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Câmara Notícia | Cartilha contra violência à mulher, solidariedade a Cuba e crise climática
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Câmara Notícia | Cartilha contra violência à mulher, solidariedade a Cuba e crise climática

12 views Publicado 23/04/2026 HD · 45:28
Resumo editorial

A edição do jornal Câmara Notícia desta quarta-feira pós-feriado prolongado reúne destaques que cruzam direitos humanos, meio ambiente e legislativo em Campinas. O bloco abre com a Metrópole apresentando a cartilha Mulher Você Não Está Sozinha, com mais de 17 mil exemplares em distribuição na cidade, ferramenta didática elaborada por três secretarias municipais para combater a violência contra a mulher e explicar a Lei Maria da Penha. Em seguida, o telejornal acompanha a terceira reunião ordinária da Comissão Permanente de Relações Internacionais, dedicada às agressões econômicas dos Estados Unidos contra Cuba e à solidariedade internacional construída por Campinas. O Giro Ambiental fecha o jornal com a pesquisa do IPSOS para o Instituto Talanoa sobre a percepção dos brasileiros sobre a crise climática, destacando que 24 por cento já tiveram que deixar suas casas por causa de eventos climáticos extremos.

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Terceira reunião ordinária da Comissão Permanente de Relações Internacionais, presidida pela vereadora Paola Miguel, [música] discute sobre as agressões econômicas dos Estados Unidos contra Cuba. No Giro Ambiental, vamos falar sobre uma pesquisa realizada pela Ipsus IPEC, a pedido [música] do Instituto Talanoa, que aborda os impactos da crise climática na vida dos brasileiros. [roncando] [música] Olá, [música] muito boa tarde para você. Hoje, quarta-feira, 22 de abril de 2026, começa agora o Câmara Notícia dessa volta de feriado prolongado. Muito obrigada pela sua audiência aqui na TV Câmara, pela sua companhia e já te convido para participar com a gente do Câmara Notícia de hoje. O nosso WhatsApp é o 97829377 ou então é só apontar a câmera do seu celular pro QRcode que aparece aqui na tela. pode mandar pra gente o seu comentário, sua opinião. Participe do Câmara Notícia de Hoje e vamos aos destaques da Metrópole. Campinas ganhou uma novidade no combate à violência contra a mulher, a ferramenta aposta na informação como forma de prevenção. [música] [música] Mais de 17.000 exemplares da cartilha mulher não está sozinha começam a ser distribuídos em Campinas. O informativo foi elaborado pelas secretarias municipais de comunicação, desenvolvimento e assistência social e de políticas públicas para as mulheres. O objetivo dessa cartilha é, de uma forma muito didática, explicar paraas nossas mulheres o que seria a violência doméstica de gênero, falar um pouquinho sobre a Lei Maria da Penha, ajudá-las a identificar se elas estão ou não passando por um relacionamento abusivo e também demonstrar que Campinas possui uma rede de apoio imensa, né, pronta para ajudá-las caso elas identifiquem que seja necessário. Então aqui tem os telefones de todos os serviços, os endereços. Então assim, é para desmistificar essa ideia de que fazer a denúncia eh não vale a pena, entendeu? Esse o principal objetivo. O material traz informações sobre como reconhecer o ciclo da violência, explica a Lei Maria da Penha e inclui até um quiz para que as vítimas possam avaliar se estão em um relacionamento abusivo. A gente às vezes tá num relacionamento e muito do que acontece a gente encara como se fosse normal, faz parte de qualquer tipo de relacionamento, enfim. E ali tem perguntas chaves, né, que a gente pode começar a perceber que, opa, isso aqui não tá certo, isso aqui eu preciso conversar com o meu companheiro ou com a minha companheira a respeito, porque isso aqui pode eh ter uma escalada e culminar em uma violência um pouco mais séria. Então, quanto antes for identificado, mais fácil, né, da gente entrar no eixo. De acordo com a Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres, o guia será disponibilizado nos serviços públicos e em ações da pasta. A gente pretende, em todas as ações sociais que nós fizermos, levar essa cartilha. Ela vai ficar também lá no SEAMO, eh, na Casa da Mulher Campineira, nas escolas que a gente, né, tá tá junto com a Secretaria de Educação fazendo um programa dentro de todas as escolas municipais. Então, quanto mais a gente conseguir divulgar, melhor. Foram impressas 17.000 1 cartilhas. Então vai ter bastante material de divulgação e o alcance, eu imagino não, com certeza será muito amplo. A cartilha faz parte das ações de combate à violência contra a mulher apresentadas pela prefeitura de Campinas, com foco na prevenção e acolhimento às vítimas. Essa foi uma das ações que foi anunciada naquela coletiva de imprensa. Então aqui nós estamos cumprindo o que prometemos aquele dia. A expectativa é que as informações alcancem o maior número possível de mulheres. Pelo fato da gente tá vivendo esse momento