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Comissão de Administração Pública aprova pareceres de 11 projetos na Câmara. Wagner Romão protocola projeto sobre a criação do sistema setorial do audiovisual de Campinas, o Cinecamp. Olá, [Música] chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 22 de outubro de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela. É o 97829377. ou você tem a opção de mandar o seu elogio e uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque hoje o Centro de Referência de Assistência Integral da Mulher, Uraim, Hospital da Mulher, vai ter um dia todo dedicado ao cuidado, prevenção, rastreamento da saúde da mulher. O repórter André Aranha tem as informações, então seja bem-vindo. E olá, André. Bom, é isso mesmo. Boa tarde para você, Gabriel Castro. Boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Notícia. Pois é, as ações fazem parte aí do mês outubro rosa. A ideia é justamente a mobilização da população contra o câncer de mama. Eu estou aqui com Andreia Marques, que é a coordenadora do Hospital da Mulher de Campinas, porque nesta quarta-feira, como você disse, é um dia todo voltado aí para essas ações, né, Andreia? Boa tarde, muito obrigado por nos receberem. Boa tarde. Hoje o mês de outubro é o mês dedicado, né, então à saúde da mulher, à prevenção, aos cuidados, né, da mulher. Então, hoje a gente fez um dia todo dedicado à mulher. Então, a gente tem exames preventivos, né, de mamografia, de papa nicolau, exames de testes rápidos. A gente também vai dedicar uma parte ao planejamento familiar, então colocação de implante de diirena, di de cobre, implante de hormônio, né, de implan. Aí da, dependendo da nossa disponibilidade aqui, a gente tá fazendo exames de Papa Nicolau, exames de mamografia e a gente tem outras coisas, né? Então, a gente tem aurículoterapia, a gente vai ter rodas de conversas sobre cuidados com a menopausa. Lembrando que a gente tá na semana da menopausa, né, e climatério essa semana. E a gente vai ter oficinas aqui também de quebana, de sa banho, a gente vai ter palestras de cuidados com alimentação. Então é todo um dia voltado à saúde física e mental da mulher. Como faz para participar, André? As oficinas são abertas, né? As oficinas, a auriculoterapia são abertas a toda a população de Campinas, a o Papa Nicolau, os implantes, a as a colocação de Dil e a mamografia vai depender aí da nossa do nosso número, né? A gente tem um número de de exames e um número de de dispositivos para colocar. É, aí vai depender desse número, mas quem vier e a gente tá tendo muita procura por mamografia, quem está vindo aqui, a gente tá também fazendo uma lista de espera e a gente vai chamar essas pessoas também para uma avaliação e e realização desse exame a posterior. Bom, são várias atividades, como você disse, e o que me chama atenção é que também palestras, rodas de conversa, essa questão que envolve a conscientização, né, André? Sim, sim. É todo um, a gente vai ter também uma palestra sobre câncer de mama, então tudo pra mulher saber como se cuidar, saber como prevenir e quando tiver um problema aonde procurar. Bom, qual a importância justamente é não só desse dia, mas de todo esse mês, visando, claro, a conscientização? É, o câncer de mama ainda é o câncer que mais mata mulheres em todo o Brasil. Campinas não tá fora disso. A importância é de que quanto mais cedo eu diagnosticar esse câncer e essa lesão, mais eh cedo eu consigo tratar, menor tratamento, menor custo, menor custo social também, porque o a cirurgia é menor, às vezes a paciente precisa só de radioterapia, às vezes é só cirurgia, vai acompanhar. Então, pra saúde da mulher, quanto antes ela diagnosticar isso, melhor para ela. Então, é por conta disso que a gente faz esse mestre. Inclusive, não é? Tem é uma placa outubro rosa, quem se cuida, se ama, se informa e se protege, seu corpo, sua vida. Quer dizer, tá resumidíssimo. É bem isso, né? Isso é é o resumo de de tudo que a gente tem feito, não só neste mês, né, mas com ênfase neste mês. A gente abriu desde setembro, a gente é um centro especializado só contra cânceres, não só de mama, mas também de colo. Lembrando que a gente também tem muito câncer de colo. Mas para lembrar dessa importância do quão importante é isso pra saúde da mulher, a gente faz esse mestre. Eh, muita gente tem dúvida, claro que a maioria é mulher, mas o câncer de mama também atinge os homens, né, André? Sim, sim. Eh, atinge os homens, sim, também. E aqui a gente faz mamografia também para homens, caso eles tenham a lesão. E fazemos biópsias também. Bom, estamos aqui na Avenida das Amoreiras, número 500, no Parque Itália. Isso, exatamente. Valeu, muito obrigado e parabéns aí pelo trabalho, pela iniciativa, pelas ações durante toda esta quarta-feira. André, muito obrigada. Agradecemos por tudo e ainda mais pela conscientização das mulheres que é necessário. Valeu, muito obrigado. Eu volto com você, Gabriel Castro. Tá certo? Muito obrigado então André Aranha pelas informações e claro agradeço também a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pela Andrea Marques, que é a coordenadora do Hospital da Mulher aqui de Campinas. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque a frente parlamentar do meio ambiente e de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas debateu o tema água e o futuro de Campinas. O vereador Wagner Romão abriu a reunião da Frente Parlamentar do Meio Ambiente de Enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas, abordando a preocupação com a escassez hídrica. Nós temos diversas cidades na região metropolitana de Campinas que estão com problemas graves, né? Estão enfrentando problemas de, né, crises hídricas, emergências hídricas. Campinas também passou por essa situação ali em 2014, 2015. Eh, é uma questão muito séria e que a gente tem que tratar com eh com a maior, né, com a maior eh possibilidade de que a gente possa trazer soluções também. Com o tema água e o futuro de Campinas, o mestre em sustentabilidade Paulo Silas do Amaral mostrou dados alarmantes sobre o clima da cidade, menos chuvas e altas temperaturas. Nós temos uma tendência de chuva que tá caindo aquela aquela aquela média de chuva ali, vocês vem que tá caindo, que é uma média eh previsível, né? Mas tem essa linear, né? E ela tem caído drasticamente. Então, nós temos períodos de seca. Isso afeta muito o ciclo hidrológico. Obviamente a temperatura tem subido. Em 2024 nós tivemos o dia mais quente em 124 anos. E aqui um pouco, um trabalho que eu fiz ultimamente, que foi eh pesquisar como que tem crescido a hora urbana em Campinas. E a gente vê que cresceu assim 4%. A área florestada aumentou 2,44%. Mas aí a gente pode perceber com isso e a gente pode fazer uma uma lógica de que se a a área urbana tem crescido, ela tem crescido sobre as áreas rua rurais. Vicente Guilo trouxe um contraponto sobre não achar culpados vilões no consumo de água. numa criseía, o último o último local que você deveria cortar água é indústria, emprego. É a minha opinião, porque pra pessoa o que que é mais importante? Ela tomar banho em casa ou manter o emprego dela? Ela gera contradições. Então, o problema não é vilanizar. Na questão da água, não se trata de vilanizar o consumo, mas sim organizar o consumo, né? É você não ter desperdício, não tem uma propriedade. José Carlos Perdigão, diretor presidente da ONG Jaguatibaia, trouxe uma apresentação sobre os benefícios da restauração florestal. Benefícios da restauração muitas coisas. captura de CO2, solo mais permeável, a evaporação refresca o o nosso ar, eh a floresta ela estimula a chuva, eh ventos favoráveis ficam temperatura melhor e uma série de coisas, o clima mais seguro, mais estável. Quando a gente pensa numa floresta, a primeira coisa que vem já é a região amazônica, aquele mundo de área imensidão, mas áreas próximas dos centros urbanos também contribuem. Com a presença do vereador Luiz Yabico e ampla participação popular, diversos questionamentos foram realizados. Ao término, o vereador Wagner Romão falou da preocupação do excesso de solo impermeabilizado e de proteção às nascentes. A região da APA de Campinas, ela é muito rica em nascentes, mas a gente tá vivendo um processo muito de eh muito intenso de especulação imobiliária, de novos loteamentos, né, de de impermeabilização dessas áreas em Barão Geraldo. A gente tá vendo isso acontecer também, inclusive a nossa contraposição ao PIDES passa muito por isso. Então, Campinas precisa ter eh a, né, precisa cair em si, a cidade precisa cair em si e também os agentes políticos da cidade de que nós somamos nós assim, nós precisamos de um outro paradigma de cidade, né? Se a gente continuar impermeabilizando o solo, como a gente vem fazendo, nós vamos ter problemas graves, né, de eh de crise hídrica e mais do que isso, de falta d'água para o nosso consumo, para o consumo das empresas. Vereador Wagner Romão protocola projeto sobre a criação do sistema setorial do audiovisual de Campinas, o Cinecamp. O vereador Wagner Romão apresentou um projeto de lei ordinária sobre a criação do sistema setorial do audiovisual de Campinas, o Cinecamp, e também de uma rede municipal de salas de exibição cinematográfica e cineclubes, a rede Cinecamp. O projeto de lei é o resultado dos trabalhos da comissão especial de estudos sobre o complexo municipal de salas de cinema, que foi presidida pelo próprio vereador. E esse projeto de lei, ele é um dos resultados desse processo. Nós ficamos mais de 6 meses dialogando com o setor do audiovisual na cidade, o pessoal do cineclubismo, eh o pessoal ligado ao Museu da Imagem do Som, a