUAS. As inscrições para o curso, que é totalmente gratuito, devem ser feitas diretamente pelo link que está na tela. As aulas começam no dia 16 de agosto, sempre aos sábados, das 8:30 da manhã ao meiodia:30, no campus da PUC Campinas. Ao longo das 65 horas presenciais, os alunos vão aprender sobre educação popular, metodologias participativas, desenvolvimento e implementação de projetos no SUAS, cuidado, educação inclusiva e espaços não escolares. de preferência profissionais que já atuam dentro da política social do SUAS, né, e que já tenham algum como a envolvimento, atuação no campo social, seja como profissional, seja como educador social. Mas isso não é um critério eliminatório, né? Se de repente a partir do formulário de inscrição, se identificar outros eh perfis que atendem à necessidade do curso, a pessoa será selecionada também. Criada em dezembro de 2024, a Academia Social já ofereceu dois cursos e segue promovendo conhecimento para quem já atua ou pretende trabalhar no setor social. E veio como uma necessidade identificada pela Fundação FEAC de como a gente pode contribuir com a melhor qualificação e ampliação de conhecimentos de quem atua dentro do setor social, né? Então, o grande objetivo da academia é oferecer cursos, né, formações nessa área do campo social, especialmente pensando a atuação dos profissionais que estão hoje atuando dentro das políticas socioassistenciais para que eles possam não só ter uma melhor prática profissional, mas como conhecimentos eh teóricos, né, para que possam aplicá-los e com isso gerar uma melhor impacto junto ao grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade. [Música] [Aplausos] Mais informações você pode acessar os sites feac.org.br e também o pctracinhocampinas.edu.br. edu.br. Olha só, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta segunda-feira. Você sabe o que fazer se for vítima de roubo ou furto durante um evento ou show? No quadro de hoje, a comandante da Guarda Municipal de Campinas orienta sobre a importância de fazer o boletim de ocorrência e comunicar as forças de segurança da cidade a respeito do crime o quanto antes. A partir de agora é o Fica a Dica. [Música] Caso você seja vítima de furto ou de roubo, é importante que imediatamente você ligue no 153, que é o telefone de emergência da Guarda Municipal, no caso de roubo, que é aquele em que a pessoa está presente, que oferece ameaça, eh, que pode estar, por exemplo, de posse de uma arma que ele subtrai bruscamente algum objeto. Então, muito importante que imediatamente você ligue no 153, passando o máximo de informações possível em relação a esse roubo, no caso, para que nós possamos aí direcionar o patrulhamento das nossas equipes que estejam eh próximas a esse local na tentativa de identificar já na sequência o autor deste roubo. E isso facilita com que nós possamos recuperar o que tiver sido subtraído e também fazer apresentação no distrito policial acompanhado da vítima daquela pessoa que sofreu o roubo. Em caso de furto, a mesma situação é que o furto você pode não identificar de imediato. Por exemplo, você deixou o seu veículo parado numa rua e retornou 2 horas depois o veículo não estava mais. Então você não sabe precisar exatamente qual o horário que ocorreu o furto e não sabe também as características daquele que praticou eh este crime. Mas é fundamental que você ligue a partir desse momento que identificar o furto do celular ou você pode ter deixado aí em algum outro local. Eh, esqueceu em cima de um de um balcão onde você foi fazer uma compra. Então, identificou, aciona imediatamente a Guarda Municipal pelo telefone 153. No caso do veículo, isso é muito importante, porque nós temos um sistema de monitoramento na cidade com câmeras espalhadas nos locais mais importantes e você informando o emplacamento do seu veículo, nós subimos essa placa no nosso monitoramento e este veículo passando num local, este alarme sobe pra gente na tela dos nossos despachadores e uma viatura direcionada para fazer a abordagem do veículo. E isso permite que a gente possa recuperar o seu carro antes que é ele, por exemplo, seja guardado num outro local, que aí nós não possamos mais ter acesso. Então, no caso específico do veículo, isso é importante. Então, memorize a o emplacamento do seu carro para que você possa, neste caso, do veículo, informar a Guarda Municipal e nós possamos aí ter mais chance de localizar o seu veículo. [Música] Meio-dia, mais 28 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira e nós vamos fazer o seguinte, rápido intervalo porque na volta tem entrevista ao vivo com uma especialista em direito tributário que vai nos explicar sobre o aumento do IOF. Certamente você já ouviu este termo, né? Já viu alguma reportagem? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Se quiser já manda pra gente que eu vou repassar pra Lívia, que é a nossa especialista. 19 é o nosso DDD. 978293776 é o número do nosso WhatsApp. Agora é o momento da gente tirar a dúvida sobre este aumento, né, sobre as operações financeiras. Será que vai afetar as empresas? Quem tem previdência privada de alto rendimento? Será que é para pessoa física também? Então tem muitos assuntos pra gente poder abordar. A rápido intervalo e na volta tem entrevista ao vivo. [Música] Meiodia, mais 31 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Câmara Notícia de volta. E olha só, no mês de maio deste ano, a equipe econômica do governo Lula anunciou por meio de decreto aumento do imposto sobre operações financeiras IOF para empresas, previdência privada de alta renda e câmbio. OF é o tributo federal cobrado pelo governo sobre uma série de operações que envolvem dinheiro, principalmente empréstimos como crédito pessoal ou financiamento, câmbio, compra de moeda estrangeira, seguros, investimentos, como compra e venda de títulos. O objetivo com esta medida era arrecadar mais de 20 bilhões de reais a mais neste ano e 41 bilhões deais em 2026. Só que aí no dia 25 de junho, o Congresso Nacional aprovou um decreto legislativo que suspendeu os efeitos deste decreto presencial. O assunto parou no STF. O ministro Alexandre de Moraes diz que não houve desvio de finalidade e determinou o retorno de parte do decreto que aumentou a alíquota do IOF, o imposto sobre operações