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Bom, a gente segue com as notícias da Metrópole, porque Campinas registra um avanço no número de microempreendedores individuais. Em 10 anos, a cidade mais que triplicou a quantidade de meis ativos, reflexo de mudanças no mercado de trabalho e da busca por alternativas de renda. Campinas registrou em 2025 um maior número de microempreendedores individuais ativos dos últimos 10 anos. Ao todo, são 130.852. Segundo o levantamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, de acordo com a responsável pela passa Adriana Flose, os dados refletem a consolidação do MEI como uma alternativa acessível para quem busca empreender. É a dinâmica da própria economia da cidade também as pessoas procuraram se formalizar, né? Esse número é em relação ao microempreendedor individual aberto no portal do empreendedor. A gente consegue olhar, né, para políticas públicas, porque a gente consegue ver que tipo jurídico que foi aberto, né? Não tipo jurídico, mas o tipo do Kinai que foi aberto, né? Então, a gente viu que eh do MEI você tem um número enorme de cabeleireiro, manicure que que foi aberto, é o maior número. Então a gente pode formular políticas também baseado nisso, né, para essas pessoas. E a importância do poder público tá sempre preocupado em ajudar o pequeno empresário ou ajudar aquele que ainda não se formalizou, mostrando quantos estão se formalizando, né, mostrando que isso também é importante para ele fazer o negócio dele crescer ou para ele ter algum tipo de benefício do governo, né? Importante ele ter a formalização daquele pequeno negócio dele. De 2015 a 2025, o Campinas passou de 41.000 para mais de 130.000 meios ativos com crescimento contínuo ao longo dos anos, especialmente a partir de 2020, quando o município registrava mais de 88.000 microempreendedores. E a pandemia mostrou que as pessoas precisavam, elas precisavam se formalizar, né? Foi um momento muito difícil para todos, né? E a formalização traz essa oportunidade do negócio dele crescer, dele também poder prever que ele vai ter eh uma aposentadoria, né? Ele passa a ter benefícios do governo que se você trabalhar informalmente você não vai ter, né? Então acho que isso foi um momento importante de conscientização para as pessoas se formalizarem. é uma renda eh formalizada e que se você a partir disso você crescer, né, montar eh um uma ME, uma EPP, depois crescer a sua empresa, você também vai est dando emprego para outras pessoas. O crescimento de 2015 a 2025 representa um acumulado de 218%. Um desses números é Helen Cristina, que abriu seu MEI no ano passado e passou a empreender na confecção de cadernos costurados. Ela começou com um desafio, né, onde eu fui desafiada a pelo meu compadre a costurar. E aí começou de pouquinho em pouquinho, uma pecinha aqui, outra pecinha ali, fui fazer aula de corte e costura. Depois disso, eu parti paraa papelaria, que é a minha grande paixão, né? Hoje eu prefiro muito mais a papelaria, não abandonando a questão das costuras. Porém, chegou um determinado momento que eu senti a necessidade da legalização, até por conta da gente poder comprar produtos e insumos com os preços, né, proporcionados ao meio, proporcionados ao CNPJ. Aí ano passado eu pensei, analisei, estudei e entendi que realmente eu precisava disso. Procurei o Sebrai, eles me ajudaram com algumas dúvidas e em outubro eu fiz abertura do meu meio. A formalização permitiu que Helen organizasse melhor o negócio, ampliasse as vendas e tivesse acesso a direitos e benefícios garantidos ao microempreendedor individual. Eu já venho de uma carreira administrativa, já sou aposentada, mas eu não sou aquela aposentada que quer ficar parada. Então, a MEI ela me traz a possibilidade, né, de ter um outro funcionário, de eu comprar os meus insumos com o valor de MEI, né, a diferença entre o atacado e o e o varejo, que a diferença é gritante e o MEI me proporciona eu, né, conseguir no preço final ter um preço mais justo. A experiência de Helen também se transforma em incentivo para quem ainda pensa em formalizar o próprio negócio. Vai até o Sebrai, tire suas dúvidas, eu acho que vale muito a pena. Converse com outras pessoas que também são mei as vantagens, né, eh, de você tá participando de uma forma legalizada, de você realmente ser um empreendedor com o seu CNPJ e quem sabe dali do meio você poder ampliar, expandir os seus negócios, né, e não ficar limitado a algo que talvez você pudesse deslanchar. O bazar da acesa Capuava está de cara nova. Além de preços acessíveis, o espaço ajuda a transformar vidas na cidade de Valinhos. O novo espaço mais organizado e acolhedor para a população fica no centro de Valinhos com estacionamento próprio. O ambiente mais acessível permite melhor exposição