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[música] [música] Vamos juntos então com as notícias aqui do legislativo e a gente começa com as notícias da metrópole. O movimento já cresce no mercado municipal aqui de Campinas com as vendas de de pescados paraa Semana Santa. A nossa equipe foi até o Mercadão para mostrar como está a procura por peixes neste período da quaresma. Será que o pessoal deixou aí as compras pra véspera da sexta-feira santa? Vamos saber agora com o repórter Felipe Gomes. Oi, Felipe. Boa tarde. Boa tarde, Taila. Boa tarde para você que está acompanhando a programação ao vivo da TV Câmara Campinas. Olha, é isso mesmo, Taila. Nós estamos na quinta-feira que antecede a sexta-feira santa, esse feriado que é tradicional não só no município de Campinas, mas também no país inteiro. E é normal que neste período aumenta o número de consumo dos pescados. Nós estamos aqui no mercado municipal de Campinas, onde o pessoal já chegou cedo para conseguir aí adquirir o peixe mais fresco, de melhor qualidade. A expectativa é que até o final deste período o consumo, a compra do pescar aumente até 40% aqui no município. Nós conversamos com alguns dos consumidores que vieram aqui cedinho para conseguir aí buscar comprar o melhor peixe, mas você vai conferir a partir de agora. A senhora tá escolhendo o peixe para Páscoa? Sim. Qual peixe a senhora vai escolher? Ai, eu tô pensando nessa corvina e filé de tilápia. E como que a senhora vai preparar esses peixes que a senhora tá escolhendo? Um assado e o outro fritinhos. Então já vai garantir o peixe pro final de semana, pra sexta-feira santa? Sim, precisa, né? E o que que a senhora tá achando? Qual que a senhora já escolheu aí? O mais fresco? Ah, foi a corvina e o e a cavalinha. Tá certo. A senhora tem o costume então de praticar quaresma durante esse tempo? Tenho. Toda sexta-feira santa é peixe. Tá escolhendo o seu peixe pra semana sã? Ah, já vim buscar hoje. Qual peixe a senhora vai escolher? Curvina. E como que a senhora vai fazer? Vai preparar essa curvina? Fazer moqueca. E chegou cedo já para garantir o melhor peixe, melhor qualidade. Gente, senhora tá aqui desde que horas? Não, acabei de chegar. Eu comprei as verduras, já fui no carro e agora já vou comprar que eu vou trabalhar ainda, sabe? Ainda vou pegar o peixe, camarão, tudo para fazer o peixe. Já vai garantir o peixe então? Até domingo. Não, domingo eu não como peixe não. Domingo eu como é churrasco. [risadas] Olha. E e a senhora já escolheu o peixe que tá aí? Ah, vou pegar uns 3 kg só para fazer uma moqueca. A senhora tá escolhendo peixe pra sexta-feira santa? Sim. Qual que a senhora vai escolher? Tambaqui e curimba. E como que a senhora vai preparar esse peixe? Assado, frito, de molho, ensopado, né? E pra senhora é tradição. Toda Páscoa tem que ter o peixe, tem que ter manter a tradição. Olha, quando dá certo, sim. Agora não é todo ano que dá certo, né? Hoje deu. Hoje deu. Já tem alguns anos que eu não como peixe na semana santa, porque é muito difícil. Ó aí, ó, a dificuldade, né? Chegamos aqui um pouco tarde. É, até que a gente veio cedo, mas a gente enrolou ali para cima, né? Ali na nas lojas andando, entra aqui, sai ali e demorou. Chegamos aqui, já tava essa movcona aí, escolhendo o peixe, né? Qual peixe que o senhor vai escolher hoje? Covina. Cvina. E como que o senhor vai preparar ele? Ah, esse é a minha esposa, eu não sei não. E a tradição pro senhor, toda semana de Páscoa tem que ter a receita especial com peixe, com os pescados? Tem que ter, né? O peixe, né? Camarão, peixinho, né? Tem que ter. E o senhor tá aqui desde que horas? Chegou cedo hoje para conseguir o melhor peixe. Hora que eu cheguei. Uma meia hora. Cheguei atrasado, né? Ó, 70 680. Ó lá. Vai longe, então vai esperar, né? E é adepto da quaresma. Tem que ter todo ano, tem que ter o peixinho, né? Nós quem é mais pernambucano, nordestino, tá, tá na veia, né? Vocês conferiram então os relatos de quem veio até aqui no mercado municipal para garantir o peixe, o melhor peixe, mais fresco, com melhor qualidade. A dica é para que não deixe para em cima da hora para conseguir comprar o melhor peixe. Os pescados mais procurados por aqui são a sardinha, tilápia, corvina, pacu, além de filés de tilápia, salmão e merluza. Volto com você aí no estúdio. Muito obrigada ao Felipe pelas informações. está em muitas compras, então, de última hora. Bom, e a sexta-feira santa vai