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Por iniciativa do vereador e presidente da Câmara Municipal, Luís Rossini, a primeira parte da 19ª reunião ordinária de 2026 debateu a importância do dia municipal do sistema Brail. Na ponta do lápis de hoje, você vai conferir como utilizar o consórcio como uma ferramenta de organização financeira. Olá, boa tarde. Semana começando. Segunda-feira, 13 de abril de 2026. Inicia agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número está aqui embaixo da sua tela, 97829377. Ou você tem a opção de enviar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmera Campinas. Você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal e a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Pacientes do Sistema Público de Saúde da região de Campinas passam a ter acesso a uma tecnologia mais avançada para o diagnóstico e acompanhamento de doenças, principalmente o câncer. A novidade está em funcionamento no HC da Unicamp. O HC da Unicamp inaugurou uma nova área de medicina nuclear. O destaque é o novo aparelho Spect CTCT, o primeiro instalado na América Latina em um hospital público com a tecnologia baseada em detectores CZ, CADMelúrio. E esse equipamento, o Spec CT CZT, então ele traz uma tecnologia que é realmente o estado da arte e em medicina nuclear, em imagens para cintilografia e spec CT. Um grande diferencial dele em relação aos equipamentos anteriores, que até então a gente tinha um equipamento com dois detetores que giravam ao redor do paciente. Agora não. Agora nós temos detetores eh 360º ao redor do paciente. Então isso traz uma precisão de imagem muito maior, uma rapidez muito grande. É, e isso é muito importante, né, pro para um hospital de SUS como o nosso, porque a capacidade de você conseguir fazer muito mais exames e com uma precisão e uma resolução tão boa quanto ou até maior que os anteriores, né? Além da precisão, a tecnologia também reduz o tempo de exame e o uso de radiofármacos, garantindo mais conforto aos pacientes. O sistema ainda conta com inteligência artificial para gerar imagens em 3D de corpo inteiro com maior qualidade. né? Os equipamentos de imagem em geral mais modernos vem com essa com esse recurso e isso traz uma eh uma avaliabilidade muito melhor na movimentação desse equipamento, na hora que o operador tem que preencher a página de aquisição para fazer as aquisições. Isso ajuda também na resolução das imagens. Então você muitas vezes você consegue usar uma quantidade de radiofármaco menor e a mesmo assim mantendo a resolução ou até melhorando a resolução. Então essas ferramentas inovadoras elas ajudam a cada vez mais e você até expor menos o paciente à radiação. Com o novo equipamento, o Hospital de Clínicas passa a contar com uma das tecnologias mais avançadas do segmento da medicina nuclear no país. Um avanço que deve impactar diretamente no diagnóstico e tratamento de doenças, principalmente em pacientes oncológicos. Esse equipamento, ele é capaz de fazer todos os tipos de cintilografias. Então a gente faz imagens para ver funcionamento cerebral, coração, os rins, mas ele realmente tem uma aplicação muito significativa na oncologia. Eh, em medicina nuclear agora se fala muito da palavra teraganóstico e esse equipamento ajuda nisso. Então, o que é o teragóstico? Eh, eu vou fazer imagens com radiofármacos e esse mesmo radiofármaco, né, que é uma molécula ligada a uma a um radioisótopo que emite radiação, eu faço primeiramente o mapeamento do corpo para detectar onde estão os tumores, onde estão as metástas. Em seguida, eu pego esse mesmo radiofármaco, essa mesma molécula, só que agora eu ligo no isótopo porque é capaz de destruir a célula tumoral. Então aí eu injeto novamente no paciente, mas aí quando esse radiofármaco entra dentro da célula tumoral, ele destrói ela. Então isso é um uma medicina de precisão absoluta. Eh, e isso é um grande ganho pros pacientes oncológicos. O Spect CTCT foi adquirido com investimento de mais de R$ 8 milhões deais através de recursos da FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e de Emendas Parlamentares. É importante a gente lembrar, então foram a junção principal de duas verbas, né? Então, foram emendas parlamentares captadas com deputados federais e também uma outra parte importante que foi um grande projeto de pesquisa da FAPESP, né, um CEPID que é o câncer tera. Então, com a junção dessas duas verbas, tornou isso possível. E além disso, a verba da pesquisa também ajudou a gente a equipar o nosso serviço. Além desse equipamento que nós estamos vendo aqui, nós também colocamos um quarto terapêutico para esses pacientes poderem receber essas terapias e ampliamos a nossa radiofarmácia, que é o coração da medicina nuclear, é onde são preparados essas moléculas pra gente poder fazer o diagnóstico e o tratamento dos pacientes. Segundo a coordenadora do Serviço de Medicina Nuclear, o novo espaço inaugurado também contribui para a área de