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Exatamente. Instituto Agronômico abre as portas e mostra os bastidores das pesquisas agrícolas. Campinas recebe exposição que celebra os 60 anos do MAC, que é o Museu de Arte Contemporânea e o início dos 60 anos da Unicamp. 52ª Audiência Pública Debate Autarquização de Saúde na Unicamp. Projeto de lei propõe permitir que créditos de precatórios sejam usados para quitar dívidas tributárias com o município. [Música] Olá, sexou, 17 de outubro de 2025. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no 97829377 ou você tem a opção de mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. E olha só, hoje e amanhã o IAC, o Instituto Agronômico, está de portas abertas para os visitantes conhecerem os trabalhos que são realizados. e também tem a possibilidade de interagir com os pesquisadores. Repórter Rafael Turat está no local e vai nos contar mais sobre esta iniciativa. Seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no Câmara Notícia. Como você falou, estou aqui no IAC, o Instituto Agronômico, porque hoje e amanhã está acontecendo o Apta Portas abertas aqui no IAC. E quem vai falar mais sobre esse evento é o o coordenador geral Marcos Guimarães de Andrade Landel, que vai contar um pouco mais do que a gente pode encontrar aqui no APTA Portas Abertas. Marcos, o o IAC abre as portas e mostra os bastidores das pesquisas agrícolas. Boa tarde, seja bem-vindo. Boa tarde, Rafael. Sim, a intenção nossa é fazer essa conexão eh com toda a região, né, com a com a área urbana, vamos dizer assim, a do nosso dia a dia, das de tudo que nós fazemos, não apenas pro estado de São Paulo. Ah, as tecnologias geradas aqui, elas têm uma repercussão nacional ah e até fora do nosso país. Então, nós estamos aqui para comentar um pouco dessa dessas pesquisas, tem uma diversidade muito grande, então isso torna ainda mais enigmático a instituição que tem 138 anos e que eu sempre digo na nas minhas apresentações que o Instituto Agronômico ele é um velhinho, mas que não usa bengala. Nós estamos com várias tecnologias geradas esse ano mesmo, ano passado, dezenas de tecnologias geradas pro agronegócio paulista e brasileiro. E nós quisemos mostrar isso, aproximar a as pessoas que estão na cidade tão próxima da gente e que muitas vezes não sabe quando passa aqui na Avenida Barão Tapura, acha tudo muito bonito, as árvores, esse parque maravilhoso que nós temos, os prédios como o prédio lá do Dom Pedro I, né? um prédio de 138 anos inaugurado pelo imperador Pedro I, quando começamos a h quase 140 anos atrás. Eh, as pessoas ficam curiosas, mas não sabem. Então, nós resolvemos abrir as portas e mostrar com bastante detalhamento a tudo que nós temos feito aqui. E a gente consegue encontrar os trabalhos das 17 unidades do instituto, né? Sim, sim. Aqui está a as unidades que estão aqui, os centros que estão sediados aqui eh em Campinas. Nós também temos aqui os cinco centros avançados que estão pelo interior do estado de São Paulo e unidades de pesquisa como a de Mococa, de Jaú, de Capão Bonito, de Tatuí, enfim, Itararé, que também estão aqui presentes conosco para servir hoje amanhã a a população de Campinas, de toda a região, para contar um pouco daquilo que nós fazemos. E a gente tem exposição, demonstração tecnológica, visita guiada, né, Marcos? Sim, nós temos tudo isso. Nós já temos inclusive escolas que virão aqui, ah, e também pessoas abulsas, né? E quem quiser vir para aqui para Barão Tapura, 1481, vocês vão encontrar o Instituto Agronômico e eh de portas abertas de forma gratuita, né? Não há nenhum custo para quem quiser visitar. Na realidade, a é tudo que nós esperamos é facilitar para que as pessoas conheçam mais da do segmento de pesquisa que eh retroalimenta a o agronegócio. E o agronegócio hoje, aliás, a essas duas últimas décadas, principalmente, tem sido o principal segmento do Brasil, ah, que nos dá empregos, que dá estabilidade econômica, social para eh para mais de milhões de de famílias, né, que estão aqui hoje eh sorvendo, bebendo dessa água, dessa fonte que nós temos aqui, a fonte do conhecimento. E enfim, eh nós estamos muito felizes por esses dois dias. a todos os pesquisadores, os técnicos de apoio que estão aqui, eh todos eles estão bastante felizes, com entusiasmo de com esse encontro que é tem muito de eh de