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7 horas mais 7. Se teremos um terceiro turno, eu não sei. O que eu sei é que agora sim, todos os portões foram fechados dos colégios eleitorais, já passamos das 7 horas da noite. Então, a partir de agora, a apuração está acontecendo no nosso país. Nós já temos, então, um avanço, né, tímido, pequeno, mas temos este avanço. Então vamos então aos resultados que nós temos até agora da porcentagem, né, do que temos aí de unas apurados, 1,51%. Luís Inácio Lula da Silva segue na frente, mas com uma margem menor, 52,27% diante de 47,73% de Flávio Bolsonaro. Vou acionar novamente a nossa repórter Mina Abreu. Incansável em torno desta informação segura até você. Ela está lá no cartório eleitoral, então se a mina já tiver condições, quero acioná-la novamente ao lado da EGL Prado. Então, Mina, seja bem-vinda novamente e boa noite com as últimas informações. Gabriel, estou de volta aqui justamente no quinto andar da justiça eleitoral em Campinas, onde fica a zona 379. Vou conversar novamente com a EG. Ely, nós tivemos aquela decisão do STE justamente, desculpa, do TSE, justamente sobre o fechamento, 19 horas. Enquanto isso, o que aconteceu aqui em Campinas? Nós tínhamos ainda urnas que continuaram funcionando de fato até às 19. Como, qual foi o procedimento? Em Campinas nós temos eh 253 sessões. Dessas sessões, apenas 15 continuaram a votação, ainda não haviam sido encerradas. Agora às 19 horas encerraram. todo o material estava vindo aqui pro, né, pra sede da justiça eleitoral paraa apuração. Então, enquanto isso, aquelas que realmente já estavam fechadas 5 horas, não existe, como você já havia dito, uma maneira de reabrir. Então, isso já foi transmitido. As mídias já estão transmitidas das anteriores. Sim, as mídias já estão transmitidas. Não há possibilidade de reabertura das urnas eletrônicas. Uma vez encerrada a votação, não é possível que ela seja retomada até uma medida de segurança dos dados que existem ali na ordem eletrônica. Também houve uma especulação se fosse foi possível usar em algum momento, por exemplo, a cédula eh manual ou isso foi descartado? Eh, não foi possível usar cédula, não é possível. A votação foi encerrada. Eh, eu reforço que eu havia dito anteriormente, em Campinas houve oferta regular de transporte público, inclusive gratuita. Eh, não houve prejuízo aos eleitores, não recebemos denúncias. Eh, a votação transcorreu de forma regular, tanto que às 17 horas 99% das nossas sessões estavam prontas para encerramento, tá? OK. Muito obrigada e uma boa noite. Boa noite, Gabriel. Então nós vamos aguardar, nós vamos até a zona 33 porque informação dessas 15 urnas que a EG menciona são 15 urnas de escolas da zona 33. 14 são da Escola Estadual Dom Barreto e uma do colégio Imaculada. Então nós vamos acompanhar e vamos voltar daqui a pouco a chegada das últimas urnas aqui à justiça eleitoral de Campinas. É com você aí no estúdio, tá certo? Muito obrigado, Miru, pelas informações. Tô só anotando aqui. Olha, essa frase por último da Eggle Prado, foi de fundamental importância. Em Campinas não houve prejuízo. Nós tivemos o transporte público de acordo com a EGL funcionando de maneira eh gratuita e isso foi muito importante. Então, esta informação, não houve prejuízo aqui na cidade de Campinas porque a gente sabe que houve relato em muitos outros municípios, por isso foi prolongado para 7 horas da noite, mas aqui na cidade de Campinas não houve este prejuízo. atualização. Portanto, nós temos, vamos estado por estado. Vou pedir aqui pra gente poder ir estado por estado neste resultado, porque é importante, né, a gente saber e como é que tá esta votação. Tá aparecendo aqui no meu rodapé, mas se a gente puder colocar na tela aqui, olha só. Então, nós temos 1,67% das sessões totalizadas. Neste momento, Lula, 52,12%, 1.82.535 votos e o Flávio Bolsonaro com 47,88%, são 994.418. É apenas início de votação. Prioridade para