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CÂMARA NOTÍCIA

6 views Publicado 12/07/2024 HD · 1:05:48

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Olá, seja bem-vinda, Seja bem-vindo, sextou, 5 de julho de 2024. Começa agora o Jornal Câmara Notícia ao vivo, meio-dia, mais dois minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp, aquele que você já conhece. 19 é o nosso DDD e pode ir direto para você que é de Campinas e região no 978293776. Ou você tem a opção de enviar esta mensagem pelo nosso QR Code. Olha aqui, estou apontando para ele. Com a câmera do seu celular apontada para este QR Code, já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio e uma crítica construtiva. O que você quer assistir aqui no nosso telejornal, que a gente conversa ao vivo. Confira a partir de agora os destaques de hoje. Comissão Especial de Estudos sobre População em Situação de Rua apresenta relatório em caminho à Prefeitura Vereadora Mariana Conte faz balanço dos trabalhos realizados pela Comissão da Mulher no primeiro semestre Projeto que reconhece o cordão de girassol e o cordão quebra-cabeça como instrumentos auxiliares para a identificação de pessoas com deficiência oculta na cidade Agora ela é em Campinas. E o fim de semana está chegando. Para muitos, com o feriado prolongado. Então não perca a agenda cultural de hoje, recheada de atrações. E tem ainda o esporte da nossa cidade, porque hoje a Ponte Preta entra em campo. No domingo é vez do Guarani, então já já a gente atualiza sobre o Campeonato Brasileiro da Série B. Mas olha só, a gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque ontem o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve aqui em Campinas e entregou o lote 3 do BRT Campinas e o viaduto Bandeirantes do lote 2. Foram anunciados aí contemplação da cidade em projetos do novo PAC Mobilidade, grandes e médias cidades e a requalificação do sistema de macrodenagem aqui da cidade de Campinas. Cerimônia foi realizada lá no Jardim Satélite Íris com investimento de 555 milhões de reais, sendo 295 milhões de reais da União, mais 260 milhões de reais da Prefeitura de Campinas. BRT vai atender cerca de 425 mil pessoas, 40% da população campineira, tem capacidade de transportar 250 mil passageiros por dia, lote 3 entregue pelo presidente da república, inclui também o trecho 1 do corredor Ouro Verde, entre os terminais centrais e Campos Elíseos, com 4,8 quilômetros de extensão, a gente viu imagens também da inauguração que teve também ali perto do Sírios, também, então, é a parte de ciência e também a parte de mobilidade urbana aqui no nosso município. Estiveram presentes o presidente da Câmara, virador Luiz Rossini, e também o prefeito Dário Saad. Bom, 9 de julho, terça-feira, é feriado. Na segunda-feira, muitos estabelecimentos terão horários diferenciados. Então, hora de conferirmos aquele serviço importante do que abre e fecha em Campinas. Olha só. A Defesa Civil tem atendimento 24 horas com chamadas por meio do telefone 199. A Guarda Municipal vai manter a rotina de trabalho com funcionamento 24 horas pelo telefone 153. O Mercado Municipal abre amanhã no sábado das 7 horas da manhã às quatro horas da tarde. No domingo, das sete horas da manhã ao meio-dia. Na segunda-feira, oito de julho, normalmente, das sete da manhã às seis horas da tarde. E no feriado da terça-feira, das sete horas da manhã ao meio-dia. As feiras livres serão realizadas normalmente nos locais e horários de costume, das sete horas da manhã ao meio-dia. Horário oficial, porque pode se estender. As feiras noturnas serão realizadas normalmente nos locais e horários de costume das cinco horas da tarde às dez horas da noite. Todos os parques e bosques da cidade abrem normalmente durante o feriado prolongado. A Torre do Castelo no fim de semana abre das dez horas da manhã ao meio dia e dá uma hora da tarde às nove horas da noite. Na segunda feira, oito de julho, a torre vai ficar fechada. Na terça feira, nove de julho, abre normalmente, das dez horas da manhã ao meio-dia e da uma hora da tarde às cinco horas da tarde. Sistema Público de Saúde, os centros de saúde que abrem aos sábados, funcionam com equipe reduzida e são eles Centro de Saúde, Parque Valença, Jardim Florenci, Jardim Capivari, Santa Lúcia, Jardim Vista Alegre, União dos Bairros, DIC1, Aeroporto, Santo Antônio, Vila Ipê, São Quirino e Jardim Aurélia. No domingo 7 de julho, as unidades de saúde permanecem fechadas. Na segunda-feira, 8 de julho, as 68 unidades abrem também com equipe reduzida. Na terça-feira, 9 de julho, os centros de saúde permanecem fechados. Seasa, o mercado de flores, funciona na terça-feira, dia 9, das 8 horas da manhã a 1 hora da tarde. O mercado de hortifruti funciona na terça-feira, dia 9, das 7 horas da manhã a 1 hora da tarde. A unidade do PROCON no poupatempo do Campina Shopping terá atendimento normal na segunda-feira, 8 de julho, e vai ficar fechado na terça-feira, 9 de julho. As demais unidades do PROCON, Agilizas, Espaço Cidadão, Sede Administrativa e o Telefone 151 seguem o expediente da Prefeitura. Ficam fechados na sexta-feira e na segunda-feira, dia 8, e na terça, dia 9 de julho, retomam o atendimento somente no dia 10 de julho, quarta-feira. E já que estamos falando sobre o feriado, vamos falar do movimento das estradas, porque a Via Colinas prevê um tráfego de 936 mil veículos durante o feriado da Revolução Constitucionalista. Um motorista que não deseja enfrentar este tráfego intenso na saída para o feriado deve evitar pegar a estrada entre 6 horas da tarde e meia-noite de hoje, sexta-feira, e das 6 horas da manhã ao meio-dia do sábado, dia 6. Na volta, o horário de maior movimento promete ser entre meio-dia e 10 horas da noite da terça-feira, dia 9. Isso na rodovia Castelo Branco para o interior do estado, na SP-075, que liga Itua-Campinas, SP-300 entre Jundiaí e Tietê. Tem também a CCR Autobahn, prevê um fluxo de 871 mil veículos no sistema Ayanguera Bandeirantes, no período entre as 0h desta sexta-feira e também as 24h de terça-feira, até as 11h59 da terça-feira. Então a gente reforça aqui no Jornal Câmara Notícia, faça a manutenção do veículo, Você que vai viajar, você que vai pegar a estrada, dirija com prudência e atenção, até porque já já a gente vai falar sobre a previsão do tempo, mas tem previsão de chuva para o feriado, para o retorno, então, para você que vai pegar a estrada aqui por Campinas e região, na terça-feira deve ser um dia chuvoso. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole e nós preparamos uma reportagem mostrando aqui a expectativa das jogadoras de futebol de Campinas para a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será realizado no Brasil em 2027. Olha só. Letícia é coordenadora do projeto Futebol Feminino Campinas. Respira o esporte. O nosso projeto existe há quase 30 anos aqui na cidade de Campinas e o nosso intuito é cada vez mais conseguir fortalecer as categorias de base. Eu tenho meninas desde os 9 anos até 40 anos de idade. Então assim, nós já somos uma escola de tradição. dentro da cidade e a gente visa o fortalecimento da modalidade. E por aqui o assunto já é 2027, que não tá tão longe assim, né gente? Pois é, e é justamente nesse ano que vai rolar a Copa do Mundo de Futebol Feminino aqui no Brasil. Ah, espero que o Brasil ganhe, né? É, ganhe, faça bastante gol, e é isso. Quem é a jogadora que você mais gosta, assim, na seleção brasileira, tirando a Marta? É, a Letícia Goleira. Ela é do Corinthians, mas eu gosto. Em Campinas, as meninas do Mundo da Bola já estão fazendo contagem regressiva. Na verdade a expectativa é grande, porque o futebol feminino é regido por oportunidades. E a gente crê que trazendo essa Copa do Mundo para cá, a gente consiga mais oportunidade para as meninas, consiga a visibilidade que o futebol feminino tanto precisa. A gente tem investimento nas meninas da categoria de base e assim poder fortalecer a modalidade do jeito que ela merece. Bom, hoje em dia, como está a seleção brasileira? Para o pessoal que está em casa entender direitinho, o Brasil que já foi campeão do torneio de futebol feminino dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007, como está hoje a seleção? Hoje a seleção passa por um processo um pouquinho de reestruturação Algumas atletas um pouco antigas já não fazem mais parte Então é uma seleção com uma cara nova O Arthur Elias assumiu há pouco tempo também Mas temos grandes nomes, meninas com muita bagagem, meninas com muita experiência E a expectativa é alta para que tudo dê certo para essa seleção A gente está sempre na torcida E ter uma Copa do Mundo feminina no Brasil é tudo de bom Fala aí, país do futebol dos homens e por que não das mulheres também? Se a gente se dedicar com bastante força, como o futebol feminino hoje em dia está crescendo, acho que a gente tem muito potencial nisso. Qual a sua expectativa para a Copa do Mundo de 2027 aqui no Brasil? Legal demais, né? É bem legal e eu espero que o Brasil seja campeão dessa vez, né? Tem chance? Eu acho que tem. Se for com esforço e garra, eu acho que tem chance, sim. Quanto mais conquistas, melhor. E ganhar a Copa aqui no Brasil, com certeza, vai ter um gostinho especial. Cara, vai ser sensacional, espero que todas as meninas que disputam a modalidade do futebol feminino possam comparecer, possam lotar o estádio, possam apoiar as meninas de perto. Eu acho que, além da expectativa ser grande para o Brasil ganhar, eu acho que vai ser mais gostoso ainda a gente poder ir no estádio, assistir, acompanhar de perto e vibrar junto com a seleção. O que a Copa do Mundo Feminina traria de positivo para o futebol feminino aqui no país? Cara, visibilidade, trazer essas meninas para perto e mostrar para o pessoal que futebol feminino não é brincadeira, ele é uma realidade e é algo que tem que ser encarado de frente, tem que ter investimento, tem que ter apoio e principalmente deixar as meninas fazerem o que elas gostam, se é estar dentro do campo, então é o lugar que elas merecem estar. Vai Brasil! Vai Brasil! Com um futuro muito promissor, né? Bom, agora meio-dia mais 14 minutos, vamos com as notícias do Legislativo, porque a Comissão Especial de Estudos sobre a População em Situação de Rua apresentou um relatório e vai entregar ao Poder Executivo. A 15ª reunião da Comissão Especial de Estudos sobre População em Situação de Rua foi no plenarinho e teve como presidente o vereador Paulo Gaspar. É uma comissão que fez uma fotografia de um cenário atual, já teve essa comissão no passado na Câmara e tem que existir outras no futuro para ir medindo essa complexidade desse problema, que ele vai mutando ao longo do tempo, adquirindo proporções diferentes, temos um aumento considerável da população de rua em Campinas e trabalhar nas causas e consequências desse problema. Está muito mais acessível para nós trabalhar a consequência, porque ela é no curto prazo, as causas são estruturais de Brasil de 500 anos, então é um desafio permanente para nós. Também participou o vereador Cecílio Santos, que é inclusive o relator da comissão. Colocamos alguns itens aqui, um deles iniciando um tópico que as principais dores que mais afetam é a de ter que enfrentar os olhares de julgamento e desprezo da população. O promotor também mencionou isso, que a gente deve olhar o nosso irmão que está em situação de rua com um olhar humano. Se a gente não tiver essa percepção, esse olhar, todo o nosso trabalho a partir daí fica um pouco complicado. A grande maioria da população em situação de rua tem sérios distúrbios relacionados à saúde, incluindo problemas mentais e transtornos com o uso de drogas, conforme mencionou o vereador Paulo Gaspar na abertura da reunião aqui. a depressão e por aí vai. Então a grande maioria das pessoas que vivem em situação de rua busca alternativa, ele não quer estar ali na rua. Agora, segundo o presidente da comissão, o relatório será enviado para o executivo e para a presidência da Câmara Municipal de Campinas. Para tomar o conhecimento aqui na Câmara, na Prefeitura e um trabalho permanente que continua, enquanto nós vereadores que fiscalizamos o poder público, para ir aperfeiçoando esses mecanismos, esses órgãos que hoje trabalham com essa problemática da população em situação de rua. A vereadora Mariana Conte, presidente da Comissão Permanente da Mulher, realizou um balanço do trabalho realizado no primeiro semestre. Tendo como presidente a vereadora Mariana Conte e como membros o vereador Gustavo Peta e as vereadoras Guila Calisto, Paola Miguel e Débora Palermo, a Comissão da Mulher realizou duas reuniões na Casa Legislativa durante o