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Comissão Especial de Estudos sobre políticas públicas voltadas às pessoas com neurodivergências, realiza a sétima reunião e discute sobre medicalização e patologização das pessoas com neurodivergência. Câmara de Campinas recebe universitários na primeira edição do Câmara Universitária. No giro ambiental, vamos falar sobre uma descoberta importante pra ciência, o encontro de uma nova espécie de dinossauro no deserto do Saara, no norte da África. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana. Quarta-feira, 29 de abril de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, pode ir direto. O número está aparecendo aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode enviar a sua mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Já aparece uma mensagem na sua tela. O WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. Vamos com as notícias da Metrópole. A semana ela é mais curta, tem um feriado na sexta-feira, mas para você que está desempregado ou disponível para o mercado de trabalho, preste atenção, porque o Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas está com mais de 800 vagas para esta quarta-feira. Olha só. A vagas para agente de pesquisa, ajudante de obras, ajudante de sushimen, alimentador de linha de produção, armador de ferragens, atendente de lojas e mercados, auxiliar de laboratório de análises clínicas, auxiliar de limpeza, esta vaga é específica para pessoas com deficiência. Carpinteiro, eletricista de instalações, garçom, jardineiro, manobrista, oficial de manutenção predial, padeiro, rejuntador e terapeuta ocupacional. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site cepate.campinas.gov.br. br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadão util.campinas.sp.gov.br. do BR. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã, às 4:30 da tarde. A unidade Dour Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Meiodia, mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Vamos com as notícias do legislativo. Hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária, a 24ª do ano. Os vereadores vão se reunir a partir das 6 horas da tarde para discutir e votar os sete projetos que estão na pauta. E para você desde já ficar muito bem informado, vamos com o site da Câmara, é o campinas.sp.lege.br. Aqui você tem acesso à pauta completa com os projetos que serão discutidos e votados. E olha só, vamos aos destaques, porque nós temos um projeto de lei complementar de autoria do presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, que amplia a lista de itens proibidos no comércio de desmanche, sucatas e peças novas e usadas de veículos. A proposta ela altera, regulamenta a instalação, reinstalação, funcionamento de atividades relacionadas ao desmanche de veículos, bem como a compra e venda de sucatas e peças automotivas novas e usadas no município. Aquela nova redação passam a ser vedadas a compra e venda de cabos de cobre, tampas, grades de inspeção de equipamentos públicos, peças possivelmente oriundas de furtos em cemitérios, como adornos e estátuas de bronze e especialmente bicos de mangueiras de incêndio e também os acessórios. Então, para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar no site da câmera no campinas.sp.lege. lege.br. E aí você tem acesso aos sete projetos e também as outras reportagens para você ficar muito bem informado. Olha só, a Câmara de Campinas teve nesta semana um debate que vai além do atendimento em saúde e coloca no centro da discussão quem cuida e quem é cuidado. A proposta trouxe reflexões sobre a humanização no sistema de saúde, as condições de trabalho dos profissionais e a formação de novos médicos. A primeira parte da 23ª reunião ordinária da Câmara de Campinas discutiu sobre a humanização do cuidado na saúde pública. A iniciativa proposta pela vereadora Fernanda Solto colocou em pauta não apenas o atendimento aos pacientes, mas também as condições enfrentadas por profissionais que atuam na linha de frente. Um debate sobre saúde pública especialmente, mas com esse olhar sobre essa discussão da humanização, que é um tema que tem ganhado muita força, muita relevância. A gente sabe que tem crescido a o número de reclamações e de denúncias com relação ao atendimento em saúde no município de Campinas. Por outro lado, também tem crescido o número de notificações de violência contra os profissionais de saúde. Então, é uma maneira, uma oportunidade pra gente utilizar esse espaço para debater, trazer um olhar sobre o que é a humanização do cuidado e por que a gente tem então dentro dessa discussão que tem tem se crescido tanto a necessidade de ter um atendimento mais acolhedor na saúde, né, que compreenda a todas as as particularidades das