TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
29ª Audiência Pública
Em destaque · HD Vídeo

29ª Audiência Pública

1 views Publicado há 3 semanas HD · 2:57:11
Resumo editorial

Audiência pública para apresentação da prestação de contas do SUS de Campinas do segundo quadrimestre de 2026. Discussão sobre desafios do sistema como sobrecarga de atendimentos pela migração de usuários de planos privados e impacto de acidentes de trânsito. Propostas de medidas educativas para conscientizar motoristas, especialmente de motocicletas, e reduzir acidentes.

Citados nesta edição
Bairros mencionados

Descrição do vídeo

29ª Audiência Pública para Apresentação, pelo Gestor do Sistema Único de Saúde (SUS) do Município de Campinas, da Prestação de Contas e do Relatório Detalhado do QuadrimestreAnterior (RDQA), Referente ao 2º Quadrimestre de 2026

Transcrição completa do vídeo

128 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Legenda por Sônia Ruberti Olá, bom dia para você que acompanha a programação ao vivo da TV Câmara Campinas. Agora são 9 horas e 40 minutos e começa a partir de agora a 29ª audiência pública de 2026. Hoje para a apresentação das contas do SUS em Campinas referentes ao 2º quadrimestre de 2026. Com a palavra agora o vereador que preside a audiência, doutor Ianco. Bom dia a todos, bom dia a todas. Mais uma vez, é uma honra presidir essa ilustríssima comissão, na ausência do meu grande companheiro de jornada, o vereador Paulo Haddad. Gostaria aqui, antes de fazer a leitura do início dos trabalhos, de cumprimentar aqui a presença do secretário de saúde, Laércio Zambon. Gostaria de cumprimentar a presença do presidente da Rede Mário Gatti, o doutor Sérgio Bizzoni. Cumprimentar a Erika Guimarães, diretora do Departamento de Gestão e Desenvolvimento Organizacional do Secretaria Municipal de Saúde Reinaldo Antônio de Oliveira, diretor executivo do Fundo Municipal de Saúde Gostaria de cumprimentar Henrique Moreira, diretor financeiro da Rede Mário Gatti Cumprimentar o meu companheiro Wagner Romão, aqui de Câmara Bem-vindo, Wagner E cumprimentar a Nayara Oliveira, também, que está representando a vereadora Guida Calisto Essa é a 29ª audiência pública E na atribuição de presidente da Comissão de Política Social e Saúde da Câmara Nacional de Campinas Convida a população e os vereadores para participar da audiência pública nessa comissão A se realizar 29 de setembro de 2026, terça-feira, às 9h30, no plenário José Maria Matosinho Desse poder legislativo localizado na Avenida Engenheiro Roberto Mandi, número 66, Ponte Preta para apresentação pelo gestor do Sistema Único de Saúde SUS do município de Campinas da prestação de contas e do relatório detalhado do quadrimestre anterior, RDQA, referente ao segundo quadrimestre de 2026. Tal audiência será realizada em cumprimento ao artigo 5º do artigo 36 da Lei Complementar Federal nº 141, barra 2012. informa que a audiência será transmitida pela TV Câmara Campinas através do sinal digital 11.3 no canal 4 da Claro Net e no canal 9 no Vivo Fibra com retransmissão simultânea nas fanpages da TV Câmara Campinas e da Câmara Municipal de Campinas no Facebook e streamings no site campinas.sp.leg.br Esclarece-se que a população poderá participar da audiência presencialmente e através de link disponível na página inicial. Campinas, 15 de setembro de 2026. Assino o vereador Paulo Haddad, no qual estou responsabilizado por substituí-lo, talvez não com tanto brilhantismo, mas na tentativa de fazê-lo. Então, bom dia, uma boa reunião a todos nós. Gostaria de passar a palavra à Érica para iniciar a apresentação, senhores. Bom dia a todos, a todos os presentes, a todos os ouvintes que nos acompanham pela TV Câmara. Mais uma vez é um prazer estar aqui representando a Secretaria de Saúde e contando um pouquinho sobre os nossos indicadores. e o nosso segundo relatório detalhado quadrimestral de 2026. Então, essa é uma apresentação que está em conformidade com o DigiSus, que é o sistema do Ministério. Então, nós temos uma parte inicial de caracterização do município, nosso município de Campinas, com a população estimada em 2025 de 1.187.000 habitantes, nosso prefeito, Dário Saad, A Secretaria Municipal de Saúde, que temos o nosso secretário, doutor Lair Zambon, dispomos de um plano de saúde plurianual com a periodicidade de 2026 a 2029. Temos um fundo municipal de saúde, temos como diretor o senhor Reinaldo e o gestor do fundo, nosso próprio secretário. e um Conselho Municipal de Saúde, tendo como presidente o senhor Lúcio Rodrigues. Enquanto nossos dados demográficos de mortalidade, a gente começa apresentando a pirâmide etária do município, comparando-a com a pirâmide inicialmente do estado de São Paulo. Então a gente observa que nós temos uma pirâmide bastante semelhante com a pirâmide do Estado, com a base um pouco mais estreita, principalmente, como a gente observa aqui, em relação à pirâmide etária do país como um todo, que a gente dispõe de uma base um pouco mais alargada, ou seja, isso significa uma taxa de natalidade superior em relação ao que nós encontramos no município de Campinas e no próprio Estado, e um ápice mais alargado e do município em relação à União. Em relação aos nascidos vivos, a gente tem observado ano a ano um decréscimo da nossa taxa de natalidade. Então, quando comparamos o primeiro, o segundo quadrimestre do ano passado e o segundo quadrimestre deste ano, a gente observa que durante esses oito meses nós tivemos 7.851 nascidos vivos em 2025 e 7.416 em 2026. Por região, o Distrito Sul permanece o campeão de bilheteria, com o maior número de nascidos vivos, 1.493, seguido do Distrito Sudoeste, Noroeste, Leste, Norte e Suleste. Desses nascidos vivos, então, 44% deles nasceram assistidos em convênios, enquanto pelo SUS foram 56% dos nascidos. E desses nascidos vivos, então, 40% foram por parto vaginal e 60% por parto cesárea, em relação aos nascidos no SUS e, no convênio, 25% de parto vaginal e 75% de cesárea. Com relação à morbidade hospitalar, a gente observa que os dados são sempre cumulativos, então vai se somando os dados do primeiro com o segundo quadrimestre. Então, as nossas principais causas de internação foram a gravidez parte puerpério, seguida de doenças do aparelho circulatório, doenças do aparelho respiratório e do aparelho digestivo. Já com relação à mortalidade, a principal causa nós temos as doenças do aparelho circulatório, seguido das neoplasias, doenças do aparelho respiratório, causas externas de morbidade e mortalidade, doenças do aparelho digestivo e doenças do sistema nervoso. Tivemos aí uma pequena diferença em relação ao primeiro quadrimestre, onde as doenças do aparelho geniturinário estavam ali antes do sistema nervoso e isso houve uma inversão. Apagou. Érica. Obrigada. Com relação aos dados de produção, a nossa produção da atenção básica também é um outro indicador que a gente observa e sempre crescendo, então no segundo quadrimestre de 2026 nós tivemos um total de 1.553.000 atendimentos, Sendo 235 mil advindos de demanda programática e 934 mil de demanda espontânea 270 mil de vacinação e 113 mil de visitas do agente comunitário de saúde Então para nós em relação especialmente a visita do agente comunitário É algo que nos traz bastante satisfação ver esse aumento, todo esse engajamento e esse trabalho no território Sobre os atendimentos odontológicos, também tivemos um aumento em relação ao primeiro quadrimestre, fechando esse quadrimestre com 55 mil atendimentos, destes 24 mil advindos de demanda programática e 31 mil de demanda espontânea. E quando a gente faz uma análise das categorias profissionais por atendimento, a gente observa ali que o nível médio, um total de 1.600.000 procedimentos, seguido do médico com 493.000 e o enfermeiro 417.000 atendimentos. Aqui em relação aos procedimentos que englobam inclusive as consultas Enfim, toda a produção da atenção primária A gente consegue observar que houve também um aumento em relação ao primeiro quadrimestre Fechando o segundo quadrimestre com 1.842.000 atendimentos Desses, 1.657.000 da equipe multi e odontológico, só apartado, 184.973. Em relação à produção do SAD, tivemos 15.244 atendimentos, um pouquinho inferior ao primeiro quadrimestre, mas há uma diferença que houve um volume maior de atendimentos programáticos, que acabam sendo atendimentos mais demorados, em relação à demanda espontânea, que ficou em 8.704. Então, quando a gente compara aqui o percentual de atendimentos programáticos e de atendimento de demanda espontânea, a gente observa que a gente tem mantido um percentual de 80% de atendimento de demanda espontânea e em torno de 20% de atendimento de demanda programática na atenção primária. Com relação à atenção ambulatorial especializada, somando o primeiro com o segundo quadrimestre, nós tivemos 6.450.000 atendimentos registrados no sistema de informação ambulatorial, desde atendimentos de promoção e prevenção, procedimentos com finalidade diagnóstica, procedimentos clínicos e cirúrgicos, E no SIH, que é o sistema do Ministério, onde há informações a respeito das internações hospitalares, nós tivemos 27.871 registros. Então, quando comparamos aqui, né, esse slide, eu acho que não houve a correção que a gente precisaria ter sido feita, a gente encaminha para vocês vereadores, esse número não está batendo com o número de registros do primeiro quadrimestre. Com relação ao atendimento especificamente da urgência e emergência, observamos 55.948 registros advindos do sistema de informação ambulatorial, aqui tem os registros das UPAs e das portas dos prontos-socorros, e advindos da internação hospitalar, 21.730. Então, quando comparamos aqui o registro da produção de urgência, foram 17.589 ambulatorial no primeiro quadrimestre, 55.948 no segundo, e 5.861 no sistema de informação hospitalar e 21.730 no segundo quadrimestre. É... A minha razão de passar de uma, de 55 mil para 21 mil, considerando o mesmo período de tempo, os mesmos quatro meses. Não, é que o 55 mil é de atendimento ambulatorial e o 21.730 é SH, é internação hospitalar. Tá, tudo bem, mas nós estamos... Atendimentos de urgência e emergência registrados no sistema de informação ambulatorial. Então, por exemplo, o paciente foi na porta do pronto-socorro, fez uma inalação, passou por uma consulta, fez uma tomografia, registra nesse sistema. O paciente que entrou pela porta de internação hospitalar e internou e ficou mais de 24 horas, aí a produção dele entra no SIH. Mas então, deixa eu voltar aqui, porque aí a discrepância é do 17 mil para 55. É aqui que eu falei que houve algum problema no registro, eu não sei se foi um problema no sistema do Ministério ou se houve um erro na elaboração do slide. A gente se compromete a averiguar e trazer a resposta para vocês. Meninas, eu peço para vocês entrarem no sistema, já verifiquem se é um problema do sistema ou se de fato isso é um problema do registro. Então, com relação... Com relação ao número de atendimentos, advindos de demanda eletiva, frente ao número de atendimentos de urgência, nós tivemos na área especializada e hospitalar, 78% dos atendimentos advindos da urgência e 22% advindos da eletivo. Da nossa rede prestadora de serviços ao SUS, sob gestão municipal, nós temos 115 serviços, dentre eles os centros de saúde, centros de especialidades, os serviços da saúde mental, aqui inclusive contemplados vários serviços que estavam sob a gestão do Cândido Ferreira e que foram municipalizados, aos nossos hospitais, toda a rede de urgência e emergência própria, as UPAs e a própria Escola de Saúde Pública de Campinas. Aqui a nossa rede conveniada, então nós temos aí também uma importante rede conveniada, tanto com serviços na área de reabilitação, atendimento hospitalar e ambulatorial, serviços de saúde mental e as instituições de longa permanência. E aqui um pouquinho dos nossos acordos, os nossos convênios de ensino. Então, nós temos firmado convênios de ensino, onde nós disponibilizamos os nossos serviços enquanto campos de prática, contribuindo para a formação de diversos profissionais na área da saúde, seja com a São Leopoldo Mandic, a Unicamp, FUMEC, a Fundação Roberto Rocha Brito, que é o Vera Cruz, Universidade de São Francisco, Unimetro Campi e além do convênio mais médico campineiro que é aquele que traz um aporte de recursos para a residência em saúde da família com o Mário Gatti, a PUC e a Unicamp e aqui os acordos, os termos de cooperação técnica que temos firmado com a Nova Nordisk e a FASCAM e nós trouxemos esse slide como uma forma de contribuir para que todos possam entrar no site da Secretaria e localizar os relatórios de acompanhamento para todos esses serviços que foram citados. Dos profissionais de saúde que atuam no SUS Campinas, durante o ano de 2026, a gente observa que a gente iniciou o ano com 4.593 servidores, sempre temos admissões e desligamentos e em agosto encerramos com 4.646 no segundo quadrimestre foram 147 admissões e 93 desligamentos no total entre os dois quadrimestres foram 243 admissões e 202 desligamentos e aqui as principais As categorias profissionais que ingressaram neste período, nós tivemos principalmente técnicos de enfermagem, enfermeiros, agentes comunitários de saúde, psicólogo e médicos, e além dos agentes administrativos e todas as demais categorias. Em relação aos desligamentos, a principal categoria em que nós tivemos desligamentos foram os médicos, seguida dos técnicos de enfermagem e outros de nível superior. Dentre as causas dos desligamentos, o principal motivo foi a exoneração, com 54%. Tivemos 31% de aposentadorias e os demais com percentuais menores, mas por falecimento, demissão, desmunicipalização e pedido de demissão. Dentre os servidores afastados, por cargo agrupado, aqueles servidores que ficaram afastados por mais de 30 dias, a gente contabiliza um total de 260 profissionais, no universo de 4.352, representando 5,97%. E as categorias profissionais onde se observou o maior percentual de afastamento foram o apoio à saúde da farmácia, o técnico de enfermagem e o enfermeiro. A nossa programação anual de saúde, então, nós vamos trabalhar um pouquinho agora com a apresentação dos indicadores, iniciando com os indicadores de acesso à atenção primária saúde. Então, em relação à cobertura populacional estimada pelas equipes de atenção básica, atingimos até o momento 72,48%, enquanto a cobertura de saúde bucal, a gente observa um pequeno aumento em relação ao primeiro quadrimestre, atingindo 32,28%. Outro dado importante, a proporção de internações por condições sensíveis da atenção básica, tivemos aí uma pequena elevação e continuamos acompanhando durante o terceiro quadrimestre. Em relação ao acesso à atenção especializada, A gente observa os indicadores de razão entre tantos procedimentos ambulatoriais de média complexidade, de alta complexidade e as internações clínicos cirúrgicas. A gente ainda está com uma razão pequena em relação à nossa meta, mas continuamos trabalhando para poder aumentar esse montante. principalmente essa oferta para esses nossos usuários a proporção de acesso hospitalar de residentes que foram a óbito em decorrência de acidentes e que tiveram acesso ao SAMU foi de 76% esse é um indicador que ele é preconizado pelo próprio ministério, a gente observa que o município consegue atingi-lo porque tem uma rede de SAMU bastante fortalecida indicadores relacionados à saúde mental, então a cobertura de CAPS para a população de Campinas, ela está acima daquilo que é preconizado, já ultrapassamos aí a meta do município e também a meta que o próprio Ministério institui. Com relação à assistência farmacêutica, a gente observa que a gente tem conseguido manter a disponibilização dos itens que estão padronizados, atingindo 92% de todos os itens para ser disponibilizados na atenção básica. Indicadores relacionados à linha materno-infantil, então a gente observa que a proporção de gravidez na adolescência no município continua com um percentual bastante baixo, abaixo de 7%, fechamos segundo o RDQA com 6,28%, proporção de nascidos vivos com sete ou mais consultas acima de 80% e razão de mortalidade materna de 26,97, abaixo também do preconizado. Continuando a linha de cuidado materno infantil, para nós é um