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Eleições 2026 - 1ª Entrada Noite
Em destaque · HD Vídeo · ELEIÇÕES 2026 - COBERTURA AO VIVO

Eleições 2026 - 1ª Entrada Noite

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Resumo editorial

Cobertura especial das eleições de 2026 pela TV Câmara Campinas. Entrevista com cientista político Emerson Saraiva sobre as mudanças nas campanhas eleitorais, destacando o papel decisivo das redes sociais e comunicação digital na conquista de votos. Apresentação de resultados parciais da apuração de votos para governadores em diversos estados e dados de votação em Campinas.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

800 milhões de contas em redes sociais e WhatsApp em 98% dos smartphones do país: o cientista político Emerson Saraiva, especialista em marketing eleitoral, explica por que a campanha de 2026 impactou até quem não tem celular ou rede social, na cobertura ao vivo da TV Câmara Campinas. Ele descreve um pleito marcado por ataques entre candidatos, com pouco debate de propostas para saúde e educação. Direto do cartório da Justiça Eleitoral, a equipe responsável pela operação da emissora acompanha a chegada de mídias e boletins de urna.

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6 horas mais 2 minutos, rápido intervalo e já estamos de volta porque a cobertura especial da TV Câmara Campinas neste domingo especial E eu tenho um convidado, eu converso agora com o Emerson Saraiva, ele que é cientista político, especialista em marketing eleitoral, acompanhou as transformações profundas aí na forma de se fazer política, de se comunicar com o eleitor. Então, Emerson, quando nós olhamos para uma eleição como a de hoje, o que mais mudou na forma de se conquistar este voto? Seja bem-vindo à cobertura da TV Câmara Campinas nestas eleições. Boa noite, Gabriel. Boa noite a todos os telespectadores da TV Câmara de Campinas. Um prazer estar aqui conversando com você e respondendo sua pergunta. Eu tenho que puxar a brasa para a minha sardinha, né? A gente não pode tirar do... não faz nenhum sentido a gente tirar dessa equação da conquista do voto esse aparelhinho fantástico que todos nós temos hoje na mão, no bolso, na bolsa, na mochila, que é o celular. Então, a gente tem uma realidade, por exemplo, de uma mudança da campanha de 2018, da eleição de 2018. Nós tínhamos no Brasil, a estimativa era que a gente tinha 120 milhões de contas em redes sociais no Brasil. Ali, considerando todas as redes sociais, então, óbvio que a maioria de nós tem conta em várias redes. Neste ano, esse número pulou para 800 milhões de contas. Então, no Brasil, você tem no WhatsApp, e essa conta nem considera o WhatsApp, Mas o WhatsApp, por exemplo, é um aplicativo hoje que 98% dos aparelhos de celular, dos smartphones do Brasil, eles têm o WhatsApp instalado. Então, de fato, a campanha desse ano foi uma campanha que eu tenho dito, inclusive, Gabriel, que mesmo quem não tem celular, mesmo quem não tem rede social, Mesmo pessoas, por exemplo, pessoas que não têm nem condições de acompanhar, por exemplo, como os analfabetos, eles foram 100% impactados pela internet e pelas redes sociais, porque uma das principais características de uma boa campanha nas redes sociais é que ela consegue não apenas furar as bolhas internas das redes, como a própria bolha da rede. Então quando as pessoas que não têm acesso a uma determinada rede começam a comentar algo que está na rede, é uma ótima métrica de sucesso para nós que trabalhamos com marketing político, com estratégia eleitoral. Então não tenho nenhuma dúvida que 2026 fica marcada como a campanha onde 100% dos votos foram de alguma maneira impactados pelas comunicações, principalmente as comunicações digitais. O Emerson e o eleitor, ele mudou também a forma como é que ele enxerga a política, como é que ele vivencia esse período eleitoral até o voto, porque do ponto de vista dos candidatos, eu estava conversando até há pouco aqui com um professor de jornalismo e também com um advogado, e eles citaram essa questão dos ataques. Essa foi uma eleição em que se falou muito pouco sobre propostas para a educação, para a saúde, e foi muito sobre ataque, tentar desidratar a outra candidatura. E esse eleitor, como é que ele vivencia isso? Ele entra nessa polarização também? É uma coisa que a gente pode, eu acredito que já pode ficar cravado também sobre a campanha deste ano, é que foi uma campanha extremamente beligerante, uma campanha extremamente violenta. E eu costumo dizer, Gabriel, Eu sou, pelo sotaque que você está notando, que eu sou nordestino. E isso é meio que uma característica das campanhas do Nordeste que vem tomando conta do Brasil. Então, isso para a gente que atua no marketing político, na estratégia eleitoral do Nordeste, eu trabalho já há quase 40 anos nisso, campanha no Nordeste sempre foi isso. Eu, inclusive, costumo dizer que campanha não pode ser suja, mas a campanha é sempre um processo muito bruto. Ele é um processo em que você precisa, ao mesmo tempo em que você precisa convencer o eleitor de que você é a melhor candidata, a melhor pessoa para ocupar aquele cargo que você está disputando, agora você também precisa convencer o eleitor que os seus adversários, que os seus concorrentes, não são os melhores candidatos. E aí tem um ponto importante que a gente precisa destacar, que é a eleição desse ano, ela teve um ponto muito importante, que foi a eleição para o Senado. Então, a eleição para o Senado, de certa forma, ela teve uma importância muito grande nessa construção desse conceito de que a campanha foi uma campanha de muita porradaria. Por quê? Porque na lógica da eleição para o Senado, eu particularmente atuei em campanha de Senado esse ano e a gente meio que dividia a campanha, era meio 50-50, então 50% era fazer com que o eleitor visse no nosso candidato o melhor nome para assumir aquela vaga de senador E os outros 50% de esforço da campanha era para impedir outros candidatos de conseguirem não acessar o eleitor, mas de conseguirem convencer o eleitor de que eles eram os melhores, porque a gente tinha essa lógica do primeiro voto, do segundo voto, então você precisava ser o preferido de um determinado eleitor e você precisava ser aquele que o eleitor pelo menos se lembrasse de uma maneira positiva. E aí isso eu entendo que teve um impacto importante na dinâmica da campanha desse ano, porque esse trabalho de desconstrução, ele foi muito baseado na lógica de que para que o meu eleitor, ele não vote em mim e em outro candidato que eu não quero que se eleja, eu preciso barrar esse candidato na percepção do eleitor. Então, eu acredito que isso foi um traço muito importante da campanha desse ano, porque a gente teve, em vários estados, a gente tinha assim, a campanha mais importante era a campanha de presidente, sem nenhuma dúvida, e a segunda campanha mais importante não era a campanha de governador, era a campanha de senador, porque as campanhas tiveram essa postura de muita combatividade. É isso, enquanto o Emerson está fazendo esta análise, você acompanha aqui embaixo, nós estamos dando um giro aqui sobre presidente, sobre governador, agora na sua tela senador, por enquanto Guilherme de Ritchie e André do Prado na liderança aqui com as duas cadeiras para o estado de São Paulo, nós temos apenas 3,01% das sessões. No Brasil, 12,45% das urnas apuradas. Flávio Bolsonaro com 7.369.051%. Luiz Inácio Lula da Silva com 40,71%. 