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[Música] TV Câmara, Campinas. Senhoras e senhores, boa noite. Iniciamos neste instante a 101ª reunião solene de 2025 da Câmara Municipal de Campinas para homenagear a secretária municipal de cultura e turismo, senora Alexandra Caprioli dos Santos Fontolan, com entrega de título de cidadã emérita. por proposição do presidente da Câmara Municipal de Campinas, vereador Luís Rossini. Esta solenidade acontece durante a comemoração da 29ª semana da comunidade italiana em Campinas. Convidamos para compor a mesa e para presidir esta reunião solene o autor desta honraria, o presidente da Câmara Municipal de Campinas, vereador Luís [Aplausos] Rossini. Convidamos também para compor a mesa o excelentíssimo prefeito municipal de Campinas, Dário Saad. Convidamos ainda a presidente da Casa de Itália em Campinas, Célia Pescarini. [Aplausos] Uma vez composta a mesa de autoridades, convidamos os seus componentes e demais presentes a receberem nossa homenageada desta noite. Por favor, recebam a Secretária Municipal de Cultura e Turismo, senora Alexandra [Aplausos] Caprioli. Convidamos os componentes da mesa a tomarem assento. Com a palavra o presidente Luís Rossini para declarar aberta esta reunião solene. Boa noite. Nesta noite, a Casa de Itália de Campinas se transforma na sede do Poder Legislativo da nossa cidade para realizar essa reunião solene para entrega do título de cidadã emérita. Nossa secretária municipal de cultura e turismo, Alexandra Caprioli dos Santos Fontolan. Sejam todos bem-vindos e declaro, portanto, aberta a presente reunião solene. Convidamos os presentes para a execução do hino nacional italiano, letra Gofredo Mamelli, música Michele Novaro, do hino nacional brasileiro, com letra de Joaquim Osório Duque Estrada, música de Francisco Manuel da Silva e do hino da cidade de Campinas. Letra Carlos Ferreira. Música de Antônio Carlos Gomes. [Música] Ouam doi pirangas mais bácidas de um povo herói com brado retumbante e o sol da liberdade raios rúgidos brilhou no céu da pátria nesse instante. O Senhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte em teu seio. Ó liberdade, desafio o nosso feito à própria morte. Ó pára bate toda casa salve salve. Brasil com sono intenso, um raio vímido de amor e de esperança. A terra desce sem que o formoso céu risonhe límpido, a imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza. És velha forte dois e o teu futuro espelho essa grandeza terra dourada entre outras vilas do Brasil. Ó pátria amada dos filhos exas mã gentil. Pátria amada Brasil. [Música] deitado eternamente meus Esplêndido ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras, ó Brasil, florão da América, iluminado ao sol do novo mundo, do que a terra mais garrida, teus bisonhos e dos campos tem mais flores. Nossos bosques tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amores. Ó pá, salve salve Brasil de amor eterno seja símbolo o labaros temas estelado e digam verde louro desta fómula faz no futuro e glória no passado. Mas segues a justiça clava forte. Verás que o filho teu não foge a luta, nem tem que te adora a própria morte, terra dourada, entre outras vilas do Brasil, uma pátria amada dos filhos desde solas mã Gentil patria amada ao Brasil. [Música] [Aplausos] [Música] se a nossa divina Promessa [Aplausos] promessa nossa porf das [Música] indústrias conoces [Música] [Aplausos] Agiramos ganhar agir. Progresso. [Aplausos] [Música] Progresso. Que sabe os lros da glória acolher e com alma de luces. 70 70 a luz do trabalho vai colher contra o povo que sabe os da glória da glória. Todos, todos [Música] sos glória. [Música] Pressa, presta sema nossa conquista pra. [Música] [Aplausos] Nós convidamos para compor a mesa o vereador da Câmara Municipal de Campinas, Dr. [Aplausos] Agradecemos as seguintes presenças que se anunciaram a este cerimonial. A secretária Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, Eliane Joseline Pereira, a Secretária Municipal de Comunicação, Rose Gugliel Minete, a presidente da Academia Campineira de Letras, Ana Maria Melo Negrão, o historiador e escritor Jorge Alves de Lima, o diretor de cultura da Secretaria Municipal de Cultura e turismo Gabriel Rapace, o presidente da loja maçônica Independência, Guido Nard Neto, o diretor da loja maçônica Independência, Wagner Luiz Lataro, o diretor de esportes da Casa de Itália, Ricardo Lousada, a diretora cultural da Casa de Itália, Aline Rodrigues, a diretora social da Casa de Itália, Rosimeir Jean Paol, e a jornalista Roberta Gregório enviou sua justificativa de ausência