tão delicado como sociedade que a gente vê essa esse crescimento da da violência, esse tema tá virando quase que um um tema diário de assunto entre as mulheres. Então essa cartilha vai trazer justamente as informações que elas ainda não têm ou que ainda elas ainda têm dúvida, mas eu acho que o interesse por parte das mulheres tem aumentado muito. [música] E atenção você estudante que está se preparando para o vestibular. A comissão permanente para os vestibulares a convest abriu hoje as inscrições para o simulado presencial no mesmo formato da primeira fase do vestibular da Unicamp. A prova será aplicada no dia 14 de junho nas cidades de São Paulo, Campinas, Piracicaba e Limeira. As inscrições devem ser feitas pela internet no site da Convest até o dia 8 de maio. A taxa de participação é de R$ 100. O simulado terá 72 questões inéditas de múltipla escolha. A prova começa às 13 horas com a abertura dos portões ao meio-dia. Os participantes terão 5 horas para realizar o exame. Podem participar estudantes que já estejam cursando ou tenham concluído o ensino médio. Cada participante pode escolher apenas um curso entre os oferecidos no vestibular. O objetivo é ajudar o estudante a avaliar o próprio nível de preparação. A iniciativa faz parte das comemorações dos 40 anos do vestibular da Unicamp. O regulamento completo está disponível no site da Convest, que é o convest.br. br. E seguimos agora com as notícias do legislativo. Consolidar uma legislação conectada aos territórios e aos saberes tradicionais foi tema de um debate público na Câmara Municipal promovido pela vereadora Paola Miguel, que reuniu especialistas e autoridades do setor público. A vereadora Paola Miguel promoveu um debate público na Câmara Municipal com objetivo de avançar na construção de uma legislação voltada ao reconhecimento, à valorização e ao fomento de mestras e mestres nas culturas populares e tradicionais de Campinas. Primeiro eu queria dizer que é uma grande honra a gente tá aqui nessa nesse encontro, né, pra gente ir tecendo a lei dos das mestras e mestres aqui da cidade de Campinas em diálogo com o Brasil. Hoje a gente tem já alguns representantes aqui, né, que demonstram como a gente pode construir, né? A gente tá aqui com a Lua Mimirim, que é mestre de tradições. Muitíssimo obrigada pela sua presença. Temos também aqui a Alexida Caprioli, que é secretária municipal de cultura e turismo. Muitíssimo obrigada, secretária. Temos aqui o Tião Soares, que é diretor da promoção das culturas populares e tradicionais, Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural. Muitíssimo obrigada. Temos também o Pedro Neto, que é coordenador geral de articulação de políticas para as culturas tradicionais e populares do Ministério da Cultura. Também esteve presente no encontro Marcelo das Histórias, gestor cultural do Pontão de Cultura Areté e da Sala dos Toninhos, responsável por apresentar a proposta de lei para o mandato da vereadora. Em 2020, a gente aprova o plano municipal de cultura, que é um plano pros próximos 10 anos. E lá essa articulação já coloca uma ação que o C vai falar, né? Ele tem metas e ações, já coloca o cadastro municipal dos mestres médicos de Campinas e já coloca o programa de bolsas. Então nós estamos aqui dando continuidade a uma estratégia construída há mais de 12 anos, né? Porque às vezes parece que é um uma inspiração, né? Eh, articulação. E aí desde 2023, aí agradecer você muito, Paola. E é o André que me chamou para essa missão e que é uma pessoa que eu tenho muito apreço, André. E ele falou: "Ah, eu vou trabalhar num mandado da Paola. Vamos lá conversar com ela sobre aquele nosso sonho da lei dos mestres e mestres". Então, saudação, irmão. E aí a gente começa a conversar com a Paola, com a Débora aí, com toda a equipe e elas também apresenta a parceria pro deputado Alfredinho. E com isso aí 2024, a Paola apresenta o primeiro a primeira proposta, né? Essa primeira proposta a procuradoria da Câmara já deu uma procuradoria, os advogados da Câmara já deram umas sugestões para ela, né? E esse lugar nosso aqui também é um lugar pra gente escutar mais, a Paola e a equipe dela escutar mais e a gente avançar. Tião Soares, diretor de promoção de culturas tradicionais e populares do Ministério da Cultura, que vem percorrendo diferentes regiões do país em um processo de escuta ativa nos territórios, contribuindo para a formulação de uma política nacional para o setor. Falou sobre caminhos para o desenvolvimento das culturas populares no âmbito municipal. Eu trago aqui algumas experiências importantes. Portanto, o Ministério da Cultura, ele tem forjado, né, vários estados e vários municípios a criarem as suas próprias leis municipais, as suas próprias leis estaduais para que ela para que tenhamos uma política no chamado pacto federativo, que possa ter uma colaboração, né, do governo federal, do governo estadual, dos governos municipais para propor essas políticas que cheguem na base. Nós temos várias políticas