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Carlinhos Camilô protocola projeto de lei que destina benefícios a mulheres vítimas de violência doméstica nos programas de habitação. O seminário [música] Arque Futuro, Novas Centrales, discutiu a importância de áreas verdes e parques no desenvolvimento urbano. [música] [música] [música] Olá, boa tarde para você. Hoje, quarta-feira, 15 de abril de 2026, começa agora o Câmara Notícia de Hoje, já agradecendo pela sua audiência, sua companhia aqui conosco. E você pode participar com a gente pelo WhatsApp da TV Câmara, é o 97829377 ou pelo QRcode que aparece aqui na tela. É só apontar a câmera do seu celular e você consegue mandar pra gente a sua opinião, o seu comentário. Nos faça companhia aqui no Câmara Notícia de Hoje e a gente começa com os destaques da Metrópole. Campinas foi palco de um debate sobre planejamento urbano e os desafios das cidades contemporâneas. Esse encontro reuniu autoridades e especialistas para discutir o papel das áreas verdes no desenvolvimento das cidades. Campinas recebeu especialistas do Brasil e do mundo para discutir o futuro das cidades na terceira edição do seminário Arquo, novas centralidades urbanas, que colocou os parques no centro do debate sobre qualidade de vida e desenvolvimento. O evento aconteceu no teatro Oficina do Estudante e reuniu autoridades do setor público. A conferência é a terceira edição, nós já falamos de novas centralidades, falamos urbanismo social e esse ano falamos de parque. É um momento importante, né, que envolve a academia de Campinas, né, todas as universidades, o público interessado para falar sobre o melhor de urbanismo, de planejamento de urbanístico no mundo. Então, eu acho que Campinas cedia uma conferência importante de urbanismo e que traz referências do mundo inteiro e junto com o pessoal daqui para discutir e falar sobre o melhor do urbanismo. Segundo o cofundador, a proposta do encontro é promover discussões sobre como os parques deixaram de ser apenas espaços de lazer para se tornarem parte essencial da infraestrutura urbana. Esse é um tema fundamental, ele sempre foi. O parque foi o lugar na na cidade do encontro da do convívio com a natureza, da apreciação da paisagem. Hoje, adicionalmente a isso, o parque passa a ser uma infraestrutura urbana fundamental e estratégica pro futuro da cidade. A mudança climática tá trazendo um outro padrão de comportamento da temperatura, das chuvas, é muito acentuado e o parque ele é um moderador, né? Quer dizer, ele é um um um elemento fundamental para se que possa ter um planejamento e uma intervenção que as cidades não sejam tão afetadas por essas mudanças climáticas. Adicionalmente a isso, nós temos uma outra questão extremamente importante. O quando a gente fala que o parque é o lugar do encontro, é o lugar de encontro de gente diversa. Então o parque é também um elemento fundamental na estruturação da democracia. O espaço urbano é um espaço para o convívio. E como nas nossas cidades a gente tem tomado uma lógica muito do carro e dos muros, fazer parques é fazer cidades em que promove um encontro que criam uma cidade mais justa, mais sustentável e mais inclusiva. A realização do evento em Campinas reforça a importância do debate fora dos grandes centros tradicionais, aproximando experiências internacionais da realidade brasileira. É importante a gente se inspirar nos projetos internacionais, mas também trazer a realidade campineira, né? Às vezes uma experiência internacional, ela não se aplica também no nosso município em razão da da atividade econômica da cidade, do comportamento, do ritmo de vida. Então ele inspira, nos inspira também trazendo os projetos, mas essa reflexão interna a gente também tem que fazer com todas as equipes multidisciplinares, não é só a Secretaria de Urbanismo e Planejamento, mas a CLAS, que trabalha muito com os corredores ecológicos, a integração desses parques numa conectividade, mas também como a gente se conversa numa região metropolitana que Campinas realmente atrai de uma potência econômica, como o nosso Parque Taquaral, várias pessoas da nossa região que frequenta. Então, a gente tem que inovar, mas também com responsabilidade aquilo que que Campinas precisa dentro da sua rotina