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e TV Câmara Campinas. Boa tarde a todos, a todas. Boa tarde ao pessoal que tá nos assistindo também pelo Zoom, prazer ter vocês também conosco. Essa é a segunda reunião da Comissão de Estudos para avaliar, acompanhar e subsidiar a construção do Plano Municipal de Educação, alinhado ao novo Plano Nacional de Educação, Lei 15.388, de 2026. Essa comissão é uma comissão oficial da Câmara Municipal de Campinas, criada pelo requerimento 1469, de 2026, e nós estamos aqui na Escola Municipal de Ensino Fundamental a professora Silvia Simões Magro, aqui no Jardim Pau Surama, para realizar a segunda reunião dessa comissão de estudos, que terá o tema Participação, Controle Social e Gestão Democrática na Educação Pública. Nosso objetivo aqui é que a gente possa colaborar com a construção da nova edição do Plano Municipal de Educação, que é um plano decenal. Ou seja, nós estamos aqui pensando, a partir do Plano Nacional de Educação, que foi aprovado agora em abril, em nível federal, qual é a contribuição de Campinas para o Plano Nacional. Então nós vamos ter que pensar aqui o que nós vamos propor em termos do município de Campinas. Hoje é um debate muito importante, que é o debate, portanto, da participação, controle social e gestão democrática na educação pública. Eu quero agradecer aqui a Laura Rondinella, que é presidente do conselho das escolas municipais, que é um instrumento muito importante da participação social do nosso município, aqui no nosso sistema municipal de educação. Quero agradecer a Cristina Astolfi Martins Roncada, diretora aqui da escola Obrigado por nos receber, viu Cristina E quero aqui agradecer ao Pietro Dias de Oliveira, que é do Grêmio, daqui da escola Obrigado, viu Pietro, pela tua vinda aqui, está no sétimo ano E depois você vai falar, está na gestão New Vision Muito bem, recém eleita Eu quero começar, iniciar, falando do Depois, a ordem das nossas conversas aqui Acho que eu vou passar para a diretora aqui Para ela poder fazer uma saudação Para a Laura também, para o Pietro E depois eu faço o início aqui da nossa conversa Por favor, Cristina Boa tarde, gente. Boa tarde a todos que estão nos acompanhando. É uma honra receber o colegiado aqui. A gente sabe da importância da participação também da comunidade nessa construção. Não só dos profissionais e outras pessoas que participam do colegiado, mas também da comunidade poder ouvi-los. Então, seja todo mundo bem-vindo aqui comigo na escola. e que a gente possa construir aqui nesse momento pautas significativas para esse plano que vai ser elaborado. Muito bem, Cristina, muito obrigado. Pietro, vou passar para você agora, para você fazer o uso da tua palavra, tá? Fazer a sua saudação. Peraí, deixa eu colocar aqui para você. Pronto. Boa tarde a todos. Muito obrigado pela presença de todo mundo. Eu sou do Grêmio, da chapa New Vision. Essa é a primeira vez que essa chapa nossa foi eleita aqui na escola. Está ótimo. Está ótimo. Daqui a pouco você fala mais. Eu não tenho muito o que falar, porque eu não sou muito bom de falar. Mas é isso, muito obrigada a todos. Essa é a minha primeira vez na frente das câmeras. Falou muito bem. É isso aí, Pietro. Obrigado. Eu vou aqui passar para a Laura, para a saudação dela também. Boa tarde a todos. Primeiramente, agradeço o convite que foi feito. Meu nome é Laura Rondinella. Eu sou presidente do Conselho das Escolas Municipais de Campinas, representando o segmento mães e pais responsáveis legais pelas crianças. Eu sou mãe de uma criança da educação infantil, eu estou à frente do conselho há mais ou menos quatro anos, estou no meu segundo, segunda plenária, e é uma honra vir representar não só o conselho, mas essa visão da comunidade local da escola. Eu acho que, como mãe, eu tenho uma leitura do chão de escola que eu posso trazer e contribuir para o debate, para o plano municipal. Eu faço parte do Conselho Municipal de Educação também, do Fórum Municipal como suplente. Então, a gente está aí para construir junto. Muito obrigada. Obrigado, Laura. Então, deixa eu só falar um pouquinho do que é uma Comissão Especial de Estudos, Pietro, para todo mundo entender. A Câmara Municipal tem uma instituição interna, que é a Comissão Especial de Estudos. Então, cada vereador tem a possibilidade de identificar um tema importante e dizer, opa, esse tema eu quero estudar, para a gente poder dialogar com a comunidade, com a sociedade, com os outros vereadores, às vezes até com o governo municipal também, com o executivo, para a gente poder se debruçar sobre um tema e trabalhar nele com tranquilidade. Porque as coisas na Câmara, às vezes, são muito rápidas. Mas a Comissão Especial de Estudos tem a vigência de 180 dias, ou seja, seis meses. E a gente conseguiu aprovar essa Comissão Especial de Estudos com 11 assinaturas de vereadores, depois foi aprovada na mesa, diretora da Câmara, em uma sessão. E os partidos políticos, eu sou presidente, porque eu propus a comissão, eu sou do Partido dos Trabalhadores. E os partidos políticos que tinham vontade de também participar dessa comissão, se propuseram. Então a comissão também é formada por outros quatro vereadores. O vereador Benelima, que é do Partido Liberal, PL. O vereador Doutor Ianco, que é do Partido Progressista, PP. O vereador Paulo Haddad, que é do PSD. E o vereador Roberto Alves, que é do Republicanos. Eles não puderam estar aqui hoje, que pena. Pior para eles. E nós vamos aqui fazer o nosso debate, e depois a gente vai gerar um relatório para depois apresentar também como contribuição ao plano. Eu vou começar falando do que é, no nível nacional, esse tema da participação, controle social e gestão democrática da educação pública. Vou tentar ser bem breve aqui, depois eu passo para a Laura, depois a gente passa para vocês todos poderem se manifestar também. O tema da participação é o objetivo 18 O objetivo 18 é o seguinte Asegurar a participação e o controle social No planejamento, na gestão democrática da educação pública No monitoramento e na avaliação das políticas educacionais Tendo em vista a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem Esse é o objetivo geral E ele tem três metas Que são as seguintes assegurar que todos os diretores de escolas públicas sejam selecionados por meio de processo seletivo fundamentado em critérios técnicos, de mérito e de desempenho, seguido de escuta da comunidade escolar. A segunda meta, a meta 18b, assegurar que todas as escolas públicas da educação básica tenham conselhos escolares instituídos em pleno funcionamento, em consonância com a lei 14.644, de 2 de agosto de 2023, com a participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar. Essa lei é bem recente, de 2023, e ela realmente foi uma luta para conseguir aprovar, incluir na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, essa legislação sobre conselhos escolares, que dá uma série de parâmetros de atuação e de composição dos conselhos escolares. E a meta 18c, que diz o seguinte, assegurar que todos os entes federativos tenham fóruns de educação como instâncias permanentes de participação social, instituídos por lei em funcionamento. Campinas tem o seu Fórum Municipal de Educação, mas não são todas as cidades que têm, e muito menos os estados, imagino que a maioria deve ter. Mas não são todos os municípios que têm esse Fórum Municipal de Educação. Eu vou falar aqui agora das 12 estratégias. Peço a paciência de vocês aí, mas aqui tem alguns elementos que eu acho que são importantes para o nosso debate também. A estratégia 18.1 é a seguinte, instituir e implementar, em regime de colaboração, diretrizes nacionais de qualidade da gestão escolar democrática na escola pública, abrangidas dimensões como a capacidade administrativa, a pedagógica e de diálogo com a comunidade local, a qualificação profissional, a proposta de gestão para a escola e as desigualdades comuns à sociedade brasileira. Então, fala de qualidade da gestão escolar democrática. Às vezes a gente pensa só no quantitativo, tem conselho, não tem conselho, aqui está se pensando em qualidade da gestão escolar democrática. Estratégia 18b, instituir em regime de colaboração política nacional de desenvolvimento para a gestão escolar democrática, com diretrizes e parâmetros destinados a referenciar as competências necessárias ao trabalho dos gestores e promover a garantia de participação de todos os profissionais da educação no projeto pedagógico e de mais instrumentos de planejamento, com fundamento no princípio da gestão democrática na educação pública e com base na utilização de dados