informação, já já para você que está nos acompanhando, eu vou estado por estado. Antes nós temos já o contato com o Dr. Reis, que é especialista em direito eleitoral, a quem eu já agradeço desde já a disponibilidade do tempo com a nossa equipe. Dr. Reis, o senhor já me escuta? Escuto. Sim. Muito obrigado pela oportunidade, muito obrigado pelo convite. É uma grande alegria poder conversar com a TV Câmara Campinas. Eu é que agradeço novamente a sua disponibilidade do tempo neste domingo à noite para poder explicar para quem está nos acompanhando, porque obviamente é motivo de muita apreensão e dúvidas, né, do que vai acontecer daqui paraa frente. Vamos só passar aqui, Dr. Reis, porque essa prorrogação aconteceu por conta de falhas no transporte público em muitas cidades. Foi isso? Vamos lá. Nós tivemos dois pedidos de prorrogação do período eleitoral no no na data de hoje. Um pedido da campanha do Flávio, que denoua aí algumas cidades nas quais os eleitores tiveram dificuldades de votar em razão de efeitos climáticos, né, problemas com chuvas, inundações, etc. E nós tivemos um pedido também da campanha do PT do presidente Lula, eh, fundamentado no fato de que algumas cidades, Salvador e e São Paulo não disponibilizaram transporte público para os eleitores. E aí, diante disso, a candidatura do PT requereu ou a prorrogação do período no Brasil inteiro, né? Então, num a gente tem um pedido em algumas cidades específicas e no outro a gente tem no Brasil inteiro. Primeiro ponto aqui que eu chamo a atenção, no Brasil nós temos um TSE, Tribunal Superior Eleitoral que é a justiça responsável por analisar questões envolvendo o pleito eleitoral. Essa decisão de prorrogação não foi do Tribunal Superior Eleitoral, ela foi do STF, tá? Então, o STF, na minha concepção jurídica, eh, deixaram de lado todo e qualquer eh ideologia partidária, o STF usurpou os seus poderes e interferiu numa decisão que caberia inicialmente ao TSE. Sim, o STF poderia ter analisado isso num segundo momento, mas num primeiro momento essa decisão caberia ao TSE e não ao STF. E o STF, então, por meio do ministro Crisanin, decisão monocrática, deferiu o requerimento feito pela campanha do PT e estendeu o período eleitoral por mais 2 horas no país inteiro. Fato que ocorreu quase que ao final do período eleitoral, tanto que uma série de sessões eleitorais não tomaram conhecimento dessa decisão h tempo. encerraram as votações antes mesmo de tomar conhecimento da decisão, gerando aí agora todo esse transtorno, essa confusão, essa insegurança jurídica que nós estamos presenciando na noite de hoje a respeito da apuração das eleições. Ô, Dr. Mas eh há uma tese aqui de que demorou muito para se tomar essa decisão, porque eh eu vi já pedido de prisão já perto da hora do almoço pro secretar eh para um membro lá na cidade de Salvador. Isso já estava acontecendo ao longo do dia. E depois veio relatos também da cidade de São Paulo. Devido à demora do TSE de tomar uma decisão, por isso o partido chegou até o STF. Essa é uma análise que a gente pode se fazer. Exatamente. Tem há há quem diga que o pedido foi feito no STF em razão da omissão do TSE, mas aqui é importante que se diga que talvez não houve uma omissão do TCE. Talvez o TSE entendeu que não era o caso de analisar neste momento da maneira que foi requerido, né? Eh, o simples fato do TSE não se manifestar prontamente, como esperavam as candidaturas ou a candidatura que requereu, não pode ser motivo ou fundamento para que se requeira eh um um atropelo das instâncias ou dos dos órgãos do poder judiciário uns sobre os outros. Mas sim, você tem toda a razão. Houve sim eh uma demora na análise. Essa demora na análise fez com que a análise que foi realizada pelo STF tenha sido feito tardiamente, gerando aí essa grande insegurança, essa eh essa grande dúvida, gerando essa grande desconfiança a respeito do pleito eleitoral de 2026. Até que ponto traz insegurança jurídica, Dr. Reis, essa