pesquisa. O HC da Unicamp, ele tá dentro de uma grande universidade, né, a Universidade Estadual de Campinas, que é a Unicamp. E é muito importante, né, que a gente faça novas pesquisas. Então, esse equipamento vai ajudar nessas novas pesquisas, em especial do Câncer Terra, que é esse essa pesquisa conquistada aí. junto à FAPES, mas também outras pesquisas que possam vir. E essas pesquisas em geral, nós estamos focando no descobrimento de novos radiofármacos, de novas moléculas ou de novos usos de radiofármacos que já existem, com foco especial em câncer. Mas um equipamento como esse, a amplitude para pesquisa é gigantesca, porque a gente pode ir muito além do câncer, apesar de envolver radiação, o que pode gerar medo e receio, a Dra. Bárbara afirma que o equipamento é seguro e não traz riscos aos pacientes. Isso é uma questão muito importante pra população e eh saber também, né? Porque em medicina nuclear a gente mexe com quantidade de radiação muito pequenininha. Então, apesar da gente injetar esses radiofármacos na corrente sanguínea, eles são muito fisiológicos que a gente fala. Então, são moléculas que imitam o funcionamento do corpo ou imita o funcionamento cerebral, eh, eh, emita o funcionamento do rim, do tumor, pra gente fazer a marcação do tumor e com uma radiação muito pequena. Então, para vocês terem uma ideia, não existe eh eh efeitos colaterais, efeitos adversos com os radiofármacos, né? Então, a gente nem se preocupa com pacientes com alergia, por exemplo. E claro, né, serviços como esse, eles têm que tá totalmente de acordo com as legislações nacionais, né, da da CEM, da Autoridade Nacional Nuclear, com Anvisa. Então agora também com essas adequações que a gente fez no serviço, ele tá totalmente adequado, então é extremamente seguro. Meio-dia mais 9 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque hoje é segunda-feira, é dia de reunião ordinária, a 20ª do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os sete projetos que estão na pauta. Estou aqui, ó, com o site aberto, é o campinas.lege. legge. E um desses projetos que será discutido e votado é um projeto de lei complementar de autoria da prefeitura que estabelece mudanças nas regras para o comércio ambulante aqui da cidade. A proposta altera uma lei de 2024, vai atualizar o marco regulatório das permissões do uso de espaços públicos por ambulantes. As novas diretrizes do projeto envolvem desde a concessão de permissões até penalidades e critérios de organização urbana. Entre os principais pontos está a proibição de que um mesmo permissionário possua mais de um ponto de comércio, medida que, segundo a justificativa do projeto, pretende ampliar o acesso às oportunidades de trabalho no setor. Outro eixo da proposta trata da transferência das premissões. A transferência só pode ocorrer após um prazo mínimo de 3 meses da concessão ou da última transferência. Além disso, o permissionário que transferir o ponto fica impedido de solicitar nova autorização pelo período de 2 anos. Quer ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados? É só entrar aqui, ó, campinas.sp.lege. E você consegue acessar aí na íntegra todos os projetos. TV Câmara Campinas transmite ao vivo a 20ª reunião ordinária a partir das 6 horas da tarde. A gente segue aqui com as notícias do legislativo porque a inclusão de pessoas com deficiência visual foi tema da primeira parte da 19ª reunião ordinária. O presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, junto com autoridades discutiram os efeitos da lei 15891, que reconhece a importância do sistema Brail. Por iniciativa do vereador e presidente da Câmara Municipal, Luís Rossini, a primeira parte da 19ª reunião ordinária de 2026 discutiu os efeitos da Lei Municipal de número 15.891 de 2020, que inclui o dia municipal do sistema Braile no calendário oficial de Campinas, data celebrada anualmente em 8 de abril. Essa lei foi instituída, foi aprovada por uma iniciativa minha, uma lei da minha autoria, junto com o ex-vereador Jorge da Farmácia, que a época era presidente da comissão de pessoas com deficiência da Câmara. E tá no corpo da lei que no dia municipal do sistema Braile, 8 de abril, os setores públicos e privados poderão realizar eventos destinados a reverenciar a memória de Luiz Braile, divulgando e destacando a importância do sistema Braile na educação, habilitação, reabilitação e profissionalização da pessoa cega por meio de ações que fortaleçam o debate social acerca dos direitos da pessoa cega e de sua plena integração na sociedade, que promovam a inserção da pessoa cega no mercado de trabalho, que difundam orientações sobre a prevenção da cegueira e também difundam informações sobre a acessibilidade material da pessoa cega à informação, à comunicação pela aplicação de novas tecnologias, que incentivem a produção de textos em braile e que promovam a capacitação de profissionais para atuar na educação, habilitação e reabilitação da pessoa cega, bem