pessoas que buscam atendimento de saúde, porque aqui do ponto de vista dos números, a gente tá tendo um movimento contrário, né? tanto os usuários da saúde tendo as suas reclamações, quanto também os profissionais sendo agredidos. E o a humanização do cuidado é a união da técnica, da competência técnica do profissional da sua formação, com também a centralidade do indivíduo nesse cuidado. O encontro contou com a participação da médica e escritora Mila Nascimento, que trouxe uma reflexão ampliada sobre o cuidado em saúde. No programa de residência médica, é assim, você sofre inúmeras vezes a sério moral, inúmeras vezes, especialmente em especialidades como ortopedia, neuro, eh, cirurgia, que é um ambiente muito masculino. Então, a gente sofre muito assim mal, você não pode ficar cansado, você não pode ter medo, você não pode estar esgotado, você tem que não, vamos lá, mas você não fez medicina, você não fez medicina, né? E a gente esquece, as pessoas esquecem que a gente, nós somos pessoas, né? Além do médico que tá ali, da médica que tá ali, tem problema em casa, alguém da família morreu, sei lá, problema de relacionamento. Então assim, nós somos pessoas, né? Eu lembro de uma vez num plantão que uma uma paciente falou assim: "Nossa, onde você tava?" Eu falei: "Eu fui comer." "Como assim foi comer?" Eu falei, eu como, eu vou ao banheiro, eu faço as mesmas coisas que você, eu sou uma pessoa, né? Então eu acho que o primeiro passo seria dar uma desmitificada nesse lugar de semideus que colocam pra gente, porque nós somos pessoas do mesmo jeito que os pacientes. Entre as questões de fortalecimento do cuidado aos médicos, está o investimento na formação dos futuros profissionais da área da saúde. A discussão aponta para a necessidade de ampliar políticas públicas que garantam o ensino de qualidade, condições adequadas de aprendizado e preparação humanizada alinhada às demandas do sistema de saúde. Nós precisamos ter um fortalecimento do poder público, eh, da na estratégia de formação dos profissionais de saúde. E a gente teve justamente o contrário. Nos governos eh FHC, governo Temer, governo Bolsonaro, a gente teve uma desregulamentação completa da saúde, avanço das privatizações e eh o fortalecimento de uma formação voltada pro mercado. Então, a gente precisa retomar isso, fortalecer as universidades públicas, fortalecer os institutos públicos de pesquisa, porque através dessa o estado, quando tem entendimento total das suas contradições da sociedade brasileira, da desigualdade, eh nós conseguimos trazer para principalmente paraas universidades, né, que formam esses futuros profissionais da saúde, esses aspectos da sociedade brasileira que precisam eh durante a formação do profissional serem avaliados, serem debatidos, trazer essa reflexão. Então, um dos pontos seria fortalecer o serviço público brasileiro e a gente voltar a ter investimento adequado nas universidades, nos cursos e demais institutos de pesquisa. Comissão de Educação e Esporte aqui da Câmara debate necessidade de monitores para crianças atípicas nas escolas. Presidida pelo vereador Benelima, a Comissão Permanente de Educação e Esporte da Câmara se reuniu pela terceira vez no ano. O tema do debate foi a ausência de monitores para crianças atípicas nas escolas públicas do município. Demanda trazida pelo vereador Wagner Romão. Demandas estas que t a ver tá relacionada com a questão do atendimento à educação especial nas escolas. muitas famílias eh tiveram seus filhos matriculados no início do ano e não tiveram o atendimento eh previsto, né, como um direito da criança, que é aí o cuidador, o professor de apoio. E e o que estanha bastante é que assim foram feitos é pedidos, encaminhamentos, solicitações e aí ainda a gente ainda vê eh eh isso não sendo respondido. Representando a Secretária Municipal de Educação, a Ana Paula, fez uma explicação sobre a estrutura e a organização da rede existente. Na rede de Campinas, nós temos o profissional cuidador, que ele é para atividades de higiene, locomoção, alimentação, acessibilidade aos materiais pedagógicos, autocuidado no contexto escolar. Ele pode se dar de forma exclusiva quando o comprometimento da criança ou as barreiras que essas crianças enfrentam no contexto escolar exige esse acompanhamento mais individual, que a gente chama um a um. E existe a possibilidade, na maior parte do tempo, na maior parte dos casos, do compartilhamento do cuidador, porque são momentos de higiene, alimentação ou locomoção. E aí o cuidador não precisa ficar do lado desta criança o tempo inteiro. Cáttia Contijo, mãe de um aluno autista da rede municipal de ensino, relatou os desafios do cotidiano. Eu vi as pessoas totalmente perdidas, desorientadas, não sabiam quem era eh do público especial, quem não era. Uma