primeiro semestre de 2024. A primeira reunião foi uma reunião importante porque é a reunião que congregou as pautas e as reivindicações do movimento do 8 de março. Dia 8 de março é o Dia Internacional de Luta dos Direitos das Mulheres, é o momento em que nós mulheres saímos às ruas com as nossas bandeiras, com as nossas reivindicações, é um momento importante de empoderamento dos coletivos, dos grupos de mulheres, porque as mulheres se organizam e lutam para sobreviver, para auxiliarem umas às outras, e é um momento que nós tomamos as ruas para dar visibilidade. E o que nós fizemos foi que a Comissão da Mulher recebeu representantes dos diversos movimentos das mulheres na sua diversidade, mulheres LGBTs, mulheres promotoras legais populares, mulheres de coletivos que combatem a violência doméstica e familiar, mulheres da área da saúde, mulheres soropositivas, mulheres trabalhadoras do sexo, enfim, isso foi um conjunto de mulheres que na sua diversidade estiveram presentes na reunião para apresentar suas pautas, suas reivindicações. Já na segunda reunião da comissão, foi abordado sobre o cenário de feminicídio na cidade de Campinas. O ciclo de violência tem algumas características e o feminicídio é a face mais trágica de um conjunto de violências que vai perdurando na vida da mulher. Para combater a onda de feminicídios, nós precisamos de política especializada. E o que nós apontamos nessa reunião da Comissão da Mulher, que não é uma coisa nova, nós viemos apontando há muito tempo, mas isso ganha um tom de gravidade ainda maior, é o desmonte da política especializada no combate à violência contra as mulheres. Nós estamos exigindo, há muito tempo exigindo o investimento e a relevância e a prioridade nessa política especializada. Essa é a nossa história. Sempre para que a gente possa ser considerada gente, para que a gente possa ser considerada os nossos direitos na nossa integralidade, para que a gente seja notada, saia da invisibilidade e consiga de fato políticas que restituam o direito à igualdade, Nós precisamos estar em luta, mobilização e sempre em bando Porque nós mulheres não andamos sozinhas Então nós andamos juntas para conquistar esses direitos A vereadora também falou das expectativas da Comissão da Mulher para o segundo semestre Eu entendo também que existe uma questão urgente Que é a questão das mudanças climáticas, da emergência climática Nós vimos o que aconteceu no Rio Grande do Sul Infelizmente a devastação ambiental na cidade de Campinas agrava a situação de enchentes, de seca, e isso afeta a vida das mulheres diretamente. Existe aí uma série de conjuntos de políticas do SUS também, que acho que é importante que serem tratadas, porque o desmonte da política do SUS afeta a vida da mulher, afeta a vida da família como um todo. A questão das escolas, escolas que foram, infelizmente, o governo Dario divulgou escolas que são escolas fake, que não tem luz, que não tem água, e as políticas de assistência também, que a gente tem visto uma pressão do conservadorismo no sentido de dirigir as políticas de assistência. Então, combater essas políticas conservadoras, moralistas, que não dizem respeito à realidade da vida das mulheres, à diversidade da vida das famílias, isso tudo passa por garantir o direito da mulher. Então todos esses temas vão estar presentes aí no próximo semestre. O projeto sobre o reconhecimento do cordão de girassol e do cordão quebra-cabeça como instrumentos auxiliares para identificação de pessoas com deficiência oculta aqui na cidade de Campinas foi sancionado pelo prefeito e agora é lei. Foi publicada no Diário Oficial do Município de Campinas a Lei nº 16.596, do dia 2 de julho de 2024, de autoria dos vereadores Carlinhos Camelô, Débora Palermo, Eduardo Magoga, Luiz Cirilo, Marrom Cunha, Otto Alejandro e Paula Haddad. Lei que dispõe sobre o reconhecimento do cordão de girassol e do cordão quebra-cabeças como instrumentos auxiliares para a identificação de pessoas com deficiências ocultas na cidade de Campinas. Deficiências ocultas são aquelas que, apesar de não possuírem indícios físicos claros, impactam cotidianamente a vida de seus portadores. Deficiências invisíveis são aquelas que as pessoas não conseguem ver. Todos nós aqui sabemos a dificuldade dessas pessoas e o preconceito que essas pessoas têm. Hoje, nós falamos aqui de doenças, deficiências invisíveis. O autismo é uma delas, né vereador? Às vezes a pessoa não consegue identificar a pessoa porque é invisível. Às vezes a pessoa, ou ela é surda, ela tem deficiência da surdez, ou até mesmo muda. São também deficiências que nós não conseguimos enxergar. E aí, muitas dessas pessoas sofrem, às vezes, um preconceito ou até mesmo as pessoas acabam hostilizando essas pessoas. Vamos dar aqui um exemplo. Às vezes, a pessoa está lá na fila de um supermercado, no qual a pessoa olha para ela e fala, pô, mas essa pessoa está na fila do supermercado por quê? Num caixa preferencial, por quê? E às vezes, acaba falando com a pessoa. Aí ela vai identificar que às vezes a pessoa ou ela tem um autismo, ou essa pessoa ou ela muda, ela tem a deficiência de ser muda, ou às vezes também tem uma deficiência de não enxergar. E isso é um preconceito muito grande que nós temos na sociedade. A ideia original é do ex-vereador Jorge da Farmácia e o vereador Carlinhos Camelô atualizou a proposta. O substitutivo foi protocolado em maio deste ano e passou pela análise da Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida. E foi aprovado em segunda votação durante a 32ª reunião ordinária. Fizemos um substitutivo total, incluindo todos esses projetos através de um só. Então eu gostaria de agradecer todos os vereadores que assinaram, os vereadores da comissão, os vereadores também que assinaram e tiveram junto com a gente. O cordão de girassol é um acessório utilizado como símbolo de conscientização e apoio às pessoas com deficiências ocultas. Assim como o cordão de quebra-cabeças, que identifica pessoas com transtorno do espectro autista. Inspirado na beleza e na resiliência dos girassóis, esse cordão representa solidariedade e compreensão. Isso cabra qualificando as pessoas e olhando as pessoas, acabando em identificar. Em vez da pessoa falar algo, ela acaba identificando. Eliane Juscelaine Pereira, a secretária municipal de gestão e