5.800.000. Da outra vez eu tinha falado que era um milhão de votos que separavam os dois candidatos. O Flávio Bolsonaro abriu um pouquinho agora com 1 milhão e 500 mil votos, se a minha conta não estiver equivocada, 12% das urnas apuradas. O Emerson, você falava desses ataques que aconteceram aí no Nordeste e isso vai se replicando por todo o nosso país, mas isso deixa um distanciamento entre essa agenda da classe política e as preocupações do cidadão em relação a emprego, a saúde, a educação, a segurança, custo de vida, ou eles fazem isso porque justamente eles entendem que vai conseguir atingir a população e é isso que eles querem? Há esse distanciamento entre classe política e o cidadão ou não? Acredito que sim. Infelizmente, o cenário que a gente tem, Gabriel, é um cenário onde o eleitor hoje não vê... Na verdade, ele nunca viu, a gente não tem um cenário que a gente possa dizer que o eleitor via os políticos como pessoas perfeitas e maravilhosas e tal. Então, esse cenário nunca existiu, mas o que tem acontecido nesses últimos anos é que cada vez mais o eleitor tem medido os políticos muito mais pelo caráter, pela postura, pelo comportamento, pela atitude, do que propriamente pelas obras, pelos projetos, pelas ações, pelas ideias. E, sendo muito sincero, a gente sabe, tem aquele ditado que diz que papel aceita tudo, campanha também aceita tudo. Então, qualquer candidato pode chegar em uma campanha e ele pode prometer... Eu costumo dizer, Gabriel, que eu posso ensinar como vencer qualquer eleição em 30 segundos. É simplesmente você fazer uma pesquisa, procurar saber do que o eleitor mais tem medo e o que ele mais quer. Aí você promete o que ele quer, diz que o seu opositor vai fazer o que ele tem medo e está tudo certo, você vence qualquer eleição. Mas aí o que é que tem por trás disso? É que as pessoas vão ver quem está prometendo, quem está propondo, qual é a história daquela pessoa, o que foi que aquela pessoa fez ao longo da vida, qual é o comportamento daquela pessoa na vida, inclusive na vida privada. Então hoje o eleitor cada vez mais ele vota nas pessoas, ele não vota, eu até costumo falar quando você, se você chega ali em abril, maio de qualquer ano eleitoral e manda fazer uma pesquisa, você vai perguntar para o eleitor, olha esse ano tem campanha eleitoral, o que você espera dos candidatos? Aí o cara vai dizer, eu espero propostas. Só que quando chegar amanhã, dia 5 de outubro, você vai chegar em São Paulo ou em qualquer estado do Brasil e vai dizer assim, você votou em quem para governador? Aí o cara diz, eu votei em Tarcísio. E quais eram as propostas dele? O cara nem lembra. O cara votou porque ele viu um vídeo de Tarcísio no Igreja, que Tarcísio falou muito bem, e ele viu Tarcísio no debate, e Tarcísio no debate falou uma coisa que deixou Haddad meio desconcertado. Então, hoje, o eleitor, ele julga o voto muito pela pessoa e também um aspecto muito importante, que é a performance do candidato na campanha. Então, nessa lógica das torcidas, o eleitor também gosta de ver se o seu jogador está jogando bem. Então, ele não quer aquele jogador que entra em campo e simplesmente faz o que precisa fazer. Ele quer o cara que faz um golaço, ele quer o cara que não leva aquela falta, ele quer o cara que tenha também essa, meio que essa malandragem. Então, o eleitor, ele mudou muito a percepção dele a respeito da escolha do voto, né? Emerson, em geral, o brasileiro, ele escolhe para votar mais uma pessoa, um partido ou um projeto nessa hora do voto? Sem nenhuma dúvida, pessoas. E aí, se você quiser que eu coloque numa escala de importância, antes de mais nada vem a pessoa, depois vem o projeto e depois vem o partido. Agora, essa questão do partido, para a gente ir de baixo para cima, a questão do partido, no Brasil, a gente tem tido uma mudança nesses últimos anos, porque até, sei lá, 8, 12 anos atrás, quando teve essa ascensão do PT, eu entendo que o PT foi, por exemplo, o único partido do Brasil que conseguiu construir uma marca muito forte. No marketing a gente fala muito de uma atividade que se chama de branding, de você construir a marca. Então o PT fez isso, o PT fez esse trabalho de construção da marca. Aí a gente teve o fenômeno de Bolsonaro em 2018 e Bolsonaro conseguiu agregar para o PL um valor muito parecido com o que o PT tinha. Então hoje no Brasil, quando você fala em partido, você basicamente vai falar em PT e em PL. Você não tem um eleitor que compra um boné do Republicanos, você não vai ter um eleitor que gosta de vestir a camisa do União Brasil, mas você tem a camisa do PT e você tem a camisa do PL. Agora a gente tem o Missão chegando, por exemplo, também com um trabalho de branding muito forte em torno do partido. E aí a gente tem, na terceira categoria, a gente tem os partidos. Depois a gente tem os projetos. E aí os projetos, a gente tem o projeto de uma maneira mais, vamos colocar de uma maneira mais ideológica, o projeto da esquerda, o projeto da direita, e aí você classifica o eleitor ali como socialista, como capitalista, como conservador, como progressista. Então existe também essa questão do cara, ele gosta de, o eleitor gosta de se classificar, então ele gosta de dizer, eu sou de direita, eu sou conservador, eu sou liberal, então o eleitor gosta disso. Mas no final das contas, o que esses, nós estamos aqui com 10 milhões, 180 mil votos para Flávio nesse momento, então esses 10 milhões de pessoas, essas pessoas acordaram, no final das contas essas pessoas acordaram e disseram assim, eu vou votar em Flávio porque eu gosto dele. Então, no final, tudo gira em torno de conseguir fazer uma conexão pessoal e direta entre o político e o eleitor, e é aí onde a gente traz muito essa questão das redes sociais, porque a rede social é o único meio, a única condição que o político tem de fazer com que o eleitor se sinta parte da vida do político e que ele sinta que o político faz parte da vida dele. Já que você citou a questão das redes sociais, vamos lá então sobre este efeito da internet, porque nós temos os famosos cortes de edição que são realizados. Antigamente, uma campanha concentrava esforços em um grande comício, no rádio, na televisão, era material impresso. E hoje, um vídeo de poucos segundos tem uma repercussão muito grande, muitas vezes mais do que o discurso de uma hora. Esse marketing eleitoral, ele está abandonando a argumentação mais longa? Se sim, isso é um problema? Com certeza, não tenho nenhuma dúvida. E uma coisa que você pode ver, Gabriel, que aconteceu esse ano, foi esse completo esvaziamento dos debates. A gente teve um fenômeno importantíssimo esse ano, o que aconteceu, por exemplo, no debate da Globo, a gente teve várias emissoras que não fizeram debate, a Record não fez debate, a Band fez um debate completamente esvaziado, os principais candidatos não foram. E aí por que acontece isso? Porque antes a campanha era vista pelos políticos como o lugar onde ele poderia se expor. Só que no período pré-redes sociais, o político dependia muito dos veículos de comunicação, principalmente os veículos de comunicação de massa. Então, o político via como algo muito importante participar de um debate de uma emissora de rádio ou de um debate de uma emissora de televisão, porque na lógica pré-rede social, essa proliferação, essa democratização que houve da rede social, o político dependia, então o político dizia assim, o candidato a prefeito de Campinas, por exemplo, se a TV Câmara de Campinas fizesse um debate, todos os candidatos iriam participar, porque eles iriam olhar para esse debate, assim, isso é um espaço de mídia, é um espaço onde eu posso me expor, onde eu posso fazer com que as pessoas me vejam, ou seja, ele via no veículo a audiência do veículo. Agora, o que é que o político está vendo? Eu não preciso mais disso, eu tenho minha própria audiência, eu tenho minha própria rede social, eu tenho, inclusive, um fenômeno que se acentuou muito na eleição desse ano, que foi a questão do tráfego pago. O político, ele antes dependia da propaganda eleitoral gratuita agora não, ele tem a propaganda eleitoral paga eu tenho clientes, por exemplo, que investiram um milhão de reais só em tráfego pago, então esse cara na lógica da campanha, quando a gente tinha a possibilidade dele participar de um debate ou de uma entrevista em vários momentos a nossa análise que a gente fazia era assim, olha essa emissora de televisão tem menos audiência do que a sua própria rede social então por que você vai para um ambiente onde você não tem controle, onde você pode levar ali uma porrada que você não consegue se defender, onde você pode cometer um deslize. Então, o que você vai fazer num ambiente desse? Arriscar tudo para poder produzir corte? Não, corte a gente produz aqui mesmo. É só pegar o celular e gravar aqui, você na rua, conversando com