como na editoração de textos em Brail. Estiveram presentes no debate o presidente do Centro Cultural Luiz Braile, Benedito João Bertola e Eline Cristina, coordenadora geral do Instituto. Esse sistema Braile, a importância dele para a pessoa com deficiência visual e baixa visão. Através desse sistema Braile, ele tem a combinação de 63 combinações, onde que dá a possibilidade de nós de visuais a ler e escrever, se interar no na educação, na comunicação. E por isso agradeço mais uma vez o Rossine por essa parceria que nós do Centro Cultural junto com a presidência colocamos aqui o Câmara Braide. Já são 100 edições para que possibilitam a pessoa com deficiência visual vir aqui participar, saber o que tá sendo discutido, dando essa oportunidade, fazendo essa inclusão social. Só temos que agradecer a casa em nome do Rossino. E a importância também é das escolas, do poder público, tá sempre divulgando o sistema Braile, mostrando a importância dessa leitura, dessa escrita para a pessoa com deficiência. No Centro Cultural Luiz Braile, hoje nós temos várias atividades. Uma delas é a pedagogia, né? Nós temos uma pedagoga que é a Fabiana e ela ensina a escrita Brail. Então quando a pessoa vem pro centro cultural Braile ele vem, a gente costuma dizer que ela vem naquela fase do luto, porque imagina você dormir enxergando e acordar cego, que é isso que a diabetes faz, né? Então a pessoa acorda cego, ela acha que acabou, não tem mais o que fazer e o que ela vai fazer da vida dela? E aí ela vem, a gente trabalha esse luto através dos nossos assistentes sociais, psicólogos, né? Trabalha esse luto, começa a incluir eles nos grupos de atividades e uma das atividades é a escrita Brail. Então ela vai desenvolvendo o tato, ela vai vendo, vai aprendendo que cada bolinha ali o que significa, até que ela vai formando letras. E é muito interessante porque às vezes acontece de uma pessoa chegar e falar assim: "Eu não vou conseguir". E aí no final do ano a gente faz uma atividade, fala assim: "Cadê o meu manual para mim ir pra cozinha porque eu vou fazer a minha receita?" Segundo o presidente da Câmara, o legislativo tem adotado diversas iniciativas de inclusão. Uma delas em parceria com o Centro Cultural Luiz Braile, que possibilita que pessoas com deficiência visual tenham acesso à pauta das reuniões ordinárias. O boletim é disponibilizado na recepção do plenário e contém a descrição e a explicação dos projetos que serão analisados, além de informações da casa, com textos em braile e também em letras maiores, possibilitando assim a leitura tanto por pessoas cegas quanto por aquelas com outros níveis de deficiência visual. Tem 100 sessões em que o Centro Cultural Luiz Braile imprime a pauta das sessões em Braile, permitindo que uma pessoa com deficiência visual ou cega possa saber o que que a Câmara tá votando, acompanhando e se sentir cidadão, né? É, é um estímulo também o exercício da cidadania. A Câmara tem adotado várias ações de inclusão. Essa é mais uma delas, graça, obviamente, essa parceria com o Centro Cultural Luiz Braile, projeto de lei da vereadora Guida Calisto quer transparência e o acompanhamento das filas de espera do SUS em Campinas para consultas, exames, cirurgias, procedimentos e internações eletivas, garantindo mais informação ao paciente e evitando alterações indevidas na fila. A vereadora Guida Calisto protocolou um projeto de lei na Câmara Municipal de Campinas que propõe normas de transparência, direito à informação, controle social e monitoramento das filas de espera do Sistema Único de Saúde na cidade. A medida vale para consultas e exames especializados, também cirurgias e procedimentos e internações eletivas. Na verdade, esse projeto de lei é para que a gente possa ter o maior controle social, principalmente sobre todos os procedimentos que acontecem no Sistema Único de Saúde. Tem uma questão que é muito séria, que é com relação às cirurgias eletivas, cirurgias de especialidades. Eh, existe uma fila, muitas vezes as pessoas não sabem, fila, exame médico, consulta com especialidades. A população fica há muito tempo aguardando, esperando ser convocado. Há pouco tempo eu tive a notícia de uma de uma de uma pessoa, né, uma mulher que estava 7 anos aguardando a cirurgia de tireoide. Ainda, segundo a vereadora, a falta de informações é algo muito grave. Ela pede transparência. Se uma pessoa fica tanto tempo assim aguardando uma cirurgia, se o médico diagnosticou a necessidade de uma cirurgia, é porque precisa ter uma intervenção o quanto antes, né? E se essa pessoa fica tanto tempo assim aguardando, corre o risco dessa doença, dessa patologia avançar. E nesse sentido as pessoas não sabem em que lugar que ela tá da fila, quando ela vai ser chamada, quando ela vai ser convocado. Então isso coloca uma insegurança muito grande. Então nesse sentido, nós protocolamos esse projeto de lei para que a população de Campinas possa ter o controle de saber essa fila, o tamanho