própria Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, especialistas nesse campo. e experiências de outros municípios também e a gente agora pode olhar para o sistema do audiovisual da cidade com uma outra visão, né? Quer dizer, uma visão mais abrangente. Qual que é a nossa preocupação? É que a gente possa democratizar o acesso ao audiovisual, à produção que se faz em Campinas e em outras cidades do Brasil e também pelo mundo todo. Eh, para uma cidade que tem no seu DNA a questão do cinema, né? O cinema nasceu e ao mesmo tempo que estava nascendo em outras metrópoles do mundo, estava nascendo aqui em Campinas também. Então, desde o início, a nossa proposta é essa, democratizar o acesso ao audiovisual, ao cinema na cidade. A proposta busca articular e qualificar a vasta rede de equipamentos públicos já existentes, além de integrar o programa Cinema e educação, destinado a atender a Diretriz da Lei Federal número 13.006 de 2014. O Cinecamp como um sistema setorial do audiovisual, ele tem os princípios objetivos articulados ao Plano Municipal de Cultura. Ele pretende eh estabelecer um sistema de gestão desse desse sistema audiovisual paritário, metade da sociedade civil, metade ligado ao poder público. E ele visa eh atuar em pelo menos quatro eh digamos estruturas do audiovisual. A primeira delas, aquela que já existe em alguns equipamentos públicos na cidade, escolas, céus, eh planetário, outras outros equipamentos públicos, eh situações em que a gente já tem praticamente uma sala de exibição e que a gente precisaria de muito pouco para torná-las realmente uma sala de exibição eh permanente. segundo, articulado ao próprio Museu da Imagem do Som, eh, aquilo que é um um também algo muito importante em Campinas, que é o cineclubismo, n? Então, todos os coletivos cineclubistas, que, aliás, foram muito atuantes na nossa comissão, estariam envolvidos também nesse sistema. Terceiro elemento, a sociedade civil, né, que tem salas de exibição, algumas delas articuladas aos cineclubes, mas não todas, né? Então, também trazer a sociedade civil para esse campo. E o quarto elemento, que eu acho que é um dos mais importantes simbolicamente, é a recuperação de uma grande sala de cinema no centro da cidade, né? Então nós estamos vendo um processo que envolve o poder público, que envolve a sociedade, fortalecimento no do centro da cidade, na renovação do centro da cidade. O projeto também prevê a existência de um escritório de apoio ao audiovisual no município, digamos, uma comissão que pode facilitar a que produtores possam realizar suas produções cinematográficas em Campinas e também um capítulo especial sobre a preservação eh do patrimônio cinematográfico aqui em Campinas. Um pouco, esse é o resumo do que a gente tá propondo com essa com esse projeto de lei. Comissão Permanente de Cultura aqui da Câmara realiza a oitava reunião do ano e analisou dois projetos de lei e discutiu sobre a produção audiovisual de Campinas. Com a presença dos vereadores Benelima, Paola Miguel e do presidente da comissão de cultura, vereador Igor Diego, os dois projetos que estavam na pauta foram aprovados. Um de autoria do vereador Permínio Monteiro, que quer instituir o Programa Municipal de Ocupação Cultural e Esportiva das Praças e equipamentos públicos municipais. O outro é um substitutivo total ao projeto de lei ordinária de autoria do ex-vereador Zé Carlos, que altera uma lei de 2013 responsável por instituir o Programa Municipal de Patrimônio Imaterial. Em seguida, foi debatido o panorama da legislação municipal, que trata do incentivo à produção audiovisual. Quando a gente fala de sala pública, a gente fala de uma etapa que é a distribuição e a exibição dos filmes. Programa eh que visa a gente dar incentivos paraas ah paraas filmagens que serão feitas nas tardes, que já estão sendo feitas, que já foram feitas, né? Eh, por quê? Porque muitas vezes quando a gente recebe uma produção, né? uma uma produção que quer ser realizada na nossa cidade, a gente não tem um procedimento dentro do município que acolha essas produções. Então é mais fácil a gente ouvir falar dos filmes que são exibidos fora do que os que são exibidos no Brasil, né? Então que a gente começou já endereçar aqui discutindo sobre um sistema de circulação, de exibição com salas públicas e de integrar os diversos tipos, né? Tanto salas de cinema como espaços de exibição que que são menores em espaços culturais, cineclubes, etc. Precisamos olhar e entender o que seria uma comissão fíica paraa cidade de Campinas hoje, entendendo a a as potências que a gente tem, às vezes um pouco do das aptidões especiais que Campinas pode ter e desenhar ela pro tamanho da cidade e pro momento em que ela está sendo implementada. E eu digo isso porque, voltando no no porquê eh pensar no desenvolvimento do setor como um todo, é muito importante que