uma pessoa. A gente, às vezes, consegue até um corte mais importante. Então, você consegue juntar as duas coisas. Você consegue juntar, do ponto de vista do eleitor, O eleitor simplesmente não tem paciência para passar duas horas, duas horas e meia, três horas na frente de uma TV ou ao lado de um rádio, escutando um debate e que normalmente 95% do tempo do debate não acontece nada de interessante, quando ele simplesmente tem ali conteúdos muito rápidos de 30, 40, 50 segundos, que ele acompanha nas redes sociais dos próprios candidatos e ele consegue a partir dali criar o seu juízo de valor ou confirmar as suas... crenças. É isso, seis horas mais vinte e um minutos, Emerson, eu vou te pedir um minutinho, continua com a gente aqui, porque eu tenho um chamado, Mirna Abreu, está se deslocando, está aí pela cidade, eu quero uma atualização, lá do nosso cartório eleitoral, para saber se as mídias estão chegando, como é que está este processo, se está correria, estou vendo uma certa tranquilidade por aí, seja bem-vinda mais uma vez, Mirna. Boa noite, Gabriel. Nós estamos aqui no quinto andar da Justiça Eleitoral, onde ficam os cartórios das zonas 274 e 379. Todos estão aqui aguardando já a chegada então das mídias. Já temos a notícia de que elas chegaram aqui na Rua General Osório, para que então venham aqui para o quinto andar, para o início dos trabalhos. A gente lembra que até o momento temos ainda duas urnas, duas urnas não, duas bíndias que chegaram da zona 380 que não fica nesse andar e elas são da votação dos detentos do CDP, o Centro de Detenção Provisória Campinas Hortolândia. Por aqui, então, a gente aguarda a chegada das mídias para, então, iniciarmos a apuração dos votos de Campinas. Daqui a pouco eu te chamo e volto com você no estúdio, Gabriel. Tá certo, combinado, então, as informações da Mirna Abreu na expectativa, na espera, então, pela chegada das mídias aí, de algumas sessões aqui da cidade de Campinas. Vou pedir para o nosso departamento de arte, se pode colocar aqui para a gente, nós temos os candidatos da cidade de Campinas que estão na disputa para o deputado estadual, então estão tentando uma vaga para deputado estadual, se nós tivermos aí esses candidatos, essa apuração, eu vou pedir, olha só, já chegou então, eu vou me aproximar aqui, peço licença para você que está nos acompanhando, Nós temos Débora Palermo com 269 votos, nós temos a Helen Patrícia também 229 votos, o Vini Oliveira 168, o Ricardo Alessandro 179 votos, o Varley Fininho, é atualização em tempo real que você está nos acompanhando então, nós temos aí 12 páginas dos candidatos que estão concorrendo a deputado estadual. Depois, só se puder voltar na primeira página, só para eu ver quem está na liderança, quem que é o candidato aqui da cidade de Campinas, que está recebendo a maior parte dos votos, nós temos até aqui 11,43% das sessões apuradas aqui até agora. Agora vai retornar então, chegando à primeira página, para a gente poder conferir aí esta votação de quem está sendo mais votada. Eduarda Campopioni, 213.107 votos, Paulo Mansur em segundo, Mariana Conte, vereadora aqui da cidade de Campinas, tem uma cadeira hoje aqui, sendo a terceira mais votada, e você acompanha então aí os candidatos que estão tentando a deputado federal. Se tivermos os candidatos de Campinas a deputado federal, também pode colocar em sequência para o nosso telespectador. Emerson, retornando à nossa conversa aqui, está me ouvindo legal, Emerson? Sim. Sim? E a gente estava falando sobre essa questão da internet, quando essa política precisa ser transformada em um vídeo de 15, 30, 60 segundos, né? O que se perde? Porque é possível explicar projeto de governo, é possível ter um diálogo com este eleitor desta maneira e também qual que é o papel hoje, que muitas pessoas falam, dos influenciadores. Essas pessoas que têm milhões de seguidores e os partidos políticos, eles tentam ali conversar com eles para, nesta época, fazer algum tipo de campanha. Isso influencia também na eleição ou isso é mais para o dia a dia, é mais para a questão dos produtos? Cara, a primeira coisa que a gente precisa entender, Gabriel, é quando você traz esse conceito do influenciador, é que, no contexto de uma campanha eleitoral, você tem duas leituras que você pode fazer. A primeira é que, de fato, esses influenciadores, por exemplo, influenciadores que atuam de maneira profissional, aquela moça bonita que faz propaganda das lojas, aquele rapaz que gosta de divulgar os eventos, existe um ponto que a gente precisa levar em consideração, é se esses influenciadores têm peso para influenciar no voto. Ou seja, você vai ter o eleitor que vai dizer assim, não, para escolher o restaurante onde eu quero ir ou para escolher a roupa que eu quero vestir, esse rapaz ou essa moça aqui me atende muito bem. Mas para escolher em quem eu vou votar é outra conversa. Eu não vou escolher em quem eu vou votar baseado em uma pessoa que não seja de fato um especialista nisso. Aí é onde entra um aspecto que é muito importante, que são os influenciadores que não necessariamente atuam como influenciadores. Então, não tenho nenhuma dúvida que você tem aí em Campinas um médico, um advogado, um comerciante, um empresário, um treinador de uma academia, uma coisa desse tipo, que não atua como influenciador, mas é extremamente respeitado pela sua indústria. inteligência, pela sua competência, pela sua autoridade, pela sua reputação e que no momento que esse cara se pronuncia nas redes sociais, a palavra dele tem muito peso. Eu costumo dizer que eu prefiro mil vezes um depoimento para um candidato que eu estou trabalhando, de um médico que tem 200 seguidores no Instagram, mas que já atendeu 10 mil pacientes, do que de um influenciador que tem 10 mil seguidores, mas só vendeu 200 produtos. Então, é muito importante entender essa lógica do influenciador, não pela lógica do influenciador profissional, do cara que vive daquilo. A gente tem, esse ano, a gente teve um fenômeno dos influenciadores de política. Então, teve uma galera que ou já trabalhava, trabalhando com política, produzindo conteúdos para política e que na campanha teve um peso importante, porque já tinha construído uma autoridade, mas na maioria das vezes, também muito presos a um determinado lado ou outro do espectro, então a gente teve influenciador da esquerda, influenciador da direita, que na prática não conseguia efetivamente conquistar voto, virar voto, apenas garantir, reforçar a narrativa dos candidatos para os quais ele produzia algum tipo de conteúdo. Aí, em relação ao que você falou no começo, desses conteúdos de 30 segundos, desses conteúdos de 20 segundos, o que a gente tem, Gabriel, é o seguinte, eu comecei a trabalhar com marketing político em 1988, quando a gente teve ali o boom da propaganda eleitoral na televisão e no rádio. Então, naquele tempo, você tinha o programa eleitoral, ele era maior, então você tinha um programa eleitoral, era uma hora de programa eleitoral, era um negócio extremamente cansativo, e que as pessoas eventualmente paravam para ver aquilo, até porque naquela época não tinha rede social, você tinha poucos canais de televisão, não tinha Netflix, não tinha internet, não tinha nada. Então, as famílias, de certa forma, paravam na frente da TV para assistir o horário eleitoral, que era uma coisa muito chata, mas que era a pouca opção que as pessoas tinham. Agora, o que é que você tem? A legislação eleitoral, ela mudou. e os programas são muito curtos, então os programas ali têm dois minutos, três minutos, agora no segundo turno, nos estados onde vai ter segundo turno e na campanha presidencial. O programa de Lula vai ter cinco minutos, o programa de Flávio vai ter cinco minutos, só que esses candidatos vão ter ali 20 minutos, 25 minutos de inserções ao longo da programação. Minha mãe é uma grande consultora política para mim, porque ela não entende absolutamente nada de política, e eu pergunto a ela, eu digo, como é que está a campanha? Ela diz, está uma chatice, você não consegue mais assistir novela, você não consegue mais ouvir programa de rádio, porque ficam esses políticos aí falando o tempo