dessa fila, quantas pessoas estão na sua frente, em que lugar da fila ela está, qual que é previsão de atendimento, né, de exames, de cirurgias, enfim, eu tenho recebido muita demanda sobre essa questão. Então, a nossa preocupação é que essa fila precisa andar, a população precisa ser atendida, mas também precisa ter transparência para que ela esteja sendo respeitada no lugar que ela tiver na fila ou quando de fato ela será atendida. A proposta relata ainda que os conselhos de saúde e as associações de defesa dos usuários precisam de ferramentas mais robustas para o acompanhamento da regulação assistencial, assim como a disponibilização de um painel público com indicadores. A gente nunca sabe, né, que lugar que a pessoa tá, a pessoa sabe, o médico receitou que tem que fazer um exame. E, por exemplo, tem doenças como câncer, né? O câncer, tem câncer que são mais agressivos, tem câncer que são menos agressivos, que são mais lentos. Muitas vezes a pessoa entra na fila para fazer determinados exames e fica lá aguardando, esperando. Aí quando a pessoa vai fazer já tá avançado essa patologia, essa doença. Então a gente precisa desses instrumentos, né, instrumentos telemáticos, inclusive, para que a gente possa ter acesso para saber em que lugar que a pessoa tá, quem se alguém passou na sua frente, porque passou de repente, né, aconteceu de alguém que tá com uma situação mais grave, a necessidade de passar na frente, mas a pessoa vai saber o motivo que passou na frente. Ah, tá com câncer agressivo, se não tiver uma intervenção logo, ela vai morrer. Aí sim. Agora, a gente nunca sabe, né, se é o jeitinho, é, é o quem indica, é o amigo que tá lá, não. A gente precisa ter transparência nisso. Projeto de lei, de autoria do vereador Herbert Ganém, quer incentivar o silêncio em locais públicos para evitar desconforto e crises sensoriais em pessoas com transtorno do espectro autista. A proposta prevê a instalação de placas em diferentes ambientes da cidade. Um projeto de lei protocolado na Câmara Municipal, de autoria do vereador Herbert Ganém, prevê a instalação de placas, pedindo silêncio em respeito a pessoas com transtorno do espectro autista em locais de atendimento público ou de grande circulação, como escolas, unidades de saúde e espaços culturais. Essa ideia chegou ao gabinete através de demandas de pais, né, de crianças com autismo, eh, dizendo assim, ó, tem lugares que a gente que a gente vá no setor público, seja ele lá numa secretaria de escola, no no Cras, onde onde a gente vai, a gente tem dificuldade no ambiente ali, porque às vezes tem muito barulho, né? Então tem pessoas que vão naquele naquele naquele departamentos ali e caus como começo a conversar um pouco alto ali. Então, a gente quer o quê? aonde tem tiver atendimento para quem tem o transtorno do espectro do autismo, a gente quer que seja fixada uma placa solicitando silêncio, né, das pessoas que estiverem ali naquele ambiente. E eu digo até por mim mesmo, às vezes a gente vai em algum lugar, nossa, um barulho terrível, a gente não consegue às vezes prestar atenção. Eh, querem chamar a gente às vezes, né, tá na na na entrada ali, seja do posto de saúde, onde for, e tá aquele aquele aquele barulho ali, acaba o quê? E além de também nos atrapalhar também no atendimento, acaba também quem tem, né, o autismo fica incomodado com aquela situação e o setor público tem que atender todo mundo. Então a gente tá pedindo que sejam fixadas essas placas, né, que seja ali no posto de saúde, CRAS, escolas também na na recepção das escolas para que ali quando a pessoa chegar é que nem no hospital, né? Então quando você chega lá no no hospital tem uma plaquinha silêncio, que as pessoas que estão ali estão com dores, elas não querem ouvir barulho, né? Então, se você está para ser atendido, você chega ali no seu local, aguarda ser atendido, porque ficar ali, né, fazendo às vezes uma conversa, alguma coisa, um som alto. De acordo com o parlamentar, as placas devem trazer a mensagem: ambiente silencioso, respeite as pessoas com tea e a medida busca conscientizar a população sobre a importância desse cuidado que pode evitar desconforto e crises sensoriais em pessoas autistas. Às vezes precisa de informação. Tem pessoa que tá em um ambiente, ela também não sabe, né? Ela tá ali, começa a conversar com a outra, escutar celular alto, toca, né? Hoje em dia. Então, colocar o celular para vibrar, mas para que a pessoa, né, tenha esse pensamento, porque não aparece o pensamento dentro de nós, assim, nós ten que fazer silêncio onde eu onde eu estou, né? Às vezes você vai na igreja também, não tem nem silêncio na igreja. Hoje em dia as pessoas querem falar, né, mexer no celular, né? Então, enfim, mas tessa placa, né, alertando, avisando, olha aqui nós atendemos pessoas com terra e nós precisamos que tenha silêncio na sala. Então, acredito que a pessoa olhando pra placa ali, ela vai entender e vai acabar fazendo silêncio ali para que