rico, né, especial, porque a gente eh tem hoje um espaço que traz uma instituição de pesquisa pública indo paraos seus 150 anos com a a população urbana. que muitas vezes desconhece todo o trabalho que fazemos aqui. E o Marcos, uma das atrações, né, o pessoal poder conhecer de perto a biblioteca, que é a maior da América Latina, com pesquisas voltadas pro agronegócio, né? Sim. A nossa biblioteca, ela foi criada praticamente junto e lá atrás, no século final do século XIX, junto com o Instituto Agronômico. E ela foi a primeira biblioteca da área eh de pesquisa agrícola de toda a América Latina. Então tem um significado muito grande a essa visitação na biblioteca para vocês também poderem registrar e perceber que a os nossos eh servidores, tanto os pesquisadores como o pessoal do apoio, tem uma dedicação muito grande, um zelo muito grande por essa instituição que é pública, ela pertence ao governo de São Paulo e as pessoas que aqui estão se dedicam, se debruçam, dia e noite na nas suas atividades para que a gente possa manter a a nossa instituição eh por mais 140 anos, com certeza, e poder servir à população. Marcos, então é uma grande oportunidade pro pessoal que tá em casa, né, poder vir aqui e conhecer de perto um pouco mais do agronegócio, das pesquisas voltadas pro agronegócio, né? Exatamente. Eh, vocês vão poder visitar, por exemplo, um prédio que é considerado a ganhou prêmio da de uma rede de TV, né, numa pesquisa pública, como a o destaque de Campinas pela sua beleza e pela sua importância, que é o Freddio Dom Pedro II. Eh, esse ano é enigmático porque além dos 138 anos do Instituto Agronômico, nós comemoramos também agora no início de dezembro a os 200 anos, se fosse vivo, né, do imperador Pedro I, que teve essa visão naquela ocasião, a percepção de trazer pro Brasil a uma instituição ligada à agronomia, ligado naquela ocasião não tinha essa palavra agronegócio, mas ligado a coisas que mais se fazia naquela ocasião. A população rural naquela ocasião era mais de 80%. E hoje, ao contrário, a a população urbana hoje é próximo dos 90% e só 10% estão no campo, não é? Eh, 10% tão no campo, fixados no campo. No entanto, tem muitos que são da cidade que t a sua conexão direta com o agro, trabalhando em planejamento, ah, em desenvolvimento de novas tecnologias junto, por exemplo, com o Instituto Agronômico. Marcos, muito obrigado, né, por todas essas orientações e informações sobre aqui o APT portas abertas. Sejam bem-vindos. Venho aqui. Nós teremos o prazer de encontrá-los nesse espaço maravilhoso que é o Instituto Agronômico em aqui em Campinas. Marcos, mais uma vez muito obrigado, Vilma. Boa tarde. Nós que agradecemos. Um grande abraço e boa tarde para todos que estão nos vendo. E Gabriel, ó, só reforçando, né, o evento começou hoje às 9 horas da manhã e vai até às 5 horas da tarde e amanhã também no mesmo horário, das 9 da manhã até às 5 horas da tarde. E o endereço aqui do IA Instituto Agronômico é a Avenida Barão de Tapura, número 1481, em Campinas. Então, Gabriel, lembrando também que é um evento gratuito, aberto para toda a população. Volto com você no estúdio, tá certo? Muito obrigado. Então, Rafael Turat. Quero agradecer também, claro, né, a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pelo Marcos Guimarães de Andrade, ele que é o coordenador geral do Instituto Agronômico. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque Campinas recebe a exposição nada como um dia depois do outro. que celebra os 60 anos do MAC, o Museu de Arte Contemporânea de Campinas e o início das comemorações pelos 60 anos da Unicamp. Quem chega no Museu de Arte Contemporânea de Campinas já vê do lado de fora um banco em forma de rinoceronte. O Rinoceronte foi uma feliz coincidência porque em 98 a gente recebeu uma grande mostra, talvez a maior do MA sobre Salvador dali. E veio um rinoceronte de bronze chamado rinoceronte com rendas que ficou no pátio durante o o tempo de exposição, que eu durou bastante também, uma média duração, a a foi a exposição mais visitada da história e todo mundo, principalmente o campineiro que visitava aqui, viu esse rinoceronte e marcou a a vida de muita gente. Aí teve um festival chamado festival oc aqui na cidade de de imobiliário urbano e o artista lembrou do rinoceronte e fez um banco de rinoceronte. Do lado de dentro uma exposição