grande orgulho ter uma taxa de mortalidade infantil abaixo de dois dígitos, Então no segundo RDQA a gente observa uma redução ainda em relação ao primeiro RDQA e com relação à cobertura vacinal, esse é um indicador composto para cada vacina em que se alcança acima de 95%, ele atinge 25% do indicador e a gente observa que a gente só conseguiu atingir acima de 25% a tríplice, mas as demais nós ficamos acima de 93%, o que mostra todo o empenho aí frente a esse cenário em que vivenciamos de negacionismo, inclusive, em relação à imunização, o município de Campinas tem conseguido alcançar boas taxas, diferentemente, inclusive, de outras localidades, outros municípios e até mesmo outros estados. E quanto ao percentual de casos de sífilis congênita, esse em relação ao total de casos de sífilis em gestante, esse ainda continua um grande nó crítico, onde as equipes têm atuado fortemente para trabalhar essa questão e garantir que a criança não nasça com a sífilis congênita, mas ainda é um grande desafio para a saúde de campinas. Em relação à linha de cuidados do câncer, nós temos aí a razão de exames citopatológicos, exames de mamografia, onde o município também vem tendo bastante dificuldades em que pese a atuação da atenção primária na busca ativa dessas mulheres e a dificuldade de trazê-las para os exames. Na linha de cuidado do adulto e do idoso, a gente observa um crescimento em relação à oferta de práticas integrativas nas nossas unidades, o que contribui e qualifica bastante a atenção às doenças crônicas Uma proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio um pouquinho acima da nossa meta e trabalhando com serviços hospitalares para que a gente possa qualificar os processos e atingir essa meta de 10.07. A taxa de mortalidade prematura pelo conjunto das quatro principais doenças crônicas não transmissíveis, a gente observa que a gente está aí com resultado de 171, o que demonstra que muito provavelmente a gente vai conseguir atingir essa meta e esse é um indicador importante da qualidade assistencial na área aos pacientes crônicos em todo o seu escopo, desde a atenção primária, atenção secundária e atenção terciária. A proporção de cura de casos novos de ranceníase e tuberculose pulmonar continuam abaixo do esperado, e a gente fez uma discussão bastante extensa com os diretores distritais, com os representantes do NEPO, da importância de se pensar em novas estratégias, com o consultório na rua, para que a gente consiga melhorar esses índices de cura para esses pacientes. Com relação à linha de cuidado de STs e hepatites virais, A gente observa que a carga viral realizada em casos notificados em anti-HCV reagente em pessoas de 15 a 69 anos, a gente já passou a meta preconizada. O percentual de casos de pessoas vivendo com HIV com CD4 menor que 200 também é abaixo do esperado. e não identificamos nenhum caso novo de AIDS em menores de 5 anos, o que também é algo bastante positivo e mostra todo o esforço das equipes. Ainda em relação à vigilância à saúde, a gente observa a proporção de acidentes de trabalho com lesões graves e fatais notificados no SINAM, o trabalho que vai ser feito ainda pelo Sereste para alcançar esse indicador, porque são indicadores cumulativos, como eu já disse anteriormente, assim como os demais. E aqui a mesma coisa em relação à vigilância à saúde, a dificuldade na captação e no acompanhamento desses casos de rancenias e tuberculose, ele ainda é um grande desafio para nós e ele se repercute também nesse indicador em relação aos contatos domiciliares de casos novos de Hansen examinados. Com relação à letalidade por dengue, encerramos o segundo quadrimestre sem nenhum caso de óbito, que também é bastante relevante. Letalidade por febre maculosa também ainda incide em um grande desafio, são poucos casos. Os sintomas se confundem com outras situações, o que muitas vezes compromete o diagnóstico precoce e o adequado tratamento. E os demais indicadores da vigilância sanitária, que a gente observa um aumento entre o primeiro e o segundo quadrimestre, com uma possibilidade importante de atendimento no terceiro. Aqui a mesma coisa. Número de discussões ampliadas com o Conselho realizada este ano, foi realizada uma discussão. O DGDO tem feito um trabalho de aproximação importante com o Conselho, de orientação em relação ao preenchimento do DigiSus, de orientação em relação às ações que precisam ser desencadeadas, assim como a secretaria, através do Departamento de Saúde, para outras áreas, enfim, e a gente está aí sempre à disposição. Percentual de investimento do Tesouro Municipal em Saúde, o mínimo estabelecido pelo município é de 17%, enquanto o mínimo constitucional é de 15%, e o município, no segundo quadrimestre, investiu 22%. E dentro do percentual de processos licitatórios realizados em menos de oito meses, esse também é um percentual que tem aumentado a cada quadrimestre, atingindo nesse quadrimestre 86,5%. Com relação aos indicadores vinculados ao ensino e saúde digital, proporção de residentes certificados nos programas de residência própria, médica e multiprofissional no período previsto de 24 meses, A meta é de 70%, porque há uma série de condições pessoais que interferem para que o próprio residente consiga concluir neste período. E dentre a residência médica em especial, a residência de saúde da família, esse índice é de 87% e na residência multi de 60%. Outro indicador importante é relacionado ao total de horas de atividades para a formação dos trabalhadores da saúde realizadas pela Escola de Saúde Pública, a gente observa um número expressivo de 45 mil horas dedicadas para essa ação. Das auditorias que foram realizadas, a gente consegue observar no segundo quadrimestre foi feita a auditoria no Serviço Residencial Terapêutico e na Casa da Gestante. Agora eu passo a palavra ao Reinaldo, que vai dar continuidade na apresentação da parte financeira. Bom dia a todos. vereador Ian, a quem eu cumprimento e a toda mesa, a todos os presentes aqueles que nos estão assistindo pelo Youtube pela TV Câmara eu recebi uma informação do conselho que estão vendo pelo Youtube e estão falando que estão com dificuldade na TV acho que não está transmitindo só pediram para dar um recado mas estão acompanhando pelo Youtube Bom, com tudo que a Érica nos apresentou aí, com tudo que é preciso de dinheiro para fazer tudo isso que foi feito, então vamos apresentar os números dos gastos efetivos. Bom, tem a lei que pereconiza então a lei a emenda constitucional, a lei 141 que determina então que a arrecadação do município dos impostos do município, um percentual mínimo dos municípios tem que ser aplicado em saúde como a Erika já disse, os 15% é na União a lei orgânica do município eleva esse número para 17% e o município então sobre a arrecadação de impostos com recurso próprio do município precisa e deve ser aplicado mais do que esse percentual mínimo, que é 17%. No segundo quadrimestre acumulado, a Prefeitura arrecadou nos impostos R$ 4.944.095.000. 95. Desse total, é assim, composto dos 4,944,000, 3,415,000,000 é de arrecadação do município próprio, 109,000,000 de transferência da União, transferência do Estado 1,419,000,000, perfazendo então o total de 4,944,000,000. dentro da arrecadação do mínimo, o Fundo Municipal também arrecada os valores que vêm de recursos vinculados, sendo 331.388.000 recursos federal, 67.574.000 recursos fundo a fundo estadual, R$ 84.806.000,00, esse recurso vem destinado a ser gasto na atenção básica, R$ 231.170.000,00 deve ser gasto na média e alta complexidade, R$ 5.800.000,00 na vigilância, na assistência farmacêutica R$ 6.400.000,00, gestão do SUS R$ 294 mil, em investimento R$ 1.621.000, e emendas de custeio R$ 1.150.000, isso são recursos que entrou no Fundo Municipal Federal. Do Estado R$ 67.574.000, só a tabela SUS paulista, que é um programa recém-implantado, R$ 59.087.000,00. No total, então, com o recurso da visa de remuneração, o Fundo Municipal teve à disposição, no segundo quadrimestre acumulado, R$ 417.679.000,00. E aí vamos para os gastos. Aqui são os gastos totais, entre todas as fontes, No segundo quadrimestre acumulado, um gasto de R$ 1.499.000.000, sendo R$ 978.045.000 Secretaria Municipal de Saúde, e na rede Mário Gatti R$ 521.437.000,00, perfazendo um total de R$ 1.499.482.000,00 acumulado de gastos no segundo quadrimestre acumulado. Esse gasto na pizza, a gente pode ver que o maior gasto é folha, no caso da secretaria, e serviços e convênios, no nosso caso, os convênios hospitalar e demais convênios. Na rede Mário Gatti, 35% é folha, 31% é serviços assistenciais. Somente a Secretaria Municipal de Saúde, ela teve um gasto de R$ 978,45 milhões, sendo R$ 657,73 milhões com a fonte municipal, R$ 51,2 milhões com a fonte estadual, Federal R$ 252.079.000,00, própria R$ 2.467.000,00, emendas municipal R$ 8.949.000,00, emendas demais R$ 6.274.000,00, perfazendo-se então o total de R$ 978.045.000,00. A rede Mário Gatti, dos R$ 521.437.426 milhões, foram liquidados com a fonte do Tesouro. Estadual não teve. R$ 83.069.000 com a fonte federal. própria R$ 7.614.000,00, emendas municipal R$ 694.000,00, emendas demais R$ 3.391.000,00. No último quadrimestre, certamente teremos o Estado, em função da tabela SUS paulista disponibilizada, a rede agora recente. No total, então, de R$ 1.499.000.000, R$ 1.083.000.000 foram gastos com a fonte do Tesouro, recursos do Tesouro no apoio e nos gastos com a saúde. 51 mil milhões e 200 mil com a fonte do Estado, 335 milhões e 149 mil federal, 10 milhões próprio, 9 milhões e 644 emenda municipal e demais emenda 9 milhões e 695 mil. No total, então, o município aplicou 72% dos gastos totais em saúde, 72,7% foram recursos do Tesouro, 22,35% Federal, Estadual, apesar do empenho todo da tabela SUS-Paulista, 3,41%. Dos gastos totais da Secretaria de Saúde, sendo mais de 30% gastos com convênio, nós destacamos sempre aqui o nosso convênio para que todos acompanhem. Foram gastos R$ 286.210.000 com os convênios, R$ 110.036.000 com a fonte do Tesouro, R$ 42.569.000,00 com o Estado, R$ 129.734.000,00 com o Federal, emendas R$ 1.360.000,00 com o Federal e emendas demais R$ 2.510.000,00. Aí nós temos toda a nossa rede hospitalar, destaque para PUC Campinas, R$ 140.000.000,00. Cândido, R$ 48 milhões, Maternidade de Campinas, R$ 36 milhões, Irmandade, R$ 19 milhões, Real Sociedade Beneficência, R$ 17 milhões e a PUC Maternidade, R$ 11.694.000. e os demais convênios. Dentro da lei da arrecadação do município em imposto, R$ 4.944.000.000 arrecadado pelo município e gasto com recursos próprios do município, R$ 1.093.000.000, perfazendo-se aí 22,11% do gasto com relação à receita do município. A arrecadação do município sempre vem desde a emenda constitucional de 2000, acima do mínimo constitucional e do mínimo atribuído ao município de Campinas na emenda da nossa lei orgânica O orçamento da saúde é uma análise feita, o orçamento com base na inflação vem aumentando, mas o orçamento público detona muito acima dessa inflação, demonstrando uma necessidade de ter orçamento e investimento na saúde, muito além do que se foi pensado lá atrás com base no orçamento essas são as nossas emendas disponibilizadas pelos nossos parlamentares aqui de Campinas tanto para a Secretaria Municipal quanto para a rede Mariguat a gente vê que ainda para o próximo quadrimestre tem um grande trabalho a ser feito para cumprir a emenda tanto na rede quanto nos nossos convênios, que dependem de ajuste para poder ser aplicados, mas o trabalho vem sendo feito, seguramente serão cumpridos até o final do exercício. Aqui estão os telefones, os contatos do Fundo Municipal. Passo a palavra, então, ao Henrique para complementar os dados financeiros da rede. Bom dia a todos. É sempre um prazer estar aqui na Câmara com essa oportunidade de prestar contas e mostrar um pouquinho do que vem sendo feito na autarquia. Lembrando que a gente está aqui em cumprimento da legislação. A gente utiliza para efeito de análise e metodologia orçamentária o regime contábil de competência. Eu sempre gosto de destacar isso porque esse regime contábil de competência vincula receita e despesa do mesmo exercício, impedindo, por exemplo, grandes endividamentos e demonstrando sustentação na execução do orçamento público na autarquia. como a gente está tratando aqui do segundo quadrimestre para trazer maior transparência e acompanhamento eu coloco sempre o segundo quadrimestre em específico e depois o acumulado para que os ouvintes aqui consigam entender o que é exclusivamente do segundo quadrimestre e o consolidado do primeiro e do segundo juntos as receitas as receitas do segundo quadrimestre a gente tem aí 204 milhões e isso está um pouco diferente do que o Reinaldo coloca porque aqui a gente tem que necessariamente tirar aqueles gastos dos nossos servidores estatutários que vão ser apresentados mais à frente e que atualmente é pago pelo orçamento da administração direta então como o Reinaldo já colocou o nosso orçamento aqui para o segundo quadrimestre totalizou 204 milhões, sendo 44 milhões de vinculados, e esse vinculado aqui até o final de agosto que é quando se encerrou o quadro mestre, a gente ainda não tinha recebido o tabela SUS paulista, então basicamente a gente está falando de recurso federal para o próximo quadro mestre a gente já recebeu recursos da tabela SUS paulista então eles vão passar a compor o orçamento da autarquia então basicamente o orçamento municipal ainda é responsável é um pouco diferente do que está no consolidado da secretaria, o municipal ainda representa aproximadamente 80% dos gastos, a gente tem conseguido diminuir isso, principalmente com o aumento de produção e conseguindo pleitear junto ao governo federal algumas produções maiores, então a gente tem conseguido com isso aumentar o vinculado e diminuir a dependência do recurso municipal. as emendas impositivas, a gente recebeu esse valor durante o segundo quadrimestre e aí é sempre bom, é sempre importante até para a gente analisar a sustentação do orçamento sempre comparar a receita e a despesa do quadrimestre aí a receita consolidada então, somando o primeiro e o segundo de 379 milhões esse é o quadro dos nossos servidores cedidos que é o gasto que sai da administração direta, mas esses servidores estão prestando serviço na autarquia. E é sempre importante, eu sempre coloco esse quadro, primeiro para fazer sentido também o que o Reinaldo coloca, porque esse quadro está apresentado no consolidado dele, e é sempre bom colocar também para a gente fazer uma comparação justa entre as unidades. por que eu digo isso? Porque nos quadros seguintes quando a gente verificar a despesa por unidade, exclusivamente do orçamento da autarquia a gente pode ter uma falsa impressão de que por exemplo o ouro verde é mais caro que o HMMG mas para fazer uma comparação justa então nós teríamos que somar esses gastos aí e hoje a gente pode perceber que a maioria dos servidores lotados, os servidores estatutários lotados na autarquia eles estão na unidade HMMG, então para fazer uma comparação justa, a gente necessariamente teria que considerar esses gastos aí de estatutários. O consolidado, então, R$193,00, e aqui a gente começa com as despesas, lembrando aí que a gente, só para não se perder a informação da receita, a despesa aqui ficou menor do que a receita, então isso é importante até para a sustentação dos gastos da autarquia, mesmo sabendo que normalmente o terceiro quadrimestre existe uma curva de aceleração dos gastos, então necessariamente a gente tem que fazer um pouco de caixa no primeiro e no segundo quadrimestre, exatamente para que a gente não fique inadimplente em relação aos gastos previstos no terceiro quadrimestre. Aqui a gente separa por unidade e natureza de despesa, então tem tanto as unidades ali nas linhas horizontais, quanto a natureza de despesa nas verticais. Então o pessoal aí que vocês enxergam não são aqueles cedidos que vocês observaram no quadro anterior. esse gasto com o pessoal aí sim sai exclusivamente do orçamento da autarquia e ele está representando basicamente os cargos em comissão comissionados e residentes consumo ali representa um valor considerável nos nossos gastos 22 milhões, lembrando que aqui esse quadro é