educacionais para a tomada de decisão. Então, aqui também se fala da gestão escolar democrática, mas está relacionado às competências do trabalho dos gestores para justamente promover essa gestão democrática. Dados educacionais para tomada de decisão, outro ponto importante. Estratégia 18.3, fomentar por meio de cooperação intergovernamental a oferta de formação específica em gestão democrática e garantir que todos os gestores sejam avaliados de forma regular e periódica, com garantia de publicidade, e transparência acerca dos critérios de avaliação nos termos de suas respectivas carreiras. Tem uma coisa aqui importante, que é a ideia de que a gestão democrática não é uma coisa que se aprende assim, que todo mundo nasceu sabendo. Pietro, também não é todo mundo que nasceu sabendo como é que organiza um Grêmio. A gente vai aprendendo aos poucos, e às vezes até a gente tem curso para isso. Então, fortalecer essa ideia de uma formação específica em gestão democrática. Estratégia 18.4. Asegurar a efetivação da gestão democrática da educação por meio das instâncias colegiadas intraescolares e extraescolares, para as quais sejam garantida a autonomia e fomentada a qualificação de seus membros, com apoio técnico e financeiro e fortalecimento da participação social. Então, tanto dentro da escola, os conselhos de escola Como fora da escola O Conselho Municipal de Educação O Conselho das Escolas O próprio fórum E também dentro da escola o próprio Grêmio Que é um momento de organização dos estudantes Ele também está sendo lembrado aqui 18.5 Asegurar as condições adequadas ao funcionamento de conselhos escolares Agora focando nos conselhos escolares para a elaboração, implementação e avaliação do projeto pedagógico e do material didático, bem como dos demais instrumentos formais de planejamento da escola, garantida a representatividade e ampla participação dos vários segmentos da comunidade escolar. Então, tudo o que tem a ver com a sustentação também do funcionamento dos conselhos escolares. Estratégia 18.6. Incentivar o devido financiamento público. E assegurar as condições para o funcionamento regular dos fóruns de educação, como instâncias permanentes e representativas de participação social na elaboração, no acompanhamento e na avaliação dos planos decenais de educação. e de coordenação e articulação das conferências de educação, orientadas por estudos acadêmicos, estatísticas e indicadores oficiais, garantida a representatividade e com plataformas digitais amplamente acessíveis para a participação popular no monitoramento dos planos decenais de educação. Isso aqui também eu comentei na primeira reunião nossa, na semana passada, que é exatamente isso. Olha, não basta fazer o plano municipal de educação. Assim como no nível federal existe o INEP, que está vinculado, está responsável pelo monitoramento das metas, aqui também no município, a partir do Fórum Municipal de Educação, tem que ter toda uma, um instrumental para acompanhamento dessas metas no nível municipal. Instrumental, informações, etc 18.7 Asegurar a elaboração do projeto pedagógico Como orientador da gestão escolar democrática Articulando as necessidades locais E garantindo a participação da comunidade Importantíssimo A questão do projeto pedagógico da escola 18.8 Estabelecer mecanismos de comunicação e de convivência entre a equipe escolar, os estudantes, os pais ou os responsáveis, com o objetivo de fortalecer os vínculos entre a escola e a comunidade e de prevenir e combater a violência em âmbito escolar. Muitas vezes falta uma comunicação da direção da escola, com os pais, com as mães, com os próprios estudantes. Isso é fundamental. Se a gente não tiver comunicação, não tem participação, não tem gestão democrática. Estratégia 18.9, promover processos e instrumentos de autoavaliação participativa das escolas públicas, bem como de monitoramento no âmbito do projeto pedagógico e nos demais instrumentos de planejamento escolar relativos aos vínculos entre escola e comunidade. Então, autoavaliação participativa que possa envolver também a comunidade nessa tarefa. 18.10, já faltam só três. Criar mecanismos de apoio técnico às instâncias colegiadas, para a elaboração, o acompanhamento e o controle social das políticas educacionais, assegurados o interesse público, o compartilhamento de experiências com a difusão de boas práticas e a disseminação de instrumentos destinados à ampla participação da sociedade em favor de uma educação de qualidade. 18.11, implementar em todos os territórios, especialmente nos indígenas quilombolas, do campo, das águas e das florestas, e nas periferias urbanas, políticas públicas intersetoriais que promovam escuta, inclusão e equidade na garantia do direito à educação. Tem todas as especificidades com relação aos indígenas quilombolas, as pessoas do campo, etc., e das periferias urbanas, e tem uma questão importante aqui, que é a intersetorialidade. Muitas vezes não, a escola sozinha não vai dar conta de todas as questões que envolvem a própria comunidade escolar, precisa dialogar com o centro de saúde, precisa dialogar com o centro de referência de assistência social, o conselho tutelar, a questão do meio ambiente, a própria guarda municipal, enfim. E tantos outros, a cultura E por fim a estratégia 18.12 Garantir e ampliar os mecanismos de transparência Acesso à informação e controle social Sobre as atividades do FNE E das conferências Do Fórum Nacional de Educação E das Conferências Nacionais de Educação, CONAI Incluindo, entre outros, a divulgação pública de atas e dos documentos produzidos assegurando a participação efetiva da sociedade no acompanhamento e na fiscalização dessas instâncias. Então, são essas 12 estratégias para o cumprimento das metas, as metas que estão relacionadas. Só para lembrar, a questão de assegurar os diretores das escolas públicas sejam selecionados e que tenha escuta da comunidade escolar, que as escolas também tenham o pleno funcionamento dos conselhos escolares e que também todos os entes federativos tenham fóruns de educação como instâncias permanentes. E aí, claro, cada estratégia vai dizer respeito a uma dessas especificidades para conseguir obter essas metas. E lembrar, claro, que eu já passando para a Laura, para a fala dela, que nós não precisamos nos limitar a essas questões que eu apontei aqui, de nível nacional. É importante a gente tê-las como uma referência, mas cada município, cada estado vai ter também as suas próprias características. Ou seja, a gente pode também, a gente pode não, a gente deve pensar em Campinas especialmente, com relação à democracia e à gestão democrática, para as nossas escolas aqui, quais são os desafios para nós aqui de Campinas. Então, essa é a minha primeira fala. Eu quero passar aqui para a Laura, de novo, já agradecendo a disponibilidade dela. Laura, por favor. Bom, boa tarde de novo. O que eu vim trazer um pouco hoje, para quem não sabe, o Conselho das Escolas Municipais de Campinas é um colegiado que reúne representantes dos conselhos de unidade. Então, para fazer parte do nosso conselho, As pessoas precisam ser representantes dos segmentos pais, professores, funcionários, gestão. E a gente faz eleições a cada dois anos, mas também fazemos eleições de recomposição. Então, a gente consegue fazer esse compilado dessa leitura que os conselheiros de unidade vêm trazendo para a gente e que as escolas também buscam. Então, na sua leitura de metas e estratégias e os seus comentários, você já foi trazendo muito do que a gente vem escutando ao longo desses anos, não só na minha gestão, mas nas anteriores. E a gente vem trabalhando principalmente em cinco pontos que foram os mais trabalhados nos últimos anos no Conselho, que foi exatamente gestão democrática, a gente tem debatido muito isso no Conselho. a educação integral, falando das escolas de educação integral e um pouco da educação infantil, a educação infantil como um todo, as condições de trabalho de docentes terceirizados e a questão das privatizações e das estruturas físicas. Foram ações recorrentes que a gente teve nos últimos quatro anos do Conselho. Então, nesse ponto da gestão democrática, o que a gente tem trabalhado muito? Agora, segunda-feira, a gente tem um encontro dos conselheiros. Infelizmente, dessa vez, o conselho não foi convidado para participar da organização, mas a gente está na nossa segunda edição de encontro de conselheiros. Então, a gente tem avaliado que a formação de conselheiros é imprescindível nessa construção democrática. A gente sente que muitas pessoas chegam na escola, principalmente o segmento que eu represento, que