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Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque terça-feira, dia 21 de abril, é feriado nacional, dia de tiradentes. E aí, feriado prolongado, acaba afetando os horários de muitos estabelecimentos. Então confira o que abre e fecha na cidade. A Defesa Civil tem atendimento 24 horas com chamadas pelo telefone 199. A Guarda Municipal vai manter a rotina de trabalho com funcionamento 24 horas pelo telefone 153. O mercado municipal no sábado, dia 18, abre das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde. No domingo, dia 19, das 7 horas da manhã à 1 hora da tarde, na segunda-feira, dia 20, das 7 horas da manhã, às 6 horas da tarde e na terça-feira, dia 21, das 7 horas da manhã, à 1 hora da tarde. Os bares do Mesanino funcionam sábado das 11 horas da manhã às 10 horas da noite, domingo das 11 horas da manhã às 7 horas da noite, segunda-feira das 11 horas da manhã às 10 horas da noite e na terça-feira das 11 horas da manhã às 10 horas da noite. Feiras livres serão realizadas normalmente nos locais e horários de costume, das 6 horas da manhã ao meio-dia. Feiras noturnas realizadas normalmente nos locais e horários de costume das 5 horas da tarde às 10 horas da noite. Os bosques e parques da cidade abrem normalmente, incluindo o bosque do Jequitibá na segunda-feira, dia 20 de abril e na terça-feira, dia 21. Ele fecha para manutenção na quarta-feira, dia 22. As praças de esportes ficarão fechadas nos dias 20 e 21 de abril, segunda e terça-feira. A Torre do Castelo abre para visitação no sábado e no domingo, das 10 horas da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 9 horas da noite. Na segunda e na terça-feira, das 10 horas da manhã ao meiodia e da 1 hora da tarde às 5 horas da tarde. As unidades de saúde que abrem aos sábados funcionam normalmente no sábado, dia 18 e são eles: Centros de saúde do Parque Valença, Jardim Florense, Jardim Capivari, Santa Lúcia, Jardim Vista Alegre, União dos Bairros, Diqu, Santo Antônio, São Quirino, Jardim Aurélia e Aeroporto. Na segunda-feira, dia 20, todos os centros de saúde abrem com equipe reduzida. Na terça-feira, dia 21, ficam fechados. Pronto. Socorros e UPAs funcionam todos os dias 24 horas. Mercado de Ortifru. funcionamento durante o feriado, das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde. Mercado de flores funciona normalmente na segunda-feira, dia 20, no feriado de Tiradentes, dia 21, em horário especial, das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde. A área administrativa da SEASA encerra as atividades na sexta-feira, dia 16, e retoma na quarta-feira, dia 21. O posto do Procon no Poupatempo tem atendimento normal na segunda-feira, dia 20. Na terça-feira, dia 21, a unidade estará fechada. Uma iniciativa estratégica busca organizar e dar visibilidade ao trabalho das transcistas de Campinas e região. A ação pretende diagnosticar as necessidades reais da categoria através de um mapeamento inédito. Organizar e dar visibilidade ao trabalho das transcistas de Campinas e região. Esse é o objetivo de uma iniciativa encabeçada pelo Instituto Trançando Informação, que realiza um mapeamento detalhado para identificar essas profissionais e integrá-las à rede de economia criativa. De acordo com a fundadora Marcela Reis, o projeto surgiu a partir de uma vivência pessoal, depois que a filha dela sofreu um episódio de racismo na escola por estar com o cabelo trançado. Ela usava trança na escola, sempre usou, né? Eu faço trança. E aí um dia na sala de aula a professora fez uma brincadeira e não escolheu ela e ela se sentiu ali eh excluída e a professora não falou nada para ela e naquele momento ela chegou em casa chorando, falando que a professora não tinha colocado a mão no cabelo dela, não tinha chegado perto dela. E a gente foi entender o que aconteceu e a professora disse para mim que ela já estava com o cabelo lindo, que ela estava de trança. Só que naquele momento eu entendi que a professora não sabia também o que era a trança. Então eu fiz um projeto onde eu estou nas escolas hoje e também nas periferias dialogando o que é a trans. A proposta do Trançando informação é fortalecer identidades por meio do conhecimento e, principalmente transformar o trabalho técnico e cultural das transcistas em ferramentas de autonomia financeira. Olha, eu acho que essa questão precisa partir eh de uma discussão sobre eh financeiro, né? Como que a gente vai precificar, como que a gente vai identificar essas transcistas, como que a gente vai fazer uma rede de apoio para que elas tenham aí um, vamos dizer, um aporte financeiro, né? que a partir desse momento elas vão entender o que é o seio, o que é a regulamentação e como elas podem se beneficiar nesse processo. E você falou que a ideia do projeto surgiu a partir de um episódio de racismo que a sua filha sofreu. O intuito do projeto também é combater o racismo também, principalmente na questão da da mulher negra, né? Da autoestima da mulher negra, da criança, porque quem usa mais trança é são as pessoas negras e quem faz também são pessoas negras. Antes de se tornarem uma tendência estética, as tranças já eram usadas como forma de comunicação, identidade e pertencimento em diversas culturas do continente africano. Vai além de uma estética, né? Eu, por exemplo, gosto muito de trança porque é um processo hoje entendendo que a trança é um processo cultural, né? Um processo de resistência, mas para quem não conhece é apenas um uma transição. Mas a trança ela fala do algoritmo, né? É, foi um uma das primeiras linguagens que nós tivemos sobre algoritmos. Então, a gente precisa entender um pouco mais da onde que a trança vem. E mesmo ao longo dos anos e diante de apagamentos históricos, essa prática segue viva como expressão cultural e também como fonte de renda para muitas famílias, como a de Talita, que atua há mais de 20 anos na área. Que você mais gosta é nesse trabalho como transcista que você tá há mais de 20 anos? a variedade, a diversidade, que a mulher negra, ela pode ser o que ela quiser, a hora que ela quiser, pode usar o cabelo que ela quiser, a cor que ela quiser. Para Talita, o mapeamento pode contribuir para o reconhecimento do trabalho como uma arte e também para a profissionalização da categoria. As pessoas não vem que tenham gasto que é tempo, é tudo, é o local, é tudo. Tudo envolve o valor e as pessoas não entendem isso. Acho que é só vir, vai fazer trancinhas no cabelo dela e tá tudo certo. E você acredita que essa iniciativa de mapeamento pode ajudar no seu trabalho? Ah, com certeza. Vai dar mais visibilidade, vai valorizar bastante, vai profissionalizar bastante a um todo, sabe? Vai ser muito bom mesmo. Para participar, a profissional precisa preencher um formulário digital, relatando a trajetória e os desafios enfrentados no mercado de trabalho atual. A gente criar uma rede de apoio onde a gente possa dialogar quais são os desafios, entender onde elas estão, como que a gente consegue ajudar, principalmente mulheres que já têm essa profissão consolidada. Por exemplo, a Talita já tem essa profissão consolidada há mais de 20 anos, está na região central, assim como outras mulheres. Quais foram os desafios que ela enfrentou para estar aqui, né?