exclusivamente o segundo quadro mestre a pedido do conselho municipal de saúde a gente passou a dividir serviços assistenciais e serviços outros que são aqueles indiretos Vamos dizer assim, os serviços assistenciais estão vinculados principalmente à assistência direta, então médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem. E os serviços outros são aqueles indiretos, então cooperagem, limpeza, vigilância, recepção. Investimento. A gente está com um nível, que é um nó crítico que vai ser apresentado mais à frente, mas de investimento. E basicamente os nossos investimentos são oriundos das emendas municipais, o que eu já aproveito para agradecer os vereadores aqui presentes. e quem nos escuta aí na TV Câmara. O piso da enfermagem, que é um recurso que vem diminuindo ao longo do tempo, mas a gente ainda recebe, que é o complemento que o governo federal faz para nós arcarmos com o custo do piso da enfermagem, principalmente de empresas que a gente tem contratada e que não pagavam o mínimo que passou a ser constitucional. E outros ali são pequenos gastos, por exemplo, tarifas bancárias, as RPVs, depósitos judiciais, que totalizaram R$ 266 mil. Então aí a gente tem no quadrimestre uma despesa total de R$ 187 milhões. A despesa no consolidado R$ 327 também ainda é inferior à receita do primeiro e segundo quadrimestres consolidados. Aqui é o mesmo gasto que a gente apresentou, mas agora por fonte. Então a gente tem R$ 187 mil por fonte, e só destacando novamente que a principal fonte de receita, desculpa, a principal fonte de despesa continua sendo a municipal, mas vocês podem observar que a gente tem gasto mais o vinculado proporcionalmente do que o municipal do que a gente tem recebido. Por quê? Isso também é uma orientação da própria municipalidade para a gente dar sempre fôlego para o caixa do município. próprio também, a gente tem gasto um recurso importante que a gente vem fazendo vem conseguindo acumular ao longo dos últimos anos basicamente o nosso caixa próprio da autarquia, ele é oriundo de aluguel de espaços públicos e do processo de contratação de residentes do processo seletivo de contratação de residentes a despesa também 327, lembrando que está menor do que a receita do período, e aqui mantendo-se, portanto, próximo dos 80%, 78, 80% de recursos municipais. No mês de setembro, que não compõe aqui o quadrimestre, a gente passou a receber o tabela cispalista, como eu já falei anteriormente, a gente está falando de um valor aproximadamente de 4,7 milhões, 4,5 milhões, depende da produção, o nosso teto seria 4.9, então a gente já começou a receber esses valores e a ideia é que obviamente esses valores sejam incorporados para tanto custeio da autarquia quanto complemento de investimentos para novas tecnologias, modernização dos equipamentos e da própria estrutura. Aqui a gente traz também a pedido do conselho os 20 maiores contratos da autarquia, a gente tem mais ou menos 160, 170 é muito dinâmico contratos de mais ou menos 450 atas mas basicamente os 20 maiores contratos representam 80% dos gastos então eles são de fato muito relevantes só uma consideração que não necessariamente é valor mensal médio que a gente está vendo, é o valor que a gente paga esse valor é o teto então o trabalho de fiscalização, de gestão dos contratos em geral eles reduzem esse valor para por exemplo dependendo da execução e o formato da execução do prestador. Então se houve por exemplo atrasos, faltas esses valores são descontados daquele teto mensal. E eu gosto de destacar isso porque em alguns reuniões do conselho fiscal, as vezes as pessoas me perguntam, mas esse valor está muito alto, é porque a gente faz várias considerações. E o que é liquidado de fato é só o que de fato é usado, mas para efeito de composição do contrato a gente precisa ter uma previsibilidade maior por exemplo no caso de algumas peças então aqui estão os maiores contratos Sejan e Cisne são Sanklesh são os grandes representativos são os grandes gastos da autarquia com prestação de serviço aqui é o nosso principal nó crítico que o Dr. Sérgio inclusive a gente já identificou desde o primeiro quadrimestre e a gente tem feito uma força tarefa Hercule ali para tentar aumentar as execuções das emendas e a maioria das emendas agora a gente tem certeza que vai destravar no terceiro quadro mestre, na verdade 60% das emendas que a gente está vendo aí, elas já estão na fase final de instrução administrativa, já com datas de pregão marcadas e algumas inclusive já foram feitas o pregão, mas foram fracassadas, por exemplo, acho que do Bisturi de Argonio do vereador Wagner Romão, o CR, o Schiller do Nacon, da vereadora Guida, a gente até fez a licitação, já fez a licitação, mas as empresas que participaram não deram valores abaixo do que a gente estipulou como teto, inclusive pelo que os vereadores indicaram. Então, por isso, a licitação foi feita, mas ainda não entra como um empenhado ali, porque a gente volta para adequar ou reabrir, para ver se a gente consegue outros participantes que forneçam o objeto pelo valor previsto no processo de pesquisa de mercado. Então esse é o nosso nó crítico que o presidente já determinou aí que a gente acelera e instituiu uma força-tarefa para a gente agilizar a execução dessas emendas. Com isso eu concluo a parte da rede e devolvo a palavra a Erika. Antes de iniciar para as considerações Só fazer um esclarecimento A equipe entrou no DigiSus E de fato, dado do primeiro quadrimestre É esse o que a gente ainda tem disponível O CI e o SH, às vezes, sofrem algumas oscilações Por exemplo, este mês era para ter encerrado a área nossa de auditoria, ter encerrado a conclusão do faturamento agora no final do mês, eles só vão conseguir encerrar no início agora deste mês, do próximo mês, em torno do dia 5, dia 6. Então, isso, quando ele se dá num mês que é da passagem de um quadrimestre para o outro, ele acaba comprometendo a informação de um quadrimestre para o outro. Ele carrega a informação da produção de um quadrimestre para o outro. Então, por isso que no segundo quadrimestre parece um montante bem superior ao do primeiro quadrimestre em relação à produção da média e alta complexidade. Então, enquanto considerações finais sobre esse quadrimestre, o que nós podemos concluir? que o perfil epidemiológico do município permanece caracterizado pela predominância de doenças crônicas não transmissíveis como principais causas de morbe mortalidade, que mantém-se a tendência de redução dos nascidos vivos, compatível com o processo de transição demográfica observada no município, que houve a redução da taxa de mortalidade infantil no período, indicando manutenção da qualidade de atenção materno-infantil, A razão de mortalidade materna permaneceu em nível favorável, demonstrando a efetividade das ações de assistência e vigilância à saúde da mulher. Ainda em relação à atenção primária, embora tenha sido observado incremento da produção assistencial, especialmente em visitas dos agentes comunitários, vacinação e procedimentos realizados, Persistem desafios relacionados à ampliação da cobertura da atenção básica e saúde bucal, ainda abaixo das metas estabelecidas Manutenção de elevada proporção de atendimentos por demanda espontânea, evidenciando a necessidade de fortalecimento do cuidado programado e do acompanhamento longitudinal dos usuários e o incremento das visitas dos agentes reforça o fortalecimento das ações territoriais, de monitoramento das condições crônicas e de promoção da saúde. O serviço de atenção domiciliar manteve produção estável com ampliação dos atendimentos programados, houve crescimento da produção odontológica em relação ao quadrimestre anterior com o aumento dos atendimentos e procedimentos realizados, Verificou-se a ampliação da cobertura populacional estimada de saúde bucal, embora ainda abaixo da meta estabelecida E mantém-se proporção de exodontias em relação ao total de procedimentos odontológicos dentro da meta preconizada Em relação à gestão do trabalho em saúde, o quantitativo de servidores manteve-se estável ao longo do período O saldo acumulado de admissões permaneceu superior ao de desligamentos houve redução dos afastamentos superiores a 30 dias em comparação ao quadrimestre anterior e mantiveram-se os investimentos em educação permanente e qualificação dos trabalhadores da saúde. Algumas considerações sobre o desempenho dos indicadores, observou-se melhor em indicadores relacionados ao programa Bolsa Família, assistência farmacêutica, saúde mental, IST, HIV, hepatites verais, permanecem estáveis os resultados relacionados ao pré-natal, gravidez, adolescência, atendimento ao recém-nascido na primeira semana de vida e cobertura dos CAPS e persistem desafios importantes nos indicativos de cobertura de atenção básica, cobertura vacinal, rastreamento dos cânceres de colo de útero e mama, acesso à atenção especializada, vigilância em saúde, especialmente para sífilis congênita, tuberculose, ranceníase e saúde do trabalhador. De forma geral, os resultados demonstram manutenção da capacidade assistencial da rede, com necessidade de fortalecimento de ações voltadas à ampliação do acesso, qualificação do cuidado e melhoria dos indicadores de vigilância. Enquanto recomendações para o próximo quadrimestre Ampliar o acesso e a cobertura da atenção primária Com fortalecimento das estratégias de expansão da cobertura populacional Com ênfase nos territórios de maior vulnerabilidade Qualificar os processos de trabalho das equipes de saúde da família Ampliando a oferta de ações programadas e o acompanhamento longitudinal dos usuários Fortalecer a busca ativa de usuários prioritários com foco em faltosos de vacinação, beneficiários do Bolsa Família e sífilis Intensificar as ações de imunização, visando a recuperação de esquemas vacinais incompletos e ampliação de coberturas vacinais Fortalecer ações de rastreamento do câncer de colo do útero e mama, ampliando o acesso da população alvo e reduzindo o absenteísmo nos exames programados Qualificar a linha de cuidado da tuberculose e da ranceníase, com ênfase na investigação de contatos, adesão ao tratamento e aumento das taxas de cura Intensificar as ações de vigilância em saúde do trabalhador, qualificando os processos de notificação, investigação e encerramento oportuno dos agravos relacionados ao trabalho Fortalecer o monitoramento sistemático dos indicadores da Programação Anual de Saúde, priorizando aqueles com maior distância em relação às metas pactuadas de 2026. Reforçar o papel da atenção primária como ordenadora da rede e coordenadora do cuidado, promovendo maior integração entre assistência, vigilância e gestão. Agradeço a todos e ficamos à disposição para os esclarecimentos. Muito obrigado. mais uma vez gostaria de agradecer a apresentação da Erika, do Reinaldo e do Henrique a apresentação foi bem didática bastante clara e agora eu gostaria de abrir possíveis questionamentos dos presentes gostaria que se apresentasse e na sequência fizesse o seu direcionamento da pergunta a quem seja responsável por respondê-la. Acho que... Bom dia para todo mundo, eu me chamo Nayara, sou do gabinete da Guida. Primeiro queria dizer que a gente está acabando de chegar de uma paralisação que está acontecendo no Centro de Saúde Barão Geraldo, em que das seis ícones da carta aberta à população, cinco se referem à reposição de pessoal. A equipe chegou no limite, numa situação de muita pressão, pressão, obviamente, dos usuários, com toda razão, e de ela mesma querendo fazer melhor e não conseguindo pela falta de pessoal, inclusive com a retirada dos residentes da família de lá. Eu queria fazer aqui uma fala, inicialmente, fazendo um apoio a esse movimento e aguardando um processo de negociação que a secretaria tenha com a equipe, no sentido de que ela possa ter, no mínimo, o diálogo que ela merece, como pessoas profissionais que são e que têm uma responsabilidade com o seu trabalho e com a população da cidade que elas atendem, ali naquela região muito pressionada por uma população, inclusive, muito volátil, por conta da Unicamp. Enfim, é mais do que sabido sobre isso. Mas eu vou tratar aqui das questões que foram trazidas com o foco que a gente tem feito sempre na discussão com a Secretaria, com a Rede Mário Gatti, voltado para o trabalho, são três questões que a gente está sempre, vamos dizer assim, focando. Primeira questão da expansão muito pequena do quadro próprio de pessoal, a dificuldade de fortalecimento da atenção primária, que garanta uma atenção integral e a continuidade do cuidado, e a questão do financiamento com forte peso das terceirizações. É a nossa tecla, o nosso mantra do mandato, e nós vamos tentar focar nessas três questões da nossa fala, partindo da análise do que foi apresentado pela Secretaria e pela Rede Margarida. Então, primeiro em relação à questão dos trabalhadores, a gente identificou, especialmente comparando o primeiro e o segundo quadrimestre, as admissões foram, elas ultrapassaram um pouco a reposição das saídas. Se a gente pegar as admissões no primeiro quadrimestre, 96, o desligamento 109, um saldo negativo de 13 pessoas, 13 profissionais. No segundo quadrimestre, de 147 admissões, 93 ligamentos, um superado de 54, o que de janeiro a agosto vai dar 41 profissionais, nesse universo grande da secretaria. Então, esse saldo de 41 trabalhadores em oito meses, isso confirma que nesse período, a mesma preocupação que a gente teve analisando o relatório de gestão de 2025, de que as contratações têm servido predominantemente para reposição de pessoal. Se considerarmos que se iniciou uma substituição de profissionais por conta do Cândido Ferreira, da municipalização de profissionais concursados, é muito possível que essa ampliação, entre aspas, de 41, tenha, na verdade, se dirigido apenas aos serviços de saúde mental. O resultado também varia entre as categorias. A gente pode olhar nos gráficos aí da página 35 e 36, que os médicos, somadas todas as especialidades, tiveram um saldo de ingresso de 46 para 52, menos 6 profissionais. Enfermeiros tiveram de 31 para 21 desligamentos, um saldo positivo de 10. Os auxiliares e técnicos de enfermagem, um saldo positivo de 15. Os agentes comunitários, apenas 6 de saldo positivo. E, no caso dos dentistas, apenas dois saldos positivos. Esses números abrangem toda a secretaria, não informam quanto desse saldo chegou efetivamente nos centros de saúde. Podem ter ido para a saúde mental, como eu falei, para as especialidades, para os centros de referência. E aí chama a atenção o saldo negativo de médicos, como o acréscimo apenas de seis agentes comunitários. os estudos que a gente tem feito e eu queria inclusive no final da fala fazer uma proposta para a comissão de saúde do vereador Ianco em relação a esses estudos que nós estamos fazendo em relação ao requerimento que a gente fez inclusive em relação ao dimensionamento de pessoal da secretaria eles mostram que esses profissionais que essa ampliação ou a não ampliação ou a baixa ampliação significa não ampliar acesso busca ativa não acompanhamento territorial e a promoção de saúde, ou seja, o centro de saúde, como a gente já vem apontando, tem se aproximado de um consultório privado, um funcionamento de um consultório privado e não uma atenção primária de fato, realizando apenas consultas e procedimentos. Isso é muito grave. A série de servidores ativos, ela passa de 4.593 em janeiro para 4.646 em agosto, ou seja, 53 profissionais. Esse resultado não coincide com o saldo de 41 admissões menos desligamentos que foi apresentado. Pode não ser erro, mas também existe uma explicação da secretaria. A municipalização da saúde mental torna essa avaliação ainda mais necessária. O relatório relaciona seis CAPs e sete centros de convivência agora próprios, mas não identifica quantos trabalhadores foram destinados à substituição das equipes anteriormente vinculadas ao Cândido Ferreira. Ou seja, se o saldo de 41 profissionais foi principalmente para aumentar o quadro próprio ou se estão substituindo o cândido. Não houve, nesse caso, não houve o aumento da força de trabalho total disponível para a população. O saldo de servidores da secretaria não pode ser apresentado como expansão de capacidade