diária de vida cotidiana da nossa cidade. De acordo com o subsecretário de desenvolvimento urbano do estado de São Paulo, o conceito de cidade desenvolvida mudou. Hoje, municípios com maior presença de áreas verdes são reconhecidos como mais evoluídos. Se no passado o concreto representava o futuro, o desenvolvimento, hoje o verde, a água equilibrada, distribuída pelo território, representa cidades desenvolvidas. e discutir parques, sistemas de áreas verdes multifuncionais, serviços ambientais prestados por estas áreas verdes e mais do que isso, soluções baseadas na natureza para ir transformando aquilo que a gente fez ser cinza em verde é a solução pra gente ter cidades mais gostosas, mais prazerosas e mais economicamente viáveis. Então o debate em Campinas reino de Brasil e o mundo para discutir que cidade que queremos a partir dessa lógica que o passado nos quis verde, o presente nos quer verde, mas a gente insistiu muito com o cinza, então é a hora da transformação. O prefeito Dário Saad também esteve presente no Arqu Futuro e destacou que Campinas é uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes que trabalha para equilibrar o crescimento metropolitano com a presença de áreas verdes. Nós temos mais de 25 parques em Campinas, alguns parques de menor porte e uns parques extremamente grandes. Isso a cidade tem uma experiência grande, mas é sempre importante é você conhecer a experiência de outras cidades. O tema também foi discutido sob uma perspectiva mais ampla envolvendo o planejamento das cidades e políticas públicas. As emergências climáticas, né, a pressão urbana exige que as cidades sejam repensadas. Então, hoje a gente veio aprender e é óbvio que a Câmara estando presente, você precisa depois transformar esses conceitos numa base legal que permita, né, dê segurança jurídica, que apoie, estimule, potencializa ações como essa. Então você pensar como é que você prepara a cidade para amanhã, eu acho que é uma obrigação, uma necessidade e eventos como esse permitam que a gente faça isso, principalmente já conhecendo casos de sucesso, né, que existem em outros países e que a gente pode sim adaptar a nossa realidade, mas trazer pra nossa cidade. E um trecho da rua Dante Suriane, que fica na região do Jardim Auréliia, está interditado hoje desde às 8:30 da manhã. Esse bloqueio acontece para trabalhos de pó da extração de árvore e não tem horário previsto para terminar. Então você, motorista, deve ficar atento aos desvios nessa região. Já a linha 271 do transporte coletivo também terá mudanças no trajeto e pontos de parada temporariamente afetados. Os agentes da INDEC estão no local para orientar o trânsito. E hora agora de falar de oportunidade, viu? Para você que está procurando o emprego. O Cepat, que é o centro de apoio ao trabalhador de Campinas, está com mais de 500 vagas abertas para vários setores. Confira. No centro público de apoio ao trabalhador em Campinas, há vagas para agente de pesquisa, açueiro, ajudante de confeiteiro, ajudante de cozinha, auxiliar de limpeza, balconista, camareira de hotel, conferente de carga e descarga, consultor de vendas, encanador, fiscal de loja, jardineiro, promotor de vendas e zelador. Para saber os detalhes destas e de outras vagas, como requisitos, salários e [música] localização da empresa, basta acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br/vagas. Lembrando que o atendimento presencial em uma das três unidades do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio através do portal do cidadão. Cidadãocampinas.sp.gov.br. No centro o CEPATE fica na Avenida Campo Sales, número 427. E o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. No distrito do Ouro Verde, o [música] atendimento é na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no Jardim Cristina, dentro do Ortoshop, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 da manhã às 4 da tarde. E a unidade do Campo Grande fica na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 da manhã às 4 horas da tarde. E também um alerta de saúde para você que nos assiste. Campinas já aplicou mais de 71.000 1000 doses da vacina contra a gripe desde o fim de março. A imunização segue disponível nos centros de saúde até o dia 30 de maio e sem necessidade