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o plenário da casa de leis recebeu um amplo debate sobre educação integral no último sábado e que contou com a presença de professores da rede Municipal de Ensino e de universidades federais e estaduais o seminário foi uma iniciativa da comissão permanente de educação e esporte presidida pela vereadora Guida Calisto a parlamentar que já exerceu a função de monitor infantil reforçou a diferença entre educação integral e ucação de tempo integral a gente quer que a educação que aquela criança aquele aluno possa desenvolver toda a sua integralidade né não ali depositado jogado de qualquer jeito mas não que ele possa produzir educação produzir cultura mesmo e se integrar em todos os processos educativo de acordo com o que é de direito aos nossos alunos isso porque a educação integral é uma concepção que compreende que educação deve garantir o desenvolvimento dos indivíduos em todas as suas dimensões intelectual física emocional social e cultural e se constituir Como projeto coletivo compartilhado por crianças jovens famílias educadores gestores e comunidades locais durante o evento foram abordadas três temáticas distintas divididas entre passado presente e futuro a a primeira mesa de debate trouxe como tema a história e o surgimento do conceito de educação integral a professora da Unicamp uma das participantes da mesa propôs a seguinte reflexão a formação humana integra a educação integral a educação integral eh ela não tá localizada na simplesmente na discussão de aumentar a lógica produtivista do desempenho acadêmico das crianças nas avaliações externas e nem tamp pouco uma educação integral para se configurar como uma uma educação assistencialista né o assistencialismo ou o melhor desempenho ele pode ser uma podem ser consequências mas a educação integral e a relação com a formação humana estão localizadas num outro lugar e aí a gente retoma todas as as eh as defesas do Paulo Freire né um humanismo para não coisificação e a educação que a gente tem nessa perspectiva Liberal né meritocrática é a coisificação das pessoas que estão no cotidiano da escola é a coisificação não só das crianças mas também dos jovens adultos professores gestores a segunda mesa apresentou uma análise crítica sobre a educação integral em Campinas a partir das experiências de professores que atuam nas escolas municipais representando a secretaria de educação do município o professor e também pesquisador da área destacou os aspectos negativos e positivos quanto ao modelo de sistema integral eu penso que a nossa fragilidade é nós não termos até esse momento uma efetiva política pública de educação integral no município né porque nós só teremos isso a partir do momento que nós tivermos uma legislação que efetivamente crie isso que tivamente implante isso e nós não temos e a nossa potencialidade eu entendo que é toda a movimentação que a gente vem desenvolvendo nos últimos anos em especial aquilo que nós produzimos em 2000 me ajudem com as datas se eu errar porque muita gente né que participou desse movimento está aqui aquilo que nós produzimos a partir de 2019 que foi o caderno curricular temático de educação integral da nossa rede não é porque é público tem que ser uma escola feita de qualquer forma não a gente tem que acabar com essa dicotomia com essa né diferença de uma escola para para ricos que vai ter condições inclusive de prestar um vestibular e passar no vestibular e uma escola né que é para pobre que é somente para quem para formar força de trabalho e força de trabalho precarizado né Por fim os especialistas da terceira mesa falaram sobre as perspectivas da educação integral para o futuro o pedagogo do Instituto Federal de São Paulo inclusive encerrou ou o seminário com um questionamento como pensar essa formação no modo de produção capitalista a questão sempre foi formar para o trabalho e preencher o tempo ele fala que a educação integral hoje como ela tá organizada no Estado de São Paulo em qualquer estado no próprio estado brasileiro né porque segue as diretrizes do MEC ela é uma educação para o não trabalho porque a gente tá num processo de pração do trabalho então ele fala o seguinte que se você defende educação integrada você tem que defender uma educação uma educação integral você tem que defender uma educação revolucionária ou seja lutar para que a gente tenha uma educação qualificada mas mais direito mais estado e mais serviço mais bens para para a população pobre trabalhadora