assistencial, infelizmente. Há necessidade de um estudo mais aprofundado dessas movimentações de pessoal, particularmente da atenção primária. e é o que a gente está querendo apresentar aqui na Comissão de Saúde e é a sugestão que a gente abre como pauta de uma próxima reunião da Comissão de Saúde, pedido aí ao vereador que está presidindo a nossa audiência. Com mais tempo, a gente pode fazer essa apresentação dessa tese que a gente está querendo levantar, então por isso a gente está fazendo essa proposta. Um segundo ponto que a gente quer focar é a questão da fragilidade do acompanhamento das pessoas na atenção primária. demonstrando pela relação entre demanda espontânea, demonstrado em relação à demanda espontânea quanto à demanda programada de atenção. Se a gente fizer a comparação entre demanda programada e espontânea no quadrimestre, pegando no quadrimestre, no primeiro quadrimestre, na demanda programada eram 234.676, enquanto no segundo quadrimestre, 235.059. isso dá um plus de 0,16%. E a demanda espontânea, o valor é bem maior, é 916.811 no primeiro quadrimestre, no segundo quadrimestre, 934.000 para 181, ou seja, 1,89% a mais. Mas aí a gente quer comparar também os valores absolutos, porque essa diferença é muito grande entre uma e outra, pensando inclusive do ponto de vista da questão da atenção primária, da responsabilidade da função principal da atenção primária. A demanda programada ficou praticamente parada, apenas 383 registros adicionais. Já a demanda espontânea aumentou em 17.370 registros. No segundo quadrimestre foram aproximadamente quatro atendimentos espontâneos para cada programado. considerando somente essas duas modalidades, a participação da demanda espontânea foi de 80%. Isso pode estar demonstrando a insuficiência da capacidade de organizar e sustentar um cuidado longitudinal, integral e provavelmente os doentes crônicos, os mais idosos e os mais vulneráveis estão deixando a desejar no acompanhamento que precisam ter. Provavelmente decorre de equipes incompletas, população excessiva por equipe, dificuldades de agendamento e organização inadequada do serviço. A TD quem procura espontaneamente a unidade é parte essencial da atenção primária e ela por si só não significa que a rede não funciona, claro, mas a produção não é só consultas médicas e pelo que a gente vem entendendo, isso acontece também de outros profissionais, em relação a outros profissionais. entretanto esse número tão alto parece ser uma evidência forte da insuficiência da atenção primária dentro da sua atribuição principal em qualquer sistema de saúde e no sistema de saúde de Campinas que vem defendendo isso e implantando isso há pelo menos três décadas mesmo com essas reservas o resultado é um sinal relevante de desequilíbrio entre os dois tipos de demanda a própria secretaria reconhece que a elevada demanda espontânea exige fortalecer o cuidado programado e longitudinal, como apareceu inclusive nas suas considerações finais aqui. Outras evidências de baixa efetividade da atenção primária a gente pode também identificar em outros indicadores, como a cobertura da atenção primária abaixo da meta da própria secretaria, a baixa cobertura de saúde bucal, apesar dos avanços que foram identificados aqui, a baixa cobertura de condicionantes de bolsa-família, a baixa cobertura de citologia oncótica, que é um exame importante do ponto de vista da saúde da mulher, a baixa cobertura de mamografia e o aumento da proporção de sífilis congênita em relação às gestantes, entre outros. Some-se a isso a queixa dos usuários sobre a dificuldade para o agendamento de consultas, com algumas unidades marcando uma vez por mês ou uma vez por semana, com filas na madrugada. Tudo isso pode levar à conclusão quase certa de que as pessoas com doenças crônicas não estão recebendo o cuidado contínuo e oportuno que deveriam receber. Especificamente em relação à mamografia, merece uma análise que a gente gostaria de fazer. Apenas 16% do valor de referência da meta anual de 0,25 foi alcançada após oito meses. A gente precisa lembrar de uma informação que foi veiculada por uma conselheira municipal de saúde em relação a milhares de exames esperando laudos. É necessário esclarecer se o baixo resultado decorre da oferta insuficiente, dificuldades de acesso, atraso dos laudos ou uma combinação desses fatores. O indicador não informa o tempo até o laudo acontecer e nem a continuidade de investigação sobre se o exame alterado está acontecendo. Por fim, o terceiro ponto é a questão do financiamento e a priorização das terceirizações. Abaixo a comparação que a gente gostaria de fazer em relação aos dois quadrimestres. No caso das despesas de pessoal em 2025, isso foi de 40,4%, enquanto neste ano até agosto, isso foi de 41,72%. Serviços assistenciais e convênios, de 31% em 2025 para 30,19% em 2026, até agosto. Outros serviços, em 2025, 21%, em 2026, 21,42% até agosto. Investimentos e obras, caiu de 0,8% para 0,57% em agosto. E no caso da fonte municipal, o comparativo, 71,2%, para 2026 até agosto, 72,27%. A fonte estadual caiu de 41,1% em todo 2026, de 4,1% em 2025, e baixou para 3,41% até agosto de 2026. em fonte federal, saiu de 22% em 2025 e foi para 22,35%. No caso dos serviços assistenciais e convênios, e outros serviços que somam tudo, mais de 50%, quase 52%, 51,61% da despesa, a gente considerar que esses outros serviços são segurança, motorista, recepção das unidades, limpeza e higiene, que são todos serviços terceirizados, a gente pode afirmar que a Secretaria gasta aproximadamente metade dos seus recursos com terceirizações e a gente acompanha, por exemplo, um movimento importante que está acontecendo feito pelos conselhos locais em relação à falta de higiene dos centros de saúde que estão prejudicando, inclusive, o atendimento nos centros de saúde por conta da firma que não paga salário, atrasa, vale refeição, atrasa, vale alimentação. Isso tem prejudicado de forma muito importante a higiene das unidades dos centros de saúde. Nós estamos acompanhando o movimento que está sendo feito pelos conselhos locais e isso é importante a gente destacar. Quer dizer, é uma terceirização que está prejudicando a assistência, assistência final. Então, isso a gente quer muito que tenha alguma resposta da secretaria. O que está se pensando em relação a isso? Foi feita uma mudança que piorou o serviço. Queria fazer um destaque em relação à questão da participação estadual. O nosso mandato foi o responsável por fazer uma moção que conseguiu esse plus importante de 59 milhões do SUS Paulista, que ainda não entrou. A gente espera que tenha esse valor para Mário Gatti e Ouro Verde neste segundo semestre, que apareça no terceiro quadrimestre. E queria saber, isso que o Henrique comentou, sobre que não deu ainda certo a licitação do Schiller, se eu entendi certo de que ainda é possível ser executado ainda esse ano, porque é importante para nós que isso aconteça. E, bom, volto a dizer então que essa proposta que a gente faz, a gente queria reiterar que entre na pauta da comissão em breve, para a gente poder fazer essa discussão mais detalhada sobre a questão do dimensionamento de pessoal, que a gente começou só a apontar agora. Obrigada. Ok, Nayara, depois a gente vai alinhar junto à comissão com o presidente, o vereador Paulo Haddad. Gostaria de passar a resposta do secretário, o Henrique, acho que também foi indagado, a Érica, se tiver alguma complementação aí para responder. Bom, bom dia. Bom dia, Ianco. Obrigado pela presidência, ao vereador Wagner Romão. A assessora da guia, Nayara. Eu queria cumprimentar o doutor Sérgio Bizonha, presidente da rede, todos os diretores, os diretores que estão nos assessorando e as pessoas também que estão nos assistindo em casa. Isso aqui é a 14ª reunião de prestação de conta que eu participo. Acho uma das boas coisas que acontecem nessa minha gestão, de vir aqui participar. E claramente, quando nós olhamos os dados, o que chama atenção para quem tem experiência em prestação de conta é a transparência, como são feitos todos esses dados. principalmente os dados bons e os dados ruins eles são claramente publicizados, fáceis de entrar então chama muita atenção, principalmente quem não tiver familiaridade com esse assunto que é essa transparência que é dada a tudo Em relação As colocações da Naira Elas foram muito rápidas Com dados Que é difícil fazer uma resposta Específica e aqui eu já estou deixando Um convite Para participar de mesa Porque essa discussão Desse varejo como ela se colocou Ela é muito mais feita Numa discussão individual Colocada e faz um ponto contra ponto, e o rendimento disso nessas discussões são muito mais produtivos. Campinas é uma cidade extremamente enorme, e a saúde pública tem uma função absurdamente alta dentro do contexto de uma cidade desse tamanho. Para quem conhece o Brasil sabe a importância de Campinas nesse contexto. Se você mais ou menos pegar uma classificação da Organização Mundial de Saúde, Campinas era para ter por volta de 60 centros de saúde, hoje ele tem 69, 70, e está migrando para mais 8 ou 9 centros de saúde, uns novos e outros substituindo, uns que são muito ruins do ponto de vista de estrutura. temos as policlínicas hoje a autarquia Mário Garch e o SAD que é uma figura da Secretaria Municipal de Saúde que é um orgulho para a Secretaria Municipal do ponto de vista de assistência quase 800 pessoas hoje com atendimento domicílio e respondendo um pouco esses contrapontos em relação a se faltou 12, enfermeira, contrata duas e não sei o que, não sei o que. Bom, a saúde nesses últimos 40 anos, quem vive isso, ela mudou muito e você não acompanhava se ficar caro do ponto de vista de percepção. Claramente, muitas coisas mudaram e uma das coisas que nós pedimos e fomos autorizados, necessariamente quando aposenta um, contrata exatamente aquele um. O número de funcionários realmente ele se manteve, mas nós temos uma ferramenta hoje que está extremamente produtiva, que é a saúde digital. Claramente isso é um ganho do ponto de vista assistencial enorme, enorme, cada vez mais está tendo um espaço. Óbvio que ele não vai substituir esse atendimento direto, mas ele é uma ferramenta irreversível e ela virá e Claramente, ela tem tomado uma importância enorme na assistência à saúde. Também não gosto, Nayara, desse número de demanda espontânea. Acho que ela é excessiva. Quando nós falamos da saúde nos próximos 10 anos em Campinas, um dos objetivos é diminuir essa demanda espontânea no centro de saúde. Realmente, ela atrapalha. Então, dá palha também essas internações de modo geral serem feitas pela porta de emergência, também não é bom, são dados ruins, mas nós somos obrigados a fazer, quando nós entramos aqui, nós tínhamos umas queixas, além do medicamento, e hoje é um sucesso, podem colocar no protesto que tiver, mas queixar que falta medicamento hoje, sinceramente, eu acho que é mal intencionado essas colocações, principalmente porque hoje temos um, nós praticamente dobramos o número de medicamentos padronizados, mudamos uns muito antigos, E hoje falta muito pouco medicamento e não é nem por culpa nossa, por conta do orçamento, principalmente por conta do demanda, de fluxo de empresa para entregar. Vacinas também não faltam nada e até colocar já que fiquei muito orgulhoso quando nós saímos daquele ambiente negacionista extremamente prejudicial. E hoje nós estamos com 93% a mínima das obrigatórias feitas nesses indicadores, o que é uma maravilha. Perto desse contexto extremista, desagradável, que nós estamos vivendo, de uma política horrorosa, dos dois lados, eu vejo hoje 93% excelente. E aí nós estamos tentando fazer alguns mecanismos de dar demanda espontânea Nós tivemos muita queixa sobre que as pessoas não faziam acesso Até nesse protesto que as pessoas não conseguem acesso Que não é verdade, né? Claramente com esse número de demanda espontânea Quando nós estamos tendo rachar que não está tendo consulta a dificuldade de fazer o atendimento pelo médico é incompatível. Mas eu, particularmente, também não gosto dessa demanda espontânea e acho que ela devia ser reduzida. E é difícil reduzir, porque se você começa a bater na porta que precisa marcar a consulta e assim por diante, as pessoas reclamam e assim por diante. Não está simples lidar com esse modelo hoje de demanda espontânea. Mas nós somos obrigados, numa época pós-pandemia, que tudo ficou muito complicado em saúde pública, tudo muito. Então, claramente, nós tivemos que fazer esse acesso e nós somos obrigados. E agora as pessoas também gostaram desse modelo. Não é tão fácil, porque esse modelo de não marcar e chegar lá a ser atendido, tanto pela enfermagem ou por outro profissional, pelo médico. Bom, mas eu concordo da sua fala em relação a que eu também queria que essa demanda espontânea e as programadas viessem a ter um número maior proporcionalmente à demanda espontânea e nós estamos, se alguém puder ajudar, principalmente o conselho, entender que nós precisamos diminuir essa demanda espontânea, ela será super bem-vinda. algumas coisas ainda não estão bom sífilis congênita é uma coisa que a gente já tentou mudamos, fomos, voltamos e tem mulheres que na verdade por três vezes durante o mês ela voltou a se contaminar Não é uma situação simples essa do ponto de vista de... Mas nós temos tentado muito em relação a sífilis congênita, que é um número péssimo. A vacina, como eu falei, eu acho que 93% é para comemorar. E aqui, parabenizar toda a Secretaria de Saúde, a parte que faz essa parte assistencial, a parte da vigilância. É impressionante como essas pessoas são competentes e trabalham para isso. É impressionante o ânimo dessas pessoas. Ontem, por alguma coisa, eu vi no comentário da CVN que precisava ter um acesso, um horário mais fácil das vacinas. É um absurdo, quem fala isso não tem noção do que é. Nós estamos abrindo, estamos procurando as pessoas, estamos fazendo uma busca ativa, vacinando em shopping, em qualquer lugar, na rua. Quer dizer, achar que nós não temos uma facilitação para fazer a vacina é uma falta de conhecimento, um mau caráter enorme de fazer uma crítica dessa. Tem jeito de ser mais que isso. Talvez a coisa É uma coisa que Quem vive muito tempo na gestão Ela tem Alguns resultados Ela fica muito feliz A mortalidade infantil A pandemia Ela desestruturou tudo O pré-natal E assim por diante Tivemos crise na maternidade E assim vai e chegou quase a 12, 11, 45, assim, não era um dado bom. E agora nós estamos com 9,15, 9,15, 9,015 na casa abaixo de 10, que já é muito, muito bom. E alguma tendência está dizendo que nós estamos, pode ser que a gente chegue na casa dos oito alto. torcendo que se isso acontecer é padrão Noruega, Dinamarca só pra gente imaginar quanto esse dado é muito legal que quiseram que todos os outros dados, como filas filas cirúrgicas, filas de exames filas não sei do que eles pudessem estar nessa situação que nós estamos mexendo, trabalhamos muito em relação a mortalidade infantil mas muito, teve discussões assim complicadas que nós fizemos, mudamos metodologia e estou muito feliz com esse resultado, na casa dos nove, e se puder lembrar que esses números, eles são mais significativos ainda, porque a mortalidade infantil está relacionada com mil nascidos, assim, veja, e nós estamos com uma diminuição da natalidade no Brasil, mas principalmente Campinas tem diminuído muito. E aqui não foi apresentado, mas quando você compara com o ano passado, que já caiu bastante, e esse ano está caindo bastante, é uma coisa, assim, muito interessante do ponto de vista sociológico, quando essa curva de aumento da população se dará na cidade de Campinas. Então, eu acho que era isso, eu queria deixar, como tem muitos dados pequenos que a Nayara falou, eu queria deixar à disposição aí para a gente fazer uma discussão mais clara, mas lembrar que em nenhum momento nós estamos aumentando, e nessas contas eu acho que gostaria que você colocasse a saúde digital aí, que é um dado novo que está acontecendo. Obrigado, secretário. O terceiro. Nós temos feito uma área em que, como gestor, eu trabalho com dinheiro finito. E, obviamente, as terceirizações saem a um custo menor que me impede, que evitam que eu tenha desassistência. Então, isso é uma discussão