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13 views Publicado 02/10/2025 HD · 52:36

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Câmara aprova a criação da semana sobre a conscientização do climatério. Comissão de saúde realiza audiência pública e o executivo presta contas com relação ao segundo quadrimestre de 2025. Projeto de lei prevê a adoção de mão única nas vias localizadas em frente às escolas de Campinas. Vice-presidente da Sobrapar é homenageado em sessão solene. E no Saúde agora vamos falar sobre câncer de mama, sobre o outubro rosa. O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e que mais mata no Brasil. Mas agora o SUS garante mamografia a partir dos 40 anos. [Música] Olá, [Música] boa tarde. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quinta-feira, 2 de outubro de 2025. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Meio-dia mais 3 minutos e eu quero a sua mensagem. Vamos participar, conversar pelo número do nosso WhatsApp, 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que já aparece aqui embaixo da sua tela. É o 97829377. ou você tem a opção de enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Entramos no mês do outubro rosa de prevenção ao câncer de mama, tipo de doença que mais afeta e mata mulheres no Brasil. Então, sobre o autoexame, a mamografia, a idade para começar a realizar o exame, de quanto em quanto tempo ele tem que ser realizado, eu aciono o repórter Rafael Turati, que acompanhou durante toda a manhã lá no Hospital Dr. Mário Gate e tem as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no Câmara Notícia. Como você falou, eu estou aqui no Hospital Dr. Mario Gate porque hoje de manhã eu acompanhei a abertura da programação da campanha do outubro rosa aqui do hospital. E para falar mais sobre as ações e as atividades que vão ser realizadas durante todo o mês, eu conversei com o presidente da rede Mariugate, Sérgio Bison e também com a Luc Meire Martini, coordenadora do setor de humanização aqui do hospital. Vamos conferir. E nós teremos aí todo o mês eh um evento muito importante que é a o concurso de poesias. Então, nesse concurso a gente realmente eh pede para as pessoas falarem dos seus sentimentos, falarem da da em forma de poesia sobre o outubro rosa, sobre o o câncer de mama, sobre a importância da saúde da mulher. Então é uma forma realmente de das pessoas poderem falar a respeito disso e no final do mês a gente vai ter uma premiação para as pessoas aí que se destacarem, para as poesias que ganharem esse concurso. Nós vamos ter também as a próxima semana uma palestra sobre a saúde mental e o diagnóstico de câncer. Vai ser uma palestra aí com uma doutora renomada da PUC daqui de Campinas que vai est palestrando aqui com a gente. Vamos ter também uma vivência humanista com a Dra. Lile, que é uma psicóloga também da PUC. Eh, teremos aí o corte solidário. Nesse corte solidário aí tá aberto para toda a comunidade. As palestras também é só vir comparecer de acordo aí com a nossa programação. Corte solidário ele vai tá acontecendo no dia, deixa eu confirmar a data aqui, no dia 24, através do corte das pessoas, né, que no mínimo 15 cm, elas vão poder fazer a doação do cabelo pras pessoas, pra ONG Cabelegria, que é a ONG que faz aí um, ela tem, na verdade, uma oficina onde ela prepara perucas para doar pras mulheres que estão em tratamento de câncer. Eu sempre brinco quando a gente fala ao azul, ao novembro azul, não é que todo mundo vai fazer em novembro um exame. Com as mulheres, a mesma coisa. Ao longo do ano, todas devem procurar os médicos. E esse mês fica assim de estímulo à prevenção, a procurar a prevenção, pensar que essa doença existe e saber que ela é importante. É a rede Marugate é a rede pública, a orientação, mas na verdade está essa programação vai ocorrer entre todas as UBSs, nas UPAs, na nos Hospital Marugate, no Ouro Verde, enfim toda a rede pública voltada e a rede privada também. Então, importante que as mulheres como um todos lembre-se da prevenção e isso é é o mais interessante de tudo nessa nas programações que teremos ao longo do mês. E Gabriel, eu também conversei com o médico oncologista Pedro Laan, que falou sobre a importância de informar, conscientizar e combater o câncer de mama. A importância dessa programação é que o câncer de mama é um câncer muito frequente, correspondendo no no geral em um caso a cada oito mulheres. Então é muito frequente e por isso é importante essas campanhas com prevenção, com promoção em saúde, mostrando que o câncer de mama vai est frequente no nosso dia a dia, na nossas na nossa família ou no nosso trabalho. Então, mostrando que cada vez é mais importante a gente estar ciente do que pode acontecer. com a nossa vizinha, com a nossa mãe ou com nossos parentes. Pela recomendação do Ministério da Saúde, a mamografia realizada a partir dos 50 anos até os 74. Agora a gente conseguiu uma adição porque a gente tem visto eh mulheres mais jovens com diagnóstico e isso chegou a partir dos 40 anos. E toda essa programação oferecida aqui pela Rede Mariugate reforça esse compromisso, né, doutor? Com certeza. essa programação com apresentações, com promoção em saúde para mostrar que esse paciente vai estar sempre acolhido pelo sistema de saúde e que ele não tá abandonado. Como a gente pode ver, né, Gabriel, a Rede Mariugate conta com uma grande programação voltada para outubro rosa durante todo o mês, contando com palestras sobre o câncer de mama, atividades culturais, além do corte solidário. E lembrando que todas as ações e as atividades são abertas para toda a comunidade. Volto com você aí no estúdio, Gabriel. Uma boa tarde. Boa tarde mais uma vez a você, Rafa. Programação importantíssima. Quero agradecer ao nosso repórter e claro, né, a disponibilidade do tempo do presidente da rede Mário Gatti, o Sérgio Bizone, da Lúci Meiri Martini que é a coordenadora do setor de humanização e do Pedro Lacense que é oncologista por todas essas informações. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, mas agora falando sobre emprego, atenção, hein? Você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área, preste atenção, porque o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas está com mais de 400 vagas disponíveis para esta quinta-feira. A Vagas para ajudante de açogueiro, ajudante de carga e descarga, ajudante de cozinha, ajudante de pátio de sucata, analista ambiental. Atendente de lanchonete. Auxiliar é administrativo. Esta vaga é exclusiva para pessoas com deficiência. Borracheiro, costureira, peças de encomenda, garçom, jardineiro, montador de estruturas metálicas, operador de caixa, padeiro, sepultador, técnico orçamentista de obras na construção civil. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadãos util.campinas.sp.gov.br. A unidade do centro fica na Avenida Campos Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã. 4:30 da tarde, a unidade do ouro verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. [Música] Meio-dia, mais 11 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quinta-feira e vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da reunião ordinária de número 59. Os vereadores se reuniram para discutir e votar sete projetos de lei. A Mirna A Breu acompanhou tudo e traz agora as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Mirna. Boa tarde, Gabriel, e a você que nos assiste. Na noite desta quarta-feira, na 59ª reunião ordinária, a Câmara aprovou todos os projetos da pauta, entre eles, em segunda discussão, a proposta do vereador Aílton da Farmácia, que institui em Campinas a semana de conscientização sobre o climatério que deverá acontecer na semana do dia 18 de outubro, porque é muito importante porque nessa nessa fase da mulher, ela passa por uns períodos que não é fácil. E além disso, nós temos também osteoporose nessa época da dessas mulheres também. Eh, muito calor, Gabriel. E além dos projetos da pauta, Câmara também aprovou uma moção de apelo à presidência da República para interceder junto ao governo de Israel pela liberdade da vereadora licenciada de Campinas, Mariana Conte, que é integrante da Global Summit Flotilha e demais tripulantes ilegalmente aí custodiados. A gente lembra que na tarde desta quarta-feira nós tivemos aí uma situação lá em Águas, né? Eh, segundo as informações em águas internacionais, em que a vereadora que faz parte desse grupo humanitário, teve aí pelas forças militares de de Israel a intercepção dessa embarcação, entre outras, justamente com outros ativistas brasileiros de mais 40 países, enquanto se dirigiam à faixa de Gaza para levar essa ajuda humanitária. e romper o bloqueio imposto ao enclave. Com esta moção, a Câmara de Campinas também se posiciona a respeito do tema. O documento foi protocolado pela vereadora Guida Calisto. As embarcações foram interceptadas pelo estado, pelas forças de segurança do Estado de Israel e a gente perdeu totalmente qualquer contato, qualquer informação. A gente sabe que eles foram que eles abordaram, né, entraram dentro desses barcos e a gente não sabe o que foi feito eh dessa missão dessas pessoas que estavam nessas embarcações. Como você disse, nós temos a vereadora Mariana Conte que compõe essa missão. Então, a gente apela ao governo brasileiro que faça toda, né, a sua e intervenção junto ao governo de Israel para que mantenha a vida e a segurança dessas pessoas que estão lá cumprindo essa missão humanitária. A Câmara também aprovou a moção de autoria do vereador Carmo Luiz, que apela a Artespe para a adoção de medidas e providências para dar agilidade à aprovação do projeto que trata da implantação de novas marginais na rodovia Santos do Mó. E nós mais uma vez estamos fazendo uma moção no sentido de que haja a duplicação das marginais, de que a rodovia eh Santos do Mons melhore a sua qualidade, porque a quantidade de de acidentes é muito grande. muitos acidentes com colisões frontais. É necessário uma divisão nesta rodovia, mas o grande objetivo da nossa moção o é o entrave da Artespinais da rodovia Santos Duminas Shopping até a rodovia dos Bandeirantes. Só quem vive o dia a dia desta rodovia, quem atravessa a rua Eudourado, quem pega o congestionamento na parte da manhã na entrada da rodovia Santos do Mon passando pela Presta Desmaia. Quem sofre no final da tarde após às 4:30 5 horas sabe o que acontece. A reunião completa você encontra no youtube.com/tvcâmaracampinas e o resultado de todos os projetos detalhadamente lá no site campinas.sp.leg.br. É