de agendamento. A campanha é voltada aos grupos prioritários, como idosos, crianças e também gestantes. Para se vacinar basta apresentar um documento com foto e se tiver também a carteira de vacinação. E olha, a orientação é não deixar paraa última hora, viu? e procurar a unidade de saúde mais próxima. E vamos agora aos destaques do legislativo. A Câmara Municipal de Campinas concedeu o título de cidadão campineiro ao presidente da SANASA, Manuelito Pereira Magalhães Júnior. A homenagem proposta pelo vereador Carmo Luiz reconhece a trajetória do economista que chegou à cidade no fim dos anos 80 e construiu carreira na administração pública. Por iniciativa do vereador Carmo Luís, a Câmara Municipal de Campinas concedeu título de cidadão campineiro ao atual presidente da SANASA, Manuelito Pereira Magalhães Júnior, durante a 10ª reunião solene. A Câmara Municipal de Campinas, eu me sinto eh eh honrado porque eu acabei me tornando o instrumento da Câmara Municipal de Campinas para oferecer esse mérito. Eh, nós tivemos aqui a indicação através de amigos e pinçamos o nome do Manuelito Magalhães e ligamos para ele, ele ficou feliz e nós mais felizes ainda de poder ser instrumento desta desta grande deste grande desta grande homenagem. Baiano de Salvador foi aluno no colégio jesuíta Antônio Vieira, onde também conquistou o seu primeiro emprego. Manuelito veio para Campinas estudar economia na Unicamp. Hoje fala com orgulho da SANASA. Poucas pessoas sabem do esforço que é feito para que Campinas tenha o melhor saneamento do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. É a metrópole número um no ranking do Instituto Trata Brasil. E esse esforço é feito por cerca de 2.000 pessoas que trabalham num regime de 24 por7. Na vida profissional em Campinas fez parte da administração do ex-prefeito Magalhãs Teixeira. Tempo em que Manoelito, a pedido do prefeito, acompanhou as obras do Proem, o programa de financiamento de obras contra as enchentes custeado pelo BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento. Já em 1996, Manuelito assumiu a Secretaria das Finanças ainda ainda durante a gestão do prefeito Edivaldo Orce. a atividade e a necessária interação com os órgãos estaduais, federais, inaugurou uma nova carreira de Manuelito, uma outra rotina que mantém até hoje idas e vindas para São Paulo e Brasília, onde trabalhou no Senado Federal e depois na chefia da assessoria parlamentar do então ministro José Serra. No Ministério da Saúde lá, Manuelito também passou a compor equipes de formulação de políticas públicas, como a regulação dos genéricos, criação de agências reguladoras, auxílio a Santas Casas e hospitais filantrópicos, entre outros trabalhos. O vice-prefeito Vanderlei de Almeida, o Vandão, também fez parte da mesa. Eu tava aqui eh prestando atenção, você falando do currículo do Manuelito e o Manuelito prestando atenção e acho que devia estar passando pela cabeça dele, né, aqui na presença da família, tudo que ele viveu para ostentar um currículo do tamanho que você acabou de ler aqui agora pra gente, Carmo. Eu via no olhar dele ali, a mente dele tava, acho que tava voltando no tempo e lembrando de tudo que foi viver tudo isso, né, Manolito? Que a gente sabe eh que é gratificante ocupar cargos públicos, mas também é desafiador. Eh, é, às vezes, eh, a gente acaba comprometendo, né, a principalmente o nosso tempo e isso quem sente é a família da gente, né? Então, eh, eu tenho certeza que no teu coração tá recebendo essa homenagem aqui na presença da tua esposa, das tuas filhas, eh, na tua cabeça você tava falando, trabalhei tudo isso que ele tá falando aí para viver esse momento e ser homenageado. E a Câmara Municipal de Campinas vota hoje na 21ª reunião ordinária um projeto que autoriza a prorrogação dos contratos do transporte público aqui na cidade. A proposta prevê a extensão por até 2 anos, garantindo a continuidade do serviço até a conclusão de uma nova licitação. Segundo a prefeitura, a medida não altera as regras atuais da concessão. Os vereadores também analisam hoje o refiz do ISSQN, que oferece condições especiais para contribuintes regularizarem dívidas com o imposto municipal e com descontos que podem chegar a 100% em multas e também em juros. A sessão começa