questão do transporte público? Porque tem um lado daquela pessoa que fala: "Olha, eu fiquei esperando o transporte público em uma determinada cidade, de acordo com a EG Prado, chefe do cartório eleitoral, isso não aconteceu em Campinas, mas como foi algo nacional e acabou afetando, eu trago aqui este questionamento. Essa pessoa fala: "Fiquei no transporte público esperando, não aconteceu, não consegui votar". E aí, eh, eu vou trazer até aqui para, para o senhor analisar o Dr. Reis, uma nota, porque a mobilização é aqui, ó, discutida em grupos de advogados pela diversidade em São Paulo, falando sobre caso alguma medida seja necessária, proposta que seja aberto um novo dia de votação exclusivamente para quem não conseguiu votar hoje para garantir uma igualdade de oportunidade a todos. Existe essa possibilidade da pessoa falar não conseguir votar, não conseguir transporte público por conta desta igualdade, eu quero um novo dia? Cabe isso? Veja como que eu consigo comprovar que a pessoa que não votou na na no dia de hoje votou porque não conseguiu transporte. Eu não, eu não vejo essa possibilidade. Segundo, a pessoa eh não conseguiu transporte ou o transporte estava mais demorado, ela não quis esperar um pouco mais. O que que aconteceu exatamente para que se desse ensejo a essa decisão? Tudo isso carece de instrução processual, tudo isso carece de demanda probatória. Ou seja, não se pode simplesmente dizer que não havia transporte. Não havia transporte ou havia, mas estava demorado. Essa demora era uma demora eh aceitável ou era uma demora que não deveria ser aceitável? A pessoa que não votou hoje, ela não votou porque ela de fato não conseguiu votar, porque ela de fato não quis esperar. Ela tava na cidade, não tava na cidade. Eh, tem gente, por exemplo, que viajou hoje. Essas pessoas que viajaram hoje diante de um de uma situação como essa, elas podem dizer: "Ah, eu não tava viajando, eu queria votar, não consegui por causa de transporte". Veja, tudo isso demanda de instrução probatória, demanda a análise do fato concreto. A gente tá discutindo uma situação que que merece e que precisa de uma análise pontual e específica a partir de um argumento genérico, percebe? E e quando a gente trata de uma questão desse tipo, dessa desse dessa natureza, dessa envergadura, a gente não se tratar de uma maneira tão ampla como essa, senão a gente não vai ter fim nunca, senão a gente vai ter essa discussão eterna, percebe? Então, me parece que abrir esse precedente é algo que para a democracia é muito perigoso. Dr. Reis, na sua primeira resposta, você falou aqui que tanto a candidatura do Flávio Bolsonaro quanto a do Lula pediram a prorrogação por motivos diferentes, né? Nós tivemos problemas no sul do país e tivemos esses problemas já relatados aqui no estado de São Paulo e também no estado da Bahia. Corre algum risco desta eleição ser anulada juridicamente? Tem como provar que houve um prejuízo? Sim, eu que sim que há risco de anulação do segundo turno de 2026 por conta da insegurança jurídica que isso gerou no pleito eleitoral. Por exemplo, eh quando essa decisão foi proferida, algumas urnas já estavam até encerradas. um grande colégio aqui na cidade de Campinas, já tinha até encerrado a votação e algumas pessoas chegaram ali para votar diante da informação que poderiam votar até às 19 horas e elas foram impedidas de votar porque as urnas já estavam encerradas. A própria decisão do STF, do ministro Cristiano Zarin, disse que se as urnas já estavam encerradas, encerradas estão e que prorrogaria apenas somente as urnas que até então não haver não estavam sendo encerradas. Ou seja, tudo isso somado, essa insegurança jurídica, essa incerteza das razões que levaram essa prorrogação, a e essa consequência de impedir alguns de votarem em detrimento de outros que poderiam votar por pelo simples fato da sua sessão está aberta. Sim, eu não tenho dúvidas que isso pode sim levar à anulação das