com você aí no estúdio, Gabriel. Muito obrigado, Minabu, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a primeira parte da reunião ordinária de número 58 teve como tema a luta pelo meio ambiente de qualidade na prática escolar. A iniciativa da primeira parte da reunião ordinária de número 58 foi do vereador Wagner Romão, que abriu falando sobre o tema da atividade. Lá na escola, na escola Padre José dos Santos, a gente teve oportunidade de conhecer as eh a o modo como vocês estão lidando com o próprio ambiente próximo da escola, né? né? Então isso foi muito legal para nós conhecer uma experiência em que dentro de uma escola estadual, né, vocês estudantes, os docentes também, a direção da escola, os profissionais todos da educação que estão lá, eh, se depararam, né, com questões relacionadas ao seu próprio dia a dia. Eh, ali atrás da escola tem um córrego, né, vou deixar vocês explicarem direitinho. Então, em seguida, alunas, professores, diretor da escola explicaram sobre esta situação envolvendo o esgoto da Escola Estadual Padre José dos Santos no bairro Jardim Novo Campos Elísios, em um córrego próximo à escola. é um projeto que se iniciou lá em 2023, né, mas com um incômodo que a gente via ali na no entorno da escola, né? A gente tem o córego, como o próprio eh eh vereador falou, que margei a escola. E a gente tinha ali o incômodo com o cheiro daquele córrego, com a parte visual, porque tinha muito lixo, tinha encanamento, que joga até hoje esgoto dentro do córrego, né? Então a gente veio uma provocação, mas por que que isso tá acontecendo? E e quem quem são os agentes, né? Quem tá realizando tudo isso, né? E e se a gente tem como mudar, ter alguma atitude para mudar essa situação, coletamos e analisamos a água, como que ela está, qual foi o resultado dessa água, se existia coliformes fecais, se existia metais pesados, etc. Posteriormente, eh, a o resultado, né, foi apresentado já adiantando já, como ela disse, no projeto de iniciação científica na na Unicamp, né, foi apresentado os resultados e a água ela possui não possui metais pesados, mas ela possui alguns algumas alguma matéria orgânica presente que dificulta ali a potabilidade, né, da água pro ser humano e outros animais. Eh, então em 24 a gente tentou, a gente pensou em outro tema. Vamos pensar agora a questão social. O que a gente fica muito triste é por ser um pédio público e não ter saneamento básico com uma escola eh que a o futuro, né, da nossa população tá vendo o saneamento básico não ser cumprido. E a poluição, quando a gente olha para fora da nossa escola, quando a gente aprende sobre o meio ambiente e vê que aquilo na prática não está sendo cumprido. O projeto começou a pegar fôlego, mas no segundo ano, em 2024, que foi quando a gente apresentou na UPA, na Unicamp de portas Abertas, o nosso projeto. Uma das coisas diferenciais do nosso projeto é enquanto outras escolas apresentavam sobre temas muito importantes, a gente apresentava a nossa realidade, a realidade da escola Padre José, uma escola pública que todas as pessoas tinham acesso, mas que o nosso esgoto ia direto pro córrego do nosso lado. Depois disso, a gente foi trabalhando, a gente fez toda a pesquisa de campo, a gente criou um fôlego, até que depois o vereador Wagner, ele veio até nessa escola, o professor Jeffson conseguiu falar com ele para que ele se comoveu para entender que a nossa escola, um órgão público, não tinha um saneamento básico, um direito de um ser humano, um direito de qualquer pessoa na rua, a gente não tinha. Então, esse ano a gente conseguiu, depois de 3 anos de trabalho, de esforço duro, árdo, de andando no sol, apresentando, ficando até depois da escola, a gente conseguiu fazer esse religamento da do esgoto com a Sanasa. O vereador Wagner Romão exaltou a mobilização da comunidade para resolver o problema que é de saúde pública. O que foi mais interessante é que a escola toda se mobilizou, tá se mobilizando desde 2023 para lidar com a questão do córego, né? Eh, entendendo aquilo como uma espécie de projeto de pesquisa multidisciplinar, né? Então, pessoal da biologia, pessoal da química, pessoal da sociologia, pessoal da das políticas públicas também passou a enxergar essa necessidade ambiental como um projeto de pesquisa. Então, a gente ficou muito feliz porque ali se conecta, né, uma preocupação pedagógica, escolar com a questão ambiental na relação com a comunidade, o entorno. Em audiência pública, a Câmara de Campinas discute prestação de contas do segundo quadrimestre. do SUS Municipal. A Comissão de Política Social e Saúde realizou a 47ª Audiência Pública para prestação de contas da Secretaria Municipal de Saúde referente ao segundo quadrimestre deste ano. A reunião foi presidida pelo vereador Dr. Ianco. Foi uma missão a mim passada pelo vereador Paulo Hadad, que a gente abraçou com muito empenho e mais uma vez a importância e relevância de apresentar esses números. Primeiro para trazer a qualificação e a condição de que a saúde tem investido, né? É importante que a gente diga que o que é recomendado de se utilizar como como gasto na saúde seria um 15%. O que a nossa lei orgânica recomenda são 17%, mas a gente sabe que Campinas tem gastado quase 24%, né, do seu orçamento paraa