todo mundo seja atendido eh da melhor forma possível, respeitando todos. Rebert Ganém também destaca que está aberto a ouvir as demandas de pessoas que lutam pela causa autista. Tudo que a gente coloca em prática, todas as leis que a gente coloca em prática, né, aqui aqui na na pela luta da causa autista, são vocês que que me enviam aqui. Gosto muito de ouvir a população, porque a população tá ali no dia a dia e trazem as demandas pro vereador aqui. Eu protocolo e a gente luta por isso. Meio-dia mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira e olha só, no quadro Passou Pela Câmera, você acompanha agora como foi a tramitação do projeto que criou o programa de microflorestas urbanas. Acompanhe. Hoje o passou pela Câmara mostra uma iniciativa que está transformando áreas urbanas de Campinas em verdadeiros refúgios verdes. Vamos falar do projeto de lei complementar 551 de 2025 que regulamentou no município o programa municipal de adoção de microflorestas urbanas, o PAMU. O projeto foi aprovado pela Câmara em 2025 e regulamentado em 2026 e permite parcerias entre a iniciativa privada e o poder público paraa transformação de áreas urbanas em microflorestas. A meta é transformar 200 pontos de Campinas em refúgios verdes que melhoram o clima, entre outros benefícios. Você conhece hoje no Passou pela Câmara toda a tramitação do projeto. O projeto passou pelas comissões de meio ambiente, política urbana, defesa dos direitos humanos, igualdade racial e cidadania, administração pública e de finanças e orçamento da Câmara Municipal de Campinas. Todas deram por unanimidade parecer favorável ao projeto em novembro de 2025. Antes, uma audiência pública foi realizada em maio de 2025 pela Comissão de Meio Ambiente para discutir a proposta com a população e representantes da Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade e com o secretário municipal de serviços públicos, Ernesto Paulela. O projeto foi aprovado em primeira discussão e votação em 11 de agosto de 2025 e segunda discussão e votação em 3 de novembro de 2025. A lei entrou em vigor em 24 de novembro de 2025 e foi posteriormente detalhada por decreto em 10 de março deste ano que estabeleceu o programa de adoção de microforestas urbanas. O vereador Herbert Ganém, relator da comissão de meio ambiente, falou sobre a tramitação na Câmara Municipal. A gente sabe que o nosso planeta hoje está mudando, né? A mudança climática está aí e nós precisamos tomar providências o quanto antes. Aqui a nossa região aqui era da Mata Atlântica. Tem Mata Atlântica, né? foi muito desmatado. Então a gente precisa fazer de novo esses plantil de árvores que é importante, que é o nosso oxigênio que a gente tem que eh respirar, é a vida no planeta Terra que a gente tem que cuidar e importantíssimo para nós, paraa nossa sobrevivência. Então essa lei vem aí dar um respaldo para que isso aconteça, seja efetivo, porque nós políticos passamos, não? Então, a gente quer que essa lei eh eh seja aí eh seja feita, né, seja concluída extensamente para toda a vida, né, se for possível, porque a gente precisa que essas árvores sejam plantadas, essas florestas, a tem muito desmatamento, então a gente precisa rever essa situação. Então essa é uma proposta muito positiva que veio do executivo e nós aqui da casa aprovamos. A ideia das microflorestas tem como objetivo uma concentração grande de árvores num espaçamento menor, geralmente dois por um, para que elas se juntem mais e se autoprotejam, não é? Eh, o grande objetivo da microfloresta é primeiro capturar o carbono da atmosfera. eh proporcionar abrigo para a micro e a pequena fauna, pássaros principalmente, né? Porque elas dão frutos, alimentos, água para que a pequena fauna sobreviva. A primeira microfloresta foi feita aqui no Taquaral, no balão do cartódromo, né, onde foram plantadas 2100 árvores. Nós já plantamos 24 microflorestas e completando 32.000 1000 mudas de árvores. O programa visa a implantação de 200 microflorestas até o fim de 2028. O foco está nas regiões com menos árvores e temperaturas mais elevadas, como os distritos do Ouro Verde e do Campo Grande. Bom, o critério de escolha são espécies da mata nativa, especialmente da mata atlântica. Essas árvores todas são produzidas no viveiro municipal da prefeitura, do departamento de parques e jardins. São criadas até 2 m, 2 m e pouco e aí são replantadas nas microflorestas. As principais são o Jectibá branco, o Jectibá rosa, o Guarantã, o Guatambu, o Palmulato, entre um número aí que chega a 50 espécies diferentes. O programa permite que empresas adotem áreas degradadas para criar microforestas com espécies nativas, cuidando do plantil e manutenção por cerca de 2 anos. É tudo tem que criar regras também para poder realizar, né? Quero fazer um plantil de árvores em determinado local. Tem local que não pode, né? Você ali não tem condições. Eh, o terreno é inapropriado, vai atrapalhar o trânsito. E a gente sabe, né? Tem parques que são