com cumprimentos à nossa homenageada desta noite, o presidente da Rede Mário Gate, Dr. Sérgio Bisoni. Com a palavra na tribuna o presidente Luís Rossini para a homenagem da Câmara Municipal de Campinas a agraciada desta noite. Mais uma vez, boa noite. Bona bemvenuto a Tut à nossa casa de Itália de Campinas. Quero inicialmente cumprimentar o nosso prefeito Dário Saad. Cumprimentar meu companheiro vereador Dr. Ianco, que veio direto de um atendimento do hospital para cá. Obrigado pela sua presença. Cumprimentar a presidente da Casa de Itália de Campinas, Célia Pescarini, e cumprimentar a nossa homenageada Alexandra Caprioli, né? Cumprimentar também presentes aqui nessa reunião a Eliane Josceline Pereira que é nossa secretária de de gestão e desenvolvimento de pessoas. A Rose Glimiet, isso aí é travaal. Nossa secretária de comunicação, a Ana Maria Melo Negrão, presidente da Academia Campinense de Letra. É uma honra tê-la aqui, meu amigo Jorge Alves de Lima. historiador, escritor, alguém que mais sabe da história e das personalidades de Campinas. Gabriel Rapaz, diretor de cultura. Guido Nard Neto, presidente da loja maçônica Independência. Wagner Luiz Latário, diretor da loja Independente. Nosso companheiro de casa de Itália, professor Ricardo Lousada, que é diretor de esportes também, Aline Rodrigues, nossa diretora cultural. Oimeir Diampaoli, diretora social, e a Roberta Gregório, jornalista que faz assessoria de imprensa da nossa casa de Itália. Um cumprimento especial a dona Maria Antônia, a mãe da nossa homenageada e seu irmão, José Mário, aqui presentes nesse evento. Eh, rapidamente eu gostaria de contextualizar porque que estamos aqui. Nós estamos celebrando a 29ª semana da comunidade italiana que foi instituída através de uma lei de minha autoria lá em 1994, quando instituímos o dia da comunidade italiana de Campinas, que é comemorado no dia 17 de abril. E o dia 17 de abril tem um significado paraa comunidade italiana muito importante, porque no dia 17 de abril de 1881 foi fundado o círculo italiano NIT, né, que depois deu origem à atual casa de saúde de Campinas. Na época, o TIR foi a primeira organização dos imigrantes e famílias imigrantes que moravam em Campinas e cumpria duas missões, uma de caráter social para reunir e agregar as famílias italianas que aqui viviam, mas tinha uma tarefa e uma missão mais importante ainda que era assistencial. O TC socorria as famílias de migrantes que vieram para cá, saíram da Talha, atravessaram o Atlântico na expectativa de encontrar facilidade para desenvolver seus projetos de vida, né, progredirem. Mas no começo não foi assim para todos. Muitas famílias passavam necessidades, né? Tinham muitas dificuldades de ordem financeira. Então, o Círculo acolhia, apoiava, ajudava essas famílias. E o círculo teve uma participação importante, Jorginho Alde Lima sabe disso, eh no período da epidemia de febre amarela, porque as instalações, a série do círculo italiano UNI se transformou em enfermaria para brigar os acometidos pela febre amarela, talvez nasceu aí a vocação da casa de saúde. Mas também foi no dia 17 de abril de 1978 que foi fundada a Casa de Itália de Campinas como uma escola de idioma italiano e também como uma associação para unir as famílias de migrantes, descendentes italianos da nossa Campinas e manter viva as tradições, a cultura italiana na nossa cidade. E mas italiano gosta tanto de festa, deixar que para comemorar o dia a gente realiza a semana da comunidade italiana. E este ano a nossa semana tem 13 dias só começou. É. E Alexandra foi parceira a prefeitura, Secretaria também de Desenvolvimento Econômico e Inovação, na organização da festa que foi realizada na Araltos da Paz, sexta, sábado e domingo. Uma festa gastronômica, cultural, muita alegria, foi maravilhosa. E essa semana segue com uma série de atividades. E essa que a gente faz todos os anos, a Câmara realiza uma sessão solene para homenagear um membro indicado pela comunidade italiana com o título de cidadão campineiro, como forma de reconhecer e demonstrar a contribuição que os imigrantes e seus descendentes italianos deram e continuam dando pro desenvolvimento da nossa cidade. É uma forma singela de dizer muito obrigado e a nossa gratidão àqueles que ajudaram a construir a nossa cidade, assim como outros povos. Mas a comunidade italiana tem uma contribuição importante na formação da nossa sociedade, da nossa cultura, enfim. Então vamos falar um pouco, né, da nossa homenageada Alexandra. Alexandra nasceu em Campinas no dia 4 de agosto de 1967. Alexandra Caprioli dos Santos Fontolan. Ela é filha de