financeiras. E aí, quais as consequências da aprovação ou suspensão do decreto? Muda algo no nosso dia a dia? Bom, para nos dar explicações, nos deixar bem informado, eu converso agora com a Lívia Eringer, ela que é especialista em direito tributário, sócia do ambiel Bonilha Advogados. Então, Lívia, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do jornal Câmara Notícia e minha contextualização está correta. Tem essa briga do Congresso de oposição de STF. Seja bem-vinda mais uma vez e boa tarde. Eu que agradeço o convite. Muito obrigada. Contextualização perfeita. Acho que eu não vou ter nada para acrescentar, hein? Ah, vai ter bastante ao longo dessa entrevista, Lívia, porque essa cobrança do IOF, ela foi criada em 2007 também durante o governo Lula. E aí eu queria te perguntar, eh, essa criação, ela foi importante durante este período? Ela é válida, ela tinha uma unanimidade ou ela sempre foi contestada? Por que que algo que foi criado lá em 2007 se discutiu agora novamente em 2025? um aumento. Contextualiza pra gente, por gentileza, a importância do que era feito e se já havia uma contextualização, uma contestação por empresas, por pessoas físicas, outros governos se já queriam fazer isso ou não, por favor. Bom, vamos lá. Eh, de fato, o IOF foi criado ali na época do governo FHC, tá? Em 97, como você bem colocou. E aí, eh, a característica do IOF é ser o imposto que a gente chama de extrafiscal, tá? Ele basicamente atua em controle cambial, monetário e fiscal. Então, ele é um instrumento do poder executivo, tá? É só o presidente da República que pode alterar o decreto do IOF. É um decreto presidencial. Então, ele é um instrumento do poder executivo de atuação na política monetária, cambial e fiscal. E aí, por isso que tem esse caráter extra fiscal, que é quando o governo quer aquecer um pouco mais a a economia ou quer friar um pouquinho a economia e seja aí eh eh incentivando crédito ou freando crédito, enfim, ele vai eh dosando aí essas políticas, né, para poder trazer eh a arrecadação ou a economia, melhor dizendo, pros eixos desejados eh pelo executivo. o IOF historicamente e ele ele é muito questionado porque ninguém gosta de ter um tributo a mais para pagar, né? Especialmente considerando que é um crédito que eh eh atua muito na economia, ele é muito sensível e justamente por ser esse instrumento que é muito sensível na economia, ele não tem que a gente não requer o que a gente chama de anterioridade que outros impostos requerem. Por exemplo, o imposto sobre a renda para ele ser alterado, ele só passa valer no ano seguinte, né? Ou outros impostos como PISCOFINS precisa de 90 dias de antecedência. Mas o IOF, diferentemente, como ele é esse instrumento de política fiscal cambial, monetária, eh ele é muito sensível e ele pode ser alterado de um dia para noite, né, assim como aconteceu agora recentemente, né? Então, eh, geralmente isso provoca uma reação muito grande no mercado, seja e desde os bancos que precisam adequar os seus sistemas para poder fazer o recolhimento correto do dia paraa noite, né, no para fazer o recolhimento correto pros cofres públicos, seja pros empresários que se planejaram, né, para poder realizar seus negócios com base num determinado eh num determinado eh não vou dizer rendimento, mas, né, fazendo aí as contas para poder fechar a conta do mês para poder fazer o seu orçamento caber ou eh e aí de repente você vê que você tem um imposto ali a mais a pagar, ou seja, para quem programa uma viagem, uma compra internacional, né? Então é realmente assim afeta a vida de todo mundo e ao longo dos anos eh sempre essas alterações do IOF elas são polêmicas, né? Eh, tanto é que aí eu já vou puxar o gancho para essa decisão agora do do ministro Alexandre de Moraes. O ponto dele foi, olha, em outras oportunidades, seja no governo FHC, seja nos governos anteriores do presidente Lula e seja inclusive no governo do presidente, do ex-presidente Jair Bolsonaro, eh já houveram semelhantes questionamentos em relação ao aumento do IOF ou à redução do IOF. E o tribunal, o STF, validou essas alterações justamente por entender que é esse instrumento que pode ser usado pelo presidente da República. Então agora não seria diferente, né? Teria que ser validado também. Então isso é importante, Liva, que você tá dizendo, até para quem está nos acompanhando, o governo ele tem essa liberdade de mexer nas alíquetas, tem esse direito. É algo legal o que foi realizado? Isso é algo legal, né? O que o que se questionou agora é não só é um instrumento legal, como na exposição de motivos eh do do primeiro decreto, né, e do terceiro decreto, digamos assim, porque o governo, o próprio governo Lula revisou o decreto inicial, né, eh eles colocam quais são os objetivos de política monitária eh cambiar o fiscal, né? E e agora o que o que o ministro Alexandre de Moraes entendeu foi são motivos legítimos. eh qualquer argumento no sentido de que é para aumentar a arrecadação, é totalmente estranho essa exposição de motivos e o poder executivo está dentro da moldura de atuação da liberdade dele, tá? Isso é muito, muito importante deixar claro, inclusive é só o presidente que pode fazer essa alteração e que e é muito comum que essas eh não só no aspecto do IOF, mas que decisões administrativas e que são de competência exclusiva do administrativo, que eles eh que elas o mérito delas não seja alterado pelo judiciário, porque é justamente o presidente quem consegue sentir essa temperatura da economia para decidir qual é a política que ele quer implementar. Tá, Olívia, antes deste novo decreto do presidente Lula, como que eram cobradas as alíquotas do imposto sobre operações financeiras do IOF? O que que subiu? É muita coisa? É pouco imposto? É paraa pessoa eh jurídica? Eh, tem a ver com compra e venda de dólar para quem vai viajar? Como é que foram esses aumentos? Tá, vamos lá. Eh, ele, primeiro que foi alterado o IOF, a gente, bom, só para fazer uma introdução inicial, o IOF, por mais que a gente chame de um IOF, eles eles são quase que quatro ou cinco tipos de OF, né? É seguro, eh, câmbio, crédito e ouro, né? Quando a gente compra ouro também tem o IOF, ouro, né? Então, o que foi alterado agora foi eh são muitas hipóteses de de incidencia do IOF na economia, tá? Então, o que