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25 views Publicado 04/03/2026 HD · 54:11

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No ação e solidariedade de hoje, você acompanha a história do Paica especializado em atendimento a crianças com teia em Campinas. Vereadora Paola Miguel protocola requerimento solicitando informações sobre a mudança de local do Centro de Referência em Infecções sexualmente transmissíveis para Policlínica Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 4 de março de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe. Vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp que já aparece aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto 978293776 ou você pode mandar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRC. Já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da metrópole, porque aqui em Campinas, o PAICA, o programa de atenção integral à criança e o adolescente mantém um atendimento especializado a crianças e adolescentes com o transtorno do espectro autista. Diante do aumento da procura e da fila de espera, a instituição busca novas parcerias e o apoio da comunidade para garantir a continuidade dos serviços. O Paicaa, Programa de atenção integral à criança e ao adolescente, se tornou referência em atendimentos terapêuticos voltados a crianças e adolescentes com transtorno do espectro do autismo em Campinas e agora busca novas parcerias e doadores para manter e ampliar os serviços oferecidos para manter o Paica hoje. Hoje essas necessidades que eu diria aqui é um serviço de limpeza, o nosso administrativo, algumas funções da área administrativas que são necessárias até por conta de todas as prestações de contas, a gente não consegue custear. Às vezes a pessoa não tem o recurso, o dinheiro, né, o recurso público, mas ela tem a mão de obra, ela tem um material que ela pode fornecer, né, essas pessoas podem entrar em contato com a gente, tudo é muito bem-vindo, né? Agora mesmo no começo do ano em janeiro, a gente conseguiu fazer toda a pintura da instituição com mão de obra doada. O pai cá nasceu de um sonho de famílias que buscavam um atendimento humanizado e especializado para crianças com autismo. Hoje o espaço se tornou referência em Campinas e atende principalmente famílias em situação de vulnerabilidade. Nós atendemos aqui no Paica baseado na ciência ABA. Nós não podemos dizer que nós fazemos aba porque nós não temos hoje a possibilidade de atender o número de vezes que essa criança precisaria. Eh, nós atendemos, a maioria das crianças, elas vêm para dois atendimentos específicos nas áreas interdisciplinares, né? Então, fono, To, fío, educação física, psicologia, arteterapia, eh, educação física, acho que eu já falei, enfim, dentro das áreas interdisciplinares. Eh, e esse trabalho é feito de uma maneira integrada. Atualmente, o Paica realiza cerca de 1500 atendimentos terapêuticos por mês e acompanha 85 crianças e adolescentes, oferecendo também suporte às famílias, que isso é reflete, né, todo o nosso compromisso mesmo, toda a nossa gestão, a nossa equipe, todo mundo é muito comprometido. A gente costuma dizer que as pessoas que chegam aqui no Paica e não tem além do olhar profissional, um olhar social, acaba não ficando. A participação de voluntários já faz diferença no cotidiano do Paica, contribuindo para as atividades, o fortalecimento dos projetos e o atendimento às crianças e às famílias. é de uma alegria imensa, porque todos eles têm um potencial, só que eles precisam da ajuda para fazer o caminho. Então é uma satisfação enorme é conhecer essas crianças, poder atuar com elas e também as famílias, porque a gente sabe que, principalmente na parte pedagógica, existe um anseio muito grande das famílias para que as crianças se desenvolvam. Para as famílias atendidas, o apoio oferecido pelo Paica representa mais do que acompanhamento terapêutico. Paica pra gente é muito importante, sobretudo para Malu, porque a Malu adora vir aqui, ela espera chegar o dia, ela atende sexta-feira ao atendimento da conterapia, que é de sexta-feira, e ela ama vir aqui, ela espera, ela se prepara na noite anterior. E a ideia é a gente seguir aqui no Paica até quando puder. Vamos com as notícias do legislativo, porque a Câmara de Campinas realizou um seminário especial em alusão ao Dia Municipal das Doenças Raras. A data foi instituída por iniciativa do presidente, o vereador Luís Rossini, com o objetivo de ampliar a conscientização e fortalecer o apoio aos pacientes. O encontro reuniu especialistas, representantes de instituições de saúde e lideranças que discutiram os desafios no acesso ao diagnóstico e tratamento. O presidente da Câmara, vereador Luís Rossini, é autor da lei que institui o Dia Municipal de Doenças Raras, celebrado anualmente no último dia de fevereiro em Campinas. A data foi criada para sensibilizar autoridades, profissionais de saúde e também a população sobre a existência e os cuidados com essas doenças. O seminário que celebra a data recebeu o presidente do Instituto Amor e Carinho e presidente da FAG Brasil, que falou da realidade dos pacientes no acesso ao diagnóstico e tratamento. A jornada dos pacientes com doenças raras tem se tornado cada dia mais difícil e desgastante, tratando-se de pessoas que já têm enfrentado desafios imensos em razão das complexidades de suas condições clínicas, da escassez de especialistas e da limitação de tratamentos disponíveis. No entanto, além da luta contra a própria doença, esses pacientes passam a enfrentar também uma verdadeira batalha burocrática para conseguir acessos às terapias que necessitam. A equipe do Departamento de Doenças Raras da São Leopoldo Mandique também marcou presença. O diretor falou