Maria Antônia Caprioli e de Antônio Augusto Gomes dos Santos. Casada há 30 anos com Alberto, né, Fontolã, que tá aqui. Quero também cumprimentá-lo, companheiro, sempre presente, parceiro, né, de todas as atividades da Alexandre. Eh, o casal tem um filho, Leonardo, de 26 anos. Neta de italianos, seu avô Mário Caprioli, veio ainda pequeno, com 8 anos, com toda a família, que emigrou da Itália para o Brasil lá em 1911 para trabalhar na lavoura de café. Estabeleceram-se inicialmente na cidade de Vinhedo, mas em 1922 transfer transferiram-se para Campinas no bairro rural conhecido como três vendas, né, na estrada velha de Indaiatuba. Aliás, uma das vendas era da família Caprioli, porque elas vieram para cá, exatamente para desenvolver a atividade comercial. Ali já demonstrava a vocação, o tino comercial e de negócios da família. A vendinha vendia de tudo, gás para lampiões, azeite, tecidos, aviamentos e outros produtos manufaturados. Naquela época o acesso ao centro de Campinas era muito difícil, não havia transporte público. Então adquiriram um caminhão para vir à cidade e comprar mantimentos. Só que ao longo do caminho era muito comum dar carona para os sitiantes vizinhos e trabalhadores da lavoura da região. Isso se tornou frequente e a cada dia aumentava o número de pessoas que esperavam o caminhão da Capriole para vir para o centro da cidade. Foi aí que tiveram a genial ideia de criar uma empresa de transportes. Assim, em 1928, pai e filhos decidiram vender aquele caminhão e comprar a primeira jardineira, uma Chevrolete cabeça de cavalo, dando início à empresa Aviação Caprioli, que viria ao longo dos anos a se tornar uma das maiores empresas de transportes do estado de São Paulo e do Brasil. No auge do desenvolvimento industrial de Campinas, a Capriole pegou, né, a esteira dessa onda de desenvolvimento e era muito procurada pelas grandes companhias que aqui se instalaram na época para realizar o serviço de tratamento de seus trabalhadores. Inclusive a Unicamp, recém fundada lá na década, no início da década de 70, é isso, Jorge? 60 alguma coisa, né? E e era uma linha, criaram uma linha, era chamada linha de fábrica, né, que fazia um roteiro percorrendo as fábricas e entregando os trabalhadores nesse percurso. Depois, além disso, também iniciou as operações de transporte municipal e intermunicipal, conseguiu a primeira concessão da linha Campinas, Montemor Capivari, iniciando ali uma próspera jornada empresarial. Para ter ideia do prestígio da Caprioli, era ela que realizava o transporte dos jogadores da Ponte Preta, do Guarani, do São Paulo Futebol Clube, da Portuguesa. E quando a seleção brasileira estava no estado de São Paulo, era a Capriole que fazia o transporte exclusivo dos jogadores da seleção. Acredito que até transportaram Pelé, né? Então, muitos atletas sentaram nos bancos dos ônibus da Caprioli. E uma curiosidade, o primeiro ônibus fabricado pela Mercedes-Benz Brasil na fábrica de Campinas foi adquirido pela Capriole. E quando a empresa fechou as suas instalações, o último ônibus foi também adquirido pela Caprioli, né? Em 1970, a família criou a agência Capriolo e Turismo, realizando excursões, viagens. Em 1972, com falecimento do Sr. Mário Caprioli, assume o comando da empresa o Sr. Antônio Augusto, pai da Alexandra, que por convite com muita insistência do senor Mário, eh, o seu Antônio, ele pediu demissão da Jess, onde trabalhava como químico, abandou a sua profissão, que era exitosa, também tinha uma carreira exitosa na Gess Lev, e veio trabalhar na empresa da família. Do anos depois, o seu Mário faleceu e o seu Augusto assumiu o comando da empresa. Seu Antônio, perdão, assumiu o comando da empresa e com o mesmo espírito empreendedor, com a mesma competência, mesma dedicação, deu sequência ao trabalho sério dedicado, desenvolvido pelo seu Mário. Em 1998, a família, de forma corajosa, arrojada, mostrando esse espírito de pioneirismo, decide assumir novos desafios e entra no ramo do transporte aéreo, iniciando na área de aviação com a Trip Linhas aéreas. Compraram dois aviões Brasílias. Aliás, Alexandra falou uma característica do seu pai. não gostava de comprar nada, não gostava de ter prestação. Ele comprou o primeiro avião à vista, né, que era uma loucura para ele. Mas iniciou-se ali também eh uma empresa numa das primeiras linhas e voos realizado pela Trip era para Fernando de Noronha. E mais foi com uma rota Campinas, Belo Horizonte, Brasília, que a empresa eh se consolidou, abrindo o caminho para muitas outras rotas, vindo a tornar-se a maior companhia aérea regional do país e da América do Sul