professora só da educação especial estava lá. Na época ainda faltava a contratação de três agentes de saúde que depois acabou entrando. Então assim, uma falta de planejamento assim que eu fiquei assustada porque meu filho, ele veio de uma ONG que é muito renomada aqui em Campinas, que é Agostiniana Santo Antônio, que é considerada padrão particular, né? Então eu vi um uma questão ali de planejamento, falta de comunicação. Então aí começamos a bater de frente, comunicar na ED, tentar pedimos socorro para a Maria Lúcia foi já diretora, então a a equipe do Wagner Romão para nos ajudar, porque assim, eh, faltava cuidadores e ainda falta, porque assim, eu não entendia a logística. O vereador Benelima diz que o assunto não está encerrado e novas reuniões serão realizadas. Estamos falando de de crianças que têm TDH, autismo na cidade de Campinas e elas trouxeram um problema para essa casa da questão de falta de monitores e a resposta da secretária que já tá está em fase de contratação desses profissionais. Então, agradecer aí a secretária de educação, Patrícia, que foi bem ágil na resposta, enviou os representantes. Eu me comprometi com as mães aqui das crianças em marcar uma reunião com a secretária na prefeitura, porque tem algumas outras questões. Eh, então, eh, superou o objetivo e nós iremos fazer uma outra audiência e aqui nessa casa e nós iremos também e ter a reunião presencialmente com a secretária de educação de Campinas, a Patrícia. Meiodia, mais 14 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira. A gente segue aqui com as notícias porque a moção do vereador Gustavo Peta apela ao governo do estado de São Paulo pela implementação do programa Bolsa de Permanência. A Câmara Municipal de Campinas, por iniciativa do vereador Gustavo Peta, apresentou moção de apelo ao governo estadual para que o poder executivo adote as providências de regulamentação e a implementação do programa de bolsa de permanência. Nós temos uma lei no estado de São Paulo desde 2018, que eu inclusive como deputado estadual na época ajudei a aprovar que prevê um programa de assistência estudantil pros alunos das FATEC, das Etec e bolsas de permanência para que eles possam concluir os seus estudos, principalmente aqueles alunos de famílias de baixa renda que precisam desse tipo de apoio. Mas, infelizmente, até hoje o governo do estado não respeita essa lei. Então, nós estamos entrando uma moção de apelo ao governador para que a lei seja respeitada, mas nós vamos também entrar com uma representação ao Ministério Público para saber o porquê dessa essa lei não tá sendo respeitada pelo governo do estado. Isso tem causado um prejuízo enorme para milhares de estudantes da Fatec, da Etec, que precisam desse tipo de apoio em que, infelizmente não possuem por parte do governo do estado. O programa é destinado à concessão de bolsas de permanência estudantes de graduação das FATEC e das Zetec do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paulo Souza. E segundo o vereador, deve ser tratado como prioridade. O governo do estado gasta eh dinheiro com muita coisa que nem deveria gastar. E esse tipo de política é inclusão, é democratização da educação. Então tem que ser visto como prioridade, como investimento e não como gasto. Ainda, segundo o parlamentar, a proposta reforça a compreensão da política de permanência estudantil como meio de efetivação dos direitos fundamentais de educação e assistência social. O que nós teríamos seriam bolsas, né, eh, para estudantes, por exemplo, há estudantes do PRUni que possuem bolsa para poder concluir o seu curso por conta do preço de material, de mudança de cidade. Há estudantes na Unicamp que possuem bolsas para também ter determinados tipos de complemento que garantem a permanência do estudante. Porque para muitos jovens só o acesso não resolve o problema. você entra, mas você evade. A evasão era muito grande quando essas políticas não tinham esse tipo de apoio. Nos locais que tem apoio, a evasão diminui muito. Então, no caso da Fatec, no caso da Zetec, que nós temos muito filhos de trabalhadores, muitos jovens trabalhadores, no caso da Fatec, inclusive, é muito importante esse tipo de política e já é lei e o governador, infelizmente, não respeita a lei. A Câmara de Campinas voltou a discutir um tema que tem ganhado cada vez mais espaço no debate público, os limites entre cuidado e excesso de diagnóstico. Na sétima reunião da Comissão Especial de Estudos sobre Políticas Públicas para pessoas com neurodivergências, foi analisado como a medicalização e o capacitismo ainda funcionam como barreiras para a inclusão. A Comissão Especial de Estudos sobre políticas públicas para pessoas com neurodivergências da Câmara Municipal de Campinas realizou a sétima reunião de trabalho. O encontro