eleições, pode sim levar o requerimento de anulação das eleições da candidatura que se demonstrar derrotada nas próximas horas. Enquanto o Dr. Reis dá as explicações, nós estamos vendo algumas imagens diretamente do cartório eleitoral. Olha aí, chegando, né, as mídias, chegando as UNAS. Então, nós estamos acompanhando em tempo real eh a chegada dessas últimas urnas, né, do colégio Dom Barreto, eh também do Jaim Crates, estão as últimas urnas chegando até o o cartório eleitoral. Dr. Reis e o STF, portanto, ele esclareceu que essa prorrogação valeria para sessões que ainda estavam abertas. Essa diferença de tratamento entre as sessões eleitorais é juridicamente adequada? Não, aí eu vou te dar uma opinião, tá? Na minha opinião, não. Não é adequada essa esse tratamento diferenciado dos eleitores. Se eu prorrogo o período eleitoral até às 19 horas, eu entendo que todos aqueles que não votaram até às 17 deveriam poder votar até às 19. Mas o próprio STF, sabendo que a decisão que foi proferida e da maneira que foi proferida, não teria a eficácia esperada para tentar salvar ali a decisão e não permitir algum tipo de crítica, fez a ressalva de que, havendo encerramento das urnas, essas urnas encerradas estão e que, portanto, se prorrogaria apenas estão somente as que estavam em abertas, fazendo, evidentemente uma diferenciação do eleitor. minha concepção. E agora eu dou uma opinião pessoal, eu entendo que não não é adequada essa diferenciação de eleitores. Tem como a justiça eleitoral garantir que os votos das urnas já encerrados sejam preservados e contabilizados normalmente, porque se encerrou às 5 horas, ficou aberto até às 7 horas. E esses votos aí, questionamentos que sempre vão aparecer. É o que ocorreu o seguinte, algumas urnas foram encerradas às 17 horas, como é o horário previsto em lei. Então, essas urnas que foram encerradas 17 horas, já foram encaminhadas para apuração do Tribunal Superior Eleitoral e esses votos já estão computados. Tanto que muito antes da da decisão ser ser eh amplamente divulgado pelos órgãos de imprensa, já havia eh sido divulgado alguns resultados no site do próprio Tribunal Superior Eleitoral. Agora, encerrada a o o as eleições mais urnas às 19 horas. Agora, esses votos das urnas que foram encerradas vão ser somados as urnas que foram encerradas no período protocolar e o e a apuração vai prosseguir normalmente. Ô, Dr. Reis, na sua avaliação e o episódio de hoje ele revela uma falha pontual de organização ou expõe aí uma uma lacuna das regras que disciplinam aí o processo eleitoral brasileiro? Respeitosamente, eu não entendo que há lacuna. O que eu entendo que houve no caso de hoje foi realmente uma interferência do poder judiciário no caso do STF no âmbito das eleições, coisa que a gente tem visto no hoje essa interferência do poder judiciário em uma série de de fatos e uma uma série de atos e uma série de situações em que o poder judiciário no primeiro momento não deveria se se intrometer. Então, na minha modesta opinião, o que o que a gente viu no no no dia de hoje foi mais uma vez um poder judiciário, vamos chamar de proativo, né? tomando decisões, tomando à frente de situações que, em tese, o poder judiciário não deveria ter ter tomado. Até porque, veja, eh se o que deu ensejo a essa prorrogação foi o problema de transporte público em São Paulo e em Salvador, isso tudo deveria, obviamente ser apurado, ser verificado, eh até para saber seente de fato houve esse problema, né? Veja, imagina que amanhã ou depois na instrução processual se verifique que não houve nenhum tipo de problema com o transporte público São Paulo e Salvador. Não estou dizendo aqui que não houve, tô conjecturando contigo. E aí nós prorrogamos então por mais duas horas o período eleitoral em razão de quê? Percebe? Então, eh eh penso eu que o o STF nessa situação talvez tenha proferido uma decisão um pouco afobada, sem necessariamente tomar aí os cuidados que deveriam ser tomados