e atingiu em 10 anos a marca de 1 milhão de passageiros transportados. Em 2012, aconteceu a fusão entre a Tripe e Azul Linhas Aéreas. Assim, a família passa a ser acionista da empresa de aviação azul, Linhas Aéreas. Apesar de ter saído do setor de transporte terrestre, a família mantém a coleção de ônibus desde a primeira jardineira, né? todos os ônibus que contam transporte urbano municipal, né, da da nossa cidade. Em breve eles vão abrir um museu do transporte. Bem, até aqui falamos um pouco da história e da contribuição que a família Caprioli deu pra cidade de Campinas, para o nosso desenvolvimento. Agora vou falar um pouquinho da nossa homenageada que todos conhecem. dispensa comentários, mas vale a pena a gente destacar algumas coisas. Por exemplo, Alexandra, ela estudou no colégio Progresso, estudou naquela escola porque a sua mãe era diretora do colégio Progresso. E ela conta, lembra-se assim, com uma saudade, com uma alegria, até brilho, lágrimas nos olhos, dos almoços de fim de semana na casa da nona, que reunia toda a família, primos. E ali eles só falavam italiano, comiam muito macarrão, davam muita risada e falavam alto. Aliás, que é uma característica das famílias italianas, né? E essa lembrança realmente toca o coração, sensibiliza a Alexandra. Ela graduou-se em turismo e terapia ocupacional pela PUCAMP, com especialização em gestão de empresas turísticas pela Fundação Getúlio Vargas. aturou atuou na área acadêmica por mais de 15 anos como professora na faculdade de turismo da PUCAMP e do curso de pós-graduação em planejamento e organização de eventos da Policamp. empresária do ramo de turismo e eventos há mais de 40 anos, iniciou a sua trajetória profissional na Capriola e Turismo, vendendo passagens e ajudando a organizar roteiros de viagens e excursão. Foi presidente do Campinas e região convention visitors birô em 2013 a convite de Samuel Rossílio com muita resistência. A princípio, ela ingressou no setor público, primeiramente como diretora do Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas, tendo coordenado o comitê da Copa do Mundo e das Olimpíadas em Campinas. devido à sua competência, proatividade, capacidade de gestão, foi convidada a assumir a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campinas, cargo que exerce desde o ano de 2021. Alexandra tornou-se uma unanimidade. Ela é reconhecida e respeitada pelos servidores da prefeitura, pelos demais secretários, pelos produtores culturais, pelos militantes dos movimentos culturais da cidade e também pela classe política. até a oposição admira respeita a Alexandra Caprioli. Além disso, é ainda é presidente do Conselho de Política Cultural de Campinas e presidente do Conselho do Patrimônio Histórico de Campinas, do CONDEPAC, e atua como coordenadora da Câmara Técnica de Turismo da Região Metropolitana de de Campinas. nas horas vagas ela é atleta, corre tudo quanto até madratona, competição, ela tem uma energia incrível e o maridão atrás, né? Foram essas razões, né, que levaram a comunidade italiana de Campinas, através da Casa de Itália, a indicá-la e a Câmara Municipal de Campinas acolher e aprovar por unanimidade a concessão do título de cidadã emérita pelo reconhecimento dos serviços prestados à nossa cidade. Alexandra, para mim é uma orgulh é um orgulho, uma honra por ter tido sido instrumento, né, da vontade da comunidade italiana de Campinas e previstar essa homenagem que é justa e merecida para você. Que Deus te abençoe e te dê muita saúde, sabedoria e vitalidade. Felicidade sempre. [Aplausos] Obrigado, neste momento, teremos a entrega do título de cidadã emérita, a Alexandra Caprioli dos Santos Fontolã. O documento temor: A Câmara Municipal de Campinas, nos termos do decreto legislativo número 5995 de 25 de março de 2025, concede a Alexandra Caprioli dos Santos Fontolã o título de cidadã emérita, pelos relevantes serviços prestados ao município de Campinas. Campinas, 15 de abril de 2025. Assina o documento o presidente da Câmara Municipal de Campinas, vereador Luís Rossini, autor desta honraria. [Música] Convidamos à tribuna, a nossa homenageada Alexandra Caprioli dos Santos Fontolã para seu discurso de agradecimento. Gente, que que histórico que você fez, Rossine. histórico emocionante assim, eh, que faz, eh, me faz lembrar porque eu tô aqui, né? Eh, por que razão eh tudo que fez, tudo que aconteceu para que eu estivesse aqui nesse momento. Então, primeiro, é uma honra enorme e muito especial para mim essa homenagem da proposição do Rossine, da comunidade italiana, eh, a qual eu recebo com muito orgulho em nome de toda