que estão chegando na base, como a política ade branque, que chega nos nos menores e maiores municípios e que hoje com a institucionalidade da política nacional de culturia de uma bolsa para mestre e médico, acho que já dá um ensaio necessário pro santo, como Marcela acabou de dizer aqui, para que tenhamos esta lei aqui que vai ser uma uma uma bolsa vitalícia e mensal. E esta este ensaio da cultura viva já nos pode já nos pode ajudar e contribuir para que essa praxe, eu diria assim, essa prática de de de exercício de execução dessa bolsa possa ser facilitada aqui em Campinas. representando o executivo, a secretária municipal de cultura e turismo, Alexandra Caprioli, destacou que a pasta busca se aproximar das diferentes realidades para contribuir de forma conjunta a lei de mestras e mestres com diversos setores da sociedade. Para fazer uma uma mudança, para fazer uma transformação, a gente de fato precisa estar com as pessoas. E é isso que a gente tem feito o tempo todo, né? Eh, e as pessoas sempre brincam: "Nossa, eu te vejo em todos os lugares." Sim, eu estou, procuro estar em todos os lugares. eh me aproximar, entender e assim e eu acho que foi um pouco essa construção que eu que essa jovem vereadora, promissora, pujante, né, que que ela vem trazendo muitos desafios eh pro nosso relacionamento, porque a gente vem de eh talvez de lados muito diferentes, mas a gente só tem encontrado conexões. Eu acho que a gente tem feito muitas conexões. Então eu acho que junto, né, segurando a mão, a gente vai chegar muito mais longe. E nesse nesse momento o que eu ofereço é as nossas mãos, a minha mão, as minhas duas, do Gabriel, do Douglas, de toda a nossa equipe, porque a gente tá aqui para entender como é que lá dentro a gente vai fazer essa trajetória, porque eu acho que o que a gente tá fazendo aqui, a para além do reconhecimento, é construir o futuro que vai eh arrastar essa ancestralidade e essas memórias e a gente sabe que as nossas futuras gerações poderão viver aquilo que a gente está tendo chance de viver hoje. E a Comissão de Relações Internacionais da Câmara de Campinas, presidida pela vereadora Paola Miguel, reuniu parlamentares, ativistas e representantes de movimentos sociais para discutir os efeitos do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos contra Cuba. O tema central da Comissão Permanente de Relações Internacionais presidida pela vereadora Paola Miguel, foi sobre as agressões econômicas que a Cuba vem sofrendo por parte dos Estados Unidos. Uma luta histórica marcada por embargo e conflito ideológico que se intensificou logo após a revolução de 1959. O vereador Gustavo Peta, que já participou de uma missão internacional de solidariedade a Cuba, falou sobre o impacto negativo que o país está vivendo, afetando serviços essenciais, como educação, saúde e alimentação, e reforçou a importância da união para o povo latino. Por isso que nós tomamos a iniciativa de organizar uma grande ajuda humanitária a Cuba. Aliás, Cuba é o país mais solidário no no que existiu no último período. É só a gente ver essa experiência que a vereadora Paula falou dos médicos cubanos, né? Cuba export enquanto os Estados Unidos exporta guerra, exporta bomba, exporta intervenção de todos os tipos, exporta tarifaço econômico, exporta o que há de pior do ponto de vista dos valores. Cuba exporta o quê? pro conjunto do mundo, sempre exportou o quê? os valores mais solidários, ajudas humanitárias, médicos, saúde pública, iniciativas muito importantes que sempre ocorreram com a participação do governo cubano. Por isso, nós fizemos uma grande ação humanitária que envolveu 650 pessoas, 11 países, eh mais de 50 organizações. Nós conseguimos levar a Cuba mais de 2.000 toneladas de alimentos. de 30, 50 toneladas compostas por alimentos e outros insumos, medicamentos, produtos de higiene, painéis solares e outros itens também. Então, foi uma uma grande ação humanitária que tinha como objetivo ajudar Cuba nesse momento difícil, mas ao mesmo tempo também chamar atenção do mundo sobre esse bloqueio eh criminoso que os Estados Unidos promove a Cuba nesse momento. Marcela Moreira, representante do coletivo de solidariedade à Cuba e aos povos em luta, falou das ações como ferramentas importantes para conscientizar as pessoas e mostrar que Cuba é referência de um país que construiu o seu próprio destino. Essas ações são desde eh eh cine debate, passando um filme cubano e fazendo debate eh por exemplo sobre a questão da saúde, sobre a questão da cultura. Eh, eh, eh, recebemos, por exemplo, eh uma representante de Cuba para falar sobre a questão da cultura, né, e a questão, por exemplo, do balé, que é um a Cuba é uma referência, né, eh, parcerias com o serviço social para discutir, por exemplo, o novo código da família eh lá em Cuba. Então, eh, a lembrança, né, dos, eh, heróis cubanos seja Fidel Castro, que esse ano faz 100 anos do nascimento, é, do Fidel, a lembrança do Tê, a lembrança do Camilo sem Fuegos, né? Então, eh, a