foi alterado agora foi o IOF sobre seguros VGBL, que passou a ser cobrada uma alíquota eh para para portes acima de R$ 50.000 em VGBL. Aí a justificativa do governo foi de que essa medida eh eh estaria tentando coibir o uso desses produtos como instrumento de de planejamento fiscal, né, de pessoas que, na verdade, querem eh fugir ao pagamento de tributos usando esse tipo de investimento, né? Eh, foi alterada a alíquota de OF crédito para empresas, inclusive para empresas do Simples Nacional. Então, na verdade, assim, esse OF ele já existia, tá? e foi, ele foi só aumentado. Eh, eh, aí também houve a o IOF crédito sobre o risco sacado, que foi o único ponto que o ministro Alexandre de Moraes entendeu que deve que, né, não caberia a incidência, né, e aí revogou nesse ponto o decreto do presidente Lula porque ele entendeu que risco sacado, aí sim fugiria da competência do presidente da República, porque ele estaria criando uma hipótese de incidência não prevista em lei. Mas todo o resto o presidente estaria dentro da moldura que ele pode atuar, né? E o IOF Câmbio, que também já incidia, sempre incidiu, né? eh eh ofcamp, mas acontece assim que a gente tinha alíquotas diferentes para operações diferentes. Então, quando você comprava eh um um cartão pré-pago, era diferente do do cartão de crédito, que era diferente da crimoeda, que era diferente eh do do IOF que incidia numa remessa pro exterior. Então você tinha duas, três alíquotas ali, né, que sempre foram variando ao longo do tempo e agora eh eh a queixa, né, porque a pretexto de uniformizar, eles uniformizaram para cima, né, subindo o a alíquota. Então, ao invés de ir, inclusive, eh era uma intenção eh já desde o do final do do governo do presidente Jair Bolsonaro, eh, já tinha uma previsão de redução anual do IOF sobre câmbio, eh, e já tava previsto para derar até 2028, tá? Eh, essa novação do governo federal, ela substitui de forma integral todo o texto daquele decreto que tava em vigor, ele passa a não valer mais. Agora, um novo decreto que foi assinado, muda tudo isso, na verdade mudou com com alguns ajustes, né? O presidente recuou em alguns pontos, outros acho que eh eh são muitos pequenos pontos, né? Mas na essência foi mantido, tá? E aí o que o foi mantido com algumas poucas adaptações. E aí o que o ministro Alexandre de Moraes fez foi revogar a parte do do risco estacado, tá? Olívia? Eh, vou tocar numa tecla novamente para quem está nos acompanhando. Quem paga o IOF são pessoas físicas e são empresas paraa gente poder abordar essa questão do impacto, tá? Eh, quem paga é a sociedade sempre. Tá? Porque quando a gente altera o IOF câmbio, a gente pode pensar numa viagem, né, de uma pessoa física, mas também a gente tem que pensar, por exemplo, eh, nas compras internacionais, tá bom? Que que hoje em dia, assim já não é nem mais um luxo, né? Todo mundo adora comprar aí do site da China, eh, e e adora comprar uma blusinha, enfim, né? Inclusive se discutiu muito aí a taxa das blusinhas recentemente, né? Então a gente e também afeta o empresário grande ou pequeno que se planejou para poder fazer gastos em moeda internacional, né, principalmente na compra de insumos, tá? E aí, eh, inclusive assim, quando também a gente fala de alteração do Iofé para empresas, né, e inclusive empresas do Simples, isso também afeta as pessoas físicas, afeta diretamente quem produz e afeta indiretamente eh o consumidor, porque os efeitos eles se espalham pela economia e pode atingir tanto a empresa quanto as pessoas físicas. Porque, por exemplo, uma empresa, ela pode precisar de fatal para poder financiar o capital de giro dela. Então, ela vai lá e faz empréstimo no banco e aí a gente já tá com juros altíssimos, né? A CELIC tá alta, então a gente já tem juros altos e agora um acrescenta-se um tributo ainda mais caro sobre esse empréstimo e aí as empresas já estão trabalhando com margens super apertadas de lucro e isso acaba sendo repassado pro consumidor. Por isso que é diretamente para as empresas. Mas você vai ver os efeitos se espalham pela economia e acabam atingindo a todos. Então, a tendência é encarecer eh produtos e serviços para todos. Eh, seria a minha próxima pergunta sobre os impactos econômicos deste aumento no IOF. Não foi bem visto então pelas empresas eh este aumento? Não, não foi. Porque, como eu acabei de dizer, assim, a gente quando a gente pensa num cenário de juros muito caros, né, o empresário já tá aí bem estrangulado com com esse aumento de juros eh sucessivo aí sucessivos, né, dos dos anos passados para cá, né, mas especialmente pós pandemia ali. E aí quando você pensa assim numa numa seri de 15%, você acrescentar ainda o IOF assim ali e de 3,95%, então você pensar que é um custo de quase 20% para para um empréstimo, isso incluindo para empresas do simples, é muito pesado, né? Na verdade, do sempre subiu de 088 para para até 2%, mas você imagina assim, subir 2 a 4% o custo de empréstimo é algo muito muito relevante que tende a ser repassado para o consumidor. Olívia, estudando o assunto, lendo reportagens, eu vi alguns especialistas citando uma possível insegurança jurídica com essa determinação do STF, que ficou aí ao lado do governo. Este é um caso que era para ter ido e decidido pelo Supremo Tribunal Federal ou era uma discussão para ficar entre governo e Congresso? Para quem está nos acompanhando, vê reportagem, o governo tá de um lado aí o Congresso vai lá, derruba, aí vem deputado e vai no e entra no STF. Como que enxerga? É uma insegurança jurídica? Isso pode acontecer? Faz parte do jogo? Bom, eh, é uma insegurança jurídica do ponto de vista de falta de previsão, porque imagine que até o dia 11 de junho a gente teve uma alíquota de OF, porque o o IOF ele muda do dia paraa noite, né? Uma vez tendo o decreto e já passa a valer pro dia seguinte a a a nova alíquota. Então, até o dia 11 de junho a gente tinha uma alíquota, depois veio o decreto legislativo que suprimiu essa essas alíquotas, né, que suspendeu os defeitos do decreto presidencial. E aí a partir do dia eh 17 agora eh quinta-feira passada, voltaram a viger o as alíquotas de OF eh, previstas até então. Então é nessa medida em que há uma insegurança, porque eh eh mudou mudaram três vezes nos últimos dois meses eh a alíquota de OF, então fica muito