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acolher levar conforto uma palavra e tudo que envolve os direitos básicos do ser humano a quem está no limar da proteção social um projeto que muitas vezes é o único alento de quem vive nas ruas não tem palavr um dia eu estava em 2009 quando sa da minha casa eu estava com sede com fome e chegaram e deram água chocolate com leite e cobertor então não tem palavra é um trabalho muito lindo muito rico é nota 1000 essencial é igual uma flor desabrochar você já viu uma flor desabrochar esse projeto é igual uma flor desabrochar em plen veral ou todo inverno é um projeto lindo que eles fazem e não pode parar e eu tô nesse projeto viu eu não vou deixar parar do serviço é que eles são únicos que apoia nós aí na verdade né na verdade eles que apoi nós Porque a população mesmo é assustada com a gente né infelizmente né Tem pessoas que ajuda e tem pessoas que não quer ajudar né mas mas o SOS aí sempre ajudou s o trabalho deles é bem elaborado né bem organizado vocêes dão Atenção fala né conversa se precisar um atendimento médico que se precisar deles el est ali para ajudar né bastante bastante importante porque muita gente tem a necessidade né Precisa de um de um remédio e por causa da da situação que se encontra não vai pro hospital né Aí ele chega até a pessoa e a pessoa é favorecida pelo atendimento deles Este é o trabalho do sos Rua o serviço de orientação social a pessoas em situação de Rua de Campinas que completa 15 anos em 2024 realizado por meio da parceria estabelecida entre a associação Cornélia vlieg e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e assistência social o SOS Rua que é uma organização da sociedade civil eh executa um trabalho de extrema importância para Campinas que é a abordagem social das pessoas que se encontram em situação de Rua através dessa entidade a gente consegue alcançar essas pessoas e oferecer os serviços que existem no município o SOS Rua ele vem para identificar essas pessoas que estão na rua e t o desejo de sair então só no ano passado por exemplo nós conseguimos possibilitar o retorno para sua pra família de comas 300 pessoas e a forma que essas pessoas acessam o serviço é através da abordagem social então por isso é um braço assim importante da secretaria hoje este problema social É preocupação no legislativo campineiro tanto que em 2017 por iniciativa do vereador luí Rossini atual presidente da Câmara foi instituída a comissão especial de estudos para discutir sobre os moradores em situação de rua que atuou até 2018 então eu presidi uma comissão e o que que nós fizemos nós tivemos chamamos os representantes de todos os serviços ligados à área da assistência ou área da saúde e até de outros setores que tem uma atuação eh com a população em situação de rua e fomos visitar né também Eh esses equipamentos da secretaria e conhecer com um pouquinho mais de profundidade a proposta do s Rua e eu quero dizer que eu fiquei assim Encantado eh primeiro com a qualidade dos profissionais que fazem diariamente esse trabalho de manter contato de se aproximar são 15 anos que eu acho que o programa SOS Rua tem também se aprimorado né Tem aprendido né Campinas hoje com eh atende a todos os princípios da política nacional eh da dos moradores de rua né da população em situação de rua eu acho que Campinas é referência também nessa área os últimos dados que a prefeitura de Campinas tem em relação ao número de pessoas em situação de rua no município é de 2021 que aponta que a cidade tinha 932 pessoas nessa condição um levantamento divulgado pelo Observatório Nacional dos direitos humanos do Governo Federal de janeiro deste ano mostra que Campina é a nona cidade brasileira com o maior número de pessoas em situação de rua o órgão indica que 2324 ocupam as ruas da cidade e atualmente a casa Legislativa possui a comissão especial de estudo sobre população em situação de rua presidida pelo vereador Paulo Gaspar e que no ano de 2023 realizou 13 reuniões de tempos em tempos sempre é necessário que se faça esse essa reciclagem desse tema porque os números mudam então a situação de hoje é bem mais caótica do que a primeira vez que foi falado sobre esse tema nosso trabalho foi escutar todos os agentes envolvidos o SOS por exemplo que é vinculado à assistência social as forças de segurança polícia militar guarda municipal eh o a secretaria de planejamento e urbanismo em relação à área de habitação de atendimento de albergues tudo eh trabalho e renda Quais são as opções que tem para tirar as pessoas que tão precisando sair dessa situação então é um trabalho conjunto que merece eh uma atenção eh multitarefa né E que se não tiver uma coordenação Central para que todos