são os pais, sem o conhecimento que a gente precisa para a participação. A gente não conhece os nossos direitos, a gente não sabe que lugar que a gente pode ocupar no conselho, tem muitas dúvidas, tem essa falta de conhecimento, de informação, e isso poderia ser sanado com formação. Da última vez a gente teve uma formação, no ano passado, se eu não me engano, em 2025, a gente teve uma primeira formação com a UNCME, foi muito rico para a gente começar a entender os nossos lugares de atuação. Eu tenho feito alguns cursos do AVAMEC, por exemplo, de construção de conselhos, até dessa nova adequação que vai ter dos fóruns na cidade, que seria uma representação diferente do que a gente tem hoje no Fórum Municipal. Então, a gente acredita que a gente precisa focar nessa formação de conselheiros E o que a gente tem debatido lá no conselho é que só o conselho das escolas A gente não tem perna para fazer isso sozinho, um colegiado de representação voluntária Então, precisa dessa comunicação entre instâncias Então, é conselho das escolas, é conselho de unidade, é fórum municipal, é conselho municipal É um, que são as entidades de fora Então, essa comunicação entre todas essas entidades que envolvem educação, ela é necessária para a gente fazer essa formação. A gente tem muito material que os conselheiros foram construindo ao longo do tempo, mas a gente precisa descobrir uma maneira de chegar a todas as escolas, né? Talvez através da TV Educa, vira e mexe a gente vai tendo algumas ideias e a gente precisa colocar isso mais no papel. Recentemente a gente trouxe para falar no conselho representantes do núcleo de avaliação e do LOED, da Unicamp, e eles pontuaram muito a importância da CPA na escola. Eu acho que ela é também um pouco desconhecida para quem entra na escola, talvez ela seja mais conhecida para a gestão, para quem participa, como servidor da rede, mas os pais têm um pouco de dificuldade de entender. Mas ela é um instrumento de avaliação própria da escola interna E ela tem um potencial muito grande Então eu acho que estreitar essa comunicação entre a CPA e o conselho é muito importante E a gente ampliar isso para a comunidade escolar A comunidade precisa saber o que a CPA está fazendo E a CPA precisa consultar a comunidade para ter essa troca Então, e aí para além disso, o nosso diagnóstico da formação de conselho das escolas foi ao longo desses últimos anos, que a eleição de começo de ano, ela ainda está um pouco deficiente, ela não acontece de maneira democrática, às vezes ela é por indicação, às vezes ela segue o que tinha sido feito do ano e só vai recompondo quem saiu. Então, seria importante a gente focar nessa formação e na informação de que o conselho existe nesse começo do ano. Principalmente na educação infantil, que são pais recentes. Eu acho que na educação fundamental, os pais já estão ali na rede faz um tempo. Então, a desburocratização das reuniões, talvez a ampliação desse horário, a flexibilização dos horários para todos os segmentos poderem participar. E tirar um pouco desse aprovação de contas da reunião do Conselho. Ela se tornou reuniões muito burocráticas, onde a gente vai lá só para ver o que foi comprado, assinar a aprovação de contas e sugerir compras, mas pouco debate do regimento interno, do Conselho, pouco se debate do projeto pedagógico, pouco se debate também da estrutura física, da escola. Então, a gente precisa entender que o conselho é deliberativo, ele pode fazer essas coisas. Então, a nossa ideia de formação é ampliar essa consciência. Para além disso, eu tinha falado da educação integral, porque a gente tem debatido que a educação integral é diferente de uma escola integral. Então, o processo de consulta, a gente teve recentemente uma construção de uma minuta, A gente conseguiu uma reunião, inclusive, com a secretaria, quando estava sendo construído. Isso é importante, a gente quer ser ouvido como quem está ali no chão de escola. Mas, por exemplo, a consulta aos alunos que teve recentemente via formes sobre a educação integral, a gente fez uma leitura de que não foi uma boa escolha nas perguntas, na maneira com que foi feita essa consulta. A gente precisa construir a educação integral para que ela seja melhorada. Se a gente pergunta para um aluno se ele gosta da escola, que ele fica das 7 às 17, não sei qual é o horário, talvez a gente não obtenha as respostas que a gente quer. Mas se a gente pergunta como que a gente quer construir, como que seria uma boa escola de educação integral, a gente constrói de uma maneira diferente. Então, essa comunicação que tem sido feita com as escolas integrais, o como que elas estão podendo participar desse processo de construção, a gente acha que ainda tem uns lugares para a gente construir melhor. A mesma coisa no processo que a gente teve das privatizações de escolas infantis, então, a consulta à comunidade, como que essa comunicação tem sido feita, O módulo, a gente tocou muito nessa reunião que veio Os representantes do núcleo de avaliação Sobre o módulo de aluno e professor Porque isso no plano municipal vai ser muito importante É o momento da gente bater na tecla De que a nossa rede tem um número de criança muito grande Para o professor, principalmente na educação infantil Então é o momento da gente construir isso junto avaliar, porque isso gera uma educação não de qualidade para as crianças e gera um adoecimento dos docentes, dos funcionários, dos profissionais de apoio. Então, tem um efeito em cadeia muito grande e eu acho que a gente tem uma chance no plano municipal de educação de debater sobre isso, de construir um número melhor nessa questão. E eu acho que, para além disso, a questão das estruturas das escolas, estrutura física, a gente vem batendo muito nisso, tanto as reformas que são necessárias, mas o plano municipal precisa olhar para a rede como ela tem sido feita nos últimos anos para a gente construir futuro. Então eu acho que o Fórum Municipal Ele tem feito um trabalho muito Intenso de diagnóstico E isso Tem que ser parabenizado Isso a partir do momento que for formada a comissão Não pode ser perdido Todo esse diagnóstico que está sendo feito E isso passa pelas estruturas Que a gente tem de escola Das reformas que são necessárias De todo esse planejamento Que a secretaria tem É um outro ponto que a gente vai continuar Trabalhando no conselho E eu acho que é isso O conselho está junto Nessa construção A gente está disponível Para debate, para formação A gente quer construir junto O plano municipal Inclusive nas minutas Em todos, a gente se coloca à disposição E acho que é isso Obrigado, Laura Por essa palavra inicial Então, deixa eu passar aqui para a Cristina, se ela quer comentar algo, Cristina, a respeito desse tema. Por favor. Ouvindo vocês aqui, eu me coloquei, me peguei pensando, como que a gente faz uma gestão democrática dentro de uma secretaria que tem uma gestão verticalizada? Então, isso não existe, gente. Eu sou gestora de escola. E como que eu tenho os colegiados, eu tenho sim o conselho de escola, eu sei da dificuldade que é para trazer a comunidade para esses colegiados, isso é um trabalho bastante difícil, e a gente entende a demanda da comunidade, que são pais trabalhadores, a dificuldade de estar na escola em determinados horários, a gente divide as reuniões de conselho para que eles participem, mas a gente sabe dessa dificuldade. Só que muitas vezes a gente vê que a gente toma algumas decisões E a gente não consegue desenvolvê-las dentro desse sistema verticalizado Começa até pela questão do pedagógico Vamos ver a questão da compra de material pedagógico Quando que esses materiais vieram, a não ser os livros do FNDE Porque a gente sabe que sim, os professores participam dessa escolha Mas a gente recebe kits de livros, por exemplo, que os professores não participaram dessa escolha O material pedagógico do estudante que chega no começo do ano, nós não participamos dessa escolha. Foi a primeira vez que eu vi agora que a gente participou de uma escolha do uniforme. Eu estou na rede desde 2011. Pelo menos agora eu vi que a gente participou de uma escolha do uniforme. E eu espero que esse uniforme chegue também para o começo do ano. Porque é algo que também não chega. E eu falando de pontos muito simples, Mas como que a gente faz a gestão da escolha de um currículo Dentro dessa unidade? Se a gente tem que seguir um currículo da rede E a gente segue, lógico que a gente segue A gente tenta complementar Mas são decisões que vêm todas verticalizadas A toque de caixa E a gente tem que só ficar aqui Eu me sinto uma cumpridora de tarefas aqui na