dos produtos, que vem de doações de desapego e ocasionalmente de produtos novos, além de artesanatos feitos por voluntárias. O bazar da ajuda é organizado pela Aesa Capuava, uma entidade sem fins lucrativos que atualmente atende mais de 180 pessoas. Entre autistas, pessoas com múltiplas deficiências e indivíduos com escoliose múltipla. Tudo na sesa a gente constrói com passinhos de formiguinha. Então a gente começou com bazar já há 6 anos. Eh, o bazar foi crescendo, ele começou dentro da instituição. Então, conforme a gente vai aumentando a nossa participação, o nosso retorno, o conhecimento da comunidade, do potencial do bazar, a gente foi expandindo. Então, a gente saiu da Cesa, foi pro casarão da FIAV, que também foi incrível, porque é um espaço muito mais acolhedor, tinha estacionamento mais próximo das pessoas. E agora surgiu essa oportunidade da gente vir pro centro de Valinhos, que foi algo que a gente sempre quis, estar próximo das pessoas. A gente fica na fazenda Capuava, que é um pouco isolado, a gente cuida de pessoas com deficiência, que também é um assunto um pouco restrito. E aí quando a gente vem para uma para uma para um centro da cidade, tá próximo à pessoas, a gente pode falar sobre os atendimentos que a gente realiza, a forma como a gente conduz e também arrecadar mais recurso para que a gente possa seguir com os nossos atendimentos. As peças custam a partir de R$ 1 até R$ 25. São pequenos preços, mas que fazem muita diferença na vida de quem compra e principalmente de quem recebe essas doações. A gente ajuda as pessoas a fazer o desapega nas casas, né? Porque acho que tem muita gente que tem produtos que podem efetivamente eh colaborar, né, com o nosso estoque. A gente recebe bastante coisa, faz todo o processo de seleção e aí a gente também vende a um preço popular. Então os produtos são de ótima qualidade, porque de novo a gente faz uma seleção e a gente comercializa isso a preço popular, porque a gente recebe como doação e compartilha isso com a comunidade, um novo espaço, um ambiente mais aconchegante, né? Então, e os preços estão bem bem acessível mesmo. Ótimo. Pra gente que é revendedores, estamos bem satisfeitos mesmo. O senhor aproveitou aqui para pegar bastante coisa. Conta um pouquinho aqui do que o senhor comprou. Queria ter pegado muito mais, mas como estão um público maior, graças a Deus, isso é bom. Eh, a gente tá feliz porque os o produto que que tá hoje exposto são produtos de qualidade. É compensativo pelo preço bem em conta mesmo que estão oferecendo hoje. Vale a pena também saber que esse dinheiro vai ajudar várias vidas aqui da região. Ah, essa sombra de dúvida é o propósito principal, né? a gente como consumidor, a gente vem consciente de que nós estamos fazendo nosso parte, de tá ajudando esse trabalho, essa ONG a crescer cada vez mais e temos certeza que através dos nossos esforços e tá aqui consumindo vai ajudar outras pessoas, né, também a serem ajudadas. Muito bom. Mercadorias boas, preços bons, sem contar a ajuda que a gente dá para uma entidade. Isso é o mais importante. Com toda certeza. E aí, quais peças que você tá aproveitando aqui para ver? Acabei de chegar e vi uma bermuda. Tá valendo a pena? Sim. E você já conhece o trabalho da instituição? Pode contar um pouquinho o que que a senhora acha, né, desse trabalho? Sim, eu conheço a instituição. Já estive lá em alguns eventos, tá? Eh, sou meia suspeita porque tem uma pessoa que trabalha lá, então a gente gosta muito do trabalho deles e a gente percebe que é um trabalho que surte muito resultado. A gente veio para tanto pra inauguração, né, para para ver como que ficou, né? E vale, sempre vale a pena. Você já conhece o trabalho da instituição? Já conheço já há muito tempo, já participo sempre que que eles fazem o bazar, tô sempre presente. Além de comprar no bazar, que fica na rua Cândido Ferreira, número 92, no centro de Valinhos, muitas são as formas de contribuir com o trabalho da entidade. Depende muito porque a gente não tem muito recurso para fazer pequenas manutenções e pagar contas recorrentes da entidade. a gente tem recursos de contas específicas, rúbricas específicas. E aí esse recurso que a gente recebe tanto do bazar como da nota fiscal paulista, são recursos que nos ajudam a manter e fazer, por exemplo, pagar uma internet, fazer pequenas reformas, ajustar eh algumas questões internas que precisam da parte de elétrica, de hidráulica. Então isso mantém a entidade viva de verdade. A gente tá super aberto a qualquer boa iniciativa. Então entra em contato com a gente através do site acesacapoava.com.br. BR, lá tem o nosso WhatsApp e a gente imediatamente responde a todos os questionamentos, todas as dúvidas, eh, e também todas as boas intenções que as pessoas têm conosco.