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Alunos do sexto ano da escola Oziel Alves Pereira participam de atividades do projeto Africanidades. Comissão Especial de Estudos realiza a terceira reunião para tratar sobre gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. Fauna e Flora do distrito do Campo Grande são fotografadas e o giro ambiental traz todos os detalhes hoje. Olá, chegamos ao meio da semana, quarta-feira. 19 de novembro de 2025 para muitos com cara de sexta-feira porque vão poder aproveitar o feriado no dia de amanhã. Começa agora o Janal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela. é o 97829377 ou você tem a opção de mandar o seu elogio e uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. A gente abre a edição de hoje com o último capítulo da nossa série de reportagens especiais sobre o papel da educação na luta antiracista. O projeto Africanidades faz parte das ações desenvolvidas pelos alunos da escola municipal do bairro Monte Cristo sobre o combate ao racismo. Mais do que um professor de matemática, Wilson Queiroz é uma referência e inspiração para os alunos da Escola Municipal de Ensino Oziel Alves Pereira, que leva por meio do projeto Africanidades a essência da história e cultura africana e afro-brasileira desde quando chegou na instituição de ensino. 2010 eu chego e começo a pensar já via na rede municipal um programa chamado MIPID, memória, identidade e promoção da igualdade na diversidade e eu participei. Posterior ao MIPID, eu num determinado momento eu eu entendi que precisava construir um cotidiano e um trabalho com a africanidade. Eu sempre falo que eu sou do GEPEC, que é o grupo de estudo e pesquisa em educação continuada. Sou orientando do professor Guilherme Doval, porque eu acho que essas coisas são importantes pra gente entender como que chegou até aqui. E eu trabalho com narrativas e esse trabalho total a gente tem se sistematizado na forma de tese de doutorado. Então a minha tese tô para defender, ela chama informar aplicativo e o cotidiano escolar e as práticas pedagógicas em africanidades. O projeto também busca estimular a empatia e o compromisso social dos estudantes, promovendo ações que podem impactar positivamente a comunidade. Eu uso o termo africanidades pela percepção daquilo que me é de direito e intransferível. Então, em em sendo intransferível, eu tô falando de mim e das coisas que somente por mim, pelos meus podem ser feito. Então, do ponto de vista conceitual e humano, há uma cultura negra que precisa ser vivenciada na escola, criada, construída, elaborada, filosofada pela população negra. E a isso agrega-se a luta pelo enfrentamento ao racismo que vai constituir as africanidades. Então tem essas duas dimensões, aquilo que é intransferível e ao mesmo tempo o que o outro diz de mim que não é verdade, que me diminui, que me desumaniza. Uma das atividades desse projeto é a construção do origami navios, mostrando a diversidade de pessoas e culturas que foram trazidas do continente africanando cada um com o nome africano e que esses nomes poderiam ser os nomes deles. Eles poderiam todos aqui ter vindo diretamente e se não veio diretamente, ancestralmente eles estão vinculados a esses navios. Os alunos participam ativamente das tarefas em sala de aula. Eles foram divididos em três grupos, cada um com uma atividade. Uma delas é o vocabulário de africanidades, que tem a ver com o letramento racial ou conhecimento de africanidades para além da superficialidade. Então, cada edição eles repetem esse procedimento que é retirar dessa fonte do informe aplicativo uma palavra com cada letra. Então, uma palavra começada com a letra A, africanidades, uma palavra começada com a letra S, semba, uma palavra começada com a letra P, preconceito, para que eles tenham dimensão de quanto é importante esse lugar do conhecimento para fazer o enfrentamento ao racismo, ao preconceito, ao bullying, todo esse conjunto de violências que no projeto nosso a gente tem África como referência para buscar possibilidades de superação e de conhecimento de como que essas coisas se interligam, como que essas violências se interligam. A confecção das bonecas AOMIS também faz parte do projeto que tem a referência da Lena Martins, uma artesã maranhense. Mas na escola a boneca ganhou uma identidade diferente e possui algumas características particulares. O princípio é o mesmo da Bomi, mas elas, por exemplo, a nossa, a gente conseguiu colocá-las de pé, faz com um material um pouco diferente, com modo de fazer amarração um pouco diferente, mas potencialmente