escola A verdade é essa Eu estou cumprindo tarefas da Secretaria Municipal de Educação A gente não tem tempo pedagógico Para sentar e conversar e debater e desenvolver um trabalho democrático aqui na escola. O plano de cargos dos professores não foi instituído. E quando a gente fala em plano de cargos, eu sinto, às vezes, que parece que as pessoas estão pensando em salário. Não é questão de salário. Eu estou falando de tempo dentro da escola. São tempos pedagógicos para se construir uma educação de qualidade. A gente não tem um tempo, por exemplo, gente, hoje, dentro da nossa legislação, para fazer um conselho de ciclo. Conselho de ciclo dos conselhos dos estudantes. Falar das aprendizagens, falar de estudante por estudante A gente tem que fazer isso dentro do nosso TDC Para quem não entende O TDC é um trabalho docente coletivo Que são duas horas, aulas semanais Que a gente tem para encontrar Com esses professores E é uma demanda de recados burocráticos A gente tem a demanda dos professores Que eles querem trazer as dificuldades de sala de aula Para a gente poder conversar E esse tempo não é suficiente E esse conselho de ciclo tem que ser feito Dentro desse TDC Então, aqui, a minha escola é uma escola... A minha escola, né, gente? Desculpa. A escola não é minha, mas a gente se apropria desse espaço. Então, essa escola é uma escola mediana, aqui eu tenho oito salas por período. Só que uma sala, gente, para a gente falar com categoria, com propriedade, de pensar nesse estudante, pensar na vulnerabilidade desse estudante, na condição desse estudante, é algo que vai para mais de uma hora. Então, como que eu vou fazer um conselho de ciclo de oito salas por período, em duas horas de aula. Aí eu tenho que ficar pegando todos os DCs para dizer que é algo inviável. Então, como a gente vai realmente pensar em uma gestão democrática se a própria rede não está pensando nessa construção democrática aqui no chão da escola? Então, assim, desculpa, Wagner, que às vezes a gente fica um pouco até desanimada, porque a gente quer essa construção. Estou colocando o meu ponto de vista. A gente quer essa construção na escola, só que a gente não tem estrutura para isso. Hoje nós não temos estrutura para essa construção Como eu vou falar de gestão democrática Quando eu vejo Contratações no diário Oficial, vinda da secretaria Que a gente não sabe para que é E eu estou falando de contratações bilionárias Gente, a gente só quer um esclarecimento Não pode falar esclarecimento, desculpa Eu só quero que descreva Para a gente com propriedade Para que é aquela contratação Quem foi Quem que está na escola que foi talvez questionado se era necessário, se aquilo realmente tem que ser feito. Então, isso é gestão democrática? Não é. Então, é bastante difícil a gente falar em gestão democrática dentro de um sistema verticalizado. Então, eu acho que, não sei como a gente vai colocar isso nesse plano, mas eu acho que a gestão democrática tem que partir lá do núcleo da secretaria, para que a gente consiga desenvolver aqui na escola. E essa escola tem que ser repensada com esses tempos, com esses colegiados. Qual que é a participação do CPA? Você trouxe o CPA. Para a gente aqui, a CPA é importantíssima. Então, a gente sabe do trabalho que eles vão, eles conseguem dialogar com os pais, eles vão fazendo esse apontamento, tem a questão da autoavaliação que a gente faz, só que muitas críticas que tem ali fogem do nosso controle, porque vem da secretaria. Então é isso Para falar de gestão democrática Eu quero deixar isso, eu vou frisar de novo Não tem como fazer gestão democrática Nessa rede verticalizada Vou passar agora para o Pietro Vou ficar segurando aqui, tá Pietro Vou passar agora para o Pietro Queria que você falasse um pouco, Pietro Como que você vê a escola E a participação na escola E também sobre o Grêmio Se você falasse um pouquinho sobre isso A gente do Grêmio Precisamos um pouco Do apoio dos alunos Representantes de sala Porque eles falam de algumas coisas Que estão precisando da escola e da sala Quando tem a reunião que os psicólogos da escola fizeram, eles falam muitas coisas lá, só que eles não colocam na caixa de sugestões e não reclamam. A gente, do Grêmio, o Grêmio até que está bom, mas está precisando só um pouco do apoio dos próprios alunos e representantes de sala. A escola, depois da reforma, ficou muito boa, mas está ainda só faltando fazer algumas coisinhas, tipo ligar o ar-condicionado, que ainda não está funcionando, está faltando a fiação, mas ela ficou muito boa, melhorou o espaço, está maior, ficou melhor, agora a sala está mais confortável, que antigamente era muito quente, porque o ventilador estava quebrado, e depois a reforma, a escola ficou muito boa, eu gostei da escola e ela parece que está maior, mas não está maior, não, não sei, mas ela parece que está maior, é, a sensação de que ela ficou maior, Mas a escola ficou mais boa, mais confortável para estudar e é isso. Obrigada. Gosto. Eu acho que é legal, são momentos importantes de escuta. Dentro da sala de aula, Pietro, o que você sente na sala de aula, com as aulas dos professores? Você acha que é um momento importante? Você acha que aquilo que eles estão desenvolvendo com você em sala de aula vem para acrescentar? Como você se sente dentro da sala de aula, dentro da escola? Eu me sinto... Eu gosto de estudar, os professores passam as aulas bem legal. E é bom estudar na sala, porque os professores são bem legais. E eles passam a ensinar matéria direito, eles têm calma para explicar tudo isso. E eu queria dizer, Pietro, que é muito importante a ação de vocês no Grêmio, sabe? Principalmente para a direção da escola, que passa a ter uma representação dos estudantes, que pode dialogar com a diretora, quando vocês bem entenderem, quando vocês entenderem que tem algum problema na escola, que a direção não está percebendo, os professores não estão percebendo. Então, muito importante a tua atuação aqui. Queria abrir aqui para palavras das pessoas que estão presentes aqui, fica aberta a inscrição, podem vir comentar aqui, por favor. Só vem, pode vir no microfone aqui, que a gente está gravando, e tem as pessoas também que estão assistindo pelo Zoom. ah legal vou ver aqui daqui a pouco por favor fala o teu nome e pode comentar Fico pensando nisso, que o conselho pode, por exemplo, cobrar a escola, cobrar é uma palavra forte, mas assim, fazer uma mediação que a escola para que ela implemente, por exemplo, a educação antirracista. O conselho pode ir lá, olhar o PP da escola, olhar, olha, no PP de vocês, o que vocês vão trabalhar a educação antiaxista como eixo? O que vocês estão fazendo? Quais são as atividades? As questões de gênero, a questão da pessoa com deficiência, né? Ver se esse PP da escola está realmente dialogando com a equidade. E a CPA da mesma forma, né? CPA, verificar se a escola tem uma relação com a comunidade, se os movimentos sociais estão entrando na escola, se não estão, por que não, qual a dificuldade, quais são os movimentos sociais, os coletivos de resistência e cultura, negro, indígena, quilombola, que tem no território, que a escola não está dialogando e por que não? Então, acho que dá para fazer esse movimento, além de avaliar festas, eu falo isso porque eu sou orientadora pedagógica, a gente faz muito esse movimento de estar na CPA, e a CPA é um lugar que eu acho também que é muito caro, porque a gente tem uma participação das famílias potente, apesar que a gente tem muita dificuldade de trazer as famílias, porque é esse movimento também, a gente tem que pensar que por que as famílias tem que vir até a escola e a escola não pode ir até as famílias uma vez lá em Brasília conversando com o pessoal da ação educativa a CPA foi citada lá em Brasília, CPA de Campinas como movimento importante e aí eu falei pra ela, a gente só tem problema de trazer as famílias ela falou, então, mas vocês querem só que a família vá até a escola por que vocês vão até as famílias a escola não tem esse movimento de se deslocar e conhecer o território não pense que a CPA e o conselho pode ter esse papel assim, você muda a sua reflexão eu acho que é isso que fica Então aí faço esse pedido Para você que está nesse momento do conselho De começar a olhar os PPs das minhas escolas E fazer essa mediação com a escola Se não está conseguindo, por que não está conseguindo E aí demandar para a Secretaria de Educação Não está conseguindo por isso, isso e isso Para a gente conseguir movimentar e avançar Muito obrigada Obrigado, Valéria Mais alguém, por enquanto? Por favor Boa noite, meu nome é Paulo Sou professor na rede Além