sobre o papel transformador da instituição que oferece especialização para atendimento odontológico de pacientes com doenças raras e necessidades especiais. Somos uma instituição também eh da área de odontologia e nós temos um dos poucos cursos de pós-graduação na área que atende pacientes com necessidades especiais. Na odontologia ainda eh o nome oficial que os que o Conselho Federal de Odontologia usa é pacientes com necessidades especiais. Somos uma das poucas instituições que têm esse curso de pós-graduação, ao ponto de que o Conselho Federal de Odontologia há 4 anos atrás expedi um ofício para São Leopoldo do Mandique, eh, parabenizando a instituição porque mais de 50% dos especialistas do Brasil de odontologia formados em eh que t esse cuidado e esse olhar para os pacientes com necessidades especiais foram formados pela Sopod Mandic. Então esse é o papel transformador de uma instituição de ensino. Já a médica geneticista Ana Mondadori explicou como o mapeamento do genoma pode ajudar a rastrear e identificar doenças raras com mais precisão, contribuindo para exames e terapias mais eficazes. Para vocês terem uma ideia, a gente tem em torno de 20.000 genes. Então a gente conseguiu fazer essa varridura desses 20.000 1 genes desses pacientes. Claro que ele não é completo, ele não consegue analisar todos os as possibilidades de alterações genéticas, mas é por isso que, de novo, até falando como o pessoal da associação, a importância da gente ter profissionais de saúde que saibam reconhecer, que saibam indicar o melhor exame, a melhor terapia para esses pacientes. No Brasil, as doenças raras atingem 13 milhões de pessoas, frequentemente com diagnósticos difíceis e tardios. Além de celebrar avanços na área, Rossini destacou que o objetivo do evento é levar conhecimento e buscar apoio aos pacientes, além de incentivar pesquisas para melhorar o tratamento. É claro que quanto mais a sociedade tiver conhecimento, informação sobre as doenças raras, né, quanto mais capacitação tiverem os profissionais da área da saúde, médicos e todas as os as profissões da área da saúde para eventualmente pelo menos suspeitar que uma análise, algum sintoma pode ser indicativo de algum tipo de doença rara, né? E quanto mais cedo a gente conseguir diagnosticar a presença de uma doença rara em algum indivíduo, certamente, mas rapidamente, talvez a gente possa acertar no processo, no modelo de tratamento e também com avanço da ciência, né, da pesquisa, eh talvez a gente consiga curar essas pessoas. A comissão de administração pública aqui da Câmara se reuniu e deu o parecer favorável a dois projetos de lei. Presidida pelo vereador Rubens Gás, a Comissão de Administração Pública deu parecer favorável ao projeto de lei complementar de autoria do vereador Igor Diego. Acrescenta o dispositivo a lei complementar número 378 de 29 de novembro de 2022. que dispõe sobre a reorganização dos serviços de transporte público coletivo do município de Campinas e da do parecer outras providências. Eh, o vereador Gustavo Freita foi o relator desse projeto. Trata-se de um projeto do vereador Igor, né, Diego. é um projeto que eu dei o relato, um parecer favorável no mérito, um projeto importante, eu eu creio, que diz respeito à ampliação do prazo eh de validade dos créditos nos cartões, né, nos no nos bilhetes, nos bilhete único. É uma reclamação que eu mesmo como vereador já há algum tempo recebo. O fato da pessoa ter um determinado crédito e esse crédito ter uma validade e ele espirrar e a pessoa ficar sem a possibilidade de utilizar. Senhor presidente, eu estamos numa comissão de mérito, né? Uma comissão de administração pública e sou o ponto de vista da administração pública. Eh, eu acho que é pertinente, é possível, né? E meritório em relação à população, né? fazer o bem paraa população, como o Gustavo bem disse, algumas reclamações com relação ao prazo de validade dos cartões do Bilhete único. Então, eh, eu acho pertinente e um bom projeto. Por isso, acompanho o relatório, o parecer do vereador Gustavo e voto favorável à matéria. Eu, em concordância com com a relatoria e com o vereador Nick Sinar, também voto favorável, o projeto tá aprovado. O segundo item analisado pela comissão foi o projeto de lei de autoria do vereador Carlinhos Camelô, que cria diretrizes para a implantação da política municipal de incentivo ao futebol feminino em Campinas. Do ponto de vista do mérito, eu entendo que é um projeto que deve ter o nosso apoio, um projeto que que cria diretrizes, que cria metas, que reforça a importância do futebol feminino, né? O futebol é uma modalidade majoritariamente praticada por homens e que e que na então na nossa visão justifica que o município tem uma preocupação em estimular e fomentar as mulheres que praticam o futebol, que muitas vezes são podem ser, vamos dizer assim, discriminadas ou pouco apoiadas pelo poder público. Para nós é uma alegria dar um parecer positivo a um projeto desse que cria diretrizes para implantação da política municipal de incentivo ao futebol feminino. Futebol feminino que tem crescido no Brasil, né? Hoje é pré-requisito que os clubes tenham futebol feminino, inclusive para receber recursos da federação. Enfim, então, eh, eu acho que esse projeto vem ao encontro da do que está acontecendo no nosso país, do que está acontecendo no nosso estado com relação ao futebol. Então, parabenizo aqui o vereador Carlinhos, né, que é o autor da do projeto. Eu também seguirei o parecer da relatoria. E a Câmara Municipal de Campinas vai analisar um projeto de lei complementar que propõe o enquadramento de profissionais da educação infantil na carreira do magistério. As vereadoras Mariana Conte e Guita Calisto protocolaram um projeto de lei