saúde. Isso é muito importante e é óbvio que muitos desafios e muitas missões ainda merecem ser atingidas, mas a gente trouxe aqui uma qualificação muito grande e melhoria em diversos itens aí que qualificam a nossa saúde aqui em Campinas. O vereador Nick Schneider fez parte da mesa. Também compareceram, representando o executivo, o secretário de saúde Lair Zambon e o presidente da rede Mário Gate, Sérgio Bisoni. A audiência cumpre o disposto que estabelece a obrigatoriedade de avaliação periódica da execução da política de saúde e da aplicação dos recursos públicos no setor. Iniciando então com alguns números, né, dados de demográficos e de mortalidade. Então, quando a gente compara a população do município de Campinas, agora já utilizando os dados do censo de 2022, eh nós temos eh o o município ele tá nessas nessas cores verdinha e azul, enquanto o país, né, eh ele tá com a cor cinza. Então, a gente observa que a base do município ela é menor do que a base do restante do país. Isso significa que nós temos uma taxa de natalidade menor do que a restante do país. E em contrapartida, em relação aos idosos, a gente observa que o nosso ápice ele também é maior do que o ápice da do restante do país. Então, configura uma pirâmide mais próxima de um país desenvolvido, né, mais próxima de um país europeu. é, enfim, em que a gente começa a ter aí essa redução da base e a ampliação do nosso ápice. Houve durante a reunião a discussão dos recursos mínimos aplicados em ações e serviços públicos de saúde como forma de garantir a transparência da gestão pública. Nosso secretário Lair Zambon falou com muita propriedade que isso é uma realmente uma um apanhado minucioso, mas por por outro lado tem que ser um pouquinho mais rebuscado, né, nesse sentido de trazer pra gente o que seja mais palatável, que a gente consiga entender, porque a complexidade dos números é muito grande. E aqui é importante que as pessoas entendam essa relevância pra gente trazer para Campinas as melhorias dentro da saúde e o que precisa ser melhorado. Acho que essa é a grande é o grande mote final aqui da nossa sessão. Projeto de lei de autoria do vereador Oto Alejandro quer que seja realizada uma avaliação e, posteriormente a implantação de mão única nas vias localizadas em frente a estabelecimentos de ensino aqui em Campinas. O projeto de lei de autoria do vereador Oto Alejandro sugere a implantação de mão única nas vias em frente às instituições de ensino de Campinas para garantir mais segurança durante o trajeto. De acordo com o vereador, essa medida foi pensada depois de muitas solicitações recebidas. A gente fez essa indicação através de diversas mensagens que nós temos recebido aí eh nesse nesse primeiro semestre de 2025, né? Nós sabemos que essa dificuldade já vem se estendendo por muitos e muitos anos, tá? Eh, a gente sabe que é muito complicado no horário de entrada, no horário de sair das escolas, né? Eh, vamos se colocar que dos dois lados da rua param veículos, correto? Então vem um de frente do outro, correto? Então, vira aquele tumulto, aquele transtorno. Nós já tivemos relatos de acidentes, nós já tivemos relatos de brigas por conta eh quem vai dar a a preferência para quem, né? Nós sabemos que tem isso, que acontece isso. Então eu coloquei essa eh esse esse projeto de lei que fique a critério da Secretaria de Transportes, que fique critério da da INDEC, que faça o estudo necessário e vê a viabilidade de fazer nas escolas aonde der para fazer. A ideia é criar alternativas viárias voltadas à proteção de alunos, pais e funcionários, principalmente nos horários de entrada e saída das aulas. Nós sabemos que eh já existe vaga para van escolares, para transportes escolares, mas sabemos também que os pais querem parar na porta para para buscarem seus filhos. Então você ampliando e deixando os dois lados no mesmo sentido vai ajudar muito para que não aconteça esses incidentes. De acordo com o projeto, se houver inviabilidade técnica para a alteração do sentido da via, o órgão de trânsito deverá implantar medidas compensatórias de segurança, como faixas elevadas para travessia de pedestres, redutores de velocidade, reforço na sinalização, instalação de semáforos e controladores de tráfego. inclusive fala de um projeto de lei que é meu, que já foi aprovado nessa casa, sancionado pelo pelo prefeito, que estabelece aqui na cidade de Campinas as faixas elevadas em frente escolas, enfrentos de saúde, hospitais e na rodoviária. Então contempla sim já um projeto de lei em frente de todas as escolas a faixa elevada, né, que ela vai trazer acessibilidade aquelas pessoas que têm mobilidade reduzida, vai dar visibilidade maior aos pedestre, aos alunos e fazer os veículos reduzirem. Mas sem dúvida nenhuma, se esse projeto for aprovado, sem dúvida nenhuma, vai beneficiar principalmente aquelas pessoas que vão buscar os seus filhos nas escolas. Projeto de lei de autoria do vereador Carlinhos Camelô, quer exigir a verificação diária dos elevadores de acessibilidade nos ônibus de Campinas. A ideia é garantir dignidade e respeito às pessoas com deficiência. Transporte público com acessibilidade garantida. Essa é a proposta do projeto de lei complementar apresentada pelo vereador Carlinhos Camelô. que determina