de professor também sou pesquisador Conheci o senhor lá no Unicamp também E tenho focado bastante em violência O que a gente tem visto, principalmente com o Observatório Nacional de Violência contra Educadores Mas gestão democrática dialoga, dialogicamente, com convivência, com violência. Mas se a gente está falando sobre gestão democrática aqui, a gente não pode esquecer desse ponto. E pensando nessa fala agora curta, na minha categoria, com professores, a gente está tendo muito problema em relação a isso. Muitos processos administrativos, reportagem esses dias, quatro dias atrás, se eu não me engano, aumento de 700% de processo administrativo contra os professores. Esse próprio Observatório Nacional vem trazendo essa discussão nos últimos anos, que essas opressões, essas violências contra professores diretamente, pensando só nesse ponto, a gente não está nem falando dos outros. Eles estão realmente ligados à gestão democrática. Se a gente não consegue atuar enquanto professor, que a gente não está doutrinando, a gente está aqui dando uma aula, se a gente não consegue ter essa atuação, essa transparência, com a gestão direta, com a gestão mais acima, Que nem a diretora trouxe aqui para a gente também esses pontos. Essas questões, elas acabam sendo violentas contra a gente, nos violentando de diversas formas. Então a gente tem que pensar nessa questão da violência, também quando se fala de ação democrática. Mas esse ponto eu queria trazer. Obrigado, gente. Obrigado, Paulo. Mais alguém? Queria comentar, enquanto as pessoas... Acho que... Vem cá. Por favor, pode falar o teu nome. Meu nome é Renato, eu sou professor da rede também, numa escola de educação integral. Eu queria fazer minhas as palavras da diretora também, porque a gente tem encontrado essa verticalização num processo muito aguerrido. Eu já tive, eu tenho 23 anos de rede, a gente vinha assim num processo em que isso sempre foi uma luta para a gente, nessa questão da gestão democrática, mas a gente vê que agora, nesses últimos anos, houve até um certo retrocesso. E digo isso até porque eu participei de alguns GTs, eu era representante da escola junto a esses GTs que conversavam com coordenadores pedagógicos e que foram desfeitos nesse último ano. E a gente fechou essa porta, para mim, na minha visão, fechou essa porta que a gente já vinha construindo de um diálogo maior com a rede, e que agora vem muito por essa visão dos formulários. Então virou a consulta, consulta através da tecnologia, dos formulários, que nos possibilita pegar dados da comunidade, dados, e trabalhar com esses dados. Agora, a forma como esses dados estão sendo trabalhados, para quem já discutiu, para quem já participou de GTs, é muito complicada. Porque isso dá uma falsa aparência de uma democracia participativa. Porque são coletados dados, desses dados são pensados algumas falas, alguns contextos, algumas coisas, se constrói uma narrativa, E não se discute sobre isso Para mim, esses formulários Eles teriam que ajudar na organização das discussões Eles podem ajudar numa organização de discussões Então a gente pega, faz os formulários Tem as perguntas A gente tem a questão das perguntas Também, às vezes, muito genéricas Bom, ruim Que fica difícil da gente trabalhar nesse sentido E, através disso a gente construir as discussões, né, aí construir, retornar para a gente o que deu esse formulário, e a partir dessa organização, dos pontos que foram expressados no formulário, a gente construir essas discussões, que é a discussão e o diálogo que vai fazer o despertar das consciências, né, E também a possibilidade de tomada de decisão com uma consciência mais firme, mais consolidada da realidade que a gente está vivendo. Então é nesse sentido. E aí, por isso que eu vejo, já participei da primeira conferência lá em 2014, a gente não tinha esse cenário, teve muita gente participando daquela conferência, E naquela época a gente até instituiu um fórum de educação integral como resultado da conferência, mas que na hora de passar para virar a lei, desconfiguraram esse fórum da educação integral especificamente, foi retirado e não entrou na lei que se colocou para ser aprovada na Câmara. Então, por isso que eu acho importante também esse papel de a gente referendar realmente o que vai sair desse plano, para que a Câmara integralmente valide e aprove esse resultado. Ainda mais isso que eu queria colocar. Obrigado. Obrigado pela oportunidade. Obrigado, Renato. Deixa eu fazer a leitura aqui de algumas manifestações do pessoal que está nos acompanhando pelo Zoom. Aliás, é bom até explicar aqui, a gente está fazendo, quando a gente faz na Câmara, a gente está fazendo a transmissão direta, online, via YouTube, via TV Câmara, e agora é a nossa primeira experiência aqui fora da Câmara. Então, o jeito que a gente encontrou para manter o nosso compromisso com as pessoas que já se inscreveram, inclusive, então dizer aqui também que tem uma inscrição, um formulário de inscrição para participar, depois nós vamos acreditar todas as pessoas com relação a essas atividades. Então, o jeito que nós encontramos, por enquanto, é de transmitir pelo Zoom. Queria até agradecer o pessoal da TV Câmara aqui, o pessoal da técnica da Câmara, por estar presente aqui, possibilitar essa gravação, que daqui a alguns dias vai estar disponível também no site da TV Câmara lá no YouTube. Então, vamos lá. Até estimular para o pessoal que está no Zoom, mandar questões e comentários. O Alexandre Saicali diz assim, fala super importante do vereador, da união do gestor do centro de saúde, Articular com o gestor da escola pensando na saúde da população A Luciana diz assim Realmente o número de crianças por adulto na educação infantil É surreal e impossibilita um trabalho de qualidade E um olhar mais acolhedor para as nossas crianças A Denise, Denilce, diz assim Denilce ou Denise? Ah, eu não sei Denilce, né? Então a Denise Outro fator que dificulta o aprofundamento da gestão democrática é a organização em blocos. Tem algumas escolas que são... Isso, diretora que é blocada, a própria equipe de coordenação, de gestão é blocada em duas escolas. Aí ela comenta, continua. Temos a resolução CNES do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Básica, número 1 de 2024, que estabeleceu novas diretrizes de módulo na educação infantil, com vistas à qualidade, com cinco bebês até um ano por adulto, por exemplo. Continua dizendo, fazer um trabalho diferenciado com os colegiados em duas escolas, duas comunidades, torna impossível um trabalho de qualidade. Não há carga horária que suporte, ainda sobre os blocos. Outra questão importante, quando pensamos representatividade nos colegiados, é ter a presença das profissionais terceirizadas que estão no chão da escola. Muito importante isso. Esse é um debate, inclusive, lá na Unicamp também, onde eu leciono. Porque com essa onda de terceirização de profissionais, a gente acabou criando profissionais que atuam na escola, mas que não têm o seu espaço nos órgãos de representação, nos conselhos escolares e assim por diante. Então esse é um tema super importante que a gente precisa enfrentar também. Aqui, Samsung comenta, não sei se já falaram no enquadramento dos agentes, uma outra questão de suma importância. Esse também é um debate que a gente pontuou também na primeira reunião. Estamos atentos na Câmara por isso, mas precisa constar também no plano municipal de educação. A Denise Tratamos nos encontros da comissão antirracista Sobre a inclusão Dos terceirizados que atuam Nas escolas da rede Nas formações e colegiados Que isso deveria ser garantido pela prefeitura Já no contrato com as empresas terceirizadas Equipe de limpeza, cozinha, zeladoria e segurança Servem para participar dos colegiados Para garantirmos a representatividade Todo um debate sobre comunidade escolar Eu queria até fazer um parênteses aqui Comunidade escolar somos todos nós Todos que participam São pais, mães, responsáveis, estudantes Os profissionais todos Avós, responsáveis, enfim Então Valéria, eu queria comentar a tua fala Porque você fala uma coisa muito importante Que é assim, além da comunidade escolar Nós temos a comunidade do entorno da escola E ela tem uma importância tão grande pedagógica Tinha todo o debate que era muito feito Hoje parece perder um pouco do bairro escola Que a gente pudesse ter nos movimentos sociais Nas igrejas, nos sindicatos, nos comerciantes Ou seja, na vida da comunidade Também a escola se projetando para essa vida Porque afinal de contas, né Pietro? Você mora aqui perto, não mora? No satélite, então Lá no satélite também tem toda