em situações de normalidade. Pra gente poder encerrar, Dr. Reis, como é que o senhor espera o dia de amanhã? Como é que vai ser essa segunda-feira? Já vai começar o terceiro turno? Pois é. Pois é, o que o que infeliz agora é, independentemente daquilo que for sagrado vence hoje, nós temos aí 4 anos pela frente de golpe, narrativa de interferência, narrativa de fraude. Infelizmente a democracia, independentemente de quem for sagrado vencedor na notícia, perdeu muito. Dr. Reis, muito obrigado novamente pela disponibilidade do seu tempo. As informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador que tá acompanhando essa situação, tá querendo este resultado, que se defina logo, né? E certamente nós vamos fazer então esta apuração que agora está caminhando e depois a gente discute aqui o que vai ser feito em forma. Fica aberto as suas considerações finais e já faça um convite pro senhor retornar à nossa programação, porque é muito bom conversar com pessoas que têm credibilidade e com informações corretas. Eu te agradeço demais pela oportunidade, pelo convite. Para mim é sempre uma alegria muito grande conversar com a TV Câmara Campinas. Eu tô absolutamente 100% à disposição de vocês. Sempre que for necessário, quiserem, tô aqui à disposição. Basta me chamar e eu estarei aí com vocês. Muito obrigado. Tá certo. Eu que agradeço o Dr. Reis conversando com a gente ao vivo, falando sobre essa possibilidade de judicializar, portanto, este processo eleitoral no Brasil. por conta dessas questões. Bom, vamos fazer o seguinte, então. Vamos estado por estado. Tô devendo isso pra gente poder ver, né, como é que está essa situação no nosso país. Resultado eh do Brasil e resultado estado por estado. Tá acompanhando aqui embaixo, mas eu peço pro pessoal da direção colocar aqui na minha tela, por gentileza. Olha só, 5% das urnas apuradas segue voto a voto. Muito complicado. 51,16% a 48,84%. O Lula na frente com 3.218.387 votos e Flávio Bolsonaro com 3.72.721 votos. Tá uma disputa ali e muito parelha. E olha só, para você que está nos acompanhando, a gente tem aqui do lado uma projeção. Há uma projeção que dá a vitória pro Lula neste momento 53,9%, hein? A projeção a partir de 15%. Então, já nós vamos aqui com esta projeção que antes do início tava dando Flávio Bolsonaro, até por conta, né, das pesquisas eleitorais, daqueles partidos que estavam apoiando eh o candidato da direita e agora neste início o Lula abrindo com uma certa eh vantagem. Bom, vamos estado por estado agora pra gente poder ver essa questão aqui, eh, que eu acho que é muito importante pra gente poder analisar. Olha só a arte que nós temos. Então, no primeiro turno, no Acre, o Flávio Bolsonaro teve 64,56%. Até aqui o Lula tem 36% e o Flávio Bolsonaro com 63%. Lula crescendo 7%. Em Alagoas, o Lula venceu com 53 54,73% e neste momento ele está com 65,28%. Nós temos um acréscimo para o Lula de 10%. No Amapá, o Lula teve 45,71 contra 45,67. foi o estado mais apertado. Neste momento a diferença é muito grande com o Lula 70% e o Flávio Bolsonaro com 29%. O Lula crescendo 24%, portanto, no Amapá até agora. No Amazonas no primeiro turno, Lula teve 48,23% e o Flávio Bolsonaro 45. Neste momento, 50,62 para o Lula, 49,38. Cresceu mais o Flávio Bolsonaro do primeiro para o segundo turno. Na Bahia, 66% para Lula, 28 para Flávio Bolsonaro. Cresceu o Lula neste momento com 71,84%, um crescimento de 5,7%, lembrando que é um início de apuração nesses estados. No Ceará, Lula com 63% e agora com 65. Crescimento maior do Flávio Bolsonaro, que saltou de 3127 para 3420. Distrito Federal foi 38 a 51 a favor de Flávio Bolsonaro. Neste momento, 45 Lula, 54 Flávio. Crescimento maior do Lula, diminuindo essa diferença. No Espírito Santo, 37,76% para Luís Inácio Lula da Silva, 54 Bolsonaro. Lula 42,70 e o Flávio Bolsonaro com 57. Crescimento do Lula de 4,8%, diminuindo essa diferença. Em Goiás, Lula teve 31, Flávio 53. Lula crescendo 10 pontos