às 6 da tarde e será transmitida ao vivo aqui pela TV Câmara. E seguimos com os destaques do legislativo. No dia 13 de abril é celebrado o dia do hino nacional brasileiro, uma das principais datas ligadas aos símbolos do país. E aqui em Campinas o tema foi destaque na última reunião ordinária da Câmara Municipal com a participação de especialistas que falaram sobre a história, a importância e também curiosidades do hino. O dia do hino nacional brasileiro é celebrado em 13 de abril. A data marca a primeira execução pública da melodia do hino, composta por Francisco Manuel da Silva em 1831, no Rio de Janeiro. A letra que conhecemos hoje foi escrita por Joaquim Osório Duque [música] Estrada e oficializada em 1922 durante as celebrações do centenário da independência. O hino nacional é um dos símbolos oficiais da República Federativa do Brasil. Para falar sobre o tema, foi convidado Jorge Alves de Lima, escritor, historiador, pesquisador, colunista e advogado. Reconhecido por sua trajetória na literatura e no direito, ele se destaca por pesquisa sobre Campinas e por sua contribuição à biografia do maestro Antônio Carlos Gomes. Foi somente em 1909 que um novo concurso foi aberto para selecionar um poema que se ajustasse à melodia. O vencedor foi o poeta e jornalista Joaquim Osório do Estrada, que escreveu versos carregados de simbolismo parnasiano e exaltou a natureza brasileira. A presidente da Academia Campinense de Letras, Ana Maria Melo Negrão, também foi convidada e trouxe informações e curiosidades sobre o hino brasileiro. E a estrutura do hino nacional, ela é totalmente simétrica em duas partes. São 18 estrofes e 50 versos. E essas 18 estrofes e os versos, eles são absolutamente iguais numa métrica muito rica chamada de verso decassílabo com 10 sílabas métricas que vai até a última sílaba tônica. Então, ouviram do pirangas margens plá para no plá. é a décima sílaba. Então, é formada a todo o hino nacional é formado por versos com 10 sílabas métricas. São versos decassílabos, o que é difícil de fazer por causa exatamente das últimas palavras, porque tem que terminar na última sílaba tônica. e para que facilite a a o canto, né, em tuar. E essa essa estrutura, essa arquitetura rítmica de versos de estrofes e refrão também ela traz uma beleza muito grande ao nosso hino. O hino nacional foi tema da primeira parte da 20ª reunião ordinária por iniciativa do presidente da Câmara Municipal de Campinas, Luiz Rossini. Eu achei importante fazer essa reunião pra gente dedicar a esse tema, porque o hino simboliza a nossa pátria, né? Eu acho uma forma de você manifestar a tua eh teu sentimento pela pátria, cantando, respeitando o hino nacional brasileiro. O hino nacional brasileiro tem uma história muito rica. No dia 13 de abril de 1831, ainda no império, ele foi executado pela primeira vez, né? Uma composição música de eh Francisco Manuel da Silva. Ele foi feito na época para comemorar a biticação de Dom Pedro I. Essa música depois recebeu a letra de Osório Duque Estrada. E a a letra é de uma composição poética fantástica. Ela tem toda uma métrica muito específica de difícil elaboração, mas mais do que essa métrica é o conteúdo da letra. Quando você se depara e interpreta cada frase, cada estrofe, você vê a grandeza que é que simboliza o hino nacional brasileiro. E um projeto de lei ordinária do vereador Carlinhos Camelô pede a prioridade e a flexibilização de requisitos paraa inclusão de mulheres em situação de violência doméstica e familiar nos programas habitacionais e também de assentamento aqui em Campinas. O vereador Carlinhos Camelô protocolou um projeto de lei que destina benefícios a mulheres vítimas de violência doméstica nos programas de habitação de interesse social. Esse projeto ele visa dar aquelas mulheres que sofrem violência, que sofre tudo, a oportunidade dela participar de um benefício, seja da COAB, da habitação, para que ela tenha um desconto nesse espaço e tenha prioridade para est pegando uma casa popular, porque muitas mulheres sofrem violência dentro de casa e acaba aceitando aquela questão porque não tem como ir e não tem um espaço para ela tá eh saindo daquele âmbito ali. de violência. A proposta estabelece a reserva de 8% das vagas em todos os programas habitacionais para esse público. 