teve como tema central a medicalização e o capacitismo como barreiras à inclusão e ao reconhecimento da diversidade humana. Se a gente caminha para esse lado da patologização, a gente vai incorrer numa numa possibilidade de uma exclusão ainda mais radical dessas crianças e adolescentes. E portanto, é isso que a gente deve deve evitar, quer dizer, não encarar como uma doença essa questão. A a Mariana Rosa falou de um termo, usou um termo muito interessante que é a neurodiversidade para que a gente, né, talvez até nem trate mais do termo como neurodivergências, porque a gente a partir daí considera que alguém tem uma, né, uma um padrão correto, esperado e alguns que divergem desse padrão, mas não. a gente tratar isso de uma forma como neurodiversidade, que acho que é muito mais condizente realmente com uma percepção mais democrática, mais ampliada, mais inclusiva, mais eh consciente das diversidades eh que do, né, de de todos os seres humanos. A comissão destacou que cada indivíduo possui características próprias, o que exige políticas públicas que considerem essa diversidade e respeitem a singularidade. Entre os convidados estavam a psiquiatra Karina Diniz Oliveira da Unicamp, a psicóloga Rosângela Vilar do movimento Despatologiza e Mariana Rosa do Instituto Cauê. O desafio começa quando essas ferramentas deixam de servir as pessoas e e passam a governar essas pessoas, né? Então, quando o diagnóstico vira uma identidade fixada, reduzida, né? E quando o laudo passa a enclausurar a a experiência daquela pessoa e ele se torna o elemento fundamental da condição de acesso aos direitos básicos. Então, qualquer acesso a direito estaria ancorado ou estaria garantido viabilizado apenas pela apresentação de um autor ou também quando a gente eh substitui a escuta da singularidade pela pelos processos de classificação e categorização. Uhum. Né? quando a quando a complexidade da vida fica ali comprimida em códigos, em protocolos, em rótulos e na expectativa de que a gente tenha roteiros. Temos vivido um enquadramento cruel, intensivo de muitas crianças, adolescentes e agora adultos também, tá? em uma gama de diagnósticos, entre eles o autismo, né, o T num verdadeira epidemia de diagnósticos, que é diferente de epidemia de doença. Esse processo acaba por desrespeitar o modo diferente de ser e de estar no mundo das diferentes pessoas que o compõem e com consequências diversas de todas as naturezas para essas pessoas, para suas famílias, pra comunidade, pra sociedade, enfim. Quando se pensa que esses modos diferentes de estar no mundo às vezes trazem sofrimentos de diferentes ordens às pessoas, isto nos coloca no lugar de pensar na necessidade de diferentes modos de acolhimento, de atenção para lidar com esse sofrimento. Eu falo pros meus residentes, pros alunos da Unicamp, eu falo: "Tomem cuidado para você dar um diagnóstico, porque quando você eh firma um diagnóstico num num relatório, às vezes isso vai levar a pessoa para um caminho que vai pro resto da vida". Né? Porque a neurodivergência não é uma coisa que que se resolva, se você for pensar em critério diagnóstico e e em diagnóstico. A pessoa é neurodivergente, ela não está neurodivergente, né? É diferente de uma pessoa que está com uma pneumonia, que está com uma uma infecção de garganta. A Comissão Especial de Estudos tem como objetivo propor políticas públicas que promovam a inclusão efetiva de pessoas neurodivergentes no município. Sob a presidência do vereador Wagner Romão, o grupo reúne especialistas gestores, entidades e familiares em uma série de encontros. E agora a gente vai para uma dimensão, né, na nossa oitava reunião, no dia 21 de maio, que poucas vezes tem sido tratada nesses nesses eh nessas discussões, que que diz respeito à questão da do trabalho e da renda dessas pessoas, que diz respeito à questão da cultura, a questão do esporte, do lazer, que é extremamente importante pra gente pensar uma inclusão efetiva, né, de crianças, adolescentes e pessoas adultas neurodivergentes, né? Eh, a questão na escola é muito importante, a questão da saúde é fundamental também, mas a gente precisa considerar toda a vivência dessas pessoas como a de quaisquer outras pessoas, né, que tem direito também ao trabalho, que tem direito à fruição cultural e à produção cultural, que tem direito ao lazer, ao esporte. E é isso que nós vamos tratar na nossa próxima reunião. Programa da Escola do Legislativo de Campinas está levando estudantes para dentro da rotina da Câmara Municipal de Campinas. Eles acompanham o dia a dia dos servidores, conhecem diferentes setores e ainda ampliam as possibilidades de carreira. O programa Câmara Universitária, desenvolvido pela Escola do Legislativo de Campinas, abre as portas da Câmara para estudantes do ensino superior, interessados