alterar também o funcionamento de vários serviços em Campinas que fecham ou terão o horário reduzido no feriado. A Defesa Civil terá atendimento 24 horas com chamadas por meio do telefone 199. A Guarda Municipal manterá a rotina de trabalho com o funcionamento 24 horas. O serviço poderá ser acionado pelo telefone 153. O mercado municipal funciona com horário reduzido na sexta-feira santa, das 7 da manhã à 1 hora da tarde. As feiras livres acontecem em horário normal, das 6 da manhã ao meio-dia. Já as feiras noturnas também acontecem em horário normal, das 5 da tarde às 10 da noite. O SEAMO, Centro de Referência e Apoio à Mulher, ficará fechado na sexta-feira, retomando o funcionamento normal na segunda-feira, das 8 da manhã às 5 da tarde. As praças de esportes ficam fechadas na sexta-feira santa, reabrem no sábado e no domingo, das 8 horas da manhã às 5 da tarde. Piscinas das praças de esporte funcionam das 8:30 às 11:45, reabrem às 2 da tarde e fecham às 4:45 da tarde. Os centros de saúde e policlínicas ficam fechados na sexta-feira santa e no sábado. Já os prontos socorros e upas funcionam normalmente todos os dias 24 horas. Aasa ficará aberta das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde na sexta-feira [música] e também no sábado das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde. Já o mercado de flores fica aberto na sexta-feira das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde e no sábado das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde. A torre do castelo estará aberta na sexta-feira das 10 da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 5 da tarde. e também no sábado e no domingo, das 10 ao meio-dia e da 1 da tarde às 9 da noite. O Centro Público de Apoio ao Trabalhador, o CEPAT do Centro fecha hoje às 4:30 da tarde e retorna na segunda-feira às 7:30 da manhã. Já os postos Agiliza Ouro Verde, Campo Grande encerram hoje às 4 da tarde e reabrem na segunda-feira, 6 de abril, às 8 horas da manhã. O feriado também altera o esquema de limpeza urbana. Não haverá coleta seletiva. Já a coleta domiciliar ocorrerá somente nos setores onde a coleta é alternada. A coleta hospitalar terá atendimento restrito aos grandes geradores. Já os ecopontos seguem abertos normalmente. [música] A varrição na cidade também seguirá o atendimento com as equipes de plantão. A unidade do Procompatempo estará fechada nesta sexta-feira, mas reabre no sábado. Neste período, o Procom Digital recebe normalmente o registro de reclamações no site procom.campinas.sp. [música] sp.gov.br e pelo aplicativo Procom Campinas. E a empresa municipal de Desenvolvimento de Campinas, a INDEC, vai prestar também apoio operacional durante as procissões da sexta-feira santa, que acontecem amanhã em vários bairros da cidade. Estão previstas cerca de 30 procissões com a primeira já hoje à noite na região central. Os agentes de mobilidade urbana vão atuar com bloqueios temporários, também sinalização e orientação no trânsito para garantir a segurança dos fiéis e também fluidez nas vias. A INDEC recomenda que, se possível, você motorista evite circular pelas regiões onde acontecem as procissões, principalmente nos horários das celebrações amanhã. Essas ações fazem parte da organização das atividades que antecedem o domingo de Páscoa. Agora meia 47, seguimos com as notícias da Metrópole. Isso porque um ano após iniciar uma parceria inédita com a filial chinesa da Escola de Música norte-americana Juliarde, que é considerada a mais influente do mundo no segmento. O Instituto Anelo, que oferece formação musical gratuita na periferia aqui de Campinas, vai voltar a enviar representantes para mais um intercâmbio de trocas de experiências na China neste mês de abril. Uma parceria internacional está levando a música da periferia de Campinas para o outro lado do mundo. Representantes do Instituto Anelo embarcam para a China em um intercâmbio cultural com uma das escolas de música mais prestigiadas do planeta, a Julia School. Alguns anos atrás, a gente conheceu um parceiro, que inclusive é um dos apoiadores financeiros dessa dessa viagem, que é o Stanley Ting. Eh, o Stanley ele tem um amigo que faz parte do conselho da Juliard na China, né? A Juliard tem um campus em Nova York e esse campus novo na China. Eh, e ele fez a ponte entre a gente e esse e essa instituição, né, através do Roby Ross, que é o a pessoa que faz a agenda, tudo mais, faz a gestão daquele