gente sempre faz atividades, né, para lembrar e para fazer a disputa política ideológica, porque as pessoas conhecem Cuba por aquilo que se fala nos grandes meios de comunicação. E o que se fala nos grandes meios de comunicação são informações muito negativas. Outro ponto da discussão foi o papel do Cuba na rua, bloco de carnaval alternativo citado como uma importante frente da participação popular na luta por direitos. O bloco tá indo pro 5º ano, né? Eh, durante esses todos esses anos, nós desenvolvemos atividades de formação de ritmistas, trazemos o debate da América Latina e obviamente a solidariedade com Cuba, né? Eh, a partir do bloco, eh, nós começamos a participar de maneira mais intensa, né, do do coletivo José Marti, eh, conhecendo diversos eh tem aqui em Campinas, gente, mas tem diversos lugares do estado de São Paulo, do Brasil todo, tá? é uma rede organizada, né, que entende a importância de Cuba, eh, e, e promovendo o debate, né, na cidade, eh, dessas relações da da cultura, da cultura do carnaval, mas também com a política. Trouxemos um pouquinho da história de como esse embargo, né, e esse cerco econômico político, né, afeta de verdade a população de Cuba, como isso muitas vezes faz com que impeça que Cuba tenha acesso a itens básicos como medicamentos, petróleo, né, e que isso tá fazendo de fato uma grande crise, né, nessa ilha que é esse arquipélago de muita cobiça já por outros países. a gente consegue fazer com que as pessoas entendam, né, porque que é importante a gente prestar solidariedade a Cuba. Cuba que já participou dos mais médicos, que teve médicos na cidade de Campinas, que foi um momento inclusive que a gente não tinha problema nos postos de saúde, de atendimento humanizado, de ter médico nos postos. Então esse é o momento da gente devolver essa solidariedade, principalmente propagar o que é a verdadeira Cuba e não essa que é muitas vezes que chega até a grande mídia, que é essas construções de fake news, né, ou então de só um lado da história. Nós temos condições eh de fazermos uma transformação radical onde o povo esteja em primeiro lugar e Cuba nos prova isso eh todos os dias. E seguimos com os destaques do legislativo, porque um projeto apresentado pelo vereador Gustavo Peta visa priorizar vagas na rede municipal de ensino para filhos e também dependentes de mulheres vítimas de violência doméstica, com medida protetiva como forma de garantir proteção e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. O vereador Gustavo Pieta apresentou um projeto de lei que prioriza vagas na rede municipal de ensino de Campinas para filhos e dependentes de mulheres em situação de violência doméstica e familiar com medida protetiva de urgência expedida pela justiça. O projeto ele visa dar prioridade no caso dos filhos das mulheres vítimas de violência em vagas na educação da cidade. Muitas vezes essas mulheres precisam mudar de endereço, precisam se deslocar para outro bairro a fim de se proteger, né, sair do local que morava inicialmente e há muitas dificuldades na transferência de vagas. Então o projeto visa dar essa prioridade a fortalecer essa proteção à mulher e a família da mulher que está sendo vítima de violência. Ainda segundo a proposta, mudança de domicílio ou afastamento do agressor, muitas vezes exige uma reorganização imediata da rotina familiar. Um dos grandes grandes dificuldades, né, de você mudar de endereço, no caso, eh, de uma mãe, até do pai, né, é exatamente a vaga na escola pro filho. E essa mulher em situação de violência, ela tá ainda mais vulnerável, com mais dificuldade. Então, com certeza isso é uma forma de facilitar o deslocamento, a mudança que a mulher precisa fazer de maneira forçada por ser vítima de violência. afirma que o número de feminicídios no Brasil tem crescido de forma preocupante. Também defende adoção de políticas públicas para proteger mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade. Nós estamos vivendo no Brasil, infelizmente, uma epidemia de violência contra as mulheres. Aumento no caso de feminicídio. São quatro feminicídios por dia e no Brasil. Aumento dos casos de violência. É preciso haver diversas políticas que possam combater essa violência e também dar proteção às mulheres vítimas de violência, né? O estado precisa ter uma rede de proteção maior para as mulheres que estão vivendo essa situação de violência, de vulnerabilidade. A medida prevê que a comprovação seja feita por meio da decisão judicial que determina a proteção da vítima. A medida protetiva é exatamente o momento, vamos dizer assim, o momento que em que a violência é mais extremada, né, em que o o judiciário decidiu eh dar a medida protetiva, mas também outros mecanismos de comprovação deveriam ser válidos. É lógico que tudo isso teria deverá passar também por uma regulamentação do poder executivo. E um requerimento protocolado na Câmara de Campinas cobra explicações sobre a falta da vacina contra a Covid-19 em unidades básicas de saúde aqui da