a gente não fique olhando só paraas filmagens, mas que a gente olhe para desenvolver o setor. Pensar também, né, em como que a gente faz um uma escola de atores, né, aqui no município, aproveitando os nossos teatros também. Eh, eu lembro que a gente tinha escolas de músicas que aconteciam nos teatros para para jovens, mas eu não lembro dessa desses modelos de escolas de de atores, assim, né, que a gente possa também cada vez mais ocupar pra gente poder expandir o audiovisual, além, né, do do da parte técnica, que eu acho que a cidade de Campinas tem muito a contribuir, né, com relação a isso, né? Mas como que a gente pode? Eu acho que tudo isso é pra gente pensar em como que a gente pode garantir que essas pessoas permaneçam na cidade, porque a gente vê muitas vezes eles saindo da cidade fazer produções com as pessoas que fizeram doques eh na Amazônia, né? vão para para outros estados, depois retornar pra cidade acaba sendo um grande desafio por não saber muito bem como contribuir nessas produções. O presidente da comissão, vereador Igor Diego, quer mais debates para entender todo o potencial de Campinas no audiovisual. Entendemos que a Campinas tem uma potencialidade enorme em audiovisual. É preciso criar um ecossistema para fortalecer o que já vem sendo feito na cidade de Campinas. criando desde a rede hoteleira até mesmo na área da produção, fechamento de ruas e as burocracias, como também incentivar, né, os os nossos produtores locais da cidade de Campinas incluir esse para fazer eh um grande laboratório de audiovisual do país. Comissão Permanente de Administração Pública dá parecer favorável ao projeto de lei que garante distribuição gratuita de dispositivos de monitoramento de glicose para crianças com diabetes tipo 1. A comissão de administração pública da Câmara Municipal de Campinas, que tem como presidente o vereador Rubens Gás, realizou a oitava reunião ordinária para votar pareceres de 11 projetos de lei. Todos foram aprovados, também compuseram a mesa Benê Lima e Igor Diego. Demos seridade aí o que tinha na casa, né? Tramitamos 11 projetos e graças a Deus todos os pareceres favoráveis e agora esperamos e que possa haver eh o prosseguimento e esses projetos entre em pauta para que eles possam ser aprovado, né? e que possa beneficiar sempre o município de Campinas, o seu munícipe através dos projetos que os vereadores aqui nos encaminharam. O primeiro discussão e votação do parecer sugerido pelo senhor Gustavo Peta, favorável ao PLC número 38/2023, processo número 238.480, de autoria do senhor Luís Rossini, que altera o inciso primeiro do artigo 1eº da lei número 13.542 542 de 23 de março de 2009, que dispõe sobre a instalação e reinstalação e funcionamento de atividades dedicadas à operação de desmanche, compra e venda de sucatas e de peças novas e usada de veículos e de outras de outras providências. Como vota o vereador Ben Lima? Acompanhe o relator e voto favorável. Como vota o vereador Igor? Eu também, presidente, acompanho o relator. Eu acompanho vossas excelências. Primeiro projeto aprovado na comissão. Um dos destaques da pauta foi o projeto de lei que garante a distribuição de graça de dispositivos de monitoramento contínuo de glicose para crianças de até 12 anos com diabetes méitos tipo 1. O projeto de autoria do vereador Carlinhos Camelô. Como vota o vereador Ben Lima? Voto favorável. Também acompanho o vereador Benelima e também o o relator. Projeto também aprovado. Dois projetos de lei de autoria do vereador Gustavo Peta, asseguram segurança física e psicológica aos profissionais da rede pública de ensino. Um dos projetos protocolados pelo vereador Gustavo Peta tem como finalidade garantir a segurança física e psicológica dos profissionais da rede pública de ensino. A ideia, na verdade, surgiu porque os números mostram que cada vez mais há atos de violência contra os profissionais de educação. muitos professores e pelo Brasil aa e também na nossa região relatam casos de agressão, eh, principalmente entre os estudantes um pouco mais velhos no final do ensino fundamental e principalmente no ensino médio. Mas de qualquer forma, nós resolvemos fazer esse projeto pra rede municipal para que a rede crie protocolos caso isso venha acontecer. a a escola precisa estar preparada para casos como esse. E os professores e os professoras precisam receber também todo tipo de apoio caso isso ocorra. Violência física, violência psicológica, agressões, diversos tipos de violências que podem eh prejudicar a atividade dos professores. Ainda segundo o parlamentar, essa é uma maneira de se precaver. Essa proposta da em relação à segurança e integridade física dos professores é uma proposta de você preparar a escola para possíveis casos como esse. Não é uma proposta alarmista e que e que pretende criar eh pânico, porque não nós não