daquele espaço, né? E essa não é a primeira vez que o instituto vive essa experiência. Depois da viagem do ano passado, a iniciativa mostra que a parceria continua rendendo frutos. Aí no ano passado, a gente já foi para lá a primeira vez. Nessa primeira visita, a gente passou alguns dias observando a sala de aula, entendendo como é que é o cotidiano deles. Eh, e aí também a gente teve a oportunidade de tocar e ensinar pros alunos deles, né, que foi muito, muito interessante. E, e foi essa visita que abriu as portas para essa segunda segundo retorno. Agora, de acordo com o coordenador de educação musical, essa nova experiência será fundamental para o desenvolvimento pedagógico da instituição. a gente dividiu em três grandes objetivos. Um deles é o pedagógico. Eh, esse objetivo pedagógico tem eh, bom, a principal o principal maneira que a gente quer fazer isso é fazer olhar para como eles fazem as coisas, como eles organizam as salas e tentar entender como a gente com a nossa realidade pode se pode se aproximar disso, né? Então isso tanto na Juliard quanto também na nas escolas em que a gente vai com quem a gente tem parceria, né? em que a gente vai visitar. A ideia é ir nesses lugares, observar, entender e também eh levar um pouco da reestruturação que a gente tá planejando para 2027, eh levar para eles e e tentar fazer o benchmark, né? Mostrar para eles e ver qual é a opinião deles dessa reestruturação, como eles olham para isso baseado na realidade que eles têm hoje lá nas escolas deles, né? Isso tô falando tanto na Juliot quanto no Conservatório de Tiandin que a gente vai visitar, quanto na Canadia International School e na Wellington College que são outras instituições de ensino que a gente vai que a gente vai visitar e trocar, né? Lucas destaca ainda que todo conhecimento adquirido deve ser aplicado em um novo projeto que pretende transformar o modelo de ensino do Instituto Anelo a partir de 2027. O que a gente tem observado é que a nossa comunidade tem tanta sede e tanta eh e tanto talento, né, que muitos dos nossos alunos querem dar o próximo passo, mas o que a gente oferece hoje não tem sido uma plataforma forte o suficiente para levá-los para essa próxima etapa, né? Seja fazer uma faculdade de música, seja eh frequentar um conservatório dos grandes conservatórios da região, ou seja ser se tornar um bom amador, alguém que toca na sua comunidade eh com grande qualidade, né? Então esse próximo passo eh eh para dar esse próximo passo, eles precisam de uma plataforma mais estruturada. E é isso que a gente tá tentando descobrir como fazer. Além de aprender, a proposta dos representantes é também apresentar um pouco da identidade brasileira para os chineses. Dentre todas as coisas que a gente vai fazer, a gente vai e tocar muita música brasileira, eu e a Júlia Toledo, que é a cantora que vai comigo, que é a nossa professora de coral. A gente preparou um concerto com aí quase 30 músicas de do repertório brasileiro que vai desde o chorinho, passando até por alguns temas de Vila Lobos, mas também bastante bossa nova, alguns sambas. a gente vai levar um pouco dessa cultura, que é algo que eles têm muita sede. Tanto que quando a gente aplicou para tocar na casa de jazz, eh, assim, algumas gravações da gente tocando música brasileira foi suficiente para eles fecharem a data com a gente. Eh, a gente também vai oferecer em uma das escolas a experiência de uma espécie de escola de samba, né? a gente vai pegar os instrumentos que eles têm na escola, eh, e fazer alguns ritmos brasileiros, não só o samba, mas pensando nessa ideia, né, de ritmos e instrumentos graves, médios e agudos, como é que a gente consegue aproveitar o que a gente já tem aqui nessa, nessas escolas de percussão para para levar para lá. também a gente vai fazer um com alguma com uma banda de uma das escolas, a gente vai tocar alguns temas brasileiros, eles já tocam alguns temas brasileiros, a gente vai tocar outros, ensinar outros temas para eles. Eh, e aí pros alunos que aprendem português nessa universidade chinesa, a gente pegou os fonemas que são mais complexos para para quem fala chinês eh aprender, né? Os fonemas portugueses que são mais complexos. E a gente fez alguns exercícios e vai levar algumas canções para ensinar eles no formato mais de coral, né? uma uma atividade bem focada com esse objetivo de desenvolver fonemas, essa musculatura do fonema, coisa e tal. [música] เฮ [música]