fugida ideológica. Acho que a gente pode um dia sentar e discutir isso daqui, o quanto que existe necessidade ou não de modificações de todo o sistema. Nós estamos num sistema de transição E a preocupação maior é não deixar faltar médico, enfermeiro, tudo, nas UPAs, nas frentes, nos prontos-socorros, tudo. Então, hoje nós temos em torno de 6.300 funcionários, sendo que 1.600, 1.500, quase 1.600 são estatutários. Esse mês eu recebi 51 aposentações e exonerações. Isso tem sido uma vertente mensal. então a reposição se não for mais ágil vai implicar diretamente na desassistência e a gente tem trabalhado dessa maneira, mas totalmente aberto para as modificações se existe um vínculo entre orçamento, organizações e funcionamento do sistema nós vamos completar agora no final do ano, eu e o doutor Laís seis anos à frente, dois anos e pouquinho com a pandemia então na verdade quatro anos talvez um pouquinho mais de gestão em que aumentou brutalmente a demanda. Nós passamos de 700 mil usuários por ano nas portas da rede Mário Gatti para 1 milhão e 200. E isso implica em custo, implica em gasto, implica em assistência. Então, no sentido de mantermos um grau razoável, a gente tem procurado, temos quase que um case em Campinas. Nós temos três UPAs terceirizadas no RK e uma estatutária. E a comparação do serviço, obviamente, vai ter que ser feita. O que funciona melhor, qual tem mais efetividade, qual tem menos custo, isso daí é uma discussão que nós vamos ter que ter. E eu vou conseguir provar que alguma vantagem tem. É o modelo ideal? Talvez não, mas nós vamos ter que atingir essa discussão. Nós temos procurado algumas vertentes na rede Mario Gatti. Primeiro é tentar diminuir o tempo de espera para atendimento nas portas. É uma luta. Nós temos usado um sistema que é o Sandbox, que é uma oportunidade, uma lei feita pela Prefeitura de Campinas em 2023, depois atualizada mais recentemente, em que possam entrar empresas que ofereçam tecnologia nova para a gente suplantar alguns problemas estruturais. e agora nós estamos em fase, experimentamos três modelos basicamente. Um deles é de inteligência artificial no pronto-socorro, em que nós estamos em fase, passou um ano de experimento praticamente, e agora estamos viabilizando a contratação, em que nós diminuímos significativamente o tempo de espera, principalmente não do doente que é classificado como vermelho, que é atendimento imediato, daquele doente verde e azul, que é o doente que vai para a porta e que tem legalmente até um tempo de espera maior, mas que está nos incomodando que essa espera é muito grande. Então, com essa metodologia, digamos assim, tecnológica, nós conseguimos passar de 16 passos que essa pessoa chega para pegar a senha, até ser atendida pelo médico, para 4 passos. Então, é uma efetividade funcional que acho que vai trazer um ganho muito grande. já está trazendo, na verdade, nós estamos vendo que nós não conseguimos mais ficar sem eles, então estamos viabilizando a contratação desse tipo de tecnologia. E a segunda que nos trouxe uma gratificação muito grande, uma satisfação muito grande, foi a de usar o WhatsApp para fazer o atendimento infantil. A mãe liga através de um QR Code, tem um médico e uma enfermeira que atendem essa criança em casa, e nós estamos resolvendo, depois de 7 mil pessoas atendidas, em torno de mil e poucos por mês, numa experiência de seis meses, 70% não precisam ir para o hospital. Você consegue dar uma receita, uma orientação e encaminhamento para a mãe. E os outros 30%, a gente orienta se vai para a UBS, se vai para a UPA, vai para um pronto-socorro. E a ideia é diminuir a chegada do paciente na porta, que é uma maneira de você também melhorar a qualidade de atendimento e diminuir o tempo de espera. Então, isso, nós estamos fazendo um esforço enorme para isso. O segundo esforço que nós temos feito é a tentativa de melhorar, de organizar as filas cirúrgicas, principalmente as cirurgias seletivas, que é basicamente o quê? Em dois anos, nós estamos trabalhando com isso e acho que estamos chegando em uma efetividade boa. E agora, chegando o SUS paulista, nós recebemos o primeiro mês agora em setembro, primeira parcela, então provavelmente vai ser efetivado e vai chegar isso daí. E nós estamos tentando viabilizar o aumento de cirurgias, principalmente o nosso gargalo total é a ortopedia de alta complexidade. E com isso nós estamos conseguindo reorganizar todo o sistema, a pessoa deixar mais claro em que lugar que ela está fila. Acontecia da pessoa ir uma vez por ano fazer exame, aí fazia o exame, depois não viabilizava a cirurgia, voltava outro ano e ficava essa roda, quase que com demora de três, quatro anos para alguns tipos de cirurgia. Nós estamos tentando mudar um pouco essa dinâmica, chamar as pessoas três meses antes da possibilidade de agendamento cirúrgico e utilizando, inclusive, o acesso a elas para ver como é que está o status de exame, pré-operatório, tudo através de telesaúde. Então, são mecanismos que a gente está tentando agilizar para melhorar o atendimento. Agora, o que a gente nota em Campinas, e isso é um problema de saúde pública, é que os acidentes estão em uma fase de epidemia, praticamente. Desculpe o termo, mas é esse. Ou seja, está atrapalhando a fila eletiva em função do elevadíssimo número de acidentes de trânsito, sendo que quase 70% deles com motocicleta. Então, isso é um problema de saúde que afeta a população mais jovem, que geralmente quem trabalha com motocicleta, aplicativos, ou quem usa motocicleta, tende a ter uma faixa etária menor, e às vezes se prepara um doente crônico num dois meses para ele ficar em status cirúrgico com reserva de UTI, e chegam três acidentes no dia e o senhor é obrigado a cancelar a cirurgia eletiva. Esse é um problema que já está exigindo, outro dia, o próprio prefeito Dário Saad, através da Associação dos Prefeitos, estava fazendo um movimento nacional, porque isso está virando uma epidemia severa mesmo. E, quanto à execução de emendas que a vereadora relatou, vai sair o Schiller, viu? O negócio já era para estar comprado em julho, nós tivemos problema, mas já refizemos, Gustavo, acredito que o mês que vem já vai estar resolvido. E quanto às emendas, só para aproveitar, primeiro agradecer o número, a confiança de vocês em dirigir um número significativo de emendas para nós. Nós tivemos uma travazinha no primeiro semestre, mas já foi corrigida, nós já estamos em fase de pregão de quase mais da metade das emendas, 60% das emendas. Então, com certeza, até o fim do ano nós vamos executar a maioria delas, exceto se der deserto em alguma licitação e não for o tempo útil para fazer a compra, mas o resto está acontecendo e nós estamos com outra preocupação, que é o problema do clima agora, que nós queremos já ficar atentos, o que nós vamos ter que fazer de preparação porque parece que o ano que vem vai ter algumas alterações importantes, nós temos que estar atentos a isso também são os atos que nós estamos feitos dentro da rede e eu não sei se eu respondi, eu falei tudo isso, mas de qualquer jeito, estou à disposição se houver outras inquirições, tá bom? Obrigado, presidente Sérgio Pizzoni. Eu gostaria de arguir aqui o vereador Wagner Romão. Também desculpe, Wagner, porque você teria a prerrogativa de falar primeiramente, mas a Nayara havia reivindicado e achei oportuno, ela já estava com o microfone, mas me desculpo aqui com o senhor. E agora, pode proferir as palavras para os nossos Obrigado, vereador. Obrigado também pela presença do secretário, do presidente da Rede Mário Gatti. Obrigado também pela presença de toda a equipe aqui. Peço perdão para vocês por conta da ausência dos demais 31 vereadores. Devem estar fazendo outras atividades nesta semana, mas nós temos que aqui, porque assim, Como é uma lei que estabelece que o secretário de saúde, o presidente da rede, Mário Gach, devem estar presentes aqui, nós vereadores temos a obrigação de estar presentes também, três vezes por ano só, é pouca coisa, o ideal seria que a gente tivesse mensalmente aqui uma reunião dessa, porque a saúde é o principal problema, é a principal demanda da população e eu sei que vocês são pressionados e pressionadas diariamente a respeito disso. Eu tenho sido um vereador que visita os centros de saúde, faço essa pressão mesmo, toda visita que eu termino a gente grava um vídeo, estabelece os principais pontos e é assim que tem que ser, para a coisa funcionar, papel do legislativo, papel do executivo, papel dos outros poderes, do Ministério Público e assim por diante. Então, peço desculpas aqui para vocês, vocês se deslocaram até a Câmara e é papel dos vereadores fazer essa fiscalização, vai ter oportunidade também, né, presidente da mesa, para a fala dos colegas que estão aqui, a sociedade civil, os usuários, hoje está tendo realmente uma mobilização lá em Barão Geraldo, a gente tem aqui alguns servidores e membros da sociedade civil, dos usuários, enfim. Como eu disse, a gente tem visitado, eu visitei nesses últimos meses, 21 centros de saúde, secretário. E o que a gente vê lá, para além dos dados quantitativos, nós temos as questões qualitativas que a gente precisa realmente levar em consideração. Eu visitei o CS do Guanabara na leste, o CS do Guanabara, do Carlos Gomes, do São Quirino, na Noroeste do Ipausurama na Norte do Anchieta do Barão Geraldo, estive lá de novo hoje, do Rosália do Vilage, do Cássio Raposo ali no CDHU na Suleste do São Bernardo da Vila IP, do Orozimbo Maia de São Vicente na Sudoeste ainda não fui em nenhum mas está aqui na nossa agenda e na Sul aqui em homenagem ao Jorge, em homenagem ao Marcos Fidelis, eu tive presente em quase todos Campo Belo, São José, Fernanda, São Domingos, Carvalho de Moura, Osiel E o Parque da Figueira O Parque da Figueira eu fui já faz algum tempo Tentou pra voltar lá também Até porque teve o assunto da infestação de ratos ali na lixeira Um assunto grave E que não é só ali no Parque da Figueira Eu estive ontem no CES do Vilagem Tem uma médica lá que está com leptospirose provavelmente contraída ali, porque já foram encontradas fezes de ratos. Então, essa questão é absolutamente urgente, secretário, de que esse problema seja solucionado. Nós não podemos compactuar com centros de saúde que possam se tornar lugares de infestação, enfim, lugares de apresentação. Se há uma suspeita, tem que resolver. Eu quero aqui começar falando sobre essa questão da apresentação. A Érica já comentou aqui a respeito do lançamento dos comparativos da produção de urgência e emergência, mas assim, temos que resolver isso na apresentação. Então, se é essa a questão, vamos discriminar sobre quando foi exatamente a ocorrência para que ela possa ser diferenciada do lançamento. Nós queremos saber quando ocorreu e não quando foi o lançamento. Então, eu queria, de novo, aqui, que já sempre estou aqui, de quatro em quatro meses estou aqui, já fiz várias observações sobre a apresentação e eu requeiro aqui que haja melhora na apresentação. A mesma coisa diz respeito a esse dado que é apresentado sobre morbidade hospitalar de residentes, ali nos primeiros slides, principais causas de internação hospitalar de residentes em Campinas. então vem ali gravidez parto e puerpério, doenças do aparelho circulatório doenças do aparelho respiratório doenças do aparelho digestivo marcado em vermelho porque tem uma alteração tem um aumento desses casos e infelizmente ela está agregada o primeiro quadrimestre a informação do segundo quadrimestre na verdade ela é do primeiro e do segundo quadrimestre E aí eu vou ter dificuldade para fazer a comparação do primeiro quadrimestre com os outros quatro meses do segundo quadrimestre. Então, tudo bem que a gente possa ter os dados agregados, mas é importante que haja uma separação de um quadrimestre para o outro, então eu vou comparar coisas diferentes. Mesmo considerando isso, tem uma alta aqui considerável de doenças do aparelho circulatório, 3.655 no agregado, 1.580 no primeiro quadrimestre então nós vamos ter aí cerca de 2.100 na comparação entre primeiro quadrimestre 1.580, provavelmente no segundo quadrimestre, só o segundo quadrimestre cerca de 2.100, é bastante, o que está acontecendo com a população, é a questão climática, é a questão sazonal, talvez seja isso Isso é uma entre aspas, não é normal é por conta da sazonabilidade do frio, o frio tem aumento da pressão arterial tem aumento do quadro respiratório Fiz essa observação isso fica mais claro ainda com as doenças do aparelho respiratório e também as doenças do aparelho digestivo tem um aumento importante também então acho que é importante a gente discriminar melhor esses dados para que a gente tenha consciência do que está acontecendo os dados de mortalidade também são dados preocupantes também com relação a doenças do aparelho respiratório tem um aumento significativo aqui no segundo quadrimestre queria ressaltar isso, sobre admissões e desligamentos. O que a gente vê no centro de saúde, especialmente, é uma demanda altíssima, não só sobre médicos, mas sobre as equipes, a constituição das equipes de saúde da família. Eu estou falando aqui como vereador do PT, mas tem vereadores da própria base que estão relatando isso em diversas situações aqui na casa, a gente tem visto vereadores da base também relatando isso, então é uma questão extremamente preocupante. No geral, na comparação, nós estamos usando aí 3 mil pessoas cadastradas, uma equipe do Saúde da Família, é mais ou menos isso, pelo menos é aquilo que a gente deveria seguir. E no geral, nós temos metade dessa quantidade de equipes com relação à população. Tem alguns centros de saúde que essa situação é mais grave. Eu vou relatar aqui, justamente ali no Carvalho de Moura, que nós temos cerca de 19 mil pessoas cadastradas para apenas três equipes de saúde da família. Eu até fiz um vídeo relatando a questão dessa região, da região do Osiel, do Carvalho de Moura, do São José, Sei que há projeto de mais um centro de saúde ali, ali realmente é uma área da cidade que precisa ser revista, a organização do sistema único de saúde naquela região, igual a região do Campo Belo, Fernanda, São Domingos e São Diego também, onde há também uma grande necessidade. Fernanda é aquela região onde tem mais nascidos vivos O centro de saúde onde tem mais nascidos vivos É uma área de expansão da cidade Então ali a atenção básica tem que se fortalecer e muito Já faço uma pergunta aqui, já que eu estou falando do Campo Belo Secretário, a respeito da UPA Tem ali a UPA do Campo Belo Há uma reivindicação da população para que a UPA realmente seja instalada ali no Campo Belo O ministro Alexandre Padilha Teve aqui em Campinas O secretário estava presente lá O prefeito, vice-prefeito, vereadores Então ali nós precisamos encontrar Um terreno para a UPA ser no Campo Belo Porque é uma área que precisa Estar muito distante das outras regiões Da cidade Se você permite, eu gostaria muito De refazer umas respostas e não deixar Sem resposta, porque Pode ser Sem dúvida nenhuma, nesses últimos anos, a população ficou mais pobre. E essa claramente está relacionada ao governo federal, do ponto de vista que a população está mais pobre. Nós temos aumentado em muito o número de usuários nosso sistema público de saúde. Ele sai de 675 mil na época da pandemia e agora está por volta de 860 mil. Isso é um grande problema que está acontecendo no país do ponto de vista social. A população mais pobre. Ela está cada vez mais dependente do SUS. Por outro lado, eu gostaria também de ter mais dinheiro. Eu sei que é 17% que é para colocar do orçamento municipal, coloca esses 25%, 26%. Achar que eu devo ter 30%, claramente vai tirar de algum outro lugar. Não existe milagre. Então, eu acho que é uma situação extremamente a solução disso. Mas, claramente, a população está mais pobre. E eu não sei se foi, mas, claramente, eu fui super a favor, não nesse momento, mas sou super a favor de acabar com as betas. Acho que isso é um câncer na sociedade. Acho que é um câncer. Essas betes são, impressionantemente, um câncer na família. Então, isso deixa as pessoas mais vulneráveis, mais pobres. Essa UPA, eu vou falar, talvez eu fui o primeiro, Foi a primeira pessoa que tem trabalhado sobre essa UPA no Campo Belo. Isso