em entender na prática como funcionam os serviços do poder público municipal. O presidente da Câmara Municipal, Luiz Rossini, reforça a importância da iniciativa como forma de aproximar os jovens do poder público e incentivar a formação cidadã. Primeiro assim, o número de participantes, 25 estudantes universitários demonstram eh o interesse também dos universitários, de todos os cursos, né, de conhecerem a Câmara. Eu acho que é uma iniciativa que procura mostrar pros profissionais universitários como é que funciona a instituição, a organização Câmara Municipal e ver os campos de atuação. É claro que eles vem aqui, tem uma apresentação do do poder legislativo, qual o papel, função, o trabalho dos vereadores e depois eles pela área de interesse, eles visitam os diversos setores e departamentos, né? Eu acho que isso é muito legal porque além de mostrar que a Câmara é uma instituição, uma organização bem estruturada, ela cumpre uma missão, um papel importante pra sociedade. Então eles saem daqui com uma nova visão e acho que uma consciência cidadã mais aprimorada. A iniciativa permite que os universitários conheçam o dia a dia aqui da Câmara Municipal de Campinas, também os departamentos e às vezes, por que não, que eles possam até se interessar por novas oportunidades profissionais. O programa é voltado a alunos de diversos cursos. Esse é mais um dos nossos projetos de educação política e cidadã voltaros universitários. E essa edição em especial é uma edição que já começou com muito sucesso, porque a gente tem lista de esperas, a gente tem ali aqui hoje mais de 11 faculdades de Campinas, inclusive uma da região eh de Limeira, Unicamp de Limeira está aqui com curso de administração pública. mais de 20 cursos diferentes que vieram aqui para conhecer um pouco sobre o que faz o legislativo, qual é o papel do vereador e conhecer especialmente todos os órgãos internos aqui que eles escolheram para conhecer um pouquinho mais sobre como funciona a Câmara. Ao 16 setores da Câmara estão envolvidos no projeto garantindo uma experiência ampla e completa. Esse é um programa voltado para universitários. O intuito maior é fazer com que os universitários conheçam outras possibilidades de carreira. Então, dificilmente algum universitário lembra que na Câmara Municipal você pode exercer um trabalho técnico, um trabalho no TI, um trabalho de revisão textual, um trabalho de comunicação. Então, assim, é uma ideia de expandir mais horizontes profissionais. De repente a pessoa se forma, quer prestar um concurso público para a Câmara Municipal porque sabe que aqui tem carreiras que ele pode desenvolver com a sua formação universitária. Quem veio aprovou o programa. Eu acho extremamente importante. Eu tô no quarto ano e eu sei que para muitos estudantes é difícil ter algum estágio, alguma questão de experiência na área. Então é muito legal a gente vir, a gente participar, a gente ver como que é o dia a dia do profissional e entender como funciona, principalmente dentro da nossa região de Campinas. E de repente também se se interessar por alguma coisa aqui na Câmara, serviço público, tudo isso. Exatamente. Eu já pensei em fazer concurso público, então também é uma questão da gente ver como funciona para ver qual área a gente vai seguir, porque o estudante de direito tem várias possibilidades, então é bem legal a gente poder dar uma olhada em cada parte e tentar escolher o que é melhor pr pra gente nosso perfil. Meio-dia mais 28 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quarta-feira, porque olha só, hein? Uma nova espécie de dinossauro encontrada no deserto do Saara teve participação do professor brasileiro, o Rafael Lindoso, do Instituto Federal do Maranhão. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro O Giro Ambiental. Olá, está começando mais um Giro Ambiental e hoje vamos falar sobre uma descoberta incrível no mundo da ciência, uma nova espécie de dinossauro que foi encontrada no deserto do Saara, no norte da África. E o mais interessante é que um brasileiro participou diretamente desse estudo. Para entender melhor essa descoberta e a importância dela, vamos conversar com o professor Rafael Lindoso, que integrou essa pesquisa internacional. Professor, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental e obrigada por aceitar o convite. Boa tarde. Prazer, professor. Para começar, eu queria que você explicasse pra gente eh que dinossauro é esse que foi descoberto aí no Saara. Bem, esse é um indivíduo, né, uma espécie, uma nova espécie de uma família chamada espinossauride, né, que são dinossauros terópodes, carnívoros, bípedes, eh, que são caracterizados por um crânio bastante alongado, muito similar aos crocodilos. Quer dizer, ele tem uma série de características que, ah, o assemelham