fechados porque às vezes tem aquele momento de chuva e a árvore pode cair em cima de alguém. Então, a gente tem que evitar isso também no futuro. É, são vários problemas que a gente vai ali, a gente debateu aqui muito isso. Como que será isso? Então, para quem não sabe, então você pode aí, você pessoa jurídica, associação de bairro, né? Ah, eu quero adotar um determinado terreno que eu possa ali fazer um plantil de árvore, uma rotatória também. Tudo isso é feito junto com a INDEC, né? Questão de trânsito. Muita gente pergunta: "Ah, mas vai plantar árvore na rotatória? A gente não vai conseguir enxergar nada? Primeiro que eu não fico olhando do outro lado da rotatória, é quem vem na rotatória. Então são debates importantes que tem que ser feito com a população para que entenda, né? Hora de balançar as redes porque Ponte Preta e Guarani entraram em campo no fim de semana. No sábado, a macaca recebeu Vila Nova e segue assonte Preta chegou pela primeira vez em cobrança de escanteio. A zaga do Vila não conseguiu afastar e Brian Borges tentou de bicicleta, mas o pneu tava meio murcho, fraquinho. Aos 24 minutos, Ryan começou a calibrar a perna esquerda. Essa ele arriscou da intermediária e Diogo Silva fez bonita defesa. A macaca respondeu neste contra-ataque puxado por Potker, mas chegou na área sem força, bateu fraquinho. Aos 33 minutos, Elvis cobrou falta com perfeição e Potker não conseguiu cabecear. Que chance! E sabe o ditado, né? Quem não faz, toma. Aan agora com o pé calibrado, recebeu na direita, cortou para o meio e bateu no cantinho de Diogo Silva, que não alcançou. 1 a 0 Vila Nova. Aos 42 minutos, Kevson cruzou, Brian Borges cabeceou, mas novamente sem força. Aos 5 minutos, Podt saiu cara a cara com Elton Leite e perdeu mais um gol. Que fase do Potker. Rafa Silva bateu com o estilo e Diogo Silva evitou o segundo. Aos 12 minutos, Brian Borg chapelou o zagueirão, finalizou sem deixar a bola cair, mas Elon Leite evitou o golaço. Aos 47 minutos, a Ponte até balançou as redes, mas o VAR chamou o árbitro que viu o toque na mão de Luís Felipe. Então, gol anulado, ficou nisso. No Moisés Lucarelli. Ponte Preta zero, segue sem vencer. Vila Nova Invicto um. Ah, se não pagar os salários, dificilmente a Ponte evita um novo rebaixamento. Já caiu no Campeonato Paulista e faz o mesmo caminho na Série B. A equipe já é limitada tecnicamente e a diretoria não cumprindo com a obrigação. A série C é questão de tempo. E hoje o Conselho Deliberativo da Ponte se reúne para a prestação de contas da atual gestão e a votação da peça orçamentária das finanças da macaca. Amanhã a gente traz aqui a votação. Dentro de campo. A ponte volta a jogar no sábado, 8:30 da noite contra o Havaí lá em Florianópolis. E ontem no domingão, o Guarani fez o dever de casa, venceu Volta Redonda em noite que só valia golaços. O Guarani começou a pressão com Guilherme Cachoeira que jogou na área. Luca cabeceou e a bola tirou tinta da trave. João Paulo esperto roubou a bola. Herbert recebeu livre na direita e acertou a rede, mas pelo lado de fora. Hebbert tentou mais uma e essa o zagueirão tirou praticamente em cima da linha. As emoções ficaram reservadas para o segundo tempo. Rebert sempre ele foi driblando, mas parou no goleirão. Até que aos 9 minutos o Volta Redonda saiu jogando errado. Rebert agradeceu e do meio da rua acertou um belo chute. Que golaço. Placar aberto, 1 a 0 Bugre. Logo em seguida, aos 16, veio o golpe final. Lateral esquerdo Emerson resolveu também arriscar e acertou outro belo chute. Noite inspirada de belos gols. Então ficou nisso. Guarani 2, Volta Redonda zero. E o Guarani fez uma boa partida, seguro, não sofreu defensivamente na etapa final conseguiu dois belos gols cedo, né? que deixou a partida tranquila. Bugre tem um empate e uma vitória na competição. Volta a campo no domingo, 4:30 da tarde, contra o Itabaiana, novamente aqui em Campinas, no estádio Brinco de Oro. Meio-dia mais 37 minutos. Vamos falar sobre planejamento financeiro. Uma das alternativas que tem ganhado espaço entre os brasileiros é o consórcio. Mais do que uma forma de adquirir bens ou serviços, ele funciona como um tipo de autofinanciamento. É o que a gente confere a partir de agora no nosso quadro Na Ponta do Lápis. Olá, começa agora mais um na ponta do lápis. E às vezes na hora de realizar um sonho, comprar um imóvel, um carro ou até mesmo realizar uma grande viagem dos sonhos, muita gente esbarra na falta do dinheiro à vista para conseguir realizar aquele sonho. E aí surge as dúvidas. como conseguir realizar esse pagamento sem esbarrar nas taxas de juros tão altos. E com isso surge também alternativa de um consórcio. Será que vale a pena realmente investir nessa modalidade? Mas quem está aqui comigo hoje e vai trazer todos todas as dicas para conseguir realizar esse sonho é Júlio Marongone. Ele que é especialista em consórcio. Júlio, seja muito bem-vindo. Muito obrigado. Primeiro eu quero que você explique