todo. Só que aí, esses caras estão falando justamente em 30 segundos. Então, o conteúdo de 30 segundos, ele é necessariamente um conteúdo raso, e ele é um conteúdo que não consegue se aprofundar, mas hoje o que a gente tem é um candidato na próxima campanha que começou há poucas, a gente está às 18h31, então há uma hora e 31 minutos atrás começou a campanha eleitoral de 2028 então quem vai ser candidato a vereador de Campinas em 2028 já tem que estar em campanha há uma hora e 31 minutos se não estiver já está perdendo tempo então imagina quantos conteúdos um vereador de Campinas vai produzir até o dia da eleição de 2028. Na prática, podem ser milhares de conteúdos. É rápido assim, Emerson? O quê? É rápido assim? Já está atrasado quem não começou para o próximo eleição? Na verdade, a campanha que começou hoje, que está começando agora, é a campanha de 2030, porque é a campanha estadual. A campanha de 2028, na verdade, ela começou no dia 6 de outubro de 2024, que foi quando terminou a campanha que elegeu os atuais vereadores e prefeitos de Campinas. Então, agora é a hora dos atuais vereadores e dos futuros vereadores pensarem assim, olha, eu não tenho mais nada me impedindo de fazer minha campanha. Não existe mais a desculpa do eleitor de dizer assim, não, mas primeiro eu preciso votar para governador, primeiro eu preciso votar para deputado estadual. Não, o cara agora, na prática, se eu sou candidato a vereador, eu já posso dizer assim, olha, você já pode escolher o seu candidato a vereador. Eu não vou pedir o voto, mas eu já vou construir minha narrativa. E é essa construção dessa narrativa que acontece ao longo de dois anos e com dezenas, centenas, milhares de conteúdos. Então, esses 30 segundos, eles são poucos quando você observa apenas um conteúdo de 30 segundos, mas quando você observa a construção de uma narrativa que dura 2, 4, 6, 8 anos, você tem ali, de fato, a oportunidade de passar para o seu eleitor absolutamente tudo que você precisa que ele saiba a respeito de você, da sua vida, da sua história, do que você acredita, do que você combate, do que você propõe. É isso, o Emerson, por outro lado nós tivemos nesta eleição E aí eu quero saber de você se foi especificamente nessa, se foi amplificado nessa Ou se sempre foi assim Porque nós tivemos os tribunais, além do congresso, partidos, a própria imprensa Outras instituições passaram a ser alvos de questionamentos e de desconfiança O que explica essa crise nas instituições e tamanhas judicializações que nós tivemos a ponto de ontem um candidato não vai receber os votos e hoje o TSE vai lá e valida? Como é que você enxerga todo este cenário de desconfiança, de crítica e de colocando o poder judiciário com esse protagonismo? É, vamos dividir aqui, né? Você falou, por exemplo, da imprensa, da mídia e do Poder Judiciário. A imprensa já vem passando por um processo de desqualificação há bastante tempo. Então, eu sou formado em jornalismo também, e eu me lembro que eu tinha um professor que dizia assim, a imprensa é o quarto poder. Ela não é nenhum dos três, mas ela consegue derrubar os três. Então, a imprensa, também com esse avanço da internet, das redes sociais e da multiplicidade de narrativas, então agora você não tem mais uma narrativa dominante, você não tem mais aquilo que a Globo, que os grandes veículos de comunicação estão dizendo. Agora você tem ali um grupo de pessoas que começam a seguir, de repente, um canal de um influenciador, de um debatedor, de um jornalista no YouTube, E aquele cara pode ter mais peso, pode ter mais importância do que o próprio veículo da cidade ou do estado onde ele está. A gente tem alguns influenciadores, alguns produtores de conteúdo, aí não vou falar como influenciador, o termo correto é esse, alguns produtores de conteúdo sobre política no Brasil, que eles, de fato, nas redes sociais, eles são mais fortes do que a maioria dos veículos de comunicação, dos grandes veículos de comunicação. Então, o que você vai ter aí, do ponto de vista da imprensa, é que a imprensa já vem passando por isso há bastante tempo e isso tem se dado muito a partir da questão das intencionalidades, ou seja, qual é a intenção da emissora tal quando ela fala isso, qual é a intenção do telejornal tal quando ele fala isso, ou quando ele esconde isso, ou quando ele faz essa determinada abordagem. Isso passa também, inclusive, por um crescimento das emissoras de televisão, essas emissoras de televisão que não são as de massa, que são especializadas em notícia e que, nesses últimos anos, elas têm se transformado em canais de comunicação, de jornalismo, não jornalismo informativo, mas sim jornalismo interpretativo. Então, você não tem ali notícias o tempo todo nesses canais de televisão. O que você tem são interpretações, são análises, são comentários. Então, isso faz com que, isso deixa muita margem para que haja uma certa resistência das pessoas. Então, aqui tem uma instituição que vem se degradando ao longo do tempo por conta dessa capilarização dos veículos e das narrativas. Aí você tem a justiça. A justiça, no ambiente político-eleitoral do qual eu faço parte, a justiça sempre foi uma questão problemática. Por exemplo, eu atuo no Brasil todo, e às vezes as pessoas me perguntam, ô Emerson, isso aqui pode fazer ou não pode fazer? A minha resposta é assim, depende do juiz da sua cidade, depende de como age o tribunal regional eleitoral do seu estado. porque a gente tem essa característica também que a justiça eleitoral você não tem os juízes de carreira na justiça eleitoral, eles são juízes que eles atuam o juiz atua na vara de família na vara criminal, na vara cível e aí quando chega ali no período eleitoral ele é escalado para ir trabalhar na justiça eleitoral então às vezes você tem, com todo respeito mas você tem juízes que não se preparam para isso E aí julgam sem ter conhecimento efetivo do que eles estão julgando, ou enfim, aí a gente tem o ponto mais importante da campanha desse ano, que são os interesses. Então você tem o STF claramente se colocou esse ano no centro da disputa, não a instituição, mas os juízes que estão lá. E aí as pessoas começaram a questionar quem foi que indicou esse ministro, qual é o passado dele, o que é que ele faz fora do exercício da magistratura no tribunal onde ele serve e isso fez com que houvesse uma descredibilização do judiciário. Então, agora, o que você, de certa maneira, o que você tem são instituições que todas, a seu modo, mas todas essas instituições, elas têm ali grandes problemas do ponto de vista de credibilidade. Temos o primeiro governador eleito, ou melhor, reeleito, matematicamente, no Mato Grosso do Sul. Nós temos, portanto, olha aí o nosso quadro, Eduardo Riedel, 67,33%. Ele que recebeu até aqui 794.129 votos. Venceu o Fábio Trad do PT, que ficou com 23,15% neste momento, com 86% das urnas apuradas. Em terceiro lugar, João Henrique Catan do Novo, o Delcídio Amaral na quarta colocação, com 1,08%, 12 mil votos até aqui. E o economista Renato Gomes do DC, com 0,43%, 5 mil votos. Portanto, Eduardo Riedel, do PP, reeleito governador do Mato Grosso do Sul. Aqui você não perde nada na TV Câmara Campinas. Eu avisei, a gente faz esse giro por todo o país. Governador eleito ou reeleito, a gente informa e eu vou dar o giro pelo cenário já, já. Primeiro, nós estamos conversando, tendo esta aula com o Emerson. Ele que é cientista político, já foi de marketing eleitoral. Uma conversa muito interessante. Emerson, eu já vou te liberar, mas antes, no meio deste cenário de polarização, depois eu quero que você até fale sobre este termo, porque tem muitas pessoas que não gostam mais desse termo de polarização, falam que a gente até ultrapassou isso, que cada um está num campo, não tem nenhuma discussão, que geralmente polarização existe, mas que a gente está ali em tantos ataques, que é como se um time estivesse num campo e o outro time no outro, não tem essa conversa, esse diálogo. mas enfim, no meio deste cenário que nós temos hoje, existe espaço para um eleitor ou para um político que não se identifica completamente com nenhum desses dois polos, o centro político ainda tem