já fazem uns três, quatro anos. Nem vocês falavam sobre uma UPA no Campo Belo. Estava trabalhando muito por essa UPA, muito. Não precisa aparecer nada, mas fizemos coisas, arranjos, E hoje nós estamos praticamente fechado um terreno, que é da PUC, entre o Campo Belo e o Jardim Fernanda, que será junto, tipo uma costa, na costa do Centro de Saúde da Fernanda. Um terreno maravilhoso, espetáculo. Então, é um gol de placa que vai ser feito lá, uma UPA, e eu realmente vejo lá uma população extremamente vulnerável. O centro de saúde é lotado. E é feliz, porque você conversa com as pessoas, eles têm uma interface, uma coisa nova, Para quem viveu em universidade, como se eu fosse o ápice da intelectualidade, do saber que eu vivi em universidade, quando você vai conhecer o Jardim Fernanda, a relação que o Jardim Fernanda tem com a população, é uma das coisas mais bonitas em saúde pública que existe. Bem legal, é muito legal. Então, eu vejo assim, vai ser uma grande vitória de todos aqui, do governo federal, que acolheu, do governo municipal, que trabalhou bastante por esse assunto. A sensação que eu tenho é que isso vai ser resolvido muito rapidamente. Um bom tanto das construções do centro de saúde foram feitas em péssimos terrenos há muitos anos atrás. Péssimos. Terreno que todo mundo não queria porque inundava, porque não sei o quê, porque não sei o quê. Nós pegamos no ano 2021 os centros de saúde muito, mas muito assim, mas muito assim. É uma vergonha, quase todos, poucos novos. Eu acho que no começo da gestão, logo depois nós inauguramos um, como é o nome lá? O centro de saúde lá perto do Baçó, que nós inauguramos novinho. Sírio Cosme. Depois disso, eu acho que nós reformamos mais de 50. E tem alguns ainda muito ruins. Concordo perfeitamente com você. O Vilagem... Mas, nesse momento, em construção, Então, tem o Vilage, o Boa Esperança, que é um centro de saúde bem top mesmo ali, e depois o Miriam já começando. Isso, eu 31 de março até ia fazer a pergunta, desculpa interromper. Será virar mais, provavelmente, entre novos, mas principalmente para substituir esses muito ruins estruturalmente, acho que em torno de nove, não é? Nove novos, entre o tipo 3 e o tipo 5. Será um ganho enorme, enorme. Então, eu concordo. Alguns deles que apareceu chovendo aí nessa... Bom, acho que, não sei se fazer aqui uma eleição, quem mora em casa, provavelmente 60%, 70% das pessoas choveu dentro. Inclusive na minha casa. Então, foi feito muita coisa em relação a essa estrutura. Muita coisa. Coisa assim enorme, isso aqui, o aumento. mas ainda eu concordo com você eu vi as suas reportagens eu vi quando você falou muito mal do do homo xerifado depois você voltou lá e falou muito bem do homo xerifado dos centros de saúde, alguns que são bem ok, você falou eu até queria agradecer também a sua, porque pra nós também é bom isso não fica só ouvindo a fala de diretor, é bom que as pessoas falem, você ouve, você vê. É isso que faz a melhoria das coisas. Então, a sua função que é fiscalizar, claramente, eu até agradeço. Então, eu acho que essa em relação à estrutura, eu acho que eu respondi, e gostaria que fosse assim, porque eu também não queria que ficasse sem resposta. Tá bom, tá bom, secretário. Deixa eu só avançar um pouquinho aqui, comentar esse do Guanabara, que é uma casa de aluguel também, está há três anos ali, ali realmente foi o pior lugar que eu tive, que choveu mesmo, praticamente, sim, é uma coisa dramática, porque cada cômodo do centro de saúde tem um balde, o pessoal está esperando ali para onde vai cair a goteira. Sei que é um centro de saúde novo, mas já era um edifício alugado pela saúde, então eu não sei se tem alguma possibilidade, alguma questão judicial, judicial, inclusive, para obrigar aquele proprietário a fazer a obra do telhado, que está com necessidade, ou se tem alguma outra alternativa emergencial ali. Então, só queria, nesse capítulo, manter essa questão do Centro de Saúde de Guanabara, comentar a respeito do Centro de Saúde do 31 de março. A gente fez um requerimento de informações aqui e soubemos que também está judicializado o 31 de março, porque houve uma... Deixa eu até pegar aqui. Houve rescisão contratual entre a HM56, empreendimento imobiliário, e a empresa por ela anteriormente contratada para a execução do serviço, por questões alheias a essa prefeitura. Diante da inércia da empreendedora quanto à retomada das obras, a questão encontra-se em tratamento na esfera jurídica, não há previsão para o reinício dos trabalhos. Esse dado é de 9 de setembro agora. Só porque ali também tem atrás do centro de saúde o PAICA funcionando. Então, são crianças ali, neurodivergentes, famílias, estão para ter cuidado também com a questão sanitária daquela obra, com relação às crianças que atuam ali, que recebem o seu atendimento ali no PAICA. Queria falar também, secretário, a respeito das licenças e afastamentos. O dado que foi apresentado é o dado sobre mais de 30 dias de afastamento. Um dado de 5,97% do total de pessoal, 260 profissionais afastados, para um quanto geral de 4.352. A minha pergunta é sobre se há dados a respeito de afastamentos menores de 30 dias, porque o que a gente vê também, e isso é muito grave, é a reclamação da população. O médico não foi, a gente pautou uma técnica de enfermagem aqui, esse dado é muito importante, porque esse é o cotidiano do centro de saúde, é o cotidiano da atenção básica. Então, ter esse dado também é muito importante para nós, para a gente ver o que está acontecendo, se tem regiões que estão sendo mais afetadas, para a gente dar uma resposta também mais... uma resposta mais pronta para a população. Eu tenho conversado bastante com as coordenações do Centro de Saúde também, então essa é uma demanda muito séria. Eu sei que deve ser um problema grave de gestão, deve ser difícil para a gestão conseguir realocar, até porque essa não é a proposta do SUS da atenção básica do vínculo com a médica, do vínculo com a enfermeira do vínculo com o técnico de enfermagem mas isso pega muito no dia a dia do centro de saúde e acho que é necessário uma ação nesse sentido cobrir os afastamentos de mais de 30 dias e ter uma política para os afastamentos de menos de 30 dias porque isso atrapalha muito o processo no Centro de Saúde. Sobre a farmácia, o almoxarifado, realmente melhorou, eu vejo que melhorou, o que eu tenho ouvido do pessoal das farmácias, da coordenação do Centro de Saúde, melhorou de janeiro, que foi aquele caos fevereiro, tenho conversado muito com a sua equipe a respeito disso, então agradeço também essa prontidão, Mas ainda está havendo um problema no momento do recebimento dos medicamentos Porque há muita divergência entre o que o documento expedido pela empresa coloca E aquilo que na conferência vai estar nas caixas Então as farmácias têm ficado às vezes fechado o dia inteiro Para o profissional, para o técnico farmacêutico fazer a conferência do que vem do almoxarifado para aquilo que está na nota, está expedida pelo almoxarifado, para aquilo que é a realidade das caixas de medicamentos. Caixas que vêm, às vezes uma caixa só, que mistura vários medicamentos. Então, acho que essa é uma observação que eu queria fazer aqui também, que é uma demanda, especialmente dos profissionais das farmácias nos centros de saúde. Mas melhorou. Parabéns. E, claro, tem custo aí, tem licitação e a prefeitura tem mesmo que fiscalizar bem e a gente fazer a nossa parte. Psiquiatria, especialmente no Distrito Sul também. Vou falar um pouquinho mais do Distrito Sul, que foi onde eu me foquei nesses últimos meses. A gente recebeu também uma informação aqui De que não há demanda reprimida para atendimento em psiquiatria No Distrito de Saúde Sul Onde atuam apenas dois psiquiatras Realmente é isso, secretário Porque o que a gente tem visto, conversando com as equipes É de uma alta demanda reprimida de psiquiatria O senhor falou das betes, eu concordo plenamente, essa é uma praga que, ainda bem que o presidente Lula colocou esse decreto nesse momento, essa medida provisória, não importa, não vou entrar aqui numa fala eleitoral, mas é uma praga a questão dos jovens, adolescentes, muitos relatos de jovens, adolescentes se cortando, se automutilando, então tem uma questão de psiquiatria muito séria. a questão da saúde mental, ela precisa ser uma prioridade das gestões. O que nós estamos passando depois da pandemia não é brincadeira. Então, nós temos que reforçar, reforçar o CAPES, tem todo esse debate da municipalização do Cândido Ferreira, nós vamos entrar nesse tema também, estamos esperando também passar o período eleitoral para que a gente possa entrar nesse tema de uma maneira bem feita, bem acertada. Então eu queria aqui uma atenção realmente à questão da psiquiatria, não só no Distrito de Saúde Sul, mas nos outros também. Uma pergunta aqui sobre o CS da Vila IP, já que o senhor comentou sobre as obras, acho que isso é realmente muito importante. Ali está acontecendo também as obras da reforma interna e ao mesmo tempo está sendo construído mais um pedaço ali do centro de saúde ao lado. Eu fui lá, fiz uma visita e constatei que a empresa que está fazendo a obra externa, ela já está em andamento. Isso é dado de 29 de junho. A nossa visita foi 29 de junho. Mas eu estava questionando, inclusive questionei no vídeo, se a reforma também não poderia estar acontecendo ao mesmo tempo. E a resposta que nos foi dada é que o início das obras da reforma interna não está condicionado ao avanço das obras de ampliação, não gerando impactos no cronograma previsto. Queria saber também notícias, porque a gente sabe que a população está sendo deslocada para o Ping Pong e para outros centros de saúde da região, é um problema para a população esse deslocamento, queria saber do andamento das obras ali do Vila IP. da Vila IP sobre Barão Geraldo aí eu vou imagino que aqui os companheiros vão fazer a reivindicação, a Nayara já comentou, assessora da vereadora Guida mas realmente o que está acontecendo lá é algo muito grave a gente teve a notícia de que uma profissional do centro de saúde do Vilage estava sendo deslocada lá para o Barão Geraldo mas sem a consulta ao Conselho Local de Saúde, tanto de Barão como do Vilage. Eu acho que esse deveria ser um procedimento padrão da própria Secretaria, nesses casos de urgência, de um diálogo mais forte com os conselhos de saúde locais. O SUS tem que ser de gestão democrática, tem que ser de gestão descentralizada e os usuários têm todo o direito também de se colocar, os trabalhadores têm todo o direito de se colocarem. Queria pontuar isso também Tenho mais alguns pontos aqui Primeiro a questão das mamografias A Nayara também já colocou É um drama Há mais de 10 mil exames sem laudo Então são mulheres que estão esperando Essa filha, imagina, 10 mil mulheres Para uma questão de câncer de mama Que é facilmente Não vou usar essa palavra que é muito possível de restabelecer a saúde dessas mulheres, desde que seja cuidado com urgência, se nós temos mais de 10 mil exames esperando o laudo, esperando o início do tratamento, nós temos uma dificuldade enorme aqui, porque nós estamos colocando a vida dessas 10 mil mulheres em risco. Então eu quero um posicionamento aqui da Secretaria com relação a esse problema. Tive presente, na semana passada também, ali no centro de referência Das ISTs, HIV AIDS e hepatites virais O melhor seria que houvesse uma substituição daquele prédio por um outro prédio no centro Entendi ali com as pessoas que estavam representando a gestão da Secretaria de Saúde e da divisão de IST, ZAIDS, foi tentado aluguel de vários prédios ali e que há uma mudança para a policlínica. Eu queria aqui ressaltar a necessidade do compromisso da gestão de que essa mudança seja feita em parceria, em uma comissão, onde trabalhadores do setor ali estejam representados, em que os usuários estejam representados. Não vai ser uma mudança fácil. A gente sabe de toda, infelizmente ainda, todo preconceito, toda discriminação das pessoas que vão em busca desse atendimento, especialmente de ISTs, de HIV AIDS. Então ali é um lugar no centro da cidade em que há uma certa descrição e há uma preocupação toda para a transferência para a policlínica. Então que me parece que já avançou também a preocupação da gestão de não misturar os serviços, de ter um serviço de ISTs, de HIV AIDS e de hepatites virais mais reservado, num espaço mais reservado para evitar constrangimento das pessoas. porque as pessoas podem resolver não aparecer, elas podem resolver não buscar o atendimento justamente pelo constrangimento, então isso é muito grave, eu quero ressaltar isso e também que todo o centro de referência, todos os serviços do centro de referência sejam preservados nessa nova localização ali na policlínica, Porque há também uma fala de que o serviço de odonto não será transferido na sua totalidade. A gente sabe também que tem toda uma questão relacionada a esse tratamento odontológico com essa população. Então, queria pontuar isso também. Por fim, secretário, presidente, quero falar a respeito das neurodivergências. A gente tem uma comissão, tem um trabalho feito a respeito dessa questão. Também fruto aqui, agradeço também a resposta ao nosso requerimento de informações. A nossa pergunta era, qual é o número atual de pacientes na fila de espera para esse tipo de atendimento, que é a emissão dos laudos de neurodivergências no município? e no dia 30 de abril a informação é que havia 534 solicitações aguardando agendamento para a especialidade neuropsicologia de avaliação e neuropsicologia da avaliação dos laudos das solicitações de laudos e 119 solicitações aguardando agendamento para a especialidade multidisciplinar, também é bastante gente, e eu quero finalizar aqui fazendo uma proposta que a Secretaria de Saúde possa também olhar com carinho para o PL, o projeto de lei, que eu e a vereadora Guida Calisto assinamos, propondo uma política a respeito da atenção para as pessoas neurodivergentes. O que a gente está entendendo? É que há um gargalo com relação à questão do laudo, mas que não é necessário que apenas neuropsicólogos façam essa primeira avaliação preliminar sobre essas crianças, mas que uma boa equipe multidisciplinar, que tenha terapeuta ocupacional, que tenha fonoaudiólogo, que tenha um médico da família, que tenha inclusive um contato com a própria escola, porque a gente sabe que é na escola que esses casos são detectados em primeiro momento, ou seja, que tenha toda uma política intersetorial, porque se trata de uma população que está padecendo, famílias que estão muito preocupadas, a gente sabe da judicialização desses casos, então isso vai impactar lá na Secretaria de Educação, porque a Secretaria de Educação, via Ministério público, via decisão judicial, vai ter que colocar um professor assistente ali, vai ter que colocar um cuidador para essa criança ou para esse adolescente. Então, se nós tivermos uma política que possa dar conta dessa situação de uma maneira melhor, e aí estamos absolutamente abertos e à disposição para dialogar a respeito desse projeto de lei, nós teríamos a possibilidade de dar um acolhimento para essas famílias. As mães estão desesperadas. Quem aqui é mãe ou pai de crianças neurodivergentes sabe que é uma enorme preocupação. As mães em especial, elas deixam tudo, todo o resto das suas vidas, emprego, trabalho, família. Muitas vezes os maridos vão embora, abandonam, não seguram a pressão, infelizmente. e o município tem que dar uma resposta clara para isso, isso passa pela saúde, mas não é só da saúde passa pela educação também, passa pela assistência, passa pelos conselhos tutelares, então eu queria aqui encerrar minha fala, agradecer a paciência de todos e de todas mas colocar essa questão e pedir uma atenção do secretário com relação a esse projeto de lei que a gente tem toda a disponibilidade, também a comissão de saúde, o vereador é doutor Iampo para que a gente possa avançar nessa política aqui em Campinas. Campinas tem tudo para ser uma referência nessa política. Obrigado, secretário, presidente, também ao presidente da mesa. Secretário, deixa eu só comentar, antes de você falar. A gente tinha um prazo até 11h30, nós prorrogamos até meio-dia, não podemos ultrapassar muito mais