uma comunidade aqui, lá, que deve estar olhando para a escola também, e a escola olhando para a comunidade. Então, acho que é muito importante pensar nisso também. E só ressaltando que, limpeza, pessoal de limpeza, pessoal de cozinha, zeladoria, segurança, é parte da comunidade escolar. Então, precisa ter também uma representação aqui. E, essa, aliás, é um tema que a gente podia, inclusive, fazer um projeto de lei lá na Câmara, para propor esse debate, propor essa visão, porque na verdade é uma visão sobre quem é comunidade escolar. Já passo para você, Diego. Uma visão sobre comunidade escolar. Então as próprias empresas terceirizadas deveriam já prever essa representatividade para essas categorias. A Fabiana Pereira fala muito importante sobre como ter uma gestão democrática se não há plano de... Acho que foi comentando a fala da Cristina. Como ter uma gestão democrática se não há plano de cargos e carreiras, visando não somente a melhoria salarial, mas a qualidade dos tempos dentro da escola e a organização dos mesmos. E também uma questão muito importante. Acho que só queria comentar aqui. A gente está falando de educação em tempo integral, Só que a gente está mantendo uma estrutura de uma educação de tempo parcial E isso está dando confusão A gente precisa realmente adequar Se a ideia agora, a lógica é trabalhar em tempo integral Com os dois períodos, enfim É como que a gente lida com essa situação A gente está vendo que está tendo problemas nas escolas com relação a isso Então, continuando aqui, a fala da Fabiana Também uma questão muito importante Como ter uma gestão efetivamente democrática em um município em que o prefeito e a secretária de educação sequer abrem a oportunidade de fala para uma categoria inteira referente ao cumprimento da lei federal 15.326 de 2026, do enquadramento das agentes e das monitoras da educação infantil? A Renata diz assim, gostaria de registrar algumas questões sobre a meta 18A. Em Campinas, os gestores ingressam via concurso público. Acho que teríamos que conversar, aqui dizendo importante, nos outros municípios são outras formas de entrada com relação à direção. Acho que teríamos de conversar sobre essa especificidade e o que sugere a meta 18A. Talvez não caba dessa forma em Campinas. Sobre a gestão democrática nas instâncias centrais de decisões da Secretaria Municipal de Educação, penso que podemos discutir a possibilidade de que a nomeação desses cargos, nesses cargos, tenha representatividade também, o que é fundamental para que as decisões sejam mais democráticas. E aí a Renata continua, especificamente, penso que temos que ter mais mulheres negras nesses espaços da Secretaria Municipal de Educação. Além disso, penso que é fundamental ressaltarmos a necessidade de termos grandes reuniões anuais, em que os diferentes coletivos possam debater as grandes decisões da secretaria, configurando assembleias de debate público, na direção do que o colega Renato está dizendo. Por fim, acho que precisamos criar estratégias de escuta direta dos alunos e das famílias. Poderia ser algo como um encontro anual ou bianual dos grêmios, ou de reunião de negociação com a participação ampla dos alunos, por exemplo, para construirmos diagnósticos e políticas a partir da opinião de todos. Então, obrigado pelo envio, por enquanto, e fico à disposição. Oi? 15 minutos para concluir? Podemos continuar? Vamos lá, o Diego, por favor. Boa tarde. Em relação ao assunto que surgiu agora, O Wagner, já existe uma minuta de projeto de lei de atualização da legislação do Conselho das Escolas Municipais. Se eu não me engano, a Djanira participou, não lembro, mas nós trabalhamos duro durante um bom tempo, uma comissão ampla, participou ainda na gestão do secretário de Educação anterior, Teve uma escuta nas escolas, na EDES, aí nós tivemos o primeiro encontro da legislação dos conselhos de escola. Nós fizemos o primeiro encontro dos conselheiros escolares, o conselho de escola local. E nós fizemos uma escuta, nós fizemos um encontro, esse encontro gerou grupos de discussão, gerou contribuições, nós fizemos uma atualização da minuta e contempla grande parte dessas questões que surgiram aqui agora, praticamente todas elas. a participação dos funcionários, todos os funcionários que compõem a equipe escolar de trabalho, uma ampliação da inserção da comunidade local no conselho, porque, embora a gente tenha a legislação do Conselho de Escola de Campinas, é uma das mais avançadas, se a gente verificar, porque prevê a participação da comunidade extraescolar por meio da associação de moradores. Que isso é uma coisa que não se vê em outros lugares Mas ainda assim ela tem umas complicações Então a gente, nessa minuta, conseguiu prever uma atualização Uma modernização, uma ampliação dessa participação Enfim, é uma minuta bastante significativa E que avança no processo de gestão democrática na escola E também em relação à questão da gestão financeira Através do conto escola que hoje é um avanço, nós temos também na rede municipal de Campinas, que foi uma construção histórica, que é a gestão financeira, que é um dos pilares importantes que nós temos aqui, que nós não podemos abrir mão, mas que hoje significa uma burocratização muito grande para o diretor de escola e para o conselho de escola, que fica tomado boa parte do seu tempo para ficar discutindo questões operacionais e burocráticas. que está aqui a Cris Roncada e outros colegas que já tiveram que lidar com isso, a prestação de contas acaba tomando muito do tempo, de um espaço que poderia estar discutindo outras questões relevantes, e que precisa ser modernizada também essa legislação em relação ao papel do Conselho com essa parte burocrática, que é importante, mas que não pode também tomar todo o colegiado. Então, o que aconteceu? A gestão da secretaria anterior sentou em cima da minuta, com o perdão do termo, não fez caminhar. Tem lá as questões que não cabe aqui entrar em detalhe. E nessa gestão da professora Patrícia também sequer se movimentou em relação à aprovação dessa minuta. Então, não sei qual que se cabe para essa comissão fazer uma provocação nesse sentido, Mas eu acho que caberia oficiar a secretaria para ver se é possível retomarmos a discussão dessa minuta E partir dela ou reconstruir, se for o caso, atualizá-la Não sei, Laura, não participei desse último encontro de conselheiros e conselheiras Porque eu não faço mais parte de nenhum conselho e tal Ah, ainda não aconteceu? Vai acontecer Talvez seja o momento de discutir, retomar essa questão porque eu acho que foi um trabalho muito importante que não pode ficar perdido e que resgata essas questões que a turma colocou era isso Obrigado, Diego Adriana, por favor depois eu passo Já é boa noite? Já? Sim? Então, boa noite a todas, a todos Ah, sim, sim, esse daqui Sou Adriana Macedo, professora da educação infantil E também já fui conselheira, né, antes aí da pandemia E também estou na EJA A minha fala vem no sentido assim, né, como já foi dito aqui Isso não é algo que está sendo construído daqui para frente, daqui a dez anos, sem olhar para trás. Então, como já foi dito, muito do que deveria ser encaminhado, nós sentimos que não foi encaminhado. E hoje nós temos situações que a cidade não está sendo pensada como as escolas vão ser construídas, como essas demandas, quem são as comunidades que mais precisam, aonde elas estão. Então vejo que nesse momento, outros interesses, por exemplo, escolas que as crianças só chegam de ônibus. Isso só vai fomentar que o nosso dinheiro público vá para o setor de transporte. Então, a gente, com a transparência, que eu acho que isso é conselho, transparência do investimento que vem para a educação, dos 25%, Campinas chegou a 30% de investimento na educação. Hoje a gente não sabe como isso está. Daí está assim, está na plataforma. Mas é importante que essa transparência seja discutida. E onde a gente discute? Hoje a gente está aqui, com o microfone aberto, com a possibilidade do diálogo. Mas a comunidade escolar sempre pediu que os congressos, os seminários fossem abertos Então hoje nós temos seminários fechados Congresso há muito tempo nós não temos na cidade E congresso é muito importante Porque congresso nós vamos colocar pessoas para fazer o debate dessa escola, que ela precisa de projetos, que ela precisa dessa educação integral, que não seja só o período estendido. Nesse sentido, eu quero aqui até falar para a mesa que eu sinto falta da devolutiva desses últimos dez anos do que não deu encaminhamento. Então, jornada, jornada que está lá. Gente, se fizer, se tivesse dado encaminhamento, por exemplo, na