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a lei de número 14.811 publicada Em janeiro deste ano e popularmente conhecida como nova lei do bullying trouxe alterações no contexto criminal como a inclusão dos delitos de bullying e Cyber bullying no código penal a vereadora Paola Miguel presidente da Comissão de Direitos Humanos nesta terceira reunião no ano iniciou abordando estas violências cibernéticas a gente tem uma crescente das redes sociais o Instagram tiktok e muitas crianças relatam que antes né Eh principalmente os pais que quando você mudava de escola o bulinho acabava e você tinha uma nova vida que você conseguia ali constituir novos amigos outro ambiente escolar e nesse momento que elas relatam que isso não acaba porque quando elas mudam de escola mesmo os agressores da antiga escola entram nos perfis e começam a ali com os mesmos eh as mesmas violências Fernando Martins Professor adjunto e representante da Secretaria Municipal de Educação abordou os desafios nas escolas e que questões sociais acabam refletindo dentro do ambiente escolar hoje em dia a questão do racismo eh do lgbtfobia eh questões ligadas ao capacitismo elas estão presentes na nossa sociedade de maneir maneira geral e na escola muitas vezes acaba reverberando a gente sabe que principalmente n nas redes sociais muitas vezes é o lugar onde elas mais reverberam né porque justamente é onde o que é negativo tem mais amplitude do que é Positivo né a presidente da Comissão da Criança e Adolescente da ob Campinas também exaltou a legislação e diz que vai trazer consequências e alterações no código penal o bullying ou Cyber bullying né passa a ser também um crime ediondo porque ele também gera consequências muito graves algumas delas inclusive leva ao suicídio é o Apso que a gente pode chegar se tem uma previsão é porque teve um problema e se teve um problema a gente precisa resolver não necessariamente a gente precisa esperar novos problemas graves aparecerem além da participação do psicólogo Pablo ancer e e presidente do conselho da Juventude de Campinas além de pessoas que estavam na plateia a comissão de direitos humanos recebeu a Elisângela Oliveira especialista em relações sociais do centro de referência em Direitos Humanos na prevenção e combate ao racismo e discriminação religiosa que diz que este assunto é de extrema urgência já que muitos casos não aparecem ou não chegam ao centro de referência no ano de 2023 nós tivemos aqui em Campinas registrados pelo centro de referência sabemos que esse número não representa nem talvez 1% dos casos que ten ocorrido mas são os casos que chegaram Até nós para algum tipo de providências 41 casos e assustadoramente 21 desses 41 casos ocorreram em contexto escolar