difícil pro pro empresário, para as pessoas se programarem, né? Eh, é isso, o custo do dinheiro eh aumenta, fica mais caro. Então, eh, os insumos, quem hoje em dia, assim, toda todo pequeno negócio, eh, pessoa física, prestador de serviço, todo mundo precisa comprar algo no exterior para poder ou vender eh eh comercializar no Brasil ou para poder prestar seu serviço no Brasil. isso acaba ficando mais caro. Então é nessa medida em que há uma insegurança, porque ficam vai e vem que eh o ideal seria resolver de forma institucional com os poderes se entendendo e se organizando, né? E aí na medida em que não houve uma uma uma resposta institucional, na verdade o que eh o o ministro Alexandre Morais, ele decidiu, na verdade foram três ações numa única decisão, que é uma ação direta de constitucionalidade e duas ações diretas de inconstitucionalidade, né? eh eh uma tendo por objeto o decreto o decreto do presidente Lula e outra a do poder legislativo que que revogou o presidente Lula. Então tem por isso que o ministro Alexandre Moraes tentou uma via consensual, uma reunião de conciliação, né? Isso não se entenderam. Então ele ele ouve por bem assim tomar uma decisão, já que não tomavam as partes que deveriam tomar não tomaram essa decisão, certo? Eh, na sua resposta anterior, você falou sobre viagem, né? E aí, para quem vai viajar, a gente sabe que existem modalidades para essa pessoa que às vezes vai até para outro continente. Ela pode utilizar cartão de crédito internacional, de débito, pré-pago, multimoeda, dinheiro em espécie. O IOF ele é diferente para cada um deles. Esse novo decreto, ele aborda alguma coisa sobre essa situação? Na verdade, ele era diferente, né? Até até junho era diferente conforme a modalidade de de moeda aí que que se comprava, né? E agora eles elas estão uniformizadas e vão ser 3,5%. Então, seja cartão pré-pago, seja cartão de crédito, seja compra de moeda em espécie, eh transferência para pra ponta das pessoas físicas fora do país, todas alíquotas, 3,5%. E uniformalizou assim meio pro alto também, você entende esse 3,5%. Isso, isso uniformizou, mas uniformizou para cima, porque antes a gente tinha algumas eram 0,38%, outras 1.1%, aí agora tudo é 3,5%. Tá? Eh, um dos objetivos, de acordo com o governo é que esse aumento da alíquota do IOF vai desestimular empréstimos e controlar a inflação. Pode ter este efeito mesmo? Numa resposta anterior você citou sobre isso, né? Olha, o governo ele vai analisando ali a questão da economia e pode ser que vai para um lado e vai pro outro. Pode ter este efeito mesmo de diminuir número de empréstimo, de ter este controle da inflação? Sim, pode. É muito comum realmente, como você acabou de dizer, eh usar o o IOF para poder aí como um instrumento de política eh fiscal eh monetária, cambial, né? Aquecer um pouco mais a economia ou desaquecer a economia. No caso foi o objetivo foi encarecendo os empréstimos. Eh, realmente assim, o empréstimo fica mais cá, desestimula e aí eh tem um uma tendência a diminuir eh essa tomada de empréstimos. Eh, pelo menos assim, é uma tendência. Aí depois o governo vai acompanhando essa tendência para entender se aí pode ser que daqui a um tempo ou ele diminua um pouco a alíquota ou ele aumente um pouco a alíquota do IOF para poder ir jogando aí com esse aquecimento e desaquecimento para se aproximar das metas fiscais. Olívia, outra polêmica que eu estava eh acompanhando durante esta briga de governo, de congresso e de STF. Então, contextualizando para quem está nos acompanhando, o governo fez o decreto, então ele tá em vigor. Aí o Congresso vai lá e cancela, suspende. Aí o STF valida o do governo. Eh, o governo ele vai conseguir cobrar de forma retroativa o IOF e por isso que traz essa insegurança. Eu tava lendo sobre o assunto neste período que tava suspenso, já que ele tá valendo, ele vai passar a valer mesmo com essa suspensão durante este período? Não, não vai. Inclusive em razão de uma decisão dada pelo ministro da Morais na sexta-feira, tá? ficou eh e a própria Receita Federal, ela já havia se manifestado, mas de uma forma um pouco mais informal, de que não haveria essa cobrança retroativa. E o ministro Alexandre Moraes na sexta-feira, depois da primeira decisão, restabelecendo os efeitos do decreto do presidente Lula, ele já deixou claro que eh não haveria essa cobrança retroativa e o ponto tanto do ministro Alexandre quanto da Receita Federal nas manifestações dela a respeito dessa cobrança retroativa, ou melhor, a respeito da impossibilidade de uma cobrança retroativa, é que justamente é eh eh vou usar uma palavra bem advogada, é inerente ao próprio IOF, a forma como ele é cobrado. Então, e você imagina uma compra de moeda e um estrangeiro quando compra uma moeda numa casa de câmbio, ele paga o IOF ali na boca do caixa da da casa de câmbio. Como é que agora o governo vai voltar e cobrar daquele estrangeiro que às vezes já não tá nem mais no Brasil? Exato. Né? Eu dei um exemplo pequeno assim, mas é muito difícil porque o IOF, inclusive, eh, como ele é sobre transações financeiras, ele é retido na fonte pela instituição financeira. Então, a instituição financeira, ela entrega o o valor em real, né, líquido, eh, do imposto. Então, agora, eh, quem pagou o imposto à instituição financeira, ela só recolhe em nome do contribuinte, mas o contribuinte são as pessoas físicas, as pessoas jurídicas. E agora vai cobrar de quem? Como? Eh, então acaba não sendo nem viável do ponto de vista operacional cobrar esses valores retroativos. Mas essa questão, eh, inclusive no sentido de pacificação jurídica, assim, já tá bem clara na decisão do ministro Alexandre Morades. É, eu iria utilizar essa palavra, né? fica inviável, porque como é que você analisaria eh se fosse através de multa de juros e causa insegurança para as empresas, né, que muitas vezes estão exportando e e estão mexendo com dinheiro. Então, só deixando, reforçando aqui, ratificando, não vai ter, então, e essa cobrança retroativa é a partir do momento da decisão do STF que passa a valer. Então, exatamente a partir da decisão da STF, porque não tem como voltar atrás e sair cobrando. Aconteceram muitas operações, assim como acontecem muitas operações financeiras todos os dias. E aí agora ficaria inviável voltar atrás aí dessas