educação de jovens e adultos, nós não temos jornada para professor de educação de jovens e adultos. Nós não temos tempo pedagógico para isso. Por quê? Porque o professor não tem jornada Nós precisamos pensar nisso Nós precisamos pensar nessas trabalhadoras Porque a maioria das mulheres hoje Elas estão voltando para as escolas Mas elas também precisam que essa escola Ela seja pensada para atender esse público Dentro do plano municipal de educação A gente pensou também nessas mulheres E como que hoje essa demanda é atendida Então vamos pensar quais são as demandas que não foram atendidas Na educação infantil Da valorização das profissionais Foram 10 anos Na educação infantil, também vou apontar outra Que eu acho que é muito importante Porque faz parte ali direto do atendimento das crianças de 3 a 6 anos Na educação infantil, nós já trabalhamos a educação integral Mas o período estendido de 6 horas, no mínimo, nós não temos Então fechando, porque eu acho que é isso É pedir que esse estudo faça essa devolutiva Para que a gente avance nesse processo Obrigado, por favor Acho que você faz uma fala importante, Adriana Da gente dar uma olhada, fazer uma análise, na verdade do que foram os resultados do plano anterior, para que a gente possa basear, inclusive, os nossos trabalhos aqui nas próximas reuniões. Boa tarde, meu nome é Djanira, eu sou Supervisora Educacional na Rede e também Pesquisadora da Educação. E a minha fala vai no sentido de que no Plano Municipal de Educação, a gente precisa pensar como é que a gente articula os colegiados. Porque hoje a gente tem uma estrutura de colegiados até que interessante, mas, por exemplo, o Grêmio Estudantil do Pietro não consegue conversar com o conselho de escola do Silvio Simões, que não consegue conversar com o conselho das escolas lá onde está a Laura. Então a gente precisa, além de criar espaços de participação A gente precisa fazer esses espaços dialogarem Então a gente precisa de uma estrutura Que não só garanta a existência do espaço Mas a articulação entre os espaços Para que o Pietro, quando ele for pai Ele enxergue o espaço de conselho de escola Como um espaço para ele participar E assim sucessivamente para a gente criar essa cultura da participação social. Porque, senão, a gente coloca as pessoas nos conselhos e elas têm dificuldade de achar espaço de fala, de se sentir seguro para participar, de poder entender que ela pode participar com uma opinião, mesmo que a opinião dela seja diferente das outras. Então, a gente precisa criar essa cultura. Ótimo, Janira. Muito obrigado. Tem mais participações aqui, só um pouquinho. Vamos lá. A Elaine Messa diz o seguinte, educação integral pode ser realizada em tempo parcial. Sabemos da importância da escola de tempo integral para a comunidade, principalmente aos mais vulneráveis, mas precisamos de uma estrutura diferenciada e espaço para que essa educação aconteça. As salas de alfabetização com 30 crianças, parques precários, esquadras que não atendem ao número de alunos, falta de escuta aos professores, e muitas vezes, quando se ouve, viraram as dificuldades contra os próprios professores. A Denise, o terceirizado pode até ser convidado, mas não consegue participar dos colegiados porque não é previsto esse tempo em sua carga horária, exatamente. Concordo com a importância de congressos como investimento na qualidade da educação. Estou há 10 anos nesta rede e nunca tivemos um congresso nesse período. A Fabiana diz assim, concordo, inclusive no plano vigente tem vários itens que eram para valorizar os trabalhadores da educação infantil que não foram cumpridos, como por exemplo o recesso escolar no mês de julho, dentre outros que precisam ser resgatados. Então agradeço a participação do pessoal que está ali pelo Zoom. Então, eu vou passar aqui, olha, já é, não, a gente tem aqui meia hora ainda, tá? Então temos, não? Falaram que era até as 19h, é isso? Limite total. A entregar a sala, que horas? Às 19h. Tá bom. Tá bom. Vamos lá, deixa eu fazer o seguinte, eu vou passar primeiro aqui para a Laura, Depois para a Cristina, depois para o Pietro E aí depois eu faço o encerramento Pode ser? Então vamos lá, Laura Oi Um breve fechamento, eu acho que eu queria reforçar Então Esse lugar de importância Do conselho das escolas E dessa Articulação, a Djanira falou muito bem Entre os colegiados E não só entre os colegiados Mas com a secretaria de educação. Eu acho que a gente tem muita informação, muito potencial, desde o Pietro trazendo para o Conselho e a gente levando para a Secretaria. A gente precisa ser ouvido e a gente precisa ter essa troca para que as coisas avancem. Uma coisa que a gente vive muito, a gente tem feito reuniões mensais no Conselho e a gente tem muitos encaminhamentos e a sensação é de que a gente sempre e esbarra numa não concretização das nossas ideias e dos nossos... Os encaminhamentos não retornam, não retornam nem para o Pietro, nem para os docentes, as coisas não avançam por falta de comunicação, por falta de articulação, essa gestão vertical, então, essa importância do conselho das escolas ser ouvido pela secretaria, da nossa comunicação com os conselhos de unidade, A gente tem e-mail, a gente tem tentado fazer Instagram, porque eu acho que hoje as redes sociais é uma maneira de chegar às comunidades. O meu telefone, ele é disponível pelo conselho para a gente fazer essa troca para as escolas conseguirem chegar até a gente. Então, eu acho que é uma construção coletiva desse diagnóstico e para que a gente consiga concretizar essas ideias e dar encaminhamento. Porque eu acho que essa devolutiva de diagnóstico é importante, porque senão as famílias também participam do conselho, chegam lá, dão a ideia e não recebem nada depois em troca. Não vem as coisas acontecendo, a sala que é desejada sendo construída, nada acontece depois. Isso desmotiva até a participação da comunidade. Então, reforçar a importância e convidar a todos a participarem dos conselhos de unidade, das CPAs e do nosso conselho. Obrigada a todos. Vou segurar que é mais rápido. Gente, para fechar então, eu acho que tem que constar aí no plano, para que a gente saia dessa falsa democracia que a gente vive hoje aqui na secretaria, a questão das comissões. Porque são muitas comissões, são pessoas sérias que estudam, que se debruçam sobre esses temas, que constroem instrumentos que são apresentados, mas nunca concretizados. A gente pode contar os que foram concretizados a partir de estudos de comissões. Então, por exemplo, o Diego citou a questão dos blocos de escola, foi até apresentado para os gestores da rede. O pessoal estudou, eles fizeram toda uma estrutura, apresentaram para a gente no último conselho consultivo, que talvez seja uma falsa democracia também, Mas não foi concretizado, a gente não sabe o que aconteceu A gente não tem resposta disso Os grupos de estudo da rede Que construíram, que já estavam elaborando As diretrizes municipais E que eles estavam contratando Pessoas de fora Para construir as nossas diretrizes Isso é uma construção Democrática Que foi jogada no lixo Então, voltou para a rede Isso tem que ficar bem claro para a gente Voltou para a rede, os CPs vão escrever Os professores vão participar Os funcionários da escola Os terceiros dados estão participando dessa construção Então essas comissões Tem que ser valorizadas E o que elas constroem Realmente tem que ser colocado em prática E o nosso plano de cargos Eu vou voltar a citar isso Inclusive a FIP recebeu milhões Para avaliar o estudo Que os grupos e as comissões Realizaram E a gente não sabe Onde está isso E a gente não tem uma devolutiva Então, que democracia é essa em que a gente não tem respostas para as coisas? Então, isso tem que ser considerado. Não tem como falar, eu acho que até foge um pouquinho aqui, Wagner, desculpa, do objetivo 18, em educação integral sem construção de escolas. Não tem como falar em número de alunos em sala de aula sem construção de escola. Então, isso é um tema que a gente tem levado e foram construídas, acho que 16, gente, desculpa, mas tudo terceirizada. Então, assim, cadê as escolas municipais? Então, assim, nós somos contra a terceirização, isso é fato. Não é contra o trabalho das empresas que ali estão, mas sim sobre as condições. Então tem que construir escola. E eu vou pedir agora, vem um pedido meu, enquanto parte dessa rede, que a EJA venha a ser considerada de forma respeitada dentro desse plano municipal de educação. A eixa do município, ela está deixada de lado, sim. A gente sabe das condições e ela tem que ser vista nesse plano de uma forma muito respeitosa e que