8% hoje nós não estamos falando de muita coisa para as mulheres que que são vítimas de violência. Então isso vai beneficiar muito essas mulheres para que ela tenha a oportunidade de de ter a sua liberdade e e e a mais do que a liberdade é a oportunidade. Conforme o parlamentar, a ausência de alternativa habitacional constitui um dos principais entraves para que tais mulheres interrompam o ciclo de violência. Segundo vereador, a proposta tem por finalidade dar efetividade o direito constitucional à moradia, a proteção da integridade física e psicológica das mulheres vítimas de violência doméstica em Campinas. Hoje ela não tem, mesmo a mulher sofrendo a violência dentro de casa, ela não tem por onde ir. Ela às vezes ela tem os seus filhos ali, mas ela não tem um programa habitacional que acolhe essa mulher. Então você tendo essa questão de 8% para essas vagas das mulheres que sofrem eh violência, que que acontece? Às vezes ela consegue a sua liberdade, consegue o seu espaço e vai viver a sua vida. Que às vezes ela ficando dentro da casa com o marido ali, uma hora pode dar uma tragédia muito grande, entendeu? do feminicídio. Então, para evitar isso, que dê a oportunidade para essas mulheres. E a Câmara Municipal recebeu um seminário sobre jornalismo digital em tempos de desinformação. O encontro reuniu especialistas para discutir os desafios da profissão diante da circulação de notícias falsas e o papel do jornalismo na sociedade. A Câmara Municipal sediou um seminário sobre jornalismo digital em tempos de desinformação no plenário José Maria Matozinho. O evento encerrou a programação de aniversário dos 5 anos do portal Hora Campinas e contou com a participação de quatro profissionais de grande reputação em suas áreas, como Graça Caldas, jornalista desde 1969 e pesquisadora de comunicação e ciência do laboratório de jornalismo o Labijó da Unicamp. o médico hematologista Carmino de Souza, o jornalista e professor universitário Fabiano Ormanesi e José Pedro Martins, jornalista, escritor e consultor de comunicação. A abertura do encontro foi feita pelo presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, e pelo jornalista Marcelo Pereira, editor chefe do Hora Campinas, que atuou como moderador. Esse seminário, né, que propõe discutir o jornalismo como aliado da sociedade em tempos de desinformação, ele tem um um valor muito grande. E a Câmara poder trazer essa discussão, poder ouvir de pessoas especialistas, jornalistas sérios, experientes, mostrar como é que o jornalismo tem que se posicionar para enfrentar um desafio que tá colocado também pro jornalismo, né? Infelizmente, a tecnologia que permitiu você ampliar os canais de comunicação nas redes sociais, eh, também não consegue ter um filtro daquilo que é publicado. É muita informação, nem sempre informações verdadeiras, muitas vezes sem uma base eh real de verdade. A jornalista Graça Caldas falou sobre as transformações da mídia e destacou como o jornalismo local impacta a sociedade. O tema da minha palestra, como já foi dito pelo colega, né, é o transformações da mídia como jornalismo local impacta a realidade. Na verdade, nós, eu posso falar um pouco de cadeira porque eu vivenciei essas mudanças tecnológicas, né? vivenciei eh cada momento eh e tô tentando acompanhar na medida do possível, né, aquilo que os mais jovens como Fabiano, já fazem de cadeira, né? Então é uma honra muito grande poder falar um pouco dessas alterações do lando do tempo, que eu sou da época do do da máquina de escrever manual, passei pela elétrica, computador, hoje em dia a gente tá tudo aqui na mão no celular, né? E a gente tem que acompanhar esses mudanças históricas, porque precisamos estar ao lado da sociedade. O médico hematologista Carmino de Souza, que também é colunista do portal Hora Campinas, palestrou sobre o negacionismo na saúde e na ciência e como o jornalismo pode ser um aliado no combate à desinformação. Já José Pedro Martins analisou o negacionismo no meio ambiente, enquanto Fabiano Ormanesi abordou a desinformação no ambiente digital. quando o Marcelo me convidou para essa fala, né, eh, e me pediu para falar sobre a questão do letramento midiático, evidentemente que esse assunto ele tá muito relacionado