dessas empresas ou das pessoas físicas que realizaram essas operações para poder cobrar, porque na prática você até conseguiria cobrar de alguns, mas não de outros. Então, ou cobra de todo mundo ou não cobra de ninguém. Então, decidiu se por bem não cobrar de ninguém. Olívia, e existe um próximo passo agora. É uma briga que vai continuar, isso já tá definitivo, pode vir um outro decreto? Isso tem alguma consequência, esse aumento do IOF ou é assunto encerrado? Eu acredito que seja um assunto encerrado do ponto de vista jurídico, mas não institucional, tá? Porque a briga foi instalada, né? Mas é isso, o foi foi resolvido do ponto de vista de o legislativo ter que aceitar o decreto do presidente Lula, como ele foi colocado. Agora, se o próprio presidente Lula vai decidir eh voltar atrás ou promover novas alterações, inclusive eh diferentes das que já foram feitas, aí é um é um assim, é uma decisão que cabe ao presidente da República porque ele tem esse poder e só ele consegue fazer essas alterações, mas ele pode. E esse decreto ele tem validade ou não do presidente da República? Sim, ele teria variedade desde que, claro, que se trata de eh os efeitos extrafiscais no sentido de eh ser um tributo usado para fazer efeito na política monetária, cambial e fiscal. se escapar um efeito arrecadatório que agora nessa oportunidade o governo quase deixou escapar, mas conseguiu segurar eh eh essa intenção que a gente sabe que foi a real, mas do ponto de vista jurídico, eles amarraram bem o decreto para para tornar inviável uma revisão com base nessa intenção arrecadatória. Vai valer sim, tá? E Olívia, este aumento, a gente pode dizer que ao mesmo tempo uma decisão técnica e política. E aí dos dois lados, de quem propôs, de quem queria aprovação, mas da oposição que votou de forma contrária. Também existe este estudo, olha, vou colocar este tributo, eu vou arrecadar tanto. É mais ou menos desta maneira. Isso é sim. Tanto é que é feita pela equipe do Ministério da Fazenda, tem bastante estudo por trás. Eh, mas aqui eh, por mais que juridicamente eles tenham justificado, o governo federal tenha justificado eh com eh essa política monetária, fiscal, cambial, a gente sabe que quando eles mexeram nas alíquotas, o objetivo foi arrecadatório. Tanto é que eles sentiram eh a a o veto, né, e a manutenção do veto em relação ao risco sacado, porque tinha uma arrecadação relevante aí prevista em relação ao risco sacado, que agora o governo não vai mais poder contar com ela para aí manter a a meta fiscal que eh já tá super apertada, com risco de nem ser cumprida, né? Então sim, tem muito estudo por trás para poder eh atingir os objetivos de meta fiscal do governo. Para encerrar da minha parte, Lívia, o tempo para se discutir este assunto no Congresso, você entende que foi adequado ou foi muito rápido? teria que ter escutado eh parte da população, os entes que seriam afetados, quando tem uma decisão dessa grandeza, como foi, porque teve uma grande repercussão, precisaria de mais tempo ou foi tudo dentro do que está acostumado? Eu acho que foi dentro do que estaria acostumado, porque eh os bancos e o o empresariado, claro, eles têm um poder muito forte no Congresso, né? Então qualquer o quando o custo do dinheiro aumenta, então assim, as vozes elas se fazem ser escutadas, né? Então, eh, eu acho que que fez parte, eh, pegou o governo de surpresa porque eles, eh, eles esperavam conseguir negociar um pouco mais, mas assim, o Congresso é a casa legislativa e e que tem que escutar o povo, mas muitas vezes não escute, eles têm essa obrigação. Então, eh, eu acho que foi foi falando do aspecto assim de tempo, né, do fator tempo, foi adequado, né, não foi muito rápido, muito devagar, eh, mas foi adequado a uma situação que é urgente, porque o o IOF ele muda pro dia do dia paraa noite, né? Ele pode mudar do dia pra noite, se assim o presidente da República quiser. São congressos também tomaram medida do início, assim do do dia pra noite, né? Lívia Eringer, especialista em direito tributário, sócio do Ambial Bonilha Advogados, muito obrigado pela aula que você deu aqui pra gente. Tenho certeza que quem está nos acompanhando saiu muito bem informado sobre este assunto que não é fácil, mas que você explicou muito bem. Eu já faço um novo convite para você retornar aqui ao jornal Câmara Notícia para falar sobre esse, mas também outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Eu que agradeço o convite, um prazer falar com vocês. Adorei. Foi um bate-papo, né? Podem me chamar sempre, eu tô à disposição. Nós aqui agradecemos a participação da Lívia Eringer ao vivo aqui no jornal Câmara Notícia, repercutindo, explicando pra gente, né, sobre este aumento do no IOF. Bom, 1 hora da tarde em ponto. A gente se o jornal Câmara Notícia ao vivo, porque agora nós vamos com as notícias do legislativo. A vereadora Paola Miguel protocolou um substitutivo total ao projeto que institui o Plano Municipal de Cultura aqui de Campinas. A vereadora Paola Miguel protocolou um substitutivo total ao projeto de lei ordinária número 223 de 2024, que institui o Plano Municipal de Cultura de Campinas, estabelecendo a política municipal de proteção e fomenta aos saberes e fazeres das culturas tradicionais de transmissão oral de Campinas. É uma grande oportunidade de tá falando sobre isso. É um projeto de fomento, principalmente mapeamento e reconhecimento de mestres e mestras dos saberes. A gente coloca, inclusive, né, como mestre do saber, as pessoas que têm o conhecimento popular, aquele conhecimento que você não vai adquirir através da universidade, através de uma educação formal, aqueles conhecimentos muitas vezes que eles são trazidos, né, através de uma tradição oral e são levados de geração em em geração. Essas pessoas precisam ser mais do que reconhecidas, valorizadas, porque a cultura popular, a cultura da cidade de Campinas precisa permanecer na nossa história e não ser perdida. como a gente vê acontecendo com diversas outras tradições, ritos, ensinamentos e possibilidades. Então esse projeto ele adiciona no plano municipal de cultura o mapeamento, o fomento e mapeamento ao mestres e mestres de saberes. A vereadora acredita que o projeto valorizará o município de Campinas, que é uma cidade cheia de vida, diversidade e