complementar que propõe enquadrar profissionais da educação infantil na carreira do magistério municipal. A proposta cria o cargo de professores de desenvolvimento infantil, inclui agentes de educação infantil e monitores infanto juvenil um, no plano de cargos do magistério. É o reconhecimento que nós somos professoras. E por que que nós somos professoras? A educação infantil é uma etapa da educação básica, mas ela é uma etapa especializada. A própria LDB fala que cuidar e educar é indissociável. Na educação infantil, com bebês de zero h a 6 anos, há 5 anos, não tem como você falar assim: "Agora você vai ser educado, agora eu vou cuidar". Não é tudo junto. Porque uma criança pequena, quando você cuida dele, cuida da sua higienização, da sua alimentação, dos seus pertences, quando você brinca, quando você conta história, você está educando ao mesmo tempo. O texto altera leis municipais de 2007 e adequa a legislação local a lei federal número 15.326, sancionada em janeiro, que trata da valorização dos profissionais da educação infantil. E agora uma lei nacional também já sancionada permitiu que esse reenquadramento aconteça. Mas esse reenquadramento não é automático. É preciso que o município também faça esse processo. E por isso que eu e a vereadora Guida Calisto apresentamos esse projeto de lei para atender essa reivindicação, para fazer essa justiça, porque é muito curioso que os as monitoras de educação infantil em alguns momentos ele elas são consideradas como da educação. Na em termos de obrigação, elas são consideradas como trabalhadores da educação. A jornada também será reorganizada, garantindo que ao menos 1/3 da carga horária seja destinado a planejamento e formação, como já ocorre com os demais professores da rede. Essa é uma luta histórica de enquadramento, ou seja, para reconhecer que nós somos eh todas professoras, porque a gente cumpre a mesma função, não tem e que que as prefeituras fizeram? Campinas foi uma delas, reveste somente um profissional do cargo de docente e os e as demais profissionais ele precarizou. né? Coloca como se fosse apoio, mas apoio é aquele profissional que entra na sala de aula, por exemplo, e vai lá, eh, limpa o chão ou vai lá, oferece, eh, faz alimentação e as crianças vão lá, se alimentam, mas nós não somos apoio, porque a gente não pode se ausentar da sala de aula. Para quem ainda não possui a formação exigida, o texto prevê prazo de até 10 anos para regularização. Então, o que nós queremos também é fazer justiça, né? Então, por isso que a gente acha muito importante essa essa casa aprecie, vote e obrigue o prefeito D Saad, então, a fazer em Campinas esse ajuste, essa e atenda essa reivindicação histórica. E a gente segue com a vereadora Mariana Conte, porque ela protocolou um projeto de lei complementar que autoriza o pagamento de benefícios suspensos durante a pandemia. A proposta prevê a recomposição dos valores com correção pela taxa CELIC. O projeto apresentado pela vereadora Mariana Conte prevê o pagamento de benefícios que foram suspensos durante o período da pandemia da COVID-19, quando estava em vigor o estado de calamidade pública. A medida atinge servidores municipais impactados por um decreto de 2020 que proibiu pagamentos retroativos de direitos como anuênio, triênio, quinquênio, sexta parte e licença premmio. entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021. Agora, com a aprovação da lei federal e a sanção do governo Lula, que permite que os estados e municípios façam essa essa reparação de direitos, nós, eu apresentei esse novo projeto para atualizar frente à decisão da lei nacional. E assim, na verdade é para ontem, né? O governo Dário está atrasado de fazer essa essa reparação de justiça. Por quê? Porque o tempo trabalhado durante a pandemia das servidores públicos que estiveram na linha de frente não está sendo contado para cuinquênio, para benefícios. Então a gente precisa que essa esse tempo de trabalho seja contado nos benefícios. E tem uma outra questão, muitas pessoas que aposentaram nesse meio tempo precisa ter também a reparação também para esses aposentados, né? Porque isso faz diferença na hora na hora de do fechamento daquilo que o trabalhador que o trabalhador ganha. São 500 dias que é como se os trabalhadores não tivessem trabalhado, né? O que é um absurdo. Eles trabalharam, não só trabalharam, mas estiveram na linha de frente do COVID. Então essa ideia do descongela. eh tem essa lei nacional e nós apresentamos aqui, eu apresentei, para que o governo Dário cumpra essa lei e faça essa adequação também aqui no município de Campinas. De acordo com o texto do projeto, os valores devidos deverão ser pagos em parcela única e com valores corrigidos com a incidência da taxa Selica, em que o pagamento deveria ter sido realizado. Para que a proposta passe a valer, o projeto precisa ser discutido e aprovado em duas sessões no plenário da Câmara Municipal. Depois disso, o texto deve ainda ser sancionado pelo prefeito Dário Saad. É preciso pressionar o governo. Quero convocar todos os trabalhadores, servidores públicos para assinarem a baixo assinada e participarem das atividade de mobilização. Vereadora Paola Miguel pede em requerimento informações à prefeitura sobre a mudança de espaço físico do Centro de Referência em Infecções Sexualmente Transmissíveis para a Policlínica 3. A vereadora Paola Miguel protocolou um requerimento solicitando informações sobre a mudança de espaço físico do Centro de Referência e Infecções Sexualmente Transmissíveis e Aides de Campinas para a policlínica 3. Um dos questionamentos da parlamentar são as medidas que estão sendo tomadas para assegurar que a mudança não afete a qualidade do atendimento e a acessibilidade aos