a minha família e de todo esse histórico que o Rossine conseguiu, eh, trazer, né, que mostra a importância da nossa ancestralidade, a importância dos do trabalho e da vinda desses nossos antepassados que cheg chegaram cheio de sonhos eh aqui no Brasil e eh que a partir disso, tudo que decorreu disso, foram muitos aprendizados, né, uma sequência enorme de aprendizados eh e que e que forjaram a forma como nós fomos criados, né? essa essa esse seio da família italiana, né, ela tem essa característica que é realmente tudo era muito conectado, né, por muito tempo. A casa dos meus avós e da minha mãe, eles moravam junto com a empresa, então as coisas eram se se entrelaçavam, né? E e eu vivi eh toda essa história e e meu pai ele ele não era Capriolle, ele era o seu Antônio, mas muitas pessoas chamavam ele de Capriole porque ele assumiu com tanta dedicação os negócios da família que e ele virou um guardião da história, né? Eu até fiz questão de trazer até para para me aconchegar aqui, né? eh uma uma revista que a gente produziu quando a empresa completou 80 anos, hoje ela teria 97 anos, né? E tudo isso, eh, contar essa história que tem de 115 anos, né, que separa lá 1911 da vinda dos meus bisavós e dos meus avós pro Brasil e e chegaram a fundar a Caprioli, que foi orgulhosamente uma empresa que levou o nosso nome, né? Eh, e a gente tem muito muito orgulho disso, né, Zé Mário, mãe? Eh, também eh para para além da empresa, tudo que a gente faz na nossa vida tá alinhado com o propósito que a gente aprendeu através da criação dos nossos pais, né? Todo esse empreendedorismo refletido nessa história, né? Imagina meu vô eh, com os seus com seus com seu irmão Anastásio e com seu pai Savério. Eh, meu meu meu vô durante todo o período que ele foi muito bem-sucedido na empresa, ele era analfabeto porque ele não tinha tido oportunidade e ele só mais velho foi estudar, porque ele sempre dizia que ele não queria perder assim, eh, ser passado para trás, né? ter chance de alguém passar ele para trás, mas ele era uma pessoa extremamente focada, né? Então, para nós, para além dos negócios, isso era a nossa vida, o nosso propósito. É, e e esse trabalho que continuou, né, com meu pai e também com a minha mãe, né, ela foi eh e depois acho que seguido com bastante orgulho por mim e pelo meu irmão, ele mostra esse pioneirismo e e também se a gente for pensar em palavras, né, todo esse que que é a chave de tudo isso? Eh, é pioneirismo, é empreendedorismo, mas eu acredito que em 1920, lá na década de 20 em 28, eles nem sabiam sobre essa palavra, mas hoje a gente sabe o que que precisou de coragem, de persistência e qual foi a a o caminho que eles decidiram, né, forjar para para criar tudo isso que eles tiveram a coragem de criar. E a gente é formado a partir dessa mescla de experiências, de vivências, essa esses aprendizados, né? E todo mundo diz que não tem nada melhor, né? Que o exemplo é o que arrasta. E sempre foi o que a gente mais teve dentro das nossas casas. se eu posso eleger o maior legado que a gente recebeu eh dos nossos pais, dos nossos avô, dos nossos avós, foi a certeza de que tudo é fruto de trabalho muito duro e que não tem atalho para você chegar aos propósitos, aos objetivos que você bom, imagina se eu não ia ficar emocionada, né? A gente respira. Eh, mas esse exemplo, né, minha mãe sempre trabalhou, até o Rossine fez uma pergunta que minha avó era aquela casa italiana com cheiro de comida italiana, com aquela voz alta, com a falando com as mãos, né? Aquela casa que era puro afeto, né? Era puro afeto. E minha avó, ela dava sincom. O Zé Mário lembra disso. Ela chamava os netos e dava uma nota que eu não sei se era cinco ré, cinco, nem sei que moeda era na época, mas ela tinha isso. E a gente se sentava, ela era, ela era bem grande e ela tinha uma poltrona e a gente se sentava tudo aboletado na poltrona dela. Então a gente viveu essa esse afeto, né? E ele perguntou sobre a comida e se eu cozinhava. Não, eu não cozinho, eu não eu não tive esse dom, mas eu acho que a gente eh experimentou para além da comida italiana que ela traz isso, o afeto que vem junto com tudo isso, né? Então, eh, em todo esse, em todo esse contexto, né, esses, eh, nós somos dois filhos, eh, do meu pai, Ant, seu Antônio e dona Maria Antônia, eh também, eh, a gente acho que tudo que a gente fez na nossa vida foi em Campinas. toda a nossa construção e nossa dedicação de trabalho, de negócios, foi feita aqui. Então, também receber essa homenagem aqui, né, da Câmara Municipal, eh, como eu digo, eu recebo em nome de de da minha família e de todas essas pessoas que