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foi realizada a 13ª reunião da comissão especial de estudos sobre população em situação de rua presidida pelo vereador Paulo Gaspar com a presença dos membros Cecílio Santos e Major Jaime neste encontro a comissão recebeu representantes de duas organizações não governamentais o projeto social a esperança e o Instituto compaixão Ace que contaram sobre o trabal que realizam na ruas de Campinas tava até conversando aqui com o presidente Paulo Gaspar de todas as demandas estão acontecendo dos fatos também que graves que V acontecendo na cidade né vou dar um relato a gente tem recebido muitas pessoas que T comentado exatamente a insegurança na cidade fatos como que nós tivemos até muito próximo daqui um desmanche que foi encontrado né mais de 200 kg de material reciclado né que muito Possivelmente proveniente de ações delitivas né das pessoas que não são moradores de ruas eu sempre falo sobre isso pessoas que estão se beneficiando de uma rede de de assistência que existe na cidade de pessoas que necessitam que precisam da assistência mas infelizmente outras poucas mas que se beneficiam disso e nos horários né mais improváveis possíveis estão fazendo né atitudes né tendo atitudes delitivas aqui na cidade eu tenho dito que as entidades eh cofinanciadas pelo prefeitura fazer um trabalho de excelência é claro que a gente sempre tem joio no meio do Trigo não é mas a grande maioria das entidades cofinanciadas pelo Município prestam um excelente serviço não é diferente na área da Assistência Social e eu creio que as entidades aqui presentes farão a sua explanação do trabalho que vem desenvolvendo nesta área e é muito importante pra gente essa escuta acrescentar isso no relatório é fundamental durante a reunião foi apresentado o trabalho feito pelo Instituto social flor que tem como a missão levar a dignidade menstrual para mulheres que estão em estado de vulnerabilidade nós temos a o propósito de levar a dignidade menstrual pras mulheres da região de Campinas apesar de ter nascido aqui em Campinas o o Instituto eh a gente acabou abrangendo para outras cidades que é o que contempla aí quase 1000 kits de higiene de entrega por mês eh o Instituto trabalha com doações né então nós arrecadamos todos esses itens eh hoje a gente não trabalha com verba pública a gente tem algumas burocracias né para para cumprir e ter acesso ter o apoio do poder público mas de qualquer forma a gente a gente acredita que tem que trabalhar em conjunto né tem que discutir políticas públicas para levar a maior dignidade a essas mulheres um dos temas mais debatidos entre as ONGs no plenário foi a falta de políticas públicas antidrogas aí você passa no terminal central tem aquele monte de morador de rua lá todo mundo sabe por que eles estão ali todo mundo sabe os Car não é usar de droga os cara é doente então vamos vamos vamos vamos colocar a questão assim em Pauta dependência química é uma doença lenta progressiva e incurável ela não é coisa de bandido ela não é coisa Demoníaca ela é uma doença e se ela é uma doença ela tem que ter saúde pública para tratar se não tem saúde pública para tratar eles vão ficar Jogado na Rua cara porque eles são doentes eles usam para viver e vivem para usar hoje as comunidades terapêuticas de Campinas é a maioria e passam por dificuldades A grande maioria e e aqui tem eu acredito que a Padre Haroldo que acho que a única que é conveniada com a prefeitura eh É uma burocracia enorme pro cara entrar lá às vezes é a única oportunidade que o cara tem de sair da rua naquele momento aí o cara tem que fazer um acompanhamento tem que ir lá fazer um outro exame tem que tirar não sei que an tem que fazer um monte de coisa um cara apresentou uma lista de documentos lá que nem para entrar para trabalhar você precisa daquilo lá então foi uma pessoa que tá pedindo ajuda um socorro Imagine você a a a a ambulância tá saindo para socorrer alguém ela não para ela vai embora se essa pessoa ela tá pedindo socorro é porque o negócio é urgente só que muit das vezes toda a burocracia que é colocada ali o cara desiste no meio do processo se não tiv essas entidades essas ones que Fazendo esse trabalho paralelo com o poder público eh a gente vê que o poder público não dá conta do problema quase entidades também não dá né então a gente precisava de mais entidades trabalhando e o poder público trabalhando com mais eficiência e a sociedade fazendo a parte dela também o que a gente vê infelizmente é que a sociedade ela tá mais no sentido do pé atrás e querendo eh interromper o trabalho dessas entidades Porque ela acha que com esse trabalho assistencial você está colaborando para aumentar o problema que é um grande equívoco e um grande preconceito e as pessoas que entenderem e escutarem o conteúdo dessa reunião eles vão entender que exatamente o contrário O que as entidades fazem é amenizar o problema e não deixar que eles aumentem