pesada, nada como um dia depois do outro. Esse é o lema. Ela não só celebra os 60 anos do MAC, como também o início das comemorações pelos 60 anos da Unicamp. Essa exposição, ela é uma parceria do MAC com o MAV, que é o Museu de Artes Visuais da Unicamp. E a gente já tava se reunindo há dois anos, né, para fazer essa grande exposição, que é uma exposição que traz um diálogo entre os dois acervos. Eles são muito próximos aqui. Você na hora que você vai fazer a visitação, você vai ver que tem um quadro do MAC, um quadro do MAV, um quadro do MAC. O título da amostra provém de Sildo Meireles, escultor e pintor brasileiro. Sildo Meireles é essa, a gente pegou a o nome de uma das obras dele, né, que é Nada como um dia depois de outro. para contar exatamente essa coisa do tempo. São seis décadas, né, de história. Embora para ele a conotação desse título tenha uma outra eh outra conotação mesmo pra gente, a gente trouxe como o tempo do MAC. A exposição é gratuita e aberta ao público e fica em cartaz no MAC por tempo limitado. Uma oportunidade para moradores e visitantes conhecerem de perto parte fundamental da história cultural de Campinas. Ela vai ficar até 12 de fevereiro. A gente vai ter um pequeno recesso, né, de 22 de dezembro a 6 de janeiro. Então a gente fez uma exposição de média duração, como tem menos visitação escolar, então ela vai ficar 4 meses até 12 de fevereiro. O MAC conta com acervo diversificado entre pinturas, esculturas e objetos tridimensionais, obras sobre papel, além de instalações. a gente tem um acervo de cerca de 700 obras e é muito difícil você escolher, né, o que que vai pra exposição. Então, uma das coisas que vai acontecer a partir do ano que vem é que nós vamos ter sempre uma sala para mostrar servo do MAC. As a o edital para as exposições temporárias vão ficar só com duas salas, diferentemente do que era feito até o ano passado. A exposição está estruturada em cinco núcleos. curador da exposição, que é o Gabriel, professor Gabriel, ele é diretor do MAV. Ele trouxe eh um eixo de sobre redes, um eixo sobre linguagens, um eixo sobre cotidianos, um eixo sobre ecologias e um eixo sobre corpos. Quem veio não se arrependeu. A gente acabou de chegar, a gente só viu esse essa primeira parte aqui e tá achando muito interessante. Você veio ver o que aqui exatamente? Então, nossa primeira vez em Campinas em geral, então a gente veio eh buscando artes mais regionais, algo que expresse mais a cidade, assim, pra gente entender melhor. Inclusive fala aqui sobre os 60 anos do museu e 60 anos da Unicamp também. Isso. A gente foi na Unicamp ontem, deu uma uma volta pelo terreno, né? Viu o museu de ciência e aí a gente tá complementando isso aqui agora. E você de qual país? República Dominicana. Beleza. E tá gostando aqui do do Brasil, da exposição? Ah, tô amando. Gosto muito da arte brasileira. É muito legal mesmo, sem muita eh inspiração, sem muita imaginação com as coisas e artes e uma coisa que eu praticamente eu gosto assim no vejo no meu país. Então eu tô mandando muito aqui. O que mais chamou atenção aqui da Brasil em si ou do museu agora da exposição? Então eu gostei bastante aquela daí, aquele quadro porque está feito com grafite. Então eu sei o complicado que é o o essa brincadeira com as luzes usando grafite. Então para mim foi muito impressionante o que o artista fez aí. [Música] O anelo, organização que oferece aulas de música aqui na periferia de Campinas lança em todas as plataformas digitais a música inédita Bonita Mulher para reforçar a importância do diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama. Confira este recado. Olá, eu sou Simone Janita. Sou uma das cantoras da música Bonita Mulher, que dia 18 de outubro será lançada nas plataformas de música. A música também ganhou um clipe lindíssimo que você vai poder conferir no dia 21 de outubro no YouTube do Anelo. Bonita Mulher é uma produção muito especial que conta só com musicistas e com a participação de quatro mulheres inspiradoras que já superaram ou estão superando o câncer de mama. Então vem com a gente dia 18 de outubro pro lançamento da música Bonita Mulher no Outubro Rosa. Vamos com as notícias do Legislativo porque em audiência pública a de número 52, a Unicamp apresentou o projeto de autarquização da área da saúde da universidade. O objetivo é que esta nova