desenvolvimento de pessoas, foi homenageada pela Câmara Municipal de Campinas. A Câmara Municipal entregou o título de cidadã emérita à secretária municipal Eliane Jocelaine Pereira, por iniciativa da vereadora Débora Palermo. Foi conselheira municipal nos Conselhos de Desenvolvimento e Participação da Comunidade Negra, Conselho da Assistência Social e Conselho da Criança e do Adolescente. Secretária municipal das Políticas de Assistência Social, Segurança Alimentar e Direitos Humanos. E atualmente está na Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas. É também escritora com livros publicados sobre os temas da cultura da paz, dos direitos humanos e educação para a paz. Vale ressaltar que a nossa homenageada desta noite é a primeira mulher negra a ocupar um cargo de alto escalão na Prefeitura de Campinas, rompendo as barreiras que ainda insistem em fazer parte da nossa sociedade. Campineira Eliane Jocelaine é advogada e servidora pública municipal da Prefeitura de Campinas desde 1998. A gente não deve esquecer e ser grato aos nossos mestres, aos nossos professores, desde o ensino mais fundamental até as nossas graduações e pós-graduações. São as pessoas que nos incentivam, são as pessoas que nos inspiram, são as pessoas que, muitas vezes, nós olhamos e nós queremos ser e que fazem com que a gente caminhe para frente, que fazem com que a gente adquira o conhecimento para que nós sejamos aquilo que nós sonhamos ser. Se não existem os mestres nas nossas vidas, se não existem os professores nas nossas vidas, não há títulos, não há graduação, não há praticamente nada. Porque o saber, o conhecimento, ele é a base também da nossa cidadania. E, claro, não poderia faltar música no ritmo preferido da homenageada. O samba é uma coisa nossa, é uma coisa preta, é uma coisa nostra, mas que acaba sendo de todo mundo, mas que é nostra também porque o samba foi o meio que nós pessoas pretas encontramos de não externar o quão doloroso é para vivenciar certas situações e transformar essas situações em alegria para continuar sobrevivendo, para continuar cantando. E, além de ouvir a minha mãe cantando muito, essas meninas lindas que estão aqui todas também me conectaram muito ao samba durante a minha juventude, durante a minha vida, e me ajudaram a fazer essas oferendas criativas que permitiam que eu continuasse andando. E uma das músicas que, para mim, é mais representativa disso É uma música que chama Sorriso Aberto, da Jovelina Pérola Negra, que é muito representativa para mim, que eu vou convidar a Bia a cantar. Se aproveitando pra tentar se aproximar de mim Se não fosse o pandeiro e o gansar e o tamborim E a gente segue com as homenagens porque o diploma de mérito contábil doutora Taliba Amadeus Cevá foi entregue para a contabilista Aparecida Massarotti devido a contribuição a classe contábil e aos empresários da região. Foi realizada no Sindicato dos Contabilistas de Campinas a 56ª reunião solene para a entrega do diploma de mérito contábil doutor Ataliba Amadeus Cevá para a contadora Aparecida Ramaciato Massarotti uma iniciativa da mesa da Câmara O presidente do Legislativo Campineiro, vereador Luiz Rossini destacou a importância dos contabilistas para a cidade Campinas completa no próximo 14 de julho 250 anos Essa cidade foi forjada pelas mãos de muitos trabalhadores Das mais diferentes áreas Campinas é hoje o resultado da contribuição individual De cada um que aqui vive, cada um que trabalha Cada um que empresta a sua inteligência, a sua competência Na sua área profissional para construir a cidade de Campinas. E quando a Câmara concede uma honraria como essa, de mérito contábil, é como forma de reconhecer também a importância desse segmento de atividade na construção dessa cidade. Participaram da solenidade representantes do Sindicato dos Contabilistas de Campinas, do Conselho Federal e Regional de Contabilidade e familiares da homenageada. Na verdade, a Câmara vem hoje aqui homenagear toda a categoria nessa pessoa indicada pelo sindicato, nossa amiga parecida, Ramaciato Massarotti. A contadora recebeu o diploma de mérito contábil, doutor Ataliba Amadeus Seva, por suas contribuições à classe contábil e aos empresários da região, inclusive como coordenadora do Centro de Estudos do Sindicato. Agradeço hoje a minha querida irmã Antônia, que convenceu minha mãe de que eu deveria estudar. A todas as minhas outras queridas irmãs e irmãos Giovanna, Carmela, Maria e Antônio, pelo carinho de sempre A todos os meus amigos de profissão e do centro de estudos Ao meu professor e vice-presidente do CFC, José Donizete Valentina Aos meus clientes que sempre acreditaram no meu trabalho ao presidente do Sindicato dos Contabilistas de Campinas, da Goberto Silvério da Silva, a todos os colaboradores do Sindicato dos Contabilistas de Campinas, a Prefeitura Municipal de Campinas, pela outorga do prêmio, a todos os amigos aqui presentes que vieram ouvir minha história. Pode chorar agora, Lu, só vez. Agradeço em especial aos meus dois filhos Luciana e Maurício E ao meu esposo Delcides Que passaram por essas fases da minha vida Sempre me compreendendo e apoiando E agradeço mais que em especial A minha padroeira, Nossa Senhora de Aparecida Que me acompanhou, me protegeu e me deu forças na trajetória. Para finalizar, quero encerrar com uma frase do Steve Jobs. Cada sonho que você deixa para trás é um pedaço do seu futuro que deixa de existir. Muito obrigada. Hoje, às 9 horas da noite, a Ponte Preta enfrenta o Brusque, em Itajaí, Santa Catarina, em partida válida pela 14ª rodada da Série B. Você vê o confronto aí na sua tela. A Macaca está na 13ª colocação, com 16 pontos, 3 da zona de rebaixamento. E o adversário de logo mais está na antepenúltima posição, com 12 pontos. O técnico Nelsinho Batista tem problemas porque ele não pode contar com o goleiro Pedro Rocha e também com o lateral-direito Igor Inocêncio, ambos suspensos. Por outro lado, o treinador volta a contar com o lateral-esquerdo Gabriel Risso, com os volantes Ramon e Dudu Vieira. Então uma provável ponte preta para o jogo de logo mais. Luan no gol, o jovem João Gabriel, de 19 anos, pode entrar na lateral-direita. A dupla de zaga, Matheus Silva e Sérgio Rafael, com o Gabriel Risto na lateral esquerda. O meio campo com Emerson Santos, Castro e Elvis. E na frente, Dodô, Matheus