a obrigatoriedade da verificação diária dos elevadores de acessibilidade nos ônibus de Campinas. Esse projeto visa aqui a dar transparência e também garantir com que as pessoas, os ônibus sai essas pessoas tenham realmente essa acessibilidade que é são esses elevadores. Hoje todos os ônibus que saem da garagem, eles às vezes não são vistoriados e às vezes ele chega no local para fazer o acolhimento dessas pessoas e no momento ele tá quebrado e essa pessoa não consegue se locomover por causa disso. Então o projeto da gente visa que esse que esse ônibus assim que ele sair da garagem seja verificado esses elevadores para ver se realmente está funcionando para fazer o atendimento necessário a essas pessoas. Segundo dados do IBGE, mais de 18 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência em Campinas. De acordo com o vereador, usuários relatam problemas constantes em linhas de ônibus. A nossa cidade, ela precisa mais de políticas públicas para essas pessoas que têm algum tipo de deficiência. Não só a gente fala hoje na cidade de Campinas, às vezes a gente anda na cidade de Campinas, a pessoa que ela tem um problema de visão, hoje ela é difícil, ela anda numa calçada, tem vários buracos, às vezes por ser antiga, entendeu? Então tudo isso influi. Então nós temos que colher mais políticas públicas, fiscalizar mais essas questões para que essas pessoas tenham uma qualidade de vida. Na prática, o projeto de lei estabelece que os motoristas deverão testar diariamente os elevadores de acessibilidade antes das viagens. O descumprimento pode gerar sanções às empresas, incluindo multa. Hoje, se você olhar, a gente fala que a a empresa ela teria que ter uma obrigatoriedade aqui, antes dele sair da garagem ali, dê uma olhada para ver se ele está funcionando. Às vezes pode ser que aconteça aquele quebre no meio do caminho, mas pelo menos saindo da garagem dá essa garantia que ele está funcionando para fazer o atendimento a essas pessoas. Nós estamos trabalhando no projeto para que a gente coloca algum tipo de multa ou sanção, porque senão é apenas mais um projeto aqui que vai ser aprovado, apenas isso. Então tem que ter algum tipo de punição. O vereador também quer que a exigência da manutenção diária esteja prevista em contrato dentro do processo de licitação das empresas de transporte. Teria que colocar na própria licitação que a empresa ela tem a sua obatoriedade e fiscalizar isso, entendeu? Então, já coloque para que as empresas já se organize traga ônibus de qualidade e também com essa vistoria para que as o o os usuários peguem o ônibus e andem com ônibus realmente de qualidade e tem acessibilidade nos ônibus. Carlinhos Camelô enfatiza que a proposta busca reduzir barreiras e garantir mais dignidade no transporte público de Campinas. a pessoa, ela já tem um tipo de deficiência que isso às vezes eh dificulta um pouco mais as pessoas. E aí se nós não olharmos para esse lado, as pessoas vão ter uma dificuldade a mais. E nós estamos querendo aqui que essa dificuldade seja bem menor. Hora de homenagem no jornal Câmara Notícia, porque foi entregue o diploma de mérito médico Dr. Zeferinovas. Confira como foi. A Câmara Municipal de Campinas, por autoria da vereadora Débora Palermo, homenageou o Dr. Cásio Eduardo Amaral com diploma de mérito médico. E hoje compartilho com orgulho que o nosso projeto de lei número 2002/2025, que institui o dia 30 de outubro como dia nacional de conscientização da síndrome de Apert foi aprovado por unanimidade nesta casa. A entrega desse diploma hoje não é apenas uma homenagem da vereadora Débora Palermo, é, acima de tudo, um reconhecimento oficial da cidade de Campinas ao legado do Dr. Cássio, por sua atuação ética, científica e humanitária, que transcende fronteiras e transforma vidas em todo o Brasil. O diploma é concedido aos profissionais de saúde que tenham se destacado por relevantes serviços à comunidade campineira. E neste caso foi concedido a um importante médico de Campinas e vice-presidente da Sobrapar, Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Crânio Facial. Essa honraria é mais que merecida pela brilhante carreira médica do Dr. Cá Eduardo. E mais do que isso, esse honra ou mérito é dado pela sua dedicação aos seus pacientes, pela sua humanidade, pela sua sensibilidade e amor ao seu ofício. São anos, dias, horas. Eu sou testemunha disto, debruçado sobre os seus estudos e cuidados aos seus pacientes. Cássio Eduardo Adame Raposo do Amaral é médico cirurgião plástico, membro do corpo clínico do Hospital Madre Teodora de Campinas e membro correspondente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica. esse prêmio, eh, essa homenagem, esse reconhecimento da da da Casa do Povo, ela tem duplo significado para mim. O primeiro delas, porque carrega o nome de Zeferino Vaso. Zeferino Vas fundador da Unicamp, coincidentemente, ele foi um presidente de honra da Sobrapar e era muito próximo ao meu pai. foi ele que abriu as portas ao meu pai, que é da primeira turma, né, formado em 1968, primeira turma de medicina da faculdade de medicina eh da da Universidade de Campinas. Então, ah, esse é um duplo reconhecimento, primeiro por ter vindo de alguém que já com quem a gente já tinha uma uma proximidade, eu cresci