interessante, porque eu acho que das coisas que me interessam e que eu acho que tem um ganho de diferença, de possibilidade, é o fato de que elas ficam em pé. E aí eu eu faço sempre referência a Maia Angelu, que ela vai dizer: "Eu me levanto, eu me levanto, eu me levanto". Então a gente conseguiu na metáfora de colocá-las em pé através de um cone, estabelecer essa consciência. Eu queria esse nome para uma personagem que é um nome que tem significado para mim, que é abidemir. E ele tem significado importante, pois a minha avó, ela gostava muito desse nome e ela tinha uma boneca com esse nome e aí eu acabei dando para essa personagem da história qual eu criei. E essa personagem, ela tem orgulho de ser negra, ser uma menina negra, é ter terços de negra e não tenho vergonha disso. O nome a princípio, da boneca é a Baomi, mas eu dei como abidemi. É algo que realmente pegou na escola inteira e ficou como abidemi. As atividades são realizadas de forma lúdica, como sessões de vídeos educativos sobre cabelos, documentários, oficinas e leituras teóricas sobre a importância da estética negra e do amor próprio. O cabelo é um aspecto muito, muito, muito marcante e num determinado momento eu eu tenho me perguntado e construído com as alunas negras em particular o que significa não precisar mais alisar o cabelo. E em quanto tempo essa representação do estereótipo imposto pelo cabelo liso alisado é expurgado ou é problematizado cada uma em seu próprio corpo. Mas eu acredito que isso demanda um conhecimento de si que não é instantâneo. E aí eu tenho me perguntado e a gente tem uma parceria de em quanto tempo eu me autoconheço para não precisar me autoflagelar em função do estético? A importância da temática sobre o racismo dentro da escola é compartilhada pelos alunos. fazer racismo com a pessoa sem nem conhecer ela, xingar a pessoa de uma coisa que você nem sabe se ela é ou não. É muito importante essa aula para te evitar o racismo. Racismo não deveria ser algo existente, né? Já que tipo vai zo vai zoar uma pessoa só por causa de cor de pele. Ah, eu acho muito importante que não pode ser racista, tem preconceito nenhum com cor, cor de pele, cabelo, qualquer tipo de cabelo. Aprendi muitas coisas sobre a Baumi, pessoas negras, mulheres. O professor explica que as africanidades não acontece de forma instantânea e milagrosa. É uma luta diária e um desafio, mas que tem trazido bons resultados. Acho que de uma certa maneira eh eh tem uma dimensão de uma realização não não imaginada, porque eu sou professor da casa há 10 anos e esse projeto há há 10, não, desculpa, há 15 anos. E há 15 anos a gente tem feito as lutas para que esse esse cotidiano seja menos bruto do ponto de vista racial. Mensalmente é lançado o Informe Africativo, um projeto que surgiu após um episódio de racismo com o aluno. Cada edição a gente lança um tema e esse tema vai ser uma possibilidade de diálogo com os alunos. Para o professor, o sucesso dos projetos está no comportamento dos alunos, que demonstram uma relação de proximidade com ele, com as referências positivas das africanidades e também com a família, além do combate ao racismo. Nem todo mundo precisa gostar do samba, o que não pode ademonizar. Nem todo mundo precisa gostar dos orixais, o que não pode mais é demonizar. E aí todo esse processo ele demanda uma didática, uma construção didática. E eu tenho feito também a dimensão de que assim dentro da escola a gente precisa proteger a dimensão da aprendizagem do portão para fora. Talvez eles precisam ser eh tomados pra responsabilidade do do que é um crime de racismo. Mas aqui a gente tem que dormir tranquilo de que eles foram educados para não praticar. E eu acho que o projeto ele tem essa intencionalidade, mas como a gente tá lidando com a dimensão do racismo, né? Eu acho que duas coisas muito importantes que a gente fez aqui foi a ruptura do silêncio e da invisibilidade. Essas duas coisas são imprescindíveis para que o racismo reduza e as africanidades ocupem o seu lugar na formação das pessoas. Projeto realmente muito bacana, né, aqui na cidade de Campinas. E olha só, a prefeitura enviou aqui para a Câmara dois projetos de lei que pretendem ampliar a lei de cotas para 30% e incluir indígenas e quilombolas e estender os requisitos de isenção da taxa de inscrição, incluindo os candidatos que pertencem a famílias inscritas no Cadastro Único. Reafirmando o seu compromisso com a equidade, com a igualdade racial no município de Campinas, a Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, está realizando o aperfeiçoamento da Lei