neste início de apuração com 41%, Flávio Bolsonaro com 58. Temos mais estados no Maranhão. Lula, 63% saltou para 67,79 até agora. Crescimento de 3,8%. No Mato Grosso, 29% Lula, 65 Flávio Bolsonaro. Neste segundo turno, crescimento de 10%. Ó, percebe eh, nesses estados que nós temos aqui na tela, o Lula cresceu mais que o Flávio Bolsonaro em todos eles. No Mato Grosso do Sul, Lula cresceu 7,9%. Em Minas Gerais, que é sempre um estado determinante, o Lula cresceu 6,1%. Neste momento, em Minas Gerais, 50,56 para Flávio Bolsonaro, 49,44%. tá ali muito disputado em Minas Gerais. No Paraná, o Lula cresceu 7,3%. Na Paraíba, o crescimento do Lula foi de 7,4%. No Pará, crescimento do Lula de 5,6%. Em Pernambuco, a atualização para você perceber que é em tempo real. O Lula cresceu 10% do primeiro para o segundo turno e no Piauí o crescimento do Lula foi de 7,8%. Nós temos mais estados para nós podermos comparar. No Rio Grande do Norte, o crescimento do Lula foi de 10,4%. Aí no Rio Grande do Sul é a inversão. O Flávio Bolsonaro cresceu 9,4% e até aqui no Rio de Janeiro chama a atenção também porque era o estado que deu 5339 para o Flávio Bolsonaro. Mas olha a ampla diferença agora, 65 contra 34%. E é um colégio eleitoral que é importante o Rio de Janeiro. Então, Flávio subindo 12%, mas nós temos 0,11% apurado, ainda muito no início. Rondônia, subida do Lula de 10%. Em Roraima, subida do Lula foi de 18%, diminuindo a vantagem do Flávio Bolsonaro. Santa Catarina, a subida do Lula de 17%, ele teve 25 no primeiro turno, 42 no segundo turno. Chama a atenção Santa Catarina porque sempre é uma diferença muito grande a favor de candidatos da direita e o PT com o Lula indo muito bem neste estado. Em Sergipe, o Lula cresceu 6%, início de votação. Em São Paulo, 9,4% a favor de Lula. Primeiro turno também é um colégio eleitoral pra gente poder prestar atenção. Primeiro turno teve 51,93 para Flávio Bolsonaro e 38,20% para Lula. Neste momento, 61.43 43 para Flávio, 38,57 para o Lula, um crescimento de 9% de Flávio Bolsonaro. E no Tocantins, 43 a 50 no primeiro turno. Neste momento, uma inversão, o Lula vencendo no estado 50 a 49. Então, muito bacana eh essa arte que nós temos para nós podermos comparar, né, estado com estado. Aqui eu tenho também o comparecimento, tá? 8,8% das sessões, nós temos muito parecido com o parecimento, só que maior neste segundo turno, né? A gente sempre fala dessa questão de abstenção que poderia definir ou não a eleição. O eleitorado ele compareceu a mais neste momento. Até aqui nós temos 79,98%. No primeiro turno, nós tivemos um comparecimento de 78,92%, então 1% a mais neste momento. A abstenção no primeiro turno foi de 21%, neste momento está em 20. Os votos em branco, 1,84%, neste momento abaixo com 1,01. E os votos nulos 2,93%. até aqui 1,96, menos votos em branco, menos votos nulos e um comparecimento maior. Então, eh isso é importante pra gente poder analisar. A abstenção caiu em relação a 2022, também é uma informação importante dos eleitores que não foram votar. Sim. Então, olha só, 20% caindo agora para 19,9%. Só explicando para você que está nos acompanhando, esse Zez é o que o Tribunal Superior Eleitoral coloca de informação, tá? Então, dando aí, ó, quem foi mais votar, Distrito Federal com 17,3% e depois 55,19%, quem mais faltou no Distrito Federal? Voltando então aqui para o resultado geral. Diferença vai caindo de Lula para Flávio Bolsonaro. 9,99% das sessões totalizadas. Nós temos o Lula com 50,48%. Recebeu até aqui 6.314.616 votos. E o Flávio Bolsonaro recebeu até aqui 49,52% com 6.194. 350 votos. Então nós temos uma disputa aí com menos de 200.000 votos. É atualização em tempo real, chegando aí a 10% das urnas apuradas. Nós temos uma vantagem ainda do Lula, mas que vai caindo conforme as urnas estão sendo apuradas. Nós temos resultado também para governador. Aqui em São Paulo já está definido, mas em outros estados ainda não. Então vamos aos estados que nós temos aí o segundo turno, começando pelo Amazonas. Vamos ver como é que tá essa disputa no Amazonas, porque nós tínhamos o Omar Aziz como favorito e vai se configurando este favoritismo. 