ouvindo o nome dele e segundo por ter receber essa homenagem da casa do povo, né? Já recebi algumas homenagens, já fui recebido três, três homenagens como professor visitante nos Estados Unidos, mas talvez essa tenha um significado mais emblemático justamente por vir uma cidade de Campinas, na qual, embora não seja campineiro, cresci a a vida inteira aqui, né? e por vir esse reconhecimento da casa do povo. Muito obrigado. A gente volta a falar sobre a importância do exame de mamografia. O Ministério da Saúde garante acesso a partir dos 40 anos, mesmo sem sinais ou sintomas de câncer. Tema que você acompanha no nosso quadro Saúde Agora. Olá, [Música] estamos chegando aqui na TV Câmara Campinas com o quadro Saúde. Agora hoje nós vamos falar de uma novidade importante. O Ministério da Saúde garantiu o acesso à mamografia no SUS para mulheres a partir de 40 anos, mesmo sem sintomas. Essa é uma decisão que busca ampliar a detecção precoce do câncer de mama, o tipo de câncer que mais atinge e mata mulheres no Brasil. Para entender melhor essa mudança, nós convidamos o mastologista Fabrício Brenelli. Ele é membro da Sociedade Brasileira de Mastologia. Seja muito bem-vindo, Dr. Fabrício. Obrigada pela sua presença. Muito obrigado. Vamos lá. Então, eu gostaria de começar pedindo, doutor, a sua avaliação sobre o que representa essa decisão de ampliar o acesso à mamografia para as mulheres, né, a partir dos 40 anos. Então, essa foi uma decisão, na nossa opinião, da Sociedade Brasileira de Mastologia extremamente acertada. há anos, para não dizer décadas, que a Sociedade Brasileira de Mastologia, junto com as federações de eh sociedades de ginecologia, Febrasgo, junto com o Colégio Brasileiro de Radiologia, considera que a idade ideal para se iniciar um rastreamento mamográfico, ou seja, fazer exames, mesmo que a paciente não tenha sintomas, a partir dos 40 anos. Até então, a diretriz eh do Ministério da Saúde era iniciar esse exame a partir dos 50 anos. Mas nós, como sociedade, em conjunto com sociedades internacionais de outros países, entende que o ideal é se iniciar a partir dos 40, porque a partir dos 40 a gente começa a ter um aumento significativo da incidência de câncer de mama. Então existia uma faixa etária aí entre 40 e 50 anos que estavam que estavam descobertas do exame de mamografia de rastreamento. Então essa foi uma decisão, na nossa opinião, muito acertada e que vem ajudar muito a saúde da mulher brasileira. Doutor, agora, por que a partir dos 40 anos, né, eh, se considera uma fase crítica para essa questão da detecção, né, do câncer de mama? Eh, o que que acontece no corpo da mulher? Eh, alteração hormonal pode acontecer por conta disso que se entende que é assertivo a a mamografia a partir dos 40 anos. É, a gente entende que assim, o câncer é uma doença que a maior chance dele aparecer é com o avançar da idade, quando o corpo vai envelhecendo e perde algumas capacidades de se proteger, de evitar o crescimento de uma célula maligna, por exemplo, tá? Então, a gente sabe que o câncer de mama é mais frequente na quinta e sexta década de vida, então a partir dos 55, 60 anos, né? Mas a incidência começa a aumentar a partir dos 40 anos. E no Brasil especialmente nós temos uma incidência alta de câncer de mama abaixo dos 50 anos, né? E era uma população que tava desprovida desse rastreamento. Apesar de nós médicos da sociedade eh de mastologia colocar sempre em nossas campanhas de autobrza, mamografia a partir dos 40, ela era garantida por lei apenas a partir dos 50 anos. e realizada antes dos 50 anos com uma indicação médica. A partir de agora, existe, desde que o interesse da paciente ou uma indicação do médico que se pode realizar então mamografia de rastreamento, ou seja, sem nenhum sintoma a partir dos 40, justamente para tentar identificar o câncer nessa faixa etária. É lógico que é menos frequente que em pacientes mais velhas, mas ele existe e se nós conseguimos diagnosticar numa fase precoce, o tratamento é mais tranquilo e as chances de cura também são maiores. Interessante, doutor, que o Ministério da Saúde ele também ampliou esse rastreamento, eh, um rastreamento ativo, né, até os 74 anos. Então assim, eh, eu pergunto pro senhor, como o envelhecimento impacta, né, no risco do câncer de mama? Então, é a partir dos 40 e ativo até 74 anos. É interessante porque as mulheres elas buscam, né, eh eh fazer essa toda esse checkup, principalmente quando elas estão entrando na menopausa e depois se tem uma baixa. Então a importância de a gente, principalmente agora nesse mês, né, que estamos aí entrando no outubro rosa, a gente ressaltar a importância da mamografia tanto a partir dos 40 quanto depois aí dos 60, 60 a mais. É, essa essa mudança diretriz também é muito importante porque eh a expectativa de vida da mulher brasileira aumentou, né? E uma vez que aumentou, muita, muito mais mulheres vão viver além dos 75 anos, além dos 80 e com saúde. Então, antigamente se entendia a partir até os 70 anos e depois quem estivesse bem de saúde, vamos dizer, continuava a fazer rastreamento. Quem não estivesse tão bem não havia essa necessidade. Porém, com o aumento da expectativa de vida, com a melhora nos tratamentos, nos cuidados, né, que as mulheres têm com si