de Cotas. O que que significa isso? Significa que nós vamos fazer uma adequação aqueles grupos que serão os beneficiários das cotas aqui nos concursos públicos de Campinas. Além das pessoas pretas e pardas, agora as pessoas indígenas e quilombolas serão parte eh daqueles que serão beneficiários da cota nos concursos públicos em Campinas. Além disso, é importante que a gente frise que a prefeitura vem trabalhando nesse aperfeiçoamento para também garantir que muito mais pessoas tenham acesso aos concursos públicos. Com isso, nós teremos um aperfeiçoamento na comissão de etraidentificação, que agora passa a se chamar comissão de confirmação de autodeclaração para que a gente garanta, como nunca aconteceu fraude, que continue não acontecendo nesse processo, que a gente também possa eh ter a oportunidade de ter mais pessoas classificadas entre fases, no caso daquelas pessoas confirmadas como pessoas pretas, pardas, indígenas, pessoas com deficiência, ou quilombolas que conseguirem o acesso aos concursos pelo pontuação geral, liberem as suas vagas reservadas paraas outras pessoas classificadas também. E o mais importante e inovador nos concursos públicos, a partir de agora nós teremos a isenção de taxa de inscrição para toda aquelas pessoas que quiserem se inscrever nos concursos públicos de Campinas. E isso é importante porque reafirma a política afirmativa também de igualdade racial. Por quê? Porque a gente sabe que muitas das pessoas que estão em vulnerabilidade social pertencem ao grupo das pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e também PCD. Então é uma gama de novidades importantes pra cidade de Campinas, para beneficiar aquelas pessoas que querem entrar na prefeitura de Campinas, para girar a economia na nossa cidade e na nossa região, para qualificar o serviço público e para ampliar a diversidade dentro e fora da município de Campinas nas políticas públicas. também garantindo que essa representatividade seja efetiva e com qualidade. Amanhã, quinta-feira, é feriado nacional, dia da consciência negra e na sexta-feira é ponto facultativo. Então isso afeta aí os horários de funcionamento dos estabelecimentos. Para você ficar muito bem informado, acompanha agora o que abre e fecha em Campinas. A Defesa Civil tem atendimento 24 horas com chamadas pelo telefone 199. A Guarda Municipal vai manter a rotina de trabalho com o funcionamento 24 horas pelo telefone 153. O SEAMO fica fechado nos dias 20 e 21. O atendimento vai ser normalizado a partir da segunda-feira, dia 24, das 8 horas da manhã às 5 horas da tarde. Mercado Municipal, amanhã, quinta-feira, abre das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde. Na sexta-feira, horário normal, das 7 horas da manhã às 6:30 da tarde e no sábado das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde. Beiras livres serão realizadas normalmente nos locais e horários de costume, das 7 horas da manhã ao meioodia. Feiras noturnas serão realizadas também normalmente nos locais e horários de costume das 5 horas da tarde às 10 horas da noite. Todos os bosques e parques da cidade abrem normalmente, exceto o bosque dos alemães e o bosque da paz raim que estão temporariamente fechados para manutenção. As praças de esporte vão ficar fechadas nesta quinta-feira, 20 de novembro e reabrem na sexta-feira, dia 21. A Torre do Castelo abre para visitação na quinta-feira e na sexta, das 10 horas da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 5 horas da tarde. No sábado e no domingo fica aberto das 10 horas da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 9 horas da noite. Os centros de saúde de Campinas permanecem fechados na quinta-feira, sexta e também no sábado. Domingo já não funcionam. Os prontos socorros dos hospitais Mário Gate e Ouro Verde, assim como o SAMU e as unidades de pronto atendimento às UPAs do Campo Grande, São José, Anchieta e Carlos Lourenço, funcionam normalmente 24 horas por dia. EASA funciona normalmente na quinta-feira, das 8 horas da manhã às 10 horas da manhã para pessoas credenciadas e a partir das 10 horas da manhã às 4:30 da tarde para o público em geral. Na sexta-feira, dia 21, aberto a todos das 8 horas da manhã às 4:30 da tarde. O mercado de Ortifru funciona normalmente na quinta-feira das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde e na sexta-feira das 4 horas da manhã à 1 hora da tarde. E aproveitando que amanhã é feriado, acontece uma roda de samba lá no Shopping Parque das Bandeiras com o Quintal dos Pretos a partir das 2 horas da tarde. Olha só este recado. Alô meu povo lindo de