à questão da desinformação, que é justamente o que nós estamos discutindo aqui. E só que nós temos falado muito de desinformação e temos, eu acho, ainda nos preocupado pouco com a questão da formação da de uma competência leitora, né? Eh, ainda a discussão sobre desinformação está, a meu ver muito voltada para pensar assim eh razões pelas quais, né, a desinformação existe, características da desinformação e deixamos de lado esse papel imprescindível que deve ser assumido pelos veículos de comunicação, mas também pela educação e principalmente pela educação de formação de uma competência leitora. E todos nós aqui estamos há muito tempo também eh trabalhando com isso. O seminário foi encerrado com uma fala do jornalista Marcelo Pereira, que enfatizou que o debate sobre jornalismo em tempos de desinformação cumpre um papel de resistência e resiliência na defesa da profissão. Nosso enfrentamento é por uma sociedade que possa ter acesso à informação confiável e de qualidade. No giro ambiental desta semana, você vai ver uma ação que faz a diferença para o futuro, o plantil de mudas em áreas de preservação permanente na região de Joaquim Egídio aqui em Campinas. Uma iniciativa que reforça a importância da recuperação ambiental e do cuidado com os recursos naturais. Olá, está começando mais um Giro Ambiental. No programa de hoje, vamos falar sobre uma ação importante de recuperação ecológica em Campinas, na região de Joaquim Egídio, com um plantil de mais de 3.000 mudas de espécies nativas em uma área de preservação permanente chamadas de app. E para explicar detalhes sobre essa iniciativa, vamos conversar com o secretário municipal do clima, meio ambiente e sustentabilidade, Brasegas. Secretário, muito obrigado e seja bem-vindo. Obrigado e estamos sempre à disposição, né? Essa que é uma das ações, uma das mais importantes. Temos várias, todas são importantes, mas essa é uma ação muito importante, principalmente porque além da gente recuperar as áreas degradadas, nós estamos fazendo a recarga de água do nosso aquífero. E falando aí na semana da água, né, no dia da água, é muito importante a gente ter essas ações. O que que no geral significa isso, né? eh as apps, que são as margens dos ribeirões, dos riachos, eram no passado foram muito degradadas. E aí a gente tem aqui hoje no nosso município esse programa que é o BAV, que é o banco de áreas verdes, aonde todos os produtores rurais eh podem se inscrever nesse programa para que ele possa ter essas áreas de nascentes, apps ou até mesmo a reserva legal da sua propriedade recuperada sem custo nenhum eh para ele através dessa parceria, dessa desse cadastramento que ele ele faz junto à Secretaria do Clima e Meio Ambiente. E através disso, através dos nossos eh TCAs, a gente eh faz com que se compra dentro dessa propriedade e assim uma maneira mais rápida da gente ter eh essa recuperação dessas áreas degradadas e também fazer a recarga do nosso aquífero. E secretário, por que a região de Joaquim Egídio foi escolhida para essa área de preservação? É, não é que Jaquinha Egídio foi escolhido, especificamente essa propriedade que foi feito plantil de 320 muda, ela já é uma propriedade que está inscrita no nosso BAVE. Não é a primeira vez que a gente faz um plantil lá. Já foram aproximadamente 20.000 árvores nativas plantadas lá, fazendo a recuperação até mesmo da sua reserva legal. das da APP, no caso aqui agora, e até de nascentes que já foram recuperadas lá com plantil eh feito dessa parceria da inscrição através do BAV. Pode ser qualquer município, qualquer propriedade dentro do nosso município rural, desde que esteja inscrita dentro do nosso programa, ela vai faz eh a avaliação, secretaria faz a avaliação através do seu corpo técnico e aí sim aprovado pelos nossos engenheiros e os nossos ecólogos. Aí a gente faz essa implantação eh do projeto de que são empreendimentos imobiliários que tem a obrigação de fazer esse esse termo de compromisso ambiental e a gente faz cumprir dessa maneira dentro da propriedade privada. E secretário, para quem tá em casa e não tem conhecimento, o que seria esse termo de compromisso ambiental? O termo de compromisso ambiental é quando, por exemplo, vai haver uma construção, um prédio ou um loteamento. Esses