serviços oferecidos. A gente hoje quando a gente fala da legislação, né, com relação à população que convive com HVIDs, há o sigilo e atualmente, né, o CR se encontra na região central e onde ele não divide esse espaço com ninguém. A mudança paraa policlínica, ela pode representar um espaço mais estruturado, um espaço mais adequado, um espaço que foi preparado pra saúde, mas os usuários teriam que dividir esse espaço com o Distrito de Saúde Sul. E isso poderia gerar um processo de constrangimento por ter outras pessoas para além do serviço também circulando naquele mesmo espaço. A outra coisa é com relação à mudança de território. Então a gente tá falando de uma mudança do da região central para eh ali do lado do Mário Gate. Então isso faz com que as pessoas que cheguem, né, consigam chegar no centro com mais facilidade, principalmente quando a gente tá falando das regiões que são eh como Jardim Amazonas, eh até mesmo as pessoas aqui da região central, região de Barão Geraldo, região de Souzas, região de Joaquim Egídio, tenham que se deslocar mais. Então v ter que fazer uma uma baldeiação para conseguir chegar no espaço e isso pode impactar também no número de usuários. Então, esses são os desafios, né, os questionamentos que a gente apresentou pro prefeito Dário Saad e principalmente se vai ter essa divisão de espaço, porque hoje, né, a avaliação é que o espaço ele é adequado, eh, mas desde que ele esteja ocupado única e exclusivamente pelo CR, dividindo o espaço com o Distrito Sul, que iria para lá por conta de uma reforma, né, que aconteceria no espaço deles, isso poderia ficar apertado. Então, eh, a gente tem dúvida, né, se essa mudança com o Distrito Sul no mesmo espaço representaria uma diminuição de usuários. O poder executivo tem 15 dias prorrogáveis pelo mesmo prazo para responder ao requerimento ao contar do dia da sua protocolização. Meiodia, mais 23 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira e olha só, hoje é dia de reunião ordinária a nona deste ano de 2026. Vamos abrir o site aqui da câmera, campinas.sp.lege.br. Aqui você fica muito bem informado. A pauta completa com todos os itens que serão discutidos e votados. Olha só aqui, ó. Câmara vota projeto que determina a divulgação de informações sobre a doença rara de neurofibromatose nos centros de saúde. Então, este é um projeto que vai ser analisado em primeira votação de autoria do vereador Eduardo Magoga, determina que os postos de saúde, os hospitais, as unidades de pronto atendimento às UPAs aqui de Campinas passem a divulgar informações sobre a neurofibromatose, principalmente a chamada doença de Von Reclinhousing, que é a forma mais comum da enfermidade, também conhecida como A neurofibromatose tipo um. A proposta determina ainda que o poder executivo elabore e distribua materiais informativos, detalhando as características da enfermidade, possíveis complicações e formas de tratamento. Segundo o vereador Eduardo Magoga, amplia o acesso à informação e é uma forma de contribuir para o reconhecimento dos sintomas, estimular a busca por diagnóstico e garantir aí que os pacientes tenham acesso aos direitos assegurados em lei. Então, para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, olha só, o item um eh dos vereadores Igor Diego, Dr. Paulo Hadad para instituir o programa municipal de prevenção e combate à obesidade. Tem projeto aqui do vereador Nelson Osteri, do Guilherme Teixeira. Então entra aí campinas.ususp.lege.br. Você tem acesso à pauta da reunião ordinária do dia de hoje, que é a nona do ano, e também as outras notícias aqui da Câmara Municipal de Campinas. Bom, meio-dia, mais 25 minutos. A gente segue com o jornal Câmera Notícia ao vivo porque olha só, de acordo com estatísticas de um relatório de 2023 do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente, a indústria da moda é responsável por 10% das emissões globais anuais de carbono. Este tema você acompanha a partir de agora no nosso quadro O Giro Ambiental. Olá, está começando mais um Giro Ambiental. E aí, você já parou para pensar de onde vem a roupa que você está usando agora? Quanto tempo ela dura? E qual o impacto que esse consumo tem no planeta? Hoje o nosso giro é pelo universo da moda e do consumo consciente. Para isso, a gente recebe o geógrafo Gabriel Ferre, que pesquisa moda sustentável. Gabriel, muito obrigado e seja bem-vindo. Muito obrigado pela oportunidade de estar aqui. É um prazerzão. Gosto muito de compartilhar sobre moda sustentável, sobre sustentabilidade na internet de uma forma cotidiana. Para quem não me conhece, sou o dono do canal Planeta Pós Pandemia e vamos trocar essa ideia porque tô bem empolgado aqui para todo mundo conhecer um pouco mais a fundo das suas roupinhas aí diárias. Legal, Gabriel, pra gente começar, eu queria esclarecer algumas nomenclaturas. A gente ouve muito falar sobre fash fashion, né? Mas o que seria o fash fashion? Eu acho que em resumo assim, para não ficar muito maçante, muito chato, seria aquela moda rápida, descartável, que também não valoriza uma mão de obra, né, na cadeia. Então, vamos falar da cadeia produtiva, né, que ela não é certificada. Normalmente ela é feita com muito petróleo através do poliéster, elasto. Essas fibras que são mais baratas pra gente vender, né? Só que a gente sabe que quando a gente coloca na máquina de lavar, principalmente, elas duram muito pouco, né? Então esse fash fashion é mais voltado para para essa moda que a gente vê assim, que todo mundo usa uma roupa a cada semana e praticamente joga ela fora, né? Sim. E por que esse modelo de produção ficou tão popular nos últimos anos? As redes sociais têm influência também sobre esse consumo desenfriado? Com certeza. Ela se tornou popular nos