valorizem essa etapa aí. Tudo bem? Acho que é isso, gente. Obrigada pela participação de vocês. E a escola está aqui aberta para receber vocês sempre que precisarem. Muito obrigado, Cristina, por nos receber aqui. viu, foi ótima a tua participação muito obrigado, passar para o Pietro aqui para as palavras finais dele também eu agradecer por estar aqui e eu pedi falar para os diretores não diretores, os participantes para os alunos das escolas montar as chapas dos Grêmio que ajuda muito os próprios alunos que eles conseguem que as coisas que a escola está precisando eles passem para o Grêmio que o Grêmio passe para a escola, que isso acaba ajudando e melhorando a escola para os alunos estudarem. Muito obrigada, é uma honra estar aqui, por participar aqui. Obrigado. Obrigado, Pietro. Parabéns aí pelo teu trabalho também, viu, que não é fácil, a gente sabe, porque vem o momento da eleição, que é super legal, depois vem as críticas, porque aí tem que trabalhar mesmo e representar direitinho. A gente sabe que não é fácil Tá vendo? Vocês são corajosos Muito bom Deixa eu aqui concluir Eu queria comentar alguns pontos aqui Que eu acho que são super importantes Primeiro aqui, na fala da Laura A questão da formação dos conselheiros Acho que é um ponto que aqui, que está colocado no plano nacional, não por acaso, a formação não é só uma formação, não é só para dizer como é que funciona o conta-escola, não é só para dizer como é que é a estrutura da secretaria, ela é um ambiente de socialização também, de cidadania, de investimento nessa pauta. Você quer ir, Pietro? Obrigado, Pietro. E pede desculpa lá para a sua mãe e para o seu pai Que você ficou um tempo a mais aqui Obrigado Então a formação, muito importante Então acho que isso é muito importante Pensar o TV educa também Como é que se estabelece alguma conexão Super importante A CPA e o conselho Às vezes fica essa confusão mesmo, é conselho, é CPA, definir isso. O Diego falou alguma coisa importante também, que é essa burocratização dos conselhos, como é que a gente faz para que o conselho não seja meramente um carimbador, um carimbador da prestação de contas da direção. Isso acontece em vários outros conselhos. Então você vai para o conselho de saúde, é a mesma coisa, é a mesma crítica. Então, a estrutura da participação, a estrutura de financiamento e prestação de contas, está vinculada ao controle social, aos conselhos? Ótimo. Mas não pode ser só isso. Então, esse é um ponto muito importante também. Você já tinha falado também, Laura, retirar a aprovação de contas da reunião do conselho, educação integral, essa questão dos formulários, A Laura comentou, o Renato também comentou, quer fazer formulário? Ótimo. Mas é importante que, primeiro, qual que é a relação da secretaria, da tomada de decisão da secretaria, com o Conselho das Escolas, com o Conselho Municipal de Educação, com o Fórum Municipal de Educação? Porque senão a gente só tem, só cobra democracia na escola. Aí não dá. Então, realmente, essa questão da estrutura verticalizada e da tomada de decisão verticalizada, com a direção só entendendo que é uma cumpridora de tarefas, não é gestão democrática. Então, para que tem tanta estrutura? E aí Campinas é um exemplo importante, porque essa legislação está aí há muito tempo, acho que até antes da LDB, não é, Lúcia? Antes da LDB já tinha essa legislação avançada em Campinas para pensar essa estrutura de participação e de assessoramento da secretaria. A participação, não é à toa que o conselho chama conselho. Conselho aconselha a secretária, ao secretário, ao executivo, a melhor andar, a melhor fazer a sua política, seja na educação, seja na saúde, em qualquer outra política pública. Então é muito importante que as ações sejam compartilhadas entre a Secretaria e os conselhos, pelo menos o Conselho das Escolas, o Conselho Municipal de Educação e o Fórum. Privatização das escolas é algo que a gente acompanhou muito no ano passado. Como é que é feita a consulta à comunidade, de que natureza, como que se faz isso. A Cristina comenta aí da gestão verticalizada, acho que eu já comentei bastante, pontua a questão do material pedagógico. Ora, se os professores não puderem dizer e dar sua opinião sobre o material pedagógico para a sua escola, o que eles vão fazer em termos de pedagogia democratizada também, de escolhas democráticas? Toda essa questão, nós vamos fazer, acho que é importante dizer aqui, nós vamos fazer um debate sobre valorização dos profissionais, que é um eixo importante também do Plano Nacional de Educação. Então vai ter uma reunião só para isso E aí é isso A Valéria eu já comentei Da sua fala foi muito importante E eu queria ressaltar Sobre a questão racial, sobre a questão Dos quilombolas, do campo Toda essa parte que aparece No plano nacional em praticamente Todas as metas Porque ela está referenciada nessa Nessa compreensão Da diversidade Do fortalecimento das diversidades E mais do que isso, da questão da conexão com o público externo às escolas Então acho que é muito importante a tua fala O Paulo, eu queria ressaltar também a fala do Paulo aqui sobre a violência Seja a violência do cotidiano, que não deveria ser Mas a gente sabe que isso é muito grave Sobretudo nas escolas do ensino médio no ensino fundamental também, entre as crianças e os adolescentes, isso é ainda mais grave no ensino médio, nas universidades também. Isso tem que entrar também no debate sobre as escolas particulares, que elas também prestam contas para o plano nacional e para o plano municipal de educação. Então o tema da violência é um tema muito importante, que a gente precisa também encontrar um meio de lidar no nosso plano municipal. do Renato eu já comentei do Diego também, vamos verificar essa questão da minuta aí, Diego recuperar esse trabalho a Adriana fez vários apontou várias questões sobre quanto de investimento hoje em educação, vários temas que nós vamos tratar ao longo, espero que a Adriana possa estar conosco nas próximas reuniões também e acho que a questão do balanço do plano municipal de educação vigente, para que possa nos orientar também nas nossas questões aqui. E a Djanira falou muito bem sobre essa questão da articulação dos colegiados. É isso. Às vezes a gente tem tanto colegiado que a gente não dá conta de... Eles concorrem entre si mais do que colaborar entre si. Então isso precisa estar muito claro também, qual é o papel de cada um. Isso acontece na educação e acontece nas outras políticas públicas também. Então, acho que isso é muito importante também, Janira, para a gente também ter uma ideia de afinal, o que a gente quer de cada espaço, de cada colegiado e dessa articulação entre eles. Quero dizer aqui que eu queria agradecer de novo o pessoal da Câmara, os servidores da Câmara que vieram nos acompanhar aqui, os servidores do meu gabinete, a Lúcia, o Maldonado, a Bárbara, que está aqui, todo mundo que veio, a Thalita, que estava aqui também, A Verônica que está aqui também Sempre presente E a todos vocês que participaram Aqui conosco A escola, claro, já agradecer a Cristina Por nos receber aqui E quero agradecer De novo a Laura E a todas as pessoas que participaram pelo Zoom Na próxima semana Veja que a gente Está em pleno período eleitoral Mas a gente não para Nós vamos ter a terceira reunião Oi Certo Aí a Laura Depois dá o Certo Obrigado, obrigado, Diego, pela sugestão aqui, aí a Laura já ouviu aqui e vai decidir, definir Semana que vem nós temos a terceira reunião dia 1º de outubro é na quinta-feira às 16h30 o tema é estrutura e financiamento da educação tá bom? Então é um tema super importante Lá na Câmara Municipal, no plenário da Câmara. Estrutura e financiamento da educação. Pode? Eu só queria aproveitar para chamar a atenção, inclusive reforçar esse convite, porque nós vamos ter a presença do professor Marcelino Rezende nessa mesa. então ele vem lá de Ribeirão, não sei se vai ser virtual, ele vai tentar vir, se não, vai ser virtual, mas ele está se preparando para trabalhar com a gente nessa mesa, com os dados de Campinas, então eu queria convidar mesmo a todos que façam esforço, eu sei que o horário ficou difícil, a gente tem recebido algumas críticas por causa do horário, mas é porque a gente não conseguiu outro horário mesmo, Mas agradecer o esforço de quem está participando, mesmo com esse horário difícil. Agradecer e contar com vocês na próxima semana, 1 de 10, quinta-feira, 16h30. Obrigada. 16h30, no dia 1º, quinta-feira, sobre financiamento da educação. É isso, muito obrigado a todos, a todas, obrigado mesmo por terem vindo. E até a semana que vem. TV Câmara, Campinas