Regis e Gé. Jogo complicado, mas Capute precisa ir atrás da primeira vitória longe de Campinas. E no domingo, seis e meia da tarde, é a vez do Guarani entrar em campo contra o Esporte Recife. Aqui em Campinas, no estádio Brinco de Ouro, Guarani com o sinal alerta ligado, viu? Porque a lanterna da competição, você vê o confronto aí na sua tela, tem apenas uma vitória em 13 partidas, não vence a nove jogos e vem pressionado, portanto, para este confronto. Técnico Pintado também tem problemas para a partida, porque o lateral direito, Diogo Matheus, o Meia Lua Dias e o atacante João Vitor estão suspensos e não podem jogar. Por outro lado, o volante Anderson Leite e o atacante Reinaldo retornam e ficam à disposição do treinador. Mais um jogo complicado porque o esporte está na parte de cima da tabela, é o sétimo colocado com 20 pontos. Apenas dois do G4 estão brigando pelo acesso. Bom, a gente segue falando de esporte aqui no Jornal Câmara Notícia, mas agora uma modalidade inovadora, que pode ser praticado em qualquer espaço, e este é o parkour, esporte de origem francesa, que você vai conhecer mais agora, já que ele é o tema do nosso quadro. Olha o esporte aí! Olha o esporte aí, eu sou o Rafael Turati e o tema de hoje, como vocês podem ver, é o parkour. E como sempre, a gente começa com algumas curiosidades, vamos conferir. O parkour chegou ao Brasil no ano de 2004 através do filme B13, 13º Distrito, onde o protagonista do filme é o próprio criador do parkour, David Belli. Logo depois, alguns vídeos de praticantes começaram a fazer sucesso na internet e, desde então, vêm conquistando cada vez mais adeptos no país. E para falar sobre esse esporte francês, eu estou aqui com o Lucas Schultz, professor de parkour. Lucas, primeiro de tudo, é parkour ou le parkour? O esporte, na verdade, é conhecido como parkour. O Lê, ele é o artigo O em francês, então quando ele chegou no Brasil, muita gente falava Lê Parkour, Lê Parkour ou Lê Parkour, então acontece que você está repetindo duas vezes o artigo O e não se trata do nome do esporte, o nome é só Parkour. É Parkour. Isso mesmo. E o Parkour surgiu na França na década de 80 em Paris, é isso mesmo? Isso, o parkour surgiu na década de 80 quando alguns amigos começaram a se desafiar A ver quem conseguia saltar mais longe, subir o muro mais alto Começou como uma brincadeira de rua mesmo E eles foram colocando, criando técnicas específicas a partir da experiência que eles já tinham Com outras práticas esportivas, com um pouco das habilidades que o David Belli que é o principal nome fundador da prática, trouxe do pai dele, que era bombeiro, tinha experiência militar também, então ele usou muitas dessas técnicas para trazer esse desafio para os amigos e conseguir criar a modalidade. E qual é o nome dos participantes do parkour? Como que eles são conhecidos? Os praticantes de parkour são conhecidos como tracers. E o parkour consiste em usar o próprio corpo como equipamento? Qual é o objetivo da prática do parkour? Isso, no parkour a gente não usa nenhum equipamento específico A única coisa que a gente precisa é de um bom tênis que tenha uma boa aderência ali Uma roupa para prática esportiva que não limite os movimentos E já é possível praticar Então não é necessário joelheira, cotoveleira, capacete, luva Porque o parkour justamente ensina a gente a usar as habilidades naturais do nosso corpo Para se locomover no ambiente Lucas, e o parkour é considerado como um esporte radical? Sim, ele entra ali na categoria de atividades radicais. Apesar de outras atividades você precisar de equipamentos de segurança, o parkour não necessita disso. Então é mais uma coisa do corpo com o ambiente. Você está preparado mentalmente para superar desafios físicos e mentais. Eu acredito que o tracer pode sofrer várias quedas. Eles treinam bastante isso? Como que é? Ele calcula a manobra que ele vai executar? Sim, uma coisa muito importante, independente de onde você vai treinar, se é dentro de uma academia, se é na rua, a gente sempre tem que chegar, olhar o ambiente, ver se é um lugar adequado, se não é escorregadio. E aí, a partir disso, a gente consegue fazer uma análise do salto, já se preparar mentalmente. Tipo, se ali acontecer de eu cair, como que eu vou fazer nessa situação, como consigo amortecer esse salto. Sempre tentando evitar possíveis riscos no esporte. E falando em salto, o salto é um dos principais fundamentos do parkour, né? Isso. E existem várias técnicas, como chegar na pontinha do pé, um ângulo certo de agachar, usar a mão para amortecer. tem o rolamento também, que é muito comum, depois dos saltos mais altos a gente usa para dissipar a energia em movimento, por aí vai. Quais são os outros fundamentos também que são importantes no parkour? Bom, os fundamentos básicos do parkour tem a escalada, que nós chamamos também de wall run, corrida na parede, temos o salto de precisão, temos o rolamento, temos o cat leap, que é quando a gente pula e se agarra num obstáculo pra depois fazer a subida, tem o lachê, que é os balanços na barra, que a gente balança pra saltar pra outro obstáculo, e por aí vai. E o legal, Lucas, do parkour é que dá pra praticar em vários lugares, né? Tanto indoor quanto outdoor, né? Isso mesmo, a gente consegue desde treinar técnicas específicas num ambiente específico pra parkour, como consegue aplicar ele na rua, que é de onde vem mesmo a prática, ela começou na rua, então ela tem essa essência, né? as academias, os espaços para parkour, surgiu como uma alternativa mais segura da gente melhorar a técnica para aplicar na rua da forma correta e conseguir fazer saltos mais longes, mais difíceis. Requer muita concentração e dedicação, como que é? Sim, é um esporte que você precisa estar o tempo todo muito concentrado, porque qualquer erro ali pode acabar gerando um acidente. Então, o praticante de parkour, o tracer, ele precisa estar sempre, a todo momento, prestando atenção no ambiente em volta, no que ele está fazendo, para conseguir treinar de uma forma sempre segura. Repetição no parkour é essencial então? Sim, sim. Aqui nas aulas a gente divide até a nossa programação de treinos com focos diferentes. Então a gente tem uma semana que a gente foca em aquisição de habilidades, aprender técnicas novas. Tem uma semana que ela é justamente voltada