tradição, preservando as manifestações culturais, além de proteger os bens que possuem valor histórico, artístico e cultural. Sem dúvida nenhuma, a gente vê diversos territórios na cidade de Campinas, como é a Fazenda Rozeira, a a o a fazenda do Café, como o próprio bairro de Barão Geraldo, como é o bairro de Costa Silva, que trazem, né, a história de uma população que quando chegou até Campinas teve que lutar por aquele espaço, né? E mais do que isso, não só o reconhecimento pela luta, mas também quais foram as tradições que ali acontecia, principalmente quando a gente fala da fazenda do café da fazenda Roseira, quais que quais eram, né, as práticas, as pessoas que passaram por ali e como que a gente pode manter que essas tradições permaneçam na nossa história. Então esse fomento ele vem para que a gente consiga reconhecer, mapear, reconhecer e transformar, né? Que a gente consiga ter isso e em moldurado, né? Que a gente tenha isso, eh, sempre emoldurado na nossa história, sempre marcado, que a gente não deixe que mais essa história do nosso povo seja apagada. A Frente Parlamentar da Escola Cívico-Militar criada aqui na Câmara de Campinas apresentou o balanço das ações do primeiro semestre deste ano. A iniciativa tem atuado para garantir a implantação do modelo cívico militar em duas escolas estaduais na cidade. Criada com o objetivo de acompanhar, propor melhorias e ampliar o debate sobre a implantação do modelo de escolas cívico-militares em Campinas. A Frente parlamentar da Escola Cívico-Militar, presidida pelo vereador Nelson Oseri, trabalhou durante o primeiro semestre deste ano, promovendo diligências e reuniões junto às escolas de Campinas, que foram contempladas pelo programa do governo do estado de São Paulo. No município, duas escolas estaduais foram selecionadas para o modelo, a reverendo Eliseu Narciso e a escola Professor Messias Gonçalves Teixeira. Juntas atendem cerca de 11 alunos. A Frente Parlamentar das Escolas Cívico-Militar, que é a frente que eu presido e também criei aqui na Câmara Municipal de Campinas, ela vem com o único objetivo, levar a informação correta pra população e entender que o modelo de escola cívico-militar é o melhor modelo hoje paraa nossa sociedade. Então nós discutimos com vários eh políticos também que já tem a escola civil militar na sua cidade como Taubaté. Eh, mostramos que se tornou referência, que deu certo, eh, reduziu até a zero o número de agressões a professores, a funcionários da escola. Evasão escolar acabou, ou seja, por que não ter uma escola civil comunitária em Campinas? E esse ano nós conquistamos, o governo do estado já aprovou, são duas escolas, uma nocidinha e uma no região do ouro verde. Uma das principais demandas levantadas neste semestre foi a ampliação do número de monitores militares designados para essas unidades. O vereador Nelson Os encaminhou um ofício ao governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, solicitando o aumento no número de monitores militares. Nós já fizemos duas visitas, né, para ambas escolas no sentido de entender como que vai funcionar. Saiu o edital na data de hoje, né, para a contratação dos monitores, que são policiais da reserva. Eh, nós observamos que existe ali uma falta de monitor. Dois monitores por escola não é o suficiente. Considerando que uma escola tem 400 alunos e a gente coloca como eh proporção um monitor para cada 100 alunos, ou seja, faltam mais dois. e na outra escola que bate a casa de 600 a 700 alunos, que aí é necessário mais três ou quatro monitores. Esse pedido eu também já fiz ao governador Tarcísio para que essas escolas cívico-militares realmente comecem da forma correta e atenda todas as expectativas, não só dos alunos, professores, como também dos pais. A previsão é de que as escolas iniciem oficialmente o funcionamento no modelo cívico militar em setembro, mas a data depende da contratação dos monitores. A frente está acompanhando toda a implantação. Eh, já temos uma data marcada para setembro, porém pode ocorrer alguma mudança, pois o edital da contratação dos monitores saiu na data de hoje. Então, a gente tem praticamente aí dois meses para a inauguração e talvez a data a data venha mudar por conta da falta de monitores para essas duas escolas cívico-milunitárias que Campinas conquistou. Para o segundo semestre, a frente seguirá acompanhando os trâmites da implantação e a consolidação do modelo nas escolas selecionadas aqui na cidade de Campinas. A frente continua cobrando e a frente parlamentar das escolas cívico-militar, ela vai acompanhar até o final do processo. [Música] No sábado, a Ponte Preta mais uma vez sofreu, saiu atrás do marcador, mas conseguiu a virada para cima do Floresta no Moisés Lucarelli. Aos 16 minutos, o Floresta chegou com perigo neste chute de Pablo que começou a calibrar o pé. Esta foi na rede pelo lado de fora. 2 minutos depois, a Ponte respondeu com o estilo: "Gé emendou um voleio e também acertou a rede pelo lado de fora. J tentou dar intermediária no cantinho, mas sem força. Aos 39 minutos, J de novo ele. Agora ele lançou o Toró que cara a cara mandou por cima. Veio o segundo tempo e logo aos 3 minutos, Diogo Silva fez milagre, a queimaropa foi no cantinho e salvou momentaneamente a Ponte. Só que aos 6 minutos, Diogo Silva saiu todo atrapalhado do gol. A bola sobrou para Pablo, que agora calibrado e de longe marcou um golaço. 