Campinas. É o seguinte, vocês estão preparados porque Quintal dos Pretos tá chegando com tudo na sua cidade. Fala Maga, dia 20 de novembro, dia da consciência negra, vai acontecer no Shopping Park das Bandeiras, aquele tremendo pagote. Isso aí. Cervejinha gelada. Bom, dando uma delícia, né? Delícia, delícia. Sabe quantos pagodeiros já estão confirmados na parada? Mais de 2.000 pagodeiros. E você já comprou seu ingresso? Se você não comprou, corre porque o couro vai comer. Ainda dá tempo. Se você não comprar o seu ingresso agora, vai ficar de fora. Vai ficar de fora, hein, Mag? Vê se combina com você, fica de fora dessa. Então é isso, dá uma aleta geral, avisa todo mundo e vem com a gente. Quintal dos Pretos. Se você não for, só você não vai. Bom, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia nesta quarta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque a comissão especial de estudos realizou uma reunião sobre a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos do município e destacou a destinação final de resíduos da construção civil. A Comissão Especial de Estudos realizou nova reunião para debater a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos do município. O tema principal desta reunião foi a destinação final de resíduos da construção civil. Um dos palestrantes destacou o papel da CETESB perante a problemática. A CTESB, nós eh desenvolvemos o sistema, o de gerenciamento de resíduos sólidos, Sigor, né, de depois da do sistema federal. E o desafio nosso hoje é fazer com que as as empresas geradoras, destinadoras, transportadores também cadastrem todos esses esses resíduos, né? Então, desde 2021 a gente abriu esse sistema e temos avançado bastante, né, na fiscalização para para fazer com que essas empresas registrem todos esses resíduos. E o desafio hoje é fazer com que essas todas essas empresas fazem esse cadastro. Nós temos hoje, é só de resíduo de construção civil do município de Campinas, uma geração de 87.000 toneladas. Na ocasião, a Unicamp apresentou como tem gerenciado os resíduos em seus espaços. Essa questão é muito importante porque vou só relembrar para vocês que quando a gente começou no grupo gestor universidade sustentável, eu sou da área da saúde, eu sou enfermeira também e nós começamos na área da saúde porque a gente teve um problema desde 1985 essa questão, principalmente dos resíduos biológicos considerados perigosos e nós montamos então um grupo gestor da área da saúde para ter protocolos de descarte correto de resídu desde 1996. Você acha que a gente conseguiu, Wagner? É claro que ainda tem descarte incorreto, inadequado, mas nós começamos. E aí quando a gente foi chamado para toda a Unicamp para fazer o plano de gerenciamento de resíduos para toda a Unicamp, então toda a universidade hoje tem um plano de gerenciamento de resíduos, não é da área da saúde, é justamente de cada unidade. A reunião contou com Ronaldo Hipólito, coordenador do Fórum Socioambiental, Valdecir Viana, presidente da Reciclamp e com o vereador Luiz Yabico, relator da comissão. Presidente Wagner Romão, parabéns pela reunião, parabéns pela terceira edição desta comissão importante que está contribuindo e muito com o processo de reciclagem do lixo de Campinas. O relatório será fundamental e e as palestras de hoje foram foram excelentes. Bem rapidinho aqui respondendo a Celeste, que gosta da história que eu conto. Meu irmão está no Japão há 30 anos e a primeira coisa que ele recebeu de orientação quando ele chegou, né, né, no aeroporto lá do Japão em Narita, cidade de Narita, foi sobre a a obrigatoriedade da reciclagem naquela época, há 30 anos atrás. Então eu pego um texto aqui bem rapidinho que a reciclagem é obrigatória no Japão e é regida por leis rigorosas, né? O sistema exige que os moradores separ o lixo em diversas categorias, seguindo regras específicas para cada município e o descarte em dias e locais designados. O descarte incorreto, olha só, pode resultar em multas pesadas e até mesmo prisão. Então, o Japão tem muitas coisas boas que dá pra gente seguir. Uma delas é o processo da reciclagem. O presidente da Comissão Especial de Estudos ressaltou a importância de falar sobre este tema. Nós focamos mais na construção civil que gera muito resíduo, né, e que tem muita capacidade para que esse resíduo se torne novamente uma matéria de uso especialmente da prefeit da própria prefeitura nas ações em drenagem urbana, nas ações de asfalto, enfim, pavimentação de toda ordem. O que a gente conseguiu perceber e, infelizmente, fez falta aqui, né, uma a presença de alguém da