autarquia alivie caixa da universidade e possibilite melhorias no complexo hospitalar e ampliação do número de cursos e vagas. O tema da 52ª audiência pública presidida pela vereadora Fernanda Solto abordou a autarquização da área da saúde da Universidade Estadual de Campinas. A proposta inclui a transformação da área da saúde em uma autarquia vinculada à Secretaria Estadual da Saúde, visando reorganizar a estrutura administrativa e aumentar a capacidade de atendimento. O debate reuniu representantes da Unicamp, do Conselho Universitário, acadêmicos, além dos parlamentares que enxergam com preocupação essa proposta. Esse debate foi retomado nesse momento. Governador Tarcísio anunciou a possibilidade de retomar a a o processo de criação da autarquia eh da área da saúde da Unicamp. E por isso nós estamos promovendo essa audiência, porque é um debate muito amplo, muito complexo, envolve a discussão do financiamento da universidade. Nós queremos que a universidade tenha um maior financiamento, amplie seu número de cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão. Nós queremos ampliação da área da saúde também, abertura de novos leitos, consultas ambulatoriais, procedimentos. Eh, mas temos muitas dúvidas com relação a essa proposta do governador Tarcísio, visto que o histórico do governo atual eh no estado de São Paulo é de restringir os investimentos da área da saúde, como nós temos visto, né? tem reduzido os investimentos, tem reduzido a reposição de servidores, pelo contrário, ele tem avançado nas privatizações. Então, diante desse dessa característica política do governador Taicío de Freitas de desmontar o serviço público, a gente tem muitas dúvidas e preocupações com relação a essa possibilidade de desvincular a área da saúde da Unicamp, da universidade e transferir pra Secretaria de Saúde do Estado, deixando a área da saúde, os cursos de graduação, pós-graduação, eh, sujeitos às questões políticas da Secretaria eh de Estado, sendo que nós não estamos vendo um movimento do governo de São Paulo de ampliar os investimentos na saúde. Então, nossa preocupação é fragilizar a universidade, fragilizar o complexo de saúde da Unicamp e ao mesmo tempo ter um prejuízo na assistência que hoje é prestado por todo esse complexo de saúde que envolve uma área de referência de quase 7 milhões de pessoas. Nós observamos esse tema com bastante preocupação, preocupação por conta do contexto que nós estamos vivendo no estado de São Paulo. O governador Tarcísio não tem nada de moderado. O governador Tarcísio é representante do que há de pior na política brasileira. ele representa os interesses e e as pautas da direita e da e principalmente da extrema direita no Brasil. E isso nos preocupa muito quando um tema como esse é apresentado pelo próprio governador. Isso já gera na gente enormes dúvidas e desconfianças do projeto. Em relação ao projeto, nós estamos vendo agora o o deputado Carlos Janasi acabou de dizer que eles acabaram de aprovar o projeto de lei complementar 09 de25 que ataca a carreira dos pesquisadores dos institutos de pesquisa do estado de São Paulo. É o governador que retirou mais de 10 bilhões por ano da educação pública com uma mudança constitucional que foi feito na Assembleia Legislativa. é o governador que tenta militarizar as escolas públicas do estado de São Paulo, que privatizou parte da gestão em leilão da bolsa. É esse o contexto que nós estamos vivendo no estado de São Paulo. Então, por isso que uma proposta que vem do governo do estado já gera muita preocupação. Os representantes da Unicamp defenderam que a proposta é importante para o futuro da universidade, que hoje gasta cerca de 25% de seu orçamento no custeio da área da saúde, cerca de 1 bilhão. O vice-reitor Fernando Coelho destacou a urgência da discussão sobre essa autarquisação que pode impactar diretamente o crescimento da universidade, especialmente em termos de aumento de vagas e cursos. A proposta de autarquização, que é a proposta que a gente tá apresentando, tá começando a discutir, seria uma proposta que tem, na sua base a forma, a a mudança de financiamento da área de saúde que passaria a ser financiada pela área do estado, então pelo governo do estado, a Secretaria de Estado eh da saúde, que é normalmente que faz esses financiamentos. e toda a área da universidade continuaria