temos casos eh graves nesse sentido. Mas como nós estamos vendo isso acontecer no Brasil, nós precisamos preparar a nossa rede para que ela lide com essa situação da melhor forma possível caso isso venha ocorrer. Também de autoria do vereador Gustavo Peta, um outro projeto visa assegurar a saúde mental e o bem-estar dos profissionais da rede pública. Nesse caso, nós já temos realmente um, infelizmente, uma situação grave em Campinas. Nós temos muitos servidores, professores que estão adoecendo, muitos inclusive com licença médica, por conta de uma epidemia de problemas de saúde mental que acontece no Brasil inteiro, que afetam eh também os profissionais da educação. E claro que em ambientes também marcados muitas vezes por por serem ambientes pouco saudáveis no no ambiente de trabalho, isso afloresce. Então, há muitos professores e professoras estão se adoentando e por isso que o município precisa ter uma política para lidar com isso, ter uma rede de proteção, ter a possibilidade do atendimento psicológico e psiquiátrico para esses profissionais. Então essa lei é uma lei realmente que visa dar eh aos profissionais de educação todo o apoio necessário para lidar com essa quase que uma epidemia de problemas de saúde mental que afetam todas as pessoas, em especial os profissionais da educação. A ideia é disponibilizar apoio psicológico e psiquiátrico aos profissionais da rede pública municipal. O que seria a responsabilidade do executivo? prefeitura que vai regulamentar. Nós temos as diretrizes, a necessidade da prefeitura eh ter uma política voltada para isso, mas a partir da aprovação do lei, a prefeitura regulamenta para saber como isso se daria. Mas o muito importante é a gente garantir na legislação essa política de atenção à saúde eh mental dos nossos profissionais da educação. Um vereador Eduardo Magoga faz a entrega do diploma de mérito empresarial a empresário que também fomenta causas sociais em Campinas. O diploma de mérito empresarial José Bonifácio Coutinho Nogueira é concedido pela Câmara de Campinas a empresas e empresários que tenham exercido com destaque atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços na cidade. Por iniciativa do vereador Eduardo Magoga, o empresário Carlos Aparecido de Moura, que também atua no apoio a projetos sociais, recebeu a honraria no plenário do legislativo. E é com grande satisfação que venho a esta tribuna para justificar e enaltecer a homenagem ao senhor Carlos Aparecido de Moura, empresário campineiro que muito orgulha a nossa cidade. Carlos nasceu em 20 de fevereiro de 1977. é um jovem ainda em Campinas, filho de Claudio Honor Cardoso de Moura e Maria das Graças Prates de Moura. Desde cedo aprendeu o valor do trabalho e da honestidade. Carlos é um cidadão comprometido com o bem-estar da comunidade. por meio de sua empresa. Apoia e mantém importantes projetos sociais, entre eles o projeto Aliança do Amor, que oferece jantares aos moradores em situação de rua, e hoje se conhece moradores em situação de calçada, em vários níveis de situação. E a OSC de iniciação desportiva Sete Cores voltada à formação esportiva e à inclusão social. de crianças e jovens. Esse diploma também pertence a todos que acreditam e caminham comigo, minha família, meus colaboradores, meus amigos e clientes que confiem nosso trabalho. Quero fazer um agradecimento especial ao vereador Eduardo Magoga pelo reconhecimento e pelo incentivo que nos dá ao empresário de nossa cidade. É muito gratificante ver o trabalho e a dedicação de tantos empresários sendo valorizados. receba esta homenagem com humildade e gratidão e com promovar trabalhando com ética, responsabilidade e amor ao que faço, contribuindo para o desenvolvimento de Campinas e para nossa comunidade. Obrigado. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia nesta quarta-feira. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e olha só, muitas mulheres ainda têm receio de adotar algum método contraceptivo de longo prazo. Por isso, a nossa equipe consultou um ginecologista que participa do saúde agora. [Música] Olá, nesta edição do Saúde Agora vamos falar sobre métodos contraceptivos de longa duração. De acordo com o estudo publicado pela revista científica de Lens, mulheres com idades entre 49 anos demonstraram um maior uma maior preferência pelos métodos de longa duração. Pra gente então esclarecer essas dúvidas e explicar sobre as diferenças e como age no organismo, nosso convidado de hoje é o ginecologista e obstetra Leonardo Gobira. Seja muito bem-vindo, Leonardo. Grato aí pela oportunidade de sempre est contribuindo com um tema tão relevante que é o planejamento familiar. Eh, lembrando sempre das políticas públicas do Ministério da Saúde, um compromisso do SUS, da nossa Constituição com os direitos reprodutivos da mulher. Exatamente, Leonardo. Então, pra