últimos anos, principalmente por causa do consumo, né, nas redes sociais. Eu acho que as pessoas consumindo mais as redes sociais, elas vão ter mais vontade de consumir roupas que elas se inspiram em famosos, em pessoas. Então, acaba que essa moda rápido também é muito favorável ao crescimento das redes sociais e a gente vê já diversos danos socioambientais provocados por essa produção e esse consumo exacerbado, né? Sim. Eh, você citou agora, esse consumo eh afeta, né, o socioambiental. Eh, as pessoas não imaginam, mas qual a especificamente esses eh impactos ambientais? A gente pode partir de uma ideia de principalmente exploração de mão de obra, né? A partir do momento que a gente tá pagando muito pouco paraa produção desenfreada daquilo, a gente tá explorando uma mão de obra. Aqui tem um dado muito legal que eu vou pegar para você, não muito legal, né, mas também muito alarmante, eu acredito. A indústria têil é responsável por 10% das emissões de gases do efeito estufa. E além de tudo, hoje o mundo produz cerca de 100 bilhões de peças de roupa por ano. É simplesmente o dobro em relação aos anos 2000. Então são 3.000 peças por segundo em escala mundial. Então já pensou isso, né? Eh, 3.000 peças por segundo é um absurdo. É muita coisa que a gente tá colocando no mundo, assim, quando a gente pode ter outras soluções pausíveis para esse contexto, onde hoje a gente vê o enxerga muito o Fash Fashion como a solução final do mundo da moda e a gente tem muitas alternativas também que estão se criando aos poucos que, pô, a gente previne um pouco desses impactos socioambientais tão gigantesco, né, tanto na numa cadeia de produção com relação à exploração de mão de obra, muito da gente ver também costureiras ganhando poucos centavos, mínimos centavos a cada peça. E também no meio ambiente a gente tá falando de resíduos, né? A gente tá falando de lixo, a gente tá falando de emissão de gases, defeito estufa, tal da poluição paraa produção também dessas roupas. A gente tá falando também, como eu disse aqui no começo, de poliéster, a gente tá falando de coisas que são que tem a sua matériapra e petróleo. Então a gente tem que trazer algumas soluções que sejam viáveis também financeiramente, né, pra galera e também que a gente deixe esses impactos aí tão grandiosos de lado. Sim. Eh, e você falou desse dessa produção desenfreada, né? O que acontece com a maioria das roupas depois que elas são descartadas? Infelizmente elas vão parar nesses aterros sanitários, nesses lixões, porque ainda reciclagem texil é uma dificuldade. Eu falo pelo Brasil e acredito que a nível mundial ainda a gente vê, ah, como a gente vai desfibrar aquilo. Isso ainda não ganhou uma escala pelo fato de não ser tão viável economicamente falando assim no momento pra gente reciclar essas fibras. Hoje compensa mais financeiramente para as empresas produzir algo como matériapra virgem do que a gente pegar e reciclar porque os maquinários eles acabam sendo mais caros. A gente também não tem leis e incentivos tão eficientes que realmente promovam essa circularidade e isente, por exemplo, impostos dentro de uma cadeia. Eh, e também você, a gente falou no começo, né, sobre esse impacto também das redes sociais que tem, né, consumo desenfreado, né, e além do impacto eh ambiental, tem o social, as pessoas eh cada vez consome mais eh e também descartam mais as roupas e o que compra, né? Sim, acabam descartando muito mais, como eu trouxe para você esses dados aí. E a gente não tem essa reciclagem, a gente não tem essa reciclagem das fibras, a gente não tem um uma circularidade. Eu diria para você que uma solução diante disso tudo que a gente pode criar são os brechós, né? São essas modas de segunda mão. Quando a gente tá falando de fast fashion, por que não circular essas peças se elas têm uma durabilidade um pouco melhor? que muita das pessoas quando eu posto sobre fecha e fecha nas redes sociais elas falam: "Não, não é assim. Eu já lavei diversas vezes e você tá muito equivocado e você tá muito errado." Então, beleza, tá boa de qualidade, não quer mais usar, tira ela do guarda-roupa ali parada que tá empoeirando. Vamos circular um pouco dessas peças. É, você também citou um pouco anteriormente sobre a mão de obra, né, dessas pessoas que produzem essas peças. E quando a gente tá falando de uma peça muito barata, que tipo de custo tá escondido por trás desse preço que as pessoas pagam mais abaixo do mercado? tá escondido toda essa cadeia que a gente tá falando assim de exploração, eu diria assim, dos nossos recursos naturais, do nosso social, de todas essas vertentes mesmo que realmente a sustentabilidade tá interdependente dentro dessa entrega para nós. O que tá escondido ali é um valor que realmente é o que eu falo, né? Você não tá pagando, mas alguém com certeza tá. Seja num perto de um lixão que está sendo, por exemplo, a gente vê o deserto do Atacama, né? Vamos usar umas situações, alguns também lugares na África ali que são utilizados como lixões dentro dessas atmosferas da moda, né? Então a gente exporta resíduo têxtil quando a gente podia vestir pessoas se isso tivesse qualidade pra gente queimar. Olha onde a gente chegou, né? É. E você falou sobre o slow fashion. O slow fashion é a moda sustentável e as suas costumam falar, igual você citou também, que ela costuma ser mais cara. Ela é mais cara por conta da matéria prima que é mais limpa. Isso. Isso. O slow fashion é realmente essa moda contracorrente, como eu falei mesmo, do Fash Fashion. Enquanto o Fest Fcha vai defender uma moda rápida, descartável e que também não recompense justamente as costureiras, o pessoal que tá na mão de obra, a gente vê que o slow fashion ele tá pagando mais paraa costureira, ele tá se preocupando