espaço? Não, infelizmente não. É assim, preciso ser extremamente pragmático em relação a isso, Porque, Gabriel, isso é uma coisa que a gente enfrenta em todas as eleições, que é essa coisa meio utópica dos políticos de quererem que os eleitores decidam baseados em questões racionais. e não existe, a escolha do voto, ela é emocional, você tem obviamente, você tem um pequeno grupo de eleitores, extremamente qualificado, um grupo de eleitores que é o eleitor padrão, é o eleitor padrão ouro é o que a gente queria que todo eleitor fosse que ele analisa o currículo dos candidatos, ele analisa as propostas ele vai lá e ele pesa de uma maneira muito racional as coisas, existe esse eleitor Mas a questão é que não é esse eleitor que decide a eleição. Então, a gente não pode ficar lutando contra a realidade, não dá para brigar com os fatos. E os fatos mostram que o eleitor hoje, ele vota porque ele acha um político engraçado, ou porque ele acha um político muito corajoso, ou porque aquele político está falando de um problema que ele sofre na perspectiva dele, o político de fato se coloca no lugar do eleitor. Então, não existe possibilidade hoje no Brasil, e isso é um processo que ainda está se acentuando, ou seja, a gente nem pode dizer que isso é um processo que estabilizou, muito pelo contrário, a tendência é que isso se agrave ainda mais. Então, a situação que a gente tem hoje é que o político que quer, de fato, se eleger, ele precisa entender que as habilidades, as capacidades, as competências que ele tem para o exercício do cargo são muito importantes para o exercício do cargo, mas antes ele precisa chegar lá. E para ele chegar lá, ele vai precisar trabalhar com branding, com narrativa, com construção de autoridade, reputação, então ele vai precisar de fato usar essas ferramentas que, isso me deixa às vezes até muito triste, porque eu vejo candidatos extremamente inteligentes, competentes, que seriam, sem nenhuma dúvida, os melhores para ocupar aquele cargo, não conseguindo ter sucesso nas eleições, porque eles insistem em fazer campanha do jeito que a campanha não funciona. Ou seja, o cara é muito bom político, mas ele é um péssimo marqueteiro. E para se eleger hoje, você precisa ser marqueteiro e não político. Ou ter um bom marqueteiro. Eu agradeci. É verdade. Caso tenhamos um segundo turno na eleição presidencial, o que o senhor espera das campanhas e também dos cidadãos? Olha, o que a gente está vendo, eu estou acompanhando aqui junto com vocês o cenário e não sei como é que está o mapa de entrada dos votos de todo o Brasil, mas o que a gente tem, pelo menos até agora, com 36,6% dos votos apurados, é um número diferente do que as pesquisas estavam mostrando. As pesquisas estavam mostrando, a maioria delas mostrando Lula na frente, muito próximos os dois, mas eu acredito que esse resultado não vai se manter. Eu acho que ainda é possível que Lula se aproxime bastante de Flávio e até que ultrapasse, mas só pelo cenário que a gente tem até agora, a gente já consegue entender que dificilmente, é quase impossível que a gente tenha a eleição decidida no primeiro turno, que era uma narrativa que os dois principais candidatos estavam vendendo, Lula estava vendendo que ia se eleger no primeiro, Flávio estava vendendo que ia se eleger, e aí o que eu entendo é que segundo turno é outra eleição, é outra campanha completamente diferente. Inclusive, é o entendimento que eu tenho, é que a pior estratégia para o segundo turno é a do primeiro. Então, nesse caso, cada candidato vai precisar reforçar times, reforçar equipes, vai precisar analisar tudo o que aconteceu até agora e vai precisar, se já não fizeram, eu acredito que tanto Lula quanto Flávio já vêm fazendo isso, porque embora esse discurso público seja de vitória no primeiro turno, mas o que a gente sabe é que nos bastidores as duas campanhas estavam mobilizadas para o segundo turno, ou seja, ninguém foi dispensado, não houve nenhum tipo de desmonte de campanha, muito pelo contrário, então o que eu acredito que vai acontecer no segundo turno é uma outra campanha, é uma outra eleição, dependendo do resultado do primeiro turno, por exemplo, se Flávio tiver um resultado melhor do que o que se esperava, isso vai validar a estratégia dele do primeiro turno, e é provável que ele mantenha uma estratégia mais próxima no segundo turno do que a que ele fez no primeiro, e Lula precise se reorganizar, Lula precise se reposicionar, mas a gente tem vários elementos que vão entrar nessa conversa também, né, Gabriel? A gente tem os partidos, partidos que liberaram suas bases no primeiro turno, inclusive que tinham candidatos, como é o caso do Partido Novo, o caso do União Brasil, então esses partidos vão precisar chegar, até partidos que não lançaram candidatos, como é o caso do Progressistas, o caso do Republicanos, você teve partidos que não se posicionaram nesse primeiro turno, então você tem aí uma força política, você também tem o cenário dos estados, os estados que vão ter segundo turno e os que não vão ter segundo turno, no caso dos estados que vão ter segundo turno, aí a gente vai ver como é que vai ficar esse equilíbrio de força, Se você tem, por exemplo, se você vai ter candidatos que não assumiam nenhum candidato a presidente no primeiro turno e que agora vão precisar assumir, e aí como é que vai ficar isso? E você também tem os estados que não tiveram segundo turno, como é que esses candidatos vão fazer para mobilizar, você tem ali, você falou, Eduardo Riedel, no Mato Grosso do Sul, já está eleito governador. quem é que vai fazer Riedel agora passar mais 20 dias, 30 dias, trabalhando para tentar eleger o seu candidato? Como é que vai se conseguir mobilizar essa estrutura da campanha dele quando provavelmente deve estar todo mundo já arrumando a mala para ir para a praia? Então, é complicado esse cenário. Então, a única coisa que eu entendo é que o segundo turno é uma outra eleição, tanto é, eu conhecia um político que ele dizia assim, aí eu já ganhei tantas eleições, aí eu contava, eu dizia, não, mas peraí, você está dizendo que você ganhou 16 eleições, mas você só disputou 12, ele disse, não, mas é porque eu conto o primeiro e o segundo turno, cada um é uma eleição, então, a lógica é essa. Sensacional, Emerson Saraiva, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, aula que você deu aqui para os nossos telespectadores, já faça um novo convite para o senhor retornar aqui à nossa programação, meu muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Eu que agradeço, Gabriel, muito feliz de estar aqui com você, parabéns aí pelo trabalho e sempre à disposição, quando precisar é só chamar. Muito obrigado, Emerson Saraiva, participando ao vivo aqui da cobertura da TV Câmara Campinas neste domingo especial de eleições. Lembrando, hein, a mina está lá na Justiça Eleitoral, as mídias estão chegando, prioridade toda para a nossa repórter. Assim que nós tivermos o sinal, o contato, é só falar aqui que nós vamos conversar então com a Mina Abreu. Vamos voltar então a dar aquele giro pelo nosso país para a gente poder analisar como é que está o cenário no nosso país e ver também essa disputa de presidente para governador, para senador. Se tiver, pode colocar na tela aí porque nós temos até agora 41,57% das urnas apuradas até aqui. Flávio Bolsonaro segue na liderança e vai ampliando este número de votos. Eu falava de 2, 3 milhões de diferença, agora nós já chegamos a 4 milhões de votos de diferença. O Flávio Bolsonaro está com 24.212.947 votos e o Lula na segunda colocação com 19.903.245 votos, com 41,44%, aparece aqui na minha tela com 41,57% dessas urnas apuradas. De fato, ali está a disputa pela terceira colocação, a cirrada. O Augusto Cury, terceiro colocado, 2,95%, 1.416.111 votos. Ronaldo Caiado, quarto colocado, com 2,39%, 1.147.127 votos. e o Renan Santos, quinto colocado, 2,31%, 1.107.591 votos. Temos agora, olha só, aquilo que eu havia dito, o governador Mato Grosso do Sul, 91,05% das urnas apuradas, reeleito Eduardo Hidel do PP, ele que recebeu 836.834 votos, O Fábio Tradi, do PT, ficou em segundo com 23,19%, 287.798 votos. O João Henrique, na terceira