vieram antes. Mas eu sou eh a eu sou além disso, né? Eu sou mãe, eu sou filha, eu sou esposa, eu sou amiga dos meus amigos. Acho que se eu posso eh, vamos dizer assim, definir quem que tá aqui eh acolhendo esse prêmio, né? Porque acho que você tem que ter humildade, mas ao mesmo tempo eu tô muito lesongeada, né, de est aqui vivendo esse esse momento, né? Então, eu nunca poderia esquecer tudo o que eu pude receber da minha família, ao mesmo tempo, saber que a minha família sempre é o meu porto seguro. Nos momentos bons, são de celebrar os momentos ruins. Você sabe que tá todo mundo lá segurando a mão um do outro, né? E a certeza de que meu pai, apesar de não estar aqui, tá lá no céu assistindo e comemorando, porque ele era uma pessoa que sempre incentivou também, assim como a minha mãe, a gente a não não ter sonhos pequenos, não ter sonhos ter sonhos que não eram que não nos limitassem, né? Que a gente acreditasse que era possível. O Alberto por pela esse apoio incondicional. Não é fácil ser marido, ser meu marido. Ele sabe disso. O Dário fala que ele é que ele é um herói. Eu acredito que ele seja mesmo. Eh, ele é uma marido e um companheiro, né? 30 anos. Esse ano a gente completa de casado, mas não existe um dia sequer que eu não agradeça por ter tido a oportunidade de ter essas pessoas todas, né, eh, apoiando. Queria falar do orgulho que eu tenho de ter o Zé Mário como irmão. Eh, nós somos só nós dois. Então, quando a gente via muitas famílias, né, porque quando a gente tem eh essa questão de levar à frente o nome da família, a gente vê que isso muitas vezes desune, mas paraa gente sempre foi a o nosso fator de união, né? Então, a nossa família sempre acreditou que a gente ia conquistar isso junto. E meu filho Leonardo, como ele falou, que é o amor da minha vida, né? como a gente diz, quando a gente é mãe, a gente aprende o que é ser, o que é ter esse amor incondicional. E então, falando novamente, eu acolho esse prêmio como eh demonstração de todos vocês, né, de toda a minha família, de todas as pessoas que sempre tiveram, mas também eu acho que as várias versões da Alexandra eh tão presentes aqui, né? A versão da Alexandra Neta, né? Neta de italianos, a filha, a irmã, a esposa, a mãe, mas também a professora, a chefa, como como a Aninha me chama, a chefa e a parceira, amiga dos meus amigos, a que também teve superações pessoais. Quem me conheceu em outros tempos, eh, se lembra da Alexandra bem gordinha, que fez uma grande transformação, né? Emagreceu 50 kg e transformou todo um hábito, né? Vencendo uma coisa que é que era bastante difícil para mim. Virou louca fitness, corredora, com as minhas amigas corredoras. Eh, e também eu acho que eu sou aquela pessoa do time e eu acho que é por isso que eh toda vez que a gente esse que eu que, por exemplo, esse prêmio, eu sinto que eu tô compartilhando com a secretaria, com Gabriel, com Eros, com Tati, com todas as pessoas, né, com Aninha, com todas as pessoas que compartilham o meu dia, Vanilton, a orquestra sinfônica, né? Eu sou essa pessoa que está nos lugares ligada no 220. Não tem jeito. Acho que todo mundo que me conhece sabe que eu sou extremamente elétrica, né? Mas eu me considero, se eu puder escolher uma das minhas características que eu acho que me levaram a isso, é, eu sou uma trabalhadora incansável. Eu acredito que o trabalho devolve, ele devolve o nosso esforço. E foi isso que eu encontrei. É, depois de falar, né, tudo o que eu passei, né, 40 anos esse ano eu completo de carteira de trabalho, mas esses últimos 12 anos eh que eu estou na prefeitura e especialmente a oportunidade, Dário, que você me deu nesses últimos 4 anos de est à frente da Secretaria de Cultura e Turismo, né, trazer o turismo para dentro da Secretaria de Cultura e com ele toda a nossa turma lá dos primeiros 8 anos Eh, é, é acreditar que a gente nunca, nunca para de aprender, né? Eu tive muita dificuldade no começo. A cultura era um lazer para mim. Eu não não imaginava ela ser um trabalho. E e eu me lembro direitinho quando eu falei pra minha mãe, ela falou assim: "Ai, Alexandra, eu tenho a obra do centro de convivência, tem orquestra sinfônica, tem quando é muito difícil". Eu acho que será que é você quer mais esse desafio, né? Você tem certeza? E eu não tinha certeza, na verdade não tinha nenhuma certeza, mas eu acho que foi graças a todos vocês que entrelaçaram essa parceria comigo, né, secretários, toda, toda a equipe da secretaria, porque eu falo que eu sou do time, eu acredito que a gente só constrói junto. Então, é nessa forma, né, dessa forma bastante singela que eu quis dizer