Secretaria de Serviços Públicos, é que há uma certa discrepância em dados, né? É muito difícil. Essa é um esse é um outro problema da área eh dos resíduos sólidos. A gente tem muita dificuldade de exatamente saber o que eh qual que é o quantitativo disso que a gente tá falando, né? Então essa é uma grande reclamação das cooperativas também. E isso é dinheiro, né? Isso é custo, isso é isso é eh eh é algo que poderia ser revertido em benefício da população e às vezes a gente tem um mau uso, né, desse recurso. Eh, eu acho que o assim nós precisamos ter uma relação com as empresas que fazem, que não só produzem. Por isso aqui a gente vai fazer um convite ao Sinduscom, né, o sindicato das construtoras da da construção civil para que eles possam vir também aqui se colocarem, porque também talvez a gente possa ter que fazer alguns algumas adequações na legislação a respeito desse do campo todo da construção civil. É importante que a gente conheça também a aquilo que realmente vai para Paulíia, né, nessa transposição do resíduo que vai paraa Paulíia, que a gente tenha um conhecimento mais eh apurado sobre o que que acontece na na unidade recicladora de materiais, que é esse espaço que, embora e o dado da prefeitura diga que há um beneficiamento de praticamente tudo aquilo que eh é encaminhado para para aquele espaço, a gente passa ali, eu fui fazer uma visita inclusive ali a a cooperativa São Caetano, o a a é uma montanha, ela vai se acumulando, né? Então, ou seja, uma grande quantidade desse resíduo acaba ficando no aterro. Acho que a grande maioria do resíduo acaba ficando no aterro, o que nos indica que a prefeitura tá tendo pouca condição de fazer realmente o beneficiamento disso e que isso possa ser retornado para para avimentação, para obras e assim por diante. Inclusive barateando, né? Porque a prefeitura não tem que comprar, né, eh, de usinas de asfalto, eh, esse tipo de material, pode economizar recursos. Projeto de lei do vereador Edson Ribeiro quer um prazo definido para a realização de consultas e exames na rede pública municipal de saúde. A proposta do projeto de lei de autoria do vereador Edson Ribeiro é dar um prazo máximo de 60 dias para a realização de consultas e exames especializados classificados como prioridade alta na rede pública municipal de saúde. O parlamentar explicou como a ideia surgiu. Essa ideia surgiu porque eu tive conversando com um grande amigo meu de Belo Horizonte e ele realmente ele vai fazer lá também esse projeto. Eu achei ótimo pra cidade de Campinas porque 60 dias já é muita coisa, né? Então, e agora com esse projeto com certeza vai ser bem melhor para aquelas pessoas que necessitam da saúde. De acordo com o parlamentar, hoje a cidade tem uma fila muito grande de espera para a realização de procedimentos considerados importantes e por isso o projeto quer reduzir o tempo de espera dos pacientes. tem que se começar a adequar porque para atender, porque às vezes tem muitos que demoram até um ano e tem pessoas que eles vão atrás para começar a fazer o tratamento, a pessoa até já morreu. Então para evitar isso aí agora é 60 dias esse projeto de meio, esse projeto de lei meu para poder ser sancionado e obviamente o governo, o governo, o prefeito eh com certeza vai sancionar essa lei, vai ser muito interessante, principalmente pros idosos. Projeto de lei de autoria dos vereadores Permínio Monteiro e Rebert Ganém quer permitir que empresas e entidades interessadas em implantar, reformar ou manter os parcães em locais autorizados pela prefeitura por meio de um termo de cooperação, que vai definir as responsabilidades quanto à manutenção, limpeza, conservação e segurança dos espaços mediante uma contrapartida publicitária. Os vereadores Ganém e Permío Monteiro apresentaram na Câmara Municipal de Campinas o projeto de lei que institui o programa Adote um parcão. É uma iniciativa que permite a adoção, implantação e manutenção de espaços públicos destinados à recreação de cães por empresas, associações e entidades privadas mediante contrapartida publicitária. A gente no gabinete começou a receber bastante demanda, pessoal falando assim: "Ah, o parcão aqui tá com mato alto". Então a gente comunica a prefeitura. Mas não é sempre que a prefeitura pode estar naquele local ali para fazer a limpeza. Então a gente pensou na ideia, como já em São Paulo tem, né, onde empresas privadas adotam praças, né, cuidam delas ali, possam divulgar a sua marca. Então a gente quis trazer também pro parcão para ajudar o parcão ali se manter limpo e a empresa que tiver interesse em cuidar