um pouco mais também com a relação da produtividade. Então, como eu falei, o slow fashion na maioria das vezes, ele vem do petróleo, né? a gente tá falando com fibras mais que vão ser descartadas ali e elas não vão ter uma decomposição, eu diria, tipo assim, tão eh rápida quanto a matéria prima vegetal. Vamos colocar numa escala que os dois demoram muito tempo, tá? Então assim, nada é muito bom se a gente não circular de verdade isso, mas acredito muito no poder do Slow Fashion. E o outro ponto que você trouxe, é mais caro, sim, acredito que ela é um pouco mais cara, mas a gente tá trazendo cada vez mais processos e possibilidades para ela se tornar mais barata. Eu que já estudo isso já faz um tempo, eu vejo isso se tornando um pouco mais acessível pra galera, porque as marcas também estão se importando mais com isso. Então, vamos est falando, as lojas de departamento, as próprias Fash Fashion, já estão trazendo coleções ali que estejam mais ligadas ao consumo consciente, ao slow fashion ali, porque tem gente realmente se preocupando com esses dados. Realmente a galera tá entendendo que ela pode mudar um pouquinho e tá ao seu alcance. Então eu costumo falar assim pra galera: "Pô, não tem uma grana ali por enquanto para investir no slow fashion. Vai na questão do brechó, ele é mais barato. Essa camiseta aqui, ó, por exemplo, ela é, essa camisa, na verdade, ela é de um brechó, paguei R$ 12. Então ela pode ser fash fashion porque obviamente ela não vai tá sendo 100% feita com uma matéria com vegetal, 100% com eh a gente não sabe, por exemplo, quando a gente tá comprando no brechó, se a gente tá recompensando a costureira que passou lá antigamente na primeira mão, quando essa matéria-pra era virgem. Então eu acredito que se você não tem uma grana, vai pro brechó, compra umas umas peças por lá, faz aquilo circular e depois se você tiver uma graninha e possibilidade de se você não tiver tá tranquilo também, tá de boa, fica no brechó. Se você tiver uma possibilidade um pouco a mais e quiser optar por essas marcas um pouco com a escara, com uma qualidade melhor do produto, ela não vai encolher também. Então eu costumo falar também que a durabilidade você coloca na máquina, ela fica igualzinha nas primeiras 20, 30 lavagens ali que você colocar e até na máxima assim, se isso se estender um pouco mais, então ela é um pouco mais cara, mas ela dura muito mais, então ela meio que equilibraria o seu bolso ali, o financeiro. Eu acredito que também a sustentabilidade precisa ser mais acessível. Gabriel, só pra gente encerrar, eh, já tá terminando o nosso tempo. Eh, para quem tá de casa e quer começar a consumir de forma mais consciente, você falou aí amplamente sobre os brechós e bazares. São alternativa mais em conta. Então, isto isto são alternativa mais em conta. Eu costumo indicar bastante também no meu canal, no Planeta Pós pandemia, sempre falo bastante disso por lá. Trago também as marcas que confio, dois low fashion. Então, acredito que também para você mudar um pouquinho é importante você pesquisar ir atrás de tudo que você consome que você vai achar soluções que sejam viáveis financeiramente pro seu bolso. Perfeito. Gabriel, muito obrigada pela conversa e por nos ajudar também a enxergar a moda para além das vitrines, né? Muito obrigado pela oportunidade. Me sigam lá quem puder, quem gostou um pouco desse papo, Planeta Pós-Pandemia e foi um grande prazer estar aqui. Muito obrigada, pessoal. Giro ambiental ainda não acabou. Você fica agora com as informações e curiosidade sobre o meio ambiente e sustentabilidade. Até mais. Cientistas brasileiros registraram o primeiro relato de leucismo em um macaco prego da espécie sapajus libidinosos. O pequeno primata foi avistado no Parque Nacional de Ubajara, no Ceará, e apresenta manchas brancas na pelagem. uma condição genética rara. Diferente do albinismo, o leucismo afeta apenas a pigmentação dos pelos, mantendo os olhos escuros. Com cerca de 3 meses de vida, o filhote vive na serra de Ibiapaba, sob monitoramento do ICMB. A descoberta é considerada inédita e abre uma nova oportunidade para estudos sobre mutações cromáticas em populações selvagens. Meio-dia mais 40 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Vamos fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta já tem um chamado da nossa equipe que vai falar sobre as festividades do mês da mulher. Acabou agora a pouco um evento lá na prefeitura e nós vamos lá para o poder executivo para falar sobre este evento, as ações realizadas aqui na cidade de Campinas. Rápido intervalo, não saia daí. Câmara Notícia de volta e olha só, acabou agora a pouco na Prefeitura de Campinas a cerimônia de abertura das festividades do mês da mulher e foi lançada a exposição por eu ser mulher. A repórter Camila Borges acompanhou tudo, traz agora as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, C. Oi, Gabriel, boa tarde para você e para todos que acompanham o Câmara Notícia. O evento foi promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e, como você falou, marcou a abertura oficial do mês das mulheres e também da exposição chamada Poru Ser Mulher. E para falar pouco mais sobre essa exposição e sobre o evento, está aqui ao meu lado a secretária da pasta, Alessandra Herman. Alessandra, muito obrigada por nos receber e seja bem-vinda. Muito obrigada pela participação de vocês, por esse convite aqui, eu poder ter essa espaço de fala e dizer que assim, eu fiquei muito feliz, muito emocionada com uma quantidade de mulheres aqui de diferentes lugares que vieram nos prestigiar, vieram conhecer essa exposição, nos agradeceram por ter feito tudo isso. Então assim, pra gente secretaria foi assim extremamente emocionante. E essa exposição, ela