do que meio-dia. Ainda tem a colocação do munícipe que vai depois fazer alguma abordagem aqui. mas então só para, tá bom, então a gente só tem uma certa brevidade em relação a tempo, por favor. Bom, novamente eu estou agradecendo, eu acho que está sendo uma conversa bem construtiva. Eu recebi uma cola agora do IP, e ele, uma parte está sendo por um TAC, outra parte por nós mesmos, Então, tem esses desencontros, mas vai ser resolvido. Mamografia. Vamos lá. Aquele Hospital do Amor, ele nunca entregou do que pelo tamanho do prédio. E houve muita, muita, muita discussão sobre esse assunto, até que se deu que a prefeitura assume novamente a edificação. Nessa saída do Hospital do Amor, ficou acordado que eles iam assumir algumas coisas, mas no final não aconteceu isso, teve um desencontro imenso dos mamógrafos, Foi muito, muito complicado e eu acho que isso daí, hoje ele deve estar perto para ser resolvido de uma maneira definitiva. Mas o que ganha hoje, as pessoas precisam visitar, o que ganha esse Hospital do Amor, o que ele está fazendo atualmente. É muito, muito importante as pessoas conhecerem o que está sendo feito lá, principalmente relacionado com procedimento diagnóstico e principalmente relacionado com tumor de pele, que existia uma dificuldade imensa de ser resolvida, porque claramente lá está sendo uma forma imensa de tirar esses pacientes da fila. Então, esse é um lugar que, nesses próximos meses, nesses próximos anos, terá uma importância como centro de diagnóstico e oncologia imensa. É um grande prédio, é bem organizado. Então, eu vejo, mas eu acho que a mama ainda podemos melhorar bastante. As mudanças, na verdade, não está sendo só isso de mudança, Nós estamos fazendo várias mudanças, inclusive uma das coisas que está dando problema é o Sereste. Mas não vamos nem discutir por que nós estamos mudando. Nós estamos mudando, inclusive, até para melhor, ali pela Campos Salles, aquela rua ali. Então, nós estamos alugando um prédio que serão as três estruturas da Secretaria de Saúde. onde será o Sereste, Distrito Sul e mais uma vigilância. Então, ali onde era o shopping, Lorena, serão três estruturas com fácil acesso da população. também precisamos reformar essa policlínica e claramente nós estamos procurando isso para organizar e no final qual que foi a última? nossa, esse é um assunto super difícil super difícil tem erro para toda quanto é lado, mas uma das dificuldades hoje é neuropediatra, não é dificuldade da prefeitura, é dificuldade do Brasil. A PUC, que é uma estrutura bem organizada, tem dificuldade, não tem hoje, eu acho, neuropediatria, porque ela não consegue contratar. É uma coisa estranha, a quantidade de médicos formando e a gente não consegue formar neuropediatra, mas as pessoas, esse acolhimento, o diagnóstico, que elas não são feitas só pelo neuropsicólico ou neuropediatra, tem mais profissionais hoje que já fazem esse diagnóstico. Temos tentado alguns convênios que até a população que ele atende se esgotou, para ele também fazer esse atendimento do ponto de vista de estímulo às pessoas com espectro autista. É uma conversa difícil, mas eu acho que a gente uma hora vai conseguir isso do ponto de vista de estímulo para essas crianças, é que tem muito resultado. Então, acho um problema difícil de solução, principalmente pela falta de profissionais no mercado. Não é uma coisa, neuropediatra hoje, para quem quiser hoje uma consulta particular, privada, Não estou falando em convênio, também não tem facilidade de marcar. Não é uma situação simples que está se passando hoje no contexto. Não sei exatamente, tem vários motivos aí, mas não cabe aqui também. Acho que eu respondi? Ah, a compromisso de discutir esse assunto, Esse assunto, a gente inclusive, nós temos um projeto de ter uma policlínica só para essa solução, se um dia arrumasse esse financiamento, acho que está na hora de ter um assunto, mas ela brevemente, provavelmente vai ficar isso daí, Acho que o próximo secretário, com certeza, talvez vá inaugurar. Nós temos um terreno espetacular ali perto do São Bernardo para construção. Então, eu também vejo isso com bastante preocupação, tanto no exagero como na subestimal, esse problema. Eu acho que existe um problema, um grave. Acho que eu fui... Obrigado secretário é só informar que a transmissão pela TV Câmara vai sofrer uma interrupção ao meio dia devido ao horário político vou abrir para o município que está ali o senhor vai falar no microfone depois tem os trabalhadores de Barão Geraldo, depois a Nayara diz que vai fazer um questionamento pontual e a gente encerra Bom dia ainda sou Marcos Ribeiro Fidelis conselheiro local de saúde do Parque Figueira e membro do Conselho Municipal de Saúde eu pus alguns detalhes importantes Eu vi uma parte da fala que dizia da aproximação da Secretaria com o Conselheiro Municipal. Secretário, eu estou Conselheiro Municipal desde fevereiro, não vi a participação do senhor em nenhuma reunião. Eu acho que a aproximação pode acontecer por aí. Segundo, aí é uma pergunta, uma dúvida O programa Mais Médicos, ele está dentro desse total de contratações? Pelo jeito não, né? Não, tá Sobre o centro de saúde em Figueira Tivemos um caso muito grave, infestação de ratos Inclusive eu estive presente quando a equipe de controle de pragas estava lá e eu perguntei, eu tenho um certo conhecimento pela minha formação, que o rato tem hábito noturno. A gente sabe. E por que aqueles ratos estavam saindo pela manhã e pelo dia? A resposta foi muito clara. Quando a infestação é muito grande, eles saem em qualquer momento. Porque, mais a indignação nossa, que já há quatro anos a gente vem reivindicando um novo abrigo de resíduos. E isso, a prefeitura, inclusive existiu uma emenda impositiva da vereadora Guida pedindo isso. E a resposta da secretaria foi que aquele abrigo teria que derrubar e construir um novo. E quatro anos se passaram. A atração dos ratos é incrível. Eles gostam muito do lixo infectante. E eles estão jogados lá há quatro anos. Agora, a resposta que vem é que existe um ataque. Mas eu acho que, assim, dentro da TAC, qual é que vai sair essa TAC? Ela vai resolver essa questão do abrigo de resíduos? Por que não fazer já esse abrigo? Porque é urgente isso, pelo que o vereador Wagner Romão nos informa, pelas visitas, existem outros centros de saúde caminhando para o mesmo problema. Será que os ratos vão tomar conta da nossa ação? E só um detalhe, secretário. A solução de aumento de acidentes não está só na saúde. Nós precisamos de um transporte público decente que vai diminuir muito, muito, a questão de acidentes no trânsito. Obrigado. Secretário. Hoje eu elogiei a conversa que eu tive com o Wagner Romão por duas vezes. A partir do momento que o ambiente for um ambiente assim, construtivo, com certeza eu irei. então quando sentir que há um ambiente construtivo enquanto houver essa agressão que há essas coisas eu claramente não irei então enquanto a partir do momento que haverá um ambiente construtivo a presença do secretário quando puder eu acho que é extremamente importante ele fazer essa interface até o momento eu acho que não existe esse ambiente de de construtivo. Bom, a segunda é a... De novo, volta essa estrutura. Há pouco tempo, eu acho que houve uma troca, uma licitação para a nova empresa com essas controles de praga. Estou errado? Isso. Isso eu prometo que eu vou me empenhar, não sei especificamente o que era, mas, claramente, eu vou dar uma resposta um pouco mais de solução sobre esse assunto. Combinado? É isso? Agora, o posicionamento dos trabalhadores de Barão Geraldo, e depois a gente desfecha com a pergunta da Nayara. Boa tarde a todos, eu sou Thais, sou servidora pública do município, enfermeira na unidade do Centro de Saúde Barão Geraldo. A nossa presença nessa plenária hoje foi para deixar registrado formalmente a mobilização dos trabalhadores do Centro de Saúde como um direito constitucional legal de participação ativa na gestão do Sistema Único de Saúde, de uma maneira muito respeitosa, colocar afirmações aqui que representam um coletivo de servidores. E como foi muito discutido, inclusive apresentado pela gestão municipal, como metas e alvos de melhoria de trabalho, a melhoria da atenção primária, consideramos que é necessário uma gestão dos recursos que temos. Diante das tantas dificuldades apresentadas, expansão do território, alterações, mudanças na característica populacional dos últimos anos, é fundamental que nós tenhamos uma gestão participativa e resolutiva mediante os recursos que temos disponíveis, considerando eles primordiais os recursos humanos, Porque a assistência em saúde é exercida por atividade de profissionais, esses profissionais são recursos humanos que precisam de uma gestão presente, participativa, que precisam ter suas requisições registradas, ouvidas de uma maneira que seja democrática, participativa e registrada formalmente. Como trabalhadores de um centro de saúde de uma região da cidade que muitas vezes é vista preconceitosamente como uma população menos vulnerável ou menos necessitada de assistência, pelo contrário, nós gostaríamos de sinalizar que nós vivenciamos uma realidade de uma população susdependente, demandante, com altos índices de complexidade dos níveis de saúde. e atualmente a disposição de trabalhadores alocados no centro de saúde, ela é insuficiente considerando a população, de acordo com o censo de IBGE, considerando a população transitória e considerando também os documentos oficiais que a gente tem de dimensionamento, então a estruturação mínima das equipes de saúde da família, que atualmente são cinco equipes que atendem uma população maior do que a descrita pela PNAB, mas que não estão completas. Então, a recomposição mínima das equipes de saúde de família. O mínimo que possamos ter de profissionais da equipe EMULT para realmente prestar uma assistência, que seja a partir de saúde da família e com equipes de apoio, que consigam fazer um matriciamento sem ser negligente com os pacientes e uma maior transparência da secretaria. Em resposta aos nossos atos, nós não queremos solicitar apenas respostas genéricas, mas que seja considerado realmente as situações de trabalho. E como trabalhadores, sinalizar isso oficialmente é uma forma de cuidado para que não sejamos negligentes com as nossas condições de trabalho com assistência à população, que se mostrou a favor desse ato de paralisação em apoio, considerando principalmente que a sobrecarga repercute na qualidade da assistência. Então, dentro dos recursos disponíveis hoje, nós gostaríamos de solicitar que fosse aberto um momento oficial posterior em que seja discutido pontualmente a reposição dos profissionais que nos últimos meses foram retirados do Centro de Saúde? Ok, posso responder? Posso? Nós gostaríamos de deixar oficialmente a carta ao secretário. Bom, como você, como todos aqui, eu também queria viver num país ideal. Queria viver num país que nesses últimos 20 anos tivesse uma política econômica, que tivesse um PIB crescendo e que nós não vivêssemos nessa dificuldade que nós vivemos. Então, também, para mim, para os meus filhos, para os meus netos, eu queria que tivesse um país ideal. Então, aqui nós combinamos a mesma coisa, nós queríamos a mesma coisa. Do ponto de vista do que existe hoje de cobertor, nós estamos roubando, até entre aspas, tirando cobertura do vizinho, porque nós estamos gastando, em vez de 17%, 25%. Não, não, nesse quadrimestre. Não, não, não, eu estou falando agora, falei até em PIB, tem que falar anual. Bom, eu vejo, em relação a esse movimento, eu acho que ele será muito amenizado a partir do vilagem vejo a construção dele que foi muito difícil ter arrumado o dinheiro, foi muito difícil ter arrumado o terreno nós nos esforçamos muito para a construção do novo vilagem e claramente hoje o vilagem é muito ruim onde está as pessoas não procuram lá e procuram Barão Geral Então, mas quando você vê dados oficiais, Campinas era para ter, em média, por 20 mil por centro de saúde, Campinas era para ter em torno de 60, ele vai ter, provavelmente, nesses próximos cinco anos, 75. claramente ele está acima você viu hoje que foi falado que os CAPS e o atendimento de saúde mental ele está acima do preconizado agora claramente isso daí é reflexo do país é reflexo que os usuários em relação ao sistema público de saúde aumentaram e aumentaram muito. Então, cabe aqui uma crítica à gestão da saúde, mas cabe muito mais uma crítica ao modelo que vem sendo usado nesses últimos anos no Brasil. Então, agora, nós estamos fazendo... E outro assunto que eu vi que você disse que falta transparência, eu não concordo. Acho que o começo da minha fala hoje nós exteriorizamos todos os dados se quiser mais dados, tem mais dados o problema essa que foi apresentada hoje é um terço do que a gente discute tem muito mais dados nessa apresentação, mas ele levaria três horas para apresentar eu não tenho nenhum problema de ver achar que tem coisa para melhorar, e uma delas é essa região. Eu não tenho a mínima dúvida disso. E o Real Parque, que também nós vamos construir, esse tem um novo Real Parque. Já está, já tem dinheiro, já vai construir, já tem terreno. Mal ou bem, essa gestão será a gestão com o maior número de construção de centro de saúde. E aqui já passou o lado direito, o lado esquerdo, o lado do meio, será o que está engatilhado. Essa UPA que eu acho, eu vejo a menina dos meus olhos hoje, essa UPA no Campo Belo, ela será importantíssima. Importantíssima. Principalmente para os pontos de atendimento, para a mãe não ter que sair, imagina? Imagina você sair de um lugar, lá daquele lugar difícil de acesso, e vir até aqui, na região do Mário Gás. Nós temos algumas expectativas boas que será essa construção desse novo hospital. Essa vai ser um dos maiores ganhos para a população de Campinas. Nós estamos falando de um hospital de 412 leitos, O maior hospital de Campinas, maior que o HC, o HC Unicamp, maior que o HC Unicamp, com uma construção de exatamente 400, 500 milhões e com custeio, para vocês terem uma ideia de como é caro isso, um custeio do Estado e não do município, de entre 40 e 45 milhões de meses. Uma quantidade de complexidade, alta complexidade, muita UTI, muitos procedimentos cirúrgicos. Eu acho que vai amenizar, não vai resolver tudo, mas será um grande ganho. E estava na hora do Estado investir aqui mesmo, muito na hora. Essa aqui é uma região que tem uma arrecadação enorme para o Estado, é uma das regiões que menos se investe do ponto de vista per capita. Então, teve movimentos enormes e macro-movimentos que estão dando certo. Ué? Ah. Quero entrar nessa polêmica, mas, por exemplo, hoje tem 25 médicos, mais médicos que é o governo federal que banca, Ele se finge de morto. Não quero fazer discussões ideológicas aqui, mas as pessoas não sabem, mas hoje a saúde mental, que foi toda a confusão do campo, e nós não fizemos porque nós quisermos isso, mas a saúde mental hoje é bancada por 10, 15% do governo federal. O resto é todo o dinheiro do contribuinte de Campinas. Então, tem muitas coisas que são desacertos. Essas coisas macro, se resolvessem, seria muito bom para todos. Se me perguntar, eu acho perfeito? Não, eu acho que é longe de ser perfeito. Secretário, só pela ordem aqui, presidente Eu sei que estamos já com o tempo avançado Mas eu queria solicitar realmente Aqui de pronto Uma atenção especial Para o Centro de Saúde de Barão Geraldo Um diálogo da gestão Com os trabalhadores Os servidores lá Eu escutei hoje, por exemplo, na rádio CBN A nota da prefeitura Dizendo que as equipes Estão completas, não é a realidade Aqui está colocado uma recomposição imediata do quadro de médicos das equipes, são cinco equipes, no momento apenas três contam com médica, duas dessas estão em vias de exoneração, aposentadoria, então, requerimento aqui pela contratação de quatro médicos concursados, com jornada de 36 horas semanais. é uma situação assim, é muito raro a gente ver paralisação de servidores como eu vi hoje lá em Barão Geral então é necessário uma atenção especial, quero solicitar aqui ao secretário que possa fazer o recebimento realmente dessa carta e um diálogo com os servidores ali do centro de saúde só para finalizar agora na Yara depois a gente encerra