daquele parcão, adotar aquele parcão, vai cuidar ali da limpeza e vai poder expor a sua marca também. É uma parceria público privado, né, que eu acho que atende também os anseios da sociedade. A sociedade participa conosco, né, junto em defesa da causa animal. Os parlamentares contam que o programa tem como finalidade promover o bem-estar animal, incentivar a parceria entre o poder público e a iniciativa privada. É um projeto interessante, embora a gente já tem a lei das praças pet na cidade, inclusive sou autor da lei do parcão em Campinas, aonde já existe mais de 23 parcão. E vale aqui ressaltar que esse projeto ele vai ser colocado aqui na Câmara para ser votado, porém e a iniciativa privada ela vai ter um precedente de poder adotar essa área pública, no caso Parcão, e também poder fazer a todas as melhorias necessárias, manter a conservação. Veja bem, deixar aqui um detalhe que a conservação tem que ser feita constantemente, as melhorias também. e existe um prazo de adoção. Se não cumprir ele a risca, ele pode ser revogado. E dentro desse contexto, é muito bom a a empresa que adotar da iniciativa privada colocar lá a sua publicidade. Empresas e entidades interessadas poderão implantar, reformar ou manter os parcões em locais autorizados pela prefeitura. Previsão é para as pessoas jurídicas, né? Então, uma pessoa lá que tem uma empresa que vende ração, eh, algum uma clínica veterinária que queira falar assim: "Olha, quero expor minha marca ali naquela, naquela região ali onde tá o parcão, no parcão, né, para o público dele, mas para expor a marca vai ter que cuidar, deixar ali no bem joinha pr os animais poderem utilizar. Se a empresa privada cuidar da forma correta, é claro que quem ganha os tutores e os animais. Mas eu quero aqui deixar bem claro que a empresa que adotar, ela tem que cuidar de forma que a prefeitura já cuida, porque já é muito bem cuidado. Porém, a empresa privada que adotar, ela tem que manter aquele padrão ou, no meu ponto de vista, melhorar mais ainda, melhorar mais ainda de uma coisa que já existe. É muito bem cuidado, mas estaremos fiscalizando como vereador. Estou assinando esse projeto junto com outro vereador, mas vou fiscalizar constantemente, mais ainda do que eu já fiscalizo. Embora ele esteja eh adotado pela privada, isso não impede do vereador fiscalizar. E olha só, a nossa equipe conversou com um vigilante de profissão e estudante em técnico de meio ambiente do Centro de Educação Profissional de Campinas, que utiliza a fotografia como instrumento de educação ambiental. A partir de agora é o giro ambiental na sua tela. Usar a fotografia como instrumento de educação ambiental e alerta para preservar a APA, área de proteção ambiental do Campo Grande, na cidade de Campinas, onde nascentes e animais silvestres sobrevivem em meio ao avanço. urbano. Esse é o objetivo do estudante em técnico de meio ambiente do Centro de Educação Profissional de Campinas, Almir Francelino, que vai falar sobre esse uso da imagem nessa nesse trabalho. Ele tá conectado com a gente agora aqui no Giro Ambiental. Seja bem-vindo, Almir. E já me fala dessa ideia, o que que aconteceu? Você mora na região do Campo Grande? De que forma você conheceu a APA e pensou, vou usar a fotografia para trazer todas essas informações? Eu sou eh eh morador aqui do Campo Grande, né? E eu nasci eu nasci na na região aqui. Eu nasci eh no Jardim Florence 2, para ser mais exato. E aqui vivi a minha vida toda, né? Ah, então, eh, eu, eu, eu cresci no meio da mata aqui, né, da região aqui, eh, Rio Capivari, eh, Córrego do Pissarrão. Eh, e vi que através do tempo, através do tempo, ah, isso foi se acabando, né? Pescaban, eu comecei na na fotografia, fotografar a APA aqui do do Campo Grande faz 2 anos e meio mais ou menos, né? Uma decisão minha. Por quê? Eh, porque eu vi que tudo aqui está se deteriorando, está se acabando, essa mata está se acabando. Então, achei eh achei melhor através da mostrar, né, através da fotografia a a diversidade de de que a gente tem na aqui na na Flora e na na fauna do Campo Grande. A partir então dessa sua vivência e dessa sua realidade, como então você pensou? Olha, eu preciso usar a fotografia para então contribuir, dar a minha contribuição, até porque eu vi aqui que você faz, né, o curso de técnico em meio ambiente, para que eu possa também dar essa contribuição à sociedade e à minha comunidade. Sim, sim. Eh, como eu disse, eu vi que a a eu sou um tempo que eu andava no meio do mato aqui e era um e era mato mesmo de verdade, né, nos meados aí de dos anos 80 aí era mato de verdade. E