para repetição, que é onde a gente deixa o movimento automático, consegue criar mais confiança. E por último, a gente tem sempre uma semana de percursos, que a gente acaba pegando essas técnicas novas e aplicando dentro da combinação de outros movimentos. Eu acredito que cada transfer tem o seu estilo de parkour, né? Como que seria isso? Sim, cada pessoa tem o seu estilo de treinar, tem suas técnicas favoritas. O parkour é uma coisa muito aberta Não existe um jeito certo de se passar um obstáculo É claro que existe um jeito que você não vai se machucar, o jeito seguro Mas dentro do jeito seguro você pode achar milhões de maneiras de fazer a passagem por cima de um obstáculo De repente o cara gosta de treinar um parkour mais rápido Então ele acha o jeito mais rápido de passar por cima de uma mureta O outro já tem um estilo mais assim, que busca a beleza do movimento, então ele vem, passa um mortal, cada um vai tendo a sua maneira de ultrapassar os obstáculos. E no parkour, o tracer, que é o atleta, ele tem que ter muita condição física, né Lucas? Sim, sim, o tempo todo tem que estar treinando o condicionamento físico junto, porque é o que faz o atleta ser mais forte, conseguir aguentar a prática esportiva. e também progredir, chega um tempo que a técnica se limita ali, conseguiu fazer bem a técnica, para a gente conseguir ir mais longe, conseguir avançar, a gente também precisa estar preparando o nosso corpo, ganhando mais força para superar esses limites. Quais os principais benefícios que o parkour traz? O parkour trabalha coordenação motora global, equilíbrio, força, Várias habilidades, tanto físicas quanto mentais também Porque ele vai estar o tempo todo se preparando mentalmente para fazer um salto Vai estar aprendendo, apesar de ser um esporte individual O tempo todo ele é praticado em grupo Então ele vai estar aprendendo a lidar com o grupo Um ajuda o outro, um motiva Então todos esses aspectos físicos e mentais são sempre muito trabalhados no parkour Como que são as competições no parkour? São três modalidades? Isso, a gente tem nas competições hoje oficiais A gente trabalha com três modalidades Que é o Speed, o Skill e o Style O Speed são provas de velocidade Onde o objetivo é sair de um ponto ao outro Sempre o mais rápido possível Aí as provas de Skill são movimentos isolados Onde o objetivo é fazer o salto perfeito Cravando lá, chegando na pontinha do pé Mostrando que você tem domínio total sobre a execução daquele movimento E a gente tem as provas de style, que é um pouco mais da parte acrobática. Então o atleta tem ali um minuto de apresentação, onde ele pode demonstrar todas as suas habilidades dentro do espaço que foi determinado. Além dessas competições, há outros estilos que hoje em dia também utilizam muito o parkour. Existe, por exemplo, o World Chase Tag, que é um campeonato mundial de pega-pega. A maioria dos praticantes que vão para essas competições são praticantes de parkour. Esse ano, pela primeira vez, o Brasil participou do Mundial também, que foi bem bacana. Então essa também é uma das alternativas de competição que utilizam no parkour. E eu acredito que o tracer tem que ter consciência de quais são os limites dele, né? Isso, é muito importante você saber até onde você consegue se desafiar. E é muito legal quando você está praticando que você chega num ponto que você vai fazer um salto. Você olha para ele e tem que saber identificar daquilo que está fora do limite, que você não consegue fazer, para aquilo que é um medo de repente de travando. E você tem capacidade para desafiar, mas ali você tem que quebrar um boqueio mental para conseguir executar o salto. E o Lucas, o parkour é uma filosofia de vida? Sim, o parkour faz parte de uma filosofia de vida. Quem pratica parkour leva isso para outras coisas, outras atividades do dia a dia, essa ideia de superação constante, essa ideia também de sempre estar ali, ajudar o próximo. Isso tem muito a ver com os praticantes de parkour e o que eles levam para a vida deles. E existem duas frases que são consideradas o lema do esporte, que é ser forte para ser útil e ser e durar, né? Isso mesmo, a frase ser forte para ser útil, ela vem do método ginástico francês de George Herbert Que foi uma das inspirações na criação do parkour A partir disso foi criada a frase ser e durar, que virou o lema do parkour de fato mesmo Baseado nesse ser forte para ser útil do método natural Inclusive eu tenho a frase tatuada que é uma coisa que eu levo para a minha vida Eu o tempo todo estou treinando, ser forte, para durar, conseguir praticar parkour para o resto da minha vida. Pessoal, estou aqui com o Nauan, ele que também é professor de parkour. Nauan, você trocou a ginástica artística pelo parkour? Como que foi isso? Então, na verdade, quando eu tinha uns 12 anos, mais ou menos, eu era atleta de ginástica, eu era ginasta Aí depois a minha mãe me tirou, aí eu fiquei sabendo que a galera que treinava junto comigo Foram pras ruas treinar, porque a gente não fazia mais no ginásio Aí quando eu era criança eu falei, nossa que legal, eu quero continuar também junto com eles, com os meus amigos Aí eu fui pras ruas treinar, o que até então eu achava que era uma ginástica das ruas Mas aí mais pra frente eu acabei percebendo que eu tava praticando parkour Aí eu acabei me apaixonando pelo esporte e estou até agora no ramo. E foi paixão à primeira vista? Como que foi? Por ser bem parecido, alguns movimentos, bem parecido com a ginástica, eu gostei bastante. Logo de primeira eu já gostei, me identifiquei bastante. Galera, estou aqui com o Cauê Ele que tem 10 anos e já pratica parkour Cauê, como que você conheceu o parkour? Por que resolveu praticar parkour? Quando eu tinha 4 anos Eu gostava muito de ficar pulando na minha casa Fazendo parkour, escalando as coisas Virando mortal Então enquanto o tempo passava Eu cheguei a um momento que eu encontrei essa escola de parkour junto com o meu pai. O meu pai quis me inscrever para melhorar minhas habilidades e eu consegui ficar melhor e virar um profissional de parkour. E para você, como é praticar parkour? É uma atividade muito legal, porque tem muita coisa divertida, tipo você aprender a virar mortal, escalar as coisas. E sem tirar que desafia muito a sua capacidade física. O que você mais gosta no parkour? Quando