a esse grupo de répteis, tá? é com adaptações semiaquáticas e que agora se configura como uma segunda espécie do gênero espinossauros, eh, que é ali uma família, um grupo de dinossauros, eh, tipicamente, ah, do norte africano. Ah, certo? E falando no âmbito da ciência, por que essa descoberta é tão importante? Bem, ela tem reascendido um debate antigo em torno desse grupo, né? o espinossauros egípticos, que foi a inicialmente descrito em 1912, 1915 por um alemão, eh se tornou um dinossauro bastante exótico, né, com características que eh que não se assemelhavam, digamos assim, a tudo que já se sabia sobre os dinossauros carnívoros. muito diferente. Eh, isso despertou muito interesse eh na ocasião. Depois esse espécim foi completamente destruído em abril de 1944 durante um bombardeio aliado em Munique, na Alemanha. E esse péssimo foi perdido por completo. Depois novos materiais foram recuperados a partir de 2008. Depois eh foi publicado a um novo estudo a respeito desses novos materiais em 2014, trazendo um debate muito interessante sobre as características anatômicas e sobre sua adaptabilidade a um ambiente semiaquático. E agora com essa descrição e descoberta dessa nova espécie, eh esse debate é reacasido, né, a em torno dessa dessa família que é muito polêmica. Ah, certo. Eh, eu queria também que esse essa pesquisa ela é internacional, né? Eu queria que o senhor contasse também como que você entrou eh juntamente com esse grupo para descobrir essa nova espécie eh nesse deserto do Saara. É, a minha participação eh foi devido a um contato que eu fiz com um líder da equipe, o Paul Sereno da Universidade de Chicago, eh convidando a integrar um estudo que nós eh iniciamos aqui no Brasil, tá, em 2016, de uma nova espécie dessa mesma família, tá, que foi descoberta aqui no Maranhão, tá? H, é sabido que o PL Serena é um especialista renomado eh e nesse grupo de dinossauros e ele acabou por aceitar o convite 2024 e ele me sugeriu fornecer alguns dados anatômicos e osteológicos para para que nós pudéssemos ah criar uma um entendimento melhor sobre as relações filogenéticas desse grupo. Então, o esqueleto parcial que foi recuperado aqui no Maranhão acabou por entrar numa base de dados, reunindo todos os grupos de dinossauros carnívoros para que pudesse entender melhor as relações filogenéticas. E essas relações filogenéticas, por conseguinte, iriam oferecer a aspectos paleobigiográficos mais detalhados e a evolução desse grupo, como é que ela se deu. Então, o trabalho foi basicamente fornecer informações anatômicas eh durante um processo de fotogrametria, digitalização desse material e envio pros Estados Unidos. Eh, e o PL em 2025, quer dizer, ano passado, integrou uma expedição liderada por mim eh ao interior do Maranhão. Então, ele esteve no Brasil para visitar a localidade onde esse material maranhense foi descrito. Então, agora nós estamos trabalhando nele. Eu acredito que mais em um ano em um ano e meio esse material tá sendo submetido para uma revista internacional, certo? E qual foi exatamente a sua contribuição durante a pesquisa? Análise filogenética. eh estudo eh anatômico do material maranhense para que se pudesse identificar ele com clareza. E nós identificamos que se trata de uma nova espécie também dentro dessa família dos espinossaurídios e o trabalho de fotogrametria, digitalização desse material para que se pudesse ser enviado pros Estados Unidos, para que eles pudessem incluir isso numa base de dados, eh, reunindo, né, eh, uma grande quantidade de dinossauros carnívoros, eh, com relações, eh, a essa família, para que nós pudéssemos ter um entendimento melhor sobre os aspectos evolutivos, paleobiogeográficos e mesmo anatômicos. E professor, para quem tá em casa e não tem tanto conhecimento sobre o assunto, eh, o que seria essa análise filogenética? Análise filogenética é uma análise que usa algaritmos eh e é uma análise em computadores, reunindo dados osteológicos dos animais e agrupando diversos indivíduos com maior afinidade anatômica. Então, os dinossauros que são mais parecidos, eles são agrupados através de um programa de computador, eh, e traçando, eh, uma árvore de parentesco, digamos assim. Então, os os organismos são agrupados em uma árvore da vida, né, eh em que se tem um entendimento melhor sobre as relações de parentesco desses indivíduos. E isso fornece, obviamente, uma uma um aspecto mais acurado sobre as relações eh paleobiogeográficas, ou seja, como esses animais se dispersaram, já que eles têm um parentesco mais próximo, eh como eles se dispersaram ao longo do tempo, né? Como é que se deu essa distribuição a uma vez que os continentes na época estavam em processo de separação, como eles se relacionam e como eh eles evoluíram ao longo do tempo, certo? E professor, eh