colocação, com 7,32%, 90.854 votos. O Delcídio Amaral, em quarto, 1,08%, e o economista Renato Gomes, na quinta colocação, com 0,43%. São Paulo, olha só, se configurando aquilo que as últimas pesquisas já falavam, na reeleição do governador Tarcísio de Freitas, 47% das urnas apuradas. Tarcísio de Freitas tem 64,33%, já recebeu até aqui 6.853.195 votos. Fernando Haddad do PT, segundo colocado, com 34,78%, ele tem até aqui 3.705.000 votos. A Vivian Mendes em terceiro com 35.478, que mostra que a disputa em São Paulo ficou mesmo entre Tarcísio e Fernando Haddad. Uma diferença muito grande dos dois primeiros colocados para os restantes. A Vera Lúcia do PST1 em quarto e o Carlos Machado do PCB na quinta colocação. Vamos dar um giro agora para a gente poder ver o governo do Rio de Janeiro, porque também tinha uma disputa muito grande entre Eduardo Paes e também o Ruas, mas eis que aparece aqui na minha tela, Mirna Abreu, temos um chamado, temos prioridade, vamos lá então, Mirna Abreu nos conte as mídias que já chegaram, os votos aí dos campineiros, como é que está esta movimentação, boa noite. Boa noite, Gabriel. A gente está de volta aqui no cartório eleitoral das zonas 274 e 379. Aqui à minha direita, os voluntários da 379 conferem todo o material que foi enviado, vai chegando aqui das escolas, onde nós tivemos a eleição durante todo o dia. E a minha esquerda, nós temos aqui o pessoal da 274, da zona 274 de Campinas, que também faz a conferência dos materiais que chegam aqui na Justiça Eleitoral. Nós lembramos aqui que todo esse material já pegamos mais cedo, inclusive imagens do material que chegou de escolas da zona 33, também já temos aqui o material que chegou um pouco mais cedo da zona 380 a 275 e a 378. A imprensa está em peso aqui porque o cartório eleitoral da zona 379, ele é a referência, inclusive, para a cobertura da imprensa para que possa mostrar o material de conferência. A gente lembra que esse material, ele inclui uma listagem, inclui também, inclusive, os boletins de urna e também, claro, as mídias eleitorais. As mídias, elas são, então, transferidas diretamente a daqui para o TRE e os boletins de urna são colados nesses painéis, a minha esquerda aqui, e que parece, então, cada urna tem o seu boletim. Vamos tentar mostrar aqui, juntamente com os outros colegas aqui, como a transmissão, a transmissão então dos votos para a justiça eleitoral. A gente está aqui dividindo aqui com os nossos colegas, olha, então o Carioca vai mostrar para a gente, nosso Valdecir Saraiva, nosso cinegrafista, vai mostrar aí como é feito esse trabalho com as mídias que chegam das escolas aqui na zona 379. Então, olha só, é entregue o envelope de cada uma das sessões e aí depois esse envelope já foi conferido anteriormente por uma servidora e aí agora começa o processo, então, de transmissão dessa sessão. A gente lembra que então essas mídias elas são conferidas e na sequência enviadas pelos servidores aqui da Justiça Eleitoral para o TRE. É, a gente continua acompanhando aqui, inclusive, essa escola que chega aqui é da Escola Estadual Erci Moraes, que é um dos locais de votação da Zona 379, aqui da cidade de Campinas. A gente lembra que Campinas tem sete zonas eleitorais, então, hoje, nós temos aqui, em vários andares da Justiça Eleitoral, que fica no centro de Campinas, a entrega desses materiais, que começou aí, o primeiro material que chegou, Gabriel, a gente lembra, foi da zona 380, duas urnas que ficam no centro de detenção provisória, mais cedo nós tivemos um material que chegou da zona 33, Eis que são escolas aqui da região central, também nós temos aqui no quarto andar, dois cartórios eleitorais, a da zona 275 e 378, que também chegam, inclusive, por aqui, Gabriel, é uma festa toda vez que chega material das escolas. A gente lembra que, inclusive, a 379 compreende as escolas em grande parte da região do Campo Grande. Então por isso que muitas vezes para essa zona eleitoral, às vezes vão chegando um pouquinho mais tarde que as outras zonas eleitorais em função da distância das escolas. A gente lembra que esse trabalho está diretamente aqui coordenado pela justiça eleitoral, pelos locais de votação que vai chegando esse material no TR e na sequência vai subindo aqui para os andares correspondentes das escolas. A gente lembra lá cedinho, quando a Rúbia começou essa transmissão, nós falamos da zerésima, é aquele momento em que o papel não tem nenhuma anotação, justamente porque agora ele se tornou um boletim de urna, que é aquele extrato, sabe aquele extrato bancário, aquela nota que a gente tira lá na boca do caixa, no extrato do banco? é como se fosse um extrato impresso de tudo que foi colocado naquela urna eletrônica e que, claro, foi transmitido já pelos servidores aqui da Justiça Eleitoral, são as mídias eletrônicas que já foram transferidas, então, para o TRE. A gente continua por aqui, Gabriel, mostrando toda essa movimentação, daqui a pouco vamos conversar inclusive com a chefe de cartório que está orientando, direcionando todo esse trabalho, a gente lembra também que em todos os andares nós temos aqui representantes do Ministério Público e também os juízes eleitorais que acompanham de perto todo esse trabalho, que, claro, está sendo aqui também acompanhado por nossos colegas de outras emissoras de televisão aqui de Campinas e região. Eu volto com você no estúdio, Gabriel. Tá certo, Mirna Abreu, eu adoro este trabalho que ela faz em toda a eleição, de bastidor, mostrando para a gente, Olha só a riqueza dos detalhes, quando ela disse que comemoram ao fundo, às vezes dá para ouvir alguns gritos, a festa da democracia, isso é muito bacana, todo mundo trabalhando, todo mundo servindo ao nosso país, trabalho importantíssimo, olha só, tudo certinho, recebendo de cada sessão, as mídias sendo transmitidas, os comprovantes, então esse é o papel, isso é uma questão de transparência, o fortalecimento da nossa democracia e a nossa equipe diretamente, então, do cartório da Justiça Eleitoral, mostrando este trabalho fantástico, fundamental, muito bacana, o nosso Valdecir Saraiva, o nosso repórter cinematográfico, juntamente com a Minabel e toda a retaguarda aqui das nossas produtoras, da Débora Martins, da Xana Pereira, equipe do Sweeter também, com o Celso, com o Ney Laureano, com o Rafael, com o Marcos, Toda a nossa equipe trabalhando no dia de hoje para a gente poder mostrar o trabalho que está sendo realizado. Bom, sete horas em ponto, nós temos até agora 47,26% das urnas apuradas. Segue para a presidência Flávio Bolsonaro com 50,20%, 27.484.298 votos. Lula com 22.791.000 votos, com 41,63%, e Augusto Cury na terceira colocação com 2,96%. Vou dar aquele giro agora, que eu estou curioso para saber, olha, aí nós temos uma surpresa, hein? No Rio de Janeiro, as pesquisas davam Eduardo Paes na primeira colocação, em muitos momentos até se aproximando de um primeiro turno, mas com 35,76% das urnas, o que nós temos? Douglas Ruas na primeira colocação, candidato do PL, 1.441.634 votos, diante de 1.171.266 votos, disputa apertadíssima, 300 mil votos de diferença, com o Garotinho na terceira colocação até aqui, com 98 mil votos, com 3,45%. Vamos então para Minas Gerais, que também nós temos... Ah, nós temos então aqui uma eleição já definida, meu mapa pintou de verdinho aqui porque já está definido, Olha só, na Paraíba, com 86,21% das urnas apuradas, o Lucas Ribeiro, do PP, com 64,32%, está eleito, 1.257.000 votos até aqui. E ele venceu o Efraim Filho, que neste momento está com 24,44%, recebeu 477.730 votos. E na terceira colocação, o Cícero Luceno, com 209 mil, portanto, é o segundo estado que nós já temos, então, um governador eleito no Mato Grosso do Sul, o Eduardo Riedel, e na Paraíba, o Lucas Ribeiro. Vamos voltar aqui para Minas Gerais, cenário ainda indefinido em Minas. Cleitinho Azevedo, primeiro colocado, podendo dar primeiro turno, como apontavam algumas pesquisas. Neste momento, 48,43% das zonas apuradas, ele tem 53,55%, com 2.979.000, o Patros Ananias do PT, 1.473.000 votos, com 26%, e o Flávio Roscoi do PL, com 413.498, 7%. Vamos para o Espírito Santo, lá também indefinido até aqui, ainda tem 27 estados em disputa, com 89,09% das urnas apuradas, olha só, podendo dar primeiro turno, hein? Lorenzo Pasolini do Republicanos está muito próximo, ele recebeu até aqui 930.153 votos, vencendo o Ricardo Ferraço que neste momento tem 34,13%, ele tem 613.978 votos e o Éder Salomão do PT com 275.508 votos. Vamos para a região sul, no Paraná. Sérgio Moro também se aproximando de vencer essa disputa no primeiro turno. 