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E a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque neste último sábado aconteceu a abertura do Festival Artes pela Paz comerto da Orquestra Sinfônica de Campinas no Centro de Convivência de Campinas. O Festival Artes pela Paz foi idealizado pelo Instituto Casa Comum, uma organização não governamental sem fins lucrativos, constituído por indivíduos comprometidos com a ideia de que o planeta Terra é a nossa casa comum e que busca reduzir as desigualdades e promover a emancipação social, política, cultural e econômica das comunidades. A abertura do evento aconteceu no último sábado no Centro de Convivência Cultural. Um encontro que reuniu música, poesia, dança e artes visuais. O Instituto Casa Comum sempre trabalhou nessa linha de cultura, de paz, de bem viver. E o festival, a gente queria fazer uma coisa diferente. Queríamos fazer uma cultura de paz, mas que ela fosse sensorial, para que as pessoas sentissem a cultura de paz e não ficassem falando sobre a cultura de paz. Então essa foi a ideia e como a gente faz essa transmissão sensorial através da arte, que a arte transforma e as pessoas sentem ao verar a arte, né? Com tantas guerras acontecendo ao mesmo tempo, o presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, acredita que esta iniciativa simboliza o sentimento de que a paz precisa voltar a reinar em todo o mundo. Hoje é o ponto de partida, dois meses de atividades, fazendo com que as manifestações culturais, artísticas, de vários gêneros, todas simbolizem essa mensagem de pro mundo. Eu acho que a humanidade sempre viveu conflitos, mas nós estamos vivendo um momento muito perigoso. A guerra na Ucrânia, no Irã, conflito no Oriente Médio, Israel, Palestina, outros conflitos ao redor do mundo. Eu acho que a humanidade nunca precisou tanto de paz. Então, a gente participar aqui no Teatro do Centro de Convivência, que leva o nome de Teresa Aguiar, que dedicou a sua vida ao teatro. Mas hoje a manifestação artística, ela simboliza esse nosso sentimento de querermos ver a paz reidando do mundo, né? E paz é mais do que ausência de guerra. É isso aqui, é convivência, respeito às diversidades. E essa busca pela paz pode começar com cada um de nós. E o objetivo de todos nós aqui é acharmos que é possível através das nossas interações, construirmos uma cultura de paz, ou seja, isso depende de cada um de nós. Então aqui é quase como eh elevar a nossa alma, falar o coração das pessoas pra gente ter certeza de que cabe a cada um de nós eh fazer o papel para que a gente tenha uma sociedade com mais paz. Assim como em uma orquestra sinfônica que possui diferentes instrumentos musicais, o festival Artes pela Paz mostra que com todas as diferenças que existem é possível construir um mundo melhor e em conjunto. É isso. Olha só. É exatamente. Não teve discurso. A gente tá vendo e vai entrar mais. Vão entrar as caeiras das nascentes com seus tambores. Vai ter chuva de poetas com as poetas que estão aqui também e vai ter o espetáculo de dança com a Diane da Confraria da Dança. A ideia é essa. E vai ter espetáculo de projeção mapeada aqui também. É usar esse conjunto de linguagens porque a paz só só existe a gente harmoniza, né? A linguagem do coração, da cabeça e das mãos. Isso a partir de fala do de Francisco, porque esse é o grande problema da humanidade. A gente sente de um jeito, pensa de outro e age de outro. Esperamos fazê-lo todo ano e que ele vá se disseminando. Então, no próximo, por que não? Bares pela bares pela paz e criam normas de conduta, de respeito, alimentação, alimentação saudável. Isso é paz, é o que você joga para dentro. pais nas escolas que já definimos com a secretaria de educação. O ano que vem vai ser o tema principal da educação. A Orquestra Sinfônica de Campinas, sob regência do maestro Nelson Aires, realizou um concerto só de música popular brasileira. interessante porque eu sempre friso que a a orquestra de Campinas é a primeira orquestra no mundo a juntar ao seu repertório de música dita, né, Bethoven e Radi de juntar a música popular, a música popular do seu país, né? A orquestra sempre fez isso, ela é revolucionária nesse sentido e para mim é uma honra e um prazer tá mantendo essa tradição, fazendo hoje o concerto só de músicas popular brasileira, a melhor do mundo. Uma iniciativa que lotou o teatro de arena do centro de convivência e teve a aprovação do público. Eu acho que é uma iniciativa incrível. Acho que nunca foi tão importante fazer uma reflexão sobre a paz, a paz interior, a paz no mundo, né? E acho que a arte eleva o pensamento da gente para essa paz. Então, acho super importante essa iniciativa. Acho que Campinas precisa dessas atividades em comunidade, em sociedade. E acho que é uma reflexão importantíssima, em especial neste momento que a gente tá vivendo. Muito bacana a iniciativa, porque realmente a gente tá vivendo um momento, né, de guerra, de lutas, de fome e eu acho que é importante trazer essa reflexão, né? E nada como a arte para eh sensibilizar as pessoas, né? Então, a gente vai ter aí dança, música, eh tambores também me parece e as várias oficinas, né, artes plásticas, enfim, eu achei uma iniciativa muito bacana e até mesmo para utilizar bastante esse espaço aqui do centro de convivência que ficou fechado bastante tempo. Sher que é uma coisa bem legal para também conscientizar as pessoas que não é para ter guerra, essas coisas, é para ter mais harmonia entre todo mundo. Realmente foi uma bela apresentação e este concerto da Orquestra Sinfônica que abriu o Festival Artes pela Paz reuniu 4600 pessoas no Teatro de Arena Teresa Aguiar, no Centro de Convivência Cultural. A programação completa pode ser conferida no site institutocomum.org. O site completo está aqui embaixo da sua tela.