cidade. Segundo o documento protocolado pelo vereador Aílton da Farmácia, a imunização contra a COVID-19 é gratuita pelo SUS e segue recomendada principalmente para grupos prioritários. Mas relatos de pacientes apontam que em alguns centros de saúde, como o do Jardim Santa Odila, as doses estariam em falta. O vereador questiona o motivo da ausência das vacinas, se o problema atinge toda a rede municipal e desde quando o abastecimento está comprometido. Eu não tenho assim certeza que é todos, mas ali na minha região ali aquela população procura o vereador, vai no posto de saúde, volta lá no vereador. Vereador a vacina não tem no posto de saúde. Como é que eu faço? Sai de casa, né? que tenha serviço, serviço para trazer a minha criança aqui para tomar vacina. Cadê a vacina? Vador tá questionando secretaria de saúde quando vai chegar, se vai chegar, né, para essa população, essas crianças seja tomada a vacina, né? Porque hoje tem aquele negócio, ah, vacina é bom, pô, tem que aproveitar que a a a população quer vacinar os filhos, então tem que ter a vacina. Aí você vai lá, não tem a vacina, pessa, pedi a viagem, quando é que eu vou voltar, quando é que eu vou ter tempo pegar meu filho? Porque a pessoa tem tem compromisso, tem trabalho, às vezes deixa a criança com outra pessoa para cuidar, botar em creche mesmo. Essa pessoa fica preocupada, né? Que pessoa procura o vereador, faz a reclamação, o vereador tem que cobrar de quem? Cobrar da Secretaria de Saúde quando vai ter, que dia, que horário, eh, se esse mês, se daqui uma semana, quando vai chegar vacina para a nossa população lá, as crianças seja. O requerimento também pede informações sobre quantas unidades aplicam o imunizante atualmente, quais grupos estão sendo mais afetados e quantas pessoas têm deixado de se vacinar por semana na cidade. Com certeza quando diz vacina, gente, é a vacina é saúde, principalmente a vacina de Covid-19. Essas crianças vão lá, leva carteirinha, se tiver alguma vacina travada, já aproveita, já atualiza a vacinação. A mãe quer isso, quer encontrar a vacina saúde da nossa cidade. Campura. Outro ponto levantado é a previsão para a chegada de novas doses e a normalização do atendimento. A gente sabe que é do governo federal, mas é dever do município cobrar o governo federal para que essa vacina tenha na rede pública, né, nos postos de saúde da nossa cidade, até porque, né, a vacina é necessária, é para imunizar. Sim, sim. É prática aquela criança que tome essa vacina não venha pegar agora a época agora que tá tá para entrar aqui a época de frio e esse tempo já mudado aqui, né, do outono, já está acontecendo muita gripe, muito resfriado na nossa cidade, em todas as cidades, viu? Não só criança. E o projeto do vereador Permínio Monteiro, que institui no calendário oficial de eventos do município baile Pérola Negra, foi aprovado na Câmara. sancionado pelo prefeito e agora é lei em Campinas. [música] Foi publicado no Diário Oficial do Município a lei que institui no calendário oficial de eventos do município de Campinas o baile Pérola Negra a ser realizado anualmente na primeira semana do mês de julho. A iniciativa é do vereador Permínio Monteiro, onde homenagei as mulheres negras, né, do nosso município, mas também de algumas que se destacaram com o tempo e tem a justa homenagem que é feita. E dentro desse baile a gente vê a alegria das mulheres negras, da das comunidades que se unem, né, os afrodescendentes também, todo mundo participando e mostrando, né, a importância, né, dos eventos que acontecem. E agora Campinas, com esse projeto de lei, com certeza terá no calendário e será de forma oficial o baile da Pérola Negra aqui na cidade. O baile Pérola Negra é um evento de celebração da cultura afro-brasileira e que homenageia sete mulheres negras com destacada contribuição para a promoção da igualdade racial nas categorias cultura, educação, profissional de destaque, trajetória na luta e garantia de direitos, desenvolvimento comunitário, revelação e afirmação da identidade. O significado dele é de extrema importância. Até porque eu volto a repetir, vai estar no calendário oficial e vamos aprovar esse projeto de lei que é muito importante. Eu sempre falo, né, quando a gente entra nessa questão do assunto da negritude, das comunidades negras, falando sobre o racismo, a gente sempre tem que lembrar que, infelizmente, Campinas foi a última cidade a abolir a escravidão no Brasil. E esse projeto com certeza aí vai dar mais visibilidade, vai valorizar todas as mulheres negras. E com certeza através do baile da Pala Negra a gente vai comemorar e muito esse ano, fazendo um grande evento com muita visibilidade, pedindo a participação de todos. E no Giro Ambiental desta semana, vamos falar sobre um tema que impacta diretamente no dia a dia dos brasileiros, a crise climática. Um levantamento revela como as mudanças no clima estão afetando a vida da população da saúde ao custo de vida. Você confere agora os principais dados e o que eles mostram