93,67% das urnas apuradas. O Sérgio Moro do PL tem 50,34%, já recebeu 2.941.000. O Sandro Alex, com 25,19%, 1.472.000 votos. E o Requião Filho, com 23,39%, 1.366.000 votos. Vereadores que estão disputando para deputado estadual, joga na tela para mim, por favor, para a gente poder ver, porque também é motivo de muita expectativa. Aqueles vereadores que estão na disputa, olha só, vou chegar aqui pertinho para deputado. Os vereadores, a gente tem a Mariana Conte, na primeira colocação, 43.400 votos até aqui. Ela, que já temos aqui, 51% das urnas apuradas. Dos vereadores, o Gustavo Petro está em segundo com 10.323 votos. A Fernanda Souto, na terceira colocação, com 5.692 votos. Igor Diego até aqui recebeu 3.503 votos, está na quarta colocação, são os vereadores de Campinas que estão na disputa para deputado estadual, pode mudar de tela por gentileza. A Débora Palermo é a quinta colocada por enquanto com 1.984 votos, o Nelson Oster com 1.383 votos, Luiz Cirilo 1.074 votos e o Vini Oliveira na oitava colocação, o Ailton da Farmácia em nono com 403 votos, até aqui são os vereadores que estão disputando um cargo para deputado estadual. Temos os dois vereadores que estão disputando para deputado federal. A Guida Calisto já recebeu até aqui 7.403 votos e o Marcelo Silva 2.117 votos. Portanto, nós temos 58,57% das urnas apuradas. É o panorama que nós temos dos vereadores que estão nos cargos de disputa para deputado estadual e para deputado federal. Deixa eu voltar aqui então, vamos para Santa Catarina, governo do estado, este também se aproximando de primeiro turno, como davam as pesquisas, Jorginho Melo do PL tem 67,72%, já recebeu até aqui 1.970.000 votos, O Gelson Merizio tem 470 mil, um pouco mais, do PSB com 16,16%. O João Rodrigues do PSD, 409 mil votos com 14,07%. Mais um candidato do PL que deve levar aí no primeiro turno. Rio Grande do Sul, olha só a diferença também, hein? mais um candidato do PL que deve levar no primeiro turno 82,75% das urnas apuradas, o Zucco com 2.917.000 já tem 58,04%, a Juliana Brizola do PDT 31,74% e o Gabriel Souza do MDB 421.000 votos com 8,39%. Distrito Federal, nós temos a Celina Leão com 49,84%, tentando ali vencer no primeiro turno, mas nós já temos 97,85% das zonas apuradas. Está disputado, está na expectativa se ela leva no primeiro turno ou se teremos um segundo turno com o Leandro Graz do PT, que já recebeu 558.802 votos, 34,54%. Vou atualizar já já essa disputa no Distrito Federal, que está muito próximo ali, se dá primeiro turno ou se segundo. Goiás, nós temos 71,96%, também podendo dar primeiro turno para o Daniel Vilela do MDB, 1.509.000 votos. Ele que já tem 58,36% está vencendo o Wilder Moraes, que está com 22,77%. O candidato do PL está com 588 mil votos. Disputa no Mato Grosso, 83,25% das urnas apuradas, também se aproximando da vitória no primeiro turno. Otaviano Piveta, 941.281 votos, vencendo o Ellington Fagundes, que está com 22,82%. o candidato do PL, deixando a doutora Natasha na terceira colocação do PSD. Mato Grosso do Sul, essa disputa já terminou, vamos para a Bahia, porque ali também a disputa era muito acirrada, muito apertada, as disputas, as pesquisas eleitorais davam os dois primeiros candidatos muito próximos, nós temos 43,32% das urnas apuradas, Jerônimo Rodrigues do PT vai levando por enquanto 1.814.000, pouco menos de 300.000 votos a diferença, ele está com 53,11%, o ACM Neto com 46,29%, pode dar primeiro turno também para o candidato do PT, porque o terceiro colocado tem apenas 0,43% do PSOL, o Ronaldo Mansur, com 14.724. Disputa no Pernambuco, também acirradíssima, as pesquisas eleitorais davam uma pequena vantagem para a Raquel Lira, e essa vantagem, neste momento, grande em relação às pesquisas eleitorais. Ela tem 53,13% dos votos, 1.345.000, contra o João Campos, do PSB, 1.127.044,53%. Portanto, pouco mais de 100 mil votos, 200 mil votos, a diferença entre os dois candidatos, e o Ivan Moraes, em terceiro do PSOL, com 1,88%. Vamos para o Ceará, já já nós vamos ver então essa disputa para deputado federal. Nós temos no Ceará, Eumano de Freitas também. As pesquisas davam logo no início, algumas semanas, era Ciro Gomes em primeiro e Eumano de Freitas em segundo. Só que nos últimos dias o Eumano nas pesquisas virou para cima do Ciro Gomes e isso está se refletindo nas urnas apuradas com 41,48%. O Eumano tem 1.123.000 votos com 51,36%. O Ciro Gomes com 1.049.000, também 200.000 votos com 47,98%. Pode dar primeiro turno para o Mano de Freitas, porque o terceiro colocado deu ganho no Hugo com 0,34%. Fui chamado a atenção, mas dois estados estão definidos com os seus governadores. Vamos para Roraima, porque Arthur Henrique do PL, mais um do PL, eleito 186.554 votos. ele já tem 68,99%, com 85,65% das urnas apuradas, o Arthur Henrique está eleito para este governo, portanto, de Roraima. E agora nós vamos para Tocantins, porque Tocantins também temos a disputa, a professora Dorinha com 45,75% e o Vicentinho Júnior 43,72%, disputa também acirrada em Tocantins. A gente vai fazendo aí este giro, está indo para o segundo turno, está definido então o segundo turno entre professora Dorinha contra Vicentinho Júnior. Está definido o segundo turno entre esses dois candidatos. Deixa eu voltar aqui para o Nordeste, a gente já tinha visto o Ceará, vamos lá para o Maranhão então. Eduardo Brai de 55,23%, chance de primeiro turno também, o candidato do PSD vai vencendo o Leans Brandão do MDB, ele que já recebeu 738 mil e o Eduardo 1 milhão e 210 mil. Paraíba já foi definido, vamos para o Rio Grande do Norte, porque o Cadu de Lula, 438 mil votos, está com 36,71%, disputa acirradíssima no Rio Grande do Norte, Alisson do União, 426 mil até aqui, 12 mil votos, separam os candidatos, É a disputa mais acirrada até aqui, com o Álvaro Dias do PL, com 27,37%. Também está muito próximo, os três candidatos estão ali na luta por um segundo turno. Vamos à Lagoas, tem chamado prioridade a toda dela. Mirna Abreu, chamou, entrou, diga. Gabriel, a gente volta aqui do quarto andar Aqui ao meu lado direito nós temos a zona 275 Lembrando que essa zona eleitoral tem 32 locais de votação 314 sessões, 113.546 eleitores E aqui, toda vez que chega o urno material, na verdade, para ser conferido, é uma festa. Aqui, à minha esquerda, nós temos aí a conferência do material da Zona 378. A Zona 378 tem 44 locais de votação, 424 sessões e temos aí 148.682 eleitores. Ela é uma das maiores zonas eleitorais que inclui, inclusive, o Distrito do Ouro Verde aqui em Campinas. É importante salientar que cada cartório eleitoral elaborou a sua própria dinâmica de trabalho, então, inicialmente, olha, esse material chega nessa primeira bancada e agora, olha, o nosso Valdecir Saraiva, o cinegrafista, vai mostrar, o pessoal aguarda esse primeiro material que chega nessa bancada, que na sequência ele é conferido, nós temos aí os boletins de urna que são conferidos pelos servidores da justiça eleitoral, que depois esses boletins vão ficar afixados para conferência pública, conferência inclusive dos fiscais de partido e outros representantes, e na sequência nós temos o material que ele é, eu vou pedir inclusive para que a gente consiga mostrar também aqui na 278 e na 374, aqui nós estamos na 278, para que a gente consiga mostrar como é feita a transmissão. Aqui nós temos mídias também que já foram transferidas pelas servidoras direto para o Tribunal Regional Eleitoral. Essas mídias já foram transferidas, então nós estamos no momento aqui na Zona Eleitoral, na 275. Nós estamos aguardando, inclusive, que essa chegada desse material, ele vai todo sendo feito essa triagem, nessa ordem que nós estamos mostrando para vocês, para que então seja feita toda a contagem de votos da junta