também para quem tem curiosidade, como se dá uma descoberta como essa? Demora muito tempo? Olha, se tratando, eu não tive presente na descoberta do Espinossauros Miráis. Eu fiz, eles foram em 2019, na primeira expedição, depois retornaram em 2022, logo depois da pandemia e o meu contato para integrar a equipe foi em 2024 e em 2025. Então, a o que eu posso falar é sobre uma descoberta dessa magnitude no nosso território, né? E o nosso espécim, que é uma que é uma espécie nova, né, de um dinossauro carnívoro, que vai se revelar talvez como o mais famoso do Brasil em breve, eh, é algo que que é bastante eh eh fascinante, né, no sentido de que você tem que fazer um planejamento prévio para para eh fazer a incursão necessária até os depósitos sedimentares, no caso. E aí você tem que eh respeitar as particularidades climáticas da região. Então, no caso aqui do Maranhão, a gente teve que aguardar um período de regime chuvoso a se dissipar para que nós pudéssemos então ir pra localização, para, desculpem, pra localidade, fazer o resgate desse material. Isso leva entre uma semana, duas semanas. Isso depende muito do material. Se material muito mais completo pode levar semanas ou até meses para se recuperar. Em alguns casos, como foi a situação no Saara, eles foram em 2019, identificaram materiais novos, promissores e tiveram que retornar em 2022 com uma equipe maior para fazer o resgate desse material. Mais de 40 toneladas de de fósseis, né, recuperados, certo? E professor, falando um pouco mais sobre sua trajetória, né, na sua carreira, eh, como que você iniciou na paleontologia? Bem, eu sempre fui fascinado por esses organismos, né, desde garoto e acabei por seguir carreira. Então, me licenciei em ciên em ciências biológicas, depois fiz mestrado, doutorado em geologia com área de concentração em paleontologia, eh estudando o cretácio, em particular os ecossistemas do cretácio, tá? e acabei por a ser admitido no IFMA em 2016, onde eu sou atualmente professor adjunto de paleontologia e geologia e atualmente oriento estudantes de graduação e continuo desempenhando atividades de pesquisa na área de paleontologia com a descrição e nomeação de novas espécies de dinossauros. Mas não somente os dinossauros. Por vezes nós estudamos os elementos ah eh ecológicos que estão no entorno desses organismos, por exemplo, plantas, eh por vezes crustáceos, peixes, eh e às vezes até as impressões, os rastros e os vestígios desses animais, que muitas vezes são muito mais informativos do que os próprios elementos osteológicos e anatômicos. E professor, para quem tá em casa, quem sabe tem interesse de seguir essa mesma carreira, como que é o trabalho de campo de um paleontólogo? Ah, exige muita dedicação, por vezes um certo preparo físico, porque a gente eh encontra certos elementos intempéricos, eh desfavoráveis, por vezes enchentes, ah, chuvas, por vezes até raios, a depender do contexto. Eu lembro que eu trabalhei alguns anos na Ilha do Cajual, no litoral norte maranhense, e a o depósito sedimentar é riquíssimo em ferro, né? Então, nos períodos chuvosos, assim, você não podia ficar em cima do afloramento porque, eh, as descargas elétricas eram frequentes ali, né? Então, eh, cada sítio fossilífero, ele exige uma uma percepção, um cuidado, um processo de logística muito bem detalhado para se escavar um dinossauro. Principalmente você precisa de recursos, né? Escavar um dinossauro, extrair um dinossauro da rocha, por vezes é caro. Você precisa de um maquinário adequado. Você precisa de, hoje em dia, de ah drones para fazer um mapeamento aéreo. Como a gente trabalha numa região eh florestada como a a região amazônica, eh um drone foi muito importante para identificar em meio à mata ali fechada onde é que haviam eventualmente afloramentos ah favoráveis à escavação, né, a ou visita para que se pudesse eh eventualmente encontrar eh novos elementos desse desse dinossauro. É, você tem que ter cuidado com com os com a fauna, né, silvestre. Então, é e é há um todo um cuidado em termos de mapeamento, né? envolve a logística, os mapeamentos das unidades de saúde mais próximas eh nas quais nós, eh, podemos recorrer de uma eventualidade de um de um incidente, alguma coisa desse desse tipo. Então são meses de preparo, de estudo, eh recuperando uma bibliografia, referências eh passadas já publicadas para entender o cenário geológico da região, eh quais são os pontos eh onde nós vamos eh sentar um acampamento, base, alimentação, combustível, né, no caso do rio Itapéuru. Então, a gente precisa transportar combustível para fazer a a manutenção da da embarcação. E realmente é um trabalho árduo. E professora, o senhor falou um pouco que já tá realizando uma pesquisa para encontrar um fóssil aqui no Brasil. Eh, eu queria saber se o Brasil é um