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Bom, a gente segue com as notícias da Metrópole, porque aqui em Campinas tem a exposição A falsa minoria da artista visual Aura, que fica lá na Casa da Cidadania, Casa Esperança. Essa amostra, ela permanece em Cartaz até o dia 27 de abril, tem entrada gratuita e é aberta ao público. O projeto conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo aqui da Prefeitura de Campinas. A Mariu se dedicou bastante, mandou super bem no trabalho de arte. Foi um trabalho muito da hora, porque falei do meu povo, né? que a gente da onde eu vim, da onde minha minha minha família veio e foi da hora, mano. Como surgiu a ideia de fazer esse trabalho? Eu fui escendo a figura lá e fui colando aqui. Aí deu tudo certo. Achei as duas peças igual, ó. E é difícil achar as duas peças igual. É, mas eu achei. Você aprendeu o que nessa oficina? Eu aprendi que a gente tem que ser humilde de coração e bom para com todos, né? Não é isso? Valeu, parabéns aí pelo trabalho. Amém. Em Campinas é realizada a exposição A falsa minoria da artista visual Aura na Casa da Cidadania Casa Esperança. A exposição A Falsa Minoria, ela visa dar visibilidade para os grupos marginalizados, né, que são denominados minorias, mas que na verdade compõem metade da sociedade brasileira. E sendo assim são minorias apenas em direitos básicos, como saúde, educação, lazer e cultura. E aí os trabalhos são feitos a partir da técnica de colagem, são todos materiais reciclados. Eh, são recortes de revistas, jornais, cola e tesoura. Basicamente também mediações culturais foram feitas. As atividades buscam promover o diálogo entre obra artista e participantes. Nós estamos fazendo duas mediações culturais, né, além da exposição, com as pessoas em situação de rua que participam aqui da Casa Esperança e o público principal da exposição também são eles. Bom, olha só, pessoal, que curiosidade interessante. Tudo é feito a partir de um material reciclado, como por exemplo, texto, fotos, imagens de jornais e revista, por exemplo. A falsa minoria começou a ser elaborada em 2020 a partir da vivência de aura como artista de rua. Eu me aproximei da população de rua através da minha vivência mesmo, né? Eh, sou artista de rua, tive 13 anos na rua. Ano passado, recentemente, comecei a me profissionalizar e agora eu tô do outro lado, né, como arte educadora. E a proposta é eles relatarem a vivência deles, arte livre, sem preconceito, não tem certo, não tem errado, eles colocarem pro mundo que eles são mesmo através da arte. A proposta é a gente criar obras parecidas com essas, né, através da colagem. E olha, trazer essa exposição para uma casa de acolhimento é uma escolha consciente. Dá essa essa visibilidade, né? Porque a exposição se trata de minorias e não tem como eu fazer a exposição num lugar onde essas minorias não podem alcançar. Aqui é um lugar que pode ser frequentado por todos, né? E geralmente as pessoas em situação de rua são vetadas de ocupar espaços de cultura tradicionais com museus, eh, enfim, galerias. E olha só, ontem aconteceu o leilão na sede da bolsa de Valores de São Paulo da licitação para a concessão do transporte público aqui de Campinas. O lote norte que abrange as regiões norte, oeste noroeste ficou sob responsabilidade do consórcio Grande Campinas. Já o lote sul das regiões leste, suloeste, sob responsabilidade da Sancetour Santa Cecília Turismo. O novo contrato de concessão é para os próximos 15 anos prorrogáveis por mais cinco. Inclui também o Pai Serviço, serviços nos terminais e estações do BRT, serviços de bilhetagem, gerenciamento e monitoramento operacional. Esta concessão prevê ainda uma frota renovada e menos poluente, com a adoção de no mínimo, 60 ônibus elétricos nos próximos anos. เฮ