própria, eh, a chance de chegar além dos 80 anos, ela é muito alta. Então, eh, nada mais justo do que ela continuar fazendo o rastreamento, porque se ela encontra mais uma vez um tumor inicial nessa faixa etária, é passível de um tratamento pequeno, um tratamento menos agressivo e com maiores chances de cura e para ela ter uma qualidade de vida melhor também.Ento da idade para eh para se indicar o rastreamento tem a ver com o aumento da expectativa de vida da mulher no Brasil. Isso é um dado muito positivo, né? Todos nós ficamos felizes com esses dados e não podemos deixar de cuidar da saúde mamá. Excelente. É verdade. E principalmente nós mulheres precisamos encarar isso como algo que pode sim acontecer, mas a gente precisa trabalhar com a prevenção, né? E agora com essa questão aí da mamografia, né? ela poder ser realizada a partir dos 40 anos. Acredito que muita gente vai se beneficiar disso e a gente pode ter sim a aquela questão da prevenção, o que salva muitas vidas, né? Agora, falando em prevenção, doutor, há estudos que apontam benefícios, eventuais eh riscos aí do rastreamento precoce, né? É, como é que a senhor avalia essa essa esse equilíbrio na prática clínica? Tem algum risco, alguns eventuais riscos desse avalia, dessa avaliação precoce? Então, vamos lá. Quando a gente fala em rastreamento, diagnóstico precoce, a gente não tá prevenindo o aparecimento do câncer. Nós estamos tentando diagnosticá-lo numa num período inicial, onde ao invés de fazer cirurgias maiores, nós vamos fazer cirurgias menores. Eventualmente a gente não vai precisar fazer uma quimioterapia e eventualmente essa mulher vai ter uma chance de cura maior do que num diagnóstico mais tardio. Então a mamografia ela é o melhor método para diagnosticar no início. Então eu consigo diagnosticar um câncer 1 ano, 2 anos, 5 anos, 10 anos antes dele ser um tumor mais agressivo. Então, esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, nos estudos de rastreamento, quando a gente faz um estudo populacional com mamografia, a gente reduz a mortalidade por câncer de mama em torno de 30%, tá? Então, se eu tenho uma população que não faz mamografia, só vai eh procurar um um diagnóstico quando tiver algo palpável versus uma população que não tem sintoma e acha um tumor inicial, eu tenho 30% mais de maus resultados quando eu não faço mamografia. Então a importância é nesse sentido. Existem várias coisas que pela internet todo mundo vê informações, no mínimo, eu diria, equivocadas, para não dizer enganosas, de que a mamografia pode causar algum mal. Ela não causa mal a quantidade de radiação numa mamografia extremamente baixa. Não tem alteração, né, destruição de tireoide, como alguns eh falavam, e às vezes vira e mexe aparece em redes sociais. Então, um exame altamente seguro, extremamente segura, com baixíssimas doses de radiação. O questionamento é que se faz é que muitas vezes a gente vai diagnosticar tumores num estágio tão inicial que a gente não sabe se esse estágio inicial iria se desenvolver num câncer mais agressivo ou não. É impossível ainda de saber isso, mas na dúvida é melhor tratar algo inicial do que ficar olhando e de repente isso virar um um câncer mais agressivo. Eu precisar, por exemplo, fazer uma cirurgia maior, precisar de quimioterapia e e ter um desfecho não tão bom, né? Então, na verdade, a mamografia ela só traz benefício, né, principalmente populacional, né, em termos de saúde pública. Extremamente benéfico você ter eh você não vai diminuir o número de pacientes com câncer, mas você vai diminuir o estágio desse câncer, né, um estágio mais inicial, então a gente vai ter muito mais possibilidade de cura e com tratamentos muito menos agressivos para as pacientes. Excelente. Essa é a minha pergunta, doutor, por conta justamente desse tabu, né, que se tem. Muitas mulheres ainda t uma certa resistência em fazer a mamografia, ainda existe um medo, ainda existe uma certa recusa e a gente precisa desmistificar. A mamografia é um exame, né? E não dói você fazer a sua mamografia e traz para você uma tranquilidade, uma certeza ou então a possibilidade de iniciar um tratamento bem antes, né, de de você de repente ter aí uma notícia de que vai afetar aí muito a sua qualidade de vida e vai demandar ainda mais tempo para sua cura. Por isso a importância da mamografia, principalmente agora no outubro rosa, a gente reforça, né, doutor, a importância de estar sempre atualizado com os seus exames. E quando a gente fala da saúde da mulher, aqui vamos falar, claro, sempre da mamografia. Nós temos o anúncio eh da chegada de carretas do programa. Agora tem especialistas que t o objetivo de ampliar os exames, né, doutor, qual que é o impacto dessa iniciativa no acesso das mulheres que vem vivem fora dos grandes centros? Porque quando a gente fala em mamografia, a gente pensa que em Campinas, né, eu posso conseguir uma mamografia, mas e as mulheres que vivem fora de grandes centros e que não tem um hospital que tenha o equipamento que faz a mamografia, essas carretas vão até essas mulheres. Qual que é a importância disso? Como o que que o senhor traz pra gente eh sobre esse olhar atento, não só do governo, mas também da mulher. E quando a carreta estiver no local, vá e faça a