local que tem bastante descobertas também. Sim, o Brasil tem se mostrado um local bastante prolífico, assim, em termos de de dinossauros, né? São dezenas de espécies já descritas e a cada ano vem aumentando mais. Nós temos formado alunos que têm desempenhado uma tarefa de sucessão no das nossas atividades, né? Então, as novas gerações têm cada vez mais aprimorado os trabalhos tecnológicos em torno da paleontologia, como por exemplo, a fotogrametria, que eu mesmo apliquei junto com os pesquisadores da Universidade de Chicago. E isso tem incrementado muito, né, o cenário paleontológico eh brasileiro. Agora, há de se dizer que o hemisfério norte, por ter em países mais desenvolvidos e com mais recursos para fazer esse tipo de atividade científica e valorização também da eh desse patrimônio, as coisas acontecem numa velocidade muito mais rápida, né? Eh, eles não têm os fósseis melhores, né? E os mais completos. A gente também dispõe de materiais muito importantes, eh, que de certa forma em algum momento, estavam globalmente conectados. Então, a possuem a mesma relevância. O problema são essas discrepâncias em termos econômicos e e de financiamento que o Brasil não consegue por vezes acompanhar. Então, nós tivemos, por exemplo, essa última expedição no Maranhão em 2025, em setembro, com financiamento inteiramente eh advindo aí da Universidade de Chicago. Caso contrário, já são aí 9 anos desde que o material foi recuperado inicialmente, 9, 10 anos até que nós pudéssemos retornar. O resultado disso, eh, com quase uma década de ato entre a primeira visita e a primeira expedição, nós não encontramos praticamente mais nada do animal. Provavelmente ao longo de uma década as intemperes lá ao longo do rio Itapecuru pode ter varrido o material e esse material provavelmente se perdeu. E professor, pra gente finalizar, né, para quem tá assistindo, porque é importante é continuar eh estudando os dinossauros, encontrando esses fósseis eh nos locais. Bem, um exemplo prático assim que atende a percepção talvez capitalista da coisa, né, é que os fósseis, não somente dinossauros, mas eles têm um apelo eh popular, digamos, no sentido de atrair jovens paraa ciência, porque são animais fascinantes, né? tem toda essa vertente envolvendo o fascínio que esses animais despertam, mas também eles têm um lado ah econômico. Então, estudar os fósseis eh nos ajudam hoje a revelar uma compreensão melhor do nosso planeta, como ele evoluiu, e isso a automaticamente nos dá uma uma espécie de de percepção mais acurada sobre o nosso papel ecológico, como nós devemos eh reagir frente a às mudanças climáticas, aos processos de extinção. Eh, a geologia econômica, por exemplo, a indústria do petróleo, ela se ela faz uso de forma muito muito próxima, né, muito eh imediatista, digamos assim, dos fósseis, né, dos microfósseis, em especial. Eh, os a a questão da das mudanças climáticas, por exemplo, eh os fósseis eles permitem porque eles estão preservados em camadas de rochas que muit das vezes refletem dezenas ou até milhões, centenas de milhões de anos. Isso permite que nós projetemos a as mudanças climáticas eh e avalie melhor como as espécies podem enfrentar esses desafios, coisas, eh, por exemplo, que computadores não conseguem estimar, né, projetar. Então eu eu diria que a paleentologia oferece uma perspectiva de tempo, não tempo profundo. Ela se vale do tempo profundo do passado, do exame das rochas, dos fósseis para projetar um futuro, mas um futuro longinco, né, que a o nosso intelecto ou mesmo os processos tecnológicos atuais não dão conta. Perfeito, professor. Eu agradeço pela sua participação e por compartilhar com a gente seu conhecimento aqui no Giro Ambiental. Eu que agradeço e obrigada também pela sua audiência. Eu fico por aqui, mas você continua com as curiosidades e informações sobre o meu ambiente. Até a próxima. Um estudo recente descobriu que o controle de saciedade em mosquitos aedseg acontece no intestino e não no cérebro. Células no reto sinalizam quando já tomaram sangue suficiente, reduzindo assim a vontade de picar mais. Isso pode levar a novas formas de combater dengue, zica e chicungunha, atingindo o intestino do mosquito com mais facilidade. Para amanhã, quinta-feira, a previsão é de sol, céu azul pela manhã. À tarde, a nebulosidade aumenta, mas não deve chover na cidade. Se cair, é aquela chuva esparsa, né, em um ou outro bairro e não de forma generalizada. Sobre as temperaturas, aquele padrão da semana e já está aqui na minha tela. Então, olha só, para amanhã mínima de 20º, ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 31º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os sete projetos que estão na pauta da 24ª reunião ordinária. Eu volto amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.