sobre o presente e o futuro do país. Olá, está começando mais um Giro Ambiental. Hoje vamos falar sobre os impactos da crise climática na vida dos brasileiros com base em um levantamento recente feito pela IPSUS IPEC, a pedido do Instituto Talanoa. E para comentar esses dados e ajudar a entender melhor esse cenário, a gente conversa agora com a Raiandra Araújo, especialista em políticas climáticas do Instituto. Raiandra, muito obrigada e seja bem-vinda ao Giro Ambiental. Obrigada, Camila. É um prazer táar aqui e fico à disposição para responder as dúvidas que vocês tiverem em relação à pesquisa e sobre a adaptação climática, que é o nosso ponto central aqui na Talan. Que bom. E Randa, para começar, eu queria que você explicasse eh pra gente qual foi o principal objetivo dessas dessa pesquisa que vocês pediram para IPS. Então, Camila, eh desde o último ano, a Tlanola vem eh trabalhando para que a adaptação climática seja uma prioridade, né? Então, a gente teve a COP 30 no passado, então a gente vem com essa série de pesquisas em âmbito internacional também, eh, muito focado também na América Latina para que a adaptação ela chegue a ser uma prioridade pro governo federal. E aí a partir disso, depois da COP 30, a Tela Novo, ela rodou essa pesquisa, né, em parceria com a IPSUS para entender qual percepção do brasileiro em relação à adaptação climática. E a partir disso, a gente consegue ter diversas diversas respostas em relação a isso. E aí uma das que chamou muito a nossa atenção, principalmente é que é um tema que já está no radar, né? O conceito de adaptação climática, ele já aparece ali no radar da população brasileira. Então, a pesquisa aponta que oito em cada 10 entrevistados já dizem ter ouvido falar no termo, embora a compreensão profunda ainda ainda está muito limitada e restrita a uma parcela menor da sociedade, né? Só 13% apontaram que conhecem o termo muito bem. E isso pra gente é um sinal também de alerta para entender como que a gente pode eh elevar esse conceito na sociedade civil para que também seja cada vez mais uma prioridade para o governo, né, e para que as ações estejam também voltadas a à adaptação climática. E Raiandra, a pesquisa também mostra, né, que 24% dos brasileiros já sofreram impacto direto desses eventos climáticos extremos. Eu queria que você explicasse também que tipo de situações são essas e o que isso revela sobre a realidade do país hoje. É, né, Camila, é um pouco chocante, né? Eh, a pesquisa, ela aponta que um em cada quatro brasileiros já precisaram sair de casa por conta de eventos extremos. Então, o que que a gente tá vendo aqui? Tecnicamente esse deslocamento, né, que a pesquisa traz, ele não é um fator isolado, né? Ele é um efeito caçada. Segundo a pesquisa, no último ano, por exemplo, 48% da população enfrentou ondas de calor, 42% tiveram falhas de energia, 35% falaram sobre tempestades fortes, outros sobre escassez hídrica. Então, a gente consegue ver eh que é um um impacto sistêmico, né? Ele mexe com a saúde, com a comida, ele mexe com a questão doméstica, né? na conta de luz, na mobilidade, e isso acaba empurrando quem é mais vulnerável para fora dos seus territórios. Então, é muito interessante que a pesquisa eh traz isso e é muito e é muito importante ver que as pessoas elas têm essa noção eh de que os eventos extremos, né, eles já são reais, eles estão impactando no seu dia a dia e que eles precisam de políticas que mitiguem, né, que mitiguem esses efeitos. E esses impactos a gente também pode citar eventos que a gente viu recentemente, né? Teve o caso do Rio Grande do Sul, a tragédia que aconteceu lá, né? Não, exatamente. A gente teve o caso de Minas Gerais, então todos os anos na Amazônia a gente tem seca, a gente tem cheia. Então todos esses impactos ao longo dos anos éção reais, né? Que há um tempo atrás a gente falava apenas sobre mitigação climática, né? que é quando a gente ataca a raiz do problema, que são as emissões. Mas hoje, assim, quando a gente fala sobre política pública e para ser bem direta, para lidar com esses impactos que já são inevitáveis, a ferramenta central ela é adaptação. E aqui talou a gente fala muito sobre isso, né? que a mitigação e adaptação, elas são dois pilares eh insaparáveis do acordo de parede, que onde uma ataca a causa, a adaptação ela foca em reduzir os danos e vulnerabilidade. Então, adaptar eh não é um conceito só abstrato, é garantir drenagem urbana, calçada permeável para evitar alamento, eh, moradia em área segura, longe de encosta, uma energia que não cai a cada tempestade, que as escolas tenham isolamento térmico para onda de calor e que o território ele esteja verdamente preparado tanto cheia quanto possível. Eh, e também um dado interessante que consta na pesquisa é que 70% das pessoas acreditam que esses eventos extremos estão aumentando. Então, você acha que a população ela tá mais consciente sobre esse tema da crise climática? Ah, sim, com certeza. A gente consegue ver pela pesquisa, né, que a