homenagia mulheres que ocuparam espaços tradicionalmente masculinos, né? Exatamente. A gente quis mostrar justamente isso. Essas mulheres que tiveram coragem de realmente, como eu eh falei no meu discurso, né, de estourar essa bolha, de entrar, de seguir em frente, mesmo quando todo mundo dizia: "Não, imagina isso, é impossível, você ser mecânica de aviões, você é competir, você, enfim, a gente quis mostrar que realmente quando a sociedade ajuda e reconhece essas mulheres, a potência que elas se transformam." E também também marca a abertura da programação do mês das mulheres. O que vai acontecer durante esse mês? Nós vamos ter muitas palestras, nós vamos ter fórum de debates, nós vamos ter inauguração, o lançamento, perdão, de programas como o da educação, que vai ser um programa muito bacana aqui em Campinas, um programa pioneiro. Nós vamos atingir crianças do primeiro ano até o oitavo. Vamos falar sobre violência doméstica, violência de gênero, misoginia, masculinidade. Vamos eh trazer também uma formação para os professores das escolas municipais em segurança e cidadania digital, ou seja, vai ser um mês muito pungente. E também a gente e a senhora citou e sobre os desafios, né, enfrentados eh recentemente em relação às mulheres, feminicídio, violência contra as mulheres. Quais são as principais dificuldades que a senhora enfrenta na frente da secretaria? Olha, eh, eu costumo dizer que Campinas, né, é uma cidade muito privilegiada nesse sentido, porque existe uma rede de apoio muito efetiva e eficaz. Então, o nosso desafio agora é levar essa rede de apoio aonde ela não está chegando, é tirar essa rede de apoio aqui da região central e levar até os territórios. Nós já começamos a fazer isso através da primeira edição do nosso programa chamado Raízes, onde a gente deu oportunidade para as empreendedoras do Parque Oziel comercializarem os seus produtos. Nós fizemos um show com batalhas de rima protagonizado por mulheres. Falamos sobre o SEAM, que é o nosso centro de referência e apoio a mulheres vítimas de violência. E a gente pretende dar continuidade, fazer várias edições e dessa forma ir entrando e levando os nossos serviços cada vez mais aonde estão as mulheres que realmente precisam. E Campinas também lançou recentemente a cartilha, né, de proteção às mulheres contra o feminicídio. Qual a importância também de ter essa orientação às mulheres do município? é, é justamente mostrar paraa população o que existe, quais são os serviços que Campinas disponibiliza, né? Não só de enfrentamento a violência, mas de programa de empreendedorismo, de inclusão social, de saúde, saúde mental. Ou seja, essa cartilha traz todas essas informações reunidas em um lugar só para que elas tenham acesso e possam desfrutar de tudo o que tá sendo oferecido. Gabriel, também estiveram presentes aqui no evento as várias autoridades, como vereador e presidente da Câmara, Luís Rossini, o vereador Mineiro do Espetinho, o Luiz Iabico e também o Igor Diego que deu uma palavrinha com a gente. Vamos ouvir. Vereador, qual a importância desse evento, dessa exposição para homenagem homenagear as mulheres de Campinas, né? Olha, essa exposição que abre o mês internacional das mulheres, né? Foi muito importante porque é um ato aqui simbólico para reconhecer, homenagear, mas também para fazer uma provocação. O que que o mês das mulheres realmente que é um mês de luta e um mês de reflexão, o como a Câmara Municipal, o poder executivo, né, e todas as esferas possam pensar em conjunto no avanço dessa política pública, dessa pauta tão necessária no nosso mundo, inclusive aqui na cidade de Campinas. E vereador, na sua fala, o senhor citou a importância de ter mulheres em posição de liderança, né? E também falou sobre a Câmara ter apenas cinco mulheres vereadoras. Qual a importância de ter mais mulheres em papéis de liderança como vereadoras na Câmara Municipal? Olha, quando uma mulher ocupa um espaço de decisão, a gente acredita que as políticas públicas avançam. Então, é importante na nossa política a gente incentivar as candidaturas das mulheres, as mulheres que estão ali na ponta. É muito mais difícil hoje para uma mulher conseguir vir candidata, porque além da campanha ela tem as outras obrigações que ela tem que fazer, tem a família e muitas vezes essas responsabilidades que ca, né, a aos ombros das mulheres impeam elas, desanima, desmotiva elas de vir pra política. Então, vamos fazer política pública, incentivando a vinda de mulheres pros poderes, pros espaços de decisões da nossa cidade. E o prefeito também citou a importância de contar com a Câmara Municipal paraa criação e aprovação também dessas políticas públicas de proteção às mulheres. A Câmara Municipal tem um papel muito importante, né? A gente aperfeiçoou algumas políticas públicas, criamos lá a secretaria da da mulher através do projeto de lei, discutimos e fortalecemos. Temos também as emendas impositivas que nós destinamos pro fortalecimento, né, das políticas públicas já existente. Então, a Câmara Municipal participa, né, efetivamente desse avanço. Olha, esse evento ele é importante porque o mês eh de março ele é simbólico, é o mês destinado à mulher eh não só de homenagens, mas principalmente eh da discussão de ações de políticas públicas para reduzir a violência que a mulher sofre, para reduzir os números eh vergonhosos de feminicídio. Então é um evento, é um mês que concentra essas ações, mas eu faço questão de enfatizar que essas ações elas têm que ser tomadas todos os dias dos anos. É todo o dia é dia de combater é a violência que a mulher sofre, combater o feminicídio. Da mesma forma que a Secretaria da Mulher, ela é uma secretaria que articula ações em todas as outras, em todas as