eu vi com que a o o o urbanismo, a a a cidade, né, está vindo pro campo. Eh, e e aí eu decidi eu decidi que eu precisava fazer alguma alguma coisa da minha maneira, né? E o que eu achei eh o que eu achei para fazer era através da fotografia. Eu vi que as redes sociais é um instrumento muito, muito bom para que a gente eh eh divulgue, né? Através disso, eu comprei lá minha câmera, uma câmera usadinha, né? e falei, eu vou registrar todas a app em si, em geral aqui, para que eu possa para que eu possa tá mostrando a diversidade, né, que nós temos aqui, a da fauna e da flora aqui do Campo Grande. Então, conta pra gente qual é essa diversidade, quais foram então os animais encontrados, as plantas, as flores? Muito obrigada. Ah, eu encontrei aqui. Nossa, até eu me surpreendi, eh, das da do do que eu encontrei aqui na APA do Campo Grande. Aqui eu encontrei Lontras, eh, num rio que tá sucateado, rio Capivari tá sucateado, né? Eh, ele tem mau cheiro aí nessa região ou não? Tem muito, tem muito, tem mau cheiro muito. Eh, só que a gente mora aqui nesse local, eh, praticamente, eh, desde do nascimento, a gente nem sente mais, né? As pessoas que vêm de fora, que que sentem a esse esse odor ruim, né, que exala do rio Capivari, do córrego pissarrão, né? Hã, então, como eu disse, eu achei lontras aqui. E tem peixes, viu? Peixes ali. Tem muitas, tem peixes, tem muita, muita ave ali eh, eh, aquática, né? Aves que que vivem, né, da de peixe, principalmente biguá, né? Os biguá ali, eles eles são eles eles têm muito muito bigu ali e eles vivem, né, da dessa dessa dessa pesca aí da desses desses peixes, né? Eh, e como você se sente, Almir, sendo aí a ao mesmo tempo que você faz esse registro artístico, você também faz para toda a sociedade uma espécie de denúncia? Sim, sim, sim. Eh, eh, eh, como disse, a minha a minha a minha ideia, o meu intuito sempre foi chamar a atenção, chamar atenção para preservação de do local aqui, né, para preservação da APA, né, e e essa foi a maneira mais eh mais certa, assim, que eu achei mais certa de mostrar atenção, eh, de prestar eh de chamar a atenção, né? Eu já vi que inclusive como estudante de tecnologia, né, em meio ambiente no CPROCAMP, que é uma escola de ensino público, né, é um centro de profissionalização, inclusive você já foi inclusive eh condecorado aí com o diploma de mérito socioambiental pela prefeitura. Me fala um pouquinho dessa dessa honraria também quando você traz essa mensagem. Creio que você nem pensava nisso quando começou, né? Não, não pensava. A minha intenção mesmo era mostrar, né, era mostrar a diversidade eh de da vida que é que a gente tem aqui. Inclusive lá o meu o meu logo que eu coloco, né, sempre depois das minhas postagens, é eh é preservar a fauna e a flora do Campo Grande também é preservar a vida. Então, a minha intenção sempre foi eh de mostrar, né, de da preservação aqui do local. Mas a CPROCAMP ela ela foi muito, eu sou eu agradeço muito a CPROCAMP porque eh ela ela ela deu um passo, ela me fez dar um passo muito grande na de mostrar, né, a diversidade que nós temos por aqui. Eh, são os professores assim que me incentivaram muito, né? inclusive foi deles a iniciativa de de me me mostrar, né, ali para paraa prefeitura, mostrar o trabalho que a gente faz para paraa prefeitura. Então eu sou muito muito grato a a todos ali da CPRC da CPROCAMP ali que ajudou a dar esse passo imenso, né, Rumo à preservação daqui da APA do do Campo Grande. Almir, quem tá assistindo ao giro ambiental, como que as pessoas podem ter acesso a essas imagens e conhecer melhor o que tem de natureza ali na APA do Campo Grande? Sim, você você pode eh me seguir no Instagram, né? Eu eu dei uma prioridade pro Instagram. Eu tenho uma página ali do YouTube, mas eu não tô mexendo muito. Eu dei eh prioridade ali pro pro Instagram porque eu vi que ali eu podia alcançar um pouco mais pessoas, principalmente aqui da da nossa região do Campo Grande aqui, enfim, a todos aqui de Campinas que pode ajudar também a na preservação da nossa da nossa APA aqui. Eh, veículo Almir Almir Natureza é o meu o meu Instagram. Quem puder dar uma força lá, seguir, né, divulgar para que a gente possa alcançar o o objetivo maior que é a proteção aqui da APA. Y Almir, além da fotografia, eu vi aqui que você inclusive faz parte da PROESP, que é a Associação Protetora de Diversidade das Espécies, a ProESP Campinas, Grupo Ambiental Campo Grande no Condema, que é o Conselho Municipal de Meio Ambiente. inclusive participou de algumas ações, entre elas a limpeza de uma das nascentes do rio Capivari, ao lado