que eu tô aqui representando tudo isso, mas porque eu tive muitas oportunidades e essa última oportunidade eu acho que ela é a talvez o maior desafio desses últimos tempos, mas ao mesmo tempo acho que eu cresci muito como pessoa, como ser humano e também como líder. líder, porque eu acho que a gente só se percebe líder quando a gente enxerga a o resultado que a gente vê nosso trabalho, porque o que a gente quer é dar oportunidade dessa cultura, desse turismo, chegar a todas as pessoas dessa cidade. E eu acho que a gente está fazendo isso no nosso com a liderança do nosso prefeito. Então, muito obrigada, muito obrigada pel essa homenagem, muito obrigada à minha família e que a gente possa continuar construindo passinho por passinho tudo aquilo que a gente quer para essa cidade. E é por isso que eu continuo acreditando que o trabalho devolve e que a gente vai conquistar tudo que a gente quiser se a gente tiver esforço, sem atalhos, só no esforço, só no trabalho duro, na ética e nos valores que eu aprendi com a minha família. Muito obrigada, convidamos agora Agora a tribuna para as suas homenagens o prefeito de Campinas, Dário Saad. Boa noite, senhoras e senhores. Quero fazer uma saudação especial ao presidente da Câmara, Luiz Rossini, cumprimentar o vereador Ianco, aqui presente, a nossa presidente da casa de Itália, Célia Pescarini e saudar a nossa homenageada de hoje, minha amiga Alexandra Caprioli. Quero cumprimentar aqui as secretárias presentes, a secretária a secretária Rose Guminete, saudar a Ana Maria Negrão, presidente da Academia Campinense de Letras, cumprimentar o marido Negrão também, que é meu amigo, eu não posso deixar. Cumprimentar o meu grande amigo Jorge Alves de Lima, que também foi presidente da academia, um historiador, um biógrafo e por aí segue, né, Jorginho? Cumprimentar o Guido, meu amigo presidente da loja Independência, o Wagner também que é da loja. Quero também cumprimentar os diretores aqui da Casa de Itália através da Aline, todos aqui que fazem um trabalho maravilhoso aqui na Casa Itália. Em nome do Gabriel Rapace, queria cumprimentar todos os os colaboradores da Alexandra na Secretaria de Cultura. Eh, cumprimentar também o Pellegrini, que é advogado, a família da Alexandre, Zé Mara, dona Maria Antônia, o Alberto, eu falo que o Alberto é um é um herói porque eu vejo Alexandra acordar 5 horas da manhã, ele deve estar acordado do lado porque ela começa a falar alto lá, ele não consegue dormir. E aí eu vou num evento às 11 horas da noite, ele tá lá, eu falo: "Alexandre, você vai acabar com Alberto". Mas eu queria, eu passei aqui em rápidas considerações para te dar os parabéns e parabenizar primeiro o vereador Rossini por ter tido a sensibilidade eh de fazer esse reconhecimento. Eh, o vereador tem as funções que a constituição determina, eh, votar os projetos de lei da prefeitura, reivindicar, criticar a administração, pedir as coisas, mas o vereador também tem um papel importante que é representar a sociedade no reconhecimento. É aqui Rossine, a própria Alexandra falou da trajetória da família e que eu já conhecia, mas hoje conheci em mais detalhes. Realmente é uma trajetória admirável. Mas eu vim aqui falar da Alexandra, que tem o espírito público, que gosta de política pública, que gosta de gente, que a gente sabe que pela vida que poderia ter outra opção de vida eh dentro da sua carreira, dentro da empresa ou fora da empresa, mas ela optou por servir, por servir a população através do turismo inicialmente e agora como secretária nesses últimos anos. Então, venho aqui demonstrar a minha gratidão eh como prefeito. Eh, Alexandra, ela é apaixonada pelo que faz. Ela realmente, acho que não é 220, ela tá ligada no 440, não sei nem se tem. E sem e sem dúvida isso ajuda muito. Eu sempre falo que para trabalhar no serviço público, tanto como vereador, como é o vereador Rossini, vereador Ianco, primeiro tem que gostar de gente. É gente pedindo, é gente criticando, é gente questionando. Tem que gostar. Se não gostar vai fazer outra coisa. E segundo, tem que gostar de trabalhar. A Alexandra tem essas duas características, gosta do que faz, é apaixonada e pelas ações da sua secretaria e por aquilo promover lazer, levar cultura, levar formação cidadã para as pessoas. Então, parabéns pelo seu trabalho. Hoje você recebe o título de cidadã, cidadãemito, Alexandro, pelo mérito que você consegue. Eu como prefeito reconheço, não é fácil trabalhar comigo, viu? Vou ser muito sincero para vocês. Eu sou prefeito chato. Eh, esses dias um secretário falou para mim assim, com muita educação: "Prefeito, o