você está praticando, o que você mais gosta de fazer? Ah, eu gosto de fazer as escaladas, fazer os pulos, essas coisas. E você acredita, Cauê, que você se desafia o tempo todo no parkour? Sim, pra mim, desafia muito eu pra, tipo, passar os meus limites que eu tenho. Tipo, eu ultrapasso muito os meus limites pra conseguir escalar paredes, fazer um vault, alguma coisa assim. Você hoje tem 10 anos e pretende continuar praticando parkour? Sim, eu quero praticar até os 18, 19, até quando eu puder. Pessoal, agora estou aqui com o Cauã, que há oito anos pratica parkour. Cauã, como que você conheceu o esporte, como que você conheceu o parkour? O esporte eu comecei ele quando era bem pequeno, algo quando eu tinha dez anos por aí. E eu descobri ele através da internet. Eu fui vendo vídeos por diversas redes e eu gostava de passar muito tempo comigo mesmo. Daí eu encontrei vídeos desse esporte De uns caras pulando, fazendo acrobacias E isso me interessou bastante Pra mim foi um negócio muito de filme isso Eu achei muito bacana, pensei, pô, quero fazer isso O que chamou mais sua atenção no parkour? É um esporte muito abrangente Sim, você pode desenvolver a força Você pode desenvolver o foco, o seu equilíbrio Mas isso varia muito com o praticante É um negócio que eu me achei muito Isso me permite muito me expressar Ainda de uma maneira que é um esporte que não só ele é individual, como você também tá em grupo É um negócio muito social, isso me ajudou muito também quando eu era criança Porque eu era uma pessoa um pouco quieta, era meio tímido E essas aulas acabaram me ajudando muito no quesito de que eu acabava me inserindo no grupo Eu acabava me inserindo em algo que eu entendia, que eu gostava E foi maravilhoso pra mim Meio dia mais 50 minutos, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira e acompanhe agora a programação cultural deste fim de semana, porque tem estreias no cinema, show da Orquestra Sinfônica, de viola, teatro e muito mais a partir de agora. Depois de 10 anos, o projeto A Reuni está de volta em uma nova edição, com muita moda de viola, com João Arruda e convidados. É um encontro, trata-se de um encontro com diversos cantautores, artistas que compõem, que cantam por aí, e são pessoas fantásticas. E há dez anos atrás a gente fez uma edição da reunião, foram oito shows, oito encontros, e eu sempre convido mais dois artistas que eu admiro muito e que tem a alegria de partilhar a música. Esse é um dos grandes vantagens da reunião, convido os amigos e a gente partilha a música e poder compartilhar com o público essa diversidade da composição, dos cantautores, das pessoas que estão trabalhando com a música, com a cultura popular, com as suas próprias composições. e tal, e é uma maneira da gente se encontrar, partilhar entre artistas e o público. Com a entrada gratuita, o evento promete várias cantorias e o público terá a liberdade de escolher as músicas. Geralmente os convidados é que dão o norte, né? Quem eu convido, eu já convido já pensando no repertório daquele artista, né? Nesse nós vamos receber a Titane, que é uma cantora de BH, que tem vários espetáculos lindos, né? Uma cantora mineira, as duas na verdade são mineiras. A Titane, que é uma artista fantástica, uma cantora que tem um trabalho, uma carreira linda E a Letícia Leal, que é uma violeira, instrumentista excelente E aí vai ser o encontro das duas, juntar, a gente vai criar um repertório com base no repertório delas E algumas coisas minhas, outras propostas e outras coisas que vão surgindo É como uma roda de cantoria mesmo, a gente dá uma organizada antes, pensa nas músicas, no repertório Porém, muita coisa acontece ali como uma roda de fogueira, como uma roda de cantoria, bem descontraída, numa boa, no quintal, uma delícia É um evento para se sentir em casa? Para todo mundo se sentir no quintal de casa, tranquilos, tem cafezinho, música boa, som de qualidade O espaço é muito acolhedor, aconchegante, uma antiga casa de fazenda, do Centro Cultural Casarão Então a gente espera todo mundo lá para esse encontro debaixo das árvores, num lugarzinho fresco Três horas da tarde, com um solzinho bom, tudo na medida para ser o melhor possível. Cinema, meu malvado favorito 4. Nesta sequência, o vilão mais amado do planeta retorna e agora Gru, Luke, Margot, Edith e Agnes dão as boas-vindas a um novo membro da família, o Gru Júnior, Que pretende atormentar o seu pai, enquanto se adapta com o pequeno, Gru enfrenta um novo inimigo, Maxime Lemal, forçando sua namorada, Valentina, e a família a fugir do perigo. Entrevista com o demônio No terror, o apresentador Jack Delroy tenta recuperar a audiência de seu programa Que despencou desde a trágica morte de sua esposa Desesperado pelo sucesso, Jack planeja um especial para o Halloween de 1977 Mas o que começa como uma noite de entretenimento se transforma em um pesadelo ao vivo Tá doendo? Onde, querida? Toda. Senhora, precisa se despedir da sua filha. Você vai ficar bem, promete Eu prometo Promete, promete Prometo, prometo, prometo, prometo É no eco, no legado, na lembrança que ela vive Lucas e Gi em Dinossauros, sessão especial Lucas Neto e Gi Alparone vão aparecer na pré-estreia especial da nova aventura Lucas e Gi em Dinossauros Isso mesmo, essa sessão especial com a presença da dupla acontecerá no Kinoplex Via Parque amanhã a partir das 11 horas da manhã Estranho, os gêmeos sempre parecem esquisitos Eu dediquei a minha vida a esse projeto, eu não vou desistir. Lucas e Gi em uma nova aventura. Amanhã, a Concha Acústica do Taquarau vai receber a terceira edição do CuraFest, festival que reúne bandas e projetos sociais com o intuito de impulsionar e enriquecer a cena cultural da região. O evento terá início às 12 horas e a entrada será gratuita. Amanhã, às 8 da noite, a orquestra realiza concerto com a participação do solista Maurizio Barboro e será regida pelo maestro Ricardo Calderoni, no Teatro Castro Mendes. A premiada banda de jazz e soul estadunidense The Manhattans Faz show pela primeira vez em Campinas amanhã no espaço do Expo Dom Pedro a partir das 8 da noite Sábado dia 6 de julho na Expo Dom Pedro The Manhattans Original, única apresentação Imperdível, cantando seus eternos sucessos No Sesc tem a peça de teatro Veraneio, hoje às 8 da noite Música Amanhã no Jardim Galpão tem show com