de moradores aí da região do Campo Grande. Eu queria que você falasse um pouquinho dessas ações e dessa participação efetiva também. Sim, sim, sim. A a a Proesp, a ProESP, ela a ProESP e o Condema, eles chegaram no momento ímper da minha vida, né? Eh, porque sem eh essa o ambiental Campo Grande também que eh está aqui conosco aqui e nos nos ajuda a a na divulgação, né, na divulgação do nosso trabalho. Então, eles chegaram assim na minha vida como um momento ímpar, porque sozinho eh a gente não consegue fazer nada. A gente pode até tentar, mas podemos até tentar, né? Eh, mas não conseguimos sem sem o apoio. Então, a ProESP, o Cundema, Ambiental Campo Grande, eles vieram como uma uma parte essencial aí para pra gente conseguir o nosso nosso objetivo. E sobre a limpeza, é muito bom você, é muito bom você ver que tem pessoas, né, tem pessoas eh com o mesmo intuíto que o seu, que é a preservação, que é a preservação. E e foi uma experiência assim, eu eu particularmente eu não tinha passado por essa experiência ainda, né? Então, foi uma experiência para mim muito muito maravilhosa. Podemos esperar então, Almir, alguma exposição, né, para que as pessoas possam ver a essas fotos pessoalmente. Tem aí um planejamento para isso? Sim, sim. Eu eu já fiz alguns alguns planejamentos, né? Tô tô tentando arrumar aqui aí algum algum patrocínio para poder tá tá tá tá fazendo as exposições da minha das minhas fotos, né? E eu gosto planejamento aí, tenho um planejamento futuro aí de fazer um livro, né? Eh, contando um pouquinho a respeito da APA aqui, mostrando as as a diversidade eh de vida que nós temos aqui através desse desse livro também, tá certo? Então, Almir, muito obrigada. Você que está aí acompanhando o Giro Ambiental, viu alguma das fotos do Almir? Que traz aí essa beleza do distrito do Campo Grande, que tem lá uma área de proteção ambiental que muitos inclusive que moram em Campinas desconhecem. Almir, parabéns pelo seu trabalho. Muito obrigado. Eu queria eu queria se alientar que eu encontrei aqui eh mais de 85 espécies de animais, né? Então, se você eh se você está vendo, né, e você quiser colaborar aí com com aqui a preservação do da APA Campo Grande, procura aqui as ONGs, né, que tem aqui eh eh ambiental Campo Grande ou mesmo a Proesp aí o Condema, para que você possa ajudar, né, na preservação aqui da da APA Campo Grande. Eu agradeço eh que Deus abençoe vocês. muito obrigado por por me ajudar a divulgar aí esse trabalho que é essencial paraa vida aqui do Campo da APA Campo Grande, tá certo? Então, Almir, muito obrigada e olha, você continue ligado no Giro Ambiental. A partir de agora, a gente mostra notícias e curiosidades sobre meio ambiente e sustentabilidade. Uma nova espécie de Mosca das Aranhas foi oficialmente descrita na Mata Atlântica a partir de um exemplar coletado há quase 30 anos. O minúsculo inseto da família Acrosseridai, conhecida por espécies raras, estava à espera de um cientista para ter suas diferenças reconhecidas. A nova espécie foi batizada como estas teresenses, uma homenagem ao município de Santa Teresa no Espírito Santo. A coleta original foi feita na Estação Biológica de Santa Lúcia, reforçando a importância da região serrana do estado para a biodiversidade. As emissões de gases estufa das maiores petroleiras e produtoras de cimento contribuíram diretamente para no mínimo, 213 ondas de calor extremo entre 2000 e 2023. Segundo o estudo publicado na revista Natura, esses eventos causaram mortes e enormes prejuízos ao redor do mundo. O relatório aponta que sem a poluição gerada por essas 180 carbon majors, muitos desses eventos seriam bem menos intensos ou virtualmente impossíveis de acontecer. O estudo estima que metade do aumento na intensidade das ondas de calor neste século pode ser atribuída às emissões dessas grandes entidades. Feriado chegando. E para quem for ficar em Campinas e quer sol e calor, a notícia é boa, viu? Porque a previsão é de sol tanto amanhã no feriadão, quanto na sexta-feira não tem previsão de chuva, então vai dar para aproveitar os parques, bosques, fazer atividades ao ar livre. Quem está com roupa suja acumulada vai dar para lavar e já vai secar. E para quem gosta de calor, para quem está com saudades do verão, olha só as temperaturas. Amanhã no feriadão, mínima de 16 e máxima de 28º, na sexta-feira, os termômetros sobem mínima de 19. Ao longo do dia faz calor porque pode chegar aos 32º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Ótimo feriado, ótimo fim de semana. Vou descansar nestes dias e volto na segunda-feira. Até lá. Ciao. Ciao.