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Olha [música] [música] só, a prefeitura mantém fechados os 25 parques e bosques municipais nesta quinta-feira. Campinas está em estado de atenção de acordo com o sistema integrado de Defesa Civil do governo do estado de São Paulo, com um acumulado de chuvas de 81,8 mm 72 horas. A medida vai ser reavaliada após 24 horas. Daqui a pouco tem a previsão do tempo. Para hoje não tem previsão de chuva. Amanhã pode ser que ela venha, mas pro fim de semana as instabilidades vão retornar. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole porque após passar por diferentes regiões do país e se consolidar como uma referência informação acessível no campo da moda, o projeto Moda Inclusiva está em Campinas. As atividades são realizadas no Centro Cultural Luís Braile e a reportagem é de André Aranha. O projeto Moda Inclusiva chegou em Campinas, no Centro Cultural Luiz Braile, com uma turma voltada exclusivamente ao atendimento de pessoas com deficiência visual. é muito importante porque assim, é uma fase de inserção deles na tanto na área no mercado de trabalho quanto na atividade do dia a dia. Uma pessoa com a deficiência visual que perdeu totalmente a visão, conseguir costurar alguma coisa, não só para ela, mas pra família ou pra comunidade, é muito importante, né? Isso faz com que ele retome o seu dia a dia, faz com que a sua rotina melhore e que sua vida não perca o rumo, né? Porque quando a pessoa acaba perdendo a visão, ela acha que acabou. a vida dela, isso não é realidade, né? Ela tem uma habilitação e uma reabilitação para ser feita. E essa oficina é muito importante nesse sentido. A coordenadora geral do Luiz Braile reforça que o convite é para toda a comunidade, incluindo as famílias dos nossos assistidos. Aqui, por exemplo, a gente tem uma das esposas de um assistido. Enquanto ele tá numa oficina, ela tá em outra fazendo atividade, mas é aberta a toda a comunidade. Bom, a iniciativa promove oficinas teóricas e práticas que estimulam a criação, também o desenvolvimento de peças adaptadas. Para a responsável pela condução pedagógica do projeto, a proposta vai além da formação técnica. A moda inclusiva requer verificação de categoria. Então, por exemplo, aqui eu trabalho com um deficiente visual. Então, a metodologia que eu preciso utilizar é uma metodologia de ah conhecer. Então, eles têm que tatear o que eles vão manipular. Depois que eles ten, eu ensino a as funções da máquina. Então, essa é a parte técnica, quais as funções da máquina. Depois a gente ensina a colocar o tecido na máquina e costurar a peça que eles querem fazer. A programação prevê debates e atividades sensoriais. A máquina pro deficiente visual tem algumas coisas muito boas. Eles ajudam na cognição porque tem que usar muito a cabeça para saber onde tá fazendo. Ajuda na audição, porque a máquina ela é chatinha. Se alguma coisa não tiver certa, ela muda o barulho. Com muita dedicação e competência, Francisca, que é deficiente visual, participa da oficina. Eu já fiz pano de prato, tô fazendo agora vental pro lado dos velhinhos, inclusive já tem um aqui quase acabado, só falta eu pôr a parte de cima. E é um aprendizagem muito bom, bom mesmo, de verdade. Vale a pena. Vale a pena, vale a pena tentar, porque, ó, é um sonho que tá sendo realizado, que eu tinha. É por aqui, gratidão. Fala mais alto. Eu sou baixa visão, tenho, enxergo 5% só e estou participando dessa oficina, que era um sonho meu, porque eu já fazia corte e costura, com a perda da visão, eu perdi essa essa chance. E eu quero agradecer, sou muito grata às pessoas que estão vindo aqui nos auxiliar, nos ajudar, porque a gente tem competência, mas precisa de paciência e de técnica pra gente poder se desenvolver. Então, eu sou muito grata ao pessoal que tá aqui nos ajudando e a vocês também que nos incentivam. Muito obrigada. Que Deus abençoe a todos nós. Projeto muito bacana mesmo aqui na cidade de Campinas. Meiodia mais 42 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quinta-feira. A gente continua nas notícias da metrópole, mas agora falando sobre emprego. É sempre bom, né? Atenção, você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que está atento neste fim de ano, às vezes quer mudar de área, preste atenção, porque o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas está com mais de 400 vagas disponíveis para hoje. Confira algumas delas. A vagas para açogueiro, agente de atendimento ao cliente, ajudante de carga e descarga de mercadorias, ajudante de motorista, analista imobiliário, assistente jurídico estágio, atendente de loja. Esta vaga é específica para pessoas com deficiência. Auxiliar de expedição, auxiliar de manutenção predial, camareira de hotel, empregada doméstica, monitor de câmeras de segurança, motorista de ônibus, operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins, projetista de móveis, técnico em eletromecânica e vigia. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadão.campinas.sp.gov.br. BR. A unidade do centro fica na Avenida Campos Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. A unidade Douro Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manoel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Ontem foi realizada a 25ª edição do prêmio Fundação FEAC de jornalismo. E a TV Câmara Campinas estava entre as finalistas. [música] Em um evento realizado em um cinema de Campinas, a Fundação FEAC conheceu os vencedores da 25ª edição do prêmio Fundação FEAC de jornalismo, que celebra o jubileu de prata da iniciativa. A edição deste ano bateu recorde de inscrições, totalizando 172 inscritos e 121 conteúdos submetidos por 87 profissionais, estudantes e representantes de organizações sociais. Foram distribuídos 50.000 em prêmios em quatro modalidades: jornalista, profissional de comunicação universitária e social, com 5.000 para cada vencedor. Na modalidade de jornalismo, as categorias premiadas foram fotojornalismo, impresso, online, rádio, televisão e cinegrafista. A imprensa ela ela é ela é um potente parceiro com a sua neutralidade, sua abordagem jornalística para trazer à tona temas que são importantes, que estão sendo discutidos e outros que não estão e precisam ser discutidos. Então, a gente vê os profissionais de comunicação, jornalismo e a imprensa como fundamentais na sua essência natural, da sua vocação, que é a sua missão social, de levar e democratizar a informação e mobilizar pessoas a partir dessas informações com cobertura, com a mais no momento de fake news, etc., pra gente falar o que ser dito. O tema desta 25ª edição do prêmio FEAC de jornalismo foi o desenvolvimento territorial, integrando esforços para alavancar transformações duradouras. A Fundação FEAC, ela tem um compromisso de contribuir com a com a superação da vulnerabilidade social. que a gente percebe muitas vezes Campinas é uma cidade muito rica, muito potente. Universidade de ponta, recursos, políticas públicas, empresas importantes. Quando a gente olha Campinas, a gente tem o risco de olhar pela média, entender que não há vulnerabilidade na cidade. E é muita vulnerabilidade. Uma cidade realmente próspera, que desenvolve, se desenvolve, ela tem que pensar não só um todo, mas os seus territórios. Tem muita potência nos territórios, não tem só desafios e problemas, tem oportunidades, criatividade e inovação. Então, a visibilidade dessas iniciativas, elas são importantes pra gente olhar para Campinas com toda as diversidade de Campinas. A TV Câmara Campinas foi uma das finalistas do prêmio na categoria televisão com a reportagem cooperativa Transforma Resíduo em Renda, feita pela jornalista Mirna Breu com produção de Pereira, imagens de Antônio Junqueira e edição de Ricardo Brunete, que contou a mudança no modo de trabalho da Cooper Bassoli, fundada por mulheres no Jardim Bassoli do distrito do Campo Grande. Eu acho que foi muito importante, porque geralmente a gente acaba se permeando por mostrar o que acontece de ruim. Então é importante também a gente mostrar como essas pessoas têm oportunidade de ressignificar suas vidas através, no caso aí do trabalho com a cooperativa de uma forma mais digna, com uma sede, um lugar coberto, agora com um pouco de maquinário. A gente sabe que tem muito para evoluir, mas é um grande caminho que cada território possa ser modificado a partir das suas bases. Mirana Breu, que ficou no segundo lugar, disputou o prêmio com outras duas jornalistas. Graziele Geronde da Band Campinas e Natália Henrique da Educa TV, que foi a grande vencedora com a reportagem Horta Comunitária de Campinas, é premiada por Semear Transformação Social. Primeiro prêmio na minha carreira de jornalista, uma honra e eu não teria conseguido sozinha, certamente televisão não se faz sozinho. Então eu agradeço a toda a equipe da produtora Rio Brasil Digital e da Educa TV por terem acreditado nessa reportagem. e por terem me ajudado a chegar até aqui. E agradecer também a confiança dos agricultores da Horta Comunitária do Jardim Florence, que gentilmente contaram suas histórias e contaram também como suas vidas foram transformadas por meio da horta. E para contagiar todos os presentes durante a premiação, uma batalha de rima foi feita pelo grupo Batalha da Raiz. E quando a gente se une revolução, vamos ingressar. Por isso que eu falo na verdade, um salve para o povo que vive em comunidade. Sim, um salve pro povo de comunidade. E eu falo dele sempre que faço meu free. Realmente é o poder do povo e da comunidade. Tem comunidade no palco de Iguatini. E no final da cerimônia, o presidente da Fundação FEAC falou sobre o tema da próxima edição do Prêmio, que vai ser Violência de Gênero, convivência em risco, futuro em jogo, caminhos de superação. O tema desse ano tem a ver com o bloqueador da da convivência saudável, o que impede uma comunidade ter um tecido social saudável, de boa convivência, que é a violência de gênero, né? Violência de gênero destrói vínculos familiares. Violência de gênero e cria medo. Medo não combina com uma convivência eh comunitária saudável. E nós temos uma série de iniciativas voltadas a atuar nessa área e queremos muito e a contribuição de toda a imprensa e séria de Campinas do Brasil. Lembrando que Campinas apresenta uma estatística bastante e triste nesse tema. A Campinas tá acima na média do Brasil, na violência de gênero. E e é e é e esse é o motivo da gente ter escolhido esse como tema para 2026. Ah, parabéns então a Mirna Abril e toda a equipe da TV Câmara Campinas por esta premiação. Então, [música] [música]