gente iniciar, né, esse bate-papo, eh, muitas pessoas ainda têm dúvidas, né, em relação ao qual contraceptivo mais eficaz. A medicina ela tem avançado bastante, né? Eh, tem vários métodos disponíveis hoje, inclusive falando um pouquinho sobre a disponibilização também deles pelo SUS. Então, queria que você falasse, né, um pouquinho sobre esses métodos aí, principalmente esses de longa duração. Por que que as pessoas têm buscado esse método? Ele é mais eficaz mesmo? Olha, a gente tem que levar em consideração eh uma prerrogativa, uma premissa básica, que é a construção de uma eh nova mulher, por não dizer assim, no mundo ocidental, com uma mulher hoje independente, que quer ter domínio sobre a sua vida reprodutiva, sobre o seu corpo, sobre os sintomas que podem estar relacionados ao à menstruação, né, ao processo que toda mulher passa. de forma fisiológica. Então, são mulheres hoje que estão em voga na sociedade, estudando, trabalhando, exercendo direitos e deveres eh no ambiente familiar também, como mãe, como mulher, como companheira. Então, a gente tem que levar em consideração que hoje a mulher ela quer praticidade, ela quer eficiência com segurança e ela quer reversibilidade. Em função disso, a gente coloca em segundo plano hoje métodos mais antigos, como a pílula anticoncepcional e os eh anticoncepcionais injetáveis. Por quê? Porque hoje os lars, né, que é uma sigla em inglês, longebracept, ela ela traz pra gente esses métodos com essas três características que eu acabei de falar, né? a segurança, a praticidade e a reversibilidade. Então, a mulher que não tem tempo mais de ficar se preocupando em usar comprimido todos os dias, em utilizar uma injeção intramuscular uma vez por mês, ela quer a praticidade de poder usar um método de longa duração. Ela quer segurança e esses métodos dão 99% de eficácia e ela quer a reversibilidade. Ela se chateou com o método, não se sentiu bem, ela vai até o seu médico e pede para retirar o método, né? Então, a gente tem três principais larques hoje eh no mundo da ciência do planejamento familiar, que são o diobre, o di progesterona e o implante hormonal subcutâneo ou transdérmico, tá certo? Então, eh, Leonardo, você falou sobre essa questão, né, eh, da mulher que ela acaba querendo ter mais praticidade. Exatamente. Mesmo porque né, convencional acaba tendo aquele esquecimento, né, na correria do dia a dia, ela acaba esquecendo de tomar naquele horário exato. Então, com esses novos métodos, né, chegando agora, torna-se mais então praticidade, como eh você mesmo disse. Falando um pouquinho sobre o DI, você falou que tem duas, né, duas opções de D. Qual que é a diferença deles? É, um, ele não tem a parte hormonal, não é isso? Exatamente. Eh, o mais eh antigo, né, digamos assim, é o de cobre, que já é utilizado em várias partes do mundo ocidental, no Brasil, eh implementado aí ao final dos anos 80, começo dos anos 90. E os milhares de mulheres utilizam o di de cobre, né, que promove uma reação iônica do cobre, eh, diminuindo a motilidade, velocidade, eh, diminuindo a implantação, o caminho que o espermatozoide ele alcança, eh, o ovócio secundário, que é o óvulo para ocorrer a fecundação. Então, ele prejudica ali o funcionamento, a fisiologia dos espermatozóides. Então essa é a farmacodinâmica, dinâmic e essa anticoncepção através do di de cobre. O din de progesterona, como você bem disse, ele tem uma substância, um progestágino que imita um hormônio produzido pelo ovário, que é fundamental no caso do de progesterona, eh, especificamente um tipo de progesterona que é o levo de gestrel promove algumas coisinhas bem interessantes, eh, a intensificação ao aumento do muco cervical, né? Além disso, uma atrofia do endomério, que é aquela carninha que desclama quando a mulher menstrua e onde se implanta o saco gestacional e também dificultando a fecundação. Então não é um mecanismo único, né, no diro progesterona. Então você tem três mecanismos principais, por isso uma taxa tão elevada de confiabilidade de 99%. Um implante subcutâneo, ele também tem as mesmas características. Ele também tem um tipo de progesterona com pouquíssimos efeitos colaterais, em que a mulher vai ter também aumento do múlco cervical, atrofia desse endométrio e vai conseguir eh também ter uma maior dificuldade na fecundação eh por diminuição também da liberação desse ovócio, que nada mais é do que a ovulação. Então, não é como os métodos contraceptivos anteriores, eh, que a gente tinha, os mais antigos, em que você só tinha um mecanismo de ação através da inibição da ovulação. Então, por isso eles são altamente eficazes, né, e promove através de sua eficiência e poucos efeitos colaterais uma rápida adesão por parte das pacientes. Tá certo? Bem interessante, Leonardo, essa sua colocação em relação, né, a esses métodos, porque o