senhor é um pouco ansioso?" Falei: "De jeito nenhum. Eu sou muito ansioso, um pouco ansioso. Eu era no começo do mandato. Então assim, realmente a gente que tá num cargo desse e é muito cobrado, muito pressionado e você de uma certa forma você transfere isso paraa secretaria, você cobra os secretários e não é uma posição também muito simpática muitas vezes, mas a Alexandra sempre corresponde, sempre tá pronta para trabalhar, para resolver situações. Eu fico muito feliz de estar na Casa de Itália também, viu Célia? Eh, a minha família por parte de mãe, meus bisavós, vieram lá da comuna de Corresola, na região do Vênito, lá na província eh na província de Pádova. Pádova. E eu sou uma mistura de italiano com libanês. Então, na minha casa, no final de semana, era uma briga para saber se era um ki ou se era um macarrão, entendeu? Geralmente era mais macarrão, que meu, minha mãe mandava bem na época. Ela ela e ela tinha muito orgulho. E por coincidência eu tenho o nome dos meus dois avós. Meu avó por meu avô por parte de mãe chamava Dario Giolo. Dioli. Era Dioli, mas veio Giola aqui no Brasil e era chamado de Dante. E meu avô paterno era Jorge Saad. Acho que o meu pai não devia estar muito bem com a minha mãe. Eu falei: "Nós vamos fazer o nome dos dois avós aí que a gente equilibra". Então eu fiquei Dário Jorge Giolo, Saad. é que o nome da vida pública acrescent juntou para dar Saad. Mas então para mim é muito orgulho estar aqui na Casa de Itália e acho que a Casa de Itália através da sua diretoria, do vereador Rossini, foi muito feliz indicá-la como cidadã emérita. Parabéns pelo seu trabalho e você merece. Muito [Música] obrigado. Neste momento, faremos a entrega de flores à nossa homenageada e a sua mãe Maria Antônia Caprioli, pelas mãos de Aline Rodrigues, diretora cultural da Casa de Itália e Rose Jean Paoli, diretora social da Casa de Itália. [Aplausos] Com a palavra o presidente Luís Rossini para suas considerações finais e para declarar encerrada esta reunião solene. Eu acho que ficou. Alô. Eu acho que ficou mais do que demonstrado a just, né? A comunidade italiana se sente muito bem representada pelo exemplo da família Caprioli e escolheu com muita sabedoria o nome da Alexandra para eh indicar para receber esse título de cidadã emérita que a Câmara colheu e aprovou por unanimidade. Mas enquanto a Alexandra falava, eu tava aqui pensando, né, depois que ela tava alguns anos na secretaria, que ela tinha tudo sob controle, falou: "Agora tá fácil". veio à Câmara de Vereadores, criou uma tal de emenda impositiva, direcionar aí o vereador indica recurso e fala o que tem que fazer. Só o ano passado a Secretaria de Cultura e Turismo realizou 16 eventos, objeto das emendas impositivas dos vereadores. Aquela paz, aquele controle virou a Secretaria de Pernas pro ar. Mas eu quero falar em nome de todos os vereadores o assim a nossa gratidão e reconhecimento, porque a gente tem em você, na sua equipe, maior dedicação, grande profissionalismo. Não é fácil, né, Gabriel Eros, atender as demandas de dos vereadores. E o mais importante é que os vereadores também sintonizados com o desejo, com a vontade da população, dos bairros, da comunidade através desses eventos. Eh, e aí por determinação também do prefeito que participa de tudo, ele fala da Alexandra, mas ele também tá não, mas ele tá em tudo quanto é lugar. Mas a gente devolve através da cultura eh não só o lazer, entretenimento, atividades culturais, mas é um gesto de demonstração de respeito. Quando a prefeitura, através dos eventos culturais chega num bairro da periferia com uma festa da Páscoa, festa do Natal, uma festa da comunidade, é o poder público dizendo: "Nós estamos aqui, vocês fazem parte da nossa cidade". e merecem ser tratados com respeito. E vocês fazem isso, por isso a Câmara também, apoiou essa iniciativa e tem você, sim, alguém com bastante crédito. É só para lembrar isso aí. Ela falou: "Nossa, agora que tá tudo calmo, emenda impositiva, eu falo, ela nem dói." Mas legal, eu quero agradecer a presença do prefeito Dário Saad nesse evento, meu companheiro de Câmara, vereador Dr. Ianco, e em nome da Célia Pescarini, nossa presidente da Casa de Itália, agradecer mais uma vez a acolhida e a organização da 29ª Semana da Comunidade Italiana de Campinas. E a você, Alexandra, mais uma vez obrigado. Que Deus te abençoe. Com essas palavras declaro encerrada a presidente, presente reunião solene. Agradecer a nossa equipe do cerimonial e da TV Câmara presente [Aplausos] aqui. Agora Alexandra convida a todos para um coquetel aqui [Música] embaixo. TV Câmara, Campinas. Yeah.