mamografia. É, eu acho que toda eh medida, né, e toda ação que visa um bem, ela é muito boa, né? Então, essas ações, né, de carretas de mamografia, elas procuram dar acesso a quem eventualmente não teve acesso. Eh, hoje no Brasil nós temos uma quantidade de mamó mamógrafos bastante importante, tá? Então, praticamente, não vou dizer no Brasil inteiro, mas em boa parte do Brasil, principalmente nos grandes centros, eh quem quiser tem acesso sim a seu sua unidade de saúde, vai conseguir marcar sua mamografia. E essas carretas ajudam nesse sentido. O único porém que a gente coloca um pouquinho nessas eh carretas, elas têm que estar intimamente ligadas com o serviço local de saúde, seja regional ou estadual. Porque aí mora um grande perigo, você fazer a mamografia, achar alguma coisa e depois não conseguir investigar. Porque se eu encontro algo, algo alterado, primeiro eu preciso ter o diagnóstico. Então eu preciso ter certeza que esses resultados vão ser enviados paraa paciente, essa paciente vai ser contactada e o caminho que ela deve seguir deve tem que ser indicado, porque nós já vimos algumas eh ações parecidas na qual se faz a mamografia, dá o resultado e deixa a paciente, vamos dizer assim, com aquele exame, sem saber o que fazer, o onde, o que procurar, quando ela vai ter acesso a uma biópsia. Então, junto com essas iniciativas, é extremamente importante ter uma uma ligação, serviço de referência que pode absorver os eventuais exames alterados e esses exames alterados serem então indicados por uma avaliação de um especialista ou uma biópsia, porque esse é o segundo gargalo, né? Nós temos o primeiro gargalo, que é o gargalo de não fazer a mamografia. Então esse é um problema e por isso que nós batemos muito na tecla e o outubro rosa vem para isso também, paraa conscientização e você falou muito bem a desmistificação. E o segundo gargalo é: bom, tenho um exame alterado, onde eu vou, quando eu vou marcar minha biópsia, onde eu vou fazer essa biópsia, quando vai chegar o resultado e chegando o resultado, para onde ele vai ser enviado. Então, essas ações elas são extremamente positivas, porém elas devem estar intimamente ligadas com um sistema de encaminhamento para essas pacientes. Excelente, doutora, a informação, a ação, as políticas públicas e a conexão com o Sistema Único de Saúde. É sobre isso que a gente fala hoje, sobre a importância da mamografia, o outubro rosa e também sobre essa questão da alteração, né, da faixa etária. Importante você, mulher, a partir dos 40 anos, fazer o seu exame, né, o preventivo mesmo, para ver como é que estão os seus seios, para para sentir mesmo de verdade se você eh tem a oportunidade de um tratamento preventivo ou se tá tudo bem. E aí você pode repetir até 74 anos. Olha só que maravilha. Ô doutor, muito boa a nossa conversa. A gente tem muito mais que falar aqui, mas a gente excedeu o tempo. A gente precisa encerrar. Só que antes eu gostaria que o senhor deixasse uma dica especial para as mulheres. A gente ainda tem esse tabu, a gente tem muito medo, mas vamos falar que olha, nós temos aí profissionais excelentes, nós temos a cura, nós temos a prevenção. Então a gente precisa encarar isso de frente, de peito aberto mesmo, e quebrar esse tabu. Olha, eh, primeiramente eu agradeço a oportunidade que você está dando paraa sociedade médica, em especial sociedade de mastologia. E a luta, né, da sociedade, nós como mastologistas é exatamente para essa. O ideal seria que ninguém tivesse nenhum probleminha, o câncer de mama, mas a gente tem como diagnosticar no começo. E diagnosticar no começo, a gente vai fazer um tratamento muito menos agressivo e a gente vai aumentar as possibilidades de cura. Eh, o medo ele existe, é natural do ser humano, né? O ser humano tem medo, mas a gente tem que perder esse medo, essa barreira e saber se eu achar algo inicial, a minha chance de cura é muito alta. É uma doença curável, é uma doença na qual nós conseguimos fazer tratamentos cada vez mais modernos e menos invasivos. Então é primordial que as mulheres também se conscientizem, se conscientizem disso e que procurem, né, a sua saúde mamária começando pela mamografia. Eu acho que esse é é o primeiro passo que deve ser dado e a gente nós agradecemos muito a oportunidade e o espaço para falar um pouquinho sobre isso, que agradecemos a informação, Dr. Fabrício, muito obrigada. E é isso, gente. Hoje nós falamos sobre a ampliação do acesso à mamografia a partir dos 40 anos pelo Sistema Único de Saúde. Um avanço importante para salvar vidas. Agradecemos mais uma vez a presença do Dr. Fabrício e reforçamos: cuidar da saúde é sempre o melhor caminho. Obrigada pela sua companhia e continue ligados aqui na programação da TV Câmara Campinas. [Música] [Música] Para amanhã, sexta-feira, sem mudanças no tempo, o sol continua aparecendo entre muitas nuvens e existe a possibilidade de chuva. para o fim da tarde. O calor, ah, este continua, viu? Olha só, as temperaturas já estão aqui na minha tela. Então, para amanhã, sexta-feira, 3 de outubro, mínima de 20º, já é uma mínima elevada. Ao longo do dia, essa temperatura sobe e pode chegar aos 32º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] เฮ [Música]
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