Dil de cobre, ele ainda é o mais comum, acredito eu, né, que esse que ele seja o mais comum aí entre as mulheres. Eh, eu queria que você falasse um pouquinho sobre a implantação dele mesmo, né? qualquer pessoa, qualquer mulher em qualquer faixa etária pode utilizar, ele é recomendado para quem já teve assim uma primeira gestação, como que funciona exatamente essa parte prática? E além disso também eles além de evitar a gravidez obviamente eles também trazem benefícios para a mulher, né? Não tem tanto esse efeito colateral como as pílulas convencionais. Então, explica pra gente exatamente na prática como que funciona, se qualquer, qual que ele é mais recomendado, né? Como que a mulher ela pode identificar, qual é o melhor método para ela em relação também a essa faixa etária. É, o ginecologista hoje ele tem que ter o pressuposto básico que cada mulher é um universo. É um universo de características eh biossoeconômicas, é um ecossistema. E esses métodos eles vão ser indicados levando muito em conta a particularidade de cada mulher. O objetivo do planejamento familiar o tratamento de outras doenças, porque você pode estar promovendo anticoncepção e tratando outras doenças. Então vamos lá. O dial de cobre. O dil de cobre hoje existe de cobre para paciente no Lípara, isto é, paciente que nunca engravidou, que nunca teve filho, né? Isso é uma novidade dos últimos anos e pode ser reservado para pacientes que têm contraindicação absoluta de utilizar métodos contraceptivos de larga duração ou não que contêm hormônio. Então, por exemplo, pacientes com eh doenças autoimunes, eh pacientes com doenças reumatológicas, pacientes hipertensas, que já tiveram trombose, pacientes com trombofilia, tromboembolismo pulmonar, trombose venosa profunda e que tem contraindicação da utilização de hormônios são pacientes ideais paraa utilização de di de cobre. O di que contém a progesterona, né? Hoje no mercado a gente tem uma marca que é o Mirena. A gente não tem aqui nenhum conflito de interesse, existem outras marcas, mas é é uma muito conhecida. A gente utiliza em pacientes, por exemplo, que tangramentos uterinos anormais, entendeu? O que que significa isso? O sangramento uterina normal, ele pode ser dito disfuncional quando existe uma alteração hormonal inespecífica, ou ele pode ser através de uma alteração numa glândula ou mesmo alterações anatômicas no útero. Então, mulheres com biomas que sangram muito, mulheres com alterações na tireoide, mulheres com outras doenças mais que promovem eh um sangramento anormal, são pacientes candidatas à utilização do mirena. Então você vê dentro dessa característica de si ter um universo, uma individualidade em cada paciente, a gente vai tendo as indicações precisas. Um implante hormonal é para aquela paciente que quer muito mais praticidade, não quer correr o risco, por exemplo, de eh um deslocamento, porque é uma das características tanto do dial de cobre quanto do di progesterona, você tem um acompanhamento suscinto após a inserção dele, que é feita ambulatorialmente, sem o uso de anestesia. Então essa paciente tem que est voltando com o seu médico para ver se não houve o deslocamento desse di, tanto de cobre quanto o di de progesterona. No implante subcutâneo, a gente dá uma anestesia local, procedimento ambulatorial hospital dia e implanta debaixo da pele esse implante subcutâneo. Então você já tem uma praticidade maior, uma preocupação a menos, né? Tem paciente que se esquece, meu Deus, doutor, já deu 3 anos, é o tempo máximo de utilização do implante subcutâneo, né? Enquanto o di de cobre você tem de 5 a 10 anos de utilização e o di de progesterona de 3 a 8 anos é o que a gente tem hoje no mercado. Então você vê que cada um deles tem uma função, tem uma indicação para cada tipo de mulher, para cada característica na presença de doenças de base ou não e contribuindo com o planejamento familiar através da anticoncepção segura com 99% de eficácia. Maravilha, Leonardo. São métodos contraceptidos, contraceptivos que já estão aí no mercado, né, pra pessoa então ela saber exatamente qual é o mais indicado, mais recomendado. nada, né, que justifique aí a não ida, né, ao ginecologista, de fato, ir até o médico, fazer essa bateria de exames para saber qual método é mais eficaz para ela e o que ela busca naquele momento, né, porque eles têm aí cada um tem a sua particularidade que traz os benefícios com com menos efeitos colaterais também. E os três podem ser utilizados e a pessoa ela pode conseguir de fácil acesso pelo Sistema Único de Saúde. Você tava falando sobre o o Implanon, né? E o Implanton, né? Esse método plan que é o subcutâneo isso. Ele muitas adolescentes, eu tava fazendo uma pesquisa que já estão buscando esse método também no no Sistema Único de Saúde, ele já é recomendado também para para adolescentes que estão