sendo financiada com recursos que vem do tesouro. A ideia e a proposta é que a proporção que a universidade vai diminuindo o financiamento dos da da da área de saúde e o estado vai aumentando esse esse financiamento, o recurso que vai ficando disponível seja agora investido no aumento das atividades de ensino, pesquisa, extensão. O que que a gente pretende no médio prazo? criar uma nova faculdade de medicina na área de Piracicaba, pensar na criação de uma nova faculdade de direito, pensar na criação de vários novos cursos e aumentar de forma significativa o número de vagas que a universidade pode oferecer. Hoje nós oferecemos em torno de mais ou menos 3.500 vagas e a gente quer pensar na possibilidade de uma proposta que pode caminhar em 10 anos de chegar a quase dobrar esse número de vagas. A presidenta da assembleia de docentes da Unicamp enfatizou a necessidade de transparência e cautela diante do processo de descentralização administrativa proposto pela reitoria e manifestou preocupação com o cenário fiscal político. Nós estamos frente a um risco complicado que será não termos aumento salarial ano que vem, porque aqueles 181,8 bilhões estimados está em 175 e a previsão pro ano que vem é 177.000. o caos financeiro ou uma estrutura, a folha de pagamento da nossa universidade vai romper o 100%. Então, gente, vamos lá. A minha certeza é clara com relação ao que significa autarquizar a área de saúde. Eu vou batalhar, eu vou estudar, eu vou fazer tudo que for possível para entender esse processo, para poder informar aqueles que demandam isso de mim. Segundo a reitoria, a iniciativa não avançará sem deliberação do Conselho Universitário. O tema seguirá em debate dentro e fora da Unicamp, a partir da divulgação de minutas, dados e cenários antes de qualquer votação no Consul. A partir daqui já saíram algumas sugestões como uma assembleia lá na universidade também criar novas oportunidades de espaço eh de debate tanto aqui na Câmara quanto também na universidade. Então, dessa maneira a gente vai qualificando a discussão e ampliando, trazendo novos atores que possam se envolver nesse nessa discussão. Projeto de lei complementar de autoria do vereador Eduardo Magoga pretende facilitar a vida de quem tem créditos a receber da prefeitura. A proposta pretende permitir que esses valores sejam utilizados para compensar débitos municipais, beneficiando tanto os contribuintes quanto o próprio município. O projeto de lei complementar 113 de 2025, de autoria dos vereadores Eduardo Magoga, Carlinhos Camelô e Rodrigo Farmadique, propõe autorizar a utilização de créditos decorrentes de precatórios judiciais devidos pelo município, suas autarquias e fundações, para compensação com débitos tributários municipais. um projeto importante para nossa cidade, uma vez que às vezes esses processos judiciais eh após a sua sentença ainda acaba demorando um tempo, um tempo considerável para que essa pessoa possa receber esse precatório. Então hoje o projeto ele propõe o quê? um abatimento aquele que tem o precatório para receber e que ele tenha impostos municipais para poder acertar, que ele possa fazer aí uma permuta na questão do precatório com aquilo que ele tem que pagar. Na prática, quem tem dinheiro a receber da prefeitura usaria esse valor para pagar o que deve ao próprio município. Uma espécie de acerto entre as partes, tudo dentro das regras da Lei de Responsabilidade Fiscal. De acordo com Eduardo Magoga, a proposta busca uma solução prática e moderna para o problema do acúmulo de precatórios e também encontra respaldo jurídico no princípio da eficiência administrativa e na autonomia municipal para gerir a arrecadação e a política tributária sem configurar renúncia de receita. Isso eu vejo que é uma contribuição dos dois lados, tanto do munícipe ou a pessoa que tem esse precatório a receber, ele possa eh ter uma certa forma uma agilidade em utilizar esse recurso, abatendo impostos municipais que ele tenha a pagar. E o município também ele fazendo essa permuta, ele acaba encerrando aí mais uma das pessoas que estão na lista do precatório para poder receber. Então vejo que é um é um projeto que pode agilizar esse processo e ajudar os dois lados, tanto a prefeitura quanto quem tem os direitos do precatório. Hora de homenagem aqui no jornal Câmara Notícia, porque foi entregue o diploma de mérito jurídico Elvino Silva Filho, advogado especializado em direito tributário e previdenciário. A iniciativa foi da vereadora Débora Palermo, que justificou a entrega do diploma de mérito jurídico Euvino Silva Filho a Leandro Nagliate Batista. Dr. Leandro Nagliate tem 46 anos, é natural de São José do Rio Preto e casado com a senhora Daniele Cúculo Nagliate. Pai de duas filhas lindas, Lavíia e Maria, filho do senor João Emílio e da senora Neusa Nagliate. Reside em Campinas desde 1998, quando iniciou a faculdade de direito na PUC Campinas. É advogado há 22 anos. Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem especialização em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem especialização em direito previdenciado pelo ProDem Campinas. Possui também especialização em direito canônico pela PUC Campinas. Ex-juiz do Tribunal Eclesiástico de Campinas. advogado do Tribunal Eclesiástico de São José do Rio Preto, especialista em direito tributário e direito previdenciário. O homenageado ainda é membro da Câmara Americana de Comércio, atual vice-presidente da Sociedade Beneficiente São Judas Tadeu de Sumaré, autor de diversos artigos publicados na área tributária e previdenciária e também é palestrante. Para mim é uma alegria imensa e uma honra táar aqui nessa casa legislativa que me concede essa homenagem que eu nunca sonhei, né, até chegar até aqui. Imaginava que um dia eu viria para Campinas, mas que eu não fosse conquistar tantas coisas igual eu tenho conquistado, né? agradecer primeiramente a Deus, a Jesus, a minha família, minha esposa, minhas filhas, meu pai que é meu herói, o Adriano que tá aqui, que é meu ídolo, que me arrastou também para Campinas. Ele veio para cá um ano antes de mim e desde então, né, eu morava em São José do Rio Preto, mas eu já considerava que era uma cidade pequena, porque eu queria fazer da minha vida. O vereador Aílton da Farmácia quer saber se a prefeitura estuda a criação de um novo acesso entre bairros separados por uma linha férrea na região sul de Campinas. A proposta pretende facilitar o deslocamento e melhorar o atendimento de urgência no local. O vereador Aíton da Farmácia protocolou um requerimento pedindo informações à prefeitura sobre a possibilidade de incluir novas passagens de nível na linha férrea, que separa a região do Jardim Tamoio e o Jardim Esmeraldina. Segundo o parlamentar, há anos os moradores dos bairros daquela região enfrentam dificuldades de acesso aos bairros do entorno e centro da cidade. Sempre existiu essa necessidade e vai existir até que a prefeitura o estado resolva aquela questão de morador que mora no Tamoio e a escola é no Esmeraldina. Então essas crianças moram num bairro que a linha do trem separa os bairros. E o acesso, o acesso é a pessoa pegar o carro e ir lá no final lá da da linha do trem, onde tem a passagem ali do do lado do da Jorge Tibiriçar lá em cima, fazer todo o contorno da linha de trem para ir para levar essa criança na escola. Não só isso também, né? O CS Esmeraldina é no Esmeraldina também, uma questão até de saúde. Quem tá no Tamio, Nova York, aquela região daqueles bairros ali, eles o acesso deles é no Esmeraldina. Também tem todo esse transtorno, tem que fazer toda aquela volta que dá em média mais de 10 km, talvez 12 km. E essa população faz muito tempo que tá sofrendo com isso. É um a possibilidade que a gente tá tendo agora do trem interdades aproveitar isso, que aquela população seja assistida e acabe esse problema. O parlamentar também destacou que o Centro de Saúde do Jardim Carlos Lourenço atende moradores de bairros do outro lado da linha férrea e que a dificuldade de tráfego de ambulâncias é um problema constante. Até um caso até de saúde mesmo acontece ter que você andar 10 km enquanto você pode andar 1 2 km simplesmente passar a linha de trem ali, né? e aquela população reclama demais disso. Aton sugere a construção de um dispositivo que permita a passagem segura de veículos, motocicletas e pedestres entre as ruas Vicente da Fonseca Ferrão, no Jardim Samambaia e Osvaldo Antônio Bossoni, no Jardim Tamoio. Lá tem uma passagem já de pedestre. Pedestre passa, mas hoje precisaria que os carros, as as motocicletas, todos os automóveis pudessem passar para poder diminuir muito, né? O a distância de um bairro do outro. É próximo um bairro do outro e