outras. e mobiliza todo o primeiro escalão, toda essa secretarias da prefeitura nessa nessa jornada de enfrentamento aos números eh que infelizmente são altos, de violência contra a mulher e também de feminicídio. E você citou a Secretaria de Mulheres, né? A prefeitura tem atualmente o maior número de secretárias, mulheres. Qual é a importante ter essas mulheres em papéis de liderança? Olha, primeiro quando o poder público dá oportunidade paraas mulheres, oportunidades iguais, homens e mulheres, as mulheres assumem eh posições do primeiro escalão por mérito, por qualidade, por condições técnicas. Nós não estamos falando que a Prefeitura de Campinas tem o maior número de mulheres do primeiro escalão da sua história por cota. Não foi esse, foi porque nós reconhecemos que essas mulheres que ocupam o primeiro escalão do prefeitura de Campinas tem qualificação técnicas, condições, capacidades e estão lá por mérito. Você destacou um pouquinho dessas ações especiais pro mês, né? Que que vale a pena a gente comentar também, trazer pros nossos ouvintes? Olha, nós temos palestras, rodas de discussão, tem um evento importante lá no centro de convivência e é importante debater com a sociedade em diversas ações que nós faremos, o que mais a gente pode fazer. Toda vez que tem um caso de feminicídio ou de uma violência contra a mulher, aquilo me afeta pessoalmente. Eu fico pensando o que mais o município pode fazer, que mais o poder público pode fazer. A gente não consegue ter um guarda municipal em cada ação de de que a mulher pode ser vítima de violência. Tem claro, nós temos o botão, eh, o botão que aciona a Guarda Municipal quando aquela mulher tem uma medida protetiva, que a gente não pode eh eh atuar diferente disso da lei, mas a gente sempre tem que discutir com a sociedade. O mês de de março ele concentra essas discussões, debates. Espero que de todas essas discussões saiam propostas novas e que a gente possa avançar nessas políticas de defesa da mulher. E prefeito, o senhor citou as políticas públicas são importantes. A gente tem aqui três vereadores, né, representando a Câmara Municipal e o senhor também conta com o apoio deles. A Câmara tem sido também um local de muito debate na questão da violência contra a mulher, feminicídio. E essas políticas públicas que foram implementadas aqui, todas foram aprovadas na Câmara Municipal. Em quais avanços a prefeitura já conquistou em relação a políticas para as mulheres? E também o senhor relou recentemente a cartilha contra a violência contra a mulher e feminicídio, né? Olha, eu vou dar um exemplo. As mulheres que o foram eh inscritas no programa Guarda Amiga da Mulher e depois de ter medida protetiva, nenhuma foi vítima de feminicídio. Esse é um fato importante. Quer dizer, essa política pública tem funcionado. Ah, mas por que que acontece feminicídio? Porque, infelizmente, muitas mulheres que eh são vítimas de feminicídios não fizeram boletim de ocorrência, não pediram medidas protetivas. Claro que não é fácil pra mulher, é uma situação extremamente complexa, mas quando a mulher entra, por exemplo, nesse programa Guarda Amigo da Mulher, que tem o botão de pânico, o botão que chama a guarda imediatamente, se aquela, se aquele aquela aquele homem que tem uma medida protetiva contra ele chegar próximo, a guarda tá próximo para atender. Infelizmente há uma dificuldade, não só em Campinas, mas uma dificuldade histórica das mulheres denunciar, das mulheres procurar eh ou a delegacia da mulher ou procurar muitas vezes é a justiça por uma medida protetiva. Mas quando ela entra nesse programa, por exemplo, tem sido um sucesso. O evento contou também com um show lindo de duas cantoras de diferentes gerações, a menina Eloa Vanas e também a dona Catarina Neves. Além disso, várias autoridades, como eu citei, marcaram presença. Além dos vereadores, a deputada estadual Valéria Bolsonaro, a primeira delegada Mulher de Campinas, a Dra. Terezinha, a comandante da Guarda Municipal Maria de Lourdes, a Luciana de Freitas, presidente da OAB de Campinas e o prefeito também homenageu as mulheres que participam da feira de mulheres de Campinas. A exposição segue aqui no saguão do Passo Municipal até o dia 20 de março e tem homenagens a diversas mulheres. Tem mestre de obras, frentista, mecânica aeronáutica, assistente de social de relações e também a atleta olímpica Conceição Jeremias, entre outras. São cinco tótems com homenagens no Frente e Verso. Volto com você aí do estúdio, Gabriel. reconhecimento importante que tem que ser realizado. Muito obrigado, Camila Bortes, pelas informações e claro, né, a disponibilidade do tempo com a nossa equipe, do vereador Igor Diego, do prefeito Dário Saad, da secretária da municipal da mulher, Alessandra Herman. Todo mundo com muitas informações sobre o evento que aconteceu nesta manhã aqui na cidade de Campinas. para amanhã, quinta-feira, por enquanto, sem alterações no tempo. Então, o sol continua aparecendo entre algumas nuvens, mas não tem previsão de chuva generalizada pela cidade. A temperatura segue um pouco mais baixa, né, pela manhã, vai subindo ao longo do dia e volta a cair à noite. Elas já estão aqui na minha tela para amanhã, quinta-feira. Então, nós temos mínima de 18º e a máxima pode chegar aos 31º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continuem na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária à nona deste ano. Os vereadores se reúnem a partir das 6 horas da tarde para discutirem e votarem 10 projetos que estão na pauta. Você pode entrar no site da câmera, conferir-los na íntegra no campinas.lege.br. Eu fico por aqui. Volto amanhã ao meiodia ao vivo. Te espero até lá. Ciao. Ciao.
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