esses trabalhos sejam feitos com concomitantemente não vai funcionar Então por mais que o SOS faça o trabalho bem feito de forma isolada ele não vai funcionar então é importante conhecer todos esses atores e saber onde estão os gargalos tá sempre monitorando o que melhorou ou piorou em relação à última comissão que teve e atualizando esses dados e cobrando do poder público que a gente sabe que as administrações elas passam de quatro em 4 anos e Dificilmente uma continua o trabalho que a outra fez então tudo precisa ser refeito novamente ah e a gente quer que essa essa situação mude a gente quer uma continuidade de políticas urbanas seja no campo da população de rua ou outras que tenham para que tenha resultados efetivos senão a gente só fica enxugando gelo e não avança e todos os dias é assim as equipes do serviço SOS rua abordam desde cedo até à noite quem está nesta situação durante o inverno entre os meses de Maio a setembro o serviço é estendido até meia-noite a equipe multidisciplinar é formada por assistentes e educadores sociais psicólogos e terapeutas ocupacionais conforme oo último levantamento do próprio SOS Rua em 2023 o serviço realizou 25.80 abordagens e 19.889 pessoas foram atendidas pelas equipes Lembrando que Muitas delas foram abordadas mais de uma vez o objetivo é construir o processo de saída das Ruas dos usuários né E mesmo os usuários que estão na rua que eles possam ter acesso a todas as políticas públicas então mesmo estando morando na rua que ele tem acesso à saúde de a educação a moradia ao lazer e a partir dessa construção que nós fazemos com o trabalho que ele possa voltar pra rua né ressignificar o seu a sua maneira de pensar a sua maneira de viver e possa voltar para casa voltar para mercado de trabalho para uma pensão eh construir esse processo ao contrário né ele poder sair da rua e voltar novamente pra sociedade a abordagem é feita nas ruas nos domitórios as equipes saem pra rua e vão para todos os lugares então elas vão pros pontilhões pros viadutos para qualquer local que possa ter uma pessoa em situação de rua existem vários mocós em algumas regiões existem alguns terrenos que são terrenos de uso Então as equipes também adentram esses espaços para poder fazer as abordagens e a gente vem acompanhar o trabalho que uma das oito equipes do programa realiza à noite oferecendo ajuda as pessoas em situação de rua da cidade atualmente esses profissionais têm feito cerca de 110 abordagens por dia em Campinas então a gente faz uma aproximação bem sistemática com eles né no primeiro momento a gente apresenta o serviço o SOS é um serviço de orientação social e aí a gente tenta apresentar para eles todas as possibilidades que tem na rede aqui em Campinas então tanto os serviços de assistência quanto de saúde né E aí a gente oferta alguns encaminhamentos primeiro a gente verifica se eles têm documentação se eles eles aceitam encaminhamento para tratamento de saúde né porque muitos TM questões de uso abusivo de substância então a gente oferece o consultório na Rua os capsad que são os tratamentos de saúde mental que tem aqui a gente faz acompanhamento também para para ir tomar banho trocar de roupa pro para cadastro do bolso família então tem uma um leque de coisas que a gente consegue ofertar E aí de acordo com com a demanda e com que eles estão aceitando naquele momento a gente faz esses acompanhamentos às vezes no primeiro momento eles não aceitam né mas a gente vai fazer várias visitas recorrentes até eles se aproximarem vincularem e e tem um vínculo de confiança mesmo e aí a partir daí a gente consegue ou achar família ou encaminhar para alguma briga para um lugar protegido aí isso vai sempre depender do vínculo que a gente tem com os usuários né do serviço tem que ter essa essa sensibilidade e esse cuidado né Porque dependendo como você chega às vezes a pessoa tá sob efeito de substância né Então ela tá vulnerável porque ela está no espaço das ruas sofre violência né às vezes da da dos próprios munícipes que não compreendem a situação a maioria ou tem alguma questão de saúde mental que o próprio uso abusivo de substância né a gente já considera e ou tem uma questão mais grave com álcool mesmo então isso exige de um de um de uma escuta qualificada né de um encaminhamento mais cuidadoso então a gente tenta fazer isso tipo resgatar compreender o contexto ver da onde a pessoa veio o histórico que ela tem para fazer um encaminhamento mais acertado né o ss os de rua não é nada que vocês imaginam não ele chega no momento certo e toca o seu coração com uma água um café e não tem nem limão mas não importa não porque quando ele estragam ele estragam de coração coisa linda um cobertor água um abraço aperto de mão