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[música] [música] A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque segundo o Instituto Nacional de Câncer, o Brasil deve registrar mais de 78.000 1 novos casos de câncer de mama por ano até 2028. Os dados acendem um alerta principalmente para a importância da prevenção. O diagnóstico de câncer de mama chegou na vida da contadora Fabiana Brito após ela notar algo diferente no seio, procurar atendimento médico e insistir. No meio da rotina, dos planos e da vida que seguia normalmente, ela precisou parar para enfrentar uma nova realidade. Na minha última mamografia de 2024, já tinha aparecido um nódulo de 1 cm que tinha sido diagnosticado como algo normal. Só que eu percebi que esse nódulo de 1 cm ele foi crescendo. E em junho de 2025 eu procurei eh novamente o médico para falar, né, me questionar sobre esse nódulo, que eu percebi que ele tava crescendo e fiz novos exames. Só que, infelizmente, os novos exames que eu fiz, eh, o resultado deu que era algo normal. Em setembro, o exame feito deu como eu não tivesse nada, era algo normal, só que aquilo tava me incomodando muito, começou a doer, começou me incomodar para fazer exercícios físicos. E aí voltei novamente no médico para questionar e aí ele me encaminhou para um mastologista e aí eu fiz novos exames e aí sim eu fui diagnosticada realmente com o tumor que era carcinoma nível três e veio o diagnóstico. Entre exames, consultas e incertezas veio também a força. A força para iniciar o tratamento, reorganizar a rotina e encarar o medo de frente. E devido à quimioterapia, ela precisou raspar o cabelo cacheado que tanto amava. É, cabelo, ainda mais para mulher cacheada, é uma coisa de identidade, né? A gente sabe que é um cabelo que demora mais para crescer, ele é demora mais para ficar no formato que a gente quer. E eu sempre fui apaixonada pelo meu cabelo. Então, assim, eu já cortei ele pela metade e hoje assim para mim tá sendo muito difícil, tipo, é uma coisa assim, uau, e agora? Como eu vou ficar sem o meu cabelo? Mas é algo que eu preciso fazer. Então não, eu tenho que lutar por minha vida e tenho também que me conscientizar que o que eu tenho por dentro é muito mais importante. Eu tenho que viver, eu tenho que me curar e esse é vai ser uma fase que eu vou ter que passar. E histórias como a de Fabiana t se tornado cada vez mais frequentes no Brasil. Primeiro, o diagnóstico tem sido feito com mais frequência. Depois a gente atribui a um outro fator que é o estilo de vida que a mulher vem vivendo, né? O estilo de vida da mulher moderna tem levado ao aumento de alguns fatores de risco para câncer de mama, como, por exemplo, ter poucos filhos, ter filhos mais tarde, não amamentar, uma menopausa tardia, uso de terapia hormonal, consumo de álcool. São todos fatores que estão associados ao aumento do desenvolvimento do câncer de mama e são todos os fatores que a gente tem visto na mulher de hoje. Então, além do diagnóstico, esses fatores de riscos embutido na vida da mulher. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer, o Brasil deve registrar mais de 78.000 novos diagnósticos de câncer de mama por ano entre 2026 e 202. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, o aumento dos casos está ligado a vários fatores e o envelhecimento da população é um deles. Nós sabemos que quanto mais se vive, mais o risco do desenvolvimento da doença, né? A gente pode perceber que no passado, principalmente na década de 60, 70, as pessoas morriam com 50, 60 anos. Hoje existe uma tendência a viverem 80 até 90 anos. e o tempo do desse desenvolvimento da doença, ela acaba tendo mais probabilidade de desenvolver, então acaba aumentando esse número. Porém, o médico mastologista faz um alerta sobre o aumento de diagnósticos também na população jovem. Claramente a gente tem percebido e as estatísticas têm mostrado esse aumento na na população jovem. Isso traz uma angústia, porque essa população jovem é uma população que ela tá fora do período que a se recomenda de rastreamento, né? Nós entendemos que eh provavelmente esse aumento na população jovem tem sido relacionados a esse estilo de vida que nós acabamos de conversar. A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas. Manter os exames em dia, observar qualquer alteração nas mamas e procurar atendimento médico ao menor sinal de alerta são atitudes que podem fazer toda a diferença. Façam também, claro, os