assim na primeira menstruação. Como que você avalia isso? É, como eu te falei, é muito da individualidade, da indicação da história clínica de cada paciente, né? cada uma um ecossistema, um universo definido em que a gente vai precisar avaliar qual o melhor método. Eh, existem efeitos colaterais que são muito baixos nesses tipos de eh larques, né, que são esses métodos de longa duração. Eh, em geral, eh no subcutâneo às vezes pode haver alguma reação, presença de vermatoma, eh são pacientes que às vezes podem reter um pouco mais de líquido, ganhar peso. No é no di de progesterona, a gente pode ter sangramentos de escape, deslocamentos, como eu já falei, é sangramentos anormais. No di de cobra, a gente pode ter deslocamento também, tem que ter muito cuidado com processo infeccioso. É legal a gente falar que a avaliação de um ginecologista de forma criteriosa é muito importante. Existem exames que tm que ser realizados, né? A gente tem que ter certeza absoluta que essa paciente não tá grávida, tem que ser solicitado um beta HCG antes da inserção do DI ou do implante, né? A gente tem que fazer uma ultronografia transvaginal. Existe um protocolo para inserção de D e para esses métodos de longa duração que inclui também uma ultronografia transvaginal pra gente saber se a presença de algum artefato, presença de algum tipo de tumor, tanto no colo do útero quanto no útero, que são os miomas, principalmente os pólipos. se há alguma massa anexial, alguns exames hormonais que vão trazer pra gente também se essa paciente tem eh está liberada, tem prerrogativa para ser feito a a essa progesterona, né, tanto no caso do Dio quanto do implan. a consulta médica, todos os exames são impreensíveis, né, para paraa pessoa ela conseguir identificar qual o melhor método. Então, realmente a pessoa ela não pode deixar, né, a mulher não pode deixar de fazer os exames, de fazer um acompanhamento para ter certeza do método e também ficar atenta aos sinais, né, de repente uma rejeição, ir até o médico, explicar exatamente como que o corpo, como que o organismo tá sentindo, né, aquele dispositivo, é algo, é um algo estranho, né, algo diferente dentro do corpo. Então ela precisa estar atenta aos sinais, né, Leonardo? É, não deixa, não deixa de ser um corpo estranho, principalmente o dispositivo intriuterino, seja ele com progesterona ou não. Eh, você pode ter realmente rejeição, você pode ter a manifestação de sintomas específicos depois da inserção, como dor pélvica e sangramento uterino anormal. Então são sinais de alerta que fazem com que essa cliente tenha que voltar para o seu médico para fazer uma nova avaliação. Eu achei interessante no que você falou, né? Hoje a gente tem a disponibilidade eh principalmente do de cobre na rede pública em muitos municípios do Brasil. Existe um programa do governo federal para inserção de D, né? muito interessante também com uma compra aí por parte do Ministério da Saúde eh e adesão de milhares e milhares de de dispositivos eh prontos para serem inseridos e serem eh uma referência de planejamento familiar no Brasil. A gente ainda não conseguiu ter uma política pública de saúde já relacionada ao di de cobre ou mesmo ao implante subcutâneo, né? Mas a gente espera que num num num espaço de tempo aí bem curto já esteja sendo disponibilizado na maioria dos municípios do Brasil. Porque o planejamento familiar hoje ele fala em qualidade de vida paraa mulher e essa qualidade de vida tem que ser uma qualidade de vida reprodutiva também para ela poder se planejar e poder realizar seus sonhos e poder ter um desenvolvimento biopsicosocial adequado para o que ela sonha. Muito obrigada pelas suas informações, pelos seus esclarecimentos, né, e passar pra gente todas essas tirar, né, todas essas dúvidas em relação aos métodos. Muito obrigada pelo seu tempo, por estar aqui conosco, Leonardo. Gratidão é minha, sempre pronto para est contribuindo com eh a valorização da mulher em nossa sociedade e em defesa dos direitos reprodutivos da mulher. Tá bom? Um forte abraço para vocês. Muito obrigada para você. Obrigada também pela audiência. A gente vai ficando por aqui e até a próxima edição. Tchau. [Música] Semana de tempo estável. Então, amanhã, quinta-feira, não tem mudanças, o sol aparece durante todo o dia, pouca nebulosidade e não tem chuva prevista para esta quinta-feira. Sobre as temperaturas, como os ventos seguem de moderado a forte, a amplitude térmica aumenta, porque à noite, de madrugada, nas primeiras horas do dia, os termômetros podem chegar aos 14º, mas ao longo do dia, com a presença do sol e poucas nuvens, a temperatura sobe e a máxima é de 29º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira ao vivo com todas as informações da reunião ordinária de número 65 que discutiu e votou os oito projetos. Até lá. Ciao. Ciao. [Música]