aqui a reunião muito obrigado aos servidores da Unidade Básica de Barão Geral. Tem justamente, a minha pergunta já estava lá com ela desde quando eu terminei de falar, que eu lembrei que eu queria fazer essa pergunta, e ela tem tudo a ver com essa questão do movimento de paralisação de Barão Geraldo, que é o financiamento feito pela prefeitura, através do FIIs, que a gente sabe que foi feito da Caixa Econômica Federal, através da Caixa Econômica Federal. E a última notícia que nós tivemos, quais são as unidades que estão contempladas no FIIs? O Carlos Gomes, o Real Parque, na área de cobertura de Barão Geraldo, o Vila Rica, seria um novo Vila Rica, o São Judas, na área de cobertura do Ipausurama, o Sousas II, que seria na área de cobertura de Sousas, o CAPS-IJ na norte e a UPA-Leste, na região da Vila Nogueira, Araújo da Paz. Nós estamos sem informação, o que a gente sabe? Que no dia 1º de setembro estava prevista o início da licitação para esses procedimentos dessas entidades, foi essa informação que eu obtive, e fizemos uma reunião com a Secretaria de Finanças para entender como é que vai ser o processo de desenvolvimento das obras, porque são sete obras ao mesmo tempo, e para nós é muito importante que, com tudo isso que a gente está vivendo, com o esgarçamento das relações e das dificuldades do Barão, é um exemplo de tudo o que está acontecendo, em Sousa está acontecendo a mesma coisa, enfim, todas as áreas de cobertura onde há uma sobrecarga do trabalho de equipe, é real essa necessidade que esses centros de saúde tenham essas obras iniciadas o quanto antes. Então, a gente precisa de ter uma resposta de quando é que esse procedimento inicia. E a informação que eu tive, que a gente teve, de uma reunião que a gente fez com o secretário de Finanças, é que essas obras poderiam, não tem problema nenhum para a Prefeitura ter um processo delas acontecerem simultaneamente. Para nós seria o ideal, porque é grave demais as situações. Inclusive a UPA Leste está substituindo a UPA, que seria no centro da cidade, a unidade do centro, todo mundo sabe o quanto ela é sobrecarregada de pessoas, muito parecido com o jeito que funciona o Barão Geraldo, com a transitoriedade de pessoas ali naquele território. Então, porque foi fechada uma UPA centro e não foi colocada uma UPA no lugar, e ela seria lá na região leste, ou seja, ainda permaneceria um problema na região centro, do centro. Então, eu queria saber dados mais atuais em relação a esse financiamento para poder efetivar as obras que a gente precisa delas para ontem. Bom, eu tenho aqui, mas eu só queria, como você fez uma alusão a essas construções, Bom, claramente você também sabe que hoje o custeio é muito mais complicado que construção. Há 35, 37 anos atrás, o governo federal colocava na saúde pública dos municípios em torno de 70, 72% do financiamento. Há 30 e poucos anos atrás. Você sabe disso. Hoje, o governo federal não coloca 21% em Campinas. Então, o que houve desses 40, 30, 40 anos, foi um assalto em relação à saúde pública feito pelo governo federal. E aqui, governo federal, eu estou falando todos que passaram. Então, hoje, o governo federal faz um aporte de 21% no município. então a fazer essas construções que é muito fácil quando você compara ao custeio é tranquilo e eu acho que o governo federal não está fazendo mais que obrigação o mínimo que ele devia fazer é isso mesmo está na hora de investir em saúde eu vou como é uma resposta técnica eu vou até deixar que a A coisa tem essa resposta, por isso eu não saí sem resposta daqui. Inicialmente é importante falar que todas essas obras a gente pleitiu através do PAC, onde de fato o governo federal iria financiar, e a gente não foi contemplado. Então acho que essa é uma questão importante. A segundo ponto é que aí está sendo pleiteado através do FIS, que é um financiamento que a prefeitura vai fazer e vai, esse custo vai ficar para a prefeitura, não é recurso federal, né, então mais uma vez esse ônus volta para a prefeitura e ele ainda está em tratativas, tá, então a gente ainda não pode nem abrir processo licitatório porque a gente ainda não tem assinatura do contrato entre a prefeitura e o banco. Então, estava lá em tratativa da Secretaria de Finanças, inicialmente com o BNDES, depois caminhou para a Caixa, e a gente está aguardando essa finalização. A proposta é utilizarmos as plantas que já são adotadas pelo Ministério, pelo menos por centros de saúde, porque a gente já tem toda a pasta técnica disponibilizada. A UPA nós não temos pasta técnica do Ministério, então a gente vai provavelmente utilizar uma planta que nós temos. E aí, com isso, assim que destravar esse processo, já estamos alinhados com a Secretaria de Finanças, todos os trâmites que a gente pode adiantar, a gente já adiantou, a gente já pediu para eles fazerem plano altimétrico, implantação da planta nos terrenos que estão escolhidos para essas ações, só que processo licitatório é só a hora que de fato for assinado o contrato e aí a informação que eu tenho é que isso ainda está em tratativa com o banco para que possa ser feita essa assinatura, então breve seja feita a gente vai destravar Amanda, todos os trâmites licitatórios e estamos bastante alinhados com a Secretaria de Infraestrutura Obrigado Erika sua colocação final ali para a gente encerrar, gente. Temos realmente que encerrar. Olá, bom dia a todos. Prometo que vou ser extremamente sucinto. Daqui a pouco vamos almoçar. Eu gostaria só de entender algumas coisas que talvez não tenham ficado totalmente claras para mim. A primeira colocação é que, pelo que eu entendi, o senhor secretário falou com entusiasmo de uma certa conquista de não ser mais obrigatório que com a exoneração a aposentadoria seja contratado uma quantidade de funcionários anterior eu queria entender se realmente o senhor considera isso uma conquista essa resolução administrativa eu vou fazer as colocações antes da sua resposta deixa eu falar, o senhor não entendeu claramente o senhor não entendeu o que eu disse que hoje Hoje, a dinâmica de uma gestão, ela muda. Nesse momento, eu preciso de uma psicóloga e essa psicóloga se aposenta, mas o contexto do serviço está precisando de uma fonoaudióloga. Esse tipo de mudança em relação ao perfil, hoje nós temos essa autonomia de ser feita. Então, não é dois por dois, ou pode ser dois por três, dependendo um pouco do contexto que nós estamos fazendo naquele momento. De acordo com a necessidade da comunidade, eu entendo. Então, eu estou comemorando a facilidade da gestão. Ah, justo, sim. Bom, eu concordo que o problema global não é só da gestão dos recursos. Inclusive, é bem claro que a falta de recursos para serem administrados é uma problemática. A gente viu no estado de São Paulo quatro anos de um governo num projeto de autarquização, como aconteceu em Sumaré, como aconteceu em várias cidades do estado de São Paulo, e que, com certeza, demonstra um posicionamento claro de olhar a saúde pública como um gasto e não como um investimento da saúde. Eu queria saber como nós, enquanto população, também os trabalhadores dos serviços de saúde e a Secretaria de Saúde do município, podemos trabalhar juntos para conseguir fazer pressão no governo estadual para poder receber mais verba e conseguir fazer essas contratações que são tão importantes para a população. E com isso, será que seria necessário que todos os centros de saúde fizessem greve simultaneamente? Será que a gente vai precisar de recursos mais hostis para conseguir esse direito nosso, que é o direito a uma equipe de saúde, de estratégia da família adequada para fazer o cuidado da população? é nada mais do que um direito garantido pela nossa Constituição. Eu queria saber como que, de vez de o senhor nos trazer resultados e números para dizer que não consegue fazer nada, como que nós podemos fazer juntos algo para conseguir melhorar a assistência atual da cidade. Bom, não quero entrar em polêmica com você. A primeira fala, eu acho extremamente desagradável. nós trabalhadores, quando você fala nós trabalhadores, nós trabalhadores quem? eu trabalho há 45 anos então não acho essa fala não é sua, todo mundo aqui é trabalhador então quando você fala dessa forma é uma agressão é uma agressão todo mundo aqui trabalha muito eu concluí essa é a primeira fala você fala nós trabalhadores, é nós nós todos aqui Sim, Mônica trabalha há 50, 60 anos, e a vida vai. A segunda é a que você colocou... A única coisa que não falta na saúde... Existe muita conversa, diálogo, conversa, gestão. Não é simples a gestão. Às vezes, a gestão precisa de decisões urgentes que acontecem. No Paranapanema, que caiu lá, num domingo à tarde, todo mundo estava em casa fazendo isso ou fazendo aquilo, todo mundo se mobilizou para ir fazer isso, para fazer aquilo. Então, ela precisa de decisões urgentes. E, às vezes, você precisa passar por cima. Então, é isso, eu entendo que se é jovem, tem filhos na sua idade, e eu sei que às vezes... Mas decisões às vezes precisam ser tomadas imediatamente, principalmente quando exige risco de vida, risco disso, risco daquilo. Então, eu só queria corrigir, me irrita profundamente quando acha que vocês são trabalhadores e nós somos patrões. Eu não sou um patrão. Deixa eu falar, eu tenho 45 anos de serviço público, eu nunca trabalhei no privado. Fui professor da universidade por 41 anos. Foi eu que implantei o Hospital Estadual Sumaré. Então, eu sei, sinto muito o que está acontecendo, apareceu agora, depois eu saí de lá como coordenador em 2013. 2013, sinto muito as vezes que acontece, apareceu no IPTV essa semana, mas faz parte do ciclo. Sinto muito, senhor secretário, pela falta de clareza da minha fala, mas com certeza, eu estou considerando o senhor como trabalhador e todos aqui, por isso que a minha pergunta é direcionada como nós, e nós eu incluo todos aqui, não só os trabalhadores das UBS, dos centros de saúde, mas também aqui da gestão e todos que estão envolvidos na área da saúde, como nós podemos trabalhar juntos para resolver o problema. Eu acho que, assim como a fala do nosso companheiro, o senhor fugiu da minha pergunta e fugiu da pergunta dele apenas pela forma como nos comunicamos. Eu sei que médicos têm uma dificuldade de fazer o linguajar popular, mas eu gostaria que o senhor respondesse a minha pergunta. Como juntos conseguiríamos resolver a questão do orçamentário? Bom, é o diálogo, mas eu acho que eu podia marcar uma outra reunião, porque esse assunto é longo e filosoficamente podemos conversar de uma forma estrutural e profunda, e eu acho que era importante você também ter algumas respostas. Perfeito Bom, vamos já caminhando para o encerramento Mais uma vez gostaria de agradecer A presença do vereador Wagner Romão Esteve aqui, contextualizando Alguns fatores Importantes aqui da nossa saúde Agradecer a presença do secretário Laércio Zambon Agradecer a presença do presidente Da Rede Mário Gato, Sérgio Bizzoni E agradecer mais uma vez pela brilhante apresentação da Erika, do Reinaldo e do Henrique. Na verdade, acho que finalizando aqui, é importante que a gente diga que todos vocês, servidores da Secretaria Municipal de Saúde e Rede Mário Gatti, parabéns pelo trabalho, parabéns por tudo que vocês têm feito, realmente é difícil, é complexo, como o secretário muito bem disse aqui, é uma cidade com uma geografia que dificulta bastante, ela é muito ampla, tem muita população e a questão da SUS dependência em aumento realmente complicou bastante esse cenário. Então, é uma fala do secretário muito apropriada de que a população vem sim se tornando mais carente e muitas pessoas que tinham convênio e esses convênios compartilhavam esse atendimento junto ao SUS e infelizmente isso está mudando bastante e a gente entende que essa condição dificulta o trabalho de todos vocês que com brilho no olho acordam todos os dias de manhã conforme o secretário também disse com muita propriedade, todos nós aqui somos trabalhadores e estamos realmente lutando para que a saúde cada vez melhore mais. O Mario Gatti é um exemplo claro disso, com aumento de acidentes, aumento de cirurgias que não estavam no cronograma isso dificulta e encarece muito o serviço. Então mais uma vez, muito obrigado pela presença de todos e tenho certeza de que a cidade vai continuar trabalhando para uma saúde cada vez melhor. aqui no nosso município de Campinas. Uma boa tarde a todos. A audiência pública de 2026 que hoje teve a apresentação das contas do SUS aqui do município de Campinas relacionadas ao segundo quadrimestre de 2026. Estou aqui com o vereador que presidiu a audiência, vereador doutor Ianco. Seja muito bem-vindo, boa tarde. Vereador, a partir do que foi nos mostrado aqui durante essa manhã, quais pontos merecem a atenção da Câmara de Campinas e da Comissão de Saúde? Enfim, foi uma reunião muito acalorada, bastante importante em termos de discussão, tivemos a contribuição de muitas pessoas que aqui oportunizaram os seus comentários, enfim, acho que traz um cenário de algumas virtudes e alguns ganhos que a Secretaria tem conseguido conquistar, o número de vacinação tem aumentado sobremaneira, E também traz algumas apreensões, principalmente pelo aumento da utilização do sistema único de saúde, pela condição de carência da população, onde muitos munícipes que antigamente tinham convênios ou planos de saúde e hoje tem que utilizar o SUS. Isso infla bastante o sistema e, obviamente, ao inflar o sistema, dificulta o atendimento e encarece muito o custeio por parte da prefeitura, principalmente, que é a maior patrocinadora da saúde. Obviamente, deveria ser compartilhado com o governo do estado e com o governo federal, mas a cidade de Campinas, através da sua gestão, do prefeito Dario e do vice-prefeito Vandão, tem que custear grande parte desse empenho destinado à saúde. Então, isso complica um pouco o cenário, mas a gente vê que o pessoal, todos os trabalhadores aqui da Secretaria Municipal de Saúde estão muito compenetrados para que esse sofrimento seja cada vez menos sentido pela população. E, além disso, também teve as discussões aqui, vereador, relacionadas aos acidentes que também sobrecarregam o atendimento aqui no município de Campinas, atendimento na saúde. quais são os próximos passos que a Comissão de Saúde aqui da Câmara Municipal de Campinas pode tomar até a próxima apresentação desses resultados? Então, na verdade, nós como Comissão de Política Social e Saúde, nós temos realmente esse afim, essa condição de tentar discutir que maneira a gente pode tentar ajudar o município. Uma grande solução, eventualmente, seria com maneiras educativas, principalmente para aqueles motoristas, principalmente quem usa motocicletas, que são a grande parte dos acidentes, principalmente com jovens que são motoristas de motocicletas. Isso tem, muitas vezes, tirado a oportunização de cirurgias eletivas. Então, um exemplo, o paciente vai operar um fêmur de maneira eletiva, está marcada a cirurgia, essa cirurgia é cancelada porque aconteceu um acidente e aquele motoqueiro vai ter que ser operado na frente desse paciente que teria sua cirurgia agendada. Então, talvez, medidas educativas para que a gente consiga conscientizar esses motoristas de que menor velocidade, mais cuidado, mais zelo pela sua condução talvez facilite bastante essa condição. Tá certo, então, vereador. Muito obrigado e obrigado pela disponibilidade. Tinha um tempo de conversar com a gente. É isso aí. Eu que agradeço a todos vocês e a todos que estão nos assistindo e essa brilhante audiência que nós tivemos aqui hoje. Muito obrigado. Confirmando então, encerrada a 29ª audiência pública de 2026 Nós vamos interromper a nossa transmissão ao vivo Mas você continua com toda a programação da TV Câmara Campinas Agradeço a sua audiência TV Câmara, Campinas
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
30:14

Eleições 2026 - 1ª Entrada Tarde

14:31

Café com o Presidente

36:59

Saúde é Vida | Transtornos de Aprendizagem

30:05

Ser Empreendedor | Empreendendo Com Cosméticos Artesanais

36:48

Por Dentro da Câmara | Secretaria Geral da Câmara

30:45

Conexão Cultural

58:23

Questão de Ordem | Projetos Causa Animal Câmara

43:21

Ponto de Vista | Brasil Está Envelhecendo: Os Desafios de uma Nova Sociedade