exames anuais, mas não confie apenas nesse diagnóstico. Façam sua autoavaliação e qualquer sinal de diferença no corpo, insistam em saber o que é o diagnóstico disso. Façam uma biópsia. Percebeu alguma coisa? Insistam, porque nós que precisamos cuidar da nosso corpo, da nossa vida. A mulher tem que se atentar ao seu corpo, sentir a mama, se conhecer, porque a partir do momento que ela palpe alguma coisa na mama, ela sinta, ela deve procurar imediatamente o serviço de saúde, principalmente o mastologista. Uhum. E outra coisa, realizar os exames de rastreamento, no caso é a mamografia a partir dos 40 anos. Isso é disponibilizado no serviço público. Daqui para frente é foco na cura, eh, na força interior, na fé, no amor e seguimos em frente. O cabelo vai crescer. Eh, curti essa fase e é isso. A quaresma, aquele período de 40 dias que antecede a Páscoa, traz uma expectativa para o aumento nas vendas de peixe. A nossa equipe foi ao Mercadão aqui em Campinas conferir o movimento. A Quaresma é um período de 40 dias de penitência e reflexão no calendário cristão. A tradição católica, a abestinência de carne vermelha na quarta-feira de cinzas e nas sextas-feiras impulsiona a procura por pescados. No Mercado Municipal de Campinas, a expectativa é de crescimento nas vendas até a Páscoa. Geralmente é em 30, 40% o aumento na procura de pescados. Na semana santa há um pouquinho mais. O momento começa bem cedo, principalmente os idosos gostam de vir bem cedinho esperando o peixe chegar. Já escolhem já. Ah, 7 horas da manhã já tem gente esperando para comprar o vários. Com o aumento da procura durante a quaresma, a orientação dos comerciantes é simples. A melhor dica é comprar cedo. Assim o consumidor encontra maior variedade de pescados. A gente sempre fala, né? A dica é vir logo cedo. Até às 9 da manhã é um movimento ainda tranquilo. A partir das 10 até 1 hora da tarde tá o movimento tá um pouquinho mais. Eu aconselho que venham antes, sempre tem fila, a limpeza do pescado é uma limpeza mais demorada, né? Trabalho que demanda um pouquinho de tempo e os clientes assim às vezes não gostam de ficar aguardando da limpeza. Aqui no mercadão de Campinas, a movimentação no setor dos pescados já começou a aumentar. Entre as principais escolhas estão a sardinha e a tilápia. Este é um dos períodos mais aguardados pelos comerciantes do rambo. Sardinha, salmão, que o pessoal mais costuma comprar. Tilápia, pacu também, pessoal leva bastante. Aí a gente pega, prepara na hora, deixa prontinho e o pessoal leva o peixe. Na hora da compra, alguns cuidados podem ser decisivos para escolher o peixe mais fresco. A aparência e o cheiro também ajudam o consumidor a fazer uma escolha mais segura. Você tem que olhar essa guelra aqui que é vermelha. Ela tem que tá vermelha, não pode estar cinza porque aí já tá passado. Tem também a tem que dar uma olhada no olho para ver se tá claro e também tem que olhar a carne dele para ver se tá bem firme. Se ela tiver mole aí já não tá prestando. Aí você pode descartar. Tem que estar firme mesmo. Para os consumidores, a tradição religiosa e o hábito alimentar influenciam na escolha. Muitos aproveitam o período para manter o costume. Já tá comprando o peixe da quaresma? Sim. Qual peixe a senhora escolheu hoje? Eu escolhi o salmão e a saidinha. Qual receita a senhora vai fazer com essa cartinha com esse salmão hoje? Meu marido gosta de escables que fala, né? Que coloca é pimentão, tomate, cebola. Qual peixe escolheu? Pintado. É. A senhora é adepta da quaresma? Ah, sim. Católica, né? [risadas] Tá, já tá comendo peixe. Então, qual peixe vai escolher para quaresma? Ah, para quaresma ainda eu não não pensei. Talvez salmão. [risadas] E que receita vai fazer com salmão? Assado, né? Né? Mais fácil, gostoso, né? Sim. Para queso. Qual peixe escolheu hoje? Hoje eu vou levar uma sardinha só básico, mas semana que vem eu volto aqui de novo, né? Para levar o peixe melhor e também, né? Pro dia mesmo, né? O que para muitos poderia ser o vilão neste período, o aumento no preço dos pescados neste ano não se confirma. Comerciantes e consumidores relatam instabilidade no valor. E o que que tá achando dos preços do peixe esse ano? Tá tranquilo? É, parece que baixou, né? O ano passado, esse ano parece tá mais baixo, né? Isso é bom, né? A população agradece, né? Tá, mas também tá num preço muito bom. Esse ano a variedade de preços tá bem mais barato que o ano passado. Да. เฮ [música]