por causa da linha ferra ela acaba sendo distante um bairro do outro pra população se beneficiar. De um lado tem CSaldina, do lado de lá não tem. Essa população precisa desse CS esmeraldina. Então essa questão importante que aquela população seja beneficiada e atendida. O parlamentar também pontua sobre a segurança das famílias que vivem naquela região e faz um pedido de agilidade às autoridades municipais e estaduais. Lembrando que é uma solicitação antiga da população, uma questão de segurança, eh, porque, gente, um absurdo hoje o que essa população tá passando e há anos essa população tá passando. Por isso é um descaso do governo do estado de São Paulo, né? E tô cobrando prefeitura, já cobrei a rumo, já cobrei o governo do estado de São Paulo, vou continuar cobrando para que essa pessoa, que essa pessoa seja beneficiada e acabe com aquele transtorno que é um grande transtorno. Você pode ver no na saúde, é uma questão, você não espera, como é que você vai dar uma volta para ir no centro de saúde para consulta, alguma coisa é o que tá acontecendo. E essa passagem de nível ali naquela região beneficiará muitos bairros, todas aquelas pessoas que há muitos anos querem que isso aconteça. [Música] Fim de semana de decisões aqui em Campinas. Hoje às 8:30 da noite, no ginásio do Taquaral, o vôlei Renata recebe Suzano no segundo jogo da final do Campeonato Paulista. A equipe campineira já venceu a primeira partida fora de casa. Se vencer hoje novamente, conquista mais um título estadual. Se a equipe visitante vencer, aí nós teremos o Golden 7, que é um set a mais, até 25 pontos. E aí sim, quem vencer conquista o título. Vôlei Renata comandado pelo técnico Horácio de Léo, pelo levantador Bruninho, os ponteiros Adriano, Bruno Lima está muito próximo de mais uma conquista. E amanhã às 5 horas da tarde a Ponte Preta faz o primeiro jogo da final do Campeonato Brasileiro da Série C contra o Londrina fora de casa. O técnico Marcelo Fernandes ganhou o reforço do meio-campista Léo Oliveira, que estava há duas semanas no departamento médico. Por outro lado, existe uma preocupação com aqueles jogadores que estão pendurados com dois cartões amarelos. O goleiro Diogo Silva, os volantes Rodrigo Souza e Luiz Felipe e o Meia Elvis. Quem deles tomar cartão está fora do segundo jogo que acontece aqui em Campinas no Majestoso no outro sábado também às 5 horas da tarde. É final e claro que na segunda-feira a gente conta a história de Londrina e Ponte Preta e também da final do Campeonato Paulista entre a equipe de Campinas e também Suzano. Bom, a gente chega aqui com o jornal Câmera Notícia porque fim de semana tem muitas atividades culturais também. Amanhã, 5 horas da tarde, na concha acústica da Lagoa do Taquaral, acontece o show do Renan Inquérito, 10 anos de corpo e alma. Participação especial Gog, Helen, Oléria, Rachid, Dom Raí, Jovem MK, Is Gordon, Sérgio Vaz, Renato Freitas, Easy Down e Doctor X. Amanhã também, mais às 8 horas da noite, tem Toquinho e Camila Faustino no Royal Palm. No mesmo horário, no Brazuca Multicultural tem planta e raiz. No domingo, 1 hora da tarde, na Praça Araltos da Paz, tem show internacional e gratuito em Decling. E para quem quer teatro, a peça de Janiir Mulher Mãe do Campo Grande acontece hoje às 7:30 da noite no céu, Mestreu, lá na rua Lazar Segal, número 110, no Jardim Florense e amanhã às 8 horas da noite no SIC Campinas na rua Odete Terezinha Sant Otaviano, número 92, no conjunto habitacional Vida Nova. As duas sessões gratuitas. [Música] Bom, fim de semana chegando e tem mudança no tempo, viu? Para amanhã, no sabão, a nebulosidade já toma conta, fica nublado e pode chover, principalmente a partir do fim da manhã, com picos de intensidade à tarde e também à noite. E pode ser em grande intensidade, viu? Então, se chover, evite passar em área que geralmente alaga. No domingo, a temperatura despenca, faz frio, pode chover, mas se acontecer é em pequena intensidade. Olha só as temperaturas para amanhã no sábado, mínima de 16 e máxima de 27. E o domingo vai ser aquele domingo da preguiça, viu? Porque faz frio, mínima de 12 e a máxima não passa dos 20º. aqui na nossa cidade. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Ótimo fim de semana e o jornal Câmara Notícia retorna na segunda-feira ao meio-dia. Até lá. Ciao. Ciao. [Música] [Música] Ah.