adaptação ela já é essencialmente legitimada, mas a gente também consegue ver que ela ainda não opera como prioridade concreta, né? Então as pessoas elas já veem isso, elas já vivem isso na pele, né, no seu dia a dia e que como isso afeta o seu cotidiano. Ao mesmo tempo, elas também eh segundo a pesquisa, né, elas têm uma expectativa de quem deveria, né, estar levando essa agenda e trazendo as políticas públicas. Ao mesmo tempo, existe um abismo entre o que se vê e o que se espera, né? Então, segundo a pesquisa brasileira, ele sabe quem deveria estar no comando dessa agenda, mas ele não consegue identificar quem está eh então eh pautando e fazendo políticas públicas sobre adaptação, né? Então, como eu falei, ela tem uma legitimidade social, mas ela precisa sair do discurso de emergência para uma para uma capacidade de execução real e que proteja quem tá ali sendo mais afetado por aquilo. Sim. E a gente sabe também, você já citou um pouco, eh, que esses eventos climáticos eles não afetam todas as pessoas da mesma forma, né? Como essa crise impacta, pode impactar fortemente as populações mais pobres, pretas e pardas principalmente, né? Sim, com certeza. Historicamente, as populações mais vulnerabilizadas são as que mais são afetadas pela crise climática, né? Isso a gente eh recorre, tem discutido muito ultimamente, o que é muito bom. A gente tem pautado muito a questão do racismo ambiental. e como que as populações mais vulneráveis elas têm sido mais afetadas em contraponto que as populações menos vulnerabilizadas têm sido menos afetada. De qualquer forma, todos nós estamos sendo afetados. Então, a gente tem eh a gente precisa fazer considerações eh mais prioritárias em relação às periferias, às zonas costeiras, né, a a as comunidades que vivem as margens do rio. Então, a gente entende que são essas pessoas que acabam sendo mais afetadas quando a crise climática chega, quando os eventos extremos eles chegam por falta de infraestrutura resiliente, eh por falta de não conseguir se locomover, por falta de mobilidade, né? Então fica muito claro isso pra gente cada vez mais eh como que isso tá sendo posto, né? Eu até tra dados que são interessante sobre qual é a percepção eh de quem as pessoas acham que tão sendo mais afetadas. Um dado que é muito interessante eh que também é trazido é que as crianças também são afetadas nas suas escolas, né? Quando tá muito calor, não dá para estudar em algumas escolas as crianças, as as mulheres, né? eh os moradores de rua que também estão em situação de vulnerabilidade extrema, no qual eles passam mais frio ou passam mais calor. Então a gente consegue ver também que a própria sociedade ela também tem essa concepção de quem tá sendo mais afetado. Sim. Eh, e também um outro dado que cita na pesquisa é que a saúde ela aparece como um setor mais impactado. Eh, como essa crise climática também interfere diretamente na saúde da população. Com certeza, né? A gente tem onda de calor extremo no qual faz as pessoas passarem mal. Eh, a gente tem tempestade forte que também causa outras situações. A gente tem doença por mosquito, né? Então assim, se a gente tem falta de saneamento básico e chove, a gente tem alaramento, a gente também as pessoas ficam a par de vulnerabilidade. Então tudo isso afeta muito, fora eh queimadas, incêndios que afeta a qualidade do ar das pessoas, que a gente tem visto já isso, a gente vê isso na Amazônia quase todos os anos, a gente vê no Sudeste, agora a gente vê no Centro-Oeste, nas Queimadas, e como que a qualidade do ar ela piora, como que afeta a vida das pessoas. Então tudo isso eh deixa muito claro que a saúde ela precisa de uma prioridade também quando a gente fala sobre clima e abert climática. E eu entendo que o governo ele tem cada vez mais olhado para isso a partir do seu plano nacional de adaptação à mudança do clima, né, que foi lançado agora em 2026, onde ele tem 16 planos setoriais e um deles é a saúde. Então é muito importante a gente ver como que eh não só afeta a vida das pessoas, mas como também os hospitais precisam estar preparados para eventos. Então são pessoas e infraestrutura, né? essas coisas elas precisam ser olhadas porque um afetam um infeito o outro e assim a gente eh vai vivendo esse essa essa essa essa esses eventos que são inevitáveis. Eh, e também você falou um pouco já sobre políticas públicas. Eh, você acredita também que a crise climática, ela tá começando a fazer parte das prioridades do brasileiro nesse sentido? Ah, com certeza. Como eu falei, eh, no começo desse ano, o governo brasileiro já apresentou seu plano nacional de adaptação à mudança do clima. Ele já tinha apresentado o Plano Nacional de Mitigação, né? Então, o Plano Nacional de Mudança do Clima eh para adaptação, ele tem 13 diretrizes nacionais. São nove objetivos nacionais, 12 metas, 16 planos setoriais que cobrem desde energia agropecuária, eh mobilidade e saúde e cidades. Então são mais de 800 ações de adaptação previstas até 2035, né? E aí na COP 