para quem tá em casa acompanhando a gente o que é um consórcio. Olá, muito obrigado. Vamos lá. O consórcio, eh, traduzindo pros tempos modernos, é uma economia colaborativa, ou seja, as pessoas se juntam para formar aquele objetivo que é comprar a casa ou imóvel. Então ele surge de uma administradora que forma um grupo com número de pessoas e a partir dali as pessoas pagando as parcelas e depois nas assembleias vão ver as contemplações. Então são as parcelas que as pessoas pagam que possibilita você realizar seu sonho, por isso colaborativo. E muita gente ainda associa o consórcio a uma questão de sorte. Isso faz sentido ou é uma coisa que está ainda no imaginário da população que pode ser trabalhado? Por que que as pessoas pensam isso? Faz sentido, né? Mas quando conversa com um especialista, a gente traz pra realidade. O sorteio, ele é um plus. A sorte, o sorteio da contemplação, eu chamo ele de um plus quando você compra um café expresso e a pessoa traz um cookie junto, né? Mas o que tá por trás é o planejamento, né? é a organização, é você alinhar as expectativas, objetivos, prazos, né? Colocar isso no plano e daí você fazer a ferramenta, seja o consórcio financiamento, guardar dinheiro embaixo do colchão, né? Então o sorteio, a sorte, ele é um plus, né? Ou seja, você vai entrar no consórcio e aí você sabe que você pode ser sorteado, mas não como objetivo principal. A não ser que a pessoa entenda e que não, eu quero depender só do sorteio. Eu já tive cliente assim. Entendi. E muita gente eh às vezes quer realizar um sonho, como a gente comentou, da casa própria, do carro, do financiamento de um carro, de uma viagem, mas as taxas de juros hoje em dia são muito altas. O consórcio realmente ele tem um diferencial quando se diz respeito a taxas de juros? Sim, vamos destrinchar entre financiamento, empréstimos, né, e consórcio. Taxa de juros no Brasil historicamente sempre foi alta. E quando a gente traz essa taxa de juros aos juros de longo prazo, historicamente sempre foi o calcanhar de arquiles. Por isso que na década de 60 surge essa ferramenta consórcio pela dificuldade de acesso a crédito, né? E o financiamento, a lógica do banco, qual que é? ele te empresta o dinheiro e depois você paga. Então o banco pega o dinheiro de um fundo e revende pro cliente final financiamento. O consórcio ele não tem esse mecanismo, né? Então o banco ele vai prever o futuro. Ah, daqui a 5 anos, como vai est o governo, as taxas? Como é que vai est o cenário? O consórcio não, a administradora, ela vai cobrar só uma taxa para gerir o fundo comum das pessoas, vai gerir o consórcio. Então, cobra-se só uma taxa de administração. Então, por isso o custo final fica mais baixo pelas diferença estrutural. E como que o consórcio ele pode ser utilizado como uma ferramenta de planejamento financeiro? Bom, a ferramenta eu digo que é sempre que vem depois, né? O seja ela consórcio financiamento, nós temos que antes olhar o antes, sentar e ver, alinhar prazo, objetivo, condição. Então, quais as condições que eu tenho que ter? Eu tenho algum valor para dar de entrada ou lance? Eu tenho condições de pagar uma parcela de quanto por mês? Compromete a minha renda? Não compromete? Qual que é o prazo que eu desejo buscar esse bem, seja o carro, a moto, o imóvel. Então, depois que você alinha todas essas variáveis, aí fica fácil escolher um consórcio de financiamento ou não fazer nada, contratar um planejador financeiro. E voltando no começo da nossa entrevista, quando a gente estava falando da questão da população, ainda está no imaginário da população, da questão da sorte, mas é importante ressaltar então que a partir do momento que a pessoa eh faz a escolha pelo por um consórcio, mesmo assim ela vai receber o investimento que ela tá fazendo. É isso? Sim, ela vai receber. A grande pergunta do consórcio não é se ela vai ou não receber e sim quando. Essa é o é a pergunta. Por quê? Quando você entra no consórcio, você tem que esperar mensalmente as assembleias. Que que é assembleia? Quando administrador vai organizar o grupo e ver quem que foi contemplado ou não. No final do grupo, que que vai acontecer? Contratei um consórcio 60 meses. Terminou 60 meses, que acontece? administradora faz a contabilidade e aquele dinheiro que você pagou, você recebe de volta. O consórcio pro Banco Central, até pra Receita Federal, no imposto de renda, ele é um bem. Você é um perfil poupador a fazer um consórcio. Ele não é uma dívida, né? Então pode ficar tranquilo que vai receber sim. A grande questão é quando quando alinha essa pergunta é sucesso. E quais são os principais pontos que o cliente deve levar em consideração antes de optar por um consórcio? Vamos lá. Os principais pontos são o que eu quero comprar, quando eu quero comprar. Essa eu julgo que é uma das mais importantes, porque quando eu quero comprar, a pessoa ativa gatilhos emocionais, frustração, ansiedade, né? Então tem que é muito importante isso. E as condições