a banda Feminine Hi-Fi Dub Brasileiro do Futuro, às 4 da tarde No domingo, a partir das 10 da manhã, tem show no Teatro Sesc, com a Pitaí e a Companhia Tugundum. Aô, pessoal de Campinas! Meu nome é Papoula. Tô aqui pra convidar vocês. Nesse domingo, dia 7, às 4 da tarde, vou fazer o forró da Palhaça Papoula lá no Sesc Campinas. Gratuito! Eu e seis belezas tocadoras vamos botar pra ferver. Vocês são meus convidados especiais. A família toda vai se divertir. Chega junto! Na quinta, às 8 da noite, na área de convivência, tem show gratuito com a banda Gadje Roma, a nova geração do Manoche. Suas queridas de Campinas e região Eu sou Vanessa Moreno, cantora E tô passando aqui pra fazer um convite Especial pra vocês No próximo sábado, dia 6 de julho Às 8 da noite Vou estar por aí no Teatro do SESI Campinas De graça, entrada gratuita Fazendo música Junto do meu violão Compartilhando músicas do meu disco Sentido E também outras coisas que vêm vindo por aí Enfim, espero vocês pra gente fazer uma festa boa por lá É isso. Nos encontramos até já. Hoje, às 8 da noite, tem o show musical Queen Extreme Experience, coro e orquestra, no Teatro Oficina do Estudante Guatemi. O espetáculo soma a marca impressionante de mais de 150 apresentações em um ano, tendo passado por todas as capitais do Brasil, além do Chile. O que traz aos palcos os maiores e melhores sucessos da banda original Queen, como Don't Stop Now, Killer Queen, entre outros. Com o objetivo de homenagear e relembrar a mente brilhante de Fred Mercury. Ingressos a partir de R$ 110,00. No sábado, às 9 da noite e no domingo, às 6 da tarde, no Teatro Oficina do Estudante Guatemi, tem sessão de stand-up com os Barbixas, com o Improvável. O espetáculo se baseia na improvisação como linguagem para a criação de jogos e de cenas artísticas de humor. Neste show, o mestre de cerimônias apresenta as regras dos jogos. A plateia sugere os temas e os atores improvisam as cenas na hora e sem nenhuma preparação prévia. Assim, nunca uma apresentação é igual a outra, fazendo com que o público retorne sempre. Ingressos a partir de R$ 45,00. O que não fazer quando o cliente chega na hora de fechar a loja? Uma hora da tarde, mais um minuto, morreu hoje o alpinista Rodrigo Rainer, aos 55 anos de idade, em um acidente de parapente na região norte do Paquistão, quando o paraquedas de Raineri se rompeu durante o voo, resultando na queda fatal. Raineri tinha 30 anos de experiência em montanhismo, formado em engenharia da computação pela Unicamp, era empresário, palestrante, consultor, referência na área. Em 2017, o Rodrigo Raineri participou do programa Mais Esportes, aqui da TV Câmara Campinas, relatando experiências, contando histórias. A nossa produtora, a Débora Lys, separou um trecho para a gente rever. Quem consegue se superar e quem acaba desistindo. Então, é perseverança. É legal a gente falar isso para o pessoal de casa, porque às vezes o objetivo não é chegar no cume, é mais ou menos por aí, ou sempre é chegar no topo, o seu objetivo sempre é chegar no ponto mais alto. Eu diria que o objetivo é viver experiências diferentes fora de casa. O cume é um dos indicadores de sucesso, mas várias e várias condições a gente vai, não chega no cume e volta satisfeito. As experiências, as histórias É um estilo de vida Estar na montanha, estar no meio ambiente É ter esse contato com essas tribos Com outros povos, o budismo O hinduísmo É uma coisa assim, sabe Animais, flores, plantas É tudo muito diferente Então é muito mais um estilo de vida de exploração E aí vem a parte de você se desafiar Para conseguir chegar no cume Do que O crédito do cume em si Então, se falar recordista brasileiro por isso, por aquilo, na verdade é bacana, o patrocinador gosta, a imprensa gosta, mas para a gente, assim, puxa, quantas expedições eu já fui, o que eu vou fazer esse ano... A história que eu tenho para contar é muito maior do que esse recorde que eu bati. Exato, exato. A CRIAÇÃO Fica aqui então as nossas condolências aos familiares e amigos de Rodrigo Raineri, referência no alpinismo e no montanhismo. Uma hora mais cinco minutos, a gente segue aqui com o Jornal Câmara Notícia. Para quem quer curtir as dicas de cultura que nós acompanhamos há pouco, aproveitar o fim de semana, a notícia é boa, viu? Porque o tempo fica estável, com o sol aparecendo durante todo o dia, com algumas nuvens, mas sem previsão de chuva. Vamos às temperaturas então para este fim de semana, porque no sábado nós temos mínima de 14 graus, a máxima aos 29, já no sábado mínima de 14, máxima de 27, no domingo mínima de 14, máxima de 29 graus e no feriado de terça-feira a previsão é de queda de temperatura e chuva. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência Mas eu tenho um convite a fazer a você que está nos acompanhando, viu? Porque coladinho com o Jornal Câmara Notícia Alexandra Dias já está aqui nos nossos estúdios Nós temos o Estúdio Câmara Pra você que acompanhou a nossa programação durante toda esta semana Segunda-feira o André Aranha falou aqui informações sobre a cidade de Campinas Terça-feira, a Rúbia de Oliveira comandou o programa sobre autocuidado. Quarta-feira, foi a vez da Mina Abreu falar aqui sobre comportamento, liderança, geração Z, conflito com a geração X. Na quinta-feira, nós tivemos o Rafael Turati ontem falando sobre esporte. E hoje, sexta-feira, o comando de Alexandra Dias sobre cultura. Ale, seja bem-vinda, boa tarde e boa sorte desde já. Muito obrigada, Gabriel. Muito obrigada a vocês que nos assistem. arte e cultura toda sexta-feira, durante o mês de julho, para você ficar atento tudo o que acontece aqui em Campinas. E hoje a gente vai falar sobre o cinema, Gabriel. Eu gosto. É um média-metragem que foi filmado aqui na cidade de Campinas, Alê? Sim, primeiro bloco. Olha que bacana. Então, eu faço o convite a você que está nos acompanhando, não saia daí, porque coladinho com o Jornal Câmara Notícias tem o Estúdio Câmara. A gente só vai mudar aqui o nosso cenário e depois o comando é da Alexandra Dias. A você aí de casa, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência, ótimo fim de semana, ótimo feriado prolongado e o Jornal Câmara Notícias retorna na quarta-feira. Até lá, tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto
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