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A campanha internacional Junho Verde, mês dedicado à conscientização sobre a escoliose, foi tema da quinta reunião ordinária da Comissão Permanente de Política Social e Saúde presidida pelo vereador Paulo Hadad. O debate teve como foco a escoliose idiopática adolescente, um desvio na coluna vertebral que, segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, afeta até 4% da população e costuma surgir entre os 11 e 13 anos de idade, principalmente em meninas. Para agregar a discussão, a convidada especialista no assunto foi Fernanda Furo, fisioterapeuta e coordenadora da unidade Escoliose Brasil em São Paulo. É o mês internacional da conscientização da escoliose, em que a gente tem que ressaltar e sempre relembrar pra família, pras pessoas ao nosso redor sobre a importância da gente ter esse diagnóstico precoce. Então é muito importante que a gente esteja próximo e consciente do que é a escoliose. Durante a reunião, Fernanda destacou a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado para evitar o agravamento da condição e garantir mais qualidade de vida aos pacientes. Tem vários tipos de escoliose. Nós estamos aqui hoje falando da prevalência maior que nós encontramos, que é a escoliose idiopática. Por que idiopática? Vou falar um pouquinho mais à frente também. A causa é desconhecida, de origem multifatorial. Então, hoje, especificamente, nós vamos falar sobre a idiopática. A idiopática é de origem, como eu trouxe, multifatorial. Então, tem várias questões, várias eh problemáticas que podem trazer a essa escoliose e ela tem normalmente, quando a gente tem uma dúvida de se o paciente ele tem uma escoliose ou não, a gente consegue observar por algumas eh assimetrias. Então, a gente tem normalmente aimetria a do ombro, né? Então, o nivelamento do ombro, a gente tem uma diferença, são sinais importantes para que a gente tenha sempre esse olhar pro paciente, principalmente pros adolescentes, já que a gente tá falando de uma de um de um diagnóstico precoce. Para o vereador, o encontro também foi uma oportunidade para discutir políticas públicas que ampliem o acesso ao tratamento, especialmente a disponibilização do colete ortopédico na rede pública de saúde. Então, é, sai daqui uma grande reflexão, talvez que a gente possa trazer projetos de lei, né, para que a gente possa fazer o diagnóstico precoce, fazermos aí uma provocação para nossas nossos eh administradores, né, municipais, mesmo estaduais e a nível federal, que possam tratar essas crianças, esses jovens, para que não tenhamos no futuro que operá-los, porque aí sim o tratamento ele fica muito mais caro. Então, é primeiro rastreio, descobrir ou diagnosticar, tratar com os coletes, como você mesmo disse. Foi até interessante, bacana, porque eh hoje se fala num colete totalmente diferente, né, de de tempos atrás, um colete mais slim, bem moldado, né, escaneado e feito especificamente para aquela pessoa, para aquele paciente. Então fica aqui essa grande reflexão para que a gente possa de alguma forma, como agente público, como vereador, atuar nessa área para que a gente tenha políticas públicas que possam contemplar a nossa população mais carente. It's