55,28%, ele recebeu até aqui 453.463 votos. vai sendo eleito governador do Amazonas, 37,62% das sessões totalizadas, enquanto a professora Maria do Carmo com 44,72%, 366.000 votos é a diferença até aqui. Nós temos disputa também para governador no Acre. Vamos ver esta atualização. Nesta projeção, o Omar Aziz, 64,6% tem aí esta vantagem de projeção. Vamos continuar esta atualização eh estado por estado, porque nós temos o segundo turno no Acre, no Distrito Federal, no Espírito Santo, Rio Grande do Norte e também Tocantins. Então, no Acre, nós temos a Maila Assis com 67,40%, recebeu até aqui 86.000 e o Alan Rick com 32,60%. Então a Mais do PP, ficando então com o governo do estado do Acre até aqui. Distrito Federal 64,7%. Também de acordo com as pesquisas, a Celina Leão era a favorita e vai se configurando de acordo com a última pesquisa, um número que bate. Ela recebeu até aqui 57%, Leandro Graç 42%. 636.000 votos contra 470. Vamos para o Espírito Santo aqui na região Sudeste. Vantagem apertadíssima de Lorenzo Pasolini, 52,50%, 118.000 votos contra 107.000. Olha isso, 11.000 votos apenas. É a diferença dos dois candidatos 52 a 47 do Lourenzo diante do Ricardo Ferraço. Vamos para o Rio Grande do Norte. Também temos uma disputa que tem tudo para ser apertada e de fato está 14% das urnas apuradas. Cadu de Lula vai sendo eleito o governador do estado neste momento com 52,45%. recebeu até aqui 154.000 votos e o Alisson com 140.000, apenas 14.000 votos é a diferença entre os dois. E o último estado que tem a disputa para governador é no Tocantins, a disputa entre a professora Dorinha contra o Vicentinho Júnior. Não tá aparecendo para vocês aí de casa, mas eu tenho aqui, ó, a professora Dorinha com 45,52 e o Vicentinho Júnior com 43,94. Esse é o resultado do primeiro turno, os resultados em instantes, portanto, pra gente poder definir aí os governadores também dos estados. Urnas atualizadas 12,23%. Luís Inácio Lula da Silva segue na liderança. A atualização 50,23 contra 49,77%. 7.957.471 contra 49,77% de Flávio Bolsonaro. Então, olha só a diferença que nós temos. Olha que bacana que é este mapa. Onde você acompanha em vermelho é onde o Lula está vencendo. Onde está em verde a vitória de Flávio Bolsonaro? Neste momento, Flávio Bolsonaro lidera em 16 estados e o Lula lidera em 11 estados. O Lula no Norte tem Pará e Amapá e na região Nordeste vai vencendo em todas. Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Tocantins de Flávio Bolsonaro. E aí, Flávio Bolsonaro liderando no norte, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, no Centro-Oeste com Mato Grosso, em Goiás, no Distrito Federal e também no Sudeste com São Paulo, Mato Grosso do Sul, Par e aí já no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no Sul com Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Então, interessante ver essa disputa que tá caindo. 50,12 pro Lula, 49,88 para Flávio Bolsonaro. Geralmente nas últimas eleições a gente via diferente, né, o candidato da direita saltando muito alto e depois o Lula encostando. Tivemos um início completamente diferente. Foi o Lula na primeira colocação e agora é o Flávio Bolsonaro que vai chegando. Olha só, 50,05 a 49,95. É voto a voto. Nós temos a eleição mais apertada da história, certamente. E nós temos também uma projeção. Chegando a 15% a gente mostra esta projeção. Vamos fazer o seguinte, mais um rápido intervalo, tempo de só tomar uma água e a gente volta fazendo esta atualização em tempo real pra gente saber quem vai ser o presidente do nosso país e vamos acompanhar mais uma vez, estado por estado essa diferença para saber qual candidato tá crescendo mais em um determinado estado. Cobertura especial da TV Câmara Campinas nestas eleições. Fique com a gente.