empreendimentos eles têm que dar uma contrapartida para município, né? O impacto ambiental que isso gera. Isso é feito um cálculo. Outra vez nós temos lá uma avaliação técnica e aí se destina um valor que é transformado em quantidades de plantios de árvores nativas, né? E aí, eh, essa empresa que tem essa obrigação de fazer, que tem esse compromisso a ser cumprido, ela tem um período, então ela vai faz a preparação do do terreno, o cercamento para que haja de fato a proteção dessa desse plantil, porque geralmente são propriedades rurais e aí tem animais de grande porte, enfim, pastagem. geralmente são áreas degradadas, por isso que tá fazendo essa ação. Então, faz o senhor camento para que possa ser protegida. E e aí tem também o compromisso de 2 3 anos até o acompanhamento, até essas mudas eh tiverem adequadas e a gente eh recebe tecnicamente que aí a natureza a partir desse período consegue fazer o seu papel naturalmente. Não precisa ter ali mais o cuidado do dia a dia dos do dos especialistas, dos técnicos, enfim, e do manejo adequado, que aí a natureza se encarrega de fazer o papel dela natural. Então é isso, o termo de compromisso ambiental é isso. Na verdade é uma obrigação de fazer de quem tá empreendendo na cidade com o compromisso ambiental, né? Eh, equilibrando o dano que aquela ação, aquele empreendimento, eh, ocorreu com a sua implantação. Então, ele faz essa compensação para que não haja perdas aí com a relação às questões ambientais. E secretário, eh quais são as mudas que normalmente são escolhidas, né, para esse plantil? Eh, são todas eh mudas nativas, né, especificamente aqui. Aí nessa região a gente plantou IPê, o Guapuruvu, ingá são nativas da nossa região, inclusive que faz parte aí da nossa flora regional. E existem outras áreas de preservação na cidade além dessa que estamos falando de Joaquim Egídio. É, essa essa é uma área privada, né? Nós temos as nossas unidades de conservação. Aliás, é bom ressaltar que Joaquim Egídio tá dentro de uma APA que é a APA Campinas, que é uma das grandes eh riquezas aquíferas que a gente tem no nosso município. Eh, ela é uma área de preservação permanente, né, ambiental. E e lá nós temos lá os riachos que contribuem muito, inclusive são afluentes do Atibaia, que é muito importante eh na nosso abastecimento da nossa água aqui de Campinas. E o senhor citou a APA? Eh, tem esses dois programas no município, APA e APP? Não, a APA é uma unidade de conservação, então ela é preservada, ela tem um plano de manejo no seu território que tem que ser respeitado, né? E a AP eh são as margens dos rios, dos riachos, que têm a obrigação de fazer a sua eh cobertura vegetal natural que foi degradada por ação aí de atividade econômica ou enfim. E aí tem que haver essa recuperação, porque a gente só tem a manutenção da recarga do aquífero e a preservação com relação à erosão dos nossos reachos, quando a gente tem as suas margens protegidas e reflorestadas, que é esse caso aqui que a gente tá fazendo especificamente nesse momento, é essa recuperação dessa área, uma área de 18.126 126 m² aí 3021 as mudas aí da fazenda Quinta do Sol Nascente. E existe o plano no município de expandir essas áreas de recuperação? Sim, esse é um dos programas mais ativos que a gente tem. O ano passado a gente plantou mais de 40.000 mudas eh nessas áreas de preservação permanente às margens de rios, inclusive recuperação de nascentes, né? Então, é um programa muito importante que além do proprietário rural valorizar a sua propriedade e ele também tem a obrigação de fazer a reconstituição, a restauração eh das suas apps, ele pode fazer isso gratuitamente, né, através eh da inscrição no BAV, no bancos de área verde, certo? E secretário, a área, né, onde esse plantil foi feito, você citou já que ela tá cadastrada no banco de áreas verdes. Eh, o que significa esse cadastro? É um cadastro onde todos os proprietários rurais ou quem tem eh áreas eh que precisa ser recuperadas ambientalmente, com plantilos especificamente, né? Eh, eles podem procurar a secretaria e lá eles fazem a inscrição no programa. E o nosso engenheiro agrônomo, o nossos engenheiros florestais vão até o local e faz uma avaliação. Constatou de fato que ele tem a necessidade de fazer recuperação, ele tá apto, deu