eleitoral da zona 275 em Campinas. E aqui à minha esquerda, eu volto a mostrar, olha, nós temos uma outra dinâmica, olha, cada cartório, como eu disse, elaborou a sua própria dinâmica. Esse, eles têm caixas em que primeiro são colocadas as herésimas, que é aquele documento provando que não tinha nenhum voto. Depois, nós temos aí os boletins de urna, os BUs, e eles são colocados de acordo com o número das sessões, olha, 500 a 599, depois nós temos os números nas caixas, que eu vou pedir inclusive para o Saraiva mostrar também para o nosso telespectador, que é então o momento em que é feita a triagem, recolhimento e como é feito todo esse material, a triagem desse material toda a logística desse trabalho. Vendo um pouco mais aqui, inclusive enquanto esses servidores, olha como eles se Na sequência, esse material do boletim de urna, ele vai ser colocado de acordo com a sua numeração, de acordo com a numeração da sessão eleitoral, nesses painéis que depois vão estar disponíveis para fiscais de partido, para que possam então conferir. Para você que está em casa e entrou agora, assistindo agora a apuração, esses papéis, eles correspondem exatamente o que tem em todas as mídias eletrônicas que são transferidas para o Tribunal Regional Eleitoral. Nós temos aqui, nós estamos nesse momento com o papel, na verdade, com as transferências das mídias eletrônicas da zona 378 em Campinas. Nós lembramos que Campinas tem sete zonas eleitorais. A Zona 378, que é uma das maiores da cidade, tem 44 locais de votação, 424 sessões e 148.682 eleitores. Gabriel, a gente continua aqui, eu estou nesse momento no quarto andar aqui da Justiça Eleitoral e daqui a pouquinho a gente vai mostrar o trabalho de outros cartórios eleitorais. Eu volto aí com você no estúdio, Gabriel, e daqui a pouco eu te chamo para mostrar mais um pouco deste trabalho, que ainda vai acontecer muita coisa. Vai chegar a urna, nós temos depois toda a entrega e toda a finalização desse trabalho. Combinado Minabreu, mostrando aí os bastidores, a chegada das mídias, das sessões eleitorais, os campineiros votaram, as mídias chegam e são transmitidos para Brasília, para São Paulo, as zonas eleitorais, todo o trabalho acontecendo da justiça eleitoral, muito bacana, o trabalho de Valdecir Saraiva e de Minabreu, de toda a nossa equipe. Temos uma tela aqui, por gentileza, vamos informar então, portanto, cobertura especial da TV Câmara Campinas e olha só, governador, 76,22%, nós temos Tarcísio de Freitas muito próximo de levar no primeiro turno, 11 milhões e 62 mil votos, Fernando Haddad vai ficar na segunda colocação com 6.264.000, na terceira colocação Vivian Mendes, Vera Lúcia em quarto e Carlos Machado em quinto, Tarcísio muito próximo desta reeleição. E olha só, nós temos então muitas definições, nós temos também atualização, a diferença neste momento, nós temos Flávio Bolsonaro em primeiro com 49,58% dos votos, Ele já recebeu até aqui 37.566.895 votos, com 64,81%. Lula, em segundo, 32.007.853 votos, com 42,25%. As pesquisas que davam Lula com 3, 4%, O que nós estamos vendo é uma votação expressiva do Flávio Bolsonaro em primeiro. Eu estou acompanhando o presidente. Essa diferença vem caindo, mas num ritmo lento. A gente vai ter uma disputa, prevejo, com os dois chegando muito próximos. É o que nós vamos acompanhar aqui nos próximos momentos. 64% das urnas apuradas, há uma tendência aí de ter uma disputa ali, voto a voto, entre Flávio Bolsonaro e Lula. Terceiro colocado é o Augusto Cury, com 2,97%, e depois nós temos o Ronaldo Caiado na quarta colocação. Senador também era uma disputa que nas pesquisas davam muito acirradas, mas o que nós estamos vendo é que Guilherme de Ritchie e André do Prado, os dois candidatos da direita, irão se reeleger como senador. Nós temos 76,22% das urnas apuradas até aqui. O Guilherme de Ritchie, na liderança, com 10.142.000 votos, com 30,90%, muito próximo ao André do Prado, com 9.700.000, com 29,55%. Simone Tebet está ficando em terceiro com 6.277.000, muita diferença, quase 3 milhões de votos, Marina Silva com 5.854.884 e o Guto Scavieto do Missão com 297.078 votos, essa é a disputa por São Paulo. Eu tenho muitos estados que já foram definidos, então eu vou repassar aqui, eu já vou continuar aquele meu giro, você que está nos acompanhando, eu lembro, eu parei no estado de Alagoas, no Nordeste, mas vamos fazer o seguinte, o que já tem a definição? Eu vou informando aqui a vocês. Santa Catarina, já está reeleito o Jorginho Melo do PL, 2.471.000 votos ele recebeu, já tem 68%. Rio Grande do Sul, nós temos Zucco eleito, mais um pelo PL, 3.220.000 votos, 57,88%, 91% das urnas apuradas. Zucco eleito governador do Rio Grande do Sul, Mato Grosso já está definido, Otaviano Piveta do Republicanos recebeu até aqui 1 milhão e 17 mil votos, 60,99% está eleito ao governador de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel está reeleito do PP, 67,37%, 896 mil votos até aqui. No Nordeste, vamos lá para Paraíba, o Lucas Ribeiro, PP, eleito, 1.380.000 votos, até aqui com 64,42%. Temos definições também em Rondônia, com o Marcos Rogério, eleito, do PL, 509.168, com 57,02%. venceu o Adailton Fúria e o Wildon Chaves, e temos definição em Roraima com o Arthur Henrique com 205 mil votos, mais um do PL, 69,25%, e em Tocantins a professora Dorinha vai fazer o segundo turno com o Vicentinho Júnior, já está definido, disputa acirrada também, a professora Dorinha com 373 mil votos, 519, e o Vicentinho com 357, 725, menos de 20 mil votos, separando os dois. Voltando para Alagoas, Renan Filho, na liderança, 51,59%, vai vencendo o JHC do PSDB, com 315 mil votos, 48,04. Disputa acirrada, podendo dar primeiro turno, mas está ali. E a Lenilda Luna, com apenas 0,32%, recebeu 2.106 votos. No Sergipe, vamos ver como está a disputa também, 83,83% das urnas apuradas. Pode dar primeiro turno para o Fábio, do PSD, recebeu 595 mil votos até aqui, 58,88%, vencendo o Valmir de Francisquinho, 37,63%, candidato do Republicanos. Piauí, vamos ver como está essa disputa. O Rafael Fontenelles pode dar primeiro turno para o candidato do PT, 1.054.000 votos, está com 69,96%. vencendo o Joel Rodrigues, do PP, que está com 427.028%, e o professor Gisvaldo, do PSOL, 8.158 votos. Disputa no Amazonas está em aberto. Omar Aziz, do PSD, 602.000 votos, com 37,84%, vencendo a professora Maria do Carmo, do PL, 431.814 votos, 10% de distância entre o primeiro e o segundo colocado, Roberto Cidade do União, terceiro colocado, 20,64%. Disputa no Pará agora, podendo dar primeiro turno para o doutor Daniel do Podemos, 1.749.000 votos, dá 52,60%. A Hannah Gansen, 44,91% do MDB, 1.493.000 votos, uma diferença aí de 300 mil, 300, não, uma diferença de poucos, é, 300 mil votos. e Araceli, do PSOL, 74 mil, 2,23% à distância no Pará. Acre, também indefinido, a Maius Assis, do PP, quer levar no primeiro turno, está com 49,67%, está muito próximo. O Alanrique, do Republicanos, com 32,14%, 132 mil votos. O Tião Bocalom do PSDB, 42.681, com 10% de disputa em aberto no Acre. Em aberto também no Amapá, porque nós temos aí 75,29% das urnas apuradas. O Dr. Fulã vai se aproximando deste primeiro turno, com 61,27%. o Clécio em segundo com 38,46% e o Carlos Clay com 0,12% e 393%. Eu quero números de Campinas, se nós tivermos, por favor, para quem está nos acompanhando, olha só que interessante, nós tivemos até aqui um comparecimento de 77,33%, 145.668 eleitores, uma abstenção de 22,67%, uma alta abstenção em Campinas, com 42.708 eleitores. Votos em branco, 3,27, são 4.770 votos. Votos nulos, 5,35% com 7.796, isso com 21,57% das urnas apuradas às 7 horas e 14 minutos. Bom, vamos fazer o seguinte Eu vou fazer um rápido intervalo Só dá tempo de tomar uma água E eu vou voltar para dar um giro para o Senado Eu falei sobre os governadores Eu vou falar agora sobre os senadores E a disputa presidencial também Essa disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula Para saber se teremos segundo turno E quem vai sair à frente aí Fique com a gente Cobertura especial da TV Câmara Campinas Neste domingo de eleições Legenda Adriana Zanotto
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