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[música] [música] Muito obrigada ao Felipe pelas informações. E olha só, a gente fala também da chuva aqui na região por conta do acumulado das chuvas nas últimas 72 horas. A prefeitura aqui de Campinas fechou hoje 19 parques e bosques também da cidade. São eles na região sul, bosque São José, também bosque dos artistas, bosque dos Guarantãs, Alagoa do Jambeiro, o Parque Ecológico Benevenuto Chile e também o Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, além ainda do Parque das Águas. Já na região norte estão fechados o bosque Parque da Mata, também o Bosque Silvia Brandão, Bosque dos Alemães, Bosque dos Italianos, o Parque Ecológico Emógenes de Freitas Leitão Filho e ainda a Pedreira do Chapadão. A mata de Santa Genebra na região norte também fechou hoje. As atividades previstas para hoje foram canceladas. No centro também estão fechados o Bosque Chico Mendes, Bosque da Paz, Bosque dos Jequitibás, o Lago do Café e ainda a lagoa do Taquaral. Já os parques das regiões noroeste e sudoeste aqui de Campinas permanecem hoje abertos normalmente. A gente segue com as notícias da metrópole. A inclusão de pessoas com síndrome de Down na sociedade passa por várias etapas, na escola, no convívio social e também no mercado de trabalho. Aqui em Campinas, uma instituição atua há mais de 40 anos para promover a autonomia e o protagonismo dessas pessoas. O CDE, Centro Síndrome de D, atua há mais de 40 anos em Campinas, promovendo inclusão e autonomia de pessoas com síndrome de Dal para que elas se tornem protagonistas da própria história. Protagonismo, a gente fala para eles ocuparem os espaços deles, estarem nas escolas, no trabalho, com os amigos, casar, ter namorado, morar sozinho, enfim, a independência, né? Protagonismo é eles estarem ocupando os espaços de verdade onde eles onde eles devem pertencer. A inclusão começa na escola. É nesse ambiente que crianças e jovens, além de estudar, aprendem também sobre convivência e desenvolvem autonomia. Aqui no SES a gente acredita que o pessoal, né, o pessoal que tá em idade escolar, eles têm que enfrentar frequentar escolas regulares, né, ocuparem seus espaços e aí estar entre os pares e entre pessoas diferentes. É aí que que gera o real crescimento, que tanto paraa pessoa com deficiência quanto paraa pessoa sem deficiência vai ser vai ser informações novas, vão ter pessoas novas para para conviver com novas experiências e novas dinâmicas. Então isso enriquece cada vez mais, né, tanto a pessoa com deficiência quanto a pessoa sem deficiência, porque no futuro eh isso comece na escola, se passe paraa comunidade, se passe para um trabalho e quando uma pessoa com deficiência chega ao mercado de trabalho, né, não seja uma surpresa para todo mundo e todo mundo meio que saiba como lidar com essa situação. O Centro conta também com um programa Emprego Apoiado, que atende jovens e adultos a partir dos 18 anos, com objetivo de promover a inclusão deles no mercado de trabalho. A gente tem um programa que chama emprego Apoiado, onde é uma uma metodologia internacional que a gente apoia tanto atendido, colaborador, empresas, gestores para para diminuir esse espaço, que às vezes a pessoa com deficiência ela quer trabalhar, a empresa precisa e quer contratar, só que eles não sabem onde procurar, com quem falar, de que jeito proceder. E aí o C tá nesse tá nesse meio para intermediar toda essa conexão para para fazer com que a pessoa no final de tudo, ela consiga realmente o emprego e e diminuir também as os obstáculos, né? Porque o CESD ele entra nas empresas, dá palestra, dá orientações para que no final todo mundo saiba como como proceder no dia a dia, na rotina, né? Tendo um colaborador com algum tipo de deficiência. Para a instituição, a família também tem um papel fundamental nesse processo. O apoio em casa pode fortalecer a socialização e a autoconfiança da pessoa com deficiência. O papel da família é primordial, que que se o atendido não quiser, se a família não quiser, a gente não vai para lugar nenhum, né? Então, precisa ter um tripé bem bem bem firme entre o colaborador, o atendido, a família e a empresa, que se que se todo mundo aí andar junto, né, resolver resolver que que vai dar o o vai gerar o protagonismo pra pessoa com deficiência, ela vai muito mais longe. Então, assim, é igual igual nós, né, que não temos algum algum tipo de deficiência, se a gente se a gente receber o apoio da nossa família, do nosso cônjugue, do nossa, dos nossos amigos, nossos familiares, a gente vai a gente vai mais longe. Com eles não é diferente também. Então, quanto mais apoio eles eles tiverem, mais longe eles vão ir. Inclusão de verdade acontece quando existe acolhimento, respeito e acesso à educação e também ao mercado de trabalho. Por isso, quando a escola está preparada, as famílias estão presentes e as empresas abrem as portas, o resultado transforma realidades. Antes de eu começar a trabalhar, a minha mãe, ela tinha muito medo que eu começasse a trabalhar, mas quando eu comecei a trabalhar, foi muito legal e foi uma experiência muito legal que eu queria muito. E você estuda também, né, Mayara? Qual o seu sonho? O meu sonho é eu sou formada em RH, fiz duas pós, gestão de pessoas e gestão de projetos. Tô fazendo a minha segunda graduação em serviço social e eu quero fazer eh educação especial. E o que significa para você ser independente, né? Trabalhar, estudar. Então, eu gosto de ser de ser independente, mas tem algumas coisas que eu não que eu não faço sozinha, que eu dependo da minha mãe e do meu pai. Mas as coisas das que eu faço sozinha, eu faço em casa, tipo, se minha mãe sai sozinha com meu pai vai no mercado em algum em algum lugar, eu esquento a minha própria comida, eu lavo a louça, eu arrumo a minha cama, eu cuido da minha da minha cachorrinha. Cássio tem 27 anos e trabalha como auxiliar de cozinha em um restaurante. Ele conta que guarda todo o salário para realizar um sonho. O salário eu guardo eu não quero mais gastar nada de toa. Eh, porque eu que tanto de cumprir apartamento, morrer sozinho com um lado de outra pessoa. É o nome lá, um apartamento vai ser Jardinho Panras. Eu quer morar sozinho para com outra pessoa. [música]