OK, tá apto. E aí, assim que a gente tem esses termos de compromissos ambientais, nesse caso aqui, são vários, não é uma só obrigação de fazer de uma empresa ou de um de um empreendimento imobiliário. for usuários, a gente tem uma expertiz de fazer esse manejo dentro da secretaria para que aconteça ação naquele local e recupera aquela área, né? Então, mais uma vez, eu quero frisar que isso está aberto a todos os proprietários rurais eh que tem dentro do nosso município de Campinas, que tem a obrigação de fazer a recuperação aí das suas nascentes, da sua área de app, ele pode se inscrever nesse programa que é o Banco de Áreas Verdes. Secretário, o senhor já citou um pouco, eh, mas como é feito exatamente o acompanhamento dessas mudas? Tem equipes que vão até o local para fazer esse acompanhamento? Sim. Então é uma ação, quem tem a obrigação de fazer, ele contrata uma empresa que vai lá e executa a responsabilidade do manejo nesse período até a gente dar a o receber de fato que ele cumpriu com a obrigação dele de fazer a recuperação da área. Não, o propriedade rural, quem tem o empreendedor que tinha obrigação de fazer a compensação. Aí ele fez a compensação. Isso é feito uma vistoria a cada trimestre ou às vezes semestre. Isso depende muito da avaliação do técnica da do departamento e constatou de fato que as árvores já tá numa altura adequada, que não tem mais problema com vandalismo, enfim, a própria natureza já ela caminha sozinho no rito natural dela. Eh, então aí a gente dá como encerrada e a certidão de que fato essa área tá recuperada e e isso pode durar de dois até às vezes 4 anos. Então, a média aí de 3 anos, esse acompanhamento totalmente gratuito pro proprietário rural mais uma vez frisar isso, né? Por isso que é um programa muito importante nessa parceria, eh, para que de fato a gente possa recuperar a maior quantidade de áreas possíveis, né? Ainda mais que a gente tá se tratando aí eh sempre tem as crises com relação à água doce e é a única maneira que a gente tem de ter água com abundância que atenda todas as nossas necessidades e a gente proteger a que tem e a gente recuperar para aumentar a nossa bacia hidrográfica. Secretário, muito obrigada pela sua participação aqui no Giro Ambiental e pelos esclarecimentos. Obrigado, estamos sempre à disposição, pessoal. E esse foi o giro ambiental. Agora você fica com as informações e curiosidade sobre o meio ambiente. Até o próximo programa. Um estudo da revista Environmental Advances revelou que esponjas de cozinha comuns são fontes constantes de microplásticos. O atrito durante a lavagem libera partículas que variam de 0,68 a 4,21 g por pessoa ao ano. Embora o impacto individual pareça pequeno, [música] a escala coletiva é preocupante. Em um país como a Alemanha, por exemplo, o descarte anual pode chegar a 355 toneladas de resíduos plásticos invisíveis. Um estudo da revista [música] Air Quality Atmosphere and Health alerta que o CO2 atmosférico já está impactando o corpo humano. Se as emissões atuais persistirem, o bicarbonato sérico marcador [música] sanguíneo do gás pode atingir limites críticos de saúde por volta de 2076. Crianças e adolescentes são os mais vulneráveis, pois a exposição acumulada durante o crescimento pode alterar permanentemente a composição química do sangue das futuras gerações. [música] E a quarta-feira começou com sol e temperatura na casa dos 16º aqui na região de Campinas. O tempo segue firme, viu? Até sexta-feira por causa de uma massa de ar seco sem previsão de chuva. As tardes ficam mais quentes, com máximas perto dos 30º e as manhãs continuam com aquele friozinho. No fim de semana, as temperaturas sobem ainda mais, podendo chegar aos 32º, com aumento de nuvens e chances também de pancadas mais isoladas de chuva. Você confere aqui na tela. Então, hoje mínima de 16º e máxima de 30º agora à tarde. Amanhã, quinta-feira, mesma coisa. Na sexta-feira deve amanhecer um pouquinho mais quente, com mínima de 18º. Já a máxima continua alta na casa dos 30º. E o jornal Câmara Notícia de Hoje fica por aqui. Muito obrigada pela sua audiência, pela sua companhia e continue com a gente aqui na programação da TV Câmara. tem muita [música] informação para você. Até mais. [música] [música] [música] [música]