1 a 0 Floresta. Aos 18 minutos, Éton Brito tentou, mas a trave impediu o empate. Jeia saiu do banco de reservas, girou na marcação e por pouco não faz o gol. Até que aos 20 minutos, o zagueirão do Floresta tentou acertar a bola e pegou o pé de apoio de Brito. Pênalti que Elvis cobrou mal, o goleiro deu rebote e aí sim o camisa 10 não desperdiçou. Tudo igual, 1 a 1. [Aplausos] Até que aos 38 minutos, Geas cruzou, Pacheco ajeitou e Bruno Lopes no meio da área fez o vira e deu números finais no Moisés Lucarelli. Ponte Preta 2, Floresta 1. [Música] Primeiro tempo abaixo a Ponte, ela não conseguiu furar o bloqueio do Floresta que se fechou muito bem, viu? uma linha defensiva de cinco. Aí saiu atrás do marcador e aí naquele abafa, né, na pressão com o apoio dos torcedores, a Ponte conseguiu a virada que mantém o emprego do Alberto Valentim, dá um respiro para o treinador trabalhar esta semana, até porque a sequência é dificílima, viu? A Ponte enfrenta no domingo o líder Caxias fora de casa e depois no outro sábado, dia 2 de agosto, tem o derby contra o Guarani no Majestoso. Então a Ponte terminou a rodada na viciderança, mas precisa melhorar o futebol apresentado. E tem mais Campeonato Brasileiro da Série C, viu? Porque hoje às 7:30 da noite, o Guarani enfrenta o Anápolis lá em Goiânia no fechamento da 13ª rodada da Série C. Você vê o confronto aí na sua tela. O Bugre é o 12º colocado com 16 pontos, mas uma vitória coloca o Guarani na sexta colocação, hein? Vai depender só de um tropeço do Náutico diante do Caxias, mas se vencer, o Guarani entra no G8 da competição. Então, olha a importância da partida de hoje. E o adversário é o Lanterna, é o último colocado, apenas 10 pontos, apenas uma vitória até aqui. E o Bugre está invicto a sete jogos. Neste período foram três vitórias e quatro empates. O técnico Marcelo Fernandes, se quiser, ele pode repetir a formação que ficou no empate com o Ituano. E aí o provável Guarani tem o Andrei no gol, Cicinho na lateral direita, a dupla de zaga com o Rafael Rodrigue e o Alan Santos e o Emerson Barbosa na lateral esquerda. O meio-coampo de Kelv, Sarará, Caio Melo e o Diego Torres e na frente Caô Jesus e o Bruno Santos. O Meia Isaac, ele foi liberado pelo departamento médico, ele pode aparecer no lugar do Cauã Jesus. Bugre é favorito, se vencer, entra no G8 da competição. E claro que amanhã a gente conta a história desta partida entre Anápolis e Guarani. E tem mais esporte aqui no Câmara Notícia, porque ontem de manhã a equipe campineira do basquete feminino venceu o Corinthians fora de casa por 68 a 52 e fechou a série, quartas de final em 2 a 0. Venceu aqui em Campinas e venceu em São Paulo. A gente tá acompanhando aí. as imagens. E olha, foi até certo ponto inesperado, viu? Porque o Corinthians ele terminou a primeira fase na terceira colocação e as campineiras em sexto. Mas essa diferença aí ficou na fase anterior, porque no mata a mata, liderados pela Isabela Sangali, terminou esta partida com 22 pontos, oito rebotes. Campinas conseguiu a classificação paraa semifinal e enfrenta agora o Sesi Araraquara. que terminou a primeira fase na segunda colocação. Então é outra pedreira pela frente, mas aqui no Câmera Notícia a gente vai informando sobre este confronto da equipe campineira diante da equipe de Araraquara. 1 hora mais 12 minutos. Olha só, para você que está nos acompanhando e vai casar, certamente tá fazendo um monte de conta. Então, a nossa equipe consultou um especialista que vai dar dicas importantes para economizar nesta hora tão importante. É o nosso quadro na ponta do lápis. [Música] Tá no ar mais um na ponta do lápis. E hoje o nosso tema é sobre como planejar e economizar no casamento. Planejar um casamento é uma tarefa que exige emoção, expectativas e, claro, o orçamento. Por isso, eu estou aqui com o Rinaldo Luiz Fusco, diretor de estratégias financeiras, que vai te passar as melhores dicas de como planejar e economizar no casamento. Reinaldo, a festa de casamento, né, é um sonho de muitas pessoas, mas nem todas conseguem dinheiro para concretizar esse sonho, né? Então, como juntar dinheiro, né, para casar? Qual que é o primeiro passo? Então, Rafael, acho que isso é muito particular de casal para casal, né? Então, realmente é um momento único na vida da das pessoas, né? E para isso precisa ter um planejamento. Acho e antes de pensar em ter uma reserva, construir uma reserva ou começar a poupar, é já dimensionar, né? O que o que será o mínimo para vocês, o que vocês sonham, o que vocês realizam, né? E imaginam que precisa ter no seu casamento, né? Então o casal precisa já dimcionar: "Ah, eu quero quantas pessoas eu vou convidar, né? Isso é importante. Ah, será será um grupo mais íntimo, né? Uma reunião mais íntima, serão para todos os familiares e amigos. Então você já começa a dimensionar, você dimensionando a quantidade de pessoas, né? Eh, você que você imagina que é necessário que participem. Aí você vai buscar o local, né? Vai pesquisar quanto que custariam o bffet, né? os itens mais caros, né? Vamos falar que é o local eh o local tanto da recepção quanto o local da cerimônia, o o bffet, né? O para daí você verificar os tipos de serviços, né? Que o bifet presta, né? Pode atender ali o cardápio, né? Qual será o cardápio, os tipos de cardápios para você ver o que vai caber no seu orçamento, né? você verificar, ah, eu vou querer música ao vivo, não vou querer música ao vivo, vou querer uma banda, não vou querer uma banda. Então são itens caros, né, que você precisa definir antes, né? E ah, então, ah, já tem uma ideia, né, que vai me custar eh R$ 50.000, vai me custar R$ 20.000, quanto vai custar, né? E aí você vai planejando. Ah, eu já tenho uma reserva. A gente vê muitos casais que já planejam: "Ah, quando eu tiver próximo, eu vou vender o meu carro e eu já vou conseguir eh comprar, né, assumir todos os compromissos, né, necessários. Daí eu vou ter poder para negociação para pagar a vista, né? Ah, ah, eu sei que eu vou precisar eh fazer uma reserva. Hoje eu não tenho uma reserva. Então se organize, né, para reservar ali 20, 30% da sua renda mensal, né, que é o recomendado, né, para você realizar esse sonho, né, e também você tem que verificar, ah, o que que eu prefiro? Prefiro fazer uma festa e vou conseguir viajar ou eu vou ter que optar entre um e outro, né? Revisar o que é o mais importante pro casal. Veja o que é mais importante, né? Isso varia muito de casal para casal, né, Rafael? Então tem que fazer um um demensionamento prévio e para você poder se organizar ali durante um ano, 2 anos ali para para poder realizar isso, né? E tudo depende do dos recursos, né, que o casal dispõe. Estabelecer então um orçamento realista ali do casal é essencial, né? Sem dúvidas. E aí o que funciona muito bem é você pegar as dicas com aqueles amigos que casaram recentemente, né? Então, até para você ter uma ideia dos valores, né, da qualidade dos serviços prestados, isso é muito importante, né, porque é um planejamento. Muitas vezes você começa a pagar um bffet até o 6 meses antes, 8 meses, 12 meses antes. Então você precisa conhecer a empresa que vai prestar esse serviço, precisa conhecer quanto o quão