financeiras mesmo, eu tenho dinheiro, eu tenho renda, eu tenho condições, como está meu nome perante Serpc? Então tudo isso alinhado, aí fica fácil decidir fazer ou não um consórcio. E a gente estava conversando aqui nos bastidores sobre a questão de que o consórcio vez ou outra ele está em alta, tem períodos que ele está em baixa. Como que o que explica isso? Essa questão do consórcio está em altas em algumas épocas específicas. Olha, quando a gente olha o macro, né, historicamente o consórcio em épocas de crise no Brasil as vendas aumentam 2008, 2014, 2015 e na pandemia, de 2020 para cá, o consórcio cresceu muito. Eh, uma das explicações é justamente isso. Veio uma crise, dificuldade, economia em baixa. Poxa, se eu tivesse guardado dinheiro, se eu tivesse poupado, se eu tivesse feito na pandemia, quantas pessoas, empresas pensou assim: "Se eu tivesse comprado uma moto para melhorar a minha entrega, eu teria faturado mais". Então, todos esses elementos até emocionais entram nessa nesse mix e faz com que o consórcio surja, eh, cresça. E agora voltando pro centro do do debate, que é a questão do consórcio como uma ferramenta de planejamento financeiro, porque muitas vezes as pessoas desistem no meio do caminho quando é que se diz respeito ao consórcio. Nesse caso, é falta de um planejamento financeiro. Olha, esse é um ponto muito importante pela estatística que o Banco Central eh solta paraa gente, metade das pessoas que fazem consórcio não chegam ao bem. 50% é um número muito alto expressivo, mas são dois motivos até que simples. Um, a característica do produto. Você tem o cancelamento, ele você pode cancelar, faz parte do produto. E o segundo é a venda, né? Não é nem o depois que a pessoa entra, é a falta de alinhar objetivo, prazo, expectativa. Então, a venda mal feita leva ao cancelamento. Tanto que se você entrar no reclame aqui, a maior parte das reclamações não diz respeito à empresa e sim à venda mal feita. E como que o consórcio ele pode ser utilizado também como uma ferramenta de disciplina financeira para quem está nos assistindo? Ah, isso aí é muito interessante, porque ao fazer um consórcio, você gera um compromisso. Aquele boleto que você assume mensalmente faz com que você tenha esse compromisso mensal de poupar. Então é comum, é frequente. Pessoas que não têm hábitos de poupar, guardar dinheiro, ao fazer o consórcio, passa a adquirir, porque ela vê aquilo como uma oportunidade dela sair da inércia mesmo. Tá parado, não tô conseguindo guardar, faz o consórcio, ela passa a guardar dinheiro. Não é o o mundo ideal do investimento, mas é uma forma de disciplina. E quais são os sinais de alertas que os consumidores devem se atentar quando estiverem optando por consórcios? Ah, quando promessa de contemplação, eh, parcela muito baixa, eh, é matemática simples, R$ 100.000 dividido por 100 meses é R$ 1.000 por mês. Não tem outro, né? Existe ferramentas comerciais, mas eh não tem escapatória. E a promessa de contemplação, que é o mais grave, né? você, a pessoa tá com sonho de comprar o carro, tá com aquela expectativa de comprar, foi na loja, olhou e aí recebe uma promessa que daqui 3s meses vai comprar o carro e essa promessa não acontece, é uma frustração muito grande e eu considero isso muito sério. Então, tem que ficar de olho com as falsas promessas e quando é muito fácil, desconfie. E agora encaminhando para o final da nossa entrevista, quais dicas você daria para quem está nos assistindo para manter a disciplina para a partir do momento em que eu eh me responsabilizei em participar de um consórcio, como eu devo fazer para continuar com aquela responsabilidade, continuar as dicas para ter disciplina mesmo quando se opta por um consórcio. Olha, as dicas são organização financeira financeira. Então, você com a sua esposa, sua família ou você mora sozinho, senta, pega um papel, pode ser um papel de pão, um um lápis, põe suas contas, quanto eu ganho, quanto eu gasto, se organize aí pague direitinho o seu compromisso que vai ser sucesso. Tá certo? Tá certo. Então, muito obrigado. Obrigado pela disponibilidade de nos receber. Você aí de casa, então, conferiu as principais dicas de como o consórcio pode ser utilizado como uma ferramenta de eh responsabilidade, organização financeira na hora de realizar aquele sonho da casa própria, do carro ou de uma viagem. Você conferiu tudo aqui no na ponta do lápis que vai ficando por aqui, mas eu te espero no próximo episódio. Até mais. É semana de tempo estável. Hoje, segunda-feira, o vento até deixa, né, uma sensação térmica mais agradável, sem aquele calorão. A previsão pra semana é de termômetros, ó, em elevação e tempo estável. Amanhã, sol, durante todo o dia, não deve ter chuva. Sobre as temperaturas, já estão aqui na minha tela. Para amanhã, terça-feira, então, mínima de 16. Ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 29º aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira. Até lá. Ciao. Ciao.