30 a gente também teve uma um avanço muito inédito que foi os estabelecimentos dos indicadores para medir o progresso global em adaptação que aconteceu agora em Belém, em novembro em Belém, né? Então é foi um passo inédito internacionalmente e nacionalmente também é muito importante pra gente entender como que vão ser como que os municípios vão ser priorizados, né, para implementação de ações de adaptação, como que isso vai acontecer. Então é muito importante é que essa pauta seja elevada, mas a gente já consegue ver o governo federal trabalhando em relação a ela e eu espero que cada vez mais a gente consiga ser maisativo e que tenha que que a gente consiga ter mais ações concretas, né? E Raiandra, pra gente finalizar, eh quais são os principais caminhos que você vê que o Brasil precisa seguir agora para enfrentar esses impactos? Então, a gente já tá no caminho, né? Então, a gente tem uma evolução da G internacional agora na COP 30. Então, eh, historicamente, ela tem influenciado o desenvolvimento de políticas nacionais como instrumento eh instrumentos como comunicação nacional e planos de adaptação elaborados no âmbito da FPLEC, né, que é a convenção de clima e que a partir daí já tem contribuído para orientar prioridades e estratégias de adaptação dos países. E a partir disso, a gente teve esse marco inédito na COP 30 que foi o estabelecimento de indicadores globais de adaptação. E um elemento central dessa decisão foi o reconhecimento de de que a adaptação ela é fortemente dependente do contexto local, exigindo indicadores que reflitam diferentes realidades territoriais, sociais e ecológicas. Então a gente já tem um caminho a partir do do cenário internacional. A gente desce pro nacional e a gente vê o governo trabalhando com plano de adaptação, planos nacionais de adaptação, eh plano de ação para resfriamento, né? eh, que o Pinuma e o MMA já estão trabalhando e agora a gente precisa que isso aconteça na prática. Então, a gente precisa de financiamento, a gente precisa de uma implementação qualitativa e de uma implementação que leve em consideração o território, que é muito importante que eu vi quem está na ponta, porque são eles que são as mais afetadas, né? É a periferia, são as comunidades indígenas, são os povos indígenas, as comunidades tradicionais. Então é muito importante para que os próximos passos nas nossas políticas públicas em adaptação sejam quantitativos. é ouvir o território, é ouvir o que processo e entender eh os municípios prioritários e focar numa implementação que seja realmente eh qualitativa, que haja avanço, que a gente não a gente saia do plano emergencial, né, para uma execução eh preventiva, né, e que eh e que a adaptação ela ganha força, né, quando ela ganha força quando ela é traduzida como proteção do cotidiano e não só como um disfunço. abstrato. Então eu acho que é isso. O debate climático hoje ele ainda é emocionalmente bastante carregado, ele é pouco acionável, a gente consegue ver que existe um trabalho para isso e a gente espera que as políticas elas consigam ser implementadas de uma forma justa, equitativa e qualitativa. Sim. E Randra, eu agradeço a sua participação aqui no Giro Ambiental para compartilhar com a gente mais informações dessa pesquisa que é tão importante. Eu que agradeço, Camila. Obrigada pela por ter chamado a gente aí, a gente fica à disposição. Obrigado pessoal, esse foi o giro ambiental. Agora você fica com as informações e curiosidades do meio ambiente. Até o próximo programa. Insetos de aparência frágil [música] estão ajudando a pensar o futuro da aviação. Pesquisadores descobriram que as chamadas Phantom Cran Flies, moscas guindas fantasma, comuns no leste dos Estados Unidos, conseguem voar quase sem bater as asas, usando as [música] pernas para se manter no ar. A estratégia apresentada em um encontro da American Physical Society e divulgada pelo site e Science News mostra como esses insetos aproveitam [música] correntes de arcendentes para economizar energia, um recurso [música] escasso em sua breve vida adulta, que dura cerca de uma semana apenas. Nesse período, eles nem chegam a se alimentar. A região metropolitana aqui de Campinas amanheceu com céu claro na manhã de hoje. E nesta quarta-feira o tempo segue seco e estável, com predomínio de céu mais claro, né? Tempo mais aberto. A temperatura máxima deve chegar a 31º e a mínima fica em torno dos 15º. Pra quinta-feira, a previsão é que essa massa de ar seco continue atuando aqui na região e mantendo esse tempo firme e com sol. A máxima pode chegar a 32º, enquanto a mínima fica em 16º. E olha, vale destacar a importância de se manter bem hidratado, viu? ao longo da semana, já que a umidade relativa do ar deve ficar baixa nos próximos dias. O Câmara Notícia de Hoje fica por aqui. Muito obrigada pela sua audiência, pela sua companhia e continue ligado na programação da TV Câmara Campinas. Até mais. [música] [música] [música] [música]
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