sólida é essa empresa, né, para quando chegar lá no na data eh esperada o tudo esteja perfeito e conforme foi planejado. Então isso é um do são pontos importantes para vocês eh para o casal poder realmente realizar esse sonho. Pesquisar e também negociar com os com os fornecedores é interessante também, né? Sem dúvida. Então, eh você precisa, eh, dentro selecionar fornecedores credíveis, né, que tenham condições de prestar aquele serviço, tem uma estrutura adequada. Isso tanto no espaço do da recepção, quanto na igreja, quanto do de bifet de da banda, né? Questão de foto e filmagem, né? São a parte de decoração, né? A parte de lembranças, né, do casal que vão ser entregues aos convidados. Então, todos os itens devem ser detalhados, deve-se buscar ali no mínimo dois a três fornecedores para vocês cotarem e para o casal cotar e poder escolher a melhor opção e com certeza vai conseguir ter uma boa economia e agindo dessa forma. Eh, reduzir custos em itens em itens estratégicos, né, que acredito que dependendo do casal, nem tudo precisa ser personalizado ou luxuoso, né? Exato. E dá para ter uma tirar uma economia desse dessa redução de gastos, né? É, tudo vai depender do do orçamento do casal, né? O quanto eles têm de disponibilidade para realizar esse investimento, né? E e é importante também contratar uma cerimonialista, né? ou para poder assessorar isso, ela vai te dar dicas ali de bons fornecedores, eh nada como uma pessoa especializada e com certeza isso vai se pagar ali durante o o processo. Ah, eu quero fazer uma coisa mais simples, serão só as pessoas mais próximas. Aí você com certeza a o casal tem facilidade para organizar. Ah, vou fazer uma uma restrição maior para 80, 100, 150 pessoas ou mais. Então você contrata profissionais para assessorar, né, que estão que fazem isso semanal, todas as semanas, né, o casal vai casar uma vez na vida, né, e um profissional está ali eh conhecendo esse ambiente, né, e sabendo o a melhor forma de entregar aquele sonho. Eh, está ali todas as semanas realizando isso. E Reinaldo, como você falou, né, se possível começar a organização com antecedência, né, porque não, o casamento não vai vir do dia paraa noite, né? Perfeito. Exato. Porque é todo um processo, né? Tem o namoro, tem o noivado, então tem tem que se planejar, né? E e tendo recursos se consegue fazer de uma forma mais rápida. Mas, por exemplo, o local da recepção tem que ser locado com no mínimo três 6 meses de antecedência, no mínimo, né? Então, é dificilmente você consegue um espaço adequado eh dentro de 30 dias, né? Então precisa ter um planejamento ali, mínimo que seja, por mais recursos que tenham disponibilidade, mas o interessante é se planejar, se organizar para poder realizar aquilo que eh o casal sonha realmente que aconteça e também tomar cuidado com os golpes, né, Rinalda? Exato. É aquilo que nós comentamos, precisam ser fornecedores credíveis. você precisa ouvir como foi a experiência de clientes anteriores, ou que sejam pessoas próximas ou que sejam pessoas que o próprio fornecedor indique, né? Mas você precisa conversar com essas pessoas para entender como que foi aquele momento, como que foi o serviço realizado, né? O, muitos bifês convidam o casal para participar de alguns eventos anteriores para ver como que funciona tudo, porque sabem o quanto importante, né, esse momento, né? Então, tem essa disponibilidade, tem oportunidades de eh provar o cardápio com antecedência para ver se está adequado ao que o que o casal gosta e vai querer servir. Então, tudo isso requer planejamento, tempo e tem que ser um percurso prazeroso pro casal, né? e não e não que fique como mais um peso, mais um encargo e que vai concorrer com outras prioridades. Então o bom planejamento sempre agrega muito valor. Antes de qualquer decisão, né, o casal tem que sentar, né, e definir junto o valor máximo que pretende gastar, né, porque eh para não ter problemas no futuro, né, isso é importante também, né, fazer uma coisa organizada para para depois no futuro não ter problema, né, Rinaldo? é o o mais crítico, né, é você iniciar um casamento já com dívidas da da festa que foi realizada, né? Então, já era todo um estress, todo início de casamento é um período de maior conhecimento entre o casal, de adaptação. Imagine você ter que estar fazendo a gestão de uma dívida, né? Então isso que precisa ser muito bem planejado para não ocorrer e e aí poder eh começar o a vida a dois com o máximo de tranquilidade possível. Tem mais alguma dica, né, pro pro pessoal que for planejar e economizar pro pro casamento? Não, não, não. Seriam essas as principais dicas, né? Eu acho que o planejamento é a chave para tudo que fazemos, né, no nosso dia a dia. E o e o momento do casamento realmente é o é muito importante e e também é importante que o casal eh consiga realizar o seu sonho, mas de uma forma tranquila, leve e que realmente seja um momento inesquecível. Reinaldo, muito obrigado por essas dicas, viu? Eu que agradeço, Rafael. Fico à disposição. Obrigado, viu? E pessoal, ó, não esqueça de acompanhar toda a nossa programação no YouTube TV Câmara Campinas e também de nos seguir nas redes sociais, no Instagram e no Facebook, TV Câmara Campinas. Um abraço e até o próximo na Ponta do Lápis. [Música] [Música] Estamos a um mês sem chuva aqui na cidade de Campinas e a estiagem segue, viu? Porque amanhã, terça-feira, não teremos mudanças. O sol segue aparecendo durante todo o dia com pouca nebulosidade e sem previsão de chuva. A amplitude térmica segue grande, viu? De 15º para amanhã. Olha só, as temperaturas, elas já estão aqui na minha tela. Então, para amanhã, terça-feira, mínima de 13º. Então o frio ele continua, principalmente para quem acorda cedinho, né, de casa, vai ter que tirar aquele agasalho, aquele casaco. Ao longo do dia, vai tirando, porque vai esquentando. E olha só, hein? A máxima na terça-feira pode chegar aos 28º e depois à noite as temperaturas caem novamente, podendo chegar próximo aí aos 13º. Então, aquela história de põe casaco e tira casaco ao longo da terça-feira do sol aparecendo entre nuvens aqui em Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira ao meio-dia. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música]
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